Distribuição Gratuita
Número 15 Novembro/Dezembro 2004
nesta edição: FICHA TÉCNICA N.º 15 - NOVEMBRO/DEZEMBRO
DIA DA ESCOLA
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GAFF COM ANTIGOS ALUNOS
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DIRECTORA EXECUTIVA DRA. DINA JARDIM
COORDENAÇÃO DRA. ALEXANDRA FONSECA (5º/17) DR. CRISTÓVÃO PEREIRA (8ºA) DR. GUALTER RODRIGUES (5º/17) DR. RUI COELHO (11ºB)
COLABORAÇÃO DR. JOÃO COSTA E SILVA DRA. REGINA DE CASTRO E ABREU DR. ANTÓNIO PIRES S.A.J. PADRE RAFAEL ANDRADE JOEL CASTRO E ABREU SERRÃO
“NÃO DESISTAS NUNCA”
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APOIO PSICOLÓGICO
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O NOSSO CAMPEÃO
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CURSO SUPERIOR TÉCNICOS DE SAÚDE
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FINALISTAS 2004/05
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AS M I S S A S DO P A R T O
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O N A S C I M E N T O DO M E N I N O
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LEITURA NATALÍCIA
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PROVA DE FOGO NA RÁDIO
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OLIMPÍADAS DE MATEMÁTICA
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PASSEIOS DO BARBUSANO
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PROJECTO FRANET
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THE STRANGER FROM INDIA
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CINEMA
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CONCERTO DE IVETE SANGALO
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PATROCINADORES: CARTONADA O LIBERAL
IMPRESSÃO: O LIBERAL, EMPRESA DE ARTES GRÁFICAS, LDA
Imagem da capa
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EDITORIAL
Novembro/Dezembro 2004
Dr. António Pires Vice-Presidente do Conselho Executivo
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festa de f inalistas é para o estudante madeirense uma das experiências mais marcantes da sua vida escolar. Sendo certo que as memórias dos primeiros 12 anos de escolaridade podem ser muito diversas, a festa de f inalistas é seguramente um acontecimento que a todos marca. Que marca porque é o f im de um ciclo, porque é o dia onde muitos experimentam um certo espírito de independência própria dos adultos, porque é a noite de alguns excessos, porque os f inalistas são o centro das atenções da comunidade em geral e da família em particular. Noutros tempos, ser f inalista era mesmo frequentar o último ano de formação escolar, o f im de um ciclo ao qual se seguia o mercado de trabalho. Hoje, ser f inalista é cada vez mais, não o f im de um período de formação, mas o f im de uma etapa que prepara o aluno para os estudos superiores, médios ou técnicos, em função dos vários percursos pessoais de formação. O ensino secundário deixou pois de ser, e cada vez será menos, o f im de um ciclo de formação. No passado, concluir o secundário era garantia de emprego, e de um bom emprego. Hoje, concluir o 12º ano
apenas garante que se está em condições de passar a uma outra fase, a fase de formação, que cada vez mais se prolonga ao longo da vida. O que se espera hoje da Escola, já não é dar formação técnica aos alunos para ingressarem no mundo do trabalho. À excepção de alguns planos formativos específ icos, para a grande maioria dos alunos, o ensino secundário é etapa f inalizadora da aquisição das competências básicas que tornarão possível a escolha de um percurso escolar mais qualif icante. Num mundo onde a qualif icação prof issional se torna cada vez mais determinante, onde a competitividade das empresas passa cada vez mais pela riqueza dos seus recursos humanos, deve a Escola incutir nos alunos o gosto pelo saber, pela consciencialização de que o saber fazer está cada vez mais dependente de uma auto formação e actualização ao longo da vida, que exigirá frequentes adaptações a novas tarefas, a novos empregos, a novas prof issões. Hoje, concluir o secundário é apenas um requisito básico para se não f icar excluído de numa sociedade mais exigente, mais competitiva, mais global.
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Dia da Escola A
Direcção Executiva comemorou no dia 8 de Outubro, sexta-feira, o tradicional "Dia da Escola", efeméride normalmente celebrada no dia 9 (este ano sábado), como forma de assinalar o nascimento de Francisco Franco, o patrono da escola. Seguidamente relembrámos os vários momentos desse dia grande da nossa comunidade.
HONRA AO MÉRITO uatro alunos foram premiados neste dia pelo facto de no ano lectivo 2003/2004 terem obtido excelentes resultados a nível escolar. Os alunos que mais se destacaram, em cada nível de escolaridade, foram: Ana Patrícia Velosa, 9º ano; Helena Raquel Conceição, 10º ano; Luís Miguel Pereira, 11º ano e Adriana Rocha, 12º ano.
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OBRIGADO PELA DEDICAÇÃO s 36 anos de dedicação ao serviço da 'Industrial' prestados pela D.Blandina Franco mereceram também, por parte da Direcção Executiva, um público reconhecimento. Igual tributo foi prestado ao professor Gil Bazenga, embora não marcasse presença no acto, na hora da sua aposentação.
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A MÚSICA DO 'MESTRE' ANDRÉ cerimónia evocativa do 'Dia da Escola' não podia dispensar um momento musical. À semelhança dos outros anos, o Núcleo de Música, supervisionado pelo professor Mário André, animou o evento. E houve até tempo para ouvir o Secretário Regional da Educação declamar, ao som da viola, um poema de uma aluna da escola, publicado na revista.
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Novembro/Dezembro 2004
L A N Ç A M E N T O D A leia SFF
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'Dia da Escola' serviu também de ocasião para o lançamento da edição 14 da revista leia SFF. Dirigida a toda a comunidade escolar, esta edição teve, contudo, em particular atenção os alunos que pela primeira vez chegaram à Francisco Franco. Dar a conhecer a escola foi uma dos objectivos deste número.
OPERADORES DE INFORMÁTICA uinze alunos do 10º ano, via prof issionalizante, do curso Operador de Informática, receberam neste dia o diploma de conclusão do curso. Eis os novos Operadores de Informática: Gilber to Franco; Gonçalo Jesus; Ilídio Teixeira; Isa Rodrigues; Lisete Abreu; Paulo Aguiar; Paulo Andrade; Roberto Morais; João Gouveia; Álvaro Quintal; Ana Sousa; Daniel Sá; Alexis Ramos; Sónia Silvino e
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FINALISTAS DO 13º ANO
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'Dia da Escola' foi igualmente a data escolhida pela Direcção Executiva para entregar o diploma aos f inalistas do 13º ano do curso de Notariado. Armando Vieira, Hélder Alves; Juliana Calisto; Fátima Lima; Marta Teixeira; Paula Ferraz; Cristina Duque; Ivone Alves; Luís Alves; Maria João Pereira; Odete Soares; Rosa Gonçalves receberam diplomas.
INAUGURAÇÃO DO MURAL
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epois de um árduo trabalho levado a cabo, desde o f inal do último ano lectivo, incluindo férias de Verão, por um grupo de alunos do 12º ano, foi inaugurado a 8 de Outubro o renovado mural da escola. As ‘marcas’ agora são outras...
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GALERIA DE ARTE COM ANTIGOS ALUNOS
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Galeria de Arte Francisco Franco (GAFF) associou-se também ao 'Dia da Escola' ao promover uma mostra de trabalhos de antigos alunos do Agrupamento de Artes. Foi o regresso a um espaço bem conhecido de diversas personalidades, hoje espalhadas pelas mais variadas áreas prof issionais. António Rodrigues; Carlos Freitas; Diamantino Freitas; Diogo Vasconcelos; Filipa Venâncio; Fernanda Gonçalves; Gilberta Rodrigues; Helena Berenguer; Isabel Natal; Luísa Spínola e Manuel Gonzaga expuseram alguns dos seus trabalhos.
Diogo Vasconcelos
Gilberta Rodrigues/Pedro Vasconcelos
Fernanda Gonçalves
Carlos Freitas
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Helena Berenguer
EFEMÉRIDE
Luísa Spínola
Filipa Venâncio
António Rodrigues
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Manuel Gonzaga
Diamantino Freitas
Isabel Natal
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EU NÃO FUMO A propósito do dia do Não Fumador, a l e ia SFF saiu ’à rua’ a fim de ouvir razões que levam os jovens a fumar ou a não fumar. Eis alguns testemunhos de quem não fuma e de quem fuma.
O PRAZER DE NÃO FUMAR
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ão fumo porque o tabaco faz mal à saúde. Para mim, a saúde está em primeiro lugar, pois faço tudo o que posso para ter uma vida saudável. Mesmo sem fumar, sinto-me incomodada quando entro num estabelecimento e só me cheira a tabaco. Acho que devia ser proibido fumar nos estabelecimentos públicos. Ser ia bom que todos os fumadores (as) pensassem que a despesa diária que fazem com o tabaco, se fosse vertida a favor dos mais necessitados… matava a fome a muita gente. Liliane Bessa
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u cá não fumo nem gosto de estar próximo de pessoas que fumam por causa do cheiro terrível do tabaco. Respeito, no entanto, quem tem esse mau hábito. Fumar não me provoca, mais depressa pref iro beber coca cola - esse é o meu vício. S. T.
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u não fumo porque já perdi amigos que morreram por causa do tabaco. Porque hei-de eu fazer uma coisa que sei que faz tanto mal? A saúde é algo precioso que devemos estimar e valorizar. Não fumo, mas muitas vezes tenho que inalar o fumo dos outros… isso é que é aborrecido. Tânia Silva
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ão fumo porque sempre me disseram que faz mal à saúde. Além disso, o tabaco está muito caro. Pref iro gastar o dinheiro noutras coisas bem mais interessantes e saudáveis. Só lamento que quem fuma não respeite quem não fuma, obr igando-nos a ser fumadores passivos. Luísa Santos
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ão sou um fumador activo mas sou um fumador passivo. Fumar foi vício que nunca me provocou. Talvez os meus pais tenham tido um papel impor tante nessa prevenção e o colégio onde andei. Se alguma vez tentei fumar às escondidas? Nunca! Se quisesse fumar, fumava à vontade, em qualquer lugar, menos em casa. Carlos Rodrigues
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u não fumo, porque o tabaco é prejudicial para a saúde. Além disso, é muito caro e eu pref iro gastar o dinheiro noutras coisas mais úteis e menos prejudiciais. Não fumar é uma tradição que já vem da minha família e eu quero continuá-la. Se nunca me apeteceu experimentar? Quando era 'mais puto' sim, mas não passou disso: de uma curiosidade própria de uma idade em que queremos fazer o que outros fazem. Carlos André
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F U M O
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a minha casa todos fumam. É um hábito, bem sei que pouco saudável, que já vem de casa. Quando digo que em casa todos fumam, não é para entender que se passa o dia a fumar. A minha mãe fuma um cigarrito sempre que aparece por lá alguma amiga e o meu pai, principalmente quando há jogos de futebol. Eu em casa também fumo pouco, mas quando vou ao café.... P. L.
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um vício que apanhei, não sei como, no 7º ano de escolaridade e agora não consigo passar sem fumar. Estou farto de ouvir dizer que só faz mal, mas o vício é tão forte que não consigo andar sem cigarros. J. Pedro
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s meus amigos também fumavam. Foi até mais naquela de experimentar, durante um aniversário, que meti pela primeira vez um Marlboro na boca. Na altura até nem gostei nada. Depois fui ganhando o gosto. No entanto, fumo muito pouco e sobretudo em alturas de mais stress. Um maço chega para uma semana. Joana S. S.
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ão sei o motivo por que fumo, para lhe ser sincera. Meter um cigarro na boca, para mim, é tão natural como ir ao bar da escola e comer um chocolate, beber um sumo ou tomar um garoto. É... como hei-de dizer! É um hábito, por sinal mau, mas.... Luísa T.
s meus amigos mais próximos também fumam. Eu só fumo quando estou com eles. Nunca fumei estando sozinho, por estranho que pareça. Se os meus Pais sabem? Espero bem que não, embora a minha mão desconf ie e já tenha perguntado à Directora de Turma. Nunca fumei nos recintos escolares. Só nos cafés, salas de jogos, discotecas. J. R.
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um das poucas coisas boas que tenho. O acto de fumar dá-me uma sensação de liberdade e de afastamento em relação aos problemas que me afligem. Não sei porquê, mas quando fumo f ico mais descontraída e esqueço as coisas más da vida. T. P.
uma forma de desanuviar. Olhe, agora estou a fumar porque acabei de sair de uma aula de Filosof ia que me agitou cá os neurónios. Então, para descontrair um pouco vou queimando um cigarrinho entre 'duas de conversa' aqui com a malta. F. Fernandes
Foi anunciado pela comunicação social que algumas marcas de tabaco contêm pesticida proibido na Europa. FELIZMENTE, as restantes marcas SÓ INCLUEM compostos totalmente legais, tais como: nicotina, acroleína, fenóis, peróxido de nitrogénio, ácido cianídrico, amoníaco, alfabenzopireno (vulgo "alcatrão"), monóxido de carbono, chumbo, cádmio, níquel, selénio ou arsénio!!! Conforme diria um grande jornalista: “E esta, hein!!!”
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“NÃO DESISTAS NUNCA”
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'tôr, ainda bem que está aqui na escola, porque assim podemos falar um bocado. O ano passado esteve cá, ouvi-o dizer que o diálogo com os pais e professores é muito importante, mas… às vezes não vale a pena. Eu tive de deitar o meu pai abaixo para ele me deixar usar o cabelo comprido. E a nossa professora de Filosof ia, quando lhe fazemos uma pergunta, diz: "Eu sou como Sócrates, devolvo a pergunta. Sou pela dúvida metódica, a uma dúvida respondo com uma pergunta, por isso devolvo a questão." O S'tôr está de acordo como que eu penso fazer que é devolver-lhe as perguntas nos testes? Consegui ar ticular algumas palavras sobre as vir tualidades do diálogo por entre r isos que esta inter venção desencadeou. Disse que o lema com os pais e professores ter ia de ser "não desistas nunca" e que os alunos poder iam educadamente chamar a
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atenção para o que não concordavam. Notei um certo cepticismo nas caras de alguns alunos, mas já outros saltavam para assuntos mais sérios. Queriam saber qual a atitude perante um colega toxicodependente, ou o que fazer quando alguém ameaçava suicidar-se. (…) Já outro aluno af irmava que os problemas só melhorar iam se os professores pedissem opinião aos mais novos, enquanto uma bonita rapar iga quer ia saber coisas sobre a violência familiar. Volto ao tema da droga, tento saber o que pensam das suas causas, vejo respostas interessantes: a cur iosidade em experimentar, a ausência dos pais a trabalhar fora de casa, os ídolos com problemas, como Kur t Cobain, que acabou por se suicidar. É agora a minha vez de alargar o foco da análise, falo da tríada clássica indivíduo, droga e contexto e procuro caminhar no sentido da prevenção.
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Um aluno magro com óculos de intelectual responde-me: a prevenção é só amigos, amigos, amigos, no que não deixa de ter alguma razão, se de facto com quem andamos privilegiar a amizade verdadeira. Quase não tenho tempo para respirar, já um rapaz de calças vermelhas e camisa de flanela à Boavista me af irma de modo convicto que o preservativo não chega para evitar a SIDA, porque as pessoas já sabem disso e continuam a correr riscos. Uma colega provocou um bocadinho, f ingindo não perceber do que ele estava a falar e então houve mais piadas e sorrisos abafados… Olhei o relógio e estava quase a tocar. É fantástico como numa escola tudo está condicionado pela campainha e as coisas acabam no melhor da festa (ou então porque o gongo salva alguém de ir ao tapete). Desta vez enganei-me, porque o moderador continuou a dar a palavra como se nada se tivesse passado. Como era o último tempo, deduzi que os alunos
tinham decidido f icar até mais tarde. E assim foi (…). Saio do debate reconfortado. Os tais jovens, a quem alguém moralista chamou "geração rasca", têm af inal ideias e propostas. Fico a pensar também que tanta necessidade de falar com uma pessoa que se não conhece está por cer to relacionada com os poucos canais de comunicação existentes na escola e na família. Os professores necessitam de criar espaços de diálogo nas suas aulas, de modo a despertar novos interesses nos seus alunos e de forma a terem com eles uma relação afectiva, mediada por qualquer coisa que não seja o tradicional conteúdo curricular."
Daniel Sampaio, in Voltei à Escola
O que deve caracterizar a juventude é a modéstia, o pudor, o amor, a moderação, a dedicação, a diligência, a justiça, a educação. São estas as virtudes que devem formar o seu carácter. Sócrates
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GABINETE DE APOIO PSICOLÓGICO E DE ORIENTAÇÃO ESCOLAR E PROFISSIONAL Dra. Cristina Simões Psicóloga
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Escola Secundária de Francisco Franco possui, há já alguns anos, um gabinete onde os alunos e até os seus Encarregados de Educação podem encontrar apoio psicológico e obter informação relativamente à orientação escolar e profissional.
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na adolescência e juventude que se estrutura de um modo mais complexo uma identidade própria - o que se é e o que se quer da vida no plano individual e social, e se prepara a entrada na vida adulta. Os jovens vivem na incerteza dos papéis a desempenhar perante as tarefas a realizar nesta fase da vida: uma boa concepção do seu papel sexual e a compreensão da sua própria sexualidade; uma identidade vocacional, ou seja, uma compressão do que se deseja ser enquanto adulto; e uma identidade ideológica, que envolve um sistema de crenças, de valores e de ideias. Estas tarefas surgem na fase da vida em que há maior consciência de si mesmo, de novas capacidades intelectuais e físicas, de vontade de autonomia e de responsabilidade. Tanto o jovem, como a sua família e a sociedade espera que aquele elabore e se comprometa com um sistema de vida. As escolhas antigas, os valores antigos - muitas vezes os da família - são postos em causa, para que o jovem opte por novas escolhas e tome decisões. Este é um processo que pode ser gradual e tranquilo, mas pode ser brusco com conflitos declarados a respeito de vários assuntos da vida do jovem. Mas cada uma destas situações pode não ser mais saudável que a outra, os conflitos, ao existirem, devem levar a compromissos pessoais, com a formação escolar, com o sistema de valores, entre outros, e nem sempre é fácil para quem lida com os jovens, ou para eles próprios, compreender o que se passa, ou se já não deveriam ter resolvido determinadas questões.
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De modo a facilitar o desenvolvimento da identidade na adolescência e na juventude, recomenda-se que o jovem participe em actividades escolares e extra - escolares, tais como: os clubes escolares, o desporto, o voluntariado, de modo a pôr à prova o conceito que tem de si próprio e a descobrir outros interesses e capacidades que desconhecia. O Gabinete de Apoio Psicológico e de Orientação Escolar e Prof issional da Escola é constituído por uma psicóloga - Cristina Simões - e é um espaço de acolhimento e de apoio dirigido aos jovens, à escola, à família e à comunidade. Tratando-se de apoiar adolescentes e jovens, que estão numa fase fundamental do seu desenvolvimento, e inseridos numa instituição de ensino/formação, as áreas de intervenção da psicóloga situam-se, sobretudo, a nível do apoio psicopedagógico e da orientação escolar e prof issional, assim como a realização de outras acções que possam contribuir para o desenvolvimento da identidade pessoal, social e prof issional dos jovens.
Recomenda-se que o jovem participe em actividades escolares e extra-escolares, tais como: os clubes escolares, o desporto, o voluntariado. Salienta-se como objectivos do apoio psicopedagógico a análise da situação do aluno, em termos do seu desenvolvimento cognitivo, emocional e psicossocial, de modo a conceber e implementar o apoio mais adequado, com vista ao sucesso escolar. Esta área envolve a realização de várias actividades, em articulação com professores, pais/encarregados de educação e eventualmente outros agentes educativos. A orientação escolar e prof issional, como toda a intervenção do psicólogo na escola, pretende ajudar os alunos a construir as respostas à pergunta:" Quem devo ser?", na medida em que as acções desenvolvidas nesta área têm por objectivo ajudar os alunos a construir um projecto escolar/prof issional, integrado nos seus interesses, capacidades, valores e estilos de vida, assim como na informação sobre os cursos e prof issões. O Gabinete situa-se ao lado da sala de Directores de Turma e está ao serviço de todos os elementos da comunidade escolar, sendo salvaguardada a conf idencialidade das informações partilhadas naquele espaço.
Horário de atendimento 2ª,3ª e 5ª Feiras: 9.00 - 12.00 horas 13.30 - 15.30 horas 6ª Feira: 9.00 - 12.30 horas 14.00 - 15.30 horas.
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Ser quem sou… Cátia Rodrigues 10º 22
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er jovem não é fácil, É muito, muito difícil, Acordar, ver-se ao espelho E arranjar logo um senão. Caminhar para a escola, Pegar nos livros, Ver os amigos, Estudar um 'bocadinho'. Olhar o futuro indeciso, Como de olhos vendados, Receando que o caminho Nos leve por sítios errados. Voltar para casa, Triste e cansado, Lançar-se para a cama, Relembrando o passado. Ligar o computador Para com os amigos teclar. Serão mesmo amigos? Ou estar-nos-ão a enganar!
A menina que eu fui… Sara Natacha 10º 22
Eu já fui uma menina feliz, mas agora não sou. Eu já soube sorrir, mas agora não sei. Eu já brinquei, mas agora não o faço. Eu já tive um herói, mas agora… não o tenho. Eu já fui uma estrela, aquela que se apagou. Eu já tive uma família, que depois se desmoronou. Eu já tive um pai que me deixou. Fui, fomos, mas jamais voltaremos a ser!...
Sou quem gostava de ser? Faço o que devia fazer? Apenas sei uma coisa: - Tenho de continuar a viver!
O velho acredita em tudo; o homem maduro duvida de tudo; o jovem sabe tudo. (Oscar Wilde)
De todos os animais selvagens, o homem jovem é o mais difícil de domar. (Platão) Cada um tem a idade de seu coração. (Alfred d’Houdetot)
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Serviço de Apoio ao Jovem
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Salomé Teixeira e Teresa Mendes Enfermeiras do S. A. J.
ADOLESCENTE-COMPORTAMENTOS DE RISCO
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Adolescência é uma f ase da vida caracter izada pela predominância de sentimentos de ambivalência e instabilidade emocional manifestada, por vezes , com alternância de estados depressivos e de euforia, tornando o Adolescente mais susceptível a comportamentos de risco, tais como: consumo de bebidas alcoólicas, consumo de drogas ilegais, tabagismo e relações sexuais desprotegidas, entre outros. Por sua vez, o desejo de experimentar, a curiosidade e a influência dos amigos poderão igualmente contribuir para os mesmos, como forma de se af irmar como adulto e de se integrar no grupo de pertença Os jovens mais vulneráveis a comportamentos de risco são aqueles que advêm de famílias destruturadas, que apresentam baixa de auto-estima, falta de pontos de referência e de valores e desmotivação.
SINAIS DE ALERTA:
. Perda de interesse pelos passatempos e actividades; . Diminuição da relação de confiança com a família; . Discussões e não aceitação de regras familiares; . Alterações no grupo de amigos; . Mudança na forma de vestir e nos hábitos de higiene; . Mudança da decoração do quarto, livros, discos e adornos da roupa; . Diminuição do rendimento e interesse escolar ou laboral; . Absentismo, mau comportamento sem motivo aparente; . Sair ou voltar para casa tarde sem aviso prévio ou justificação; . Mudança de atitude e de estado afectivo (inquietação que dificulta qualquer tarefa e inclusive a convivência).
COMO PREVENIR
. Auto valorizar-se; . Praticar um desporto que goste; . Escolher o grupo de amigos; . Desenvolver diálogo franco e aberto com a família; . Dar sempre a sua opinião; . Sentir-se importante e útil; . Fazer escolhas livres, conscientes e responsáveis; . Traçar projectos de vida com qualidade; . Procurar ajuda sempre que necessite; . O risco é uma constante na vida, no .
entanto existem riscos que dependem dos comportamentos, daí a importância que as atitudes e comportamentos do jovem poderão ter no seu quotidiano e nos seus projectos de vida. Não hesite em dizer Não àquilo que vai contra os seus valores e princípios.
Linha SOS Adolescente (gratuita) n.º 800204125, disponível nos dias úteis, das 8 às 20 horas
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Destaque HÉLDER, O NOSSO CAMPEÃO NACIONAL
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élder Freitas, aluno do 12º ano da nossa escola, acaba de conquistar o título de campeão nacional de Ginástica Acrobática (modalidade na qual tem como par Carla Gonçalves, também aluna da Francisco Franco), depois de ter sido eleito o melhor aluno do Desporto Escolar da Madeira no último Festival. Considerado o melhor do Despor to Escolar madeirense no último ano lectivo, Hélder Freitas par ticipou, no passado dia 6 de Novembro, em Lisboa, na II Gala do Desporto Escolar que reuniu e homenageou os melhores alunos do país nas mais diversas modalidades desportivas. Além de campeão regional e nacional de Ginástica Acrobática em pares mistos, Hélder Freitas conquistou também em 2002/2003 o campeonato regional de Ginástica Artística. "Ser campeão nacional foi algo que nunca esperei", disse-nos para acrescentar de seguida que isso o deixou orgulhoso, assim como à sua família, sobretudo por nunca ter feito ginástica.
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pequeno, muito alto no ar, com as pernas retesadas contra a barra do trapézio, as mãos às cordas, descia sobre o terraço, cavando o espaço largamente, com os cabelos ao vento; depois elevava-se, serenamente, crescendo em pleno sol todo ele sorria; a sua blusa, os eus calções enfunavam-se à aragem; e via-se passar, fugir, o brilho dos seus olhos muito negros e muito abertos. - Bela coisa, a ginástica! - exclamou Afonso da Maia. Vilaça já ouvira que enfraquecia muito o peito (...) Eça de Queirós - Os Maias
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A prática da Ginástica, aliás, referiu, "foi uma descoberta que aconteceu na escola, quando a professora Carla Afonso reparou que eu tinha um certo dom, pois nunca me passou pela cabeça atingir este patamar". "Depois, continuou, com muito esforço, muita força de vontade, muito apoio da professora e muito treino (seis horas semanais), consegui este título". "Seguir algo relacionado com a dança ou ginástica, mas como ocupação de tempo livre" é um dos desejos futuros de Hélder Freitas, que, entretanto, promete continuar a dar o melhor de si.
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Recordando António Aleixo
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ez no passado dia 16 de Novembro 55 anos que morreu António Aleixo. Célebre, sobretudo, pelas suas quadras populares, a l e ia SFF recorda, em jeito de homenagem, algumas das estrofes que imortalizaram este poeta autodidacta.
ta, pres e, o ã f al á: n ê dir ndo lhe testa v e na qua mm Que mesmo ém traz . u nem e ning nto vale u porq o de qua l e os o nfus o c e mpr e se s boas, m so ra am Deix as palav r f azer u oas. g as tu ão te ve ue apre q n por moral a dess s, dele sós; s a i or ão s, nã e não s o v r qu les pa São -os ser, s daque e nós. a o deix zes r im is do qu a e às v alem m v que . ucas ias o p á c as h olên ênci re as vi ocas, g i l Inte e semp abeças cias. s n c Qua m das nteligê e i c s s à na o med por ér io imp o, o s os ov do v undo n o á l e m pov qu o. Vós eteis um pode o o a sér i v e m pro -vos qu ndo no i u cala r um m e qu'r
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Não v as h ás cont istó r ias ar a nin nem g q a no l ssim e ue não uém ugar ntra sabe s em q rás b em ; ue n ão c abes . Que i em l mpor ta uta perd c se a Razã ontra a er a vid a não t deix o, mesm raição, a de o ser R vencid a, azão ? Sei q mas ue pare ç h que, á muit o um la o d são sem par s que e rão... u aqui e lo q cer o q conheç ue e u u pa e são, o reço . P'ra e at mentira in tem gir pro ser segu fund que ra qual i t quer razer à dade, m cois a de istura verd ade. Desc r uma eio dos s isto ocieda que me d apo é ntem e o q hoje o e sã: q ue h á-de ue foi o ser a ntem man hã.
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ssa, epre ejas d r sa ev nf a tr iu go o qu interes a r a i e P ão t cont jas. cala e que n is dese g a e f in o que m l aqui
dão hos l e s con r, ons -me r i ios são b e m r u Os q zes f aze les próp r. i e e u v às er que os seg v e r po azes d p inca
ou, purr m e me ndo ão u m sou t ue o a, e en as não q r o P a lam cor, m o. caí n i-lhe a uitos sã e tom a que m a lam
as por t m i te ouco ireito. s p o d r d s tor ta mun s ve Co'o e julga er coisa oveito? u v pr porq há-de seu m o e m ê Co só v quem
Tu, q enq ue tanto u hoje anto na promet d e tudo que pod a podia ste quan es - e s, s to p rom queces t etia s... e Não s nem ou espe b sou em ne r to nem m s do m implesm mal ed bruto uc eio e e m qu nte o pr ado: o e fu i cr i duto ado . Os m Deve eus vers o ped m ser, s s o que aços e os são? que n d deix o coraç ão con fund o cá ã o, nest o e mu ndo . Eu n ã nem o tenho g mas rande vistas l s a d liçõe ão-me abedor rgas, ia, as h s de or f ilos of ia as amar . gas
Há l u Se q ta por m uere il do faça m m da que o utr inas uma . m s só d mil peq undo a outr n u ina eninas de gran de.
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ntónio Aleixo nasceu a 18 de Fevereiro de 1899 em Vila Real de Santo António e morreu a 16 de Novembro de 1949, em Loulé. Sem qualquer formação literária, exerceu diversas profissões: guardador de cabras, cantor popular de feira em feira, soldado, polícia, tecelão, servente de pedreiro em França, "poeta cauteleiro". Foram várias as obras que nos deixou: Este livro que vos deixo, O Auto do Curandeiro, O Auto da Vida e da Morte, O Auto do Ti Jaquim e Inéditos. Em sua homenagem, o antigo Liceu de Portimão passou a chamar-se Escola Secundária Poeta António Aleixo.
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Curso Superior PROFISSÕES NA ÁREA DA SAÚDE Dr. João Costa e Silva Director do Gabinete do Ensino Superior
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ara além dos enfermeiros, outros profissionais (“Técnicos de Saúde”) exercem a sua actividade na área da saúde. Seguidamente, apresenta-se uma breve descrição, retirada do site dos estabelecimentos de ensino que ministram os cursos superiores desta área, das actividades profissionais e competências de cada um destes técnicos. CURSO: A N A T O M I A P A T O L Ó G I C A Título Prof issional: T é c n i c o d e A n a t o m i a P a t o l ó g i c a O Técnico de Anatomia Patológica planeia, avalia e processa amostras de tecidos colhidos no organismo vivo ou morto, para observação macroscópica e microscópica óptica ou electrónica, com vista à realização do diagnóstico anatomopatológico e a exames de citologia exfoliativa e aspirativa. Para desenvolver as actividades referidas, o Técnico de Anatomia Patológica necessita de mobilizar um referencial de competências ao nível dos Saberes, dos Saberes Fazer e dos Saberes Sociais e Relacionais, com especial ênfase para a precisão, que depende da perícia manual e técnica do prof issional. Prevê-se o alargamento do campo de inter venção deste prof issional nas áreas de imunocitoquímica, da genética (fertilização in vitro), da biologia molecular e da histologia. Para além do diagnóstico, da prevenção e da promoção da saúde, o Técnico de Anatomia Patológica pode também exercer a sua actividade no âmbito da investigação, da gestão e do ensino.
CURSO: A U D I O L O G I A Título Prof issional: T é c n i c o d e A u d i o l o g i a O técnico de Audiologia actua nas áreas da prevenção, do diagnóstico, reabilitação, no ensino e investigação. Na área da prevenção planeia e desenvolve acções de sensibilização e rasteio com o objectivo da preservação da audição. Rastreio Industrial, escolar, a grupos de risco, e população em geral. Acções informativas a outros prof issionais e à população em geral. Na área do diagnóstico planif ica, executa e analisa exames complementares de exploração funcional clássica e electrof isiológica, com o objectivo de identif icar, quantif icar e qualif icar anomalias do sistema audio-vestibular e do facial. Na área da reabilitação participa no estabelecimento de programas de (re)abilitação auditiva, integrado em equipes multidisciplinares, cabendo-lhe a selecção da ajuda técnica mais adequada, bem como o planeamento do processo de adaptação e reabilitação com o recurso a ajudas técnicas. Na reabilitação vestibular participa no planeamento e execução de acções que visam a melhoria funcional do sistema do equilíbrio. Ao nível do ensino é responsável pela formação de novos prof issionais e da formação contínua dos prof issionais em exercício. Na investigação, planeia e implementa projectos de investigação com o objectivo de desenvolver novas técnicas ou de aperfeiçoar as já existentes.
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CURSO: G E R O N T O L O G I A Título Prof issional: G e r o n t o l o g i s t a Objectivos: O envelhecimento da população a nível mundial é um facto de conhecimento geral, amplamente debatido. Este facto coloca a necessidade de abordar de forma específ ica e aprofundada os problemas que afectam esta parte, cada vez mais numerosa e sensível, da população, formando prof issionais aptos a participar na def inição de políticas e com conhecimentos e competências para participarem activamente na sua implementação, prestando todos os cuidados imprescindíveis a à população idosa. Esta licenciatura procura oferecer uma formação que abarque de forma multidisciplinar as várias áreas de intervenção em gerontologia, com especial incidência nas Ciências e Tecnologias da Saúde e nas Ciências Sociais. Trata-se de um curso que apresenta flexibilidade curr icular, através da f ixação de um número considerável de opções. Formação/Conteúdos funcionais: O curso tem como objectivo a formação de gerontólogos, prof issionais responsáveis pela prevenção, avaliação, tratamento e estudo científ ico do fenómeno de envelhecimento humano e problemas pessoais e sociais com ele relacionados. Assim, o curso incidirá na formação de prof issionais com as seguintes competências: conhecer os processos normais de envelhecimento detectando atempadamente desvios de carácter patológico; avaliar problemas de envelhecimento, qualidade de vida e bem estar nas populações idosas; saber intervir na comunidade, junto dos idosos e prestadores de cuidados (formais e informais); saber implementar programas de prevenção e promoção dos processos de desenvolvimento no idoso; saber acompanhar e/ou encaminhar os idosos em situações agudas, reabilitação e morte. Saídas Prof issionais: Equipamentos de apoio a idosos (lares de idosos, centros de dia, centros de convívio, equipas de apoio domiciliário); Câmaras Municipais; Centros de Segurança Social; Universidades da Terceira Idade; Centros de Saúde; outras instituições de apoio directo ou indirecto à população idosa.
Edição MEIS STUDIO
CURSO: N E U R O F I S I O L O G I A Título Prof issional: T é c n i c o d e N e u r o f i s i o l o g i a O técnico de neurof isiologia intervém na realização de exames da actividade cerebral (electroencefalograf ia) e exames neuro-musculares (electromiograf ia). Faz par te da equipa multidisciplinar que trabalha em instituições de prestação de cuidados de saúde, tais como hospitais e clínicas pr ivadas. Pode também exercer funções docentes e de investigação em instituições do ensino superior.
CURSO: T E R A P Ê U T I C A O C U P A C I O N A L Título Prof issional: T e r a p e u t a O c u p a c i o n a l O terapeuta ocupacional trabalha em instituições de prestação de cuidados de saúde, públicas e pr ivadas: hospitais, centros de saúde, clínica pr ivada, centros de reabilitação. Pode também desenvolver a sua actividade prof issional em escolas de ensino especial, jardins-de-infância, lares de 3ª idade ou dedicar-se ao ensino e investigação em instituições do ensino superior.
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CURSO: M E D I C I N A N U C L E A R Título Prof issional: T é c n i c o d e M e d i c i n a N u c l e a r O técnico de medicina nuclear participa na realização de exames de diagnóstico, por imagem ou radioimunoensaio, utilizando fármacos marcados com isótopos radioactivos e nas suas aplicações terapêuticas. As suas funções incluem, sem se limitarem: o contacto directo com os doentes; a preparação e administração dos radiofarmacos; a execução de diversas técnicas imagiológicas, com ou sem inclusão de processamento computorizado; a manutenção e a execução de um programa de controlo, de qualidade, laboratorial e instrumental; a preparação e a informação dos doentes e a adopção, a adaptação e o desenvolvimento de normas de protecção e segurança contra radiações. Dada a natureza da actividade, o técnico de medicina nuclear tem o seu papel no planeamento e execução do exame, na manutenção de padrões de qualidade estritas, no contacto humanizado com os utentes, integrado nas equipas que praticam esta actividade. O técnico de medicina nuclear desempenha as suas funções em hospitais e clínicas pr ivadas, podendo também enveredar por uma carreira de investigação e docência em instituições de ensino superior.
CURSO: O R T Ó P T I C A Título Prof issional: O r t o p t i s t a O Ortoptista identif ica, quantif ica e qualif ica as anomalias da visão e da motilidade ocular. Com base no diagnóstico, def ine e aplica programas terapêuticos com vista à reabilitação motora e funcional. Desenvolve acções com o f im de potenciar as capacidades visuais dos def icientes grandes ambliopes, para que seja facilitada a sua reabilitação e inserção social com as inerentes repercussões na qualidade de vida. Realiza exames complementares de exploração funcional anatomof isiológica das estruturas implicadas na visão e intervém na adaptação de lentes de contacto. As actividades prof issionais do Ortoptista caracterizam-se pela for te acção terapêutica, exercida no contacto directo com o doente, o que exige deste prof issional capacidade para interpretar e integrar informações de diversas fontes, através do cruzamento de conhecimentos teóricos de anatomia, f isiologia e patologia e do compor tamento psicossocial com modelos de inter venção terapêuticos. O Or toptista exerce também a sua actividade ao nível do diagnóstico, da prevenção e promoção da saúde, e pode participar na investigação, na gestão e no ensino.
Nunca é tarde demais para ser aquilo que sempre se desejou ser. George Eliot
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CURSO: C A R D I O P N E U M O L O G I A Título Prof issional: T é c n i c o d e C a r d i o p n e u m o l o g i a O Técnico de Cardiopneumologia realiza exames no âmbito da angiologia, cardiologia, cirurgia torácica e pneumologia, programando e aplicando meios de diagnóstico e efectuando a respectiva avaliação com vista ao estudo funcional e capacidade anatomof isiológica do coração, vasos e pulmões. Desenvolve acções terapêuticas no âmbito da tecnologia extracorporal. Para além das duas grandes áreas de intervenção, o diagnóstico e a terapêutica, o Técnico de Cardiopneumologia também pode inter vir nas áreas da prevenção e promoção da saúde, na investigação, na gestão e no ensino. A evolução desta actividade prof issional está subjacente ao desenvolvimento da tecnologia aplicada ao diagnóstico em medicina. No que respeita à organização do trabalho, a tendência é para evoluir da especialização para a multifuncionalidade. Devido à falta de espaço, mas tendo em atenção a importância do conhecimento do variado leque de cursos na área da saúde, deixámos, seguidamente, a indicação sumária de mais alguns. Ei-los:
CURSO: A N Á L I S E S C L Í N I C A S E S A Ú D E P Ú B L I C A Título Prof issional: T é c n i c o d e A n á l i s e s C l í n i c a s e S a ú d e P ú b l i c a CURSO: F A R M Á C I A Título Prof issional: T é c n i c o d e F a r m á c i a CURSO: D I E T É T I C A Título Prof issional: D i e t i s t a CURSO: H I G I E N E O R A L Título Prof issional: H i g i e n i s t a O r a l CURSO: P R Ó T E S E D E N T Á R I A Título Prof issional: P r o t é s i c o D e n t á r i o CURSO: R A D I O T E R A P I A Título Prof issional: T é c n i c o d e R a d i o t e r a p i a CURSO: R A D I O L O G I A Título Prof issional: T é c n i c o R a d i o l o g i s t a CURSO: T E R A P Ê U T I C A D A F A L A Título Prof issional: T e r a p e u t a d a F a l a CURSO: S A Ú D E A M B I E N T A L Título Prof issional: T é c n i c o d e S a ú d e A m b i e n t a l
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FISIOTERAPIA Título Prof issional: F i s i o t e r a p e u t a
aula de fisioterapia (Ginásio de fisioterapia da ESTeSL)
O Fisioterapeuta actua na recuperação, reeducação, reabilitação e prevenção de incapacidades originadas por disfunções físicas, do foro funcional músculo-esquelético, cardiovascular, respiratór io e neurológico, e disfunções psíquicas, com o objectivo de desenvolver a máxima funcionalidade e qualidade de vida das pessoas. No desempenho desta missão, o Fisioterapeuta programa e utiliza técnicas, modalidades educativas e terapêuticas específ icas baseadas no movimento, nas terapias manipulativas e em meios físicos naturais, escolhidas a partir da análise e avaliação do movimento e da postura. Para além do diagnóstico e da terapêutica, este prof issional pode também intervir na nas áreas da prevenção e promoção da saúde, da investigação, da gestão e do ensino. A evolução dos modelos de inter venção do Fisioterapeuta está subjacente ao desenvolvimento da medicina e da aplicação das tecnologias à f isioterapia.
DISCIPLINAS CURRICULARES Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa 1º. ANO 1º. Semestre ANATOMO-FISIOLOGIA I EPIDEMIOLOGIA INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA BIOLOGIA HUMANA FÍSICA APLICADA MÉTODOS DE TRATAMENTO DE DADOS E INFORMAÇÃO I SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL 2º. Semestre ANATOMO-FISIOLOGIA II PATOLOGIA I CUIDADOS DE SAÚDE SOCIOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES BIOQUÍMICA MÉTODOS DE TRATAMENTO DE DADOS E INFORMAÇÃO II ESTUDOS DO MOVIMENTO HUMANO 2º. ANO 1º. Semestre PATOLOGIA II FARMACOLOGIA E TERAPÊUTICA GERAL SOCIOLOGIA DAS PROFISSÕES EDUCAÇÃO E SAÚDE FISIOTERAPIA CARDIORESPIRATÓRIA I FISIOTERAPIA MUSCULO-ESQUELÉTICA I PRÁTICA CLÍNICA I
2º. Semestre PATOLOGIA III PSICOLOGIA SOCIAL ERGONOMIA E PROMOÇÃO DA SAÚDE FISIOTERAPIA NEUROMUSCULAR I FISIOTERAPIA CARDIORESPIRATÓRIA II FISIOTERAPIA MUSCULO-ESQUELÉTICA II PRÁTICA CLÍNICA II
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3º. ANO 1º. Semestre PROJECTO I SEMINÁRIOS FISIOTERAPIA NEUROMUSCULAR II ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE ESTÁGIO DE APRENDIZAGEM I 2º. Semestre PROJECTO II ESTÁGIO DE APRENDIZAGEM II
4º ANO 1º. Semestre FISIOTERAPIA EM CUIDADOS DIFERENCIADOS FISIOTERAPIA EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS INVESTIGAÇÃO APLICADA EM FISIOTERAPIA I FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO SAÚDE COMUNITÁRIA SOCIOLOGIA DA SAÚDE COMPLEMENTOS DE BIOESTATÍSTICA
2º. Semestre FISIOTERAPIA NO DESPORTO FISIOTERAPIA MATERNO INFANTIL FISIOTERAPIA EM CUIDADOS DE SAÚDE CONTINUADOS INVESTIGAÇÃO APLICADA EM FISIOTERAPIA II PSICOFISIOLOGIA PSICOLOGIA DA SAÚDE BIOMECÂNICA
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Finalistas 2004/2005
A
festa grande dos Finalistas da nossa escola aconteceu no passado dia 26 de Novembro. Centenas de jovens viveram naquele dia o sonho da sua longa carreira escolar: vestir a capa, colocar as insígnias, desf ilar até à Sé do Funchal e assistir à cerimónia da Bênção das Capas. Depois, participar no Baile e divertir-se até às tantas da matina também fazia parte do programa. Dia ímpar que, para muitos, assinala o f im de uma caminhada (conclusão do ensino secundário) e que, para outros, prenuncia o início de uma nova etapa académica: o acesso à Universidade. Nas páginas que se seguem os Finalistas de 2004/2005 assumem o protagonismo merecido, destacando uma mensagem da sua madrinha e de uma encarregada de educação.
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M A D R I N H A DE F I N A L I S T A S Parece ontem. Sentada nos bancos da Igreja da Sé, trajada como ditam as tradições, estava eu na missa da Bênção das Capas. Recordações que me trazem saudades... Dos meus tempos de estudante, de juventude. Com um coração cheio de emoções e sentimentos e uma cabeça cheia de sonhos e projectos... Hoje, na mesma Sé, na mesma escola, regresso ao passado, ao mesmo dia; hoje, já não como aluna, mas como professora, numa condição especial, muito especial: como MADRINHA da “minha” escola, dos f inalistas da Francisco Franco! Nem quis acreditar ao receber tal convite num início de carreira. Já? Mas como? Ser madrinha é uma enorme honra e, com muito orgulho, aceitei sê-lo. Foi a escola onde estudei, onde cresci e é a escola onde inicio a minha carreira de docente; é a escola que, após alguns anos, me voltou a acolher de braços abertos; a escola que me deu tantas alegrias, amigos; a escola onde passei várias fases da minha vida e hoje felizmente continuo a frequentá-la. É a escola da minha vida, por isso não poderia recusar o convite. Assim, cá estou nesta igreja cheia de af ilhados que se preparam para a vida! Agora ao saírem por essa porta terminam uma etapa da vida e preparam-se para iniciar outra. Opções têm de ser feitas, sonhos têm de ser seguidos. Por isso, meus af ilhados, corram atrás dos vossos sonhos, dos vossos desejos, lutem por aquilo que querem e façam tudo para ultrapassar os obstáculos que a vida vos irá colocar pela frente. Nunca desistam, mesmo que vos pareça difícil. Acreditem que o amanhã será sempre melhor. Mais cedo ou mais tarde irão encontrar o vosso rumo. Lutem, acima de tudo, pelo pr incipal, pela vossa felicidade, não pela felicidade que os outros pensam que é a melhor para vocês, mas por aquela que vocês sabem que é a vossa. A felicidade é uma conquista, por isso sigam em frente e lutem. Apanhem o comboio da vida, nunca deixem de fazer aquilo que querem, nunca percam oportunidades. O tempo não pára e a vida não espera. Acreditem sempre em vocês. Nunca se deixem ir abaixo por nada. Cabeça erguida e enfrentem tudo. Vocês são a vossa própria felicidade! Acreditem, porque o são!!!!!
Alexandra Fonseca
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Finalmente chegou o 12º ano! Fernanda Gravito Pereira Encarregada de Educação
M
eu Deus, já chegou o 12º ano! É assim uma miscelânea de sentimentos quando aqui chegamos, para eles e para nós, os pais destes seres em mudança. Sinto que o 12º ano funciona como um ritual de passagem para a vida adulta como existia noutras sociedades, com as devidas proporções, é claro. Quando aqui chegam, começam a pensar nas possíveis alterações das suas vidas, pois sabem que o grupo, que muitas vezes se mantém junto ou em contacto desde o 1º ano, possivelmente irá separar-se. Para alguns será o f im da vida escolar e a entrada no mundo do trabalho com a preocupação do sustento, ou seja, o mundo dos cotas. Para os outros que seguem para o ensino superior, há grande hipótese de irem cada um para seu lado, pois, como pessoas individuais que são, têm sonhos diferentes e seguem prof issões distintas e, por tudo isto, este é o momento que, embora os entusiasme pela novidade também os assusta pelo desconhecimento do que os espera, tanto a uns como a outros e por consequência também a nós. A Bênção das Capas, para mim, assinala a primeira etapa desta mudança, como se quisessem, com todos os festejos que acompanham este dia, despedirem-se em grande, do que foi a vida deles até agora. E nós, os pais, f icamos um pouco no papel de espectadores, de f inanciadores e, porque não dizê-lo, os que se preocupam com os excessos que por vezes acontecem, rezando para que não seja o nosso a fazê-lo. Mas a preparação para essa festa, começa muitos dias antes, com a escolha dos fatos, dos penteados, dos amigos para acompanhar e com a perspectiva da festa à noite, que para alguns (cada vez menos) será a primeira saída para a "night ". E nesta festa todos querem ser especiais dentro da normalidade permitida. É o querer ser únicos na imensa massa negra de jovens efervescentes. E nós, os pais, queremos fazer com que tudo corra bem, alguns, sabe-se-lá com que sacrifícios f inanceiros o fazem, pois não querem que nesse dia o seu menino ou menina (não o são sempre para nós?) não se sintam mal ou envergonhados perante os seus colegas. O pior de tudo, porém, é quando nem eles sabem muito bem o que querem e f icam "stressados," como eles dizem, embora em abono da verdade se deva dizer que, quando acaba, quem está "stressados" somos nós Mas, enf im, se Deus quiser, tudo irá correr bem e todos f icarão felizes. E f inalmente chegou o 12º ano e as Capas. Meu Deus, já estão no 12º ano!
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Ser Finalista é... A
pesar das despesas que nos traz, ser Finalista acontece apenas uma vez na vida. Assinala a conclusão do ensino secundário. Feita a capa, a vida muda, pois passamos a ser mais "maduros" na forma de pensar e de agir. Passamos até a ser mais autónomos.” Carlos Miguel
É
um alívio saber que sou Finalista, porque já acabei a etapa secundária com muito esforço e dedicação. Bem, agora tenho de superar outra etapa mais difícil que esta, mas vou trabalhar muito para isso. Da Costa Victor
É
uma exper iência única ser Finalista. É a chegada ao topo, após uma longa, cansativa e, por vezes, difícil caminhada. Tem, contudo, um lado triste, pois signif ica que, em breve, muita da convivência escolar com os colegas vai terminar. Carlos Nóbrega
S
entir-se Finalista é algo confuso, pois não sabemos bem como chegamos e para onde vamos. Parece que foi ontem, estava eu a aprender as vogais, as consoantes, a br incar no recreio, hoje aprendo Cesário Verde e equações mais complicadas que Os Lusíadas.
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SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO ASSISTE À BÊNÇÃO DAS CAPAS A cerimónia da Bênção das Capas dos Finalistas da nossa escola, que decorreu na centenária Sé do Funchal, contou este ano com a presença do Senhor Secretário Regional da Educação, Dr. Francisco Fernandes. A atitude do Governante em marcar presença num acto tão signif icativo para os nossos alunos Finalistas não passou despercebida a ninguém, até porque foi a primeira vez nos últimos anos que um titular da pasta da Educação madeirense partilhou, presencialmente, da alegria de centenas de jovens estudantes da Francisco Franco num momento tão marcante das suas vidas. A sua presença e a sua palavra, durante a cerimónia, signif icam não só reconhecimento e valorização desta tradição genuinamente madeirense, como também são um estímulo e um incentivo para quem, ao longo de 12 anos de estudo, alcança, f inalmente uma das metas da vida: concluir o ensino secundário.
O Secretário Regional da Educação no uso da palavra na Sé Catedral, acompanhado da Directora Executiva da Francisco Franco, da Madrinha e da Comissão de Finalistas
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S
er Finalista é como alcançar um sonho de muitos anos, mas não um sonho completo. É sentir-se capaz de realizar outros desejos e chegar a outros patamares. Ser e sentir-se Finalista é bom porque transmite a vitória de uma luta permanente. Adriana Azevedo
S
er Finalista é ser o orgulho dos nossos pais. É uma sensação única que nos coloca num patamar próximo do sucesso. Sinto, porém, alguma tristeza por deixar uma escola que me acolheu tão bem. Gustavo
Q
uando eu era pequena, sonhava sempre ser Finalista e vestir aquele fato tradicional!... Depois de passar o ensino preparatório, o 10º e 11º ano, cheguei ao 12º com muita persistência e trabalho. Agora vivo a felicidade de ser Finalista. Cláudia Castro
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DEE FIINNAALLIISSTTAASS... AA CAALLOOIIRROOSS Para não perder o rasto dos estudantes da Francisco Franco, que ingressaram no ensino superior, a l e i a S F F foi ao encontro de dois deles: Peter e Carla. Estes “caloiros” entraram no curso de Design na Universidade da Madeira (UMa) na primeira opção. Fala-se nos dias de hoje sobre os excessos verif icados nas praxes. Sobre o assunto, o Peter achou este ambiente de praxe académica completamente diferente da ideia intimidatór ia que existe. Para ele foi mesmo bom o convívio. No entanto há sempre algumas praxes de que não se gosta, como foi o caso de uma valsa que teve de dançar e que considerou ridícula. Uma das grandes diferenças que Carla e Peter notaram a nível de ensino é o método seguido pelos professores. Estes alunos universitários consideram mesmo que “os professores na Francisco Franco são melhores, porque explicam melhor a matéria e interessam-se. Aqui as aulas são chatas, 5 horas seguidas, só de conversa, e é preciso tirar sempre apontamentos à pressa, porque também não há manuais, só há fotocópias.” Peter e Carla sublinham ainda as boas condições que a UMa tem para oferecer aos seus estudantes, nomeadamente uma biblioteca com condições óptimas. E após esta breve conversa, lá voltaram os caloiros para a praxe com os “doutores”.
As coisas, por si sós, não são interessantes, mas tornam-se interessantes apenas se nos interessamos por elas Ceccato , S.
A educação visa melhorar a natureza do homem o que nem sempre é aceite pelo interessado. Carlos Drummond
Todo o homem recebe duas espécies de educação: a que lhe é dada pelos outros, e, muito mais importante, a que ele dá a si mesmo. Edward Gibbon
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As Missas do Parto Padre Rafael Andrade Pároco de Santa Maria Maior
A
celebração das Missas do Parto é uma tradição tipicamente madeirenses, que acontece um pouco por toda a ilha, sempre que o Natal se aproxima.O Padre Rafael Andrade, Pároco de Santa Maria Maior, explica-nos a origem desta tradição e fala-nos da forma como é vivida na sua igreja.
São nove as missas do parto, com início a 16 de Dezembro e encerramento na véspera do Natal, correspondendo às novenas do Menino Jesus, celebradas noutras partes do mundo cristão. Nalgumas paróquias, em razão do elevado número de promessas ou devotos, sobretudo emigrantes, este número pode var iar signif icativamente, antecipando-se ou prolongando-se, tendo como referência o Natal. De modo geral, celebram-se muito cedo. Na minha igreja do Socorro ou Santa Maria Maior, têm lugar às 6 horas da manhã. Recordo-me, todavia, da minha infância e juventude, quando inúmeras pessoas acordavam bem cedo para se dir igirem à igreja, onde a liturgia preparatória do Natal se iniciava às 4 ou 5 horas da manhã. As missas do par to bem depressa e desde tempos recuados passaram a envolver a Mãe de Jesus, da qual nasceu o Salvador do Mundo, e a constituir parte importante do património religioso e cultural da Madeira e seu povo.
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Tanto assim é que não é nada fácil traduzir-se esta expressão para uma língua estrangeira, tornando-se incompreensível e estranho para os não madeirenses ou pouco conhecedores das nossas tradições. Esta devoção não apareceu por acaso. Vai buscar a origem nas práticas cristãs dos pr imeiros povoadores e colonizadores or iundos do Minho e das Beiras, havendo profundas semelhanças entre os cânticos antigos entoados na Madeira e Norte de Portugal. Muitos versos das missas do parto teriam sido escritos por sacerdotes ou pessoas de grandes conhecimentos bíblicos e teológicos. Quase todos exaltam a beleza física (retrato de Nossa Senhora) e espiritual da Mãe de Deus: Imaculada, Salvé Rainha, Bendita e Louvada seja a Conceição de Mar ia, cer tamente inf luenciados pela proclamação dogmática da Imaculada Conceição a 8 de Dezembro de 1854, pelo Papa Pio IX, há precisamente 150 anos. São muitos os hinos que exaltam este privilégio e verdade teológica: "Virgem do Parto, Senhora da Conceição", "Todos os ecos do mundo a tua glória apregoam", "Avé Maria, Dizei à Senhora", "Conceição de Maria", etc. Por outro lado não devemos ignorar a influência anglo-saxónica em vários hinos natalícios como: "Erguei-vos pastores", "Ah, vinde todos à porf ia", "Brilhou na noite escura", que ainda hoje se cantam em países, sobretudo, germânicos. Foram trazidos pelos emigrantes que, eventualmente, se radicaram na Madeira. Outro pormenor signif icativo são as manifestações de alegria popular e espontânea, no exterior dos templos, na ida e vinda da igreja, tanto antes como depois das missas do parto, com o toque das campainhas, cornetas, búzios, etc. A alegria do Natal é de tal forma intensa e contagiante que transborda para o exterior. E, se é verdade que as nossas igrejas se apresentam cada vez mais vazias e que os cristãos autênticos são uma multidão quase anónima, "fermento que leveda a massa", também é verdade que as missas do parto atraem multidões, incluindo muitos jovens. Fenómeno de difícil explicação. Inúmeros e diversos são os cânticos entoados nas Missas do Parto. Eis a letra de um dos mais populares, “Virgem do Parto”: Virgem do Parto, Que nesse altar estais; Atendei-nos carinhosa, Os filhos que tanto amais. coro Virgem do Parto, ó Maria, Senhora da Conceição; Dai-nos as festas felizes, A paz e a salvaçlão. Louvada sejais Senhora, E a vossa Conceição; Vós sois a Mãe protectora, Da portuguesa Nação.
Rainha, Mãe amorosa, Que no vosso altar estais; Atendendo carinhosa, Os filhos que tanto amais.
Meiga estrela das alturas, Pura Virgem sem labéu; Sê guarida nas desventuras, Conduz-nos todos ao Céu.
O teu ventre, ó Virgem pura, É custódia salutar; Onde um céu todo ventura, Se fez luz a iluminar.
No céu cantam teus louvores, Anjos puros de luar; Cá na terra os teus cantores, Alegres te vêm saudar.
É de esplendor infinito, Esse verbo divinal; Fruto do ventre bendito, Do teu jardim sem igual.
Virgem do Parto, ó Maria, Senhora da Conceição; Dai-nos as festas felizes, A paz e a salvação.
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O Nascimento do Menino
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altasar Dias, o pr imeiro madeirense com nome inscr ito na Literatura Portuguesa, descreveu, há quinhentos anos, a vinda ao mundo do Menino Jesus de um modo tão poeticamente belo que ainda hoje é difícil encontrar algo parecido com o que surge na sua obra Auto do Nascimento. É do coração de Maria que saem com profundo sentimento as primeiras palavras, quando estava prestes a dar à luz: “Ó divino resplandor, prazer dos anjos jocundo, porque causa, Redentor, quereis nascer neste mundo, miserável pecador? Ó meu f ilho e meu amor carne de minhas entranhas para que vos quereis pôr entre alimárias estranhas, sendo da glória, senhor?”
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Após o primeiro choro do Menino, surge um longo e sentido hino poético, todo ele prenhe de profunda gratidão. Eis as palavras de Maria:
A
doro-te Rei divino homem todo inteiro adoro-te, manso cordeiro, adoro-te Rei benigno, filho de Deus verdadeiro. Adoro-te tua imagem, filho do eterno Deus, adoro-te divindade adoro-te humanidade, adoro-te Rei dos céus. Ó claridade do dia, ó Messias, rei celeste, meu filho, minha alegria, quão pobremente nasceste nesta pobre estrebaria Não tendes tapeçaria, não quereis panos de rei, ó filho que vos farei minha doce companhia com que vos envolverei? Não choreis, meu filho, não, que me dais pena crescida, pois sois remédio e guarda da humana geração, que sem vós era perdida. De grandeza mui subida ó divino poderio, ó carne branca e cândida, ó vida de minha vida que estais tremendo de frio. Sacro verbo divinal, como vos fazeis pequeno pela linhagem humanal
Deus e
jazeis em cima do feno em presépio de animal. Rei dos reis, o maioral, Senhor da eterna morada, tomastes pobre pousada sendo Rei celestial da glória santificada. Oh! donde mereci, Senhor que o filho de Deus padre de glória superior nascesse de pobre madre sem lhe dar nenhuma dor? Ó meu Deus e Salvador, de frio estais rubicundo quisestes nascer no mundo por salvar o pecador do triste centro profundo. Ó carne mui preciosa, ó meu filho e meu bem, vós nascestes em Belém desta pobre madre vossa que nehua cousa tem. Riqueza não vos convém nem quereis cousa mimosa: nascestes de mi, também para me fazer mais ditosa do que nunca foi ninguém. Adoro-te Deus sempiterno cumprido em toda a grandeza, pois nasceste com pobreza em esta noite de inverno, perdoa nossa fraqueza.” Baltasar Dias in Auto do Nascimento
Sabe-se muito pouco sobre a vida de Baltazar Dias. O "poeta cego da Madeira", como é conhecido, terá nascido, segundo uns, no Porto Santo e segundo outros em Santana ou no Porto da Cruz. A mais concreta referência deste poeta dramaturgo é o alvará régio de D. João III de 29 de Fevereiro de 1537 que lhe concede o privilégio para a publicação das suas obras. Auto da Malícia das Mulheres, Conselhos para Bem Casar, Auto de Santo Aleixo; História da Imperatriz Porcina, Auto do Nascimento de Cristo, Auto de Santa Catarina, Auto da Paixão de Cristo são algumas das obras deste dramaturgo madeirense. O Teatro Municipal Baltazar Dias no Funchal perpetua-lhe ainda hoje a sua grandeza tão esquecida.
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Natal, e não Dezembro
E
ntremos, apressados, friorentos, numa gruta, no bojo de um navio, num presépio, num prédio, num presídio, no prédio que amanhã for demolido... Entremos, inseguros, mas entremos. Entremos, e depressa, em qualquer sítio, porque esta noite chama-se Dezembro, porque sofremos, porque temos frio. Entremos, dois a dois: somos duzentos, duzentos mil, doze milhões de nada. Procuremos o rastro de uma casa, a cave, a gruta, o sulco de uma nave... Entremos, despojados, mas entremos. Das mãos dadas talvez o fogo nasça, talvez seja Natal e não Dezembro, talvez universal a consoada.
David Mourão-Ferreira
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Leitura
Novembro/Dezembro 2004
O Natal na voz dos Poetas Madeirenses C
om a aproximação da quadra natalícia, a Leia SFF, neste número, deixa-lhe como sugestão de leitura uma antologia que nos fala do Natal na perspectiva de poetas madeirenses. O Natal na Voz dos Poetas Madeirenses é o título da pequena colectânea que contém uma série de poemas alusivos à “Festa”. Nela aparecem “versos de uma sofrida intencionalidade, descrevendo o tema com deslumbramento, mas também com uma não disfarçada preocupação social”, segundo José António Gonçalves, responsável pela compilação. Desde Baltasar Dias, do século XVI, até alguns poetas contemporâneos, n’O Natal na Voz dos Poetas Madeirenses perpassa toda uma nostalgia mágica que torna o 25 de Dezembro uma ocasião única e inolvidável. E esta é, pois, a altura ideal para, através da poesia e da imorredoura sensibilidade que as palavras guardam, recordarmos o Natal que o coração dos poetas mantém imaculado, não obstante a fluidez temporal da vida.
A f é sobe pelas escadas q ue o amor cons tr uiu e olha pelas janelas q ue a esper ança abr iu. Char les Spurg Spurg eon
Quando não conseguimos encontr ar tr anq uilidade dentr o de nós mesmos, de nada ser v e pr ocur á-la noutr o lug ar. A utor utor desconhecido
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Poesia
Mundo de f ant asia Rafaela Sousa 12º 9
T
enho em mim esta febre, Imagens de um recanto ou de uma luz. No mundo do meu sonho Há um silêncio que seduz E uma esperança fugidia… Que para lá da órbita, passageira desta vida, Perdura uma doce fantasia, Eterna e inf inita, Feita de pedaços ilimitados de paraísos… Mundo imortal, ilustre e glorioso, Criado, arquitectado e edif icado, Especialmente para ti e para mim! Cosmo de fantasia Onde o sonho, Falso ou verdadeiro, Ganha valor. É importante este amor Que enche o mundo por inteiro. O valor da fantasia É dado pelo pensamento, Seja para nossa alegria Ou para nosso sofrimento. Se esse sonho é nosso encanto, Carinho, amor e alegria Que importa, portanto, Que seja só fantasia?! O sonho é mistério que guia, É certeza de que nos horizontes Do pensado, do vivido e do sonhado Existe muito mais. A imaginação, suprema dádiva divina, Torna o mundo mais aprazível, Menos cruel, incerto e atroz. Seres de esperança, Nós acreditamos na bondade humana. Só tu, céptico, vês no sonho Leve aragem, supérflua e enfadonha, Triste vergonha e tempo perdido. Ó triste, oco por dentro, É urgente sonhar, amar e viver a esperança. É urgente!!! Sem estes pilares, Morres na triste certeza De que a tua vida foi uma morte.
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Um ilhéu em Coimbra Joel Castro e Abreu Serrão Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra
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uitos estudantes do ensino secundário abarcam o sonho de poder fazer um curso do ensino superior, e a época dos exames nacionais poder-se-á considerar a "hora da verdade" para os propósitos de todo e qualquer estudante. Pois assim também se passa nas ávidas mentes da maioria estudantil madeirense e açoriana, que, conscientes da sua insularidade e situação geoestratégica, logo se apercebem da singular oportunidade que essa realidade constitui. Ao tomar conhecimento do ingresso no ensino superior, toda uma "nova vida" se perf ila, diante do estudante ilhéu. A partir desse instante, todo o horizonte, todo o ideário se enche de probabilidades, de possibilidades de ser, de existir.
Jovens estudantes a caminho de Coimbra?
"O sonho comanda a vida", pelo que a deslocalização "imposta" ao estudante ilhéu é caracterizada, numa primeira fase, pela "violência" da indispensável e necessária adaptação a uma nova realidade socioeconómica e, sobretudo, cultural. Numa segunda fase, assiste-se a uma consolidação e cimentação de referentes sociais e culturais, de importância vital para o equilíbrio psicológico de todo o estudante, face às pressões e exigências própr ias da macro-estrutura qué é o meio universitár io. Numa fase poster ior, há que realçar as contrapar tidas advindas desta deslocalização, uma renovada lucidez, e, como madeirense que sou, uma nova consciencialização e assimilação de um "novo Portugal", no seu melhor e pior. A observação e constatação das diferenças socioeconómicas, geopolíticas e culturais de um heterogéneo e anacrónico Portugal, resultantes da minha experiência imediata, e seguramente de todo o ilhéu atento e perspicaz, prenunciam um efeito. Um efeito de emancipação forçada, subsidiário de um processo de aculturação, relativamente moroso e complexo, caracterizado pela tensão emanada de dois vectores de actuação na vida do dia-a-dia, que se pretendem objectivados em consciência. Um vector que engloba todo o forcing do social, como elemento actuante do todo sobre a parte; e um outro caracterizado pela "pessoa", pelo seu ímpeto, pela sua existência, pelo seu pensar, pelo seu "ser". Quão ínvios são os caminhos susceptíveis de provocar a fractura.
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Universidade de Coimbra
Coimbra, intrinsecamente animada e caracterizada pelo elemento aglutinador da sua história: o Estudante Universitário Conimbricense, cuja história de quase cinco séculos (1537 - data da f ixação def initiva da Universidade de Coimbra por D. João III ) não fez precludir várias instituições e institutos ainda vigentes da praxis académica, modernamente deturpada na sua signif icação originária e cooptada pelas várias universidades em 1772 (data da reforma pombalina dos estatutos da universidade) a praxis era, na acepção literal da palavra, o referente de toda a actividade diária do estudante, do lente (actual professor doutor), do repetidor (actual professor assistente), do polícia universitário (actual Archeiro) e restante corpo de funcionários, não obstante, a Universidade de então ser caracterizada pelos reduzidos meios, pelo exíguo corpo de estudantes e professores e por uma organização bem diferente da modernamente concebida (por faculdades e departamentos). A praxis objectivava-se no regular funcionamento do dia-a-dia da Universidade, detendo o troar dos sinos da "Cabra" um papel fundamental, já que determinava o início e termo das aulas, o recolher obrigatório dos estudantes, no qual a polícia universitária era competente no patrulhamento da alta e baixa cidade (o acesso a esta era vedado ao estudante), a f im de assegurar que todo o estudante regressara aos seus aposentos para estudar o que se havia tratado nas diversas cátedras e catedrilhas (actuais cadeiras). Todavia, inúmeros aspectos da praxis de outrora perduraram no tempo e são observáveis na solenidade das cerimónias de atribuição do grau de Doutor, na solenidade da cerimónia de abertura do ano lectivo, no início (princípio de Outubro) e termo (f im de Julho) do ano lectivo, na duração das aulas (de uma hora cada). Na Igreja de Santa Cruz, Panteão Nacional do fundador do Reino, D. Afonso e também de D. Sancho I, no convento e Igreja de Santa Clara onde repousa a Rainha Santa Isabel, Coimbra transporta-nos docilmente no desf iar da História de Portugal, donde brota inexoravelmente um sujeito activo, o Estudante Universitário Conimbricense, na construção de Coimbra Cidade, do movimento associativo estudantil, na "luta contra a tolice" nem que para isso "tenhamos que farpear até à morte", assim declararam Eça de Queiroz e Antero de Quental, aquando da "Questão Coimbrã”. Já no século seguinte, Coimbra vê crescer a marcante f igura portuguesa do século XX, o eminente académico António de Oliveira Salazar, bem como outros vultos incontornáveis da nossa História como Zeca Afonso, Carlos Paredes, juristas como Ferrer Correia, Rui de Alarcão, o civilista Antunes Varela, o constitucionalista Comes Canotilho, o penalista Figueiredo Dias, e, em particular, o presidente da nossa Região, Alberto João Jardim Coimbra, cidade museu, cidade de paixão, de vícios, de "choque e pavor". Cidade de estudantes, caracterizada pelo seu misticismo, pelo seu património, cultura e, sobretudo, pela sua capacidade de sedução. Vicia qualquer um, nomeadamente todo o ilhéu.
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Francisco Franco vence no Futsal
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equipa feminina de juniores/seniores da Francisco Franco venceu a pr imeira concentração regional de FUTSAL, disputada no passado mês de Novembro, averbando três vitórias em outros tantos jogos. O professor Hugo Ferreira é o responsável por esta equipa.
E.S. Francisco Franco
4
S. Roque
0
Machico
6
APEL
0
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E.S. Francisco Franco
Machico
2
}
E.S. FRANCISCO FRANCO
0
De igual forma, a equipa de juniores/seniores masculinos de FUTSAL da Francisco Franco saiu vencedora da pr imeira concentração regional da modalidade. Em três partidas, os nossos representantes conseguiram três vitórias. Joaquim Pereira, docente de Educação Física da nossa escola, or ienta as formações de juvenis, juniores e seniores masculinos.
E.S. Francisco Franco
7
Apel
0
Escola do Carmo
3
Machico B
1
S. Roque
2
A.A. Silva
7
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E.S. Francisco Franco
Escola do Carmo
4
}
E.S. Francisco Franco
2
0
E.S. FRANCISCO FRANCO
Machico A
0
Jaime Moniz
1
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A.A. Silva
Jaime Moniz
2
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A.A. Silva
1
1
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Prova de fogo na Ré - FF
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o dia 24 de Novembro, pelas 18:00, teve lugar na Sala de Sessões a famosa prova de fogo da Ré - FF (Rádio Escola Francisco Franco). Havia muita ansiedade e muito nervosismo na pele de todos os presentes, tirando o nosso querido júri, composto por alguns professores da nossa escola, nomeadamente a professora Daniela, o professor Már io André e a coordenadora do Núcleo, a professora Fátima Diogo. O objectivo desta prova foi pôr os alunos a realizar um pequeno programa de 5 minutos de tema livre, no qual tinham que mostrar imaginação e capacidade de improviso. Apesar de todo o ner vosismo, os par ticipantes mostraram bastante interesse e criatividade e aprenderam que a rádio não é só música; rádio também é comunicação. E para quem está interessado em participar no Núcleo de Rádio, aqui f ica o convite e o desaf io para par ticiparem numa prova de fogo.
O homem é um ser que se criou a si próprio ao criar uma linguagem. Pela palavra, o homem é uma metáfora de si próprio. Octavio Paz
O que é persuasivo é o carácter de quem fala e não a sua linguagem. Menandro
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Olimpíadas de Matemática na Francisco Franco Dra. Ana Paula Jardim Responsável pelas Olimpíadas na ESFF
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ealizou-se no passado dia dez de Novembro a pr imeira fase das Olimpíadas Por tuguesas de Matemática. Este evento realiza-se anualmente e é da responsabilidade da Sociedade Portuguesa de Matemática - SPM. Os problemas propostos neste concurso fazem, sobretudo, apelo à qualidade de raciocínio, à criatividade e à imaginação dos estudantes. Nesta primeira eliminatória participaram seis alunos do 12º ano, treze do 11º ano e vinte e um do 10º ano, num total de quarenta alunos. Na segunda eliminatória, que decorrerá no dia 12 de Janeiro, participarão alunos de outras escolas da Região. A Final Nacional, que contará com a presença de 60 participantes, de várias escolas do país, decorrerá no mês de Março e será realizada na nossa escola. Serão seleccionados dez medalhados que formarão duas equipas que representarão o nosso País nas Olimpíadas Internacionais em Cancun-México e nas Olimpíadas IberoAmericanas na Colômbia. Já está a ser elaborado um programa de actividades de modo a podermos mostrar a hospitalidade da nossa escola e um pouco da beleza natural da Ilha. Para mais informações sobre as Olimpíadas pode consultar o site da SPM: http//www.spm.pt
Os Números constituem a única linguagem universal. West
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Clube de Ecologia Barbusano Do P oço da N e v e à Bar r eir a
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Ponto de Partida: Poço da Neve
Sorveira ( Sorbus maderensis) com cachos de frutos vermelhos
Local de baptismo dos novos sócios
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uito perto do pico do Arieiro, na cabeceira da Ribeira de Santa Luzia, no sector norte do Parque Ecológico do Funchal, aos 1650 metros de altitude, f ica o Poço da Neve. Construído de rochas basálticas com a forma de um “igloo”, contém um reservatório cilíndrico escavado no solo com 8 metros de profundidade e 6,3 de diâmetro. Serviu, desde 1813, à semelhança de outros de muitas regiões mediterrânicas, para guardar neve e granizo, que, nos Invernos mais rigorosos, se formavam, como hoje, nos pontos mais altos da cordilheira central da ilha. O gelo guardado durante alguns meses era transportado às costas, em sacos de couro, envolvidos em palha, até à cidade, para abastecer um mercado restr ito de fabricantes de sorvetes, hotéis e hospitais. O nosso trajecto, com cerca de 8 Km, começa na vereda junto ao Poço da Neve, cortando depois, para oeste, a vertente direita da ribeira de Santa Luzia até atingir a base sul do pico Escalvado. Aqui, na cabeceira do vale da ribeira Grande nasce a Levada da Negra ou do Terreiro Freixo. A Ribeira Grande constitui a cabeceira da ribeira que mais para jusante recebe sucessivamente o nome de Ribeira de Santo António, de São João e, já na sua foz, Ribeira de São Lázaro. Nos inícios da Levada da Negra, a paisagem apresenta uma nudez, onde vários canais rasgam as vertentes, conduzindo as águas para o canal pr incipal. Os blocos de pedra aborregados encontram-se esparsos ou em escombreiras, vítimas da acção do gelo ou das águas de escorrência. Ao passarmos pelo Terreiro Freixo, recuamos na história, ao observar uma série de currais de pedra circulares que serviram durante muito tempo ao ritual das tosquias. A vereda acompanha a levada que aos poucos vai descendo a vertente esquerda da Ribeira Grande. Neste trajecto, é possível verif icar a chegada do “progresso” recente e desenfreado que está a esventrar o leito da ribeira, triturando os seus calhaus e conduzindo à instabilidade as suas vertentes, que, com a chegada das chuvas fortes, colocará em perigo as populações que ocupam, a jusante, o vale da r ibeira. Na margem direita, constituindo manchas, os castanheiros aguardam assustados a chegada das “trituradoras”. Já aos 900 metros de altitude, a vereda acompanha a levada para oeste atravessando um bosque de eucaliptos e, ao passar por uma divisória de água, deixa um braço, que abastece o sítio do Curral Velho. Logo a seguir, chega à Barreira. Aqui, a vista soberba sobre o Funchal, desde a Boa Nova, a oriente, até ao Cabo Girão, a ocidente, compensa a descida íngreme que nos leva até ao autocarro.
Novembro/Dezembro 2004
Da Bica da Cana à Encumeada
...percorremos trilhos, passamos obstáculos...
..e atravessamos as entranhas da Terra...
Num dia enublado e cinzento, sentindo o gotejar na face do toque da neblina...
...porém a natureza travou-nos!!! (quebrada/desabamento)
N
a parte Ocidental do Maciço Central Montanhoso, a Oeste dos vales de S. Vicente e da Ribeira Brava, localiza-se o maior planalto da Madeira, o Paúl da Serra. Com uma área aproximada de 20Km 2 , estende-se entre os 1400 e os 1500 metros de altitude e constitui um grande reservatório de água, oriunda da elevada precipitação anual ocorrente nesta área. Abastece continuamente inúmeras nascentes, ribeiras e levadas que dali partem. O nosso percurso, iniciou-se junto à Casa de Abrigo da Bica da Cana. Em direcção ao Sul, encontramos o início da Levada da Bica da Cana. Acompanhando esta levada para Oeste, contornamos, aos 1300 metros de altitude, a bacia de recepção da Ribeira da Ponta do Sol e desfrutamos de magníf icas vistas sobre a vertente sul da Ilha. Ao f im de 3 Km, encontramos um caminho recentemente aberto, pelo qual descemos, abandonando a levada da Bica da Cana. Esta, logo de seguida, dá origem à Levada do Paul, que reforça o caudal da câmara de carga da central hidroeléctrica da Calheta. Descendo em direcção ao leito da Ribeira da Ponta do Sol, a pouco mais de 1000 metros de altitude, encontramos uma galer ia recentemente aberta sob o planalto do Paúl da Serra, a qual alimenta a Levada das Rabaças. E qual o nosso espanto quando nos deparamos com uma quebrada que levou parte da levada, impedindo-nos de prosseguir o caminho planeado. Seguimos então por um caminho alternativo em direcção à Ponta do Sol, caminho este de vertente bastante acentuada, obrigando o grupo a fazer umas paragens “extra”.
Blocos rochosos desagregados prismaticamente
Próxima Saída de Campo
Descida íngreme do caminho alternativo
22 de Janeiro de 2005 Poiso — Chão das Feiteiras — Levada da Serra do Faial — Lamaceiros — Folhadal — Serrado — Porto da Cruz
Inscrições no Clube de Ecologia Barbusano
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Projecto FraNET Dra. Maria Luísa Chaves Dra. Sara Boto Jardim
A nossa escola oferece a partir deste ano lectivo um novo espaço:
FraNET = Français + Internet Como o próprio nome indica, o projecto FraNET interliga a língua francesa e o mundo das novas tecnologias. Este Projecto pretende ir ao encontro quer dos interesses quer das necessidades educativas dos alunos, propondo actividades diversificadas: a correspondência via NET com jovens francófonos; a realização de exercícios e tarefas para consolidação de conhecimentos, através das novas tecnologias; a criação e actualização da página dedicada a este projecto; ...
.. ..
Ao aderir a este projecto, o aluno de Francês participará num espaço de comunicação, de actualização de conhecimentos, de diversão e de partilha. Se queres saber um pouco mais sobre o FraNET, procura-nos na sala 405 na Biblioteca ou inscreve-te junto do teu professor de Francês. Aceita este desafio e faz do FraNET o teu espaço! Esperamos por ti! (esff-franet@caramail.com)
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Novembro/Dezembro 2004
Hallowe'en Dr.as Anabela Pereira e Nadina Fernandes Coordenadoras do Clube de Inglês
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ois é, caros colegas, mal se dá o início de mais um ano lectivo e já nós temos que pôr toda a nossa imaginação a funcionar de modo a não deixar passar despercebidas algumas épocas festivas. Foi exactamente isso que aconteceu no f inal do mês de Outubro com a exposição alusiva ao Hallowe'en. A entrada para o primeiro piso voltou a vestir-se de negro e laranja, as cores tradicionalmente ligadas a esta data. Desde as bruxinhas aos gatos pretos, passando pelas múmias e casas assombradas, quem por ali passou aproveitou para desfrutar de alguns momentos verdadeiramente "fantasmagóricos". Esta foi a primeira das várias exposições que nós, no Clube de Inglês, temos já agendadas para este ano. Esperamos que, como habitualmente, toda a comunidade escolar tire um bocadinho do seu tempo para apreciar o nosso trabalho. Agora, bem ... Agora temos que arregaçar as mangas e apelar à nossa criatividade pois o Natal já aí espreita!!!
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The Stranger from India Joana Catarina Jesus 11º 1 -Can’t you see? It’s written in the skies !Chloe grinned. Sometimes Nick could really make her go mad. He was just this careless over-relaxed guy to whom nothing really mattered, even if it was an ugly argument with his girlfriend, his sweetie pie, as he liked to call her. Chloe felt frustrated. She loved Nick and he was an amazing guy, the one she’d want to marry, but sometimes she just felt so insecure. The way he never seemed to listen when she told him about problems at home or her latest achievement at Le François Mediterranean Hospital, where she worked as a doctor. But again, she knew this f ight would end like many others. He would agree with everything she’d madly scream at him and then he would hug her. And there was his smile. No one could resist his smile. It was amazing how he could light up a room just by smiling. His charm, his natural empathy with people. It was all there, in the way he smiled. It would even melt her mother’s heart and she’d always been against this relationship. And af ter three years, she couldn’t yet tell what it was about his smile that would make everything seem so right and true. Even in the middle of an argument, when he was trying to convince her that f ighting was pointless, they were meant to be, it was written in the skies. - I don’t care where it’s written! Don’t you think you can fool me again with that smile! No, no, no! – But it was just too hard to resist. -I love you. – Nick whispered. He slowly put his arms around her waist and pushed her towards him. She was warm, despite the negative temperatures on the outside. - Ok, I give up. You are too good to say no. I love you too. – Chloe smiled and touched his brown, L’Oreal advertisement look-like hair. He kissed her neck, her big blue eyes, her face, and her lips. And she didn’t put up a f ight, she did not dare to resist, she wanted him the same way. They slowly went to one of the rooms of Chloe’s huge, 19th century house her mother had given her as a 20th birthday present. Chloe’s mum, Madeleine MacLean was the rich widow of George MacLean, the late founder of MacLean’s Union Satellite Company. It was the number one sof tware, media and Telecommunication Company in Europe and the only one to face up the American’s monopoly. As a child, Chloe had had a privileged upbringing and had attended the best schools in Paris, to where she had moved af ter her father’s death, when she was f ive. She didn’t remember much about him, only that he loved to play golf and smoke cigars. And maybe that’s why she hated golf and couldn’t stand cigars. It brought to her mind memories that she had learnt to ignore since she was a child. ‘Your father is gone and he’s not coming back’, Madeleine used to tell her. - ‘But why?’ she’d ask. - Her mother would look around and pretend she hadn’t listened. She never helped her daughter cope with George’s death, maybe because she didn’t know how to do it herself. Life was so hard without him. Not that they had f inancial problems, no! Madeleine took charge of the company soon af ter her husband’s death and it kept growing, ending that year and others to come with overall sales. But everything had lost its magic. Parties were no longer fun, cigars had lost their taste and weekends at any European f ive star resorts were more of a habit than a pleasure. She missed him so much. She kept all his clothes and personal belongings and every night, around then o’clock and af ter the ‘Tonight News at BBC’ she’d go to her room, take one of his black suits out of the closet and put a £100 note in its pocket. Then, every time it was her birthday, Christmas or other festive season, she’d take that money and buy her a present. It was her way of dealing with the pain, pretending he was still there, buying her roses and chocolates. And she did it until her death, many and many years there af ter. -You’re so beautiful. – Nick’s eyes staring at Chloe’s, smoothly touching her long black hair. - I love you. I really do. - I know that. – Chloe replied. – And I love you too. Nick smiled. But his smile didn’t show his usual conf idence and charm. Instead it displayed the insecurity inside him. Chloe noticed that, he seemed somehow afraid of something. - What’s wrong baby? – She asked. Nick looked at the cad in Chloe’s room, pretending he hadn’t heard her question and that he somehow was extremely interested in that piece of furniture he had seen many times before. Then he looked at the windows, the small desk on the corner next to the bathroom and other objects in the room, until Chloe said: - Look at me! What is it? He turned his head and once again looked her in the eyes. And again, he seemed nervous, like a child who wanted his mother.
- I ...I ...bought us tickets to U2’s concert. – He was trying to escape. - Well, that’s what you were trying to tell me? I don’t believe you. - But it’s true, I bought them! Why would I lie about some stupid tickets anyway? – It wasn’t working, he felt. He didn’t know how to lie properly but he didn’t have the guts to tell the truth either. Chloe laughed. _ Well, maybe you actually bought the tickets, I’m just saying that it’s not what you were trying to tell me, am I right? I mean, since when do you get nervous about concert tickets? – She laughed again, and the sound of her laughter was irresistible to him. -I’m not nervous! – Nick replied, kissing her lips. - Oh, yes you are. Tell me what’s on your mind. Is it a problem? Maybe I can help. - He smiled. -Well ok. I’ll tell you what’s wrong. I mean, it’s no big deal. I just... I know this girl who’s extremely beautiful and intelligent, very very intelligent. And she has an amazing sense of humour, amazing! - And? – Chloe was getting upset. -And nothing. I’ve been dating her for three years and right now I want to propose, ask her to marry me, but I don’t know how. Do you still want to help me with this? Chloe was shocked. It’s not everyday your boyfriend asks you to get married. And like any other girl, she had dreamt of this moment and it turned out to be the opposite of what she had expected. No candle light dinner, no music. Just the two of them and that lifetime question. She laughed, and then she cried. She was speechless and didn’t know what to do. - So, what do you think? – Her reaction was scaring him. He expected her to cry but hug him at the same time and scream ‘Yes, I do want to marry you’. But there she stood, shocked, laughing or crying, he couldn’t tell. - I … I don’t know. - She said at last. - What do you mean, you don’t know? Don’t you love me? - Yes I do! Of course I do but it’s ... I wasn’t expecting this, that’s it. And I need time... to think. - Think about what? It’s no big deal; I want us to get married. That’s it. It’s not that important, we already live together. Let’s make it of f icial. Nothing special, no big ceremony if you don’t want. Just the two of us and a couple of friends. There’s not much to think about, I mean, it’s not like deciding to go or not on war, to bomb the Middle East or not. – Nick had always been against war, he was this pacif ist guy who condemned Americans for their superior attitude towards almost everything, specially their government’s foreign policy. -‘Those guys think they own the world. If they feel like bombing North Korea they’ll say the country’s producing weapons of mass destruction or something and they’ll bomb Korea. If they need petrol, they’ll blame terrorists for this and that and invade Pakistan or its neighbours to get the petrol. And there’s nothing we can do, just sit and watch the show!’- he used to tell friends when arguing about those issues. - You don’t understand it’s not that easy. I need to think, Nick! I don’t want to precipitate myself or both of us will get hurt. I love you but there are other things involved. - Other things? What other things? – He felt distraught. - Err...hmm... forget it. Just give me time. – She pushed him towards her body and kissed him. It was so confusing, she felt like running away but at the same time she wanted to be next to him, endlessly thanking him for loving her. Days passed and Nick did not mention the wedding again. Chloe felt relieved, she had avoided thinking about it too. She knew she’d have to make a decision sooner or later but she kept telling herself ‘not right now’. What was she running away from? Nick was the perfect guy, all her friends would give everything to have a boyfriend like him, caring, sensitive, funny. But Chloe wanted more. Not that she didn’t love him, no. But they were so dif ferent from one another. Chloe was ambitious. Since she was a child she wanted to prove to the world and herself that everything she achieved was because she deserved it and not due to her family’s fortune. That’s why she started working at a cof fee shop in Paris when she was only 16. Her mother, of course, was totally against this need for independence and tried as hard as one can imagine making Chloe change her mind.Nevertheless, her daughter was persistent, a quality she had inherited from her father, and only gave up the job for a better one, as an actress. Now she was a promising doctor at one of the best hospitals in Paris. She wanted to succeed, maybe became the responsible for the surgery team, maybe start an important research on Aids or other diseas. But Nick didn't understand this and every time she'd talk about it he'd change the subject. He didn't like hospitals or going to the doctor and would probably become one of those parents who faint when their wife is about to give birth to their little baby. They had opposite personalities and goals in life. And, despite never doubting of her feelings for him, she was insecure and unsure of what to do. That weekend she lef t for a seven-day trip to India, where she would attend the "III International Medical Conference" where Aids, hunger and other important issues on the medical f ield would be discussed. She had waited for months for this conference, the topics were extremely interesting and her sixth sense was telling her something big would happen. Maybe a promotion or the opportunity to meet other colleagues involved in important projects, she didn't know for sure, but she felt it. She lef t Paris without saying goodbye to Nick. He was visiting his family in England at that time and she didn't bother to call. It was better that way, she wanted to test herself and their love, she wanted to miss Nick and feel that life without was pointless. She got on the plane and hours later arrived in New Delhi, where the conference was taking place. India was a totally dif ferent country.
Their religion, beliefs and values had nothing to do with hers. It was a world apart. Even the weather was dif ferent, something she noticed as soon as she got of f the plane. She had a young woman waiting for her and other doctors at the airport. They were all taken on a bus to the hotel. As soon as she went up to her suite she laid down, she was exhausted. Moments before falling asleep she thought of Nick, maybe it was better to call him. But she was too tired, her body was too heavy, she'd call him later. Chloe woke up the next day feeling refreshed. She had breakfast in her room and then decided to go for a walk around the hotel, as the conference would only be in the af ternoon. The building was surrounded by beautiful gardens and she felt like exploring them, looking at the plants and the trees, so much dif ferent from the European ones. She walked around for about an hour until she felt hungry and stopped at the hotel's outdoor cafĂŠ. She took a book out of her bag and read for a while. - Mind if I smoke? - A young, tall, green-eyed man was sitting on a table next to her. He was on his thirties and by the colour of his skin she could tell he wasn't European, but he didn't seem to be Indian too. He was dressed casually, and politely asked her permission to smoke. - Care if I die? - She returned. She didn't mind if he smoked at all, but not cigars. She hated cigars. They always reminded her of her father. And it was so bad for your health that instead of allowing the stranger to smoke, she lectured him on the issue. She told him he'd probably die on his 40's of cancer, like her father, and leave his wife and kids alone in this great wide world. He said he wasn't married. She smiled. He got up before she could say anything, lef t her thinking that maybe she should have acted dif ferently. She didn't know this guy, but she liked him. Maybe if she had allowed him to smoke he would still be there and they would probably be talking about the weather or any other boring subject people mention when there's nothing to say. But he had lef t, and there was nothing to do about it. Later that af ternoon she met him again at the conference. He sat next to her, and they soon started talking about their experiences as doctors. He was telling her about a trip to Africa when the conference ended, she hadn't heard a thing, lost in this stranger's words that seemed so amazing. - Well, it seems that's it for today. It's a pity you haven't f inished your story. - Chloe said. - Oh, it doesn't matter. I'll tell you the rest at dinner. - The stranger replied with a smile. Chloe's heart started to beat faster and faster, her legs were shaking and there was this pleasant pain in her stomach. She hadn't felt like this for years, not since she had met Nick, and again she didn't know how to react. She could turn down the invitation saying she was tired. It was the right thing to do. But on the other hand, she wanted to go. She wanted to hear the rest of the story and deep in her heart, she knew she wanted to spend more time with this guy. - I won't accept no for an answer so please be ready at eight. I'll meet you at the hotel and I promise you, tonight will be on your mind forever. - She nodded her head and blushed. And if, at that time, anyone asked her about Nick, she would probably think they were talking about Nick Carter, the singer she loved to listen to when she was a teenager. At eight o'clock she met the stranger, whose name was Romjin and was from Sri Lanka. He took her to a cosy restaurant near the hotel and they stayed there for hours, listening to each other, laughing and eating. Anyone could tell what was going on by the way they looked at each other. His eyes showed passion, her eyes showed rendition. Chloe was totally amazed by this man she had met a couple of hours ago. He seemed perfect. He could guess what she would say before she had even opened her mouth, they had the same musical tastes, admired the same writers. And there was a moment during that night, when he took her to his hotel room and they made love for the f irst time. That night she felt her life had only started that day. All that was behind seemed to be so insignif icant compared to what she was experiencing now. At f irst when Nick arrived from England he thought Chloe was at the hospital. But then she didn't come home and that's when he remembered she was on a trip, to India. He missed her so much. Her smell, her touch. He called her mother and asked for the address of the hotel she was staying at. He lef t a message at Chloe's phone, saying he would travel to India to be with her. Then he went to the airport, bought a plane ticket and went on to meet the love of his life. But he never made it to New Delhi. There was a bomb on his plane and he died hours later, together with the 135 passengers on board. At f irst when Nick arrived from England he thought Chloe was at the hospital. But then she didn't come home and that's when he remembered she was on a trip, to India. He missed her so much. Her smell, her touch. He called her mother and asked for the address of the hotel she was staying at. He lef t a message at Chloe's phone, saying he would travel to India to be with her. Then he went to the airport, bought a plane ticket and went on to meet the love of his life. But he never made it to New Delhi. There was a bomb on his plane and he died hours later, together with the 135 passengers on board. The sun was shinning. Romjin was already dressed and she guessed he had called for room service, because he was having breakfast when she woke up. - Good morning! - He said. She smiled and got up. She kissed him and replied. - Good morning! - God, it's a disaster! These terrorists! When is it all going to stop? - Chloe looked at the T V and soon realized what he was talking about. A bomb had exploded on a plane to India. She felt distraught. She could
have been on that plane. She imagined her own funeral, her mother sadness, losing her only daughter. And Nick, there was Nick too. She felt worst. Since she was in India she had hardly thought about him but he was still her boyfriend. More than that, she had betrayed him with another man. How would he react if he found out? Was it better to tell the truth? She was totally lost, ashamed of herself. Romjin sensed it, and grabbed her towards him. - I love you. - He said. - Maybe you think I'm crazy because I only know you for a day, but it's what I'm feeling. - Chloe thought she would die. She wanted to say she loved him too because that was how she felt, but Nick, she couldn't hurt him. She took her mobile phone out of her bag, and turned it on. Maybe Nick had called her, she needed to listen to his voice and pretend everything was ok, Romjin was just an illusion and she hadn't betrayed her boyfriend. Instead of that, she heard his message. She was looking at the T V, seeing images of the plane and listening to the CNN reporter saying no survivors were found. Instantly, she started to cry. She lef t Romjin and India that night, promising never to go back again. That country would be forever trapped in the sad memories of Nick's death, and it was all her fault. If only she hadn't lef t Paris, he would still be alive. Maybe if she had accepted to marry him he wouldn't travel to India. He hated planes, she knew. It must have been a big sacrif ice for him to travel to such a far away country, only to be with her. And in the meanwhile she was with another man, and did not stop to think about him for a minute. If only she could turn time back... She would do everything dif ferent. But no, Nick was gone and wouldn't come back. But why? 'It's amazing how someone's death brings people closer.' Chloe thought. Three years had gone by and there she was, spending holidays with her mother, just like they did when she was a little girl. Madeleine had been very supportive since Nick's death; she and her daughter had now something in common, something to cry on together. Weeks af ter the tragedy she bought a small flat in the centre of Paris and the two of them have lived there ever since. It was her way of showing Chloe she was there, and this time, she could count on her. Chloe dealt well with Nick's death. Af ter weeks of guilt and despair, she returned to work and got involved in a governmental project to f ight Aids. It took her a big part of her time but that's what she wanted, to focus on something else. Life had to go on, Nick was somewhere out there, watching over her. Days, months passed. She met other guys, had a couple of boyfriends but no one special. None of them could make her feel the way Romjin did, but then again she didn't like to remember those moments, they had ended in tragedy. 'How would it be if I met him again?' she thought and instantly her heart started to beat faster. It was amazing how, three years later, that strange man she had loved for a night could still be on her mind. She got up. It was 8 o'clock so she had a shower, got dressed and went to the hotel's restaurant, where she had breakfast with Madeleine. Her mother wanted to go shopping but Chloe preferred to stay in the hotel. She went up to her room, grabbed a book, the same one she was reading that morning in India. Somehow she had never managed to f inish that book, but today she felt it was time for it. Chloe went downstairs again, sat at the bar near the pool and ordered an orange juice. She opened her book and started reading. - Mind if I smoke? - Chloe's book fell to the floor. Her hands were shaking, her heart insanely bombing blood to her veins. She felt the adrenaline. But, it couldn't be. So stupid of her to react like that. It could be anyone, maybe a Swiss tourist; they're usually so polite. But no, it was his voice. She turned around. This tall, brown skinned guy with green eyes staring at her, with a cigar on his hand. He smiled and gave her the book. - Do you usually take that long to read a book? - He asked. Chloe laughed, with pleasure, true happiness. Romjin was there. She kissed him. He hugged her. And they stayed like that for hours, staring at each other, kissing and hugging, making promises that they knew they would keep, this time. It was only late that af ternoon, at the sunset, she asked him: - What are you doing here? -I came to be with you. All these years, I could not get you out of my mind. I couldn't stay like this forever. I had to come and see you. - But how did you know I was here? And that I …- She didn't f inish the sentence. It was all so confusing. Romjin smiled to her and replied: - It was written in the skies.
Este texto obteve o primeiro lugar no âmbito do concurso literário da Quinzena do Escritor Inglês do último ano lectivo. “Stuck in the Island” de Luís Carlos Santos do 10º1 ficou na segunda posição. “ A miraculous friendship” de Lúcia Ascenção Faria do 10º3 e “ Two dreams coming true” de Rute Liliana Pereira do 11º 12 foram, de acordo com o júri, os terceiros melhores textos. Victor Magno Pereira do 10º1 com “ One Day in Jamaica” obteve uma Menção Honrosa.
C I N E M A
Banda Sonora O “Mundo Ao Contrário" de Xutos & Pontapés Tema da banda sonora do filme SORTE NULA faz o download do clip em: http://ffragata.com/xutos/
Zé Pedro,desta vez vai-nos mostrar os seus dotes de actor!!!
Música O memorável concerto de Ivete Sangalo Foi no passado dia 29 de Outubro que, no âmbito do programa Madeira Região Europeia 2004, os recintos da Escola Secundária de Francisco Franco acolheram Ivete Sangalo para mais um espectáculo musical. Amplitude do recinto foi demasiado pequena para a agrandeza do momento musical. A l e i a S F F assistiu ao espectáculo e deixa-lhe alguns dos momentos.
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CCurtas... u r ta s . . .
Novembro/Dezembro 2004
I n f o r t e c a – Como forma de assinalar o Dia Internacional das Bibliotecas Escolares – comemoração celebrada a 25 de Outubro –, a equipa coordenadora e dinamizadora da Biblioteca da nossa escola lançou a “edição de um boletim informativo”, o INFORTECA. O Boletim, cujos principais destinatários são os alunos que pela pr imeira vez frequentam a Francisco Franco, apresenta vár ias informações sobre o projecto da Biblioteca. “Como apresentar a Bibliograf ia num Trabalho?”; “Prioridades da Biblioteca 2004/2005”; “Obras/Autores suger idos para Leitura Extensiva”, de acordo com o Programa de Português de 10º e 11º anos; “Momento de Humor” e “Passatempo” são as outras rubr icas do Inforteca. Os professores Conceição Silva, Humberto Ornelas e Fátima Carvão são os responsáveis pela publicação e pela coordenação da Biblioteca.
C o n c u r s o e p i s t o l a r 2 0 0 5 - Os CTT Correios de Portugal e o ICP - Autoridade Nacional de Comunicações promovem um concurso epistolar alusivo ao tema "Carta ao meu personagem favorito dos contos de fadas", destinado a todos os jovens de nacionalidade portuguesa com idades compreendidas entre os 9 e os 15 anos, inclusive, completados até 31 de Janeiro de 2005. A composição, escrita em língua portuguesa, deve ter um conteúdo recente e inédito e ser em forma de carta. Deve ter um mínimo de 500 e um máximo de 1000 palavras. A data limite para a recepção de trabalhos é 31 de Janeiro de 2005. Poderão ser enviados para: CTT Correios de Portugal, S.A. / Relações Públicas e Media/ Rua de S. José, nº 10/ 1167 - 001 Lisboa. São três os prémios a atribuir aos vencedores: 1500 euros, 750 euros e 375 euros, respectivamente, para o primeiro, segundo e terceiro classificados. A carta vencedora representará Portugal no Concurso Internacional de Composições Epistolares para Jovens em 2005. R e u n i õ e s i n t e r c a l a r e s - Na semana de 8 a 12 de Novembro decorrem as reuniões intercalares para todas as turmas do 10º ano de escolaridade da nossa escola. Realizadas em horário póslaboral, tiveram por f inalidade fazer um primeiro balanço ao desempenho dos alunos que frequentam este nível inicial do ensino secundário. As reuniões para os 11º e 12º anos tiveram carácter facultativo sendo da competência do Director de Turma convocar ou não os docentes da turma. V i s i t a d e e s t u d o - 6 turmas do do 11º ano realizaram uma visita de estudo ao Laboratório de Saúde Pública do Funchal, no âmbito dos conteúdos programáticos da disciplina de Técnicas Laboratoriais de Biologia II: “Estudo do Meio Interno” “Determinação dos Grupos Sanguíneos”
e
Nesta nova rubrica da revista l i a S F F , vamos incluir as mais diversas actividades curriculares e extra-curriculares, basta que envies um parágrafo com uma imagem resumindo uma actividade que tenhas realizado ou estejas a realizar para:
leiaSFF@madeira-edu.pt
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Passatempos P ala vr as Cr uzadas Horizontais 1- Auxílio; 2- Trata, criado; 3- Organização (pl.); 4Magoa, seguram algo; 5- Decifra, é pau; 6Besuntada, oceano; 7- Tem o sete, poema de António Nobre, cobre a serra da Estrela no inverno; 8- Tanto, junta; 9- Traçar, tal confuso; 10- Artigo (pl.), arma de caça no mar. Verticais 1- Período de cinco anos. 2- Ocasionais; 3- Português, artigo (pl.); 4- Sacrificados, aqui; 5- Soma, idolatrar; 6- Refeição de recém-nascido, vencimento de soldado (inv.); 7- Pron. pes. (inv.), despido; 8- Natividade; 9Pron. pes., é um terreno fértil; 10- Letra dobrada, cure, brisa.
A MAIOR pala vr a por tuguesa!!! Um doce para quem conseguir pronunciá-la em menos de 3 segundos.... Qual é a maior palavra do idioma português? Pense, se respondeu: I N C O N S T I T U C I O N A L I S S I M A M E N T E (27 letras), errou!! Se respondeu: O F T A L M O T O R R I N O L A R I N G O L O G I S T A (28 letras), errou!! Se respondeu: A N T I N C O N S T I T U C I O N A L I S S I M A M E N T E (30 letras), errou!! CHEGA DE SUSPENSE, A PALAVRA É: “P N E U M O U L T R A M I C R O S C O P I C O S S I L I C O V U L C A N O C O N I Ó T I C O ” (46 LETRAS), que descreve o estado de quem é acometido de uma doença rara provocado pela aspiração de cinzas vulcânicas.
Descobr e o intr uso? Na listagem que se segue há uma palavra que, pelo seu significado, não pertence à série em que se encontra. Descobre-a, apresentando o ‘intruso’ no quadro lateral. a)
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b)
c)
d)
d)
1
regato
nascente
ribeira
córrego
riacho
2
contralto
barítono
solista
soprano
tenor
3
omoplata
fémur
íleo
perónio
úmero
4
aljube
pousada
albergue
estalagem
hospedaria
5
trigo
cevada
aveia
centeio
chicória
6
renome
apelido
cognome
alcunha
pseudónimo
7
clérigo
pálio
prior
sacerdote
vigário
8
soneto
ode
vilancete
pavana
elegia
9
general
brigadeiro
major
almirante
coronel
10 rectângulo
trapézio
losango
pentágono
quadrado
11 gama
lambda
ágora
ómega
alfa
12 lira
bolívar
florim
peso
câmbio
13 polegada
milha
pé
jarda
onça
14 barrete
ceptro
boina
chapéu
mitra
15 cachalote
baleia
tubarão
orca
golfinho
16 litoral
baía
angra
enseada
golfo
17 fagote
cítara
oboé
clarinete
flauta
18 orégão
aletria
coentro
alecrim
manjerona
Intruso??? b)
Anedotas & Humor
Novembro/Dezembro 2004
O cariz internacionalista do povo português é inegável. Senão vejamos: Quando um português tem um grande problema pela frente costuma dizer que se vê grego. Se uma coisa é extremamente difícil de compreender ele afirma que isso é chinês. Quem trabalha de manhã à noite é um mouro de trabalho. Uma invenção moderna e mais ou menos inútil é uma americanice. Quem se gaba em excesso é amigo de espanholadas. Quem vive com luxo e ostentação vive à grande e à francesa, Se faz algo para causar boa impressão aos outros é só para inglês ver....
- Porque é que chegaste tão tarde, Pedro? - perguntou a professora. - Porque puseram uma placa na rua que dizia: 'Devagar!-escola!'
No f inal dum jogo de futebol os espectadores entram em campo e pegam no árbitro pelos ombros e saem pelo estádio fora. Disse o árbitro todo contente: - Não era preciso isto. - Não faz mal, o rio é aqui perto.
Na aula de Química, o prof. diz aos alunos: - Vou colocar o meu anel de ouro nesta solução. Acham que irá dissolver-se? - Não. - respondem os alunos. - Porque dizem isso? - Porque se o anel se dissolvesse de certeza que o não punha lá dentro.
Secção de vendas Vendu baratto. Virificadore ortografico IBM. Muito boum
Na Prisão, um preso vira-se para o outro e pergunta: - Porque é que estás aqui? - Concorrência Comercial. - Como assim?? - O governo e eu fabricamos notas iguais.
Envia anedotas, humor, palavras cruzadas, passatempos, ‘pics’ engraçadas da tua preferência para a l eia SFF: l e i a S F F @ m a d e i ra - e d u . p t
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