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Americana e região
RECANTOS DA TERRA
JUNHO | 2020
COM BILHÕES A MAIS DE LITROS D´ÁGUA, NOVA REPRESA GARANTE 50 ANOS DE ABASTECIMENTO ‘Gás a Preço Justo’ mobiliza petroleiros
Justiça endurece regras para eleições
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ESPÉCIES
Parque Ecológico recupera animais fugitivos de queimadas Animais que sofreram atropelamentos também já foram socorridos
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o mês em que lembramos a importância do Meio Ambiente, o Parque Ecológico de Americana enaltece a importância do local, sobretudo, para a reabilitação das espécies provenientes de queimadas. O Parque Ecológico mantém uma espécie de Ouriço Cacheiro (que é diferente de um porco-espinho), muito comum nos remanescentes de mata e também nas plantações que rodeiam Americana. Ainda são muito conhecidos
por moradores de chácaras e pelos acidentes que acontecem com cachorros, que não hesitam em atacá-los, mas são presenteados com a boca cheia de espinhos. Como os ouriços são arborícolas, cuja vida se dá principalmente nas árvores, as queimadas atingem diretamente a espécie, que muitas vezes não consegue fugir. SOBREVIVENTES O Parque Ecológico mantém dois ouriços que fugiram de uma
queimada e estavam com a saúde comprometida. Os animais foram atendidos pelos veterinários, receberam os devidos cuidados, incluindo medicamentos e inalação. Infelizmente um deles não resistiu, apesar de todos os procedimentos feitos, o animal apresentava dificuldade respiratória grave, além de parte do corpo queimada pelo fogo. De acordo com a administração do Parque Ecológico, em outras ocasiões houve sucesso na recuperação de animais que sofreram atropela-
mentos na cidade, rodovias ou até de maquinário agrícola. Vários deles foram incorporados ao plantel do zoológico ou devolvidos à natureza. “Essa é mais uma das funções dos zoológicos, além da preservação e procriação das espécies ameaçadas, que muito provavelmente, as próximas gerações as encontrarão nos zoológicos, é tentar recuperar a fauna impactada pela interferência humana nas cidades”, disse o diretor do Parque Ecológico, João Carlos Tancredi.
EXPEDIENTE Edição e Texto: Paulo San Martin, Anderson Barbosa e Véronique Hourcade | Diagramação: Skanner Projetos Gráficos | Redação: paulo.sanmartin@bol.com.br - anderson@jornalrecantosdaterra.com.br Gestor de Anúncios: Geraldo Martins - (19) 98268.9110 - recantosge@yahoo.com.br | Rua Indaiá, 411, Jd. Ipiranga Americana-SP - Fone: (19) 3601.8996
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PLANEJAMENTO
Maquete da nova represa que prevê um aumento do volume de quase 100% do que hoje está disponível na represa Cillo: mais de 3 bilhões de litros d´água
Nova represa garante 50 anos de abastecimento em Santa Bárbara Obra será licitada nas próximas semanas, com investimento de R$ 12 milhões em recursos próprios do município
O
prefeito Denis Andia (PV) e o vice-prefeito Rafael Piovezan anunciaram este mês a construção de uma nova represa em Santa Bárbara d’Oeste. A obra será licitada nas próximas semanas, com investimento de R$ 12 milhões em recursos próprios do município. Um novo barramento ampliará o volume de água disponível para o abastecimento público, englobando a área onde hoje está a represa de Cillo. A nova represa prevê um aumento do volume de quase 100% do que hoje está disponível na represa Cillo, ampliando a oferta, apenas neste ponto, em mais de 3 bilhões de litros de água. Com isso, Santa Bárbara d’Oeste terá uma reserva total de 12 bilhões de litros, garantindo a qualidade do abastecimento para os bar-
barenses por mais 50 anos. “A área do novo reservatório não impactará em pequenas propriedades, ocupando apenas parte dos espólios de grandes proprietários de terra. Meus cumprimentos à equipe do DAE (Departamento de Água e Esgoto), liderada pelo nosso vice-prefeito Rafael Piovezan. Essa é mais uma grande etapa que se soma às demais já conquistadas nesses últimos anos, visando a excelência cada vez mais absoluta da qualidade da água de Santa Bárbara d’Oeste”, comentou Andia. SEM RISCOS O cronograma de execução de obras prevê duas etapas. A primeira, com prazo estimado de 12 meses, prevê a implantação do novo barramento, com a nova estrutura
hidráulica. E a segunda etapa, após cumpridos os testes da estrutura e as exigências legais, será a elevação do nível d’água com a formação do novo lago. O valor total dos recursos para a construção da represa já está disponível e reservado no caixa do DAE de Santa Bárbara d’Oeste. Além da ampliação do volume, a obra trará segurança à população barbarense, pois atende todas as normas mais recentes de segurança de barragens. Para se ter uma noção, em um evento crítico, a represa conseguiria armazenar até 3,8 bilhões de litros de água, auxiliando também na contenção de enchentes na área urbana. AVANÇOS “Nos últimos anos eu tive a honra de liderar uma equipe comprome-
tida e eficiente com o futuro da cidade. Entendo que tivemos passos muito importantes, com a construção das novas estações de tratamento de esgoto, o que colocará Santa Bárbara d’Oeste em um seleto rol de municípios de médio e grande porte com 100% de esgoto tratado. Agora caminhamos também para a construção de uma nova represa, o que garante o pleno desenvolvimento de Santa Bárbara d’Oeste, ampliando a nossa reserva e garantindo uma das melhores águas do Brasil para o cidadão”, acrescentou o vice-prefeito Rafael Piovezan. Atualmente Santa Bárbara d’Oeste conta com o abastecimento de água por meio das represas Areia Branca, São Luiz e de Cillo e por meio de captação e reservação no manancial do Córrego Araçariguama.
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MEDICAMENTO
Laboratório diz que terapia contra Covid-19 estará à venda em 3 meses Medicamento utiliza anticorpos e técnica também é desenvolvida por outros laboratórios no mundo
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ão é um antiviral, nem uma vacina. A opção do tratamento com terapia de anticorpos vem ganhando adesão na corrida científica para o combate ao novo coronavírus. O laboratório Eli Lilly Co. afirmou, no início deste mês de junho, que já avançou no desenvolvimento do medicamento e que poderia estar disponível para o uso a partir de setembro deste ano. O chefe de investigação do laboratório, Daniel Skovronsky, informou à Reuters que já estão na fase de testes pré-clínicos duas terapias com os chamados anticorpos monoclonais, que são anticorpos reproduzidos em laboratório. Nas próximas semanas, a expectativa é que se iniciem os ensaios clínicos em humanos. Os estudos indentificaram que o tratamento com estes anticorpos desenvolvidos para combater o Covid-19 são provavelmente mais efica-
zes do que medicamentos antivirais que estão sendo testados, e também mais rápidos do que as vacinas. A terapia tem a vantagem, ainda, de cumprir, ao mesmo tempo, duas funções: tanto tratar os contagiados, como servir de prevenção para a doença. LIBERAÇÃO O cientista-chefe da Lilly afirmou que liberação do uso destes medicamentos com anticorpos pode ser rápida, caso os resultados obtidos nos testes clínicos sejam positivos. “Se em agosto ou setembro, os pacientes que foram tratados [com os anticorpos] não tiverem um quadro de progressão da doença para a hospitalização, isso seria um dado poderoso, podendo autorizar de forma emergencial o tratamento na população”. A Lilly foi um dos laboratórios que anunciou os testes em pacientes com a terapia de anticorpos monoclonais.
Um deles está sendo desenvolvido em parceria com o laboratório de biotecnologia do Canadá, AbCellera, e outro com a farmacêutica chinesa Shanghai Junshi Biosciences. Ambos atuam impedindo a fase da camada proteica do vírus, em que o vírus utiliza para entrar nas células humanas e se replicar. Um terceiro tipo de tratamento com anticorpos também está sendo testado, mas atua em uma fase diferente do vírus, o que o obriga a ter que combiná-lo com os outros anticorpos. “É bom ter os dois anticorpos [combinados]. Mas a desvantagem é que a fabricação fica restrita, tendo uma capacidade limitada de produção. Se for necessária a combinação dos dois anticorpos, metade do esperado de pessoas poderá ter acesso ao tratamento”, informou o cientista, argumetando que o laboratório aposta na eficácia do tratamento com so-
mente um dos anticorpos. Neste último caso, comprovada a eficácia de um único tipo de anticorpo, a Lilly informa que terá capacidade de produção de centenas de milhares de doses até o final do ano. E se o tratamento não funcionar, a empresa informou que disponibilizará sua capacidade de plantas e laboratórios nos Estados Unidos e na Irlanda para ajudar a produzir o tratamento que se mostrar bem-sucedido por outra empresa. (Do GGN)
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SOLIDARIEDADE
Papirus doa três mil cestas básicas para famílias afetadas pela pandemia Foram beneficiadas sete instituições, nas cidades de Americana, Limeira e Santa Bárbara d´Oeste
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poiar as pessoas em situação de vulnerabilidade social tornou-se ainda mais importante no contexto da pandemia da Covid-19 e muitas empresas vêm contribuindo para fornecer artigos básicos que garantam a subsistência dessas populações durante o período de isolamento social. A Papirus, que sempre atuou em ações de responsabilidade social junto às comunidades onde está instalada, é uma integrante importante desse esforço do setor privado. A empresa distribuiu três mil cestas básicas para sete instituições que atendem famílias impactadas pela Covid-19, nas cidades de Americana, Limeira e Santa Bárbara d’Oeste. As doações aconteceram em maio. “Estamos unidos para ajudar aqueles que estão em situação de vulnerabilidade. E, neste momento tão delicado, reiteramos nosso compromisso com as localidades onde estamos inseridos, promovendo ações de responsabilidade social para minimizar os impactos da pandemia”, afirma Rubens Martins, Diretor Financeiro e RH (Recursos Humanos) da empresa. AS DOAÇÕES Em Americana, foram beneficiadas famílias atendidas pelo Fundo Social de Solidariedade e também os idosos do Asilo São Vicente. Para a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Maine Najar, as doações reforçarão o trabalho da entidade. “Nossa preocupação é muito grande em suprir a necessidade das famílias, especialmente se a situação ficar pior e mais gente perder o emprego. Quero enaltecer a parceria e a iniciativa da Papirus, e agradecer pela confiança”, diz. Em Limeira, as cestas básicas foram doadas para o Fundo Social, para a Associação Comercial e Industrial de Limeira (ACIL) e para o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP). Já em Santa Bárbara d´Oeste, foram beneficiadas famílias atendidas pelo Centro Social Urbano e pela Rede Feminina de Combate ao Câncer. Além das doações de cestas básicas, a Papirus também apoiou financeiramente o Hospital Boldrini, de Campinas (SP), referência internacional no combate ao câncer infantil.
Doação para o Asilo São Vicente de São Paulo, em Americana
A direita, acima, Andréia Paparotti, e, abaixo Maine Najar; ao lado Rubens Martins
Rede Feminina de Combate ao Câncer, em S. Bárbara d´Oeste
Doação para o Centro Social Urbano, em S. Bárbara d’ Oeste
Doações empresariais são um apoio importante durante pandemia
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EM AÇÃO
‘Gás a Preço Justo’ mobiliza petroleiros e já é projeto de lei Campanha deflagrada nacionalmente pelos petroleiros realiza várias ações solidárias na região
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campanha “Gás a Preço Justo”, deflagrada nacionalmente pela FUP (Federação Única dos Trabalhadores, está longe de ser apenas uma ação solidária de apoio às populações mais pobres em tempos de pandemia. A partir dela, os trabalhadores da Petrobrás pretendem mostrar à sociedade brasileira que, além de ser possível, é indispensável que se reduza o preço desse produto indispensável no dia a dia da população. Em Campinas e cidades da região, o Sindipetro Unificado-SP (Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo) tem atuado com empenho na campanha. Centenas de botijões de gás, subsidiados com recursos do próprio sindicato e também por doações, tem sido vendido ao que chamam de “preço justo” de R$ 40. Em bairros mais pobres, o gás é doado. A campanha, também em curso nas demais cidades brasileiras onde
existem seções sindicais dos petroleiros, distribui junto aos botijões alimentos e kits de higiene e limpeza arrecadados em conjunto com um grupo de dezenas de sindicatos de outras categorias e entidades locais da sociedade civil. PROJETO DE LEI A campanha inspirou o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) a apresentar na Câmara Federal o PL (Projeto de Lei) 1482/2020, apelidado de “PL do gás de cozinha”, que propõe a oferta de um botijão de gás de 13kg por mês às famílias incluídas no Bolsa Família e CadÚnico (Cadastro Único), enquanto durar o período de calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19. O PL propõe ainda tabelar o preço do botijão a R$ 40 para famílias com renda mensal de até quatro salários. Este valor foi estabelecido a partir da campanha “Gás a preço justo”, organi-
Reciclar hoje, para ter um novo amanhã.
zada por sindicatos filiados à Federação Única dos Petroleiros (FUP). “O atual preço prejudica o orçamento do povo brasileiro, que é justamente o maior acionista da Petrobrás, e principalmente os mais pobres. O problema é que, hoje, a geração de lucro aos acionistas privados é o princípio norteador da direção da empresa, antes da preocupação do abastecimento nacional”, denuncia o dirigente do Sindipetro-Unificado em Campinas, Gustavo Marsaioli. O valor de R$ 40, explica Marsaioli, foi estipulado a partir de pesquisas do Dieese (Departamento Intersindical
Petroleiros do Sindipetro-Unificado entregam “gás a preço justo” para populações
Há poucos meses, reciclamos nosso posicionamento para Somos Vita. Porque a Papirus é uma empresa que nasceu inspirada na vida e, como parte dela, não para de se reinventar, de se reciclar. Neste momento tão delicado para a humanidade, é hora de serenidade e maturidade, cooperação e ação, sensibilidade e responsabilidade, para que vençamos mais este grande desafio. É hora de reciclar os pensamentos, reciclar as atitudes. É hora de todos unirmos forças para reciclar o mundo e construirmos, juntos, um novo e grande amanhã.
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de Estatística e Estudos Socioeconômicos), com base nos custos de toda a cadeia de produção do gás e também da média histórica de 2001 a 2015, quando a Petrobrás exercia um controle sobre os preços. Para os dirigentes da FUP e do Sindipetro-Unificado, a Petrobrás é uma empresa estratégica, controlada majoritariamente pelo Governo Federal, e tem que priorizar os interesses nacionais, antes dos interesses apenas de seus acionistas. Itens que essenciais à vida, pondera Marsaioli, “não podem ser apenas mercadorias e instrumentos de especulação do capital”.
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PREFEITOS E VEREADORES
Justiça impõe rigor na prestação de contas dos candidatos em 2020 Novas regras exigem atenção especial na contabilidade eleitoral desde o início da campanha
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s regras de arrecadação de recursos e contabilidade eleitoral serão bem mais rigorosas nas eleições/2020 para os candidatos a prefeitos e vereadores. Embora sejam fortes os sinais de que as eleições só ocorrerão em outubro se houver uma redução acentuada dos casos de Covid-19 no Brasil, as regras eleitorais já estão valendo. O prazo para desincompatibilização de futuros candidatos, por exemplo, foi mantido e ocorreu em 5 de junho. No caso das doações de recursos para as campanhas, eles só poderão ser feitos por particulares, seguindo as regras da Minirreforma Eleitoral de 2015 e da resolução 23.553, de 2017, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Mas o cuidado para o qual os especialistas mais apontam que
os candidatos devem tomar nestas eleições é a questão da contabilidade eleitoral. Pela primeira vez, em eleições municipais, a contabilidade será totalmente digital. E com grande rigor burocrático na apresentação e disponibilização dos dados e dos números. “A gestão financeira da campanha terá que ser minuciosa, desde o início, e feita a partir de documentos padrão, já disponibilizados para os futuros candidatos. Neste ano, tudo indica que teremos um número muito grande de pessoas que serão candidatos e candidatas pela primeira vez. Por isso, o cuidado na contabilidade tem que ser amplamente divulgado, e nem sempre ocorre isso dentro dos partidos”, adverte Shalanna Rangel, do escritório Pádua Rangel Assessoria & Contabilida-
de, de Americana. Shalanna lembra que irregularidades nas contas de campanha são uma das causas mais comuns de cassação de mandato de candidatos que sejam eleitos. SÓ PARTICULARES A Minirreforma Eleitoral de 2015 e as regulamentações estabelecidas pelo TSE na resolução 23.553, impedem qualquer doação de pessoas jurídicas para a campanha. E não só limita como também estabelece regras rigorosas de cumprimento para as arrecadações de pessoas físicas. “No caso das pessoas físicas, são estabelecidos tetos, inclusive diários, nos valores doados por CPF. E isso tem que ser contabilizado rigorosamente”, explica Shalanna.
Os próprios candidatos não podem investir recursos próprios que superem 10% do valor do teto de gastos da campanha para o cargo que pretendem disputar. Sobre isso, Shalanna ainda destaca, “deve-se ainda observar os gastos declarados no Imposto de Renda do ano anterior, pois autodoação não poderá superar também 10% dos gastos declarados”. E os montantes destinados pelo Fundo Partidário para as campanhas também são rigorosamente auditados e devem ser discriminados em detalhe na contabilidade eleitoral, com o objetivo de evitar desvios ou utilização irregular desses recursos. “As novas regras dificultam a vida do candidato, mas dificultam bastante, por outro lado, o abuso de poder econômico e democratizam a disputa”, avalia Shalanna.