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13 de agosto de 2017
Dia dos Pais: data teve início há quatro mil anos
REGIONAL
C
onta-se que os primeiros registros de celebração dos pais tenham acontecido na Babilônia, há cerca de quatro mil anos. Um jovem chamado Elmesu teria preparado para seu pai um cartão de argila, no qual lhe desejava saúde, sorte e vida longa. Registros mais recentes deslocam a origem da data para Washington, nos EUA, no ano de 1909. Sonora Louise SmartDodd, filha de um viúvo e veterano de guerra queria demostrar sua admiração por seu pai e pelos esforços que ele realizou. Seu objetivo era homenagear seu próprio pai, que vira a esposa falecer ao dar a luz ao sexto filho e que acabou criando a família sozinho. Em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washington, solicitando a criação da data. Seu empenho rendeu frutos e o primeiro Dia dos Pais norte-
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Miguel Haddad é destaque nacional por sua coerência nas votações da Câmara
A VERDADE Caderno especial do Jornal A Verdade que circula nas cidades de Várzea Paulista, Jundiaí, Campo Limpo Paulista e Jarinu. www.jvregional.com
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Representante da região faz parte do grupo de menos de 9% de deputados que vota de forma independente
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O jornal A Verdade Regional não se responsabiliza por conceitos ou opiniões emitidos em artigos assinados assim como matérias produzidas por assessorias de imprensa, devidamente identificadas, e deixa claro que esses não representam, necessariamente, o pensamento da direção. “O Senhor é meu pastor: nada me faltará”
No Brasil, o ‘Dia dos Pais’ foi comemorado pela primeira vez no país no dia 14 de agosto de 1953 Rua Humaitá, nº 162 – Vila Santa Terezinha – Várzea Paulista-SP – CEP: 13.220-120
americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, em homenagem à data de nascimento de seu pai. A partir de então, a comemoração ganhou força e espalhou-se por todo o estado americano. Até que em 1924, o presidente Calvin Coolidge ofereceu seu apoio para que
houvesse uma mobilização nacional. Finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson decretou o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais. No Brasil A origem do Dia dos Pais no Brasil está relacionada a uma ação do publicitário Sylvio
Bhering. A data foi comemorada pela primeira vez no país no dia 14 de agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Em seguida, a data de comemoração foi transferida para o segundo domingo de agosto e assim permanece até hoje.
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evantamento feito pe- um sentimento de descrença lo Instituto Liberal de na política. O que o senhor São Paulo (Ilisp), que tem a dizer a respeito disso? MH – Quero dizer que acompanha as votações de parlamentares no Congresso elas têm razão. Todo dia a Nacional, analisou a coerên- gente assiste a um verdadeicia dos votos dos deputados ro circo de horrores, de revefederais, o que permitiu des- lações sobre esquemas de tacar poucos parlamentares corrupção e, ao mesmo, temcujos posicionamentos, ao po, percebe as trágicas conlongo dos seus mandatos, sequências de tudo isso, não foram sujeitos a barga- principalmente no caso do nhas ou outro tipo de pres- desemprego – não há uma fasão e que votaram de forma mília que não tenha alguém desempregado –, uma situaindependente. O levantamento foi anali- ção dificílima para quem desado pelo Blog do Josias, da pende do seu trabalho e não Folha de S. Paulo. Segundo sabe de onde vai conseguir o essa análise, Miguel Had- sustento. Penso que isso é produto da irresdad, representante da nossa região “Com a internet o ponsabilidade dos governos petistas, na Câmara Fedeeleitor pode é bom que isso firal, está entre os acompanhar de que claro, pois 22% dos deputados que votaram perto como vota o eles estiveram no de maneira coe- seu representante. poder por mais de rente, sem se dei- Isso é bom, porque uma década e levaram o Brasil ao xar influenciar assim dá para por interesses separar o joio do caos. partidários no imtrigo”, defende o A Verdade – peachment de deputado Miguel Como fazer para Dilma Rousseff, Haddad sair dessa situana cassação de ção? Eduardo Cunha e MH – Vivemos duas crina investigação de Michel ses simultâneas, a crise políTemer. Em uma análise poste- tica e a crise econômica. A rior, que teve como critério, crise política está ligada às além desses posicionamen- investigações, como a Lava tos, o voto dos parlamenta- Jato, que deixam claro que res pelas reformas, o parla- havia um esquema de manimentar jundiaiense está en- pulação – pela propina – das tre os deputados federais – decisões políticas, que se damenos de 9% – que foram vam sempre em benefício de grandes empresas, como a coerentes em seus votos. Em entrevista exclusiva Friboi e a Odebrecht. Essa ao Jornal A Verdade Regio- crise está sendo combatida nal, Miguel Haddad fala a pela Justiça. E isso é inédito respeito do significado desse na nossa História, assistimos levantamento e de suas posi- a prisão de senadores, de governadores, de gente que ções. sempre acreditou estar aciA Verdade - Hoje em dia ma da lei e que cometia esa maioria das pessoas tem ses crimes exatamente por13 de agosto de 2017
queda da inflação e dos juros e o começo da queda do desemprego. O Brasil vive um momento muito difícil e a única posição que se deve tomar é a favor do País.
Na votação da última semana, o deputado Miguel Haddad defendeu o prosseguimento da denúncia contra o presidente Michel Temer e disse não ao arquivamento do inquérito
que tinha certeza da sua impunidade. Isso, essa certeza da impunidade, acabou. A minha posição é de total apoio às investigações. Quem for delatado, deve ser investigado. Quem for considerado réu, deve ser julgado. Quem for condenado, deve cumprir pena, independente do cargo ou do partido. A Verdade – Mesmo que seja do seu partido? MH – Claro. Não podemos ter políticos de estimação. Do meu partido ou de qual partido for, essa é a minha posição. A Verdade – O ranking feito pelo instituo Ilisp mostra que o senhor está entre os 22% dos deputados que votaram pelo impeachment de Dilma, pelo afastamento de Eduardo Cunha e pela investigação do presidente Temer. Isso é considerado um voto coerente? MH – Sim, é coerente, pois meu critério não foi
partidário em nenhuma votação. Dilma era contra o Cunha e os dois parecem que agora são contra o Temer. Não estive do lado deste ou daquele, mas fui a favor da transparência e da investigação de todos que foram delatados. A Verdade – O senhor esteve de qual lado? MH – Procuro, com o meu voto, defender o interesse do povo brasileiro. Tenho contato com meus eleitores de forma muito próxima. Minha página nas redes sociais é aberta ao diálogo e à prestação de contas. A cobrança é constante e a transparência é total. O que faço e meus posicionamentos são do conhecimento de todos. Votei na Câmara, na questão política, sempre a favor do prosseguimento das investigações. Da mesma forma, na questão econômica. Meu voto foi pela continuidade das reformas, que estão dando resultado, pelo menos é o que indicam os sinais, com a
A Verdade – Aliás, nesse critério, que inclui além da votação do impeachment de Dilma, da cassação de Cunha e do prosseguimento da investigação de Temer, os votos pelas reformas na economia, o senhor está entre os menos de 9% dos deputados que votaram de maneira coerente. O que o senhor tem a dizer a respeito disso? MH – Como disse, sigo, tanto na questão política como na questão econômica, o caminho da mudança. O Brasil precisa mudar. Precisa avançar, ser uma terra de fato de oportunidades e de maior justiça social. Aqui quase a metade das pessoas trabalha na informalidade, sem direito algum, e não consegue sair do lugar. Uma vida difícil. Para sair dessa situação precisamos enfrentar os interesses corporativos, que existem e são poderosos, não importa se à esquerda ou à direita. O que vai fazer do Brasil um País com menos desigualdade e mais oportunidades e deixarmos de ser uma nação subdesenvolvida. A Verdade – É por isso, então, que o senhor está entre os menos de 9% dos deputados que votam de forma independente? MH – Respeito o levantamento. Acho importante ter essa referência isenta para que o eleitor possa conhecer como está se comportando o seu representante. Dia dos Pais
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Pai é aquele que está presente nos bons e maus momentos dos filhos O
Fotógrafo Nilson Cologni e a filha Ana Helena
fotógrafo Nilson Cologni é pai da jovem Ana Helena, que comemora 20 anos em setembro. A filha, muito desejada, é a alegria do pai coruja, já que atualmente a relação dos dois é marcada pela paixão por fotografia e comunicação. “A Ana foi uma criança desejada, já estávamos casados há quatro anos, quando planejamos a chegada de um bebê”, lembra Nilson. “Quando me dei conta e vi aquela criatura que dependia totalmente de mim e da mãe, senti nos ombros a graça de ser pai”, relata. O fotógrafo conta da responsabilidade que desenvolveu com a chegada da filha. “Foi uma mudança muito forte. Um aprendizado a cada dia, você tem que ser forte por você e por aquela nova vida”. Com a chegada da juventude, uma nova surpresa para o pai. Ana Helena escolheu o curso
“A
palavra convence, mas o exemplo arrasta. Não se preocupe porque seus filhos não te escutam, mas te observam todo o dia.” Madre Teresa de Calcuta. O papel dos pais é um dos mais complicados que vamos aprender ao longo da vida, posto que ter um filho implica, entre muitas outras coisas, uma felicidade extrema e um esforço constante para sua educação e seu crescimento como pessoa. Como pai ou mãe sua figura será provavelmente o maior exemplo,
o maior ponto de referência, que seu filho irá ter na vida. A maioria das crianças ouvem o que dizem a elas, algumas inclusive fazem o que é dito, mas todas as crianças fazem o que os adultos fazem. De fato você aprende que, conforme cresce, seu filho escolherá, conscientemente ou não, imitar suas condutas, e isso poderá até mesmo fazê-lo consciente de alguns comportamentos que não sabia que tinha mas que, em algum momento, são refletidos pelas crianças. Ser pai é ser exemplo até que seu filho
possa ter consciência suficiente para moldar seus próprios padrões de vida. Conselhos x atos As crianças prestam atenção em tudo, e tudo o que disser a elas deve ser acompanhado de um ato representativo: então, como pai, se você aconselha seu filho sobre qualquer aspecto e faz o contrário, provavelmente a criança dará mais atenção ao que fez do que ao que disse. Muitas serão as ocasiões na quais seu filho irá recriminá-lo pois você não
age conforme sua lição, o que lhe ajudará também a se dar conta de suas fragilidades e defeitos. Deste modo, a coerência é a base de qualquer coisa que deseja ensinar a seu filho: se ele acha que o que escuta e o que vê é coerente, provavelmente começará a lapidar sua personalidade e sua psique a partir daí para o futuro. Seu filho o admira e o vê como seu próprio espelho, onde pode observar seu reflexo quando fica em dúvida sobre algo; aí está o desafio e o esforço de ser pai.
As crianças prestam atenção em tudo o que o pai faz
Neste Dia dos Pais, a filha Leidy só espera devolver todo o carinho que recebeu a vida toda. “Ele é meu alicerce”
de Rádio e TV, seguindo pela área da comunicação, e vem mostrando o mesmo talento do pai para captar imagens, já tendo vencido por dois anos consecutivos o concurso de fotografias da faculdade que cursa. “Quando ela optou pela área da comunicação, fiquei surpreso. Me vejo, muitas vezes, através das vontades e escolhas dela”, afirma. Amor de filha A estudante de fisioterapia, Leidy Ramos Romero, de 28 anos, tem um grande orgulho do pai. Segundo ela, João Romero é
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Pai não dá apenas conselho, mas seu exemplo
seu grande incentivador e a surpreendeu em um grande momento de dificuldade. Leidy conta, que quando optou por estudar fisioterapia, um curso que exige muitas horas de estudo – 6 dias da semana, o pai fez um acordo com a jovem. “Se você passar no concurso público da prefeitura e ter um emprego estável, ajudo com a sua faculdade”, lembra ela. E foi isso que ela fez, passou no concurso e na faculdade, sendo motivo de duplo orgulho para o pai. “Sei que quanto mais ele me cobra é porque sabe o quanto eu posso con-
quistar. A seriedade e força dele são um grande exemplo. Em 2016, Leidy sofreu um acidente de moto e passou vários meses acamada. Os cuidados e dedicação do pai fizeram toda a diferença na recuperação do trauma. “Ele me surpreendeu muito. Aprendeu a fazer curativos”. Ela lembra que o pai acordava às cinco da manhã para cuidar das feridas deixadas pelo acidente e deixava de almoçar, para poder ir para casa, trocar novamente os emplastros. “À noite ele me ajudava de novo. Aquela dedicação me marcou muito”.
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Pais também têm um importante papel na amamentação
• Procure estar bem informado sobre a importância da amamentação. Durante a gestação, se possível, participe das consultas médicas, tire suas dúvidas e leia sobre o assunto.
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gosto é o mês em que comemoramos o Dia dos Pais e por falar neles, é importante saber que nem só as mães têm um papel importante na amamentação dos bebês. Embora as mulheres considerem esse momento só delas e do filho, vão perceber que a presença dos pais é essencial. O leite materno é a primeira prática alimentar a ser estimulada para a promoção da saúde e prevenção de doenças na vida dos bebês. Segundo o Ministério da Saúde, amamentar é muito mais que nutrir a criança, é um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional. Após dar a luz e voltar para a casa, a mulher se depara com um turbilhão
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Dicas práticas
• Ajude nas tarefas da casa. • Combine a rotina de visita com a família, para que não seja cansativo para a mãe e o bebê. • Evite discussões, que estressam a mãe e podem comprometer o aleitamento.
O pai é a pessoa ideal para apoiar a amamentação. É ele quem conhece a mulher, sabe seus gostos, desejos e preocupações
de emoções e atribuições, tais como, cuidar do bebê, as rotinas da casa, atenção ao filho mais velho, tarefas que exigem bastante da mulher. A coordenadora do Banco de Leite Humano de Jundiaí, Marcela Bionti, destaca que o
apoio do pai é indispensável para o sucesso do aleitamento materno que, segundo as recomendações do Ministério da Saúde, deve ser exclusivo até os seis meses e continuado até os dois anos ou mais. Lembrando que após o sexto mês o
bebê deve começar a receber outros tipos de alimentos saudáveis de forma lenta e gradual. O pai é a pessoa ideal para apoiar a amamentação. É ele quem conhece a mulher, sabe seus gostos, desejos e preocupações. Em geral, é no parcei-
ro que a mulher mais confia. Além disso, os pais podem ajudar nos cuidados com o bebê, dar banho, trocar fraldas, acalmar o bebê, segurar o bebê para que a mulher descanse, ajudar com os outros filhos e com os afazeres da casa.
• Tenha paciência e lembre-se que o bebê é a novidade da casa, mas não se pode esquecer de dar carinho e atenção à mãe (é um período em que as mulheres ficam bastante sentimentais). Enfim, nada muito complicado, mas que pode fazer uma grande diferença, afinal quem tem peito dá leite, quem não tem, dá força!
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O que é ser pai? Depoimentos de experiências emocionam
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árzea Paulista debateu um importante tema durante a Semana do Bebê realizada este mês: A paternidade responsável que teve como tema: ‘Ser pai é uma escolha, ser filho é um direito’. Na abertura do evento uma roda de conversa foi formada por pais, que contaram suas experiências sobre adoção, guarda compartilhada e as dificuldades dos primeiros meses de vida.
Depoimentos O médico pediatra Décio Batistone, dividiu sua alegria em cuidar de centenas de crianças e sobre a importância de estar perto da família. “Tenho 4 filhos e 5 netos. E nos primeiros anos de trabalho, me mudei para ter mais tempo com as crianças”, disse. O vice-prefeito, Rodolfo Braga, contou sua experiência, com a criação dos 3 filhos após a separação. “Optei por me dedicar integralmente a eles, e vejo que essa foi a melhor escolha que fiz. Hoje somos grandes companheiros”, afirma. O pai Claudiomir falou so-
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bre a escolha do coração. “Sempre quis ser pai, mas não foi possível. Por isso, eu e minha esposa optamos pela adoção”, conta. “Quando nossa filha Ana Laura chegou tudo mudou, hoje sou um homem realizado e vejo o quanto à figura masculina é importante na formação da criança”. O jornalista Gustavo Netto, relatou as dificuldades de ver o bebê recém nascido na UTI. “Todos os nossos sonhos de pais de primeira viagem foram por água abaixo quando nosso filho Lucca ficou 12 dias na UTI. Somente a união e o companheirismo nos deram força para superar aquele momento”, relata. O pai Luiz Gustavo Moraes contou os percalços que já enfrentou com a guarda compartilhada, como as dificuldades de levar a filha de 3 anos aos banheiros públicos. “São pequenos detalhes que fazem a diferença no dia a dia, mas que em nada me desanimam de estar sempre ao lado da minha filha”, afirmou emocionado Gustavo Moraes ao falar de sua experiência.
Rodolfo Braga contou sua experiência com a criação dos 3 filhos
Gustavo Neto e o filho Lucca “União nos fez superar o momento”
Dr Décio Batistone tem quatro filhos e cinco netos
Claudiomir falou sobre a escolha do coração na adoção de Ana Laura
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O conceito de família pode mudar, mas o amor para com os filhos, nunca
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Família é aquela cujos membros estejam felizes
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definição e o perfil de família vem mudando a cada ano. Dois pais, duas mães, avós e tios, por exemplo, hoje podem formar um núcleo familiar. As várias configurações mudam também a postura de instituições como escolas, por exemplo. Isso porque, ainda hoje, não são poucos os casos em que atividades escolares são destinadas apenas às mamães ou homenageiam só o pai. Mas e como ficam as crianças que não contam com um modelo de família tradicional? Conforme a psicopedagoga Gilca Lucena Kortmann, doutora em Educação e terapeu-
ta de casal e de família, escola e parentes da criança precisam trabalhar com os pequenos as diversas possibilidades de afeto que existem e os diferentes vínculos que podem ser estabelecidos em família. Ainda conforme a especialista, é preciso que a escola sempre dialogue com os alunos, contando, nesses casos, com a orientação de psicólogos e pedagogos que possam ajudar a entender essas novas configurações e estruturas familiares. Para Gilca, o aumento de famílias uniparentais e monoparentais (em que só a mãe ou só o pai convive com a criança), a diversi-
ficação de arranjos familiares e os novos casamentos, por exemplo, conduzem constantemente a grandes interrogações frente ao desconhecido. “Nossas crianças não podem ser excluídas de viver a sua realidade. Elas precisam ter a orientação clara e precisa de que família são as pessoas que as acolhem e lhes dão afeto e cuidado. É preciso que fique claro que, não necessariamente, isso só se estabelece por meio de laços consanguíneos”, ressalta a especialista. E chegou o Dia da Família Em várias cidades, as escolas estão ampliando o conceito de
família. Apresentações e homenagens já não são mais como antes. Hoje, as instituições destinam um dia do calendário à união da família como um todo, independentemente do modo como elas são formadas. Datas como o Dia dos Pais e das Mães, apesar de serem lembrados, estão sendo trabalhados de forma mais restrita. Esse tipo de ação traz muito benefícios, pelo simples fato de colocar todos no mesmo patamar. Família não é só pai e mãe. Deve-se abrir espaço para que deixe de ser surpresa uma criança estar sendo criada por pessoas que não sejam seus pais.
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Qual é a importância da figura masculina para a criança?
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or mais que o conceito de família venha se moldando a cada ano, a figura paterna sempre terá uma influência na vida da criança. Entretanto, nem sempre pai e mãe criam juntos os filhos. Neste caso, o mais importante é fazer a criança se sentir segura nas mais variadas situações: Em caso de morte, mudança de cidade, adoção independente ou qualquer situação em que o convívio com o pai não é possível, a mãe não pode ceder demais e tentar compensar essa ausência. É preciso fazer o papel de pai e mãe. Dar carinho ao mesmo tempo em que estabelece limites; Na ausência do pai, é saudável que as crianças adotem outro modelo masculino. Pode ser avô, tio, irmão, padrinho... No entanto, deixe claro para o seu filho quem é essa pessoa na dinâmica familiar para evitar confusões na cabeça do pequeno; Quando o casamento acaba, o pai deve continuar presente na rotina do filho. Lembre-se que não ter sido a pessoa certa para você não significa que ele não é essencial para a criança.
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O afastamento gera dificuldades sociais, pontua a explica a psicóloga Márcia Stanzione, observando que assim como a conexão entre mãe e filho durante a gestação e amamentação transforma a mulher em um porto seguro. "A figura masculina, em contrapartida, provoca uma ruptura nesse relacionamento, e isso não é nada ruim", afirma. Segundo ela, o pai é a primeira pessoa que mostra à criança que ela pode confiar em mais alguém, além da mãe. Assim, a relação de total dependência materna é amenizada e os pequenos começam a encarar o mundo e a se entrosar na sociedade. "A forma como a criança percebe a família nos primeiros anos de vida é simples: a mãe representa o conforto e o cuidado e o pai, as leis e a castração", explica a psicóloga Márcia Stanzione. É o convívio com essa autoridade que faz o pequeno perceber os seus limites. Isso não quer dizer não dar carinho nem proteção. Pelo contrário! Quanto mais presente for a figura paterna, mais seguro o filho vai se sentir.
Ausência da figura masculina Quando o convívio com um homem não acontece, largar a barra da saia da mãe pode se tornar uma tarefa difícil. "Cada criança reagirá de um modo diferente, no entanto é comum identificar traços de introspecção e dependência naquelas que não tiveram um modelo masculino", diz Melina. A tendência é a filha ou o filho se tornarem mais fechados e medrosos. Isso também reflete na adolescência e na vida adulta. Muitas vezes intempestivos, os jovens, além de buscar o acolhimento materno, desejam se deparar com os limites impostos pelo pai, que os direciona e ajuda a formar valores. No caso dos meninos, a presença do homem é ainda mais fundamental. "O ser humano precisa de alguém para se espelhar e, no caso dos garotos, a figura masculina mostra que a mãe não é a única referência", explica o psicanalista Paulo Giraldes. O homem contribui para a introdução da criança no mundo das diferenças, nos âmbitos social e sexual, o que favorece a constru-
Quanto mais presente for a figura paterna na família, mais seguro o filho vai se sentir
ção de relacionamentos e confiança. Ajudando o relacionamento Dicas práticas que vão ajudar você a harmonizar a relação entre pai e filho: Dê espaço- É importante permitir que a figura masculina participe da rotina, assumindo tarefas, como ninar,
contar histórias, passear, buscar na escola. Conceda poder de decisão; Não é só a mãe que sabe o que é melhor para a criança. O homem da casa também deve colaborar nas escolhas; Tenha pulso firme - Não vale deixar o pai bancar o chato enquanto você oferece colo. Mãe também dá bronca; Confie
- Quando o pai leva a criança para passear, evite ficar ligando a toda hora para checar se está tudo bem. Já que você liberou, delegue. Peça para o pai dar colo e mamadeira, trocar as fraldas. Cuidados que envolvem contato físico criam laços.
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Existem muitos tipos de pai: todos gostam de presentes
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Presentes devem ter a ‘cara’ e o gosto dos pais
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ar um presente não é fácil, pois, cada pai tem um estilo. Porém, o mais importante é não se esquecer deste ‘super homem’ neste dia 13 de agosto. Vale tudo para agradá-lo. E ninguém melhor que o filho para saber o que presentear nesta data tão importante. Mas para não ficar na mesmice, inove, dê presentes criativos ou engraçados. Pais gostam de presentes com praticidade. Há algum tipo de presente que é algo que seu pai já gostaria de comprar? Ou que está muito precisando? Ferramenta? TV LCD? Uns óculos novos? Calça Jeans? Algum tipo de sapato ou tênis? Homens em geral adoram ganhar coisas que realmente estão precisando ou que já estavam
nos planos de compra para o futuro. Veja algumas dicas. Pai estiloso Este tipo de pai gosta de se vestir bem. Afinal, quem não gosta, mas tem alguns que preferem uma roupa em detrimento de outros presentes. O que dar: óculos de sol; Camisa Polo; Sapatos; Tenis; Relógio de pulso; Meias; Gravatas; Luvas de couro; Uniforme de time de futebol; Boné ou Tênis esportivo. Pai “conserta tudo” Este gosta de aproveitar o tempo para consertar as coisas da casa. Um verdadeiro ‘faz tudo’ e ferramentas e outros kits do dia a dia o deixam feliz. É prestativo, adora ferramentas e
sabe consertar tudo em casa. Se essas características se enquadram com as do seu pai as principais sugestões são: Kit de ferramentas; Furadeira; etc.
deixar seu pai perfumado? Perfume, sabonete, desodorante. A única ressalva aqui é que você precisa saber bem o gosto dele para cheiros.
Roupas e acessórios Estes são os presentes mais tradicionais e sempre bastante apreciados pelos pais. Há sempre alguma peça de roupa ou algum acessório que ele precisa agregar ao guarda roupa. Camisas, cinto, carteiras, bolsas carteiras, gravatas, óculos escuros, sapatos?
Presentes para se divertir Uma viagem é um presente que vai tirá-lo de casa. Uma mesa de sinuca ou totó (pebolim). São boas opções. Um DVD de algum filme que seu pai gosta, mesmo com as TVs pagas, eles não resistem a um bom filme. Algum instrumento que seu pai toque? Pôquer (caso seu pai jogue). Ingressos para o jogo? Para o teatro? (Depende do que sei pai gosta) Que tal uma poltrona do papai para ele curtir a televisão? Caneca de Chopp?
Invista na beleza masculina Que tal um dia no SPA? Uma massagem relaxante? Barbeador elétrico? Depois que usam o barbeador, não querem mais ver gilete. Que tal
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Conflitos entre pais e filhos: como lidar com eles?
O
s conflitos na relação entre pais e filhos ultrapassam gerações e são, desde sempre, motivo de debates e reflexões entre pessoas de todas as idades. A convivência entre o adulto e a criança traz à tona uma série de questionamentos que buscam solucionar os problemas enfrentados na hora de educar, impor limites e ao mesmo tempo, transformar tudo isso em uma relação de confiança e cumplicidade. A maioria dos conflitos tem origem na dificuldade de comunicação dentro de casa. Filhos acham que pais só querem proibir. Já os pais acham que os filhos só querem permissão. É o que explica a psicóloga clínica cognitivo-comportamental, Natália Cunha. Para ela, esse ruído na comunicação “se traduz tanto pela dificuldade dos pais em afirmar autoridade em certas ocasiões, quanto dos filhos em manifestar aquilo que sentem falta e esperam receber”. O resultado é um processo de cobranças e acusações que esconde o verdadeiro desejo de ambos: sentir-se amado pelo outro.
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Na tentativa de demonstrar esse desejo, crianças mostramse inquietas, desatentas e, muitas vezes, agressivas. Em adolescentes, a marca é a rebeldia. “Eles reclamam da impossibilidade de um diálogo satisfatório, pois os pais fazem sempre a própria interpretação sobre o assunto”, revela Natália. A psicóloga acredita que cada fase tem suas peculiaridades e deve ser enfrentada da forma mais saudável possível. “Cada etapa tem suas dificuldades e conquistas, pois ocorrem em momentos diferentes. Isto dentro de uma relação entre pais e filhos é complicado, pois há sempre um novo desafio para ambos enfrentarem”. Além desses desafios da idade, os pais se deparam com outra questão delicada: o tempo. A rotina de trabalho cheia de compromissos é, muitas vezes, um fator decisivo na relação familiar. “Essa distância não permite uma maior intimidade. E essa intimidade é necessária para que os pais conheçam seus filhos, participem de suas vidas e saibam como e o que falar com eles”, garante Natália. Para driblar o pro-
A maioria dos conflitos entre pais e filhos tem origem na dificuldade de comunicação dentro de casa
blema, é importante que o tempo destinado aos filhos seja usado de forma satisfatória e eficiente, priorizando a qualidade dos momentos juntos. “Além disso, é essencial que os pais tenham a consciência de não suprir essa ausência com presentes e permissividade”. Outro fator de influência
nessa relação é a presença de aparelhos eletrônicos e tecnológicos no dia a dia dos pequenos. Dependendo da estrutura familiar, televisão, videogame, celular e computador podem fazer surgir verdadeiros abismos na família, se não forem usados com limites. “Se todos assistirem TV ou usarem o computador no
mesmo ambiente, é possível aproveitar essas tecnologias para enriquecer as conversas e criar momentos agradáveis, prazerosos e de aproximação”, afirma, destacando que, para manter, constantemente, uma boa relação com os filhos é preciso paciência e muito jogo de cintura. O equilíbrio entre a amizade e
autoridade é um dos desafios que os pais devem buscar todos os dias. “É preciso cuidado para não confundir autoridade com autoritarismo. A relação deve basearse no afeto emocional também, favorecendo o elogio e evitando críticas constantes”, aconselha.
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‘Mini-Guarda’ é orgulho da corporação e quer seguir os passos do pai
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natural os filhos seguirem a profissão dos pais. Algumas vezes isso ocorre por comodismo dos filhos, por imposição dos pais ou mesmo por aptidão. Mas, ser fascinado pela profissão do pai, ainda mais quando se trata de uma profissão arriscada, é algo ainda mais raro. Mas, é justamente isso o que acontece com o garoto Vitor Gimenez Franco, filho do sub-inspetor GCM Franco, que faz parte da corporação de Várzea Paulista há mais de 25 anos. “Esse sentimento de admiração começou a surgir assim que ele começou a falar, pois me via de farda e isso o fascinava. Desde sempre ele diz que será um policial.” Disse Franco. “Ele é fã de seriados policiais e programas que mostram o trabalho da polícia e seus batalhões favoritos são o Bope - unidade especial do Rio de Janeiro – e a Romu, equipe tática móvel da Guarda Municipal de Várzea Paulista”. Completou o Franco. A admiração do garoto pela GM é tão grande que ele até já aprendeu gestos tipicamente militares, como continência, posição de sentido e descanso,
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Esse amor e admiração pela GM também fez com que os guardas o adotassem como uma espécie de ‘mascote’
que ações de ordem unida, praticada em quartéis. “Meu sonho é ser policial e vou estudar para isso. É pena, mas acho que não vou conseguir trabalhar com meu pai na viatura da Romu, isso seria fantástico.” Disse Vitor. Apesar desse seu sonho é improvável que isso se realize, já que o sub-inspetor Franco se aposenta em aproximadamente cinco anos.
Esse amor e admiração pela GM também fez com que os policiais o adotassem como uma espécie de mascote, recebendo constantemente palavras de incentivo. “Quando a gente vê uma criança, que não tem maldade ou falsidade em seus sentimentos, demonstrando tamanha admiração pela corporação significa muitas coisas. Significa que essa espécie de sa-
cerdócio segue firme, pois nosso trabalho ainda desperta o desejo nas crianças, significa também que nós continuamos sendo referência e, principalmente, significa que nosso trabalho vem sendo bem realizado.”Declarou o comandante da Guarda Civil Municipal, Pedro Eli da Cunha. “Estamos no caminho certo. Isso nos motiva ainda mais.” Completou.
Vitor Gimenez Franco e o pai sub-inspetor GCM Franco
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Milton de Araujo, presidente do Sincomerciários
Felipe Mantovani com a esposa Leia e filhota Lívia
Quem recebe os parabéns pelo Dia dos Pais é o prefeito de Várzea Paulista, Juvenal Rossi Diego Musselli curtindo seu primeiro Dia dos Pais com o príncipe Lucca
Todo o carinho especial para Ernesto Francisco Musselli, o Netinho, nesse Dia dos Pais juntamente com os filhos Diego, Juliano, Gabriel, a nora Alessandra e esposa Sônia Dr. Renato recebe os parabéns dos filhotes Luis Felipe, Guilherme e Rafael
Alan Picolo com sua filha Maria Eduarda e a esposa Viviane
08 | Dia dos Pais
Dr. Marcus Bichara, homenageado pelos filhos neste ‘Dia dos Pais’
O prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado, com a esposa Vanessa e os filhos Lucas e Gabriel
O presidente da Câmara de Jundiaí Gustavo Martinelli comemora seu primeiro Dia dos Pais ao lado do anjinho Arthur que nasceu no dia 31 de julho
13 de agosto de 2017
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Nossos votos de feliz Dia dos Pais ao vereador Cícero da Saúde que comemora a data ao lado da família Vereador Giba Moraes e seus filhos Maria Eduarda, Vinícius e Isabelle
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Milton de Araujo, presidente do Sincomerciários
Felipe Mantovani com a esposa Leia e filhota Lívia
Quem recebe os parabéns pelo Dia dos Pais é o prefeito de Várzea Paulista, Juvenal Rossi Diego Musselli curtindo seu primeiro Dia dos Pais com o príncipe Lucca
Todo o carinho especial para Ernesto Francisco Musselli, o Netinho, nesse Dia dos Pais juntamente com os filhos Diego, Juliano, Gabriel, a nora Alessandra e esposa Sônia Dr. Renato recebe os parabéns dos filhotes Luis Felipe, Guilherme e Rafael
Alan Picolo com sua filha Maria Eduarda e a esposa Viviane
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Dr. Marcus Bichara, homenageado pelos filhos neste ‘Dia dos Pais’
O prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado, com a esposa Vanessa e os filhos Lucas e Gabriel
O presidente da Câmara de Jundiaí Gustavo Martinelli comemora seu primeiro Dia dos Pais ao lado do anjinho Arthur que nasceu no dia 31 de julho
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Nossos votos de feliz Dia dos Pais ao vereador Cícero da Saúde que comemora a data ao lado da família Vereador Giba Moraes e seus filhos Maria Eduarda, Vinícius e Isabelle
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‘Mini-Guarda’ é orgulho da corporação e quer seguir os passos do pai
É
natural os filhos seguirem a profissão dos pais. Algumas vezes isso ocorre por comodismo dos filhos, por imposição dos pais ou mesmo por aptidão. Mas, ser fascinado pela profissão do pai, ainda mais quando se trata de uma profissão arriscada, é algo ainda mais raro. Mas, é justamente isso o que acontece com o garoto Vitor Gimenez Franco, filho do sub-inspetor GCM Franco, que faz parte da corporação de Várzea Paulista há mais de 25 anos. “Esse sentimento de admiração começou a surgir assim que ele começou a falar, pois me via de farda e isso o fascinava. Desde sempre ele diz que será um policial.” Disse Franco. “Ele é fã de seriados policiais e programas que mostram o trabalho da polícia e seus batalhões favoritos são o Bope - unidade especial do Rio de Janeiro – e a Romu, equipe tática móvel da Guarda Municipal de Várzea Paulista”. Completou o Franco. A admiração do garoto pela GM é tão grande que ele até já aprendeu gestos tipicamente militares, como continência, posição de sentido e descanso,
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Esse amor e admiração pela GM também fez com que os guardas o adotassem como uma espécie de ‘mascote’
que ações de ordem unida, praticada em quartéis. “Meu sonho é ser policial e vou estudar para isso. É pena, mas acho que não vou conseguir trabalhar com meu pai na viatura da Romu, isso seria fantástico.” Disse Vitor. Apesar desse seu sonho é improvável que isso se realize, já que o sub-inspetor Franco se aposenta em aproximadamente cinco anos.
Esse amor e admiração pela GM também fez com que os policiais o adotassem como uma espécie de mascote, recebendo constantemente palavras de incentivo. “Quando a gente vê uma criança, que não tem maldade ou falsidade em seus sentimentos, demonstrando tamanha admiração pela corporação significa muitas coisas. Significa que essa espécie de sa-
cerdócio segue firme, pois nosso trabalho ainda desperta o desejo nas crianças, significa também que nós continuamos sendo referência e, principalmente, significa que nosso trabalho vem sendo bem realizado.”Declarou o comandante da Guarda Civil Municipal, Pedro Eli da Cunha. “Estamos no caminho certo. Isso nos motiva ainda mais.” Completou.
Vitor Gimenez Franco e o pai sub-inspetor GCM Franco
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Existem muitos tipos de pai: todos gostam de presentes
D
Presentes devem ter a ‘cara’ e o gosto dos pais
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ar um presente não é fácil, pois, cada pai tem um estilo. Porém, o mais importante é não se esquecer deste ‘super homem’ neste dia 13 de agosto. Vale tudo para agradá-lo. E ninguém melhor que o filho para saber o que presentear nesta data tão importante. Mas para não ficar na mesmice, inove, dê presentes criativos ou engraçados. Pais gostam de presentes com praticidade. Há algum tipo de presente que é algo que seu pai já gostaria de comprar? Ou que está muito precisando? Ferramenta? TV LCD? Uns óculos novos? Calça Jeans? Algum tipo de sapato ou tênis? Homens em geral adoram ganhar coisas que realmente estão precisando ou que já estavam
nos planos de compra para o futuro. Veja algumas dicas. Pai estiloso Este tipo de pai gosta de se vestir bem. Afinal, quem não gosta, mas tem alguns que preferem uma roupa em detrimento de outros presentes. O que dar: óculos de sol; Camisa Polo; Sapatos; Tenis; Relógio de pulso; Meias; Gravatas; Luvas de couro; Uniforme de time de futebol; Boné ou Tênis esportivo. Pai “conserta tudo” Este gosta de aproveitar o tempo para consertar as coisas da casa. Um verdadeiro ‘faz tudo’ e ferramentas e outros kits do dia a dia o deixam feliz. É prestativo, adora ferramentas e
sabe consertar tudo em casa. Se essas características se enquadram com as do seu pai as principais sugestões são: Kit de ferramentas; Furadeira; etc.
deixar seu pai perfumado? Perfume, sabonete, desodorante. A única ressalva aqui é que você precisa saber bem o gosto dele para cheiros.
Roupas e acessórios Estes são os presentes mais tradicionais e sempre bastante apreciados pelos pais. Há sempre alguma peça de roupa ou algum acessório que ele precisa agregar ao guarda roupa. Camisas, cinto, carteiras, bolsas carteiras, gravatas, óculos escuros, sapatos?
Presentes para se divertir Uma viagem é um presente que vai tirá-lo de casa. Uma mesa de sinuca ou totó (pebolim). São boas opções. Um DVD de algum filme que seu pai gosta, mesmo com as TVs pagas, eles não resistem a um bom filme. Algum instrumento que seu pai toque? Pôquer (caso seu pai jogue). Ingressos para o jogo? Para o teatro? (Depende do que sei pai gosta) Que tal uma poltrona do papai para ele curtir a televisão? Caneca de Chopp?
Invista na beleza masculina Que tal um dia no SPA? Uma massagem relaxante? Barbeador elétrico? Depois que usam o barbeador, não querem mais ver gilete. Que tal
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Conflitos entre pais e filhos: como lidar com eles?
O
s conflitos na relação entre pais e filhos ultrapassam gerações e são, desde sempre, motivo de debates e reflexões entre pessoas de todas as idades. A convivência entre o adulto e a criança traz à tona uma série de questionamentos que buscam solucionar os problemas enfrentados na hora de educar, impor limites e ao mesmo tempo, transformar tudo isso em uma relação de confiança e cumplicidade. A maioria dos conflitos tem origem na dificuldade de comunicação dentro de casa. Filhos acham que pais só querem proibir. Já os pais acham que os filhos só querem permissão. É o que explica a psicóloga clínica cognitivo-comportamental, Natália Cunha. Para ela, esse ruído na comunicação “se traduz tanto pela dificuldade dos pais em afirmar autoridade em certas ocasiões, quanto dos filhos em manifestar aquilo que sentem falta e esperam receber”. O resultado é um processo de cobranças e acusações que esconde o verdadeiro desejo de ambos: sentir-se amado pelo outro.
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Na tentativa de demonstrar esse desejo, crianças mostramse inquietas, desatentas e, muitas vezes, agressivas. Em adolescentes, a marca é a rebeldia. “Eles reclamam da impossibilidade de um diálogo satisfatório, pois os pais fazem sempre a própria interpretação sobre o assunto”, revela Natália. A psicóloga acredita que cada fase tem suas peculiaridades e deve ser enfrentada da forma mais saudável possível. “Cada etapa tem suas dificuldades e conquistas, pois ocorrem em momentos diferentes. Isto dentro de uma relação entre pais e filhos é complicado, pois há sempre um novo desafio para ambos enfrentarem”. Além desses desafios da idade, os pais se deparam com outra questão delicada: o tempo. A rotina de trabalho cheia de compromissos é, muitas vezes, um fator decisivo na relação familiar. “Essa distância não permite uma maior intimidade. E essa intimidade é necessária para que os pais conheçam seus filhos, participem de suas vidas e saibam como e o que falar com eles”, garante Natália. Para driblar o pro-
A maioria dos conflitos entre pais e filhos tem origem na dificuldade de comunicação dentro de casa
blema, é importante que o tempo destinado aos filhos seja usado de forma satisfatória e eficiente, priorizando a qualidade dos momentos juntos. “Além disso, é essencial que os pais tenham a consciência de não suprir essa ausência com presentes e permissividade”. Outro fator de influência
nessa relação é a presença de aparelhos eletrônicos e tecnológicos no dia a dia dos pequenos. Dependendo da estrutura familiar, televisão, videogame, celular e computador podem fazer surgir verdadeiros abismos na família, se não forem usados com limites. “Se todos assistirem TV ou usarem o computador no
mesmo ambiente, é possível aproveitar essas tecnologias para enriquecer as conversas e criar momentos agradáveis, prazerosos e de aproximação”, afirma, destacando que, para manter, constantemente, uma boa relação com os filhos é preciso paciência e muito jogo de cintura. O equilíbrio entre a amizade e
autoridade é um dos desafios que os pais devem buscar todos os dias. “É preciso cuidado para não confundir autoridade com autoritarismo. A relação deve basearse no afeto emocional também, favorecendo o elogio e evitando críticas constantes”, aconselha.
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O conceito de família pode mudar, mas o amor para com os filhos, nunca
A
Família é aquela cujos membros estejam felizes
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definição e o perfil de família vem mudando a cada ano. Dois pais, duas mães, avós e tios, por exemplo, hoje podem formar um núcleo familiar. As várias configurações mudam também a postura de instituições como escolas, por exemplo. Isso porque, ainda hoje, não são poucos os casos em que atividades escolares são destinadas apenas às mamães ou homenageiam só o pai. Mas e como ficam as crianças que não contam com um modelo de família tradicional? Conforme a psicopedagoga Gilca Lucena Kortmann, doutora em Educação e terapeu-
ta de casal e de família, escola e parentes da criança precisam trabalhar com os pequenos as diversas possibilidades de afeto que existem e os diferentes vínculos que podem ser estabelecidos em família. Ainda conforme a especialista, é preciso que a escola sempre dialogue com os alunos, contando, nesses casos, com a orientação de psicólogos e pedagogos que possam ajudar a entender essas novas configurações e estruturas familiares. Para Gilca, o aumento de famílias uniparentais e monoparentais (em que só a mãe ou só o pai convive com a criança), a diversi-
ficação de arranjos familiares e os novos casamentos, por exemplo, conduzem constantemente a grandes interrogações frente ao desconhecido. “Nossas crianças não podem ser excluídas de viver a sua realidade. Elas precisam ter a orientação clara e precisa de que família são as pessoas que as acolhem e lhes dão afeto e cuidado. É preciso que fique claro que, não necessariamente, isso só se estabelece por meio de laços consanguíneos”, ressalta a especialista. E chegou o Dia da Família Em várias cidades, as escolas estão ampliando o conceito de
família. Apresentações e homenagens já não são mais como antes. Hoje, as instituições destinam um dia do calendário à união da família como um todo, independentemente do modo como elas são formadas. Datas como o Dia dos Pais e das Mães, apesar de serem lembrados, estão sendo trabalhados de forma mais restrita. Esse tipo de ação traz muito benefícios, pelo simples fato de colocar todos no mesmo patamar. Família não é só pai e mãe. Deve-se abrir espaço para que deixe de ser surpresa uma criança estar sendo criada por pessoas que não sejam seus pais.
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Qual é a importância da figura masculina para a criança?
P
or mais que o conceito de família venha se moldando a cada ano, a figura paterna sempre terá uma influência na vida da criança. Entretanto, nem sempre pai e mãe criam juntos os filhos. Neste caso, o mais importante é fazer a criança se sentir segura nas mais variadas situações: Em caso de morte, mudança de cidade, adoção independente ou qualquer situação em que o convívio com o pai não é possível, a mãe não pode ceder demais e tentar compensar essa ausência. É preciso fazer o papel de pai e mãe. Dar carinho ao mesmo tempo em que estabelece limites; Na ausência do pai, é saudável que as crianças adotem outro modelo masculino. Pode ser avô, tio, irmão, padrinho... No entanto, deixe claro para o seu filho quem é essa pessoa na dinâmica familiar para evitar confusões na cabeça do pequeno; Quando o casamento acaba, o pai deve continuar presente na rotina do filho. Lembre-se que não ter sido a pessoa certa para você não significa que ele não é essencial para a criança.
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O afastamento gera dificuldades sociais, pontua a explica a psicóloga Márcia Stanzione, observando que assim como a conexão entre mãe e filho durante a gestação e amamentação transforma a mulher em um porto seguro. "A figura masculina, em contrapartida, provoca uma ruptura nesse relacionamento, e isso não é nada ruim", afirma. Segundo ela, o pai é a primeira pessoa que mostra à criança que ela pode confiar em mais alguém, além da mãe. Assim, a relação de total dependência materna é amenizada e os pequenos começam a encarar o mundo e a se entrosar na sociedade. "A forma como a criança percebe a família nos primeiros anos de vida é simples: a mãe representa o conforto e o cuidado e o pai, as leis e a castração", explica a psicóloga Márcia Stanzione. É o convívio com essa autoridade que faz o pequeno perceber os seus limites. Isso não quer dizer não dar carinho nem proteção. Pelo contrário! Quanto mais presente for a figura paterna, mais seguro o filho vai se sentir.
Ausência da figura masculina Quando o convívio com um homem não acontece, largar a barra da saia da mãe pode se tornar uma tarefa difícil. "Cada criança reagirá de um modo diferente, no entanto é comum identificar traços de introspecção e dependência naquelas que não tiveram um modelo masculino", diz Melina. A tendência é a filha ou o filho se tornarem mais fechados e medrosos. Isso também reflete na adolescência e na vida adulta. Muitas vezes intempestivos, os jovens, além de buscar o acolhimento materno, desejam se deparar com os limites impostos pelo pai, que os direciona e ajuda a formar valores. No caso dos meninos, a presença do homem é ainda mais fundamental. "O ser humano precisa de alguém para se espelhar e, no caso dos garotos, a figura masculina mostra que a mãe não é a única referência", explica o psicanalista Paulo Giraldes. O homem contribui para a introdução da criança no mundo das diferenças, nos âmbitos social e sexual, o que favorece a constru-
Quanto mais presente for a figura paterna na família, mais seguro o filho vai se sentir
ção de relacionamentos e confiança. Ajudando o relacionamento Dicas práticas que vão ajudar você a harmonizar a relação entre pai e filho: Dê espaço- É importante permitir que a figura masculina participe da rotina, assumindo tarefas, como ninar,
contar histórias, passear, buscar na escola. Conceda poder de decisão; Não é só a mãe que sabe o que é melhor para a criança. O homem da casa também deve colaborar nas escolhas; Tenha pulso firme - Não vale deixar o pai bancar o chato enquanto você oferece colo. Mãe também dá bronca; Confie
- Quando o pai leva a criança para passear, evite ficar ligando a toda hora para checar se está tudo bem. Já que você liberou, delegue. Peça para o pai dar colo e mamadeira, trocar as fraldas. Cuidados que envolvem contato físico criam laços.
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Pais também têm um importante papel na amamentação
• Procure estar bem informado sobre a importância da amamentação. Durante a gestação, se possível, participe das consultas médicas, tire suas dúvidas e leia sobre o assunto.
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gosto é o mês em que comemoramos o Dia dos Pais e por falar neles, é importante saber que nem só as mães têm um papel importante na amamentação dos bebês. Embora as mulheres considerem esse momento só delas e do filho, vão perceber que a presença dos pais é essencial. O leite materno é a primeira prática alimentar a ser estimulada para a promoção da saúde e prevenção de doenças na vida dos bebês. Segundo o Ministério da Saúde, amamentar é muito mais que nutrir a criança, é um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional. Após dar a luz e voltar para a casa, a mulher se depara com um turbilhão
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Dicas práticas
• Ajude nas tarefas da casa. • Combine a rotina de visita com a família, para que não seja cansativo para a mãe e o bebê. • Evite discussões, que estressam a mãe e podem comprometer o aleitamento.
O pai é a pessoa ideal para apoiar a amamentação. É ele quem conhece a mulher, sabe seus gostos, desejos e preocupações
de emoções e atribuições, tais como, cuidar do bebê, as rotinas da casa, atenção ao filho mais velho, tarefas que exigem bastante da mulher. A coordenadora do Banco de Leite Humano de Jundiaí, Marcela Bionti, destaca que o
apoio do pai é indispensável para o sucesso do aleitamento materno que, segundo as recomendações do Ministério da Saúde, deve ser exclusivo até os seis meses e continuado até os dois anos ou mais. Lembrando que após o sexto mês o
bebê deve começar a receber outros tipos de alimentos saudáveis de forma lenta e gradual. O pai é a pessoa ideal para apoiar a amamentação. É ele quem conhece a mulher, sabe seus gostos, desejos e preocupações. Em geral, é no parcei-
ro que a mulher mais confia. Além disso, os pais podem ajudar nos cuidados com o bebê, dar banho, trocar fraldas, acalmar o bebê, segurar o bebê para que a mulher descanse, ajudar com os outros filhos e com os afazeres da casa.
• Tenha paciência e lembre-se que o bebê é a novidade da casa, mas não se pode esquecer de dar carinho e atenção à mãe (é um período em que as mulheres ficam bastante sentimentais). Enfim, nada muito complicado, mas que pode fazer uma grande diferença, afinal quem tem peito dá leite, quem não tem, dá força!
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O que é ser pai? Depoimentos de experiências emocionam
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árzea Paulista debateu um importante tema durante a Semana do Bebê realizada este mês: A paternidade responsável que teve como tema: ‘Ser pai é uma escolha, ser filho é um direito’. Na abertura do evento uma roda de conversa foi formada por pais, que contaram suas experiências sobre adoção, guarda compartilhada e as dificuldades dos primeiros meses de vida.
Depoimentos O médico pediatra Décio Batistone, dividiu sua alegria em cuidar de centenas de crianças e sobre a importância de estar perto da família. “Tenho 4 filhos e 5 netos. E nos primeiros anos de trabalho, me mudei para ter mais tempo com as crianças”, disse. O vice-prefeito, Rodolfo Braga, contou sua experiência, com a criação dos 3 filhos após a separação. “Optei por me dedicar integralmente a eles, e vejo que essa foi a melhor escolha que fiz. Hoje somos grandes companheiros”, afirma. O pai Claudiomir falou so-
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bre a escolha do coração. “Sempre quis ser pai, mas não foi possível. Por isso, eu e minha esposa optamos pela adoção”, conta. “Quando nossa filha Ana Laura chegou tudo mudou, hoje sou um homem realizado e vejo o quanto à figura masculina é importante na formação da criança”. O jornalista Gustavo Netto, relatou as dificuldades de ver o bebê recém nascido na UTI. “Todos os nossos sonhos de pais de primeira viagem foram por água abaixo quando nosso filho Lucca ficou 12 dias na UTI. Somente a união e o companheirismo nos deram força para superar aquele momento”, relata. O pai Luiz Gustavo Moraes contou os percalços que já enfrentou com a guarda compartilhada, como as dificuldades de levar a filha de 3 anos aos banheiros públicos. “São pequenos detalhes que fazem a diferença no dia a dia, mas que em nada me desanimam de estar sempre ao lado da minha filha”, afirmou emocionado Gustavo Moraes ao falar de sua experiência.
Rodolfo Braga contou sua experiência com a criação dos 3 filhos
Gustavo Neto e o filho Lucca “União nos fez superar o momento”
Dr Décio Batistone tem quatro filhos e cinco netos
Claudiomir falou sobre a escolha do coração na adoção de Ana Laura
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Pai é aquele que está presente nos bons e maus momentos dos filhos O
Fotógrafo Nilson Cologni e a filha Ana Helena
fotógrafo Nilson Cologni é pai da jovem Ana Helena, que comemora 20 anos em setembro. A filha, muito desejada, é a alegria do pai coruja, já que atualmente a relação dos dois é marcada pela paixão por fotografia e comunicação. “A Ana foi uma criança desejada, já estávamos casados há quatro anos, quando planejamos a chegada de um bebê”, lembra Nilson. “Quando me dei conta e vi aquela criatura que dependia totalmente de mim e da mãe, senti nos ombros a graça de ser pai”, relata. O fotógrafo conta da responsabilidade que desenvolveu com a chegada da filha. “Foi uma mudança muito forte. Um aprendizado a cada dia, você tem que ser forte por você e por aquela nova vida”. Com a chegada da juventude, uma nova surpresa para o pai. Ana Helena escolheu o curso
“A
palavra convence, mas o exemplo arrasta. Não se preocupe porque seus filhos não te escutam, mas te observam todo o dia.” Madre Teresa de Calcuta. O papel dos pais é um dos mais complicados que vamos aprender ao longo da vida, posto que ter um filho implica, entre muitas outras coisas, uma felicidade extrema e um esforço constante para sua educação e seu crescimento como pessoa. Como pai ou mãe sua figura será provavelmente o maior exemplo,
o maior ponto de referência, que seu filho irá ter na vida. A maioria das crianças ouvem o que dizem a elas, algumas inclusive fazem o que é dito, mas todas as crianças fazem o que os adultos fazem. De fato você aprende que, conforme cresce, seu filho escolherá, conscientemente ou não, imitar suas condutas, e isso poderá até mesmo fazê-lo consciente de alguns comportamentos que não sabia que tinha mas que, em algum momento, são refletidos pelas crianças. Ser pai é ser exemplo até que seu filho
possa ter consciência suficiente para moldar seus próprios padrões de vida. Conselhos x atos As crianças prestam atenção em tudo, e tudo o que disser a elas deve ser acompanhado de um ato representativo: então, como pai, se você aconselha seu filho sobre qualquer aspecto e faz o contrário, provavelmente a criança dará mais atenção ao que fez do que ao que disse. Muitas serão as ocasiões na quais seu filho irá recriminá-lo pois você não
age conforme sua lição, o que lhe ajudará também a se dar conta de suas fragilidades e defeitos. Deste modo, a coerência é a base de qualquer coisa que deseja ensinar a seu filho: se ele acha que o que escuta e o que vê é coerente, provavelmente começará a lapidar sua personalidade e sua psique a partir daí para o futuro. Seu filho o admira e o vê como seu próprio espelho, onde pode observar seu reflexo quando fica em dúvida sobre algo; aí está o desafio e o esforço de ser pai.
As crianças prestam atenção em tudo o que o pai faz
Neste Dia dos Pais, a filha Leidy só espera devolver todo o carinho que recebeu a vida toda. “Ele é meu alicerce”
de Rádio e TV, seguindo pela área da comunicação, e vem mostrando o mesmo talento do pai para captar imagens, já tendo vencido por dois anos consecutivos o concurso de fotografias da faculdade que cursa. “Quando ela optou pela área da comunicação, fiquei surpreso. Me vejo, muitas vezes, através das vontades e escolhas dela”, afirma. Amor de filha A estudante de fisioterapia, Leidy Ramos Romero, de 28 anos, tem um grande orgulho do pai. Segundo ela, João Romero é
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Pai não dá apenas conselho, mas seu exemplo
seu grande incentivador e a surpreendeu em um grande momento de dificuldade. Leidy conta, que quando optou por estudar fisioterapia, um curso que exige muitas horas de estudo – 6 dias da semana, o pai fez um acordo com a jovem. “Se você passar no concurso público da prefeitura e ter um emprego estável, ajudo com a sua faculdade”, lembra ela. E foi isso que ela fez, passou no concurso e na faculdade, sendo motivo de duplo orgulho para o pai. “Sei que quanto mais ele me cobra é porque sabe o quanto eu posso con-
quistar. A seriedade e força dele são um grande exemplo. Em 2016, Leidy sofreu um acidente de moto e passou vários meses acamada. Os cuidados e dedicação do pai fizeram toda a diferença na recuperação do trauma. “Ele me surpreendeu muito. Aprendeu a fazer curativos”. Ela lembra que o pai acordava às cinco da manhã para cuidar das feridas deixadas pelo acidente e deixava de almoçar, para poder ir para casa, trocar novamente os emplastros. “À noite ele me ajudava de novo. Aquela dedicação me marcou muito”.
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Dia dos Pais: data teve início há quatro mil anos
REGIONAL
C
onta-se que os primeiros registros de celebração dos pais tenham acontecido na Babilônia, há cerca de quatro mil anos. Um jovem chamado Elmesu teria preparado para seu pai um cartão de argila, no qual lhe desejava saúde, sorte e vida longa. Registros mais recentes deslocam a origem da data para Washington, nos EUA, no ano de 1909. Sonora Louise SmartDodd, filha de um viúvo e veterano de guerra queria demostrar sua admiração por seu pai e pelos esforços que ele realizou. Seu objetivo era homenagear seu próprio pai, que vira a esposa falecer ao dar a luz ao sexto filho e que acabou criando a família sozinho. Em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washington, solicitando a criação da data. Seu empenho rendeu frutos e o primeiro Dia dos Pais norte-
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Miguel Haddad é destaque nacional por sua coerência nas votações da Câmara
A VERDADE Caderno especial do Jornal A Verdade que circula nas cidades de Várzea Paulista, Jundiaí, Campo Limpo Paulista e Jarinu. www.jvregional.com
Fundado em 2004 por
Representante da região faz parte do grupo de menos de 9% de deputados que vota de forma independente
Jornalista responsável Marcos Nascimento (Mtb 25.518)
Ernesto Francisco Musselli Departamento Comercial Nilsen Carneiro Administrador Gabriel Felipe Musselli
Projeto gráfico Ramon Orsini
O jornal A Verdade Regional não se responsabiliza por conceitos ou opiniões emitidos em artigos assinados assim como matérias produzidas por assessorias de imprensa, devidamente identificadas, e deixa claro que esses não representam, necessariamente, o pensamento da direção. “O Senhor é meu pastor: nada me faltará”
No Brasil, o ‘Dia dos Pais’ foi comemorado pela primeira vez no país no dia 14 de agosto de 1953 Rua Humaitá, nº 162 – Vila Santa Terezinha – Várzea Paulista-SP – CEP: 13.220-120
americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, em homenagem à data de nascimento de seu pai. A partir de então, a comemoração ganhou força e espalhou-se por todo o estado americano. Até que em 1924, o presidente Calvin Coolidge ofereceu seu apoio para que
houvesse uma mobilização nacional. Finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson decretou o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais. No Brasil A origem do Dia dos Pais no Brasil está relacionada a uma ação do publicitário Sylvio
Bhering. A data foi comemorada pela primeira vez no país no dia 14 de agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Em seguida, a data de comemoração foi transferida para o segundo domingo de agosto e assim permanece até hoje.
Redação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .redacao@jvregional.com.br Atendimento ao cliente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .atendimento@jvregional.com.br Departamento Comercial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .comercial@jvregional.com.br Departamento Financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .financeiro@jvregional.com.br Arte-final e design gráfico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .artefinal@jvregional.com.br
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evantamento feito pe- um sentimento de descrença lo Instituto Liberal de na política. O que o senhor São Paulo (Ilisp), que tem a dizer a respeito disso? MH – Quero dizer que acompanha as votações de parlamentares no Congresso elas têm razão. Todo dia a Nacional, analisou a coerên- gente assiste a um verdadeicia dos votos dos deputados ro circo de horrores, de revefederais, o que permitiu des- lações sobre esquemas de tacar poucos parlamentares corrupção e, ao mesmo, temcujos posicionamentos, ao po, percebe as trágicas conlongo dos seus mandatos, sequências de tudo isso, não foram sujeitos a barga- principalmente no caso do nhas ou outro tipo de pres- desemprego – não há uma fasão e que votaram de forma mília que não tenha alguém desempregado –, uma situaindependente. O levantamento foi anali- ção dificílima para quem desado pelo Blog do Josias, da pende do seu trabalho e não Folha de S. Paulo. Segundo sabe de onde vai conseguir o essa análise, Miguel Had- sustento. Penso que isso é produto da irresdad, representante da nossa região “Com a internet o ponsabilidade dos governos petistas, na Câmara Fedeeleitor pode é bom que isso firal, está entre os acompanhar de que claro, pois 22% dos deputados que votaram perto como vota o eles estiveram no de maneira coe- seu representante. poder por mais de rente, sem se dei- Isso é bom, porque uma década e levaram o Brasil ao xar influenciar assim dá para por interesses separar o joio do caos. partidários no imtrigo”, defende o A Verdade – peachment de deputado Miguel Como fazer para Dilma Rousseff, Haddad sair dessa situana cassação de ção? Eduardo Cunha e MH – Vivemos duas crina investigação de Michel ses simultâneas, a crise políTemer. Em uma análise poste- tica e a crise econômica. A rior, que teve como critério, crise política está ligada às além desses posicionamen- investigações, como a Lava tos, o voto dos parlamenta- Jato, que deixam claro que res pelas reformas, o parla- havia um esquema de manimentar jundiaiense está en- pulação – pela propina – das tre os deputados federais – decisões políticas, que se damenos de 9% – que foram vam sempre em benefício de grandes empresas, como a coerentes em seus votos. Em entrevista exclusiva Friboi e a Odebrecht. Essa ao Jornal A Verdade Regio- crise está sendo combatida nal, Miguel Haddad fala a pela Justiça. E isso é inédito respeito do significado desse na nossa História, assistimos levantamento e de suas posi- a prisão de senadores, de governadores, de gente que ções. sempre acreditou estar aciA Verdade - Hoje em dia ma da lei e que cometia esa maioria das pessoas tem ses crimes exatamente por13 de agosto de 2017
queda da inflação e dos juros e o começo da queda do desemprego. O Brasil vive um momento muito difícil e a única posição que se deve tomar é a favor do País.
Na votação da última semana, o deputado Miguel Haddad defendeu o prosseguimento da denúncia contra o presidente Michel Temer e disse não ao arquivamento do inquérito
que tinha certeza da sua impunidade. Isso, essa certeza da impunidade, acabou. A minha posição é de total apoio às investigações. Quem for delatado, deve ser investigado. Quem for considerado réu, deve ser julgado. Quem for condenado, deve cumprir pena, independente do cargo ou do partido. A Verdade – Mesmo que seja do seu partido? MH – Claro. Não podemos ter políticos de estimação. Do meu partido ou de qual partido for, essa é a minha posição. A Verdade – O ranking feito pelo instituo Ilisp mostra que o senhor está entre os 22% dos deputados que votaram pelo impeachment de Dilma, pelo afastamento de Eduardo Cunha e pela investigação do presidente Temer. Isso é considerado um voto coerente? MH – Sim, é coerente, pois meu critério não foi
partidário em nenhuma votação. Dilma era contra o Cunha e os dois parecem que agora são contra o Temer. Não estive do lado deste ou daquele, mas fui a favor da transparência e da investigação de todos que foram delatados. A Verdade – O senhor esteve de qual lado? MH – Procuro, com o meu voto, defender o interesse do povo brasileiro. Tenho contato com meus eleitores de forma muito próxima. Minha página nas redes sociais é aberta ao diálogo e à prestação de contas. A cobrança é constante e a transparência é total. O que faço e meus posicionamentos são do conhecimento de todos. Votei na Câmara, na questão política, sempre a favor do prosseguimento das investigações. Da mesma forma, na questão econômica. Meu voto foi pela continuidade das reformas, que estão dando resultado, pelo menos é o que indicam os sinais, com a
A Verdade – Aliás, nesse critério, que inclui além da votação do impeachment de Dilma, da cassação de Cunha e do prosseguimento da investigação de Temer, os votos pelas reformas na economia, o senhor está entre os menos de 9% dos deputados que votaram de maneira coerente. O que o senhor tem a dizer a respeito disso? MH – Como disse, sigo, tanto na questão política como na questão econômica, o caminho da mudança. O Brasil precisa mudar. Precisa avançar, ser uma terra de fato de oportunidades e de maior justiça social. Aqui quase a metade das pessoas trabalha na informalidade, sem direito algum, e não consegue sair do lugar. Uma vida difícil. Para sair dessa situação precisamos enfrentar os interesses corporativos, que existem e são poderosos, não importa se à esquerda ou à direita. O que vai fazer do Brasil um País com menos desigualdade e mais oportunidades e deixarmos de ser uma nação subdesenvolvida. A Verdade – É por isso, então, que o senhor está entre os menos de 9% dos deputados que votam de forma independente? MH – Respeito o levantamento. Acho importante ter essa referência isenta para que o eleitor possa conhecer como está se comportando o seu representante. Dia dos Pais
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13 de agosto de 2017