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Americana e região
RECANTOS DA TERRA
ABRIL | 2021
MULHERES NA PANDEMIA: FEMINICÍDIO E SOBRECARGA DE TRABALHO AUMENTAM
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COM ARTE
Banda CO2 Zero: o engajamento do Rock Ambiental Com pedaladas durante a apresentação, os integrantes do grupo geram toda a energia utilizada
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banda nascida em Santa Bárbara d´Oeste em 2008, interior do Estado de São Paulo, a primeira do Brasil a cantar sobre Mudanças Climáticas e outros temas de fundamental importância para a sobrevivência do planeta, também dá pedaladas ao público. As pedaladas são, na verdade, o quinto elemento da banda, usadas para gerar a energia gasta durante as apresentações. A banda, que toca desde o mês de março com patrocínio da Lei Aldir Blanc, vem promovendo Ações Ambientais com o objetivo de chamar a atenção da população para o planeta Terra. O nome da Banda CO2 Zero é uma alusão ao protocolo de Kyoto, acordo internacional entre os países integrantes da ONU (Organização das Nações Unidas), firmado em 1997 com o objetivo de se reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa e o consequente aquecimento global. Na primeira ação, realizada em 14 de março, a banda abordou o tema Mudanças Climáticas, e lançou um alerta sobre o acordo de Paris de 2015, firmado para reduzir emissões de carbono, mas que após cinco anos não atingiu os objetivos estabelecidos na conferência. Na segunda ação, dia 21 de março, o tema trabalhado pelos integrantes da banda foi a água, realçando o valor significativo deste recurso para o mundo, evidenciado em algumas das letras das músicas que estão no primeiro CD do grupo, “Cantando Ecologia”, lançado em 2013. Algumas das letras focam especialmente a questão da água, como: “Chuva”, “Água que Bebo” e “Roupa Suja”. O CD traz ainda mais sete músicas que embalam o Rock Ambiental da banda composta por quatro amigos: Kleber Amedi, professor de engenharia ambiental e químico (violão e voz), Reginaldo de Oliveira, técnico em informática (violão e voz), Maximiliano de Cillo, administrador
de empresa (guitarra e voz) e José Carlos Armelin, engenheiro elétrico, professor, fundador da banda e baterista. PEDALADAS “Sabemos que para muitos especialistas ainda é difícil engajar companhias e investidores em causas voltadas ao meio ambiente, mas também sabemos que precisamos incentivar negócios verdes o mais breve possível, já passamos da hora de pensar de forma sustentável, temos que criar um elo para a sobrevivência do planeta”, afirma Armelin. E pensando de forma sustentável, antes das restrições do Plano São Paulo, as ações da banda aconteceriam em parques e praças do município barbarense. E, como adepta da economia criativa, a banda decidiu que os instrumentos seriam transportados sobre as mesmas bicicletas que geram eletricidade para os instrumentos, por meio do sistema cicloviário da cidade, ou seja, sem emissão de dióxido de carbono. A banda também se apresentou nos dias 17 e 18 de abril. Nessas apresentações, o professor Armelin ensinou como produtores de shows, eletricistas e outros profissionais podem trabalhar em parques e praças sem a necessidade de utilizar a energia elétrica que muitas vezes não está disponível nestes locais. O projeto é realizado com recursos da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Prefeitura Municipal de Santa Bárbara d´Oeste. Você pode conhecer mais e ouvir o som da banda acessando os canais: https://www.facebook.com/bandaco2zero / @bandaco2zero https://youtube.com/channel/ UCHIrCVyQbNnNqjsUr5zHE5w
Nome do grupo é uma referência ao Protocolo de Kyoto
EXPEDIENTE Edição e Texto: Paulo San Martin, Anderson Barbosa e Véronique Hourcade | Diagramação: Skanner Projetos Gráficos | Redação: paulo.sanmartin@bol.com.br - anderson@jornalrecantosdaterra.com.br Gestor de Anúncios: Geraldo Martins - (19) 98268.9110 - recantosge@yahoo.com.br | Rua Indaiá, 411, Jd. Ipiranga Americana-SP - Fone: (19) 3601.8996
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EM AÇÃO
Combate ao feminicídio tem imp
Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos divulga vídeo da Campan
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SASDH (Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos) da Prefeitura de Americana divulgou um vídeo com orientações à população sobre o combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. A iniciativa faz parte da Campanha #Rompa, lançada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, em parceria com a Associação Paulista de Magistrados e apoio dos municípios. O vídeo tem informações e orientações sobre os tipos de violência e como procurar ajuda. “O objetivo é divulgar e mobilizar o maior número possível de pessoas sobre violência contra a mulher, os direitos, situações de violência, orientações e apoio para que possamos romper o ciclo de violência e o feminicídio. Americana está junto nesta campanha. O isolamento social devido à Covid-19 aproximou o agressor das vítimas, sejam mulheres, crianças e adolescentes resultando no aumento de registros de violência doméstica durante a pandemia. O vídeo é uma
economia
circular A embalagem que fecha um ciclo. Ao chegar na casa do consumidor e ser destinada para reciclagem, ela será coletada por cooperativas e novamente utilizada na produção do papelcartão Papirus. Será então impressa pela gráfica, embalada pela indústria, distribuída pelo ponto de venda e novamente chegará ao consumidor.
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das ações desta campanha”, disse a secretária municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, Juliani Hellen Munhoz Fernandes, que também participa do vídeo assim como representantes de vários órgãos de defesa mulher. O juiz de Direito da Vara do Júri, da Infância e Juventude e de Execuções Criminais, Wendell Lopes Barbosa de Souza, está à frente da campanha de combate à violência contra a mulher em Americana, com iniciativas de unir esforços de vários órgãos para mobilizar a sociedade. Este ano, a secretária Juliani e o juiz Wendell se reuniram para discutir sobre o apoio à Campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica e Familiar, lançada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). NA PANDEMIA Já em 2020, ainda no começo da pandemia, quando os primeiros paí-
ses começaram o isolamento, a ONU Mulheres lançou um alerta mundial, advertindo autoridades políticas, sanitárias e organizações sociais sobre a forma como a pandemia da Covid-19 e o isolamento social afetariam especialmente as mulheres. E isso não só pela sobrecarga de trabalho como pelo incremento dos índices de violência doméstica e diminuição de acesso a serviços de atendimento. No Brasil, segundo o último relatório do Fórum Brasileiro de Segu-rança Pública, divulgado em 2020, os casos de feminicídio aumenta-ram 22% durante a pandemia. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, realiza-da pelo IBGE em 2020, apontou que cerca de sete milhões de mu-lheres deixaram seus postos de trabalho no início da pandemia, dois milhões a mais do que o número de homens na mesma situação. “O documento da ONU aponta que, na história da humanidade, to-
-da crise social atingiu com mais intensidade as mulheres”, observa Simone Mainieri Paulon, psicóloga, professora e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social da UFRGS (Uni-versidade Federal do Rio Grande do Sul), em entrevista ao site de divulgação científica www. comciencia.br. Pesquisa recente realizada pelas entidades Gênero e Número e Sempre Viva Organização Feminista, e disponibilizada em www. mulheresnapandemia.sof.org.br, mostra que 50% das mulheres brasileiras também passaram a cuidar de pelo menos mais uma pessoa na pandemia. E 72% delas, que já cuidavam de crianças ou idosos, afirmaram que a necessidade de monitoramento ou companhia aumentou consideravelmente na pandemia. E 40% apontaram que a pandemia colocou em risco a sustentação da casa, enquanto 8,4% sofreram também alguma forma de violência doméstica durante o período.
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portância dobrada na pandemia
nha #Rompa produzido pelo Tribunal de Justiça e Associação de Magistrados
Iniciativa faz parte de campanha lançada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo e Associação Paulista de Magistrados
Isso não é somente um anúncio sobre prevenção contra a COVID-19, mas também uma declaração de amor Como cidadãos e cidadãs, temos responsabilidades com toda a sociedade. No papel de pais e mães, filhos e filhas, amigos e amigas, podemos demonstrar afeto e cuidado em pequenos gestos. E, atualmente, a maior declaração de amor é se cuidar e cuidar de quem amamos, atuando na prevenção contra o coronavírus e seguindo as recomendações: Respeitar o distanciamento social
Usar máscara corretamente, cobrindo boca e nariz
Lavar as mãos e usar álcool em gel
E só sair de casa quando for realmente necessário
Atitudes simples salvam histórias.
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MEIO AMBIENTE
Papirus amplia rastreamento e reciclagem de papel pós-consumo Iniciativa permitirá gerar créditos de reciclagem e fortalecerá atuação sustentável da fabricante de papelcartão
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Papirus dá início a um projeto arrojado para fortalecer sua posição como a maior recicladora do segmento de papelcartão e cujas atividades estão pautadas na sustentabilidade e na economia circular. A empresa passa a aderir à plataforma da cleantech Polen, visando certificar e catalogar informações referentes à rastreabilidade e origem dos materiais reciclados recebidos das cooperativas e de outras fontes e transformá-los em créditos de reciclagem. Esses créditos serão transferidos para os fabricantes de grandes marcas de consumo (brand owners), que assim poderão atestar seu compromisso com a sustentabilidade e a destinação correta das embalagens, como determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Segundo Amando Varella, diretor Comercial e Marketing da Papirus, a necessidade crescente por mais transparência nas práticas sustentáveis das empresas tem provocado o aumento na procura por papelcartão reciclado, como o Vitacycle, que tem 30% de fibras pós-consumo. INOVADOR “A geração de créditos de reciclagem é um conceito inovador que
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pode ter um forte impacto para impulsionar o mercado de reciclagem e dar o aval de sustentabilidade que as grandes marcas e os consumidores requerem hoje”, afirma Varella. Em geral, a quase totalidade das fibras recicladas utilizadas na Papirus é proveniente dos resíduos pós-industriais gerados na produção das embalagens e no envase nos brand owners. Já o resíduo de papelcartão pós-consumo - ou seja, aquele proveniente da coleta das embalagens já utilizadas e descartadas pelos consumidores finais tem participação menor. “Com o novo sistema, a tendência é o volume de pós-consumo crescer, principalmente porque este modelo soluciona a falta de estrutura de logística reversa de muitas empresas para coletar e destinar os resíduos das embalagens descartadas pelo consumidor”, explica. BENEFÍCIOS O diretor da Papirus destaca que este projeto vai agregar valor não apenas para os brand owners, mas também para as gráficas que são seus clientes e que imprimem as embalagens. “Para os brand owners, que querem reciclar suas embalagens, a compra de gráficas
Créditos serão tranferidos para grandes marcas de consumo
que usam o papelcartão da Papirus, e que atesta a origem das fibras recicladas, é uma forma de atender a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que obriga as empresas que colocam produtos embalados no mercado a neutralizarem, pelo menos, 22% do volume destas embalagens anualmente”, acrescenta Varella. O impacto positivo chega tam-
bém ao consumidor final, graças ao selo da Polen, que poderá ser inserido nas embalagens produzidas e que traz um QR Code por meio do qual é possível acessar os dados que demostram os índices de uso de material reciclado da cooperativa, entre outras informações relativas à sustentabilidade do ciclo de produção e ao ciclo de vida da embalagem.
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BALANÇO
Prefeito destaca nova captação de água nos 100 dias de governo Chico Sardelli também anunciou que a prefeitura zerou a fila de espera nas creches municipais
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prefeito de Americana, Chico Sardelli, e o vice-prefeito Odir Demarchi, apresentaram este mês as ações da administração municipal nos primeiros 100 dias de governo. Eles anunciaram que as 698 crianças inscritas para vagas em creche foram totalmente atendidas pela rede de ensino pública e particular. O chefe de gabinete Franco Ravera Sardelli também participou da prestação de contas. Chico detalhou ações e programas executados pelas secretarias municipais e obras iniciadas na gestão passada e concluídas neste início de ano, como a nova captação de água bruta do Rio Piracicaba, para o abastecimento público. “Não tenho dúvidas de que pelo trabalho e planejamento que estamos fazendo no DAE (Departamento de Água e Esgoto), teremos um abastecimento de qualidade. Sem deixar de registrar a importância de todos aqueles que passaram por esse cargo”, disse Chico. Na área de Educação, Chico explicou que não há mais fila de crian-
Prefeito também lançou campanha para a escolha da árvore símbolo do município
ças para vagas em creche. “Todas as crianças inscritas no cadastro da Secretaria de Educação agora têm a vaga garantida nas creches, graças à parceria com unidades particulares e em entidades assistenciais de ensino”, informou. SÍMBOLO O prefeito também fez o lançamento oficial da campanha para escolher a árvore-símbolo de Ameri-
cana nas redes sociais da prefeitura. As espécies ipê-roxo, ipê-branco, jacarandá e cambará foram indicadas pelos especialistas da secretaria de Meio Ambiente, do Jardim Botânico e do Parque Ecológico. “Este é um projeto que nos traz muito orgulho e alguma alegria neste momento tão delicado da história da humanidade, em função da pandemia”, disse. Chico ainda anunciou a criação do cartão-alimentação destinado
a famílias em situação de extrema pobreza, cadastradas no Cadastro Único, com renda mensal de até R$ 89,00 per capita. O cartão substitui as cestas básicas que já eram entregues às famílias acompanhadas pelos CRAS e pelo CREAS, por um cartão alimentação no valor de R$ 100,00 por três meses. “Será um benefício eventual temporário que vai apoiar quem realmente precisa dessa ajuda”, afirmou.
FLEXIBILIZAÇÃO
DAE realiza desinfecção no Centro Cívico O DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Americana realizou a desinfeção contra a Covid-19 nas pistas de atletismo do Centro Cívico, para que o complexo esportivo pudesse ser reaberto a partir de 24 de abril, conforme decreto do Governo do Estado de São Paulo que permitiu a flexi-bilização de atividades
nesta fase da pandemia. Já receberam o serviço de desinfecção a sede da autarquia, as Unidades de Saúde dos bairros Cariobinha, Jaguari, Boer e São Vito, Terminal, Rodoviária, Hospital Municipal, Hospitais São Lucas, Unimed, Samaritano, São Francisco, velórios, entre outros locais.
Desinfecção foi realizada na Pista de Atletismo do Centro Cívico
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CIÊNCIA
Vulnerabilidade ambiental da Amazônia pode contribuir para novas doenças Pesquisa realizada em 2011 ganha relevância redobrada após surgimento da pandemia da Covid-19 Marlúcia Seixas Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz)/Amazônia
O
surgimento da Covid-19 e todo o contexto de pandemia que vive a humanidade acende o alerta para o possível aparecimento de outras epidemias emergentes e reemergentes que podem ocorrer devido às interferências que biomas brasileiros vêm sofrendo, como desmatamentos e destruição de ecossistemas. Em artigo publicado recentemente na Genetics and Molecular Biology, pesquisadores destacam que a vulnerabilidade ambiental da Amazônia, diante de ações degradantes que o bioma vem sofrendo, é um risco à saúde das populações, especialmente quando traz a possibilidade de
surgimento de novas doenças ou ainda o ressurgimento de doenças antigas, já conhecidas. Intitulado Emerging complexities and rising omission: Contrasts among socio-ecological contexts of infectious diseases, research and policy in Brazil (em tradução livre: Complexidades emergentes e omissão crescente: contrastes entre contextos socioecológicos de doenças infecciosas, pesquisa e política no Brasil), o trabalho foi feito pelos pesquisadores Leandro Luiz Giatti, Ricardo Agum Ribeiro, Alessandra Ferreira Dales Nava e Jutta Gutberlet. Os cientistas, em sua análise, apontam dois eixos relevantes de problematização diante do contexto brasileiro: a necessidade de valorizar a interdisciplinaridade do conhecimento para se entender a emergência e para a adoção
de ações diretas eficazes; e a necessidade de reflexão crítica e de ações de controle sobre o modelo de desenvolvimento predatório aos ecossistemas. DEVASTAÇÃO E CAÇA A pesquisadora Alessandra Nava, do Instituto Leônidas & Maria Deane (Fiocruz Amazônia), destaca dentre os principais fatores que podem contribuir para o surgimento de doenças, “o desmatamento envolvendo processos de fragmentação florestal e a conversão do uso da terra como, por exemplo, transformar um lugar que antes era uma floresta em uma mineradora, hidrelétrica ou plantação de soja ou pasto”. Ela complementa: “a caça de animais silvestres e comércio ilegal também são fatores que podem contribuir para o surgimento de novas doenças e
ressurgimento de outras”. Segundo ela, algumas medidas podem ser tomadas para se evitar uma nova tragédia na saúde pública, e essas providências passam pela adoção de novas condutas políticas. “Proteção aos nossos biomas, parar o processo de desmatamento, e caça comercial e esportiva. Reforçar os órgãos de proteção e ter o entendimento de que a floresta em pé presta serviços importantíssimos à viabilidade da vida no planeta”, alerta Alessandra. O artigo foi publicado na Genetics and Molecular Biology, volume 44, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). Os autores são de quatro instituições de ensino e pesquisa: USP, Instituto Federal de Rondônia, Fiocruz Amazônia e University of Victoria, BC, Canadá.