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Edição 184

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Diariamente na internet - www.ultimanoticia.com.br

Férias página 8.

30 de janeiro a 14 fevereiro de 2019 - Edição 184 - R$ 1,00

Minas Gerais vive mais uma tragédia ambiental e humana Divulgação/CBMMG

O rompimento de mais uma barragem de rejeitos em Minas Gerais deixa o Brasil e o mundo estarrecidos. Na última sexta-feira (25), uma barragem da mineradora Vale se rompeu e um mar de lama destruiu casas e levou tudo que encontrou pelo caminho. O Corpo de Bombeiros segue as buscas com o apoio de voluntários e 136 militares de Israel.

Tecnologia Usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em Catas Altas passam a contar com um aplicativo que permite acompanhar pelo celular a data, o horário e o local das consultas agendadas.

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Transporte escolar

Volta às aulas O ano letivo das escolas municipais de João Monlevade terá início no próximo dia 18. Nas escolas estaduais, o retorno está previsto para acontecer dia 7 de fevereiro. Página 3.

Segundo período de inscrições para o Transporte Escolar teve início no dia 28 de janeiro e vai até 1º de fevereiro.

João Monlevade está em alerta para risco de epidemia Arquivo/UN

Página 3. O último Levantamentos de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) realizado em 1.523 imóveis da cidade constatou que o município tem risco médio de enfrentar epidemias de dengue chikungunya, zica e febre amarela em 2019. Página 3.

Educação

O Viveiro de Mudas, do bairro Laranjeiras passará por revitalização. O trabalho acontece em parceria com a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

Aposentados e pensionistas segurados do Itabiraprev que não apresentarem a declaração anual de vida e residência até o dia 1º de fevereiro terão o pagamento interrompido.

A escola Professor Carneiro Vidigal, na comunidade de Bateias, em Santa Bárbara passou por revitalização. A prefeitura investiu R$ 128.301,41 na obra. A escola ganhou banheiro novo, reforma da cozinha e rede elétrica. Foram implantados, também, acessibilidade e um sistema de reaproveitamento de água de chuva.

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Revitalização Prova de vida


Geral/ Opinião

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Editorial

Tragédia em Brumadinho é prenúncio de mais desastres Três anos após o rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, em Mariana, uma nova tragédia humana e ambiental aconteceu em Minas Gerais pelo rompimento da barragem da Mina do Feijão, da mineradora Vale, na cidade de Brumadinho. O desastre ocorrido na última sexta-feira (25), não foi surpresa para muitos, já que parte dos moradores da região alertou autoridades e se opôs ao pedido de licenciamento do Complexo Paraopeba, que engloba as minas Jangada e Córrego do Feijão, feito em dezembro de 2018.

Barragem da Vale se rompe e causa destruição em Brumadinho

Divulgação/CBMMG

Esse novo grave acidente demonstra que as autoridades e as empresas brasileiras são lenientes e insensíveis ao cuidar de seus negócios, da comunidade, dos funcionários e o meio ambiente. Centenas de pessoas estão desaparecidas e certamente o desastre deixará prejuízos sociais e ambientais na região além de ser prenúncio de outras calamidades, caso o governo continue favorecendo o lucro empresarial e rejeitando a fiscalização rigorosa sobre as atividades das empresas, principalmente daquelas cuja atividade atinge populações e o meio ambiente.

O Canudinho e Brumadinho Foi na sexta-feira, hora do almoço. Pedi um suco no restaurante que frequento e fui informado pelo garçom de que os canudinhos agora são proibidos. Resignado, pedi então algo com que pudesse mexer o adoçante que eu havia colocado no copo e logo recebi uma colher. Procurei me informar na internet sobre essa lei do canudinho, cujo texto foi regulamentado em julho de 2018. Segundo os ambientalistas, o plástico dos canudinhos pode levar 400 anos para se decompor. Fiquei realmente impressionado com a preocupação ambiental em nosso país e pensei em quanto temos evoluído, a ponto de eu não poder mexer meu suco ou tomá-lo através do antigo canudinho, pois o ambiente está acima de tudo. Conforme me disse o dono do restaurante, quem for pego oferecendo o antigo acessório de plástico vai ter de pagar uma multa no valor de R$ 1.650,00. Novos flagrantes elevam a multa a até R$ 6 mil. Logo após o almoço, sentei confortavelmente numa poltrona do shopping e qual não foi minha surpresa ao notar que a tal preocupação ambiental não ultrapassa os canudinhos e outros acessórios que prejudicarão a natureza daqui há 400 anos. Numa leitura assustadora, li que naquele exato instante ocorria uma tragédia no município de Brumadinho, em Minas Gerais, após o rompimento da barragem 1 da Mina Feijão, da mineradora Vale, naquele município mineiro. Isso ocorre pouco mais de três anos após a tragédia em Mariana (MG), em 2015, em que houve o rompimento de uma barragem da Samarco, cujas donas são a Vale e a BHP Billiton. O Brasil sofre um problema social, ético, moral e, acima de tudo, de desfaçatez. O presidente eleito, além de ter que manejar o custo econômico e político de colocar o Brasil nos eixos, tem agora também que lidar com tragédias. A grande verdade é que, se a barragem se rompeu, provavelmente havia infiltração de água, e as promessas feitas anteriormente, ao rigor exigidas e prometidas pela Vale para que não mais ocorresse esse tipo de desgraça, que acarretou mortes no momento estimadas em aproximadamente 200 pessoas, não se concluiu, ou seja, a fiscalização, na melhor das hipóteses, foi precária ou omissa. Vejo isso com muita tristeza, e enxergo o Brasil como um país no qual o que promove exportação parece ter os meios fiscalizatórios afrouxados por parte dos órgãos competentes. Claro que não houve dolo, mas algo estranho aconteceu. Depois do susto e de ver pela TV as imagens do estrago do rompimento da barragem, caminhei em direção a um bar e pedi com um olhar triste um suco daqueles de latinha. Ao pagar, perguntei ao rapaz do caixa: “Você tem um canudinho?”. E ele me respondeu: “Não. Canudinho é proibido e os fiscais não dão moleza”. Saí cabisbaixo e pensei que canudinho rima com Brumadinho, mas para canudinho tem fiscais, para Brumadinho e Mariana tem lama, tristeza e desalento... Esse é o Brasil do momento. Fernando Rizzolo é Advogado, Jornalista, Mestre em Direitos Fundamentais, Professor de Direito

Rompimento de rejeitos da Barragem 1 da Mina Feijão, da Mineiradora Vale, em Brumadinho

Uma barragem da mineradora Vale se rompeu no início da tarde de sexta-feira (25), em Brumadinho, cidade da região metropolitana de Belo Horizonte, causando uma avalanche de lama e rejeitos de minério de ferro que soterrou parte da comunidade da Vila Ferteco, área rural do município. Segundo a Vale, ao menos 300 funcio-

Mariana. A barragem, com 86 metros de altura e 720 metros de comprimento da crista, foi construída em 1976 pela Ferteco Mineração, empresa adquirida pela Vale em 2001. A área ocupada pelos rejeitos era de 249,5 mil metros quadrados, com volume de 11,7 milhões de metros cúbicos. No ano passado, foram emi-

tidas duas declarações de Condição de Estabilidade da barragem pela TUV SUD do Brasil, empresa internacional especializada em Geotecnia, uma em 13 de junho e outra em 26 de setembro, ambas referentes aos processos de Revisão Periódica de Segurança de Barragens e Inspeção Regular de Segurança de Barragens.

nicos de Israel está dando apoio ao Corpo de Bombeiros nas operações de

resgate. Os israelenses trouxeram equipamentos modernos para rastreamen-

to, com capacidade de captação de imagens e detectores de vozes e ecos.

do Brasil é em nome da prefeitura local para receber doações: agência 1669-1, conta 200-3 (SOS Brumadinho), CNPJ 18.363.929/0001-40.

O recurso será usado para necessidades urgentes da população local afetada, informou o banco. A Caixa Econômica Fede-

ral não disponibilizou os dados da conta corrente, que será em nome da Defesa Civil, até o fechamento desta edição.

da mineradora Vale, Fabio Schvartsman, anunciou plano para um novo padrão de segurança nas barragens de rejeitos de mineração.

Após acompanhar o trabalho de apoio aos atingidos, Schvartsman informou que o grupo de trabalho deve apresentar, nos próximos dias,

um plano para “superar os parâmetros mais rigorosos existentes hoje no Brasil e no mundo” em termos de segurança nas barragens.

Vale já foi alvo de outras três decisões de bloqueio na Jus-

tiça comum e visam a garantir recursos para dar assistên-

cia às vítimas e cobrir danos ambientais.

nários atuavam no local no momento quando ocorreu o rompimento da barragem na Mina Feijão, que estava desativada desde 2015. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil do Estado trabalham na busca e resgate de feridos. O novo desastre ambiental com uma barragem da mineradora Vale ocorre pouco mais de três anos após a tragédia de

Auxílio nas buscas Um grupo de cerca de 130 militares médicos, engenheiros, bombeiros e téc-

Doações A Caixa e o Banco do Brasil anunciaram a abertura de contas para receber doações para Brumadinho. A conta corrente do Banco

Novo plano de segurança Após sobrevoar nesse domingo (27), a região atingida pelo rompimento da Barragem 1 da Mina do Córrego do Feijão, o presidente

Bloqueio Até o fechamento desta edição a Justiça do Trabalho de Minas Gerais havia determinado o bloqueio de R$ 11 bilhões da Vale, para indenizar os funcionários próprios e terceirizados da companhia por conta da tragédia em Brumadinho. A decisão é da juíza Renata Lopes Vale. A

Contatos:

Diretora Geral

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Dervania Vial

www.ultimanoticia.com.br Publicado desde 2013.


Cidade

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Levantamento da Vigilância em Saúde aponta risco médio de epidemia de dengue em João Monlevade A Vigilância em Saúde de João Monlevade constatou, por meio do Levantamento de Índice Rápido para o Aedes (LIRAa), que o município tem risco médio de enfrentar epidemias de dengue, chikungunya, zika e febre amarela em 2019. Essas doenças são transmitidas pelos mosquitos aedes aegypti e aedes albopictus. O levantamento foi realizado pelos agentes de combate a endemias em 1.523 imóveis, de todos os bairros da cidade, de 14 a 18 de janeiro, conforme datas e porcentagem populacional calculados pelo Ministério da Saúde. A classificação de risco também segue me-

todologia do ministério. Em 75 residências foram encontrados focos. Em 61 delas, a presença do aedes aegypti foi confirmada. A atividade complementa os trabalhos de rotina do Programa Nacional de Combate à Dengue. Os bairros com maior índice de infestação e recipientes propícios à proliferação dos vetores são: Carneirinhos, Belmonte, Rosário, Mangabeiras, Lourdes, República, Lucília, Nossa Senhora Aparecida, São Jorge, Vera Cruz, ABM, Monte Sagrado, Santa Cecília, Novo Cruzeiro, Cruzeiro Celeste, Planalto, Industrial, Cidade Nova, São Geraldo, Vila

Tanque, Pedreira, Baú, Loanda, Ernestina Graciana e Ary de Oliveira. Conforme as supervisoras de endemias, Renata Santos e Regina Célia Felicidade, a maioria dos focos está nas residências, em recipientes como caixas d´água, potes, baldes, pneus, plantas, lonas e vasos sanitários. “Ressaltamos que o trabalho é contínuo com visitas em ciclos bimensais, além de monitoramento quinzenal de pontos estratégicos como ferros velhos, reciclagens, cemitérios e oficinas”, afirmam as supervisoras. Para a coordenadora da Vigilância em Saúde, Kátia Guimarães, “cada cidadão

Ano letivo tem início nos dias 7 e 18 de fevereiro Os alunos da rede municipal de ensino de João Monlevade voltarão às aulas no dia 18 de fevereiro apesar de no dia 21, prefeitos mineiros terem aprovado em assembleia o adiamento do início das aulas escolares para depois do carnaval, como forma de pressionar ao governo do estado a colocar os repasses constitucionais em dia. Além de ser uma forma de pressão, a proposta de adiar o início das aulas foi apresentada como uma forma de economizar. Vários prefeitos se queixam de estar precisando usar recursos próprios para custear os serviços da educação.

Agente de endemias, Regina Felicidade, vistoria calha durante o LIRAa

Marcelo Camargo/AB

Inscrições para o Transporte Escolar acontecem até 1º de fevereiro

Crise financeira obriga cidades a adiarem o início do ano eletivo em Minas Gerais

Nas escolas estaduais ano letivo começa dia 7 O governo de Minas informou que apesar da crise financeira, a volta às aulas das escolas estaduais em Minas Gerais deve acontecer no dia 7 de fevereiro. Em nota, a Secretaria de Estado de Educação anunciou repasse de R$ 48,7 milhões, “sendo R$15 milhões para manutenção e custeio das escolas, R$ 1,7 milhão para contratação de serviços de conectividade nas unidades e ainda R$ 32 milhões para as prefeituras destinados ao transporte escolar dos alunos da rede estadual residentes em áreas rurais, referentes ao mês de fevereiro”.

Divulgação/AcomPMJM

deve fazer a sua parte, eliminando os focos e mobilizando a família e a vizinhança. Com o resultado do LIRAa, vamos intensificar as ações nos bairros onde foram encontrados maior número de focos, além de fazer mutirões de limpeza, em parceria com a Secretaria de Serviços Urbanos, nos bairros de maior risco”, disse Kátia. Neste mês, a Vigilância em Saúde realizou várias palestras para sensibilizar e intensificar as ações de combate ao aedes aegpyti. Participaram enfermeiros, médicos, técnicos de enfermagem, agentes de combate a endemias e agentes de saúde.

Regularização de repasses O estado informou que regularizou os repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) do exercício do ano 2019, de acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda (SEF). De 1º a 22 de janeiro, foram transferidos, segundo o governo, R$ 801,07 milhões para os municípios mineiros. Ainda segundo a nota, “em 2019, até o momento,

não há pendências em relação às transferências do Fundeb”. Porém, segundo a AMM, o governo deveria ter depositado R$ 102 milhões para o fundo, mas apenas R$ 89 milhões foram repassados na terça-feira (22). Ainda de acordo com a entidade, o atual governo já confiscou dos municípios mineiros R$ 430,5. Deste total, são R$ 62,7 milhões de Fundeb e R$ 367,8 de ICMS.

Os alunos que ainda não utilizam o Transporte Escolar e aqueles que mudarão de escola em 2019 devem fazer a sua inscrição até o dia 1º de fevereiro. Os locais de inscrição são: Centro Educacional de João Monlevade, Emip (Escola Municipal Governador Israel Pinheiro), e as escolas estaduais Alberto Pereira Lima, Louis Ensch, Luiz Prisco de Braga, Manoel Loureiro, Geraldo Parreiras e Dona Jenny Faria. O horário de atendimento é de 7h30 às 10h30 e de 13h30 às 16h30. Os documentos necessários são cópia de certidão de nascimento ou da carteira de identidade; cópia da carteira de identidade do pai, mãe ou responsável; cópia do comprovante de endereço referente a novembro/2018, dezembro/2018 ou janeiro/2019 (conta de água, luz ou telefone); de-

claração da escola próxima à residência do aluno afirmando a não existência de vagas, quando for o caso; declaração de matrícula e uma foto 3 X 4 recente. Por sua vez, quem vai mudar de turno, mas vai permanecer na mesma escola, e quem já tem o cartão de estudante, deve procurar a Secretaria Municipal de Educação, a partir do dia 28 de janeiro. Os que vão mudar de turno devem levar a carteirinha do Transporte Escolar de 2018 e a declaração de matrícula para o ano de 2019. Já os que possuem cartão devem levar comprovante de matrícula para o ano de 2019 e, posteriormente, procurar a ENSCON. O horário de atendimento é de 7h30 às 10h30 e de 13h30 às 16h30. Os alunos que possuem a carteirinha do Transporte Escolar e continuarão na mesma escola e no mesmo turno, utilizarão a mesma carteirinha de 2018.


Região

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Viveiro do bairro Laranjeiras passará por revitalização Divulgação/AcomPMJM

Ex-alunos e colaboradores da escola de Bateias retornam à unidade para inauguração Divulgação/AcomPMSB

Em visita ao Viveiro, Simone ladeada por Edgard Saravia, Murilo di Santi e pelas servidoras Regina Célia e Glória da Conceição

A prefeitura de João Monlevade anunciou na semana passada a revitalização do Viveiro de Mudas, do bairro Laranjeiras. A revitalização acontecerá em parceria com a Ufop e será realizado um amplo trabalho, inclusive com a implantação de uma estação

meteorológica. O projeto prevê, entre outras coisas, o monitoramento das condições climáticas, aferição de acidez do solo e elaboração de protocolos voltados para o plantio, adubação, poda, pulverização e irrigação. De acordo com a prefeita Simone Moreira (PSDB), os

trabalhos devem ser concluídos até o mês de abril. Na segunda-feira (23), Simone esteve no Viveiro acompanhada por Edgard Gregory Saravia, professor da Ufop/ Polo de João Monlevade, e por Murilo Freitas di Santi, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Prefeitura lança aplicativo para acompanhamento de consultas e procedimentos do SUS Arquivo/UN

O aplicativo Meu digiSUS permite acompanhar pelo celular a data, o horário e o local das consultas

A Prefeitura de Catas Altas, por meio da secretaria de Saúde, está utilizando mais um canal de comunicação para ajudar o cidadão. Desta vez, o objetivo será facilitar o acesso dos pacientes do sistema de saúde aos agendamentos de consultas e procedimentos. Por meio do aplicativo Meu digiSUS, do Ministério da Saúde, será possível acompanhar pelo celular a data, o horário e o local das consultas agendadas. A ferramenta permite acessar informações pessoais e clínicas contidas em cerca de 12 sistemas: número do cartão

do SUS; localização de farmácias populares e estabelecimentos de saúde (postos, hospitais, maternidades, serviços de urgências, centros de especialidades e outros); dados sobre a saúde do paciente (exames realizados, avaliação nutricional, vacinas tomadas, medicamentos recebidos pelos SUS, alergias, entre outras informações); ouvidoria do SUS; entre outros dados e serviços. Além disso, a plataforma móvel permite que os atendimentos sejam avaliados ou, ainda, que o Ministério da Saúde seja informado quando o atendimento não for re-

alizado. Aplicativo – para baixar o aplicativo, basta acessar a loja digital do celular e procurar por “Meu digiSUS”. Ele está disponível para os sistemas Android e IOS. Para realizar o primeiro acesso, é preciso inserir informações básicas como: CPF, nome da mãe e e-mail. Após isso, o sistema localizará o seu cartão e enviará ao correio eletrônico cadastrado uma mensagem para verificação de segurança. Após esse passo, você visualizará o número do seu Cartão Nacional de Saúde e terá acesso as suas informações de saúde.

Foram gastos na reforma da escola o total de R$ 128.301,41

Na noite de quinta-feira (24) a comunidade de Bateias, em Santa Bárbara, recebeu uma nova escola. Em um total de R$ 128.301,41, a escola ganhou banheiro novo, bem como reforma da cozinha e da rede elétrica. Foram implantados, também, acessibilidade, com a melhoria dos passeios e instalação de piso intertravado e um sistema de reaproveitamento de água de chuva. Na ocasião, o prefeito Leris Braga iniciou suas palavras externando o sentimento de que “a escola sempre será o caminho da construção de um sonho.” Esse contexto de reflexão abriu sua fala para a recapitulação de toda a sua trajetória escolar, des-

de quando foi aluno daquela unidade inaugurada até estar prefeito hoje, retornando àquela escola para ampliar e reestruturá-la. Em seu discurso, a diretora das Escolas do Campo, Mirlene Moraes, ressaltou que, naquela escola, o Prefeito “concluiu o ensino fundamental I, realizou o sonho de estar prefeito, e, hoje, realiza também o sonho de profissionais e alunos desta comunidade”. Destacou, ainda, o desejo de viver a criatividade no espaço, bem representada na cor laranja, pintada em algumas paredes da escola. Ela encerrou suas palavras dizendo que acreditava que a escolha do dia do aniversário dele para

a inauguração tem “um sentimento especial, por ser a escola que te revelou desde a mais tenra idade e pelo quanto você valoriza e acredita na educação como fonte de transformação das pessoas, das comunidades e do mundo”. O evento também foi marcado pela presença de secretários municipais, dos vereadores Anderson Pereira e Geraldo Magela Lopes, e do Padre Armando, que celebrou uma missa na escola. Também estiveram presentes familiares do prefeito, moradores da comunidade, alunos, ex-alunos, colaboradores e ex-colaboradores da Escola Professor Carneiro Vidigal.

Segurados do Itabiraprev têm até 1º de fevereiro para realizar prova de vida O Instituto de Previdência de Itabira (Itabiraprev) prorrogou até 1º de fevereiro o prazo para que seus aposentados e pensionistas apresentem a declaração anual de vida e residência. Quem não fizer o procedimento terá o pagamento interrompido. A prova de vida é obrigatória àqueles que iniciaram o recebimento de benefícios até dezembro de 2017, o que abrange cerca de 400 segurados. Os que se aposentaram ou passaram a receber pensões em 2018 estão desobrigados do recadastro.

A prorrogação é impreterível e consta na Portaria 444/2019, publicada esta semana no Diário Oficial do Município. Os beneficiários que ainda não comprovaram que estão vivos devem procurar o Itabiraprev na avenida Mauro Ribeiro, nº 566, loja 02, bairro Esplanada da Estação (próximo ao Procon Municipal), portando original e cópia de documento oficial com foto e comprovante de residência. O horário de atendimento é das 8 horas às 17h30. Em caso de dúvidas, o telefone da seção é o (31) 3839-2581.


adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, 30/01 a 14/02/2019 - oPág. 5 Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral.

Relatório da Administração: Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.S. as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31/12/2018 do Sicoob Credibelgo – Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletromecânicas de João Monlevade Ltda, na forma da Legislação em vigor. 1. Política Operacional: Em 04 de junho de 2018, o Sicoob Credibelgo completou 51 anos de existência, mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2. Avaliação de Resultados: No exercício de 2018, o Sicoob Credibelgo apresentou o resultado do valor de R$ 29.578,72 representando um retorno sobre o Patrimônio Líquido de 0,70%. 3. Ativos: Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 45.884,66. Por sua vez a carteira de créditos representava R$ 2.356.526,05. A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: Carteira Comercial

R$ 2.356.526,05

100%

Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 31/12/2018 o percentual de 23% da carteira, no montante de R$ 542.799,59. 4. Captação: As captações, no total de R$ 111.839,60 apresentaram uma evolução em relação ao mesmo período do exercício anterior de 196,03%. As captações encontravam-se assim distribuídas: Depósitos a Prazo

R$.111.839,60

100%

Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 31/12/2018 o percentual de 99,55% da captação, no montante de R$ 111.333,75. 5. Patrimônio de Referência: O Patrimônio de Referência do SICOOB CREDIBELGO em 31 de dezembro de 2018 era de R$ 4.056.940,40. O quadro de associados era composto por 646 Cooperados, havendo um decréscimo de 1,37 % em relação ao mesmo período do exercício anterior.

6. Política de Crédito: A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. O SICOOB CREDIBELGO adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99. 7. Governança Corporativa: Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembléia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional.

A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 8. Conselho Fiscal: Eleito anualmente na AGO, com mandato até a AGO de 2020, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. 9. Código de Ética: Todos os integrantes da equipe do SICOOB CREDIBELGO aderiram, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 10. Sistema de Ouvidoria: A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No exercício de 2018, a Ouvidoria do SICOOB CREDIBELGO não registrou nenhumas manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. 11. Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito – FGCoop: De acordo com seu estatuto, o Fundo Garantidor do Cooperativismo de CréditoFGCoop tem por objeto prestar garantia de créditos nos casos de decretação de intervenção ou de liquidação extrajudicial de instituição associada, até o limite de R$ 250 mil por associado, bem como contratar operações de assistência, de suporte financeiro e de liquidez com essas instituições. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que estabelece a forma de contribuição das instituições associadas ao Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), ratifica também seu estatuto e regulamento. Conforme previsto na Resolução CMN nº 4.150/12, esse fundo possui como instituições associadas todas as cooperativas singulares de crédito do Brasil e os bancos cooperativos integrantes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Conforme previsto no artigo 2º da Resolução CMN nº 4.284/13, a contribuição mensal ordinária das instituições associadas ao Fundo é de 0,0125%, dos saldos das obrigações garantidas, que abrangem as mesmas modalidades protegidas pelo Fundo Garantidor de Créditos dos bancos, o FGC, ou seja, os depósitos à vista e a prazo, as letras de crédito do agronegócio, entre outros. As contribuições ao FGCoop pelas instituições a ele associadas tiveram início a partir do mês de março de 2014 e recolhidas no prazo estabelecido no § 4º do art. 3º da Circular Bacen nº 3.700/14. Ainda nos termos de seu estatuto, a governança do Fundo será exercida pela Assembleia Geral, pelo Conselho de Administração e pela Diretoria Executiva, e está estruturada de modo a permitir a efetiva representatividade das associadas, sejam elas cooperativas independentes ou filiadas a sistemas cooperativistas de crédito, sendo o direito de voto proporcional às respectivas contribuições ordinárias. Agradecimentos: Agradecemos aos nossos associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação. João Monlevade, 17 de janeiro de 2019 José Geraldo de Souza – Diretor Presidente Reginaldo Braz – Diretor Administrativo Carlos Geraldo da Silva – Diretor Financeiro Wellington Carlos Ventura – Conselheiro Natália Cristina Oliveira Martins – Conselheira Alessandro dos Santos Alves - Conselheiro Josenir Evaldo Timóteo – Conselheiro


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Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro Mecânicas de João Monlevade Ltda

31/12/2018 1.222.813,40 41.388,58 51.668,40 45.884,66 983.529,13 2.918,16 97.424,47

Em Reais 31/12/2017 1.611.425,91 83.862,48 239.404,55 218.995,22 1.065.322,05 3.841,61 -

3.687.192,55 1.081.463,91

3.570.514,74 1.174.383,16

1.081.463,91

1.174.383,16

2.605.728,64 578.554,07 2.027.174,57

2.396.131,58 515.458,36 1.880.673,22

TOTAL 4.910.005,95 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

5.181.940,65

Operações de Crédito (Nota 6)

Permanente

Investimentos (Nota 9) Imobilizado em Uso (Nota 10)

Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro Mecânicas de João Monlevade Ltda SICOOB CREDIBELGO

Em Reais 31/12/2017 878.899,33 37.779,74 37.779,74 170.817,66

179.154,11 858,15 90.761,51 17.386,97 70.147,48

670.301,93 954,08 176.132,58 18.477,18 474.738,09

175.637,42 175.637,42 175.637,42

71.174,03 71.174,03 71.174,03

Patrimônio Líquido (Nota 15) 4.230.791,93 Capital Social 2.833.583,30 Reserva de Sobras 1.373.545,65 Sobras Acumuladas 23.662,98 TOTAL 4.910.005,95 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

4.231.867,29 2.702.336,93 1.370.587,78 158.942,58 5.181.940,65

Não Circulante Realizável a Longo Prazo (nota 12) Empréstimos no País - Outras Instituições

Reservas de Sobras Legal 1.350.719,96

388.756,33 (518.315,20)

1.370.587,78

Destinação de Sobras Exercício Anterior: (Nota 15)

Ao FATES Ao Capital Cotas de Capital à Pagar - Ex associados

231.838,10

198.914,71 (236,49) 19.867,82

2.702.336,93

Em Reais Sobras ou Perdas Acumuladas

(162.442,68) (7.292,18) (54.187,16) (7.916,08)

54.187,16

(19.867,82) (19.867,82) 158.942,58

Totais 4.360.266,70 (162.442,68) (7.292,18) (7.916,08) 388.756,33 (518.315,20) 198.914,71 (236,49) (19.867,82) 4.231.867,29 (99.999,83)

(99.999,83) (54.523,52) (4.419,23)

54.523,52

-

Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Sobras ou Perdas Líquidas Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios: . Fundo de Reserva .FATES Saldos em 31/12/2018

2.833.583,30

1.373.545,65

(2.957,87) (2.957,87) 23.662,98

363.013,08 (286.290,23) 29.578,72 (2.957,87) 4.230.791,93

Saldos em 30/06/2018

2.786.379,25

1.370.587,78

99.413,77

4.256.380,80

363.013,08 (286.290,23)

29.578,72 2.957,87

Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização 172.946,76 Por Devolução ( - ) (125.742,71) Sobras ou Perdas Líquidas Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios: . Fundo de Reserva .FATES Saldos em 31/12/2018 2.833.583,30 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

(69.835,05) 2.957,87 1.373.545,65

(2.957,87) (2.957,87) 23.662,98

172.946,76 (125.742,71) (69.835,05) (2.957,87) 4.230.791,93

Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro Mecânicas de João Monlevade Ltda SICOOB CREDIBELGO DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2018 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017

DESCRIÇÃO

31/12/2018 503.576,60 111.839,60 111.839,60 212.582,89

Outras Obrigações (Nota 13) Cob. e Arrec. de Trib. e Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas

2.777.708,64

Destinação de Sobras Exercício Anterior: Ao FATES Em Conta Corrente do Associado Ao Capital Cotas de Capital à Pagar - Ex associados Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Sobras ou Perdas Líquidas FATES - Atos Não Cooperativos Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios: . Fundo de Reserva .FATES Saldos em 31/12/2017

BALANÇO PATRIMONIAL LEVANTADO EM: BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DEZEMBRO DE 2018 E 2017 PASSIVO Circulante Depósitos (Nota 11) Depósito a Prazo Obrigações Por Empréstimos (Nota 12)

Capital Subscrito

Saldo em 31/12/2016

BALANÇO PATRIMONIAL LEVANTADO EM: BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DEZEMBRO DE 2018 E 2017

Não Circulante Realizável a Longo Prazo

Capital

Eventos

SICOOB CREDIBELGO

ATIVO Circulante Disponibilidades Títulos e Valores Mobiliários (Nota 4) Relações Interfinanceiras (Nota 5) Operações de Crédito (Nota 6) Outros Créditos (Nota 7) Outros Valores e Bens (Nota 8)

Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro Mecânicas de João Monlevade Ltda SICOOB CREDIBELGO DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2018 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017

Segundo Semestre/2017

Em Reais 31/12/2018

31/12/2017

Atividades Operacionais (69.835,05)

29.578,72

198.914,71

24.329,42 44.076,25 (1.429,38)

68.165,73 63.010,91 160.755,36

(8.774,74) 33.392,46 223.532,43

91.451,31 16.106,97 16.218,94 84,35

187.736,15 106.546,44 923,45 (4.904,80)

2.994,79 504.970,37 3.041,34 -

Aumento (redução) em passivos operacionais Depósitos a Prazo Outras Obrigações Obrigações por Empréstimos e Repasses

49.099,30 (609.365,73) (163.097,80)

74.059,86 (491.147,82) 146.228,62

31.131,63 94.864,52 (203.293,93)

Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais

(600.932,04)

180.197,26

657.241,15

Inversões em Imobilizado de Uso Inversões em Investimentos Outros Ajustes

(29.452,29) (12.308,45)

(290.170,23) (63.095,71) (11.861,70)

(238.050,99) (45.242,45) 300,00

Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos

(41.760,74)

(365.127,64)

(282.993,44)

172.946,76 (125.742,71) (2.957,87)

363.013,08 (286.290,23) (4.419,23) (99.999,83) (2.957,87)

388.756,33 (518.315,20) (7.916,08) (7.292,18) (162.442,68) (236,49) (19.867,82)

44.246,18

(30.654,08)

(327.314,12)

Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades

(598.446,60)

(215.584,46)

46.933,59

Modificações em Disponibilidades Líquida No Ínicio do Período No Fim do Período (Nota 3 - c) Variação Líquida das Disponibilidades

685.719,84 87.273,24 (598.446,60)

302.857,70 87.273,24 (215.584,46)

255.924,11 302.857,70 46.933,59

Sobras/Perdas do Exercício Provisão para Operações de Crédito Depreciações e Amortizações

Aumento (redução) em ativos operacionais Títulos e Valores Mobiliários Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens

Atividades de Investimentos

Atividades de Financiamentos

Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro Mecânicas de João Monlevade Ltda SICOOB CREDIBELGO DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2018 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017

Descriminação RECEITAS(INGRESSOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

Segundo Semestre/2017 622.432,69

Em Reais 31/12/2018

31/12/2017

1.273.348,99

1.355.404,95

1.273.348,99

1.355.404,95

Operações de Crédito

622.432,69

DESPESAS(DISPÊNDIOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

(63.218,09)

(143.099,22)

(153.423,26)

Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa

(2.502,47) (19.403,64) (41.311,98)

(4.303,25) (42.192,21) (96.603,76)

(1.560,69) (66.211,40) (85.651,17)

RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

559.214,60

1.130.249,77

1.201.981,69

OUTRAS RECEITAS/DESPESAS (INGRESSOS/DISPÊNDIOS) OPERACIONAIS

(629.494,31)

(1.101.642,41)

(1.009.269,65)

Despesas(Dispêndios) de Pessoal Outras Despesas(Dispêndios) Administrativas Despesas(Dispêndios) Tributárias Outras Receitas(Ingressos) Operacionais (Nota 17) Ingressos de Depósitos Intercooperativos Outras Despesas(Dispêndios) Operacionais (Nota 18)

(334.911,39) (370.071,92) (73,77) 76.124,56 2.984,71 (3.546,50)

(709.690,84) (612.265,77) (437,50) 209.026,71 15.657,80 (3.932,81)

(714.801,33) (497.908,67) (956,99) 192.289,50 17.155,96 (5.048,12)

(70.279,71)

28.607,36

192.712,04

971,36

6.202,67

29.578,72

198.914,71

RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 16) RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS NO LUCRO

444,66 (69.835,05)

(5.915,74)

(39.972,13)

FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social Reserva Legal

-

(2.957,87) (2.957,87)

(20.104,31) (19.867,82)

LUCRO/PREJUÍZO(SOBRA/PERDA) LÍQUIDA (69.835,05) As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

23.662,98

158.942,58

Aumento por novos aportes de Capital Devolução de Capital à Cooperados Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar Destinação de Sobras Exercício Anterior em C/C Associados Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao FATES FATES - Resultado de Atos Não Cooperativos FATES Sobras Exercício Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos

COOPERATIVA DE ECONOMIA E DE CREDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS SIDERÚRGICAS, METALÚRGICAS E ELETRO - MECÂNICAS DE JOÃO MONLEVADE LTDA – SICOOB CREDIBELGO – NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2018 E 2017. 1. Contexto Operacional: COOPERATIVA DE ECONOMIA E DE CREDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS SIDERÚRGICAS, METALÚRGICAS E ELETRO - MECÂNICAS DE JOÃO MONLEVADE LTDA – SICOOB CREDIBELGO, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 04 de junho de 1.967, filiada à CENTRAL DAS COOPERATIVAS DE ECONOMIA E CREDITO DO ESTADO DE MINAS GERAIS LTDA. SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/1964, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/1971, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/2009, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 4.434/2015, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e


EMPRESAS SIDERÚRGICAS, METALÚRGICAS E ELETRO - MECÂNICAS DE JOÃO MONLEVADE LTDA – SICOOB CREDIBELGO, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 04 de junho de 1.967, filiada à CENTRAL DAS COOPERATIVAS DE ECONOMIA E CREDITO DO ESTADO DE MINAS GERAIS LTDA. SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/1964, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/1971, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/2009, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 4.434/2015, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. O SICOOB tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. 2. Apresentação das demonstrações contábeis: As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil – BACEN, considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente àquelas aplicáveis às entidades Cooperativas, a Lei do Cooperativismo nº 5.764/71 e normas e instruções do BACEN, apresentadas conforme Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF, tendo sido aprovada pela sua administração, em sua reunião datada de 21 de janeiro de 2019, da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração. Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar determinados ativos e passivos entre outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, às provisões necessárias para causas judiciais, entre outras. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) - Resolução CMN nº 4.144/2012; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/2008; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/2008; CPC 04 (R1) – Ativo Intangível - Resolução CMN nº 4.534/2016; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/2009; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/2011; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº 4.007/2011; CPC 24 - Evento Subsequente Resolução CMN nº 3.973/2011; CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/2009; CPC 33 (R1) - Benefícios a Empregados Resolução CMN nº 4.424/2015. 3. Resumo das principais práticas contábeis: a) Apuração do resultado: Os ingressos/receitas e os dispêndios/despesas são registradas de acordo com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços, típicas ao sistema financeiro, são reconhecidas quando da prestação de serviços ao associado ou a terceiros. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis: Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para determinar o valor de certos ativos, passivos e outras transações considerando a melhor informação disponível. Incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à vida útil dos bens do ativo imobilizado, provisões para causas judiciais, dentre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. c) Caixa e equivalentes de caixa: Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/2008, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. d) Operações de crédito: As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas por critério "pro rata temporis", com base na variação dos respectivos indexadores pactuados.

e) Provisão para operações de crédito: Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. As Resoluções CMN nº 2697/2000 e 2.682/1999 estabeleceram os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo).

Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada além -da 30/01operação, a 14/02/2019 Pág. conjuntura econômica. As Resoluções CMN nº 2697/2000 e 2.682/1999 estabeleceram os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). f) Depósitos em garantia: Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações em que figura como polo passivo. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. g) Investimentos: Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE e ações do Bancoob, avaliadas pelo método de custo de aquisição. h) Imobilizado: Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, terrenos edificações, e as edificações em cursos, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para reduzir o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas aplicáveis e levam em consideração a vida útil econômica dos bens. i) Intangível: Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. j) Ativos contingentes: Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. k) Obrigações por empréstimos e repasses: As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados

são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”), assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis. l) Demais ativos e passivos: São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. m) Provisões: São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. n) Passivos contingentes: São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. o) Obrigações legais: São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. p) Imposto de renda e contribuição social: O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos de acordo com o Decreto 3.000/1999, art. 183. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados não tem incidência de tributação conforme art. 182 do mesmo Decreto. q) Segregação em circulante e não circulante: Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). r) Valor recuperável de ativos – impairment: A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 31 de dezembro de 2018 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros.

7


f) Concentração dos Principais Devedores: Descrição Maior Devedor 10 Maiores Devedores 50 Maiores Devedores

31/12/2018 38.998,41 311.474,66 1.055.393,08

% Carteira Total 1,65% 13,22% 44,78%

s) Eventos subsequentes:

g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo:

Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis.

Descrição Saldo inicial Valor das operações transferidas no período Valor das operações recuperadas no período TOTAL

Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2018. 4. Títulos e valores mobiliários:

Descrição Título de Renda Fixa TOTAL

31/12/2018 51.668,40 51.668,40

5. Relações interfinanceiras: Em 31 de dezembro de 2018 e 2017, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas: Descrição Centralização Financeira - Cooperativas (a) TOTAL

31/12/2018 45.884,664 45.884,66

31/12/2017 218.995,22 218.995,22

(a) Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE conforme determinado no art. 24, da Resolução CMN nº 4.434/2015.

a) Composição da carteira de crédito por modalidade:

Descrição

31/12/2018 1.187.624,45

Empréstimos Recuperação de créditos baixados como prejuízo Total

31/12/2017 1.250.779,06

85.724,54

104.625,89

1.273.348,99

1.355.404,95

Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado: 31/12/2018 225,67 2.692,49 2.918,16

31/12/2017 1.072,16 2.769,45 3.;841,61

(a) Refere-se à receita provisionada de aplicação financeira do Sicoob Credibelgo junto ao Sicoob Cecremge (b) Refere-se a créditos de Convênios e de tributos a recuperar do Sicoob Credibelgo. 8. Outros valores e bens: Descrição Bens Não De Uso Próprio (a) Despesas Antecipadas (b) TOTAL

31/12/2018 92.519,67 4.904,80 97.424,47

31/12/2017 -

(a) Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor referente aos seguintes bens destinados à venda: imóveis, representado pela sua antiga sede acompanhada de suas instalações, máquinas e equipamentos, móveis e utensílios e de equipamentos de segurança patrimonial.

9. Investimentos:

31/12/2018 Circulante Não Circulante 1.131.380,37 1.225.145,68 (147.851,25) (143.681,76) 983.529,12 1.081.463,92

Modalidade Empréstimos (-) Provisões para Operações de Crédito TOTAL

Total 2.356.526,05 (291.533,01) 2.064.993,04

31/12/2017 2.463.072,49 (223.367,28) 2.239.705,21

b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999:

Nível / Percentual Empréstimo / TD

Total em

Provisões

Total em

Provisões

31/12/2018

31/12/2018

31/12/2017

31/12/2017

1.657.785,36 47.599,87 17.331,29 158.873,18 44.533,35 16.960,91 14.514,68

1.657.785,36 47.599,87 17.331,29 158.873,18 44.533,35 16.960,91 14.514,68

8.288,93 476,00 173,31 4.766,19 1.336,00 1.696,09 1.451,47

60.044,96 38.029,15 79.494,01 22.118,25 60.512,88 947,97 137.780,19 1.819.565,52 536.960,53 2.356.526,05 291.533,01 2.064.993,04

60.044,96 38.029,15 79.494,01 22.118,25 60.512,88 947,97 137.780,19 1.819.565,52 536.960,53 2.356.526,05 291.533,01 2.064.993,04

18.013,49 19.014,57 39.747,01 15.482,77 42.359,02 947,97 137.780,19 50.672,52 240.860,49 291.533,01

1.765.718,77 70.046,85 84.491,08 79.216,38 97.270,19 30.474,22 58.754,20 16.044,66 25.577,32 24.531,24 58.706,52

8.828,59 700,47 844,91 2.376,49 2.918,11 3.047,42 5.875,42 4.813,40 7.673,19 12.265,62 29.353,26

25.235,56

17.664,89

127.005,50 1.986.032,12 477.040,37 2.463.072,49 223.367,28 2.239.705,21

127.005,50 32.031,99 191.335,29 223.367,28

c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento: Até 90 454.524,79 454.524,79

De 91 até 360 676.891,54 676.891,51

Acima de 360 1.225.145,68 1.225.145,68

Total 2.356.562,01 2.356.562,01

d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica: Empréstimo / Financiamento 2.356.526,05 2.356.526,05

31/12/2018 2.356.526,05 2.356.526,05

% da Carteira 100% 100%

e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito: Descrição Saldo Inicial Constituições / Reversões Transferência para prejuízo TOTAL

31/12/2018 223.367,28 96.603,76 (28.438,03) 291.533,01

31/12/2017 232.142,02 5.518,83 (14.293,57) 223.367,28

f) Concentração dos Principais Devedores: Descrição Maior Devedor 10 Maiores Devedores 50 Maiores Devedores

31/12/2017 487.177,64 14.293,57 (24.493,55) 476.977,66

(b) Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, referentes a apólices de seguros de sua nova sede e da contribuição para o Fundo de Estabilização e Liquidez.

6. Operações de crédito:

Descrição Pessoa Física TOTAL

31/12/2018 476.977,66 28.438,03 (85.724,54) 419.691,15

h) Receitas de operações de crédito:

Modalidade Rendas a Receber (a) Diversos (b) TOTAL

31/12/2017 239.404,55 239.404,55

Os Títulos de Renda Fixa referem-se, substancialmente, a aplicações em Certificados de Depósitos Interbancários – CDI, no SICOOB, com remuneração de, aproximadamente, cem por cento doo CDI. Tal recurso tem por objetivo garantir futuras operações de empréstimos firmadas com os seus cooperados.

Descrição Empréstimos TOTAL

a

% Carteira Total 1,43% 14/02/2019 - Pág. 12,10% 43,25%

7. Outros Créditos:

Em 31 de dezembro de 2018 e 2017, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários estavam assim compostas:

de Risco / Situação A 0,5% Normal B 1% Normal B 1% Vencidas C 3% Normal C 3% Vencidas D 10% Normal D 10% Vencidas E 30% Normal E 30% Vencidas F 50% Normal F 50% Vencidas G 70% Normal G 70% Vencidas H 100% Normal H 100% Vencidas Total Normal Total Vencidos Total Geral Provisões Total Líquido

31/12/2017 35.130,21 30/01 297.976,87 1.065.321,40

31/12/2018 38.998,41 311.474,66 1.055.393,08

% Carteira Total 1,65% 13,22% 44,78%

g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo:

31/12/2017 35.130,21 297.976,87 1.065.321,40

% Carteira Total 1,43% 12,10% 43,25%

O saldo é, substancialmente, representado por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE: Descrição Participações em cooperativa central de crédito Outros Investimentos TOTAL

31/12/2018 568.647,92 9.906,15 578.554,07

31/12/2017 505.552,21 9.906,15 515.458,36

10. Imobilizado de uso: Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição Imobilizado em Curso (a) Terrenos (b) Edificações Instalações Móveis e equipam entos de Uso

Descrição Sistema de Comunicação Sistema de Processamento de Dados Sistema de Segurança Máquinas e Equipamentos (-) Total Depreciação Acumulada TOTAL

31/12/2018

Taxa Depreciação

110.000,00 1.672.605,76 59.312,00 183.121,58

31/12/2017 1.686.660,35 29.859,55 144.334,73 44.912,79 169.329,38

31/12/2018 4.597,62 53.067,51 24.283,13 28.053,34 (107.866,37) 2.027.174,57

31/12/2017 5.455,00 68.448,24 8.431,00 21.353,90 (298.111,72) 1.880.673,22

Taxa Depreciação 10% 20% 10% 10%

4% 10% 10%

(a) As imobilizações em curso, concluídas as obras e o seu efetivo uso a partir de setembro de 2018, foram alocadas nas contas contábeis de imobilizado em uso, Terrenos e Edificações. (b) A antiga sede do Sicoob Credibelgo e parte de seus equipamentos, instalações e de móveis e utensílios, colocados à venda no seu conjunto, foram transferidas de seu imobilizado para o ativo circulante, Bens Não de Uso Próprio destinados à venda, do valor líquido total de R$.92.519,67. Em 31/12/2018 a cooperativa estava desenquadrada no limite de imobilização previsto no artigo 4, inciso III da Resolução CMN nº 2.669/99, em decorrência da aplicação de recursos no ativo imobilizado, incluindo móveis e equipamentos de uso da sede inaugurada no exercício de 2018. 11. Depósitos: É composto por valores pactuados para disponibilidade em prazos pré-estabelecidos, denominados depósitos a prazo, os quais recebem atualizações por encargos financeiros remuneratórios conforme a sua contratação em pós ou pré-fixada. Suas remunerações pós fixadas são calculadas com base no critério de pro rata temporis, já a remunerações préfixadas são calculadas o prazo final das operações, tendo o valor futuro, a data do demonstrativo contábil, apresentado em conta redutora. Descrição Depósito a Prazo TOTAL

31/12/2018 111.839,60 111.839,60

31/12/2017 37.779,74 37.779,74

Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), o qual é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado de abrangência nacional, regida pelo presente Estatuto e pelas disposições legais e

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fixadas são calculadas com base no critério de pro rata temporis, já a remunerações préfixadas são calculadas o prazo final das operações, tendo o valor futuro, a data do demonstrativo contábil, apresentado em conta redutora. Descrição Depósito a Prazo TOTAL

31/12/2018 111.839,60 111.839,60

31/12/2017 37.779,74 37.779,74

a) Capital Social: O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e 30/01 a 14/02/2019 - Pág. integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito a um voto, independentemente do número de suas cotas-partes.

Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), o qual é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado de abrangência nacional, regida pelo presente Estatuto e pelas disposições legais e regulamentares aplicáveis, conforme, constituído conforme Resoluções CMN n°4.284/2013. As instituições associadas são todas as cooperativas singulares de crédito e os bancos

Descrição Capital Social Associados

cooperativos.

Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 10%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades.

Descrição Maior Depositante 10 Maiores Depositantes

31/12/2018 23.315,24 97.259,88

% Carteira Total 20,85% 86,96%

31/12/2017 11.941,81 37.279,55

% Carteira Total 32% 99%

Despesas com operações de captação de mercado: Descrição

31/12/2018

31/12/2017

Depósitos a Prazo

4.303,25

1.560,69

Total

4.303,25

1.560,69

12. Obrigações por empréstimos e repasses: São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. Instituições COOPERATIVA CENTRAL

Taxa 115% CDI

Vencimento 29.03.2021

TOTAL

31/12/2018 388.220,31 388.220,31

31/12/2017 241.991,69 241.991,69

13. Outras Obrigações: Descrição Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assem elhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas TOTAL

31/12/2018 858,15 90.761,51 17.386,97 70.147,48 179.154,11

31/12/2017 954,08 176.132,58 18.477,18 474.738,09 670.301,93

13.1 Sociais e Estatutárias: Descrição Resultado de Atos com Associados (a) Resultado de Atos com Não Associados (a) Cotas de Capital a Pagar (b) TOTAL

31/12/2018 2.957,87 ---87.803,64 90.761,51

31/12/2017 19.867,82 236,49 156.028,27 176.132,58

(a) O FATES é destinado às atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 10% (dez por cento) das sobras líquidas do ato cooperativo, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – Fates é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971. (b) Refere-se às cotas de capital a devolver de associados desligados.

As obrigações fiscais e previdenciárias, classificadas no passivo na conta de Outras Obrigações estão assim compostas: 31/12/2018 -----17.386,97 17.386,97

31/12/2017 28,67 18.448,51 18.477,18

13.3 Diversas: Descrição Provisão para Pagam entos a Efetuar (a) Credores Diversos – País (b) TOTAL

31/12/2018 38.944,83 31.202,65 70.147,48

31/12/2017 42.224,91 432.513,18 474.738,09

(a) Provisão para pagamentos a efetuar refere-se às provisões trabalhista de Férias e de encargos sociais. (b)Credores diversos referem-se a compromissos com fornecedores de bens e de serviços.

14. Instrumentos financeiros: O SICOOB CREDIBELGO opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, títulos e valores mobiliários, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a prazo e empréstimos. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos. 15. Patrimônio líquido:

b) Reserva Legal:

c) Sobras Acumuladas: As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 09 de fevereiro de 2.018, os cooperados deliberaram pelo aumento do capital social com sobra do exercício findo em 31 de dezembro de 2017, no valor de R$ 54.523,52. d) Destinações estatutárias e legais: A sobra líquida do exercício terá a seguinte destinação: Descrição Sobra líquida do exercício Lucro líquido decorrente de atos não-cooperativos apropriado ao FATES Sobra líquida, base de cálculo das destinações Destinações estatutárias Reserva legal - 10% Fundo de assistência técnica, educacional e social - 10% Sobra à disposição da Assembleia Geral

2018 29.578,72 --29.578,72 5.915,74 2.957,87 2.957,87 23.662,98

2017 198.914,71 236,49 198.678,22 39.735,64 19.867,82 19.867,82 158.942,58

2018 971,36 81,87 951,82 (62,33) (62,33) 11,03 (73,36)

2017 6.202,67 334,28 5.480,44 387,95 387,95 151,86 236,49

2018 209.026,71 209.026,71

2017 192.289,50 192.289,50

16. Resultado de atos não cooperativos: O resultado de atos não cooperativos tem a seguinte composição: Descrição Receita de prestação de serviços Despesas específicas de atos não cooperativos Despesas apropriadas na proporção das receitas de atos não cooperativos Resultado operacional Receitas (despesas) não operacionais, líquidas Imposto de renda e da contribuição social Resultado de atos não cooperativos (lucro líquido)

17. Outros ingressos/rendas operacionais: Descrição Outras Rendas Operacionais (a) TOTAL

(a) Refere-se à reversão de créditos lançados como perdas de risco de créditos. 18. Outros dispêndios/despesas operacionais: 2018 3.228,81 (704,00) (3.932,81)

2017 3.477,52 (1.570,60 (5048,12)

19. Partes Relacionadas: As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. Montante das operações ativas e passivas no exercício de 2018: MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS R$.67.384,28 MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS R$.7.351,03

% em relação à carteira total 2,86% % em relação à carteira total 6,57%

Operações ativas e passivas – saldo em 2018

Natureza da Operação Valor da Operação de Crédito de Crédito Empréstimo 67.384,28

PCLD (Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa) 11.553,32

% da Operação de Crédito em Relação à Carteira Total 2,96%

Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de, empréstimos, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade:

a) Capital Social: O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito a um voto, independentemente do número de suas cotas-partes. Descrição Capital Social Associados

31/12/2017 2.702.336,93 655

Descrição Despesas de Descontos Concedidos em Renegociações Outros Dispêndios/Despesas Operacionais TOTAL

13.2 Fiscais e Previdenciárias:

Descrição Impostos e Contribuições sobre Lucros a Pagar Impostos e Contribuições a Recolher TOTAL

31/12/2018 2.833.583,30 646

31/12/2018 2.833.583,30 646

31/12/2017 2.702.336,93 655

Natureza das Operações Ativas e Passivas Empréstimos

Taxas Aplicadas em Relação às Partes Relacionadas 3,25%

Taxa Aprovada pelo Conselho de Administração / Diretoria Executiva 3,25%

No exercício de 2018 os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários e cédula de presença, apresentando-se da seguinte forma:

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Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de, empréstimos, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: Natureza das Operações Ativas e Passivas Empréstimos

Taxas Aplicadas em Relação às Partes Relacionadas 3,25%

Taxa Aprovada pelo Conselho de Administração / Diretoria Executiva 3,25%

No exercício de 2018 os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários e cédula de presença, apresentando-se da seguinte forma:

No processo de gerenciamento do risco de mercado e da liquidez das cooperativas são realizados os seguintes procedimentos: a) utilização do VaR – Value at Risk para mensurar o risco de mercado das cooperativas;

BENEFÍCIOS MONETÁRIOS NO EXERCÍCIO DE 2018 (R$) Honorários Cédula de Presença TOTAIS

120.558,62 24.195,75 144.754,37

20. Cooperativa Central: O SICOOB CREDIBELGO, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à CCE CRÉD EST MG LTDA. SICOOB CENTRAL CECREMGE, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. O SICOOB CENTRAL CECREMGE, é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CECREMGE a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras. O SICOOBCREDIBELGO responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações. Saldos das transações da Cooperativa com a SICOOB CENTRAL CECREMGE: Descrição Ativo circulante - Relações interfinanceiras - centralização financeira Ativo Perm anente - Investimentos Passivo circulante e não circulante Obrigações por empréstimos e repasses

O processo de gerenciamento do risco de liquidez lida com a possibilidade de a cooperativa não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, incluindo as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias 30/01 a 14/02/2019 - Pág. e sem incorrer em perdas significativas.

31/12/2018 45.884,66 568.647,92 388.220,31

31/12/2017 218.995,22 505.552,21 241.991,69

As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE, em 30 de junho de 2018, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado de 29 de agosto de 2018, com opinião sem modificação. A auditoria das demonstrações contábeis referente à data base 31 de dezembro de 2018 não foi concluída até a data da aprovação das demonstrações objeto dessa publicação. 21. Gerenciamento de Risco: A gestão integrada de riscos e de capital no âmbito das cooperativas do Sicoob é realizada de forma centralizada pelo Sicoob Confederação, abrangendo, no mínimo, os riscos de crédito, mercado, liquidez, operacional, socioambiental, continuidade de negócios e de gerenciamento de capital.

b) análise de descasamentos entre ativos e passivos para avaliação de impacto na margem financeira das cooperativas; c) definição de limite máximo para a exposição a risco de mercado; d) realização periódica de backtest do VaR das carteiras das cooperativas e dos modelos de cálculo de risco de mercado; e) definição de limite mínimo de liquidez para as cooperativas; f) projeção do fluxo de caixa das cooperativas para 90 (noventa) dias; g) diferentes cenários de simulação de perda em situações de stress.

21.3 Risco de Crédito: O gerenciamento de risco de crédito objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. Compete ao gestor centralizado (Sicoob Confederação) a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, da criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. 21.4 Gerenciamento de capital: O gerenciamento de capital é o processo contínuo de monitoramento e controle do capital, mantido pela cooperativa para fazer face aos riscos a que está exposta, visando atingir os objetivos estratégicos estabelecidos. 21.5 Risco Socioambiental: O gerenciamento do risco socioambiental consiste na identificação, classificação, avaliação e no tratamento dos riscos com possibilidade de ocorrência de perdas decorrentes de danos socioambientais. 21.6 Gestão de Continuidade de Negócio: A Gestão de Continuidade dos Negócios (GCN) é um processo abrangente de gestão que identifica ameaças potenciais de descontinuidade das operações de negócios para a organização e possíveis impactos, caso essas ameaças se concretizem. O Sicoob Confederação realiza Análise de Impacto (AIN) para identificar processos críticos sistêmicos, com objetivo de definir estratégias para continuidade desses processos e, assim, resguardar o negócio de interrupções prolongadas que possam ameaçar sua continuidade. O resultado da AIN é baseado nos impactos financeiro, legal e de imagem.

A política institucional de gestão integrada de riscos e de capital, bem como as diretrizes de gerenciamento dos riscos e de capital são aprovados pelo Conselho de Administração do Sicoob Confederação.

São elaborados, anualmente, Planos de Continuidade de Negócios contendo os principais procedimentos a serem executados para manter as atividades em funcionamento em momentos de contingência. Os Planos de Continuidade de Negócios são classificados em: Plano de Continuidade Operacional (PCO) e Plano de Recuperação de Desastre (PRD).

A estrutura centralizada de gerenciamento de riscos e de capital é compatível com a natureza das operações e à complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição aos riscos das entidades do Sicoob.

Anualmente são realizados testes nos Planos de Continuidade de Negócios para validar a efetividade.

Em cumprimento à Resolução CMN 4.557/2017, encontra-se disponível no sítio do Sicoob (www.sicoob.com.br) relatório descritivo da estrutura de gerenciamento de riscos e da estrutura de gerenciamento de capital. 21.1 Risco operacional:

22. Seguros contratados – Não auditado: A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes.

O processo de gerenciamento do risco operacional consiste na avaliação qualitativa dos riscos por meio das etapas de identificação, avaliação, tratamento, testes de avaliação dos sistemas de controle, comunicação e informação.

23. Índice de Basileia:

Os resultados desse processo são apresentados à Diretoria Executiva e ao Conselho de Administração.

As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem manter, permanentemente, o valor do Patrimônio de Referência (PR), apurado nos termos da Resolução CMN nº. 4.192, de 01/03/2013, compatível com os riscos de suas atividades.

A metodologia de alocação de capital, para fins do Novo Acordo da Basileia, utilizada para determinação da parcela de risco operacional (RWAopad) de cooperativas enquadradas no Segmento 4 é a Abordagem do Indicador Básico (BIA).

O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos em 31 de dezembro de 2018.

21.2 Risco de Mercado e de Liquidez: O gerenciamento do risco de mercado é o processo que visa quantificar a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de instrumentos detidos pelas cooperativas, e inclui o risco da variação das taxas de juros e dos preços de ações, para os instrumentos classificados na carteira de negociação (trading) e o risco da variação cambial e dos preços de mercadorias (commodities), para os instrumentos classificados na carteira de negociação ou na carteira bancária (banking). O processo de gerenciamento do risco de liquidez lida com a possibilidade de a cooperativa não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, incluindo as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas. No processo de gerenciamento do risco de mercado e da liquidez das cooperativas são realizados os seguintes procedimentos: a) utilização do VaR – Value at Risk para mensurar o risco de mercado das cooperativas;

João Monlevade, 17 de janeiro de 2019. DIRETORIA EXECUTIVA

JOSÉ GERALDO DE SOUZA – Diretor Presidente

CARLOS GERALDO DA SILVA – Diretor Financeiro

REGINALDO BRÁZ – Diretor Administrativo

DELCI SERGIO DO COUTO – Contador CRC/MG 23.550

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equipamentos de uso da sede inaugurada no exercício de 2018. Nossa opinião não se modifica com relação a esse assunto. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor

30/01 que a 14/02/2019 - Pág. A administração da cooperativa é responsável por essas outras informações compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a cooperativa continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a cooperativa ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da cooperativa são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos o risco de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, e conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos o entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da cooperativa.

RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração, à Administração e aos Cooperados da Cooperativa de Economia e de Credito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro - Mecânicas de João Monlevade Ltda. Sicoob Credibelgo João Monlevade / MG Opinião Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Economia e de Credito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro - Mecânicas de João Monlevade Ltda. Sicoob Credibelgo, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Sicoob Credibelgo em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, independentes em relação à cooperativa, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Ênfase Chamamos atenção à Nota Explicativa nº 10, onde está descrito que em 31/12/2018 a cooperativa estava desenquadrada no limite de imobilização previsto no artigo 4, inciso III da Resolução CMN nº 2.669/99, em decorrência da aplicação de recursos no ativo imobilizado, incluindo móveis e equipamentos de uso da sede inaugurada no exercício de 2018. Nossa opinião não se modifica com relação a esse assunto. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor A administração da cooperativa é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.

Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza significativa em relação a eventos ou circunstâncias que possam levantar dúvida significativa em relação a capacidade de continuidade operacional da cooperativa. Se concluirmos que existe incerteza significativa devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a cooperativa a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.

Belo Horizonte/MG, 23 de janeiro de 2019.

Elisângela de Cássia Lara Contadora - CRC MG 086.574/O CNAI 3.750

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Férias

30/01 a 14/02/2019 - Pág. 12

“Praias”’ mineiras encantam moradores e turistas Piscinas naturais cercadas de areias se transformam em ‘orlas’ com direito quiosques e esportes Praia em Minas Gerais. Impossível? Com um pouquinho de imaginação, à beira de rios, lagoas e cachoeiras se transformam em refrescantes piscinas naturais.

Quem experimenta, aprova. E dá até apelido carinhoso: ‘praias’ de água doce, prainhas... Esses destinos têm sido opção para aqueles que não viajaram para o litoral

ou gostam de provar novas aventuras. Confira a seleção de roteiros belíssimos e acessíveis como sugestão para os últimos dias de férias e próximos feriados.

Balneário das Duchas Divulgação

Cachoeira do Crioulo JJá em São Gonçalo do Rio Preto, localizado no território Alto Jequitinhonha, o Parque Estadual do Rio Preto abriga a ‘prainha’ da Cachoeira do Crioulo. Após uma bela queda, as águas do Rio Preto correm através de bancos de areias brancas, o que também faz do local uma típica praia mineira. O contraste da areia clara com as águas escuras do rio caindo entre as pedras acinzentadas da cachoeira, formam um cenário no mínimo exótico e relaxante. Para completar ainda mais o cenário e o banho relaxante, os peixes nadam bem próximos a borda encantando os visitantes. Para chegar ao local é necessário percorrer uma trilha de 6 quilômetros, com um grau de dificuldade moderado e acompanhamento de um guia do parque. O tempo aproximado na trilha é de 2 horas e 30 minutos. No percurso é possível avistar as serras da região e parar nos dois mirantes para registrar o momento único. O parque possui uma das mais completas infraestruturas em unidades de conservação do estado que inclui portaria, estacionamento e

Jussara Salomão

restaurante. Os doze alojamentos podem abrigar até 52 pessoas e a área de camping comporta até 25 barracas próximas aos quiosques, churrasqueiras, lavatório de vasilhames, vestiários e fonte de água potável. Contudo, os alojamentos e

a área de camping devem ser reservados com antecedência junto à administração do parque. O horário de visitação é de 7h às 17h, de terça a domingo e é cobrado uma taxa para entrada. Crianças menores de 10 anos não pagam.

Praia do Lapeiro Divulgação

A cidade de Pirapora, localizada no território Norte do estado, possui algumas das mais belas praias. Banhada pelo Rio São Francisco, a cidade abriga ao longo de 2 quilômetros diversas áreas com bancos de areia a beira do rio, onde os visitantes se refrescam no calor intenso da região. O ponto mais visitado é o

Balneário das Duchas que fica no centro da cidade. No local, os banhistas podem se refrescar nas límpidas e correntes quedas d’água ou relaxar na areia fina, branca e abundante e ao mesmo tempo admirar a bela vista da Ponte Marechal Hermes, outro importante atrativo da cidade, sobre as águas do Velho Chico.

A praia conta com três quiosques fixos, dois bares e um sanitário, além de várias palhoças que servem o tradicional peixe frito e a cerveja gelada. Nas areias, existem vários campos de futebol, vôlei e peteca. A área de possibilidade de banhos é delimitada pelo Corpo de Bombeiros, que presta assistência no local.

veis estão o futevôlei, vôlei de praia, peteca, futebol de Areia, canoagem, rafting e passeios de Jet Ski. É basicamente o paraíso para quem gosta de praticar o ecoturismo. Segundo o funcionário do Centro de Atendimento ao

Turista (CAT) de Pirapora e guia turístico, Adélio Brasil, é possível e é verdade. “Além de poder admirar as paisagens únicas do estado, a sensação é quase a mesma de estar na praia, mas com aquela receptividade e aconchego de Minas”, diz.

Praia do Areão Já a Praia do Areão, que fica um pouco depois do balneário, é sazonal: se forma após o período das enchentes, onde são montadas barracas de alimentos, bebidas e de esportes para atendimento ao público. Entre os esportes disponí-

Também em São Gonçalo do Rio Preto, a Praia do Lapeiro é um sucesso. Localizada a 1 quilômetro do centro da cidade e banhada também pelo Rio Preto, a prainha atrai mui-

tas famílias. Em uma área mais rasa do rio, é possível que crianças brinquem sem muito perigo e aproveitem ao máximo o dia de passeio sob a supervisão dos responsáveis.

No local, há ainda quadras para a prática de esportes como peteca, futevôlei ou vôlei de areia, bares e restaurantes com comidas feitas no fogão à lenha, para receber melhor os visitantes.


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Edição 184 by Jornal Última Notícia - Issuu