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Sociedade do Conhecimento Prof. Dr. Manoel Joaquim Fernandes de Barros Doutor em Educação UFBa/Université Montreal Mestre Administração UFBa Especialista em Administração UNIFACS Bacharel em Administração UNIFACS Tecnólogo em Processamento de Dados UNIFACS

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Sociedade do Conhecimento ► ►

Demarcação socio-comunicacional de Hebert Marshall MCLUHAN Proposição socio-tecnológica de Manuel CASTELLS

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Demarcação socio-comunicacional MCLUHAN, Hebert Marshall

► ►

A necessidade epistemológico de demarcação de objetos A demarcação de McLuhan  Os meios são as mensagens,1960  A Galáxia de Gutemberg, 1962  Os meios de comunicação como extensões do homem, 1964

Evidências das proposições de McLuhan na contemporaneidade 3/21


Os meios de comunicação como extensões do homem, 1964 ► ►

Conceito de pré-história Sofisticações da oralidade  Discurso, poesia e música

Alfabeto  Mensagem e sujeito

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A Galáxia de Gutemberg, 1962 ►

Séc XX – comunicação auditiva e visual  Metalinguagem que impressiona mais sentidos  Fim da mente tipográfica

Substrato tecnológico cria o conteúdo da cultura do virtual real  Experimento radiofônico de Orson Wells

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Os meios são as mensagens,1960 ►

WWII  Mídia/Sociedade de massa  Ação social nacionalista alemã  Ação concertada do controle governamental e do oligopólio empresarial

Controle social pelo substrato tecnológico  Resolução de imagem  Mídia unidirecional  Supraideologia no entretenimento 6/21


Demarcação socio-comunicacional MCLUHAN, Hebert Marshall

Evidências das proposições de McLuhan na contemporaneidade  1970 - explosão da comunicação ► Atividade

de consumo de mídia só perde para o trabalho

 Nivelamento do conteúdo WASP ► Sexo

e violência

 Mensagem fora da mídia não alcançam inconsciente coletivo ► Valores

religiosos

 Sistema de feedback entre a Mídia e a Cultura ► Valores

dos folhetins televisivos

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Proposição socio-tecnológica de Manuel CASTELLS ► ►

Transição entre substratos tecnológicos Constituição do substrato tecnológico  Indução estatal  Arquitetura  Consolidação

Sociedade do Conhecimento    

Raízes da contracultura Impactos sociais Comunidades virtuais Inflexão tecnológica ►

Reflexos em forma e conteúdo

 Novo sistema de dominação 8/21


A Sociedade em Rede, 1999 ►

Transição entre substratos tecnológicos (1/2)  1980 – entrada da TI na mídia ►

Descentralização, diversificação e adequação ao público alvo  Reprodução de jornais fora de sede

Aldeia global x domicílios sob medida  Videocassete e filmadoras na geração das suas próprias imagens

Produção global e distribuição local  Transmissão local e multiplicação dos canais de TV

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Transição entre substratos tecnológicos (2/2) ►

1992: Sociedade de massa – sociedade segmentada    

1 bilhão de aparelhos de TV Conteúdo mais comercial e oligopolista Continua a unidirecionalidade Sem interação

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Constituição do substrato tecnológico (1/4) ►

Indução estatal  Sistemas de comunicação interativa emergentes  1978 – Minitel – França ► Minitel

x Catálogo telefônico ► La messagerie rose

 Pouca capacidade de comunicação horizontal ► Fracasso

dos videotextos no mundo

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Constituição do substrato tecnológico (2/4) ►

Arquitetura  1990 – A rede das redes  Concepção ► Estratégia

militar ► Cooperação científica ► Inovação contracultural

 Guerra fria ► Pacotes ► Inteligência

distribuída ► Universalidade da linguagem digital ► Comunicação horizontal global

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Constituição do substrato tecnológico (3/4) ►

Consolidação da teia de alcance mundial  1969 – DARPANET e Comunicação – UNIX ► UCLA

– Comunicação entre pós-graduandos e docentes

 1978 – Modem - Universidade de Chicago – Hackers  1979 – Xmodem e USENET  1983 – Codificação – TCP/IP ► Custos

das tecnologias = preço de transmissão

 1989 – BBS – Praça da Paz Celestial ► Netiquette

e spam para uso não comercial

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Constituição do substrato tecnológico (4/4) ►

1990 – Privatização – Fundação Nacional de Ciências    

Processo comunicação Espontâneo Não organizado Diversificado em qualidade e adesão

1992 – Mosaic  Comunicação individualizada e interativa  Fonte da rede – universitário

1995 – Processo Kevin Metnick

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Sociedade do Conhecimento (1/7) ►

Raízes na contracultura  Arquitetura aberta evita controle comercial e governamental ► Homebanking

x Internet Banking

 Informalidade e capacidade de autoregulação  Penetrabilidade, flexibilidade e interatividade gerando descentralização multifacetada

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Sociedade do Conhecimento (2/7) ►

Impactos sociais  1994 ► ►

gasto com PCs ultrapassa de TVs A rede não é um meio de comunicação geral pois tem menos penetração que a grande mídia

 Japão ►

Uso mais no trabalho e situações correlatas Perfil acima do poder aquisitivo médio, empregado em horário integral, solteiro, 24 a 36 anos, homem, trabalha em educação ou ciências exatas

 Privacidade ► ►

Trabalhadores de status reduzido e grupos sociais oprimidos Isomorfismo simbólico dos processos de trabalho, casa e entretenimento atrapalha situação institucional e códigos de comportamento

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Sociedade do Conhecimento (3/7) ►

Comunidades virtuais  Aldeões eletrônicos e multidão transitória ► 1ª

aplicação – correio eletrônico ► 2ª sexo

 Elasticidade social da tecnologia ► Pessoas

moldam a tecnologia a suas necessidades reforçando padrões sociais preexistentes ► Aumento do cosmopolitanismo e globalização reforçando a coesão social da elite

Alpha World 1996 17/21


Sociedade do Conhecimento (4/7) ►

Inflexão tecnológica (1/3)  1990 – Multimídia  Estado ► EUA

– Information Highway ► Brasil – privatização

 Área privada moldou o investimento ► Sistema

eletrônico de entretenimento retomando a ideologia do lazer ► Parques temáticos em realidade virtual com nobres objetivos mas materialização medíocre

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Sociedade do Conhecimento (5/7) ►

Inflexão tecnológica (2/3)  Reflexos em conteúdo ►

A mensagem está evoluindo menos que o meio  Commoditização

Tensão entre o infotenimento e a necessidade de comunicação pessoal  Centralização da casa e individualismo  Pessoas individualmente conectadas a seletos mundos audiovisuais

os meios absorvem as culturas  Babá eletrônica  Karaokê

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Sociedade do Conhecimento (6/7) ►

Inflexão tecnológica (3/3)  Reflexos em forma ► Diferenciação

os usuários

social e cultural com crescente estratificação social entre

 Horário nobre é o meu horário nobre  Interagente e receptor de interação ► Integração

de todas as mensagens num padrão cognitivo comum através da captação da maioria das expressões culturais em toda a sua diversidade

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Sociedade do Conhecimento (7/7) ►

Novo Sistema de Dominação

 Não há separação entre a realidade e a representação simbólica, e a experiência real não codificada não existe  A realidade é totalmente adaptada na composição de imagens virtuais, as aparências se transformam na experiência adaptada à lógica da comunicação horizontal multinodal

 Batalhas culturais ► Poderes

tradicionais enfraquecem o seu poder simbólico a menos que ocorra recodificação

 Espaço de fluxos

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Sociedade do Conhecimento  

apresentação

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