UFRGS | FACULDADE DE ARQUITETURA XXIX SIC – SALÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
INVESTIGAÇÃO ESPACIAL E GERAÇÃO DE
CONCEITOS HUMANIZADORES CONTEMPORÂNEOS ALUNA: LETÍCIA BETTIO MACHADO O R I E N TA D O R A : E L I A N E C O N S TA N T I N O U
A PESQUISA
SITE DA PESQUISA
A pesquisa Habitação de Interesse Social: Interação entre escala Arquitetônica e Urbana, tem como tema de estudo a análise de soluções projetuais para concursos e/ou parcerias público privadas. Os projetos são escolhidos a partir da publicação de 2010 da revista AU-Arquitetura e Urbanismo (Editora PINI), que indica 25 escritórios como a “Nova Geração da Arquitetura Contemporânea Brasileira”.
https://www.ufrgs.br/habitacaoecidade
O objetivo dessa investigação é desenvolver uma análise comparativa dos projetos de tipologia horizontal para que se possa inferir sobre possíveis espaços de sociabilização gerados pela relação da implantação com o contexto urbano e aspectos positivos da organização da unidade habitacional.
BARCELONA
OBJETOS DE ESTUDO
IPÊ-AMARELO
Neste estudo analisa-se de forma comparativa os projetos de tipologia horizontal de habitação de interesse social “Ipê Amarelo” e “Residencial Barcelona”, na cidade de Sete Lagoas, Minas Gerais, do escritório Arquitetos Associados.
2003
1998
https://www.arquitetosassociados.arq.br/?attachment_id=862
https://www.arquitetosassociados.arq.br/?attachment_id=3498
O escritório de arquitetura tem sua sede em Belo Horizonte, foi formado em 1995 e tem a tradição da arquitetura moderna brasileira como ponto de partida. Além disso, busca soluções adequadas e inovadoras para os problemas contemporâneos da arquitetura e das cidades*. *Descrição informada no próprio site do escritório
CONTEXTUALIZAÇÃO HABITAÇÃO SOCIAL E CIDADE VILAS OPERÁRIAS E IAPS BNH
PÓS-BNH
HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL: Estudo de Arquitetos Associados Escritórios: seleção revista AU
Res. Ipê Amarelo e Barcelona
Outros Escritórios MINHA CASA/MINHA VIDA
Parcerias Público/Privadas
Soluções Alternativas PROJETO DE PESQUISA - HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL: interação entre escala arquitetônica e urbana
CONTEXTUALIZAÇÃO HABITAÇÃO SOCIAL E CIDADE VILAS OPERÁRIAS E IAPS BNH
PÓS-BNH
MINHA CASA/MINHA VIDA
HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL: Estudo do esc. Arquitetos Associados
Em 1986, com o fim do BNH e a promulgação da Constituição de 1988, surge uma nova fase da política habitacional brasileira denominada “PósBNH” (MARICATO, 2002). Nessa fase ocorreu a descentralização da gestão e produção da habitação social, dividindo a responsabilidade da moradia às três instâncias governamentais: municipal, estadual e federal (BONDUKI, 2014). O fator local passou a ser mais valorizado, as ações mais pontuais, com mais propostas em pequena escala e com base na regularização fundiária.
METODOLOGIA A pesquisa bibliográfica focou-se na investigação de conceitos humanizadores contemporâneos na interação entre habitação de interesse social e cidade. Definição dos conceitos: senso de urbanidade e senso de habitabilidade. Contextualização do processo histórico de construção da habitação popular no Brasil e programas de políticas públicas Conceituação da nova fase de política habitacional brasileira: "Pós BNH” Importância das técnicas de visualização 3D para potencializar explorações projetuais
BARROS e PINA
BONDUKI
METODOLOGIA A pesquisa bibliográfica focou-se na investigação de conceitos humanizadores contemporâneos na interação entre habitação de interesse social e cidade. Definição dos conceitos: senso de urbanidade e senso de habitabilidade Contextualização do processo histórico de construção da habitação popular no Brasil e programas de políticas públicas Conceituação da nova fase de política habitacional brasileira: "Pós BNH” Importância das técnicas de visualização 3D para potencializar explorações projetuais
BARROS e PINA
BONDUKI
METODOLOGIA A pesquisa bibliográfica focou-se na investigação de conceitos humanizadores contemporâneos na interação entre habitação de interesse social e cidade. Definição dos conceitos: senso de urbanidade e senso de habitabilidade Contextualização do processo histórico de construção da habitação popular no Brasil e programas de políticas públicas Conceituação da nova fase de política habitacional brasileira: "Pós BNH” Importância das técnicas de visualização 3D para potencializar explorações projetuais
MARICATO
RAMOS
METODOLOGIA A pesquisa bibliográfica focou-se na investigação de conceitos humanizadores contemporâneos na interação entre habitação de interesse social e cidade. Definição dos conceitos: senso de urbanidade e senso de habitabilidade Contextualização do processo histórico de construção da habitação popular no Brasil e programas de políticas públicas Conceituação da nova fase de política habitacional brasileira: "Pós BNH” Importância das técnicas de visualização 3D para potencializar explorações projetuais
MARICATO
RAMOS
METODOLOGIA
LEVANTAMENTO DE DADOS
A pesquisa documental desenvolveuse a partir do levantamento das informações sobre os projetos e organização do material produzido na trajetória da pesquisa, para a realização das análises comparativas. Site do escritório: https://www.arquitetosassociados.arq.br
Fichas técnicas, desenhos, imagens, textos/memoriais, artigos referentes, etc.
https://www.arquitetosassociados.arq.br/?projeto=residencial-ipe-amarelo
Acervo do grupo de pesquisa no DROPBOX
https://www.arquitetosassociados.arq.br/?projeto=residencial-barcelona
REDESENHOS BI E TRIDIMENSIONAIS
PADRONIZAÇÃO DE DADOS
Finaliza-se com a reprodução bi e tridimensionais dos conjuntos habitacionais e síntese dos redesenhos produzidos em pranchas padronizadas para o grupo de pesquisa. A ordenação vai desde a escala macro - com plantas baixas - para a micro - com reproduções de percursos em 3d.
ANÁLISE
BARROS E PINA
A investigação estrutura-se através da análise de três escalas do projeto arquitetônico e suas interações com o entorno. A partir disso, a pesquisa se justifica pela busca de conceitos que definam as relações público-privadas da habitação social com a cidade.
No senso de urbanidade - primeiro a ser analisado - são sintetizadas as necessidades dos usuários, requisitos técnicos e geográficos relativos ao entorno de cada conjunto, e consequentemente as interações da implantação na configuração de espaços externos positivos. Esses aspectos são representados por três categorias, das quais as duas a seguir serão utilizadas neste estudo:
O senso de habitabilidade diz respeito à relação da estrutura física da unidade habitacional com os espaços de convívio gerados no seu entorno; também trata de condições de conforto e materialidade e leva em consideração a adaptabilidade dos espaços. Esses aspectos são divididos em três categorias de análise
(I) conectividade, legibilidade e sustentabilidade social (II) identidade
(I) harmonia espacial, conforto ambiental e privacidade (II) sentido de lar (III) opções e flexibilidade
ANÁLISE
BARROS E PINA
A investigação estrutura-se através da análise de três escalas do projeto arquitetônico e suas interações com o entorno. A partir disso, a pesquisa se justifica pela busca de conceitos que definam as relações público-privadas da habitação social com a cidade.
No senso de urbanidade - primeiro a ser analisado - são sintetizadas as necessidades dos usuários, requisitos técnicos e geográficos relativos ao entorno de cada conjunto, e consequentemente as interações da implantação na configuração de espaços externos positivos. Esses aspectos são representados por três categorias, das quais as duas a seguir serão utilizadas neste estudo:
O senso de habitabilidade diz respeito à relação da estrutura física da unidade habitacional com os espaços de convívio gerados no seu entorno; também trata de condições de conforto e materialidade e leva em consideração a adaptabilidade dos espaços. Esses aspectos são divididos em três categorias de análise
(I) conectividade, legibilidade e sustentabilidade social (II) identidade
(I) harmonia espacial, conforto ambiental e privacidade (II) sentido de lar (III) opções e flexibilidade
ANÁLISE
BARROS E PINA
A investigação estrutura-se através da análise de três escalas do projeto arquitetônico e suas interações com o entorno. A partir disso, a pesquisa se justifica pela busca de conceitos que definam as relações público-privadas da habitação social com a cidade.
No senso de urbanidade - primeiro a ser analisado - são sintetizadas as necessidades dos usuários, requisitos técnicos e geográficos relativos ao entorno de cada conjunto, e consequentemente as interações da implantação na configuração de espaços externos positivos. Esses aspectos são representados por três categorias, das quais as duas a seguir serão utilizadas neste estudo:
O senso de habitabilidade diz respeito à relação da estrutura física da unidade habitacional com os espaços de convívio gerados no seu entorno; também trata de condições de conforto e materialidade e leva em consideração a adaptabilidade dos espaços. Esses aspectos são divididos em três categorias de análise
(I) conectividade, legibilidade e sustentabilidade social (II) identidade
(I) harmonia espacial, conforto ambiental e privacidade (II) sentido de lar (III) opções e flexibilidade
Inserção urbana e acesso a equipamentos públicos: Ipê Amarelo, não oferece sustentabilidade social pela falta de diversidade de usos na vizinhança - que possui além de uso majoritariamente residencial, apenas um estabelecimento do tipo comércio local (alimentício ou restaurante).
INSERÇÃO URBANA
BARCELONA
IPÊ-AMARELO
N V
URBANIDADE
m
Legenda: praça ruído
comércio
inst. ensino
linha de ônibus
inst. religiosa ponto de ônibus
limite do terreno mercado ou restaurante
BARCELONA
IPÊ-AMARELO
N V Residencial Barcelona: insere-se num contexto urbano de maior diversidade de usos - e portanto maior sustentabilidade social - com comércios locais variados, instituição religiosa, instituição de ensino e uma pequena área verde.
INSERÇÃO URBANA
m
Legenda: praça ruído
comércio
inst. ensino
linha de ônibus
inst. religiosa ponto de ônibus
limite do terreno mercado ou restaurante
BARCELONA
IPÊ-AMARELO (a) Conectividade e legibilidade: escala humana e reduzida, continuidade do tecido urbano de baixo gabarito, e unidade formal entre as fachadas adjacentes. Busca por maior privacidade: perímetro murado e de alto gabarito. Sem interfaces permeáveis entre rua e entorno, quebra rígida ente público e privado. Identidade: reprodução do costume local, em buscar a privacidade visual através da elevação de empenas cegas contornando as unidades.
CONDICIONANTES URBANOS PARTIDO FORMAL
Legenda: Imagem (a) e (b): Google Street View
(b)
HABITABILIDADE
IPÊ-AMARELO
Harmonia espacial: repetição e espelhamento de plantas adjacentes, formando um padrão dentre as unidades com orientação nordeste/sudoeste. Eixo de circulação condominial lateral à disposição das unidades.
CONDICIONANTES AMBIENTAIS
Legenda: fluxo de pedestres fluxo de veículos
BARCELONA
IPÊ-AMARELO
Harmonia espacial: distribuição das fitas proporciona situações distintas; há um eixo de espelhamento definido pela rua interna do condomínio, que organiza cinco unidades para um lado e quatro para o outro, com suas entradas principais voltadas para a área condominial. As unidades variam entre orientação solar nordeste e sudoeste.
CONDICIONANTES AMBIENTAIS
Legenda: fluxo de pedestres fluxo de veículos
BARCELONA
IPÊ-AMARELO
N Conforto ambiental: a iluminação natural se distribui de forma eficiente pela organização estreita da planta, que torna a luz mais canalizada. Há ventilação cruzada proporcionada por janelas opostas que dão para o pátio interno e para a área condominial. Menor privacidade: as oito unidades têm igual permeabilidade visual e física, com aberturas equivalentes tanto para a rua pública quanto para a rua interna.
CONFIGURAÇÃO ESPACIAL
Legenda: circulação vertical das unidades
ARRANJO DAS UNIDADES
eixo de espelhamento e organização do conjunto
BARCELONA
IPÊ-AMARELO
N Conforto ambiental: iluminação natural nas unidades habitacionais deficiente, devido à organização longitudinal da planta, que torna a luz mais difusa ao longo dos estares. Não há ventilação cruzada, pois as aberturas encontram-se apenas na fachada que dá para os respectivos pátios dos internos.
Maior privacidade do que no Residencial Ipê Amarelo, por não haver permeabilidade em relação à área condominial.
CONFIGURAÇÃO ESPACIAL
Legenda: circulação vertical das unidades
ARRANJO DAS UNIDADES
eixo de espelhamento e organização do conjunto
BARCELONA
BARCELONA
IPÊ-AMARELO (c)
(d)
Escada Santos Dumont configura-se como um elemento de articulação entre estar social e íntimo. Apesar de sua estrutura não proporcionar acessibilidade universal, localiza-se de forma não centralizada e fora do fluxo de passagens, conferindo boa distribuição dos ambientes. É um elemento com significativo apelo estético, pela materialidade e técnica.
ARTICULAÇÃO
Legenda: circulação vertical das unidades Imagem (c): https://www.arquitetosassociados.arq.br/?attachment_id=3546
BARCELONA
IPÊ-AMARELO Em ambos os pavimentos: espaços sequenciais com configuração linear de circulação. No térreo, uma única possibilidade de acesso ao pátio através da cozinha; no pavimento superior, o dormitório está voltado para o interior do condomínio e não para o pátio privado. “Modo morar“ e sentido de lar: um único morador ou casal jovem com permanência noturna na habitação, devido à: localização do banheiro somente na área íntima e falta de conexão visual e física do estar social com o pátio privado da habitação.
ARRANJO ESPACIAL DA UNIDADE
Legenda: pátio
serviço
cozinha
circulação horizontal
estar/jantar
dormitório
circulação vertical
banheiro
BARCELONA
IPÊ-AMARELO
No primeiro pavimento: a área de cozinhar, comer, estar e pátio privado estão integrados, conferindo unidade das áreas de permanência. No segundo pavimento, uso exclusivo de dormitório. “Modo morar“ e sentido de lar de um único morador ou casal que prioriza a permanência nos espaços de convivência, como o pátio privado, cozinha e estar - reforçado pela localização do banheiro no pavimento térreo.
ARRANJO ESPACIAL DA UNIDADE
Legenda: pátio
serviço
cozinha
circulação horizontal
estar/jantar
dormitório
circulação vertical
banheiro
IPÊ-AMARELO
Plantas com coordenação modular nas grelhas estruturais, a partir de módulos irregulares. A organização hidráulica dos ambientes se dá através de módulos simples. Padrão na estratégia projetual das unidades básicas no sentido de compartimentação dos estares, sendo as paredes o elemento de definição espacial.
MODULAÇÃO
Legenda: módulo hidráulico grelha estrutural
BARCELONA
IPÊ-AMARELO
Opções e flexibilidade: áreas externas privadas nos fundos das unidades, como espaços que possibilitam alguma ampliação (primeiro e segundo pavimento). Células habitacionais apresentam apenas uma unidade de área íntima: flexibilidade apresenta pontos negativos por não haver adaptabilidade em relação ao crescimento da família que pode vir a habitar as unidades.
FLEXIBILIDADE
Legenda: possibilidade de flexibilização e ampliação do espaço
BARCELONA
Percepção virtual através dos percursos tridimensionais somada ao embasamento em conceitos investigados possibilitam um maior entendimento sobre a relação do usuário com o espaço, a relação do usuário com o lugar. O ponto de vista do observador oferece uma compreensão sobre a interação entre a escala do usuário com a escala do edifício, e suas possibilidades de apropriação do espaço, tanto privado - na unidade habitacional - quanto do público e suas derivações - circulação entre unidades, espaços condominiais, ruas internas e rua pública.
RELAÇÕES PÚBLICO-PRIVADAS E APROPRIAÇÃO SOCIAL
IPÊ-AMARELO
BARCELONA
RESULTADOS Tabela 1: sintetiza algumas informações complementares a respeito dos empreendimentos analisados neste estudo, como número de unidades habitacionais, tipologia da habitação, arranjo da implantação, tipo de empreendimento e área total. Tabela 2: síntese das análises do senso de urbanidade e habitabilidade de cada conjunto habitacional, comparando-os dentro de uma escala de possibilidades de desempenho. As análises das categorias que representam o senso de urbanidade foram realizadas a partir do redesenho de cada projeto e da construção de percursos virtuais em 3D anteriormente mostrados.
RESULTADOS Produção de artigos com análises comparativas entre diferentes tipologias de habitação social. Comparação entre os objetos de estudo apresentados anteriormente e objetos de estudo de outros integrantes do grupo de pesquisa. CONSTANTINOU, Eliane; MACHADO, Letícia Bettio; RODRIGUES, Adriana Luckei. Habitação de interesse social e geração de urbanidade. In: ARQUISUR 2017 | XXXVI Encuentro XXI Congreso. El saber proyectual. Sus lógicas, procesos y estrategias. San Juan, Ag, 2017 Status: publicado - anais ARQUISUR 2017.
RESULTADOS CONSTANTINOU, Eliane; MACHADO, Letícia Bettio; RODRIGUES, Adriana Luckei. Investigação Espacial: habitação de interesse social e geração da urbanidade contemporânea. Status: em revisão para ser publicado na edição de Dezembro – “Revista Projetar – projeto e percepção do ambiente”, UFRN.
CONCLUSÕES O escritório Arquitetos Associados, apesar de apresentar o Residencial Ipê Amarelo como uma releitura do Residencial Barcelona, recorre-se a soluções distintas em relação ao senso de habitabilidade, como a organização em planta e condições de privacidade das unidades. Quanto ao senso de urbanidade, utiliza-se de arranjos comuns nas implantações, com lotes situados no mesmo bairro e relação similar do condomínio com o entorno. Por fim, nota-se que suas soluções apresentam uma certa reprodução do costume local de “morar”, na análise da relação com a cidade. É possível, portanto, verificar mais um padrão de urbanidade do que um padrão de habitabilidade na estratégia do escritório.
REFERÊNCIAS BARROS, R. R. M. P.; PINA, S. A. M. G. A; Kowaltowski, D. K. ; Moreira, D. de C. ; Petreche, J. R. D. ; Fabrício, M. M. (2011). ; “Humanização no projeto da habitação coletiva”, "O processo de projeto em arquitetura: da teoria a tecnologia", 12/2011, ed. 1, Oficina de Textos, pp. 27, pp.245-272, 2011;
Maricato, Ermínia. As ideias fora do lugar e o lugar fora das ideias. In: Maricato, Ermínia; Vainer, Carlos; Arantes, Otília. A cidade do pensamento único: desmanchando consensos. 3a Ed. Petrópolis: Vozes, 2002;
BONDUKI, N. Os pioneiros da habitação social – cem anos de política pública no Brasil. Vo1, Ed SescUnesp, São Paulo, 2014;
Ramos, Fernando Guillermo Vázquez. Redesenho - conceitos gerais para compreender uma prática de pesquisa histórica em arquitetura. Arquitextos, São Paulo, ano 17, n. 195.09, Vitruvius, ago. 2016. http://www.vitruvius.com.br/revistas/rea d/arquitextos/17.195/6181.
BONDUKI, Nabil. Origens da habitação social no Brasil. Tese de doutorado, São Paulo: FAUUSP, 2003;
H A B I TA Ç Ã O E C I D A D E
LETÍCIA BETTIO MACHADO leticia.bettio@ufrgs.br
OBRIGADA!