Novembro de 2020 - Edição 259
Abraão, Ilha Grande, Angra dos Reis - RJ
MONTE RORAIMA O BRASIL QUE POUCOS CONHECEM – NATUREZA INCOMPARÁVEL, COM DIVERSIDADE ALÉM DA IMAGINAÇÃO. Foto: Férias Brasil
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MEIO AMBIENTE
COISAS DA REGIÃO
PLÁTICO NÃO É A UNICA AMEAÇA AO MEIO AMBIENTE, ALERTAM ESPECIALISTAS
-4º REELEIÇÃO FERNANDO JORDÃO
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-RECONHECIMENTOS POR TRABALHOS PRESTADOS PÁGINA
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NOTÍCIAS IMIGRAÇÃO JUDAICA, RAÍZES DO MUNICÍPIO PÁGINA
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EDITORIAL
COMO SERÁ 2021 PARA A ILHA GRANDE Por várias gestões vivemos em desajustes com a Prefeitura, por não entender que somos diferentes, temos o direito de o ser e que queremos manter a Ilha em seu jeito simples de viver, que é o que forma nosso principal atrativo turístico. Ilhas com resorts e todos os atrativos dos “enlatados” da globalização, o mundo está cheio. O turista quer conhecer lugares que retratem seu passado, seus costumes, coisas típicas, como um simples peixe na brasa, uma voz e violão, com música tradicional, até uma simples replica de uma casinha de estuque, como se vivia ou ainda se vivem em muitos lugares. É o que buscam aqui! Não necessitamos de grandes eventos, mentores da droga e dos modismos. Foi por este caminho que descaracterizou a identidade de Angra dos Reis. Isto não é o que o povo tradicional da ilha quer para a ilha. Por esta razão, nunca nos entendemos com a maioria dos secretários de turismo,
por não serem técnicos, serem déspotas e absolutos em seus pensamentos. Nunca entenderam o que o nosso turismo quer buscar. Eles foram os grandes culpados pela destruição do destino turístico Angra. Embarcaram nos modismos e esqueceram até o acervo cultural que Angra tem, além dos inúmeros atrativos naturais, que a natureza ofertou de graça! Serra, mar etc. Um privilégio de poucos, abandonado por incapacidade administrativa, ou interesses desconhecidos. Como dogma de idolatrar o feio pelos secretários de turismo, tenho que fazer uma pequena retrospectiva: No passado lutei junto ao Ministério do Turismo, com forte apoio do SEBRAE, para transformar a ilha em um destino turístico e conseguimos. O Secretário de Turismo à época, taxou-me de separatista. Tentei provar a ele, que se houvessem 10 destinos turísticos dentro do município, haveria dez chances de manter o turista por mais tempo no município.
Sumário
Mas não logrei sucesso. Pelo contrário, descaracterizaram o destino chamando-o de corredor turístico da Ilha Grande. Nome muito feio, pois nos reporta à ideia de “corredor da morte, corredor polonês ou do matadouro! Na ocasião fui veementemente contra, em discussão no Conselho Municipal de Turismo, do qual fiz parte por vários anos. Mas enfim acharam lindo, especialmente pelo secretário que de certa forma manipulava as questões. Estamos muito descontentes com a forma em que a ilha é tratada. A ilha é um lugar especial no mundo, por isso merece uma atenção especial. Oxalá, que os gestores eleitos leiam este editorial e ao invés de se aborrecerem usarem-o como subsídio para errar menos! Este impasse, Angra e povo da Ilha Grande, tem que acabar para o bem de todos. Não podemos destruir esta maravilha, “por orelhas demasiadamente grandes de uns poucos”.
O EDITOR
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QUESTÃO AMBIENTAL
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MATÉRIA DE CAPA
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TURISMO
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INFORMATIVO O ECO
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COISAS DA REGIÃO
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TEXTOS, NOTÌCIAS E OPINIÕES
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BABILON
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COLUNISTAS
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INTERESSANTE
Expediente
DIRETOR EDITOR: Nelson Palma CHEFE DE REDAÇÃO: Núbia Reis CONSELHO EDITORIAL: Raissa Jardim, Núbia Reis. DIAGRAMAÇÃO: Raissa Jardim COLABORADORES: Adriano Fabio da Guia, Alba Costa Maciel, Érica Mota, Heitor Scalabrini, Hilda Maria, José Zaganelli, Karen Garcia, Luana Castanheiros, Michelle Terra, Neuseli Cardoso, Núbia Reis, Pedro Paulo Vieira, Raissa Jardim, Ricardo Yabrudi, Renato Buys, Roberto Pugliese, Sandor Buys, Tatiana Mariano e Ulisses Mansur DADOS DA EMPRESA: Palma Editora LTDA. Rua Amâncio Felício de Souza, 110 Abraão, Ilha Grande-RJ CEP: 23968-000 CNPJ: 06.008.574/0001-92 INSC. MUN. 19.818 - INSC. EST. 77.647.546 Telefone: (24) 3361-5410 E-mail: oecojornal@gmail.com Site: www.oecoilhagrande.com.br
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QUESTÃO AMBIENTAL
PLÁSTICO NÃO É A ÚNICA AMEAÇA AO MEIO AMBIENTE, ALERTAM ESPECIALISTAS Por TecMundo
Se eliminar o plástico da rotina não resolve o problema, devemos pensar em outras soluções indispensáveis para conter as mudanças climáticas e preservar a vida de outras espécies. É importante se conscientizar e refletir sobre os hábitos de consumo, sobre a quantidade de lixo produzido diariamente e qual o potencial desse lixo para o mundo. Resíduos sólidos são materiais descartados pelo ser humano, mas que ainda possuem valor comercial ou potencial de reutilização. Essa característica está presente em várias embalagens descartadas diariamente e Se os canudos fossem os únicos vilões, já estaríamos livres de todo o problema. Fonte: Pixabay que, se não devidamente enviadas para autoridades ou profissionais competentes, Contudo, as alternativas apresentadas para será descartado junto a rejeitos — este Em novo alerta, especialistas ambientais destacam que o combate rigoroso contra evitar o plástico pouco valem se não para material não reutilizável, como lixo hospitalar, o uso de plástico pode estar desviando a agravar ainda mais a situação e diversificar o material de higiene pessoal — e desperdiçará atenção de outros perigos urgentes para o lixo produzido pelo ser humano. Vidros, metais seu potencial. meio ambiente. Um painel composto por e papel são tão nocivos quanto, e mesmo Sendo assim, a recomendação é pesquisar. 13 profissionais afirma que a guerra contra que sejam mais facilmente compactados Aderir à compostagem, procurar medidas de os plásticos é uma importante campanha, por serem materiais menos resilientes coletas seletivas pela cidade, entender a rotina mas não deve ser tratada como única e deve e significativamente mais densos, não dos catadores e poupar os materiais que antes ser convertida em mudanças de hábitos de apresentam vantagens se não convertidos em iriam para o lixo são importantes medidas que novos hábitos de consumo. consumo. todos podem (e devem) adotar. Pesquise e “Este é um momento chave para destacar reflita sobre a própria rotina: “estaria eu sendo Um artigo científico publicado na revista WIREs Water destacou uma enorme negligência um problema maior que o plástico?”. e abordar áreas como vivida pelo mundo atualmente: o problema a ‘cultura de jogar está muito além do plástico. É fato que os fora’ da sociedade e microplásticos afetam consideravelmente a reformular a gestão vida marinha, demoram centenas de anos para dos resíduos.”, se decompor, tem pouco valor agregado para ressalta o professor catadores de lixo que colaboram na coleta Tom Stanton, da seletiva e tem baixo potencial de reutilização Universidade de enquanto não tratados, mas não são eles os Nottingham, Reino únicos problemas. Unido. “Porém, se A campanha pela proteção ambiental continuarmos a mirou não só o plástico, mas sim hábitos priorizar o plástico, de consumo exagerados e nocivos para o essa oportunidade planeta. Segundo o artigo, há materiais que será perdida”, causam mais estrago que o próprio plástico completou. — incluindo gases emitidos por fábricas, veículos e a agropecuária; mas esses tópicos O lixo nosso de foram eclipsados pela importância dada ao VisualHunt cada dia combate ao uso de plástico em embalagens. Novembro de 2020, O ECO
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TURISMO
MONTE RORAIMA
MATERIA DE CAPA
O BRASIL QUE POUCOS CONHECEM – NATUREZA INCOMPARÁVEL, COM DIVERSIDADE ALÉM DA IMAGINAÇÃO! ALTITUDE 2.810M. SUPERFÍCIE SOBRE O MONTE 31KM² Por Pisa Trekking e O Eco Jornal
Roraima, o estado mais a norte do Brasil, é conhecido pela Floresta Amazónica. A capital, Boa Vista, na margem oeste de Rio Branco, fica próxima dos parques nacionais da Serra da Mocidade, a sudoeste, e do Monte Roraima, a norte. Com penhascos íngremes e um misterioso cume plano, o Monte Roraima, partilhado com a Venezuela e a Guiana, foi, presumivelmente, a inspiração de Sir Arthur Conan Doyle para “O Mundo Perdido”. A vegetação em Roraima, ao sul, é a típica floresta tropical, densa e abundante. No centro: campos, lavrados ou savanas, marcada por igarapés e buritizais. Destacam-se no estado os Campos Gerais do Rio Branco, conhecidos localmente como “lavrados”. De forma geral, Roraima apresenta ao longo de sua extensão territorial uma considerável diversidade fitofisionômica em sua constituição paisagística. No estado prevalece a presença da Floresta Amazônica, as formações arbustivas e herbáceas e faixas de Cerrado
Paisagem das nuvens vista do alto da montanha O estado de Roraima possui uma extensa hidrografia. Seu território é fartamente irrigado por 14 rios, sendo estes: Água Boa do Univiní, Ailã, Ajarani, Alalaú, Branco, Catrimani, Cauamé, Itapará, Mucajaí, Surumu,Tacutu, Uraricoera, Urubu e Xeruini. ... Todos os rios roraimenses deságuam na Bacia Amazônica. O relevo é bastante variado; junto às fronteiras da Venezuela e da Guiana situam-se as serras de Parima e de Pacaraima, onde se encontra o monte Roraima, com 2.875 metros de altitude. Como está no extremo norte do Brasil, seus pontos no extremo norte são o rio Uailã e o Monte Caburaí. * Lavrado
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– Wikipédia, a enciclopédia livre Lavrado é um termo utilizado em Roraima para definir a região de vegetação aberta (do tipo “savana-estépica”, ao norte, e “savana”, mais ao sul) situada na porção nordeste deste Estado da Amazônia brasileira. Trata-se de um ecossistema único, sem correspondente em outra parte. Agora vamos ao Monte Roraima... Dica de Viagem: onde fica o Monte Roraima? De todos as belezas do Brasil, se tivéssemos que escolher uma que fosse sinônimo de misticidade, a resposta seria Monte Roraima. Sagrada para os indígenas venezuelanos e sublime para os aventureiros dispostos a enfrentar um trekking mais desafiador, a região inspira e respira muito mistério e contemplação. Se você sempre sonhou em viver um pouco dessa mística, mas não sabe como
MATERIA DE CAPA
TURISMO
chegar até lá, hoje, o Blog Vida ao Ar Livre, mostra onde fica o Monte Roraima. Onde fica? Com 2.810 metros, Roraima é considerado o sétimo ponto mais alto do Brasil, segundo Anuário Estatístico do Brasil de 2017 do IBGE, e a maior montanha plana do mundo, com 31km² de superfície. Aliás, “Roraima”, que vem dos indígenas pemons da Venezuela, significa monte (‘roro’) verde (ímã). Uma grande montanha que não poderia oferecer paisagens menos impressionantes. Situado no extremo norte do estado de Roraima, a área brasileira corresponde a apenas 5% do total da montanha. A grande parte dela fica na Venezuela (85%), de onde partem as trilhas em direção ao cume. Por fim, os últimos 10% ficam no território da Guiana, mas como dissemos, na natureza não existem fronteiras. Apesar de existir um marco geográfico de demarcação das fronteiras, uma vez lá em cima, a circulação é livre. Como chegar? A não ser que você seja um escalador profissional, vale a pena começar a subida pela savana venenzuelana. Mas, antes disso, para chegar lá é preciso ir até a cidade de Santa Elena de Uairén, já no país vizinho. Para nós brasileiros, o ideal é fazer a primeira escala em Boa Vista, capital de Roraima. Dependendo de onde você estiver vindo, o deslocamento pode ser um pouco cansativo, já que os voos diretos só saem de Manaus e Brasília. Chegando em Boa Vista, você ainda precisará enfrentar 220km até Santa Elena, e mais 100km até Paraitepuy, com uma boa parte deles em estrada de terra. É em Paraitepuy, uma comunidade indígena e também entrada do Parque Nacional Canaima, onde o trekking começa de fato. Uma logística extensa, que só admite os mais persistentes. Afinal, uma montanha vista
como o coração do planeta pelos antigos povos ameríndios só poderia estar bem distante de qualquer civilização moderna. A partir desse ponto, chegar até o topo do Roraima só depende das suas próprias pernas. Serão mais dois dias de caminhada, atravessando dois rios e enfrentando longos trechos de Sol na cabeça e subida forte enquanto atravessa a savana. Depois são mais 1.000 metros de subida até o cume, e uma vez lá em cima a diversão fica por conta da natureza, que teve dois bilhões de anos para trabalhar a paisagem que encontramos.
Do jornal Roraima está incluída no bioma Amazônico, mas possui enorme diferenças do bioma. Entendemos que poderia ser criado novo bioma que caracterizasse a diversidade da região. É o único lugar no mundo, e é abrangente, com envolvimento de serrado, savana campos, mas tudo diferente do que se conhece. Um ecossistema único no planeta. Dá pelo menos para discutir esta diversidade ambiental, não dá? Fotos de Pisa Trekking
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TURISMO
MUY CERCA DE ESQUEL, LA NATURALEZA Y LA AVENTURA DESAFÍAN LOS SENTIDOS RÍO ARRAYANES EN EL PARQUE NACIONAL LOS ALERCES Una de las maravillas naturales que se puede vivenciar muy cerca de Esquel es el Río Arrayanes, un apasionante curso de agua turquesa del Parque Nacional Los Alerces, que interconecta su naciente, el Lago Verde, con el Futalaufquen donde desemboca con todo su colorido. Se trata de un espacio que atrapa tanto a senderistas como a ávidos contempladores de la biodiversidad y también a gustosos de la actividad náutica y la pesca deportiva. Partiendo desde Esquel, el recorrido hasta llegar al Río Arrayanes es un periplo en sí mismo, que inicia en la Ruta Nacional 259, con la Cordillera de los Andes en el horizonte, fiel compañera de turistas y habitantes de la región. Luego, por la Ruta Provincial 71 se adentra en el Parque Nacional Los Alerces, Patrimonio Mundial Natural desde el año 2017. En el trayecto, el bosque andino se abre paso en todo su esplendor. Más adelante el Lago Futalaufquen acaricia el camino hasta
UN MANANTIAL PARA CONMOVERSE “El Parque Nacional Los Alerces cobija el río más hermoso del mundo”, comenta un visitante, sin ahorrar elogios para este manantial de aguas cristalinas, que despliega un insondable cúmulo de riquezas naturales a lo largo de sus cinco kilómetros de recorrido. Desde el mítico puente colgante “La Pasarela”,
que el cielo se cubre con un techo de coihues. Al llegar a la zona del Cerro Riscoso, pequeños tramos del Río Arrayanes se dejan descubrir, apenas como rastros de trazos turquesa entre la vegetación. Tras recorrer alrededor de 28 kilómetros sobre la Ruta 71, se llega a la Seccional de Guardaparques Arrayanes, desde donde se accede a un camping con bajada al río. Cada verano, éste es uno de los accesos predilectos de los visitantes. Unos kilómetros más adelante, sobre la misma ruta, un estacionamiento a orillas del Lago Verde abre paso a un sendero que lleva a la famosa “pasarela”.
que lo atraviesa longitudinalmente, se puede admirar la rica biodiversidad que habita en sus profundidades. El Río Arrayanes y sus costas, generosos en colorida biodiversidad, invitan a los visitantes a sumergirse en avistajes sin tiempo y capturas fotográficas que se debaten entre planos amplios, en los que los elementos del paisaje conjugan un todo deslumbrante, o los detalles precisos, en los que lo minúsculo potencia el valor de un universo que se descubre inabarcable. Desde hace algunos años, sólo está permitida la navegación a remo, como una forma de
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Por Turismo & Gestión
priorizar el cuidado de las márgenes del río y el silencio como una manera de vincularse con el paisaje de manera responsable y armoniosa. Asimismo, se recomienda a los visitantes tomar ciertas precauciones, tanto por la corriente del curso de agua como por su temperatura, a la que muchas personas no están habituadas. La aventura náutica en kayak o “gomón” pone a prueba la percepción de los sentidos, embebiendo al visitante de la experiencia misma de las aguas cristalinas que se dejan llevar entre arrayanes. Desde adentro, ese universo inalcanzable y perfecto que se observaba desde la ruta, y que en la orilla invitaba a remojar los pies o tentarse con una zambullida; ahora marca el pulso de las emociones con su discurrir vertiginoso e inasible. EQUILIBRIO NATURAL En sus costas, el Río Arrayanes es abrazado por numerosas especies, entre las que se destaca la “Luma apiculata”, también conocida como arrayán rojo o palo colorado: árbol perteneciente a la familia de las “mirtáceas”, que fue bautizado con su nombre más conocido por colonizadores españoles, en virtud de la semejanza de sus flores con las del arrayán europeo. Esta especie, además de darle su nombre al río, con sus flores blancas pinta el paisaje, envolviendo a los visitantes en un marco escenográfico imponente y singular. Conmueve el susurro sutil que rompe el silencio cuando el ondulante danzar del oleaje golpea las rocas de la orilla y se escurre entre las raíces
TURISMO y los troncos sumergidos de los arrayanes, tejiendo un subacuático telar impresionista que las aguas cristalinas permiten admirar. Coihues, maitenes, cipreses, radales y lauras nutren también de rica biodiversidad este bosque mixto del Parque Nacional Los Alerces. En las aguas transparentes, la atención de los visitantes es capturada al instante por el incesante zigzagueo de las truchas; dueñas y señoras de estas profundidades. El aire, en tanto, se llena de aves que encuentran su lugar en este sector, no sólo por la tranquilidad sino también por la disposición del alimento que el bosque provee. Se impone el potente y característico sonido que emite el activo chucao, que habitualmente se esconde entre la vegetación. Algunas especies características del bosque, como el monito del monte, el pudú pudú, el gato huiña o el huemul (monumento natural de la región) suelen rehuir a la presencia humana. “Quizás sean ellos quienes nos están observando desde la protección que les brinda el bosque”, aventura una conocedora del lugar, invitando a creer en la magia de un equilibrio natural, que se autorregula majestuosamente. Cada año, principalmente en verano, parejas, familias, viajeros con mochilas grandes y amantes de los deportes en la naturaleza y el turismo sustentable eligen el Río Arrayanes. Hay que buscar las razones en su fastuoso paisaje y el alto nivel de conservación que le brinda su pertenencia al Parque Nacional Los Alerces. Y en un entramado mágico que estimula los sentidos de manera misteriosa e invita a comprometerse con la preservación del equilibrio natural.
Chucao (Ave tipica del bosque andino Patagonico)
MEDIDAS DE PREVENCIÓN EN ÁREAS PROTEGIDAS Administración de Parques Nacionales: - Evite ingresar al área protegida en caso de presentar
síntomas compatibles con COVID-19 como fiebre, cansancio y tos seca, así como dolores musculares, congestión nasal, dolor de garganta o diarrea. - Verifique los días y horarios permitidos, así como actividades recreativas (y/o excursiones) y áreas de uso público habilitadas. - Mantenga el distanciamiento social preventivo de 2 metros para caminatas y 10 metros para ciclismo. - Circular en grupos reducidos y evitar la aglomeración de personas al aire libre. - Al planificar su visita, evite horarios y senderos muy concurridos. Novembro de 2020, O ECO
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TURISMO - Si los senderos se encuentran muy concurridos, busque otro sendero por el cual desplazarse, o en su defecto haga un alto dejando pasar a la gente a fin de cumplir con el distanciamiento. - Utilice elementos de protección personal (EPP) que cubran nariz, boca y mentón en todo momento. - Cumpla con la higiene de manos durante la salida: Lave frecuentemente las manos con agua y jabón o con una solución a base de alcohol. - Al toser y estornudar, cúbrase con pañuelos descartables (desecharlo luego de su uso y lavarse las manos inmediatamente después) o con el pliegue del codo ante la falta de estos. Se recomienda llevar consigo una bolsa
plástica para desechar pañuelos descartables y otros elementos contaminados. - Evite llevarse las manos a la cara y tocarse ojos, nariz y boca. -No comparta alimentos ni bebidas. -Todo instrumento que se utilice durante las actividades (bastón de trekking, mochila, guantes, lentes de ciclismo) deberá ser de uso individual. -Al finalizar las actividades, se recomienda proceder con la correcta desinfección del equipo y ropa utilizada. - Las personas de más de 60 años, embarazadas o personas con enfermedades crónicas deberán tomar las precauciones correspondientes para grupos de alto riesgo. -Mantenga una distancia con la fauna
silvestre de al menos 2 metros. SE RECOMIENDA A LOS VISITANTES QUE POR RAZONES DE SEGUIRDAD DEBERÁN: - Mantenerse informados y respetar la normativa del área protegida. - Adoptar las recomendaciones del área protegida a efectos de minizar riesgos. - Cumplir en todo momento con las medidas de prevención. - No exponerse a situaciones de riesgo innecesarias y mantener una conducta responsable durante la permanencia. Ingresar a un área natural protegida implica ser responsable y velar por su propia salud y seguridad.
LÍDERES DO TURISMO DO RIO DE JANEIRO REÚNEM-SE COM O SECRETÁRIO GERAL DA OMT NO CRISTO REDENTOR ZURAB FOI RECEPCIONADO PELA SECRETÁRIA DE ESTADO DE TURISMO, ADRIANA HOMEM DE CARVALHO, EM UM DOS MAIORES CARTÕES POSTAIS DO BRASIL Por Ascom Setur/TurisRio Os gestores do turismo do Rio de Janeiro estão recepcionando o secretário geral da Organização Mundial do Turismo, Zurab Pololikashvili em sua primeira visita ao Rio de Janeiro. Esta manhã, Adriana Homem de Carvalho, secretária de estado de Turismo, ao lado de líderes do setor, acompanhou a visita de Zurab, ao Cristo Redentor, o cartão postal da Capital. A vinda do secretário geral ao Brasil tem como objetivo supervisionar a instalação de um escritório regional da Organização Mundial do Turismo no País. Adriana Homem de Carvalho ressaltou a importância do encontro dos dirigentes do turismo do Rio de Janeiro com Zurab e a base da OMT no Brasil. - Foi uma oportunidade única para discutirmos temas fundamentais para o desenvolvimento do turismo no nosso Estado. Zurab é um exímio conhecedor do setor a nível mundial. Tenho certeza de que 8
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essa aproximação trará retornos importantes para o turismo do RJ. A instalação do primeiro escritório da OMT no Brasil já é um sinal do reconhecimento do turismo nacional. Quem sabe o nosso Estado não seja o escolhido para sediar essa sucursal? – conclui a secretária. O encontro contou ainda com a participação do Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio; da secretária de Turismo e Legado Olímpico do município, Camila Sousa; e do reitor do Santuário do Cristo Redentor do Corcovado, Padre Omar. Aos pés do Cristo, Zurab destacou a importância do Brasil para o Turismo e defendeu que o País pode ser um exemplo para o mundo da retomada com segurança, retomando a geração de empregos e os negócios. O secretário geral ressaltou, ainda, a potencialidade do Rio de Janeiro, como destino para os turistas estrangeiros.
INFORMATIVO DE O ECO
O ECO JORNAL NA COMUNIDADE Na esperança de dias melhores com a próxima gestão, referindo-me às ações de governo, evidentemente não de prefeito. Mas dependerão do secretariado e esperamos que não continue secretários “compadres”. No turismo necessitamos de secretários técnicos. Continuamos na luta de somar com a comunidade, pois nosso propósito sempre foi o trabalho em grupo. Esta forma agrega e traz a estima e o pertencimento de viver no local. Aos poucos tudo está voltando, pois vemos vários grupos se manifestando neste sentido. Obviamente as manifestações não podem dar cunho político, desordem ou desobediência à lei. Tudo deve transcorrer com ética, fazendo valer boas ideias e boas práticas, especialmente harmonia entre as pessoas. Temos que voltar a dizer “bom dia” a todos. Ranços não somam! Nosso passado não pode ser esquecido por isso insistimos na divulgação de como foi através de filmes. Muitas pessoas se dedicaram a este trabalho. FILMES QUE VOCÊ DEVE VER PARA DEPOIS FALAR SOBRE A ILHA. Estes filmes demonstram grande parte do que já fizemos na Ilha, hoje em decadência, mas um trabalho pouco compreendido por quem deveria compreender. A nossa força de trabalho em grupo já foi bem melhor, mais harmônica e mais produtiva. Vejam: https://www.youtube.com/ watch?v=HOuUmZRC6ms – projeto Arena Cultural https://www.youtube.com/ watch?v=hTUpeCTnGDE – projeto de reuso de material. https://www.ilhagrande.com.br/agendade -eventos/natal-ecologico-da-ilhagrande-2015/ https://www.youtube.com/
watch?v=djOAvqj_gAQ Neste exemplo é histórico. Até os burrinhos h t t p s : / / w w w . y o u t u b e . c o m / entenderam, por que nós não haveremos de watch?v=9MPiarLgSoo entender? https://www.youtube.com/ watch?v=wy4BW3tOfQc https://www.youtube.com/watch?v=9yGUiGteMo https://www.youtube.com/ watch?v=4TWMArYAoO8 – Histórico cultural da Ilha Grande https://www.youtube.com/ watch?v=dp3N5Vyj3-4 HISTORICO CULTURAL DE ILHA GRANDE português ou inglês. “Nunca tenha certeza de nada, a sabedoria começa com a dúvida”, Feud. Os erros e acertos são detectados por estudo dos acontecimentos. Mas pouco observamos isso, muitos preferem a discórdia e dizer o evento é meu. O evento se não for de todos não tem razão de existir. Esta carapuça cabe muito bem em alguns, vocês não acham? Neste aspecto, nosso comportamento deve ser revisto. “Um lugar só se manterá maravilhoso, se nós habitantes fizermos para que seja”. VISITEI A FEIRINHA, FIZ COMPRAS, GOSTEI. PODERÁ SER E JÁ ESTÁ SENDO, UM ELO DE CONGRAÇAMENTO INTERESSANTE, DESDE QUE NÃO APAREÇAM DONOS, ...ATÉ DO ESPAÇO PÚBLICO. O direito de cada um, acaba onde começa o do outro (jargão antigo). Se respeitarmos isso a harmonia vencerá o ranço, o ódio é desmontado e a autoestima renascerá. Bom, não é? ENTÃO VAMOS JUNTAR FORÇAS. Novembro de 2020, O ECO
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COISAS DA REGIÃO
POLÍTICA NO ABRAÃO – ELEÇÕES 2020 O despreparo político no Abraão, ultrapassa os limites da ignorância. Temos que corrigir este desvio de conduta na política. – Política não é futebol. Política não é situação e oposição, afundadas na falta de ética e respeito ao que o outo pensa. Política é discussão das ideias propostas, para se chegar a um final melhor para todos e para o território, ou para o fim proposto em discussão. O rancor não faz parte do bem estar de uma sociedade. No dia da eleição conversei com alguns candidatos a vereador pela rua e eu provoquei (como jornalista), qual seria suas primeiras atitudes se eleito, levando-se em conta o quanto o morador daqui, não é fiel a ninguém, perfeitamente hipócrita. Todos dizem que votam em você enquanto dialogando com ele. Depois vota em um candidato do continente, a procura de benesses como o famigerado assessor parlamentar. Nada mais hipócrita que isso. Todos os candidatos que eu consultei disseram-me: Este ano eu me elejo e vou às
forras contra quem me traiu. Sempre em tom de autoridade, entendendo-se ter poder de polícia como vereador. O tom de ódio, sempre se fazendo presente, como de certa forma é cultural na ilha. Nosso povo aqui sempre discutiu diferenças de forma agressiva e nunca obtivera resultado, pelo menos razoável. Esta cultura se estende até no comercio. Aqui a maioria é rival entre si. A arte de derrubar o outro, o esperto, sempre esteve em evidência como se fosse concorrência leal. Mas a raiz de todos os males é a falta de ordenamento onde se torna fértil o caminho do indesejável oportunista, que só quer a ilha como ganho fácil, mesmo que destrua o futuro da ilha. Estou provocando o fato em forma dura, para fazer pensar, a procura do dia em que mudaremos. Este estilo de vida é desgastante, desagregador, sempre pisando em terreno movediço e a arte de viver bem, sucumbe. Esta não é a ilha que queremos. PENSEM NISSO, EM VEZ DE SE MAGUAREM SEM CAUSA!
VEREADORES E A REPRESENTATIVIDADE
SECRETARIA DA ILHA GRANDE
Os vereadores em todo o Brasil estão sendo fortemente criticados pelo povo, quase indesejáveis. O povo acredita que ganham muito, a Câmara custa demasiadamente cara, fazem pouco e não representam ninguém. O exagerado número de candidatos, pulveriza tanto o voto, que acabam se elegendo por percentual baixíssimo de votos. Existem municípios no Brasil, que o vereador se elege com menos de cem votos. Sua representatividade poderíamos escrever com “s, sem votos”. O bom senso pede para rever isto. Nosso povo está muito insatisfeito com o atual sistema político brasileiro. Temos que virar esta página e abrir dias melhores. Temos também que dar à eleição, melhores eleitores, pois a incapacidade de análise deles, os leva de cabresto pelos espertos, elegendo um substancial número de bandidos. Além do que, vendem descaradamente seu voto, onde está a raiz do mal, a desonestidade.
Lembramos ao nosso secretário da Ilha Grande, KAZUO, que ele dispõe espaço neste jornal, para divulgar a Secretaria, inclusive abrindo espaço para discussões construtivas, opiniões, sugestões, para podermos entender melhor nossa complexa comunidade. Como o jornal é público, de grande abrangência, e não pode ser apagado, quem escreve se limita entre os parâmetros de resposta, que normalmente é dolorosa caso seja a matéria seja não ética, ou destorcendo os fatos. Diferentemente dos grupos de whatsApp, que com um computador entre quatro paredes, o crítico se agiganta no “besteirol”. Lamentável. O jornal tem consciência das dificuldades que você encontra, pois conhecemos todas as “manhas, mimimis e interesses individualistas” de quem quer tirar somente proveito e não soma com nada. Além do abandono que há tempos sofre. – Ilha foi desarrumada e você a assumiu assim. Kazuo, conte com nosso apoio!
N. Palma
Equipe de O Eco.
FERNADO JORDÃO É REELEITO CHEGANDO AO 4º MANDATO Fernando, cumprimentos! Em que pesem nossas divergências em relação a atuação da Prefeitura na Ilha Grande, reconhecemos o mérito da reeleição, porquanto o parabenizamos e desejamos sucesso absoluto no 4º mandato. Angra é nosso município e se não tiver sucesso, seremos vítimas deste insucesso. Por isso desejamos o melhor possível, para trazermos ao presente, seu 10
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passado glorioso de referência mundial, como qualidade de vida, outo-estima, cultural em destaque e pertencimento de seu povo. Em verdade Angra perdeu sua identidade e isso tem que ser reconquistado. Fernando, a Ilha vai a passos largos para a destruição do paraíso. Nosso paraíso poderá se transformar em inferno. Tornou-se um lugar de ganho fácil, fora da
lei e a desordem substituiu o tão necessitado ordenamento que sempre pleiteamos. O destino do que me refiro tem endereço certo. Fernando, visite-nos de vez em quando, para conversarmos de forma construtiva e para que nos entenda melhor. Necessitamos ser entendidos! A Ilha é um lugar de identidade própria e nós tentamos preservá-la. Sem a ajuda de Prefeitura tudo será inglório
e os oportunistas na contramão da ordem, tomarão conta da ilha. A eleição na ilha, demonstrou a insatisfação, possivelmente não pela pessoa, mas pela gestão que não agradou. Finalizando, nossos cumprimentos pela reeleição e desejos de que o novo mandato seja próspero. Para o bem-estar, conte com nosso apoio e disponha de O Eco Jornal.
COISAS DA REGIÃO
RECONHECIMENTO POR TRABALHOS PRESTADOS Boletim Oficial do Município de Angra dos Reis Ano XVI - n° 1247 - 06 de Novembro de 2020 CHAMADA PÚBLICA No 02/2020/FMC – LEI No 14.017/2020 RESULTADO DA FASE DE AVALIAÇÃO A Comissão de Avaliação, considerando-se os termos da Portaria no 09/2020/SECUP, de 05/10/2020; considerando-se que houve eixos em que a quantidade de propostas apresentadas foi menor que a prevista, gerando saldo positivo; considerando-se que, o edital prevê que nestes casos os recursos poderão ser remanejados para outros em que haja mais inscritos que o previsto, considerando-se ainda que, objetivando alcançar a maior quantidade possível de inscritos, optamos por não fazer a segunda premiação, considerando-se finalmente o disposto nos itens 11 e 12 da Chamada Pública no 02/2020/FMC, após análise das propostas encaminhadas nos termos do solicitado no referido edital, torna pública a pontuação obtida por cada uma proposta classificada. Um dos contemplados: Adriano Fábio da Guia - Mestre da Cultura Popular DA ESCOLA Desde 2018 desempenhamos o projeto “Capoeirinha” na Escola Municipal Brigadeiro Nóbrega, localizada na Vila do Abraão, Ilha Grande. “Capoeirinha” é uma proposta pedagógica com atividades de história, arte e principalmente Capoeira para crianças da faixa etária de 4 (quatro) a 6 (seis) anos. Com a finalidade de ser mais uma ferramenta de formação global, o projeto foi idealizado como uma metodologia estimulante tanto para os educadores da Educação Infantil como para os educandos, respeitando a individualidade biológica e social de cada um. Os primeiros são instruídos a transmitir desde a origem da formação sociocultural da capoeira, até sua musicalidade e educativos dos movimentos,
uma vez que o corpo, a música e o athos da capoeira vão de encontro com as necessidades básicas de movimento e descoberta da faixa etária proposta. Dessa forma, reforçamos e multiplicamos o fazer artístico e cultural da capoeira como um saber popular potencialmente transformador para os professores que atuam na Educação Infantil e para o processo mesmo de aprendizagem dos conteúdos acadêmicos, considerados imprescindíveis, muitas vezes em detrimento das disciplinas físicas e artísticas dos educandos. NA VISÃO DO JORNAL Sempre que alguém da cultura, da proteção ambiental, social, ou simplesmente comunitária é reconhecido, pela a equipe de O ECO é motivo de satisfação ilimitada, pois sabemos o quanto é difícil ser reconhecido. Até pelas complicações das leis e muitas vezes por incompetência ou acomodação de gestão, não se valorizado quem merece ser. Muito merecido o prêmio para o Adriano. Adriano Fábio da Guia, tem desgaste imensuráveis para apoiar a cultura. Nós sabemos o quanto luta e sem retorno, sabemos também o quanto sofre “rasteiras”, de quem nunca fez nada, os famosos das “forças ocultas que para se nivelar, derrubam a escada de quem subiu”. A marca de seu trabalho está gravada nos importantes eventos realizados: ENCULT, - Projeto Arena Cultural (ponto de cultura), todos os eventos da capoeira, Projeto Terceira Idade, Projeto na Aldeia Sapucay, Luz Solidária da ENEL (duas edições), Edital do Fundo Municipal de Cultura 2019, presta serviço para a Brigada Mirim Ecológica, através da Liga Cultural, manteve viva a cultura da CAPOEIRA, com extensão às crianças da Escola Brigadeiro Nóbrega. Sempre lutou para manter viva a discussão da cultura dentro da Centro Cultural Constantino Cokotós, pertenceu ao Conselho Municipal de Cultura
de 2002 até 2012. Gestor da Centro Cultural (Abraão) de 2013 a 2016. Sempre foi parceiro de O Eco e OSIG, nos eventos que realizamos: Natal Ecológico, Pintores Paisagistas Brasileiros, nos mais de 60 fóruns de turismo que realizamos, na vinda de corais, trouxe para a o Abraão, por ocasião do Natal Ecológico, para o Natal Ecológico da Ilha Grande 2015, AFIFE, o festival internacional de cinema. Enfim, nós de O Eco, temos 20 anos de luta pelo regate ou manutenção da cultura. Por isso sabemos por experiencia, o quanto se tem que botar suor neste trabalho, de poucas glórias, grande desgaste e pouco reconhecimento. Externamos ao Adriano, nossos cumprimentos, pelo reconhecido merecimento que alcançou e temos certeza de que será um grande estímulo para a sua perseverança e autoestima. Parabéns Adriano! Equipe de O Eco Jornal.
*Adriano Fabio da Guia, Mestre de Capoeira, GRUPO SENZALA, Coordenador do Projeto Arena Cultura da Ilha Grande Novembro de 2020, O ECO
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COISAS DA REGIÃO
FEIRA DA ECONOMIA CRIATIVA Por AMA A Feira da Economia Criativa já está indo para a sua oitava edição e hoje, vamos apresentar mais seis expositores talentosos! Eles se dedicam muito para que cada vez mais esse projeto seja um sucesso!!! Nós da AMA juntamente com as curadoras Paula e Juliana e todos os expositores da FEIRA, estamos muito felizes com o apoio e os resultados desse projeto maravilhoso que tem valorizado o artesanato local.
de uma ONG, o curso foi de reciclagem e eu amei, desde então sigo fazendo artesanato e a feirinha foi um sonho realizado. Sempre corri atrás de um espaço para nós produtores mostrarmos nosso trabalho porém sem resultados e agora através da Ama isso se concretizou, só gratidão!
vários nós combinados. E as possibilidades são diversas para a produção de uma peça, desde utilitário até decoração. E para unir e incentivar ainda mais o meu trabalho eu tive a oportunidade de participar da Feira da Economia Criativa. A feira caminha em conjunto com meus ideais, visando o bem estar da comunidade e do nosso meio ambiente. É muito bom fazer parte te tudo isso com pessoas especiais. Eu amo.
Sou Olivia, nascida e criada aqui na Ilha Grande. Comecei a fazer artesanato, mais especificamente costuras, bonecas, há mais de 20 anos. Parei durante um tempo e retornei no projeto Omar. A feira é uma grande oportunidade para mostrar meu trabalho, muitas pessoas nem sabiam que eu fazia, lá tenho a alegria de expor para um público maior e fazer novas amizades. É uma grande satisfação fazer parte deste grupo!
Aloha Lasagna
Gláucia Ramos, 31 anos, @macra_ilha: Minha primeira vez na Ilha foi aos 18 anos e como uma boa amante da natureza eu me encantei com esse paraíso natural. Aqui conheci meu companheiro de vida e escolhemos esse lugar incrível para chamar de lar. Sempre tive jeito para o artesanato, admiro muito produtos manuais. E com a pandemia me aprofundei e me dediquei ao Eu sou a Marisa, moro no Abraão a 7 anos, sou macramê, que é um artesanato bem antigo professora de yoga, e logo quando cheguei que se mantém até os dias de hoje. Só com na Ilha fiz um curso de artesanato através as mãos e linhas, sem agulha, são feitos 12
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Somos Elielcio (amante da culinária) e Lorenza (fiel degustadora de todos os seus pratos) e juntos formamos o Aloha Chef. Tudo começou com essa nova realidade de pandemia, que nos deu não só tempo para criar, mas também, como uma remessa direta do universo, recebemos um cilindro manual, a ferramenta perfeita no momento indicando.
COISAS DA REGIÃO Elielcio, por sua vez, já se dedica à gastronomia há 20 anos e tinha o sonho de lançar um produto próprio. Lore, contadora de profissão, mas redefinindo sua vocação, decidiu acompanhar este novo projeto que começou com nossa lasanha caseira e nossa vontade de deliciar mais paladares, transmitindo nossa paixão e respeito por cada ingrediente. A Feira da Economia da Criatividade nos deu a oportunidade de expor nosso produto e ficamos muito felizes de participar e compartilhar o espaço com outros
artesões, gerando assim um ambiente de trabalho e colaboração que ajuda a manter a economia familiar de cada participante. Magia da Ilha - Cachaça artesanal Olá meu nome é Dandara, sou natural do Amazonas e tenho raízes indígenas. Hoje venho falar da minha criação: a “Magia da Ilha”. Sou uma pessoa que fui criada na selva e era boticário da minha vó, que foi uma grande curandeira, desde muito cedo que aprendi a trabalhar com ervas medicinais e foi com esse conhecimento que criei a primeira Cachaça Artesanal da Ilha Grande, tudo começou em casa, sempre gostei de tomar uma cachacinha mas nunca achava uma que fosse regional da Ilha com as ervas típicas com o sabor e Magia encantadora que essa Ilha tem, então comecei a criar minhas receitas em casa logo quando a pandemia chegou todos meus amigos amaram mas um deles em especial Richard Meylan foi quem me patrocinou e ajudou a realizar essa magia, hoje estamos a vender na Feira Economica Criativa, estamos muito felizes por que temos mais acesso ao público em geral e levamos essa magia a todos…
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TEXTOS, NOTÍCIAS E OPINIÃO
ELEIÇÕES 2020 NO MUNCIPIO DE QUATRO IRMÃOS – RS
NOTÍCIAS
(Nossa terra, informações enviadas por Marcos Palma)
“GIOVAN E NEI VENCERAM PORQUE A VERDADE SEMPRE PREVALECERÁ” – RESUME O PREFEITO ADILSON DE VALLE - A vitória do movimento “Somos Todos Quatro Irmãos” significou que a verdade sempre prevalece -, disse o prefeito Adilson De Valle ao cumprimentar Giovan e Nei, dobradinha que representou a continuação da fase de progresso alcançado pelo município na última década. Finalizando a segunda gestão consecutiva o prefeito Adilson desejou sucesso aos vencedores. “São pessoas simples, com capacidade e humildade. Vão fazer um excelente governo” -, garantiu. Giovan Poganski (PP) e Nei Taufer (MDB) venceram Leonir Nadal (PSDB) e Zenaide Bazzotti (PDT). Por Giovan Poganski, prefeito eleito para o período 2021/2024, transferiu a população de Quatro Irmãos a vitória que conquistou juntamente com Nei Taufer e relação de candidatos ao Legislativo, conseguindo a maioria das nove cadeiras. Foram dias de muito trabalho recebendo críticas, sem jamais perder a confiança na proposta que defendiam e no apoio dos eleitores. As urnas funcionaram na Câmara Municipal (2), Escola Estadual (3), Comunidade Polígono D (1), Comunidade Santa Bárbara (1). - 0 povo merece a continuidade do cresci-
mento e do desenvolvimento da comunidade. Parabéns a todos, pois a vitória não pertence apenas ao Giovan e o Nei e os candidatos e candidatas a Câmara Municipal. Ela é de toda a comunidade que se envolveu, que trabalhou pelo crescimento do município e o bem-estar de todos -, ressaltou Giovan. O prefeito eleito dirigiu o seu primeiro pronunciamento para parabenizar a população de Quatro Irmãos, que acreditou na dupla Giovan e Nei. “Com certeza vamos honrar cada voto que recebemos, finalizou. Sidnei Taufer, o Nei, vice-prefeito eleito não escondia a emoção logo após sair o resultado final. “Estou muito emocionado com a decisão da maioria da população de desejar que Quatro Irmãos continue crescendo para frente” – sublinhou. “Somos todos Quatro Irmãos”, finalizou. COMEMORAÇÃO: Cerca de 15 minutos após o anúncio da vitória da aliança Somos Todos Quadro Irmãos, os eleitores vitoriosos tomaram conta da rua Maurício Kautz, onde estava situado a estrutura de campanha dos candidatos Giovan e Nei, dando início a uma grande festa de comemoração. As centenas de apoiadores da dupla vencedora estenderam as comemorações
para o centro da cidade, numa improvisada carreata pela Av. Barão Hirsch. Vereador mais votado foi João Henrique Bazotti. Texto de Marco Aurélio castro De o Eco Jornal: Nossos cumprimentos e desejo de sucesso absoluto na gestão. Do Clã dos Palma, todos nasceram, foram educados e construíram sua projeção para o futuro, partindo deste município. Todas suas raízes, permanecem lá, memorizadas constantemente pelo seu Memorial, que faz parte do marco histórico da imigração italiana no Brasil. Sempre louvamos a cultura e as tradições como sustentação das etnias. Contem com nosso apoio. Em alguns dias deveremos estar por aí alinhavando projetos para o Memorial, no histórico do município. Interrompemos por um ano, face a covid-19, mas acreditamos no reinício das atividades em breve. Consultem nosso site para melhor nos entender: memorialdospalma.com.br – também se pesquisarem, memorias da imigração italiana e clicarem em imagens, conhecerão o sucesso de nossa abrangência. Até daqui mais uns dias!
CINEMA RECRIA CAMPO DE CONCENTRAÇÃO Gazeta Zero Hora, por Tulio Milman
Um Campo de concentração nazista no Rio Grande do Sul. Paulo Bento, no norte do Estado, foi cenário para a gravação das cenas, que fazem parte do filme Barão Hirsch – O Judeu de Quatro Irmãos (foto), produção independente dirigida pelo gaúcho Osnei de Lima. A obra conta a história da imigração judaica no RS, que teve no banqueiro alemão Maurice Von Hirsch um dos seus protagonistas. Ele foi o criador da Associação Judaica de Colonização. que 14
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comprou terras no Brasil e na Argentina e as destinou a famílias judias que enfrentavam dificuldades e perseguições no leste da Europa. Mais de 1,1 mil pessoas, entre figurantes e elenco, estarão no filme, produzido com todos os cuidados de prevenção à Covid-19 e que já tem convites para ser exibido nos EUA e em Israel. Um dos destaques: a participação especial de Andor Stern, 93 anos, único brasileiro sobrevivente de Auschwitz. Barão Hirsch – O Judeu de Quatro Irmãos deve ficar pronto em 2022.
NOTÍCIAS HISTÓRICAS
TEXTOS, NOTÍCIAS E OPINIÃO
IMIGRAÇÃO JUDÁICA, RAÍZES DO MUNICÍPIO Extraído de Facebook, Lucélia De Valle
Filho de Abraham Litvin e Ana Arenson, Maurício Litvin nasceu no ano de 1921. Em depoimento cedido ao ICJMC, contou um pouco da sua trajetória e da de seus pais. Com o auxílio da ICA, Abraham e Ana deixaram a Rússia no início do século XX para se livrarem das dificuldades impostas aos judeus. Em 1915, eles embarcaram em um navio rumo à América do Sul. Abraham veio primeiro para a Argentina, em Bueno Aires, mas teve dificuldade com a língua espanhola. Então, como ouviu falar bem do Brasil, decidiu tentar a vida na colônia, onde sabia que moravam outros judeus de fala ídiche. Abraham e Ana se casaram em Quatro Irmãos, porém, logo em seguida, se mudaram para Erechim, onde Maurício nasceu. O casal teve sete filhos e sempre priorizou a educação e o contato com a religiosidade em sua casa. O início da vida deles no Brasil foi cheia de
OPINIÃO
adversidades pela dificuldade da lida no campo, de forma que Abraham resolveu se voltar ao comércio e abriu uma pequena loja no município de Barão de Cotegipe. Mais tarde, investiu na construção de um moinho de trigo, atividade que já era comum para a família. Na década de 1930, com a ascensão do nazismo na Europa, foi criado no Brasil o Movimento Integralista, que tinha como inspiração os ideais fascistas dos países europeus. Muitos integrantes entraram em conflito com as comunidades judaicas do Rio Grande do Sul. Embora Maurício tenha afirmado não se recordar de episódios de violência física na cidade, relembrou algumas agressões verbais feitas em passeatas e manifestações dos “camisas verdes”. Maurício se casou com Bela Stifelman. Assim como seu pai, abriu um comércio e, no
Acervo Fotográfico Instituto Cultural Judaico Marc Chagall. Descrição: Abraham Litvin, pai de Maurício Litvin.
momento da sua entrevista, atuava no setor industrial por meio do moinho de trigo que seu pai construiu. O documento com o depoimento completo (nº 077) está disponível para consulta no acervo de História Oral.
O CONTADOR E A ARBITRAGEM
O procedimento arbitral cada vez mais tem necessitado de árbitros que tenham conhecimento técnico da matéria, fato este agravado pelo congestionamento do Poder Judiciário. A economia atual exige cada vez mais modernização na dinâmica das relações comerciais, requerendo não apenas uma atualização da legislação em vigor, mas, um método de resolução de litígios rápido, de alta qualidade e eficaz, uma vez que os conflitos globais não podem esperar por disputas judiciais por anos. A arbitragem, após a promulgação da Lei 9.307/96 trouxe o método de resolução de conflitos que, aliado à capacidade de responder com celeridade à urgência das disputas e a obrigatoriedade de confidencialidade das relações comerciais, surge como uma importante ferramenta para agilizar, entre outros, a resolução de disputas em sociedades por quotas de responsabilidade limitada.
O contador pode perfeitamente atuar, desde que seja de confiança das partes divergentes, pois detém o conhecimento técnico necessário. O Código Civil brasileiro apresenta mudanças significativas na legislação, especialmente no que se refere à sociedade (por quota) de responsabilidade limitada, renomeada para sociedade limitada. Uma das mudanças no novo Código Civil é a substancial flexibilidade no tocante à exclusão de membros da sociedade limitada, como a exclusão do quotista inadimplente; exclusão extrajudicial, através de alteração contratual; exclusão judicial, a pedido dos demais quotistas; e exclusão de pleno direito, caso o quotista tenha sido declarado falido ou tido sua quota denunciada por execução judicial. A existência de uma cláusula compromissória nos contratos sociais das sociedades limitadas para que as partes submetam à arbitragem qualquer disputa
Por Jarbas Barsanti *
que envolva apuração de haveres de sócios, prestações de contas e questões comerciais, permite que se obtenha celeridade nas disputas, somada à necessidade de preservar a confidencialidade. Neste contexto, o contador tem função essencial como árbitro e solucionador de questões extrajudiciais. Por esta razão devemos propagar a necessidade de incluir nos contratos sociais uma cláusula compromissória específica em que as partes abram mão do procedimento judicial para um arbitral, que pode ser também solucionado pela mediação ou conciliação A exclusão de sócio pode ser resolvida sem a necessidade de recorrer ao poder judiciário, garantindo a resolução de conflitos de forma moderna, eficiente e rápida, além de assegurar a confidencialidade e a manutenção das atividades da empresa.
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TEXTOS, NOTÍCIAS E OPINIÃO
OPINIÃO
APRENDENDO A VER O INVISÍVEL Em outras edições deste jornal e ao longo da última década, por mais de uma vez mencionei aqui no ECO aspectos da vida microbiana que influenciam diretamente em nosso cotidiano. Em tempos de COVID-19, nosso ilustríssimo editor me solicitou fazer um apanhado dos conhecimentos de virologia que possuo para transformá-los em algo didático, palatável e que contribua diretamente na possível melhora da vida das pessoas em um período conturbado como este em que vivemos, em que a ignorância sobre aspectos específicos, das infecções causadas por partículas virais, muitas vezes dita a criação de novos hábitos, que muitas vezes não nos ajudam a realmente nos precavermos e dificultarmos a expansão destas partículas, ainda mais quando se trata de sobreviver a uma epidemia global (pandemia). Sou Microbiologista e Imunologista de formação e me permito aqui dar uma opinião pessoal pautada em muita leitura e uma educação formal na “arte de ver o invisível”. Então, antes de me referir especificamente sobre os vírus, vou aqui fazer um exercício para que o leitor literalmente “abra a cuca” para entender melhor estas estruturas. Repare que em nenhum momento eu chamo os vírus de seres, e nem os coloco como agentes diretos de nenhuma ação. Não são micróbios, não são seres vivos, precisam que tudo seja feito para que existam. Não se multiplicam ou se reproduzem sozinhos, precisam necessariamente de uma célula que os compreenda e faça absolutamente todo o serviço. Mas acabam indo pro mesmo “saco de doenças” causadas por bactérias e protozoários (estes sim, seres vivos complexos, sejam de núcleo celular organizado ou não) pois todos vivem abaixo de um comprimento de onda capaz de ser decodificado pelo olho humano). Assim acabam ficando invisíveis não só aos nossos olhos, mas também à nossa compreensão. Então vamos lá, ao exercício que vai ajudar a todos os leitores a enxergar com a mente as coisas que os olhos não vêm (aí o coração não sente!) e eu te garanto que se você conseguir chegar até o fim deste texto sua vida vai mudar. Primeiramente imaginem algo que tenha um metro de tamanho. Vai mais ou menos na cintura de um cidadão brasileiro de estatura mediana. Pode ser (mais ou menos), a altura 16
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do seu filho de 5 anos ou o tamanho do chão até a parte de cima do encosto de uma cadeira. Não importa, imagine o que você quiser e tenho certeza que todos nós poderemos sugerir coisas viáveis deste tamanho. Mas se eu disser que o seu dedo tem um metro de comprimento ou que comi um peixe que tinha espinhas de um metro de comprimento, todo mundo vai concordar que é no mínimo mentira. Um metro dá pra ver. Mas se eu te pedir para multiplicar este metro por mil (1 quilômetro) e listar coisas que tenham este tamanho, você vai ter que pensar um pouco, mas vai dizer que é a distância entre a sua casa e a padaria mais próxima (e que é longe) ou o tamanho total daquela praia deserta que você visitou na sua lua-de-mel. Uma meia de pano nunca vai ter um quilômetro, nem coisas consideradas grandes como o pescoço de uma girafa ou a tromba de um elefante são desta ordem de grandeza. É bom senso. Eu não sei quanto mede o maior automóvel do mundo, não preciso ver, sei que ele não mede um quilômetro. Agora, e se te pedirem para pegar este quilômetro e multiplicar por mil? Você vai ter 1000 quilômetros (1 milhão de metros). Aí já vai ficando mais difícil de “ver” mas ainda dá. Provavelmente são distâncias geográficas, bem maiores do que a sua cidade ou seu estado. A muralha da china que é imensa (que dá até para ver da lua) tem 22 quilômetros, em 1000 quilômetros, caberia 50 vezes. Mil quilômetros da para viajar dentro do Brasil passando por vários Estados, mas se for na Europa dá para cruzar países. A gente já precisa de um mapa ou conhecimento de geografia, mas ainda dá para imaginar. Mas se você pegar estes 1000 kilômetros e multiplicar por 100 (veja, desta vez é por 100 e nem é por 1000) você vai ter saído do nosso planeta há um tempão. A gente vai ter na mão uma distância de 100 mil quilômetros). O diâmetro da terra (uma linha reta que vai de um ponto a outro do planeta, necessariamente passando pelo centro) é de 12.000 quilômetros. Qualquer coisa que tenha 100.000 quilômetros (100 milhões de metros), de tamanho só caberia dentro do planeta enrolado, e no mínimo quase uma dezena de vezes (e isso se cada volta for do tamanho do planeta!). E aí? Começou a ficar difícil de imaginar né? Tá ficando invisível? Mas
Por Pedro Paulo Vieira *
como pode um troço tão grande ficar invisível? Pois é! A régua que a gente usa são nossos olhos e nossa imaginação, se com um não dá, com o outro só dá se você for treinado para ver. E é isso que a gente está fazendo aqui. Vamos mais um pouco. 100 mil quilômetros é coisa para caramba, mas não dá para chegar daqui na lua. A lua a gente consegue ver daqui e está a 385.000 (trezentos e oitenta e cinco mil quilômetros de distância). Se você consegue imaginar outra coisa que tenha este tamanho ou que esteja a esta distância do nosso planeta, pode parar de ler por aqui pois você tem conhecimento profundo de astronomia e este texto não é para você. Mas só para continuar mais um pouquinho, se você pegar esta distância daqui até a lua e multiplicar por 1000, chegaremos ao lindo número de 385.000.000 (trezentos e oitenta e cinco milhões de quilômetros0). Tá confuso? Pede ajuda pro Google. Mas o fato é que dá para ir e voltar daqui até o nosso sol. O sol também dá para ver, é o maior corpo celeste deste nosso sistema e que está a 150.000.000 (cento e cinquenta milhões de quilômetros) distância do nosso planeta. Se você já está com a cabeça fervendo e quiser desistir de tudo, tudo bem, mas lembre-se que para fugir do nosso sistema solar (área de influência heliocêntrica) e sair de nossa galáxia, você teria que percorrer esta distância daqui para o sol mais de 999 vezes. Ou seja a próxima galáxia está a 20 bilhões de quilômetros daqui e ninguém consegue vivenciar ou imaginar uma distância dessas. Mas me fala aí: O que fica a 5, 10 ou 15 bilhões de quilômetros daqui? Fala sério, são bilhões de quilômetros de distância entre um ponto do outro, mas para mim e para você é a mesma coisa. São só números, dá para fazer contas, colocar num computador e mais nada né? Mais ou menos. Se a NASA me dissesse que tem um asteroide vindo na direção da terra, que já está dentro da nossa galáxia e que em rota de colisão certeira com o planeta terra, quando chegar aqui vai explodir o planeta e matar todos e tudo que estiver aqui. De repente estes números malucos seriam as coisas mais importantes das nossas vidas, e no mínimo estar a 5 ou 10 bilhões de quilômetros poderia ser entendido como dobro da distância e por consequência do tempo que a gente ia ter para
TEXTOS, NOTÍCIAS E OPINIÃO ficar vivo por aqui. Tá vendo? Estes números doidos passam de nada a super importantes, dependendo da influência direta que isso vai ter na nossa vida. E assim é neste momento com a pandemia de COVID-19. Mas para você que acha que acabou, estamos na metade, pois o exercício precisa agora ir para o outro lado. Lembra daquela cadeira de 1 metro lá de cima? Então, se a gente pegar este metro e dividir por 100, vai ter 100 vezes um centímetro. Moleza né? Se eu te pedir para me dizer o que cabe num quadrado de um centímetro, você pode me dizer que uma das suas unhas, ou muitas outras coisas. Dá até para desenhar dentro de um quadrado de um centímetro. Pega uma régua e um lápis e faz o teste. É pequeno mas dá. Agora se você pegar este quadrado e dividir em 10 pedacinhos de cada lado, você vai ter um quadrado de um milímetro, que é a distância mínima que tem entre um tracinho e outro da sua régua. Dá pra ver? Dá, mas já é bem mais difícil, um fio de cabelo, uma linha de nylon, tem muitas coisas com 1mm de comprimento. Agora, se você pegar esta distância de 1mm e dividir por 10 (por 1000 eu sei que já te perdia!) você vai ter 100 micrômetros, que é a largura da ponta de um alfinete. Nesta ponta de alfinete cabem 3 milhões de bactérias e cada uma delas é 100
vezes maior que a maioria dos vírus. Desta forma, se uma bactéria fosse um prédio de 100 metros (33 andares) um vírus seria do tamanho daquela nossa cadeira, colocada do lado. Já as bactérias são em média do tamanho de uma mitocôndria, que por sua vez, são umas 20 vezes menores do que as células em que elas estão dentro (varia muito por causa das diferentes células dos organismos multi e unicelulares, mas é uma boa aproximação). Ou seja, se um vírus fosse do tamanho daquela nossa cadeira, a célula teria o tamanho de um prédio de 2000 metros. Isso nem existe. O Burj Khalifa em Dubai, é um monstro de 828 metros. Se um vírus fosse do tamanho de uma cadeira, a célula seria maior do que dois prédios destes, um em cima do outro. Desta forma, e tratadas as devidas proporções de tamanho, comparar um vírus com uma bactéria ou uma célula, não faz nenhum sentido. É uma questão de proporção e dimensão até mesmo dos mecanismos que fazem uma célula estar viva. Eles não cabem dentro de um vírus. É questão de física mesmo. Quando a gente “enxerga” fica óbvio, evidente. Então, tentar entender porque um vírus não produz a energia que ele precisaria para estar vivo (sendo ele 20 vezes menor do que uma mitocôndria - a estrutura responsável por este
NOTÍCIAS
processo bioquímico), é igual a perguntar porque não cabe um sistema de cabos e um elevador para 20 pessoas em cima de uma cadeira comum. A resposta é óbvia (Não cabe!) mas só porque a pergunta não existe. E assim, entendendo o que tem o tamanho de um vírus e de que forma este vírus ( ler informação genética) interfere com o funcionamento do “prédio todo” em que ele se encontra, é o primeiro passo para entender os processos infecciosos causados pelos vírus (existem muitos e são bastante diferentes) e tentar, quando dá, se proteger de estruturas genéticas (informações) tão pequenas e poderosas. Mas na prática não dá para “parar uma bola de gude com uma rede de futebol”. *Diretor Operacional na Fazenda Camiranga, Doutor em Ciências (Biofísica – Malária) e especialista em Microbiologia e Imunologia
Opinião (do jornal) Este texto nos dá a visão do macro e do micro, para que o leitor repense sobre o que é recomendado, se é correto ou apenas o uso do pânico como arma invisível no dominio do cidadão. Esse estilo tem história! Por Mateus Almeida, G1
PARAÍSO EM CRISE: ILHA GRANDE VÊ NA REABERTURA UMA POSSÍVEL RETOMADA DO TURISMO E DA ECONOMIA LOCAL
DESDE O DIA 14 DE AGOSTO, A CIRCULAÇÃO DE TURISTAS ESTÁ LIBERADA. NO ENTANTO, A AUSÊNCIA DE VISITANTES ESTRANGEIROS PREOCUPA MORADORES, EMPRESÁRIOS E TRABALHADORES. A reabertura para o turismo de Ilha Grande , na Costa Verde do Rio de Janeiro, em agosto, ofereceu uma luz no fim do túnel que os moradores precisavam enxergar. Desde março, com o início da pandemia, a atividade principal da ilha parou completamente e agora é tempo de tentar correr atrás do prejuízo. Ao G1, na série “Paraísos em crise”, donos de pousadas e comércio local contam como foram os meses sem as atividades que fazem a economia do ilha girar.
Para Frederico Catramby, dono do Aquarios Hostel Bar, foram meses de angústia e impotência vendo o seu negócio parado e a despedida de alguns amigos da ilha. “Quando você para todas as suas atividades e não tem perspectiva de voltar a trabalhar é muito assustador. Ficou muita gente sem pagar aluguel, atrasando as contas, e teve que ir embora. Meus funcionários estão comigo há muito tempo e a gente precisou se reorganizar enquanto empresa para passar por isso junto.
Tive que mandar algumas pessoas embora e estou recontratando alguns agora, para o nosso retorno ao funcionamento”, conta Frederico. “E está sendo muito difícil. Não sei como vai ser essa recuperação como um todo. A gente saiu de uma ocupação mensal de 80% para 40%. É uma queda muito grande no nosso lucro. E ainda estou em uma posição melhor do que muita gente por aqui. Não sei se vou ter lucro, mas vou sobreviver. Vou cumprir com os compromissos que tenho”, calcula. Novembro de 2020, O ECO
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TEXTOS, NOTÍCIAS E OPINIÃO Basicamente, o turismo de Ilha Grande sobrevive com a circulação das pessoas vindas do exterior e dos visitantes nacionais que se hospedam ou passam o dia curtindo a ilha. Luana Ventura, que trabalha com o transporte de turistas e também é membro da Associação de Moradores de Abraão, uma das vilas da ilha, analisa que a ausência de turistas vindos de fora do Brasil pode afetar na forma como Ilha Grande consegue fazer circular dinheiro. “Se não fosse pela pandemia, estaríamos com um movimento muito grande dos turistas estrangeiros. Essa demanda não deve existir por um bom tempo, porque não tem gente de fora com planos de vir pra cá. Conforme forem acontecendo as aberturas é que a gente vai começar a entender qual vai ser o nosso novo perfil de turistas circulando pela ilha”, diz Luana. Reabertura com pressão dos moradores Para reabrir o turismo em Ilha Grande e toda a região, a prefeitura de Angra dos Reis organizou o selo chamado “Novo Turismo Angra e Ilha Grande”. Para receber esse selo, os donos dos estabelecimentos precisam passar por um treinamento e seguir uma série de normas, de acordo com as diretrizes sanitárias. “Foram feitas campanhas de distribuição de máscara e álcool gel, além da conscientização da população com os cuidados básicos do distanciamento social. O empresário teve que
participar de uma aula online para ser orientado sobre os cuidados que precisam ser tomados. A partir daí, é emitido o selo para que ele possa funcionar com as limitações necessárias. Com isso, fiscalizamos para acompanhar se tudo está acontecendo dentro do permitido”, explica João Willy, presidente da TurisAngra. “O plano também vai mudando de acordo com a realidade e a necessidade. Abrir é muito fácil. O nosso maior desafio é manter aberto. E para isso, é preciso que a gente enquanto poder público faça a nossa parte, dando condições e informações para tudo ser feito com segurança, mas também a parte da comunidade, seguindo todos os protocolos”, completa João Willy. Parte esta que, segundo Audrey Nóbrega, da Associação de Moradores de Abraão, foi muito além do que foi ofertado pelo poder público local. “O primeiro protocolo que foi montado fugia muito da nossa realidade enquanto ilha, porque foi muito pensado nos resorts de Angra dos Reis. E a gente tinha que pensar também em todas as comunidades da Ilha Grande. Não é só uma necessidade de turismo, mas sim de pessoas que também vivem aqui”, diz Audrey. “Chegou um ponto que a abertura se fez necessária nos moldes que havia e não dava mais para as pessoas ficarem sem trabalho. Não tinha de onde tirar dinheiro, comprar comida.
Se a gente tivesse que ficar mais um mês parado, não sei como seria. Estava no limite do desespero e sem ter uma perspectiva de como ia continuar”, conta Audrey. “Foram meses muito ruins e de incerteza. A gente não esperou que o poder público tomasse a iniciativa de nos ajudar. Foram cartazes distribuídos pela ilha. Máscara, álcool em gel foram doados. A gente começou a fazer a campanha de conscientização e se juntou com moradores e instituições para correr atrás de cestas básicas. O tempo foi passando e a gente foi dando um jeito. Na verdade, a pandemia mostrou para gente que a união faz a diferença”, aponta. Opinião (do jornal) Pelo o que colhemos dos comentarios, a materia não condiz com a realidade.
BABILON (Babylon é um tema, por vez satírico, que teve início com o desmando e controvérsias das opiniões sobre a famigerada Covid 19)
O BABILON, CONTINUA BABILÔNIA Ninguém sabe, além de pouco, sobre o covid-19. A controvérsia das vacinas é algo ridículo, com força política, o vírus está voltando em ondas na Europa. São Paulo e Rio de Janeiro ameaçando fechar outra vez. Parece que a Torre de Babel veio junto à discussão dos fatos. Nós por aqui temos protocolos eficientes e curam, mas não específicos, “atacam tudo” e nisso o vírus também é atacado. A imunidade se reforça e nos defende. Eu senti na pele os 18
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efeitos, mas sobrevivi aos 83 anos, a mais um desafio. Pensamento - recado: “valeu a pena proteger minha saúde, com objetivo de ter imunidade suficiente, nesta idade, para encarar a famigerada covid, sem pânico”. Cuidar da saúde é garantir uma vida longa e valendo a pena viver, curtindo a emoção de viver bem. Fui tratado no Posto Médico do Abraão, sucesso absoluto. Parabéns aos profissionais
Por Enepê
de saúde que trabalham no posto, pelo quanto se dedicaram ao combate da covid 19. Ficam as perguntas sem respostas: o que é esse vírus, o que há de escuso por trás disso? Seria o vírus mais importante que a humanidade? “Por que tanta divergência entre os médicos? Por que, nos campos de concentração voluntária, as “cracolândias”, promiscuidade
BABILON total, nem se fala em índice de contaminação? “ Aqui no Abraão, no muro da cirrose, sem nenhuma proteção, ninguém é afetado? Contrariando o que ocorreu comigo, descrito neste artigo, uma pessoa saudável, jovem, não fumante, não bebe, toma todos os cuidados sugeridos, vai parar na UTI? E agora???? Dentro do Babilon, recebemos algumas orientações de protocolos adotados por alguns profissionais da saúde, alguns até muito semelhantes aos que me ajudaram a passar pelo COVID-19! Vejam: “Devido ao colapso no Sistema de Saúde do Brasil, nós - profissionais da saúde - preparamos esta mensagem para a população, caso você não queira logo arriscar ir a um hospital; - Os sintomas aparecem á partir do 3º dia depois do contágio(sintomas de virose). 1ª fase; - Dor no corpo - Dor nos Olhos - Dor de cabeça - Vômito - Diarréia - Coriza ou congestão nasal - Moleza - Ardor nos Olhos - Ardor ao urinar - Sensação febril - Garganta arranhada * Importantíssimo contar os dias de sintomas: 1º, 2º, 3º. Medicação: Azitromicina; tomar 1 por dia á partir do 3º dia - para diminuir o contágio, diminuir os sintomas e prevenir pneumonia - . Também pode-se usar - para ser mais rápido na cura - o Ivermectina ou Anitta. - É necessário agir antes da febre aparecer. - Não esperar a febre chegar para tomar o antibiótico.
- Atenção, é muito importante a ingestão • Todas as refeições devem ser quentes (não de bastante líquido, em especial a água frias). Isto é tudo o que fazemos nos hospitais purificada. Beba bastante água para não para fortalecer o sistema imunológico. deixar a garganta seca e para ajudar a limpar Observe que o pH do Coronavírus varia de os Pulmões. 5,5 á 8,5. Portanto - tudo o que precisamos fazer para ajudar a eliminar o vírus é consumirmos 2ª fase; (do 4º ao 8º dia) inflamatória. mais alimentos alcalinos, acima do nível de - Perda do paladar e/ou olfato acidez do vírus. - Cansaço aos mínimos esforços Tais como; - Dor no tórax(caixa torácica) - Bananas Limão verde - 9,9 pH - Aperto no peito - Limão Amarelo - 8,2 pH - Dor na região lombar(na região dos Rins) - Abacate - 15,6 pH - Alho - 13,2 pH O vírus ataca as terminações nervosas; - Manga - 8,7 pH A diferença entre cansaço e falta de ar: - Tangerina - 8,5 pH - Falta de ar, é quando a pessoa está sentada - Abacaxi - 12,7 pH - sem fazer nenhum esforço - e lhe falta ar; - Agrião - 22,7 pH - Cansaço, é quando a pessoa se movimenta - Laranjas - 9,2 pH pra fazer algo simples e se sente cansada. - Precisa-se de muita hidratação e vitamina Boa sorte à todos! C. Melhor guardarmos estas recomendações, - O Covid-19 se liga ao Oxigênio - portanto a qualidade do sangue fica ruim, com menos prevenir nunca é demais!” oxigênio. Se você tiver com tosse, tome algum Xarope Lembrando que as informações acima não para tosse [recomendo o Acetilcisteína expressam a opinião do jornal, não façam Xarope e envelope] . automedicação e que ao reconhecerem os sintomas, procurem a ajuda de um médico! 3ª fase - cura; No 9º dia entra a fase de cura, que pode ir E vocês, o que acham? Na sua região como até o 14º dia(convalescência). estão sendo as orientações para lutar contra - Não atrasar o tratamento, quanto mais a doença? cedo, melhor! * Conselho de hospitais de isolamento, podemos fazer em casa. - Medicamentos que são tomados em hospitais de isolamento; • Vitamina C-1000 • Vitamina E (E) • De 10:00am á 11:00am, sente-se ao Sol por 15 á 20 minutos • Refeição de Ovo uma vez • Descansar e dormir - no mínimo - de 7 á 8 horas • Beber 1 litro e meio de água, diariamente Novembro de 2020, O ECO
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BAFAFÁ
Pitosto Fighe
O BAFAFÁ NOS ESTADOS UNIDOS O bafafá político neste mês sobrou para os Estados Unidos. Em termos de bafafá, nada mais ridículo, fanfarão, desonesto e retrógrado que a eleição americana. “Vergonha para o país chefe do mundo”. Tripudiaram a ética em nome do ego, da ganância de poder e porque não dizer manipulando a desonestidade em benefício próprio. Dois mil anos pós Cristo e os filhos de Deus nada aprenderam. Nem o maior pensador de todos os tempos, “referindo-me ao pensador nazareno revolucionário”, que sem dúvidas o foi, não conseguiu mudar a cabeça do sapiens. “Possivelmente descendemos de alienígenas, programados por 5G defeituoso na genética. Os americanos com certeza”. Os americanos preservam uma constituição muito antiga, tão engessada que será impossível mudar. Parece não terem se dado contas que o mundo andou e eles pararam no tempo quanto à constituição. A política no mundo tornou-se um “Apartheid” e não mais, a discussão de ideias respeitando a opinião do outro. As ditaduras no mundo foram implantadas rapidamente e sanguinárias, algumas também sucumbiram num piscar de olhos. Exemplo a Rússia. Na guerra fria, o mundo era dividido em comunismo ou capitalismo (não comunista). Hoje continua, mas sendo
que o comunismo está “travestido” de “uma nova ordem mundial para o planeta” e pelo que se entende será muito dura. A tempos passados, os dois principais partidos americanos, eram igualmente nacionalistas, conservadores e anticomunistas. Haja vista o período Kennedy, que era dos democratas. Pelo que se entende através do imbróglio político de hoje, um é conservador e anticomunista e o outro deixa notável, que compartilha da nova ordem mundial (não me refiro a conspiração, tampouco aos illuminatis (iluminados). É o que se percebe nas ideologias no estilo “futebol” – ódio acima de tudo). Alguém parou para pensar em uma revolução comunista nos Estados Unidos? Talvez poucos! Face às radicais diferenças existentes seria algo entre os mais catastróficos episódios que possam ter existido na humanidade. – E por certo uma convulsão social planetária. O leitor poderá achar um exagero, um devaneio de quem escreve, mas sugiro consultar a história. Não acredito nisso, mas existe notável tendência a isso, já envolvendo importantes figuras no mundo se manifestando. No coloquial: “se há fumaça tem fogo”. Não estou de nenhum lado, só estou estudando e tentando entender a equação.
HUMOR
CARICATURAS E FOTOS
RETROSPECTIVA DE UM BOM PASSADO Figurinhas que já existiram por aqui! Quem viveu isto conhece cada figura.
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Precisamos que se leia a história analisando os fatos, para entender às consequências que “o vir a ser” nos apresenta. Algo estranho no mundo está acontecendo e de forma difícil de entender, por existir a intenção de que poucos entendam. Exemplo o voto de um ministro do supremo. Apenas 5% deverão realmente entender, de onde partiu e aonde quis chegar. “Acredito até que possa ser uma técnica de iludir e fazer acreditar por dogma”. O Vaticano nos faz entender que já usou isto, fazendo com que as pessoas de fé, mesmo sem entender nada, defendessem o discurso simplesmente pela fé. Você pode não acreditar, mas se aprofunde no pensamento, que encontrará muitas dúvidas e poderá encontrar entre elas a verdade na vereda que me refiro. “Basicamente para fazer pensar é a intenção”! O bafafá está aberto às opiniões, de preferência jocosas, a todos os que desejarem participar. Em muitas vezes, a ridicularização dos fatos tivera efeitos positivos. Oxalá assim fosse! Eu gosto de chamar a atenção através das coisas satíricas, pois ajustam ou desajusta o ego dos mais narcisistas. -“Aí já está satisfeita a minha intenção de que pimenta nos olhos dos desajustados em devaneio, é colírio”.
COLUNISTAS
A TOCA DA SERPENTE A conduta dos filósofos na filosofia, que são os arautos de um sempre novo saber, ou destruição dos antigos saberes, canta o tom de um novo pensamento. São eles os responsáveis por expor o que sempre esteve claro e praticamente óbvio, mas invisível para a cega humanidade que não havia percebido aquela nova ideia. A verdade estava ali apenas se escondendo dos homens para não ser revelada. A sociedade provoca a verdade. Vai lá e diz: - sai da sua toca, e se apresente como deves para revelar as mentiras do mundo. A verdade tímida se esgueira como uma “serpente” e espalha seu veneno no sangue dos homens; ela vai à luta porque foi intimidada. A sociedade reclama porque a mordida da verdade dói. Aos brados retruca e exorta a verdade (a serpente) num tom de fúria e desapontamento: - por que você sempre sai da sua caverna escura, e procuras fazer confusão revelando oposições filosóficas que desestruturam o que estava quieto, adormecido, entendido e aceito pacificamente?
Ela responde: -Por que fui provocada! Os homens sempre dormem bem quando não há interrogações. Estão sonhando nesta quietude uma paz eterna, num pensamento único, com a moral estabilizada pelos costumes. A sociedade suplica: -Por que acordas os homens com uma notícia nova? Esse evangelho que pregas nos muros são boas novas? Foi algum imperador que a mandou pregar? A serpente que é a verdade diz: - Não existe um imperador, mas imperadores. Esse despota que fala pelo meu veneno é um filósofo obscuro, pessimista, rejeitado pela sociedade. Cada serpente corresponde a um imperador ou a um filósofo. A sociedade se lembra do rechaçamento que fez a esse jovem filósofo. Ela reclama porque perdeu a paz: - Ele destruiu nosso idealismo, o do nosso Sócrates, o de Descartes, o de Kant. Voltou ao passado. Buscou seus amigos falecidos nos Campos Elíseos. As antigas tragédias gregas trouxeram o perfume do bom pensamento à
Por Ricardo Yabrudi
sua cabeça. Multidões! Façam essa verdade voltar à toca. Vamos queimá-la e com ela os seus livros da verdade. A serpente acuada se volta fraca para sua caverna, mas anuncia que o veneno, mesmo que pouco inoculado, já se espalhou no sangue dos homens. Só o tempo irá revelar o poder mortal. Poderá aleijar, poderá matar. Se for um urutu branco, certamente vai causar um estrago na saúde social. Riobaldo, personagem e protagonista de “Grande Sertão: Veredas” é o Urutu Branco. Essa cobra da maior literatura brasileira diz: - O sertão é grande demais e me esconderei lá, no Liso do Sussuarão. Quem quiser me encontrar, saberá onde me esconderei. As cobras também habitam os desertos! Podem estar por perto, suas vozes estão nas paginas dos livros, em espírito! A biblioteca é ninho de cobras, ninho de serpentes, toca de sábios. Os palácios de imperadores com suas bibliotecas, moradas dos filósofos, são uma toca para serpentes em prateleiras.
MEMORIAIS DA IMIGRAÇÃO ITALIANA “Caro leitor, nós temos um compromisso com nossa imigração, nossa história e nossas marcas deixadas, razão de termos esta página dedicada à cultura italiana, que poderá não ser de seu interesse, portanto nossas desculpas”. Mas se quiser nos acompanhar será bem-vindo!
MEMORIAL DOS PALMA “ Como de conhecimento nas edições passadas, sempre mantemos páginas para publicações de interessados em falar sobre a imigração italiana no Brasil, com suas dificuldades e glórias. Mande sua matéria, nós a publicaremos e estará nos ajudando em nossa jornada dedicada a cultura da imigração italiana”. NESTA CASA NOS CRIAMOS E NOS EDUCAMOS, POR ISSO SEU VALOR EMOCIONAL E IMENSURÁVEL. TUDO GRAVADO PELO VELHO VÊNETO
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INTERESSANTE Quando partimos em busca de futuro mais próspero, papai nos dizia: fe polito. Que em nosso dialeto, que eu o elejo como idioma, quer dizer: “tenham bom comportamento”. Isto serviu para todos, foi cumprido e ainda o mantemos. O sentimento do “fe polito”, acredito seja o grande elo que nos prende cada vez mais. (VISITE NOSSO SITE: www. memorialdospalma.com.br), se possível comente. Ou, mais simples, procure por Memorial dos Palma na internet e clik em imagens. Assim você terá uma ideia melhor do que somos, como somo, o que queremos e como estamos entre os memoriais da imigração italiana no Brasil. Você estará nos ajudando manter viva nossa cultura imigratória. É um “upgrade” à nossa perseverança nesta empreitada. Para orientar o leitor, até aqui repetimos o mês anterior e agora vem notícias e opiniões. OPINIÃO (do jornal) Um de nossos filmes de histórico de familiar, merece ser visto novamente, face ao número de visualização que já nos NESTA CASA NOS CRIAMOS E NOS EDUCAMOS, POR prestigiou. Vejam o link, vale a pena. ISSO SEU VALOR EMOCIONAL E IMENSURÁVEL. TUDO GRAVADO https://www.youtube.com/watch?v=nnhFjZ-yn8s PELO VELHO VÊNETO (Imigrantes Italianos Clã dos Palma Descendentes de Amélio Palma 2015 – Aniversário da Maria – Ponta Grossa- PR). *UNA STÒRIA DA’MORE Para quem gosta de filmes, tem mais 14, somente da imigração, no In questa casa semo slevai, canal de O Eco no Youtube.
Impará el talian come mai, tutti su el fogon se scaldava, Come oseliti al nido, Al beco verto para magnar, Anca scotae con le bronse se ciapava, El nono brontolava, La nona ghe dizea Ernento tasi sù, La mama con lá bacheta in man, Tuto aposto là metea, El pupa: tosi ste fermi disea. Gavemo fato stòria par la vita Par mai più desmentegare, Mama mia...! E cosi sai!
OPINIÃO DA MAIORIA SOBRE O 2º ANIVERSÁRIO DO MEMORIAL. (maldita covid-19) FESTA DO 2º ANIVERSÁRIO DO MEMORIAL – ADIAMENTO. A sugestão do próprio Memorial, é que seja adiada para outra data, entretanto, na data em que foi prevista, 16 e 17 de janeiro, 2021, faremos um pequeno encontro, com o entorno: parentes na região, congraçamento com os novos dirigentes da prefeitura e com os irmãos que irão independente da vacina da covid 19. Enfim uma festinha para a data não passar em branco e manter quente nosso entusiasmo de confraternização e sentimento imigratório. Nelson: aprova; Israel: aprova; Davi: aprova; Maria: aprova; *Para quem não viveu este tempo imigratório, poderá ser tudo Zeca: aprova; muito brega ou até desconexo, mas para quem vivenciou está história, Abel: aprova; que já são milhões de brasileiros descendentes, simplesmente lhe Chico: aprova completa a alma com a lembrança dos bons momentos. PerdoeHeitor: aprova nos caro leitor, nós entendemos as diferenças que o passado fez. E o Helena: não respondeu; vêneto (no Brasil o talian), traduz com autenticidade absoluta, nosso Pedro: Não respondeu. sentimento imigratório, sentimento de união familiar, que só quem Portanto, pelo maior número, fica aprovado para os dias 16 e 17 de passou sente. Hoje lamentavelmente em desuso por muitos. janeiro de 2020, conforme sugerido no início deste texto. ALI ESTÁ O NINHO DA LEMBRANÇA DOS BONS MOMENTOS QUE CHAMAMOS DE SAUDADE! 22
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Então até dezembro!