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Nossa Raia #72

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O QUE ACONTECE NA DROGA RAIA

ED. 72 • ANO 7• FEVEREIRO 2011

Nossa Raia 4

INTEGRAÇÃO Integra Raia chega à fase de testes

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PARCERIA

Sorria ajuda também o Instituto Ayrton Senna

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ATITUDE Especialista dá dicas de como mudar e melhorar

Para

cuidar

juntas

A Raia consegue exclusividade de venda da linha Sejaa, criada por Gisele Bündchen. Em comum, a busca pelo bem-estar e o desejo de cuidar de mais e mais pessoas


e laeu noisscom iforp otnisso? emivlovnesed

Prazer em

cuidar e educar

A Raia forma parceria com o Instituto Ayrton Senna e, por meio da revista Sorria, amplia sua atuação nas áreas de saúde e educação. A meta é contribuir com a formação de milhares de adolescentes TEXTO Karina Sérgio Gomes ILUSTRAÇÃO Bernardo França

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U

ma empresa comprometida com a comunidade se alia a uma instituição renomada para investir em pessoas por meio da educação. Essa é uma nova história que inicia, com a parceria que a Raia acaba de formar com o Instituto Ayrton Senna (IAS), por meio da revista Sorria, comercializada nas filiais da rede. O objetivo? Bem de acordo com a publicação, que completou três anos em fevereiro: fazer com que mais pessoas sejam felizes agora. Além de ajudar a construir o novo hospital do GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer), em São Paulo (SP), a partir deste mês o dinheiro arrecadado com a venda de exemplares da revista também beneficiará alunos e professores de escolas públicas parceiras do IAS no estado de São Paulo. “A saúde é o coração da Raia, que surgiu para oferecer bem-estar às pessoas. E a educação também é um dos nossos pilares. Sempre investimos na formação de nossos colaboradores. Acreditamos que, para continar cuidan-

do das pessoas, precisávamos aumentar nossa atuação”, explica Kika Pipponzi, Diretora de Comunicação. O projeto do IAS que receberá o apoio da Sorria é o SuperAção Jovem, escolhido devido ao seu poder de transformação. Desenvolvido desde 1999, já beneficiou 1,6 milhão de jovens em 189 municípios no estado de São Paulo e no Distrito Federal. O projeto trabalha os conteúdos de português, matemática e leituras com alunos da 7ª e 8ª séries do ensino fundamental de um jeito diferente, estimulando os estudantes a buscar soluções criativas para problemas da escola e da comunidade. EDUCANDO JUNTOS “O projeto do IAS tem uma capilaridade compatível com a presença da Raia no interior de São Paulo. Com ele, vamos atingir 83,7 mil jovens em 142 municípios, sendo que em vários deles temos filiais”, diz Kika. A ajuda será possível graças ao aumento no preço de capa da Sorria, de R$ 2,50 para R$ 2,95, e de tiragem, de 140 mil para 160 mil exemplares colocados à venda por edição. Assim, se as vendas mantiverem o ritmo, poderemos arrecadar mais de 2,5 milhões até 2012. A quantia prevista para ser doada ao GRAACC não será afetada: continuará a mesma do ano passado. Já o IAS receberá a diferença da arrecadação. A parceria com Raia e Sorria, segundo Viviane Senna, presidente do


Nossos parceiros

IAS, veio para fortalecer ainda mais a educação pública do país. “A Raia é uma empresa que carrega no nome e na atuação competência, ética e compromisso. Juntos, vamos realizar muito mais, oferecendo oportunidades educativas aos jovens para que possam traçar uma trajetória de sucesso em sua vida pessoal e coletiva”, comemora Viviane, ao explicar que parte do dinheiro arrecadado será destinada à capacitação de professores, desenvolvimento de materiais pedagógicos e de apoio a estudantes, sempre com o objetivo de fortalecêlos como indivíduos e cidadãos. Viviane é irmã do ex-piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna e preside o IAS desde a sua fundação, em 1994, colocando em prática o sonho do tricampeão de oferecer caminhos às novas gerações de brasileiros. ALÉM DOS LIVROS “Nossa ideia é formar pessoas para vida”, diz Simone André, Coordenadora de educação Complementar do SuperAção Jovem. Nas disciplinas Hora da Leitura e Experiências Matemáticas, por exemplo, os estudantes aprendem matemática e leitura como práticas sociais, a fim de que consigam resolver problemas do seu cotidiano. “Em vez de livros obrigatórios, o aluno aprende a escolher e ler obras baseado em seu interesse próprio para que a leitura se torne um hábito para a vida, movido de dentro para fora e não somente de fora para dentro”, explica Simone.

E a maneira diferenciada de aprender e trocar conhecimento tem resultados mais que animadores. “Os alunos que participam do programa têm um aproveitamento 50% maior nos estudos do que os que não participam”, detalha Simone, lembrando que o Instituto Ayrton Senna é considerado uma referência mundial em desenvolvimento humano e educação pela Unesco. CUIDAR SEMPRE Enquanto isso, no GRAACC há novidade. Os mais de R$ 4,9 milhões arrecadados com a venda de Sorria até agora ajudarão a custear mais da metade das obras do primeiro prédio do novo hospital, que deve ficar pronto até o fim do ano. “A verba vinda da revista Sorria ficou em uma conta, rendendo até conseguirmos a doação do terreno (ocorrida em setembro)”, diz dr. Sérgio Petrilli, Superintendente do GRAACC. “Com esse primeiro anexo, poderemos aumentar em 30% o número de atendimentos”, comemora Petrilli. O hospital atende hoje mais de 3 mil pacientes. Quando os dois prédios previstos estiverem prontos, 50% a mais de crianças e adolescentes poderão receber tratamento. “Teremos um centro de radioterapia de primeiro mundo, como poucos no Brasil, evitando os efeitos colaterais do tratamento contra o câncer. Nós também ampliaremos o laboratório e ganharemos um pronto atendimento”, detalha Petrilli.

A escolha das instituições apoiadas pela Sorria parte da união da nossa vocação com as nossas crenças. Para a Raia, cuja missão é levar saúde e bem-estar às pessoas, contribuir com a luta contra o câncer é natural. Já a educação é a forma como acreditamos que melhor podemos transformar o mundo no lugar onde queremos viver. E não poderíamo ter encontrado parceiros melhores nessas causas. Veja por quê:

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Missão: contribuiu para melhorar a educação pública em 1,6 mil municípios, em 25 estados e no Distrito Federal.

Como: desenvolve diversos projetos educativos, com foco no protagonismo juvenil, na gestão escolar, artes e tecnologia, entre outros. Resultado: cerca de 2 milhões de estudantes são beneficiados por ano. Desde o seu início, o SuperAção Jovem atendeu 1,6 milhão de pessoas.

Missão: combate e cura o câncer infantojuvenil. Seu hospital, em São Paulo (SP), está sendo ampliado e recebe pacientes de todo o Brasil.

Como: em 2010, realizou mais de 18 mil consultas, mais de 1.300 cirurgias, 2.400 quimioterapias e mais de 30 transplantes de medula óssea. Resultado: taxa de cura de 70%, um índice de padrão internacional.

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desenvolvimento lanoissifoprofissional rp otnemivlovnesed

Mudar pra quê? A tecnologia não para de avançar, a ciência se renova a cada dia e as empresas estão atentas a todos os movimentos do mercado, se atualizando. Com você, não pode ser diferente! TEXTO Karina Sérgio Gomes ILUSTRAÇÃO Fido Nesti

“P

refiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”, cantava Raul Seixas. Na vida ou no trabalho, a mudança funciona como uma fonte de inspiração para melhorar. “Vivemos em um mundo dinâmico, em que é preciso estar aberto a mudanças para sobreviver”, diz Irene Azevedo, consultora da DBM Brasil, empresa que prepara executivos em fases de transição de carreira. Em entrevista à Nossa Raia, ela salienta que é importante estar sempre procurando por novos desafios e dá as dicas de como se preparar para enfrentar as transformações nossas de cada dia. Inspire-se! Nossa Raia: Por que é importante estar aberto às mudanças? Irene Azevedo: Não há nada mais certo na vida do que a mudança. Estamos em um mundo globalizado, em que um espirro em uma ilha pode afetar a todos. Por isso, não podemos ficar muito tempo parados. É necessário sempre procurar novos desafios. Tudo é muito dinâmico e temos de nos adaptar às novas tecnologias, por exemplo. É importante ser resiliente – conseguir passar pelos desafios e pelas dificuldades e nos tornarmos pessoas melhores. NR: Como absorver as transformações do mercado? IA: Antes as pessoas ficavam anos na mesma companhia, ocupando, às

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vezes, a mesma função até a aposentadoria. Na década de 1990, com a reestruturação das empresas no processo que chamamos de reengenharia, precisaram se adaptar. Atualmente, se fala em empregabilidade: os funcionários precisam ter uma série de habilidades para se manter em seus empregos e evoluir. NR: Como se preparar para isso? IA: As pessoas têm de gerir suas próprias carreiras. É importante sair da zona de conforto e estar disposto às mudanças. Não há, no entanto, transformação sem dor. As pessoas, geralmente, querem prever o que vai acontecer, mas, quando algo muda, não há como ter certeza do que virá pela frente. Quem é resiliente e persistente enfrenta melhor os desafios e consegue superar as dificuldades. NR: Na prática, existe um passo a passo para atrair as novidades? IA: O primeiro passo é conhecer a si mesmo. É possível fazer isso começando por coisas simples, rotineiras, como mudar o trajeto do trabalho. Isso ajudará você a trabalhar em nível psicológico, fazendo com que a mente se adapte às mudanças. Faça um inventário, analise no que é bom, para onde quer ir. Chegou aonde queria? Já comece a planejar a próxima mudança. Nunca fique confortável e prepare-se para ser paciente porque as mudanças que desejamos nem sempre acontecem de uma hora para outra.


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