Como fica o Dia dos Pais, quando o casal está separado? DIVULGAÇÃO
tualmente, a separação de casais está cada vez mais comum e o que o Instituto do Casal orienta nesses casos é que eles saibam separar o papel de pai do papel de marido. Quem se separa é o homem e a mulher. “O pai e a mãe vão durar enquanto estiverem vivos para os filhos”, destaca Marina Simas, psicóloga. Segundo ela, o que o filho tem que perceber é que a atenção, carinho e afeto não vão ser alterados por conta da separação. “Muito pelo contrário, seu pai continuará presente em muitos
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momentos de sua vida”. Ela destaca ainda que o papel do pai está mais relacionando ao provedor, pois, ele é aquele que traz segurança, além de conseguir estabelecer as normas e limites dentro da casa. A mãe é responsável pelo cuidado, carinho, afeto. “Atualmente estamos vivendo uma mudança nesses padrões pré- estabelecidos de forma rígida. O pai está bem mais próximo e tem uma enorme importância na vida do filho que vai crescer com crenças e valores percebidos desde o início dessa família”, argu-
menta, observando que o pai é tão responsável quanto a mãe na criação de um filho. “Porém, com papéis afetivos diferentes no decorrer da vida”, pontua. Em sua avaliação, o ideal é que os pais consigam dialogar e investir no bem-estar dos filhos, priorizando e assegurando o seu papel, principalmente nas datas comemorativas, como Dia dos Pais e Dia das Mães. “Estarem separados não deveria mudar em nada o respeito para criarem uma criança feliz”, orienta a profissional. Para ela, um cenário
com diálogo seria o cenário ideal, mas nem sempre isso é possível, pois, muitos casais terminaram o relacionamento com diversos conflitos que podem alterar a vida de uma criança. “Nesse caso é fundamental ter diálogo a fim de evitar possíveis problemas no futuro desse filho. Caso não consiga de forma espontânea, vale a pena procurar ajuda em terapia familiar”. A Dra. Marina finaliza dizendo que é importante que datas como Dia dos Pais sejam colocadas no calendário de cada família com o intuito de agregar na
A VERDADE REGIONAL
Pai deve dedicar toda a sua atenção aos seus filhos
formação da criança. “Atualmente com as famílias mais diversificadas como casais de dois pais, duas mães ou até crianças sem
pais, alguns locais comemoram o ‘Dia da Família’ que tem o intuito de também agregar valores e crenças na vida da criança”.
11 de agosto de 2019
JOSÉ EXPEDITO DA SILVA
Que tal tirar o dia para brincar com seu filho?
A VERDADE Pai é quem ama e cuida REGIONAL
Caderno especial do Jornal A Verdade que circula nas cidades de Várzea Paulista, Jundiaí, Campo Limpo Paulista e Jarinu.
portalaverdade.com.br
Ernesto Francisco Musselli
Jornalista responsável Marcos Nascimento (Mtb 25.518)
Diretor Diego Fernando Musselli
Nilsen Carneiro Departamento Comercial
Diretor-Financeiro Juliano Musselli
Projeto gráfico Ramon Orsini
Fundado em 2004 por
O jornal A Verdade Regional não se responsabiliza por conceitos ou opiniões emitidos em artigos assinados assim como matérias produzidas por assessorias de imprensa, devidamente identificadas, e deixa claro que esses não representam, necessariamente, o pensamento da direção. “O Senhor é meu pastor: nada me faltará”
Rua Humaitá, nº 162 – Vila Santa Terezinha – Várzea Paulista-SP – CEP: 13.220-120 Redação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .redacao@jvregional.com.br Atendimento ao cliente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .atendimento@jvregional.com.br Departamento Comercial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .comercial@jvregional.com.br Departamento Financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .financeiro@jvregional.com.br Arte-final e design gráfico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .artefinal@jvregional.com.br
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Ao contrário do que muitas pessoas pensam, pai não é somente quem nos gerou. A figura paterna pode ser representada pelo tio ou avô que nos criou. Somos do tempo em que não são raros os casos de casais que se apaixonam, têm filhos e terminam o relacionamento, alegando que o amor entre os dois chegou ao fim e que é melhor cada um seguir a sua vida. E, ao encerrar essa “sociedade”, pais e mães nem sempre avaliam as consequências da separação para seus filhos antes de começarem uma nova relação. Surge assim, a “paternidade afetiva”: o novo parceiro da mãe, que geralmente fica com a criança, acaba por se tornar um verdadei-
ro pai no dia a dia desse novo núcleo familiar. O mesmo pode ocorrer com o pai separado, que acaba assumindo outro relacionamento com filhos ou filhas. O caminho mais comum e natural, porém, é que o avô passe a ser a figura paterna na vida de muitas crianças, assumindo em muitos casos até responsabilidades financeiras, tarefas de levar e buscar na escola, além dos compromissos de lazer e passeios. Para a criança o avô/pai é uma referência de estabilidade e segurança, aquele “porto seguro” nos momentos difíceis, de turbulência, em seu novo modo de vida. Para o avô, que assume a “paternidade afetiva”, é
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uma experiência de vida muito gratificante porque, além da sensação de estar proporcionando o melhor para seus netos, a recompensa é certa. Todo o carinho, atenção e cuidados dispensados retornam em pequenos gestos de amor puro e sincero daquela frágil criança. Tudo isso renova suas forças e inspira iniciativas empreendedoras, para garantir que essa nova etapa da paternidade possa ser cumprida com a mesma dignidade da primeira. Mais do que presença física, toda criança quer e precisa da “paternidade afetiva”, presença amorosa e protetora que comunica o amor de Deus, o Pai das Misericórdias.
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odo ano algumas cenas se repetem no Dia dos Pais e, entre elas, a correria na compra de presentes, filhos preocupados em agradar. Já para os filhos pequenos o presente fica a cargo da mãe, mas o que muitos adultos esquecem é que as crianças têm uma infinita capacidade de imaginar e se divertir com coisas simples e essa é uma alternativa na hora de homenagear os pais nessa data. O ato de brincar é uma das principais formas de expressão das crianças, que passam a construir significados e a interpretar sua existência no mundo, além de um direito garantido pela Declaração Universal dos Direitos da Criança, a Convenção de Direitos da Criança da ONU e o Estatuto da Criança e do Adolescente
T Quero abraçar a todos que, por laços biológicos ou afetivos, assumem a paternidade! José Expedito da Silva é jornalista e apresentador do Jornal Café da Manhã, pela Rádio Canção Nova
11 de agosto de 2019
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A VERDADE REGIONAL
Para as crianças, a brincadeira é uma forma de interação familiar
com a Lei nº 8069/90. Em Jundiaí, pais e filhos tem algumas opções para passar um dia diferente. Um dia no parque da cidade brincando de empinar pipa ou mesmo fazer um piquenique em família é uma boa opção. Que tal um pega-pega, esconde-esconde, pique-
bandeira ou fazer um brinquedo com o seu filho? Para as crianças, a brincadeira é uma forma de interação com os outros sujeitos, adultos e crianças. Ao brincar, a criança adentra o mundo dos adultos dando significado àquilo que vivencia. E todos saem ganhando.
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Comércio de Jundiaí terá horário especial para Dia dos Pais JV REGIONAL
ara atender os consumidores, o comércio de rua poderá estender seu horário de funcionamento na sexta-feira (9) até as 22 horas (opcional). No dia 10, o horário de atendimento é até 18horas, inclusive por ser o 1º sábado após o quinto dia útil. Segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) nas 27 capitais brasileiras, 67% dos consumidores pretendem ir às compras No Dia dos Pais. A taxa representa um aumento de 6 pontos per-
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centuais em relação a 2018. Pesquisa realizada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí e Região (Sincomercio) revela que os lojistas estão otimistas com a data e esperam aumento nas vendas entre 3 a 5%, em comparação com o ano anterior. “É uma projeção dentro da realidade econômica”, afirma Edison Maltoni, presidente do Sincomercio. O valor do gasto médio está na faixa de R$ 150. “As roupas correspondem à maior parte das intenções de compra para a data, seguidas de perfumes e cosméticos, calçados e acessórios, como meias,
cinto, óculos, carteira e relógio”, cita Maltoni. Expresso da Alegria Além dos lojistas estenderem seu horário de atendimento no sábado (10), os consumidores do maior polo comercial de rua de Jundiaí também poderão fazer um passeio gratuito no período das 10 às 15 horas no trenzinho Expresso da Alegria, iniciativa da Câmara de Dirigentes Lojistas de Jundiaí (CDL) com apoio do Sincomercio. “O trenzinho é um atrativo a mais aos consumidores do complexo comercial”, detalha Maltoni.
O Dia dos Pais, celebrado no próximo domingo (11/08) é considerada a terceira melhor data para o comércio
DIVULGAÇÃO
Pais gostariam de ter mais tempo com a família
Eles estão mais dispostos a se dedicarem integralmente aos filhos
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Conciliar vida profissional e paternidade, muitas das vezes, consiste em abrir mão de tempo de qualidade com a família. Uma pesquisa realizada pela Catho com mais de 1,6 mil pais constatou que 97% gostariam de ser mais presentes e ter mais tempo com a fa-
mília. Dentre os pontos que mais fazem falta durante a rotina, destacam-se passeios em família (32%) e estar mais presente em momentos importantes (30%). Participar de forma mais ativa na vida dos filhos também é um ponto relevante na vida paterna.
A VERDADE REGIONAL
Ainda segundo o levantamento, participar de educação (20%) e brincar (14%) com eles também fazem falta durante a correria que existe em nosso dia a dia. Para Murilo Cavellucci, diretor de Gente e Gestão da Catho, a mudança do papel do homem na educa-
ção dos filhos tem sido observada com mais intensidade nos últimos tempos. Abrir espaço para a discussão é extremamente relevante, pois contribui para a equidade na relação familiar e profissional do casal, uma vez que a atenção do filho será dividida igualmente.
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Quem são eles: pais ou heróis? Quando transferimos aos nossos pais a ideia de heroísmo, não podemos de maneira alguma impor sobre eles a condição de seres inabaláveis, pois cada pai é um ser como qualquer outro, o que o difere é, na verdade, a forma tão especial que um dia ele se assumiu como pai, como nosso pai. Contudo, a ideia de heroísmo pode ser perfeitamente defendida se, com herói, quisermos dizer que ele, nosso querido papai, é (co) protagonista de uma grande história, a história da nossa vida, a qual foi e está sendo construída sobre as bases de ensinamentos indispensáveis para cada um de nós. Cada pai é um herói que não tem poder de vencer, sozi-
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nho, os muitos obstáculos impostos a nós pela vida, mas todos os momentos em que alguma pedra quiser nos impedir de continuar, o nosso herói estará sempre ali por perto, sempre disposto a nos confortar, com a sua presençaem cada instante de nossas vidas. O heroísmo que por muitos é defendido só existe na ficção, mas mesmo assim ainda podemos identificar traços de um verdadeiro “homem de ferro” na pessoa de cada pai, que não obstante se imaginar tão forte como as características deste precioso metal, o que o torna forte mesmo é o amor que ele tem por nós, mesmo não sabendo demonstrar muitas vezes.
História do Dia dos Pais
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tualmente, tal como o dia das mães, o dia dos pais é uma das datas mais prestigiadas no mundo como um todo e no Brasil, em especial. Entretanto, pouco se sabe sobre a origem dessa data. No Brasil, ela é comemorada no segundo domingo de agosto, mas já foi comemorada fixamente no dia 16 desse mesmo mês. O dia dos pais passou a ter repercussão mundial a partir do início do século XX, quando a data foi institucionalizada nos Estados Unidos da América, que comemoraram pela primeira vez em 19 de junho de 1910. Tal data foi escolhida a partir da sugestão de uma moça chamada Sonora Louis Dodd, que quis homenagear seu pai, William Jackson Smart, um veterano da Guerra Civil Americana que, após a morte da esposa, teve que criar sozinho Sonora e os outros filhos. A homenagem de Sonora começou em 1909, em sua cidade, Spokane, no estado
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No Brasil, o ‘Dia dos Pais’ só foi comemorado pela primeira vez em 1953, no dia 16 de agosto
de Washington. O dia em questão, 19 de junho, era a data de nascimento de seu pai. O gesto simples da moça acabou por mobilizar muitas pessoas. Entretanto, em 1966, houve uma alteração na comemoração da data em decorrência de outros fatores. Do dia 19 de junho, a comemoração passou para o terceiro domingo de junho. Em 1972, o presidente
A VERDADE REGIONAL
Richard Nixon declarou o terceiro domingo de junho como o dia oficial da comemoração do dia dos pais. No Brasil No Brasil, o dia dos pais só foi comemorado pela primeira vez em 1953, no dia 16 de agosto. Ela foi pensada por um publicitário chamado Sylvio Bhering. O objetivo era tanto social quan-
to comercial. A tentativa inicial foi associar a data ao dia de São Joaquim, pai de Maria, mãe de Jesus Cristo, que é comemorado em 16 de agosto, já que a população brasileira era predominantemente constituída de católicos. No entanto, nos anos seguintes, a data também foi deslocada para um domingo, o segundo domingo do mês de agosto.
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Rotina tecnológica destroi relação entre pais e filhos
Pais também têm o chamado ‘instinto materno’
JV REGIONAL
e por um lado esta mesma tecnologia que encurta distâncias quando pais e filhos estão longe, por outro, ela alonga esta distância, mesmo eles estando na mesma sala, cada um em seu mundo. Com a modernidade, o advento das novas tecnologias, o surgimento das redes sociais e a popularização de aplicativos e games, fica cada vez mais difícil competir com o fascínio que estes provocam em crianças, jovens e adultos. Se não bastasse a rotina atribulada que, por si só, já dificulta a convivência diária, as tecnologias entraram
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definitivamente na disputa pela atenção dos membros da família. Até agora têm levado a melhor e reduzido ainda mais o já comprometido tempo de relacionamento entre pais e filhos. Pesquisa inédita realizada no ano passado pelo centro americano de estudos sobre os meios de comunicação, Common Sense Media, revelou que 28% das famílias com crianças até 8 anos reconhecem que estão passando menos tempo juntas por conta das distrações provenientes das tecnologias. A maioria, 58%, ainda não vê nenhum efeito no contato diário, mas a verda-
de é que os impactos têm tudo para crescer à medida que os pequenos ganham autonomia e abandonam a infância. Mas não são apenas os filhos os responsáveis por esse afastamento. Os pais também cederam às tentações das redes sociais e têm sim parcela de culpa nesse fenômeno, que chega a comprometer, inclusive, a vida conjugal. Para a psicóloga Elaine Ribeiro, é preciso avaliar a qualidade da comunicação em família e que o bom uso das redes sociais pelos familiares pode surtir efeito, mas os limites também devem ser colocados.
JV REGIONAL
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Diálogo pessoal deve ser a base deste relacionamento que pode vir a melhorar com o tempo
DIVULGAÇÃO
Modernidade traz conflitos de gerações?
A orientação é que os pais procurem tornar-se amigos dos filhos
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Não é de hoje que ouvimos falar em conflito de gerações, principalmente nos dias atuais, quando o filho está mais independente. É neste momento que há o choque. Na avaliação de psicólogos é perfeitamente compreensível e natural que os jovens e os adultos
izem que, quando nasce um filho, nasce também uma mãe. Mas, a verdade é que essa afirmação cai como uma luva quando o assunto é o pai, que vai precisar aprender com esse novo integrante da família. Filhos não chegam com manual de instrução e todo o aprendizado envolvido vale para os dois. Mas porque, os pais ainda ficam em segundo plano na criação dos filhos? Segundo a psicóloga Flora Victoria, a figura do pai é muito importante na criação de uma criança. Ele precisa atuar em parceria com a mãe, que, por sua vez, deve dar espaço para a participação do pai na vida da criança. “O filho é dos dois, portanto, a troca de
vejam as coisas de modo diferente. Sempre assim foi. A orientação é que os pais procurem tornar-se amigos dos filhos. Pode-se harmonizar perfeitamente a autoridade paterna, requerida pela própria educação, com um sentimento de amizade, que exige colocar-se
A VERDADE REGIONAL
de alguma maneira no mesmo nível dos filhos. O segredo costuma estar na confiança: saibam os pais educar num clima de familiaridade; não dêem nunca a impressão de desconfiança. Os pais têm que procurar manter o coração jovem, para lhes ser mais fácil aco-
lher com simpatia as aspirações nobres e inclusive as extravagâncias dos filhos. A vida muda e há muitas coisas novas que talvez não nos agradem, mas que não são ruins: os conflitos aparecem porque se dá importância a pequenas coisas que podem ser superadas.
11 de agosto de 2019
O comportamento masculino em todos os estágios do desenvolvimento infantil tem mudado bastante
opinião deve ser constante, cabendo a ambos a responsabilidade sobre as decisões desde os primeiros momentos de vida do bebê”, disse. Com mais um Dia dos Pais se aproximando, a reflexão sobre o papel da figura paterna nos tempos atuais se torna ainda mais relevante. O comportamento masculino em todos os estágios do desenvolvimento infantil tem mudado bastante nos últimos tempos. Entre os anos 1940 e 1950, o pai era visto como mero provedor, cabendo à mãe o papel de cuidadora. Mas essa relação já não é a mesma, cabendo, hoje, também ao pai o protagonismo na construção em parceria com a mãe de uma relação de troca de valores, compreen-
são mútua, comunicação, respeito e equilíbrio em todas as decisões que dizem respeito aos filhos. E, assim como as mães, os pais de participação e voz ativa também enfrentam desafios à frente desse papel. A rotina profissional agitada, a volta para casa sempre tarde da noite, aliada ao cansaço, fazem com que, nem sempre, sobre tempo ou disposição para os filhos. “O importante não é a quantidade de tempo com os filhos, mas sim a qualidade da convivência. Meia hora de brincadeira vale muito mais do que uma hora, sentados juntos na sala, com o pai mexendo no seu celular e o filho no videogame, sem nenhuma interação entre eles”, explica Flora.
O conceito de família pode mudar, mas o amor para com os filhos, nunca A definição e o perfil de família vem mudando a cada ano. Dois pais, duas mães, avós e tios, por exemplo, hoje podem formar um núcleo familiar. As várias
11 a de agosto de 2019
configurações mudam também a postura de instituições como escolas, por exemplo. Isso porque, ainda hoje, não são poucos os casos em que atividades esco-
lares são destinadas apenas às mamães ou homenageiam só o pai. Mas e como ficam as crianças que não contam com um modelo de família tradicional?
Em várias cidades, as escolas estão ampliando o conceito de família. Apresentações e homenagens já não são mais como antes. Hoje, as instituições desti-
A VERDADE REGIONAL
nam um dia do calendário à união da família como um todo, independentemente do modo como elas são formadas. Datas como o Dia dos Pais e das Mães, apesar
de serem lembrados, estão sendo trabalhados de forma mais restrita. Esse tipo de ação traz muito benefícios, pelo simples fato de colocar todos no mesmo patamar.
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Rotina tecnológica destroi relação entre pais e filhos
Pais também têm o chamado ‘instinto materno’
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e por um lado esta mesma tecnologia que encurta distâncias quando pais e filhos estão longe, por outro, ela alonga esta distância, mesmo eles estando na mesma sala, cada um em seu mundo. Com a modernidade, o advento das novas tecnologias, o surgimento das redes sociais e a popularização de aplicativos e games, fica cada vez mais difícil competir com o fascínio que estes provocam em crianças, jovens e adultos. Se não bastasse a rotina atribulada que, por si só, já dificulta a convivência diária, as tecnologias entraram
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definitivamente na disputa pela atenção dos membros da família. Até agora têm levado a melhor e reduzido ainda mais o já comprometido tempo de relacionamento entre pais e filhos. Pesquisa inédita realizada no ano passado pelo centro americano de estudos sobre os meios de comunicação, Common Sense Media, revelou que 28% das famílias com crianças até 8 anos reconhecem que estão passando menos tempo juntas por conta das distrações provenientes das tecnologias. A maioria, 58%, ainda não vê nenhum efeito no contato diário, mas a verda-
de é que os impactos têm tudo para crescer à medida que os pequenos ganham autonomia e abandonam a infância. Mas não são apenas os filhos os responsáveis por esse afastamento. Os pais também cederam às tentações das redes sociais e têm sim parcela de culpa nesse fenômeno, que chega a comprometer, inclusive, a vida conjugal. Para a psicóloga Elaine Ribeiro, é preciso avaliar a qualidade da comunicação em família e que o bom uso das redes sociais pelos familiares pode surtir efeito, mas os limites também devem ser colocados.
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Diálogo pessoal deve ser a base deste relacionamento que pode vir a melhorar com o tempo
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Modernidade traz conflitos de gerações?
A orientação é que os pais procurem tornar-se amigos dos filhos
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Não é de hoje que ouvimos falar em conflito de gerações, principalmente nos dias atuais, quando o filho está mais independente. É neste momento que há o choque. Na avaliação de psicólogos é perfeitamente compreensível e natural que os jovens e os adultos
izem que, quando nasce um filho, nasce também uma mãe. Mas, a verdade é que essa afirmação cai como uma luva quando o assunto é o pai, que vai precisar aprender com esse novo integrante da família. Filhos não chegam com manual de instrução e todo o aprendizado envolvido vale para os dois. Mas porque, os pais ainda ficam em segundo plano na criação dos filhos? Segundo a psicóloga Flora Victoria, a figura do pai é muito importante na criação de uma criança. Ele precisa atuar em parceria com a mãe, que, por sua vez, deve dar espaço para a participação do pai na vida da criança. “O filho é dos dois, portanto, a troca de
vejam as coisas de modo diferente. Sempre assim foi. A orientação é que os pais procurem tornar-se amigos dos filhos. Pode-se harmonizar perfeitamente a autoridade paterna, requerida pela própria educação, com um sentimento de amizade, que exige colocar-se
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de alguma maneira no mesmo nível dos filhos. O segredo costuma estar na confiança: saibam os pais educar num clima de familiaridade; não dêem nunca a impressão de desconfiança. Os pais têm que procurar manter o coração jovem, para lhes ser mais fácil aco-
lher com simpatia as aspirações nobres e inclusive as extravagâncias dos filhos. A vida muda e há muitas coisas novas que talvez não nos agradem, mas que não são ruins: os conflitos aparecem porque se dá importância a pequenas coisas que podem ser superadas.
11 de agosto de 2019
O comportamento masculino em todos os estágios do desenvolvimento infantil tem mudado bastante
opinião deve ser constante, cabendo a ambos a responsabilidade sobre as decisões desde os primeiros momentos de vida do bebê”, disse. Com mais um Dia dos Pais se aproximando, a reflexão sobre o papel da figura paterna nos tempos atuais se torna ainda mais relevante. O comportamento masculino em todos os estágios do desenvolvimento infantil tem mudado bastante nos últimos tempos. Entre os anos 1940 e 1950, o pai era visto como mero provedor, cabendo à mãe o papel de cuidadora. Mas essa relação já não é a mesma, cabendo, hoje, também ao pai o protagonismo na construção em parceria com a mãe de uma relação de troca de valores, compreen-
são mútua, comunicação, respeito e equilíbrio em todas as decisões que dizem respeito aos filhos. E, assim como as mães, os pais de participação e voz ativa também enfrentam desafios à frente desse papel. A rotina profissional agitada, a volta para casa sempre tarde da noite, aliada ao cansaço, fazem com que, nem sempre, sobre tempo ou disposição para os filhos. “O importante não é a quantidade de tempo com os filhos, mas sim a qualidade da convivência. Meia hora de brincadeira vale muito mais do que uma hora, sentados juntos na sala, com o pai mexendo no seu celular e o filho no videogame, sem nenhuma interação entre eles”, explica Flora.
O conceito de família pode mudar, mas o amor para com os filhos, nunca A definição e o perfil de família vem mudando a cada ano. Dois pais, duas mães, avós e tios, por exemplo, hoje podem formar um núcleo familiar. As várias
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configurações mudam também a postura de instituições como escolas, por exemplo. Isso porque, ainda hoje, não são poucos os casos em que atividades esco-
lares são destinadas apenas às mamães ou homenageiam só o pai. Mas e como ficam as crianças que não contam com um modelo de família tradicional?
Em várias cidades, as escolas estão ampliando o conceito de família. Apresentações e homenagens já não são mais como antes. Hoje, as instituições desti-
A VERDADE REGIONAL
nam um dia do calendário à união da família como um todo, independentemente do modo como elas são formadas. Datas como o Dia dos Pais e das Mães, apesar
de serem lembrados, estão sendo trabalhados de forma mais restrita. Esse tipo de ação traz muito benefícios, pelo simples fato de colocar todos no mesmo patamar.
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Comércio de Jundiaí terá horário especial para Dia dos Pais JV REGIONAL
ara atender os consumidores, o comércio de rua poderá estender seu horário de funcionamento na sexta-feira (9) até as 22 horas (opcional). No dia 10, o horário de atendimento é até 18horas, inclusive por ser o 1º sábado após o quinto dia útil. Segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) nas 27 capitais brasileiras, 67% dos consumidores pretendem ir às compras No Dia dos Pais. A taxa representa um aumento de 6 pontos per-
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centuais em relação a 2018. Pesquisa realizada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí e Região (Sincomercio) revela que os lojistas estão otimistas com a data e esperam aumento nas vendas entre 3 a 5%, em comparação com o ano anterior. “É uma projeção dentro da realidade econômica”, afirma Edison Maltoni, presidente do Sincomercio. O valor do gasto médio está na faixa de R$ 150. “As roupas correspondem à maior parte das intenções de compra para a data, seguidas de perfumes e cosméticos, calçados e acessórios, como meias,
cinto, óculos, carteira e relógio”, cita Maltoni. Expresso da Alegria Além dos lojistas estenderem seu horário de atendimento no sábado (10), os consumidores do maior polo comercial de rua de Jundiaí também poderão fazer um passeio gratuito no período das 10 às 15 horas no trenzinho Expresso da Alegria, iniciativa da Câmara de Dirigentes Lojistas de Jundiaí (CDL) com apoio do Sincomercio. “O trenzinho é um atrativo a mais aos consumidores do complexo comercial”, detalha Maltoni.
O Dia dos Pais, celebrado no próximo domingo (11/08) é considerada a terceira melhor data para o comércio
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Pais gostariam de ter mais tempo com a família
Eles estão mais dispostos a se dedicarem integralmente aos filhos
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Conciliar vida profissional e paternidade, muitas das vezes, consiste em abrir mão de tempo de qualidade com a família. Uma pesquisa realizada pela Catho com mais de 1,6 mil pais constatou que 97% gostariam de ser mais presentes e ter mais tempo com a fa-
mília. Dentre os pontos que mais fazem falta durante a rotina, destacam-se passeios em família (32%) e estar mais presente em momentos importantes (30%). Participar de forma mais ativa na vida dos filhos também é um ponto relevante na vida paterna.
A VERDADE REGIONAL
Ainda segundo o levantamento, participar de educação (20%) e brincar (14%) com eles também fazem falta durante a correria que existe em nosso dia a dia. Para Murilo Cavellucci, diretor de Gente e Gestão da Catho, a mudança do papel do homem na educa-
ção dos filhos tem sido observada com mais intensidade nos últimos tempos. Abrir espaço para a discussão é extremamente relevante, pois contribui para a equidade na relação familiar e profissional do casal, uma vez que a atenção do filho será dividida igualmente.
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Quem são eles: pais ou heróis? Quando transferimos aos nossos pais a ideia de heroísmo, não podemos de maneira alguma impor sobre eles a condição de seres inabaláveis, pois cada pai é um ser como qualquer outro, o que o difere é, na verdade, a forma tão especial que um dia ele se assumiu como pai, como nosso pai. Contudo, a ideia de heroísmo pode ser perfeitamente defendida se, com herói, quisermos dizer que ele, nosso querido papai, é (co) protagonista de uma grande história, a história da nossa vida, a qual foi e está sendo construída sobre as bases de ensinamentos indispensáveis para cada um de nós. Cada pai é um herói que não tem poder de vencer, sozi-
11 a de agosto de 2019
nho, os muitos obstáculos impostos a nós pela vida, mas todos os momentos em que alguma pedra quiser nos impedir de continuar, o nosso herói estará sempre ali por perto, sempre disposto a nos confortar, com a sua presençaem cada instante de nossas vidas. O heroísmo que por muitos é defendido só existe na ficção, mas mesmo assim ainda podemos identificar traços de um verdadeiro “homem de ferro” na pessoa de cada pai, que não obstante se imaginar tão forte como as características deste precioso metal, o que o torna forte mesmo é o amor que ele tem por nós, mesmo não sabendo demonstrar muitas vezes.
História do Dia dos Pais
DIVULGAÇÃO
tualmente, tal como o dia das mães, o dia dos pais é uma das datas mais prestigiadas no mundo como um todo e no Brasil, em especial. Entretanto, pouco se sabe sobre a origem dessa data. No Brasil, ela é comemorada no segundo domingo de agosto, mas já foi comemorada fixamente no dia 16 desse mesmo mês. O dia dos pais passou a ter repercussão mundial a partir do início do século XX, quando a data foi institucionalizada nos Estados Unidos da América, que comemoraram pela primeira vez em 19 de junho de 1910. Tal data foi escolhida a partir da sugestão de uma moça chamada Sonora Louis Dodd, que quis homenagear seu pai, William Jackson Smart, um veterano da Guerra Civil Americana que, após a morte da esposa, teve que criar sozinho Sonora e os outros filhos. A homenagem de Sonora começou em 1909, em sua cidade, Spokane, no estado
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No Brasil, o ‘Dia dos Pais’ só foi comemorado pela primeira vez em 1953, no dia 16 de agosto
de Washington. O dia em questão, 19 de junho, era a data de nascimento de seu pai. O gesto simples da moça acabou por mobilizar muitas pessoas. Entretanto, em 1966, houve uma alteração na comemoração da data em decorrência de outros fatores. Do dia 19 de junho, a comemoração passou para o terceiro domingo de junho. Em 1972, o presidente
A VERDADE REGIONAL
Richard Nixon declarou o terceiro domingo de junho como o dia oficial da comemoração do dia dos pais. No Brasil No Brasil, o dia dos pais só foi comemorado pela primeira vez em 1953, no dia 16 de agosto. Ela foi pensada por um publicitário chamado Sylvio Bhering. O objetivo era tanto social quan-
to comercial. A tentativa inicial foi associar a data ao dia de São Joaquim, pai de Maria, mãe de Jesus Cristo, que é comemorado em 16 de agosto, já que a população brasileira era predominantemente constituída de católicos. No entanto, nos anos seguintes, a data também foi deslocada para um domingo, o segundo domingo do mês de agosto.
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JOSÉ EXPEDITO DA SILVA
Que tal tirar o dia para brincar com seu filho?
A VERDADE Pai é quem ama e cuida REGIONAL
Caderno especial do Jornal A Verdade que circula nas cidades de Várzea Paulista, Jundiaí, Campo Limpo Paulista e Jarinu.
portalaverdade.com.br
Ernesto Francisco Musselli
Jornalista responsável Marcos Nascimento (Mtb 25.518)
Diretor Diego Fernando Musselli
Nilsen Carneiro Departamento Comercial
Diretor-Financeiro Juliano Musselli
Projeto gráfico Ramon Orsini
Fundado em 2004 por
O jornal A Verdade Regional não se responsabiliza por conceitos ou opiniões emitidos em artigos assinados assim como matérias produzidas por assessorias de imprensa, devidamente identificadas, e deixa claro que esses não representam, necessariamente, o pensamento da direção. “O Senhor é meu pastor: nada me faltará”
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Ao contrário do que muitas pessoas pensam, pai não é somente quem nos gerou. A figura paterna pode ser representada pelo tio ou avô que nos criou. Somos do tempo em que não são raros os casos de casais que se apaixonam, têm filhos e terminam o relacionamento, alegando que o amor entre os dois chegou ao fim e que é melhor cada um seguir a sua vida. E, ao encerrar essa “sociedade”, pais e mães nem sempre avaliam as consequências da separação para seus filhos antes de começarem uma nova relação. Surge assim, a “paternidade afetiva”: o novo parceiro da mãe, que geralmente fica com a criança, acaba por se tornar um verdadei-
ro pai no dia a dia desse novo núcleo familiar. O mesmo pode ocorrer com o pai separado, que acaba assumindo outro relacionamento com filhos ou filhas. O caminho mais comum e natural, porém, é que o avô passe a ser a figura paterna na vida de muitas crianças, assumindo em muitos casos até responsabilidades financeiras, tarefas de levar e buscar na escola, além dos compromissos de lazer e passeios. Para a criança o avô/pai é uma referência de estabilidade e segurança, aquele “porto seguro” nos momentos difíceis, de turbulência, em seu novo modo de vida. Para o avô, que assume a “paternidade afetiva”, é
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uma experiência de vida muito gratificante porque, além da sensação de estar proporcionando o melhor para seus netos, a recompensa é certa. Todo o carinho, atenção e cuidados dispensados retornam em pequenos gestos de amor puro e sincero daquela frágil criança. Tudo isso renova suas forças e inspira iniciativas empreendedoras, para garantir que essa nova etapa da paternidade possa ser cumprida com a mesma dignidade da primeira. Mais do que presença física, toda criança quer e precisa da “paternidade afetiva”, presença amorosa e protetora que comunica o amor de Deus, o Pai das Misericórdias.
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odo ano algumas cenas se repetem no Dia dos Pais e, entre elas, a correria na compra de presentes, filhos preocupados em agradar. Já para os filhos pequenos o presente fica a cargo da mãe, mas o que muitos adultos esquecem é que as crianças têm uma infinita capacidade de imaginar e se divertir com coisas simples e essa é uma alternativa na hora de homenagear os pais nessa data. O ato de brincar é uma das principais formas de expressão das crianças, que passam a construir significados e a interpretar sua existência no mundo, além de um direito garantido pela Declaração Universal dos Direitos da Criança, a Convenção de Direitos da Criança da ONU e o Estatuto da Criança e do Adolescente
T Quero abraçar a todos que, por laços biológicos ou afetivos, assumem a paternidade! José Expedito da Silva é jornalista e apresentador do Jornal Café da Manhã, pela Rádio Canção Nova
11 de agosto de 2019
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Para as crianças, a brincadeira é uma forma de interação familiar
com a Lei nº 8069/90. Em Jundiaí, pais e filhos tem algumas opções para passar um dia diferente. Um dia no parque da cidade brincando de empinar pipa ou mesmo fazer um piquenique em família é uma boa opção. Que tal um pega-pega, esconde-esconde, pique-
bandeira ou fazer um brinquedo com o seu filho? Para as crianças, a brincadeira é uma forma de interação com os outros sujeitos, adultos e crianças. Ao brincar, a criança adentra o mundo dos adultos dando significado àquilo que vivencia. E todos saem ganhando.
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Como fica o Dia dos Pais, quando o casal está separado? DIVULGAÇÃO
tualmente, a separação de casais está cada vez mais comum e o que o Instituto do Casal orienta nesses casos é que eles saibam separar o papel de pai do papel de marido. Quem se separa é o homem e a mulher. “O pai e a mãe vão durar enquanto estiverem vivos para os filhos”, destaca Marina Simas, psicóloga. Segundo ela, o que o filho tem que perceber é que a atenção, carinho e afeto não vão ser alterados por conta da separação. “Muito pelo contrário, seu pai continuará presente em muitos
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momentos de sua vida”. Ela destaca ainda que o papel do pai está mais relacionando ao provedor, pois, ele é aquele que traz segurança, além de conseguir estabelecer as normas e limites dentro da casa. A mãe é responsável pelo cuidado, carinho, afeto. “Atualmente estamos vivendo uma mudança nesses padrões pré- estabelecidos de forma rígida. O pai está bem mais próximo e tem uma enorme importância na vida do filho que vai crescer com crenças e valores percebidos desde o início dessa família”, argu-
menta, observando que o pai é tão responsável quanto a mãe na criação de um filho. “Porém, com papéis afetivos diferentes no decorrer da vida”, pontua. Em sua avaliação, o ideal é que os pais consigam dialogar e investir no bem-estar dos filhos, priorizando e assegurando o seu papel, principalmente nas datas comemorativas, como Dia dos Pais e Dia das Mães. “Estarem separados não deveria mudar em nada o respeito para criarem uma criança feliz”, orienta a profissional. Para ela, um cenário
com diálogo seria o cenário ideal, mas nem sempre isso é possível, pois, muitos casais terminaram o relacionamento com diversos conflitos que podem alterar a vida de uma criança. “Nesse caso é fundamental ter diálogo a fim de evitar possíveis problemas no futuro desse filho. Caso não consiga de forma espontânea, vale a pena procurar ajuda em terapia familiar”. A Dra. Marina finaliza dizendo que é importante que datas como Dia dos Pais sejam colocadas no calendário de cada família com o intuito de agregar na
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Pai deve dedicar toda a sua atenção aos seus filhos
formação da criança. “Atualmente com as famílias mais diversificadas como casais de dois pais, duas mães ou até crianças sem
pais, alguns locais comemoram o ‘Dia da Família’ que tem o intuito de também agregar valores e crenças na vida da criança”.
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