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Americana e região
RECANTOS DA TERRA
JUNHO | 2021
PANDEMIA IMPACTA TAMBÉM A VIDA DOS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO
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Junho 2021 | Americana-SP
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SECA
Defesa Civil faz alerta para evitar queimadas Órgão municipal está preparado para combater as queimadas
O
clima seco, que chegou junto com o inverno neste mês de junho, deixa a Defesa Civil de Americana – e também a população – em alerta máximo em relação às queimadas. Além de prejudicar o meio ambiente, a fauna e a flora as queimadas nesta época fria agravam as doenças respiratórias tão típicas do inverno. O combate ao fogo terá uma atenção especial no entorno da Represa de Salto Grande, alvo constante de incêndios. O diretor da Defesa Civil de Americana, João Mileta, diz que o órgão está preparado para combater as queimadas e essa é uma das prioridades do prefeito Chico Sardelli (PV) nesta época de seca. “A Defesa Civil, junto ao GPA (Grupo de Proteção Ambiental) da Gama (Guarda Municipal de Americana), está preparada para enfrentar as queimadas tão típicas nesta época. Contamos também com a colaboração da população. Não é permitido atear fogo em mato recolhido em hipótese alguma”, afirma o diretor, que assumiu a Defesa Civil em abril. Ele alerta que em caso de flagrante, o responsável pelo incêndio pode ser multado em até R$ 5 mil. “Nosso trabalho principal sempre é a conscientização. Não queremos multar ninguém. A população sabe dos prejuízos que as queimadas causam”, alerta Mileta. De acordo com o diretor, a população pode denunciar os casos por meio do telefone 153. DOENÇAS Segundo estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde), os casos de internação por doenças respiratórias aumentam 20% no
inverno. Em época de pandemia da Covid-19 os cuidados devem ser redobrados já que o número de leitos para internação está escasso. Doenças respiratórias, como resfriados comuns e gripe, aumentam. Os dias mais frios apresentam condições favoráveis para a proliferação de vírus e bactérias e, por isso, é preciso atenção redobrada durante esta época do ano. Em tempos de pandemia é indispensável manter todos os cuidados. Com a mudança de temperatura e a baixa umidade do ar, a fumaça das queimadas pode agravar ainda mais as doenças respiratórias. “Já registramos níveis alarmantes relacionados a umidade do ar em Americana. Todo cuidado é pouco”, explica Mileta.
João Mileta: cidade está preparada para combater incêndios
Desabamentos: atenção redobrada
EXPEDIENTE Edição e Texto: Paulo San Martin, Anderson Barbosa e Véronique Hourcade | Diagramação: Skanner Projetos Gráficos | Redação: paulo.sanmartin@bol.com.br - anderson@jornalrecantosdaterra.com.br Gestor de Anúncios: Geraldo Martins - (19) 98268.9110 - recantosge@yahoo.com.br | Rua Indaiá, 411, Jd. Ipiranga Americana-SP - Fone: (19) 3601.8996
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REVELAÇÕES
Pandemia aumenta adoção de anima
No Brasil, aumento de abandono chegou a 70%. Em Americana, entidade trabalha para
A
pandemia da Covid-19 não mudou radicalmente só o dia a dia de seres humanos. Também provoca uma reviravolta na vida dos animais de estimação. O abandono dos bichinhos cresceu 70% no Brasil durante a pandemia e milhares deles, que antes tinham abrigo, comida e alguma proteção, hoje vagam pelas ruas, passam fome e sofrem maus-tratos. Esse levantamento foi feito com base em uma pequisa feita com 530 instituições públicas e protetores independentes, em todo o Brasil, realizada pela Oscip (Organização da Sociedade Civil de Direito Público) AMPARA Animal, que trabalha junto a entidades e ONGs que atuam na proteção aos animais. De acordo com a AMPARA, vários motivos contribuíram para isso. Desde o recorde de desempregos até a drástica redução no auxílio emergencial. Em Americana não tem sido diferente. A Apaasfa (Associação Protetora dos Animais de AmericanaSão Francisco de Assis) aponta que além do aumento de abandono tem sido registrada uma grande redução no número de adoções. E as causas certamente são as mesmas que as apontadas pela AMPARA para o que ocorre no conjunto do país. Embora a Apaasfa não tenha quantificados os números de abandono e adoção dos últimos meses, como principal entidade de Americana que trabalha no dia a dia com a proteção e cuidado de animais, ela conhece de perto a realidade.
A Apasfa realiza, há dois anos e todos os sábados, uma feira de adoção na cidade, no amplo pátio de uma loja de produtos para pets. Os animais disponibilizados para adoção são os que se encontram no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), órgão da prefeitura responsável pelo abrigo de animais abandonados. CUIDADOS Além da feira de adoção, a Apaasf atua em cuidados com animais recolhidos no CCZ. Duas vezes por semana, todas as terças e quintas, ela realiza passeios com os animais recolhidos, apoiada por um grupo voluntário. “Além dos passeios, temos campanhas permanentes que visam o bemestar dos cães e gatos do CCZ. Além das campanhas do banho e tosa, da arrecadação de ração, sachês e petiscos, levantamos condições também para a realização de exames de sangue, ultrassom quando necessário e fisioterapia, entre outros cuidados com os animais doentes”, explica Conceição Negri, uma das fundadoras da entidade e atual presidente. Os sachês, por exemplo, informa ela, são encaminhados para animais que estão em tratamento e não conseguem se alimentar com ração. “Essas campanhas visam ajudar os animais que precisam desses cuidados. E eles são muitos. Fazemos também rifas para arrecadar fundos, pois os gastos são muitos e o poder público, apesar de ser o responsável, não mantém parcerias com laboratórios e fisioterapeutas, entre outros,
Animais recolhidos no CCZ são levados à feira semanal de adoção da Apaaf
para ajudar esses animais. Infelizmente, para a maioria das pessoas, os animais do CCZ são invisíveis”, aponta Conceição. A Apaasf, entidade filantrópica sem fins lucrativos, foi fundada em 1999 por um grupo de pessoas preocupadas com a proteção e o bem-estar de animais em Americana. Até então, eram bem poucas as pessoas e grupos interessados pela causa na ci-
dade e mesmo o poder público tinha poucas ações efetivas de proteção. Foi graças à entidade, que entre outras coisas, foi sancionado, em 2007, o Estatuto Municipal de Proteção e Defesa Animal. SERVIÇO A Apaasf atende pelo telefone e Wathsapp: (19) 98145-0040
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a abandono e reduz ais de estimação tratar e proteger grande número de animais recolhido no Centro de Controle de Zoonoses
Alimentação de pets impacta meio ambiente Os cães e gatos têm um impacto tremendo no meio ambiente. Um estudo da UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles) descobriu que eles são responsáveis por 25 a 30% do impacto ambiental do consumo de carne só nos EUA. O equivalente a cerca de 64 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano – quase o mesmo impacto climático de um ano dirigindo 13,6 milhões de carros. Esse número apenas explica o carbono emitido por animais que viram alimentos para pet (ou seja, nesta conta não estão incluídas a água usada para cultivar as plantações que alimentaram o pasto e nem a floresta desmatada para criar as pastagens). À medida que a população de animais de estimação cresce, essa pegada tende a aumentar. Mas pets podem deixar de comer carne? Gatos são carnívoros obrigatórios e precisam de certas quantidades de aminoácidos. Eles não produzem algumas proteínas, como a taurina. Em vez disso, precisam absorvê-la dos alimentos, sendo a carne, o frango e o peixe fontes particularmente ricas. Gatos que não têm taurina suficiente podem desenvolver uma condição potencialmente fatal chamada cardiomiopatia dilatada (DCM). Com cães é outra história. Na natureza, os lobos comem carne, mas também ingerem ovos, frutas silvestres e até grama se houver falta de vitaminas. Os cães podem ter se adaptado a uma dieta com menos carne e mais amido vegetal desde quando comiam restos deixados para eles por nossos antepassados em volta das fogueiras pré-históricas. OPÇÕES Isso significa que os cães estão em vantagem quando se trata de levá-los a uma dieta sem carne? A British Veterinary Association alerta que não é assim tão simples. A crítica às dietas à base de plantas é que elas são pobres
em proteínas. Só que aqueles que hesitam em alimentar os animais com uma dieta totalmente baseada em vegetais, mas querem reduzir a pegada de carbono, têm outras opções. Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, Filadélfia, descobriram uma fonte de extraordinária composição nutricional: grilos. De acordo com a Organização para Alimentação e Agricultura, esses insetos que alimentam milhões de pessoas, principalmente no leste da Ásia, são uma forma particularmente boa de proteína alternativa: eles apresentam 65% de proteína por peso e também são ricos em gordura insaturada, fibra alimentar, vitaminas e minerais. Os grilos também trazem benefícios reais quando se trata de sustentabilidade. Além de requererem muito menos água e de não emitirem metano, foi calculado que o gado de corte precisa de 8g de ração para crescer 1g de proteína – enquanto os insetos precisam apenas de 2g para criar 1g de proteína. COMER INSETOS Até agora, a maioria das pessoas demonstra aversão só de pensar em ingerir insetos, ainda que sejam destinados para os pets. No entanto, de acordo com a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), não será mais possível saciar a fome da humanidade no futuro se não forem consumidos insetos. Criação de insetos para ração animal é oportunidade no país. A Nutrinsecta foi uma das primeiras empresas do país a obter registro no SIF (Serviço de Inspeção Federal) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para o processamento de insetos direcionados à alimentação animal, em 2012. Ao que tudo indica, o que já faz parte da vida cotidiana em partes da Ásia e África também deve se tornar normal por aqui – pelo menos para os nossos pets.
Pesquisa mostra: companhia de bichinhos reduz estresse Pesquisa realizada no Reino Unido com mais de 5 mil voluntários, que se mantiveram em confinamento durante 4 meses, mostrou que aqueles que tinham seus bichinhos de estimação lidaram bem melhor emocionalmente com o
isolamento social. Uma das autoras do estudo, a professora Ele Ratschen, da Universidade de York, na Inglaterra, avaliou que ter “um animal de estimação em casa amorteceu parte do estresse psicológico associado às restrições sociais”.
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NA BARRAGEM
Presidente da Câmara fiscaliza ações de limpeza na Salto Grande Secretário de meio ambiente também participa de reunião com representante da CPFL, responsável pela represa
O
presidente da Câmara Municipal de Americana, vereador Thiago Martins (PV), acompanhado do secretário municipal de Meio Ambiente, Fábio Renato Oliveira, visitou a barragem da Represa de Salto Grande. Eles foram recepcionados pelo gerente de Meio Ambiente e Operações da CPFL Renováveis, Daniel Daibert, e pelo responsável por Relações Institucionais e Governamentais, Arnaldo Querino. O encontro teve como finalidade discutir as ações da companhia relacionadas à limpeza da represa. Para o parlamentar, a visita foi produtiva pois permitiu acompanhar de perto o trabalho que vem sendo feito para a retirada das macrófitas do reservatório. Segundo ele, com a visão que normalmente se tem a partir das orlas das praias Azul e dos Namora-
dos não é possível ter a real dimensão da quantidade de plantas aquáticas que há no local. “O gerente operacional nos apresentou a atual situação da quantidade de aguapés no reservatório. Ele nos explicou que o ideal é manter em torno de 80 hectares de área ocupada por macrófitas, uma vez que elas auxiliam a filtrar a poluição da água e dependendo da quantidade retirada pode prejudicar ainda mais a qualidade da água. Atualmente há em torno de 34 hectares, uma porcentagem relativamente pequena se comparada ao tamanho da represa”, afirmou. Por meio de requerimento assinado por todos os vereadores, Daibert foi convidado a comparecer em Sessão Ordinária da Câmara para falar sobre as ações ambientais desenvolvidas pela CPFL.
Fiscalização foi feita a partir da barragem, pois da orla das praias não se tem um visão completa
É BOA
Análises aprovavam qualidade da água de Americana O DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Americana recebeu o resultado positivo para a boa qualidade e padrões de potabilidade da água que chega às torneiras da população. A avaliação foi realizada, em maio, pela ARES-PCJ (Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí). O resultado das análises químicas de cloraminas totais, cloro residual, cor aparente, fluoreto, pH, turbidez, escherichia coli, coliformes totais, alumínio, ferro e manganês está em conformidade com a legislação vigente, apontando que a água está própria para o consu-
mo e abastecimento da cidade. Mais uma vez, assim como no mês de fevereiro quando foi realizado a último monitoramento por meio de coleta na rede de distribuição de água, o DAE ressaltou a importância da política de saneamento e dos investimentos aplicados no tratamento e na modernização dos equipamentos. “Americana tem feito um trabalho de gestão de referência para garantir um abastecimento de qualidade para as futuras gerações”, disse o superintendente do DAE, Carlos Cesar Gimenez Zappia. A Agência Reguladora foi criada para atender as exigências da Lei Fe-
deral nº 11.445/2007 (Política Nacional de Saneamento) e tem como exercício fiscalizar e regular a prestação de serviços de saneamento nos municípios associados. INVESTIMENTOS O prefeito de Americana, Chico Sardelli, reuniu-se com o superintendente do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), Francisco Eduardo Loducca, na sede do órgão, em São Paulo. Chico informou que busca novos investimentos para o abastecimento público de água em Americana, através do Fehidro (Fundo Estadual de Recursos Hídricos),
com o objetivo de viabilizar programas e ações na área de recursos hídricos no município. A reunião com Loducca integra um calendário de ações para melhorar abastecimento de água em Americana, como a parceria técnica com a Sanasa, de Campinas, o aumento da outorga para captação de água e o programa de substituição de redes antigas por nova tubulação. “Sabemos que o abastecimento público é um grande desafio em nossa cidade e estamos trabalhando em diversas frentes para garantir água na torneira das famílias americanenses”, declarou Chico.
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MEIO AMBIENTE
O que é mais sustentável: SMS, mensagem instantânea ou e-mail? O fluxo de dados depende de energia elétrica e, por isso, libera CO2; saiba quais aplicativos são mais ou menos poluentes Pensamento Verde
E
m todo o mundo, o uso de mensagens móveis está crescendo a uma taxa mais elevada do que qualquer outro aplicativo móvel. O Whatsapp é o aplicativo de mensagens mais popular do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários – 120 milhões só no Brasil. Cerca de 500 milhões de pessoas no mundo têm uma conta no Telegram. Uma pesquisa da empresa de dados e análises móveis App Annie, realizada este ano, apontou que o tempo médio global gasto em aplicativos de dispositivos móveis foi de 4,2 horas por dia – os brasileiros gastaram, em média, cinco horas diariamente. Estima-se que, em todo o mundo, 294 bilhões de e-mails tenham sido enviados e recebidos diariamente de 3,7 bilhões de usuários só no ano passado.
Todas essas comunicações significam que há muitos fluxos de dados ocorrendo. Sim, fluxos de dados consomem energia e, portanto, liberam CO2. Então, do ponto de vista ambiental, é interessante saber qual é a opção mais sustentável. Devemos usar SMS, uma mensagem instantânea através de um aplicativo ou enviar um e-mail? TECNOLOGIAS DIFERENTES, IMPACTOS DIFERENTES Você deve estar pensando que os impactos das mensagens têm a ver com o tipo de smartphone, certo? Mais ou menos. O aparelho precisa de eletricidade para funcionar e enviar uma mensagem. Mas a energia necessária para gerenciar, transportar e armazenar esses dados é o que mais conta. Um SMS, uma mensagem instantânea ou um e-mail não compartilham o mesmo impacto ambiental porque eles não usam as mesmas tecnologias.
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Enquanto o SMS usa as frequências da telefonia convencional, as mensagens instantâneas e os e-mails usam fluxos de dados da Internet. Essas são maneiras diferentes de processar dados que gastam diferentes quantidades de energia. Um e-mail médio simples emite 4g de CO2. Um SMS, 0,014g – esses são alguns dos cálculos que Mike Berners-Lee, um dos maiores pesquisadores sobre sustentabilidade, escreveu em seu livro How Bad Are Bananas? (em português “Quão ruim são as bananas?”). A obra fala sobre as pegadas de carbono de vários produtos. Entre outras variáveis, o autor usou dados de torres de celular, transferências de dados e centros de dados para suas contas. Dados fornecidos pela operadora móvel multinacional Vodafone, um SMS com um peso máximo de 140 bytes emite 0,00215g de CO2 – me-
nos que o e-mail. Em relação às mensagens instantâneas, ainda não há dados concretos que permitam prever sua pegada de carbono. No entanto, como essas comunicações usam redes de internet, é razoável pensar que sua pegada de carbono está mais próxima de um e-mail. É, podemos dizer que usar SMS é mais sustentável do que usar mensagens instantâneas ou e-mails. Mas uma mensagem com mais de 160 caracteres aumentaria a energia gasta e aí essa conta muda já que, ao adicionar megabytes extras, aumentamos a pegada de carbono. Lembra que quanto mais dados a serem processados, mais energia é necessária? Estima-se que o intercâmbio mundial de mensagens de texto emita 32.000 toneladas de CO2 por ano, o que é muito pouco se comparada à pegada total da humanidade: 40 bilhões de toneladas no mesmo período.
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PROTEÇÃO
Funcionários adotam animais e alegram dia a dia na empresa Diretoria incentiva adoções e dá abrigo e apoio aos mascotes em suas lojas
O
amor e o carinho pelos animais sempre foram uma marca na vida de toda a família Lui, proprietária das lojas Luitex. E com o passar dos anos, vários cães e uma gata foram aparecendo nas quatro lojas da rede, localizadas nas cidades de Americana, Santa Bárbara d´Oeste, Sumaré e Mogi Guaçu e não demorou para se tornarem os “queridinhos” da diretoria e dos funcionários. A história de cada um é diferente, mas todos receberam cuidados especiais, se tornaram “de casa” e hoje fazem parte da família Luitex. Vamos conhecer quem são estes queridinhos e como vivem. A gata Ceci é considerada adorável. Abandonada em frente a unidade de Sumaré, foi acolhida pelo presidente da Luitex, Durval Lui, encaminhada ao veterinário para tratamento e hoje vive na unidade de Santa Bárbara
d´Oeste, onde todos os funcionários cuidam dela diariamente. Também em Santa Bárbara vive a cachorra Ruby. Adotada em uma feira da cidade pela neta do presidente, foi levada para loja onde hoje é cuidada e muito amada por todos funcionários da unidade. Os cães Brenda, Scobby e Lili vivem num salão pertencente a unidade de Americana. Brenda e Scobby chegaram através de terceiros, mas foram encaminhados ao veterinário para exames e castragem e são cuidados diariamente por um funcionário. ALEGRIA E PAZ Já a Lili vivia com um morador de rua próxima a unidade de Americana em condições precárias. A Luitex preparou um local para que os dois pudessem ficar, adotou a cachorra e ofereceu todos os cuidados necessários como
alimentação, veterinário, exames, tratamentos e castração. Hoje ela recepciona a todos e recebe muito carinho na porta da empresa. O cachorro Thor, foi adotado por um funcionário da unidade de Mogi Guaçu, através de um cliente Luitex, e se apaixonou por ele desde quando o viu pela primeira vez. Seu passeio preferido é visitar todos os sábados a loja Luitex e receber o carinho de todos. Pepita, uma cachorrinha adorável, tem a história de vida mais triste e comovente. Ela foi encontrada na unidade de Sumaré quase sem vida. Enviada ao veterinário, foi constatado que ela estava com dois filhotinhos mortos dentro da barriga e mesmo sendo operada com urgência poderia não sobreviver. O presidente autorizou a cirurgia e ela sobreviveu. Hoje ela vive em sua residência onde é muito amada e
o acompanha por todas as lojas. “Todos os animais trazem alegria e muito paz para o nosso local de trabalho, são nossos companheiros do dia a dia e dividem conosco o privilégio de existir”, concluiu Giovani Vignoli, da Luitex. A LUITEX Fundada em 1967, a Luitex Máquinas e Ferramentas é destaque entre os distribuidores de Suprimentos Industriais (MRO) para os mais variados segmentos da indústria e de serviços. São mais de 21.000 m² de área construída, distribuídos em quatro lojas físicas nas cidades de Santa Bárbara d’Oeste, Americana, Sumaré e Mogi Guaçu, um escritório comercial na capital de São Paulo e dois centros de distribuição estrategicamente localizados para o atendimento de clientes em todo território nacional.