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Jornal S'passo Ed. 1.393

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TREVO NA MG-050 CONTINUA NO ESCURO

ITAÚNA NA ONDA AMARELA SETE PERGUNTAS

O multiartista da pintura, dança e música, o itaunense Maurício Paulino

Com o avanço da vacinação e a queda dos novos casos da Covid-19, Itaúna passa, neste sábado, para a Onda Amarela, do programa Minas Consciente, que prevê o retorno de eventos para público de até 100 pessoas, menos restrições a bares e restaurantes e diminuição do distanciamento nesses locais. O retorno das aulas está marcado para o dia 2 de agosto.

QUEIMADAS

Fogo destrói propriedades e ameaça saúde nessa época do ano

FRIO CASTIGA PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA CASOS DA COVID

Itaúna intensifica campanha de vacinação contra a gripe

O número de mortes em Itaúna em decorrência da Covid-19 alcançou a marca de 258, de acordo com boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde na tarde de ontem (09). Foram contabilizados 11.132 casos confirmados da doença, sendo 5.280 homens e 5.852 mulheres. No Hospital Manoel Gonçalves são 26 internados, sendo 17 no CTI e nove na enfermaria. Dos pacientes no CTI, 12 são de Itaúna e cinco de outras cidades.

Mais uma empreiteira abandona obras do novo Fórum

Sala de Informática “Pedro Bavuso Ribeiro” é inaugurada na Delegacia

Projeto de municipalização prevê nova escola no Jadir Marinho

Final do feminino de futebol

Sem público e seguindo os protocolos de saúde, eventos esportivos acontecem neste fim de semana


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Sábado, 10 de julho de 2021

SETE PERGUNTAS PARA

O multiartista itaunense Maurício Paulino Ele faz arte desde menino. Morava e continua morando, no alto da Laje e ali, enquanto os colegas da sua idade brincavam na rua com jogo de bolas e finquete, carrinhos de rolimã e soltando papagaios, ele experimentava traços no chão, nas paredes e nos muros. Usava pinceis improvisados: tocos de lápis, carvão e pedaços de pedras. Ouvia música no rádio de pilha e assistia programas musicais e de dança na televisão dos vizinhos. Aprendeu de tudo em arte, quase sempre como autodidata: a tocar vários instrumentos, a fazer seus próprios sons, a dançar, a desenhar, a pintar e, houve um tempo em que se animou também a cantar como os seus ídolos. Maurício Paulino é o artista. O cara. Passeia na arte popular com a mesma desenvoltura com que experimenta acordes de melodias clássicas e eruditas. É inventivo, disponível, alegre e boa praça. Conhecido de todo mundo. Maurício é itaunense, tem 59 anos e muitas histórias para contar. Hoje dedica-se ao Clube da Vitrola e a tocar em cidades turísticas, levando sua arte aonde o povo está.

1 Todo mundo conhece o Maurício, seja pelas danças de rua, pelas pinturas que retratam paisagens urbanas de Itaúna e Minas Gerais, pela música clássica e, mais ainda, pelo Clube da Vitrola. Mas, conte um pouco para nós, como, quando e onde começou tudo isso, a sua arte. Na verdade, eu comecei desenhando com carvão. Eu tinha uns oito anos, minha mãe saía para buscar lenha e eu ficava desenhando nas paredes. Aquelas paredes branquinhas e eu rabiscava tudo. Minha mãe ficava assustada com todos aqueles rabiscos pela casa. Era o rosto de Jesus, o Tio Patinhas e desenhos tirados de revistas. Na escola, no Grupo José Gonçalves de Melo, eu também ficava desenhando. Desenhava mais do que estudava, até que o professor Fernando, que era o dentista da escola, me deu uma caixinha de lápis de cor. A dona Luzia, a Luzia do Bia, professora do Grupo Escolar, também me incentivou demais, me deu até um livro de pinturas, para eu aprender mais, um livro que eu tenho até hoje. Isso foi na pintura. Depois veio a música. Meus irmãos tocavam e eu também queria, mas não tinha instrumento. Então, eu ia para a ‘Casa das Roupas’ e ali o Antônio e o Morango me deixavam tocar naqueles violões que eles vendiam. Depois minha mãe conseguiu comprar um violão para mim. Era um violão sem cordas. Consegui uma corda e ficava batendo nela, fazendo barulho com aquela corda, já aprendendo. Também gostava muito de

bateria e, então, eu ia no curtume, pegava couro, esticava e fazia meus instrumentos. Enquanto os outros meninos ficavam brincando com outras coisas, como soltar papagaio, eu ficava mexendo com esses instrumentos e gostava mesmo era de música. A dança se manifestou um pouco depois. Mas eu já gostava também. Havia os bailes blacks no salão do Sindicato dos Tecelões. Depois fui para a área do B-boy, que é o break dance, e já pesquisava a dança de salão. Estive em Juiz de Fora pesquisando a dança barroca e a música barroca. Criamos o Festival de Dança ao Ar Livre, de 1987 a 1988, onde várias companhias participaram. Eram grupos de rap, balé clássico, black music, funk soul... Já o Clube da Vitrola veio depois, em 2004, com essa proposta de levar vinil para a praça. O primeiro encontro foi lá na pracinha da ‘Rua da Ponte’, no Bairro das Graças. De lá fomos para a Praça da Matriz, na Feira de Artesanato. Então, uma vez por mês a gente faz esse trabalho, o Clube da Vitrola Vinil. Demos uma pausa agora por causa da pandemia, mas estamos ensaiando o nosso retorno para breve. 2 Sua arte é influenciada por quem? Quem foram e quem são os inspiradores do artista Maurício Paulino? São muitas as influências, inspiração e, também, incentivo. Muitos. Comecei a desenhar sozinho, como eu te falei. Depois tive grande incentivo da Dona Luzia Alves, que me ajudou muito, conseguindo cursos

para mim com o João Bosco, em BH. Também o Dr. Afonso de Cerqueira Lima me ajudou demais, até custeando esses cursos. Do João Bosco fui para o Mauro Ferreira, um grande paisagista, que me incentivou. Tive orientações e inspiração através de livros, que me chegavam às mãos. Não posso esquecer Regina Célia de Oliveira, desenhista de moda, que trabalhava na ‘Joia’ e que deu muito apoio nesse início. A Dona Neusa Gonçalves, que me cedeu uma sala na Vivenda, depois, no edifício Maria Teresa. Tem o Dr. Guaracy de Castro Nogueira, político, historiador e empresário que também me ajudou muito. O Bethoven de Oliveira Buzatti, empresário da ‘Jóia’, que colocava as minhas telas para vender. Até hoje eu tenho muita gratidão pelos que me incentivam e os que me inspiraram. Agora, na música, a inspiração vem dos grandes mestres como Bach, Villa Lobos, Mozart, grandes compositores. Em 1994, começamos o projeto de música clássica na praça e sou membro da primeira formação da Orquestra de Câmara de Itaúna, criada por Roberto Batista Guimarães, que levou a música erudita para a praça. Havia um violoncelo parado na oficina do Roberto, que o Fábio Lima havia feito com ele. Resolvi estudar e aprender esse instrumento. A partir de então comecei a participar do Festival de Música Colonial Brasileira, em Juiz de Fora. Participei durante 20 anos e no nono ano já gravamos um CD com a orquestra. Na área da dança, a gente tinha como incentivo os bailes, as horas-dançantes e os vídeo-clips, com Michael Jackson, Prince... a gente saía para dançar. Em 1985, 86, comecei o trabalho do break dance e uma das primeiras apresentações foi na porta da ‘Joia’, que ficava na rua Capitão Vicente, esquina com Silva Jardim, em cima de um papelão. A primeira formação fui eu, o Fernandinho, o Silvinho, o Devanildo e o Toninho. Depois veio o Júlio e veio uma turma grande dançando o break. A gente via na televisão, nos vídeos-clips e depois praticava nos bailes e nas horas dançantes. Aí vieram os festivais, os campeonatos. Esses são os grandes incentivadores. Não podemos esquecer de um grande incentivo na dança que foi a Heloísa Corradi, que abriu espaço gratuitamente na academia Zélia de Paula Machado para que a gente dançasse. Dançávamos também no Teatro Vânia Campos, que estava desativado, em reforma. E fomos para a praça, para as ruas... sempre também com o apoio da imprensa.

3 Você vive da sua arte? Conte um pouco sobre isso. Como é ser artista profissional num país que tem tratado a arte e a cultura de forma tão desrespeitosa? E sobre Itaúna, qual é sua relação de artista com o poder público municipal? Tudo que você faz com amor dá certo. A gente está vivendo uma época difícil e valorizar a arte não tem sido a política do momento. Mas, isso sempre existiu e a gente tem que encontrar meios. Sempre trabalhei em Itaúna, mas hoje a cidade ficou pequena para eu trabalhar, então estou indo para outras cidades onde existem turistas, como Tiradentes e Arraial D’Ajuda... Agora, como eu estava outro dia conversando com um empresário, a gente não deve pensar na arte apenas como a questão profissional, mas também pelo carisma, pelo que ela proporciona. O que eu digo é que a minha arte tem sido muito bem aceita lá fora, tenho tido muito boas apresentações. E são pessoas de todas as classes sociais. Estou tendo a oportunidade de um aprendizado muito grande, de me profissionalizar mesmo. Levar arte com o violoncelo, a música clássica, a música popular, tem sido uma experiência muito bacana. E quando você faz isso com amor, cria-se um foco. E eu sempre tive esse foco em minha arte, seja na pintura, na música ou na dança. Estou muito satisfeito, as pessoas estão me apoiando muito e tenho tido presença também nas mídias digitais, em sites e em várias plataformas. Estou muito feliz com isso. Estou em Itaúna e também viajando muito. 4 Vamos tratar de um tema que é próprio de nossa sociedade, historicamente falando, o racismo. Como você lida com isso? Você tem histórias pessoais de racismo e, também, de preconceito? A sua arte em algum momento se esbarrou nessa situação? Este é um problema que mostra o atraso cultural das pessoas. Como eu te falei, nas cidades onde me apresento, as pessoas ficam admiradas, um homem negro, rastafári, tocando violoncelo e músicas clássicas. Hoje, eu vejo essa situação com muita espiritualidade. Nosso planeta Terra ainda é muito atrasado, somos mes-

tres em julgar e isso é uma grande falha. Não somente a questão da cor, mas o rico, o pobre... a gente acaba separando, criando rótulos. Sempre vai haver pessoas que têm preconceito, que separam e julgam. Mas, eu sigo com a cabeça erguida, fazendo meu trabalho da melhor maneira possível, me informando e me profissionalizando. Não podemos baixar a cabeça e nem deixar de compreender que somos seres em evolução. Todos nós. 5 Onde estão suas obras de artes plásticas? Você teria pronta uma produção para uma mostra quando essa pandemia passar? Hoje eu tenho poucas obras. Tenho alguns quadros em casa, outros aqui no Chico Da Vinci Molduras, o resto está espalhado no Brasil. Tenho planos de buscar incentivo nas leis culturais para fazer uma exposição com temas brasileiros. 6 De todas as suas incursões em arte, qual é a mais prazerosa? A música, as artes plásticas, a dança? Gosto das três, da pintura, da música, da dança. Tive um tempo para cada segmento e hoje faço assim, atuando aqui e ali em cada uma delas. Faço essa intermediação entre as várias artes. 7 A pandemia da Covid-19 afetou e tem afetado ainda os artistas de forma bastante significativa. Como você está lidando com isso em termos profissionais? Quais os planos para o Clube da Vitrola? A pandemia nos impede de nos reunir em mais pessoas, por isso o Clube da Vitrola, que acontecia todos os meses, está suspenso. Tivemos aquele auxílio emergencial da Lei Aldir Blanc e a gente foi contemplado com as lives. Mas eu não parei, assim que deu uma abertura comecei a viajar e continuo fazendo isso. E continuo atuando em Itaúna também. Por enquanto, o Clube da Vitrola, que acaba aglomerando mais gente, não tem como continuar. Mas eu vou para a praça com o violoncelo, música instrumental e o apoio de alguns patrocinadores. A gente aproveita para divulgar o CD com uma coletânea bacana. A gente não para e vamos rompendo, graças a Deus.


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Sábado, 10 de julho de 2021

Dez anos depois da inauguração, trevo da 050, na entrada de Itaúna, continua no escuro Técnicos do governo do Estado visitaram o local, mas não há previsão para que problema seja resolvido Um novo capítulo na novela do trevo da MG050, na entrada de Itaúna, foi escrito essa semana com o encontro de políticos e técnicos para discutir a retomada do projeto de iluminação do trecho. Um dos mais problemáticos gargalos do município se arrasta desde janeiro de 2012, quando foram iniciadas as obras de duplicação da rodovia e 82 postes e uma linha de distribuição do trevo foram retirados. A Cemig fez o serviço de retirada dos postes a pedido da concessionária AB Nascentes e, depois da obra pronta, eles não foram recolocados no lugar. Desde então, a entrada de Itaúna pela MG 050 está às escuras.

Perigo de acidente O trevo da 050 foi concluído em setembro de 2014 e apesar da obra ter resolvido os pro-

blemas de tráfego da região, a falta de iluminação tem causado inúmeras críticas e os riscos de acidentes para motoristas e pedestres, principal-

mente para os estudantes da Universidade de Itaúna, moradores da região dos bairros Jadir Marinho e Centenário e para quem precisa utilizar os

pontos de ônibus no acostamento da rodovia. Na quinta-feira (8), o subsecretário de Estado de Transporte e Mobilidade, Gabriel

Fajardo, o superintendente de Logística e Transporte da Secretaria de Infraestrutura, Guilherme Pagliara, e o engenheiro do DEER/MG, Leandro Carvalho visitaram o local para avaliar da iluminação e a alteração dos pontos de embarque e desembarque de passageiros. Também compareceram o chefe de gabinete regional do deputado Gustavo Mitre (PSC), José Márcio, e os vereadores Edênia Alcântara (PDT) Gustavo Dornas (Patriota), Ener Batista (PSL) e Léo Alves. Apesar da visita técnica, não há previsão para que o problema seja resolvido e ficou acertado apenas que o governo do estado vai fazer um reestudo da obra.

Itaúna volta à ‘Onda Amarela’ e decreto estabelece a retomada das aulas presenciais a partir de 2 de agosto A Secretaria de Saúde assinou essa semana o decreto que coloca o município de Itaúna outra vez na Onda Amarela do Programa Minas Consciente. O novo protocolo permitirá maior abertura das atividades, com público de até 100 pessoas, menos restrições a bares e restaurantes e até a diminuição do distanciamento nesses locais, que pas-

sará a ser de um metro e meio. O comércio em geral estará funcionando de forma mais ampla e a nova Onda facilitará a reabertura das escolas para as atividades presenciais, no chamado ensino híbrido, com possibilidade da continuidade de aulas remotas para quem preferir. Para o retorno das aulas presenciais, previsto para o dia 2

de agosto, o decreto foi divulgado nessa sexta-feira (9), assinado pelo prefeito Neider Moreira de Faria (PSD) e pelos secretários de Saúde, Fernando Meira e de Educação, Weslei Lopes. As instituições de ensino, públicas e privadas, serão vistoriadas pela Vigilância Sanitária e só irão reabrir para as aulas presenciais após liberação.

Mais um capítulo da construção do novo Fórum Empreiteira que venceu licitação desistiu do contrato A construção do novo Fórum de Itaúna ao lado da Prefeitura, no Boulevard Lago Sul, foi novamente suspensa em razão da desistência da empresa contratada para o serviço, a Base Construções e Incorporações Eireli, com sede em Santa Catarina, que venceu a licitação, com o valor global de R$ 25.793.302,04. A empreiteira

desistiu da obra e agora Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais deverá convocar a segunda colocada no processo licitatório. Até o fechamento desta edição o JORNAL S’PASSO não recebeu retorno sobre as razões da desistência da empreiteira e os encaminhamentos do TJMG para a retomada da obra.

Sala de Informática “Pedro Bavuso Ribeiro” é inaugurada na Delegacia

Foi inaugurada ontem a nova sala de informática da Delegacia de Itaúna que recebeu o nome do advogado e defensor público, “Pedro Bavuso Ribeiro”. Dentre os presentes, o chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, Joaquim Francisco Neto e Silva; os delegados João Marcos do Amaral e Leon-

ardo Pio; o Chefe do 7º Departamento em Divinópolis, Flávio Destro e o Delegado Regional, Cleovaldo Pereira. A estrutura de apoio à polícia e aos advogados foi conseguida com recursos de emenda parlamentar do deputado Gustavo Mitre e da Câmara de Dirigentes Lojistas.

Homem aluga sítio no Distrito Industrial e furta mobiliário, brinquedos e chopeira A Polícia Militar foi acionada, quando o proprietário de um sítio no distrito Industrial percebeu um furto em sua propriedade após buscar as chaves com um locatário, identificado como S.J.R.S., de 30 anos. Durante a ocorrência, compareceu também no local outras duas vítimas, que alugaram brinquedos infantis e uma chopeira com barril de chopp para o suspeito. Segundo a Polícia Mili-

tar foram levados um fogão, um freezer, uma geladeira, botijão de gás, uma TV, uma chopeira, um barril de chopp, um pula-pula, uma piscina de bolinhas e um escorregador, alugados em empresas da cidade. Informações de vizinhos do Sítio e de funcionários de empresas próximas disseram que o indivíduo foi visto saindo e entrando do sítio diversas vezes em um Chevrolet Blazer, de cor preta.

“Não, o horário de verão foi comprovado que não tem ganho financeiro e a maioria é contra porque mexe no relógio biológico”. (Presidente Jair Bolsonaro) “Houve um tempo em que fizeram por aqui um escarcéu danado por causa de uma rachadinha à toa de um vereador (ou três?). Agora, a rachadinha é graúda, patrocinada por gente poderosa lá de Brasília. Quero só ver o que vai falar esse povo despeitado. Rachei!”. (Kiko Kaolho, calunista social) “A união da corrupção política com o charlatanismo religioso é uma bomba com alto poder de destruição”. (Frederico Rochaferreira, filósofo brasileiro) “Bolsonaro casou-se com a pátria, foi morar no déficit público juntamente com toda a sua família”. ( Jornalista Josias de Souza, colunista do UOL) “Vamos pedir piedade, pra essa gente careta e covarde”. (Cazuza, poeta em “Blues da Piedade” (1988) “No primeiro tempo da ditadura militar, o Brasil teve um presidente sem pescoço. No segundo tempo da reabertura política, o chefe da nação era um molusco sem um dedo. Agora, nesses tempos de pandemia, temos um presidente sem cérebro”. (Kiko Kaolho, calunista social) “A Câmara de Itaúna concede Moção de Aplauso ao engraxate Expedito Ferreira da Silva, mais conhecido como Fubá”. ( Vereador Silvano Gomes Pinheiro (PDT), na leitura da proposição de autoria dos colegas Léo Alves (Podemos) e Antônio de Faria Júnior (PL).


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Sábado, 10 de julho de 2021

Moradores em situação de rua sofrem com o frio e campanhas pedem doação de agasalhos Atualmente 35 pessoas estão vivendo nas ruas de Itaúna; são 30 homens e cinco mulheres

A previsão de temperaturas em baixa e um inverno mais rigoroso este ano já está fazendo vítimas entre a população em vulnerabilidade social e situação de rua. Sete pessoas morreram por conta do frio nas ruas de São Paulo na última semana, de acordo com o Movimento Estadual dos Moradores em Situação de Rua. Entre as mortes, quatro foram registradas durante a madrugada, quando a temperatura mínima chegou aos seis graus, a mais fria dos últimos cinco anos. O fato causou grande comoção e tem servido de alerta para que a sociedade busque formas de ajudar quem está nas ruas. Nas redes sociais, um post aconselha as pessoas a colocarem em seu carro, antes de ir para o trabalho ou para outras atividades, um agasalho que não usa mais, um cobertor ainda em bom estado, para aquecer quem está nas ruas. Em Itaúna, pessoas ligadas a entidades religiosas, ainda persistem no trabalho de levar, em alguns dias da semana, comida e roupas para as pessoas que vivem nas ruas. O número desses voluntários diminuiu consideravelmente durante a pandemia, conforme relatou recentemente ao Jornal S’PASSO a professora Regina Glória Gomes, que atua nessa tarefa há alguns anos, juntamente com um grupo da Igreja Católica. Antes da pandemia, o trabalho de levar alimentos e, ocasionalmente, agasalhos para as pes-

soas em situação de rua, acontecia durante toda a semana, através de voluntários do Grupo Espírita Francisco de Assis e do Grupo Espírita Eurípedes Barsanulfo, da Igreja Católica, das paróquias de Sant’Ana e Nossa Senhora Aparecida. Hoje, o número está reduzido a menos da metade e essa ajuda não acontece todos os dias. Porém, o desemprego e outras dificuldades de sobrevivência por causa da crise econômica estão fazendo com que muitas pessoas se mobilizem para levar um pouco de conforto às famílias que estão com dificuldades financeiras e em situação de vulnerabilidade social. A Prefeitura criou recentemente, através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Centro de Referência de Assistência Social – CRAS, em parceria com a Sociedade São Vicente de Paulo, o projeto ‘Quarentena Solidária’, para arrecadar alimentos e itens de higiene pessoal para pessoas em extrema pobreza no município. Centenas de cestas básicas foram distribuídas para famílias carentes e o projeto continua arrecadando doações. Doação de cobertores O secretário de Desenvolvimento Social, Élvio Marques da Silva, disse ao Jornal S’PASSO que são inúmeras as ações de atendimento aos moradores em situação de

rua, como abordagens sociais diárias, oferta de cobertores e encaminhamento a instituições como o Albergue Fraterno Bezerra de Menezes e comunidades terapêuticas. Élvio destacou ainda que o atendimento encaminha os assistidos para postos de saúde, quando necessário, e orienta quem deseja se cadastrar para conseguir emprego, além de oferecer passagens para aqueles que querem ir para outras cidades. “Estamos fazendo o possível e dentro da realidade do município para que essas pessoas sejam assistidas”, pontuou. O gerente da Secretaria, Alexandre Nogueira, argumenta que a doação de cobertores para os que vivem na rua nem sempre é uma proposta acertada já que muitos tentam negociar essas doações para comprar bebida alcóolica e outras drogas. Ele confirma a fala do secretário Élvio de que as abordagens são realizadas com frequência e destaca que as tentativas de encaminhamento dessas pessoas a entidades de apoio, são o socorro imediato para que elas saiam das ruas. Atualmente, em Itaúna estão em situação de rua 35 pessoas, 30 homens e cinco mulheres, e esses números estão sempre oscilando, dependendo especialmente da época do ano. Já houve época em que os números eram mais que o dobro dos atuais. O Posto do Migrante, que

funciona no Terminal Rodoviário, também apoia essas pessoas, oferecendo ajuda e conversando para entender a realidade que as fizeram viver nas ruas. Vacina e testes de HIV Nesta quarta-feira, numa ação das secretarias de Saúde e de Desenvolvimento Social, aconteceu no Posto do Migrante o atendimento aos moradores em situação de rua, com relação à Covid e doenças sexualmente transmissíveis. Nesse dia foram vacinadas 43 pessoas, incluindo moradores do Albergue Fraterno Bezerra de Menezes e foram realizados também outros procedimentos de saúde, como testes de hepatite, sífilis, HIV. Campanha do agasalho Uma campanha de agasalho destinada a atender não somente moradores em situação de rua, mas também famílias em extremas dificuldades financeiras, está sendo coordenada pela vice-prefeita Gláucia Santiago. Os postos de arrecadação estão funcionando na Prefeitura e na praça Dr. Augusto Gonçalves até hoje, sábado. Gláucia disse que está muito satisfeita com os resultados da campanha que arrecadou grande quantidade de cobertores e roupas de inverno para adultos e crianças.

Itaúna intensifica vacinação contra a gripe Município já havia imunizado 59% do público prioritário, antes do ‘Dia D’ transporte coletivo rodoviário, entre outros. A campanha começou em todo o país no dia 12 de abril e segundo o secretário de Saúde, Fernando Meira, Itaúna já imunizou 59,0% do público prioritário. A recomendação do Ministério da Saúde é que sejam intensificadas as campanhas de vacinação contra a gripe em todos os municípios a partir deste mês. Minas Gerais é o estado com a maior cobertura vacinal contra a Influenza e já foram aplicadas 4.597.856 doses, o que equivale a 53,5% de

cobertura do grupo prioritário. O número é maior que a média de cobertura vacinal

do Brasil, que está em 42,2%, segundo dados do Ministério da Saúde.

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A Secretaria de Saúde realizou na última quinta-feira (8), em todas as unidades, o Dia D de imunização contra a gripe. O evento contemplou com a imunização pessoas dos grupos prioritários definidos até o momento nas três fases da campanha nacional, entre elas, crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos ou mais, professores, pessoas com comorbidades ou com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do


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Sábado, 10 de julho de 2021

Queimadas destroem propriedades e ameaçam a saúde dos itaunenses nessa época do ano Tenente do Corpo de Bombeiros alerta para a questão de crime ambiental; gerente do Meio Ambiente da Prefeitura afirma que esse tipo de denúncia tem sido muito menor em relação a 2020 Focos de incêndio em lotes vagos e até mesmo em grandes extensões de área verde têm sido registrados nos últimos dias em vários pontos da cidade. Nesta época do ano, o vento, a baixa umidade e a falta de chuva trazem complicações de saúde para quem tem problemas respiratórios e é também propícia para o aumento das queimadas. O clima seco e o longo período de estiagem, são as principais causas dos incêndios que agravam doenças respiratórias, provocam ardência nos olhos, dificuldades para respirar, além de destruir patrimônios e causar muita sujeira de fuligem nas casas. Há muito tempo que Itaúna tem enfrentando essas situações e, como explica o tenente Thiago Antônio de Figueiredo Boaventura, comandante da 2ª Cia Pará de Minas e do Pelotão de Itaúna, o grande problema decorre da ação do homem, que

flora, quem provoca incêndio em mata ou floresta e que a pena é de reclusão de dois a quatro anos, além de multa. “Se o crime é culposo, a pena é de detenção de seis meses a um ano, mais a multa”, alerta o militar. População mais consciente gera resultados positivos

é o maior responsável pelas queimadas. “A maior parte das ocorrências de incêndio ocorre em lotes vagos, no perímetro urbano e em fazendas. A ação do homem ateando fogo para limpeza de lotes e de pastagens é a causa principal dos incêndios florestais”, afirma.

O tenente ressalta que a Unidade do Corpo de Bombeiros está preparada para atender o aumento das demandas e que já foi feito o plano de contingência para atendimento de ocorrências de incêndio no Morro do Bonfim, bem como vistorias em lotes vagos e

manutenção das viaturas. Ele esclarece que os incêndios florestais têm sido a segunda maior demanda do pelotão, principalmente nos períodos de estiagem, perdendo apenas para o atendimento de resgate. O tenente adverte que a Lei classifica como crime contra a

Audiência pública debate projeto de municipalização de escolas Sob a coordenação da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, os vereadores realizaram audiência pública, na noite de quinta-feira (8), com a participação de professores e demais profissionais da educação para tratarem do projeto de lei de municipalização das escolas João Dornas Filho, Zezé Lima e Leonardo Gonçalves Nogueira. A proposição, que está em tramitação na Câmara, estabelece parceria entre o município e o governo do Estado para funcionamento do ensino fundamental nas instituições. O projeto de lei recebeu a denominação de “Mãos Dadas” e terá, ainda, que ser aprovado pela Assembleia Legislativa, antes da

votação no município. Aprovada a matéria em nível municipal, a Prefeitura vai assumir turmas dos anos iniciais do Ensino Fundamental, ofertadas até então pelo governo estadual, nessas três escolas. Além dos membros da Comissão de Educação e Cultura do Legislativo: Gleison Fernandes (PSD), presidente; Edênia Alcântara (PDT) e Márcia Cristina Santos (Patriota), participaram da audiência, Antônio de Faria Júnior (PL), Antônio de Miranda (PSC), Ener Batista (PSL), Giordane Alberto (PV ), Gustavo Dornas (Patriota) e Kaio Guimarães (PSC). A audiência pública abriu debate sobre o tema e representantes do Sindicato Único dos Trabalhadores em Edu-

cação de Minas Gerais (SindUTE) puderam expor aos vereadores suas críticas e ponderações à proposição do governador Romeu Zema, que na opinião deles irá causar desemprego entre os profissionais contratados pelas escolas, hoje estaduais, além de problemas para os alunos que terão que se mudar de escola. Com o fim da Escola João Dornas, no bairro Santo Antônio, os estudantes serão distribuídos em outras escolas, algumas distantes da comunidade que moram, segundo o SindUte. Os argumentos do sindicato apontam ainda que haverá uma desestabilização do ensino, uma vez que o estado não vai cumprir com sua parte no projeto

absorvidos pelas escolas municipais “Dr. Lincoln Nogueira Machado”, “Augusto Gonçalves” e “Maria Augusta de Faria” e os estudantes da Escola Estadual “Zezé Lima” serão encaminhados para a Escola Municipal “Padre Waldemar Antônio de Pádua Teixeira”. Já os alunos da Escola Estadual “Leonardo Gonçalves Nogueira” vão permanecer no mesmo prédio, até a construção de uma nova escola no Bairro Jadir Marinho. O novo educandário irá atender a educação infantil, a creche e pré-escola, além dos anos iniciais do Ensino Fundamental.

Nova audiência na terça-feira Os vereadores em sua maioria não têm demonstrado ser favoráveis a aprovação do projeto Mãos Dadas, sem que sejam realizados outros encontros e mais debates acerca do tema. O presidente da Comissão de Educação e Cultura, vereador Gleison Fernandes, informou que haverá outro encontro com os vereadores e pessoas da comunidade interessadas em discutir a municipalização, na próxima terça-feira (13), às 19h.

“Escola Celuta das Neves” no prédio do “João Dornas” O secretário de Educação defende a proposta de municipalização, ressaltando que o governo do estado irá repassar para o município recursos financeiros para a execução de obras, visando a construção de duas novas salas na Escola “Padre Waldemar Antônio de Pádua Teixeira”, além da cessão do

Final do feminino de futebol no Zé Flávio

de parceria, no tocante aos recursos financeiros, fazendo com que o município seja ainda mais onerado.

Jadir Marinho vai ganhar uma nova escola Segundo o secretário de Educação, professor Weslei Lopes, Itaúna recebeu do Estado a proposta para absorver 100% das turmas de Ensino Fundamental, ou seja, os anos iniciais da rede estadual. Contudo, decidiu apenas pela municipalização dos anos iniciais do Ensino Fundamental das escolas estaduais “João Dornas Filho”, “Leonardo Gonçalves Nogueira” e “Zezé Lima”, o que corresponde a 38,6% da proposta inicial. O secretário destaca que com a aprovação do projeto, os alunos da escola estadual “João Dornas Filho” serão

O gerente de Meio Ambiente da Secretaria Municipal de Regulação Urbana, Marcelo Augusto Nogueira Rezende, falou ao Jornal S’PASSO e ressaltou que ao contrário de outros anos, 2021 tem apresentando resultados melhores quanto ao número de queimadas. Segundo ele, a diminuição de casos deve-se, principalmente, às campanhas de conscientização desenvolvidas no município. Marcelo destaca que os registros na Ouvidoria Geral

do Município e nos demais canais de interação com o público, como as redes sociais da Prefeitura, mostram queda no número de reclamações e ocorrências em virtude das queimadas. O gerente do Meio Ambiente pontuou ainda que 2020, nesse mesmo período, as solicitações de atendimento e as denúncias que chegavam à Ouvidoria foram muito mais intensas. “No primeiro semestre de 2020 foram registradas 70 ocorrências de incêndio, um aumento de quase 15% com relação ao ano anterior. Nos primeiros meses do segundo semestre de 2020 foram 30 atendimentos para contenção de fogo. Estamos em julho e as demandas são quase nulas. Acreditamos mesmo que isso é o resultado de intensivas ações no município e das campanhas de conscientização da população, as pessoas estão mais cuidadosas”, salientou.

imóvel onde fica a Escola Estadual “João Dornas Filho” para o funcionamento da Escola Municipal “Celuta das Neves”. Ele salienta ainda que outros benefícios virão com a municipalização, no primeiro ano da municipalização, quando os recursos do FUNDEB e do PNAE serão transferidos para Itaúna.

Houve um tempo em Itaúna que o público lotava os estádios e também os campinhos de várzea, a fim de torcer e jogar nas disputas entre os times que faziam a festa e traziam muita emoção para os que acompanhavam as pelejas. E davam tratos à bola equipes como Arsenal, Universidade de Itaúna, Sete de Setembro, Atlético de Souza Moreira, Cruzeiro da Ponte, Real Madrid, Ipiranga, Flamengo, Esporte Clube, Imperial etc. Ainda estão presentes na memória dos itaunenses os jogadores e os dirigentes de clubes de um passado glorioso. As alegrias eram intensas vividas nos palcos do Zé Flávio, do Divinão, do Garcião, do Lobeirão, do Campo do Esporte. Mas, atualmente, os times de futebol estão longe do seu público e há quase dois anos, a pandemia da Covid-19 impôs mudanças enormes nos eventos esportivos que tinham grande concentração de pessoas. Hoje os portões dos estádios estão fechados, o público está distante, mas os atletas continuam fazendo a

bola rolar e realizando as competições em Itaúna. Em meio à pandemia da Covid19, a Secretaria de Esportes está organizando a II Copa Itaúna de Futebol Adulto Feminina, o Campeonato Bairro a Bairro e o Campeonato de Futebol Rural, com mais de 200 jogadores e 25 equipes. Neste domingo (11), no estádio José Flávio de Carvalho acontece a partida final do Campeonato Feminino, às 9h. O jogo será entre as equipes SE Praminas X Anjos da Lei EC. No mesmo dia, a partir das 8h10 acontecem no Estádio Garcião, os jogos do Campeonato Rural, entre as equipes Carneiros X Pedras e Paulas X Mamonal, pela segunda fase das quartas de final. E também pelo Campeonato Rural, no Estádio Divinão, serão realizados os jogos Fundão X Barragem do Benfica e Brejo Alegre X Esporte Gramado. Já o campeonato Bairro a Bairro tem partida da 1ª fase classificatória neste sábado (10), no Estádio José Flávio de Carvalho, às 17 horas. Estarão jogando as equipes do Morada Nova X Jadir Marinho.


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Sábado, 10 de julho de 2021

10 anos Reconhecida pelo serviço de alta qualidade, a Gox Internet completa 10 anos de atuação em Itaúna, com investimentos constantes em inovação. O CEO Raphael Dias assina o empreendimento com grande competência. Receba os parabéns da coluna e votos de mais sucesso. Raíssa Morais celebrando os 15 anos

A aniversariante do mês, a bela Isadora Rocha, é filha do Sub. Tenente Rocha, da Polícia Militar

Espaço Gourmet A sempre especial empresária Magna Paiva, leia-se Meritu Consultoria Contábil, está construindo um espaço gourmet sensacional na sua casa para receber ainda com mais conforto seus convidados.

O querido Pedro, comemorando sete anos com os pais Renata e Pedro

O casal maravilhoso, Ana Carla e Faiçal Filho

Aromas

Aperfeiçoamento

A sempre gloriosa empresária Siomara Freire está fabricando velas aromáticas que dão um clima de boas energias em ambientes residenciais e profissionais. Siomara arrasa em tudo o que faz!

O chef de cozinha Rodrigo Barbosa, passou alguns dias em São Paulo fazendo um curso para se especializar na defumação de carnes. Com mais esse treinamento o chef promete mais aroma e sabor para seus pratos. Júnia Luísa, nova fotógrafa pet de Itaúna

Nova realidade A Gox Internet implantou internet gratuita na Praça Padre João Ferreira, no Cerqueira Lima e a iniciativa agradou muito os moradores do bairro. Ayonara Coelho, grande artista plástica itaunense

Novidades O restaurante Gula e Gole vai inaugurar em breve as novas instalações no bairro Tropical. A obra está em ritmo acelerado e estamos ansiosos para conhecer o novo Gula e Gole.

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Sábado, 10 de julho de 2021

SETEMBRO ESTÁ CHEGANDO E

NOVIDADES

VEM POR AÍ

O Portal Já Sei vai revolucionar a comunicação em Itaúna, Juatuba, Mateus Leme, Itatiaiuçu, com planejamento de expansão para outras cidades como Divinópolis, Florestal e Nova Serrana que, em breve, também estarão em nossa pauta!


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