Junta de Freguesia
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d i g i t a l s i nt r a O JORNAL COM NOTÍCIA S • DIRECTOR: LUÍS GALRÃO • ANO 3 • QUINZENAL • 6 D E M A I O D E 2 0 0 9 •
N.º 47
Novo Regulamento nega apoio a touradas
Sintra
(Sta. Maria e S. Miguel)
Pág. 8 e 9 RUA MARCELO CAETANO LANÇA POLÉMICA EM AGUALVA A Assembleia de Freguesia de Agualva pronunciou-se contra a atribuição do nome Marcelo Caetano a uma rua do Alto de Colaride. Na última reunião, a 28 de Abril, a maioria dos vogais aprovou duas moções, da CDU e do Bloco de Esquerda, que repudiam a proposta do Executivo. O nome é usado há mais de 30 anos, mas nunca houve uma decisão camarária que o oficializasse, o que levou a junta de freguesia de Agualva a colocar novamente a questão à Câmara.
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ASSEMBLEIA APROVA CONTAS “CHUMBADAS” PELO PS Os documentos de prestação de contas municipais de 2008 foram aprovados na última Assembleia Municipal, apesar do chumbo do Partido Socialista, que fez um balanço negativo dos quase oito anos de mandato de Fernando Seara. “Foram dois mandatos secos de obra”, acusou a deputada Piedade Mendes. Em resposta, o presidente acusou os socialistas de hipocrisia.
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DUAS ESCOLAS VÃO TER VISTORIAS DE SEGURANÇA A última Assembleia Municipal de dia 23 chumbou uma proposta da CDU para a abertura de um inquérito ao acidente na Escola EB1/JI nº2 de Monte Abraão, mas aprovou uma proposta do PS para a realização de uma vistoria externa a esta e outra escola em Belas. Sobre esta matéria, a presidente da Junta de Monte Abraão lamentou que os avisos que fez não tivessem sido levados a sério.
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Oposição em Agualva aprova auditoria a “gastos vergonhosos”
ALUNO ESFAQUEADO NUMA RIXA EM ESCOLA DO CACÉM Um jovem de 15 anos foi esfaqueado no dia 23 de Abril na Escola Secundária de Matias Aires, no Cacém, durante uma rixa entre alunos de bairros diferentes. O incidente, que provocou dois feridos ligeiros, foi desvalorizado pelos professores e pelo Ministério da Educação. “Foi um pequeno ferimento e a imprensa tenta empolar estas questões”, lamentou uma docente.
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Bairro da Anta cortado a meio durante dois meses
Os moradores do bairro da Anta, em Agualva, não queriam acreditar quando viram as máquinas destruir a única estrada que ligava as duas fases da urbanização. “Muitos sabiam que a autoestrada ia passar pelo meio do bairro, mas outros foram surpreendidos”, conta um comerciante. O projecto inicial do IC16 (também A16) previa de facto o corte da rua Francisco Lucas Pires, mas segundo a Junta de Freguesia de Agualva, “o problema foi
solucionado porque a Estradas de Portugal aceitou alterar o projecto de modo a manter o acesso, neste caso em túnel”. Segundo o presidente Rui Castelhano, o corte já em curso será apenas temporário, até à conclusão das obras “dento de dois meses”. Até lá, quem precisar de ir às compras ao principal supermercado do bairro, situado na parte sul, tem de atravessar as obras. “É um caos, sobretudo quanto chove, porque temos de pegar
no carro para ir ali abaixo”, lamenta um morador. Mas também há queixas do pó e do ruído das obras. “Nem queira saber, as picaretas fazem um barulho infernal logo às sete da manhã. Até à Polícia fomos, mas disseram-nos que têm uma autorização qualquer”, reclama uma moradora que prefere o anonimato. Quem vive na Anta teme ainda o ruído da futura autoestrada e o aumento da insegurança. “Este bairro tem muitos assaltos e muita gen-
te tem medo da falta de segurança na futura passagem inferior”, conta ainda o comerciante, vítima recente de dois assaltos. O bairro não é o único onde o IC16 cortou estradas. Em Outubro e em Janeiro realizaram-se acções de protesto contra o corte do principal acesso ao bairro do Grajal, também em Agualva. Os moradores queixavam-se de isolamento, mas a Câmara só requalificou uma via alternativa em Março. Entretanto, o acesso principal continua cortado a aguardar a conclusão das obras. Antes, em Setembro, moradores das freguesias de Algueirão-Mem Martins e Pêro Pinheiro protestaram contra a ameaça de corte “por longos meses” da Estrada Municipal 608. Mas nesse caso a concessionária Aenor recuou procedeu apenas a “cortes temporários” até abrir recentemente uma via alternativa que passa em viaduto sobre o IC16. Luís Galrão
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NA BLOGOSFERA DE SINTRA Rio das Maçãs, 3 de Maio “A Praia do Magoito não vai ter na próxima época balnear hasteada a bandeira azul, por alegada falta de segurança das arribas. O júri nacional da bandeira azul aceitou as candidaturas das praias Grande, da Adraga, das Maçãs e de São Julião, explicando que apenas teriam sido aceites as candidaturas de zonas balneares que, apresentando situações de risco decorrente de arribas instáveis, pudessem ser objecto de medidas para salvaguarda dos utentes até 1 de Julho, data limite para hastear o galardão europeu.” http://riodasmacas.blogspot.com/
Vivo-em-Sintra, 1 de Maio “Na última Assembleia Municipal, realizada no passado dia 23 de Abril, a “Sintra-Empata”, a Sintra do Dr. Fernando Seara e da gestão (?) desta maioria de Direita, foi uma vez mais confrontada com a crua realidade dos números e dos factos, a propósito da prestação de contas de 2008. Não é a primeira, nem será, certamente, a última vez que tal sucede e só é pena que pouco ou nada disto seja divulgado na nossa (pobre) Comunicação Social local, demasiado “reverente” (ou talvez demasiado dependente de receitas da publicidade institucional…) e onde o debate destas questões é praticamente inexistente - eu diria que até parece causar algum “incómodo”, sobretudo quando o PS tem razão e factos claros para o demonstrar!... Nesta sessão da AM a deputada Piedade Mendes, do Partido Socialista, traçou um quadro negro daquilo em que se transformou o município de Sintra nestes últimos 8 anos e confrontou o actual Presidente com valores que comprovam que Sintra dispôs de muito mais recursos financeiros neste período de tempo, embora não se veja obra concreta por parte deste executivo camarário.(…)” http://www.vivo-em-sintra.blogspot.com/
Blog Algueirão-Mem Martins, 1 de Maio Vou lançar a votação do “Pior Edifício da Vila de Algueirão-Mem Martins”. Recebi algumas sugestões, que foram quase unânimes com as ideias que eu tinha para lançar a votação, sabendo, que existem muitos mais onde impera a má arquitectura, mau urbanismo e o mau gosto estético. Peço para os votantes terem em consideração factores como: desenquadramento urbanístico, estética do edifício e factor “pato bravo”, e algo que serve de reflexão, como o facto, de qual destes edifícios seria o último local onde gostaria de viver. Os 6 finalistas, cada um com a sua designação, são: Opção A - Edifício Presidente, Mem Martins, Praceta Laura Alves, em S. Carlos. Opção B - Edifício Foguete, Tapada das Mercês, Av. Embaixador Aristides Sousa Mendes Opção C - Edifício Coopalme, Algueirão, Rua Dr. Coutinho Pais
F O T O LEGENDA
PS lança petição contra a feira no Polis Cacém
O PS de Agualva-Cacém lançou uma petição na Internet “para obrigar a Câmara de Sintra a repensar a intenção” de instalar a Feira de Agualva na Baixa do Cacém, no parque de estacionamento da Rua António José de Almeida. Para os socialistas, “a Câmara pretende desvirtuar o objectivo do Projecto Polis, de requalificar a baixa da cidade, ao pretender instalar a feira de levante no espaço destinado à construção de um equipamento público de qualidade”. A petição pede que a autarquia encontre “outra solução”. Já os feirantes continuam a defender a mudança e saíram esperançados da última reunião de Câmara. “Vamos aguentar um mês no local onde estamos sem condições, porque julgamos que vai ser aceite a solução provisória na baixa de Agualva-Cacém, para onde pretendemos ir enquanto não se encontrar um local definitivo”, explica Francisco Saramago, presidente da Associação de Feirantes do Distrito de Lisboa.
FICHA TÉCNICA
Opção D - Edifícios Mem Martins Poente, Mem Martins, Rua Domingos da Cunha Opção E - Edifício Hospital, Mem Martins, Praceta do Outeiro Opção F - Edifício Vigia, Mem Martins, Estrada de Mem Martins Fico também a aguardar comentários relativamente a estas construções, ou a outras que penses que fazem falta nesta lista. http://algueirao-memmartins.blogspot.com/
Viver Sintra, 27 de Abril “O Bloco de Esquerda apresentou ontem os cabeças de lista à Câmara e Assembleia Municipal de Sintra. Tal como tinha referido no post de 20 de Abril, é com naturalidade que vejo, por esta altura, o anúncio dos bloquistas. Tendo o PS e a CDU apresentado já os seus candidatos não restava alternativa ao BE. Adiar era perder a possibilidade de marcar terreno à esquerda, principalmente no confronto com os comunistas, uma vez que até Junho a candidata socialista, fruto da opção de se candidatar também ao Parlamento Europeu, encontra-se centrada na discussão europeia. Em 2005, com a candidatura de João Silva, também figura local, os bloquistas obtiveram perto de 9000 votos e ficaram a poucos da eleição de um vereador. A candidatura de André Beja, adjunto do grupo parlamentar do Bloco na Assembleia da República e líder do partido na Assembleia Municipal, enquadra-se na perspectiva e crença que o voto no BE é de natureza nacional e que nesse contexto os resultados em Sintra, fruto da dimensão e das características do concelho, serão o reflexo dos resultados alcançados nas legislativas que se realizam pouco antes das autárquicas.” http://viver-sintra.blogspot.com
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PS acusa Executivo de Agualva de “gastos vergonhosos” A última Assembleia de Freguesia de Agualva ficou marcada pelas críticas da oposição às contas apresentadas pelo Executivo, tendo sido aprovado um requerimento socialista que exige uma auditoria aos documentos de prestação de contas de 2008. “Quem analisar esta documentação vergonhosa fica com a ideia que os políticos são uma espécie de malfeitores que andam a viver à custa do Estado”, afirmou Manuel Rocha, do PS. Numa intervenção muito crítica, dirigida sobretudo ao presidente da Junta (que só chegou mais tarde), o socialista apontou dúvidas sobre a conformidade legal de um conjunto de despesas. “Além do ordenado, o presidente recebe mais 30 por cento para despesas de representação, que deveriam ser suficientes. No entanto, nas contas aparece uma verba de 12372 euros com gastos que a nós nos custa entender, como ajudas de custos em quilómetros”, denuncia. Nesta matéria, o PS considera que há despesas feitas “sem o mínimo rigor”. “O presidente consegue fazer 50 km de Agualva a Sintra e volta… Num mês em particular, são 705 euros, entre idas a Sintra, Massamá e arredores. Consegue a proeza de fazer 1800 km”, revela Manuel Rocha. Acrescem, segundo o líder da bancada socialista, os gastos do Executivo em almoços e jantares.
“Não sei como é que se tratam em casa, mas não será todos os dias que bebem uma garrafa de vinho a 19 ou outra a 32,5 euros, isto pago como despesa da Junta. Ou comem percebes, ostras, santola, arroz de marisco, linguado, açorda de lagosta, espetada de tamboril… é impressionante”, descreve. O autarca afirma não se rever nesta forma de apresentar contas, que “chega a ser vergonhosa”. “´È um autêntico sobreordenado sem controle, com o nosso dinheiro. É uma situação muito grave e tenho sérias dúvidas, se não a certeza, de que é ilegal”, disse.
Na longa lista de despesas que partilhou com a Assembleia, Manuel Rocha descreveu ainda “gastos de formação do presidente no valor de 6810 euros, horas extraordinárias galopantes pagas aos funcionários da Junta e muitos gastos sem justificação em várias rubricas”. “Além de vergonhoso é uma falta de respeito para com os dinheiros públicos. Com gastos destes parece-me de mau gosto que depois se ande nos supermercados a recolher alimentos para os pobres”, criticou ainda o socialista. O presidente da Junta, que entretanto chegou à reunião, ouviu ainda críticas da CDU e do Bloco de Es-
querda e viu aprovado um requerimento do PS para “a realização de uma auditoria contabilística e financeira ao mandato do Executivo, com a máxima urgência, por parte das entidades competentes que tutelam financeiramente as autarquias locais: o Tribunal de Contas e a Inspecção-Geral da Administração Local (IGAL)”. O requerimento teve os votos favoráveis do PS, CDU e BE, votos contra da Coligação Mais Sintra e a abstenção do vogal independente. Na votação do relatório de gestão e dos documentos de prestação de contas de 2008 os resultados foram inversos, tendo toda a oposição votado contra.
Em declarações exclusivas ao Cidade VIVA, o presidente Rui Castelhano classificou as criticas como “naturais, tendo em conta o momento pré-eleitoral em que o que interessa é dizer mal”. Quanto à auditoria, o autarca diz-se tranquilo. “Ainda bem que pedem para fazer a auditoria, a Junta disponibilizará toda a informação e está tranquila nesse aspecto e todo o arquivo está disponível para quem quiser consultar”, disse. Questionado sobre algumas acusações concretas, Rui Castelhano explicou que é normal haver despesas não classificadas. “As rubricas ‘outras’ estão previstas na lei e são prática de gestão financeira numa Câmara ou até no Orçamento de Estado. De qualquer forma, é claro que existem os documentos de suporte para essas despesas”, assegurou. Quanto aos gastos em alimentação, o autarca admitiu excessos, sobretudo no caso das garrafas de vinho a 32,5 euros. “É obviamente excessivo e alguma coisa se passou, vou ter de ver”, disse. Já sobre as deslocações, o presidente explicou que a Junta não tem uma viatura disponível, pelo que tem de apresentar quilómetros. “O trabalho de presidente de Junta existe ir muitas vezes a Sintra, até várias vezes no mesmo dia e como o executivo não tem carro, meto quilómetros, é a prática mais corrente”, avança. Luís Galrão
Rua Marcelo Caetano lança polémica em Agualva A Assembleia de Freguesia de Agualva pronunciou-se contra a atribuição do nome Marcelo Caetano a uma rua do Alto de Colaride. Apesar do nome ser usado há mais de 30 anos, nunca houve uma decisão camarária que o oficializasse, o que levou a junta de freguesia de Agualva a colocar novamente a questão à Câmara. Na última reunião, a 28 de Abril, a maioria dos vogais aprovou duas moções, da CDU e do Bloco de Esquerda, que repudiam a proposta do Executivo. Para a CDU, “perante este inusitado saudosismo serôdio importa recordar aos que não viveram o fascismo quem foi e o que fez Marcelo Caetano, o último ditador fascista de Portugal”. Na moção, os comunistas reprovam “com veemência” a iniciativa e demarcam-se “de forma clara e inequívoca”. Segundo o texto aprovado, a Assembleia irá “manifestar à Câmara a sua total discordância com a iniciativa tomada pelo presidente da Junta de Freguesia”.
A moção da CDU teve os votos favoráveis do PS e do BE, tendo a Coligação Mais Sintra votado contra. Segundo a vogal Felisbela Bernardo, “o assunto já tem bar-
bas e precisa de uma resolução”. Diz ainda a Coligação que “o Executivo apenas tentou legalizar uma situação que já existe e que é reconhecida pelos correios e pela pró-
pria polícia”. Alem disso, defende a vogal, “atribuir este nome é uma prova de liberdade”. A moção do BE foi igualmente aprovada e considera que “o bran-
queamento das figuras responsáveis pelo regime fascista é atentatório da dignidade dos que lutaram pela liberdade”. A Assembleia recebeu também uma carta da União dos Resistentes Antifascistas Portugueses, que manifesta “indignação e revolta” por esta alteração toponímica. “É uma clara exaltação dos símbolos do fascismo em Portugal e com este tipo de decisões a Junta coloca-se ao lado dos criminosos que oprimiram e violentaram o povo português”, denuncia. No entanto, segundo o vogal Luís Roberto, ex-líder socialista actualmente independente, “um anterior executivo da Junta tomou decisão idêntica há cerca de cinco anos, tendo na altura enviado a mesma proposta à Câmara, que não atribuiu o nome, sabe-se lá porquê”, comentou com ironia. Nesta matéria, a bancada socialista votou favoravelmente as duas moções, alertando o actual líder que “em história se não se aprende, repete-se”. Luís Galrão
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Assembleia aprova contas “chumbadas” pelo PS Os documentos de prestação de contas municipais de 2008 foram aprovados na última Assembleia Municipal, apesar do chumbo do Partido Socialista. Numa longa intervenção de quase meia hora, a deputada Piedade Mendes explicou o voto contrário do PS e fez um balanço negativo dos quase oito anos de mandato de Fernando Seara, que em resposta acusou o PS de hipocrisia. A deputada municipal estabeleceu um paralelismo entre os oito anos de gestão do PS e os dois mandatos da Coligação Mais Sintra. “O balanço é bastante negativo, revelando-se que durante período as receitas entradas nos cofres da Câmara foram em volume muito maior do que nos oito anos de mandato do PS. No entanto, não existiu uma correlação no aumento da intervenção municipal em áreas tão carentes e prioritárias de intervenção municipal”, acusou. Para Piedade Mendes, “só se pode concluir que estes dois mandatos serão para esquecer, de ‘secos de obra’ que foram”. Segundo a socialista, a gestão de Seara “não conseguiu captar empresas para o concelho e contribuiu para que a classe média abandonasse Sintra, procurando os concelhos vizi-
nhos”, o que resultou na baixa do IRS. A deputada municipal levou as críticas mais longe e afirmou que os últimos dois mandatos “mutilaram as gerações futuras de uma região que lhes proporcionava estabilidade, boas condições de vida e de emprego”. Para o PS, o Executivo de Seara “não soube aproveitar a herança deixada pelos socialistas e contribuiu para que o rendimento per capita dos sintrenses em 2006 fi-
casse abaixo do valor registado em 2001; para baixar a posição de Sintra no ranking nacional para volume de negócios inferiores a 150 000 euros, aparecendo na centésima trigésima terceira posição e para baixar a posição de Sintra no ranking nacional para um volume de negócios superiores a 150 mil, aparecendo em trigésimo sétimo lugar.” Na resposta, Fernando Seara não poupou críticas ao PS, considerando que “a política pode ser o
palco da hipocrisia”. O presidente lembrou que até Outubro era o PS que detinha o pelouro das finanças. “Não pedi a ninguém para vir defender orçamentos que por eles foram elaborados, pelo que não pedirei a Domingos Quintas que venha falar dos orçamentos”, disse. Ainda irritado com a análise socialista, Seara reforçou que “quem fez aquele orçamento foi o presidente e o vereador Quintas”. “Discuta como quiser, mas nestas
e aproveitou para reforçar as preocupações sobre outra escola, a EB1/JI nº 1 de Monte Abraão. “Mais importante que os show-off para os telejornais tentando tirar proveito da oferta de refeições pelas escolas (um facto comum há vá-
rios anos aos diversos responsáveis autárquicos), é solucionar o grave problema do parque escolar do concelho”, disse. Sobre esta matéria, a Assembleia acabou por aprovar uma proposta do deputado Bruno Tavares. O socialista acrescentou o caso da Escola EB1/JI do Pego Longo, em Belas, onde em 2005 e 2008 foram detectados problemas de segurança pelo Serviço Nacional de Bombeiros (SNB) e considerou que “podem ainda existir riscos para as crianças e para os professores”.
contas não, porque sou responsável, mas não gosto que ponham o rabinho de fora”, exclamou. O vereador em causa, actualmente sem pelouros, defendeu-se, explicando que “não se trata de pôr o rabinho de fora, o que está em causa é questão da falta de investimento em Sintra e nunca as contas, porque o concelho tem há muito tempo um bom sistema de controle interno”. Domingos Quintas disse ainda que teve “muita honra de trabalhar como vereador das finanças” responsabilidade que não rejeita. Mas lembra que sempre foi “contra os orçamentos empolados, porque foram esses orçamentos que colocaram a Câmara na situação que estava em 2005”. Antes da votação, o presidente da mesa, Ângelo Correia apelou aos deputados para fazerem a destrinça entre questões políticas e documentos de execução orçamental. No final da noite, os documentos referentes a 2008 (balanço, demonstração de resultados, etc.) foram aprovados com os votos favoráveis da Coligação Mais Sintra e da CDU, os votos contra do PS e a abstenção do Bloco de Esquerda e de um deputado socialista. Luís Galrão
Assembleia Municipal chumba inquérito mas aprova vistorias A última Assembleia Municipal de Sintra de dia 23 chumbou uma proposta da CDU para a abertura de um inquérito ao acidente na Escola EB1/JI nº2 de Monte Abraão, mas aprovou uma proposta do PS para a realização de uma vistoria externa a esta e outra escola em Belas. A proposta da CDU pretendia ver esclarecidos os contornos do acidente de dia 17 de Abril, data em que parte do revestimento do tecto da escola desabou em cima de professores. “Pretendemos o esclarecimento e o apuramento de responsabilidades, porque é preocupante que numa escola com menos de um ano aconteçam estes acidentes”, explicou a deputada Graça Rodrigues. A CDU re-
comendava “um levantamento exaustivo do estado de conservação do parque escolar de Sintra”, mas a proposta foi rejeitada com 24 votos contra (Coligação Mais Sintra) e 21 votos a favor (CDU, BE e PS). Sobre esta matéria, a presidente da Junta de Monte Abraão lamentou que os avisos que fez não tivessem sido levados a sério. “Em várias ocasiões e diferentes fóruns alertei para a degradação do parque escolar de Monte Abraão e, especificamente, para as deficiências que a recém construída EB1 nº 2 demonstrava”, recordou Fátima Campos. A autarca questionou “porque é que o LNEC não foi a entidade escolhida para avaliar as condições da escola”, antes da sua reabertura
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O deputado propôs, por isso, “uma vistoria com carácter de urgência” às duas escolas. “Convinha que além dos técnicos das empresas construtoras, das entidades fiscalizadoras e dos técnicos da Câmara e da Educa, fosse solicitado o parecer a duas entidades externas ao município, nomeadamente ao LNEC e ao SNB”, defendeu. A proposta foi aprovada com 23 votos a favor (PS/CDU/BE e alguns deputados da Coligação Mais Sintra) e 21 votos contra (da Coligação Mais Sintra). L. G.
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Polémica na aprovação do novo Regulamento de Animais
O novo regulamento destina-se a salvaguardar os direitos de protecção de todos os animais (domésticos, selvagens e os de quinta), nomeadamente ao nível do alojamento. Passa a ser condição essencial para a sua manutenção a protecção contra as intempéries, contra predadores, água a todo o tempo e, sobretudo, a possibilidade de poderem realizar os seus comportamentos naturais (ex: impedir situações existentes nas suiniculturas em regime intensivo, onde os animais mal se conseguem mexer). A realização de espectáculos com fins comerciais, desportivos, beneméritos ou outros em que estejam envolvidos animais, respeita o disposto na Lei e nos regulamentos municipais, ou seja, fica sujeita ao parecer prévio e vinculativo do Médico Veterinário Municipal. É também criada a figura do animal comunitário, isto é, animais sem um detentor individual mas que se encontram protegidos num espaço público (por ex: escolas ou empresas). A permanência do “animal comunitário” passa a estar autorizada pela autarquia mediante prévia permissão. O documento incentiva ainda a esterilização de todos os animais de companhia. Relativamente aos cães considerados perigosos, o novo regulamento sistematiza os procedimentos definidos na legislação nacional (mas que estão dispersos em vários diplomas legais) em caso de agressão a pessoas ou outros animais e define de forma clara as competências dos diferentes intervenientes e os procedimentos a seguir. Foi ainda criado um número verde para o qual os munícipes podem e devem telefonar sempre que se depararem com um cadáver de um animal na via pública. “Com este regulamento, que entra em vigor após publicação, a Sintra pretende contribuir para uma mudança de paradigma na relação dos seres humanos com os animais, preocupação já demonstrada com a recente a adjudicação do novo Canil/Gatil Municipal, que ascenderá a mais de um milhão e quinhentos mil euros”, considera a autarquia.
B R E V E S Assembleia de Freguesia de Sintra pede defesa da Estefânia A Assembleia de Freguesia de Stª. Maria e S. Miguel quer que a Câmara de Sintra tome medidas para salvaguardar do interesse dos peões na área pedonal da Av. Heliodoro Salgado, em Sintra. A recomendação aprovada, proposta pelo BE, recorda o aumento de trânsito que se tem verificado na referida artéria, apontando a necessidade de medidas para evitar a pressão rodoviária no local e para travar a deterioração do piso e do mobiliário urbano.
Uma proposta de aditamento feita pelo Bloco de Esquerda ao novo Regulamento de Animais do Município de Sintra, gerou polémica na última Assembleia Municipal. A CDU chamou-lhe “um acto de censura ao espectáculo taurino”, mas o documento acabou por ser aprovado por maioria com o artigo que impede a Câmara de apoiar espectáculos que envolvam o sofrimento físico e psíquico de animais. O artigo 69 estabelece que “o apoio institucional ou a cedência de recursos, por parte da autarquia, para a realização de espectáculos com animais fica condicionado pela não existência de actos que inflijam sofrimento físico ou psíquico, lesionem ou provoquem a morte do animal”. Para Miguel Carretas,
Para que ser servve o Regulament o? egulamento?
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PS critica degradação de Agualva-Cacém A deputada municipal Emília Infante, do PS, denunciou na última sessão de Assembleia Municipal “o estado em que se encontram diversas situações deveras preocupantes na Cidade de Agualva-Cacém.” A denúncia sucede a outras realizadas pelo PS de Agualva-Cacém e “revela o mau estado geral do espaço público da cidade”. A intervenção da deputada está disponível na página Internet do PS Sintra.
CDU aponta problemas no Alto de Colaride
da CDU, “esta norma não faz sentido porque a Câmara deve ter a possibilidade de aferir se há ou não tradição e nesse sentido apoiar ou não” determinados eventos. Também Rogério Cassona, dos Verdes, criticou a proposta. “Não posso aceitar a discriminação pela negativa do espectáculo taurino, quando comparado com o espectáculo circense”, disse. Já António Rodrigues, líder da bancada da Coligação Mais Sintra (PSD/ CDS) considerou “não se tratar de uma questão política, mas de uma questão de consciência pessoal”. Para Bruno Tavares, do PS, “não está em causa impedir touradas mas sim a impossibilidade da Câmara apoiar financeira e logisticamente este tipo de espectáculos”, disse o deputado municipal, lembrando que “Sintra não é um município com tradição taurina”. No entanto, o líder da bancada socialista deixou alguns alertas. “O que vamos fazer à escola equestre de Queluz, porque presumo que educar aqueles cavalos a fazer aquelas habilidades há-de provocar-lhes algum tipo de desgaste?”, questionou Paulo Marques. Da parte do Bloco de Esquerda, André Beja reforçou a ideia de que não de trata de uma proibição. “É a expressão da forma como Sintra lida com os animais e o afirmar que o concelho não compactua com actividades que provoquem o sofrimento. Além disso, o artigo é válido para as touradas e para os circos, sobretudo aquele onde haja animais sem condições”, explicou. Para Luís Patrício, o vereador responsável pelo Gabinete Veterinário Municipal, “independentemente do artigo 69, a aprovação
do regulamento deixa Sintra com o mais avançado documento nesta matéria da Europa, onde só Barcelona tem acompanhado esta questão com esta profundidade”. No entanto, o autarca expressou concordar com a proposta do BE. “Gerou-se um debate que é útil para perceber que afinal os toiros sofrem, porque o documento apenas fala em actividades que envolvam o sofrimento de animais, e automaticamente os aficionados identificam as touradas”, ironizou. O novo regulamento acabou por ser aprovado por 22 votos, contando com a oposição da CDU e de alguns eleitos do PS e Coligação Mais Sintra, que deram apenas 14 votos à proposta que retirava o artigo 69. “É o abandono definitivo da ideia de que Sintra é um concelho com muito pouco respeito pelo bem-estar animal”, considerou Luís L. G.
A coordenadora CDU de Agualva realizou em Abril uma visita à zona do Monte da Tapada, em Agualva, onde ”verificou diversas situações anómalas a carecerem de resolução imediata.” Segundo os comunistas, “continua por resolver o problema das linhas de muito alta tensão que se encontram em pleno funcionamento a poucos metros das residências, demonstrando o claro desrespeito da REN pelas populações atingidas, e que o compromisso da Câmara Municipal de Sintra em assumir o encargo com o enterramento das linhas não passou de uma forma de desmobilização da contestação”. Já no que respeita ao Parque natural de Colaride, “nada foi feito no sentido da sua preservação, qualificação e colocação ao serviço dos habitantes do concelho e dos agualvenses em particular, servindo de depósito de entulhos.” A CDU apontou ainda críticas aos transportes públicos rodoviários, que “não existem com frequência necessária e não se encontram coordenados com os horários da CP”. Como prioridades, a CDU identificou algumas situações a necessitar de intervenção urgente, como a consolidação da barreira e da encosta da Avenida do Monte da Tapada, a reparação da Rua Guerra Junqueiro e a vedação do campo multiusos do mercado.
Câmara cede terreno à Associação de Idosos de Agualva A Câmara Municipal de Sintra cedeu gratuitamente um terreno à Associação de Idosos de Agualva (PROBEM) para a construção de um equipamento com as valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário e eventualmente Lar. A assinatura pública da escritura de cedência do direito de superfície do terreno decorreu a 29 de Abril nas instalações da PROBEM, no Largo da República, em Agualva. A parcela de terreno, cujo valor corresponde a 65 mil euros, agora cedida pela Autarquia, fica situada na Rua do Mercado, em Agualva, e tem 1085 m2. A cedência vem dar resposta ao diagnóstico elaborado no âmbito da Rede Social, que identificou como necessária a construção de um equipamento social de apoio aos idosos na freguesia de Agualva.
Autarquia instala barreiras de protecção junto às escolas A partir de postes de sinalização de trânsito danificados, a Câmara de Sintra reutilizou os materiais e construiu barreiras de protecção, que estão a ser instaladas junto a 24 estabelecimentos de ensino. Os objectivos são dois: a segurança preventiva individual e a sensibilização ambiental. Sob o mote “sinal que vira outro material, ganha vida sem igual”, a autarquia está a investir na preservação ambiental ao reutilizar materiais - e na segurança dos mais novos, inibindo as habituais corridas ao sair do perímetro da escola. Para tornar este equipamento atractivo, quer para os que circulam na estrada, quer para os alunos, foi pedido à artista plástica Cristina Malaquias que criasse ilustrações de acordo com as mensagens inscritas nas barreiras de protecção. Em cada barreira foram afixados dois painéis com ilustração e dois painéis com texto que fazem dupla com as imagens, sendo que para o lado de dentro da escola ficaram os painéis alusivos à segurança preventiva individual e para o lado da estrada os relativos à sensibilização ambiental.
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Aluno esfaqueado numa rixa em escola secundária do Cacém Um jovem de 15 anos foi esfaqueado no dia 23 de Abril na Escola Secundária de Matias Aires, no Cacém, durante uma rixa entre alunos de bairros diferentes. O incidente provocou dois feridos, que foram transportados para o hospital Amadora-Sintra pelos Bombeiros Voluntários de Agualva-Cacém. O agressor chegou a ser detido mas foi libertado durante a tarde. “Um dos jovens apresentava um ferimento ligeiro de arma branca e o outro apenas escoriações”, explicou fonte dos bombeiros. A segunda vítima, de 16 anos, é tio do jovem esfaqueado e terá sido agredido quando tentava proteger o sobrinho. O agressor, conhecido como Cristel, tem 17 anos e anda no 11º ano. Foi detido pela PSP do Cacém, onde passou o resto da manhã, mas foi libertado ao início da tarde com termo de identidade e residência enquanto decorre o inquérito. A maioria dos alunos e professores negou ter testemunhado o incidente, ocorrido junto ao pavilhão B, mas o Cidade VIVA apurou que a agressão terá resultado da rivalidade entre jovens das duas freguesias. “Um aluno do Cacém
atacou outro de Mira Sintra, que acabou por ser ferido nas costas com uma faca”, conta uma estudante. A rixa ocorreu de manhã, mas resultou apenas em “ferimentos ligeiros”, assegura fonte da PSP. “Há um problema qualquer entre eles já há duas semanas”, explica Patrícia, de 17 anos.
Esta versão é confirmada por Marco, de 15, segundo o qual “os de Mira Sintra têm ido todos os dias para junto da Escola”. Os dois negam desconhecer as razões do conflito, mas outro aluno avança uma explicação: “É uma cena de guetos”, lamenta. “Os do Cacém devem ter pensado que aquele alu-
no de Mira Sintra ia dizer aos do bairro que eles queriam confusão, e quando o apanharam sozinho, aproveitaram”, arrisca Filipa. Mas Marco defende que a “agressão não faz sentido”, porque a vítima, Abel, de 15 anos, “não costuma meterse em confusão, é um rapaz direitinho”, assegura.
Para alguns alunos e até professores, tratou-se de uma “situação normal”. “Em todas as escolas há confusão, isto acaba por ser normal na nossa idade”, defende Patrícia. Ao lado, outra jovem não concorda. “Isto é um abuso”, exclama, embora admita que “é normal haver confusão entre grupos de bairros diferentes”. Há um ano, recordam ambas, “houve outro esfaqueamento, as entre alunos do Cacém”. Os professores que aceitaram falar consideram que é preciso “relativizar” o problema. “Deviam cá vir noutras ocasiões ver o trabalho positivo que fazemos, porque estas situações combatem-se integrando os alunos”, defende uma docente, que evita identificar-se. Outra professora, também sob anonimato, salienta que apesar de grave, a agressão não merecia tanta mediatização. “Foi um pequeno ferimento e a imprensa tenta empolar estas questões”, lamenta. Fonte do Ministério da Educação disse ao Cidade VIVA tratar-se de “um conflito importado do exterior” para o qual “o conselho executivo fez o que havia a fazer nestas situações”. Luís Galrão
Assembleia recusa pedido de mais transparência à Câmara O Bloco de Esquerda viu rejeitada em Assembleia Municipal uma moção que recomendava que a Câmara disponibilizasse na internet “informação sobre todos os contratos de adjudicação directa” realizados, nomeadamente os que surgem no portal dos contratos públicos. A moção propunha que esta informação fosse “acompanhada dos dados sobre a titularidade dos órgãos sociais e sócios ou accionistas das entidades com as quais contrata e da descrição pormenorizada dos serviços contratados”. Na apresentação da proposta, o deputado André Beja explicou o episódio que deu origem à moção. “Em Março um portal local divulgou informação disponível na página dos contratos públicos sobre uma adjudicação directa feita
pela Câmara a uma empresa propriedade de um deputado municipal [do PS]. Face a esta informação, que o BE desconhecia, foram pedidos esclarecimentos aos quais ainda não houve resposta”, lamentou o BE, que diz continuar a aguardar pela informação de suporte à decisão. Em resposta, o presidente Fernando Seara considerou que “tem de haver um mínimo de ética de relacionamento”. O autarca salientou que o assunto foi “explicado numa reunião pública de Câmara, em resposta a uma interpelação do vereador da CDU”. “Todos os eleitos para os executivos municipais devem ter apoio digno e capaz. E os mecanismos jurídicos possíveis são os que desencadeei e não admito que se insinue falta de transparência”, reforçou Seara.
António Rodrigues, da Coligação Mais Sintra, interveio a título pessoal para criticar o estilo do BE.
“O que está em causa é a ética e a maneira de fazer política daqueles que vasculham as páginas de jor-
nais tentando encontrar formas de poder acusar os outros de estarem a fazer mal. Incomoda-me este tipo de política”, disse. Para o líder da bancada social-democrata, os bloquistas “aparecem sempre como os verdadeiros defensores da legalidade absoluta, como se fossem os únicos, lançando anátemas sobre os outros”, mas “é preciso que alguém diga que isso não é verdade”. Em defesa da honra, André Beja afirma que António Rodrigues é que lançou “anátemas sobre o BE”. “Muito me agrada que o irrite a nossa forma de fazer política, é um indicador de que a estamos a fazer bem”, considerou o bloquista. A proposta acabou por obter os votos favoráveis apenas do BE e da CDU, tendo PS e Coligação Mais Sintra votado contra. L.G.
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Alterações climáticas terão impactos pouco significativos em Sintra Um estudo apresentado no final de Abril sobre as consequências das alterações climáticas no concelho de Sintra mostra que o efeito do aumento das temperaturas projectadas para os próximos setenta anos tem um impacto pouco significativo do município. “Avaliámos o efeito das alterações climáticas sobre os recursos hídricos, as zonas costeiras, a adaptação nas florestas e a questão da adaptação também sobre a biodiversidade. Notámos que as alterações não são tão significativas quanto aquelas que esperaríamos”, disse à agência Lusa o vereador da câmara de Sintra com o pelouro do Ambiente. Segundo Marco Almeida, este estudo indica que, dentro de 70 anos, poderá haver “um ligeiro aumento do nível do mar que não tem implicações” directas na costa do concelho. “O estudo pressupõe o desaparecimento de algum areal ao longo da costa mas não tem nenhum impacto nas localidades que estão próximas do litoral”, acrescentou.
Um dos objectivos do estudo passava igualmente por analisar o impacto das alterações climáticas no que diz “respeito à questão da organização do território ao nível das comunidades do concelho”. “É no entanto um estudo a setenta anos que tem algum grau de erro, como é óbvio, mas que traduz preocupações mais do ponto de vista sobre o património florestal, sobre o aumento ligeiro da temperatura, e com as implicações que daí decorrem”, disse.
Para o autarca, este estudo, que servirá como uma ferramenta de apoio à revisão de diversos planos como o Plano Director Municipal (PDM), “não só aponta a caracterização e as consequências mas propõe também um conjunto de acções de responsabilidade que são de âmbito nacional, municipal e individual, quer seja das empresas quer dos cidadãos”. O documento custou 150 mil euros à autarquia e foi coordenado pelo professor Filipe Duarte Santos, que contou com a participação de um
O Diário do Ambiente é um manual de conselhos práticos sobre as inúmeras contribuições que cada pessoa pode dar para melhorar o ambiente. A publicação resulta de uma parceria entre o Continente e a Quercus e é um convite à participação da população, porque um Ambiente sustentável exige o empenho pessoal de cada um de nós. O manual insere-se no programa Hipernatura Continente, uma iniciativa de responsabilidade social que propõe a requalificação de 20 espaços verdes em 20 cidades portuguesas. O Diário do Ambiente é um convite à mudança de atitudes e comportamentos, ajudando a construir Cidades saudáveis, ecológicas e criativas.
conjunto de especialistas nacionais nestas áreas.A apresentação decorreu no Palácio Valenças com a participação de alguns dos membros das equipas que participaram no estudo, nomeadamente das áreas do clima, recursos hídricos, energia, zonas costeiras, biodiversidade, florestas, agricultura, turismo e saúde. Rodrigo Oliveira, responsável pelo estudo de impactos e medidas de adaptação aos recursos hídricos, adiantou durante a apresentação algumas medidas para combater, por exemplo os impactos dos períodos secos mais extensos como consequência do aumento das temperaturas. Segundo este responsável, usar preço da água para desmotivar os consumos excessivos, ou aplicar a reutilização da água através de sistemas de distribuição de água de qualidade inferior para usos menos exigentes, são algumas das formas de superar os impactos gerados pelas alterações climáticas.
diário do
ÁGUA QUENTE SOLAR Sabia que… -
Portugal é um dos países europeus com maior potencial de energia solar, contando com uma média anual de horas de Sol situada entre as 2200 e as 3000?
O que posso fazer? Aproveite os benefícios fiscais, já que a compra de equipamentos de energia renovável (colectores solares ou outros) é dedutível em sede de IRS.
Os colectores solares térmicos captam a energia doSol e transformam-na em calor, permitindo poupar até70% da energia necessária para o aquecimento deáguas num edifício?
Pondere a hipótese de instalar um colector solar na sua moradia ou edifício. Apesar de ser um investimento considerável, acabará por recuperá-lo em 3 a 4 anos, usufruindo do benefício fiscal e poupando nos consumos de gás e electricidade.
A energia térmica solar pode ser aproveitada para vários fins, desde aquecimento das águas sanitárias, da água de piscinas e até climatização de habitações?
Se vive num prédio, organize-se com os restantes inquilinos/condóminos para avaliar a viabilidade da instalação de colectores solares.
Cerca de 85% da energia consumida em Portugal é importada, sob a forma de combustíveis fósseis? Ao apostar na energia solar, reduzimos a nossa dependência energética do petróleo, do gás natural e do carvão.
Consulte o site do Programa Água Quente Solar [em http://www.aguaquentesolar.com] de modo a informar-se sobre instaladores e colectores certificados.
Portugal deveria instalar um milhão de metros quadrados [m2] de colectores solares até 2010? É obrigatório, desde 2006, o recurso a sistemas solares para aquecer água em edifícios novos ou remodelados que beneficiem de uma exposição solar adequada?
Fonte: Lusa
Caso a instalação de colectores solares não seja compatível com a sua moradia, pondere outras fontes de energia renovável para aquecimento, como as caldeiras a biomassa.
Fonte:
Conselhos práticos para viver o seu dia a dia em equilíbrio com a natureza.
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Quercus lança petição em defesa da Reserva Agrícola Nacional A Quercus e um grupo de cidadãos lançaram na internet uma petição em defesa da Reser va Agrícola Nacional (RAN), contra o novo diploma legal que consideram “altamente lesivo para o Ordenamento do Território”. Os signatários defendem a urgência de levar este assunto a debate parlamentar. O novo regime da RAN data de 31 de Março e segundo a Quercus “não constitui um (mais do que) necessário aperfeiçoamento do regime anterior, constituindo antes uma redefinição total do conceito de Reserva Agrícola Nacional.” As principais alterações introduzidas “ foram escamoteadas ao escrutínio público e nenhuma das organizações não governamentais de ambiente foi ouvida”, acusam os ambientalistas.
Segundo a Quercus, o regime agora aprovado vai permitir a incondicional florestação dos solos agrícolas e a exclusão da RAN de áreas destinadas a habitação, actividades económicas, equipamentos e infra-estruturas, subalternizando a defesa dos poucos solos férteis do país a necessidades que podem ser colmatadas de outras formas. A petição pede “a todos os deputados que, em sede de apreciação do diploma pela Assembleia da República, sejam introduzidas alterações que permitam garantir que o texto do diploma corresponde aos objectivos de preservação dos solos mais aptos para a actividade agrícola que nele estão identificados.” Mais informação em www.peticao.com.pt/reservaagricola-nacional.
Escolas vão receber exposição
“Natureza em Risco”
A Câmara Municipal de Sintra promove nas escolas do Concelho, a exposição da QUERCUS intitulada “Natureza em Risco”, que ilustra diversas espécies ameaçadas ou já extintas (Fauna e Flora) em Portugal. Esta exposição, que vai circular pelas escolas do concelho até dia 26 de Junho, é constituída por 24 cartazes com texto e ilustrações, com o objectivo de sensibilizar a população estudantil para o impacto humano na Bio-Diversidade. A exposição obedece à seguinte calendarização: • Escola Secundária Gama Barros (Cacém) – 9 de Maio; • Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos de Albarraque (Albarraque) – 11 a 15 de Maio; • Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos D. Fernando II (Sintra) – 18 a 22 de Maio; • Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos Alberta Meneres (Mercês) – 25 a 29 de Maio;
• Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos D. Domingos Jardo (Mira Sintra) – 01 a 05 de Junho; • Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos Galopim de Carvalho ( Pendão) – 08 a 12 de Junho; • Escola Básica Integrada Rainha D. Leonor de Lencastre ( S. Marcos)– 15 a 19 de Junho; • Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos António Sérgio (Cacém) – 22 a 26 de Junho.
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Junta de FFreguesia reguesia de Sintra (Sta. Maria e S. Miguel)
envolve os mais pequenos no ambiente No Dia 21 de Março celebrou-se o Dia da Árvore e a Junta de Freguesia de Sintra (Sta.Maria e S.Miguel) fez com que os mais novos não deixassem passar esta data em branco. Para marcar este dia a Junta de Freguesia deu continuação a uma iniciativa que tem vindo a ocorrer desde 2007 e que consiste na oferta de jardins pedagógicos a todas as EB1 e JI da Freguesia. Este ano as escolas abrangidas receberam um jardim medicinal para completar o
jardim de aromas e o jardim de temperos que tinham sido oferecidos em anos anteriores. Nos jardins das EB1 e JI da Junta de Freguesia de Sintra (Sta.Maria e S.Miguel) podemos então encontrar jardins cada vez mais completos com plantas que vão desde o aromático Jasmim à deliciosa hortelã. Esta iniciativa conta com a colaboração da Associação Voando em Cynthia, conhecida pela sua missão que visa a “partilha de artes, sabe-
dorias, conhecimentos, técnicas e práticas para o envolvimento e desenvolvimento da comunidade.” E que tem vindo a colaborar com a Junta de Freguesia de Sintra (Sta.Maria e S.Miguel) em vários projectos.
Junta de FFreguesia reguesia de Sintra (Sta. Maria e S. Miguel)
Mas não só o Dia da Árvore merece ser celebrado e por isso os mais pequenos também assinalaram o Dia do Ambiente. As crianças do Jardim de Infância da Portela tiveram a árdua tarefa de
manter as nossas praias limpas. Para dar o exemplo aos adultos, os mais pequenos recolheram o lixo das praias para que todos possam usufruir do espaço da melhor maneira.
5.ª Edição do Rally das Camélias
amiga do ambiente
No contexto do projecto “Ecofreguesias Tratolixo”, que envolveu 53 freguesias dos concelhos de Sintra, Oeiras e Mafra a Junta de Freguesia de Sintra foi distinguida pelo trabalho que tem vindo a desenvolver na implementação de boas práticas de separação de resíduos e preservação do ambiente. Com este projecto o que se pretende é sobretudo “envolver as Juntas de Freguesia na sensibilização, formação e mobilização para a participação dos seus cidadãos na implementação de boas
práticas de separação de resíduos e preservação do ambiente”. As escolas da Junta de Freguesia de Sintra (Sta.Maria e S.Miguel) não ficaram atrás e agarraram o projecto internacional “Eco-Escolas“ para chamar a atenção dos jovens para os problemas ambientais que os rodeiam, sobretudo nas suas próprias escolas. Assim, o agrupamento D.Carlos I, Participa e colabora no Conselho Eco-Escolas e concorre ainda ao projecto “RIOS” com a Ribeira de Lourel. Alguns dos pontos abordados pelo projecto Eco-Escolas do agrupamento D.Carlos I foram a degradação do ecoponto junto à escola, a inexistência da separação das embalagens no refeitório e dos contentores para a separação de embalagens nos espaços exteriores da escola, as papeleiras do exterior danificadas, o desperdício de água na escola e o congestionamento de tráfego às horas de entrada e saída dos alunos.
Ambos os projectos pretendem sensibilizar os jovens para questões ambientais e para a necessidade de um desenvolvimento sustentável. No caso do projecto “RIOS” esta sensibilização é direccionada para áreas fluviais e os estudantes têm vindo a utilizar a Ribeira de Lourel como recurso pedagógico procedendo à recolha de amostras de água, fauna e flora. Não há nada melhor do que ver por si mesmo o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no sentido da preservação do ambiente, não só por parte dos jovens mas também por parte da Câmara e da Junta de Freguesia de Sintra (Sta.Maria e S.Miguel), nomeadamente no que respeita à limpeza e manutenção da Ribeira de Lourel.
Nos dias 17 e 18 de Abril teve lugar a 5ª edição do Rally das Camélias em Sintra. Este evento, reuniu vários carros clássicos, com data de fabrico limitada até 1960, num percurso que foi desde a Penha Longa até ao Palácio da Vila de Sintra. Ao longo dos dois dias foram muitas as pessoas que viram passar o magnifico cortejo de cerca de 40 carros antigos pelos locais mais emblemáticos da Serra de Sintra. Esta iniciativa contou com o apoio de vária entidades como a Câmara Municipal de Sintra, a Junta de Freguesia de Sintra (Sta. Maria e S.Miguel), os Autoclássicos de Lisboa, a Junta de Freguesia de São Pedro de Penaferrim, a Mercedes Benz Comercial, a Continental, a Rangel,a Resiquimica,a Karcher e o Penha Longa Hotel Golf Resort. Entre as várias relíquias presentes destacam-se um jaguar E Roads-
ter, um Ridley Brooklands de 1932 e um Daimler DB 18 de 1948. Fernando Seara, Presidente da Camara de Sintra marcou presença ao volante de um MGA de 1952 encarnado. A acompanhar Fernando Seara estiveram alguns pilotos conceituados no mundo do rally dos clássicos como Robert Janone, Adalberto Melin, campeão nacional de clássicos no ano anterior e Fernando Soares, campeão nacional de velocidade em 2006. O rally teve inicio no dia 17 às 15h30 e os pilotos partiram do Hotel da Penha Longa avançando depois para o Cabo da Roca, Colares, Sabugo e Pêro Pinheiro com meta na Mercedes Benz. No dia 18 o percurso foi diferente e os clássicos passaram pela Peninha, Pena, Vila de Sintra e Belas. A última fase da competição foi na tarde de Sábado e teve lugar junto ao Museu de Ciência Viva de Sintra.
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Junta de FFreguesia reguesia de Sintra (Sta. Maria e S. Miguel)
apoia a cultura
A Junta de Freguesia de Sintra (Sta. Maria e S. Miguel) tem vindo a demonstrar preocupação com as causas artísticas e culturais, nome-
adamente no que toca à sua divulgação junto do público e do seu impacto na sociedade. Assim, a Junta tem trabalhado com associações
culturais como “Voando em Cynthia”, a Companhia de Dança Contemporânea de Sintra e o Centro de Difusão Cultural “Chão de Oliva”. Este último tem como objectivo “desenvolver actividades centradas em três eixos: criação, acolhimento e formação, nomeadamente no campo do teatro, da dança das artes performativas e da música”, informa a própria associação. “Chão de Oliva” foi fundado em 1987 e conta hoje com o apoio da autarquia sintrense que atribui a Medalha de Prata de Mérito Municipal. Neste contexto, a freguesia de Sintra celebrou um protocolo para levar as artes às escolas e dála a conhecer aos mais jovens. Mas não só o teatro anda pelas escolas
Ajuda aos mais carenciados
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do concelho e também a Casa de Teatro de Sintra oferece 20 bilhetes para as representações de 5ª e domingo para os espectáculos em cena de grupos residentes do Chão de Oliva para habitantes da freguesia de Sintra. Outro dos eventos que contou com o apoio do Centro de Difusão Cultural e da Junta de Freguesia foi a festa de Natal onde foi oferecido um espectáculo, lanche e prenda aos alunos das
EB1 e JI da Freguesia. Neste sentido, também a Companhia de Dança Contemporânea de Sintra ofereceu o espectáculo “Cuadro Flamenco” à Associação Cultural, Social e Recreativa de Cabriz revertendo as verbas a favor da mesma.
“ProjectAR-TE” Pais activos na educação artística
Escolas da Junta de Freguesia de Sintra (Sta. Maria e S.Miguel) com equipamentos à medida
Cerca de 15 toneladas de produtos alimentares foram distribuídos pelas pessoas e famílias mais carenciadas da freguesia de Sintra. Cerca de 200 pessoas e 100 famílias foram abrangidas por este Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a
Carenciados (PCAAC). Este programa dirige-se a pessoas ou famílias em situações de baixo rendimento, desemprego prolongado, situações de prisão, morte, doença, separação e abandono, entre outras. A distribuição dos alimentos foi feita pela Junta de Freguesia porta-a-porta e entre os produtos destacavam-se as massas, o arroz e os produtos lácteos. Ainda no que respeita à acção social a Junta de Freguesia permitiu que a população tivesse acesso à medição da tensão arterial, ao rastreio do colesterol e da audição sem qualquer custo.
Relativamente aos mais novos a Junta de Freguesia de Sintra (Sta. Maria e S.Miguel) também está atenta e colabora para que nada falte às escolas da freguesia. Assim, foram disponibilizados gratuitamente equipamentos wireless a todas as EB1 e JI da Freguesia o que permite que todas as salas das EB1 e JI tenham acesso à Internet e foram também oferecidos diversos equipamentos (DVD, VHS, TV, PC, impressora) para usufruto de todos os alunos e Associações de Pais. Ainda no campo da juventude a Junta de Freguesia apoia diversas iniciativas como por exemplo o Núcleo de Xadrez da Escola Secundária de Sta. Maria, viagens de estudo e cedência de autocarros para as mesmas bem como para a “Semana da Praia” a realizar este verão e para a prática da natação dos JI.
A associação de pais da EB 2/3 D.Carlos I teve a iniciativa de criar um projecto que incentivasse e apoiasse os jovens em actividades artísticas como a Leitura e escrita criativa, a expressão dramática, a música e a dança. Segundo os criadores do projecto o objectivo principal é:” Possibilitar o acesso a “todos” à Educação Artística através da dinamização da escola e da criação de sinergias entre as várias entidades artísticas e culturais como museus, teatros, academias de música e dança e outras. “ “PROJECTARTE”,o nome do projecto, tão inovador como a iniciativa, tem o “duplo sentido de Projecto de Arte e Projecção de cada participante/aluno para o Mundo.”
Este projecto conta com a colaboração da Companhia de Dança Contemporânea de Sintra, do Conservatório de Música de Sintra , da OK MANIA – Escola de Patinagem, da Associação de Professores de Sintra, da companhia de teatro Chão de Oliva e dos Estúdios de Ópera. Conta ainda com o apoio da divisão da juventude da Câmara Municipal de Sintra bem como da Junta de Freguesia de Sintra (Sta.Maria e S.Miguel). “Este projecto representa exactamente aquilo que a junta acredita ser o caminho a seguir: criar sinergias entre as diferentes valências da freguesia de modo a que todos trabalhem para objectivos comuns e não isoladamente” afirma o responsável pelos pelouros da educação e da cultura, Professor Alexandre Sebastião.
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Alagamares debate 15 anos de Sintra Património Mundial
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Feio & Friends 7 de Maio, 22h, Auditório Acácio Barreiros
7 de Maio, 20h30, Magoito A Alagamares - Associação Cultural promove a 7 de Maio pelas 20h30 um jantar debate no restaurante Vaca Argentina, em Arneiro dos Marinheiros - Magoito, com o objectivo de fazer o ponto da situação do Património Mundial de Sintra, 15 anos depois da sua classificação. Serão oradores técnicos ligados a agências governamentais e vozes da sociedade civil, estando já confirmados entre outros o Prof. António Lamas, presidente do Conselho de Administração da Parques de Sintra - Monte da Lua, Arq. José Aguiar, presidente do ICOM Portugal e coordenador da PPCULT, Plataforma pelo Património Cultural, e Eng. Louro Alves, presidente da SETA - Sociedade Portuguesa para a Educação e Turismo Ambientais. Este debate insere-se igualmente nas comemorações dos 75 anos do Jornal de Sintra. As inscrições ainda estão abertas e podem ser feitas para o mail: alagamares@gmail.com ou 918343698. Preço do jantar: 15 Euros. Sócios da Alagamares: 12 Euros.
Exposição Medula: A Fábrica da Vida
António Feio, rodeado por um grupo de amigos, decide formar uma banda para dar um concerto num registo descontraído, bem humorado e de grande cumplicidade com o público. Ao todo apresentam um alinhamento de canções que nos marcaram a todos de forma indelével. Desde as bandas sonoras de filmes até às canções de genéricos de séries infantis, passando ainda pelas publicidades clássicas, tudo cabe no repertório desta banda. Tudo, tudo não é bem assim. Um dos músicos, que Feio com o seu bom feitio permitiu que fizesse parte da banda, contrariando a vontade dos outros elementos, insiste em fazer versões de músicas e solos em... flauta de Pan. Mas, nem esta nota dissonante vai conseguir desafinar o harmonioso, fabuloso e mais outra coisa acabada em "oso"(que não nos lembramos agora), concerto dos... Feio & Friends, no Centro Cultural Olga Cadaval. Preço: 12,50 euros. Desconto de 2,50 euros para menores de 18 anos e maiores de 65 anos. Mais informações: www.ccolgacadaval.pt.
Pintura de Maluda em Sintra
Onde Vamos Morar
9 a 21 de Maio, Galeria Municipal de Sintra
15 de Maio, 22h, Auditório Jorge Sampaio
7 de Maio a 7 de Junho, Centro Ciência Viva O Centro Ciência Viva de Sintra em parceria com o Centro de Histocompatibilidade do Norte (CHN) inaugura a 7 de Maio, às 19h, uma exposição de Painéis de Azulejos sobre o tema “Medula: A Fábrica da Vida”. Esta exposição, que estará patente até 7 de Junho, resulta de um concurso lançado às escolas de todo o País, pelo Centro de Histocompatibilidade do Norte (CHN). No âmbito desta iniciativa foram abordados e discutidos, nas aulas de Ciências Naturais, temas como a Leucemia e a Dádiva de Medula Óssea, envolvendo crianças, jovens e professores de Educação Visual na criação dos painéis de azulejos. Com as imagens destes painéis e textos de 23 personalidades de diversos países, com prefácio do Prof. Daniel Serrão, foi elaborado um livro bilingue, (Português e Inglês) e um CD com o mesmo nome. Mais informações em www.cienciavivasintra.pt
IV Encontro de Alternativas de Sintra 29 a 31 de Maio, Biblioteca de Sintra
A Galeria Municipal de Sintra recebe a exposição de pintura “Geometria, Depuração e Silêncio” de Maluda, indiscutivelmente uma das pintoras portuguesas mais célebres da segunda metade do século XX. De estilo inconfundível e inigualável, as suas obras expressam formas figurativas e abstractas, que nos estimulam e animam o espírito. Baseando-se na arquitectura, Maluda encontrou na paisagem urbana um desafio fascinante, elegendo a geometria como principal ferramenta de construção de muitas das suas obras. Pintou janelas, telhados, retratos...pintou Sintra maravilhosamente, o Palácio Nacional da Pena, que ficará imortalizado na história dos CTT Correios ao ser transformado em selo para uma edição comemorativa da elevação de Sintra a Património da Humanidade pela UNESCO.
O Centro Cultural Olga Cadaval recebe dia 15 a peça de José Maria Vieira Mendes, escrita para os Artistas Unidos. Sete personagens deambulam pelas suas histórias e cruzam-se umas com as outras, numa teia irregular e esburacada que a todos une. Gente que entra e sai numa cidade onde muita coisa se esconde ou não se vê, onde as ruas ficam desertas à noite e por onde passa um comboio que não se sabe para onde vai. Desencontros, partidas e abandonos. Uma peça sobre a morte, sim, o escuro, claro, mas também sobre a distância, o regresso, o esquecimento e a procura de uma morada. Com a participação de Sérgio Godinho. Preços: 1ª Plateia: 15 euros; 2ª Plateia: 10 euros. Desconto de 2,50 euros para menores de 18 anos e maiores de 65 anos.
A Voando em Cynthia, Associação Cultural, estará pelo quarto ano consecutivo a produzir, organizar e realizar, em parceria com a Câmara Municipal de Sintra o IV ENCONTRO DE ALTERNATIVAS EM SINTRA nos dia 29, 30 e 31 de Maio, nos Jardins da Biblioteca Municipal de Sintra, junto à estação da CP. O evento junta diversas actividades, desde oficinas, terapias alternativas, palestras, exposições, animação infantil, teatro e música. O evento tem lugar nos jardins da Casa Mantero (a Biblioteca de Sintra). Mais informações: www.encontroalternativas.blogspot.com