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Revista SussuWorld N. 03

Page 1

Indice 06 Dead Island 08 Gran Turismo 5 12 Dead Space 2 16 Do 2D para o 3D 24 Little Big Planet 2 28 Dia do Jogo Justo

AO LEITOR

Alessandro Bueno Editor Chefe

Caro(a) leitor(a), a Sussuworld já está na 3ª edição. Como não poderia ser diferente, a nossa publicação está repleta de novidades sobre o mundo dos games.

Para esta edição, quero chamar atenção sobre a matéria da página 6 “DeadIs-

land”. O novo trailer do jogo não segue uma cronologia exata, entretanto no site da Sussuworld é possível localizar tudo de forma organizada.

Recentemente, tive a oportunidade de participar da Game World 2011. Foi sim-

mas do lançamento norte-americano, além de preços mais acessíveis.

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plesmente fantástico e o que impressiona é o crescimento do mercado brasileiro

de games nos últimos tempos. Durante o evento os gamers puderam jogar o

novíssimo portátil da Nintendo, o Nintendo 3DS, o game de luta “Mortal Kom-

bat”, “Gears of War 3”. Entre tantas novidades, podemos considerar que o grande atrativo do evento foi o game de dança de Michael Jackson para o Kinect. É sensacional, porque até 4 jogadores podem dançar as músicas do grande astro.O game é a grande aposta da produtora, Ubisoft, para o Brasil neste 1º trimestre.

Infelizmente, todos nós sabemos que a carga tributária no país é muito alta. Porém, os representantes de Microsoft, Nintendo e Sony, mesmo concorrentes,

garantiram que estão determinados a lutar pela redução de impostos no Brasil.

Outra novidade boa é o comprometimento em trazer os jogos em datas próxi-

Alessandro Bueno Diretor de Redação revista.sussuworld@gmail.com

NOSSA EQUIPE Luciano Coelho Diretor de Geral e Analista Guilherme Analista Guilherme Analista

Fabio Carvalho Analista Solange Analista Darlan “PuroEspirito” Criador da Capa


Guilherme

Após muito tempo, tivemos uma boa olhada em DeadIsland, o novo trailer do jogo é impressionante por diversas razões. O trailer não se passa em ordem cronológica mas alguns sites como o SussuWorld arrumaram tudo para podermos entender melhor. O trailer mostra uma família comum, ou não, dois adultos e uma filha, vale salientar que apenas o “pai” se encontra com uma aliança, será que já podemos tirar conclusões daí? Talvez. A família chega para passar um tempo num hotel numa ilha paradisíaca, bom...... nem tão paradisíaca. A ilha está infestada de zumbis. Os andarilhos da meia noite estão caçando a pequena criança, ela até que escaparia deles se um zumbi extremamente rápido não aparecesse para morder e infectar a pobre criança. O pai, desesperado ataca a horda com um machado, já mostrando que esse jogo não se foca em armas, pois elas são poucas na ilha, assim como munição, então a opção principal é “melee”. Esfaquear, bater, espancar. O ponto mais interessante

dessa cena é que a zumbi que levou a machadada do pai perde o braço e começa a jorrar sangue, ao contrário do que fariam Zumbis que voltaram a vida. Existem dois tipos de zumbis, os mortos-vivos e aqueles infectados por alguma doença, que é minha aposta. Um morto-vivo não jorraria sangue após perder o braço. Mas em um momento Dead Space, a zumbi continua a correr atrás dos humanos mesmo sem o braço. A menina fica desaminada enquanto a “mãe” e o pai são atacados. E dentro de alguns segundos ela é reanimada e morde o pai, agora sentenciado a morte. Em seus últimos suspiros ele a joga pela janela, a cena da queda mostra duas coisas muito importantes. A primeira, é mais uma pista sobre como os machados serão usados, atrás da menina em queda, vemos um humano sendo atacado por um zumbi, quando uma outra pessoa vem por trás e acerta o machado bem na cabeça do zumbi. E a segunda e

mais importante das coisas é que após a queda e a morte, a zumbificada criança volta ao normal, a pele, o rosto perde os indícios de um zumbi. O que isso quer dizer? Não sabemos. Ainda. Logo avisando, esta família não são os personagens com os quais você jogará, eles são parte de uma “side-story”. Você jogará como um turista tentando fugir da ilha com a ajudada de outros sobreviventes. Teremos mais detalhes sobre DeadIsland quando ele sair ainda neste ano, multiplataforma e com cooperativo a la Left 4 Dead.


aguardem um preview na próxima edição


PS3

GRAN TURISMO 5

8,5

REVIEW

Solange

Depois de muitos anos de espera a produtora de Gran Turismo um conceituado jogo de simulação que promete fidelidade plena em sua execução da as caras e eu tive a oportunidade de jogar este game. Primeiramente deixando claro não é feito comparações a concorrentes, mas sim a um padrão que surgiu ao decorrer da geração atual.

de extensa e repleta de categorias e pistas o gamer pode também partir para outro modo de carreira. Esse modo consiste em sermos chefe de equipe da qual esta correndo e auxiliar o piloto. Muito interessante e oferece uma experiência nova e que poderá ser continuado em outras versões da série. Além disso, o jogador tem uma gama enorme de carros para escolher, comprar, enfim negociar. Ele tanto pode optar por comprar usado o que é mais indicado para iniciantes quanto ir para concessionárias quando se tem dinheiro. Muitas vezes o jogo lhe obriga a modificar o carro para poder participar de outras categorias de corridas.

Gran Turismo 5 foi alvo de muitas promessas mas será que cumpriu todas? Certamente a proposta do game nada é mais do que oferecer a melhor experiência de simulação mas ela infelizmente em alguns quesitos é mal executada enquanto em outros ela é satisfatória. Algo que é interessante foi a facilidade com que jogadores novatos tem de se apegar com o game algo que era As licencias desse jogo um problema antigamente. continuam legais e depois de certo tempo desafiaO modo carreira do jogo é doras. Um dos grandes decertamente o atrativo do staques do modo em todo game fazendo realmente o é a possibilidade também jogador sentir-se na pele de de poder participar de um um piloto profissional. Além modo nascar e também de

corrida de Top Gear ou Kart. São apenas perfumarias, mas muito interessantes e tem certa simulação. Os gráficos são algo muito controverso no game, motivo de decepção, louvação tudo ao mesmo tempo misturado. Isso porque se deve a grande expectativa pelo o game e das promessas e vídeos divulgados. Na realidade grande parte dos carros é reaproveitada da edição anterior do game que era para o Ps2 e já ultrapassava grande parte gráfica. Eles apenas colocaram alguns antiallisings e alguns filtros, mas o resultado é bom e satisfatório, mas para quem esperava primor gráfico se decepcionara. Nem tudo é decepção, existe uma parcela de carros totalmente refeitos e que estão estonteantemente bonitos, com desenhos finos, livros de serrilhas, mas o cockpit peca. Outra coisa que pega no game são sombras pixeladas


destoando da beleza dos carros. A pista é bonita e complexa, a textura é fiel e dificilmente notara alguma falha ou algo que faça o jogador torcer seu nariz. O menu é limpo e muito elegante e organizado ajudando no porte gráfico que o game tem que ao todo é acima da média mas nada algo do outro mundo como a própria produtora deu a entender. A jogabilidade é o fator chave para Gran Turismo e o que sofreu mais alterações e refinas. O carro está mais amigável de ser controlado mesmo com parte das assistências desligadas que é o que deixa o jogo mais interessante. Incluíram uma linha sugestiva que intui o jogador a seguir o posicionamento correto do carro. A sensação de velocidade volta bem melhor do que as outras versões, mais fiel e depende do modelo de carro te dando realmente animo para continuar as corridas.

Um dos triunfos do game é ser mais acessível, um iniciante que começa a jogar agora poderá ter uma curva de aprendizado longa e satisfatória podendo logo se aprofundar e tornar-se profissional no game. O carro sofre avarias internas como pneus e balanço, mas as externas só poderão ser habilitadas depois do

level 20 em um sistema de níveis para definir a habilidade do jogador. Isso é um pouco difícil de entender o porquê embora também os danos externos não sejam lá aquelas coisas. Gran Turismo é um ótimo jogo de carro, gráficos acima da média porém instáveis, jogabilidade acessível e traz um ar de simulação como antes com

pequenos ajustes como sensação de velocidade entre outras ferramentas adicionais. O modo carreira é muito atrativo e longo e fazer as licencias é realmente gratificante. Apesar de não ter cumprido todas as exigências dos jogadores é um game que sem duvida um amante de jogos de simulação tem que ter.


PS3, XBOX 360, PC

9,8

REVIEW

Luciano


Isaac Clarke está de volta. Só isso já seria mais do que suficiente para Dead Space ser um sucesso. Mas, felizmente, a EA não dormiu nos louros do jogão que foi o primeiro Dead Space e inovou e melhorou muitas coisas em Dead Space 2. Primeiro: Se você já se assustava no primeiro jogo, Pode preparar a água com açúcar, pois Dead Space 2 tem ainda mais sustos e situações desesperadoras que o primeiro. A Ishimura foi substituída pela Cidade de Sprawl, uma cidade destruída, envenenada e em frangalhos girando por perto de Saturno.


Com o jogo se passando em uma cidade, o jogo agora tem muito mais áreas para se investigar e se assustar. E recomendo quem não jogou Dead Space 1 (Alguém foi doido de fazer isso ?), Pegar o primeiro e jogar pois o jogo é uma sequência direta do primeiro. O Jogo começa com Isaac (Sem máscara) em uma ala psiquiátrica em um hospital de Sprawl. De repente uma invasão de Necromorphs começa e tudo vira de ponta a cabeça: Você se vê tendo que escapar, SEM ARMAS e com os BRAÇOS AMARRADOS por uma camisa de força. È o começo perfeito que mostra o que está vindo por aí. E Prepare-se para se deslumbrar ou se assustar com os novos cenários. Escolas, Creches, Shoppings e Igrejas. Nas escolas e creches, as imagens podem chocar alguns, pois o que vocês vão notar de corpos de crianças mortas no chão é de lembrar uma chacina daquelas bem feias. Mas não pensem que fica só nisso. A gague dos pirralhos se levanta e se junta contra você e eu posso dizer uma coisa: OH, criançada chata!! O jeito que eles correm pra cima de você, os gritos, e os braços girando em sua direção é uma coisa de louco. Isso sem contar os irmãos menores que vem rastejando feito lesmas na sua direção. Nessa hora a sua pena some rapidinho. Bem legal e bem perigoso ao mesmo tempo são os Stalkers, monstros que estréiam em Dead Space 2 e que é um bicho com a pele rasgada e com os ossos aparecendo, mas rápidos pra kct, que farão vocês suarem para dar cabo deles. Mas isso não será um porblema tão grande, pois Isaac tem a seu

dispor muitas armas desde o conhecido Plasma Cutter até a novíssima Javelin – um lança espinhos que pode grudar os Necromorphs na parede e depois os fritar com um ataque secundário de choque. Vai um churrasco aí? Só um aviso: Nada de usar o Javelin em lugares que quebrem como janelas e tal. A não ser que vocês queiram dar um passeio sem volta pelo espaço, eu recomendo que vocês não façam isso. Mas falando em passeio pelo espaço, ficou muito mais fácil agora controlar o personagem em gravidade zero, e podem ter certeza: Alguns dos momentos mais legais do jogo surgem justamente quando se tem que resolver alguns problemas fora da cidade. E se vocês acham que as áreas perto dos save points irão te dar um descanso dos ataques pensem de novo. Dead Space 2 te mostra que nenhum, mas nenhum lugar mesmo é seguro o suficiente. E isso nunca foi tão bom. E o que falar dos gráficos do jogo? Simplesmente fantásticos. Nunca a morte pareceu tão “viva” na tela como em Dea Space 2. Os Necromorphs e os outros monstros são muito detalhados (mais até do que algumas pessoas gostariam!), e isso vc já vai comprovar desde o começo do jogo. E antes que perguntem, o jogo é IDÊNTICO

nas duas plataformas (360 e PS3), então, sinto muito fanboys, mas dessa vez,nada de brigas. A EA fez um trabalho magnífico com esse jogo e vocês verão isso em cada lado que olharem, quer dizer, isso se não pular um monstro na sua cara e tirar a sua visão antes. Já o modo online eu achei fraco. Um time de humanos contra um


time de necromorphs. Os humanos têm que manter o controle de alguns terminais de computadores ou escoltar um VIP pelo mapa. E claro os Necromorphs tem que acabar com eles antes que cumpram a missão. Até que funciona legal, mas sei lá, ainda prefiro o modo versus de L4D. Os controles respondem muito bem e você não verá aqui um “ Po, morri porque o controle falhou !! “ Se você morrer a culpa está entre o controle e a televisão, ou seja, VOCÊ MESMO. Se eles já eram bons em Dead Space, em Dead Space 2 o mérito continua. A única coisa que pode atrapalhar é o nervosismo diante de uma situação desesperadora, e acredite, elas vão acontecer nesse jogo. Uma dica: Você

quer uma imersão completa no jogo ? Jogue a noite, tudo escuro, com um Home Theater ou um fone de ouvido. Desafio está lançado. Façam isso e mandem depois emails e me digam o que acharam. Resumindo: Dead Space 2 é exatamente o

que estávamos esperando com muitas surpresas. Só não ganha 10 por que o tempo de jogo diminuiu do 1 pro 2. Sim, o tempo de jogo é menor que o primeiro mas isso não é motivo para não se deliciar com esse jogão.


DO 2D PARA O 3D Solange

ESPECIAL

Esta geração atual praticamente fica escasso o espaço para jogos em 2D. O numero de gamers aumenta e reduzem aqueles que ainda tem alguma nostalgia pela a forma antiga de se produzir jogos, mas não é desde agora que este pensamento começa a mudar. Desde da inclusão 3D diversas produtoras tentaram aproveitar do novo modo de realizar games. Algumas franquias foram criadas especialmente para o novo estilo gráfico porem outras foram portadas do 2D para o 3D, será que essa combinação deu certo? Veremos mais a frente em uma volta pelo mundo gamer para analisar séries que deram ou não certo.

Mario 64

Acho que o primeiro game que vem na cabeça na maioria dos gamers sem dúvida é o Mario 64. Em seu anuncio prometeu ser revolucionário, alguns classistas ficaram com o nariz torcido mas não teve jeito. O jogo lançou e revolucionou mesmo o estilo plataforma 3D. Com trilha sonora sensacional, uma modelagem que para a época era agradável e captou muito bem o estilo

Mario e melhor, levou a um patamar mais alto tirando da imaginação do jogador todo aquele universo em um modo tridimencional e mais substancial.

muito confusa mas era algo pouco naquela época visto o grande salto que a Nintendo e também o risco do porte de sua série.

Os movimentos eram muito bem bolados para o controle do Nintendo 64, as fases eram muitas e o desafio era divertido. Um jogo que foi cobiça para muitas pessoas, até mesmo para os usuários de Playstation 1.

Todos estão habituados ao velho Megaman 2D porem foi uma aposta bem ousada em transformar o andróide em polígonos. Primeiramente reformularam toda a série colocando Rockman em um novo conceito e desing o que não agradou muitos os fãs e pessoalmente não me agradou muito também. Mas algo notável foi a história que diferente dos jogos normais da franquia foi muito bem amarrada e era interessante sendo uma das únicas coisas que na época mantinha alguns dos fãs a jogar o game. Ele possuía elementos de RPG porem era

Com isso as produtoras ficaram de olhos abertos a portes de 2D para 3D. Mario foi um trabalho fino e minuncioso onde respeitou a essência e incluiu um modo diferente de ver o jogo. Claro que defeitos constante da geração de jogos 3D estão presentes no game como a câmera que era

Megaman Legends


em um estilo plataforma e suas lutas eram divididas por áreas e dugions como o RPG. O que ficou confuso e ao mesmo tempo falho esta execução, um dos pontos positivos por essa mistura toda era que cada habilidade sua evoluía, poderia se personalizar equipamentos e mudá-los. E a derrota do inimigo depende especialmente do nível de sua arma do que de sua habilidade de esquivar-se e por ai vai. Um dos problemas evidentes além do sistema de batalha e da plataforma do jogo confusa era que demorava muito para se desenrolar os eventos e também a câmera que era problemática. Foi um jogo que teve duas versões, mas não deslanchou, mas teve seu certo destaque e burburinho na época já que era algo também ousado da Capcom que acabou por não da certo. Street Fighter Ex (Séries em geral) A série Street Fighter Ex fez algo maluco, Street Fighter 3D. Soou muito estranho na época embora hoje em dia estamos mais habituados a isso. Era um jogo de luta como Tekken ou Virtua Fighter porem com personagens da franquia da Capcom. Foi um jogo que ao contrario que todos pensavam deu certo no começo, a primeira versão era legal e os movimentos eram menos lentos que os da série da Tekken na época. O que deixou gamers intrigados e se divertiam tentando arriscar algo no game. Mas logo destrinchado recebeu um titulo de jogo que entretinha, mas não servia para uma luta épica ou séria, mas ganhou seu publico que publicou mais duas verões. Estas infelizmente foram decaindo em sua qualidade, o sistema de batalha

ficava mais cadenciado e chato. Os personagens novos adicionais eram totalmente sem carisma e os estágios como suas musicas eram irritantes. Após seu ultimo jogo lançado para Playstation 2 a Capcom engavetou o projeto e deu fim a sua empreitada a mundos 3D, por hora.

Fatal Fury

Outro jogo de luta onde não tem muito haver com o mundo 3D é Fatal Fury, sem duvida a série diferente da primeira versão do Street Fighter era mal executada. Modelagens ordinárias mesmo para Playstation 1, jogabilidade lenta e estágios chinfrins. Uma das únicas qualidades do game era seu extra e quantidade de personagens em seu elenco o que não diferenciava muito já que todos eram mal feitos o que era certo desrespeito a série. Felizmente a produtora não levou a diante e terminou sua aventura por ali, hoje Fatal Fury é eternizado por suas obras 2D onde é grande referencia a jogos de luta.

Final Fight

Esta ótima franquia não ficou fora dessa também, era uma história com um novo protagonista, totalmente diferente o que já não foi recebida com muito amores

pelos fãs. Mas logo se nota que tem certa ligação com Cody que está preso e seu objetivo é ajudálo. Em sua empreitada encontra Haggar e outros personagens da série. A história incrivelmente apesar de reformulada é interessante e a ambientação se esforça para ser legal tentando expressar todo o subúrbio da cidade. Os gráficos para a geração eram mediano o que não era de todo ruim. Era interessante ir para áreas diferentes e notar mudanças sociais o que era bem explicito. Mas o principal problema ficava na jogabilidade que era travada, o personagem não se movia com naturalidade e os golpes eram mal feitos. Além disso, os golpes eram escassos, mas se tinha a opção de pegar armas de diferentes lugares e jogar nos inimigos que também não eram muito variados. Apesar do aparente fracasso notava-se um esforço enchendo o jogo de extras de certa forma nostálgicos para conquistar os fãs ardilosos.

Sonic (Séries em geral)

Este é um jogo controverso em seu porte para 3D. Para Dreamcast um vídeo game que era o melhor que tinha em sua geração levou o mascote de sua empresa ao ápice


em Sonic Adventure 1 e 2. Um jogo que logo se tornou como Mario referência em porte porem com um estilo próprio. Adventure ele misturava um pouco de RPG, mas com muita ação e velocidade em suas fases que faziam muito sucesso.

fora o suficiente ainda. A Sega atualmente sente-se obrigada a render se ao 2D novamente com Sonic 4 que foi mediano e alvo de criticas graças a um remake de um Sonic feito pelos fãs onde consegue captar sua essência.

Graficamente era um colírio para os olhos e suas fases eram tão mirabolantes quanto as fases do jogo clássico, mas um problema que fica sempre é a câmera. Notava-se que ela tentava ao Maximo se enquadrar, mas em determinados momentos deixava o gamer na mão que ficava por irritado.

Esse é um dos jogos blockbusters da época dos árcades e muitos fãs lembram com carinho do mesmo. Porem com esta onda de refazer jogos em 3D Metal Slug infelizmente não escapou. O que pareceu grandioso com tantos anos construindo um publica que tinham lembranças boas passou a ser motivo de constante chacota da geração nova.

Fora estes problemas técnicos o jogo era bom e satisfazia os gamers porem logo decaiu a série lançando vários outros Sonics que logo a Sega perdera a mão para a franquia. O Wii foi presenteado com vários Sonics que se tornaram descartáveis. Seu ultimo lançamento fora Sonic Collors que aliviou um pouco a situação do ouriço para o 3D, mas não

Metal Slug

O porte para 3D além de gráficos ruins para o padrão de Playstation 2 o game não era divertido e sim enfadonho. Não era difícil, mas a execução e entendimento das fases eram complicados e tornava a experiência de desafiadora a frustrante. Os gamers menos dedicados deixavam de lado e os mais logo após quebravam a mídia do game. Um porte tão mal su-

cedido que jogos futuros da série passaram a voltar ao antigo molde 2D, não tão revitalizado quanto antes, mas com seu charme irreverente.

Inuyasha

Este jogo é inspirado a um anime japonês que teve seu primeiro game em 2D. Claro que ele não é um clássico por si só, mas entra na categoria de portes de 2D para 3D. Seu jogo de luta era divertido e legal, não chegava a combater contra Street Fighter ou Tekken, mas era divertido. Quando a produtora resolvera fazer um jogo de RPG


em 3D. a história sem acréscimo algum para o anime. Molde dos personagens do anime literalmente ridículo e escachado fazendo o estilo SD (estilo corpo pequeno e com cabeções). Além da baixa qualidade gráfica e andamento ruim do RPG. Após esse eminente fracasso fora lançado um novo jogo agora de luta porem em estilo 3D. Já este game foi feito de forma cuidadosa e para quem gosta do anime é um prato cheio. Além dos efeitos que até muitos jogos 3D de luta não tinham a jobabilidade era bem feita e possuía uma gama boa de personagens para sua qualidade. Altos e baixos a série conseguiu se sair bem em jogos 3D apesar de seu instinto e enfadonho RPG.

Castlevania (Séries em geral)

Castlevania é sempre uma contradição, com inúmeros jogos 2D tem seu publico alvo e bem condensado no mundo gamer. No começo da geração 32/64 bits o primeiro jogo Castlevania foi anunciado. Castlevania Legends, no começo todos estavam empolgados com o progresso de Mario 64. Produtores prom-

eteram muitas coisas para este titulo que, no entanto desagradou muito após seu lançamento fazendo o ódio de muitos fãs. Sujando a honra de Castlevania logo os produtores tentaram ofuscar o game já feito de modo ruim porem com o lançamento do Dreamcast já abrindo a geração 128 bits a produtora tentou lavar sua honra lançando Castlevania Legends 2. Que contaria a continuação do primeiro Castlevania que fora com Sonia Belmont. O jogo prometia reparar tudo e trazer novos ares para a série porem fora cancelado antes de seu lançamento. Algo que podia ser no mínimo curioso, o medo da represaria fora mais forte que o risco de se lançar algo novo. Após algum tempo então chegava uma oportunidade, no começo da geração do Playstation 2 a Konami resolveu se arriscar de vez. Mudou a cronologia da série desbancando Sonia Belmont e optou por reiniciar a história incluindo um novo personagem que carregaria agora o nome do primeiro caçador de vampiros da família. Muitos fãs não gostaram da mudança de cronologia, mas fora preciso para o enredo que eles até que capricharam. A jogabilidade fora muito boa para a época e iniciou um conceito de hack n’ slash que logo seria executado com insistên-

cia. Alguns ainda não gostam de Castlevania Lament of Inocence, mas o jogo possui história interessante em seu modo de iniciar e as fases fora a trilha sonora foi bem constituída, mas a Konami percebera que não havia conquistado todos os fãs da série, mas notaram certas melhora e sucesso na formula. Resolveram então lançar outro Castlevania depois um tempo. Este porem era diferente, não fazia parte da cronologia e te colocava não mais na pele de um Belmont, mas sim de um ferreiro que tinha ligações com vampiros e Drácula. A história era de fato interessante, mas sua jobabilidade era falha e os gráficos para o nível daquela época não eram sustentáveis e chegavam a ser um pouco inferiores ao jogo anterior 3D. Com o segundo jogo para ps2 falho eles tiveram que rever seus conceitos, pois a formula que nem era muito recente para jogos 3D havia se acabado. Após um tempo ficamos sem anúncios de Castlevania para essa nova geração até que então chega Castlevania Lord of Shadonws. Muitas pessoas criticaram e ficara com um pé atrás. Logo após o vídeo demo da E3 porem esse conceito foi totalmente quebrado se tornando um dos jogos mais esperados. Anunciado também auxílio na empresa de Kojima tudo ficara


ainda mais animador e resultado não podia ser outro. Um jogo ótimo em sua história, sinceramente a melhor história dos Castlevanias pela complexidade dos eventos. Gráficos para geração muito bonitos e jogabilidade ainda um pouco crua para um hack n’ slash, mas já proveitosa e que garantira varias horas de diversão. Algo que impressiona sem duvida no game é a duração, as fases grandes e varias capítulos vão impressionar pela sua consistência gráfica e detalhes. Motivo de orgulho e um árduo caminho da Konami em tentar portar sua série para o 3D. Clássico exemplo de experiência de várias tentativas e erros tornam este um dos casos mais conhecidos e que diante de dedicação e esforço o resultado pode sair um jogo satisfatório mesmo que originalmente criado para ser 2D.

Megaman x7

Citei já antes Megaman Legends, mas citarei Megaman x separado, pois são franquias diferentes, Megaman sempre foi uma franquia 2D mas ao logo da geração tentaram incluir moldes 2D e em determinadas fases uma visão 3D o que dificultava muito o andamento da fase e era frustrante em seu visual. Com gráficos meio chulos para a época se tornou a ovelha negra da série. Já Megaman x8 reviu um pouco seus conceitos e com moldes 3D ainda mantendo-os, mas com a diferença que colocava a visão do jogador novamente na visão 2D o que não pode ser considerado um jogo 3d por completo.

Megaman RPG

Acreditem se quiser, saiu Megaman RPG, quando digo RPG eu digo literalmente RPG com tudo e tudo mais que um do mesmo precisa para ser catalogado

dessa maneira. Não preciso dizer mais nada, o jogo era um fracasso total tanto em gráfico quanto em sua execução de níveis, dungeons e chefes. A criatividade era escassa e a história muito chata o que não prendia o jogador. A franquia Megaman como Castlevania tentou se aventurar diversas vezes no 3D, mas nunca foi tão sucedida como a Konami nesse aspecto o que é uma pena.

sucesso e era divertido e intrigante naquela época desde já. Com o lançamento do Plasytation 1 a Konami viu a oportunidade de lançá-lo em 3d e não deu outra, um sucesso descomunal e um acerto desde a primeira versão.

Jogo com uma história que já era interessante em seu conceito básico agora explanado de maneira formidável por Hideo Kojima fora carisma desde seus inúmeros e incomuns vilões até em seu protagonista. O decorrer da série sempre fora muito Metal Gear Solid Muitas pessoas pensam que bem encaminhado agora adotando Metal Gear Solid sempre foi 3D, a característica 3D e sempre evolumas estão redondamente en- indo cada vez mais. ganados para aquém não sabia. O primeiro metal gear fora lan- Metroid çado para as plataformas MSX Parece que a Nintendo é a mais e era em 2D com uma visão de sortuda nesse aspecto. Após Mecima. De espionagem fez muito troid para Snes com a chegada da


nova geração a empresa nipônica resolve reajustar sua franquia arriscando novamente para o mundo 3D. O resultado fora incrível, tanto em ambientação quanto gráfico e jogabilidade. Um jogo que recebeu bastantes elogios em sua primeira versão para GameCube, logo após saíram outras versões que foram também quistas pelo o publico. Contando agora com o destaque que concorreu a VGA de 2010 Metroid M.

Donkey Kong

Até o jogo dos macaquinhos engraçados entraram nessa, em uma versão para Nintendo 64 foi um jogo bem feito que lembrasse muito estilo Banjo Kazooie. Apesar de no começo os fãs da série não terem ido muito com a cara do game, não demorou muito para eles se acostumarem e o jogo tornar-se um xodó.

Contendo uma história fixamente, um ar adventure muito animador e interessante. A raiz RPG do jogo foi mantida de forma extrema, mas com aquele toque épico que somente a franquia da Nintendo sabe desenvolver. Após isso Zelda 3D ficou tão clássico quanto as versões 2D e faz muito sucesso até hoje.

Bomberman

Poderiamos dizer que foi um dos únicos portes para Nintendo 64 em sua forma 3D não muito proveitosas. Contudo fora feita por outra produtora e não pela Nintendo diretamente o que justifica um pouco a falta de cuidado para com o jogo. Com uma produção boa, uma boa durabilidade e também ótimo porte o que mostra que a Nintendo é a que mais tem consciência de manter um game em sua originalidade mesmo mudando sua plataforma.

Ele simplesmente tentou ser adventure em meio a habilidades que os personagens usam com bomba. Ficou desinteressante e não foi algo realmente animador em sua campanha single. Além de graficamente ser um pouco frustrante era chato de fato e não Zelda possuía nenhum traço de diversão Após Mario e Metroid este é mais como os jogos clássicos. um dos jogos clássicos que ela se arriscou em portar e deu muito Top Gear 64 certo começando com o Ninten- Top Gear 64, seu primeiro jogo de do 64. Zelda foi uma febre desde corrida de forma em 3D, era legal e seu inicio até hoje, agora possui graficamente pertencia ao padrão, muitos títulos em 3D, mas na mas não teve muito destaque. O época havia poucos e eles faziam fato de outros jogos novos de cormuito sucesso entre o publico. rida com outras propostas se lan-

çarem fez com que o jogo não se lançasse de forma sucedida e logo caira em ostracismo. Tinha vários modos legais do jogo e carros interessantes e seu modo multiplayer era o mais divertido, mas por falta de inovação o jogo não teve continuação e fica certa duvida e saudade no ar de talvez um futuro Top Gear remanescente.

Pokemon (séries em geral)

Pokemon produzido diretamente pela Nintendo teve seu inicio 3D pelo 64 que era a primeira plataforma 3D e é natural da empresa portar grandes clássicos e um deles era Pokemon. Com sua primeira versão Stadium foi vibrante e tirou do imaginário os Pokémons com formas reais em uma batalha realmente épica com torcida e valendo algo como uma espécie de esporte onde você poderia ser famoso e sentir na pele isso. Os golpes, o numero de Pokemons e de forma detalhada fora os minigames conquistaram muitos fãs da série que eram fissurados na versão de game boy. Logo lançaram uma continuação onde incrivelmente conquistaram mais e mais fãs e melhoraram muito que já era bom. Porem logo foi decaindo esta formula com outros jogos como Pokemon Safari que era


legal, mas não era a mesma coisa e com Pokemon Colisseum que não era nem a faísca que Stadium é. Agora a Nintendo resolveu investir em Pokemon 2D novamente. Faz muito sucesso no Japão e também no ocidente, mas é uma pena não terem cojitado nenhuma continuação ao modo 3D de Pokemon.

Worms

Mortal Kombat

Ela voltou a investir novamente em novas versões para árcade porem na geração atual a produtora lança novamente o game agora em 3D tentando consertar o passado, mas o resultado é o mesmo, um jogo mediano, mas em comparação a outros ofuscando. Graficos lavados e o pior jogabilidade lenta The King of Fighters Até o rei das lutas teve seu jogo o que não pode ocorrer em tipos em 3D, era para a plataforma de jogos que necessitam de agiliPlaystation 2 e continua sua dade por parte do jogador. própria história que era para variar fora da cronologia da série.

Não poderia esquecer este grande clássico que teve várias reviravoltas, primeiramente seu primeiro game em 3D foi iniciado para o Nintendo 64, Mortal Kombat 4 era um suspiro de inovação onde os fãs no começo gostaram apesar da jogabilidade travada era legal ver os fatalites de forma mais real e com mais veracidade e crueldade. Após este jogo as plataformas adiante para Playstation 2 eram um fiasco.

Tentaram reintegrar a série e citar mais e mais inovações, mas nada disso fora suficiente. O ultimo suspiro em uma série 3D prestável fora Mortal Kombat Apocalypse que foi deveras nostálgica, mas só. Após Dc VS MK que fez retroceder o esforço imenso de MK Apocalypse de reconquistar os fãs. Agora vem Mortal Kombat 9 que promete tudo que não cumpriu nos últimos anos e parece que realmente o negocio é sério por parte da produtora, esperemos ansiosos.

Sem duvida acho que um dos piores portes estão aqui, quem jogou Worms sabe do que eu falo. Onde vamos encaixar Worms 3D em nossas imaginações? Parece que nem a produtora também soube responder nossa pergunta. Realmente um jogo cheio de falhas e que é descomprometido de iniciar uma série em 3D como os outros jogos, parecia mais um experimento do que um jogo em si. Vale lembrar que logo a produtora viu a burrada e voltou a relançar o bom velho Worms.

Porem os movimentos do personagens eram rápidos e eficazes, a jogabilidade era divertida e era um ar de novidade a série.

Os gráficos porem não eram nada lá aquelas coisas comparado a jogos 3Ds da época. O primeiro teve pequena repercussão, mas foi o suficiente para se pensar em uma continuação que manteve a mesma premissa do primeiro game, mas logo a SNK desistiu da idéia e voltou a investir em jogos 2D novamente.

Samurai Shadown

Mais um jogo da SNK portado Samurai Shadown teve seu primeiro jogo 3D para Playstation 1 e era legalzinho mas comparado a Soul Egde e a outros de armas não chegava aos pés. Considerado também um fiasco pela produtora que fez questão de enterrar a série ao esquecimento.


PS3

LITTLE BIG PLANET 2

9,5

porem nada que alongue muito mais a jogatina.

O modo multiplayer é interessante e se faz bem presente nessa versão do game podendo ser online ou offline, mas, além disso, a campanha somente tem uma roupa nova, pois após um tempo fica cansativa e sem graça como a primeira se for jogada sozinha. O jogo mantém sua essência que é o multiplayer e ainda O modo Single Play antes mais forte pois trás diversem graça melhorou um sas situações onde deve-se pouco, ficou um pouco agir em cooperação. maior e tem uma historinha a parte agora que chega a Não tem como falar do ser interessante e justifica modo Single Play sem faalgumas coisas no game. lar do modo online. É sem As fazes são muito bem duvida um dos brilhos constituídas e criativas. do games. Além de poder Algumas foram alonga- compartilhar as fazes nordas contendo duas partes mais com seus amigos

REVIEW

Solange

Little Big Planet uma franquia muito amada por todos ou pelo menos pela maioria teve sua continuação e prometeu melhorias antes de tudo. É um jogo que tem como proposta a criação ilimitada de qualquer coisa, ou seja, podes criar qualquer estilo de jogo. O que realmente se faz executável e é prazeroso coletar itens para esta execução também.

da psn também o jogador poderá acessar as fases criada dos outros e também as fases do Little Big Planet 1 sem a necessidade de ter o primeiro jogo. Isso trás uma longevidade sem igual para o game que trás também um novo estilo de fases que se chama versus e seu único intuito é a competição entre os jogadores. Fora isso a listagem e a organização online melhoraram e até onde o game foi testado careceu de um serviço online melhor, a jogatina se infestou de lags e mais lags mas tão logo já saiu uma atualização que prometeu corrigir algumas coisas. O quesito gráfico impressiona pela sua fina curva de melhoria com um nível de texturas melhor, uma direção artística superior. O modo como foi colocado as coisas pode parecer imperceptível, mas faz uma diferença notável se comparado ao primeiro game. Mais colorido e estonteante e também criativo desafia em algumas formas a capacidade gráfica do game onde várias vezes vemos muitas coisas na tela acontecerem sem uma queda de quadro. As roupas dos SackBoys mais detalhadas como antes e bonitas sendo uma das grandes marcas do game na série. Enquanto a trilha sonora só fica elogios que superiormente se mostrou mais funcional e interessante que a do game antecessor. Musi-


cas épicas, engraçadinhas que combinam para todas as fases são notadas e apreciadas. Foras às onomatopéias, ou melhor, dizendo ruídos dos personagens que são legais. Também fica destaque para os idiomas sendo a inclusão do português mesmo sendo de Portugal já um avanço muito legal que já tinha no primeiro game. O editor de fases é complicado no começo, mas quem já vem no primeiro game vai pegar rápido sua mecânica, tem diversas funções novas porem aonde o jogador vai se perder algumas horas tentando decifrar algumas coisinhas. Tem também a possibilidade de fazer pequenos vídeos tirados como uma historinha em sua fase o que é bem legal. A jogabilidade foi mantida como antes e melhorada em itens novos. Agora tens bem mais gamas e opções de jogo com diversas fer-

ramentas que permite o gamer agarras objetos e jogar, usar uma espécie de corda e até animais como meio de transporte. Isso deu sem duvida um novo ar para série e mais coisas criativas para se colocar em uma fase feia especialmente por fãs. Os extras sempre são gratificantes em Little Big Planet e não poderiam deixar de ser em sua continuação. Após fechar o game terão ainda muitos itens a serem coletados e alguns ficam em par-

tes secretas das fases e exigirão que jogues com mais de uma pessoa. Fora isso também tudo que tiver no Little Big Planet é reaproveitado para sua continuação, em especial as DLCS o que é um atrativo, pois não perderá nenhum centavo de investimentos no game. O jogo teve melhores simples, mas que funciona, porém uma coisa que ficou pendendo é ainda a opção para se jogar com o move já que até então não da para se jogar ai-

nda com o periférico. Mas é uma ótima dica para quem quiser reviver um pouco dos velhos tempos dos jogos de plataforma, mas com uma roupagem nova e de forma bem divertida.


DIA DO JOGO JUSTO

ESPECIAL

Carvalho

O que esse projeto que tem a ambição e o objetivo de mudar a vida dos gamers no Brasil.

enorme potencial. Como comparação, será utilizado o que ocorreu no México, onde o mercado de jogos cresceu 8 vezes após a diFundado por Moacyr Alves minuição da carga tributária. Jr. com apoio do deputado Luís Carlos Busato, o Jogo O projeto Jogo Justo visa diJusto foi criado dentro de minuir o preço dos games, uma comunidade e inde- dos aparelhos de videopende de ordem política, game e de seus periféricos, empresarial e da geração de fazendo assim com que lucros. Começou a ganhar o consumidor final tenha forma no segundo semestre cada vez mais contato com de 2010 e no mês de novem- os games, forma de cultura bro será apresentado à Re- cada vez mais disseminada ceita Federal. Durante uma no mundo. Como conseconversa em Brasília, serão qüência disto, o mercado explanados os benefícios nacional brasileiro irá se dede se diminuir a carga tribu- senvolver, além da possibilitária dos jogos vendidos no dade de mais produtoras se Brasil, onde os games pas- instalarem no Brasil, geransariam, em uma estimativa, do, de forma gradativa, mais de R$ 250,00 para R$ 99,00. empregos no setor. Caso aprovado pela Receita. O Jogo justo vai dar a possibiA intenção é mostrar, por lidade aos gamers brasileiros meio de um relatório base- de ter os seus jogos favoritos ado em informações com- na estante de casa, originais, erciais de desenvolvedores com todos os benefícios que e lojistas, que o mercado ele traz, deixando de lado de games nacional tem um a pirataria que tanto preju-

dica o desenvolvimento do Brasil. Para estimular esse passo importante para o mercado Gamer no nosso país, foi criada a ACIGAMES no dia 10 de setembro de O que é a ACIGAMES? A ACIGAMES é uma associação criada com a finalidade de representar e regulamentar a indústria e comércio dos jogos eletrônicos e incentivar culturalmente a área dos games no Brasil.

Objetivos

- Fomento a discussão sobre o papel dos jogos na sociedade, como meio de incentivo a cultura, auxílio à educação e sua função no desenvolvimento econômico do país; - Estímulo ao acesso à tecnologia por pessoas ou grupos de pessoas; - Estimular a melhoria técnica e profissional dos


associados, no que diz respeito à produção, desenvolvimento, dublagem, distribuição, venda e outras atividades relacionado ao processo econômico de produção, distribuição e venda de jogos; - Estimular o aperfeiçoamento e o cumprimento da legislação que instrumentalize a consecução dos presentes objetivos e estimular parcerias entre as empresas, governos e sociedade civil; - Estimular o diálogo local e regional e solidariedade entre os diferentes segmentos sociais, participando junto a outras entidades de atividades civis que visem interesses comuns; - Estimular e trabalhar em pesquisas acerca da utilização de jogos digitais; - Fazer uso destas pesquisas para promover a utilização dos jogos em diversos ambientes da sociedade que promovam o entretenimento ou utilização de jogos de qualquer formato; - Buscar maior identificação entre os usuários através da aproximação das linguagens entre os fabricantes, comerciantes e desenvolvedores; - A defesa da liberdade de imprensa, liberdade de pensamento e liberdade de criação intelectual e artística, buscando auxiliares os órgãos da justiça e a sociedade civil a classificar e a identificar qual tipo de jogo é mais apropriado a cada faixa etária e respectivo público, permitindo que a sociedade decida que tipo de jogo deseja adquirir e consumir, repudiando a censura prévia de criação e a limitação criativa de seus associados e da sociedade civil.

Dia do Jogo Justo

Está planejado para o começo de 2011 o Dia do Jogo Justo, onde

distribuidoras e lojas ligadas ao projeto irão subsidiar os impostos em jogos selecionados, tanto para dar uma prévia dos preços após o projeto ser aprovado aos consumidores, quanto para dados – como de quanto às vendas aumentaram no dia em relação a outros - que serão utilizados na apresentação à Receita Federal. Funcionará da seguinte maneira, será escolhido um jogo e esse jogo será vendido pelo preço de R$ 99,00 (ou menos). Para efetuar essa compra o cliente deverá usar um código que será distribuído individualmente com limite de 1 por pessoa, assim terá como controlar a quantidade de jogos que foram vendidos e a quantidade de clientes que aderiram ao projeto. Esses números então serão apresentados as autoridades da receita federal, além de servir referência para as empresas do meio envolvidas no projeto.

Sem dúvida o jogo justo marca uma possível guinada no mercado gamer do Brasil. Desde a geração do Master system e Megadrive quando tínhamos várias ações voltadas para games no Brasil não víamos a mobilização que o jogo Justo provocou. Como gamer e como consumidor falo em nome de todos no Sussuworld que torcemos para que o Jogo justo consiga todos os seus objetivos.

O dia escolhido foi 29 de janeiro de 2011 onde grandes lojas do mercado e a Wal-Mart abriram suas portas para a realização do maior acontecimento da história gamer do país onde diversos títulos saíram pelo preço de R$ 99,00. As lojas também aproveitaram o dia e ofereceram outros títulos com descontos entre 30% a 50%. Claro que nem tudo foram flores, vários problemas aconteceram como a queda dos servidores do Wal-Mart entre outros problemas porem, o balanço desse dia foi extremamente positivo. Grandes marcas também estão presentes com o jogo justo.        

Konami Square Enix Blizzard Entertainment Eletronic Arts THQ Activision Take Two Interactive Software Hudson Soft


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Revista SussuWorld N. 03 by SussuWorld - Issuu