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Psicografia realizada na

Casa Francisco de Assis Dia 03/08/2011 Pelo mĂŠdium

Kleber Torres


Caríssimos irmãos de jornada venho até vocês com a alegria em meu coração do trabalho maravilhoso de caridade, os efeitos nas crianças foram enormes, precisamos continuar a fazê-lo com muito amor e perseverança. As pessoas que receberam as cestas ficaram muito satisfeitas pela lembrança, podem acreditar que muitos se lembraram de Deus naquele momento. A caridade une as pessoas e as tornam irmãos, são trabalhos como este que Jesus ensinava a seus discípulos, mas vocês devem conquistar a simpatia dos que vos cercam, para conseguirem que também eles compartilhem desta luz, seja pelo trabalho efetuado no dia da distribuição ou pela doação espontânea. Que Jesus ilumine ao Kleber para continuar seu trabalho com os amigos pintores, para que tenhamos momentos de luz iguais ao de domingo passado. Agradeço por este momento. E que Jesus vos ilumine para continuar a fazê-lo. Muita paz a todos. Albino Luciani

Longe do abismo De minhas emoções Mais profundas Retiro a luz de poder orar Sinto como o homem Que perdeu seu Pai A mãe que não encontra a criança Sou o homem que apenas consegue Lampejos de amor e caridade Mas a vida ensina E também cobra Aqueles que param


A margem de suas ilusões Ficamos desvanecidos E intranquilos Pois não temos a fé Suficiente Para vencer nossos pesares E acusamos ao nosso Pai Pelas dores que nós criamos Sim que nós criamos Com a falta de amor E de caridade Não sabemos retribuir A chance da vida A dadiva de poder existir Somos os filhos pródigos Que roubam a herança do Pai E acusam-no de injustiça Quando deveríamos acusar a nós mesmos Até quando o homem será egoísta e orgulhoso Achando que deve apenas se preocupar com suas vontades Se esquecendo de que deverá retribuir a Deus pelo que Ele lhe concede Como seria se Deus colocássemo-nos sem inteligência ou deficitário de qualquer órgão sensorial. Parem meus irmãos e reflitam que Ele pode quando quiser ensinar-lhes a serem humildes lhes colocando no ultimo lugar da terra.


Parem, portanto com seu orgulho e sua tirania, você não é melhor do que nenhum ser vivente apenas tem melhores chances do que seu irmão. E Deus lhe deu isso apenas para que você pudesse usá-la em favor dos que estão ainda na infância de seu crescimento espiritual. Como o Pai que abraça seu filho e lhe ensina a andar. Somos depositários dessas faculdades, pois nada realmente nos pertence, pena que o homem espera a morte para entender do que falo nessas mal traçadas linhas. Não façam como eu que sofri muito, para aprender o que escrevo nesta carta. Quantos anos em extrema agonia passei como tive tempo para refletir, foram vinte anos na dor e no sofrimento. Por isso é que hoje alerto suas almas, para que vocês possam por sua vez alertar aos seus irmãos. Não caiam na besteira, na cupidez, de se acharem infalíveis e dominadores da sua vida e situação. Pois o Pai sabe o momento em que você deverá prestar contas, das suas aptidões, doadas por ele. Façam como Francisco de Assis trabalhem seu intimo em direção da fé e da humildade, sempre lembrando que somente pela caridade e que terão uma morada feliz após a morte. Fico contente pela oportunidade. Um irmão em Cristo

Longas manhãs Em que a vida Nos sorri Com o raiar do sol


Entre as nuvens De nosso eterno pesar São sombras que acompanham Nossa pequenez Sem darmos conta Ou apenas Engrossamos as fileiras Dos tristes da terra Parece que tudo Esta tão longe De nossas mãos Que o mundo se fecha A nossa emancipação É que estamos com Os olhos Para o horizonte Errado Olhamos apenas nossos gostos E desejos Somos os egoístas de ontem Que continuam na mesma jornada De fazer apenas para si O que deveríamos fazer pelos outros A preocupação e tamanha


Que muitos partem pela Bala de sua própria arma São os que ainda Não compreenderam Que a vida é apenas Para aprendermos a Amar nosso próximo A retirar as amarguras De nosso coração E para temos e cultivarmos a fé Em Deus e em Jesus E viver com dignidade Servindo com nosso esforço Ao próximo caído É não medir nosso tempo De caridade Pela medida da terra Mas lembrar da dadiva De estar na condição de dar E não de receber Por isso não te queixes mais Pelo que você não conquistou De material Não seja endurecido ou orgulhoso


Para e reflita O que você ganha com a pressa Em fazer a caridade Ou por não amar ao companheiro De jornada Façamos como Santo Agostinho Aparemos as arestas De nossas paixões E desenvolvamos As alegrias dos sentimentos E acreditem Quando deixarmos este encarne Terão a felicidade Que ai nunca tiveram Pois cultivaram a Verdadeira Propriedade Carlos Drummond de Andrade


Psicografia Kleber 03-08-2011