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Jornal "O Camaleão" 2016-2017 3ª Edição

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junho 2017

O Camaleão

Um livro Levou-me um livro em viagem não sei por onde é que andei Corri o Alasca, o deserto andei com o sultão no Brunei? P’ra falar verdade, não sei Com um livro cruzei o mar, não sei com quem naveguei. Com marinheiros, corsários, tremendo de febres e medo? P’ra falar verdade não sei. Um livro levou-me p’ra longe não sei por onde é que andei. Por cidades devastadas no meio da fome e da guerra? P’ra falar verdade não sei. Um livro levou-me com ele até ao coração de alguém E aí me enamorei – de uns olhos ou de uns cabelos? P’ra falar verdade não sei. Um livro num passe de mágica tocou-me com o seu feitiço: Deu-me a paz e deu-me a guerra, mostrou-me as faces do homem – porque um livro é tudo isso. Levou-me um livro com ele pelo mundo a passear Não me perdi nem me achei – porque um livro é afinal… um pouco da vida, bem sei. O G é um gato enroscado, João Pedro Mésseder


Página 2 Todos nós sabemos que os nossos alunos têm muitas dificuldades quando se querem exprimir oralmente ou por escrito, recorrendo sistematicamente a expressões do registo familiar, a gíria própria da idade, a repetição de expressões feitas e ainda a estrangeirismos, a maior parte de origem inglesa. Na escrita repetem a linguagem e construções frásicas usadas na oralidade e daí ao erro é um passo muito curto.

Bem, na verdade os jovens conseguem comunicar entre si, diremos nós. No entanto, quando o que querem exprimir são pensamentos ou sentimentos mais elaborados, a dificuldade nasce e a mensagem muitas vezes não é cabalmente expressa ou compreendida pelo interlocutor. O que falta então? A resposta é: hábitos de leitura! As relações entre a leitura e o desenvolvimento psicológico têm sido objeto de vários estudos. Pesquisas recentes têm, na sequência desses trabalhos, encontrado novas dimensões significativas quando abordamos as relações com a leitura. Assim, as estruturas cognitivas, os envolvimentos afetivos, as relações interpessoais, os papéis sociais que a cultura atribui ao leitor em desenvolvimento, constituem um conjunto de fatores importantes para os laços individuais que se estabelecem com o livro e com a leitura. Isto significa que não podemos considerar a relação com a leitura como algo sem importância. Trata-se de um processo extremamente complexo e sujeito ao fracasso, pois nada garante que uma criança que lê, o continuará a fazer em adolescente ou em adulto. Desde a idade pré-escolar, quando a criança é ainda ouvinte de histórias, e assume um papel de participante/ator confiante num mundo de fantasia que simbolicamente recria a realidade, passando pelo leitor “herói ou heroína”, (1º e 2º ciclos) quando a criança se assume como figura central de uma história que está constantemente a ser reescrita, de acordo com a imagem que a criança vai construindo; pelo “leitor pensador”, no período da adolescência, numa altura em que procura descobrir nas histórias o sentido da vida, valores e verdades, imagens ideais e autênticos papéis-modelo para imitação até ao “leitor pragmático”, na idade adulta onde a leitura pode assumir várias maneiras e apropriar-se da leitura de formas diversificadas (para conforto, como desafio, como fuga, etc.), cada etapa/ momento é caracterizado em função dos laços que cada indivíduo estabelece com a leitura e de um conjunto de fatores onde o contexto escolar ocupa, sem dúvida, um lugar importante. Assim, existe uma idade cronológica mais um conjunto de fatores vários que influenciam o desenvolvimento psicológico e afetivo do indivíduo, num determinado momento. Quer isto dizer que, apesar de terem a mesma idade, duas crianças podem encontrar-se não só em momentos de desenvolvimento diferentes, como manifestarem interesses igualmente distintos. Cabe depois, a cada pai/educador/professor, a capacidade de adequar estes elementos (meramente referenciais) às crianças concretas. Mas ler como, se não apetece quando se tem a televisão ou o computador, bem mais apelativos? Bem, se não restam dúvidas de que a leitura é fundamental, então é preciso criar tempo para essa atividade, lendo aquilo de que se gosta, destinando algum tempo diário para esse que passará a ser um espaço tempo de viagem, conhecimento e descoberta… para que a vontade de ler não esmoreça!

Equipa Técnica Professores Helena Ramos Correia João Paulo Matos


Página 3 Afinal, ler é mesmo bom ou apenas uma perda de tempo, um passatempo, substituível por um belo programa de televisão ou por uma boa hora de música? Por que razão devemos ler? Aqui ficam algumas razões que nos devem incentivar a ler mais e a ocupar menos tempo com jogos de computador, com as redes sociais ou com a televisão.

Aumenta a tua cultura geral Não tenhas a menor dúvida: ler ajuda-te a perceber melhor assuntos muito distintos, relacionados com todas as disciplinas e áreas do saber e por isso é fundamental para que possas participar em qualquer tipo de conversa com qualquer pessoa, sobre qualquer assunto. Se fores um bom leitor participas nas conversa dos outros sem medo e não te sentes excluído.

Desenvolve a tua capacidade de comunicação A leitura aumenta a tua capacidade de comunicação. Ao ler, aprendes vocabulário novo e construções frásicas mais elaboradas, que te serão muito úteis para poderes exprimir com clareza o que sentes e queres transmitir. Se não tiveres hábitos de leituras, não passarás de frases com construções pobres e repetidas como as que se ouvem sempre: “Ele é tipo…”, “Isso é bué…”, “Chavalo…”, “Whatever…”. Mas ler desenvolve também a capacidade de escrever, porque com a leitura conhecemos vocabulário mais variado e aprendemos construções frásicas complexas, bem úteis para quando queremos exprimir pensamentos complexos que tantas vezes temos.

Estimula a criatividade Através da leitura, imaginamos personagens, criaturas fantásticas e lugares inacreditáveis, mundos diferentes e exóticos. A leitura desperta a mente, solta a imaginação, que se deixa fantasiar e imaginar o que está para além das palavras. Quem lê estimula a criatividade e o futuro, como já sabes, é dos criativos!

Desenvolve o senso crítico Ler é a melhor forma de formar ideias próprias! Ler leva-te a conhecer mais sobre qualquer assunto, a questionar, a interrogar. Fazendo este exercício, consegues ter ideias amadurecidas e um sentido crítico bem apurado, não aceitando passivamente o que os outros pensam e dizem, sem questionar. Ainda tens dívidas sobre a importância da leitura?


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Como se forma um leitor Para que o encontro entre o texto e o leitor seja feliz e constante, deve estabelecer-se toda uma série de conjunturas que possibilitem uma ótima e fiel interpretação da mensagem. O suporte físico, a forma do livro, os caracteres e as ilustrações são importantes na construção desse universo de estratégias apelativas para o leitor. O primeiro impacto, a primeira ligação que se estabelece pode condicionar a receção.

O livro é o item, o objeto que assiste a relação entre o autor e o leitor, deste modo, o envolvimento entre a criança e o livro pode ser gerado em muitas circunstâncias quer no seio do ambiente familiar, ou entre amigos, na escola, na biblioteca... Para fomentar e dinamizar os hábitos de leitura, acreditamos muitas vezes ser da competência, de forma mais direta, das duas instituições mencionadas por último e que a estas intrinsecamente cabe a responsabilidade de criar estratégias e atividades que promovam e desenvolvam a formação de novos leitores. Mesmo acreditando que todas as crianças têm no seu íntimo um leitor escondido, latente, o contacto com os livros deve ser promovido cedo, tão cedo quanto possível. Deve ser provocado a revelarse, incitado de várias formas, para que a leitura se torne não só um hábito, mas também um prazer. Cabe-nos a todos nós, pais, educadores, professores e professores bibliotecários, preparar e proporcionar esse encontro com os livros e fomentar os hábitos de leitura de forma coerente, articulada e prazerosa para a criança. Entendemos por ler a capacidade de compreender textos. Ler implica a interação do sujeito com o texto para construir o seu significado, numa tarefa plenamente ativa em que o leitor aplica ao texto o seu próprio conhecimento. Os leitores apropriam-se dos textos, dando-lhe um significado, por vezes, que o autor nunca havia imaginado. Ou seja, decifram à sua maneira pondo em jogo toda a magia da interpretação. A leitura depende igualmente da situação (não é o mesmo ler na sala de aula ou calma e confortavelmente na nossa cama antes de adormecer), do tipo de texto (não lemos da mesma forma um poema ou um texto informativo) e da intenção do leitor (é diferente ler para estudar ou ler por entretenimento). É importante que as crianças nos primeiros anos escolares adquiram uma leitura fluente e que essa aquisição seja feita através de um conjunto de práticas capazes de estimular e desenvolver a compreensão e o gosto pela leitura. No entanto, todos estes tipos de leitura referidos podem suscitar a nossa reflexão e despertar-nos prazer no decurso desse ato. Através da leitura o indivíduo entra em contacto com uma realidade mais ampla, ultrapassa os limites do ambiente quotidiano circundante, o que alguns estudos apontam para ser tomado como veículo dialéctico de consciencialização. Ao ler o indivíduo passa a conhecer o mundo e a refletir sobre ele.

Profª Helena Ramos


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A falar é que a gente se (des)entende! "Eu vou dizer-vos" ou "Eu vou-vos “Ter a ver com”/ ou haver”?

“Ter

a

- Quando “ter a ver” significa “estar relacionado com" ou "dizer respeito a" : Ex.: O filho não tem nada a ver com o pai; Eu tenho alguma coisa a ver com essa história? - Quando significa "ter a receber" ou “ficar na posse de algo” : Ex.: A senhora ainda tem troco a haver; já recebi tudo, não tenho mais nada a haver.

dizer"? A construção ”vou dizer-vos”, com o pronome vos a seguir ao verbo principal está correta; A construção “vou-vos dizer”, em que o verbo ir tem um comportamento que se aproxima do de um verbo auxiliar e em que o pronome vos está a seguir a ele, está também correta. No entanto, é de realçar o seguinte: a construção mais consensual (e aconselhada por muitos gramáticos) é a primeira: "Eu vou dizer-vos.".

A palavra "bué" foi ou não aceite na Língua Portuguesa? Não há nenhuma instituição ou entidade que

“A minha irmã é uma das que foi à feira”

possa determinar o que é aceite. A partir do momento

ou

em que uma palavra é utilizada, sobretudo por um

“A minha irmã é uma das que foram à feira”?

número elevado de falantes e com larga difusão geográfica, passa a ser um facto linguístico e cabe ao utilizador da língua decidir acerca da sua utilização ou não, consoante o seu conhecimento linguístico, a situação em que se encontra e o uso próprio que ele faz da língua. A palavra bué, não é de um erro que se trata, mas de um registo mais informal da língua, muitas vezes denominado calão, mas cujas fronteiras são difíceis de definir. Como outras palavras deste nível de língua, é considerado normal ou seu uso em contextos informais, sendo desaconselhado ou desadequado em situações mais formais.

Olhando para a frase relativa “que foi/foram à manifestação”, podemos verificar que o antecedente do pronome relativo que é o pronome as (presente na contração das) e é com este pronome que o verbo ser deve concordar. Assim: Ela foi uma das raparigas que [=as quais raparigas] foram à manifestação).


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Eu leio porque... Eu leio para ocupar alguns dos meus tempos livre. A ler ficamos mais cultos. Gosto de ler livros de histórias verídicas, pois, como estes retratam a realidade, dãonos conhecimentos para a vida.

Eu gosto de ler, pois sinto que a ler aprendo sempre uma coisa nova, como uma palavra nova e posso até aprender uma lição de vida. Ler ajuda-nos a ir para outra realidade e a sermos mais criativos.

Fátima Glória, 8º B

Beatriz Reis, 8º B

Eu gosto de ler livros, pois, quando leio livros, sinto que me esqueço da realidade. Ler ajuda-me a ter mais imaginação e criatividade. No entanto, não é só por isso que gosto de ler. Ler ajuda-me a ter mais conhecimentos e a armazenar lições de vida. E é por isto tudo que gosto de ler. Carolina Coimbra, 8º B

Eu leio porque os livros me fazem abrir a imaginação e porque ensinam diversas coisas que me podem vir a ajudar ao longo da minha vida Constança Carvalho, nº 8, 8º A

Eu gosto de ler porque a leitura me permite sonhar, porque ler (especialmente romances) me faz voar, mas, desta vez, eu sou a personagem principal e tudo acontece à minha volta. Joana Meneses, nº 14, 8º A

Eu gosto de ler porque estimula a minha imaginação e tenho gosto em conhecer novas histórias. Alexandre Charneca, nº1, 8º A

Eu gosto de ler porque gosto de ser eu a imaginar a história e as personagens à minha maneira. Alexandre Domingos, nº 2, 8ºA

Eu leio por que a leitura me transporta para outro sítio, com outras pessoas. Leio porque me faz imaginar, sonhar e até mudar a minha maneira de pensar. Ler é a minha escapatória à realidade e gosto bastante de o fazer. Beatriz Marques, nº 5, 8º A


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Eu leio porque... Eu leio livros com gosto porque posso esquecer tudo à minha volta. Em certos casos até entro na própria história e identifico-me com a personagem. Muitos acham que ler é muito secante, porque ainda não encontraram o livro ideal, mas quando encontrarem, mudarão de opinião. Cláudia Martins, nº9, 9º D

Eu leio livros com gosto, pois quando os leio sinto-me como se eu fosse as personagens, é como se entrasse no livro e vivesse os momentos que lá são relatados. Sintome sempre melhor ao ler e isso deixa-me feliz. Sara Ferreira, 9º D O que mais me encanta em ler é o facto de poder viver novas aventuras. Cada vez que leio um livro é como se estivesse a ser sugada para dentro da história e estivesse na pele da personagem principal. Mariana Pais, nº 13, 9º D

Eu leio porque… gosto de viajar e de fazer “novos amigos”. Ei leio porque… sinto um encantamento encantado na forma de ser mais uma personagem de uma “qualquer” história. Profª Ana Fevereiro

Eu leio porque quero estar bem longe, porque quero ouvir o pensamento do outro e saber se ele se interroga como eu; porque quero compreender o espanto de estar vivo, porque me pergunto sobre o que não sei, que é quase tudo. Leio porque quero fugir. Leio porque preciso de dizer o que tenho preso na garganta, mas não sei as palavras certas. Leio porque quero sonhar que sou o herói de vez em quando. Leio porque há tanto para saber e tão pouco tempo para o fazer. Prof. João Paulo

Eu gosto de ler porque a leitura me faz sonhar e transporta-me a um mundo mítico e imaginário. Profª Ana Paula St. Aubyn


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Pedro Simões e Guilherme Gamito

“CONTO CONTIGO” A nossa Semana da Leitura começou com a visita de Pedro Simões e Guilherme Gamito, ator e ilustrador, respetivamente, para a apresentação do conto “As três penas” e para uma conversa com os alunos sobre a presença do fantástico e do maravilhoso na literatura. Com muito entusiasmo e expressividade, Pedro Simões fez a leitura dramatizada do conto dos Irmãos Grimm, transportando os alunos para dentro da «história», questionando-os sobre as personagens, pedindolhes que indicassem os elementos fantásticos, os oponentes e os adjuvantes, a simbologia do número três e do número sete... e outros elementos presentes nos contos tradicionais. Simultaneamente, Guilherme Gamito ilustrava o conto dramatizado, cativando os alunos com a expressividade e colorido dos desenhos que depois deixou de recordação para todos os participantes, na biblioteca da nossa escola. Foi uma “aula” diferente para as três turmas presentes (6ºA,B e E), pela abordagem e sistematização dos conceitos, pela interação, partilha de ideias e de opiniões dos presentes e pela mensagem transmitida, bem como pelos momentos de boa disposição vivenciados. Os alunos, conhecendo já as categorias da narrativa, participaram com entusiasmo e realizaram ainda uma atividade de escrita criativa flash com empe-

nho e criatividade.


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Estafeta da Leitura Na manhã do dia 29 tivemos ainda a tradicional Estafeta da Leitura, uma atividade muito apreciada pelos nossos alunos dos 2º e 3º ciclos. Um aluno por cada turma leu, para colegas de outra turma, um texto previamente selecionado, procurando que estes percebessem a beleza do texto e se motivassem mais para a leitura, que, como

"Histórias Sorridentes" com a escritora Lígia Boldori A autora Lígia Boldori esteve nas nossas escolas em vários momentos da semana para apresentar a(s) sua(s) "Histórias Sorridentes", a aventura do Lucca e o misterioso "roubo" dos dentões. A simpática autora apresentou a sua obra bilingue, "O Misterioso Roubo dos Dentões / The Mystery of the Missing Teeth", com muita animação. A atividade faz parte do projeto de hora do conto desenvolvido pela autora, com o apoio da Biblioteca Municipal de Olhão e os encontros aconteceram na biblioteca, no auditório da sede do agrupamento e na EB1 de Patacão e contou com a participação de cerca de 240 alunos, que se divertiram a aprender, levando ainda dicas para uma escovagem dentária mais eficaz, No final receberam ainda a oferta uma escova de dentes “mágica”. No total foram 4 sessões divididas em três dias com muita alegria e sorrisos...muitos sorrisos!

todos sabemos, é mesmo muito importante. Tudo correu bem, apesar de alguns nervos dos leitores.

Encontro com a autora Joana Carvalho A autora d’ O Meu Primeiro Livro de Boas Maneiras” esteve na nossa escola a apresentar a sua obra, onde reúne regras essenciais e incentiva as nossas crianças a terem gosto pela leitura, através de mensagens positivas de como são as boas maneiras ❤ No final de uma breve conversa, a autora autografou um exemplar para cada criança presente, uma oferta patrocinada pela Junta de Freguesia de Montenegro e que envolveu um universo de 231 alunos.


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...na Polónia

Os Nossos Projetos!

De 14 a 19 de maio, realizouse a última mobilidade com alunos do Projeto ERASMUS+ “ 1914-2014, Il y a 100 ans la Grande Guerre:

regards croisés d ’ élèves en l ’ Europe ” , que desta Os representantes de Montenegro apresentar o nosso painel.

vez teve lugar na escola Powiatowy Zespól Szkól w Chpjnowie, na Polónia. Os nossos quatro embaixadores foram o João Marques, a Matilde Neto, o Gonçalo

Jesus e a Léane Marques, que foram acompanhados pelas professoras Martinha Ferreira e Cristina Parreira. Aqui ficam algumas fotos dos bons momentos e experiências partilhadas.

O Projeto

“ Erasmus+ ” revela-se bastante

interessante e enriquecedor, na medida em que permite um intercâmbio cultural e social entre Ganhámos a corrida de As mobilidades dinamizadas proporcionam aos estafetas no alunos conhecimentos de índole histórico, cultu- dia dos “Jogos Olímral, linguística, entre outros. picos -

os jovens alunos de vários países.

Do ponto de vista social, o Projeto “ Erasmus ” favorece o desenvolvimento de relações interpessoais entre jovens e adultos ( pais e professores ) de diversas culturas, fomentando relações de convívio e amizade, bem como experiências de vida gratificantes – afirma a mãe do João Marques.


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Também a encarregada

Os Nossos Projetos!

de educação do Gastão

Ao Gonçalo Jesus coube a tarefa de Férin reforça o carater apresentar o positivo deste projeto: quadro português realizado para o Esta e outras experiênpainel de todos os cias deste âmbito, intergrupos de trabacâmbios de alunos de lho.

várias nacionalidades, em que há famílias de acolhimento, são extremamente enriquecedoras no processo de crescimento multidimensional dos jovens, pelo que é muito importante a sua existência e consequentemente a sua continuidade. A encarregada de educação Paula Moura salienta o sucesso da iniciativa e recorda com saudade a aluna que recebeu em sua casa:

Relativamente ao Projeto Erasmus, desenvolvido nestes três últimos anos letivos na Escola Básica 2,3 de Montenegro, é da minha opinião sincera que foi muito bem conseguido. Se algo houve que falhou, não posso dizer que tenha notado, enquanto encarregada de educação. Há dois anos atrás, quando o meu educando se deslocou a Itália, correu tudo muito bem e, embora fossem muitos os receios, sei que ele esteve bem e foi muito bem acolhido. Ficou uma amizade com uma família muito simpática, com quem esperamos um encontro assim que possível. Este ano, quando recebi em minha casa a aluna Polaca, foi uma experiência muito enriquecedora e que espero voltar a passar. Embora tenham sido muitas as dificuldades de comunicação com a aluna, com esforço e dedicação tudo se conseguiu, e tudo foi superado. Ficaram as saudades da menina doce com quem manteremos sempre contacto. Gostei particularmente da festa final. Foi maravilhoso ver tantas pessoas de diferentes nacionalidades com tão boa disposição e a divertirem-se conjuntamente. Os meus sinceros agradecimentos a todos os professores e pessoas que colaboraram para que este projeto se tornasse possível. Com os melhores cumprimentos Paula Moura


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Os Nossos Projetos!

Às segundas, estudamos com a Jamaica ! O projeto de Intervenções Assistidas por Animais ‘Cãopanhia para Crescer’ decorreu, em fase piloto, durante o terceiro período, como medida de promoção do sucesso educativo e integração socio-afetiva. Além da cadela Jamaica, fazem parte do mesmo projeto a psicóloga clínica, e técnica especialista em Terapias Assistidas por Animais, Drª Sandra Cristina e a professora Célia Gonçalves dos Santos. O ‘Cãopanhia para Crescer’ nasce de uma parceria do Agrupamento de Escolas de Montenegro com o Núcleo de Intervenções Assistidas por Animais de Faro (NIAA’s), uma das valências da PRAVI. Ao longo destas semanas, um grupo de alunos do sétimo ano teve oportunidade de partilhar o tempo de Apoio Tutorial Específico com a cadela Jamaica, que percorria os corredores de cauda a abanar porque “sabia” que ia ter uma segunda feira especial. O seu papel foi atuar como facilitadora no processo de inserção social, na expressão das emoções, na atenção e na aprendizagem. Os cães colocam à disposição de quem precise deles toda a sua natureza, generosidade e dedicação. Não têm o poder de curar nem de educar e não substituem o professor e o terapeuta, porém, através do seu afeto, favorecem o relaxamento, a estabilidade e a serenidade necessárias a uma predisposição para a intervenção do profissional de educação ou de saúde. No próximo ano letivo, espera dar-se continuidade a este projeto, promovendo a leitura e o desenvolvimento das competências leitoras e alargando-o a mais alunos e a outros anos de escolaridade. Para que que isto seja possível, procuramos financiamento junto de um ou mais patrocinadores externos. Um abraço nosso e da Jamaica de profundo agradecimento a todos os que nos ajudaram a dar o melhor de nós!

Profª Célia Santos


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Concurso “Vamos dar Vida aos Resíduos da Escola Os Nossos Projetos!

Realizou-se no dia 9 de junho de 2017, pelas 10 h 30 min., no auditório da EB 2,3 de Montenegro, a cerimónia de entrega de prémios relativa ao Concurso “Vamos dar Vida aos Resíduos da Escola”, no

qual a nossa escola ficou em 1º lugar pela segunda vez. Os prémios entregues são um computador e um tablet. Participaram nesta cerimónia os alunos das turmas do 3º I e 8º D, que formaram a “Brigada de Reciclagem”, responsável pela monitorização do espaço escolar. O Concurso “Vamos dar Vida aos Resíduos da Escola” tem contribuído para que a nossa escola, cada vez mais, se empenhe em melhorar o seu desempenho ambiental, assim como para sensibilizar e mobilizar toda a comunidade para atingir os objetivos deste projeto que é de todos, como se pode ver nos resultados obtidos ao longo dos últimos anos!

Enquanto Coordenador do Núcleo de Projetos, que inclui o Programa Eco-Escolas, quero agradecer a todos aqueles que contribuíram para uma escola mais verde e amiga do ambiente e em particular à Direção do Agrupamento de Escolas de Montenegro pelo apoio, e à equipa Eco-Escolas pelo trabalho e dedicação. O Coordenador do Núcleo de Projetos Rui Daniel Moreira


Histórias para a vida

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A menina estranha Naquele inverno, a neve cobria tudo, transformando o mundo num brilhante manto branco. Uma manhã, quando nos sentávamos nos nossos lugares, a porta da sala de aulas abriu-se e a Diretora entrou. Trazia com ela uma menina, e disse-nos: ― Esta é a Maya. Maya olhava para o chão. Penso que a ouvi sussurrar “Olá!” Todos nós ficámos a olhar para ela. O casaco estava aberto e as roupas que trazia por baixo pareciam velhas e rasgadas. Os sapatos eram primaveris, nada apropriados para a neve. Uma das tiras estava rebentada. A nossa Professora disse: ― Digam bom dia à vossa nova colega. Mas quase todos ficámos calados. O único lugar livre era ao meu lado. Foi onde a Professora colocou a Maya. E, naquele primeiro dia, Maya virou-se para mim e sorriu. Mas eu não retribuí o sorriso. Arrastei a minha cadeira, e fiquei, eu e os meus livros, um pouco mais longe dela. Sempre que ela olhava para mim, eu virava-me para a janela e punha-me a observar a neve lá fora. E sempre que Maya vinha para a sala, eu desviava os olhos e nunca retribuía o sorriso. Naquele ano, as minhas melhores amigas eram a Kendra e a Sophie. À hora de almoço, nós passeávamos pelo pátio do recreio, com os dedos entrelaçados, sussurrando segredos aos ouvidos umas das outras. Um dia, estávamos nós junto ao escorrega, Maya aproximou-se. Tinha a mão aberta para nos mostrar as pedrinhas brilhantes e a minúscula bola vermelha que tinha recebido no seu aniversário. ― É uma bola saltitona ― disse. Mas nenhuma de nós quis jogar. Então Maya fez um jogo contra ela própria. Naquela tarde, quando voltámos para a sala de aulas, Maya sussurrou-me: ― Aposto que não consegues adivinhar quem é o novo Campeão do Mundo do Jogo de Pedrinhas. Atrás de mim, Andrew murmurou: ― Chloe tem uma nova amiga! Chloe tem uma nova amiga! ― Ela não é minha amiga― respondi. As semanas passaram. Todos os dias cochichávamos acerca de Maya, rindo das suas roupas, dos seus sapatos, da comida estranha que ela levava para o almoço. Por vezes, Maya esticava a mão para nos mostrar o que tinha levado para a escola — um baralho de cartas, pauzinhos de Mikado, uma bonequinha esfarrapada. Mas sempre que ela pedia para brincar connosco, nós dizíamos que não. Os dias foram ficando cada vez mais quentes. O lago degelou e a relva começou a crescer. Um dia, Maya chegou à escola com um lindo vestido e sapatinhos elegantes. Mas tanto os sapatos como o vestido tinham ar de terem já pertencido a alguma outra menina. ― Tenho um nome novo para ela ― sussurrou Kendra. ― Sempre Igual. Tudo o que ela tem veio de uma loja de artigos em segunda mão! Todos nós rimos. Maya ficou de pé junto a uma sebe. Tinha na mão uma corda de saltar, mas não veio perguntar-nos se queríamos brincar. Ao fim de alguns instantes dobrou a corda ao meio, prendeu cada uma das pontas em cada mão e começou a saltar.


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Histórias para a vida

(continuação da história “A menina estranha”)

Saltou sem parar à volta do pátio do recreio. Não olhou para cima uma só vez. Saltou, saltou, saltou… No dia seguinte, o lugar de Maya estava vazio. Naquele dia, na aula, falámos sobre bondade. A nossa Professora tinha trazido para a sala uma grande taça e encheu-a com água. Juntámo-nos todos em volta da secretária dela e vimo-la deixar cair uma pedrinha dentro da taça. Formaram-se pequenas ondas… ― É isto que a bondade faz ― disse ela. ― Cada pequeno gesto que fazemos espalha-se, como uma onda, pelo e para o mundo. Em seguida, a nossa Professora permitiu que cada um de nós deixasse cair a pedrinha enquanto lhe dizíamos as coisas boas que tínhamos feito. Joseph tinha segurado a porta para a avó passar. Kendra tinha ajudado a mudar a fralda do seu irmão ainda bebé. Até o malandro do Andrew tinha feito alguma coisa: ― Levei os livros da Professora até ao cimo das escadas ― disse ele. E a nossa Professora anuiu. Eu fiquei ali, a segurar na mão a pedrinha, em silêncio. ― Até mesmo as coisas mais pequenas contam ― disse a nossa Professora carinhosamente. Mas eu não conseguia pensar em nada e passei a pedra a outro. Maya não veio à escola no dia seguinte. Nem no dia a seguir a esse. Todas as manhãs eu ia devagar para a escola, com a esperança que fosse esse o dia em que Maya iria regressar, e olharia para mim a sorrir. Tinha prometido a mim mesma que esse seria o dia em que lhe retribuiria o sorriso. ― Cada ato de bondade ― tinha dito a Professora ― torna o mundo inteiro um pouquinho melhor. Mas o lugar da Maya continuava vazio. E um dia foi-nos dito que Maya não voltaria nunca mais. ― A família dela teve que ir para outro lugar― disse a nossa Professora. Depois, disse-nos que pegássemos nos cadernos. Era o momento do ditado soletrado. Nessa tarde fui para casa sozinha. Quando cheguei ao lago, sentia a garganta presa por todas as coisas que desejaria ter dito a Maya. Por cada gesto de bondade que nunca tinha feito! Atirei para o lago pedrinhas, uma e outra vez. Fiquei a ver o modo como na água se faziam ondas e mais ondas. Ondas e mais ondas… Tal como cada gesto de bondade — cumprido ou não. Ia vendo o ondular da água enquanto o sol se punha através dos áceres. E pensava em cada oportunidade falhada. Nunca poderia retribuir os gestos bondosos de Maya. Jacqueline Woodson Each Kindness


GRANDE entrevista

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Entrevista à autora Marta Cirne Nascida em Vila Nova de Gaia, na freguesia de Mafamude, a 11 de junho de 1976, Marta Cirne é escritora e professora de Português e Francês. Atualmente, encontra-se a lecionar Português na escola E.B.2.3 de Montenegro a turmas de quinto ano. Há 10 anos que se encontra a residir no Algarve, tendo já lecionado em várias escolas onde tem feito a apresentação do seu livro, com o objetivo de motivar os seus alunos para a leitura e para a escrita. Foi durante a Semana da Leitura que a Professora se revelou como escritora apresentando, na Biblioteca, o seu livro editado em Junho de 2006 - “Porto cão–peão, Patanisca e Leão” que fala sobre três cãezinhos bem engraçados: o Porto, a Patanisca e o Leão. Com o intuito de a dar a conhecer à nossa comunidade escolar, realizámos a presente entrevista, tendo revelado pormenores interessantes da sua obra que o nosso jornal escolar tem o prazer de publicar. Quando era criança, o que sonhava ser? Em criança sonhava ser professora e, mais tarde, enfermeira. Como não consegui ter notas para ingressar na Escola Superior de Enfermagem, passei por uma fase de desmotivação (à qual se juntou um enorme desgosto), tendo optado pelo meu sonho de infância, com o extraordinário suporte e total apoio e dos meus pais, que se esforçaram imenso para me permitirem a formação superior. Atualmente, admito que o meu sonho inicial estava certo, pois sinto-me realizada com a profissão que exerço. Que recordações têm da sua infância? Lembro-me muito da minha avó materna… de uma cabrinha que ela tinha e com a qual eu costumava brincar… lembro-me das minhas primas, das nossas brincadeiras, de cheiros da natureza que, hoje, me transportam para lá. Brincava muito com as minhas primas às casinhas; convidávamo-nos umas às outras para tomar chá… lembro-me, também, de alguns brinquedos que usávamos: um conjunto de tachos e panelas, onde eu fazia uma sopa de diospiros que caiam das árvores, ainda verdes, cortadinhos às rodelas e em que a areia era o sal que a temperava… dentre muitas outras lembranças! Tinha por hábito ler muito enquanto criança? Não. Os meus pais eram agricultores e foi uma altura de muito trabalho. Apenas tinha os livros da escola. Só no quinto ano, quando fui para uma escola que tinha uma biblioteca como esta, é que me apaixonei pela leitura. Por exemplo, lembro-me de contos populares que me fascinavam, dos imensos livros de “Uma aventura”…


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GRANDE entrevista

Quando começou a escrever? Foi no terceiro ciclo, para concursos, para passatempos da rádio, e por brincadeira. Depois de ter terminado o Curso de Professores, comecei a escrever mais a sério. Escrevia para o Cantinho do Leitor do Jornal de Notícias e muitas histórias que, até hoje, estão guardadas numa gaveta. O que é que a inspirou para escrever e publicar o livro “Porto cão -peão, Patanisca e Leão”? Inspirei-me na história real dos meus cães em que o Porto, um cão que encontrei abandonado na estrada, é o narrador. Quais os escritores que mais a marcaram? Sophia de Mello Breyner Andersen, Luísa Ducla Soares, Isabel Alçada e Eça de Queiroz. Quanto tempo levou a escrever este livro? Levei cerca de um ano a escrevê-lo, porque foi baseado em factos reais que foram acontecendo e que fui registando. Já escreveu mais algum livro? Se sim, já está publicado? Sim, já escrevi, mas não estão publicados. Escrevi para crianças, jovens e adultos. Alguns contam, por exemplo: a história de um E.T., a história da minha primeira gravidez, o exemplo de vida de um grande homem - o meu pai - e uma história que não quero revelar… Tem alguma história que queira destacar? A primeira que revelei. É uma história infanto-juvenil baseada na minha imaginação acerca de treze anos atrás. Trata-se de uma história que relata a chegada de um E.T. ao planeta Terra e encontra uma família típica portuguesa a quem mostra os seus dotes e ensina algumas das suas capacidades. É divertido! Vai continuar a seguir a vida de escritora? Eu quero!!!!! Que outras histórias vai escrever? Ainda não sei pois, normalmente, escrevo sobre coisas que vão acontecendo e mediante a inspiração. Além de professora e escritora, tem algum outro projeto? Ser mãe!!!! O que gosta mais de fazer, escrever ou ensinar? É difícil de escolher. Gosto muito das duas profissões, mas se tivesse que escolher, escolheria ensinar, porque gosto imenso de fazê-lo!!!!! Qual a reação dos alunos ao descobrirem que a sua professora é também escritora? Ficam surpreendidos! O que acharam da história? Os alunos gostam e aceitam-na bem! Antes de nos despedirmos, a professora Marta Cirne fez questão de deixar um conselho: “Leiam muito!” Agradecemos a sua disponibilidade em satisfazer a nossa curiosidade, já que não tivemos oportunidade de assistir à apresentação do seu livro, aqui na biblioteca da nossa escola, por nos encontrarmos em visita de estudo de EMRC. Entrevista elaborada pelo 5º C e realizada por: André Dyachuk, Brígida Ermida, Laura Pereira, Léora Marques, Márcio Domingos, Miguel Sousa, Pedro Silveira e Vera Emídio


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Before Antes de Tessa - Série After Livro 6 Anna Todd Antes de conhecer Tessa, Hardin era um jovem rude e atormentado. O que terá acontecido para que ele se tornasse num revoltado badboy? E o que se passava na sua cabeça antes de conhecer esta rapariga certinha de quem ele agora não conseguia afastar-se? Narrado sob o ponto de vista de Hardin, Before acompanha de perto este complexo e cativante personagem, desde os seus problemas de infância até à complicada juventude . Neste novo volume da popular série After, muitas serão as revelações inesperadas do casal que conquistou os corações de milhões de leitores em todo o mundo!

O Portal do Tempo - A Irmandade Secreta Sara Rodi , Vera Sacramento

Aos treze anos, Jaime recebe uma herança do avô um relógio antigo que lhe permite viajar no tempo. A princípio, o jovem não percebe as potencialidades do velho que lhe parece inútil…Mas quando é transportado para o futuro, tudo se altera. Depois de confidenciar o segredo à sua irmã, Laura e a Daniel, os seus companheiros inseparáveis, os três jovens irão iniciar uma série de aventuras fantásticas que vão mudar para sempre as suas vidas.


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REfletida MENTE E vidente mente “Ensinar a todos por igual não é o mesmo que ensinar a todos igualmente.” (s/n; s/d) a) ... com o mesmo amor b) ... com a mesma bondade c) ... por igual currículo d) ... sem discriminar e) ... com as mesmas estratégias f) ... como se a Escola fosse festejada por todos g) ... e todos gostassem dela h) ... como se todos tivessem uma história igual i) ... e aprendessem todos igualmente j) ... como se todos tivessem a mesma cultura e justiça k) ... e o mesmo Karma l) ... como se todos tivessem igual liberdade m) ... como se todos tivessem as mesmas memórias n) ... como se tivessem as mesmas necessidades o) ... como se todos tivessem iguais oportunidades p) ... como se a Escola fosse singular e não plural q) ... aprendendo todos o mesmo, como se bastasse querer r) ... como se todos tivessem o mesmo ritmo de aprendizagem s) ... como se todos se emocionassem com a Escola com iguais sentimentos t) ... como se cada um fosse igual a todos os outros u) ... como se o professor fosse só um v) ... como se todos vivessem a Escola como iguais x) ... como se não existisse qualquer forma de xenofobia na Escola w) ... como se houvesse um “Wonderful World” y) como se imperasse na Escola a harmonia de yin e yang z) ... sem alguém se zangar Helena Sousa maio de 2017

“Inclusão

é viver com o outro não é viver como outro.” (s/n; s/d)


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Jornal "O Camaleão" 2016-2017 3ª Edição by Ricardo Raposo - Issuu