Psicografia realizada na
Casa Francisco de Assis Dia 22/06/2011 Pelo mĂŠdium
Kleber Torres
Boa noite queridos irmãos de luta, é chegado o momento de irem avante em suas mediunidades, através do aparelhamento mediúnico, quer seja pela prece como também pela leitura edificante, os estudos necessitam ser retomados, principalmente para aqueles que iniciaram na Casa suas mediunidades. Os obstáculos fazem parte do aprimoramento mediúnico e não devem ser encarados, como lições de punição, mas sim de misericórdia de Deus para com seus filhos. O homem necessita trabalhar o foro intimo, retirando as arestas, para que a luz possa resplandecer em seu espirito, cada qual exerce a atração e a repulsão da luz, pelas trevas que ainda residem em suas almas, na proporção em que seu amor pode vos elevar, por isso façamos do amor à fonte de redenção de todos que aqui trabalham, devemos retirar de nossas almas, sempre com muita força, as mazelas que afligem a todos nós espíritos ainda imperfeitos, mas quando a alma se conscientiza de seus erros, conseguem através das provas de amor e de caridade, seu adiantamento, não podemos julgar pelas nossas visões estreitas, os desígnios do Pai, que quer sempre o melhor para todos. A paz esteja com todos, neste dia, e que as festas de redenção, que se aproximam, possa envolver a todos. Muita paz. Albino Luciani
As margens do rio, Nós vivíamos,
Na felicidade, E na sosseguidade, Mas a vida, Nem sempre, Nos guarda a todos. Pedregosos horizontes, Nos foi ofertado, Para nossa salvação. Em que a vida, Às vezes paralisa, Até o amor e a luta. Fomos transportados para a vida, De desamor e de intriga. Esperançosos de voltar ao sossego, Orávamos para nosso Senhor. Mas que um dia, No retorno do trabalho redentor, Parti tal lampejo, Para a verdadeira vida. Não houve anuncio, E nem minha autorização. Foi assim como tal desilusão,
Que não consegui sequer, Manifestar com exatidão. Parece que a vida tinha cumprido, Sua acerbação. Mas eu sentia o vazio em meu coração, Amores deixados, Pátria de lado. Como cachorro parido e sem dono. Consegui após muito tempo. Volver aos olhos do Pai, Na magnificência da luz, Em que o amigo me socorreu, Estendendo sua mão. Sorri de simpatia, Na arvorida manhã de outono. E agora cá estou, Para trazer palavras, Que podem tocar o coração. O poeta e escritor, Na correta peleja, Da vida. A eternidade da alma,
Retorna a escrita. Pelo braço amigo, Dos que me sustentam. Quer Deus me ampare, Para poder dizer, Com sinceridade, Todo o amor que estes irmãos, Querem vos deixar. Parece que a luz, Do amanhã, Recolhe com seus braços alegres, Mais um doente, Que se abeira, De tão precioso momento, De intercâmbio. Muita paz, Muita luz, Desejo a todos. O meu muito obrigado.