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Plano Estratégico Umane 2027-2031_Síntese Executiva

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COMO VAMOS CHEGAR LÁ?

Definição de objetivos estratégicos e estratégias de atuação

Foram elaborados seis objetivos estratégicos, três finalísticos e três habilitadores, concebidos para orientar a atuação da Umane ao longo do ciclo 2027–2031.

Por fim, esses objetivos foram desdobrados em vinte e cinco estratégias, responsáveis por definir os caminhos concretos para o alcance da ambição estabelecida.

Consolidação do Plano Estratégico

2027 – 2031

Onde Estamos?

Diagnóstico e identificação de desafios e oportunidades

Se o planejamento pressupõe a capacidade de situar a organização em meio às transformações, a leitura do ambiente externo torna-se um exercício fundamental de análise estratégica, necessário para compreender os fatores, dinâmicas e tendências que influenciam e moldam o contexto de atuação da Umane.

Trata-se, portanto, de um esforço de interpretação visando reconhecer os grandes desafios estruturais e os movimentos de mudança que tendem a moldar os futuros possíveis.

O ambiente externo pode ser analisado à luz dos desafios que conformam a realidade e dos grandes drivers de mudança que a reconfiguram de forma contínua. Estes, não apenas alteram o presente, mas também dão origem a novos desafios, muitas vezes simultâneos, interdependentes e de difícil previsão.

Esse conjunto de tensões compõe um cenário complexo, no qual convivem novas necessidades e agravos persistentes. É diante desse quadro que a Umane precisa posicionar sua atuação de forma seletiva e estratégica.

O campo da saúde pública é, por natureza, um sistema dinâmico e em movimento permanente. Os desafios não se sucedem de forma linear, mas se acumulam. O que pressionava o sistema há vinte anos ainda pressiona. A ele se somam novos fenômenos. O resultado é um campo em constante reconfiguração, que exige leituras de contexto cada vez mais atentas e frequentes.

Percepção de um dos entrevistados sobre o Sistema de Saúde e seus desafios.

Para que essa visão se concretize, é fundamental estabelecer metas vinculadas aos qualificadores da visão de futuro para traduzi-la em objetivos mensuráveis.

As metas mobilizadoras explicitam a grande transformação com a qual a Umane está, de fato, comprometida e aproximam a visão de futuro de referências concretas, capazes de traduzir e quantificar, de maneira mais perceptível, o sentido das transformações desejadas.

A meta mobilizadora deve ser compreendida como um farol, e não como uma previsão exata. Ela não pretende estimar com precisão o valor que será efetivamente alcançado em 2036; expressa, antes, uma aspiração, o patamar que a Umane julga relevante perseguir para orientar e mobilizar o esforço de todos os atores envolvidos.

Por isso, o valor proposto é um ponto de convergência, e não uma cobrança idêntica para cada território. Ele sinaliza a direção para a qual a média dos territórios apoiados deve caminhar, funcionando como mensagem clara e mobilizadora, e não como exigência de que todos alcancem exatamente o mesmo número.

ATÉ 2036, NO CONJUNTO DE TERRITÓRIOS

APOIADOS PELA UMANE:

Reduzir em 40% a taxa de mortalidade prematura por doenças cardiovasculares e diabetes

Reduzir em 30% a taxa de mortalidade infantil a cada mil nascidos vivos

Reduzir em 40% a taxa de mortalidade materna a cada 100 mil nascidos vivos

FINALÍSTICOS

CRIA CAPACIDADES QUE QUALIFICAM A GESTÃO DO CUIDADO

Apoiar o fortalecimento das capacidades técnicas e institucionais necessárias para que a APS exerça plenamente seu papel de coordenadora do cuidado

MELHORA ACESSO E QUALIDADE DO CUIDADO

Ampliar o acesso, a eficiência e a qualidade da saúde, tendo a APS como coordenadora do cuidado com melhoria consistente dos indicadores de atenção à saúde

HABILITADORES

ESCALA SOLUÇÕES

Escalar iniciativas com potencial transformador, ampliando seu alcance e impacto sistêmico

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Visão de futuro

2 5

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INFLUENCIA O SISTEMA

Gerar mudanças concretas nas políticas e agendas de saúde por meio de advocacy e comunicação estratégica

4

DECIDE COM QUALIDADE, AGILIDADE E EFICIÊNCIA

Operar com governança mais ágil, integrada, eficiente e orientada à entrega de resultados

MEDE RESULTADOS, DESEMPENHO E IMPACTOS

Aumentar a efetividade da carteira de projetos, com maior alinhamento estratégico e mensuração clara de resultados

MELHORA O ACESSO E A QUALIDADE DO CUIDADO

1. Apoiar o desenvolvimento, a implementação, a sistematização e a escala de modelos de organização dos processos de trabalho e das linhas de cuidado, com foco em saúde materno-infantil e doenças cardiovasculares e diabetes;

2. Contribuir para a organização de redes regionais de atenção à saúde que integrem a APS à atenção especializada e hospitalar;

3. Apoiar o uso qualificado de dados, inteligência artificial e soluções digitais com foco na ampliação do acesso, eficiência e qualidade nas redes de atenção à saúde.

CRIA CAPACIDADES QUE QUALIFICAM A GESTÃO DO CUIDADO

4. Apoiar e escalar programas de atração, formação, retenção e reconhecimento de lideranças do SUS;

5. Fortalecer e institucionalizar a cultura de uso de dados e de monitoramento e avaliação através do fomento a ferramentas e disseminação de conhecimento que qualifiquem as decisões e alocação de recursos do sistema de saúde pelos gestores;

6. Fomentar iniciativas que aportem métodos de governança, planejamento orientado a resultados, uso de evidências, tomada de decisão baseada em dados e gestão de equipes no núcleo central das Secretarias Estaduais.

7. Fortalecer as capacidades institucionais e operacionais dos implementadores nos territórios, atuando como articuladora e integradora entre poder público, sociedade civil, lideranças locais e da saúde

8. Fomentar a produção e a disseminação de estudos e evidências sobre temas inovadores e emergentes para subsidiar políticas e intervenções e ampliar a adoção de soluções efetivas e estruturantes.

INFLUENCIA O SISTEMA

9. Fomentar a institucionalização do advocacy nacional em saúde em coalizão com organizações do campo;

10. Estruturar uma agenda de advocacy com foco em temas de alta relevância sistêmica, direcionada aos atores com poder de decisão e operada preferencialmente por meio de coalizões e apoio ao advocacy de parceiros;

11. Produzir, sistematizar e comunicar conhecimento que subsidie o debate sobre políticas públicas , ampliando a capacidade da Umane de pautar e influenciar decisores e formadores de opinião;

12. Desenvolver capacidade de comunicação estratégica segmentada por público traduzindo evidências técnicas em narrativas compreensíveis para gestores, mídia especializada e sociedade civil.

DECIDE COM QUALIDADE, AGILIDADE E EFICIÊNCIA

1. Aprimorar e simplificar o modelo de governança com revisão das instâncias, perfis, competências, responsabilidades e funcionamento entre associados, conselho, comitês e equipe executiva;

2. Atrair, engajar e reter associados , promovendo a comunicação interna e maior alinhamento sobre estratégia, prioridades, participação, resultados e critérios de atuação da organização;

3. Formalizar e sistematizar processos críticos de gestão, fortalecendo a gestão do conhecimento e a continuidade institucional;

4. Adequar a capacidade operacional da organização à ambição estratégica, com ganhos de eficiência.

MEDE RESULTADOS, DESEMPENHO E

IMPACTOS

1. Revisar e consolidar a carteira de iniciativas à luz das prioridades estratégicas, assegurando maior foco e coerência sistêmica entre os projetos apoiados;

2. Aprimorar os mecanismos de escolha, acompanhamento e monitoramento que permitam verificar se as iniciativas apoiadas estão, de fato, gerando mudanças estruturais no sistema de saúde.

3. Fortalecer um modelo ativo de indução e cocriação dos projetos apoiados, mobilizando o conhecimento acumulado para orientar o desenho das iniciativas apoiadas;

4. Consolidar uma teoria da mudança dando visibilidade às teorias específicas de cada eixo/programa e explicitando como cada iniciativa contribui para os objetivos finalísticos e para a transformação pretendida;

5. Aprimorar o sistema de avaliação de resultados e impacto da carteira , com base no Plano Estratégico.

ESCALA SOLUÇÕES

1. Estabelecer e operacionalizar critérios de priorização territorial que combinem componentes técnicos com componentes políticoinstitucionais

2. Ampliar parcerias com atores -chave do ecossistema CONASS, CONASEMS, outros institutos, fundações, poder público e o setor privado para aumentar o alcance das iniciativas apoiadas e fortalecer o posicionamento da Umane como referência no investimento social privado em saúde

3. Estruturar a gestão de risco das parcerias , com o mapeamento dos riscos de descontinuidade e a adoção de medidas de mitigação

4. Utilizar a mensuração dos resultados e as evidências robustas das iniciativas apoiadas para adoção pelo Estado e comunicação de narrativas à sociedade civil

NOSSO PROPÓSITO

Melhorar a saúde da população brasileira

Aprimorar a coordenação do cuidado

Foco da nossa atuação

Apoiar o fortalecimento das capacidades institucionais

VISÃO DE FUTURO 2036

Melhorar o acesso, a qualidade, a equidade e a eficiência do sistema de saúde e a promoção de ambientes saudáveis nos territórios apoiados, sendo um parceiro relevante para quem formula e implementa a saúde no Brasil.

Incidir em mudanças políticas e regulatórias

Nosso compromisso, até 2036, para o conjunto de territórios apoiados pela Umane

Reduzir em 40% a taxa de mortalidade prematura por doenças cardiovasculares e diabetes

Plano Estratégico Umane 2027 - 2031

Reduzir em 30% a taxa de mortalidade infantil

Reduzir em 40% a taxa de mortalidade materna a cada 100 mil nascidos vivos

OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

FINALÍSTICOS

MELHORA ACESSO E QUALIDADE DO CUIDADO

Ampliar o acesso, a eficiência e a qualidade da saúde, tendo a APS como coordenadora do cuidado com melhoria consistente dos indicadores de atenção à saúde

HABILITADORES

DECIDE COM QUALIDADE, AGILIDADE E EFICIÊNCIA

Operar com governança mais ágil, integrada, eficiente e orientada à entrega de resultados

CRIA CAPACIDADES QUE QUALIFICAM A GESTÃO DO CUIDADO

Apoiar o fortalecimento das capacidades técnicas e institucionais necessárias para que a APS exerça plenamente seu papel de coordenadora do cuidado

INFLUENCIA O SISTEMA

Gerar mudanças concretas nas políticas e agendas de saúde por meio de advocacy e comunicação estratégica

MEDE RESULTADOS, DESEMPENHO E IMPACTOS

ESCALA SOLUÇÕES

Escalar iniciativas com potencial transformador, ampliando seu alcance e impacto sistêmico 5

Aumentar a efetividade da carteira de projetos, com maior alinhamento estratégico e mensuração clara de resultados

Ficha técnica

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

André Reginato

Arthur Buzatto – Vice Presidente

Cristina Betts

George Kerr

Hiran Castello Branco

Joice Toyota

Marco Mattar – Presidente

Ricardo Leonardos

Rogério Rabelo

Vivien Rosso

William E. Bennett

DIRETORIA

André Reginato – Diretor Presidente

Arthur Buzatto

Guido Oliveira

Lorraine de Matos

COMITÊ DE FILANTROPIA

André Reginato

Erik Cavalcante

George Osborn

Januario Montone

Lorraine de Matos

Paulo Saldiva

Renato Tasca

Ricardo Leonardos

Ricardo de Oliveira

Rogério Rabelo

EQUIPE TÉCNICA – UMANE

Carolina Miotto

Eduardo Silveira

Erika Lopes

Evelyn Santos

Fabiana Mussato

Ludmila Poletti

Samantha Cressey

Thaís Junqueira – Superintendente Geral

PARCEIROS CONVIDADOS

Arthur Aguillar

Claudia Collucci

Eugenio Vilaça

Florentino Leonidas

Henrique Dias

João Moraes Abreu

Jurandi Frutuoso

Leana de Carvalho Machado

Paula Johns

Pedro de Paula

Renata Biselli

CONSULTORIA TÉCNICA – MACROPLAN

Diretor do Projeto

Glaucio Neves

Gerente do Projeto

Amanda Vasco

Equipe Técnica

Adriana Fontes

Éber Gonçalves

Felipe Jamel

Julia Schwenk

Julia Soihet

Karla Régnier

Pedro Gesteira

Victor Sande

Design

Clara Albuquerque

Tatiane Limani

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