Abril 2017
O CamaleĂŁo
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1989
1990
Editorial
1991 Olá! Nesta edição vou falar-vos de algo que a todos nós diz respeito: a história da Nossa Escola! Este ano a nossa estimada casa, onde passamos uma boa parte da nossa vida, faz… sabem quantos anos? Vinte e cinco anos, vejam lá! São as nossas bodas de prata! Já não somos propriamente crianças, pois não? Tudo começou para nós em 1991. Quantos anos passaram! Ainda alguns de vocês não eram vivos! São vinte e cinco anos cheios de alegrias pelo sucesso dos nossos alunos (são tantos e tantos os que hoje encontramos, realizados e felizes na sua vida profissional!); são anos com algumas deceções, pelo facto do ensino não mostrar um rumo certo e seguro, orientado pelos nossos governantes; são anos de partilha de alegrias e de algumas tristezas também, porque todos somos uma família, cada ano mais alargada; são anos em que todos aprendemos com cada um de nós, desde os mais pequeninos aos maiores; anos em que vimos alguns de nós partirem, não sem antes nos deixarem mais ricos; anos que nos pareceram dias na vossa companhia... Anos de crescimento, de partilha, de conquista de novos horizontes e de sonhos impossíveis! Obrigado a todos por serem família connosco! A Redação. Equipa Técnica Professores Helena Ramos Correia João Paulo Matos
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1991 em histórias e imagens Começou o ano e… começou a Primeira Guerra no Golfo! Mau começo, na verdade, para um ano que parecia próspero! Na verdade, uma coligação internacional da ONU, liderada pelos Estados Unidos, inicia os bombardeamentos ao Iraque. Na madrugada de 17 de janeiro, a coligação entrou no Kuwait para expulsar as tropas de Saddam Hussein que, cinco meses antes, tinham invadido aquele emirado.
Ainda em janeiro... O mundo de violência não descansa e a Al-Qaeda comete um atentado terrorista da no Hotel Splendid, na cidade de Ouagadougou, em Burkina Faso, provocando 30 mortos e dezenas de feridos.
Quando a primavera aparecia timidamente, surgiu o código-fonte World Wide Web. A Organização Europeia para Investigação Nuclear (CERN), na Suíça, inventou um sistema de gerenciamento de informação, no qual o texto poderia conter links e referências para outros trabalhos, permitindo ao leitor pular rapidamente de um documento para outro. Ele tinha criado um servidor para publicar este tipo de documento (chamado hipertexto) bem como um programa para lê-lo, que ele havia chamado de “WorldWideWeb”. Este software foi lançado em 1991. Então, qualquer um poderia usar ou construir algo sobre este software. A Netscape e a Microsoft tentaram cada qual obter uma margem competitiva em termos de recursos suportados, a fim de atrair desenvolvedores. Isto ficou reconhecido como a “guerra dos navegadores”. Depois de muitos avanços e recuos, chegámos ao acesso à Internet como hoje a conhecemos, mas uma coisa é certa: sem este sistema de gerir a informação, o WWW, tudo seria hoje bem diferente na vida de cada um de nós!
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1991 em histórias e imagens Em fevereiro, o mundo do cinema fez tremer os espetadores com o muito aclamado filme: O Silêncio dos Inocentes Há 25 anos, a icónica personagem Hannibal Lecter era o medo personificado. O filme, com estrelas de cinema como Jodie Foster, Anthony Hopkins, Ted Levine e Scott Glennm, conquistou cinco prémios no Oscar: melhor filme, melhor realizador, melhor ator, melhor atriz e melhor argumento. Conquistou também um lugar na história do cinema e nos nossos piores pesadelos... Já em maio, sob o patrocínio de Portugal, é rubricado em Bicesse, próximo de Lisboa, o acordo de paz entre MPLA e UNITA. Esta guerra civil foi um conflito armado, em Angola, o qual teve início em 1975, quando este país se tornou independente de Portugal. Este conflito prolongou-se, com intervalos de alguma paz, até 2002. Guerra entre irmãos muito sangrenta, esta foi sobretudo uma luta pelo poder entre dois antigos movimentos de libertação, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA). As potências mundiais tomaram partido e serviram-se desta guerra fratricida para apoiarem um dos movimentos e prolongarem a Guerra Fria que opunha, nessa altura, potências tão importantes como a União Soviética, Cuba, África do Sul e Estados Unidos.
No quente mês de julho o Pacto de Varsóvia é formalmente dissolvido. O Pacto de Varsóvia foi uma aliança militar formada em 1955, pelos países socialistas do Leste Europeu e pela União Soviética. O tratado entre estes países estabeleceu o alinhamento dos países membros com Moscovo, garantindo assim um compromisso de ajuda mútua em caso de agressões militares. O organismo militar foi alegadamente instituído para fazer oposição à NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), organização internacional que uniu as democracias da Europa Ocidental e os Estados Unidos, para a prevenção e defesa dos países membros contra eventuais ataques vindos do Leste Europeu. Os países que fizeram parte do Pacto de Varsóvia eram algumas nações, nas quais foram instituídos governos socialistas pela União Soviética, após a Segunda Guerra Mundial. Os membros desta aliança foram a União Soviética, Polónia, República Democrática Alemã, Checoslováquia, Hungria, Roménia, Bulgária, Albânia. A Jugoslávia, por oposição do Marechal Tito, recusou-se a ingressar no bloco.
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1991 em histórias e imagens Em 23 de agosto, a Nintendo lançou a sua consola Super Nintendo na América do Norte, onde os compradores receberam o jogo “Super Mario World”. A consola apresentou gráficos avançados e recursos de som, em comparação com outras consolas da época. O sucesso desta consola deve-se, sobretudo, ao facto de ter sido capaz de apresentar jogos com mais suaves e detalhados gráficos tridimensionais, o que era anteriormente impossível.
Este aparelho de entretenimento foi um sucesso mundial, tornando-se o mais vendido da época. Permaneceu popular e continua a ser popular entre os fãs, colecionadores, retro gamers e entusiastas. O sucesso da sua venda foi superior a 50 milhões de unidades, vendidas por todo o mundo.
O mês de novembro estava quase no fim, quando… Para infelicidade de milhões, morre o cantor Freddie Mercury! No fim de 1991, o líder do grupo Queen deixou milhares de fãs desolados em todo o mundo. Após gravar o último álbum da banda, intitulado “Innuendo”, o cantor morreu em consequência da SIDA, em 24 de novembro. Ainda hoje, 25 anos depois, Freddie e os Queen continuam a ter uma legião de fãs por todo o mundo, do seu inigualável rock sinfónico e da voz inimitável de Freddie.
Em pleno Inverno, o vaivém Discovery coloca em órbita um satélite que inicia a medição do buraco do ozono na Terra. A camada do ozono é uma área da estratosfera (altas camadas da atmosfera, de 25 a 35 km de altitude) que possui uma elevada concentração de ozono. Esta camada funciona como uma espécie de "escudo protetor" para o planeta Terra, pois absorve cerca de 98% da radiação ultravioleta de alta frequência emitida pelo Sol. Sem esta camada, a vida humana no nosso planeta seria praticamente impossível de existir. A principal causa deste buraco é a reação química dos CFCs (clorofluorcarbonos) com o ozono. A existência de buracos na camada de ozono é preocupante, pois a radiação não é absorvida e chega ao solo, podendo provocar cancro de pele nas pessoas. Quando o ano já estava no seu final, a NASA, em 29 de outubro, consegue a primeira fotografia de um asteroide, com a sonda Galileo. Um asteroide é um objeto grande, de forma irregular, no espaço que orbita nosso Sol. Se uma dessas rochas gigantes acaba em rota de colisão com a Terra, nós estamos perante um grande problema. Basta lembrar que as crateras da Lua foram formadas por asteroides. Um asteroide é como um cometa. No entanto, enquanto os cometas são feitos principalmente de gelo, os asteroides são compostos de rocha ou mesmo de metal.
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Grande Entrevista
Num ano em que a Humanidade assistiu a factos tão marcantes como a 1ª guerra do Golfo, o desmembrar do Pacto de Varsóvia e a descoberta do buraco do ozono na atmosfera, outro facto digno de memória, para nós, foi o nascimento da nossa escola C+S de Montenegro, em 1991. Com esta entrevista, procuramos saber algo sobre esses tempos, as expectativas, os sonhos, as novidades, as dificuldades que se apresentaram aos que testemunharam o surgir deste projeto. Para isso, entrevistámos alguns dos professores e colaboradores, que assistiram aos primeiros passos da nossa escola, pedindo-lhes que nos ajudem a voltar atrás na história e que nos façam conhecedores do seu álbum de recordações.
Entrevista à Profª Ana Maria Fevereiro Como é que a comunidade viu a chegada da escola à sua terra? Que expetativas tinha? A comunidade viu a chegada da escola como um fator de desenvolvimento (o que veio a acontecer), até porque a escola era destinada aos 2º, 3º Ciclos e Secundário. Sem dúvida que esta escola trouxe para a localidade muitas famílias e, com isso, empresas viradas para o comércio e para a indústria do turismo (tendo em conta a proximidade do aeroporto, também). Há 25 anos, Montenegro não tinha Junta de Freguesia, tão pouco! Pertencia à Junta de Freguesia de S.Pedro (Faro). Como foram os primeiros tempos da escola, no que diz respeito a instalações, pessoal docente e não docente, estruturas de apoio, anos de escolaridade abrangidos, chefias? Não sei como foram os primeiros quatro anos, pois só cá cheguei em agosto de 1995. Contudo, nessa época, a escola tinha muitas insuficiências. Toda a zona envolvente era de terra e mato (não havia estacionamentos organizados, nem alcatrão nos acessos; muito menos edifícios para habitação). A DREAlg chegou a realizar duas edições de Corta-Mato Escolar de âmbito regional! A escola não tinha Pavilhão Gimnodesportivo e os campos desportivos exteriores eram de um piso inadequado / abrasivo. Quando chovia, não havia aulas de Ed. Física. A Biblioteca era muito pobre e sem mobiliário específico (eram mesas e cadeiras de sala de aula e armários metálicos de arrumação para expor os livros); os recursos educativos eram escassos e, embora se tenha criado um “Centro de Aprendizagem” (pomposamente assim chamado) em conivência com o espaço da biblioteca, o “conteúdo” deste Centro era muito limitado. A Secretaria funcionava com um enorme balcão, que separava o público das secretárias e dos funcionários. A «receção» também não existia. O funcionário sentava-se junto de um PBX (central telefónica), dentro do exíguo gabinete (que se encontra atualmente nas costas da receção, ao lado da Secretaria), com a janela aberta. Havia muitas diferenças em termos de funcionamento da escola no seu início e nos dias de hoje? As diferenças são “gigantes”!! Não havia qualquer tecnologia em sala de aula, claro! Em 1995/1996, já não havia turmas do Secundário a frequentar a escola, a qual se tinha virado exclusivamente para os 2º e 3º Ciclos. A Direção era formada por um Diretor e um Diretor Adjunto (de acordo com a legislação vigente, no âmbito da inovação das «Direções Executivas», pois a norma, em todo o país, apontava para os «Conselhos Diretivos» formados por um grupo colegial, de três ou cinco docentes, conforme a população escolar). É possível traçar um perfil dos alunos e dos professores de 1991 e compará-lo com o dos alunos de hoje? Lembro que a escolaridade obrigatória era só até ao 6º ano, tanto que a escola era designada de “Escola C+S de Montenegro”. O corpo docente era muito instável (à exceção do pequeno grupo de efetivos, mudava todos os anos). Muitos alunos que frequentavam o 2º Ciclo tinham idades que iam até aos dezasseis anos, com muitas repetências no seu percurso, e eram provenientes das zonas piscatória (Ilha de Faro) e rural (Marchil, Patacão, Mata Lobos, Medronhal, Stª Bárbara de Nexe e Gorjões), que circunda Montenegro.
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(continuação da entrevista à Profª Ana Fevereiro)
Não existia o núcleo habitacional de Gambelas, nem a Universidade com a atual estrutura (era um Pólo Universitário). Daí que, quando surgiram os Currículos Alternativos no sistema educativo português, a nível do ensino básico e eu formei a Direção Executiva (1997/98/99/00), foram abertas turmas com saídas semi-profissionais, para dar resposta a estes alunos com baixas expetativas a nível de prosseguimento de estudos e com problemas de integração no mercado de trabalho. Que esperanças para o futuro da escola? O futuro só pode ser brilhante! Temos um bom corpo docente, mais estável e experiente; um grupo de funcionários renovado, onde a experiência se equilibra com a energia dos mais jovens; e alunos com famílias completamente integradas na comunidade, as quais já estão identificadas com a escola.
Entrevista ao Prof. Carlos Chimeno Como é que a comunidade viu a chegada da escola à sua terra? Que expetativas tinha? A comunidade viu com alegria e esperança a chegada da escola ao Montenegro, pois, entre outras coisas, significava a proximidade da escola, sem a necessidade de deslocações de jovens muito jovens (9, 10, 11 anos) para Faro. No entanto, é preciso não esquecer que, nessa altura, a área de abrangência da escola era muito diferente da atual, como seja Gorjões, Stª Bárbara de Nexe, entre outras localidades. De outro ponto de vista, também era mais uma afirmação da localidade, na expetativa da sua passagem a freguesia.
Como foram os primeiros tempos da escola, no que diz respeito a instalações, pessoal docente e não docente, estruturas de apoio, anos de escolaridade abrangidos, chefias? Os primeiros tempos da escola foram de uma expectativa enorme, pois tudo era novo: espaço, professores, funcionários e alunos. As instalações eram novas, a estrear, que melhor se pode querer? No entanto, nem tudo foi um mar de rosas, pois não havia pavilhão (e o espaço onde se encontra era um enorme terreiro – com pó e lama), as “bancadas” junto dos campos de jogos eram meros taludes e os canteiros haveriam de sê-lo. Nessa altura, é preciso lembrar que a escola seria também secundária, o que nunca me lembro de ter de facto acontecido, logo, creio que foi sempre do 5º ao 9º ano. Quanto às chefias, já passei por todas, desde a Comissão Instaladora (a quem me apresentei) até aos dias de hoje e tenho bem vivo na memória todos os factos mais importantes.
Havia muitas diferenças em termos de funcionamento da escola no seu início e nos dias de hoje? A escola, em termos de funcionamento, era como seria normal, muito diferente de hoje por diversos motivos. A escola nova, tudo a fazer, desconhecimento da maioria do corpo docente, “montar” as estruturas, que, com o passar dos anos e o amadurecimento, quer das próprias estruturas, entretanto criadas, quer do próprio corpo docente (e funcionários), entrou já há vários anos em velocidade cruzeiro (mas nunca esquecendo os poços de ar….). É possível traçar um perfil dos alunos e dos professores de 1991 e compará-lo com o dos alunos de hoje? Em relação aos alunos, lembro-me perfeitamente que eram de um modo geral mais velhos e demorou algum tempo a “colocar” os alunos nos seus respetivos anos (quero dizer que havia alunos com idade maior do que era expectável para o ano de escolaridade), no entanto eram mais responsáveis, crescidos e, em termos de comportamento, diferentes para melhor.
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Grande Entrevista
(continuação da entrevista ao Prof. Carlos Chimeno)
Recorda algum acontecimento marcante dessa época? Acontecimentos marcantes houve talvez três, e que foram, por ordem cronológica, a destituição do Presidente do Conselho Diretivo, a minha efetivação e a inauguração do pavilhão (já no mandato da profª Ana Fevereiro), entre outros acontecimentos mais lúdico/pitorescos. Que esperanças para o futuro da escola? A minha esperança para o futuro da Escola/Agrupamento é que a deixem “andar”, isto é, não criem empecilhos ao seu normal funcionamento, e que, todos aqueles que tiverem de alguma forma responsabilidades na prossecução destes objetivos, estejam de facto sincera e honestamente empenhados em continuar a manter o bom nome da instituição.
Entrevista à Assistente Operacional Isabel Bodião Como é que a comunidade viu a chegada da escola à sua terra? Que expetativas tinha? A comunidade local viu a chegada da escola como uma mais-valia. Um fator positivo para as pessoas da zona foi o facto de os filhos não terem de ir para Faro, para a escola Afonso III. A comunidade tinha espetativas que a escola trouxesse mais desenvolvimento à freguesia a nível urbano, houve mais arrendamento e a construção mais que triplicou, muitas pessoas fixaram-se na zona e a abertura da escola também criou algum emprego na localidade. Como foram os primeiros tempos da escola, no que diz respeito a instalações, pessoal docente e não docente, estruturas de apoio, anos de escolaridade abrangidos, chefias? Havia muitas diferenças em termos de funcionamento da escola no seu início e nos dias de hoje? Os primeiros tempos na escola foram muito difíceis, éramos seis auxiliares de educação e duas ajudantes de cozinha e tivemos que distribuir todo o mobiliário pelas salas e limpar toda a escola que estava a ser acabada. Durante os primeiros tempos o refeitório não estava acabado e os alunos almoçavam no bufete, as instalações da escola eram muito boas e havia uma boa relação entre docentes, não docentes e chefias. Atualmente, o número de funcionários é quase o mesmo do que era em 1991, só que os que iniciaram a escola têm agora mais 25 anos, estão mais cansados. É possível traçar um perfil dos alunos de 1991 e compará-lo com o dos alunos de hoje? Os alunos de hoje são iguais aos de 1991, tanto agora como em 91 pertencem à mesma faixa etária e têm os mesmos problemas.
Recorda algum acontecimento marcante dessa época? Um acontecimento que me marcou no primeiro ano que a escola funcionou foi um telefonema anónimo, a avisar que estava uma bomba na escola. Toda a comunidade educativa foi para o exterior da escola e houve um grande reboliço e toda a gente estava à espera que a escola explodisse a qualquer momento. Que esperanças para o futuro da escola? Hoje vejo o futuro da escola com algum pessimismo porque o trabalho é cada vez mais e menos pessoal para o fazer.
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A falar é que a gente se (des)entende!
e ento ovim alaaond m e e p a Ond indic r. É uma que a s de ” g o n u b l o r m “A ve algu om para sada c vimento. u es vra ssam mo a pr t n a t e ex pr com vais e d Aon e se s a? m qu á. É e r a l ug est ndica onde se m veri ” e “Ond algo ou sada co ermap a u pass palavra essam r p a x e um que bos a. i nênc ras? e mo d n O
"Acerca de", "A c erca de" "Há cerc a de"? "Acerca de peito de". " equivale a "sob re", "a re sEles fala vam ace rca de po lítica. "A cerca de" indic a A minha família m aproximação. ora a cerc daqui. a de 2 K m "Há cerc ad Comprara e" indica tempo decorrido m aquela . três anos casa há . cerca de
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Hou
v
nifica interc
eder, interfe
rir. Pensa nas formas do v erbo vir e a verbo interv plic ir: eu venh o/intervenh a-as todas ao interveio; s o; e e ninguém vier/intervie la veio/ r, etc. Não intervim na luta porq ue não os c onheço. Talvez foss e melhor qu e o governo em questõe não intervie s particulare ss e s.
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Notícias Geronimo Silton trouxe a Ratázia ao nosso Agrupamento Os dias 18 e 19 de janeiro foram diferentes para os alunos do nosso Agrupamento, pois contaram com a presença de uma figura muito especial: Geronimo Stilton, que veio, de propósito, da Ratázia passar alguns momentos connosco. A iniciativa inseriu-se numa campanha de divulgação do conjunto de obras infanto-juvenis, que têm suscitado grande adesão por parte do público mais jovem - a coleção Geronimo Stilton, que conta já com mais de setenta títulos publicados, pois este destemido rato adora registar por escrito as mil e uma aventuras em que se vê envolvido...
Consigo, o nosso grande aventureiro trouxe a sua entusiástica colaboradora, a simpática Sheila, a quem coube a tarefa de apresentar a obra deste herói da literatura infantil. O Geronimo respondeu às perguntas dos seus jovens e entusiasmados leitores e houve ainda tempo para uma sessão de “carimbautógrafos”, uma foto com todas as turmas participantes, aquisição de livros e oferta de brindes a todas as crianças. No total foram cinco sessões para os alunos dos 1º e 2º ciclos, onde a alegria e a boa disposição foram visíveis em “miúdos e graúdos”. Esta ação, destinada à promoção da leitura e dos livros do Geronimo Stilton, foi patrocinada pela Largebooks/Editorial Presença, que ofereceu cinco livros do universo Stilton à nossa biblioteca.
Auto da Barca do Inferno No passado dia 7 de março, os alunos da turma do Percurso Curricular Alternativo (PCA) dos 8º/9º anos de escolaridade, do Agrupamento de Escolas de Montenegro, assistiram à representação teatral da obra Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, encenada pela Companhia de Teatro “ContraPalco Produções de Teatro, que teve lugar no Auditório do Instituto Português da Juventude (IPDJ) em Faro, pelas 14:00 horas. Esta visita de estudo teve o intuito de proporcionar aos alunos um contacto direto com a arte dramática, contribuindo para uma melhor compreensão e consolidação das aprendizagens/conteúdos programáticos, no âmbito das disciplinas de Português e de Arte, Educação e Cidadania. Ao longo da participação nesta atividade, os alunos demonstraram interesse e entusiasmo pela peça de teatro a que assistiam e mantiveram sempre uma postura adequada ao contexto em que se inseriam. Por conseguinte, esta visita de estudo decorreu num clima agradável de convívio entre todos os participantes, juntamente com as docentes responsáveis. É de referir também que foram amplamente atingidos todos os objetivos propostos para esta iniciativa.
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ERASMUS+ Visita dos países parceiros do Projeto Foi com enorme entusiasmo que a nossa escola recebeu a visita das comitivas participantes do Projeto ERASMUS+ “1914-2014, Il y a 100 ans la Grande Guerre: regards croisés d’élèves en l’Europe”, de França, Itália, Alemanha, Turquia, Roménia, Polónia e Inglaterra, num total de 19 professores e 30 alunos estrangeiros. Na comitiva portuguesa, 6 professores e 23 alunos implementaram e organizaram um conjunto diversificados de atividades realizadas ao longo da semana. Assim, e para além da partilha dos trabalhos desenvolvidos no âmbito do projeto, esta mobilidade contou com a visita a museus, sempre no âmbito do tema do projeto, a procura, recolha e apresentação dos poucos vestígios da grande guerra na nossa região, até à visita e degustação da nossa gastronomia regional. Foi uma semana muito rica em aspetos culturais e também em emoções, pois a experiência proporcionada aos alunos e famílias de acolhimento foi intensa e no final houve também lugar para algumas lágrimas, numa saudade que já se fazia sentir por esta semana ter passado tão rápido. Esta foi a opinião geral dos alunos e professores que os acompanharam, "foi tudo tão bom que queríamos que durasse mais tempo!”
Pedro Simões e Guilherme Gamito apresentaram o conto “As três penas” Numa antestreia da nossa Semana da Leitura, recebemos na nossa escola a visita de Pedro Simões e Guilherme Gamito, ator e ilustrador, respetivamente, no dia 16 de março, para conversarem com os alunos sobre a presença do fantástico e do maravilhoso na literatura. Com muito entusiasmo e expressividade, Pedro Simões fez a leitura dramatizada do conto «AS TRÊS PENAS» dos Irmãos Grimm, transportando os alunos para dentro da «história», questionando-os sobre as personagens, pedindo-lhes que indicassem os elementos fantásticos, os oponentes e os adjuvantes, a simbologia do número três e do número sete... e outros elementos presentes nos contos tradicionais. Simultaneamente, Guilherme Gamito ilustrava o conto dramatizado, cativando os alunos com a expressividade e colorido dos desenhos que depois deixou de recordação para todos os participantes, na biblioteca da nossa escola. A atividade, que denominámos CONTO CONTIGO, foi uma “aula” diferente para as três turmas presentes (6ºA,B e E) pela abordagem e sistematização dos conceitos, pela interação, partilha de ideias e de opiniões dos presentes e pela mensagem transmitida, bem como pelos momentos de boa disposição vivenciados. Os alunos, conhecendo já as categorias da narrativa, participaram com entusiasmo e realizaram ainda uma atividade de escrita criativa flash com empenho e criatividade.
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O Estranhão - Quem vê likes não vê corações! de Álvaro Magalhães; Mais histórias divertidas de Fred, o Estranhão. Desta vez, o protagonista ajuda a irmã a tornar-se viral no Facebook, prova, por umas horas, a vida de milionário infantil, acerta contas com Jesus Cristo, que faz anos no mesmo dia e lhe estraga a vida desde a nascença, e conhece a rapariga mais bonita da cidade, que o empurra para uma perigosa aventura policial: o caso da mulher enterrada no quintal. E ele que só queria ter uma vida normal, sem sobressaltos… Mas isso não é tarefa fácil para um Estranhão. Pois não?
Espreita a História de Portugal de José Jorge Letria Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com a História de Portugal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade. Queres saber como nasceu Portugal, o que foram os Descobrimentos ou o que aconteceu no 25 de Abril? Então abre este livro, levanta todas as abas e descobre as respostas e curiosidades sobre o nosso país. Neste livro interativo, repleto de ilustrações cheias de humor, vais aprender tudo sobre os momentos mais importantes da História de Portugal de uma forma divertida! Conhece a Coleção Espreita e verás uma forma divertida de aprender!