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Classificados

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Especial Dia dos Pais Manoel Guimarães

Dificuldade para urinar? 16

Pai solteiro 15 Ginecomastia 11

Calvície 10 Pescador 10

Medo do pai 08

Harmonizar vinho e churrasco 14 Paizão 09


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Campo Largo, Agosto 2018

De filho para

pai

Juro que tentei, mas ainda não consegui escrever sobre o meu pai da forma que ele merece. Talvez porque faltem palavras para descrever tudo o que ele faz; talvez porque não saiba agradecer tamanha dedicação e amor que ele sente por mim. Um muito obrigado às vezes é pouco para agradecer todos os conselhos, todos os abraços, carinhos e orações que ele realizou por mim. Pai, hoje quero agradecer por ter ajudado a minha mãe a me tornar a boa pessoa que sou. Talvez o meu pai não tenha o mesmo sangue que eu correndo nas veias, mas é o meu pai de coração; agradeço pela paciência até eu aceitá-lo em minha família e por me amar e respeitar como aquele que me gerou. Obrigado vôzinho, tio, irmão por terem sido exemplos na minha vida, quando meu pai me deixou. Talvez, por uma ocorrência do destino, hoje não fale mais com meu pai - seja porque ele não aceita a forma como levo a minha vida, os princípios que adotei na fase adulta, ou porque eu mesmo não aceite o modo como ele quer me ensinar -, mas saiba que de certa forma você me influenciou muito. Não tenho palavras, pai, para agradecer, quando mesmo na falta da minha mãe, você me protegeu. Sei que tem meus primeiros passos, primeiras palavras e todas as minhas festas de aniversário guardadas na sua memória. Sou grato hoje por não ter desistido de mim. Pode ser também que Deus tenha decidido recolher meu pai cedo demais. Como sinto falta dele, não só no Dia dos Pais, mas a cada aniversário, cada Natal, finais de semana com almoços especiais... Queria ao menos dar mais um beijo, um abraço nele. Saiba pai, que durante todos esses anos eu tive observando todas as suas ações para que eu pudesse moldar as minhas. Você é a minha referência masculina, você é meu exemplo de justiça e honestidade. Obrigado por me ensinar o valor da palavra, por me mostrar que em um mundo onde todos querem tirar vantagem, a integridade é o maior tesouro que o homem pode ter. Por mais forte que o vento sopre, suas pegadas estarão sempre gravadas no meu coração. Sei que elas me levarão à felicidade, pois esse é o caminho que o senhor traçou para mim. Texto assinado pelos muitos leitores da Folha de Campo Largo, que identificam seus pais nessas diferentes frases. Editora Folha de Campo Largo | CNPJ: 81109399/0001-45 | www.folhadecampolargo.com.br Diretor Fundador: Germano José de Oliveira | Diretora de Redação: Danielli Artigas de Oliveira | Depto Jurídico: Kelli Artigas Oliveira | Depto Comercial: Paula Bueno | Diagramação: Adriana Rodrigues | Rua Gonçalves Dias, 1127 | (41) 3392-1331 / 3032-3838 Campo Largo - Paraná |Exemplares encartados e distribuídos | Gráfica: O Diário do Norte do Paraná

As doces lembranças da velha ponte do Rio Verde

Vale a leitura da história do Silvano Silva, há muitos anos funcionários da Cocel e grande escritor. Nos enviou uma verdadeira obra literária na Promoção de Dia dos Pais, muito bem escrita e que fará muitos refletirem sobre os velhos tempos e, por isso publicamos nesta edição especial: “Meu pai defendia o pão lá de casa empreitando corte de lenha e desbaste de mato; serviços destes que um machado bem afiado, acompanhado de uma chaira com cabo de sabugo presa a uma bainha de couro cru, amarrada à cintura, resolve. A labuta era braba e a paga era minguada... ingrata, por assim dizer. A CR. Almeida, empreiteira de obras, que na época começava a barragem da Petrobras, recrutava operários e abria vaga pra cozinheiro de peão. Para quem mal fazia um feijãozinho serelepe ou uma farofinha de biju com ovo, se arriscar numa empreitada daquelas era pura encrenca, mas o salário era melhor e o serviço não levantava calo na palma da mão... valia experimentar. Valia também, esquentar novamente a velha e surrada carteira azul de trabalho, há tempos esquecida no fundo duma gaveta. Puxando na cachola lembro que na época, durante a semana, eu decorava os pontos de moral e cívica, somava e subtraía os números dos quadrinhos, estudava a cartilha e, no sábado e domingo, passava lá com meu pai. A cozinha era improvisada num barraco de tábuas de costaneira, erguido na base do prego, bem ao lado da ponte do Rio Verde, divisa com a cidade de Araucária. Ele fervia em cima duma chapa de ferro sobre um grande fogão de tijolos refratários, vina que vinha em lata, aquecia feijoada que vinha em lata, cozinhava charque que vinha em mantas... e, lá, eu via e experimentava coisas de comer que jamais tivera visto ou provado. Vina em lata... que admiração aquilo me causava! Aquele fogão de boca grande que engolia um pau de lenha cortado no tamanho de metro, volta e meia, cuspia uma brasa que teimava em marcar o assoalho, deixando no chão de tábuas, uma roda preta de carvão queimado. Depois de encher a pança e com um caniço em punho eu sentava na barranca, ao lado do rancho, munido dumas sobrinhas de arroz misturado no fubá e passa-

va o dia contentando a lambarizada. Passei ali o dia e os dias... posso dizer que passei, naquela encosta de rio, um bom dobrado de minha infância. A ponte era toda velha e já estava em vias de despencar. Grossos eucaliptos podres teimavam em sustentar a pesada estrutura de pranchões, mas havia previsão de melhora. A empreiteira que modificava o pampa para a chegada do alagamento da nova barragem previa, como modernidade, a feitura de nova ponte. E foi assim, sentadinho naquela barranca, pescando lambaris e saicangas, que eu vi a velha ponte desmoronar. Vi a pompa dos eucaliptos já ruídos pelo tempo se partir facilmente, quando no avanço das grandes máquinas de pás pesadas. Vi, assim como num estalido de dedos, tudo vir abaixo. Que impacto foi pra minha mente ver o poder que tem o homem sobre as coisas! Então, em cima daqueles escombros e depois do saracotear do maquinário, surgiu uma nova e moderna estrutura. Toda armada em ferro retorcido e revestida de concreto... coisa grandiosa mesmo! O barranco onde eu me sentava pra vagar a minha infância sucumbiu, coberto pelo volume das águas na chegada do grande lago. O casebre de tábuas veio abaixo e se transformou num amontoado de madeirame. A firma que terminou o serviço e deixou ali uma marca de modernidade, escafedeu-se rumo a novas empreitadas. Meu pai seguiu novos rumos... conseguiu vaga e entrou de operário em firma de cerâmica na cidade grande. Eu, piá, segui a minha juventude rumando pra me fazer homem. Hoje recordo com carinho do serpenteado que a água fazia antes de passar por debaixo da velha ponte do Rio Verde; lembro de como era o barraco de costaneira, da feijoada e das vinas que vinham acomodadas em lata, das mantas de charque, dos pedaços de vida, saudade do meu pai que há um bom tempo já se foi, recordação dos meus ternos tempos de piá e de tantas outras coisas boas que já se foram e passaram! Passaram, assim como passa a vida, assim como passaram e passam até os dias de hoje as águas mansas daquele rio, indo adiante, ‘garrando’ o rumo do mar... pra não mais voltar. [...]A Velha Ponte do Rio Verde, ss”.


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Em cada história sobre paternidade, um exemplo a ser seguido A

Danielli Artigas de Oliveira

equipe da Folha se surpreendeu positivamente com a Promoção de Dia dos Pais. As histórias enviadas comoveram por muitas vezes os colaboradores, estimularam à reflexão sobre a vida, sobre o sentido desta importante data. A vontade era inclusive aumentar o número de ganhadores, para que de certa forma esses pais fossem presenteados pelos nossos parceiros e homenageados no jornal. Já dizem que quando nasce um bebê, nasce a mãe. No caso do pai acaba sendo um processo diferente, no dia a dia ele passa a entender melhor o seu papel e aquele turbilhão de sentimentos, como também passa a se identificar com os traços físicos da criança ou até mesmo jeitos parecidos. Quando não se é pai de sangue, geralmente já se passou algum tempo, até mesmo anos, para que se conheçam, com isso há diferenças de comportamentos e valores que precisa de um afinamento para manter uma boa convivência. As duas partes precisam de um esforço para se entenderem e criarem uma sintonia. Mas isso não diminui o amor que um sente pelo outro, há muitos casos em que o pai de coração passa a fazer muito mais pelo filho que assumiu como seu. Superam as dificuldades e criam uma relação muito mais forte que ter o próprio sangue. Foi um relato como esse que nos fez escolher a história de Dayane Copati, do Jardim Busmayer, como a ganhadora da Promoção de Dia dos Pais da Folha - em parceria com a Hícaro Joias e Churrascaria Laçador. Quantos momentos intensos já viveram juntos, quanto

orgulho um sente do outro. Escolhemos essa história também como forma de homenagem a todos os pais de coração, que não são poucos. Parabéns pela dedicação, pelo amor incondicional, por estarem de braços abertos a receberem os filhos, que tanto têm a aprender por toda uma vida, sendo para eles uma referência, um exemplo a ser seguido. A história que ganhou o segundo lugar foi unânime na equipe, porque reflete uma realidade bastante comum, as doces lembranças de infância, aquele pai que é uma referência e a memória da vitalidade, do homem trabalhador e dinâmico, que o tempo torna essa rotina mais difícil, pela idade e pela doença. Aquele homem que sempre fez tudo pela família, pelos filhos, agora é quem precisa de cuidados e da retribuição de todo amor e carinho. Então, queremos proporcionar à família de Luana Medeiros Freiras, do Jardim Iara, um almoço em família na Churrascaria Laçador, com direito a quatro pessoas. Queremos que esse almoço especial de Dia dos Pais, ou outro a ser marcado, seja um momento de comemorarem a vida, a união em família. Que seja um momento único para eles jamais esquecerem, até mesmo que se conheçam mais, valorizem um ao outro, reconheçam o que cada um faz de melhor e tenham conversas que muitas vezes a rotina atrapalha. Parabéns Luana, por sua história, pelo reconhecimento ao seu pai, pela fé e ficamos na torcida de que venham dias melhores e ele se recupere. A Folha entrará em contato com os ganhadores e divulgará a entrega dos prêmios na edição do dia 10 de agosto.

Parceiros Agradecemos também a parceria de duas renomadas empresas na cidade, a Hícaro Joias e Relógios e a Churrascaria Laçador. Fazem parte da história de Campo Largo e trabalham com seriedade para oferecer produto e serviço de qualidade. Como também a campanha desenvolvida pela RMedia. Dayane Copati presenteará o pai com um relógio da Hícaro, modelo Technos Skydiver Professional, campeão em vendas da linha. A Luana Medeiros Freiras passará bons momentos com a família e comendo muito bem na Churrascaria Laçador, com o pai e mais duas pessoas. Essa foi uma forma da Folha se aproximar ainda mais de seus leitores e valorizar essas relações cheias de amor e de histórias que ficarão para sempre guardadas nas memórias destas famílias.


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Campo Largo, Agosto de 2018

C

ada história sobre “pai” é extremamente especial. Em todas há relatos do seu espírito protetor, da sua personalidade, às vezes mais dura, outras com coração de manteiga. Conheça agora as cartas vencedoras da nossa Promoção de Dia dos Pais. Curta cada palavra usada aqui e lembre-se daquele que te inspirou e moldou a ser uma pessoa melhor para um mundo tão difícil.

“Luiz Agostinho Berton é o pai que ganhei depois de nascida. Fomos apresentados em dezembro de 1995, quando ele e minha mãe se conheceram e logo começaram a namorar. Aquele corintiano foi conquistando seu espaço dentro do meu coração. Depois de oito meses e alguns dentes arrancados, na toalha, porque só assim não doía, era o que eu dizia, no dia 24 de agosto de 1996, chegávamos a Imbituba-SC, data em que comemoramos os três juntos, todos os anos como sendo o dia do seu casamento, mas como fui o brinde, comemoro junto. E conforme os anos foram passando, os laços foram ficando mais claros e fortes, sempre muito afetuoso, levando à escola quando podia, buscando quando era necessário e por algum tempo eu o buscava na hora do almoço, já que o serviço ficava entre a escola e nossa casa. Ficava esperando junto na portaria, balançando as perninhas, que não alcançavam o chão, para irmos almoçar. Quando me perguntavam quem ele era, respondia que era o namorado da minha mãe ou simplesmente o Luiz. As semelhanças, que hoje não são poucas, começaram a aparecer. Não perdia um dia de jogo, ia para a beira do campo torcer e assistir a seus jogos, logo me descobri corintiana, eu que tanto reclamava do Corinthians, pegava suas camisetas para usar de pijama. Tantas noites roubava seu lugar e ele ainda tinha que me levar dormindo para meu quarto, aprontava e ele me defendia. Noção financeira desde cedo foi ele que me ensinou, recebia um pequena mesada e era aquilo que teria para as besteiras do mês, aprender a economizar, com porquinhos, guardados em latas o ano todo para ter dinheiro final do ano, lavar carro para aumentar a renda. O jeito grossinho veio de brinde, mas também ensinou a encarar bem os momentos que passamos por dificuldades de saúde, já nessa época sabia o valor do homem que minha mãe tinha escolhido para lhe acompanhar e sempre lhe homenageava com as lembrancinhas de Dia dos Pais produzidas na escola. Em todos os momentos felizes e tristes você estava ao nosso lado, sempre fazendo o máximo possível para que minha mãe e eu tivéssemos todo o conforto, de vocês pra a Campo Largo, durante os anos em que fiz faculdade me buscavam 23h30 diariamente ou me ajudando com meu primeiro carro. Mais uma vez durante a minha formatura você estava lá, e dessa vez eu vi as lágrimas escorrerem por seu rosto, coisa que nunca havia visto até então. Novamente a vida nos colocou em apuros, levando mais uma vez minha mãe para o hospital, desta vez eu já era adulta e pude perceber o medo que tenho de perder vocês dois e o quanto você é importante para mim, pois não conseguia vê-lo tão triste pelo que estava acontecendo. Graças a Deus as coisas estabilizaram. Pai é aquele que mesmo depois do erro, chama atenção e abre os braços para te ajudar a consertar as coisas. Assim, aos poucos terminei meu mestrado e no dia da defesa, enquanto fazia os agradecimentos, via novamente as lágrimas escorrerem em seu rosto, mas desta vez era de orgulho. Nunca te chamei de pai, palavra que para muitos é a referência de alguém que te cria, para mim você é o Omi, e nós sabemos o que significamos um para o outro. Eu sei que sou sua filha. Te amo!” - Dayane Copati, do Jardim Busmayer.

“Meu pai sempre foi o melhor pai do mundo, presente, amoroso. Lembro-me como se fosse ontem, ele chegando do trabalho e perguntando para minha mãe “cadê a Lua?” (Lua é meu apelido rs) e eu saltava de trás da porta e me pendurava no pescoço dele, ele tinha um costume de beijar meu nariz e eu amava, sempre fui a menininha dele! Mesmo ele mega cansado, tomava banho e ia brincar de bolinha de gude comigo na cama, e aqueles momentos simples estão no meu coração até hoje. Em meio do ano passado meu pai começou a se debilitar, trabalhava de motorista, mas ajudava a descarregar caminhão, chegava cada vez mais exausto, emagrecendo cada vez mais, perdendo movimentos das pernas, se queixava de fortes dores nas costas e assim foi levando até o início desse ano de 2018. Mesmo com dores levantava cedo, pedia pra mim ou pra minha mãe vestir os sapatos nele (nem isso ele conseguia mais) e ia trabalhar. E sabem porquê ele ia mesmo mal trabalhar? Pelo amor e responsabilidade que ele tem por nossa família. Mas, ele não aguentou mais muito tempo trabalhando, chegava chorando de dor e aí eu insisti pra pedir as férias dele e ir ao médico particular. Ele já havia ido ao médico e o médico mandou ele tomar dipirona pra dor, acreditam?! Enfim, retomando assunto... Ele seguiu meu conselho e pediu as férias dele, fez o exame de coluna, uma ressonância com contrataste e o médico falou: ‘O senhor está com câncer, e o câncer fraturou quatro vértebras da sua coluna’. Aquela notícia desabou a todos, mas não era o fim! Médico encaminhou ele para o médico especializado da Oncologia, mas e aí? Particular? Da onde iríamos tirar dinheiro?! Por sorte conseguimos médicos bons pelo SUS, foram feitos muitos exames e aí veio outra bomba! Meu pai foi diagnosticado com Mieloma Múltiplo (câncer com metástases), câncer raro e agressivo, e ele devia tirar um tumor que estava em cima de duas costelas e metade do pulmão. E assim foi feito, operou, oito dias internado. Ele voltou muito magrinho pra casa, com falta de ar, com dores, tinha dias que meu coração parecia que ia arrebentar do meu peito, ao ver ele naquela situação. Mas eu me apeguei muito a Deus, Deus falava e fala comigo o tempo todo e está segurando as mãos do meu pai. Ele começou a fazer quimioterapia, já teve uma boa melhora, toma bastante medicamentos por dia, uns dias bons, outros nem tanto, mas Deus está conosco e eu vejo o agir dEle no meu pai. Meu pai é um herói!” - Luana Medeiros Freitas, Jardim Iara


O cuidado de U

ma coisa é certa quando um homem se torna pai: o desejo de proteger seus filhos pelo resto de sua vida. Para o funcionário da Caterpillar, Edison Brunholo, ainda é possível cuidar de seu filho, Diovane Brunholo, até mesmo agora que ele já tem sua família. Isso porque ambos trabalham na mesma empresa e Edilson é técnico de segurança do trabalho. Como a filosofia da empresa é o cuidado ativo, ou seja, “eu cuido de mim, cuido de você e deixo que cuidem de mim”, Diovane pode contar com o cuidado do pai até mesmo no ambiente de trabalho. “Tenho que ser o exemplo em segurança. Continuo cuidando do meu filho, mas claro que agora, de forma diferente”, comenta Edison. Orgulho e exemplo andam de “mãos dadas” na vida deles. Para o pai, saber que o filho segue seus valores e está construindo sua carreira profissional na mesma empresa é motivo de muita alegria. “A Caterpillar é uma das

melhores empresas para trabalhar. Eu indicaria para qualquer pessoa. Fazer parte desse time, com meu filho, me deixa muito feliz.”

Para o filho, os dois sentimentos também se misturam. “Tenho orgulho da posição que meu pai ocupa e levo como exemplo a forma como ele conduz seu trabalho. São mais de cinco anos cuidando de pessoas e sei que agora ele cuida duplamente de mim.” Diovane conta ainda que trabalhar com o pai fortaleceu a relação entre eles. “Meus pais se divorciaram quando eu era criança, por isso, meu pai não morava comigo, mas sempre foi muito presente. Trabalhar na mesma empresa traz uma sensação boa, porque consigo tê-lo por perto todos os dias.” Há mais de seis anos a Caterpillar criou raízes em Campo Largo, as quais são hoje o alicerce de muitas famílias como as do Edison e do Diovane, que trabalham para ajudar seus clientes a construir um mundo melhor.

PAI

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Campo Largo, Agosto 2018

HOMEM

também quer ser bem cuidado

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elhoria do aspecto da pele, como tratamentos contra a oleosidade, acne e impurezas, linhas de expressão e com o corpo, para diminuir a circunferência abdominal, estão entre os tratamentos estéticos mais procurados pelos homens. Para deixá-lo com uma aparência bonita e com sensação de bem-estar, o Centro de Massoterapia e Estética Campo Largo oferece vários tratamentos para cuidar bem deles também. De acordo com a esteticista Daniele Merchiori, eles buscam amenizar manchas, linhas de expressão e poros dilatados. “Através de uma avaliação detalhada indicamos o melhor tratamento, além de oferecer botox facial, luz pulsada, vários tipos de peelings e protocolos de tratamentos associados para uniformizar a pele e melhorar o aspecto geral”, explica. Para cuidar do corpo e diminuir a gordura localizada, o Centro oferece a Criofrequência, Lipocavitação e Carboxiterapia. A Massagem Relaxante, feita com pedras quentes, ajuda a aliviar as dores que acometem a região

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Daniele Merchiori

de ombros e pescoço, proporcionam um profundo relaxamento, revigoram as energias e combatem a insônia e a falta de disposição, além da Massagem Terapêutica, Reflexologia Podal e Auriculoterapia. Cuide do seu pai Neste Dia dos Pais faça diferente e ofereça a ele um vale-presente do Centro de Massoterapia e Estética Campo Largo. Faça uma visita ao espaço, localizado na Rua Presidente Lincoln, nº 50, Vila Bancária, ou peça mais informações pelo telefone (41) 3393-4460. Siga no Instagram @massoterapiaesteticacampolargo e no Facebook.com/massoterapiaeesteticacampolargo.

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Royal Outlet: grandes marcas a baixo custo A loja Royal Outlet transformou-se em referência de preço baixo e qualidade em Campo Largo. Tornou acessível comprar roupas, calçados e acessórios de grandes marcas. Vestir-se com roupas de grifes e que acompanham as tendências passou a alcançar um público maior com o conceito de outlet. Ainda muitas pessoas ficam em dúvida do porquê esses preços que não conseguem ser praticados por outras lojas. O sócio-proprietário da loja, Marcelo Vaz, explica que “outlet nada mais é do que loja de descontos, de oportunidades. Nós seguimos à risca esse conceito, tendo um mix de coleção atual e também coleção passada, ambos os casos com descontos todos os dias do ano. Estamos a todo momento comprando oportunidade das maiores marcas nacionais e internacionais, por isso somos multimarcas. Todas as peças com qualidade e procedência garantida, com venda autorizada pelas respectivas marcas trabalhadas.” A vantagem competitiva se dá pelo custo menor para manter a loja com-

parada aos shoppings e ainda para funcionar como outlet é preciso comprar quantidades maiores que as demais lojas. “Nesse caso, ao invés de aumentar a quantidade em itens iguais, compramos uma variedade muito maior, então o cliente tem mais opção de escolha. Nossa compra precisa ser contínua, o que nos obriga a estar sempre girando o estoque rapidamente para ter espaço para receber novidades”, detalha. Entre as grandes marcas, no masculino trabalha - com exclusividade em Campo Largo – com a John John, Calvin Klein Jeans, Tommy Hilfiger, Aramis, Cavalera, Reserva, Diesel e Handbook. Também com Acostamento, Mariner, Ralph Lauren, Abercrombie, Hollister, Sergio K, Osklen entre outras. No feminino Lança Perfume, Farm, Animale, Vizzano, John John, Handbook, entre outras. A Royal Outlet está localizada na Rua Barão do Rio Branco, 818 (embaixo da Academia ZF) | 3113-5000. Aberta de segunda a sexta-feira das 9h30 às 19h30 e sábado das 9h às 17h.


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Calvície atinge até 80% dos homens

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alopecia androgenética, termo técnico para denominar calvície masculina, é a principal forma de diminuição de cabelos nos homens, afetando até 80% deles. Embora tenha um impacto psicológico importante, afetando a autoestima de muitos homens, a maioria não procura tratamento. A calvície costuma iniciar já na puberdade, evoluindo com piora progressiva com o passar dos anos - quanto mais cedo inicia, maior a sua gravidade. De acordo com a dermatologista Gabriela Seidel (CRM –PR 27282, RQE: 16925), a principal causa envolve componentes genético e hormonal, mas fatores nutricionais e ambientais podem ter participação. Manifesta-se por um afinamento dos fios, sobretudo nas laterais da fronte e no alto da cabeça. “Os fios tornam-se cada vez mais finos, até que desaparecem. Quanto mais cedo for diagnosticada, maiores as chances de sucesso no tratamento”, explica a especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Tratamento O primeiro passo é uma

avaliação detalhada por um dermatologista, já que outras formas de queda de cabelo precisam ser excluídas. Uma vez firmado o diagnóstico, o tratamento deve ser prontamente iniciado. “Não existe cura para a calvície, mas o tratamento correto impede a progressão da doença, e por vezes restaura o volume capilar”, esclarece. Dentre as opções terapêuticas existem produtos de uso tópico e outros prescritos por via oral. A escolha dependerá do perfil de cada paciente, que deverá passar, além da avaliação clínica, por uma avaliação laboratorial. “Atualmente, podemos contar também com tratamentos adjuvantes ao tratamento considerado padrão, que potencializam e por vezes aceleram os resultados. Dentre alguns dos tratamentos complementares, temos a microinfusão de medicamentos na pele, a intradermoterapia e a laserterapia”, orienta. Mais informações com a Dra. Gabriela na Clínica Invida – (41) 3032-1217 ou Rua Barão do Rio Branco, 1443 – Centro | Orientações em www.dragabrielaseidel.com.br e @dragabrielaseidel.

Um bom colchão faz toda a diferença

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ormir bem é essencial para a qualidade de vida. E isso é influenciado diretamente pela qualidade do colchão usado, como também se ele atende o biotipo de cada pessoa. Por isso, a Casa Aurora, há 28 anos no mercado, tem uma equipe especializada para indicar o melhor produto. É comum dores musculares e tensões em que a pessoa precisa ficar tomando medicamento para melhorar, mas que pode vir a obter bons resultados se prestar mais atenção em como está dormindo, já que cerca de oito horas do dia se passa sobre um colchão.

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Por isso, dormir bem influencia diretamente na disposição e saúde. Colchões de molas, cama Box, por exemplo, constantemente estão sendo melhorados, com revestimentos diferentes, mas principalmente com investimento em camadas de conforto para melhor adaptação do corpo. Para uma correta avaliação, é sempre importante procurar quem entende do assunto. A Casa Aurora está localizada na Rua Marechal Deodoro, 622, telefone: (41) 3292-4413, e também na Av. Bom Jesus nº 659, sala 02, loja de esquina – Bom Jesus, (41) 3392-6058 | www.moveiscasaaurora.com.br.


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O medo do pai

Aquele que nunca sentiu aquele friozinho na hora de pedir ou contar alguma coisa para o pai, que atire a primeira pedra

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Caroline Paulart

Foto: ThinkStock

uem lembra daquela sensação de quando o pai chegava do trabalho e você estava aflito no quarto esperando ele saber sobre alguma travessura sua ou para pedir alguma coisa? Saiba que essa sensação é bastante comum e está principalmente ligada à criação que foi dada à criança, desde muito pequena, conforme explica a psicóloga Kareen Bahr. “Viemos de uma época em que somente o pai trabalhava fora e supria todas as necessidades dos filhos, inclusive da esposa. Sendo assim, historicamente, o pai era visto como uma pessoa maior e a mãe trabalhava em casa, limpava, cozinhava e cuidava da educação dos filhos, além de deixar tudo organizado para que quando o marido

chegasse em casa cansado, ficasse feliz e se sentisse bem. Hoje, isso evoluiu bastante, porém algumas atitudes, em algumas famílias, ainda são repetidas. Em um lar onde somente a esposa que limpa a casa ou troca a fralda dos filhos, por exemplo, os filhos acabam tendo a visão de pai distante, que não deve ser incomodado. A atitude da mãe em relação a isso conta bastante. Ela não deve fazer ameaças à criança nesse sentido, tais como ‘vou contar para o seu pai’ quando ela a desobedece, pois assim a criança percebe que seu pai tem mais autoridade que sua mãe, colocando-a num papel passivo, em que a mãe não está conseguindo resolver a situação sozinha e precisa de ajuda. Dessa forma a criança acaba tendo mais medo do pai, dependendo da situação.” Assim, a psicóloga ressalta ainda que a família deve ser base para o indivíduo e em casa a criança não deve sentir medo de nenhum familiar, pois pode inclusive comprometer a confiança que ela deveria ter em quem mora com ela. “Quando a criança cresce com esse medo pode desenvolver uma diversidade de estresses, ansiedades, timidez, insegurança ou até mesmo trazer esse exemplo para sua vida futura, onde a figura paterna é negativa e provavelmente acarretará em seus relacionamentos pessoais e até amorosos. Além disso crescerá repetindo as mesmas ações com seus filhos e/ou querendo aprovação de seu parceiro”, diz.

Kareen Bahr, psicóloga

Medo x Respeito As sensações de medo e de respeito são completamente diferentes. Kareen identifica como figuras o autoritário e a autoridade. Segundo ela, a criança deve saber que seu pai vai educá-la e nisso inclui chamar a atenção e até mesmo ter consequências ruins diante de alguns comportamentos, como os castigos. “O pai deve mostrar o erro dela e assim a consequência desse erro. A criança vê que seu pai tem razão e dessa forma o respeito vem naturalmente. O medo nesse caso, normalmente está associado a ameaças, agressões verbais como gritos, xingamentos e também físicas, onde a criança não entende, não sabe como e porquê o pai age dessa forma. E é bem provável que quando o mau comportamento for se repetir, ela não fará por medo da dor, de se sentir humilhado e não porque entendeu que é errado”, explica. A forma mais adequada de agir com os filhos é com base no diálogo, olhos nos olhos e voz firme, diz Kareen. “Mesmo se a criança agir de forma negativa, como quando faz birras, o pai deve se mostrar de maneira solícita, que entende que ele não está gostando, mas que tudo tem consequência sejam boas ou ruins, dessa forma a criança consegue elaborar o seu mau comportamento e futuramente perceber que seu pai tem razão”, aconselha. Porém, o pai deve abraçar, beijar e fazer elogios ao seu filho, entretanto procurar cuidar com os mimos exagerados, muita proteção, pois com comportamentos excessivos acabam desenvolvendo uma criança egoísta e sem limites. Agressão não! Algumas vezes, esse medo da figura paterna pode estar ligado à agressividade. “A agressão traz inúmeros fatores negativos na vida de qualquer pessoa. Além do físico, da dor e possíveis traumas corporais, o psicológico o acompanha trazendo baixa afetividade com os demais, insegurança, traumas, e até mesmo a repetição dessa agressão com seus filhos, tornando um ciclo vicioso. As ameaças se incluem no pacote formando uma criança muito insegura com receio das pessoas”, finaliza.


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DANIELLI ARTIGAS

As quatro mulheres da vida de Cláudio

Dia em família no Nova Polska

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embram da Calnet? Foi o primeiro provedor de internet de Campo Largo, em 1998, ainda com acesso discado. O dono da empresa, que hoje já não existe mais, é o pai que inspirou a essa matéria, porque ele é aquele pai querido, preocupado, que também motiva os amigos a serem pais – e bons pais -, dá orientações de cuidados, de “macetes” para fazer o bebê dormir e tudo mais que tira as noites de sonos de muitos pais. Para ele, todo mundo deve e merece passar por essa experiência enriquecedora. Seu sonho, inclusive, era ter cinco filhos, mas por recomendação médica três já estava de bom tamanho. Esse pai é o Cláudio Fricks (50), que encontrou em Campo Largo, na filha da Bernadeth Bonato Favaro e do Celso Favaro, a mulher com quem quer passar toda sua vida. Com Margarete (41), Cláudio teve suas três filhas: Nicole (15), Carolina (13) e Gabriela (10). Soube escolher bem, Margarete foi Miss Campo Largo em 1994 e chegou a ser segundo lugar no Miss Paraná. Nas fotos com as filhas, confunde-se como mais uma irmã. Ele é nascido em Curitiba e mesmo trabalhando aqui veio definitivamente para Campo Largo para morar com a Margarete em 1999. Hoje, eles trabalham juntos na agência de marketing digital Conectado e atendem todo o Brasil. Para terem filhos, foi tudo extremamente planejado. Tanto Cláudio como Margerete têm três irmãos, são acostumados com família grande e por isso tinham vontade de ter cinco filhos. Sempre falavam que se tem gente que sustenta uma família com um salário acreditavam que iriam atrás de ter condições para bancar todos os filhos, até por terem o próprio negócio. O fato de terem a empresa, inclusive no mesmo prédio onde moram, dá mais flexibilidade a eles. Mas tiveram que parar na terceira filha, por orientação da médica, já que foram três cesáreas. Formado em Engenharia Elétrica, Cláudio trabalha no meio digital, mas tem o raciocínio lógico de engenheiro, de oferecer sempre uma solução para o cliente. Isso também coloca em prática como pai. Sempre pensou que não bastava ser pai, tinha que participar, por isso começou a

ler muito sobre crianças, como cuidar e educar. Sabia que as situações ocorridas com filhos já foram problemas para muitas pessoas e com certeza alguém já teria escrito sobre o assunto. Então, vai atrás das soluções. “Tem que estudar pra ter filho”, completa ele, que continua lendo para saber orientar da melhor forma as filhas nestas novas fases. Sempre procurou manter a autoestima das filhas elevada. Quando elas têm atitudes que os pais consideram erradas, falam que o ato foi errado, não julgam a filha em si, e argumentam para que elas entendam. Tudo para eles é na base da conversa, do respeito entre eles. O jantar é o Cláudio que faz. Eles separam os momentos das refeições para que tenham mais tempo para conversar, contam o que aconteceu durante o dia, falam da rotina e dão conselhos. As filhas também têm oportunidade de opinar no trabalho dos pais e como estão antenadas no mundo digital, sempre têm novas ideias. A base da família Fricks é o respeito, a conversa, a motivação, orientação, carinho e muito amor. Cláudio procura sempre ser um pai presente. Não é à toa que mudou sua rotina e todos os dias leva as filhas para estudarem em Curitiba, pois, entre os motivos, quer ter a segurança delas na rodovia. Conseguiu um escritório para passar as manhãs trabalhando no notebook e na hora do almoço volta para Campo Largo com as três novamente. Entende que tem assuntos que são só com a mãe, mas é sempre muito acessível e as filhas sempre falam com ele, para desabafar ou, como ele diz, “elas sabem que podem vir comigo só pra ganhar um abraço e não precisam falar mais nada”. Questionado sobre um momento que se curtem juntos, Cláudio nem pensou duas vezes para dizer “todos os momentos”, pois estão sempre juntos e é sempre muito gostoso. Gostam de ver filmes, viajar, visitar Museu de Ciências, estudar e fazer qualquer outra coisa, desde que seja sempre completo, sempre intenso, sempre os cinco. Feliz Dia dos Pais, paizão! Feliz Dia dos Pais a todos que fazem dos pequenos momentos os inesquecíveis.

té o animal de estimação é bem-vindo no Nova Polska, para aproveitar um agradável momento em família neste Dia dos Pais. São muitos atrativos, como o restaurante, que é uma casa polonesa de 79 anos, restaurada, e ainda diversas opções de lazer. O projeto da propriedade foi pensado com base na sustentabilidade, cultura polonesa, saúde e lazer. Um ambiente para tornar esse dia inesquecível, em um lugar relaxante e próprio para se divertir com a família. Opções de passeio de carroça, trator, chalana, pesca esportiva, pedalinho, quadras esportivas e ponêi – tornando o dia bem diferente. Para passeios a cavalo é

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cobrado o valor de R$ 10. Para o almoço, a R$ 59 por pessoa (crianças de 04 a 10 anos pagam a metade), pratos típicos da culinária polonesa, como polenta branca, frango assado com batatas, pernil assado, repolho azedo com costelinha de porco, sopa de beterraba e pierogue recheado com requeijão e batata e molho vermelho ou branco, entre outros. Para esse domingo especial, o prato principal é o alcatrão na grelha e acompanhamentos. Também buffet de sobremesa livre. Informações e reservas pelo telefone: (41) 99917-2171. O Nova Polska está localizado na R. Thomas Antochevis, 1422, Colô-


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Campo Largo, Agosto 2018

Histórias de família e não de pescador Caroline Paulart

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O peixe grande sempre escapa, né?”, com essa frase iniciamos uma grande história de uma família tradicional campo-larguense, de origem italiana e que é apaixonada pela pesca. O porta-voz da família Bot, Rogério Bot, conta que a tradição de ter a pesca como hobby veio ainda da Itália, com o seu avô. “Ele já era apaixonado pela pescaria quando aportou no Brasil. Espalhou esse amor para seus filhos e meu pai passou para mim. Meu pai, Santo Bot, nasceu no Rio Grande do Sul, e quando nós viemos morar em Campo Largo eu tinha uns 05 anos, na mesma época que eu comecei a ir junto para pescar com o meu pai. Lembro que nessa época tinha lugares que ele não me levava, dizia que tinha cobra e eu ficava lá, chorando porque queria ir junto. Passava a semana toda pensando em ir pescar.” A família gosta de pescar tanto em rios como no mar. “Pescávamos naquela época no Rio Verde, Rio Iguaçu, Rio Açungui e sempre tivemos uma preferência por pescar no mar, então sempre íamos. Meu pai, infelizmente, faleceu no ano de 1999, mas nós permanecemos com a tradição de ir pescar, inclusive nos aperfeiçoamos no esporte”, diz. O pescador conta que chegou a realizar cursos, se interessar por leituras, pesquisas e programas que falam sobre a arte da pescaria.

Hoje, além dos equipamentos de pesca apropriados para cada situação, ele possui um barco com sonar, um equipamento que consegue emitir ondas sonoras em frequências altíssimas, capaz de captar ecos e calcular a distância entre todos os objetos encontrados, incluindo peixes. Segundo ele, um dos sobrinhos tomou tanto gosto pelo esporte que acabou tornando-se guia de pesca em uma praia catarinense, onde ensina e leva turistas até os pontos onde há mais peixes. Rogério conta que antigamente eles pescavam com varas de bambu e iscas naturais, mas hoje utilizam iscas artificiais.“Nós temos muito cuidado com os animais, praticamos muito a pesca esportiva. Antigamente não havia preocupação; os pescadores simplesmente iam até os rios e lançavam redes ou até pescavam com linha, tinha muito peixe. Voltavam para casa com quilos de peixes, às vezes distribuíam até para os vizinhos, isso é um crime. Nós trazemos para casa, mas são poucos. Isso fez com que o número de peixes fosse diminuindo, degradando o meio ambiente. Os pescadores cuidam bastante do espaço onde praticam seu esporte, até se virem alguém jogando lixo no rio ou no mar chamam atenção, independente de quem seja”, salienta. Ele lembra também que não tinha tempo ruim para pescar, o importante era, ao final do expediente, partir para a aventura. Conta há alguns anos, trabalhava aos sábados até as 11h

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e já saía para pescar. “A gente sempre ia de caminhão, em até 16 pessoas para Balsa Nova, toda semana. Hoje nós vamos na base de três a quatro vezes por mês para pescar. Na família a preferência é pelo mar abrigado e pelas baías”, diz. Um vício do bem “Para quem tem paixão pela pescaria acaba se tornando um vício. Quando entraram em contato comigo para fazer essa matéria eu já fiquei pensando que precisava ir pescar, já até abri as câmeras do porto para ver como estava o mar, fui olhar a temperatura e pressão atmosférica pensando em ir para a praia pescar. A sensação, o silêncio e a conexão que você tem com a natureza e com você mesmo é indescritível. Só praticando a pesca para saber como é”, enfatiza Rogério. Segundo ele, a ansiedade existe antes de ir e depois fica dias pensando em como tudo foi proveitoso. A pescaria é feita de dias, onde cada um tem uma emoção diferente, porque o mar nunca é o mesmo. “Quando eu estou pescando, estou sempre lembrando do meu pai, é como se ele estivesse comigo. É um caminho que ele deixou para mim, caminho do bem, é isso que eu tento ensinar para o meu filho, Leonardo, que tem 17 anos. É um momento único e muito proveitoso, não só entre pai e filho, mas para toda a nossa família”, finaliza.


aumento das mamas em homens, chamada de ginecomastia, pode se desenvolver já na infância. Apesar de existirem muitos casos da hipertrofia das glândulas mamárias, pode causar constrangimento e desconforto. Faz com que muitos homens tenham vergonha da companheira ou de tirar a camiseta na praia, por exemplo. Em alguns casos, até com roupa a ginecomastia pode interferir na autoestima e qualidade de vida do homem. Acontece devido ao inchaço do tecido mamário, causada pelo sobrepeso ou por causas hormonais, as quais podem ser influenciadas pela puberdade ou envelhecimento, uso de medicamentos – como anabolizantes - ou doenças que possam afetar os hormônios. Para melhorar o desconforto estético que o paciente sofre, até mesmo dor e sensibilidade nas mamas, é acon-

selhável a avaliação de um médico para tratar a doença clinicamente ou indicar uma cirurgia plástica. Muitos homens nem sabem que é possível fazer cirurgia plástica nestes casos, ou sentem vergonha de procurar ajuda, mas de acordo com um levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) em 2017, em cinco anos a busca de homens por procedimentos cirúrgicos quadruplicou no Brasil, passando de 72 mil para 276 mil ao ano, uma média de 31,5 procedimentos por hora.

A Dra. Ísis Juliane Guarezi Nasser (CRM 24964), membro titular da SBCP, explica que a cirurgia plástica nestes casos é feita para deixar o peito masculino da forma mais natural possível, deixando as cicatrizes discretas. De acordo com o biotipo de cada pessoa e grau da doença são aplicadas técnicas diferentes, sendo a mais comum a incisão em forma de U, na qual a cicatriz fica bem

disfarçada na aréola. De qualquer forma, o homem passa a usar camisetas e camisas sem a vergonha da mama saltada, que dificilmente conseguiam disfarçar. É também comum casos de aumento de mama em que não tenha hipertro-

Hospital Israelita A. Einstein - divulgação Google

Homens também fazem cirurgia para redução de mama, a ginecomastia O

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fia da glândula por fatores hormonais, mas pelo aumento de peso em si, já que o tecido gorduroso produz enzimas que causam esse inchaço. O uso de drogas também pode ocasionar a ginecomastia. Procurando um especialista e com o diagnóstico correto os resultados são sempre mais satisfatórios.

Dra. Isis atende na Clínica Invida – contato pelo telefone (41) 3032-1217 ou 3032-1219 | Rua Barão do Rio Branco nº 1443, próximo à Pista de Skate. Em Curitiba, atende no Batel Office Tower - Av. Sete de Setembro nº 4698, sala 1507 | (41) 3342-0405.

Contato: (41) 3393-4486 Rua Marechal Deodoro nº 816


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Já está tudo quase pronto para o lançamento do chopp Pilsen da Rivabier, empresa da Rivabem Bebidas que atua em Campo Largo desde 1992. Um avanço para a marca que passará a ter chopp próprio, o qual será produzido pela Klein Beer, com 4,8% de álcool e estará disponível nas opções de 30 e 50 litros. A empresa tem como foco o atendimento de restaurantes, bares, eventos e clientes finais com o portfólio das melhores marcas de chopes, cervejas artesanais da Klein e pasteurizados

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Chopp próprio da Rivabier deve ser lançado em setembro

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Campo Largo, Agosto 2018

da Mega Chopp. Entrega agendada e flexível para Campo Largo, Araucária, Contenda, Balsa Nova, Lapa, Palmeira, Campos Gerais, Curitiba e Região Metropolitana. Chopes A Rivabier trabalha com a venda e consignação de chopes – nesse caso, paga o que consumir da bebida. Opção de chopeira elétrica com vazão de 30 litros por hora, também modelo com vazão de 50 litros e de maior fluxo para restaurantes. A empresa leva até o local e faz a instalação. Da Klein, há as opções do chopp Curitiba Larger (refrescante e adocicada), Estivadora (lembra chocolate e toffe), ESB (sabor maltado de caramelo, lúpulo herbal), Tchec (amargor acentuado), Pumpkin Ipa (adição de doce de abóbora) e Ink (hibisco, anis estrelado, casca de laranja e coentro). Há anos também trabalham com o Mega Chopp, produzido em Londrina e com excelente aceitação. Contato: (41) 3292-1301|9.97372466 WhatsApp. Endereço: Rua Santos Dumont, 1347, Centro, Campo Largo

Treino com profissional especializado e com desconto para idosos

A

Brolex Body Studio realiza um trabalho diferenciado, de acordo com a necessidade individual de cada aluno, com poucos alunos por horário, o que permite um atendimento mais personalizado. Para os idosos oferecem um cuidado ainda mais especial, para mantê-los ativos, com foco no bem-estar. Aos alunos acima de 60 anos estão com um plano promocional, para treinos entre 13 e 15 horas. A prática de atividade física na

terceira idade ajuda na manutenção da saúde, melhora a qualidade de vida, ajuda a amenizar as perdas funcionais que ocorrem durante o processo de envelhecimento, além de melhorar a flexibilidade do corpo, reduzir o risco de doenças cardiovasculares e problemas respiratórios. Para isso, a Brolex oferece um ambiente criado exclusivamente para esse fim. Mais informações com a equipe Brolex pelo (41) 32922038.


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PAI

Endocrinologista orienta sobre cuidados que o homem precisa para viver mais e melhor

O cuidado de

HU

ma coisa é certa quando um melhores empresas para trabalhar. Eu morte no qualquer País. omenshomem vivem, em seteoanos indicaria para pessoa. Fazer se média, torna pai: de- a meE, como falando nos dosejo que as mulheres e o principal fator com meu filho,de medoenças ligadas aos de proteger seus filhos parte desse time,estamos relacionado a isso é a falta de cuidados hábitos, ou seja, a fatores modificáveis, devemos copelo resto de sua vida. Para o funcio- deixa muito feliz.” com a saúde. Dentre as doenças que mais causam meçar a nos preocupar desde já, melhorando nosso nário da Caterpillar, Edison Brunholo, mortes, estão as doenças cardiovasculares (infar- estilo de vida para colher os benefícios lá na frente. É Para o filho, os dois sentimentos ainda é possível cuidar de seu filho, to e AVC), câncer, diabetes, doenças pulmonares e como guardar dinheiro esperando viver de uma bela também se misturam. “Tenho orgulho Diovane Brunholo, até mesmo agora traumas (homicídios, acidentes, entre outros). Não aposentadoria no futuro. Mas, e como fazer isso? da posição meu paie ocupa e levo que ele já tem sua família. Isso porque Naque juventude início da vida adulta o homem apenas isso, os homens ainda têm uma qualidade como exemplo a forma como ele con-hábitos saudáveis ambos trabalham na mesma empresa de vida inferior na terceira idade, sofrendo com as deve se preocupar em adquirir São mais para de cinco e Edilson técnicomal de cuidadas segurança do duz (quetrabalho. o acompanharão o resto da vida), conconsequências de édoenças ao longo da seu anos cuidando de pessoas e que trabalho. trolar seu peso, equilibrarseiseu tempo (estudo, travida. agora ele cuida duplamente de mim.” Pesquisas indicam que 60% dos homens só procu- balho, família, lazer, sono) e evitar fatores de risco, filosofiaa da empresa o fase como cigarro e álcool. Entre os 30 e 40 anos, já é ram auxílio Como médicoa quando doença já estáé em ainda que trabalhar cuidado ativo, ou seja, “eu cuido de hora deconta ter um médico de confiança e nessa fase avançada. Em geral, doenças assintomáticas (como o Diovane com o pai fortaleceu a relação entre mim, cuido de você e deixo que cuidem os check-ups. TamDiabetes, nos anos iniciais) não costumam estar en- começam a ser fundamentais eles. “Meus pais se divorciaram quande mim”, Diovane pode contar com o tre as preocupações da maioria deles. Seja de forma bém é uma boa hora para revisar como estão os era criança, poreisso, meucom pai os nãodesequilíbrios (tracuidado do opai até mesmo no ambiende vida cuidar preventiva ou para acompanhamento de doençasdo já euhábitos comigo, masexcesso semprede foicomida muito e bebida, estreste deos trabalho. queser sermais o exemdemais, conhecidas, homens“Tenho costumam relapsosmorava e balho presente. Trabalhar na mesma empreem segurança. se elevado, privação de sono). A partir dos 40 anos, menos plo comprometidos comContinuo cuidadoscuidando e tratamentos sa trazconsultas uma sensação conmeu filho, claro ao queconsultório agora, de trazianuaisboa, (noporque mínimo) são recomendadas, e não édoincomum quemas venham sigo tê-lo todos os dias.”como para o acompadiferente”, Edison. tantopor deperto forma preventiva dos pelaforma esposa ou filhos,comenta a contragosto, para realizar nhamento de doenças. uma consulta de rotina ou exames. de seis anos a Caterpillar Orgulho e exemplo andam de mais Há mais Segundo o endocrinologista André Ricardo Fuck, É também no sexo masculino no qual criou atitudes raízes em Campo as quais “mãosodadas” deles. Para o pai,ou abcomo fazerLargo, consultas de check-up rotineiraencontra-se biotipona devida obesidade visceral mente, ter um de equilíbrio maneira de se alimentar dominal, aquela saúde e muito são hoje o alicerce muitasna famílias saber que mais o filhonociva segueàseus valores e rerestrição sal,Diovane, gordura que e açúcar e rica em velacionada maus hábitos vida. Temos, comocom as do Edison de e do estáaos construindo sua de carreira profis- como getais para e frutas, ser seus preocupado principais consequências disso, asé doenças trabalham ajudar clientescom a o corpo e com a sional na mesma empresa motivo decardiohigiene, ser preocupado vasculares e oalegria. diabetes. E, falando ésobre diabetes, construir um mundo melhor. com o peso e praticar exercímuita “A Caterpillar uma das dados atuais apontam para aproximadamente 12,5 cios físicos com regularidade de no mínimo três dias milhões de pessoas no Brasil com a doença (8% por semana, utilizar medicações conforme recomendos homens), que já representa a terceira causa de dação médica, evitar o tabagismo e o álcool, diminuir

a carga de estresse e melhorar a qualidade e as horas de sono são todas atitudes positivas que tornam o homem menos vulnerável às doenças relacionadas aos hábitos de vida, como o diabetes. Já os homens que esperam por algum problema ou urgência para procurar o médico, que não mantêm um hábito regular e saudável de alimentação, que não se preocupam com o aumento do peso ao longo dos anos, que não praticam exercícios (ou que acreditam que no trabalho suprem a necessidade de atividade física), que colocam o trabalho como prioridade na vida (workaholics) e que não têm qualquer restrição no consumo de álcool ou cigarro, estes estão expostos a riscos futuros enormes, e invariavelmente serão os que mais sofrerão as consequências das doenças, como morte prematura e complicações crônicas que impactarão de forma muito negativa na qualidade de vida. Clínica Resnauer Rua Oswaldo Cruz 1870, Campo Largo (41) 3032-4012 Clínica Invida Rua Barão do Rio Branco 1443, Campo Largo (41) 3032-1217

Clínica Campo Largo Rua Oswaldo Cruz 1630, Campo Largo (41) 3292-2846 INFORME PUBLICITÁRIO


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Campo Largo, Agosto 2018

Aprenda a harmonizar vinhos com saborosas

carnes de churrasco Caroline Paulart

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erveja e churrasco é uma combinação bastante popular dos finais de semana, mas a harmonização da carne assada na churrasqueira com o vinho certo garante um ar mais requintado e deixa o almoço ou jantar ainda mais saboroso. Para saber um pouco mais sobre essa combinação, a Folha de Campo Largo foi até o Açougue São Luiz e à Bacco e Tabacco levantar três tipos de cortes de carne bovina - um corte magro, um intermediário e um mais gorduroso - e também quais vinhos podem ser combinados com eles. Para o primeiro corte, o açougueiro há 27 anos, Silvonei de Oliveira, separou a fraldinha. “A fraldinha é um corte mais magro, porém que conserva uma boa suculência. É possível fazer a peça fatiada ou inteira diretamente na grelha. É uma carne que pode ser feita somente no sal, ao molho mostarda ou no alho e óleo.” Para harmonizar com essa carne, o enólogo Eduardo Aguinoleto Jr. recomenda o Carmenere chileno. “Pode ser combinado com o Ventisquero Reserva, Perez Cruz. Com uma carne magra eu arriscaria até mesmo um Tempranillo, que tem uma boa acidez, porém é leve.” Já pensando em um corte com uma quantidade média de gordura, o açougueiro recomendou a maminha ou o fraldão. Para essas carnes a recomendação são vinhos de uva Malbec, como 59N Malbec 2015 ou o português Quinta dos Bons Ventos, com uma estrutura encorpada. Os cortes gordurosos mais refinados, segundo Silvonei, são os marmorizados, como picanha e a costela. “A picanha é a carne mais pedida entre as mais gordurosas. O segredo dela é fazer somente no sal grosso e deixar ela

mal passada, para que fique ainda mais saborosa. Pode ser feita inteira, em pedaços ou fatiada na grelha, desde que tenha atenção ao ponto”, explica. Para acompanhar esse corte, Eduardo aconselha o Cabernet ou vinhos europeus. “Colocaria um Brutalis Português, que possui um alto teor alcoólico e tânico, ou um Primitivo di Manduria, que também é bem encorpado, além de não deixar de lado um Barolo ou Brunello di Montalcino”, aconselha. Outras carnes É comum que o brasileiro também goste de assar na churrasqueira carnes de aves, porco e carneiro. “Para assar na churrasqueira, além da tradicional tulipa, a coxa e sobrecoxa, com tempero de preferência do cliente. Entre as opções de tempero temos o molho na cerveja, mostarda preta ou normal e alho e óleo. Uma dica é preparar esse corte na grelha de peixe, pois facilita o manuseio”, recomenda. Para combinar com o frango, Eduardo recomenda Pinot Noir, que é um vinho mais frutado, ou Chardonnay e Sauvignon Blanc. Para assar na churrasqueira, os cortes do porco mais suculentos são a paleta, copa lombo e a costelinha, na recomendação do açougueiro. Ele ressalta que o tempero da carne de porco tem alguns segredos, como a utilização de salsinha, cebolinha, alho em tempero mais molhado, não sendo recomendado somente o sal grosso. Tanto o frango como o porco devem ser servidos sempre bem passados por uma questão de saúde. Para harmonizar com o porco, o vinho indicado pelo enólogo é o Syrah. Caso a carne seja preparada de forma agridoce, caramelizada ou com frutas, servir com o Pinot Noir. Finalizando a lista, o carneiro, uma carne mais forte, adocicada. “Usamos muitos temperos para preparar o carneiro, costumamos dizer que toda ideia é válida, pois é importante disfarçar o cheiro forte da carne, preparado

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O DIA DOS

PAIS É CHURRASCO

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com pelo menos um dia de antecedência. É um corte mais fino, que pode ser preparado no espeto. Opções de corte são o french rack, feito com o carré e a paleta”, ressalta. Para combinar o carneiro, uma carne considerada escura e de caça, o Tannat Garzon, conforme orienta o enólogo. Procuram-se experiências Apesar de muitas pessoas gostarem de tomar vinho, poucas sabem sobre esse mundo, e a dica do Eduardo é conhecer por meio do paladar. “Para descobrir sobre vinhos é preciso beber o vinho, saboreá-lo. Prestar atenção no rótulo, tirar foto, comparar. Na hora da compra, a voz de uma pessoa experiente na área é fundamental”, recomenda. “O vinho tinto deve ser servido a 18°C, por isso não é errado você colocar na geladeira alguns minutos antes de servir. Vinhos brancos em torno de 9°C, e espumantes em torno de 6°C”, finaliza Eduardo. Lembre-se sempre, seja consciente no trânsito e se for beber, não dirija.


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Em cada história sobre paternidade, Ser pai um exemplo a ser seguido solteiro esconde

muitos desafios

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Danielli Artigas de Oliveira

equipe da Folha se surpreendeu positivamente com a Promoção de Dia dos Pais. As histórias enviadas comoveram por muitas vezes os colaCaroline Paulart boradores, estimularam à reflexão sobre a vida, sobre o sentido desta importante data. A vontade era inclusive ode não muito comum, foraumentar o número deser ganhadores, paramas quefamílias de certa madas porpresenteados pai e filhos também existem. Asforma esses pais fossem pelos nossos parsim comono as mães, ceiros e homenageados jornal.eles também têm muitos desafios educação crianças, Já dizem quequanto quandoà nasce um das bebê, nasce aconciliando mãe. No tudo comsendo o emprego e as tarefas domésticas caso do paiisso acaba um processo diferente, no diadiárias. a dia ele passa a entender melhor o seu papel e aqueLuizdeAntônio Portela como é campo-larguense, atua no le turbilhão sentimentos, também passa a se ramo moveleiro e é pai de duas filhas, Thayná Porteidentificar com os traços físicos da criança ou até mesla, 16,parecidos. e Thays Portela, 14.não Porse muito Luiz foi mo jeitos Quando é paitempo, de sangue, pai solteiro e se viualgum frentetempo, ao desafio de criar duas geralmente já se passou até mesmo anos, meninas. “Acabei me separando da mãe das menipara que se conheçam, com isso há diferenças de comnas quando elas ainda tinham de umum anoafinamento e três anos. portamentos e valores que precisa Na época que aconteceu tinha 25 anos. para manter uma boatudo convivência. Aseu duas partes preci-A mãe preferiu a guarda para mim euma dessam de umdelas esforço para passar se entenderem e criarem de então elas não encontraram mais a mãe, isso sintonia. Mas isso não diminui o amor que um sentejá faz 13 há anos. Ficarcasos com elas ainda muito pelo outro, muitos em que o pai de pequenas coração foi um desafio, principalmente por se tratar duas passa a fazer muito mais pelo filho que assumiude como meninas,assem a presença da mãe.” seu. Superam dificuldades e criam uma relação muito logo substituída mais forteEssa quefigura ter o foi próprio sangue. pela avó e pela tia, que ajudavam a cuidar delas. muito apoio Foi um relato como esse que nos“Tive fez escolher a his-da minha mãe e da minha irmã, elas cuidavam das tória de Dayane Copati, do Jardim Busmayer, comomea ganhadora da Promoção de Dia dos Pais da Folha - em parceria com a Hícaro Joias e Churrascaria Laçador. Quantos momentos intensos já viveram juntos, quanto

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Luiz e suas filhas gostam de fazer muitos passeios e viagens em família

orgulho um sente do outro. Escolhemos essa história também como forma de homenagem a todos os pais de coração, que não são poucos. Parabéns pela dedicação, pelo amor incondicional, por estarem de braços abertos a receberem os filhos, que tanto têm a aprender ninas enquanto eu estava A minha mãe uma minha admiração por pessoas que criam os filhos por toda uma vida, sendo trabalhando. para eles uma referência, acabava indo, exemplo a ser inclusive, seguido. nas apresentações de Dia das sozinhas ou têm apoio da família em algumas situaMães que aconteciam na escola”, relembra A história que ganhou o segundo lugar Luiz. foi unânimeções é muito grande”, diz. Luiz é um “paizão”, está sempre bastante presente co- Muito embora Luiz não fale muito sobre esse na equipe, porque refleteque uma realidade e a par quelembranças acontece nadevida das meninas. Elequeassunto, ele deixa uma mensagem para os pais que mum, as do doces infância, aquele pai que essae situação acabou os deixando ain- também se encontram nessa situação. “Criar um fiéacredita uma referência a memória da vitalidade, do homem da mais próximos, pois proporcionou eleessa vivestrabalhador e dinâmico, que o tempo que torna rotinalho sem a presença da mãe por perto pode não ser se praticamente função dasdoença. suas duas filhas.homem “Eu fácil, mas esse tipo de pai é o tipo de pessoa que está mais difícil, pela em idade e pela Aquele trabalhava montadora que estava instalada que sempreem fezuma tudo pela família, pelos filhos, agorade prontidão a todo instante para ajudar e aprenalgo novo a cada momento. O importante é na cidade na época, então no período que eu não é quem precisa de cuidados e da retribuição de tododendoParceiros estavae carinho. com elas, minha mãe estava. Era eu quem os filhos saberem que, não importa a situação, semamor Agradecemos também a parceria de duas renom cuidava estavam doentes,àtrocava Então, quando queremos proporcionar família fraldas, de Luanapre receberão muito carinho e atenção”, aconselha. das empresas na cidade, a Hícaro Joias e Relógios e dava mamadeiras e ainda ia trabalhar no dia seguinMedeiros Freiras, do Jardim Iara, um almoço em família Churrascaria Laçador. Fazem parte da história de Cam Presente e futuro te Churrascaria para dar o melhor paracom elas.direito Eu ficoa muito e na Laçador, quatrofeliz pessoas. Largo e trabalham com seriedade para oferecer produ satisfeito com relacionamento quede euDia tenho Queremos que oesse almoço especial dos com Pais, ou Hoje o programa preferido da família é viajar e serviço de qualidade. Como também campanha d sempre que possível ou passear em parquesa da reminhas filhas, pois somos muito companheiros um outro a ser marcado, seja um momento de comemorasenvolvida pela RMedia. gião, sempre variando os locais. “Meu sonho para do outro. Tenho muito orgulho por elas serem quem rem a vida, a união em família. Que seja um momento que estudem o que há com de melhor, são hoje, lindas, educadas, muito inteligenCopatie consigam presenteará o pai um relógio único parameninas eles jamais esquecerem, até mesmo que seelas é Dayane independente da área que vão seguir. Hoje elas vãocampe tes e esforçadas”, ressalta o pai. Hícaro, modelo Technos Skydiver Professional, conheçam mais, valorizem um ao outro, reconheçam a escola e fazem cursos, estou Medeiros sempre acompahoje, homem na mes-queparaem vendas da linha. A Luana Freiras passa o queAté cada umo pai faz só deconheceu melhor e um tenham conversas que elas fazem. que esse é o desejo ma situação ele. “Nós não chegamos a falar so- pornhando bonso momentos com Acho a família e comendo muito be muitas vezes que a rotina atrapalha. Parabéns Luana, de todos os pais para os seus filhos, sempre o mebre esse assunto, nem trocamos experiências, pois na Churrascaria Laçador, com o pai e mais duas pesso sua história, pelo reconhecimento ao seu pai, pela fé e lhor”, finaliza. eu sou muito reservado quanto a essa situação, mas Essa foi uma forma da Folha se aproximar ainda m ficamos na torcida de que venham dias melhores e ele de seus leitores e valorizar essas relações cheias se recupere. A Folha entrará em contato com os ganhadores e divul- amor e de histórias que ficarão para sempre guardad gará a entrega dos prêmios na edição do dia 10 de agosto. nas memórias destas famílias.

Quando o futebol é o assunto da vez Caroline Paulart

Pai, filho e neto seguem firmes na tradição do amor pelo futebol

Segundo o Atlas do Esporte Brasileiro, o futebol é o esporte mais praticado e amado no país, com mais de 30 milhões de apreciadores. Não são poucas as histórias de famílias inteiras que compartilham essa paixão e que passam esse amor pelo futebol para seus filhos. Isso é o que acontece na família Dzindzik. Pai e filho, Belmiro e Flávio, compartilham do amor pelo futebol amador de Campo Largo e são torcedores do Fanático. No futebol profissional, acompanham os jogos do Paraná Clube e do Internacional. “Nós acompanhamos muito o futebol amador de Campo Largo, principalmente quando tínhamos amigos que jogavam nos clubes, pois sempre após os jogos nós ficávamos conversando sobre diversos assuntos, mas principalmente o futebol. Já no profissional nós escolhemos torcer por esses dois times, para o Internacional principalmente, porque meu pai nasceu no Rio Grande do Sul, então todos pegamos gosto pelo time”, conta Flávio. Belmiro conta que todos os seus irmãos são torcedores do Grêmio, de Porto Alegre, por isso sempre assistia os jogos com o clima de rivalidade saudável. “Quando vim morar no Paraná, há 30

anos, conheci o Colorado, ‘apelido’ do Internacional no Rio Grande. Ele mais tarde se uniu a outro clube e se transformou no Paraná Clube, por isso dou preferência para o Tricolor da Vila”, relata Belmiro. Por terem um armazém na região da Vila Elizabeth, pai e filho sempre estão conversando com os vizinhos e amigos da região sobre futebol. “Aqui o assunto da vez é esporte. Você acaba sabendo principalmente sobre futebol, desde os campeonatos de Campo Largo até o Brasileirão, e também Fórmula 1, que acaba sendo bastante comentado. Às vezes ‘dá até briga’”, brinca Belmiro. Primeira vez no estádio Só quem já foi até um estádio de futebol sabe a sensação que é colocar os pés naquela arena e admirar outras centenas de pessoas que compartilham da mesma paixão, cantando e vibrando a cada lance. Isso não foi diferente com essa família. “Meu pai levava meus irmãos e eu quando ainda éramos pequenos e nós ficamos até ‘acostumados’ a ir direto aos jogos, mesmo de Campo Largo, embora a sensação de entusiasmo sempre seja a mesma. Tinha um tio meu que morava no estádio, então todo final de semana íamos lá ‘na casa dele’, assitir jogo”, relembra Flávio.

A paixão foi tão grande que acendeu a vontade de se tornar jogador de futebol por um tempo, e Flávio jogou nas categorias de base do Fanático, mas não pode seguir por problemas na clavícula. Já Belmiro jogou futebol amador em várias cidades, como Laranjeiras do Sul e Santo Antônio da Platina, como zagueiro, mas teve que parar porque quebrou a perna durante um jogo de futebol, quando tinha 30 anos. “Como eu tinha que trabalhar na roça, não quis voltar porque era só eu e meus pais, mais quatro pessoas que eles contrataram, então eu tinha medo de acabar prejudicando eles no caso de mais um incidente”, diz Belmiro. Flávio hoje tem um filho pequeno e já está passando essa mesma paixão pelo futebol para o pequeno. “Nós brincamos muito com ele de jogar bola. Ele gosta bastante. O que eu quero passar para o meu filho é o amor pelo futebol sem a rivalidade que, infelizmente, vemos hoje. Eu nunca levei ele no estádio porque é muito pequeno, não entende ainda e também por ser perigoso, nunca sabemos o que pode acontecer. O esporte é diversão, descontração e alegria. Não vou dizer para ele para qual time deve torcer, mas a única coisa que eu fiz foi comprar um uniforme completo do Inter para ele”, brinca Flávio.


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Urinar mal ou com dificuldade não deve ser encarado como normal em homens acima de 40 anos

M

uito se fala em câncer de próstata, mas há também outras doenças relacionadas a essa glândula que são bastante comuns, influenciando diretamente na qualidade de vida do homem. Por desconhecimento, muitos homens consideram algo normal urinar mal com o passar da idade e não buscam avaliação. São sintomas miccionais que podem ser causados pelo aumento da próstata, comum com o envelhecimento, ou por problemas na bexiga. Segundo o urologista Dr. Paulo Jaworski (CRM 23.663 - RQE 18.764), estes distúrbios miccionais podem ser mais comuns a partir dos 40 anos de idade. Entre os sintomas a serem observados está a diminuição da força do jato urinário, a quantidade de vezes que o paciente precisa urinar durante o dia e também à noite, se demora para conseguir a micção total ou se, ao terminar, ainda sente a sensação de que precisava urinar mais. Dr. Paulo comenta que muitos pacientes acordam três ou mais vezes à noite para urinar e acreditam ser normal, mas esse já é um sintoma importante. “Acham que pela idade é normal, mas isso não pode acontecer”, orienta, explicando que, com o tempo, o homem naturalmente

Dr. Paulo Jaworski

sofre um aumento fisiológico da próstata e, em alguns casos, esse é o maior causador de sintomas urinários. Também é preciso verificar se o homem não consegue segurar por muito tempo a vontade de urinar e logo precisa ir ao banheiro, ou até mesmo acontecem escapes. Ardência ou incômodo, jato urinário fraco ou intermi-

tência do jato, como também demora para começar a micção, também são sintomas de distúrbio miccional. O urologista fala da importância de ter a saúde em dia, de forma geral, com equilíbrio em todos os pontos de vista, que também podem impactar a qualidade de vida miccional. Segundo ele, o homem também precisa avaliar se a qualidade miccional vem piorando com o passar dos anos e, então, procurar ajuda médica. “É preciso restabelecer uma micção sem problemas e mantê-la assim dentro do possível, como medida para melhorar a qualidade de vida”, afirma. O tratamento pode ser medicamentoso ou em casos avançados é necessário cirurgia, que pode ser realizada com técnica minimamente invasiva. “O tratamento do problema em fase inicial pode ser com remédio”, diz. Casos avançados e graves podem chegar a retenção urinária e, sem tratamento, podem resultar em danos irreversíveis à bexiga. Pode haver a necessidade de usar sonda urinária até que o problema seja resolvido, impactando bastante a rotina e qualidade de vida. Dr. Paulo atende na Clínica Seni, Rua Domingos Cordeiro, 735 – Centro. Telefone: (41) 3032-3850.

A Clínica Sêni está em Campo Largo desde 2015 e conta com mais de dez especialidades: Angiologia e Cirurgia Vascular, Cardiologia, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica, Cirurgia Pediátrica, Cirurgia Oncológica, Clínico Geral, Dermatologia, Fisioterapia, Gastroenterologia Pediátrica, Ginecologia e Obstetrícia, Nutrição, Pediatria, Psicologia e Urologia. Realiza exames de Cardiotocografia e Eletrocardiograma.

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Campo Largo, Agosto 2018


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