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Gastão

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Delegado Federal Gast達o Schefer

Direito do cidad達o se armar para se defender


População

paranaense Ninguém mais pode ter porte de armas, nem para se defender, nem para defender a sua família. Temos que viver com uma sensação de insegurança constante, talvez para podermos ser mais controlados por um governo hipócrita. Tenho Andado na contramão do que pensam os sociólogos, estudiosos do pacífico e alguns “consultores em segurança”. Tenho recebido pesadas críticas dos defensores dos “direitos humanos”. Não estou ligando para eles, minha preocupação e com o pai de família, com o cidadão de bem que não tem mais segurança, que não fica sossegado ao estacionar o seu carro na rua. Também não dou a mínima para quem nunca chutou uma porta, nunca cumpriu um mando de busca e pensa que pode falar de segurança pública. O pior é que algumas pessoas engolem a máxima de que Armas Matam e acabam por não se defender. Armas não matam, pessoas matam! Pior ainda é para mulheres, que são sempre as maiores vítimas de violência, que não sabe que somente uma a cada 32 tentativas de estupro se consuma quando a vítima está armada. As primeiras restrições à posse de armas de fogo no país datam do período imperial, passando por um recrudescimento crescente até chegar ao ridículo Estatuto do Desarmamento, sancionado em 2003, que reservou o direito de porte às armas exclusivamente para determinadas categorias de funcionários públicos. Mestre em Administração de empresas pela John Molson Business School Montreal Canadá . Pós Graduado em Gestão Estratégica PUC – PR Graduado em Direito PUC – PR. WWW.facebook.com/delegado gastao


Em qualquer democracia sólida, o interesse público tão claramente exposto seria o suficiente para fazer cessar futuras tentativas de restrições às armas de fogo. Não foi isso o que aconteceu no Brasil. Desde 2005, milhões de Reais do erário foram utilizados em campanhas desarmamentistas, e até mesmo em indenizações por entregas voluntárias – mas nem tanto - de armas. Há quem pense que toda a truculência antidemocrática do desarmamento que passou por cima de uma votação é justificável, afinal, a política propõe reduzir todos os índices de crimes relacionados a armas de fogo. É uma afirmação nobre, todos querem viver em paz, sem a terrível ameaça de ser atingido por um disparo. Depois de mais de 10 anos de vigência de Estatuto do Desarmamento, o que é possível provar sobre seus efeitos em relação aos crimes violentos? Vejamos algumas das afirmações que os dados do próprio Mapa da Violência e de outras fontes nos permitem fazer: 1) As armas de fogo passaram a ser mais utilizadas em crimes, em relação aos demais instrumentos. 2) No Paraná, cerca de 50% dos antigos proprietários legais de armas estão em flagrante delito, por não renovarem seus registros frente às novas exigências. 3) Depois da vigência do desarmamento, o Brasil chegou ao posto de país mais violento do mundo, levando em consideração o número absoluto de homicídios.


4) Os crimes violentos aumentaram durante a vigência do Estatuto do Desarmamento, mesmo em um período de conquistas sociais e econômicas relevantes. 5) Jovens passaram a morrer em maior proporção e a violência se espalhou também para os anteriormente pacatos municípios pequenos. 6) Em países vizinhos, como Paraguai e Argentina, com o acesso às armas facilitado, o índice de homicídios é muito menor, se comparados ao Brasil. Desarmar as vítimas não é uma política de segurança pública, mas sim um programa de segurança do “trabalho” para criminosos. O Estatuto do Desarmamento foi reprovado pela opinião pública e pelas estatísticas e já se mostrou um enorme fracasso. Sua revogação urge a pedido dos milhões de brasileiros que votaram “não” em 2005 e de outros incontáveis que se enganaram no passado, mas já se deram conta da realidade.


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