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Revista Domingo (Jornal de Fato) Nº 693

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~

I


e dito r ial

B a i I e deMascaras 10 a nos. II. folld c d r n a v d lescd de M ossoro e d b e rtd ofic'd lmen t e co m II. reah = a~ a o do B a lle o e vento ided h =a do peld columstd so c. al Md n lene P .. ,v a foi c n .. do com a obJeuvo d e r e s9d td r a enc .. ntdmento dos ba' les desd la o . E e m su .. 1 Oaed.~ao o bdile f.. r o um a ho m end g em .. 11.5 b lDCOS de c .. rndval mossoroense. comD as U mbd nd,stds, As C.gd n d s, Cd m d fe u s de axoss •. As C =a r m a s, Ir m a os M e u al h d s e mu.tDsou tros qu e d m m a r am os d nllgos c a rn av a ,s N esta e d.~aD , 0 o ftd lmolog,s td I gor AU a mo f.. la sobr e prob le m a s de V'Sa D com uns durante .. e std~ ao m d is que nte dD dno B .. nho e m .. r e de p.scma. e fd ltd d e h ig ie ne .. d e qUd d a d a " m a os podem es tdr por u os de m fec~6es Dcu ld re s com o a conj u n n v ' te . Ta moom e s t a " e m .. n a , u rn .. co n v e rs a com 0 Tenen te Cice ro. delega dD de seTV,~omih tdr, q ue fala sobre 0 processo de sel e~ ao de Jove n s pdrd 0 mgresso n .. s fDr~ a" a rma das doBrds, 1

ai l e de :lscar a

•

so brea a 10" ed~D dQ eve n to q ueab,,, a folia

Amdd n est .. edi ~ao. um m a t end l comp le to ur .. n do a s prm c'pa .s duvid a " e e s cl a r e c e ndo m,tos sDbre II. u so d e ole os corpora ls N .. enl.revistd d a sem d n a. II. psico lDgd da H d pc lin ic a , An nil. Liv, .. , fd ld sob r e 0 processo de dd" Ptd~ao d a s cr, an~ds no mk io da v.d .. escol .. r E la onen td in clusive como os pa. s e respon s ov e ls podem co n tnbu H com esse mDmenta

m om esca e m Mosso"';.

Al i sla m e n lo M D~I~aado d~ S~ rvic;o Mi b tar ,,,"

du..n <Ia •

• Db .... II. p roc<> ..O d .. _1~Qi.o d "J""~ns para as P<>r<;i" A nn>.<las do B",.. 1.

, I5

R e ce il a Fl l " d~ p~ 'K ~ .. "",, 1ft tafl1lO R""l Bot .. q u rn

• EoU~1o - C&S A»e » c.-... de C«nUnlc .~.io • EoU""'clral- Will;"'" R~"""

• EOU ...... - N.raAndrdw, • 1I_~10- R,ck WAet.mann • Prolo'" lrilco - Au9''' '' PAN d • . ,," .. 10 - C."Iie. De r aI" • R..hlo - G!l.eil enoAmanm e S,e/Jd Scm .

· rotos - Carl", eo"'d. M.,-e"" Gare' d, Ce o.,- Alve< e GlIde Bento

Av. Rio B,...nco. 2200 - Mossoro (RN) Fone", (On84) 332:l-89OOl8909 S !u : ,.."."..debto.com/domin~ E-ma.il: reda.cLo@defLto.com

~~ u C)

J Or n . l d e F . , o I DO M INGO.l · d~ fev ...... rDw, 2015

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con I 0

Vencida pelo n

Envie sugestiies e criticas pam. 0 e_mail' amdUI03 <0 "'I!UI.UJI.

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0

J0

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t<ixl p a rou no endere~o mdlcado M a rlu=adesceu, mdeCIsa Leva n tou os olhos par a a varanda do a partamento doDr Ma caHo, no sexto a nda r, qu isda r m a lS u rn tempo, a pes a r d a hora marc a d a DIHglU -s e it lanchonetech iquedo ladoopostoda rua, pegou urn suco de laranl a NOlte calo renta Abdfa d a Ma rc a r a u rn eneontro com ele. no a p a rtamen to dele , n aquela noite. a Dr Maeario era urn velhote a ll pelos sessenta e mUltos, soltelf.§o urn go=a dor, conforme se d i=, e Mar lu =a s a bla -Ihe mUlto bern da fama de sedutor de mocmhas pobres, a traco de empr ego Er a 0 dono d a b a nea de a dvoga dos de m a ior p r estigw em S" o Paulo, e por ISSO tmha gra n de mfi uimcla nos mews poliucos da capItal Urn pedido seu, urna ordem Muito bomta , Ma rlu=a servIa ernpre go m odesto no escfltono doDr. Ma ca no e, a ssedia d a porele, reslsua-lh esempre a os galantews, mal dlsfar~ando a repu lsa 'ntlrna a nOlo, dlga -se logo de uma ve= a palavra . Urn velhote few , barngudo e c a re<;a . Uma e a ra o b scen a

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Marcara UDl encontro com ele9 no apartamento dele, naquela noite.ODr. Macilrio era UDl velbote ali pelos sessenta emuitos, solteirao. urn gozador, conlorme se diz.

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Valendo -se de sua s armas de sedu~ao, nessa s clfeunstimcias, Dr Maeano c h a mou-a , a Marlu= a , em sua s a la de tra balho , a ofereeer- Ihe u mbomemprego n a Assemblel a Leglsla t iv a A I1mc a ex lgencia era apresen tar-se, no d ia segu inte , a o deputado Orla ndo Paes, dono de sueess ivos m a nda tos, .0 0 longo de m a is de tr inta a nos Cla ro qu e M a rlu= a a ceitou, mdusl v a me n te 0 convlte p a r a cornemo rar com e le, oDr Mac '; Ho, na nOlte daque Ie dla, em seu a pa rta mento doJ a rd im Ame n c a Tena a vIda que sernpre pe dlfa a Deus, Urn a parta mento, urn c a rro , enfim uma vIda sem gr a ndes d ifl -

culda des VIda de gente Da lanchonete , Marlu=a olha v a p a ra a varanda do a p a rtamento, constca ngJ dII., s a bIa 0 que Ihe custaHa esse emprego alem d a sua e a p a eida de Repugna v a Ihe , entre tan to . 0 abn r caminho na vIda , entrega ndo 0 s eu corpa, u m a prasutu ta qua lquer. Havena outros mews de lutar porrnelhorescondi~6es devlda Nosseus o lhos, 0 nso s a fado do Dr Ma c,;no; no seu rnalS intlrno, urn nojo a que nao po dIa reslstlr. Urn tlpo repugnante E com 0 a r m alS deeldido possivel, M a rlu =a pegou urn t ,;m e m andou toea r par a a festlnha de j ovens, de t oda nOlte NoBra=

J o r" . 1 d e F .t o I IXlMIN=, 1. def""""'OCOde 20l~) 3


E ntrcvi~ta

Ann a

L IV i a Soares

"01° dia de , eummomento • em que a cnan~a sai do seu lar para explorarum mundo novo" ..... . AU

a..IllJll

Da Red ... ,. l uroudro4elia'lI1lil.ooll1

a tural de Fortaleza (eE), a psicologa Anna livia Soares de Li ma, 27, da Hapclfnica e da Cllnica Odonto Psico Medica, fala, aseguir. sabre como os pais devem conviv er com afase de adaptaliao dos filhos no inlc io do ana escolar. Ela da d icas de como lid ar com as crises de ch oro n os primei ros dias de aula, sabre a permanEmcia dos pais na escoia, e qual a participa'jao dos deJes nesse processo. A especiali sta fala, tambem. sabre 0 sent imento de culpa dos pais ao de ixar as mhos na escola e que isso atrapalha no pefiOOo de adaptac;ao da criam;a, e ex plica que a crianCja percebe esse soffimento e vai achar que 0 fato de e la ir para a escola eo que esta deixando as pais tristes .

N

J Ot" • Id e F " ' 0

I DO MINGO. 1-

de f"".,.. ......, de ZOOS


E nt r ev ; <;ta

DOMINGO - Quai s i>S preocup a" Oe s principais dOll pais no inicio da vida escolar do filho? ANNA LivIA SOARES - Se " cri an<;" v.u se " daptar, se v " i se soci,,!izar, se vai se " lirren1.llr direito, se" c ri" n<;" 0.0;0 v " i ser "",;tratad", se vai ser bern trM"d" pelos professores. 0 prirreiro di" de "u1a e urn ITDrrento ern que " cr i" n<;" sai do seu lar pdr a explorar urn rrundo novo, comregr"" de adaptd<;ao, corn lirntes, e seu terrpo corre<;" " ser dlVidido . A p a rte afe tiva v "i corre<;"r" ser dividida.

°

QUAL 0 m<Illento ideal de matricular a ern U11lil escda ou creche? PRIMEIRO, res pei1.llr a r"ixa e uiri" da crian<;a. E devido d COndi<;40 de " rrulher precisar uaba]har, a s cri a""as es uio indo cad" vez "",is cedo pdra as escolas, c reches e ber<;';'rios .

man""

CO MO preparar OIl p equenos p ...... o primeiro dia de aula? CONVERSANDO corn a cfl"n<;" , ]evando- a pdr" visitdr a esco]" " n tes de corre<;ar " frequen tdr, co~r"ndo ""'teria] esco]" r j illlto d" cri" n<;" , estirrul" ndo -" a i""'ginar "OITD vai ser flII escola.

°

COMO Iidar corn .. s crises de chOl"o nOll primeirOll di ..s de "ul.. ? CHOROS, gritos, sao ess" s " s ex press6es que se~re " contecem nos prirrei ros di"s de "u1" de cria""as que estao ingressando agora JlII vid" escolar. Ess as c rises sao nor"",is, fazem pdrte do processo de Sepdr" <;40 d " cr i" n<;" corn os pdis e do " rrbiente ern que el a es ui " costllITl1l.d a . Recorrendase encor"j " r " cri"n<;" pdra que e]" poss" enfrentdr esse novo a rrbiente, ressaltdr de for"", positiv " os f" tos e objetos do " rrbiente esco!" r pdr a e]" ir gr"d"tiv"rrente enfrentdndo essa e outr" s situa<;lies que virao . Os p ais nao deve m expr essar eITD<;lies fortes na presen<;" da cr;an<;a, PO'S farao que e]" confirrre que esse " rrbiente MO e urn ]o"a] interessante. P O R QUANTO tempo 0 pili. ou .. miie deve fiear na e s eola? DEPENDE de c" d " c" so. QUllntO maior "pego d " cri" ""a corn os p " is, maior " d ificuld" de que e] a encontr"rio para se adap tdr, mais difici] ser,;, par" se desa peg"r e inves tir esse " pego ern outr" s pessoas.

°

E NORMAL

s entir cuipil .. 0 deixar o filho na eseola? NAo e norma!. E "orrum " Igun:l

pd;S se sent irem "u1p" dos. Esse sentirrento de culpa nao "jud", poi .. " cr; an<;" percebe esse sofrirre nto eva; ach a r que f" to de el" ir pdra " escol" e que est';' deixando os pd;S tr istes.

°

°

Q UAIS OIl impilctOll positiVOll e negatiVOll desse mo[nento de sep ...... ""o entre .. miie e 0 filho? POSITIVO e estirrulo d " utonorna. d autodeterrnna<;ao, e " "r; an<;" " prender a se defender. " prender " quebr" r egocentrisITD. ou sej " , " premier " dividir e " in:l tdla<;ao gr adativa do "luWSITD. Neg"tivo e qlUl.ndo esse vinculo nao COn:legue se r0rrtJer e " crian<;a nao consegue se adap tdr d vid" esco]" r. desenvolvendo si n tomas psicossorndticos.

°

°

Q UAL a importiincia de " man"" manter eontato corn outr.. s de sua idade e outros .. dultos? PARA formar os vinculos necess,;,r iDs p " r" a Sllil vida. p " r" se soci"li z ar, " prender a expressar e defender seu ponto de V;S td, aprender os c0fTlX'rtdrrentos de v " lores, de normas, de atitudes.

°

OS PAIS podem fazer algtlIIliI. eoi.SiI. p ...... iljudar OIl filh os .. se .. daptar meIhOl" " nov" rotin" de .. ulas?

SIM . Tr at"r esse novo ITDrrento corn natur"lid"de, corn a legria , ex a] tdndo se~re os " spectes positivos, deixando claro pdr"" cri"n<;" que , ernbora el a esteja indo p ar" a escol" , el" continua sendo seu fil ho e amado. E irnport"nte os pdis perguntdr sobre " s " tivid"des r e"lizadas na esco;" , rTDStrar interesse sobre que a c ri"n<;" " prendeu de novo. sobre " nov a rotiflll escol" r, sobre os colegas, os professo res .

°

POR QUE illgunlils crian""s demOl'illll b ern Illilis que outr"s p ...... se .. daptar .. escola? POR CONTA do vinculo afetivo mais forte, por " c ri" n<;" apresentdr urn nivel pequeno de soci"liza<;ao corn o utr" s criaru; a s, ou que for" m cr; adas rruJto pres"" , corn rn..lltos rriITDS, barn fic " ndo rn..llto In:leguras nesse novo " rrbiente.

"c,,-

E COMUM

"Igumas crian .."s, dep ois de UIll tempo "daptadas ao iunbiente e sc olar, regredir? NAo e corrum. ""'s e possive!. As vezes, e por c aus" de nud"n<;" s "" configur" <;40 f"rriliar, rrud" """ s de escol" , qua ndo a crian<; a est';' vivendo urn luto ou ate rreSITD rrud" n<;" " ocorridas no a rrb;ente escolar.

Jorn,ld. F.to I DOM!NGO,1.de f"" ..... r Ode 2: c)

5


",

a s c a r a s Em s u a 1 0 8 edic;:ao, evento que acontece S8lnpre uma semana antes do ca rnaval marca a abertura oficial da folia e m Massa ro SUII 10

aedl~aO,

0 BillIe de

fa: porte das fescllrnllvlllescos de M ossoro 0 &Vento Ldeah:ado pel" co1ut

nlSUI

socu~l

Manlene Paiva IIcontece

"empTe uma semana IInt.es do cernaval

e tern como obJeuvo resgllc..ar 0 en,,,ntGmento dos balles de slIlao Manlene PaIVa. que 8 oTlund.o doRe-

Clfe {PEl. nllsceu hnncando com 0 G"lo d" Madrugada e IIsslsundo ao B"l Mos quepelll televLslio Eltllembraque "sena como urn evento soclocultural que en-

VOIVO"11l tad ..

socledade mOSsoroense .. os pernllmbucdnos qUllllq\'lL res idem, II.

no mtUlto de r e sgllUlr e m.mter V1VIl tI

memo" .. dos bon" carndVd'S dos clubes IpLTlmgll e ACDP A ldellh : ddorll do B dll e de Mascaras afirmll q u e os bloeas de S,o.I~o, Os 14etrlllhllS, H I-FI, As C:ilrmlls, Os Umband,stilS, Cilmil fe u de OXOSSI, Sky, Os Morc egos e Umtos outros que embalilrilm 0 periodo mome scO de Mossoro e regl~o e stAo sendo iI for~iI motn: parll o sucesso d es Ul. edl~~o que milrCil os

o,.alde Falo IOO MINGO,1 - de f""",""",de Z015

10 ilnos do balle A pnmalrll ed,~a.o do ""ente ilconteceu no H otel Tharmlls e, lIO longo dos ilnos, oballaerailh:adoem eSpil~osilco­ lhedores e confortavels A 10¡ edl~Ao, como conti! Milnlene PalvII, sera no ReqUinta B uffat, com produ~~o e m<ec;u~Ao da Ma ster Evantos Alem do loeill de reah:iI~~o, 0 BlIrle da Mascarils passou por OUUilS mudiln ~as A .deah:ado ril do ""ento exphcil qua, no Inie.o, II sltuil~aO economIclI de Mos50r6 ara ma.s favoraval


F es l eosdemomo

"Ti nh .. mos urn pub li co fl u tu .. nte cl ... sse A e urn .. dem ... nd ... de p .. trodmos bern m .. IOres. 0 Br.. s,l p .. ss .. por urn .. r e cessao. ou Gonu .. ~iio, Gomo que ir ... m, d e despes .. s e lnvest,mentos mUlto g r .. nde, e, co m ' sso , hcou m .. ,s d,fic il GenOS proced im e ntos Gost ... n .. , por exemplo , de tr .. ~ er urn .. orques u .. pern ... mbuG .. n .. como .. do m .. estro Spoke ou .. do m .. estro FonD. Urn .....1.. do B lo GO d .. sFlores, u m .. s pass,s t .. s do G... rn .. v .. 1 G.. noc .. Q uem s .. be, n os p r ox,mos ... nos? HOJe, estamos feli ~e s Gom .. nos s ..... n ... «iio music .. l, .. b .. nd .. R .. dIO I.. Cl ube , q u e tern urn repenono edimco evolt .. dop ... r .. m .. rG h mh .. s, frevos, s ... mb .. G... n ~iio e axe s", ress .. lta P .. r ... Gomemor .. r os de~ .. nos do B ... ile deMdsc .. r .. s , s er iiohom en ... ge .. dosos b loGOS de s .. l .. o dos .. nos 60 "ImG, .. mos Gom u rn .. pesqms .. n os ... rqmvos de Im .. ge n s do Museu H ist6nco L .. uro Monte Pllho V,s it .. mos G... r n .. v .. lescos Gomo Pehpe C ... e tano, Ch iquinho Du .. ne e .. s nmas Zi lm .. e Zu leide Vien .. de Sil . Contamos Gom u rn .. equlpe bern hac .. n .. , os Gr i... tivosd .... genG I.. Per son .. IM ... rket ing, ... quem , em nome de Jo ~ eildo Rodn g ues, .. g r .. de~o to d ..... produ~ ao d ... s pe ~ ... s p u bhGiuin ... s", Gomenta A responsilve l pelo evento dl~ q u e .. expecta tlV .. par .. 0 mul e e .. m elhor pos sive l, p nnGlp .. lmente po r es t .. r tr ... b .. Ih .. ndo Gom pesso ... s Gomprometld .. s "Ero mldo Peren .. eLI .. ne D .. nt ... s d .. M il ster Ev e ntos pro me t em u rn ...... m bl e nt ... ~ ii o volt .. d .... os g r .. ndes b .. des d e s .. lao . Os fo h 6es dos bloGOS dos c .. rn ...v ... ,s p .. ss ... dos e stiio s e ndo GonVOG .. dos .. n .. ves d ... s r e des soc i .. is e d ... d, vu lg .. ~iio dos coleg .. s d .. Imprens .... m ... rG ... r pr esen~ .. n .. noss .. g r .. nde nOl te Es pe r ... mos, pOlS, que .. tend .. m 0 Gonv,te", f .. l .. . Ne st .. edl~iio< s e rd e nue gu e 0 Tro fe u Chiq umho D u .. ne, Ide .. li~ .. do pelo ... rqm t e to e ... nlsta pl iistiGO C ... rlos C .. reG", que pre ml .. ril tTes G.. tegon .. s ... nim ... « iio, cn .. uvld ... de e be le ~ ... n ... s mdSG ... r .. s e f .. nt .. s i .. s . A b .. nd .. R .. dio I... Clube esui ens .. ,... ndo r e pe rtonovol t .. do ... os g r .. nde s G.. rn .. v .. ,s p ... ss .. ndo por Alceu V ... le n« .. , C" plb .. e Chldete Gom B ... n .. n ... . Tu do prep ... r ... do p .. r .. ... g r .. d .. r .. os fohlles m .. is exi g e ntes as foh6 es qu e n ao qms e rem fic .. r d e for .. d ..... be rtur .. do G.. rn .. v .. 1 m os soroense, que "Go n t eGera nos s ... lll es do Requmte Buffet," p .. Ttn d ... s 22h, pode m .. dqu irir os ... ce ssos (c .. miset .. s e pul selr ... s) no Atelie Filum ... C .. rlos, C ... rme n Steffens no p .. rt .. ge Shopping, M ... rluG e Mod ... s. SOGonmh .. G.. be los e A Fe mmm ..

lorn"de F.,o I DOM!NGO'l ede f""""ei r O de 2; : C)

7


rl lU~.l t~nto

tam bern m erece

a te n

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a 0

Na esta<f80 mais qu e n te d o anD, seus o lhos tambem precisam d e prote<f8o. Especialista ressalta importancia d e m u ita h igie n e e da outras recotn e nda<foes 8

l or". ld e FI I O IOO M1NGO.l¡ def"".,.. ... ...,de ZOlS


durtlnte 0 Verao o especlallstaexpbc tI quetl expos'<ylio aO sol acarreta tllguns rISCOS e onenUl aOS veranlSUlS sobre c;omo se proteger na hora de pagar sol ~Ptlra tI prole<yao dos olhos no Verlio, e mdlspensavel 0 usa de oc;ulos de sol com pro~ao contrtl os ralOS W Esses ralos podem lavar aO desenvolv,menta de pteriglO, aquela ctlrnOSldade no bran co do oiho E ImporUlnte tambem 0 usa de collrlos lubnfICantes nesta epoca, Ja que .. malS comum tI InCldenCltl de con Juntlvltes VlrtllS E preclso ter cUldada Ulmbem com 0 usa do protetar solar para pele. para que ele nao Ca,a no olho e a maqulagem", comenta Amda sobre 0 usa de maqmagem. igor Allamo enftltl::a que a uso frequen te desses produtos pode ser prejudIC ,a l e que os paclentes tiler gicos davem ev, tar 0 usa de mtlqultlgem Ptlra quem USa lentes de cantato. a medICO fTisa que Jam a'S se dave us,; -l as durante os btlnhos de plscina ou banho de mar, tllemde outros progrtlmas tiPICOS dtl eSUl<;ao malS quente o ofttllmo!oglsta ftl: questlio de re,.stllUlr sobre a Import.itnCla de se escolher Oculosdesol tldequtldos PtiTa ele, a aqUlsl<yao de Oculos dave ser fen.ll em Oucas e sempre sohcltar comprovtlnw de c;eruflCa<yaO dtls lentes

urtlnte 0 Verao, mUlto seouve faltlr sobre a lmportimcla de se proteger contrtl os efeltos noclvosdos ralossoltlres Etl mtilOna das pesSOtiS tlposUl em umtl hsUl de produtos e hil.bltos pen, g",r",nur '" pro~ao Mtls, nao btlSt4 mvestlr "'penas em um bom prOteLOT soltlr, em umtl ahmenUl~ao m",'s leve e mUIUl hldrtlttl<;ao, ImporUlnte adotar CUldtidos ptlrtl mtlnter tI stludedos olhos SegundOeSp8CltlIISUlS, neste pariodo e Importante ume proteo;ao tldequ",d", para se prevemrcontr'" os "'gentes agressores. pnnclptllmente par'" as passoas

e

que usam lente,. de canUlto. aSSlmcomo mmUl hlglene da s milos o otUllmologlsUligor Allamo, doH",p,,,da Saude, em c;onversa cOm a reporUlgem de DOMINGO. paS50U uma sene de rBComenda~Oes que devem ser segUIdas para evlUlr problemas comuns durtln~ a esta~lio ma,s quente do ano ~E ,mportante ressaltar 0 eKcesso de btlnho em p,,,,mas e nO mar, a pnmelTa tem doro, eo mar. na rmllona das ve:es, agutl poluida. que pode levar a mflama~oes elou mtec<yoes oculares" , ",/irma o mool(;o tnsa que as c;nan<;a5 540as ma,s atmg>das pelas mtec<yOes oculares

lora.,d. F .,o

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I DOMINGO. 1· de'ev ....... ro d..

24 )

9


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It lie '1 1 e-n I O

tOlmnnti Olhos vermelhos. coce"II.. lacnme)II.mento. Lnch<l~o e secr""Ao sao slntomll.s tiPICOS de conJunUvlte . umll. mflll.mll.~ao da membrll.n<l que reve ste grll.nde pt\rle dos olhos A agu<l de plscma e do mll.r COn tammada pode facil lUlr 0 contitglo. mas como exlstem dlfe rentas tJpos da conJunuvlte. urn ofUllmologlsUl d8"\la ser 58mpre consultado. <I fim da se estIlbelecer umdl<lgnosucocorreto e urn t.rll.tamento II.dequ<ldo <I cada upo da conjunUVlte As conjunuvltes iIlergIcII.s ge'II.lmante ocorrem nos daIS olhos a afatllm pas_ SOliS predlsposUls II iIlergIllS. ou sa) II. que tenhllm bronqulte. flmte e lltop'as (que slgmficllm urn conJunto de afec~Oes alarglcas. caracteri:<ld<lS por In fl uen"a heradltllna) Os Sin tom <ls sao coca"II.. o lhos varmalhos e Lnchado" e secr""ao mucosa Essa upo de conJunUvlta nao a contIlgloso a as C<lUS"S da al erg,a davem sar ldantt flclldas e pronUlrnenta II.fll."tadas As conjUnttvItes InfecCIOSII.S sao geralmante cllu!;ad<ls por virus a bactenas A contamma~ao se dii prmclPlllmente pelo contaLOdlfeto. como pelll." ma-osou ata mesmo em pIsc,n<l" e nil. iiqua domllr Os smtomas podemv<I"ar dall.cordocom o agantecausador E mbora saJII. umll.doan~a de fitell tr<lUlmento. sa nao UII.tadll.s adaquadamenta . podem a .... da)xar saqualas. com o cic<lt,,: es n a cOrnaa. qua dlmm u em a visao d<ls peSS04S Os Slntomas clitss)cos sao olhos vermalhos. cocalra alacnmej<lmento. seer..,ao mucosa ou a .... meSmo purulenLa Alguns habItos. como lII.vII.. 11.5 mAos sempre. nao co~ar os olhos. nAo dlVldlr objetos pessoals como mll.qmagens e Oculos tljud<lm <I prevemr II. mfec~Ao por eS58S mlcro-org"m smos 0 o fttl lmolog lStll dave ser s empre consulUldo partl eSLabelecer Urn d!agnosllco corrato e urn tratllmento e "co mpanh "mento tldequtldos a cada up<> de conjunuv!,a

•

)) lu •• " en , i "a111.' iullll ... h e.., ...lrIJu

J

fin.

0ntJ.) JO,nOld< FOIO

IOOMINGO.1·defw.....,."de Z01 5


Delegado de Servi<;:o Militar, Tenente Cicero, tira duvidas sobre processo de sele<;:iio de j ovens para For<;:as Armadas do Bras il nualmente. rnllhllresdeJovens procu.amo servl~O mlllUlr hr<'lI o.hswmento rnlhtar ohngllt.Ono No enUllnw. munos, eli! mesmo por falUl de mformll.-

o processod" 581...,40 p<lr40 mgressonas

for""" ... mad"", DOMINGO procurou a JunUl de S e rv,,,o MIIL1.... r em Mossoro e conversou sobre 0 ""5unto COm 0 Ten.nUI Cicero, que e d e legadode servl"o ml-

tj40, lernern III chegada da m"'londo.de

hlll.r

JusUlmentepelo fatode teTem quep.'lssar

ImcHdme nte, 0 Tene nte ~phcou que .. dll14de dhsldme nto it 0 1" semesue do .. no 11m que 0 Jovern compleUi 18 IInos

por e"sa expenencla Na tentauva de escl .. recer II esses Jovens como funclon"

J O . ft. I d. F â&#x20AC;˘ 10

"Mesmo que eSleJovem f ...... anLve rsano epenas no segundo sem.SUII, ele dave se dmglT entre lanelrO e Junho ... JunUl de Servl"oMlhUlr doseu mumc:ipio e fa:.r sau IIhSUlmento". enfdu::a Segundo 0 de!eg",do, ", nu ", lmente, em Massaro sao reah:",dos cer(;ll. de 2 mil ahSUlmentoS. no enUlnto, a Tlrodll GueTr", form", "'pen",s um", turma. dll 100 ",u -

I DOM! N GO, 1" d<tre.. ..... rod<t 2015

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'I'lr. .. &uerra i .,enu 1I0l1 ..., termu "1nCr... e IW re~u Inn....u .. TE NENTE ciCERO Deleg&doo doe Se",,~c Mlh....

nldores, patente do reseTVISto. formado nO TG Ao longo de seus 104 anos, 0 TG Mossoroenseformoucerca de 10mli auradores, com forma~40 baslca mlhto.r de urn soldlldo De acordo com 0 que exphca 0 Tenente Cicero, no momento do ahSUlmento, o slstemll Jil dlspens a grande parte dos Jovens e 0 resto.nte concorre it. sele<;,"-o para as loovlIgas exlstentes Entre os Jovens dlspensados est.o.o aqueles de baLXa e scolandade e os que morllm na =ona rural da cldade No enuonto, lIpOs 0 ahstamento, todos devem comp.o.recer it. Junta de 5eTVIGo M,hto.r, em d .. ta lIgendada para reeeber 0 ceruf,c .. do de dlspensa, ou segulr para outras etap.o.s do processo, com a r"h=a<;40 de ex:ames mechcos e entrevlsto.s Os lIurlldores que concluirem a for_ ma<;,"-o reeebem 0 certlflcado de reserVISta e deve se apresento.r durante cmco

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Ind,E .Uu lit ••II.ri. ,If.." u. 1., ... I,..n, .. I... 'a rra~ lit ....11.... anos para c.. nmba -Io 0 Tenentelembra que mesmo os Jovens que receberllm 0 cflru flCado de d.spensa por exCflSSO de contongente, em " ..so de gue ...., podem ser convcx; .. dos "MUltoS Jovens tem re<:e.O de serv.. ao ExerClto, pnnClpalmente por serem amd .. mUlto ,maturoS MUltos se apresenUl.m par .. 0 alistamento acomp.o.nhadospeiospa.s M..sagr.. ndema,on .. quer seTVIr 4sFor~asArmad"5 E como tamos cllm v .. gas por ano, s6 e selecionado que tem esse deselo E cl .. ro que qu .. ndo nllnhum quer, temos que escolher os 100 pela quesu;o da obngatonedade Mas, 11m Mossor6, tem essa " .. r .. cteriStlCII, coloc .. mos quem quer SeTVlT" , ex:phclI o Tenentll tamb9m ascl .. rece qUII quem n'"-o se .. hstou no pra=o determlnado deve procur .. r a Junta de SIITVIGO M,htar do seu mumciplo e regulan=aT sua Sllu,,~il.o "E,mportante fTl""r .. necass,dllde dll passa. po. ted ..s as etapas do processo dll "hstamento E v .. le ras""ltar que algum"s IImpre""s nil.o querem "ontratar os Jove ns qu e "md" nil.o concluirllm 0

I DOMINGO, 1-

de f"""" ... co de ZOOS

processo por r8CelO de qUII as atlvldades no TG poss am mterfenr no hor4Tlo de trabalho, mas 0 hOr4Tlodll mstTUGil.o dOlO auradores Eo IImre 5h II 7h da m .. nhil., para nAo a\.rapalhar a rotln" dll tr ..""iho nem a de estudos do JOVllm", comenta o dllillgado tamb9m afirm" que 0 TIro de Guerra Eo apenas um .. das formas de mgresso nas for~as Armadas do Br .. s ll, J4 qUII 8XIstllm Ulmb9m co ncursos publIcos para dlfe rentes nlvlI's de formaGAo, como 0 IInSmO fundamental, en smo macho e nivel superIor 0 Tenente Cicero amda aflrma qUfl alguns Jovens, ap6s serVlTem no Tiro de GUll"", procuram 0 concurso pubhco, normalmente, de nivel superIor, p"r" segUlr c .."elT" nIls forGas armadas, J4 que no TO os .. tlradores nAo podem estender lOU" perm,,nan"a apbs a form"GAo Em relaG40 it. expenanCl" "dqUlnru. durante 0 seTVIGo m,htar, 0 Tflnllntll e nfatl:a a conqulst.a de Importantes Vlolores como vIVan"a em grupe, companhll'TlS mo, cem"rad"gem, reSlst,;n"", cor4 gem, entre tantos outros aprendl="dos que 0 Jovem levar4 par"" v,d"


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lorn,ld. F.to I DOM! NGO,l. de f"".,.. ... r ode ~ O~)

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P e l t> a \' c ludada escolh .. de urn born oleo f .. = rn .. r ..v,lh .. s pel .. su .. pele M .. b.", hidr ..Ul~ ;;:o e lurnmos,d.. de s Ao .. Iguns dos benefk ios conqUls Ul dospelo usocontinuodo produ to. 5e por .. Igurn rnot,vo 0 oleo corpor ..1 .. md .. n Ao estd p resente n .. su .. rolln .. de cUld .. dos d'd TlOS, chegou .. hor .. de rever os seus conceitos e ler urn .. pele mCrlvel Pens .. ndo ni SSa , u rn .. d .. s rn .. iores ernpres .. s d .. mdu s t rI" br .. sIle,r .. de cos rneticos desenvolveu urn oleo corpor .. 1 lde .. lp .. r .. 0 cuid .. dod .. pele N .. tur .. 5eve Oleo Desodor .. nte Corpor ..1 Lu= do Sol F d c,1 de .. phc .. r e r .. p,d.. rnente .. bsorvido pel .. pele, 0 oleo corpor ..1 delX .. .. pele h idr .. Uld .. , rn .. c, .. ecorn toque ..velud.. do, rnesrno nos d ,.. s rn .. ,s quentes. E nrIqueGldo com oleo de .. rnimdO<l.s, o .. rom .. POSSUl urn .. combin .. ~Ao refresc .. n te de no Uls .. romat!c .. s de s .. id .. de per .. , m .. nd .. nn .. , fr .. mboes .. , gr .. pefruit e d .. m .. sco. As noUls de corpo tr .. =ern urn toque delic .. do e leve d fr" grimc, .. , e .. s noUls .. m .. d e , r .. d .. s fm .. h =.. m ess .. com posi~ A o 0 conJunto produ = urn .. sens .. ~ A o vlbr .. nte de refrescimc, .. e fernm'h d .. de, .. h .. d .. d leve =.. do produto "Os oleos lkm urn .... ~ Ao odus,v .. , re du=mdo .. perd .. de agu .. d .. pele e de, x .. ndo urn toque ..velu d .. do A lguns tern urn toqu e bern su .. v e, dependendo d .. compos,~ ;;: o e do tlpo de oleo , ",s .. ndo rusic .. mente d m .. cie= e it perfum .. ~;;:o" , explic .. F la", .. Addor, derm .. tolog,sUl e d,retor .. d .. Soc,ed.. de B r .. sIlelr" de Derm .. tolog, .. Me srno sendo urn produto poderoso, mUlUl gente delX .. 0 oleo for .. do necesS.. lre por .. cred' Ul r em u rn .. SerIe de rn, tos M .. s sera q u e todos os f .. tos sAoverd .. deiros mesrno? Tire su .. s duv id .. s .. b .. ,xo e .. dote a oleo corpor ..1 como a melhor .. m'go d .. s u .. pele, de urn .. ve = por tod .. s.

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I OOMINGO,l¡d~ f""er ...co m, 2015


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I DOM1NGO'lOdef""''''eirOde 2: C)

15


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Revista Domingo (Jornal de Fato) Nº 693 by Portal Academia do Samba - Issuu