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Recantos da Terra

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meio ambiente • cultura • ecologia • turismo

Americana e região

RECANTOS DA TERRA

OUTUBRO | 2021

AUDIÊNCIA QUESTIONA LIXO DE OUTRAS CIDADES EM AMERICANA

Lixo intermunicipal é ameaça ambiental para a Salto Grande e o Pós-Represa

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Outubro 2021 | Americana-SP

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DIVERSÃO

A galera do rolimã está de volta Como no primeiro evento, em 2019, antes da pandemia, o encontro deve atrair cerca de 700 pessoas

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abe aquela brincadeira de criança antiga? Que essa geração internet menospreza? Então, eles estão de volta e com tudo: o Segundo Passeio de Rolimã (isso mesmo rolimã) vai acontecer no próximo dia 21 de novembro na Rua Djalma Rogério Cerioni, no São Luiz (próximo a conhecida feira de carros), em Americana. Assim como no primeiro evento, em 2019, antes da pandemia, o encontro deve atrair cerca de 700 pessoas ao local. São saudosistas dos carrinhos de rolimã e também seus filhos. “Em 2019 surgiu essa ideia. Somos um grupo de amigos que gostamos de carrinho de rolimã e voltamos a andar nêles. Foi só postar na internet que a brincadeira virou uma febre”, relata Donizete Faustino, organizador do evento. Segundo ele, o grupo

que organiza o evento é composto de amantes do rolimã que praticavam a brincadeira quando criança. “Nós sempre gostamos de rolimã. É algo muito marcante na infância”, diz ele. Hoje a brincadeira é séria: são mais de 10 patrocinadores para o evento, o qual conta ainda com praça de alimentação e espaço kids. “É muito bacana saber que despertamos novamente esse lado criança nas pessoas. Depois de um momento de pandemia, precisamos nos divertir um pouco”, afirma Faustino. Em um tempo em que tudo se tornou digital e sem contato humano, o Passeio de Rolimã uniu pais e filhos tanto na construção do carrinho quanto no momento de rodar. “Queremos às famílias envolvidas no evento. Esse é nosso objetivo. Unir as pessoas e, claro, nos divertir”, diz o organizador.

Evento atrai muitas famílias e entusiastas da prática

EXPEDIENTE Edição e Texto: Paulo San Martin, Anderson Barbosa e Véronique Hourcade | Diagramação: Skanner Projetos Gráficos | Redação: paulo.sanmartin@bol.com.br - anderson@jornalrecantosdaterra.com.br Gestor de Anúncios: Geraldo Martins - (19) 98268.9110 - recantosge@yahoo.com.br | Rua Indaiá, 411, Jd. Ipiranga Americana-SP - Fone: (19) 3601.8996

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Outubro 2021 | Americana-SP

DE VOLTA À PAUTA

Lixo de outras cidades é ameaç

Proposta de retirada da licença para vinda do lixo intermunici

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região do Pós-Represa, a va na Lei Orgânica. Naquele ano, maior preciosidade am- com o aterro já em pleno andabiental ainda não explora- mento, o então prefeito Omar Nada de Americana e região, corre jar (MDB) encaminhou projeto à o sério risco de ser degradada e Câmara derrubando a proibição e desvalorizada caso o município autorizando a vinda do lixo de fora. O contrato para a construção do mantenha a autorização para que o aterro sanitário ali instalado re- aterro, firmado em dezembro de ceba o lixo de outras cidades. Esse 2018 com a empresa Engep Amfoi um dos principais focos da au- biental, vencedora da licitação, diência pública realizada, em 19 de previa o manejo de pouco mais de outubro, na Câmara Municipal de 64 mil toneladas de resíduos em 12 meses. E, para isso, a prefeituvereadores. A audiência, que contou com ra – que até então descartava o lixo a participação de vereadores e de da cidade no aterro da Estre, em lideranças comunitárias e de en- Paulínia – pagaria R$ 45,83 por totidades que atuam em defesa da nelada. Nos anos seguintes à autorizaregião da Represa do Salto Grande, foi convocada para debater o pro- ção para o recebimento de resíjeto de emenda à Lei Orgânica do duos de fora, o contrato foi várias município, de autoria do vereador vezes auditado. Assim, hoje, a atual Gualter Amado (Republicanos), proprietária do aterro, a UTGR que propõe a proibição de que (Usina de Tratamento e Gestão de qualquer aterro sanitário receba Resíduos Sólidos de Americana), lixo de outras cidades. E isso vale recebe R$ 98 por tonelada e está tanto para o aterro privado já ins- autorizada a tratar 150 mil tonelatalado ou qualquer outro que ve- das por ano. Além disso, para justificar o aunha a se instalar em Americana. mento Até 2019 essa proibição constaanuncio_recantos11x16_Vitalab.pdf 1 23/09/2021 14:54:53da quantidade de resíduos

a serem tratados e também o recebimento do lixo de fora, a empresa responsável pelo aterro se comprometera a construir uma ampla usina, com equipamentos de tecnologia de ponta e capacidade para separar e reciclar grande parte do lixo recebido. Até o momento, isso ainda não foi feito. Todas essas questões foram amplamente discutidas pelos participantes da audiência pública. OS RISCOS O vereador Gualter Amado lembrou que o Pós-Represa é a única grande área de preservação ambiental de Americana e que, a exemplo do que ocorreu com a Estre em Paulínia, trata-se de uma região que pode ser fortemente impactada pelo aterro de Americana. “O aterro da Estre também deveria ser para receber o lixo de Paulínia, mas cresceu e cresceu, passou a receber o lixo regional e hoje impacta toda a comunidade da região onde está instalado”, disse. Para o vereador, o recebimento do lixo regional “causa problemas sérios para o município” como um todo e não só para os bairros da redondeza, pois impacta a rede viária e a estrutura urbana. “Enterrar o lixo de cidades próximas pode prejudicar o patrimônio natural da área do Pós-Represa. Podemos, por exemplo, vir a receber o lixo de Campinas, que são 1.500 toneladas por dia, pois a cidade tem problemas com o aterro Delta e está mandando hoje seus resíduos para São Paulo. O aterro regionalizado causaria também a desvalorização da área da Represa do Salto Grande, pois não teríamos empresas ou outros atrativos se instalando no local. Basta ver como é o entorno do aterro em Paulínia”, explicou. João Antônio Braidotti, que participou da audiência pública como representante do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente, afirmou que “o que foi nos mostrado em 2018 e 2019” no projeto para implantação do aterro, “simplesmente não aconteceu”. Ele lembrou que, além da usina, o projeto previa também a implantação de um sistema tecnologicamente moderno de reciclagem de resíduos eletrônicos. Na avaliação dele, caso tudo isso ocorresse o aterro seria até bem-vindo, pois além de reduzir a carga de lixo a ser aterrada, geraria empregos no município.

A audiência teve a presença de

O líder do Grupo Amigos da Represa, que atua em toda a região do entorno da Salto Grande, Marcelo Mazoca, relatou que até os anos 1970 e começo dos 80 as praias Azul e dos Namorados eram visitadas por turistas de todo o Brasil e até do exterior, que desfrutavam de suas águas limpas e de paisagem extremamente bela. “Com a liberdade concedida aos municípios para jogarem esgoto nas águas dos rios, a Salto Grande se transformou no ‘pinicão’ da região e hoje recebe o esgoto de 18 cidades”, afirmou Mazoca. Para ele, a abertura do aterro a outras cidades poderá ter consequências semelhantes. “A fiscalização não é capaz de garantir tudo. Nenhuma cidade quer lixo. Uma vez aberto o aterro, a ganância começa e a empresa vai querer mais e mais”. Jânio Carneiro de Oliveira, presidente da Iacia (Instituto Assistencial e Cultural Imperatriz Americanense), organização que reúne mais de 2.500 famílias de bairros do Pós-Represa, contou que visitou recentemente as instalações do


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ça ao equilíbrio do Pós-Represa

ipal a Americana é discutida em audiência pública na Câmara

‘Pós-Represa, coração das veias e artérias de nosso desenvolvimento’ O arquiteto e urbanista Victor Chinaglia, ex-secretário de Planejamento e também do Meio Ambiente de Americana e hoje conselheiro titular do CAU-SP e diretor de projetos da Iacia, questionou duramente o destino que pode ter o Pós-Represa com a abertura do aterro para outras cidades. Durante a audiência, ele apresentou um texto onde aponta a importância daquela região e como ela já é essencial para o presente e o futuro do município. Leia, abaixo, a íntegra do texto:

vereadores e também de lideranças comunitárias da região do Pós-Represa

aterro e foi apresentado para ele o barracão onde supostamente será implantada a usina de reciclagem. “Conheço usinas de reciclagem modernas e, com certeza, aquele barracão não é para isso. Disseram que vai ter a usina, mas eu respondi que ‘conversa a gente já teve muita, queremos ver agora a realidade’. Essa tecnologia que dizem que vão trazer é muito cara. Quem entra ali hoje vê que já é muito lixo e se abrir então será absurdo. Se for pra enterrar, vai ocupar tudo ali e muito rápido”, avaliou Jânio. OUTRO LADO O responsável técnico da UTGR, Fábio Zampirolli, explicou que o aterro ainda não recebe lixo de outras cidades e que a implantação da central de triagem – que irá permitir a gestão dos resíduos de forma a diminuir a quantidade de material a ser aterrado – sofreu atrasos em seu processo de licenciamento ambiental devido, entre outros fatores, à pandemia de Covid-19. “O contexto da pandemia acabou gerando um atraso em todos

os processos de licenciamento, mas o local já possui espaço reservado para instalação da usina e nosso objetivo é colocar esse centro de triagem em funcionamento tão logo todas as etapas de licenciamento e construção sejam concluídas”, explicou. Apesar das explicações, ele foi questionado pela vereadora Professora Juliana (PT). “É importante focarmos a discussão na regionalização ou não do lixo recebido no aterro de Americana. O que deve ser priorizada é a questão da saúde ambiental. O que está autorizado é uma quantidade de lixo que é o dobro do que Americana produz, dentro de um aterro que tem uma vida útil de aproximadamente vinte anos, que passa muito rápido. A cidade precisa considerar como vai gerir essas questões ambientais dentro desse período e também depois disso”, comentou. O projeto do vereador Gualter seguirá agora com sua tramitação e será discutido e votado pelos vereadores em sessão extraordinária a ser agendada pela Câmara.

Passados mais de 50 anos, os principais acessos a Americana e suas indústrias são através da Rodovia Anhanguera. A rodovia é hoje um eixo de desenvolvimento saturado, tanto pela falta de áreas como pelo intenso tráfego que a transforma numa avenida, deixando de escoar rapidamente mercadorias e circulação de trabalhadores. As indústrias que ali se instalaram são de produtos de média para baixa complexidade tecnológica, plantas grandes em tamanho e teor de poluição. Exemplos disso são a Suzano e agora o aterro sanitário que veio afetar todo o Pós-Represa. Se pegarmos como ponto inicial a Umecore, na Avenida Florindo Cibin, e entrarmos no que era para ser Corredor Metropolitano, chegarmos à Avenida Nicolau Abdala, passarmos pela Suzano e Goodyear, avançarmos até a Rodovia Ivo Macris e entrarmos em Paulínia pelo maior polo petroquímico do Brasil, até a SP-332, chegaremos à Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e ao maior centro de tecnologia da América do Sul, onde se encontra o Centro Nacional de Pesquisa e o Projeto Sírius. Cerca de 80% desse percurso é marginal aos rios Jaguarí e Piracicaba, que são acesso direto ao porto fluvial de Ártemis, capaz de transportar 18 milhões de toneladas de carga/ano, e estaremos também a 32 km do aeroporto de Viracopos. O que realmente nos interessa agora é resolver o escoamento da produção das indústrias mais tradicionais, através de PPPs (Parcerias Público Privadas). Para podermos usar o potencial desse eixo de desenvolvimento com a indústria de alta tecnologia, que necessita de muita água, pouca área para plantas individuais, não são poluentes, formam jovens trabalhadores e escoam sua produção de alto valor agregado prioritariamente por aviões, características que podem vocacionar Americana a partir da região do Pós-Represa. Mesmo com todo esse potencial na mão, o que vemos hoje é o poder público remendando Nicolau Abdala, a Ivo Macris com dinheiro público. Não inauguramos o Corredor Metropolitano e o trem intercidades não chegará até aqui. O Departamento Hidroviário projetou uma barragem no Rio Piracicaba, em Santa Maria da Serra, e uma linha férrea até o terminal de Nova Odessa para atender o Porto, excluindo novamente Americana. Não temos que achar que o Pós-Represa é o futuro, ele é o presente do planejamento metropolitano que recolocaria Americana no mapa econômico e nos melhores índices de IDH do Brasil.

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Outubro 2021 | Americana-SP

NA ESCOLA E NAS RUAS

Meio ambiente une estudantes em projeto de Educação Ambiental Ações foram realizadas em parceria com o Instituto Educacional de Americana durante o mês de outubro

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ando continuidade às ações de Educação Ambiental, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e o Instituto Educacional de Americana, foi elaborado um cronograma de atividades no mês de outubro para o desenvolvimento de projeto voltado à preservação, plantio de mudas e Educação Ambiental. A primeira ação, realizado em 6 de outubro, foi o plantio de uma muda de árvore frutífera, uma pitangueira, na escola. Os detalhes do projeto foram discutidos, já no início do mês, entre o secretário de Meio Ambiente, Fábio Renato de Oliveira, o secretário adjunto Neto Franzatto, a diretora de Educação Ambiental e Planejamento, Kátia Birke, os líderes do projeto ASA (Auxílio Social e Ambiental), os alunos Luana Varela Vacari, Gabrielli Andrade da Rocha, Giovana e Gabriel Savooia, alunos do 2° ano do ensino médio, e o professor de geografia, Denis Roberto Moro, que inspirou os alunos a desenvolverem o projeto voltado à preservação, plantio de mudas e Educação Ambiental. “Em parceria com o Instituto

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Educacional, projeto ASA, realizamos ações de Educação Ambiental durante o mês de outubro. Foi muito importante a integração do trabalho, a interação e o empenho dos professores e dos alunos para preservação do meio ambiente e das futuras gerações”, disse Fábio. POPULAÇÃO Após o plantio, os alunos em conjunto com a Unidade de Educação Ambiental, seguiram para a Praça Francisco Soares de Souza, localizada na Rua Pará com a Rua Acre, e Praça Pedro Vando, na Rua Pará com Paraná, onde fizeram um trabalho de orientação à população visando a preservação da praça e pedindo colaboração da população para coibir descartes irregulares. As praças também receberam o plantio de mudas no dia 23 de outubro. Os alunos do projeto ASA ficarão responsáveis pelas mudas plantadas e serão chamados de “padrinhos das mudas”. Foram plantadas as seguintes espécies, com as respectivas quantidades de mudas: Ipê branco, Tabebuia roseo alba, 2; Ipê

roxo, Handroanthus impetiginosus, 2; Ipê rosa, Handroanthus heptaphyllus, 2; Ipê amarelo, Tabebuia chrysotricha, 2; Flamboyant vermelho, Delonix regia, 2; Mulungu, Erythrina velutina, 1; Jacarandá caroba royal azul, Jacaranda micranta, 2; Pata de vaca, Bauhinia forficata, 1; Pitan-

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gueira, Eugenia uniflora, 2; Amoreira, Moris negra, 2; Jabuticabeira, Plinia cauliflora, 2; Cerejeira, Prunu serulata, 1; Jequitibá rosa, Cariniana legalis, 1; Sibipiruna, Caesalpinia pluviosa, 1; Abricó de macaco, Couroupita guianensis, 1; Quaresmeira, Tibouchina granulosa, 1.

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Outubro 2021 | Americana-SP

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ATÉ 2030

Plataforma mundial quer plantar e restaurar 2,5 bilhões de árvores Suzano é a única empresa brasileira na iniciativa lançada pela 1t.org e integra agenda do Fórum Econômico Mundial

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Suzano, empresa que é referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, é uma das 20 empresas parceiras do movimento 1t.org no lançamento de um compromisso público para conservar, restaurar e cultivar mais de 2,5 bilhões de árvores em mais de 50 países até 2030. A iniciativa é liderada pela plataforma 1t.org, que visa promover o plantio de 1 trilhão de árvores em todo o mundo até o final desta década e que faz parte dos esforços do Fórum Econômico Mundial para acelerar soluções baseadas na natureza. Ela foi criada para apoiar a Década das Nações Unidas para a Restauração do Ecossistema. O compromisso visa apoiar a evolução das soluções baseadas na natureza e mobilizar a comunidade de restauração global. Para isso, a plataforma compartilha as melhores práticas e promove medidas responsáveis no âmbito florestal e soluções de escala para ter impacto global. ENGAJADA Referência em sustentabilidade e em inovação, a Suzano é a única companhia brasileira a integrar o grupo. “Nós temos como propósito organizacional ‘Renovar a vida a partir da árvore’, por isso, as metas propostas pela 1t.org e nosso engajamento nesta iniciativa estão totalmente alinhados com os objetivos de longo prazo da empresa”, diz Pablo Machado, Diretor Executivo para a China e, atualmente, responsável pela área de Sustentabilidade da Suzano. Um dos objetivos de longo prazo da Suzano, também chamados de “Compromissos para renovar a vida”, é conectar meio milhão de hectares de áreas prioritárias para a preservação nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia. A meta de Biodiversidade da Suzano prevê que essa marca será alcançada até 2030. É com este compromisso que a empresa se une à 1t.org e passa a contribuir na identificação e engajamento de parceiros para este grande desafio. A Suzano, diz Machado, assim

Plantio da Suzano, a maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo

como a 1t.org, entende “que as florestas são essenciais para a saúde do planeta”. Elas são responsáveis por sequestrar carbono da atmosfera, regular as temperaturas globais e os fluxos de água doce, recarregar as águas subterrâneas, ancorar o solo fértil e atuar como barreiras contra inundações. Hoje, a Suzano possui 975 mil hectares de áreas destinadas à conservação sob sua responsabilidade, além de aproximadamente 1,4 milhão de hectares de áreas plantadas com árvores de eucalipto. Por conta dessa ampla base florestal, a Suzano já é uma companhia climate positive, ou seja, além de compensar as emissões de gases do efeito estufa de sua própria operação e de sua cadeia de valor, a companhia remove adicionalmente mais gases de efeito estufa do que se emite. Adicionalmente, mantém compromissos voluntários nesse sentido, contribuindo para a sociedade e para o enfrentamento dos desafios das mudanças climáticas. Suzano, instalada há 97 anos, é a maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil

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RECICLAGEM

Prefeitura descumpre TAC e faltam ecopontos na cidade Prefeitura descumpriu Termo de Ajustamento de Conduta de 2015 e foi obrigada a firmar outro em 2017

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Prefeitura de Americana ainda não instalou os ecopontos para o recebimento de resíduos sólidos recicláveis e também não cumpriu várias obrigações estabelecidas no TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado com o Ministério Público em 2017, ainda na gestão do prefeito Omar Najar. O TAC foi firmado naquele ano, depois que a Prefeitura descumpriu um outro TAC, de 2015, e se viu obrigada a pagar uma multa de mais de R$ 4 milhões. Multa essa revertida para ações ambientais, como os ecopontos, investimento em equipamentos e até campanhas de esclarecimento

da população para o descarte adequado de resíduos. Em uma das ações de cumprimento do TAC de 2017, a prefeitura implantou recentemente o sistema eletrônico para acompanhar o descarte de resíduos de construção, como foi noticiado pelo Recantos da Terra, em sua edição de setembro de 2021. Mas, como lembra o promotor de Meio Ambiente do Ministério Público, Ivan Carneiro Castanheiro, ainda faltam muitas ações para o cumprimento total do TAC. A prefeitura informa que já está agindo para cumprir as determinações.

A prefeitura foi obrigada a assinar o TACCarrapato depois que o Ministério Públiestrela co confirmou a ocorrência de muitos é o transmissor da pontosfebre de maculosa descarte inadequado de resíduos, em muitos casos na margem de cursos d´água, comprometendo os recursos hídricos do município. Por força da lei, é obrigação do município, por meio da guarda municipal, a fiscalização e controle de descartes inadequados. O TAC determinou a instalação de ecopontos no bairro Antônio Zanaga, na Praia Azul, e nos jardins da Paz, dos Lírios, Bertoni e Terramérica. E também a aquisição de equipamentos para o manejo adequado dos

resíduos, com os recursos da multa estipulada pelo não cumprimento do TAC de 2015. O Ministério Público também determinou que a prefeitura deve prestar apoio operacional “às cooperativas, objetivando a inclusão socioprodutiva dos catadores, com fornecimento às cooperativas dos meios necessários à realização do tratamento e processamento de resíduos”. E a execução de campanhas frequentes, inclusive nos meios de comunicação da cidade, com objetivo de informar a população sobre as formas corretas de descarte dos resíduos.

Recantos da Terra motiva estudantes na Anna Peres Reportagens publicadas na edição de junho do jornal Recantos da Terra receberam menções particularmente especiais vindas de estudantes dos quintos anos A e B da Escola Estadual Professora Anna Peres da Silva, localizada no bairro América II, em Americana. Uma das reportagens, “Pandemia impacta também a vida dos animais”, mostrava o aumento do abandono de animais de estimação e também a importante ação de entidades protetoras de animais, como a Apaasfa (Associação Protetora dos Animais de Americana São Francisco de Assis), entidade filantrópica que realiza regularmente uma feira de adoção no estacionamento cedido pela empresa Padovani, de produtos para pets. A outra reportagem, Funcionários adotam animais e alegram dia a dia da empresa” falava da adoção de animais pela diretoria e por funcionários das lojas Luitex. A coordenadora pedagógica Ludmila Rodrigues e a professora Anna Peres da Silva relatam que o Recantos da Terra é lido regularmente nas salas de aula da escola, mas que a reportagem sobre abandono chamou particularmente a atenção dos estudantes, que decidiram escrever as seguintes cartas:

“Prezado Jornal Recantos da Terra, Na reportagem publicada, no mês de junho/2021, sobre o abandono e a redução da adoção dos animais de estimação durante a Pandemia, podemos dizer que, achamos muito importante a divulgação dos dados da quantidade de animais abandonados. Foi triste saber que pessoas abandonam e maltratam animais em todos os lugares do Brasil. No entanto, descobrir que existem associações que são protetoras dos animais em nossa cidade foi muito legal, pois, eles têm uma importante função de cuidar e ajudar os pets abandonados. Sugerimos que o jornal realize mais notícias sobre esse conteúdo, para conscientizar as pessoas para adotar e cuidar dos animais. Um grande abraço, Alunos do 5° ano A, da escola E. E.Anna Peres da Silva “Caro editor do Jornal Recantos da Terra, Gostamos muito da sua reportagem sobre “ Funcionários adotam animais e alegram dia a dia na empresa”, divulgada na edição junho de 2021. Porque com essa iniciativa de abrigos e adoções, nos mostrou o grande gesto de amor e carinho pelos mascotes, dessa forma, motivando outras pessoas a adoção de animais. Entretanto poderia ter uma fala do presidente da Luitex, Durval Lui, e citar quem é o Giovani Vignoli. Agradecemos a atenção, Alunos do 5º ano B, da escola E. E. Professora Anna Peres da Silva.


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