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2015 2016 o camaleão 3º periodo

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junho 2016

O Camaleão

O futuro é hoje! Estás preparado?


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E se ontem

Editorial

fosse amanhã?… …hoje seria sexta-feira!

Um título inspirado num conhecido problema matemático. Não, não é de matemática que aqui se versa e nem se procura aqui a sua solução literal, no entanto esta rebuscada frase leva-nos a pensar e assume grande pertinência para os mais jovens, sobretudo para aqueles que agora se aproximam do final do 9º ano. Agora, mais do que nunca, é necessário aprender com o “ ontem ” , sentir o “ hoje ” e ter bem delineado o caminho para o “ amanhã ” , pois já é “ s exta-feira, o final de mais um ciclo de aprendizagem. A aprendizagem deixou de ser apenas uma componente da educação e da formação, e cada vez mais se orienta para a participação num fluxo contínuo de conhecimento ao longo da vida, independentemente do contexto. Na década que se avizinha, deverá assistir-se a uma caminhada exigente de formação em que todos os europeus deverão, sem exceção, procurar adaptar-se às exigências das mutações sociais e económicas e participar ativamente na construção do seu futuro. Estas duas características da mudança social e económica contemporânea estão interligadas e encerram dois objetivos igualmente importantes: promover a cidadania ativa e fomentar a empregabilidade. Durante grande parte da vida das pessoas, o facto de terem um emprego remunerado significa independência, autoestima e bem-estar, sendo, por isso, fundamental para a sua qualidade de vida. A empregabilidade - a capacidade de assegurar um emprego e de o manter - é, também, uma condição decisiva da melhoria da competitividade e riqueza individuais. Empregabilidade e cidadania ativa estão dependentes da existência de competências e conhecimentos adequados e atualizados. Os alunos que encaram a aprendizagem e a formação com uma atitude positiva, que estão conscientes do valor da educação e da importância de se prepararem, a partir do início da sua vida escolar, detêm os alicerces fundamentais para as novas competências exigidas. O ensino primário e secundário são pilares de construção, essenciais para garantir as oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos. Outro componente fundamental para a aprendizagem ao longo da vida é o ensino e a formação técnica e profissional para jovens e adultos, o qual ajuda a construir, a manter e a renovar as competências necessárias para o mundo do trabalho e a integração social. Assim, é premente, desde muito cedo, que os jovens se empenhem em “ aprender a aprender ” , a estar conscientes e preparados para o tal “ amanhã ” que, por ser fruto das escolhas feitas, é decidido “ hoje ” . Quem não o fizer, sentir-se-á, mais cedo ou mais tarde, desfasado nos novos tempos.

Sumário Página 2: E se ontem fosse amanhã, hoje seria sexta-feira! Página 3: Notícias fresquinhas Página 4: Notícias fresquinhas Página 5: Notícias fresquinhas Página 6: Acabei o 9º. E agora? Página 7: Acabei o 9º. E agora? Página 8: Sou jovem. O que espero do amnhã? Página 9: O futuro do planeta assusta? Página 10: O amanhã já chegou! Página 11: Ler, é para já! Página 12: Ler é uma viagem...

Equipa Técnica Professores Helena Ramos Correia João Paulo Matos

Alunos Beatriz Valente Helena Varela Joana Pinto Mariana Barão


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Apresentação da obra

As Gravatas de

Pedro Seromenho

Foi no dia 4 de maio que o nosso Agrupamento recebeu, pela segunda vez, a visita de Pedro Seromenho, para nos apresentar o livro As gravatas do meu pai. Foram três sessões, organizadas em parceria com a professora bibliotecária, em que alunos do 1º ciclo e professores se deliciaram com a mais recente obra do autor.

«Esta é a história de um menino sonhador que tinha pressa de crescer….»…

Assim começa a aventura e assim começou Pedro Seromenho a sua apresentação. Espantada e fascinada com a perícia das mãos que desenharam figuras encantadas na folha branca, a plateia acompanhou a narração e a dramatização da história do menino sonhador. E a magia aconteceu… De repente, o livro transformou-se num leque repleto de gravatas! Gravatas sinceras, gravatas apaixonadas, gravatas aventureiras, gravatas tristes… Todas ganharam vida pela mão do autor, «porque as gravatas são como as pessoas»… O livro é uma metáfora e reflete uma parte da vida do próprio autor, que foi obrigado a usar gravata quando era economista. Um dia decidiu desatar o nó e criar laços com a escrita e com a ilustração. Hoje diz-se uma pessoa feliz, porque faz o que gosta. No final do encontro ainda houve tempo para satisfazer a curiosidade das crianças, que colocaram diversas perguntas e para uma sessão muito especial de autógrafos: cada livro recebeu uma dedicatória e uma ilustração personalizada do autor. Reforçando o papel da leitura, a Biblioteca Escolar do Agrupamento continua empenhada na dinamização de encontros com autores portugueses, na esperança de que os mesmos possam ( q uem sabe ) servir para desatar nós e criar laços com a leitura…

Prof.ª Ana Ribeiro


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Os alunos do 7º A começaram as aulas de Educação para a Cidadania do 3º período a participar na campanha E se fosse eu? Fazer a mochila e partir… Para perceber o que quer dizer “ deixar tudo para trás e partir como refugiado ” , os alunos tinham que preparar uma pequena mochila, como se tivessem de fugir da guerra. No fim, cada um tirou uma fotografia aos objetos que levaria. Esta iniciativa, que visa constituir um exercício alargado de cidadania para o acolhimento e a integração das crianças e dos jovens pertencentes ao contingente de refugiados nas escolas portuguesas, está inserida numa campanha conjunta da Plataforma de Apoio aos Refugiados ( P AR ) , da Direção Geral da Educação, do Alto Comissariado para as Migrações e do Conselho Nacional da Juventude e visa refletir e debater sobre o que gostaríamos de encontrar se vivêssemos esta situação. O que é que cada um de nós não deixaria para trás e colocaria na mochila? Alguns objetos foram, mais ou menos, consensuais: enlatados, água, muda de roupa, telemóvel, medicamentos e manta, mas houve quem não se esquecesse de fotografias da família e amigos ou de incluir os seus animais de estimação. E tu, o que levarias? Como viverias só com essas coisas? Filipa Silva


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A Biblioteca tem um farol… Na primeira semana de maio esteve exposta na biblioteca uma mostra de trabalhos da turma F, do 2º ano, com a sua interpretação da temática da peça de teatro, visualizada por esta turma no Teatro Lethes. A peça, «Formosa é a Ria», apresentada pela ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve - e inspirada na fauna e flora da Ria Formosa, conta a história de um faroleiro que, todos os dias, com os seus binóculos, observava e escrevia num caderninho tudo o que se passava na ria com animais, plantas, visitantes, habitantes fantásticos, entre outros. Assim, a partir deste espetáculo, que mistura a magia do teatro com a beleza da dança contemporânea, os alunos partiram para a construção dos seus faróis que agora apresentaram à restante comunidade escolar.

Os anjos da Carla

Foi no dia 5 de maio que o nosso Agrupamento recebeu mais uma figura do livro e da escrita, Carla Antunes, para nos apresentar a sua última obra A Bênção dos Anjos . Foi uma sessão muito animada, organizada em articulação com a biblioteca escolar, em que alunos do pré-escolar e educadores se deliciaram com as suas criações. O que desejamos àqueles

que amamos? Aquelas pessoas tão especiais que habitam a nos-

sa vida? são as questões centrais, cuja resposta

surge, em forma de figuras encantadas, com perícia, das mãos da ilustradora. E, mais uma vez se sentiu a magia e, de repente, já tínhamos dezenas de pequenos artistas a criar anjos e a encher de vida as folhas brancas. No final do encontro ainda houve tempo para conversar com as crianças, que colocaram diversas perguntas e para uma sessão muito especial de autógrafos em que cada um recebeu, no seu livro, uma dedicatória e uma ilustração personalizadas.


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Acabei o 9º ano! E agora? As dúvidas! “Acabei o Ensino Básico e quero prosseguir estudos, no ensino secundário. Tenho de fazer opção vocacional! O que escolho? Ainda não sei bem o que quero!”, ou ainda “Não quero prosseguir estudos. Que curso profissional escolho?”. De facto, o currículo geral comum terminou e é preciso decidir. O adolescente tem de decidir não só qual o percurso académico, mas também o que quer ser no futuro. Assim, as dúvidas são mais que muitas, a ansiedade, o confronto com as expectativas dos pais. A pergunta que desde há muito era feita “Que queres ser quando fores grande?” exige agora uma resposta. Então, surgem as dúvidas: “Deverei seguir uma área de que gosto ou uma área com mais saídas profissionais?” e ”Que profissões me interessam depois seguir nesta ou naquela área?” e ainda “E será que eu tenho vocação ou jeito para essa área?”.

Orientação vocacional Quando se orienta vocacionalmente, têm de se ter em conta algumas perguntas: - Conheço as minhas preferências, necessidades, interesses, aptidões? - Que profissão quero ter? - Qual a oferta formativa depois do 9º ano? Para conseguir fazer luz sobre esta nebulosa, os psicólogos realizam teste vocacionais de interesses profissionais e aptidões intelectuais. O jovem tem de se conhecer muito bem enquanto aluno e também enquanto pessoa, tem de analisar as possibilidades de prosseguimento de estudos e de explorar bem as diferentes profissões que pode vir a exercer.

Cursos com saída Os cursos que hoje têm empregabilidade garantida, tê-la-ão daqui a dez anos? Como saber? Não há como ter certezas, contudo, os pais e o orientador vocacional podem dar uma ajuda, com base nos seus conhecimentos e experiência. Se pensássemos agora, aquando da escrita deste artigo, poderíamos dizer, com alguma certeza (não absoluta), que valerá a pena apostar em áreas como o turismo, gestão, desporto, energias renováveis, moda, tecnologias de informação e comunicação, entre outras. Segundo um artigo da revista Visão, publicado em 2014, as 10 profissões que terão, no futuro próximo, mais emprego serão: engenheiro biomédico, analista de comunicações e sistemas de redes e dados, assistente de saúde, engenheiro de petróleo, auditor financeiro, técnico de marketing, engenheiro de mobilidade, especialista em cuidados da pele, bioquímico / biofísico e personal trainer. Eis um lote bem diversificado. Acrescentaríamos ainda que as profissões de utilidade prática como sapateiro, alfaiate, cabeleireiro, padeiro, carpinteiro, eletricista, calceteiro, pescador, agricultor, entre outras, têm também hoje emprego praticamente garantido. Contudo, não estão muitas vezes entre as preferências dos jovens. Convém ainda não esquecer que estamos inseridos no mercado europeu e que as nossas escolhas devem ter este fator em conta. Devemos então pensar em termos europeus e não apenas em termos nacionais. Por que razão não pensar num emprego noutro país da Europa?


Página 7 Para que as escolhas pessoais tenham possibilidade de ser concretizadas, convém lembrar, também, que haverá muitos outros jovens a fazer essas mesmas escolhas. Assim, deverá ser tido em conta que a média do secundário é um fator essencial e que não pode ser esquecido! Sem uma boa média, há algumas escolhas que serão impossíveis! A luta pelo emprego desejado começa já aqui! ATENÇÃO! As decisões tomadas no final do 9º Ano são vinculativas, mas não são irreversíveis. É sempre possível reformulá-las. Qualquer que seja a tua escolha, o mais importante é que estabeleças os objetivos para os teus estudos e faças tudo para os alcançar! João d e

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C

ursos c (Atenção, estes são dados relativos aos cursos oferecidos no ientífic Cursos o -h u m ano letivo 2015/2016). anís cie Tomás Cabreira Cursos científico-humanísticos: Cursos científico-humanísticos de ciências e tecnologias; Cursos científico-humanísticos de ciências socioeconómicas; Cursos científico-humanísticos de artes visuais; Cursos científico-humanísticos de línguas e humanidades. Cursos artísticos: Curso artístico especializado de produção artística; Curso artístico especializado de design de comunicação;

ntífico nologia -huma ticos: s; nístico s de c Cursos iências científic e teco-hum conóm anístic icas; o s Cursos de ciên científic cias so cioeo-hum Cursos anístic científic o s o-hum nidade anístic de artes visu s. os de lí ais; nguas e h umaCursos profiss io Curso p nal: ro Curso p fissional de técnico rofissio d n marke ting, re al de técnico e multimédia l. públi ; c omunic Curso p cas e aç ro de qua fissional de p publicidade ão/ lidade ; alimen rocessament tar. o e con trolo Pinheiro e Ros a

Cursos profissional: Curso profissional de técnico de instalações elétricas; Curso profissional de técnico de eletricidade naval; Cursos científic o-humanístico s: Curso profissional de técnico de técnico de eletrónica, autoCursos científ ico-humanístic os de ciências mação e computadores; Cursos científ e tecnologias; ico-humanístic os de ciências cas; Curso profissional de técnico de mecatrónica; socioeconóm iCurso profissional de gestão de equipamentos informáticos; Cursos científico-h umanísticos de línguas e hum Curso profissional de técnico de comércio; anidades; Cursos profissi Curso profissional de técnico de receção; onais: Curso profissi Curso profissional de técnico de secretariado; onal de auxilia r de saúde; Cu rso profission Curso profissional de técnico de vídeo; al de técnico de gestão e de sistemas inform programação Curso profissional de artes do espetáculo-interpretação; áticos: Curso profissional de intérprete de dança contemporânea; Curso profissional de técnic o de apoio à ge va. stão desportiCursos Vocacionais: Cursos vocaci Curso vocacional de técnico de restaurante/bar onais: Curso vocacion al de multiméd ia.

Cursos

O que são, para quem são, qual o prosseguimento de estudos? Cursos científico-humanísticos: Para quem: destinam-se a alunos que, tendo concluído o 9º ano ou equivalente, pretendam obter uma sólida formação na Área das Ciências Exatas, Humanas e Sociais Ensino superior: vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível superior, de caráter universitário ou politécnico.


Página 8 Cursos profissionais: (continuação da página anterior) Ensino prático: caraterizam-se por uma forte ligação com o mundo profissional. A aprendizagem realizada valoriza o desenvolvimento de competências para o exercício de uma profissão, em articulação com o sector empresarial local; Dupla certificação: tem a duração de três anos e equivale ao 12º ano. Confere uma certificação profissional e o nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações; Ensino superior: permitem o prosseguimento de estudos num Curso de Formação Tecnológica ou acesso ao ensino superior; Estágio formativo: integram uma componente de formação em Contexto de Trabalho, em estreita ligação com empresas. Cursos vocacionais: Para quem: destinam-se a alunos a partir dos 16 anos que, tendo obtido aproveitamento no ensino básico, procurem alternativas ao ensino secundário profissional e ao ensino secundário regular e pretendam uma oferta mais técnica, designadamente os que se encontrem em risco de abandono escolar; Estrutura curricular: estes cursos têm uma estrutura curricular organizada por módulos e correspondem a uma qualificação de nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações (12.º ano de escolaridade e certificado de nível 4); Após a conclusão, os alunos que pretendam prosseguir estudos no ensino superior deverão cumprir os requisitos que forem estabelecidos na legislação; Podem ainda ter acesso a ofertas educativas das instituições politécnicas que confiram uma qualificação de nível 5.

Tenho 16 anos, o que espero de amanhã? Flávio Rodrigues, 9º B A meu ver, o futuro será um “mundo negro”, infeliz e hipócrita. Esta primeira metade do século XXI tem-nos mostrado muitas coisas menos boas, como atos terroristas, alguns políticos que não se respeitam uns aos outros, promovendo a guerra indiretamente. A possibilidade de haver uma terceira guerra mundial é real e nós, jovens, no futuro teremos de ser muito inteligentes, para que esse conflito não aconteça, porque as consequências serão bastante devastadoras. As tecnologias mudaram bastante as nossas vidas e vão continuar a influenciar o futuro dos nossos filhos. Será que eles vão saber o que é brincar num escorrega ou num baloiço? Ou só vão saber mexer em aparelhos tecnológicos? Será que vão ser mais inteligentes que nós ou mais preparados para a vida? Inês Bolas, 9º B O nosso futuro podia ser melhor sem criminosos, sem cortes nos salários, dando as reformas às pessoas que delas precisam. As pessoas não deviam ter tantas horas de trabalho. A escola devia ser obrigatória até ao 12º ano. A meu ver, no futuro vai ser complicado arranjar trabalho. Os políticos deviam ajudar os pobres, porque eles têm bastante dinheiro e reformam-se cedo. Não deveria haver impostos para pagar, nem escolas privadas; os alunos deveriam estar todos juntos e não devia haver colégios. As pessoas reformadas deveriam ter mais dinheiro de reforma, porque os 200€ atribuídos não são nada. Eles têm casas para pagar, medicamentos para comprar, também têm de comprar comida e ir ao médico. Creio que os idosos precisam de mais condições, pois alguns vivem em condições péssimas. Não se devia deixar os idosos sozinhos (no meio do nada) porque a solidão não é boa para ninguém. Eu tenho muita pena dos idosos, não gosto que fiquem sozinhos. Acho que os filhos deveriam levá-los para as suas casas, para que tenham o apoio devido. Apesar de tudo, continuo otimista. Acredito que saberemos dar a volta a isto!


O Futuro do planeta assusta?

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A terra será mais quente! Nos próximos 100 anos, a temperatura média global deve aumentar entre 4ºC e 8ºC. Os polos são as áreas que mais vão sentir esse aquecimento. Os oceanos terão um aumento de temperatura de 2ºC, em média. Como consequência, a nossa saúde sofrerá importantes alterações, bem como a nossa alimentação e hábitos de vida. Também a fauna e a flora sofrerão transformações importantes. Como será então a paisagem que nos cerca?

Chuva ou seca? Segundo os resultados de um estudo da NASA, as regiões húmidas do planeta, principalmente as que se localizam no Oceano Pacífico e nas regiões de monções da Ásia, devem ver um aumento na precipitação intensa, enquanto as áreas áridas, localizadas mais longe dos trópicos, devem tornar-se ainda mais secas. Acrescenta o estudo que, em resposta ao aquecimento, o ciclo global da água será alterado, resultando num padrão de aumento de chuvas pesadas, diminuição de chuvas moderadas e secas prolongadas em certas regiões. No Hemisfério Norte, as principais áreas a serem atingidas pela seca serão os desertos e as regiões áridas dos Estados Unidos, México, Norte da África, Médio Oriente, Paquistão e Noroeste da China. No Hemisfério Sul, as secas tornar-se-ão mais comuns na África do Sul, no Noroeste da Austrália e no Nordeste do Brasil.

População mais velha e multicultural A terra tem hoje 7 biliões de pessoas. No ano de 2050, as Nações Unidas estimam que seremos 9,1 biliões. Nessa altura, seremos uma população envelhecida. A estimativa atual é que, até 2050, o total de adultos com mais de 60 anos, em todo o mundo, suba de 739 milhões para 2 biliões. As migrações para os centros urbanos, devido ao avanço tecnológico e às alterações climatéricas, farão com que as cidades tenham o dobro dos atuais habitantes. 80% da população mundial será urbana! O maior desafio, devido a este aumento de população e às migrações, será cultural e educacional. Saberemos viver com as diferenças?

Escassez de água Daqui 40 anos, haverá quatro biliões de pessoas a viver em áreas de escassez de água. As regiões mais problemáticas deverão ser as mesmas de hoje: sudeste asiático, grande parte da África e Médio Oriente. Também é preciso estar atento às áreas de alta densidade demográfica , por consequência, às cidades sobrelotadas do futuro.

Animais extintos A lista das espécies animais que já habitaram o nosso planeta é imensa. No entanto, a lista de animais extintos está a crescer nos últimos anos, devido a fatores como a caça predatória, poluição, desmatamento, urbanização mal planeada. Eis uma lista de animais que, se nada fizermos, já os nossos netos não verão: tigre, urso polar, morsa, pinguim de Magalhães, tartaruga-gigante, atum-azul, gorila das montanhas, borboleta monarca, rinoceronte de Java e panda.

O Futuro do planeta assusta?


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O AMANHÃ JÁ CHEGOU! Carregador de telemóveis em Segundos

Os problemas de esperar o telemóvel carregar ou ficar sem bateria acabaram. Eesha Khare, com apenas 18 anos, criou um projeto que permite recarregar a bateria de telemóveis em pouco mais de um piscar de olhos e ainda aumentar a durabilidade da carga.

Realidade aumentada Tudo começou com brincadeiras com QRcode e hoje temos coisas como o Google Glass. A ideia é criar novas interfaces que mostram um mundo paralelo e repleto de informações novas diante dos nossos olhos. As possibilidades são infinitas. Fábricas, hospitais, escolas começam a testar as possibilidades.

Impressoras 3D Elas já estão no mercado há algumas décadas e há alguns anos começaram a ser tão populares como as de jato de tinta. Mas ainda não mudaram o que todos preveem. Elas serão a nova forma de “fazer à mão” do século 21. Qualquer um poderá produzir o que quiser, em casa. Algumas destas impressoras começam a produzir órgãos humanos para revolucionar a medicina.

Transplantes de órgãos para todos A medicina personalizada, baseada nos genes particulares das pessoas e a possibilidade de produzir, mediante biotecnologia, órgãos humanos autónomos feitos à medida dos pacientes, tornará eventualmente irrelevante a figura do doador de órgãos. Para 2030, poderemos produzir órgãos e tecidos a partir das células-tronco de cada pessoa.

O nosso segundo cérebro, ou “ThingBook” Drones Veículos aéreos não tripulados já são usados por governos e estações televisivas. A tendência é que, à medida que a produção fica mais barata, o acesso por todos a estes meios seja mais fácil. O tamanho também está diminuindo e, com softwares de mapeamento e localização, os drones podem ajudar na manutenção de prédios e estruturas e ainda no mercado da segurança privada. Textos retirados de:10 tecnologias do futuro que revolucionarão nosso planeta antes de 2030 - Metamorfose Digital http://www.mdig.com.br/index.php?

No futuro, praticamente cada coisa visível será catalogada e indexada, pronta para ser imediatamente identificada e descrita para nós. Queres ir às compras? No futuro não precisaremos de grandes lojas com corredores de objetos em exposição. Nós seremos capazes de fazer compras no mundo. Achaste interessantes aqueles sapatos ou roupa? Tudo o que tens a fazer é olhar para eles com teu telemóvel ou óculos AR e vais identificar o objeto e procurar o melhor preço e loja.


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Entrevista ao professor Ricardo Roncon “Sinto que estou a educar os jovens para hábitos de vida saudáveis” Ricardo Roncon, tem 39 anos, é professor de Educação Física na escola EB2,3 do Montenegro há 10 anos. Quisemos conhecê-lo um pouco melhor e saber a sua opinião sobre o ensino e sobre a escola. por Vanessa Martins e Pedro Caleça Gosta da sua profissão? Porquê? Gosto muito! Ser professor de Educação Física implica mexer-me durante uma aula, num espaço amplo, interior ou exterior (detestaria estar sentado 90 minutos!). Por outro lado, ensino aquilo de que gosto, isto é, desporto e atividade física, daí fazer muitas vezes as aulas com os alunos. Por último, sinto que estou a educar os jovens para hábitos de vida saudáveis, o que lhes faz bem à saúde, esperando que os mantenham para o resto da vida. O que pensa sobre os professores e funcionários desta escola? A EBI/JI de Montenegro é uma óptima escola para se dar aulas. O ambiente é muito saudável, fruto da boa relação entre direcção, professores e funcionários. Como é natural, há pessoas mais e menos simpáticas, mas conflitos há muito poucos. Em relação à competência, quer de professores, quer de funcionários, parecem-me empenhados e bons naquilo que fazem. No entanto, não conheço todos assim tão bem… O que pensa sobre o comportamento/aproveitamento dos alunos, em geral? Conforme referi anteriormente, sinto que os alunos dos dias de hoje andam mais indisciplinados, menos educados, menos bem formados, mais infantis e menos empenhados. Tudo isso influencia o seu aproveitamento, que baixa, naturalmente. Os pais, que são um enorme contributo para os professores, no que diz respeito às tarefas escolares dos alunos, também estão mais ausentes, não controlando tanto os seus filhos como seria desejável. No entanto, a escola de Montenegro não apresenta situações graves de comportamento, em comparação com outras escolas de Faro e do País. O que pensa sobre os alimentos que a escola vende no bufete? Considera-a saudável para os alunos ou tem alguma sugestão para melhorar a alimentação dos alunos? Ao contrário da cantina, entendo que o bufete não deveria vender determinado tipo de alimentos (como bolos, fritos, chocolates, etc.). Vejo muitos alunos com excesso de peso, que deveriam seguir uma dieta alimentar mais cuidada, a comprarem bolos calóricos no bufete. Na minha opinião, deveria ser um nutricionista a decidir que alimentos vender aos alunos. Porém, se os alunos não acederem aos bolos no bufete, vão às máquinas de venda automática e aos cafés nas proximidades da escola! É um problema complicado de resolver, cuja solução deve começar em casa, com os hábitos impostos pelos pais. Há alguns aspetos que poderiam ser melhorados nesta escola em relação a equipamento, espaços, etc...? Quais? As escolas podem ser sempre melhoradas. Em comparação com outras, a nossa está muito bem estimada, fruto do trabalho dos professores, funcionários e direção em educar os alunos desde cedo para respeitarem os espaços/materiais e cumprirem as regras de utilização. Concretamente em relação à disciplina de EF, gostaríamos de ver o piso dos campos exteriores substituído por outro menos abrasivo. Porém, sabemos que é uma obra muito cara e que depende da aprovação da Câmara Municipal de Faro, que se depara com alguns problemas financeiros. Considera o Desporto Escolar (DE) importante na vida dos alunos? Porquê? Obviamente, por vários motivos. O DE é um prolongamento da disciplina de EF e no decorrer dos treinos os alunos aperfeiçoam aquilo que aprendem nas aulas. O DE oferece, à semelhança das aulas de EF, uma coisa única que nenhuma outra proporciona, que é a competição. Ensina os alunos a fazerem parte de um grupo, a sentirem espirito de equipa, aprenderem a ganhar a perder, o fair-play, etc. O DE é muitas vezes o estimulo para alguns alunos virem a gostar seriamente de uma modalidade e depois virem a praticá-la num clube, com carácter ainda mais competitivo e, quem sabe, virem a ser desportistas de topo. Por último, o DE representa para alguns alunos mais tempo de atividade física semanal que acresce às aulas de EF, colaborando para os estilos de vida saudável. O que pensa sobre a aplicação dos testes de aptidão física aos alunos? Os resultados têm sido satisfatórios? Os testes do Fitnessgram são uma ferramenta importante para o professor de EF avaliar a aptidão física dos alunos, daí concordar com a sua aplicação. A aptidão física dos alunos fornece dados sobre a sua saúde muscular e cardiorespiratória e tem influência direta no seu aproveitamento quando praticam as atividades físicas e desportivas. No que diz respeito aos resultados, de um modo geral, têm sido satisfatórios, porém ainda existem alguns alunos com dificuldades cardiorespiratórias (resistência) – parâmetro avaliado no teste do Vai-Vem e défice de força nos membros superiores – parâmetro avaliado no teste de flexões/ extensões de braços. O que pensa sobre o ensino de hoje em dia? Sinceramente, sinto que está pior do que há uns anos. Acho que a crise que Portugal atravessa também tem alguma influência nisso. Os pais andam mais atarefados/stressados com os seus empregos, os professores também andam mais sobrecarregados de trabalho e mais pressionados pelo Ministério de Educação que, por sua vez, está muito ligado à Política e às ideias de cada Partido. O ensino muda sempre que muda o Governo e isso nem sempre é bom… Muito obrigada pela sua disponibilidade.


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Divergente “Uma escolha decide os teus amigos. Uma escolha decide as tuas crenças. Uma escolha define a tua lealdade - para sempre. Uma escolha vai transformar-te.” Divergente é um livro de ação entusiasmante Sinopse

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em 5 facções: Abnegação, Cordiais, Intrépidos, Cândidos e Erudição. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão, pelo qual passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimónia de iniciação que determina a que grupo se querem unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma e que terá desdobramentos sobre a sua vida, o seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive. Este livro fantástico de ação está repleto de dúvidas e escolhas, surpresas e tragédias.

Puros Sinopse

Pressia pouco se lembra das Explosões ou da sua vida no Antes. Deitada no armário de dormir, nos fundos de uma antiga barbearia em ruínas onde se esconde com o avô, ela pensa em tudo o que foi perdido — como um mundo com parques incríveis, cinemas, festas de aniversário, pais e mães. Tudo foi reduzido a somente cinzas e poeira, cicatrizes, queimaduras, corpos mutilados e fundidos. Agora, numa época em que todos os jovens são obrigados a entregar-se às milícias para, com sorte, serem treinados ou, se tiverem azar, abatidos, Pressia não pode mais fingir que ainda é uma criança. A sua única saída é fugir. Houve, porém, quem escapasse ileso do Apocalipse. Esses são os Puros, mantidos a salvo das cinzas pelo Domo, que protege os seus corpos saudáveis e superiores. Partridge é um desses privilegiados, mas não se sente assim. Filho de um dos homens mais influentes do Domo, ele, assim como Pressia, pensa nas perdas. Talvez porque a sua própria família se desfez: o pai é emocionalmente distante, o irmão cometeu o suicídio e a mãe não conseguiu chegar ao abrigo do Domo. Ou talvez seja a claustrofobia, a sensação de que o Domo se transformou numa prisão de regras extremamente rígidas. Quando uma frase dita sem querer dá a entender que a sua mãe pode estar viva, ele arrisca tudo e sai à sua procura. Dois universos opostos chocam quando Pressia e Partridge se encontram. Porém, eles logo percebem que para alcançarem o que desejam — e continuar vivos — precisarão de unir as suas forças.


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