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O JORNAL COM NOTÍCIAS • DIRECTOR: LUÍS GALRÃO • ANO 3 • QUINZENAL •

24 DE NOVEMBRO DE 2008 • N.º 38

D I S T R I B U I Ç Ã O G R AT U I TA

Polis Cacém só termina em 2011

ALMARGEM VAI RECEBER UMA “CIDADE DO CINEMA” O concelho de Sintra foi escolhido para a instalação da cidade cenográfica do grupo Media Capital, que inclui a TVI. O projecto representa um investimento de 50 milhões de contos e implicará a relocalização de várias instalações, incluindo da sede da televisão privada de Queluz de Baixo para a freguesia de Almargem do Bispo. No entanto, o projecto ainda terá de candidatar-se à classificação de Potencial Interesse Nacional (PIN).

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PROJECTO TURÍSTICO AMEAÇA PARQUE SINTRACASCAIS Um mega-projecto turístico com quase mil camas no Parque Natural de Sintra-Cascais, numa área de dunas fósseis entre a Praia da Adraga e a Praia Grande, foi candidato a Potencial Interesse Nacional (PIN) e retirado em vésperas do chumbo do Ministério do Ambiente. Mas esta desistência não impede o promotor de vir a pedir o licenciamento junto Ministério da Economia, que tutela o turismo, uma hipótese que já alertou as associações de defesa do ambiente.

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SEARA ACUSA SOCIALISTAS DE “IRRESPONSABILIDADE” página 5

Aterros ilegais proliferam em Sintra

O presidente da Câmara de Sintra estranha que “o PS em Lisboa e na Assembleia da República tenha uma posição e a 25 quilómetros tenha outra”. O autarca referia-se às recentes críticas dos vereadores socialistas ao aumento de impostos municipais. “Não acredito que haja um sentido de responsabilidade em São Bento e um sentimento de irresponsabilidade no IC19”, reforçou Fernando Seara.

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Moradores temem “via rápida” no centro de Agualva

Alguns moradores e comerciantes da Avenida dos Bons Amigos, em Agualva, estão preocupados com as obras de “total requalificação” daquela artéria, anunciadas no final de Outubro pela autarquia. Numa carta enviada ao presidente Fernando Seara, um grupo anónimo de munícipes diz-se “apreensivo” com as obras e teme que a avenida se transforme “numa via rápida a dividir a cidade ao meio.”““Não vimos a necessidade de criar quatro faixas de rodagem numa avenida interna que se pre-

tende que seja de unificação social e não de separação”, afirmam. Moradores e comerciantes questionam também a utilidade das quatro faixas, porque “a avenida vai desaguar numa rotunda com várias entradas, todas com semáforos, que não permitem que o trânsito circule com rapidez”. O grupo queixa-se que no projecto da obra não existe praticamente estacionamento do meio da avenida para cima. “Onde iremos estacionar os carros? Porque as duas ruas paralelas a norte e a sul e também as prace-

tas estão superlotadas”, avisam. Outro problema será o estacionamento para as pessoas que querem ir ao comércio local, assim como as cargas e descargas. “Será que querem acabar com o comércio local, para depois construírem um centro comercial aqui na zona do Colaride ou Venda Seca, como já se anda por aí a falar?”, questionam.“A intervenção anunciada pela autarquia destina-se a obter “uma maior fluidez no trânsito rodoviário”. Além do reperfilamento da via, “passando a ter duas faixas de rodagem nos dois sentidos com separador central, vai ser efectuado um novo ordenamento do estacionamento em toda a extensão desta artéria, colocação de semáforos nos cruzamentos e passagens de peões”, informa a Câmara. A empreitada foi adjudicada por mais de um milhão e cem mil euros e tem um prazo de execução de 10 meses. A obra inclui ainda requalificar todos os espaços públicos envolventes.

No entanto, moradores e comerciantes mantêm as críticas. “Os responsáveis políticos fazem as coisas sem ouvir as pessoas e sem conhecer os problemas locais. Em nosso entender, a avenida deveria ser constituída apenas por duas faixas, uma em cada sentido e fazendo sim estacionamentos transversais ao longo da mesma, ou no mínimo, deixando então as quatro faixas e do meio da avenida para cima e, em virtude dos passeios serem bastantes largos (cerca de 4 m), retirar um pouco a cada passeio a fim de se manter os estacionamentos paralelos para os moradores e para os utilizadores do comercio local.” O Cidade VIVA sabe que o grupo de moradores e comerciantes prepara para breve algumas iniciativas públicas. Entre elas está o pedido de apoio à Associação de Comerciantes de Sintra no intuito de intervir no processo.

Para o autarca Fernando Seara, trata-se de “uma boa notícia para Sintra porque em tempos em que temos de atrair todos os investimentos, criar investimentos que gerem empregos directos e indirectos é fundamental”. O projecto implica “uma Cidade do Cinema, com o desenvolvimento de 12 estúdios de produção cinema-

A S S I N AT U R A Subscreva e receba todos os meses, durante 1 ano, em sua casa, o Cidade Viva. Destaque este cupão e faça-o acompanhar de um cheque no valor de 8€ à ordem de Ideia Prima, Lda. e envie para Rua João Maria Magalhães Ferraz, Lote 3, Loja 3 – 2725-338 Mem Martins.

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concelho

Destaques

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edição digital de Novembro O Cidade VIVA tem desde Junho duas edições: a que está a ler, impressa, e uma edição digital, exclusivamente em formato pdf, lançada na primeira quinzena do mês em www.cidadeviva.pt. A edição digital foi pensada para que a possa ler no computador ou imprimir apenas as páginas que lhe interessam. Estes são alguns dos destaques da última edição digital:

Utentes da Linha de Sintra exigem mais condições A Comissão de Utentes da Linha de Sintra, a Comissão de Mobilidade Sustentável do Concelho de Sintra e os Sindicatos dos Rodoviários e Ferroviários estão preocupados com um conjunto de problemas nos transportes públicos colectivos do concelho. Os utentes distribuíram 2500 panfletos denunciando a falta de condições de segurança e higiene nas estações da Portela, Algueirão-Mem Martins e Rio de Mouro.

Duplo homicida condenado a 19 anos e meio de prisão O jovem de 17 anos acusado do duplo homicídio ocorrido no início do ano em Rio de Mouro, foi condenado a 19 anos e seis meses de prisão pelo Tribunal de Sintra. O colectivo de juízes deu como provados os dois homicídios qualificados, ambos com agravantes. “É uma pena benévola em função da gravidade do que fez”, explicou o juiz presidente.

Movimento cívico pede suspensão da urbanização de Monte Santos Cerca de meia centena de cidadãos e cidadãs subscrevem, em conjunto com cinco organizações ambientalistas, uma carta aberta (abaixo) ao Presidente da Câmara de Sintra, exigindo a imediata suspensão do projecto da urbanização de Monte Santos, em Sintra. Os subscritores consideram que o projecto põe em causa a própria identidade da Vila de Sintra.

Mais em

www.cidadeviva.pt

Luís Galrão

Sintra vai receber uma “Cidade do Cinema” A freguesia de Almargem do Bispo vai receber a instalação da cidade cenográfica da Prisa, a empresa detentora do grupo Media Capital, que inclui a TVI. O projecto representa um investimento de 50 milhões de contos e implicará a relocalização de várias instalações, incluindo da sede da TVI, que sairá de Queluz de Baixo.

do

NA BLOGOSFERA DE SINTRA Alagablogue, 2/11 “Seteais começa a ser um case study. Depois de se ter chamado à iniciativa de denúncia da situação de "fundamentalista",de se ter feito orelhas moucas à deliberação da Assembleia Municipal de Sintra que exigia a abertura do espaço, parece que os poderes erráticos vão levando a sua de vencida, contra tudo o que é um Estado de Direito Democrático, a exigir uma resposta firme e soberana do povo de Sintra a quem o terreiro de Seteais efectivamente pertence desde 1801.” http://blogue.alagamares.net/ Sintra do Avesso, 13/11

tográfica da TVI e a projecção da instalação para sinergia do grupo, no conjunto das várias estruturas”, explica. No entanto, o presidente da Câmara lembra que “o protocolo de intenções implica por parte da Media Capital a apresentação de um projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN)”, a ser submetido ao Governo.

A escolha de Sintra “foi um desafio travado durante alguns meses, porque a concorrência foi muito forte”, revela. Agora, a autarquia “será chamada em todo o processo de compatibilização das instalações”, refere. “Conseguimos chegar a um protocolo de intenções e agora esperamos concretizálo”, afirma Seara. Luís Galrão

FICHA TÉCNICA

“E, por fim, Senhor Arquitecto, como se não nos bastasse a ofensa de que fomos objecto - de ter sido subtraído à memória colectiva um bem que tanto significado tinha para a comunidade, substituindo-o por uma prosaica casa de máquinas - ainda se permite V. Exa., em nome do IGESPAR, vir desassossegar-nos com a confirmação daquilo que já sabíamos há muito, ou seja, que ‘(...) A construção em curso será coberta por uma laje impermeabilizada, a qual servirá de fundo a um espelho de água, criando no final da obra a ilusão de um tanque cheio’.” http://sintradoavesso.blogspot.com/ Rio das Maçãs, 17/11 “Em Seteais um concessionário destrói património classificado. Na Quinta do Vale dos Anjos parece haver falta de ruínas para a volumosa recuperação pretendida do imóvel que terá sido já licenciado. O projecto de urbanização de Monte Santos vai ser o início de uma muralha de betão em redor do centro histórico e agora surge notícia, como que renascido, de um projecto de 2004, que pretende criar mil camas entre a Praia da Adraga e a Praia Grande.” http://riodasmacas.blogspot.com/

Cidade Viva é uma marca registada, propriedade da empresa Ideia Prima, Lda.

Director: Luís Galrão – director@cidadeviva.pt | Redacção: Andreia Fernandes, Filipa Galrão, Luís Galrão, Ricardo Nascimento, Sara Lajas – redaccao@cidadeviva.pt | Fotografia: Luís Galrão | Concepção Gráfica: Carla Serra | Página Web: Jorge Pinto – webmaster@cidadeviva.pt | Direcção Comercial: Avelino Barbosa – publicidade@cidadeviva.pt | Propriedade: Ideia Prima, Lda. – Contribuinte n.º 506 047 903 | Redacção: Rua João Maria Magalhães Ferraz, Lote 3, Loja 3 – 2725-338 Mem Martins | Telefone: 21 922 59 43 | Fax: 21 922 59 44 | email: geral@cidadeviva.pt | Periodicidade: Quinzenal | Registo INPI: 405089 K | Registo ERC: 125138 | Depósito Legal: 236 659 105 Os artigos de opinião são da responsabilidade dos seus autores.


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concelho

B R E V E S BE Sintra disponibiliza orçamento da Câmara para 2009 As propostas para as Grandes Opções do Plano e o quadro-resumo do Orçamento de 2009 da Câmara de Sintra foram colocadas na Internet pelo Bloco de Esquerda de Sintra. (www.be-sintra.org). “É a primeira vez que estes documentos estão acessíveis aos munícipes, de uma forma simples e directa, antes da sua aprovação na Assembleia Municipal”, revela o BE. “Esta iniciativa permite aos munícipes de conhecerem os documentos que irão ser discutidos e votados, abrindo espaço para que lhes sejam feitos comentários e sugestões”, considera o BE.

Quatro detidos na “Operação Juventude” da Judiciária A Polícia Judiciária (PJ) identificou e deteve quatro jovens do sexo masculino, com idades entre os 18 e os 24 anos, desempregados, fortemente indiciados pela prática de um crime de roubo à mão armada ocorrido em Julho, em Sintra. A vítima, uma rapariga que regressava a casa vinda do trabalho, já de madrugada, foi abordada na via pública pelos detidos, os quais, com recurso a arma de fogo, roubaram dois telemóveis. Os detidos são ainda investigados pela participação em bando em inúmeras situações relacionadas com assaltos na via pública, especialmente o roubo por esticão, tendo um deles antecedentes criminais por abuso sexual de pessoa incapaz de resistência e de abuso sexual de criança. No decurso das investigações foi apreendida a arma de fogo usada na prática do crime.

Polícia detém suspeitos de assalto à mão armada A PJ deteve dois jovens com 18 e 23 anos, por fortes indícios da prática de crimes de roubo qualificado, ocorridos na Linha de Sintra no início de Outubro. Estão ainda indiciados por fortes suspeitas da prática dos crimes de furto de uso de veículo e de condução ilegal de veículo automóvel. Os detidos, juntamente com outros três, viajando todos num veículo furtado, abordaram a vítima à noite, quando, acompanhada de dois filhos menores, se dirigia para casa, ameaçando-os com duas armas de fogo. Desse modo roubaram-lhe dois computadores pessoais, dois telemóveis e duas playstations no valor global de 3000 euros, bem como cartões bancários, cheques e bilhetes de identidade.

Detido suspeito de assalto no Lourel A Directoria de Lisboa da PJ deteve um homem por fortes indícios da prática de crime de roubo qualificado, ocorrido num mini mercado no Lourel, em Outubro. O detido, juntamente com outro indivíduo ainda não totalmente identificado, dirigiram-se ao estabelecimento onde, com recurso a uma arma de fogo e a uma arma branca e com os rostos tapados, procederam ao roubo de 200 euros que se encontrava na caixa registadora. O homem de 42 anos possui antecedentes criminais por roubo, tráfico de estupefacientes e ofensas à integridade física, tendo já sido condenado a uma pena de três anos e meio de prisão por tráfico de estupefacientes, informa a PJ.

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Projecto turístico no Parque Sintra-Cascais retirado Um mega-projecto turístico com quase mil camas no Parque Natural de Sintra-Cascais, numa área de dunas fósseis entre a Praia da Adraga e a Praia Grande, foi candidato a Potencial Interesse Nacional (PIN) e retirado em vésperas do chumbo do Ministério do Ambiente. “O projecto foi retirado pelo promotor a 3 de Novembro”, afirmou à Agência Lusa fonte da Comissão de Acompanhamento dos projectos PIN, presidida por Basílio Horta. No parecer negativo elaborado pelo Instituto da Conservação da Natureza Biodiversidade (ICNB), a que a Lusa teve acesso, o Ministério do Ambiente recusa reconhecer como PIN um projecto que considera “sem sustentabilidade ambiental e territorial” e “incompatível com os valores naturais” daquela zona protegida. Num terreno de 55 hectares de dunas e vegetação mediterrânica junto ao mar, no Pego em Colares, o promotor projectou construir uma unidade hoteleira (quartos e apartamentos), um spa, dois restaurantes, uma área de convenções e um aldeamento turístico com 70 moradias, num total de quase mil novas camas. “O projecto só não foi oficialmente chumbado porque o promotor o retirou entretanto”, confirmou o ministro do Ambiente, Nunes Correia, adiantando que isso aconteceu “pouco antes da tomada de posição formal”, quando o parecer negativo já circulava pelos serviços do Ministério. O governante reconheceu que a retirada do projecto como PIN - uma “via verde” para acelerar investimentos - não impede o promotor de vir a pedir o licenciamento junto Ministério da Economia, que tutela o turismo, mas mostrou-se tranquilo quanto ao futuro. Entretanto, o movimento cívico contra este mega-projecto, criado há quatro anos por associações ambientalistas, está a estudar formas de travar nos tribunais nacionais e comunitário o avanço daquele que consideram um grave atentado ambiental. “Se o Ministério do Ambiente trair as expectativas dos portugueses, de preservar os poucos valores naturais que nos restam, iremos avançar sem dúvida alguma para todas as vias possíveis, incluindo o contencioso administrativo e o recurso às instâncias comunitárias”, garantiu Ana Cristina Figueiredo, da Quercus.

http://www.pnsc.blogspot.com

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A recuperação do projecto apanhou de surpresa as associações. “Ficámos surpreendidos com o ressurgimento deste projecto. Fizemos em 2004 e 2005 vários contactos para a Câmara de Sintra a pedir informações sobre o processo de licenciamento e, estranhamente, o gabinete da presidência escreveu-nos dizendo não ser possível aos serviços identificar o empreendimento no sistema informático”, lembrou Ana Cristina Figueiredo. Depois de avanços e recuos no licenciamento, o projecto é acelerado quando recebe em 2005 a classificação de “estruturante” pelo então ministro do Turismo do Governo de Santana Lopes, Telmo Correia, e pelo presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara. Esta classificação foi criada na revisão do Plano de Ordenamento do Parque Natural Sintra-Cascais (POPNSC), aprovada em Janeiro de 2004. Contactado pela Lusa, Telmo Correia diz não se lembrar em concreto deste projecto, mas apenas do regime que permitiu classifi-

cá-lo como estruturante. “Quando assumi funções, estava mesmo quase a terminar o prazo para declarar o carácter estruturante, um regime criado pelo Governo anterior [Durão Barroso]. Lembro-me que foi tudo muito em cima da hora, mas a proposta chegou-me avalizada pelos serviços, nomeadamente do Turismo”, acrescentou. No entanto, o empreendimento está projectado para uma zona protegida integrada no Parque Natural e na Rede Natura 2000, sob protecção do regime jurídico da Rede Ecológica Nacional (REN) e do Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) e ainda do POPNSC. “É uma área de excepcional interesse para a conservação da natureza porque alberga habitats prioritários e espécies de flora que existem apenas e só neste local” e um empreendimento “desta dimensão e nesta localização é uma ameaça” aos valores naturais, paisagísticos ou geológicos que existem e determinaram a sua classificação como área protegida há 30 anos, defende Ana Cristina Figueiredo.


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B R E V E S CDU critica degradação do Bairro do Pego Longo A CDU visitou o Bairro do Pego Longo, em Belas, e denunciou o estado de “degradação crescente” daquela zona. “É visível o crescimento de uma espécie de ‘cintura de lixo’ resultante de depósitos ilegais de entulhos em redor do bairro, o que em muito tem contribuído para a degradação da qualidade de vida dos que aí habitam”. A CDU promete avançar “com um caderno reivindicativo que será entregue brevemente na Câmara de Sintra.”

BE quer Hospital e Centros de Saúde para Sintra O deputado João Semedo visitou este mês a extensão de Saúde de Agualva, onde constatou a falta de condições de funcionamento. “Esta unidade encontra-se instalada num prédio de habitação, com poucas condições para os serviços que presta. Servindo uma população de 26 mil pessoas, a equipa de saúde está confrontada com um défice de clínicos, o que faz com que 35% dos utentes (cerca de 9 mil) não tenha médico de família atribuído. A equipa depara-se também com falta de pessoal administrativo.” À saída da visita, João Semedo comentou o orçamento da saúde, apontando-o como “exemplo da política de austeridade do PS para com o SNS, que conduzirá ao seu desmantelamento progressivo.”

CDU critica atrasos no Centro de Saúde de São Marcos O PCP e a CDU lamentam o arrastamento da obra Centro de Saúde em São Marcos, em curso desde 2004. “No final de 2007, a obra arrastava-se para desespero da população. Cresciam as desculpas e as injustificadas paragens: ora era a falta de dinheiro na Câmara, ora era culpa do Ministério da Saúde e da sua Administração Regional de Lisboa ou ainda, culpa do tempo”. Agora, em 2008, “o PIDDAC prevê gastar 471.215,00€. Mas passados seis longos anos, a Câmara e o Ministério da Saúde não garantiram ainda publicamente para quando a conclusão do edifício e a abertura em condições do Centro de Saúde, uma obra que em condições normais levaria no máximo dois anos a concluir.” A CDU classifica o processo de “novela” e teme uma repetição do “triste folhetim do Centro de Saúde de Massamá, que também teve uma construção atribulada”.

PCP denuncia aumento do desemprego no concelho de Sintra A comissão Concelhia de Sintra do Partido Comunista Português está preocupada com o desemprego. “Pelos dados a que o PCP conseguiu ter acesso o aumento do desemprego em Sintra tem sido sistemático e está associado a um cada vez maior número de desempregados sem direito a subsídio.” O PCP estima que o número de desempregados nestas condições seja quase de metade dos inscritos, “o que leva a que um cada vez maior número de desempregados não se encontre inscritos no centro de emprego.”

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Aterros ilegais proliferam em Sintra Nas últimas semanas têm sido denunciadas diversas situações de deposição ilegal de inertes e resíduos em vários locais do concelho. A 14 de Outubro, o Grupo Parlamentar do PCP questionou o Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional sobre se o Governo tem conhecimento da existência de aterros ilegais em Sintra, nomeadamente na Freguesia da Terrugem. Segundo o PCP, “no lugar de Cabrela, estão a proliferar aterros ilegais de inertes, que para além de modificarem a paisagem estão a contribuir para o entulhamento de um vale, com consequências negativas para o curso de água aí existente (Ribeira da Cabrela).” Os comunistas entende que “a salvaguarda deste vale, classificado no PDM de Sintra como RAN, é fundamental para manter o equilíbrio ambiental das aldeias existentes a montante e a poente do curso de água. As águas das chuvas infiltram-se nos terrenos dos aterros e depois drenam directamente para a ribeira, desconhecendo-se também o tipo de materiais depositados.” No requerimento apresentado, ainda a aguardar resposta, o Grupo Parlamentar questiona “que medidas espera o Governo tomar no sentido de impedir a proliferação deste tipo de crime ambiental dado que a Câmara Municipal de Sintra tem-

se mostrado ineficaz na resolução deste problema”. A proliferação de aterros de terras e materiais provenientes de obras ocorre quase sempre em zonas não licenciadas para o efeito. “A deposição indiscriminada de resíduos em aterros mal planificados, ou mal geridos, origina um negócio que inicialmente é de baixo custo, mas revela-se a médio/longo prazo como um desastre do ponto de vista ambiental”, considera o PCP. Outras situações denunciadas ao Cidade VIVA apontam para o mesmo tipo de cenário em Fervença, onde já foram despejados milhares de metros cúbicos de terras e entulhos em dois vazadouros junto a uma linha de água, e em Pedra Furada, onde existem pelo menos dois vazadouros (um já transformado em estaleiro) em terrenos agrícolas situados junto ao Sítio Classificado dos Lapiás da Granja dos Serrões, um geomonumento classificado desde 1991. Na Pedra Furada, por exemplo, são visíveis resíduos diversos, incluindo não inertes, um cenário que se repete ao longo de dezenas de caminhos rurais do concelho. O Cidade VIVA deu conhecimento destas situações à Câmara de Sintra, mas continua a aguardar esclarecimentos, nomeadamente sobre se foram efectuadas acções de fiscalização. Luís Galrão


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Obras do Polis Cacém só terminam em 2011

A nova data para a finalização do projecto Cacém Polis é final de 2011, apesar de no próximo ano terminarem algumas obras. “Temos a conclusão da primeira fase, que engloba a maioria da intervenção, em Junho do próximo ano”, avançou ao Cidade VIVA o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo. “Desta fase, a única obra que falta é a do túnel” sob a Linha de Sintra, admite Fonseca Ferreira, que explica que a última intervenção, que engloba a futura baixa do Cacém, “está dependente do avanço das obras da REFER, que só tiveram início agora”. O projecto inclui a construção de um edifício no local onde existe actualmente um parque de estacionamento. “Arrancam primeiro as obras da estação, e só depois as obras do edifício, que deverão estar concluídas em 2011”, assegura. O primeiro prazo de conclusão do projecto Cacém Polis estava inicialmente previsto para 2004, mas viu o prazo alargado por diversas vezes. De acordo com Domingos Quintas, vereador socialista que até Outubro era responsável pela coordenação de investimento municipal do Cacém Polis para a nova Baixa do Cacém, as ultimas previsões apontavam para a conclusão das intervenções em 2007. “Existia um contador que marcava os dias em que as obras terminariam. Inicialmente estava marcado para terminar em 2004 e mais tar-

de alteraram para 31 de Dezembro de 2007”, disse à Lusa. O autarca recorda que a obra da REFER deveria ter terminado em 2005, o que não aconteceu, atrasando também a intervenção na nova Baixa do Cacém. O Cacém Polis representa já um investimento de 117 milhões dos euros, um terço dos quais provenientes de fundos europeus. Em visita ao local por ocasião de uma deslocação de parlamentares europeus, Fernando Seara revelou ao Cidade VIVA que “a grande obra que falta é a compatibilização da nova estação com o edifício da Nova Baixa”. “Pelo que vi da programação, a obra da estação termina em 2011 e nós só teremos condições para avançar com a Nova Baixa em 2010, porque então já será exclusiva responsabilidade da Câmara”, explica. Neste cenário, “a conclusão

do Polis Cacém acontecerá com certeza em finais de 2011”, acredita. Até lá, deverá ser parcialmente resolvido o problema do estacionamento. “Vamos abrir o parque de estacionamento junto ao mercado e intervir até ao final do primeiro semestre de 2009 na zona da Praça João de Deus”, revela. Neste local, deverão surgir mais 40 lugares de estacionamento, uma intervenção que a Câmara herdou da sociedade Cacém Polis. No entanto, o autarca considera que “parte da resolução do problema está dependente da obra da REFER, porque a estação pressupõe um grande parque de estacionamento adjacente à plataforma ferroviária”. Quanto às obras privadas, como a do novo hospital privado do Grupo José de Mello Saúde, “irão depender da conjuntura económica”, diz (ver caixa). Luís Galrão

Instalações de saúde ainda no papel Apesar do anúncio feito pelo ex-ministro da Saúde Correia de Campos, ainda não há qualquer decisão de reconverter as antigas instalações da Melka, onde funcionam os serviços do Polis Cacém, para albergar um Serviço de Urgência Básico. “Tenho uma reunião proximamente com a senhora ministra da Saúde, onde uma das questões é a utilização do espaço da Melka, que voltou a ser referenciado como sendo um espaço que pode ser utilizado em termos de saúde”, assegura Fernando Seara. Já o futuro hospital privado, depende ainda da revisão do Plano de Pormenor. “Iremos concluir essa revisão até ao fim do ano e disponibilizar o terreno a partir de Janeiro, mas o arranque da obra depende do privado”, afirma Fonseca Ferreira. A infra-estrutura privada resulta da assinatura em Maio de 2007 de um contrato-promessa de compra e venda de uma parcela de terreno entre a José de Mello Saúde e a Cacém Polis. José Salvador de Mello explicou na altura que a empresa pretende instalar no Cacém “uma unidade hospitalar completa e muito diferenciada tecnologicamente”. A unidade terá 100 camas e todas as valências médico-hospitalares. “Iremos investir 60 milhões de euros até 2011”, assegurou o empresário.

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Seara acusa PS de “irresponsabilidade”

O presidente da Câmara de Sintra estranha que “o PS em Lisboa e na Assembleia da República tenha uma posição e a 25 quilómetros te-

nha outra”. O autarca referia-se às recentes críticas socialistas às taxas estabelecidas pela autarquia. “Não acredito que haja um senti-

do de responsabilidade em São Bento e um sentimento de irresponsabilidade no IC19”, reforçou Fernando Seara. Os vereadores socialistas votaram contra o aumento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e das taxas dos Serviços Municipalizados de Sintra (SMAS). Segundo o PS, “a autarquia aprovou as taxas máximas para o IMI: 0,7% para os prédios urbanos e 0,4% para os prédios urbanos avaliados”. O voto contrário dos socialistas é justificado com o “momento de grandes dificuldades financeiras para as famílias sintrenses”. Em resposta, a CDU acusou os vereadores do PS de “falta de verdade, hipocrisia e tentativa de desresponsabilização quando afirmam que a Câmara aumentou o IMI para 0,70% e 0,40% uma vez que o mesmo valor se cifrava anteriormente entre 0,72% e 0,42%, respectivamente”, asseguram os comunistas.

Além disso, acusa a CDU, o PS “sonega uma importante informação sobre a votação desta proposta: o vereador da CDU, Baptista Alves, votou contra e apresentou uma contra-proposta que previa valores para o IMI de 0,60% e 0,35%, tendo em conta as dificuldades financeiras que os sintrenses passam.” Para Fernando Seara, “todos os partidos representados na Câmara sabem, porque foi distribuído, que a derrama municipal 2007/ 2008 desceu 52%, que o Imposto Municipal sobre Transmissões (IMT) desceu 27% e que o IMI representou apenas um aumento de 1,1%” Além disso, explica. “Sintra depende em parte importante para a sustentabilidade das suas acções, dos impostos directos, fundamentalmente de três tipos de impostos, e só uma irresponsabilidade de cidadania é que poderia ignorar que houve uma descida acentuada de alguns dos impostos e que essa descida significa

perda de receita municipal relevante”. O autarca recorda que “a Câmara não depende das transferências do Orçamento de Estado, mas de um mínimo de receitas próprias para a sua sustentabilidade”. Quanto às críticas socialistas, o autarca é claro. “Não admito que o primeiro-ministro e secretário-geral do PS assuma perante os outros partidos alguma coisa sobre a irresponsabilidade e que

depois em Sintra, uma estrutura do PS contradiga o primeiro-ministro. Sejamos coerentes. A coerência não tem nada a ver com outro tipo de questões. Podia repetir em Sintra exactamente parte do discurso de apresentação do Orçamento de Estado do engenheiro José Sócrates e até o citava no final, ‘engº. José Sócrates, primeiro-ministro de Portugal, secretário-geral do PS’”. L.G.

A Câmara Municipal de Sintra aprovou por maioria, em reunião do Executivo realizada no dia 12, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2009, que serão submetidos a deliberação da Assembleia Municipal dia 27 de Novembro próximo. Os documentos previsionais do município apresentam uma redução de 3,4% relativamente aos do ano anterior, sendo que esta diminuição incidiu exclusivamente na vertente das despesas correntes. O Orçamento apresenta um montante total de 198 milhões de euros, dos quais 129 milhões dizem respeito às Grandes Opções do Plano e destas, 48 milhões correspondem a Investimento directo da autarquia. Os principais objectivos estratégicos do Município são a Educação e a segurança, áreas que vêm a sua importância reforçada ao nível do investimento em infraestruturais (novas escolas) e em equipamentos e meios humanos (Polícia Municipal).


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Olimpíadas do Ambiente regressam com novidades Já estão abertas as inscrições para as XIV Olimpíadas do Ambiente (OA), uma iniciativa que pretende ser “uma sólida e dinâmica opção para motivar a efectiva integração dos conceitos e práticas ambientais no ensino formal, nas escolas portuguesas.” As Olimpíadas têm uma larga abrangência na comunidade escolar, destinando-se a alunos do Ensino Básico e do Ensino Secundário e a professores de todas as escolas nacionais. Promovendo a Educação para o Desenvolvimento Sustentável, o projecto pretende que jovens e professores aprofundem o conhecimento sobre a situação ambiental portuguesa e mundial, desenvolvam competên-

cias para investigar e resolver problemas ambientais e adoptem comportamentos que protejam o Ambiente. Mais do que um concurso, as OA pretendem dotar os participantes de conhecimentos que sejam aplicáveis nas práticas do dia-a-dia. Durante as fases do projecto são apreendidos conceitos e adquiridas ferramentas que contribuem para a construção da sustentabilidade local. Os jovens que passam pela experiência são capazes de efectuar escolhas mais conscientes e estender as boas práticas adquiridas a toda a comunidade envolvente. “O projecto, organizado pelo Instituto INTERVIR MAIS da Universidade Católica Portuguesa, Quercus e Zoomarine, é reconhecido pela Presidência da República, que atribui o seu Alto Patrocínio. As diversas edições anteriores envolveram já mais de 325.500 alunos e milhares de professores, entre outros agentes educativos e parceiros.“Assumindo um formato inovador, a XIV edição da iniciativa pretende despertar cada vez mais o

O Diário do Ambiente é um manual de conselhos práticos sobre as inúmeras contribuições que cada pessoa pode dar para melhorar o ambiente. A publicação resulta de uma parceria entre o Continente e a Quercus e é um convite à participação da população, porque um Ambiente sustentável exige o empenho pessoal de cada um de nós. O manual insere-se no programa Hipernatura Continente, uma iniciativa de responsabilidade social que propõe a requalificação de 20 espaços verdes em 20 cidades portuguesas. O Diário do Ambiente é um convite à mudança de atitudes e comportamentos, ajudando a construir Cidades saudáveis, ecológicas e criativas.

interesse da comunidade escolar, para as questões ambientais. Foram, para isso, desenvolvidas novas modalidades de participação para os alunos, contando ainda com a possibilidade de participação individual dos professores e escolas: Ambiente à Prova - À semelhança de anos anteriores, os alunos são desafiados a testar os seus conhecimentos sobre o Ambiente; Ambiente e Cidadania - Os Professores são desafiados a apresentar as acções (com reflexo no Ambiente) que idealizaram e promoveram na comunidade escolar; Ambiente e Arte - As Escolas são desafiadas a criar, graficamente, o cartaz das XV Olimpíadas do Ambiente (2009-2010). “As inscrições encontram-se abertas e poderão ser efectuadas até ao dia 19 de Dezembro 2008, através da página oficial do projecto www.esb.ucp.pt/olimpiadas. No mesmo endereço electrónico podem ainda ser consultadas todas as informações relativas aos projecto, nomeadamente o regulamento e documentos referentes à edição anterior.

diário do

SACOS REUTILIZÁVEIS Sabia que

O que posso fazer?

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Um saco de plástico normal pode demorar mais de 200 anos a decompor-se na natureza? Os sacos de plástico, feitos a partir de petróleo, representam um perigo real para a vida selvagem? Estima-se que quase 200 espécies de animais marinhos sejam afectadas por este resíduo. A produção de 9 sacos de plástico implica um gasto de energia suficiente para um automóvel percorrer l km? Todos os anos, os portugueses levam para casa cerca de duas mil toneladas de sacos distribuídos ou vendidos nos supermercados? Em 2006, foram vendidos em Portugal cerca de 750 mil "sacos verdes"?

Quando for às compras, leve sacos de casa. de preferência que sejam duráveis e laváveis (de pano, de rede, etc. Pode também utilizar o saco verde, disponível em qualquer supermercado por apenas 10 cêntimos. É mais resistente, reutilizável e pode trocá-lo por um novo gratuitamente quando estiver estragado. Quando for separar as suas embalagens no ecoponto, não se esqueça de reciclar também os sacos de plástico, colocando-os no ecoponto amarelo. Nas idas às compras, evite aceitar sacos em todas as lojas, pois muitas vezes não se justifica, para além de muitos serem feitos de materiais de difícil reciclagem.

Já se encontra disponível no nosso país um tipo de saco biodegradável não poluente, produzido a partir de milho, trigo ou batata e que leva apenas um ano a decompor-se?

Fonte:

Conselhos práticos para viver o seu dia a dia em equilíbrio com a natureza.

Roteiros alternativos da “Reutilândia” Embora o giro regular da Reutilândia tenha terminado no passado dia 30 de Outubro, dado o sucesso deste projecto a autarquia decidiu criar os “Roteiros Alternativos”, em que o autocarro irá deslocarse a bairros carenciados em horários mais acessíveis. Assim, já amanhã, dia 22 de Novembro, a população do Bairro Social de Mira-Sintra pode deslocar-se ao autocarro, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h30, e trocar objectos que já não são necessários para uns mas que, para outros, podem ser um precioso recurso. A Reutilândia alia a vertente ambiental e social, uma vez que promove a reutilização de recursos, ajudando quem mais precisa, ao mesmo tempo que reduz a produção de resíduos. Trata-se de um projecto de características únicas que confere novas utilizações a objectos. A Reutilândia é um projecto que alia reciclagem e

solidariedade. Neste autocarro, o que não faz falta a uns pode ser essencial para outros. Nesta viatura com 13 metros irá proceder-se à oferta e à procura, em regime gratuito, de objectos já usados, mas que ainda estejam em boas condições, ou seja, qualquer pessoa pode entregar objectos usados ou levar para casa outros que lhe façam falta. A Reutilândia fará, para isso, circuitos mistos de recolha e distribuição de utilidades em todas as freguesias de Sintra.

ROTEIRO: Sábados, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h30 29 Novembro – Bairro do Pendão – atrás do Centro – Queluz 6 Dezembro – Frente à Igreja de Stª Marta – Casal de Cambra 13 Dezembro – Bairro 1º de Maio – Monte-Abraão Fonte: CMS


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página jovem

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Internet sem fios na Casa da Juventude Agora já podes aceder à Internet, a partir do teu portátil, em qualquer parte da Casa da Juventude. Para além do habitual acesso à Internet nos computadores da Casa da Juventude, podes agora ligar-te a partir do teu pcportátil. Para tal necessitas apenas de ter um computador compatível com Wi-Fi. E o melhor: este serviço é também gratuito! O Wi-Fi é um novo serviço sem fios (wireless) que permite ligares-te à Internet de Banda Larga em locais públicos, tal como em tua casa ou no escritório. Agora, podes consultar o teu e-mail, conversar no Messenger, aceder às aplicações da tua empresa, ou simplesmente navegar na Internet

a alta velocidade fora de casa! Para aceder, vais precisar de ter um PC portátil, um ou qualquer outro equipamento compatível com Wi-Fi e estar num HotSpot, onde o serviço Wi-Fi está disponível.

Neste caso, a Casa da Juventude. Uma vez no local, só tens de seleccionar a rede WiFi na Ligação de Rede sem Fios do teu PC e de seguida ligar o teu browser Internet, como o Internet Explorer, o Firefox ou o Chrome. A Casa da Juventude é um es-

paço da Câmara Municipal de Sintra, concebido para conciliar o lazer e a formação. O espaço tem disponíveis um Centro de Documentação Técnico/Temático, com consulta de jornais diários e sema-

nários e que funciona também como sala de estudo, dotada de meios informáticos; um Centro de Informática/Internet, que dispõe de vários computadores com acesso gratuito à Internet, em banda larga. Existe ainda uma Videoteca – Fonoteca com postos indivi-

duais de visionamento de filmes e audição de música bem como um Ponto de Encontro, o local ideal para conversar e conviver. Podes ainda conhecer a Unidade de Inserção na Vida Activa (UNIVA), uma parceria com o Centro de Emprego de Sintra que visa auxiliar na procura de emprego, formação profissional ou outras questões relacionadas com a inserção no mercado de trabalho. A Casa da Juventude está situada na Rua Padre Alberto Neto, na Tapada das Mercês. O horário de funcionamento é de terça a sexta, das 10h às 20h e aos sábados, das 14h às 20h. Mais informações através do telefone 219 267 080 ou do email gjuv@cm-sintra.pt.

Espaços Jo Jovvem em Fitares e Pêr o Pinheir o Pinheiro Pêro

Os jovens munícipes de Fitares têm, desde o dia 4 de Outubro, mais um espaço da Câmara de Sintra que lhes é inteiramente dirigido, possibilitando-lhes, entre outros serviços, o recurso a um centro de informática com acesso gratuito à Internet. Localizado no Complexo Desportivo de Fitares, num bairro de dimensão considerável, com uma população maioritariamente jovem, o Espaço Jovem de Fitares está ainda equipado com um Centro de Documentação, uma Videoteca e uma Fonoteca. Funciona de terça a sábado, das 14h às 20h. Em Pêro Pinheiro, o Espaço Jovem está localizado na Rua dos Janotas, 10 A, nas proximidades do Centro de Saúde. As instalações vieram ajudar a colmatar uma ausência de espaços para a juventude que se verificava na zona rural. Tal como os outros espaços, as instalações estão equipadas com um Centro de Documentação, uma Videoteca e uma Fonoteca e seis postos de acesso à internet, onde é possível a impressão de trabalhos escolares e onde está prevista a emissão do Diploma de Competências Básicas em Tecnologias da Informação e Comunicação. Também funciona de terça a sábado, entre as 14h e as 20h.


comunidade

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Idosos de Agualva continuam a aguardar mais espaço

Num momento em que está a chegar o fim do mandato da actual direcção da PROBEM-Associação de Idosos de Agualva, o Cidade VIVA foi tentar saber junto do Presidente Luis Roberto que balanço faz dos últimos anos. Ainda que o mandato tenha sido, “de certa forma, positivo”, o dirigente confessa que “não vêem uma luz ao fundo do túnel” para a questão do alargamento do espaço da Associação para os terrenos que se encontram perto do mercado municipal. Mesmo que seja assinado o contrato com a Câmara de Sintra a esse respeito, o Presidente da Associação afirma que “o melhor seria fazer umas obras no edifício actual, alargando-o”, sendo que posteriormente, caso se venha a confirmar e a realizar a cedência dos terrenos por

parte da Câmara, só teriam que “mudar as mobílias”. Entretanto teriam melhores condições para os idosos que frequentam a PROBEM e poderiam realizar as deslocações ao domicilio de quem precisa. “Há muitas pessoas a passar fome em Agualva e caso a PROBEM tivesse as condições necessárias poderia ser uma base de ajuda”, justifica Luís Roberto. Actualmente, os idosos de Agualva que necessitam de um lar e de um verdadeiro Centro de Dia, estão no Centro de Dia do Cacém, a ARPIAC (Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de

Agualva Cacém), que “já está a rebentar pelas costuras”, afirma Luis Roberto. O alargamento da PROBEM viria aliviar esta associação e permitir que os idosos da Agualva estivessem na sua terra.

Sem certezas duma recandidatura, a actual direcção lamenta estar a entrar num “processo de falsas promessas”, diz o Presidente, visto prometerem uma série de novas obras que acabam por não realizar por falta de condições. Esta é uma situação que “causa alguma desmotivação em quem trabalha voluntariamente”, diz. A Direcção afirma “nada terem contra a instituição que se encontra ao lado”, mas não entende “como pode estar ali um edifício vazio há três anos, quando há uma associação que precisa de espaço”. Caso o edifício ao lado fosse concedido à PROBEM, Luis Roberto defende que “não querem tudo para a PROBEM e nada para os outros” e que caso houvesse uma outra instituição a precisar da estrutura não teriam “qualquer tipo de problema em partilhá-lo”. Sara Lajas

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Uma obra há muito desejada na Terrugem

Após o lançamento da primeira pedra, a freguesia da Terrugem vê agora um dos seus desejos tornado realidade: um novo Lar e Centro de dia. “É uma obra já há muito esperada”, afirma Olga Duarte, Presidente da Associação de reformados, conseguida com a ajuda da Câmara Municipal de Sintra e através de uma candidatura ao Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES), em 2006. A Freguesia da Terrugem, vai ter agora um novo Lar e Centro de dia, com melhores condições e uma vista invejável para a Serra de Sintra. “Foi um processo complicado”, devido ao tempo de aprovação dos projectos na Câmara, assim como todas as burocracias e documentação necessárias, para o programa PARES, mas Olga Duarte mostra-se satisfeita com a obra, cuja conclusão está prevista para o fim de Agosto de 2009. “Gostava que, pelo menos, os jardins-de-infância estivessem prontos no próximo ano lectivo”, diz.

Houve uma “reacção positiva por parte da população”, não só pelo alargamento duma instituição que já existe, mas porque esta irá ter novas valências, de grande importância para a Terrugem, como “Centro de dia para 50 utentes, um lar com 42 camas, um berçário para 31 bebes e dois jardins-de-infância para 50 crianças”, não contando com as pessoas que necessitam de apoio domiciliário. “Este novo centro vai trazer, também, muitos postos de trabalho, o que vai ser bom para a nossa terra”, afirma Olga Duarte. No entanto, apesar de tudo estar a correr como planeado na obra, a Presidente confessa que “ainda falta angariar um milhão de euros”. Neste sentido, apela à participação de todos no almoço de recolha de fundos que será realizado no dia 30 de Novembro. As inscrições podem ser feitas através do telefone 219617279. Sara Lajas


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desporto

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Uma aposta no “Basket com uma gestão credível e transparente” Da cisão com o Clube Atlético de Queluz, nasceu a Escola Basket de Queluz, que neste momento alberga cerca 40 atletas e tem como objectivo a colocação de atletas a médio prazo no escalão profissional de basquetebol. Sem grandes apoios, Hugo Martins, um dos coordenadores, revela que o desenvolvimento do projecto conta apenas com o empenho de todos. Cidade Viva: A que se deveu a ruptura com a gestão do Clube Atlético de Queluz (CAQ)? Escola Basket de Queluz: Assentou essencialmente numa forma diferente de estar no Basket. Queremos dinamizar o Basket em Queluz, tornarmo-nos credíveis enquanto Escola e sermos respeitados como uma referência na modalidade e na sua gestão. O projecto pretende proporcionar aos atletas e aos jovens praticantes a hipótese de um total desenvolvimento das suas aptidões físicas e mentais, numa envolvência dinâmica de evolução permanente onde o bem-estar e a melhoria constante. CV: Faltou apoio da parte do clube ao longo dos últimos?

EBQ: Não é a altura nem o momento de falarmos do passado, dele guardamos o que de bom existiu e aprendemos com os momentos menos positivos. O tempo dirá quem está no caminho certo. Hoje é altura de falar em futuro, o nosso futuro! No Clube Basket de Queluz auguramos um futuro risonho pois dispomos das ferramentas e da inabalável vontade de todos os dias evoluirmos enquanto clube e enquanto espaço formador de jovens atletas, dirigentes e assente em valores e regras de sã convivência em grupo. CV: Como surgiu a ideia de criar a Escola? EBQ: Resultou da nossa percepção de que o trabalho que estava ser desenvolvido há três anos por alguns trei-

nadores do CAQ e pais de atletas, estava a ser bem executado, do agrado geral dos miúdos e dos pais que connosco conviviam e da sensação que poderia ainda ser melhor se conseguíssemos outras condições de apoio para o seu desenvolvimento. Assim formámos a Escola de Basket, e posteriormente ao contactarmos as pessoas ligadas ao já existente Clube Basket de Queluz, que não possuía escalões de formação, constatámos termos a mesmo linha de pensamento, e entendemos que estavam reunidas as condições ideais para se abrir um novo capítulo do Basket. CV: Quais os principais objectivos deste projecto? EBQ: Proporcionar aos jovens atletas uma actividade desportiva contribuindo para o seu crescimento físico e mental. Manter a prática de uma modalidade com profundas raízes e tradições em Queluz e acima de tudo assegurar que pais e crianças partilham de um sentimento de alegria neste projecto e na prática do Basket com uma gestão credível e transparente. CV: Quantas pessoas estão envolvidas? EBQ: Contando com pais, atletas, treinadores, di-

rigentes, mais de 150 pessoas, sob o lema “Todos Juntos Somos Melhores”. Esperemos que o número aumente… CV: E quantos alunos estão inscritos? EBQ: Já temos mais de 40 atletas e acreditamos que este número venha a crescer uma vez que apenas agora vamos iniciar uma campanha de divulgação ao nível das escolas. CV: Que tipo de apoios têm? EBQ: A nossa perspectiva é a de contar acima de tudo connosco, com a nossa capacidade de trabalho e com o dinheiro das inscrições dos atletas. Candidatamo-nos ao projecto META 21 da Câmara Municipal de Sintra, temos alguns apoios de empresas que acreditam no nosso projecto, que como nós, vêem com prazer o esforço de retirar os miúdos da rua e de os pôr a praticar desporto. CV: Em que competições entram? Que escalões têm representados? EBQ: Com os mini 8, 10 e 12 entramos em torneios e convívios a nível nacional, com Iniciados, no Campeo-

nato regional de Lisboa e nos Seniores no Campeonato Nacional da divisão 1 (zona Sul). CV: Apesar da ruptura, existe ainda alguma ligação com os restantes escalões de basket do Queluz de forma a dar continuidade à formação? EBQ: Procurou-se manter alguma ligação ao CAQ tentando manter os atletas a treinar no pavilhão que já conheciam e desse modo continuar a ajudar o CAQ através do pagamento do aluguer das instalações. Uma vez que tal solução não foi aceite, cada instituição seguiu o seu caminho, sem embargo de estarmos disponíveis para colaborar em qualquer situação desde que respeite a individualidade e independência entre os dois clubes. O objectivo é no espaço de 5 a 7 anos conseguirmos ter atletas que alimentem a equipa sénior do CBQ, por isso iremos fazer tudo para que as bases sejam sólidas e dêem garantias. CV: Onde se realizam os treinos? EBQ: Estamos na Escola Padre Alberto Neto às terças e quintas-feiras das 18h30 as 20h e sábados das 10h30 as 12h, com minis e iniciados. Os seniores treinam quatro

vezes por semana, das 22h30 à meia-noite, no Pavilhão Henrique Miranda. CV: As expectativas estão a ser cumpridas? EBQ: Já foram ultrapassadas, tendo em conta que sem grande publicidade já possuirmos mais de 40 atletas inscritos e o facto de neste momento podermos concluir já termos a época financeiramente assegurada. CV: Com a crise que se tem sentido no Basket profissional em Portugal, como tem sido a procura dos jovens em praticar a modalidade? EBQ: A crise não afecta os jovens e enquanto pais sempre tentamos cortar ou poupar onde podemos, mas procurando que tal não se repercuta nos nossos filhos e nas actividades que lhes procuramos proporcionar. Como o Basquetebol na cidade de Queluz é uma modalidade de referência, sempre houve pessoas que souberam transmitir ao jovens valores e “mística” para que esses jovens continuem a acreditar e a querer sentir o prazer do jogo. Isto só é possível porque ainda existem pessoas que estão no basket para o servir e não para se servir dele. Ricardo Nascimento


empresas

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Loja Zon TV Cabo Em 2003, a empresa Dragon Fly iniciou o negócio de estafetas, alargando-se posteriormente para diversas áreas como a do vestuário, calçado e telecomunicações. Mais recentemente, em Outubro deste ano, a Dragon Fly decidiu apostar numa loja ZON TV Cabo no Centro Comercial

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Loja Mr. Party A loja de festas, Mr. Party, localizada em Lourel e mais recentemente, desde Janeiro, na Serra das Minas é um mundo cheio de cor e animação. Lá pode encontrar todo o tipo de artigos para festas bem como postais para várias ocasiões e prendas para os mais variados gostos. Ideal para épocas como o Carnaval e até para o Natal que já

Chaby, em Mem Martins. Até agora a experiência tem sido satisfatória, com produtos como a internet, telefone e televisão a serem bastante procurados pelos clientes. À Dragon Fly os desejos de maior sucesso nesta nova aposta e um agradecimento por apostarem no concelho de Sintra para fins comerciais.

está tão perto. Mais uma aposta de comércio para o concelho que deve servir de exemplo para futuros investidores. Votos de Boa Sorte! A.F.

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587558697 | Ajudante de Electricista | m/f | Serra das Minas | 09º | Com ou sem experiência / Carta de Ligeiros 587587914 | Ajudante de Lar | m/f | Sintra | - | Com experiência / Carta de Ligeiros 587593295 | Ajudante de Lar | m/f | Mira-Sintra | 09º | Com experiência / Carta de Ligeiros 587570592 | Ajudante de Serralheiro

| m/f | Rio de Mouro | 04ºano | Com experiência / Carta de Ligeiros 587594896 | Ajudante de Serralheiro | m/f | Rio de Mouro | 12ºano | Sem experiência / Carta de Ligeiros 587581584 | Analista de Sistemas Informáticos | m/f | São Marcos | 12ºano | Com experiência 587591367 | Aprendiz de Telecomunicações | m/f | São Marcos | 09ºano | Com ou sem experiência 587576557 | Assistente Comercial | m/f | Linhó | 12ºano | Com experiência 587595574 | Assistente Comercial | m/f | Rio de Mouro | 12ºano | Com experiência mínima de 24 meses / Carta de Ligeiros 587598796 | Assistente de Direcção | m/f | Linhó | 12ºano | Com experiência / Conhecimentos de Inglês 587581648 | Auxiliar de Limpeza | m/f | Linhó | 04ºano | Com experiência 587591386 | Auxiliar de Limpeza | m/f | Cacém | - | Com experiência / Carta de Ligeiros 587596124 | Auxiliar de Limpeza | m/f | Terrugem | - | Com experiência mínima de 36 meses 587599023 | Auxiliar de Limpeza | m/f | Rio de Mouro | - | D.L.D. com experiência 587599023 | Auxiliar de Limpeza | m/f | Rinchoa | - | Com experiência 587587583 | Cabeleireia/o | m/f | Serra das Minas | - | Com Carteira Profissional 587564029 | Caixeira/o | m/f | Ral | 12ºano | Com experiência e conhecimentos de peças auto / Carta de Ligeiros 587596256 | Caixeira/o | m/f | Sintra | 12ºano | Com experiência e conhecimentos de Inglês, Francês e Espanhol 587598776 | Caixeira/o | m/f | Sintra Com experiência em arranjos de flores naturais / Carta de Ligeiros 587599266 | Caixeira/o | m/f | Sintra | 11ºano | Com ou sem experiência / Carta de Ligeiros 587562862 | Carpinteira/o de Limpos | m/f | Almoçageme | 04ºano | Com experiência 587580909 | Carpinteira/o de Moldes | m/f | Terrugem | - | Com experiência mínima de 24 meses

587597861 | Caseiros | m/f | Colares | - | Casal com conhecimentos de jardinagem 587596664 | Chefe de C ozinha | m/ f | Linhó | Bacharel | Com experiência mínima de 36 meses 587595937 | Condutor/a de Máquinas de Escavação | m/f | Odrinhas | 06ºano | Com experiência mínima de 12 meses / Carta de Ligeiros 587594358 | Cortador/a de Acrílicos | m/f | Linhó | 09ºano | Com experiência / Carta de Ligeiros 587599315 | Desenhador/a | m/f | Mem Martins | 12ºano | Com ou sem experiência / Conhecimentos de cad autocad / Carta de Ligeiros 587591567 | Desenhador/a Criador Industrial | m/f | Linhó | Bacharel | Com ou sem experiência 587597471 | Electricista de Baixa Tensão | m/f | Linhó | 09ºano | Com experiência / Carta de Ligeiros 587594219 | Empregada Doméstica | m/f | Terrugem | - | Tempo Parcial com experiência / Carta de Ligeiros 587596616 | Empregada/o de Armazém | m/f | Anços | 09ºano | Com ou sem experiência / Conhecimentos de informática / Carta de Ligeiros 587578470 | Empregada/o de Balcão | m/f | Rio de Mouro | - | Com experiência mínima de 12 meses 587556001 | Empregada/o de Mesa | m/f | Linhó | 09ºano | Com experiência 587599544 | Empregada/o de Mesa | m/f | Sintra | 09ºano | Com experiência ou formação profissional 587591750 | Engenheira/o Civil | m/ f | Mem Martins | Licenciado | Com experiência mínima de 24 meses / Carta de Ligeiros 587570596 | Engenheira/o Electrotécnico | m/f | Rio de Mouro | Licenciado | Com ou sem experiência / Carta de Ligeiros 587596918 | Engenheira/o Mecânico | m/f | Terrugem | Licenciado | Com ou sem experiência / Carta de Ligeiros 587564038 | Engomador/a Manual | m/f | São Marcos | 04ºano | Com experiência

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saúde

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Medo de sentimentos Por: Paula Barbosa – Psicóloga Clínica, Psicoterapeuta “Tenho medo do meu corpo. Por vezes, sinto-me invadido por sensações estranhas e muito assustadoras. Ou são desconfortos que não consigo compreender, ou uma ansiedade angustiante, ou mesmo uma espécie de pânico que me assola e me paralisa. No outro dia, no trabalho, enquanto falava com um colega sobre um assunto em que discordávamos, comecei a sentir-me tonto e a tremer e não entendi o que se passava. Fiquei com medo e fui para o hospital. A médica disse-me que foram só sentimentos face ao que se estava a debater, mas eu penso

que devo ter um problema, uma doença, porque sinto que veio do nada e não do que sentia enquanto conversava.” Os sentimentos são algo que nos habituamos a julgar como inatos, mas na verdade não o são. É claro que o processo se dá com qualquer pessoa, mas nem sempre da mesma maneira. A vida afectiva também tem um percurso e, por isso, características individuais. A identificação de um sentimento depende da capacidade de pensar certas reacções, para além de fazer perdurar no tempo esses

LEITOR INFORMADO Tem dúvidas? Quer saber mais acerca destes temas? Remeta-nos um mail (geral@cidadeviva.pt), ou escreva-nos (Rua João Maria Magalhães Ferraz, Lote 3, Loja 3 – 2725-338 Mem Martins).

referenciais. Quando sentimos algo, a primeira resposta que damos é através do corpo, e este reage ao que nos envolve. Se temos medo as mãos suam, o coração bate mais rápido, trememos. Zangados, sentimos os músculos rígidos. Se a tristeza nos assola, talvez tenhamos uma sensação de nó na garganta, um aperto no peito ou uma dor de cabeça. São exemplos de reacções fisiológicas aos estímulos do meio circundante. Enquanto crescemos, ganhamos progressivamente a capacidade de traduzir estes sinais numa representação abstracta, que simboliza o efeito que a experiência teve em nós. De certo modo, será como que descodificar e nomear os sinais visíveis, os emocionais, para os transformar em conceitos subjectivos, os sentimentais. A sintomatologia de pânico pode ser pensada como uma incapacidade de reconhecer a mensagem corporal,

ou seja, de a pensar e simbolizar no momento, pela potência emocional que invade o indivíduo e o deixa paralisado. Bloqueiam-se os processos de descodificação e torna-se impossível reconhecer se é zanga ou medo o que sente. No entanto, medo terá que se ter destes episódios. Na verdade, torna-se assustadora a perda de controlo do que se passa no próprio corpo e, às tantas, tem-se medo do medo ou de outro sentimento qualquer, avassalador e descontrolado, porque não foi “preso” pelo pensamento. Ganha-se medo a sentir coisas e assim se começa um processo de evitamento de locais e pessoas que se pensem ser desencadeadoras da emergência emocional. Também a hipocondria se correlaciona com a tradução dos sinais do corpo de modo concreto, na medida em que a atenção se dirige para o funcionamento físico como tentativa de descodificação da mensagem que, assim,

permanece impossibilitada de simbolismo afectivo. O que poderá ajudar ao enriquecimento afectivo e sentimental? Numa sociedade que tende à superficialidade e ao desapego, surgem carências ao nível das partilhas. Falta frequentemente entre as pessoas a disponibilidade para as conversas profundas sobre si próprias, que as ajudem a encontrar palavras para se exprimirem. O vocabulário afectivo permite a comunicação e a compreensão não só dos outros, mas do próprio para si mesmo, como um organizador inter-

no que arruma o indefinido. Em todos os momentos, estamos a pensar e a sentir e alguma representação ou significado se constrói. Somente, em diversas situações, se não nos pedirem para o tentar encontrar, passa-nos despercebido para sempre, passando a ser um corpo estranho do qual nos queremos libertar, ao contrário de algo nosso possível de integrar.

pcrb@clix.pt dialogicos.lda@dialogicos.pt

Na próxima edição: Não consegue dormir?

Aprenda a poupar na alimentação Por: Raquel Ferreira – Dietista A crise instalou-se e o verbo poupar tornou-se comum no nosso vocabulário. O poder de compra diminuiu e vimo-nos obrigados a cortar algumas despesas. Ainda que a alimentação seja uma necessidade básica – e a última fatia do cabaz de compras onde pensamos poupar –, a verdade é que é possível diminuir os custos sem colocar em causa o equilíbrio e a variedade alimentar. O primeiro passo para poupar dinheiro em alimentação passa por evitar as refeições diárias fora de casa. Tomar todos os dias o pequeno-almoço em casa é bem mais económico e saudável do que na pastelaria, onde para além do custo elevado existem inúmeras tentações doces e folhadas. Esta recomendação vale também

para os lanches a meio da manhã e da tarde. Se fizer as contas a 3 cafés diários gasta 1,65€. Se for um casal são 102€ que saem do orçamento mensal só para cafés. Acrescente agora o custo do bolo, do pastel, do croquete, da meia-de-leite, da tosta mista… Actualmente já são muitos os locais de trabalho que dispõem de microondas e já não é vergonha nenhuma levar um tupperware para o emprego. Um almoço num restaurante não fica por menos de 6€, o que equivale a 264€ no final do mês, no caso do casal. Mesmo que opte por um almoço ligeiro, do tipo sopa, sandes e café, a soma não difere muito. A marmita recheada com o jantar da véspera é uma forma bem mais saudável e económica de se alimentar ao almoço.

Diga sim às marcas brancas Os produtos alimentares de marca branca à venda em supermercados e hipermercados apresentam igual qualidade à dos produtos de marca. Prescinda do design e experimente alguma imunidade em relação à publicidade das grandes marcas e verá que ficará igualmente satisfeito com estes produtos.

Respeite a sazonalidade dos alimentos Uma alimentação saudável e equilibrada é uma alimentação que respeita a sazonalidade dos alimentos. Opte por fruta e vegetais da época, que são sempre mais baratos. Se comprar em feiras e mercados verá que conseguirá poupar alguns euros e ainda trazer “à borla” raminhos de salsa, coentros e

hortelã (à venda a 0,80€ cada pacote nos hipermercados)

Escolha fontes de proteínas mais baratas Do ponto de vista nutricional não ganha nada em comprar bife da vazia (16,90€/kg) e garoupa fresca (17€/kg). Carnes mais baratas são igualmente nutritivas e com igual teor em ferro. Privilegie as carnes brancas e, neste caso, lembre-se que as aves inteiras são mais económicas do que na versão “bife”. Por outro lado, o peixe congelado é mais barato e até oferece mais segurança ao consumidor do que o peixe fresco. Convém recordar que não é preciso comer carne e peixe todos os dias e não que precisamos de grandes quantidades destes alimentos. Experimente, 2 a 3 vezes por semana, in-

cluir outras excelentes fontes proteicas como os ovos e as leguminosas, as quais têm um custo mais reduzido.

Treine o milagre da multiplicação dos pães O reaproveitamento de sobras é uma arte que se reverte em euros. O importante é respeitar as regras de higiene na preparação dos alimentos, acondicioná-los em recipientes com tampa, guardá-los no frigorífico ou congelador e garantir que o reaquecimento é eficaz. Com as sobras de carne, peixe e hortaliças fazemse empadões, recheios de tartes e sopas. Com o pão duro fazem-se açordas e torradas. E até a uma sobra de arroz bran-

co se pode acrescentar leite, casca de limão e canela, adoçar a gosto e transformá-lo num arroz-doce expresso. Depois, pratos como o arroz ou a massada de carne ou peixe, feijoadas e jardineiras têm maior rendimento do que um bife ou um peixe à posta, para além de se utilizar muito menos gordura na sua confecção. Voltarei a este assunto. Até lá pode sempre investir os euros poupados numa bicicleta e aumentar a sua actividade física. Associação Portuguesa de Dietistas www.apdietistas.pt


opinião

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Apontamento Por Vítor Botelho A semana passada fui ao funeral do meu ex-vizinho Ambrósio. Não direi que o morto era suficientemente velho para morrer, já que, fiando-me nas aparências, até juraria ser mais novo do que eu. Mas, pedindo desculpa pela ausência de hipocrisia, felizmente que ele tomou a dianteira! A fim de não criar confusão, esclareço que o Ambrósio a que me refiro não tem nada a ver com aquele senhor muito simpático que não perde uma oportunidade para satisfazer a sua Senhora, deliciando-a com aquele chocolatinho que sai da hibernação na Páscoa e no Natal, precisamente quando

é solenemente proibido fazer análises ao colesterol. Eu fui ao funeral, mas não posso dizer que eu e o Ambrósio éramos Amigos. Eu moro no primeiro andar e ele, quando era vivo, até me incomodava sempre que se lembrava de andar aos pontapés à mobília. Vejam lá que, uma vez, até me obrigou a substituir a lâmpada da sala, fundida após ele ter deixado cair um canhão da II Grande Guerra que - segundo confidenciou a viúva à minha mulher - teria comprado na Feira da Ladra! Enfim, recordações… Durante muitos anos, o meu ex-vizinho não despertou qualquer atenção especial: alto, escanzelado, sem

filhos, batia cavalarmente com a porta às sete e tal da manhã e tomava o autocarro que o deixava na pequena oficina onde trabalhava, julgo que desde muito novo. Conto pelos dedos dos pés e das mãos as vezes em que nos saudámos, mas, reconheço, talvez a casmurrice não partisse só dele. Certo é que nos últimos tempos de vida, isto é, antes de estoirar devido a um engarrafamento no sistema digestivo, o meu ex-vizinho, embora não se impedisse de perturbar o meu sossego, passou a cumprimentar-me com mal disfarçada altivez. Ao que cochicha a minha mulher, ele tinha comprado

automóvel, todos os domingos ia almoçar fora e a sua esposa não dispensava a cabeleireira uma vez por semana. Que o Ambrósio estava mais gordo e já só andava de fato e gravata, isso eu confirmo. Mas todos sabem o que são funerais: enquanto o morto solidifica a morte no caixão, os familiares preocupam-se em aparentar o maior dos desgostos, os amigos contam anedotas susceptíveis de fazer corar o defunto e, enquanto a carrinha da agência funerária não arranca ajoujada com flores, o proprietário do café das redondezas sorri que nem um alarve. A vida foi, é e não deixará de ser assim: ao mal de uns corresponde o bem de outros! E foi precisamente ao

balcão do café que conheci o patrão do meu ex-vizinho, um rechonchudo a fazer lembrar os antigos agentes que policiavam as estradas, tipos gordos e arroxeados do tintol, alguns feios, outros porcos, quase todos maus, sempre impelidos pelo imoral desejo de uma gorjeta obrigatória. O patrão do falecido, que, adivinho, se deslocaria num Mercedes da linha “construtor civil”, disse chamar-se Fagundes Pinguinhas do Bom Sucesso. Conversa puxa conversa, até que o sujeito desabafa: “Sabe, meu amigo, eu sou o único culpado da morte do Ambrósio… nunca lhe devia

ter aumentado o ordenado … bem vê, se não lhe tivesse dado mais 24 euros todos os meses, tudo por causa dessa estupidez do Sócrates em querer actualizar o salário mínimo, o Ambrósio não teria enveredado por uma vida de luxos, almoços e jantaradas… o Ambrósio nunca foi de grandes apetites e, é claro, não aguentou tamanha mudança… a política é uma trampa que só leva as pessoas à desgraça! Não acha?” Quando, sem me despedir, voltei costas ao senhor Pinguinhas, ainda pensei: mas que mal fiz eu a Deus para ter de aturar isto?... Irra!!!


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lazer

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livro do mês

JOGO DO ANJO Carlos Ruiz Zafón Dom Quixote

Este é um livro que nos consome, nos envolve e nos empurra irremediavelmente para os ambientes descritos: os de uma Barcelona turbulenta dos anos 20, onde um jovem escritor obcecado com um amor impossível recebe de um misterioso editor a proposta para escrever um livro como nunca existiu a troco de uma fortuna e, talvez, muito mais. Com o estilo deslumbrante e impecável precisão narrativa já presente na obra anterior, o autor transporta-nos de novo, imaginem, para a Barcelona do Cemitério dos Livros Esquecidos, para nos oferecer uma aventura de intriga, romance e tragédia, através de um labirinto de segredos onde o fascínio pelos livros, a paixão e a amizade se conjugam num relato magistral. As personagens da obra anterior são recuperadas para esta nova história, como se tudo se tratasse de um jogo ou como se todas as personagens, de todos os livros jamais escritos fossem sempre as mesmas: poderão, os mais críticos, achar que o autor se re-

pete, mas a verdade é que a história nos absorve do princípio ao fim, sem misericórdia. A aura surrealista e fantástica, diria até mesmo mística que este texto transpira, a sua aproximação à Religião e à condição humana obrigam-nos, não só a apreciar um texto soberbamente escrito, mas a parar para pensar. Este livro inquieta-nos, acrescentanos… "Um escritor nunca esquece a primeira vez em que aceita umas moedas ou um elogio a troco de uma história. Nunca esquece a primeira vez em que sente no sangue o doce veneno da vaidade e acredita que, se conseguir que ninguém descubra a sua falta de talento, o sonho da literatura será capaz de lhe dar um tecto, um prato de comida quente ao fim do dia e aquilo por que mais anseia: ver o seu nome impresso num miserável pedaço de papel que certa-

mente lhe sobreviverá. Um escritor está condenado a recordar esse momento pois nessa altura já está perdido e a sua alma tem preço." Este é o livro que tem consumido a Livreira nas últimas madrugadas…

Por: Carla Major

600 mil luzes iluminam Natal em Sintra As iluminações de Natal enchem desde sextafeira de luz o Centro Histórico e a Vila de Sintra. As cerca de 600 mil luzes que vão enfeitar as ruas da vila foram ligadas pelo Presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, junto à árvore de Natal situada no Largo do Palácio da Vila. Todo o Centro Histórico está "coroado" com uma enorme árvore de Natal, com 15 metros de altura, 6 metros de diâmetro, 4 toneladas, mais de 5 mil lâmpadas e flores de Natal. “A Câmara Municipal de Sintra faz questão de vestir a preceito a Vila Património Mundial para assinalar e comemorar o Natal, pretendendo que o espírito natalício invada todo o concelho.” Assim as freguesias de Santa Maria e São Miguel, São Martinho e São Pedro de Penaferrim estão iluminadas até ao próximo dia 7 de

Janeiro, entre as 06h30 e as 09h00 e as 17h00 e a 01h00. Na véspera de Natal e Ano Novo, bem como nos referidos feriados, as iluminações manter-se-ão ligadas toda a noite. Paços do Concelho, Museu de Arte Moderna, Centro Cultural Olga Cadaval, Palácio Valenças, Edifício do Turismo, Fonte Mourisca, Museu do Brinquedo, Quinta da Regaleira, Biblioteca Municipal de Sintra, Igreja de S. Pedro e, pela primeira vez, o Museu da Ciência Viva de Sintra, são alguns dos muitos edifícios iluminados. A autarquia destaca “a utilização da tecnologia mais avançada em termos de iluminação, com a colocação de lâmpadas "led" (lighting emiting diodes), com um baixíssimo consumo, com uma durabilidade superior e com um intensidade de luz também muito superior.”

AG E N DA N OV E M B R O 2 0 0 8 I Festival Internacional de Marionetas de Sintra

Passeios Sintraventura com inscrições abertas

Exposição Corpo e Matéria – Cinco Artistas da Madeira

Até 21 de Dezembro

29 e 30 de Novembro

Até 15 de Março, Sintra Museu de Arte Moderna

O Cacém recebe até dia 21 de Dezembro o I Festival Internacional de Marionetas de Sintra, uma iniciativa que pretende promover e divulgar este tipo de Teatro e que terá lugar no Auditório Municipal António Silva. Organizada pela Câmara de Sintra e o Chão de Oliva – Centro de Difusão Cultural, a primeira edição do FIMS decorre como fruto da experiência no campo do teatro de marionetas do grupo residente “Fio D´Azeite- Grupo de Marionetas”. Participam na edição zero, para além do Fio D´Azeite, os grupos portugueses, SA Marionetas, Algazarra, Teatro Arte Imagem e a companhia galega Tanxarina. Mais informações: www.chaodeoliva.com. A 29 e 30 de Novembro sobe ao palco a peça “Contaloucos”, do grupo Tanxarina (Espanha) e de 6 a 21 de Dezembro é a vez da ‘Sopa da Pedra’, do grupo Fio d’Azeite.

“O Passeio da Água” é o mote para mais dois passeios do Projecto Sintraventura, iniciativa da Câmara de Sintra. Desta vez o convite é feito aos amantes do pedestrianismo e das bicicletas de todo o terreno para a descoberta dos trilhos da Serra de Sintra. O passeio pedestre terá lugar no dia 29, com início na barragem do Rio da Mula, pelas 9h, com extensão de 12 km, duração aproximada de 3 horas e passagem por Vale Cavalos, Malveira, e Pedra Amarela (Serra de Sintra). Já o passeio BTT, o mesmo terá lugar no dia 30 (Domingo), com concentração marcada para as 8h30m, na Barragem do Rio da Mula, com extensão de 20 km, duração aproximada de 3 horas e passagem por Vale cavalos, Malveira, Pedra Amarela, Cerrado dos Moinhos e Capuchos. As inscrições terão de ser efectuadas na semana do mesmo, a partir de 2ª feira, através do telefone 21 9226720, ou em www.cm-sintra.pt. Custo: 7,50 euros (inclui seguro e carro de apoio).

Depois do sucesso alcançado no Centro das Artes - Casa das Mudas, a exposição “Corpo e Matéria – Cinco Artistas da Madeira” é agora apresentada no Sintra Museu de Arte Moderna – Colecção Berardo. Esta é uma exposição da Colecção Berardo comissariada por Romaric Sulger Büel, que reúne o trabalho de vários artistas madeirenses, aos quais se junta a obra da artista convidada Bridget Jones, fotógrafa inglesa radicada na Ilha da Madeira. A exposição pode ser visitada todos os dias excepto segundasfeiras, das 10h à 18h.

Ciclo Voos em Cynthia Antigo Ginásio do Sport União Sintrense

A Voando em Cynthia - Associação Cultural, apresenta o Ciclo Voos em Cynthia, um conjunto de eventos culturais, irão ter lugar no antigo Ginásio do Sport União Sintrense, na Estefânia em Sintra, nas seguintes datas: Festa das Flores, 29 de Novembro, 15h às 24h; Mercado Alternativo de Natal, 6, 7 e 8 de Dezembro, 10h às 21h; Festa dos Reis, 10 de Janeiro, 15h às 24h; Celebração do Amor, 14 de Fevereiro, 15h às 24h; Festa da Natureza, 21 de Março, 15h às 24h. Serão eventos que contarão com animação de rua, música, teatro infantil, oficinas, mostras de artesanato alternativo, mostras de pintura, mostras de fotografia e mercado de produtos biológicos. Mais informações em http://voandocynthia.blogspot.com/.


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