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Trabalho em equipa

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Técnicas e práticas de creche e jardim de infância Trabalho em equipa

Mariana Lima

Fazer rir é uma arma de comunicação inquestionável e com uma eficácia provada na alteração de comportamentos.

O humor capta a atenção, estabelece empatia e baixa as defesas do sentido crítico.

Quebra barreiras de tensão, liberta a mente das emoções desagradáveis, permite dizer os não ditos que inibem e dividem as equipas.

Predispõe para uma alteração da percepção e a tomada de consciência.

Cria aceitação e promove o sentimento de pertença, reconhecimento une os colaboradores.

Desdramatização - Permite relativizar as dificuldades do momento deixando as equipas centrar as energias no futuro.

Entusiasmo - Modifica a percepção das dificuldades por parte dos colaboradores. As nossas intervenções trazem de novo a vontade e o desejo do trabalho em equipa!

RIR é o melhor remédio.

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A importância da Inteligência Emocional

A Inteligência Emocional é motivada pela Educação Emocional que é um conjunto de técnicas psico-pedagógicas que têm por objectivo desenvolver cinco aptidões emocionais básicas. Se quer ser emocionalmente inteligente, esforce-se por... 1. Sentir empatia A capacidade de perceber as emoções do outro como se fossemos ele próprio ou estivéssemos no seu lugar. Ter esta capacidade é fundamental para bons relacionamentos, seja na família ou no trabalho. 2. Reconhecer os próprios sentimentos Se não for capaz de avaliar a qualidade e intensidade dos próprios sentimentos, o outro não poderá definir até que ponto esses sentimentos o estão a influenciar a si e aos que estão à sua volta. 3. Integrar-se emocional e interactivamente É a capacidade de estar consciente do próprio estado emocional, estando ao mesmo tempo em sintonia com o estado emocional daqueles que o cercam. Além disso, é ser capaz de interagir eficazmente com eles. 4. Controlar as próprias emoções Ter controle sobre as próprias emoções significa ser capaz de expressar adequadamente o que está a sentir, evitando assim expressões emocionais ofensivas e improdutivas. Há ainda a capacidade de adiar a expressão das mesmas até um momento propício, mas não confunda isto com a supressão das emoções. 5. Remediar danos emocionais Desenvolva a capacidade de reconhecer os próprios erros em relação aos outros e de reparar os danos que possa ter causado. É realmente muito importante saber admitir que errou e pedir desculpa. Se sentir e agir como nos pontos anteriores será meio caminho andado para o seu sucesso pessoal e profissional!

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Os novos valores Será que os valores mudaram realmente e que o ambiente de trabalho está diferente? Parece que existe, de facto, uma mudança social e estrutural ao nível dos valores no ambiente de trabalho - o que implica, é claro, a própria maneira de se trabalhar.

Os valores que devemos ter sempre do nosso lado... Dinamismo Observação Competição (qb.) Esperteza Sensibilidade Emotividade Criatividade Liderança Espírito de equipa Humildade Actualização

O que se espera do trabalhador... Maior nível de educação e formação continua ao longo da vida; Desenvolvimento dos valores do espírito de equipa; Espírito jovem; Que gira o seu tempo em função do cliente.

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Trabalhar em equipa Nem sempre é fácil trabalhar em equipa. Por vezes, os conflitos de opiniões ou a incapacidade de partilhar ideias podem diminuir o desempenho do grupo. Conheça as nossas dicas.

Existem muitos pontos positivos no trabalho em equipa... Permite-lhe lidar com novos desafios; Contribui para uma maior eficácia da organização; Visa sempre atingir determinados fins, o que lhe dá novos conhecimentos; Faculta um enriquecimento pessoal através da troca de ideias; Distribui a responsabilidade por todos os membros da equipa; Fomenta o espírito de entre-ajuda porque acabam por se gerar relações de confiança, flexibilidade e desenvolvimento de objectivos e expectativas.

Se não gosta de Trabalhar em Equipa não desespere! Se desenvolver as técnicas que a seguir enumeramos, de acordo com o papel que lhe é atribuído, o seu desempenho em grupo vai melhorar substancialmente: Clarifique palavras e conceitos Existem linguagens técnicas pouco acessíveis ao comum dos mortais. Não subestime as ideias dos outros! Certas ideias podem parecer loucas, mas depois de repensadas e com uns "arranjozinhos" podem originar projectos muito interessantes. Seja confiante! Se acreditar que tudo se vai resolver, verá que tudo acontece muito mais rapidamente do que imaginava. A confiança é algo que se transmite, se estiver inseguro toda a gente vai perceber. Busque o conhecimento! Estar sempre a aprender aumenta a probabilidade de ter ideias originais. Irradie Energia! A energia é algo que se transmite com muita facilidade, além de que se estiver enérgico o trabalho será muito mais fácil e vai fazer-se muito mais rapidamente.

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O que fazer se tiver de assumir o papel de chefe de equipa? Delegar tarefas Aqui deverá agendar prazos para a execução das tarefas que delegou. Saber ouvir Deve escutar com atenção os membros da equipa pois é da discussão que nasce a luz. Conhecer a fundo os projectos Só assim poderá demarcar objectivos de forma clara e objectiva. Estar atento Onde existem pessoas, existe interacção, por isso deve preparar-se para tentar compreender e saber gerir os jogos psicológicos e as interacções dos membros da equipa. É meio caminho andado para fomentar bons relacionamentos e evitar conflitos. Valorizar os funcionários Se quer uma equipa motivada, valorize cada um dos seus membros sempre que se justifique. No entanto, saiba fazer uma crítica quando for necessário, sempre com tacto, é claro! Relembrar os objectivos Nunca é demais! Eles são sempre a meta que pretendemos atingir.

A União faz a força! O trabalho em equipa é muito importante para o reconhecimento do talento, aptidões, capacidades e esforço no mercado competitivo. Qual a melhor forma de preparar a sua equipa de maneira a que seja bem sucedida? E quais as áreas em que mais se deve investir? Fique com as nossas sugestões!

O trabalho em equipa é muito importante para um bem sucedido uso do talento, aptidão, conhecimento e trabalho num competitivo mercado de trabalho. Muitas empresas investem o seu tempo a organizar a sua força de trabalho. Então, qual a melhor forma de preparar a sua equipa, de maneira a que seja bem sucedida? Pelo menos tenha sempre em conta, que muitas vezes o ambiente é tumultuoso e as prioridades estão em constante mutação, daí os problemas que muitas vezes surgem. Hoje em dia vivemos na filosofia do "trabalho para ontem" daí todos os problemas provenientes do stress. As pessoas são muitas vezes obrigadas a aprender certas competências em função da prática, e, ao longo do tempo, essa é que lhes vai ensinando alguns factores importantes nas suas funções. Actualmente, é sempre aconselhável que se tenha duas actividades que possam ser praticadas em simultâneo: As consideradas principais são a informática e a gestão.

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Trabalho em Equipa: o reverso da medalha Apesar de ser um conceito antigo, o trabalho de equipa tem vindo a ser cada vez mais valorizado dentro das organizações, aparecendo hoje como o ponto central de todo e qualquer modelo de sucesso. Não pondo em causa as inúmeras vantagens geralmente apontadas, o trabalho de equipa não está, no entanto, livre de alguns problemas que podem por em causa o cumprimentos dos seus objectivos primordiais. Diagnosticámos alguns dos principais vícios que podem surgir dentro de uma equipa de trabalho. - Excesso de confiança. O optimismo deverá sempre prevalecer no âmbito de uma equipa. No entanto, o optimismo levado ao extremo pode trazer consigo um excesso de confiança com consequências negativas, como seja o ignorar riscos que até seriam, em situações normais, demasiado óbvios. - Dispersão e distracção. Na falta de um elemento firme que fique responsável por coordenar os trabalhos, facilmente as atenções do grupo se podem desviar dos objectivos traçados. Em consequência, acaba por haver muito tempo perdido e a equipa desconcentra-se do trabalho. - Fechar-se ao exterior. A abertura ao exterior é, cada vez mais, um requisito fundamental para o sucesso. Equipas demasiado fechadas e centralizadas em si próprias acabam por afastar a entrada de colaborações do exterior ou opiniões diversas das do “grupo”. - Conformismo. Quando um grupo começa a limitar a liberdade de opiniões, procurando uma uniformidade de pensamento, perde-se uma das principais vantagens do trabalho em equipa que resulta, sobretudo, do confronto de ideias e formas de pensar. Nestes ambientes, as discussões (criativas e geradoras de novas ideias) são desencorajadas. - Efeito “dominó”. No espaço fechado de um grupo qualquer agente destabilizador alastra-se com maior facilidade do que nas situações normais. Assim, a desmotivação ou falta de produtividade de um elemento rapidamente se pode propagar aos restantes. - Procura de liderança. Alguns elementos têm dificuldades em encontrar o seu papel dentro do grupo, estando constantemente em busca de protagonismo. Nestes casos, facilmente se criam conflitos e instabilidade entre os elementos da equipa, que prejudicarão todo o seu desempenho. Fonte: SuperEmprego Toda a Terra é apenas um ponto e neste ponto como é reduzida a parte que está habitada." Marco Aurélio, in Pensamentos para mim próprio, livro IV

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A arte de gerir O que é que ali está para si? Quem tem chefe tem uma de duas hipóteses, ou não se dá bem com ele e vai concerteza ter problemas ou descobre um relacionamento que pode ser fantástico e ter grandes benefícios com ele. Claro que a vontade tem de vir de ambas as partes e a relação deve sempre ser sincera, para que tudo resulte, principalmente o trabalho, que é o mais importante! Mas afinal o que é gerir? Quando a sua aptidão e experiência já está suficientemente desenvolvida para chefiar, olhe para trás e lembre-se do que pretendia de um chefe na altura em que era chefiado por alguém. O que se deve esperar de um chefe com um bom desempenho é estar em constante troca de impressões com os seus subordinados, isto porque todos precisam uns dos outros! É claro que havendo trabalho em equipa descobre-se mais rapidamente os problemas e vantagens que existem em cada área de trabalho, precisamente porque existe dialogo e esse é essencial, até para os trabalhadores se sentirem mais úteis e participantes no crescimento e evolução da equipa onde trabalham. O que é que tem para oferecer? Quando se trata de gestão, há que pensar em primeiro lugar se tem perfil para gestor. Pense em que situação se sente mais confortável, se como chefe ou como empregado. De qualquer forma não descure nunca a arte de gerir. Deverá sempre tentar aperfeiçoá-la, mais que não seja para uma boa gestão do seu próprio trabalho. Quais as suas expectativas? Tem sempre que tentar percepcionar quais os encargos adicionais duma eventual nova função de chefia. O que é que esperam de si e quais as suas próprias expectativas em relação ao trabalho...para que não venha a desiludir-se. Além disso, deve lembrar-se que gerir requer um comprometimento de tempo, energia e colaboração com os outros. Encontrar o equilíbrio é a chave para evitar o bournout, e lhe assegurar uma satisfação plena na posse do seu novo cargo. O que um chefe deve fazer para ser eficiente? Para ser eficiente por exemplo, na passagem de mensagens, é necessária diplomacia nas suas relações. Mas isso não chega! É também necessário que partilhe as suas próprias histórias e experiências para ilustrar aqueles que considera serem os principais ensinamentos a transmitir aos seus empregados. Depois deve tentar observá-los em acção, subtilmente, para tirar as suas próprias ilações sobre o que eles reteram do que lhes ensinou. Se achar que ainda podem ser mais perfeitos nas suas funções, aposte na formação deles e é fundamental que nunca esqueça a importância do trabalho em equipa! Por outro lado, mesmo que não chefie ninguém, lembre-se que é uma grande qualidade ser organizado e saber gerir o melhor possível o seu próprio trabalho, aprendendo sempre com os seus próprios erros e observando os outros. Uma lição que qualquer bom chefe deve reter, é que as competências laborais estão a mudar demasiado rápido, para que deixe de tirar partido do potencial intelectual de todos os seus

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empregados. Nunca menospreze a competência e a capacidade intelectual e de trabalho daqueles que trabalham para si. O trabalho de equipa é fundamental para a busca de ideias novas e originais, para um bom ambiente de trabalho e para um desempenho muito mais eficaz e inteligente.

Lidar com pessoas intratáveis Existem pessoas que têm um poder fenomenal de provocar aborrecimentos por onde quer que passem. Conhece alguém com esse tipo de comportamento? Encontra todos os dias pessoas desse tipo no seu local de trabalho? Saiba como lidar com pessoas verdadeiramente intratáveis. Este tipo de pessoas, normalmente, não têm papas na língua, mas são bem-intencionados, apenas se acham no direito de expressar as suas opiniões quando bem lhes apetece. Mas, passam dos limites e não têm consciência de como o seu comportamento prejudica as pessoas com quem se relacionam. Estão quase sempre convencidas de que as outras pessoas é que têm de mudar, eles estão bem assim. Saber lidar com pessoas que tenham este tipo de comportamento é importante tanto para a realização na carreira quanto para o bem-estar pessoal. No trabalho, onde cada vez mais as tarefas são desenvolvidas em equipa, esta habilidade de saber lidar tornou-se básica e essencial, pois é quase impossível manter a produtividade se os membros da equipa não suportarem determinados comportamentos individuais. Apesar de ser muito difícil suportar e lidar com alguém que faça deste comportamento um hábito, conviver pacificamente com pessoas intratáveis está ao alcance de todos. Conheça quatro maneiras básicas de lidar com esta situação: Não faça nada Deixe as coisas exactamente como elas estão. Ignore essa pessoa, senão um dia, se lhe der muita atenção, ainda acaba por perder a paciência, a sua postura e explodir. Desista Veja esta opção como uma saída válida para os casos dos intratáveis crónicos. Quando não houver mais nada a fazer desista e saia de cena. Mude de opinião Tente ver a pessoa em causa com outros olhos. Aproxime-se dela e tente compreender o que pode estar por detrás do seu comportamento.

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Mude de atitude Tente apegar-se às qualidades da pessoa de maneira a que os defeitos dela pareçam menores. Ao mudar a sua postura em relação às pessoas intratáveis, elas podem passar a agir de forma diferente consigo. A compreensão é a melhor saída Respeite essas pessoas, demonstre que é diferente dos seus colegas e que até se interessa por ela. Assegure-se de que você não está a contribuir para dificultar o relacionamento. Todos nós, em alguns momentos, também somos intratáveis. Pode ser que a pessoa que considera intratável seja apenas…. diferente. Lembre-se que, por detrás de um comportamento insuportável, podem estar boas intenções. Não leve os ataques dessas pessoas para o lado pessoal e muito a peito. Você não pode mudar os outros, pode apenas influenciá-los a mudar de atitude, nada mais. Teste a sua capacidade de resistência aos intratáveis. Encare este convívio como um desafio. Na próxima vez que lidar com alguém insuportável, lembre-se que alguém o pode achar também insuportável.

Conflitos no trabalho Existem muitos conflitos no seu local de trabalho? Não sabe o que fazer quando estes surgem? Se gostava de conhecer os vários tipos de conflitos que podem surgir na sua empresa, leia o artigo e esclareça todas as dúvidas.

A administração de conflitos no trabalho tem uma característica muito interessante: não é ensinada na escola. No entanto, esta é capaz de ser uma habilidade básica para a sobrevivência profissional e tem que ser amplamente praticada. Os conflitos no trabalho ocorrem quando uma pessoa está sujeita a pressões ou expectativas muito elevadas ou inconsistentes ou ainda quando há um choque de personalidades. Quem é que ainda não teve o seu conflitozinho? Quase todos os profissionais já tiveram. Para por fim a conflitos é necessário ter uma forte capacidade de negociar, de discutir a natureza do problema e não dos sentimentos envolvidos. Até é bom ter de quando em quando algum tipo de conflito. São este tipo de divergências que trazem também a inovação, a melhoria, a vantagem competitiva e o debate de ideias. Assim, eliminar por completo os conflitos não deve ser o objectivo final. Devia fazer parte do arsenal de qualquer profissional saber lidar com conflitos. Qualquer profissional deve desenvolver a sua capacidade de entender a natureza dos conflitos e rapidamente estabelecer uma estratégia de solução, de maneira a que não fiquem ressentimentos, nenhuma sensação de derrota e muito menos um mau ambiente de trabalho.

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Quando surge um conflito no trabalho, muito possivelmente, ele enquadra-se numa das seguintes categorias: Conflitos Pessoais Este é o tipo de conflito que diz respeito unicamente a uma pessoa. Pode ser o nosso chefe, um colega ou outro membro da empresa. Neste caso, é melhor não se envolver, cada um com os seus problemas. Conflitos Interpessoais Este é o tipo de conflito que envolve várias pessoas de dentro da empresa. É o tipo de mais banal nas organizações e acontece frequentemente. Conflitos com outros trabalhos Este tipo de conflito surge quando existem outros trabalhos ou tarefas dentro ou fora da organização, que não possibilitam que o trabalho seja efectuado devidamente. Decerto que já lhe aconteceu e ficou bastante aborrecido com isso. Tenha calma, tudo se há-de resolver. Conflitos entre necessidades e valores Este conflito surge quando aquilo que necessita para cumprir o objectivo do seu trabalho entra em conflito com a sua personalidade e os valores que mais preza. É bastante desagradável mas acontece ocasionalmente. Resolver conflitos Quando se trata de resolver um conflito, existem diversas maneiras de o abordar e de o gerir. Conheça algumas. Evite-os Tente evitar a existência de conflitos. Dê razão à outra parte, mesmo que esta não a tenha, só para que esse conflito não surja. É mas fácil dizer do que fazer, mas faça um esforço para os evitar. Contorne-os, dê-lhes a volta. Controle-se Mantenha-se calmo. Não entre em discussões histéricas sobre o assunto em questão. Não máximo as perdas para cada lado. Resolver conflitos significa adoptar uma postura imediata de tentar entender as causas do conflito e conduzir acções para se chegar a um ponto de acordo, aceite por ambas as partes. Se não os conseguir evitar, encare-os de frente, não finja que não existem ou que não o afecta.

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Não sejam cuscos! Saber ser discreto e não se meter na vida alheia é uma grande virtude. Principalmente quando a vida alheia é a de um colega de trabalho. Saiba ser discreto e tenha muita atenção aos boatos.

"Só quero ajudar. Até porque eu não gosto nada de me meter na vida dos outros!". Está a tentar enganar quem? A si ou para quem fala? Nunca ouviu dizer que de boas intenções está o inferno cheio? Então pare para pensar bem se realmente ajuda porque as pessoas precisam da sua ajuda ou se o faz porque o seu bichinho "coscuvilheiro" está sempre alerta e pronto para meter mais umas achas na fogueira alheia. Não há ninguém que goste de pessoas que estão constantemente a quererem saber tudo da vida de toda a gente e que vivem felizes e contentes com os pequenos segredos da vida alheia. Muitas vezes tentam disfarçar, dizendo que só querem ajudar e que a boca delas é um túmulo, que dali nada sai, que lhes podem contar tudo que elas nunca irão contar nada a ninguém, enfim! A verdade é que este tipo de pessoas esgota a paciência a um santo, principalmente quando se encontram no nosso local de trabalho e nos infernizam o juízo todos os dias, dia após dia, semana após semana. O local de trabalho tem de ser um sítio onde nos sentimos bem, onde gostamos de trabalhar e, principalmente, onde existe um bom ambiente. Muitas vezes as pessoas com quem trabalhamos contam mais do que o próprio trabalho em si ou os problemas que temos diariamente com o nosso chefe. Se no sítio para onde temos de ir todos os dias e onde passamos oito horas a trabalhar se encontram pessoas que criam deliberadamente mau ambiente e que gostam de ocupar o seu tempo livre a criar boatos e a levantar falsos testemunhos ou coscuvilhices, as coisas são capazes de se tornar complicadas. Se este tipo de ambiente o incomoda mas gosta mesmo muito do trabalho que desenvolve e a situação actual não lhe permite outros voos, então trate de ignorar esse tipo de pessoas. Não dê ouvidos ao que essas pessoas lhe possam vir a contar: "A cada conto acrescenta um ponto." Ignore os boatos que lhe possam chegar aos ouvidos sobre a vida dos seus colegas, do seu chefe e da situação da empresa. De certeza que mais de metade da informação não é verdadeira ou então foi bastante aumentada. O boato até pode ter um fundo de verdade, mas para quê chatear-se enquanto não tem a certeza de nada e não pode confirmar a veracidade daquilo que lhe estão a dizer? Pense nos boatos que já circularam e que se revelaram falsos: não se chateie com essas coisas porque realmente não vale a pena. De certeza que outros boatos já circularam pelos corredores da sua empresa. Eram verdadeiros? De certeza que a maior parte deles nunca se concretizou. Não se esqueça que se calhar eles começaram graças a pessoas que na verdade não têm mais nada para fazer. Independentemente do que ouvir nunca fale: se quando passa pelos corredores ouve comentários acerca disto ou daquilo, tente não se envolver nesses comentários e não contribua

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para aumentar ainda mais os boatos que se vão criando. Não deixe que a sua imagem comece a ser associada à coscuvilhice que anda a circular. Não faça "panelinha" com os seus colegas: mantenha-se sempre à parte de comentários menos dignificantes. Mantenha a sua imagem com um aspecto sóbrio e sempre afastada de tudo o que não tem relação directa com o seu trabalho. A partir do momento que o associem ao boato ou à coscuvilhice que anda a circular, você vai ser sempre visto como alguém que se gosta de meter na vida dos outros e, possivelmente, como alguém que gosta de falar do que não sabe ou não conhece e que depois inventa historias que não são verdadeiras. Olhe pela sua imagem profissional: andar por aí a inventar histórias ou a querer saber sempre tudo da vida alheia não valoriza em nada a sua imagem profissional. Para quê arriscar um bom emprego, num local onde você até se sente bem? Lembre-se que se você for apanhado(a) em falso a sua imagem de profissional responsável e competente vai, com certeza, por água abaixo. Será que vale a pena arriscar? O melhor que você pode fazer: preocupe-se com a sua vida e com os seus problemas e deixe que os outros se preocupem com as deles. Ajude apenas quando lhe pedirem ajuda e não fale do que não conhece.

Conquiste os seus novos colegas Mudou de emprego e vai trabalhar com pessoas que são totalmente desconhecidas para si? Não tem com que se preocupar, esta é uma situação que acontece com alguma regularidade. Quando der por si já conquistou um lugar na "agenda" dos seus novos coleguinhas. Saiba como.

De certeza que já pensou: Vou conhecer colegas novos. Será que eles vão gostar de mim? Esta é uma pergunta comum que todas as pessoas que mudam de trabalho ou que são transferidas de secção formulam. Ambas as situações têm uma particularidade em comum: colegas novos. Aprenda a conquistar os seus novos colegas de trabalho. Apalpe o terreno Não se atire de cabeça. Comece pelo princípio: apresente-se e, pouco a pouco, vá conhecendo melhor cada um dos seus novos colegas. Não seja tímido Só você é que perde se for uma pessoa tímida. A timidez não ajuda, só atrapalha. Mostre que é uma pessoa extrovertida e que está sempre pronta para encarar as situações mais delicadas e que exijam um certo grau de responsabilidade e de à vontade.

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Seja comunicador Se entrar pela sala adiante sempre de boca fechada, ou quase sempre, vão pensar que você, para além de acanhado, é também amigo de poucas conversas. Vão mesmo dizer que é antipático. Não se limite a dizer bom dia ou apenas o essencial: comunique com os seus colegas e vai ver que no fim dessa nova experiência eles mudaram de opinião a seu respeito. Não seja bichinho-do-mato Se não faz um esforço para comunicar e ser simpático, os seus colegas, para além de o apontarem como bicho-do-mato, vão também dizer que você não é sociável. Não se esconda atrás da sua secretária. Que tal mostrar que é uma pessoa bastante sociável e capaz de se socializar com outras pessoas? Não seja intriguista Não diga aquilo que não sabe ou não tem a certeza de que pode ser verdade. É muito feio alimentar boatos ou dizer mal de uns e de outros. Desta maneira não vai arranjar ninguém que lhe fale ao final dos seus primeiros dias de trabalho. Não faça comentários sobre os outros: lembre-se que um dia alguém lhe pode fazer o mesmo e você certamente não gostar nada dessa atitude. Seja sincero e honesto Só tem a ganhar se for sincero e honesto com os seus novos colegas. Não adianta ir para lá com mentirinhas até porque, como se costuma dizer, "a mentira tem perna curta". Já se imaginou quando o desmascararem à frente de outras pessoas? Seja amigo dos seus amigos Não dê "facadinhas" pelas costas e seja amigo dos seus amigos. Hoje em dia uma amizade vale muito. Oiça os seus amigos quando estes precisarem de desabafar ou de conselhos. Se por acaso lhe pedirem uma ajuda, dê-lhes uma mãozinha. Vai ver que eles agradecem. Não seja "cola" Não é desta maneira que vai conseguir conquistar os seus colegas, antes pelo contrário, vai fazer com que estes se afastem. Não seja sombra de ninguém: cada pessoa já tem a sua própria sombra, não precisa de uma sombra suplente. Não seja forreta O dinheiro fez-se para gastar. Não seja "tio Patinhas" e quando chegar a sua vez de pagar uma rodada não diga que está em retenção de custos, chegue à frente e mande vir. Para criar um bom ambiente de trabalho é necessário que se dê bem com os seus colegas, por isso, conquiste-os.

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Supere as diferenças culturais Cada vez mais os nossos locais de trabalho acolhem uma maior diversidade cultural e étnica e é preciso saber lidar da melhor maneira com essa situação de forma a não criar situações embaraçosas ou possíveis discriminações. No nosso local de trabalho é cada vez mais frequente a mescla de culturas e etnias. Até porque essa diversidade traz, muitas vezes, novas ideias e novas dinâmicas à empresa. A diversidade de culturas é sempre uma mais valia dentro de uma empresa e os empregadores sabem disso. Diferentes ideias em confronto, geralmente, resultam num melhor fim do que várias pessoas a pensarem da mesma maneira. Por isso, esta é uma realidade a que nos temos vindo a adaptar. Existem, essencialmente, seis diferentes raças: brancos, negros, asiáticos, hispânicos, índios americanos e esquimós. E se as pessoas da mesma raça podem partilhar algumas semelhanças, isso não significa que não sejam culturalmente diferentes e que não queiram que essa diferença seja reconhecida. Um dos grandes erros que se comete com alguma frequência é o de acharmos que podemos catalogar as pessoas pela sua aparência física e o de pensarmos que essa mesma aparência nos revela quase tudo sobre as origens dessas mesmas pessoas. Muitas das vezes cometemos erros bastante ofensivos quando tiramos conclusões sobre as pessoas apenas por olharmos para as suas características mais óbvias. Outro erro habitual é partirmos do princípio que a nossa cultura e sociedade é melhor que outra e não entendermos que, quando falamos de identidades culturais, a questão não reside em ser melhor ou pior mas tão somente em ser diferente. Este tipo de comportamentos abre a porta para tratamentos discriminatórios e injustos. A diversidade cultural ou racial vai para além daquilo que conseguimos visualizar porque pode, muitas vezes, estar escondida e a identidade cultural de alguém é tão importante como a sua identidade étnica. Então qual é a melhor atitude a tomar? Esquecer todos os seus preconceitos e estereótipos e dedicar algum tempo a tentar conhecer a cultura e valores desse seu colega. Sugestões: Ler livros sobre a cultura do seu colega; Conversar com ele(a) sobre os seus hábitos e costumes; Pesquisar na Internet para conseguir encontrar informação adicional; Evitar temas polémicos (religião, por exemplo) para conversa; Respeitar os seus costumes, por muito estranhos ou fora do comum que lhe possam parecer; Ajudá-lo a compreender a sua cultura, para que ele perceba a sua estranheza face a certos hábitos.

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O respeito é a base da boa convivência e é a grande "arma" para combater possíveis constrangimentos ou preconceitos. Nós não somos todos iguais e porque não há uma cultura una, há que saber respeitar os que diferem dos nossos valores, opiniões, maneira de viver e olhar o mundo.

Camaradagem no trabalho A camaradagem entre os colegas de trabalho é essencial para um bom ambiente laboral e até para atingir lugares cimeiros. Saiba quais os "pecados" que não deve cometer e fique com alguns conselhos para melhorar as suas relações de trabalho.

Colaborar com os colegas e melhorar as relações de trabalho implica: Existir entre-ajuda Lembre-se que, se assim for, o ambiente de trabalho será muito melhor. Não ser o detentor da razão Se for teimoso ao ponto de não aceitar as opiniões dos outros, verá que em pouco tempo arranja vários opositores. Considerar os colegas como amigos É obviamente necessário fazer amigos. Sem eles a vida torna-se muito mais complicada. Saber delegar tarefas Se for o caso, saber delegar tarefas é muito importante, até porque evita alguns conflitos de hierarquia. Ser observador Se souber observar os outros com alguma sensibilidade, poderá reparar que o seu colega não está a ter a produtividade habitual porque tem algum problema. Neste caso, deve tentar ajudá-lo. Marcar encontros extra laborais Esta é sempre uma boa maneira das pessoas conviverem fora do ambiente de trabalho e conhecerem melhor as outras facetas de cada um dos seus colegas. Ser Participativo Faça perguntas, mostre interesse e partilhe ideias com os outros de uma forma pessoal; Saber Comportar-se Não esteja sempre a refilar e não tenha uma postura negativa durante os contactos; Ser Entusiasta

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Mostre que sabe onde quer ir, mostre entusiasmo com o seu trabalho e crie um ambiente aberto para os outros; Contar com os outros antes de tomar decisões Tente tomar decisões não esquecendo a opinião dos outros.

Como comunicar com os colegas no trabalho? Os sete pecados capitais: 1. A ameaça silenciosa Muitas vezes, as pessoas tentam calar-se mutuamente ignorando-se. O resultado é um ambiente pouco agradável que pode levar a discussões. 2. Fingir que nunca aconteceu Como se sentem as pessoas quando as suas observações são ignoradas? 3. Mudar de assunto As pessoas mudam frequentemente de assunto quando não querem falar sobre algo. Outras preferem pôr tudo em pratos limpos. 4. Dizer que o problema não é importante A intenção é, obviamente, a de insultar o outro. É necessário usar uma maneira mais respeitosa para comunicar. 5. As pessoas atribuem sentimentos de culpa a outras Há quem pense que pode atacar outra pessoa, porque acha que o transformou em vítima. 6. O que sente não está correcto Dizer a outra pessoa que não percebeu bem é uma forma de calá-la. 7. Você está doido! Muitas pessoas acham que ofendendo os outros ou levantando-lhes a voz é uma forma de os transtornar. É claro que isto não tem sentido.

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Os novos valores empresariais... Procurar emprego Cada vez mais se procura emprego em função do ambiente de trabalho, em vez de se procurar em função de uma marca ou de uma firma com uma imagem de prestigio, como costumava acontecer. Mudar de emprego As novas gerações estão predispostas à mudança porque acham que é uma forma de evoluir na carreira. Trabalhar por gosto Cada vez mais as pessoas trabalham por gosto e realização pessoal. Felizmente, o trabalho já não é encarado como um meio de sobrevivência ou uma obrigação. Dizer não à reforma Actualmente, as pessoas tendem a procurar um segundo e até um terceiro emprego. As pessoas precisam de se sentir activas, de terem pelo menos um hobby. Trabalhar em equipa Faz parte dos principais valores de quase todas as empresas. Um dos requisitos fundamentais é a capacidade de cada um para o relacionamento inter-pessoal.

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