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SENAC ALESSANDO SEQUENCIA

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Manual Florestal GUIA DE CONTEÚDOS


Manual Florestal Neste Manual você encontra mais que informações! Aqui estão, também, as nossas vidas. Para que tenha o máximo de aproveitamento, detalhamos a seguir como as informações estão dispostas. Aqui, neste trabalho de toda a nossa equipe, você encontrará 8 livros, formados por 21 volumes. Veja a seguir o que cada um dos livros apresenta:


PLANEJAMENTO FLORESTAL

LIVRO

Neste livro estão disponíveis os seguintes capítulos:

Introdução Capítulo 1: Capítulo 2: Capítulo 3: Capítulo 4:

Planejamento Florestal Sistema de Informações Geográficas - SIG Mensuração Florestal Sinistros Florestais


CAPÍTULO Mensagem do Presidente Overview sobre o Setor Florestal

INTRODUÇÃO

1.Atratividade dos Principais Polos Florestais Mundiais 2.Importância Econômica no Setor de Árvores Plantadas 3.Índice de Preços 4.Celulose 5.Área Plantada no Brasil 6.Séries Históricas 7.Área Certificada no Brasil 8.Produtividade e Rotações Florestais 9.Produtividade Potencial e Precipitação 10.Ocupação do Solo - Mato Grosso do Sul 11.Área Florestal Plantada – MS 12.O Empreendimento – Eldorado Brasil 13.Matriz de Interação dos Processos Florestais 14.Elenco do Manual Florestal 2020


CAPÍTULO

PLANEJAMENTO FLORESTAL

1.Introdução ao Planejamento Florestal 2.Premissas para o Planejamento 3.Planejamento Estratégico 1.Definição 2.Premissas para o Planejamento 3.Horizonte de Planejamento 4.Fluxograma do Processo 5.Entradas e Saídas do Processo 6.Produtos e Utilização nas Áreas Florestais 7.Indicadores Gráficos 8.Fontes de Dados 4.Planejamento Tático 1.Definição 2.Premissas para o Planejamento 3.Horizonte de Planejamento 4.Fluxograma do Processo 5.Entradas e Saídas do Processo 6.Produtos e Utilizações nas Áreas Florestais 7.Indicadores Gráficos 8.Fontes de Dados


CAPÍTULO 5.Planejamento Operacional - COPS 1.Definição 2.COPS Colheita / Logística / Biomassa 3.COPS Silvicultura 4.Responsabilidades 5.Descrição Vistoria do COPS 6.Ativos Biológicos 1.Introdução 2.Definição 3.Premissas para o Cálculo do Valor Justo 7.Desafios do Planejamento 8.INDEX

PLANEJAMENTO FLORESTAL


CAPÍTULO

1. Introdução ao Sistema de Informações Geográficas 1. Componentes do SIG 2. Arquitetura do SIG 3. Fontes de Dados 4. Equipe SIG Eldorado Brasil 2. Tecnologias e Ferramentas do SIG 1. Topografia

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS (SIG)

2. Sensoriamento Remoto – VANT 3. Sensoriamento Remoto – Satélite 4. Plataformas de Mapas 3. Produtos SIG Florestal 1. Fluxograma da Abrangência do Processo de SIG 2. Estimativa da Área Produtiva - Aproveitamento por Imagens 3. Levantamento Cadastral – RTK e VANT 4. Projeto Pré-Plantio - Talhonamento e Planejamento Estradas 5. Planejamento da Subsolagem 6. Projeto Pós-Plantio 7. Sobrevivência de Mudas 8. Consistência Pré-IFC Inventário Florestal Contínuo) 9. Consistência de Sinistros Florestais 10. Consistência Pré-IPC (Inventário Pré-Corte)


CAPÍTULO

4. Mapas de Consumo Florestal 1. Malha Viária 2. Mapas de Inventário Florestal 3. Mapas de Consistência de Compra de Madeira 4. Mapas Estratégicos 5. Mapas COPS 6. Mapeamento Índice de Biomassa 7. Mapas de Fertilização Aérea 8. Mapa de Blocos 5. Padrões de Voos para VANTs 6. Padrões de Instalação Base RTK 7. INDEX

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS (SIG)


CAPÍTULO

MENSURAÇÃO FLORESTAL

1. Introdução a Mensuração 2. Tipos de Inventário 3. Fluxograma do Inventário Florestal 4. Metodologia do Inventário Florestal 1. Locação das parcelas e intensidade amostral 2. Dimensão das unidades amostrais 3. Acesso e instalação das unidades amostrais 4. Locação das parcelas – Material de Campo 5. Medições a serem efetuadas 1. Circunferência à altura do peito (CAP) 2. Classificação qualitativa dos fustes 3. Altura Total 6. Medições Dendrométricas – Material de Campo 7. Auditoria 5. Cubagem das árvores 1. Definição de Cubagem Rigorosa 2. Objetivo 3. Material de Campo 4. Amostragem 5. Seleção das árvores-amostra 6. Fluxograma Cubagem das Árvores-Amostra


CAPÍTULO

7. Coleta de amostras para determinação da Densidade Básica da Madeira 6. Modelos para estimar altura e volume 1. Modelos hipsométricos e volumétrico 2. Redes Neurais 7. Plataformas de uso 8. Ferramentas de Medição de Volume – Transporte de Madeira 9. INDEX

MENSURAÇÃO FLORESTAL


CAPÍTULO

SINISTROS FLORESTAIS

1. Introdução ao Sinistro Florestal 2. Classificação dos Sinistros 1. Sinistros que inviabilizam o uso da madeira 2. Sinistros que reduzem a produtividade 3. Classificação quanto ao grau de severidade 3. Fluxograma do Processo 1. Incêndio 2. Déficit Hídrico 3. Vento 4. Produtos 1. Base de Dados 2. Relatório Gerencial 3. Painel BI 4. Mapas de Áreas Afetadas 5. Laudos de Vistoria 6. Relatório de Validação 5. Ferramentas – Coletor de Dados 1. Introdução 2. Fluxograma do Coletor 3. Layout Mobile 6. Monitoramento e Diagnóstico


FORMAÇÃO DE FLORESTAS

LIVRO

Neste livro estão disponíveis os seguintes capítulos:

Capítulo 5: Prospecção de Terras Capítulo 6: Produção de Mudas - Viveiro


1.Introdução 2.Definições e Terminologias 3.Estratégia para Prospecção de Terras

CAPÍTULO

1.Prospecção de Novas Áreas 2.Distribuição de Áreas por DMT 4.Modalidades de Prospecção de Terras 1.Introdução às Modalidades 2.Arrendamento de Terras 3.Parceria Florestal 4.Aquisição de Terras 5.Política de Terras 1.Diretrizes e Políticas Gerais 2.Diretrizes e Políticas Específicas – Arrendamento 3.Diretrizes e Políticas Específicas – Parceria 4.Diretrizes e Políticas Específicas – Aquisição de Terras 6.Processos de Contratação de Terras 1.Fluxograma 2.Atividade Cronológica 1.Laudo de Avaliação de Propriedades 2.Análise de Solos 3.Análise das Áreas da Propriedade 4.Análise Documental Ambiental

PROSPECÇÃO DE TERRAS


CAPÍTULO 5.Apresentação da Carta de Intenção 6.Expedição de Certidões 7.Verificação Jurídica 8.Verificação Ambiental 9.Aprovação Diretoria Florestal 10. Apresentação Proposta Comercial 11.Conclusão da Negociação 12.Informativo Interno sobre Nova Área Contratada 13.Elaboração do Contrato

PROSPECÇÃO DE TERRAS

14.Protocolo de Licenciamento Ambiental 15.Assinatura do Contrato 16.Pós-Plantio: Apuração Definitiva da Área 7.Precificação para Negociação de Parceria e Arrendamento 8.Precificação para Negociação de Compra de Terras 9.Controle de Prospecção de Terras – Dashboard 10.Estrutura Organizacional 11.INDEX


CAPÍTULO

1.Introdução a Produção de Mudas e Viveiros Florestais 2.Normas para Produção de Mudas Florestais 3.Tipos de Produção de Mudas Florestais 4.Premissas 1.Seleção de Material para Propagação 2.Técnica para Formação de Mudas - Clones 5.Viveiro de Mudas Florestais 1.Localização 2.Pontos Estratégicos Fundamentais 3.Viveiro Eldorado Brasil 4.Desenvolvimento de Novos Clones

PRODUÇÃO DE MUDAS E VIVEIROS FLORESTAIS

5.Layout Viveiro Eldorado Brasil 6.Ativos / Equipamentos 7.Definições/Terminologias 6.Macrofluxograma – Viveiro de Mudas Eldorado 7.Sistema de produção de Mudas 1.Lavagem de Tubetes que Retornam do Campo 2.Lavagem de Tubetes que Retornam com Substrato 3.Caracterização do Produto – Tubetes Limpos e Sem Danos 4.Preenchimento das Bandejas com Tubetes 5.Esterilização de Tubetes e Bandejas


6.Preparo do Substrato 7.Enchimento dos Tubetes 8.Caracterização do Produto – Enchimento dos Tubetes 9.Coleta de Miniestacas e Estaqueamento 10.Caracterização do Produto – Plantio de Miniestacas 11.Jardim Clonal 12.Caracterização do Produto – Preparo das Miniestacas

CAPÍTULO

13.Casa de Vegetação 14.Caracterização do Produto – Mudas saindo da casa de vegetação para casa de sombra 15.Caracterização do Produto – Mudas saindo da casa de vegetação para alternagem 16.Alternagem e 1ª Seleção 17.Caracterização do Produto – Mudas saindo da alternagem para crescimento 18.2ª Seleção 19.Expedição 20.Caracterização do Produto – Expedição 21.Recepção das Mudas em Campo 22.Entrega e devolução de mudas clonais

PRODUÇÃO DE MUDAS E VIVEIROS FLORESTAIS


CAPÍTULO

PRODUÇÃO DE MUDAS E VIVEIROS FLORESTAIS

8.Controle de Qualidade na Produção de Mudas 9.Fertirrigação do Viveiro 10. Doenças Fúngicas 11. Controle - Doenças Fúngicas 12. Controle Sanitário do Viveiro 13. Disponibilidade de Água 14. Indicadores Históricos 15. Aquisição de Mudas de Terceiros 16. Estoques de Mudas 17. Indicadores estatísticos sobre viveiros florestais no Brasil 18. INDEX


TECNOLOGIA FLORESTAL

LIVRO

Neste livro estão disponíveis os seguintes capítulos:

Capítulo 7: Melhoramento Genético & Biotecnologia Capítulo 8: Tecnologia FRL – Manejo & Nutrição de Plantas Capítulo 9: Proteção Florestal Capítulo 10: Ecofisiologia & Meteorologia


LIVRO

1.Introdução ao Melhoramento Genético 2.Definições e Terminologias 3.Desafios 4.Método de Melhoramento Aplicado na Eldorado 1.Programa de Melhoramento Genético 2.Recursos Genéticos do Eucalipto e suas Características 3.Estratégia de Melhoramento no Eucalipto 4.Premissas para a Prática Seleção de Clones 5.Testes que Compõem as Estratégias de Melhoramento 6.Resumo dos Testes 1.Teste de Progênie Pura (TPP) 2.Pomar de Hibridação 3.Teste de Progênie Híbrida (TPH) 4.Teste Clonal 5.Teste Clonal Ampliado 5.Estratégias 1.Programa de Melhoramento Florestal – PMF 2.Seleção Recorrente Intrapopulacional em Populações Sintéticas – SRIPS 3.Seleção Recorrente Recíproca de Genitores com Híbridos Intermediários – SRR-G-HI 4.Seleção Recorrente Recíproca Individual – SRRI

CAPÍTULO

MELHORAMENTO GENÉTICO & BIOTECNOLOGIA


CAPÍTULO 1.Introdução ao Manejo Florestal 2.Atividades de Solos e Nutrição 1.Avaliação de Terras 2.Coleta do Solo – Avaliação dos Aspectos Físicos e Químicos do Solo 3.Classificação Pedológica - Textura do Solo 4.Fertilidade do Solo e Nutrição 1.Introdução a Fertilidade do Solo 2.Fluxograma de Fertilizações

TECNOLOGIA FLORESTAL

3.Critérios para Adubação de Plantio 4.Critérios para 1ª Adubação de Cobertura 5.Critérios para 2ª Adubação de Cobertura 6.Critérios para Adubação Líquida 7.Ferramenta – FertELD 8.Recomendação Nutricional 5.Monitoramento Nutricional dos Plantios


CAPÍTULO

6.Qualidade dos Fertilizantes 1.Coleta e Análise dos Fertilizantes 2.Critérios para Coleta de Fertilizantes 3.Laudo de Avaliação 7.Recomendação Técnica Silvicultura 8.Monitoramento Nutricional Viveiro de Mudas 9.Monitoramento de Ocorrências Florestais 10.Rodada Técnica de Campo 11.Experimentação 12.INDEX

TECNOLOGIA FLORESTAL


1.Introdução a Proteção Florestal

CAPÍTULO

2.Atividades da Proteção Florestal 1.Manejo Integrado de Pragas e Doenças 1.Objetivo 2.Definições e Terminologias 3.Doenças na Eucaliptocultura 4.Pragas na Eucaliptocultura 5.Monitoramento e Controle 1.Lagartas Desfolhadoras 2.Percevejo Bronzeado 3.Vespa da Galha 4.Besouro Amarelo - Costalimaita 5.Gorgulho do Eucalipto 6.Psilídeo de Concha 7.Psilídeo de Ponteiro 8.Cupim de Cerne e Subterrâneo 9.Estroma Negro Hypoxylon

PROTEÇÃO FLORESTAL

10.Armadilhas Adesivas 6.Mapa de Risco Temporal 7.Distribuição Espacial 8.Análise de Riscos de Pragas e Doenças 9.Recomendação Técnicas 2.Controle Biológico 1.Descrição dos Inimigos Naturais 2.Recomendação Técnica de Soltura 3.Indicadores de Ocorrência Florestais


CAPÍTULO 1.Introdução à Ecofisiologia & Meteorologia 2.Atividades de Ecofisiologia & Meteorologia 1.Monitoramentos 1.Monitoramento Meteorológico -Introdução -Localização da Rede Meteorológica da Eldorado -Modelos de Estações -Critérios para Escolha da Localização -Operação -Calibração -Manutenção de Sensores -Fichas Técnicas das Estações -Coleta D’água em Pluviômetros Manuais 2.Monitoramento Ecofisiológico 2.Boletim Meteorológico Diário 3.Prognóstico Mensal El Niño / La Niña 4.Estudos Climáticos nas Áreas de Atuação

ECOFISIOLOGIA & METEOROLOGIA


CAPÍTULO

1.Precipitação 2.Temperatura do Ar 3.Déficit Hídrico 4.Unidades de Manejo 5.Estudos de perda de produtividade IMA sob influência climática 6.Relatórios Técnicos Anuais 3.INDEX

ECOFISIOLOGIA & METEOROLOGIA


LIVRO

FLORESTAS PLANTADAS

Neste livro estão disponíveis os seguintes capítulos:

Capítulo 11: Estradas Florestais Capítulo 12: Silvicultura


CAPÍTULO

ESTRADAS FLORESTAIS

1.Introdução a Malha Viária Florestal 2.Necessidade 3.Definições e Terminologias 4.Fluxograma do Processo 5.Organograma e Distribuição das Frentes Operacionais 6.Operações 7.Classes de Estradas 8.Abertura e Conformação 1.Abertura, Destoca e Limpeza 2.Alargamento 3.Terraplanagem – Corte 4.Terraplanagem – Aterro 5.Obras de Arte – Pontes 6.Obras de Arte – Mata-burro 7.Obras de Arte – Bueiros 8.Obras de Arte – Passagem Molhada 9.Obras de Arte – Dreno Profundo 10.Drenagem Superficial – Sarjeta 11.Drenagem Superficial – Saídas d’água 12.Drenagem Superficial – Caixa de Contenção


13.Drenagem Superficial – Camalhão 14.Regularização do Leito 15.Levantamento com Caminhão Caçamba 16.Levantamento com Escavadeira 17.Confecção de Cantos 18.Apoio ao Transporte de Madeira 9.Estruturas (Bases e Revestimentos) 1.Preparo e Reforço de Subleito 2.Solo-Cascalho 10.Revestimento Primário 1.Revestimento Primário com Cascalho Natural 2.Revestimento Primário com Cascalho / Brita 11.Resumo das Atividades de Estradas 12.Sinalização 1.Sinalização Vertical 13. Manutenção de Estradas 2.Placas de Regulamentação 14. Períodos Chuvosos 3.Placas de Advertência 15.Ativos 4.Dispositivos Auxiliares de Percurso 16.+Qualidade 5.Sinalização de Atividades em 17.Index 6.Estradas Florestais

CAPÍTULO

ESTRADAS FLORESTAIS


LIVRO

FLORESTAS PLANTADAS

Neste livro estão disponíveis os seguintes capítulos:

Capítulo 11: Estradas Florestais Capítulo 12: Silvicultura


CAPÍTULO

SILVICULTURA

1.Introdução a Silvicultura 2.Planejamento de Operações 1.A Busca pela Eficiência e Redução de Custos 2.Dimensionamento de Mão de Obra e Equipamentos 3.Premissas do Dimensionamento – Indicadores 3.Fluxograma de Formação de Florestas 4.Procedimento Operacional 1.Infraestrutura 1.Construção de Estradas 2.Conservação do Solo 2.1º e 2º Combate de Formiga Manual 3.Limpeza de Área 1.Arraste de Árvores 2.Encoivaramento 3.Enleiramento 4.Limpeza com “Link” 4.Preparo de Solo 5.Plantio e Irrigação 1.Recomendação de Clones 2.Recepção de Mudas em Campo 3.Tratamento das Mudas


4.Plantio – Recomendação Técnica 5.Plantio Mecanizado 6.Plantio Semimecanizado 7.Plantio Manual 8.Caminhão Apoio ao Plantio 9.Replantio 10.Adubação Manual 5.Plantio e Irrigação 11.Irrigação – Recomendação Técnica 12.Irrigação Mecanizada 13.Irrigação Manual 14.Caminhão Apoio à Irrigação 6.Controle de Plantas Daninhas 1.Objetivo 2.Descrição do Processo 3.Aplicação de Herbicida Pós-Emergente em Área Total 4.Aplicação de Herbicidas Pré – Emergente em Faixa 5.Capina Mecânica na Linha 6.Aplicação de Herbicidas na Entrelinha com Barra Protegida “Conceição”

CAPÍTULO

SILVICULTURA


CAPÍTULO

SILVICULTURA

7.Aplicação de Herbicidas na Entrelinha com “Asa de Morcego” 8.Aplicação de Herbicidas em Área Total em Áreas com Copa Alta 9.Aceiros Químicos 10.Normas de Adequação de Processos de Aplicação de Herbicidas 7.Fertilização 1.Introdução 2.Aplicação de Calcário 3.Adubação de Cobertura 4.Adubação em Plantios Desuniformes 5.Adubação de Micronutrientes (B+Cu+Zn) 6.Resumo 8.Condução da Brotação 1.Definição das Áreas com Potencial para Condução 2.Critérios Padrão de Colheita para Área de Condução 3.Atividade: Limpeza de Cepa 4.Desbrota Precoce 5.Desbrota Convencional 6.Manejo de Cepas sob Pilhas de Madeira


CAPÍTULO 7.Aplicação de Herbicida em Broto Ladrão Linha da Rebrota “Conceição” 8.Aplicação Mecanizada Química em Área Total Broto Ladrão “Conceição” 9.Aplicação de Calcário 10.1ª Adubação de Cobertura 11.2ª Adubação de Cobertura 9.Boas Práticas Operacionais 10.Descrição Técnica de Equipamentos na Silvicultura 11.Auditoria de Qualidade na Silvicultura (+Qualidade) 12.Proteção Patrimonial 13.Apontamento em Campo – Controle Operacional 14.Controle de Insumos 15.Mecanização na Silvicultura 16.INDEX

SILVICULTURA


SUPRIMENTO DE MADEIRA

LIVRO

Neste livro estão disponíveis os seguintes capítulos:

Capítulo Capítulo Capítulo Capítulo Capítulo

13: 14: 15: 16: 17:

Colheita Florestal Carregamento Florestal Posto de Combustível e Distribuição Transporte de Madeira Biomassa


1 - INTRODUÇÃO Panorama geral de florestas plantadas: por que há tanto investimento em um setor tão “novo”?

CAPÍTULO

2 - COMO CHEGAMOS ATÉ AQUI? A evolução dos equipamentos florestais e dos modais de operação ao longo dos anos.

3 - COLHEITA FLORESTAL ELDORADO BRASIL Organograma, responsabilidades e interação com as outras áreas.

4 - OPERAÇÃO DE EXCELÊNCIA Padrão operacional e know-how da Colheita Florestal na Eldorado Brasil.

COLHEITA FLORESTAL


CAPÍTULO 1.Introdução ao Carregamento de Madeira 2.Definições e Terminologias 3.Fluxograma da Rotina Operacional 1.Detalhamento da Rotina 2.Operação 3.Controle de Risco no Carregamento 4.Amarração da Carga 5.Controle de Risco na Amarração de Carga 6.Embarque, Transporte e Desembarque do Equipamento no Caminhão Prancha 4.Padrões Visuais

CARREGAMENTO FLORESTAL

5.Apontamentos 6.Indicadores 7.+Qualidade 8.INDEX


1.Introdução ao Posto de Combustível 2.Licenças Posto de Combustível 3.Planejamento

CAPÍTULO

4.Infraestrutura 1.Layout 2.Estoque 3.Aferições de Bombas Medidoras para Combustíveis Líquidos 4.CTF 5.Abastecimento de Equipamentos Eldorado 1.Recebimento de Combustível no Posto de Abastecimento 2.Operação de Abastecimento de Equipamentos 1.Diesel 2.Arla 32 3.Operação de Abastecimento de Comboios 4.Controle 5.Capacidade de Atendimento 6.Transferência de Combustível 7.Transferência de Lubrificante

POSTO DE COMBUSTÍVEL E DISTRIBUIÇÃO


CAPÍTULO

8.Abastecimento de Equipamentos no Campo 1.Infraestrutura 2.Abastecimento de óleo diesel 3.Abastecimento de óleo lubrificante 4.Controle de Abastecimento 9.Fechamento do Consumo 10.Consistência de Abastecimentos 11.Controle de Qualidade 12.Documentações Comboio 13.Abastecimentos em Postos Terceiros 14.INDEX

POSTO DE COMBUSTÍVEL E DISTRIBUIÇÃO


1.Introdução ao Transporte de Madeira 1.Definições e Terminologias 2.Atendimento à Legislação

CAPÍTULO

1.Conjunto para Transporte de Carga 2.Sinalização especial para CVC 3.Peso Bruto Transportado 4.Licença AET 1.Cadastro SIAET 5.Licença ANTT 6.OSTN – Oficio de Solicitação para Transporte Noturno 7.Regime especial para Transporte de Madeira 8.CMM 9.ACT 3.Operação de Transporte. 1.Dimensionamento de Frota 2.RPV – Relação Peso Volume 3.Programação do Transporte 4.Precificação de Frete 5.COPS – Comitê Operacional Planejamento e Segurança 6.Rotograma

TRANSPORTE DE MADEIRA


CAPÍTULO

7.Início de Jornada 8.Subir descer do caminhão 9.Inspeção visual cavalo mecânico 10.Inspeção visual implemento semirreboque 11.Disco Tacógrafo 12.Trajeto aos Projetos 13.Carregamento 14.Amarração da Carga 15.Trajeto Fábrica 16.Reaperto de Carga 17.Entrada Balança 18.Processo de Medição LogMeter 1.Scanner 2.Limites da Carga

TRANSPORTE DE MADEIRA

3.Definição Volume Estéreo 4.Variáveis Biométricas 5.Definição Volume Sólido 6.Relatório Caixa de Carga 19.Desamarração da Carga 20.Descarregamento


CAPÍTULO 21.Limpeza da Composição 22.Saída Balança Fábrica 23.Abastecimento Caminhão – Diesel 24.Carregamento de Madeira 25.Embarque e Desembarque de Máquinas no campo 26.Estradas 4.Segurança 1.Pit Stop – Inspeção Veicular 2.IVC – Índice de Verificação Contratual 3.Treinamentos e Capacitações 4.Gestão de KPI’s 5.Monitoramento 1.IRIS 2.Projetos de Melhorias 3.Custos 6.Index

TRANSPORTE DE MADEIRA


CAPÍTULO

1.Introdução a Biomassa 2.Planejamento 3.Operação de Biomassa 1.Destoca de Tocos de Eucalipto 2.Secagem dos Tocos 3.Carregamento e Baldeio dos Tocos 4.Alimentação do Pré-triturador 5.Pré-trituração dos Tocos 6.Peneiramento da Biomassa pré-triturada 7.Trituração no campo 8.Carregamento e Transporte de Biomassa Triturada 9.Recebimento Biomassa na Fábrica 10.Descarga da Biomassa com Tombadores 11.Corte e Derrubada de Madeira Inservível

BIOMASSA

12.Arraste de Árvores de Madeira Inservível 13.Alimentação do Picador de Madeira Inservível 14.Picagem de Madeira Inservível 15.Normas de Conduta da Biomassa 4.INDEX


LIVRO

ATIVOS Neste livro estão disponíveis os seguintes capítulos:

Capítulo 18: Gestão de Ativos Florestais Capítulo 22: Gestão e Venda de Ativos


CAPÍTULO

1.Introdução a Gestão de Ativos Florestais 2.Definições e Terminologias 3.Estratégia de Gestão de Ativos Florestais 1.Introdução 2.Considerações Gerais 3.Ciclo de Vida do Ativo 1.Especificação 2.Aquisição 3.Implantação 4.Operação 5.Manutenção 6.Desativação 4.Engenharia de Manutenção 1.Estrutura Organizacional

GESTÃO DE ATIVOS FLORESTAIS

2.Área de Atuação 3.Programação de Ativos 4.Gestão de Materiais e Componentes 5.Gestão Física do Ativo Ferramental 6.Acompanhamento de Equipamentos nas Oficinas (BackLog de Ativos)


CAPÍTULO 7.Solicitação de Materiais para Equipamentos da Florestal 8.Emissão de Pedido Compra (ZAF) 9.Preventiva Base Condição 10.Manutenção Preventiva 11.Carteira de Pendência de Equipamentos 12.Gestão de Pneus 13.Análise de Óleo 14.Recon 15.Números e Rotinas 5.Manutenção Mecânica Silvicultura 6.Manutenção Mecânica Colheita, Infra e Biomassa 7.Gestão Transporte de Pessoas 8.Desenvolvimento Operacional 9.Indicadores – KPI’s 10.Ferramentas - SISMA 11.Custos 12.Ações de Segurança 13.INDEX

GESTÃO DE ATIVOS FLORESTAIS


CAPÍTULO 1. Introdução à Venda de Ativos 2. Processo de Desmobilização do Ativo 1. Solicitação da Desmobilização 2. Descrição Laudo Técnico 3. Validação 4. Emissão da Nota Fiscal de Transferência e Encaminhamento do Ativo 5. Documentação e Inspeção do Ativo 6. Liberação do Acesso ao Pátio 7. Armazenamento do Ativo 8. Inventário 9. SAP – Consultas

GESTÃO E VENDA DE ATIVOS

10. GAV – Gestão Ativos à Venda 3. Processo de Negociação e Venda de Ativos 1. Formação do Preço de Venda 2. Divulgação 3. Realização de Leilão


CAPÍTULO

4. Visitas e Propostas 5. Equalização e Aprovação da Venda 6. Cadastro dos Clientes 7. Solicitação de Depósito 8. Emissão de NF-e de venda e Retirada do Ativo 9. Informar venda as áreas responsáveis 4. Responsabilidades 5. INDEX

GESTÃO E VENDA DE ATIVOS


GESTÃO FLORESTAL

LIVRO

Neste livro estão disponíveis os seguintes capítulos:

Capítulo 19: Controle Florestal Capítulo 20: Competitividade & Projetos Florestais Capítulo 21: Segurança do Trabalho


20%

20%

CAPÍTULO Item 4 20%

Item 2 20%

50

1 - Introdução ao Controle Florestal 40 2 - Produtos gerados Item 4 20% 3 Espelho Item cadastral 20% Ativo Biológico - custo por Fazenda Processo orçamentário x realizado 30 Painel de Silvicultura

Item 2 20%

Controle de Produção Item 3 Flash Semanal - Reunião de Diretoria 20% Histórico20 Florestal 3 - Pagamento de Terras e Madeira Desenvolvimentos Sistêmicos

CONTROLE FLORESTAL

10

0

Item 1

Item 2

Item 3

Item 4

Item 5


CAPÍTULO 1.Introdução a Competitividade & Projetos Florestais 2.Centro de Inteligência Florestal - IRIS 1.Monitoramento de Incêndios 1.Prevenção de Incêndios 2.Monitoramento e Detecção de Incêndios 3.Sistema de Monitoramento 4.Cobertura do Monitoramento 5.Infraestrutura 6.Operacionalização do Sistema FireHawk 7.Case Detecção e Combate de Incêndio 8.Fluxograma de Atendimento à Ocorrência de Incêndios 9.Risco de Incêndio 10.Sistemática de Plantões 11.Monitoramento Florestal Terrestre 12.Treinamento 13.Campanhas 14.Indicadores 15.Ampliação

COMPETITIVIDADE & PROJETOS FLORESTAIS


CAPÍTULO

COMPETITIVIDADE & PROJETOS FLORESTAIS

2.Centro de Inteligência Florestal - IRIS 2.Monitoramento Transporte de Madeira 1.Atuação no Transporte de Madeira 2.Relatórios IRIS 1.Boletim de Segurança Geral 2.Boletim de Segurança Transportadora 3.Relatório de Produção Fechamento 00 horas 4.Relatório m³ 5.Atualização do Arquivo – Disponibilidade Cavalo Mecânico 6.Atualização Base de Dados – Cubo 415 Flex 7.Atualização Base de Dados – Cubo 365 Flex 8.Atualização Base de Dados Cubo 393 9.Relatório Carregamento Divergentes 10.Previsão do Tempo 11.Relatório de Produção – Parciais 12.Relatório de Excesso de Velocidade 13.Relatório de Paradas em Excesso “Cercas Eletrônicas” 14.Alocações – Produção 15.Gráfico de Viagens


CAPÍTULO

16.Monitoramento das Áreas 17.Controle de Atendimento - IRIS 18.Acompanhamento PBTC (Peso Bruto Total Combinado) Líderes 19.Atualização Base de Dados – Cubo 165 e Controle de Estoque de Pilha 3.Painel Produção Florestal 3.Qualidade Florestal 4.Competitividade & Projetos Florestais 5.INDEX

COMPETITIVIDADE & PROJETOS FLORESTAIS


CAPÍTULO

SEGURANÇA DO TRABALHO

1. Introdução a Segurança do Trabalho Florestal 2. Abreviaturas e Terminologias 3. Atividades da Segurança do Trabalho 1. Integração do Colaborador 2. E-social 3. Integração de Parceiros 4. Programas e Ferramentas de Segurança 5. COPS (Comitê Operacional de Planejamento Sustentável) 6. Acompanhamento das áreas operacionais (Silvicultura, Colheita, Logística e Infraestrutura) 7. Acompanhamento Transporte de Madeira (IVC) 8. EPI e EPC 9. Acidente de Trabalho 10. CIPATR e Comitê de Segurança 11. SIPATR 12. Mapas de Risco (MR) e Análise Preliminar do Risco (APR) 13. Indicadores 4. INDEX


LIVRO

MEIO AMBIENTE & PESSOAS Neste livro estão disponíveis os seguintes capítulos:

Capítulo 23: Sustentabilidade Capítulo 24: Recursos Humanos


CAPÍTULO

SUSTENTABILIDADE

1.Introdução a Sustentabilidade 1.Definições e Terminologias 2.Certificações 3.Gestão Ambiental 1.Licenciamento Ambiental 2.Recursos Naturais 3.Análise de Passivos Ambientais 4.Recuperação de Áreas Degradadas 5.Monitoramento PRADE 6.Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7.Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais 1.Impactos Ambientais sobre a Flora 2.Impactos Ambientais sobre Fauna 3.Impactos Ambientais sobre Recursos Hídricos 4.Impactos Ambientais sobre Ar 5.Impactos Ambientais sobre Solos 8.Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVC´s) 1.Consulta Pública 2.Consolidação das AAVC’s 3.Medidas e Práticas para Conservação e Proteção das AAVC´s 4.Monitoramento das AAVC’s 5.Planejamento dos Próximos Monitoramentos


CAPÍTULO

5.Gestão Social 6.Programas 1.Programa de Restauração Ambiental 2.Programa de Monitoramento de Recursos Hídricos – Microbacia 3.Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – PGRS 4.Estudo de Conectividade dos Fragmentos Florestais 5.Programa VC e o Bicho 6.Programa Eldorado de Sustentabilidade – PES 7.Plano de Manejo 8.Ferramentas 1.Documentações – Docnix 2.Documentações - DocAction 3.Legislação – Sistema SOGI 9.INDEX

SUSTENTABILIDADE


CAPÍTULO

RECURSOS HUMANOS

1.Introdução Recursos Humanos 2.Atração e Seleção 1.Fluxo do processo de atração 2.Recrutamento 3.Indicações 3.Programa de Integração 4.RH Processos 1.Tipos de contratos de trabalho 2.Contratos de estágio e aprendiz 3.Controle de frequência 4.Gestão do ponto 5.Jornada de trabalho 6.Horário de trabalho 7.Ausência justificada 8.Férias 9.Gozo de férias 5.Remuneração e Benefícios 1.Estrutura de cargos e admissão 2.Remuneração e benefícios 3.Promoção 4.Mérito 5.Remuneração Variável (RV) 6.Programa de Participação de Resultados (PPR)


Este Manual é fruto de um trabalho coletivo ímpar, elaborado de forma sistêmica, como organismo vivo, histórico, consultivo e direcionador. Nas páginas 36 e 37 da Introdução, conheça a equipe que deu vida a esse importante projeto!


A Eldorado Brasil é uma das mais modernas e competitivas empresas de celulose do mundo. Conta com diferenciais como: florestas próprias certificadas pelo Forest Stewardship Council® (Conselho de Manejo Florestal – FSC®), geração de energia própria a partir de biomassa, reaproveitamento de recursos, competitivo e com baixa emissão de carbono. Também promove o desenvolvimento socioeconômico das comunidades da região em que atua com foco em saúde e educação. A fábrica da companhia possui capacidade nominal para produzir 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano, mas em 2017 superou a marca de 1,7 milhão de toneladas produzidas, estabelecendo um novo patamar para a indústria localizada em Três Lagoas (MS). Atualmente a planta é capaz de produção mais de 1,8 milhão de toneladas de celulose por ano. Além do complexo industrial, a companhia possui uma vasta base florestal no Mato Grosso do Sul, onde ocupa uma área total superior a 230 mil hectares. Para dar suporte a esta robusta operação que inclui ainda todo o time de logística, comercial e corporativo - a empresa conta com o trabalho de quase 4 mil pessoas. A companhia também possui um viveiro em São Paulo, com capacidade de produção de 26 milhões de mudas de eucalipto por ano. A produção de toda a celulose da Eldorado Brasil está distribuída nos principais mercados consumidores do mundo, com destaque para a Ásia, destino de cerca de 40% de tudo o que é produzido na fábrica.


NOSSOS VALORES Atitude de dono Determinação Disciplina Disponibilidade Simplicidade Humildade Franqueza

VISÃO

Consolidar a Eldorado Brasil como um líder global no mercado de celulose, construindo novos caminhos para a criação de valor.

MISSÃO

DIRECIONADORES Construir uma relação de confiança com nossos acionistas, nossa gente e nossos parceiros, por meio da permanente valorização dos nossos ativos florestais, plantados e renováveis.

Competitividade Inovação Sustentabilidade Valorização das Pessoas


LIVRO


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SENAC ALESSANDO SEQUENCIA by Vitor Hatanaka Marutani - Issuu