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Foto Oficial de Divulgação
CANDIDATOS A PREFEITO FAZEM BALANÇO DA CAMPANHA Coligação ITAÚNA PODE MAIS+ PSOL - PT
CANDIDATOS: JERRY ADRIANE - PREFEITO | PROFESSORA AURITA - CO-PREFEITA PSOL 50
DENÚNCIAS VIA WHATSAPP E REDES SOCIAIS NA RETA FINAL Esposa de Hakuna é acusada de ser funcionária fantasma da Assembleia Foto do debate mostra conversa de pé de ouvido entre Otacília, Hakuna e Emanuel ‘Da Lua’ volta a falar que sofreu ameaça de morte SETE PERGUNTAS
Pedro Santos de Oliveira, poeta e pesquisador
Na manhã de segunda-feira, 09, funcionários da Prefeitura de Itaúna circularam pela cidade avaliando os danos provocados pela tempestade quando descobriram outra situação lastimável: vândalos picharam os muros, arquibancadas e traves das quadras dos bairros Morada Nova e Cidade Nova.
Fatos, causos e curiosidades das eleições itaunenses antes da urna eletrônica
Os dois locais foram revitalizados há pouco pela atual administração. Danificar equipamentos públicos, como as quadras esportivas, é crime, além de trazer prejuízo aos cofres públicos que precisaram arcar com os custos de novas obras. A Prefeitura registrou um boletim de ocorrência e informou que vai realizar a programação para fazer os reparos nas quadras.
Chuva forte causa transtornos em toda cidade e Jove Soares inunda mais uma vez
Sexta-feira, 13 de novembro de 2020
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SETE PERGUNTAS PARA
Pedro Santos de Oliveira, poeta e pesquisador
1 Em que momento você começou a se interessar pela pesquisa de opinião? Como foi a criação do Instituto Voxpeso? PSO- Foi na eleição municipal de 1992, quando Bandinho ganhou de Simonini na disputa pela prefeitura de Itaúna. Usei umas caixinhas de Sedex como urnas e saímos colhendo a opinião das pessoas. Deu para captar bem a tendência da vitória acachapante do eleito. Nunca fiz cursos específicos, foi mais no autodidatismo mesmo, lendo pesquisas em jornais e livros e, o principal, praticando sem medo de errar e experimentando algumas variações metodológicas de minha cabeça. Voxpeso era o nome de fantasia de minha microempresa, que sonhava em ser grande um dia (e ainda sonha). Fora da área eleitoral, pesquisei outros temas, na área mercadológica e de comunicação, temas que me seduzem bem mais. Hoje estou ligado também a outros projetos profissionais, mas não desisti das pesquisas. No ritmo daquela música do Caetano (Um dia): ”não estou indo-me embora, tô só preparando a hora de voltar...”
2 Você nos contou que hoje tem feito pesquisas apenas como interesse pessoal, sem nenhuma vinculação profissional. Qual são as avaliações que você faz em torno de suas pesquisas? O que os novos tempos, sobretudo em relação ao distanciamento físico provocado pela covid-19, têm revelado acerca das pesquisas? PSO- Tem muita gente que não acredita em pesquisa, principalmente por nunca ter sido entrevistado (lembrando que pesquisa não é um Senso, quando se escuta quase todo mundo, mas é como uma gota de sangue colhida em exame de laboratório, que revela todas as nossas mazelas). Na última eleição para presidente e governadores, alguns resultados de pesquisas que não se confirmaram nas urnas, aumentaram ainda mais essa descrença do eleitorado, como nos casos de Witzel (no Rio) e Zema (em Minas), dentre outras. Mas um novo ingrediente naquele pleito (e que estará presente também em 2020 e para sempre), a atuação das redes sociais, colocou as pesquisas eleitorais contra a parede, acometendo seus resultados com envelhecimento precoce. A rapidez com que os novos fatos (positivos, negativos ou fake news) se dão a conhecer, tornam ultrapassados os motivos que alimentaram os resultados das pesquisas feitas antes deles (por exemplo, até bem pouco tempo atrás, um acontecimento em um bairro de Itaúna, demoraria mais de uma semana para a cidade toda saber, hoje...sabe-se em tempo real). Novos tempos... vão exigir novos métodos e sempre em evolução. Sem falar nas dificuldades advindas com a atual pandemia na coleta de dados. No meu caso, enquanto não volto ao mercado, hoje tenho mergulhado nos dados do TSE, onde a história eleitoral de todos os candidatos está escrita. E garanto, muitas vezes, com raras exceções, essas histórias se repetem, exibindo a competência ou a mediocridade de cada um. Exibe uma tendência.
3 Mudando de assunto, você foi um dos fundadores do Jornal Brexó há quarenta e dois anos. Conte um pouco para nós desse projeto jornalístico. O que representa a lacuna deixada pela falta do jornal desde 2016? PSO- Participar do Jornal Brexó, ainda que como um mero coadjuvante, foi um dos maiores acontecimentos em minha vida. O Brexó foi algo único e insuperável na história jornalística de Itaúna (e uma das raras pelo mundo afora, quem quiser que me conteste!). Não houve, não há e não haverá outro com sua grandeza por aqui. Talvez nem o próprio Brexó consiga reeditar sua história nos dias de hoje. O jornal foi um palco aberto para todas as opiniões, sem censura e sem outros interesses, abrindo suas páginas até para seus inimigos declarados (ou ocultos). Algum outro faria isso? E quem passou por lá (seja fazendo ou apenas lendo) sabe que a alma do Brexó sempre foi o seu Diretor Célio Silva, um homem de rara índole. O verdadeiro jornalista.
4 Nesta linha de trabalho, com a pesquisa, você participou de quais campanhas eleitorais? É possível analisar tecnicamente a tendência do eleitorado em Itaúna? Qual é sua avaliação? PSO- Na área eleitoral, fiz algumas boas em campanhas nas disputas estaduais de Neider Moreira, na candidatura de Gláucia Santiago à prefeitura, naquela memorável disputa entre Osmando/Ramalho/Dr. Élvio (2000); fiz, por minha conta, na primeira e surpreendente vitória de Eugênio Pinto contra Dr. Élvio (2004)... e outras mais, umas boas e outras nem tanto. Fora de Itaúna, fiz também muitos trabalhos eleitorais e noutras áreas. Sobre a tendência do eleitorado itaunense, na média das eleições locais, ele parece ostentar um perfil mais conservador (centro/direita, até), no sentido de não querer arriscar tanto em fortes mudanças, na maioria das vezes. De vez enquanto, ele dá uns repentes de rebeldia, como foi na vitória de Ramalho em 1982 e Eugênio em 2004, mas...logo passa. Esse conservadorismo ficou bem evidente na vitória arrasadora de Bolsonaro por aqui. Reeleger mandatários majoritários é também uma tendência recorrente dos eleitores daqui (só não ocorre caso a avaliação daquele que busca permanecer no cargo não esteja nada boa, como parece ter ocorrido com Osmando na última, sob a sombra da taxa de lixo e da tentativa de aumentar IPTU), quando ele foi muito atacado).
5 É possível arriscar um palpite sobre a condução das atividades dos institutos de pesquisa para as eleições 2020 nas principais cidades do Brasil? E em Itaúna? PSO- Não arriscaria. Estou curioso para conferir as previsões (dos institutos e do “Data-Povo”) com os resultados oficiais. O Brasil tem grande empresas na área (Datafolha, Ibope e outras), certamente se prepararam para isso.
6 Que relação existe entre redes sociais e novas tecnologias com a pesquisa de opinião? PSO- Como foi dito, a rapidez na circulação dos acontecimentos nas redes sociais é um grande desafio para as pesquisas de opinião tradicionais. Não é novidade também para ninguém o acesso, dia e noite, por qualquer pessoa aos nossos dados e costumes escancarados no Facebook, Instagram, whatsapp e outras plataformas e meios, onde clamamos por todas as curtidas. O sociólogo (falecido) Zigmunt Bauman demonstra muito bem isso, ao falar do mundo líquido... quando fazemos questão de eliminar a separação entre o público e o privado em nossas vidas.
Vereador quer duodécimo para acudir problemas decorrentes da chuva
7 Vamos falar dos seus projetos literários. Recentemente você lançou um livro. Fale um pouco dessas suas atividades. O que está sendo gestado? PSO- Pobre de mim! Mandei fazer um livrinho com meus poemas, muitos deles publicados no Brexó. Dei-lhe o pomposo nome de “O Sentido de Tudo”. De alguns poemas eu gosto, de outros não, mas respeito a todos eles, em consideração ao momento vivido no parto de cada um. Pensei até em fazer uma noite de autógrafo (ia até te convidar pra declamar alguns e ajudar na declamação de outros...viu, você correu risco!), chamar o pessoal da Academia Itaunense de Letras, mais gente do meio, parentes e amigos, fazer uma vaquinha para a cerveja... mas... não deu, ou melhor, deu uma preguiça e não me senti a altura de um evento assim! Tô lançando ele em câmera lenta, às prestações, quem me pede eu o dou. Mas tê-lo feito... foi muito bom! Continuo escrevendo, foi o que mais adorei nesta quarentena infinita. Resolvi escrever as minhas memórias, algo bem divertido ( já deram umas 80 páginas ou mais). Denominei puxando pela memória. Tem sido quase uma terapia... fazer análise sem gastar com terapeuta. Mas o problema não é lembrar de tudo...é ter coragem de contar tudo. Nessa brincadeira, vou fazendo um link com fatos paralelos na minha caminhada, desde o útero de minha mãe, minha mais antiga lembrança. E continuo também fazendo poesias. Se um dia virar livro, se chamará O Asteróide e nele terá um poema ( já pronto) com mais de 180 estrofes, O Anjo, narrando a anunciação do Anjo Gabriel à Miriam (Maria), que cruzará no caminho com as maldades de Lúcifer, o anjo decaído. E mesmo sem saber tocar nenhum instrumento e sem voz para cantor, me preparo para o “lançamento secreto” de meu 5º CD de marchinhas de carnaval (no meu projeto Marchinhas Caseiras), que chamar-se-á Nemcoronaqué (quase todas as marchinhas falando de temas da pandemia). Alguns mais chegados, coitados, são obrigados a ouvi-las às vésperas do Carnaval...vamos ver quando será. E, finalizando, continuo enchendo os muros de minha casa com cópias de pinturas famosas. Como diz um debochado amigo meu...” sou um artista de muitas artes”.
Os estragos da chuva que caiu na cidade na noite do dia 8 de novembro podem ser reparados com ajuda do poder público, especialmente aqueles que afetam um grande número de pessoas. É isso que propôs o vereador Hudson Bernardes (PSD) quando solicitou ao presidente da Câmara, Alexandre Campos (DEM), que analise a viabilidade de antecipar a devolução para a Prefeitura da sobra do duodécimo do legislativo. E quer que parte desse dinheiro, que a Câmara não gastou, tenha utilidade para recuperar as vias e os prédios danificados pela tempestade. O presidente Alexandre prometeu que irá analisar a solicitação e adiantou que a Casa de Caridade Manoel Gonçalves solicitou que o legislativo auxilie na compra de uma ampola para o aparelho de tomografia, em torno de R$ 140 mil. Campos contou que o caixa do legislativo dispõe de algo em torno de R$ 1.100.000,00 como sobra de um tempo em que houve redução de despesas por causa da pandemia.
Câmara aprova projeto de repasse para Emater Foi aprovado na Câmara Municipal terça-feira passada (10) o projeto de lei que autoriza o executivo a repassar recursos financeiros à Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais – Emater/MG, vinculada à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Minas Gerais. O recurso previsto de R$ 72.840,00 será pago em 12 parcelas mensais de R$ 6.070,00 durante o exercício de 2021. Esse dinheiro será destinado para atender às despesas de convênio com o objetivo de dar continuidade ao “Programa de Desenvolvimento e melhoria das condições econômicas e sociais do setor rural do Município de Itaúna”, em atendimento às políticas e diretrizes dos governos federal e estadual, promovendo, dessa forma, o fomento de atividades nas comunidades rurais. A proposição do executivo municipal, única na pauta da Ordem do Dia às vésperas das eleições, foi aprovada por unanimidade, com elogios de alguns vereadores, como Giordane Alberto (PV ) e Silvano Gomes (PDT).
VALOR DA INSERÇÃO: R$ 250,00 CNPJ DO CANDIDATO: 39.083.527/0001-62
O poeta Pedro Santos de Oliveira é um advogado e administrador de serviços de imóveis. Foi, no passado, um dos fundadores do Jornal Brexó, experiência que lhe trouxe uma excelente familiaridade com a vida política e cultural de Itaúna. Desde alguns anos, tem se dedicado às pesquisas, eleitorais. Mas o faz por diletantismo, como costuma dizer. Em resposta ao nosso pedido de minibiografia, escreveu: “Pedro Santos, Advogado/ Corretor/ Pesquisador Itaunense, 60 anos, casado, pai de dois filhos. Brexoense, Defensor da Liberdade”.
VEREADOR
Nesval
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(37) 9 9876-0799
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Sexta-feira, 13 de novembro de 2020
Denúncias dominam Whatsapp e redes sociais Esposa do candidato Márcio Hakuna é acusada de ser funcionária fantasma da Assembleia Na reta final da campanha eleitoral, alguns candidatos e apoiadores exploraram o caminho do denuncismo através de postagens nas redes sociais. No início dessa semana, um vídeo foi fartamente impulsionado pelos adversários do prefeito Neider Moreira através do Facebook e Instagram. Nele, ex-funcionários da prefeitura discutiam numa reunião quem era contra e quem era favorável à cobrança de parte dos seus salários destinada ao partido político e à própria campanha do chefe do Executivo. Uma nova modalidade de “rachadinha” com destino eleitoral. O tema foi utilizado pelo candidato Emanuel Ribeiro (Patriota), um dos que compartilharam o
vídeo em suas redes sociais, durante o debate da TV Cidade. Naquele momento, Neider respondeu que não tinha ideia da tal reunião e de onde saiu a gravação do áudio e vídeo. Questionou, inclusive, se o vídeo não teria sido adulterado e afirmou também que um dos funcionários mostrados na imagem fora demitido por não corresponder à ao serviço para o qual foi contratado. Outros, como a ex-gerente de meio ambiente, Aline Moura, que também aparece nas imagens, vieram a público posteriormente isentando o prefeito de qualquer responsabilidade acerca do tema. Marcinho Hakuna Outra postagem nas redes
sociais denuncia a mulher do candidato a prefeito Marcinho Hakuna de ser funcionária fantasma da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O vídeo detalha que Gina Raquel Batista Gonçalves, esposa do vereador Marcinho Hakuna, candidato a prefeito pela coligação “A Força do Povo” (PSC / PTB / PSL / PODE / PSDB), é gerente administrativo da empresa Aço Ita Indústria e Comércio, onde trabalha em horário comercial, de segunda a sexta-feira. Essas informações foram confirmadas por um funcionário da empresa, que fabrica equipamentos para mineração. Porém, Gina Raquel é, ao mesmo tempo, servidora da Assembleia, onde foi nomeada
“O que falar de uma pessoa que trabalha numa empresa privada e que é funcionária – ao mesmo tempo – num cargo público, no caso, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais? Que ela tem o dom da ubiquidade, ou seja, estar em vários lugares ao mesmo tempo, ou que joga nos dois times: no público e no privado, com dupla eficiência” para o Bloco Sou Minas Gerais, desde 18 de novembro de 2019, no cargo e padrão VL-9, vencimentos mensais de R$ 1.552,81 por 4h de trabalho. O Bloco Sou Minas Gerais é formado por cinco partidos: Avante, Novo, PSC, PSDB e Solidariedade e conta com 17 deputados, entre os quais o itaunense
Gustavo Mitre (PSC). Repercussão “O que falar de uma pessoa que trabalha numa empresa privada e que é funcionária – ao mesmo tempo – num cargo público, no caso, na Assembleia Legislativa de Minas
Gerais? Que ela tem o dom da ubiquidade, ou seja, estar em vários lugares ao mesmo tempo, ou que joga nos dois times: no público e no privado, com dupla eficiência”, indagou um cidadão ao comentar a publicação em um grupo de WhatsApp. Um dos mais polêmicos itaunenses, o ex-vereador José Medeiros Júnior não poupou comentários e engrossou as denúncias contra Hakuna, afirmando que estava levantando documentos sobre a campanha do mesmo a deputado federal e que teria sido feita pela agência de publicidade que atendia a Câmara Municipal quando Hakuna estava na presidência.
Debate acirra disputa e foto mostra conversa de pé de ouvido entre Otacília, Hakuna e Emanuel
pouco mais de intensidade, a convergência dos questionamentos em torno do prefeito
último candidato deu seu recado final. Há quem afirmasse (nos comentários durante e posteriormente) que parecia que todos os demais candidatos fizeram um pacto de despejar em cima do atual chefe do executivo toda a carga de críticas, dúvidas e argumentações, o que não é incomum nesses encontros. Mas, os comentários durante a exibição do programa, transmitido pelo próprio canal da emissora e pelo YouTube, isentaram os candidatos Jerry Adriane e Alessandro Tomaz de um possível acordo dos contrários. Até elogiaram a postura tranquila e assertiva dos novatos. Neider foi bombardeado pelos
adversários Otacília, Hakuna e Emanuel quando tentaram desqualificar suas realizações, especialmente nas áreas da saúde e geração de emprego. Em alguns momentos parecia mesmo um combinado do trio que, aliás, foi fotografado em conversa de pé-de-ouvido pela câmera do repórter do Jornal S’Passo. A candidata Otacília, em determinados pontos, elevava o tom de voz como se estivesse em cima de um caminhão-palanque; Hakuna preferiu recordar de promessas não cumpridas do atual prefeito e Emanuel seguiu por um caminho de ironias. A cada fala de Neider, este meneava a cabeça e dava risadas. Ribeiro por mais de uma vez, fez
referência a um vídeo em que ex-funcionários da prefeitura discutiam uma suposta cobrança de parte dos seus salários destinada ao partido político do chefe do executivo. Apoiadores presentes na porta do legislativo Fora do plenário um grupo grande de apoiadores do prefeito Neider recepcionara os candidatos com grande estardalhaço e um outro, menor, com bandeiras do PSOL, conduzira Jerry ao Legislativo para o primeiro e único debate entre os candidatos à Prefeitura de Itaúna.
VEREADOR ALEXANDRE CAMPOS VIABILIZOU MAIS DE R$ 2, 5 MILHÕES EM EMENDAS PARLAMENTARES NO MANDATO
CNPJ: 38.849.912/0001-05
O debate entre os candidatos e a candidata à Prefeitura de Itaúna trouxe, talvez com um
Neider Moreira (PSD), que pleiteia a reeleição. Realizado no plenário da Câmara Municipal na noite de quarta-feira (11), pela TV Cidade, o evento reuniu todos os seis postulantes ao executivo municipal: Alessandro Tomaz (DC), Emanuel Ribeiro (Patriotas), Jerry Adriane (PSOL), Marcinho Hakuna (PSL), Otacília Barbosa (PV ) e Neider Moreira. O debate foi dividido em quatro blocos, com apresentação dos candidatos, perguntas entre si (com réplicas e tréplicas) e considerações finais. Entre um bloco e outro, intervalos para a propaganda de anunciantes da emissora. Eram mais de 23 horas quando o
A CASA DE CARIDADE MANOEL GONÇALVES, O NOSSO HOSPITAL, RECEBEU MAIS DE R$ 800 MIL REAIS PARA O DESEMPENHO DOS PROCEDIMENTOS OFERECIDOS PELA INSTITUIÇÃO NO ATENDIMENTO À POPULAÇÃO. PARA A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE OS REPASSES SOMARAM MAIS DE R$ 500 MIL REAIS, ALÉM DE UM VEÍCULO TOYOTA, QUE FOI ESSENCIAL PARA AMPLIAR E MELHORAR O ATENDIMENTO AOS ITAUNENSES. PARA A PAVIMENTAÇÃO, SEJA EM ASFALTO OU CALÇAMENTO, PROPORCIONANDO MELHORIAS IMPORTANTES PARA ITAÚNA, ALEXANDRE CAMPOS CONSEGUIU MAIS DE R$ 1 MILHÃO, QUE FORAM INVESTIDOS NA ZONA URBANA E ZONA RURAL. O TRABALHO NÃO PODE PARAR!
VEREADOR
LACIMAR
O TRÊS
55.123
55 NEIDER MOREIRA VICE: GLÁUCIA SANTIAGO PREFEITO
COLIGAÇÃO: ITAÚNA SEGUINDO EM FRENTE
PSD | PL | PDT | REDE | PRTB | DEM | MDB | AVANTE | PP
Coligação PSD/PL/PDT/REDE/PRTB/DEM/MDB/AVANTE/PP CNPJ: 39.127.457/0001-05
Sexta-feira, 13 de novembro de 2020
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Fatos, causos e curiosidades das eleições itaunenses antes da urna eletrônica Já é longe o tempo em que as eleições de Itaúna eram na base do papel. Na campanha, na votação e na apuração era uma quantidade de papel (uma papelada) de dar medo. O voto em cédula de papel foi instituído no primeiro império, a partir de 1822. Antes, no período colonial, o voto era feito em declaração oral. Muitas pessoas ficaram estarrecidas com a demora da votação e da divulgação dos resultados finais das eleições nos Estados Unidos na semana passada. No Brasil, era mais ou menos assim, há pouco mais de vinte anos, quando ainda não havia sido inaugurado o sistema eletrônico de votação. Antes das primeiras urnas eletrônicas chegarem por aqui, em 2000, os eleitores votavam em cédulas de papel. Para o cargo de prefeito, marcava-se um X no quadrinho à frente do postulante e o eleitor escrevia o nome do candidato no espaço destinado ao de vereador. Aos analfabetos não era dado o direito de votar. A apuração dos resultados demorava uma eternidade, contando voto a voto, cédula por cédula e, muitas vezes, tinha-se que traduzir os votos, decifrar a vontade do eleitor naqueles garranchos escrevinhados nos pedaços de papel. Custava às vezes muitos dias para se chegar ao termo da disputa. Sofria o candidato, sofria o eleitor. Os escrutinadores da Justiça Eleitoral eram acompanhados de perto pelo olho do dono, os fiscais dos partidos, ou os próprios concorrentes aos cargos eleitorais.
Mas, ainda assim, houve muita denúncia de que os resultados foram modificados nas mesas de apuração, na ponta da caneta, especialmente nas cédulas de votos em branco. Um X era muito fácil de ser colocado no quadrinho vazio pela caneta do apurador de má fé, o partidário disfarçado (e esperto). “Voto-marmita” O ex-vereador e ex-presidente da Câmara, Tuca Corradi, relata à reportagem do S’Passo que é do tempo do ‘voto-marmita’. “Eram os papeizinhos, enchia-se o papelzinho com os nomes do prefeito, vereador, governador... fazia aquele pacote e colocava aquilo tudo dentro da urna”, lembra com alegria. E as campanhas? Tuca conta que era uma delícia a campanha eleitoral, os candidatos nas ruas, a distribuição de santinhos, os caminhões-palanques, os comícios por todo lado. “Hoje tá muito restrito, muito fechado esse sistema que temos. Não se pode fazer nada. Você vai se eleger somente através de celular? Não me adapto com isso não”, queixa-se. O ex-vereador lembra que houve duas épocas, digamos, gloriosas, do voto-marmita e do tempo das cédulas de papel, onde a intenção do votante era preenchida na hora da votação. “Creio que na época do voto de papel a corrupção era bem menor que hoje. É claro que com as marmitinhas havia quem chegasse e trocasse a marmita do colega no bolso
dele, sem que ele percebesse, é claro. Vi muito isso aqui, mas, ainda assim, hoje a fraude é muito maior. Um segundo e você muda tudo na urna eletrônica. O candidato tem que ficar esperto”, observou. Em Itaúna, as urnas com os votos eram levadas para o salão do Fórum onde era feita a contagem. Noutros tempos, mais
recentes, cresceu o número de eleitores e de candidatos – e de cabos eleitorais dispostos a acompanharem o processo até à fase final. A apuração foi transferida para o Clube União e, depois, para o ginásio poliesportivo da praça de esportes JK. Aí veio a urna eletrônica e o voto em cédula de papel foi aposentado, para sempre.
Prefeito eleito com 11 votos de diferença do segundo colocado Existem algumas histórias curiosas do tempo dos votos de papel em Itaúna. Houve uma eleição, certa vez, em que o resultado geral foi contestado com a denúncia de que uma urna inteira, recheada de votos, simplesmente desapareceu. Parece-me que a urna era de uma seção da zona rural. Noutra disputa municipal, em 1954, o candidato favorito à prefeitura era o sindicalista José Francisco de Freitas, o Zé Biscoitão, do inolvidável PTB. Seu oponente era o também aclamado pedetista, Milton de Oliveira Penido, dentista e professor. Zé
Biscoitão perdeu a Prefeitura por uma diferença minúscula de 11 votos. Essa penosa competição é relatada pelo historiador Miguel Augusto Gonçalves de Souza, em seu livro “Itaúna – 1765-2002” (Santa Clara, 2002). Milton Penido foi à época o prefeito mais jovem da história de Itaúna, eleito com 32 anos. Venceu as eleições com 1.938 votos contra 1.927 de Zé Biscoitão. Os demais concorrentes dessa peleja no longínquo ano de 1954 foram o Dr. Antônio Augusto de Lima Coutinho (PRP/ PSP), que teve 1.274 votos e Cândido Perillo (UDN), com 278 sufrágios.
E noutro tempo aconteceu de um cidadão mandar fabricar uma urna especial para as eleições, não as municipais, mas para a direção de uma entidade desportiva. A tal urna coletora de votos de papel tinha um fundo falso e neste espaço havia os votos suficientes para a eleição de certo candidato. O sujeito responsável pela contagem dos votos descobriu a tempo a tramoia e o fundo falso da urna foi revelado. Coisa inverossímil, mas que é fato acontecido e relatado, dum determinado pleito em Itaúna em que para virar o jogo, cujo resultado era de menos de
uma dúzia de votos, o escrutinador comeu (literalmente) as marmitinhas dos votos do adversário. O candidato da vez era um sujeito da tradicional família itaunense, gente da elite dos cobres e dos laços de ancestralidade no poder. O adversário era representante dos operários. Ganhou um e perdeu o outro, porque os votos foram digeridos pelo coronel. E as eleições de Itaúna, antes do voto eletrônico e dos tempos modernos do computador e da internet, tiveram seu papel na história local.
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Sexta-feira, 13 de novembro de 2020
Chuva forte causa transtornos em toda cidade e Jove Soares inunda mais uma vez A chuva que caiu no último domingo (8) – começou por volta das dez da noite e continuou até a madrugada de segunda-feira, – assustou os itaunenses. O temporal, acompanhado de uma forte ventania, deixou um rastro de destruição em casas e bairros da cidade, com árvores desfolhadas, residências destelhadas e invadidas pela lama e veículos amassados. Muros, árvores e postes foram jogados ao chão com a força dos ventos e da chuva de granizo em algumas regiões. Na avenida Jove Soares, a Prainha, vários imóveis, especialmente comerciais, foram inundados pela água suja e pelo barro. Motociclistas e motoristas que passaram pela avenida tiveram prejuízos. Internautas divulgaram relatos dos estragos na Prainha, um problema antigo que vem desde a época em que o prefeito Osmando cobriu o canal. Tam-
bém outros pontos de Itaúna sofreram com a forte chuva. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a chuva foi de aproximadamente de 22 mm, com ventos até 15 km por hora. Desde o final de 2017, ainda no governo do ex-presidente Michel Temer, o governo federal suspendeu o programa Avançar – Mobilidade Urbana, do Ministério das Cidades e engavetou projeto que colocaria fim nas inundações da Prainha. As obras, orçadas em R$ 12 milhões, com possibilidade de pagamento em até 20 anos, detalham o resultado do trabalho de uma comissão técnica que identificou que, para acabar com as inundações, é essencial a construção de um canal paralelo e implantação de medidas paliativas, devido aos vários pontos de estreitamento, além de tubulações, vigas e um banco de areia na saída do canal,
esse, com origem nos assoreamentos do rio São João, que reduz o fluxo normal da água. As inundações da avenida também são consequências da impermeabilização do solo, aliada ao aumento do fluxo do rio São João, que não suporta receber o volume de água que desce do córrego do Sumidouro ao longo da via. Ainda contribui para o rápido acúmulo de recursos hídricos a localização baixa
da avenida, área plana cercada por elevações, que concentra atualmente cerca de dez bairros. A grande quantidade de construções também diminui a capacidade de absorção e aumenta o fluxo e a velocidade com que o volume pluviométrico chega à avenida. Estragos e prejuízos Agentes da Prefeitura e do Ser-
viço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) realizaram limpeza nas ruas da cidade na manhã de segunda-feira e a administração informou, por meio de nota, que iniciou a limpeza e reparos ainda na noite de domingo. Em vários pontos da cidade, afetados pela chuva, foram retirados excesso de lama e árvores quebradas e realizada a recomposição das sinalizações de trânsito.
Em nota, a Defesa Civil informou que equipes das secretarias de Infraestrutura e Serviços e de Assistência Social, juntamente com o Corpo de Bombeiro e o SAAE, agiram rapidamente, desde a madrugada de segunda. “Graças a Deus não houve dano humano, somente alguns problemas materiais. Não tivemos nenhum desabrigado no município”, afirmou a responsável pelo órgão, Márcia Moreira.
Vereador ‘Da Lua’ volta a falar que sofreu ameaça de morte Parlamentar afirma que o autor da intimidação é o secretário Rosse Andrade, este contou ao Jornal S’Passo que seus familiares foram envolvidos numa discussão e que na “hora da raiva” falou com firmeza contra o oponente
Subiu a temperatura no termômetro das eleições municipais em Itaúna. Na Câmara, nesta terça-feira, os vereadores Antônio de Miranda (PSC) e Antônio de Faria Júnior (PL) relataram que o secretário Rosse Andrade, da Infraestrutura, os chamou de covardes. E que ele tem tentado sabotar suas atividades junto aos eleitores com
mentiras e ameaças. Os dois parlamentares que são oposição ao governo Neider Moreira (PSD), falaram da tribuna e se mostraram bastante emocionados, especialmente Da Lua, que disse ter sido ameaçado recentemente por Rosse. Noutra ocasião, no início da campanha eleitoral, ele informou que recebera ameaça de
morte, com áudio e tudo, mas não quis contar quem era o autor. Agora afirma com todas as palavras. “Ele disse que iria armar pra cima de mim. Eu não queria contar isso aqui, mas fui ameaçado de morte pelo sr. Rosse Andrade”. Da Lua também queixou-se, pela primeira vez, que fora traído pelo PL. Disse isso em referência à coligação do partido para a reeleição de Neider, inclusive com a indicação da vice-prefeita, Gláucia Santiago. Da Lua foi preterido de ser o candidato a vice-prefeito na chapa de Neider. As falas dos dois Antônios foram registradas ipsis litteris em ata, por solicitação do vereador Joel Arruda (PL) e apoiada por unanimidade.
“Não teve ameaça de morte, mas uma discussão” “Não houve ameaça de morte, não tem essa conotação de que este senhor, vereador, quer dar. Por alguns problemas pessoais envolvendo o partido, o PL, no qual os dois são filiados e também familiares de Rosse Andrade (especialmente com seu filho, que é candidato a vereador hoje), houve um bate-boca entre os dois. À época, Rosse teria dito a Da Lua que “por causa da minha família, eu mato e morro”. O vereador gravou a conversa e tomou isso para si. Com raiva de ter sido afastado
da disputa majoritária na chapa de Neider, ele tem dito que é uma ameaça de morte dirigida a ele”. A explicação é do ex-vereador e atual secretário de Infra-Estrutura e Serviço Rosse Andrade Silva ao Jornal S’Passo. Ele contou que há alguns meses o vereador Antônio de Faria Júnior, o Da Lua, e também outros parlamentares de oposição, têm feito críticas ao seu trabalho como secretário, tentando prejudicar a administração. “Estou na política há muitos anos, não sou de
ameaçar ninguém. Às vezes a gente fala coisas que, no calor de uma discussão, com raiva, podem parecer ameaça, mas isso não faz parte de mim. O vereador está chateado com o partido e com os rumos das candidaturas a prefeito. Também não gostou das decisões que tomamos no canteiro de obras, de atender ao vereador somente com indicação por escrito. Ele é muito trabalhador, mas não sabe o que é hierarquia, não sabe respeitar as normas. É isso.”, esclareceu.
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Sexta-feira, 13 de novembro de 2020
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Às vésperas das eleições, candidatos a prefeito fazem balanço da campanha Os cinco candidatos e a candidata a prefeita foram convidados a falar resumidamente da disputa e destes últimos dia de campanha em busca dos votos dos eleitores itaunenses. Os candidatos à Prefeitura têm um limite de gastos de R$ 840.032,87, recursos provenientes do Fundo Partidário e de doações de particulares, as chamadas contribuições espontâneas. Alessandro Tomaz A campanha de Alessandro Tomaz, da coligação “Reconstruindo uma Itaúna para Todos” (PTC/Solidariedade/DC), de acordo com informações do site do TSE: https://divulgacandcontas.tse.jus.br, recebeu R$ 40.800,00 de recursos de pessoas físicas. Os gastos parciais da campanha foram um pouco além da receita, ou seja R$ 47.690,05. A assessoria do candidato informou também que Alessandro Tomaz e Marcos Penido fizeram uma campanha focados no diálogo com a população, realizaram caminhadas na região central, em todos os bairros e zona rural de Itaúna, reunindo-se com lideranças e moradores dessas comunidades. Emanuel Ribeiro O candidato Emanuel Ribeiro (Republicanos) afirmou ao Jornal S’Passo que abriu mão do fundo partidário, no entanto, de acordo com informações da página do TSE, ele recebeu R$ 500,00 do seu partido, o Republicanos. Doações de pessoas físicas somam ainda a quantia de R$ 4.164,00 para um total de R$ 4.664,00 de recursos.
Os gastos até o fechamento desta matéria foram de R$ 3.297,95 e a previsão é que as despesas da campanha fiquem em torno de R$ 6.000,00. “É uma das campanhas mais baratas da história de Itaúna. Respeitamos o dinheiro do contribuinte e achamos um absurdo tirar R$ 2,8 bilhões do cidadão para custear campanhas eleitorais. Nós não quisemos utilizar o fundo partidário”, destacou. Emanuel informou que desde que se lançou candidato houve muitas tentativas de impugnação, “por picuinhas”, até por ausência de CNPJ em live. Contou também que hackearam seu Facebook, mas que ele percebeu a tempo e apagaram apenas algumas coisas. “Eleição é muito mais suja que política”, queixa-se. Sobre apoios significativos, o candidato contou que alguns empresários e o povo em geral aprovaram o compromisso de campanha de baixar os próprios salários. Jerry Magalhães A campanha de Jerry Adriane e da professora Aurita, da coligação “Itaúna Pode Mais” (PSOL/PT), já
recebeu R$ 6.237,36, sendo que R$ 3.200,00 são de “financiamento coletivo” e R$ 2.237,36 oriundos do PSOL. O material de divulgação do candidato já consumiu R$ 5.104,52 desses recursos. Informações passadas pelo presidente do PSOL, Jonathas Santos dão conta de que os próprios candidatos e militantes estão indo para as ruas, para panfletar, levar bandeiras e conversar com os eleitores. “Estamos levando nossas ideias, mostrando às pessoas que existe uma opção de voto com chances reais de vencer. A gente vê pesquisas sendo feitas, mas a intenção de voto é a que a gente está sentindo nas ruas. O Jerry está tendo uma receptividade muito boa”, ressaltou. Sobre o dinheiro para os gastos de campanha, Jonathas pontuou que somente uma parcela do fundo partidário foi disponibilizada, cerca de 35%. E estes recursos não foram suficientes para pagar as despesas básicas, como material gráfico. O serviço em si, para impulsionar a candidatura, tem sido feito pelo pessoal do
PSOL e simpatizantes, gratuitamente. “É uma campanha popular mesmo, feita com o coração, mas com muita dedicação. É por isso que estamos confiantes de que temos chance de vencer e que vamos vencer”, disse. Marcinho Hakuna R$ 17.660,00 foram os recursos destinados até então à candidatura de Marcinho Hakuna, da coligação “A Força do Povo” (PSC / PTB / PSL / PODE / PSDB), segundo o site do TSE: https:// divulgacandcontas.tse.jus.br/. R$ 10.000,00 foram do fundo partidário do PSDB e o restante de contribuições particulares. As despesas até então somam R$ 19.877,59. Ao analisar a campanha eleitoral até este momento, Marcinho diz que está “supersatisfeitos com a receptividade aos nossos projetos e ideias. Em todos os cantos da cidade o projeto 17 vem sendo acolhido pelos cidadãos. Alguns chegam a dar sugestões ao nosso projeto, as quais estamos registrando e avaliando com muito carinho”, contou. Entretanto, Hakuna afirmou que tem enfren-
tado ataques de ‘um adversário’ e que a resposta é dada com propostas da “verdade e da transparência”. Neider Moreira O prefeito Neider Moreira, da coligação “Itaúna Seguindo em Frente”: REDE / PSD / PRTB / PP / PDT / PL / MDB / DEM / Avante, dispõe de recursos muito mais volumosos em relação a seus adversários. São R$ 183.000,00, sendo R$ 90.000,00 do Partido Liberal e os demais, de contribuições de particulares. Até o meio dessa semana as informações de prestação de contas do TSE indicavam que foram gastos R$ 140.861,39. As informações de campanha vêm da assessoria do candidato e estas fazem questão de ressaltar que Neider e Glaúcia “carregam o histórico da política no sangue”. Os apoios à candidatura trazem nomes como dos deputados estadual Alencar da Silveira Júnior, Rafael Martins e Sávio Souza Cruz. A campanha já havia divulgado o apoio do ex-deputado federal Jaiminho Martins e do senador Carlos Viana. Neider e Gláucia rece-
beram nos últimos dias a adesão de empresários, trabalhadores e líderes de entidades. Otacília Barbosa A candidata Otacília Barbosa (PV) dispunha de R$ 56.260,00 para sua campanha até o fechamento dessa matéria. Destes, R$ 50 mil foram concedidos pelo fundo partidário do PV, os outros R$ 6.260,00 vieram de doações particulares. Até agora, a candidata gastou R$ 48.166,40. Ao Jornal S’Passo a assessoria informou que Otacília Barbosa e Hélio Machado têm sido recebidos por lideranças e moradores de vários bairros e comunidades rurais de Itaúna. “A população está cansada de promessas não cumpridas e de discursos demagógicos, de carreiristas profissionais. A cada dia a campanha de Otacília e Hélio Machado recebe mais declarações de apoio. Várias lideranças da cidade estão declarando voto em Otacília e Hélio Machado, mas o mais importante ainda é o acolhimento e a declaração de voto das pessoas nas ruas, nas casas, onde quer que a campanha chegue”.
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