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O tio elefante Pt - Arnold Lobel

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O tio Elefante abre a porta

A mãe e o pai foram passear no seu barco à vela. Eu não pude ir com eles. Tinha a tromba fanhosa e doía-me a garganta. Fui para casa e meti-me na cama. 6


Houve uma tempestade. O barco nĂŁo voltou. A mĂŁe e o pai desapareceram no mar. Fiquei sozinho. Sentei-me na cama, com as cortinas corridas.

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Ouvi a porta a abrir-se. – Olá, eu sou o teu tio Elefante – disse uma voz. Eu olhei para o tio Elefante. – Para onde é que estás a olhar? – perguntou ele. – Ah, já sei, estás a olhar para as minhas rugas. – Tu tens mesmo muitas rugas – disse eu. – Pois – disse o tio Elefante –, tenho mais rugas do que todas as folhas de uma árvore. 8


Tenho mais rugas do que todos os grĂŁos de areia de uma praia. Tenho mais rugas do que todas as estrelas do cĂŠu. 9


– Porque é que tens tantas rugas? – perguntei. – Porque sou velho – disse o tio Elefante. – Mas agora tens que sair deste sítio escuro. – Para ir aonde? – perguntei. – Vens visitar-me – disse o tio Elefante.

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O tio Elefante conta os postes

Eu sentei-me no comboio com o tio Elefante. Partilhรกmos um pacote de amendoins. Olhรกmos lรก para fora, pela janela. 11


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