Fevereiro de 2019 - Ano XX - Edição 239
Abraão, Ilha Grande, Angra dos Reis - RJ
O MELIPONÁRIO: UM TESOURO DA ILHA QUE POUCOS CONHECEM
PÁGINA 14
FOTO: DESAFIO BIG 2050
TEXTOS, NOTÍCIAS E OPINIÃO
COISAS DA REGIÃO
MERCOSERRA PROMOVE UNIÃO ENTRE MUNICÍPIOS PÁGINA
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QUESTÃO AMBIENTAL
ILHA GRANDE SOBRE RODAS PÁGINA
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EXPECTATIVAS PARA O “SCENARIO 450”, OU SEJA, LIMITAR EM 450 PPM A CONCENTRAÇÃO DE CO2 NA ATMOSFERA PÁGINA 09
EDITORIAL - IRONIA COM SARCASMO
UTILIDADE DO INÚTIL O título sugere uma análise profunda... mas nem tanto. Enfim para que serve o inútil? – É possível ter algumas utilidades sim! Existe uma crônica que fala da utilidade do inútil. Mas vamos ver o que sobra para ocupação do inútil, abraçando algo possível: - Ocupar um espaço no planeta igual ao seu volume. Isto pela física é inegável; - Acrescentar mais um na população do planeta ou em estatísticas; - É mais um no besteirol do Whatsapp; - Gerar consumo, é logico pois precisa comer, vestir e etc; - Sujar o planeta, pois também gera lixo e soma com ele mesmo; - Dobrar o custo da previdência para quem é útil, enfim alguém tem que produzir previdência para ele, pois a certa idade ele será aposentado sem ter feito nada, nem ter contribuído com nada; - Ser parlamentar. Algum parlamentar vota por “uni dune te”, sim ou não. Nada o atormenta quanto ao certo e o errado, portanto, o cargo pode ser útil para o inútil; - Ser assessor parlamentar (ASPONE), este é seu forte pois será formiguinha no duto de até um milhão, a partir daí os dutos passam a ser petróleo, perfuração de tuneis, metrôs, frigoríficos, estádios, portos e etc, são muitos dutos; - Quando escrevo, é normal pensar em voz alta, então minha auxiliar acrescentou: - Pode ser juiz do Supremo! - Caramba, isto é forte! Mas, pensando bem pode sim, finalmente há juiz no supremo votando simplesmente pela conveniência pessoal, portanto pode servir ao inútil;
- Ser religioso fanático, apregoando o fim dos tempos, sem ter noção do tempo, pois, ele amarrou o tempo no poste, segundo o poeta; - Digitar #elenão, sem se dar conta de que cujo resultado poderá se transformará em #elesim; - Ser contra a reforma da previdência porque gerará perda em seu súpersalário sustentado por quem é útil; - Ser poeta. Segundo o poeta Manoel de Barros, ele descreve o poeta como inútil. Segundo ele a poesia é amarrar o tempo no poste. “A Virtude do Inútil” (crônica) também sugere a utilidade do inútil. Manoel de Barros levou muitas broncas de sua mãe, por querer ser poeta, mesmo assim o foi e comeu toda a herança que lhe coube, mas feliz por suas sátiras e por amarrar o tempo no poste com suas poesias sem métrica dando outras formas de entender a poesia. Levou-me a entender que a felicidade não tem definição é do jeito de cada um, por isso o inútil pode ser muito mais feliz que o útil, que trabalhou a vida toda, quase sem resultado e ganhando a mesma aposentadoria ou muito menor que o inútil; - “Cerca lourenço” (ato ou processo de se insinuar discretamente para tentar obter vantagem, fazer pedido etc.; circunlóquio). Também lhe cabe. Normalmente sua conversa é “um pé no saco”; - Bom-vivam do tipo bizarro, por vez lhe cabe, em especial quando maluco beleza é o tema; - Viver de rebarba de projetos culturais, se dizendo promotor cultural e passando fome em nome da cultura. Ele gosta disso, pois quem não o conhece o acha capaz e se auto-flagelando pela cultura, faz seu ego engordar, por sentir-
se no pertencimento. É o próprio inútil de carteira assinada. - Apregoar verdades sob a tese do “eu acho”. Muito capaz para isto. Faz com eloquência tal, que traz credibilidade. As besteiras ditas com convicção geram conflito na sabedoria de quem as ouve. - Será o inútil, útil?...Mas enfim, o inútil é útil ou não? - A resposta depende de hermenêutica, como teoria da interpretação, ou da hiperdialética que é a “lógica das lógicas”. Elas têm resposta! Contudo, este editorial será útil ou inútil? Tudo é relativo, a resposta é sua! Se a minha convicção o convenceu, você poderá ser sábio ou idiota depende de como foi visto pela teoria da interpretação dos fatos. É por este diapasão que os advogados provam que o errado está certo e libertam o criminoso. Segundo a bíblia, “mil cairão ao teu lado, milhares à tua direita, mas não chegarão a ti”. Mas enfim, nos outros dois lados não morreu ninguém? Ah!... Este Sapiens!...deveria ser Neandertal, talvez menos complicado. Mas foi extinto há 28 mil anos. - Você achou o editorial confuso, né? Agora você acertou, embora eu o entenda como absolutamente claro! – Por definição o inútil não é útil! Simples assim! Resumido em uma frese. Mas... ainda posso acrescentar que há tendência no jornalismo, de sair de um lugar e ir a lugar nenhum, justamente para testar a ignorância nas redes sociais observando as mais bizarras e controvérsias opiniões extraídas do absolutamente óbvio.
O EDITOR
Este jornal é de uma comunidade. Nós optamos pelo nosso jeito de ser e nosso dia a dia, portanto, algumas coisas poderão fazer sentido somente para quem vivencia nosso cotidiano. Esta é a razão de nossas desculpas por não seguir certas formalidades acadêmicas do jornalismo. Sintetizando: “É de todos para todos e do jeito de cada um”!
Sumário 14
MATÉRIA DE CAPA
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QUESTÃO AMBIENTAL
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INFORMATIVO DA OSIG
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COISAS DA REGIÃO
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TEXTOS E OPINIÕES
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INTERESSANTE
Expediente DIRETOR EDITOR: Nelson Palma CHEFE DE REDAÇÃO: Núbia Reis CONSELHO EDITORIAL: Núbia Reis, Hilda Maria, Karen Garcia. COLABORADORES: Adriano Fabio da Guia, Alba Costa Maciel, Amanda Hadama, Angélica Liaño, Bebel Saravi Cisneros, Érica Mota, Heitor Scalabrini, Hilda Maria, José Zaganelli, Karen Garcia, Lauro Eduardo Bacca, Lívia Maria, Maria Rachel, Neuseli Cardoso, Núbia Reis, Pedro Paulo Vieira, Ricardo Yabrudi, Renato Buys, Roberto Pugliese, Sabrina Matos, Sandor Buys. DIAGRAMAÇÃO Lívia Maria DADOS DA EMPRESA: Palma Editora LTDA. Rua Amâncio Felício de Souza, 110 Abraão, Ilha Grande-RJ CEP: 23968-000 CNPJ: 06.008.574/0001-92 INSC. MUN. 19.818 - INSC. EST. 77.647.546 Telefone: (24) 3361-5410 E-mail: oecojornal@gmail.com Site: www.oecoilhagrande.com.br Blog:www.oecoilhagrande.com.br/blog
As matérias escritas neste jornal, não necessariamente expressam a opinião do jornal. São de responsabilidade de seus autores.
Turistler için bilgi ve öneriler:
Cari amici,
Sevgili arkadaşlar, Ilha Grande’ye hoşgeldiniz!
Bem-veghesti a Ilha Grande (Vêneto dei imigranti - TALIAN)
Sizi adamızda ağırlamaktan ve Ilha Grande’nin APA (Área de Proteção Ambiental - Koruma Altındaki Yerler) listesinde olan devlet parklarından biri olduğunu belirtmekten mutluluk duyarız. Bizler her zaman adamızı korumak adına elimizden geleni yapmakta ve bu konuda sizlerin yardımına ihtiyaç duymaktayız. Adamızın tam anlamıyla sizin bulmayı umduğunuz gibi bir yer henüz olmadığının farkındayız. Eğer yerel toplulukların ve turistlerin yardımları olmasaydı durum daha kötü olabilirdi. Abraão Köyü küçük ve kırsal bir yer olmakla birlikte birçok motel ve restaurant seçeneği sunmaktadır. Rahatınız ve güvenliğiniz için size sunulan her cazip teklifi kabul etmemenizi, hoşunuza giden uygun bir yer bulana kadar zamanınızı değerlendirmenizi öneririz. Size sunulan düşük fiyatlı olanaklar sizin için en iyi seçenek olmayabilir. Eğer size sunulan iyi olanakları değerlendirirseniz, ada sizin için harika bir SPA yeri haline gelebilir. Strese hiç gerek yok. Sonraki sayfadaki bilgiler size yardımcı olacaktır. Doğayı koruyun. Doğadan hiçbirşey almayın ya da doğaya bırakmayın. Deniz yıldızlarını yada diğer deniz canlılarını ait oldukları yerden toplamayın, onlar hassas canlılardır ve yeryüzüne çıkarılmamalıdır. Bunun yerine su altında onlarla fotoğraf çekilebilirsiniz. Kasaba sessiz sakin bir yerdir. Sağlık ocağı, polis merkezi, itfaiye gibi temel ve önemli birçok servis bulunmaktadır.
Al dar la bem-veghesta gavemo el piacere de darle la informacion que semo su uma APA (Area di protecion ambintale), e um PEIG (Parque Estadual da Ilha Grande). Lavoramo molto par protegere questa ísola, par questo domandamo el vostro ajuto. Savemo magari, que l’ísola no le come lei l’imaginata, má se non fosse par l’esfoso dela comunitá e dei turisti serebe molto pegiore. Il paesello de Abraão ze símplice, podemo dire anca bucólico com facia molti-culturalle, ma le ofre bone posade e ristoranti, chiaramente questo dependerá dela vostra cercata. Sugetion par el conforto e securitá: lá incessante oferta de laori a basso prezo questo possibilita rovinare la vostra soghata vacanza. Semo securi che non torni stressato se sai cercare el posto. Se lei saprá sercar Ilha Grande revelará una excelente destinacion. Consulte la guida turística que la trovi em tute le buone agencie, o la guida turística localizzata nella página seguente. Par quanto riguarda la protezione e il respetto dela natura, non retire gnente e non laci nhente. Non retire del mare, anche se sia par instante, le stele marinne, o qual sia altre spacie marine, sono bestioline frágile, par questo non debe absolutamente risalire a la superfície. Ciape le sue foto soto l’acua en loro ambiente, senza mover le bestioline di mare. Il paesello de Abraão, le offre tranquilitá, offre um posto médico um destacamento de polizia e dei vigili del fuoco. Non usi droghe. La lege non permette, questo po rovinare la vostra vacanza.
Uyuşturucu maddeler kullanmayınız. Bu yasalara aykırıdır ve adadaki konaklamanızı da kapsayarak size ciddi sıkıntılara sebep olabilir.
Auguriamo um felice ritorno, porti via tante foto, forse anca scátole piene, e lasce molti amici. Nantri spetemo il vostro ritorno al Ísola. Sempre in gamba e um bondi par tuti!
Size keyifli bir konaklama dileriz. Eminiz ki harika anılar ve fotoğraflar arşivleyecek ve arkanızda iyi arkadaşlar bırakacaksınız.
Apresto. Grazie
Teşekkürler.
Mapa Vila do Abraão
A - Cais da Barca B - D.P.O. C - Correios D - Igreja E - Posto de Saúde F - Cemitério G - Casa de Cultura H - Cais de Turismo I - Bombeiros J - PEIG - Sede K - Subprefeitura
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Capoeira | Ciranda | Literatura Artesanato | Cinema Av. Beira Mar, s/n arenacultural.og@gmail.com (24) 99999-4520
Secretaria da MinistĂŠrio da Cidadania e da Cultura Diversidade Cultural
QUESTÃO AMBIENTAL
BRUMADINHO: FINANCIAMENTO COLETIVO É CRIADO PARA A RECUPERAÇÃO DA CIDADE APÓS ROMPIMENTO DA BARRAGEM A iniciativa, que tem o apoio da SOS Mata Atlântica, visa o desenvolvimento social, ambiental e econômico da região
Por Karen Garcia para O Globo mais recebendo doações de alimentos, água e outros itens para atendimento emergencial aos moradores. — Por meio de um fundo que arrecade recursos é possível suprir algumas das necessidades reais da região e de seus moradores, além de criar oportunidades de desenvolvimento efetivo imediato e reparações de longo prazo — afirma Rodrigo Santanna, empresário e produtor cultural, um dos idealizadores do fundo. A partir do mapeamento e estudo das necessidades locais – em parceria com moradores e especialistas, dentro das áreas sociais, infra-estrutura, econômica, ambiental, cultural e educacional da região, será definido um plano de investimento e atuação, bem como os parceiros competentes para a execução de restauração e de melhorias.
BRUMADINHO. UM MÊS APÓS A RUPTURA DA BARRAGEM, AINDA NÃO É POSSÍVEL MENSURAR O IMPACTO AMBIENTAL, SOCIAL E ECONÔMICO NA REGIÃO FOTO: FOTOARENA
RIO — O rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, mobilizou o país em prol de assistência à cidade de Brumadinho, em Minas Gerais. Doações urgentes foram recebidas pela prefeitura e Defesa Civil, contando com o apoio de empresas, ONGs, artistas e demais instituições. Com o intuito de apoiar a recuperação da região e seu desenvolvimento sustentável, um fundo filantrópico foi criado para arrecadar recursos através de financiamento coletivo. A plataforma online tem o objetivo de receber doações para ações que promovam impacto positivo a médio e longo prazo de Brumadinho. A meta
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é alcançar R$ 500 mil para financiar e atividades diretas para a regeneração da região afetada pela barragem. A iniciativa, que conta com o suporte da SOS Mata Atlântica, surgiu de um diálogo entre empresários e ativistas sociais para angariar doações de pessoas físicas e jurídicas. A gestão do recurso será realizada pela SITAWI Finanças do Bem, organização social que administrou as doações do movimento #SouMinasGerais, direcionando mais de R$ 450 mil para a reconstrução da Bacia do Rio Doce após a tragédia de Mariana (MG), através do Greenpeace.
— Fundos com esse propósito são importantes, pois quando a atenção geral se dissipar e as doações diminuírem, as organizações humanitárias, ambientais e de pesquisa continuarão precisando de recurso para realizarem seus trabalhos na região — comenta Leonardo Letelier, CEO da SITAWI Finanças do Bem, organização sem fins lucrativos que será responsável pela gestão do fundo filantrópico PróBrumadinho. Um mês após a ruptura, ainda não é possível mensurar o impacto ambiental, social e econômico da tragédia. Ainda há 133 pessoas desaparecidas. A Defesa Civil de Brumadinho informa que não está
Plataforma para doação
online
Pessoas físicas que desejam apoiar a iniciativa podem fazer doações em dinheiro nos valores de R$ 10 a R$ 500 pela plataforma online, via cartão de crédito ou boleto bancário. A advogada Daniely Votto, de Porto Alegre, tomou conhecimento do financiamento coletivo através das redes sociais e acredita que as pessoas podem fazer diferença. — O impacto ambiental social e ambiental de Brumadinho é gigantesco e nunca será mitigado, mas acredito na importância de apoiar de diversas formas, com tempo ou dinheiro — declara Daniely, uma das doadoras do
QUESTÃO AMBIENTAL fundo. Pessoas jurídicas também estão aptas a doação, por meio do mesmo endereço virtual, no valor que desejar. Ao invés do pagamento online, doadores desta natureza preenchem um formulário para realizar a doação.
Empresas que apuram lucro real podem abater doações até 2% do seu resultado operacional como despesa, reduzindo seu imposto a pagar (Lei de doação às OSCIPS - Lei nº 9.249/95). — Sabemos que existe sempre uma mobilização muito grande no momento
da tragédia e que depois o assunto acaba se estagnando. A ideia de apoiar este fundo com foco no médio e longo prazo é não deixar esse trabalho estagnar — comenta Taciana Abreu, diretora de Marketing da FARM. A executiva acredita ainda que a
iniciativa irá gerar desdobramentos para cobrar medidas governamentais e de amparo às famílias das vítimas e impacto ambiental. — É muito importante garantirmos o acompanhamento dos cumprimentos legais e ir além, entendendo como podemos contribuir com a recuperação local, acelerar este processo — conclui.
EXPECTATIVAS PARA O “SCENARIO 450”, OU SEJA, LIMITAR EM 450 PPM A CONCENTRAÇÃO DE CO2 NA ATMOSFERA “Estamos publicando novamente esta matéria, publicada no O Eco 221 edição de setembro de 2017, face sua importância para a vida na terra e pouco considerada por nós humanos, principais responsáveis pelo desequilíbrio no planeta”. A maior preocupação, decorrente do aumento gradual do teor de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, são os possíveis prejuízos causados pela acidez nos oceanos. Essa preocupação está descrita nas publicações do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) que é o principal órgão internacional para avaliação das mudanças climáticas, no Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Juntando-se ainda as determinações decorrentes do Tratado de Kioto, que vigoram de 16 de fevereiro de 2005 a 31 de dezembro de 2012, para se controlar a emissão dos gases do efeito estufa no planeta, e também os registrados disponibilizados pela Agencia Nacional de Oceano e Atmosfera (NOAA) dos Estados Unidos, desde 1957, sobre a concentração de CO2 na atmosfera, tem-se os elementos que alicerçaram a definição das expectativas para o “Scenario 450”, ou seja, limitar em 450 ppm a concentração de CO2 na atmosfera. Antes da era industrial, a
concentração de dióxido de carbono na atmosfera era de 280 partes por milhão (ppm). O acúmulo gradual desse gás na atmosfera atingiu a marca de 407 ppm, em Julho de 2017, registrando um aumento de 2,68 ppm em relação ao ano de 2016, conforme aferido pela Agencia Nacional de Oceano e Atmosfera (NOAA). Esse aumento é atribuído, principalmente, ao consumo dos combustíveis fósseis pela humanidade. Ver figuras 1 e 2. Quimicamente, estima-se que o oceano absorve cerca de 25% do CO2 atmosférico. Quando o CO2 reage com os íons alcalinos, dissolvidos na água do mar, provoca uma gradual acidez no pH da água. As medições mensais efetuadas na Estação ALOHA, situada a, aproximadamente, 100 km ao norte da Ilha havaiana de Oahu, nos últimos 25 anos, geraram o registro mais detalhado, até o momento, sobre a acidificação no oceano Pacífico. Ao longo do período de observação, a acidez na superfície oceânica aumentou cerca de 0,05 unidade, proporcionalmente, à concentração de CO2 registrada na atmosfera. Embora, variações sazonais e interanuais nas medições tenham sido observadas, as variações parecem estar associadas às mudanças climáticas ou respostas biológicas. (Ver ilustração = gráfico verde da figura 2) Para reverter essa tendência de acidez marinha, duas propostas têm sido sugeridas: reduzir a emissão do
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QUESTÃO AMBIENTAL Nesse contexto, visando contribuir para o acumulo de biomassa no ambiente marinho, destaca-se o pioneirismo das atividades da Brigada Mirim Ecológica da Ilha Grande (BMEIG), ONG que tem por objetivos promover a preservação ambiental na ilha e aprimorar a educação dos adolescentes residentes, através da formação técnica, para desempenho da atividade de Maricultura, de modo a fortalecer, de forma sustentável, as bases socioambientais e econômicas da população local. O processo de capacitação dos adolescentes consiste na instalação de fazendas marinhas, contendo “balsasescola”, para estabelecimento das práticas de cultivo das macroalgas da espécie K. alvarezii, consorciadas com a criação de moluscos bivalves, da espécie Nodipecten nodosus também conhecidos como Coquilles Saint Jacques. Os moluscos fornecem ureia que estimula o crescimento das macroalgas e estas, ao sequestrarem o CO2 disponível na água, fornecem oxigênio (O2) que favorece o rendimento do metabolismo energético dos moluscos. Para o bem da humanidade, a iniciativa da BMEIG representa portanto um exemplo digno de ser ampliado por toda orla marinha brasileira e também por outros ambientes marinhos favoráveis do planeta. Locais de cultivo das K.
FIGURA 1
FIGURA 2
gás carbônico, pela modificação dos parques industriais ou aumentar o acúmulo de biomassa pelos seres fotossintetizantes do planeta. Para atender a essa segunda proposta, apresenta-se uma proposta brasileira, iniciada na Baia da Ilha Grande (BIG), localizada no sul do Estado do Rio de Janeiro. A BIG é uma região do Brasil onde é permitido o cultivo de
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macroalgas marinhas, da espécie Kappaphycus alvarezii e essa espécie de macroalga tem a vantagem de ser o tipo de organismo fotossintetizante mais eficiente deste planeta, uma vez que, dispõem da maior diversidade de pigmentos fotossintetizantes conhecida e terem a propagação das mudas efetuada, unicamente, por crescimento vegetativo.
alvarezii passam a ser ambientes com grande diversidade de fauna marinha, haja vista que há maior disponibilidade de oxigênio dissolvido na água. Em perspectivas, com a extrapolação desse modelo de atividade executada pela BMEIG será obtida grande quantidade de biomassa de K. alvarezii. Com essa biomassa, vários produto, para uso humano, na pecuária e na agricultura podem ser elaborados, com destaque para o suco extraído das macroalgas frescas, que é rico em vitaminas, aminoácidos, sais minerais e hormônios vegetais e também para o biopolímero, denominado carragenana, amplamente, utilizado como matéria prima nas industrias de alimentos, cosméticos e farmacêutica. Com a vasta produção da matéria prima disponível é de se esperar a redução de preço desses produtos industrializados e também maior rendimento na produção agrícola e pecuária, gerando assim riqueza adicional em todos os setores e, acima de tudo, salvando as condições ecológicas do ambiente marinho e, consequentemente, a humanidade Maulori Cabral, Prof. UFRJ – entrevistado por ocasião III Conmar Ilha Grande. – Instituto de Microbiologia, Paulo de Goes (IMPPG), Departamento de Microbiologia
QUESTÃO AMBIENTAL
ESTUDO DA NASA MOSTRA QUE PLANETA ESTÁ ‘MAIS VERDE’ QUE HÁ 20 ANOS Ao mesmo tempo em que o mundo testemunha avanços preocupantes do desmatamento na Amazônia em outras grandes florestas, como na Indonésia, Congo e Rússia, no quadro geral, o planeta se tornou mais verde na comparação com 20 anos atrás Por BBC
Os poréns
AUMENTO DE ÁREA COBERTA POR VEGETAÇÃO FOI PUXADO PELA ÍNDIA E CHINA FOTO: NASA
Essa conclusão surpreendente foi apresentada pela Nasa (a agência espacial americana) na semana passada. Esse aumento nas áreas foliares globais se deve basicamente aos dois países mais populosos do mundo: China e Índia. Mas se deve, também, à expansão de áreas agrícolas “verdes”. Por quase 20 anos, dois satélites da Nasa coletaram dados e imagens da Terra para observar o comportamento das áreas “verdes”. Ao analisar esses dados, os pesquisadores notaram que,
durante essas duas décadas, essa área foliar aumentou o equivalente a toda cobertura da Amazônia. A grande contribuição da China para isto se deve em grande parte ao fato de o país ter implementado programas para conservar e expandir suas florestas - uma estratégia para reduzir os efeitos da erosão do solo, a poluição do ar e as mudanças climáticas. O aumento do verde também é devido, em menor proporção, à expansão de áreas de cultivo agrícola naquele país. No caso da Índia, é o inverso. A expansão do verde se deve mais
à ampliação agrícola do que ao aumento das florestas em si. “Isso não significa que as florestas estão sendo substituídas por terras cultivadas”, disse à BBC News Mundo Chi Chen, pesquisador do Departamento de Terra e Meio Ambiente da Universidade de Boston, que liderou o estudo. “Em vários casos, trata-se do uso do mesmo terreno, que se torna mais produtivo”, explica. Em ambos os países, a produção de grãos, legumes e frutas aumentou entre 35% e 40% desde 2000.
Para os autores do estudo, em geral, as descobertas são boas notícias. “Nos anos 70 e 80, na Índia e na China, a situação da perda de vegetação não era boa”, disse em comunicado à imprensa Rama Nemani, pesquisador da Nasa que participou do estudo. “Nos anos 90 as pessoas perceberam isso, e hoje as coisas melhoraram”. Mas os cientistas também fazem alertas e ressalvas. Por exemplo, na Índia, o aumento na produção de alimentos depende da irrigação das águas subterrâneas. Se essa água acabar, a tendência pode mudar. Além disso, estudiosos destacam que o aumento da vegetação em todo o mundo não compensa os danos causados pela perda da cobertura natural em regiões tropicais, como o Brasil e a Indonésia. “As consequências para a sustentabilidade e a biodiversidade desses ecossistemas permanecem”, diz o relatório. Além disso, como Nemani explica à BBC News Mundo, “a terra dedicada à agricultura não ajuda a armazenar carbono, como é o caso das florestas”.
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INFORMATIVO DA OSIG 1. ADMINISTRATIVO
MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA
BALANCETE DE FEVEREIRO 2019 Saldo mês anterior -
R$ 10.269,82
SEM MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA Resta déficit anterior coberto por empréstimo de R$ 17.516,14
2. TURISMO
SECRETARIOS DE TURISMO – Cargos para compadres. Por: Nelson Palma
“Quem não é capacitado a fazer o que faz, faz malfeito, desastra a sustentabilidade em todos os sentidos e torna qualquer produto perecível. Os prefeitos não percebem isto por serem populistas e tendo como plataforma eleitoral o povo sofrido e como compadres seus secretários que desconhecem sua função”.. Com pequenas exceções, os secretários por incapacidade de gestão são traídos pelas ideias populistas, tidas como culturais no sentido que “bombando” traz resultado positivo. Um erro dos mais comuns é colocar grandes eventos em plena alta temporada, onde não há espaço nem para respirar, além de fazer concorrência desleal ao próprio trade, com barraquinhas a baixo preço, e com vários tipos de mercadorias. Sempre atendendo aos seus apadrinhados (mesmo sob o manto de que os restaurantes foram convidados). O retorno do consumo vai para a organização do festival em detrimento do trade e sem imposto. O bom turista da alta temporada foge disso, por ter horror a estes eventos (os secretários não acreditam nisso), mas os desordeiros que só trazem lixo, se realizam gastando pouco, quebrando os costumes, a harmonia e o lúdico da temporada. A cerveja artesanal, que tem um tom mais sóbrio entre as bebidas, se torna cachaçada comum com resultado negativo. Não acredito em superávit nesse tipo de evento. De algum lugar deve vir dinheiro para tapar o furo. Não se consegue entender como um realizador de eventos possa abraçar o déficit. A menos, que como eu já fiz, o faça por “amor ao esporte”, mas será inviável mantê-lo. Como exemplo, voltando ao nosso festival da cerveja, que poderia trazer uma linda matéria de capa, além de lucro para o trade, harmonia para o local e uma grande mídia, trouxe desencantos para quem gosta da Ilha. Isto é lamentável pois 12 Fevereiro de 2019, O ECO
teria tudo para ser bom. Temos considerável culpa nisso, pois nossa sociedade civil (associações), se retiraram das discussões por acreditarem que nesta gestão de Prefeitura, nada seria viável a não ser o desgaste. Até entendo isso, mas nunca jogarei a toalha por ser amigo ou inimigo do secretário. Eu devo defender minha opinião, enquanto não me provarem em contrário, até pelo respeito aos princípios de dignidade. Nunca me levarão no bico por conveniência ou ganho fácil do tipo “toma lá da cá”. Por este caminho calaram a boca de restaurantes que lavaram vantagem em detrimento da grande maioria insatisfeita. Não adianta zangar-se com o jornal pela dura opinião e por dizer a verdade, pois é extraída da opinião do trade. No turismo se o evento não trouxer retorno ao caixa do comercio e como ele pretende, não agradará por certo. Com exceção do comercio mambembe ao estilo Brasil da Costa Verde, gerador do grupo eleitoreiro que mantem o município ao estado como se encontra. As observações mostram que a tão badalada Costa Verde está se transformando em um roteiro turístico de “day use”, mentor da desordem e lixo, caminhando para o esvaziamento do turista desejando. Basta observar o entorno do cais Santa Luzia que já tem cara de rodoviária de periferia de grandes centros. Não podemos excluir tampouco Conceição de Jacareí, onde desde suas raízes a desordem fez parte. Você que não está gostando da matéria, já teve o azar de ir ao banheiro no terminal de Santa Luzia? Então vá e concordará comigo (Um anjo disse: Santa Luzia não quer mais seu nome no cais). Ele é a cara do “day use”, sujo e desprovido de tudo. Isso não importa ao gestor, pois seu conceito é: está bombando e agradando à massa, está bom! O que mais gera estranheza é que estes gestores visitam locais de referência mundial em turismo, como Gramada - RS, por exemplo, mas nada move sua opinião de nivelar por baixo. Gramado não é referência mundial por ser no Sul, é porque tem gestão adequada. Também não dá para se escudar na afirmativa de que são alemães ou italianos, com referência à Serra Gaúcha. Qualquer povo é bom se seus anseios forem administrados construtivamente. Acorda Prefeitura! Seu caminho tortuoso a lava ao abismo turístico! RESULTADO DESTA CONTRAMÃO: O bom turista que vem, não voltará, além de tirar o sonho de muitos que viriam para o dito paraíso transformador de suas ferias em infernal estada. Se estes resultados não forem mudados, adeus bom turismo na Costa Verde e seus secretários ficarão satisfeitos com o day use bombando sempre e agradando a “teatral dayusada” por já ser maioria. A sociedade deve ser nivelada pela média, não pelos extremos, assim não tirando o espaço de ninguém. Tampouco o day use se refere a camada social, pois todas as camadas fazem parte do day use, o desastre é que todos têm um ponto comum: a desordem e o desrespeito a tudo. Este festival da cerveja do fim da semana de 9 de fevereiro, desculpem votar a ele, poderia ser um evento importante para o mês de abril ou maio. Na alta temporada só são racionais eventos de entretenimento para quem está aqui. O equivoco do secretário, que já é ideia fixa, traz insatisfação ao trade, aumentando as já bastante acumuladas; queima de seu filme muito além do que já está queimado; desperdício de dinheiro e afastamento do bom
INFORMATIVO DA OSIG turista (a menos que o destino deste dinheiro tenha interesses escusos). Mas como ele, possivelmente, considera trade a desordem populista do nivelar por baixo, por certo agradará ao seu ego e considerará meta comprida com sucesso. Já discordei muito “tete-a-tete” com ele, mas não quer ouvir, sua ideia é fixa no propósito e fim de papo. “Dias piores estão a caminho” em nossa visão, mas lamenta-se os bons conjuntos musicais não aproveitados, além do desgasta do organizador! No jornal passado publicamos matéria tida como importante sobre o Fórum de Secretários no Estado, onde o governador esteve presente e de certa forma mostrou-se empolgado com o evento. Mal sabe ele que este fórum é promoção do ego, mostrandose importantes perante aos pares, de forma “eu existo”, mas de resultado pífio. O governador devemos perdoá-lo, pois ainda não conhece o imbróglio dos interesses escusos do turismo no Rio. É igual a quase tudo o que levou nosso Estado ao estado atual. As gestões passadas, pelos seus caminhos convenientemente tortuosos, deixaram sequelas com marcas tão profundas que nem o tempo as apagará. O governador Witzel sabe disso e por certo já identificou canalhas envolvidos. E o Ministério do Turismo?... Incapaz até para fazer cumprir a Lei Nacional do Turismo. Nós, aqui na ilha, sempre o massacramos, inclusive eu sempre o rotulei como “quitanda do turismo”, face sua incompetência de gestão. Para não prolongar o assunto, basta ver o que acontece com o Ministério e o sistema “S”, nas contratações etc. A suposta corrupção rolando solta. Não bastasse, “agora até laranja podre na feijoada”. Se no topo é assim, imaginem ao nível municípios! O cargo de secretário será com certeza para compadres e o cidadão formado em turismo, vai vender balas na esquina. A quantidade de 4 milhões/ano de turistas estrangeiros, demonstra sua incapacidade. Possivelmente perde até pelo o minúsculo Uruguai. O turismo no Brasil poderia suprir toda a falta de emprego existente, mas tem que ter gestão adequada. Como comparativo a França recebe mais de 50 milhões/ano, mas se analisarmos nossa potencialidade, caberiam 100 milhões no Brasil. “Um infinito potencial, mas impotente”. Ainda um lembrete à Prefeitura Que tal se a Prefeitura desse uma atenção especial aos eventos esportivos, que têm várias propostas para a Ilha, muitos em ação pela própria comunidade ou por abnegados que lutam pelo esporte. Existe um infinito potencial neste sentido, cujos resultados são de preservação ambiental, educação ambiental, autoestima, pertencimento, competitividade, congraçamento, mídia, e ausentes de drogas e maus costumes. A Faixa de Gaza, originada pelos maus costumes trazidos pelos eventos mal pensados, se transformará na praça da paz e do congraçamento por certo. Este é o propósito da Ilha Grande como destino turístico. Nunca foi de trazer o que não prestou em outras partes, como nos grandes centros, para cá, quebrando o que tradicionalmente sempre para nós foi bom. Nossa Prefeitura é o espelho do que não presta na visão dos nativos, e moradores que amam a Ilha, bem como do bom turista. Para chamar a Ilha de paraíso, tem que voltar a ser paraíso, a continuar como está será propaganda enganosa.
3. EVENTOS
AVISO CASTRAÇÃO DE ANIMAIS Fizemos contato com a equipe ANJOS DA GUARDA, tentando um a possibilidade para o mês de março, mas pelos mais diversos problemas não será possível. A possibilidade existe para o mês de maio, portanto agendaremos a qualquer momento o dia. Infelizmente os que tivere animais que não possam esperar terão que tomar outras providêncas.
AGRADECIMENTOS AS BOMBEIROS Um agradecimento especial aos Bombeiros aqui do Abraão, pela presteza na prestação de serviço, por solicitação deste Jornal, no dia 21 de fevereiro, para a retirada de uma árvore que ameaçava risco aos vizinhos. Um trabalho aparentemente fácil, mas devido à redução de espaço produzido pelos muros e redes elétricas nas imediações, resultuou em substancial trabalho que necessitou de muita precaução e habilidade para atingir sucesso. Correu tudo muito bem. Parabéns pelo atendimento com habilidade e rapidez. Nosso muito obrigado. A equipe foi chefiada pelo próprio comandante Cap. Monteiro. Nelson Palma – Diretor do jornal
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MATÉRIA DE CAPA COISAS DA REGIÃO
UM TESOURO DA ILHA QUE POUCOS CONHECEM
Por André ( Saco do Céu)
Poucas pessoas sabem o que é um *Meliponário*, menos ainda suspeitam que o maior Meliponário da Costa Verde fica na Ilha Grande, mais precisamente na Enseada das Estrelas- Saco do Céu. Por definição, Meliponário é o local onde são criadas abelhas sem ferrão (meliponíneos), 14 Fevereiro de 2019, O ECO
mas na prática, é um local onde preservação e geração de renda realmente encontram uma oportunidade de andar de mãos dadas . Assim surgiu o Bee Point, uma iniciativa em família, tocada pelos irmãos André e Adriana Brito, que recentemente foi acelerada com a ajuda do Projeto Big 2050,
idealizado pela ONU, e realizada pela FAO, o Órgão das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. Dentre 160 propostas foram selecionados 13 projetos com a finalidade de apresentar soluções para determinados problemas da Bahia da Ilha Grande. Com esse intuito foram
realizados cursos gratuitos onde parceiros do Abraão e Dois Rios, todos ligados a pesca de alguma forma, receberam informações, treinamento e equipamentos para iniciar sua própria criação de abelhas nativas sem ferrão e assim gerar renda de forma sustentável, utilizando recursos locais e em harmonia com a unidade de
MATÉRIA DE CAPA COISAS DA REGIÃO conservação. Passada esta fase, hoje o Meliponário do Saco do Céu é uma empresa que tem como desafio desenvolver o turismo de observação de recursos naturais de forma sustentável e bem diferente do que se fez até hoje, temos como meta mostrar ao mundo que a Ilha Grande tem mais do que praias, cachoeiras e
trilhas. A nossa fauna, única e exuberante tem espécimes lindas a serem observadas e o visitante pode fazer isto em nosso espaço onde se pode conhecer e fotografar sete espécies nativas de abelhas sem ferrão, e ainda experimentar os méis de qualidade e sabor incomparáveis, com o selo de garantia da mata
Atlântica. Com aproximadamente uma centena de colmeias e raridades, como a menor abelha do mundo, em breve o visitante poderá comprar mel, própolis e uma linha de produtos naturais derivados da meliponicultura. Para ser criador de abelhas nativas sem ferrão é necessário fazer o cadastro técnico federal
junto ao IBAMA , e é muito recomendado ser filiado a associação de meliponicultores do estado do Rio (AME RJ). E quem se apaixonar por este tesouro pode se hospedar no Meliponário e fazer um curso básico onde vai aprender o necessário para cuidar bem dessa nossa riqueza até agora pouco conhecida da Ilha Grande.
GALERIA
FOTO: DESAFIO BIG 2050
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MATÉRIA DE CAPA
16 Fevereiro de 2019, O ECO
MATÉRIA DE CAPA
ABELHA MIRIM - DRORYANA PLEBÉIA Uma das menores abelhas nativas sem ferrão, é ainda menor que um grão de arroz!
MEL DE MANDAÇAIA (MELÍPONA QUADRIFASCIATA ANTHIDIOIDES )
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COISAS DA REGIÃO
18 Fevereiro de 2019, O ECO
COISAS DA REGIÃO
ILHA GRANDE SOBRE RODAS
PROJETOS
Por Eduardo Santos
Já imaginou dar a volta na Ilha Grande, percorrer seus 100km de trilhas em 15 dias, em uma Bicicleta? Exato, o Eduardo Santos de 25 anos, atleta profissional e trail builder. Irá realizar essa aventura, contando a história da Ilha e dos seus principais personagens e vilarejos. • Campeão Brasileiro e-Enduro, Campeão Xterra Paraty, Campeão Latino Americano de Downhill, cat. Enduro (Panamá, Peru e Colômbia) Envolvido em diversos projetos em prol do crescimento do Mountain Bike no país, tais como o Paraty Bike Park, eventos, competições nacionais e internacionais, Camp trainings, vídeos e documentários. Ele nos conta um pouco mais sobre esse projeto. Essa idéia surgiu há alguns anos, onde sempre tive o sonho de mostrar o que a Ilha poderia proporcionar aos visitantes, não só experiências em praias, mas também nas trilhas. O documentário será um mix de belezas naturais, atividades físicas, história e muita aventura. Existe algo super interessante que será mostrado para as pessoas através desse projeto, que visa percorrer todos 193km² da Ilha Grande, todas as 16 trilhas, que
dão em média 100 quilômetros em uma Mountain Bike, mostrando sua história e personagens característicos em cada vilarejo. O projeto é de grande relevância para o Turismo na Ilha. Além de contar a história do local, apresentará diversos locais que na maioria das vezes, são conhecidos apenas por caiçaras, estimulando assim, a vontade de conhecer e retornar ao continente com uma outra visão do ambiente, ao uso de guias credenciados, melhorando o comercio local de uma forma ampla (turismo, hotelaria, gastronomia, artesanato, etc). Alguns objetivos diretos são: ▫ Incentivar de alguma forma a conservação do nosso paraíso e mostrar a variedade de esportes que podem ser praticados na Ilha (Trekking, Trail Run, Escalada, Esportes Aquáticos – Surf, Natação...) de um jeito bem inovador em uma perspectiva inusitada. (Estimular o turismo de aventura na ilha) ▫ E também mostrar o quanto é acessível o esporte, muitas pessoas curtem fazer uma trilha, curtem a Ilha Grande, porém não imaginam o potencial que existe no continente.
Cronograma ▫ T2 – Abraão - Saco do Céu / T3 Saco do Céu - Freguesia de Santana ▫ T4 – Freguesia de Santana Bananal / T5 - Bananal - Sítio Forte ▫ T6 – Sítio Forte Araçatiba / T7 Araçatiba - Gruta de Acaiá ▫ T8 – Araçatiba - Provetá ▫ T9 – Provetá - Aventureiro ▫ T17 – Aventureiro - Parnaióca / T16 – Parnaióca - Dois Rios ▫ T15 – Dois Rios - Caixadaço Lopes Mendes ▫ T11 – Lopes Mendes - Pouso / T12 – Pouso - Farol dos Castelhanos ▫ T10 – Pouso - Abraão / T14 – Abraão - Dois Rios ▫ T13 – Pico do Pagagaio Formato ▫ Serão exibidos episódios a cada duas semanas, em redes sociais (Facebook / Youtube / Instagram ), sites nacionais e internacionais relacionados a esportes e Mountain bike ( pedal.com. br / praquempedala.com.br / xrides.com. br / redbullbike.com.br / pinkbike.com / vitalmtb.com ) e também iremos explorar a mídia televisiva. ▫ A Equipe será formada pelo
o atleta, um Filmaker e ajudante, um fotografo. ▫ Passaremos em média 15 dias na Ilha, para completar a volta e gravar nas trilhas, praias, pontos turísticos e históricos. O documentário será exibido em 6 episódios, com duração média de 05 a 07 minutos cada. ▫ Por ser um projeto sem fins lucrativos e tendo em vista a falta de recursos financeiros para arcar com todas as despesas que o mesmo demanda, se faz necessária a busca por patrocinadores para viabilizar sua realização. ▫ Por isso, este projeto solicita a colaboração de empresas para incentivar a preservação ambiental, a história, a prática de atividades físicas e também o desenvolvimento de um novo segmento turístico/esportivo na Ilha Grande. Maiores informações ou dúvidas. ▫ (24)99909-7646 ▫ @eduardosantosdh ▫ eduardosantosdh@hotmail.com Eduardo Santos Atleta Federado FECIERJ e CBC. N° da Licença: 06.21175.14
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COISAS DA REGIÃO ESCOLAS
PROFESSORES TAMBÉM ESTUDAM
Por Professores da E. M. Brigadeiro Nobrega
Nos dias 19, 19 e 20 de fevereiro o grupo NINA da UNIRIO, nas pessoas de Adrianne Ogêda e Lea Tiriba estiveram na E. M. Brigadeiro Nóbrega contribuindo com os estudos do corpo docente no que se refere ao Plano Político Pedagógico da escola. O trabalho do NINA começou no ano passado, a partir do primeiro Seminário de Educação da Ilha Grande, com as professoras da Educação Infantil e trouxe muitas reflexões pertinentes no que se refere à escuta das crianças e da comunidade e este ano a proposta é ampliar o trabalho para os demais segmentos e também aos educadores do Colégio Estadual Brigadeiro Nóbrega. Foi um espaço de reflexões e sorrisos, e que esse modelo se espalhe pela escola: reflexões e sorrisos na busca de melhorar cada vez mais a relação com as crianças e com a comunidade. Nesses dias pensamos em como poderíamos conhecer mais a comunidade na qual trabalhamos e sua história. Esse encontro já teve um grande apoio da comunidade e esperamos contar com ela nos próximos encontros com as professoras da UNIRIO.
Temos uma grande tarefa pela frente e essa tarefa é de todos! Apoiadores: Alimentação: Biergarten, Pé na Areia, Canoas, Dom
Mário, Armação dos Anjos, Banana da Terra Pousada: Só Natureza Transporte: Objetiva, Transfer Ilha Grande
EDUCAÇÃO
EDUCAÇÃO SOLIDÁRIA NA COMUNIDADE TRADICIONAL CAIÇARA Por Érica Motta, Conselheira Escolar
No último dia 22 de fevereiro a Primeira Dama do Município de Angra dos Reis recebeu lideranças da Ilha Grande na sede da secretaria de Assistência Social para discutir os rumos da educação dos ilhéus. A idéia do projeto nasceu durante o I Seminário de Educação da Ilha Grande, realizado em janeiro de 2018, pelo Grupo Educação Solidária, um misto de mães, servidores da escola e pessoas da comunidade, que nasceu em 2015, na greve dos profissionais da educação, com intenção de ajudar 20 Fevereiro de 2019, O ECO
a escola a pensar os caminhos da educação. O Conselho Escolar da EMBN aceitou o desafio e desenvolveu um projeto piloto durante o ano passado com as turmas da educação infantil e, devido ao sucesso, os conselheiros decidiram propor ampliação do projeto e pedir o apoio da prefeitura Municipal para essa importante parceria entre a escola municipal e o grupo NINA da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. O projeto ganhou ainda o
importante apoio da direção do Colégio Estadual Brigadeiro Nóbrega, representando por Kelly Pereira, da Associação de Moradores de Palmas, representado por Victoria Uchoa, do PEA, na pessoa da arte educadora Angélica Liaño. A reunião foi possível graças a intermediação do subprefeito Mão Branca e contou ainda com a presença das Conselheiras Érica Mota e Alexandra Campos, e de Márcia Lucena, mãe de alunas e Gisele, moradora do Aventureiro,
que, inclusive estava com a filha adolescente que foi obrigada a vir estudar em Angra pela falta de acesso a uma educação qualidade na comunidade Caiçara de onde são originárias. Confira a íntegra do projeto: EducAÇÃO SOLIDÁria na Comunidade Tradicional Caiçara Proponente: Conselho Escolar da Escola Municipal Brigadeiro Nóbrega.
COISAS DA REGIÃO Resumo: Diante dos desafios de gerir democraticamente uma escola localizada em uma área englobada por várias unidades de conservação e que concorre ao título de Patrimônio Mundial da Humanidade devido às condições raríssimas de Biodiversidade e Pluralidade étnico-cultural, o Conselho Escolar abriu um processo de escuta da comunidade que gerou um projeto de educação diferenciada de modo a possibilitar às populações tradicionais resgatar e valorizar suas tradições culturais de modo a fortalecer e preservar a cultura caiçara. Descrição: Em 2018, a Escola Municipal Brigadeiro Nóbrega, localizada no Parque Estadual da Ilha Grande completou 70 anos e, pautada nos eixos de Gestão Democrática, Valorização dos Profissionais e Qualidade Social da Educação, a comunidade ilhéu se reuniu para debater as demandas da comunidade de modo ter acesso a uma educação de qualidade. A área englobada pela candidatura ‘Paraty: Cultura e Biodiversidade’, se aprovada, será o primeiro sítio misto brasileiro e terá o reconhecimento de patrimônio cultural. Motivo pra comemorar com a promessa de um desenvolvimento econômico robusto para toda a região e para as populações que nela vivem. Por outro lado, o aumento da demanda turística na região e a crescente perda da biodiversidade local, podem transformar-se num risco ambiental gravíssimo e de proporções irrecuperáveis. Nesse sentido, o conhecimento preservado pela população caiçara, que conseguiu manter por mais de 500 anos essa biodiversidade protegida, pode ser de grande valia para os desafios que essas comunidades de Ilhéus enfrentam para a sua sobrevivência em seus territórios de origem. Através da educação diferenciada, a cultura local pode ser uma excelente arma contra a perda das memórias e da história da região que os turistas
que já vem, e os que virão, querem muito conhecer e vivenciar. É preciso resgatar essas memórias ancestrais e exaltar os cidadãos a preservarem esse patrimônio cultural pois trata-se de um tesouro que nos possibilitará preservar nossos recursos naturais e culturais. Desde 2017 esse Conselho Escolar vem buscando alternativas para melhorar sua relação com a comunidade, e desde o início de 2018, implementou junto às professoras da Educação Infantil um processo de formação com a UNIRIO, através da professora Adrianne Ogêda, que é doutora em Educação pela UFF e Especialista em Educação Infantil pela PUC-Rio e Alfabetização pela UFRJ, junto com as estudantes de pós graduação em pedagogia e bolsistas Cecília Nahra, Lia Sabóia e Daniela Hering. Além disso, ela coordena o grupo de pesquisa FRESTAS (que integra o Núcleo de Infâncias Natureza e Artes, NINA, e o Grupo de Pesquisa
Infâncias, Tradições Ancestrais e Cultura Ambiental, GITAKA, ambos da UNIRIO). Com esse aporte, iniciamos o ano com o projeto ‘Abriu Indígena’ e no segundo semestre trabalhamos ‘Afrobrasilidades’. O objetivo de tais temas foi perpassar por culturas originárias que contribuíram e influenciaram a cultura caiçara da Ilha Grande, e consequentemente a vida dos alunos da escola. Tiveram projetos paralelos como ‘Terças Musicais’, ‘Recicla Ilha’, e as atividades que não chegam a ser um projeto, mas se agregam no sentido de promover uma maior integração da escola com a comunidade. Foi um ano de muito trabalho e conquistas e queremos acreditar que a maior conquista foi confirmar a percepção, o desejo e a crença de que uma escola pública tem que ser feita junto com o público, com a parceria das mães, dos pais, dos familiares, da comunidade e com alunos. Além de todo o aspecto de gestão
compartilhada, enfrentamos desafios como a falta de manutenção das instalações da unidade escolar que, numa parceria afortunada com a comunidade, Direção do Colégio Estadual e a Subprefeitura da Ilha Grande, através do inestimável apoio do Sr. Jessi Batista, conseguimos nos adaptar, mas ainda precisamos da ampliação das instalações, já que a comunidade cresce a cada dia. O transporte escolar também causou transtornos, críticas e reclamações por parte da comunidade e seguimos com a reivindicação de uma maior participação da comunidade no processo licitatório. Outra questão que ocupou o tempo deste Conselho, foi a Educação de Jovens e Adultos, EJA. Considerando tratar-se de uma comunidade onde as pessoas, em geral se sustentam pelo turismo, e o horário para os estudos não eram flexíveis desde que a escola deixou de oferecer essa modalidade de ensino,
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COISAS DA REGIÃO muitos adultos não terminaram seus estudos na idade certa, esse Conselho se esforçou e estamos abrindo uma turma multisseriada para oferecer o EJA. A procura não pára de crescer e estamos preparados para mais esse desafio. Justificativa: Essa formação vem sendo construída desde o I Seminário de Educação da Ilha Grande, que aconteceu em janeiro de 2018, e foi uma iniciativa do grupo Educação Solidária, que contou com apoio da comunidade através do Conselho Escolar. Esse processo, que tem sido muito importante para dar mais clareza à importância da primeira fase escolar das crianças e mais segurança no caminhar educativo, chamou a atenção da comunidade escolar e outros professores do ensino fundamental manifestaram o desejo de participar. Uma escola é um mundo e, para funcionar, há a necessidade de ver os trabalhos de uma forma mais coordenada, mais coesa, enfim, de atuar em grupo, com o intuito de construir um trabalho com uma boa coordenação. Nesse sentido, e em consonância com o decreto 9.465 de 02 de janeiro de 2019, que prevê no parágrafo único do Art. 1, que o Ministério da Educação poderá estabelecer parcerias com instituições civis e militares que apresentam experiências exitosas em educação, vimos por meio deste, buscar o apoio da Prefeitura Municipal para ampliar esse projeto piloto para as demais séries do ensino fundamental da Escola Municipal Brigadeiro Nóbrega, em parceria com o grupo NINA/ FRESTAS da UNIRIO, cujos êxitos em experiências de formação de docentes da rede pública são notórios e, o melhor, sem custos para o município, já que o apoio da comunidade se mostrou generoso e possibilitou todas as atividades desenvolvidas nesse ano sem ônus para a Unidade Executora da unidade escolar. A importância dessa conexão mais íntima com a universidade especializada 22 Fevereiro de 2019, O ECO
em educação se deve ao fato de ainda termos muitas demandas de aproximação dos direitos garantidos pela legislação e o cotidiano. Uma das questões relevantes é a atuação junto com alunos com necessidades educacionais especiais. A legislação, na Resolução No 2, de 11 de setembro de 2001, por exemplo, no Art 8, item IV, diz “a) atuação colaborativa de professor especializado em educação especial”. No entanto, a educação infantil, tendo alunos especiais, não contou com essa atuação. E, no item VI nos diz mais um motivo para essa parceria com a Universidade pública: “condições para reflexão e elaboração teórica da educação inclusiva, com protagonismo dos professores, articulando experiência e conhecimento com as necessidades/ possibilidades surgidas na relação pedagógica, inclusive por meio de colaboração com instituições de ensino superior e de pesquisa”. No entanto, para fortalecer esse projeto, precisamos do reconhecimento dos nossos governantes no sentido de apoiar nossa empreitada com servidores públicos que queiram caminhar conosco nessa construção coletiva. Bem verdade que, não fosse o esforço hercúleo e a fé inabalável desses que estão na ativa hoje, nada disso teria sido possível. Sempre bom lembrar que os filhos da ilha, como gostam de ser chamados, adotaram a tradição indígena na qual as crianças são filhas da tribo e todos contribuem com o seu bem estar ... E, numa época em que falar sobre gênero e feminismo virou tabu, nada melhor do que lembrar que foram mulheres, na sua maioria mães, que o idealizaram e agora o entregam como um recém nascido a mãe de todas e todos que vivem nessa Angra. Que outra designação para descrever aquela cujo título é de secretaria de assistência social? Se num primeiro momento procurávamos na figura do prefeito um padrinho, quis o destino que encontrassemos com a possível madrinha. Quem melhor do que
uma mulher para saber cuidar das necessidades de algo que acaba de chegar ao mundo? Recursos Necessários: SERVIDORES : 1 Auxiliar de biblioteca 1 Secretário escolar 3 Mediadores 1 Pedagoga CASA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL
Instituições: Educação Solidária OSIG INEA ECOMUSEU Plantou Colheu Ginga Design Casa de Cultura Cockotós Transporte:
Diante do crescimento vertiginoso do número de moradores já era previsto o aumento na demanda. Fizemos reformas emergenciais para evitar risco a comunidade, no entanto, a falta de espaço atrapalha o bom desenvolvimento das atividades pedagógicas propostas. E urgente que a ampliação entre no topo das discussões orçamentárias do município. A comunidade sugere que uma das casas utilizadas pelo PEIG seja cedida para construirmos uma unidade exclusiva para a educação infantil, desconstruindo espaços que podem ser remanejados sem necessidade de ampliação da escola. Mas precisamos de boa vontade política entre o estado e o município
Objetiva
AUTONOMIA ESCOLAR
Paulo Fabiano Ed Zambroni
DO
CONSELHO
Intermediação junto a SECT no sentido de oferecer tratamento diferenciado no sentido de aceitar as peculiaridades da ilha e realmente levar em consideração os comunicados e solicitações deste Conselho no tocante às formações e calendário escolar. Quem vive e trabalha ilhado em um dos principais destinos turísticos do estado deve ter o direito de opinar. Contrapartidas: Pousadas: Nossa Casa Aldeia Só Natureza
Constantino
Água Viva Ilha Grande Transfer Alimentação: Grill Dom Mário Pães e Acessórios Garoupas Biergarten Tropicana Pé na Areia Armação dos Anjos Steak’n Beach Canoas Músicos:
Pessoas: Maria Luísa Cronograma : 2018 e 2019 Local de realização: Abraão
Vila do
Abrangência: Baía da Ilha Grande Conselho Escolar: Nadja Silva, Cristiane Liscano, Alexandra Campos, Érica Mota, Geraldo Moura e Francisco Travassos
COISAS DA REGIÃO # ATLETADAREGIÃO Fonte: Facebook
Aprendi uma coisa muito importante no esporte que vou levar pra vida toda. Independente de classificação, estar feliz consigo mesmo é algo inexplicável e sem preço. E eu tô MUITO FELIZ!!!! Me superei e tenho muito orgulho de mim e de todas as colegas que também deram seu melhor. Cada uma dessas mulheres têm seu valor, parabéns, meninas!!!! Vcs são demais!️ . Gratidão a minha família maravilhosa, meu apoiadores e amigos que torcem por mim. Vocês são demais!!!! . Pousada Caiçara, Namaste Terapias Corporais, @ricardo.oliverangra Transfer Ilha Grande @ vicentestampadigital, Elite Dive Center BEE POINT - Meliponário Saco do Céu, O Eco Jornal da Ilha Grande e Pousada Aratinga Inn. foto
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COISAS DA REGIÃO EVENTOS CULTURAIS
E O CARNAVAL? UMA CULTURA UNIVERSAL AO JEITO DE CADA LOCAL E DE CADA UM O carnaval será para expor o que na realidade somos, mas escondemos, ou será para expor o que não somos na aparência e o escondemos? “Ser ou não ser, eis a questão”! TEXTO ENEPÊ Difícil entender as nossas próprias transformações, o fato é que como massa somos produtos de transformação, cuja complexidade dificilmente a entendemos. Seu Manoel do barzinho da esquina, com seu barrigão e bigodão, dá para imaginá-lo desfilando de biquíni e sutien de gatinha, no bloco das piranhas? Não só dá para imaginar como na realidade acontece. Dá para imaginar o que acontece com a química interior de seu Manoel? Difícil né! Toda a socialitê pudica do Abraão,
CRÉDITO: CHARGES DO DENNY 24 Fevereiro de 2019, O ECO
desfilando sem medo e sem pudor no bloco das peruas? Abraão tem origem bíblica segundo a história, mas se torna profano, onde até Nero fugiria, tudo produzido pela euforia carnavalesca de escancarar o lado oculto do “ser ou não ser”. Não estou criticando, até gosto muito do visual, só gostaria de entender, como ser pensante, o que somos ou como gostaríamos de ser enfim! Sair da igreja com a “zerézima” dos pecados plenamente realizada, com
a alma cândida como os cisnes de alvacentas plumas e começar tudo de novo a partir da porta da igreja, eu preferiria ser pecador convicto, como o sou, e não ir à igreja, ou só fazer a zerézima no dia de morrer cujo perdão me levaria à vida eterna em uma só vez. Seria um atalho, não seria? Pois é! É exatamente aí aonde mora a dificuldade do racional entender o que somos, o que queremos e que resultado terá! Uma coisa possivelmente estará dentro do ocorrido: gastei toda a
minha grana, bebi todas, extrapolei o enrustido, se existir pecado os fiz todos, não sei se aproveitei suficiente e na “quarta cinzenta” amanheci no posto médico “mariadaço (a)” ... já me recuperando para o próximo. Como só assistiremos o carnaval, na próxima semana, a matéria seirá no próximo jornal, com todos os detalhes do que acontecerá nesta profana semana, em que Nero possivelmente não aguantaria. Desejamos boa sorte a todos.
TEXTOS, NOTÍCIAS E OPINIÕES NOTICIAS - TURISMO
MERCOSERRA PROMOVE UNIÃO ENTRE MUNICÍPIOS Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo planejam calendário integrado Ascom Setur/TurisRio
Discutir medidas para trabalhar em prol do turismo dos municípios da Região da Serra Verde Imperial. Esta foi a proposta da reunião, que aconteceu nesta segunda (11), entre o secretário de estado de Turismo do Rio, Otavio Leite, e os membros da MercoSerra - Agência de Desenvolvimento Econômico Regional. A parceria tem como objetivo fomentar o desenvolvimento socioeconômico, turístico e cultural de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo. A participação em feiras e o auxílio na potencialização dos destinos foram alguns dos temas tratados. Os representantes da MercoSerra informaram que vão lançar um calendário de eventos integrado, mesclando atrações dos três municípios. Para o secretário Otavio Leite esta é uma
ação importante que valoriza a região. - O governador tem o turismo como uma bandeira e estamos trabalhando para destacar cada região de acordo com os atrativos que oferecem. A ideia de integrar três destinos da Serra é ótima para fortalecer a atividade no Estado. Para o presidente da MercoSerra, Luiz Fernando Gomes, é preciso apresentar cada vez mais a Serra Verde Imperial para os turistas cariocas e de estados vizinhos. - Temos uma área privilegiada com temperaturas agradáveis, atrativos turísticos atraentes e estrutura para receber muitos visitantes de todos os lugares. Queremos aumentar o fluxo de visitantes não só aos sábados e domingos, mas durante a semana também. Este projeto já existiu na década de 80
e está sendo reativado. A intenção é que nos próximos dois anos 300 empresas se
associem, em cada uma das três cidades.
Fevereiro de 2019, O ECO 25
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RESPOSTA DO GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO À MIRIAM LEITÃO À Senhora Jornalista Miriam Leitão, Li o seu artigo “ENQUANTO ISSO”, com todo cuidado possível. Senti, em suas linhas, que a senhora procura mostrar que os MILITARES BRASILEIROS de HOJE, são bem diferentes dos MILITARES BRASILEIROS de ONTEM. Penso que esse é o ponto central de sua tese. Para criar credibilidade nas suas afirmativas, a senhora escreveu: “houve um tempo em que a interpretação dos militares brasileiros sobre LEI E ORDEM era rasgar as leis e ferir a ordem. Hoje em dia, eles demonstram com convicção terem aprendido o que não podem fazer”. Permita-me discordar dessa afirmativa de vez que vejo nela uma injustiça, pois fiz parte dos MILITARES DE ONTEM e nunca vi os meus camaradas militares rasgarem leis e ferir a ordem. Nem ontem nem hoje. Vou demonstrar a minha tese. No Império, as LEIS E A ORDEM foram rasgadas no Pará, Ceará, Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul pelas paixões políticas da época. AS LEIS E A ORDEM foram restabelecidas pelo Grande Pacificador do Império, um Militar de Ontem, o Duque de Caxias, que com sua ação manteve a Unidade Nacional. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Pelo contrário. Vem a queda do Império e a República. Pelo que sei, e a História registra, foram políticos que acabaram envolvendo os velhos Marechais Deodoro e Floriano nas lides políticas. A política dos governadores criando as oligarquias regionais, não foi obra dos Militares de Ontem, quando as leis e a ordem foram rasgadas e feridas pelos donos do Poder, razão maior das revoltas dos tenentes da década de 20, que sonhavam com um Brasil mais democrático e justo. Os Militares de Ontem ficaram ao lado da lei e da Ordem. Lembro à nobre jornalista que foram os civis políticos que fizeram a revolução de 30, apoiados, contudo, pelos tenentes revolucionários, menos Prestes, que abraçou o comunismo russo.
26 Fevereiro de 2019, O ECO
Veio a época getuliana, que, aos poucos, foi afastando os tenentes das decisões políticas. A revolução Paulista não foi feita pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos paulistas que não aceitavam a ditadura de Vargas. Não foram os Militares de Ontem que fizeram a revolução de 35 (senão alguns, levados por civis a se converterem para a ideologia vermelha, mas logo combatidos e derrotados pelos verdadeiros Militares de Ontem); nem fizeram a revolta de 38; nem deram o golpe de 37. Penso que a senhora, dentro de seu espírito de justiça, há de concordar comigo que foram as velhas raposas GETÚLIO - CHICO CAMPOS - OSWALDO ARANHA e os chefetes que estavam nos governos dos Estados, que aceitaram o golpe de 37. Não coloque a culpa nos Militares de Ontem. Veio a segunda guerra mundial. O Nazismo e o Fascismo tentam dominar o mundo. Assistimos ao primeiro choque da hipocrisia da esquerda. A senhora deve ter lido - pois àquela época não seria nascida -, sobre o acordo da Alemanha e a URSS para dividirem a pobre Polônia e os sindicatos comunistas do mundo ocidental fazendo greves contra os seus próprios países a favor da Alemanha por imposição da URSS e a mudança de posição quando a “Santa URSS” foi invadida por Hitler. O Brasil ficou em cima de muro até que nossos navios (35) foram afundados. Era a guerra, a FEB e seu término. Getúlio - o ditador - caiu e vieram as eleições. As Forças Armadas foram chamadas a intervir para evitar o pior. Foram os políticos que pressionaram os Militares de Ontem para manter a ordem. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Chamou-se o Presidente do Supremo Tribunal Federal para, como Presidente, governar a transição. Não se impôs MILITAR algum. O mundo dividiu-se em dois. O lado democrático, chamado pelos comunistas de imperialistas, e o lado comunista com as suas ditaduras cruéis e
seus celebres julgamentos “democráticos”. Prefiro o primeiro e tenho certeza de que a senhora, também. No lado ocidental não se tinham os GULAGs. O período Dutra (ESCOLHIDO PELOS CIVIS E ELEITO PELO VOTO DIRETO DO POVO) teve seus erros - NUNCA CONTRA A LEI E A ORDEM - e virtudes como toda obra humana. A colocação do Partido Comunista na ilegalidade foi uma obra do Congresso Nacional por inabilidade do próprio Carlos Prestes, que declarou ficar ao lado da URSS e não do Brasil em caso de guerra entre os dois países. Dutra vivia com o “livrinho” (a Constituição) na mão, pois os políticos, nas suas ambições, queriam intervenções em alguns Estados, inclusive em São Paulo. A senhora deve ter lido isso, pois há vasta literatura sobre a História daqueles idos. Novo período de Getúlio Vargas. Ele já não tinha mais o vigor dos anos trinta. Quem leu CHATÔ, SAMUEL WEINER (a senhora leu?) sente que os falsos amigos de Getúlio o levaram à desgraça, eles eram políticos. Os Militares de Ontem não se envolveram no caso, senão para investigar os crimes que vinham sendo cometidos sem apuração pela Polícia; nem rasgaram leis nem feriram a ordem. Eram os políticos que se degladiavam e procuravam nos colocar como fiéis da balança. O seu suicídio foi uma tragédia nacional, mas não foram os Militares de Ontem os responsáveis pela grande desgraça, sabe bem disso! A senhora permita-me ir resumindo para não ficar longo. Veio Juscelino e as Forças Armadas garantiram a posse, mesmo com pequenas divergências. Mais uma vez eram os políticos que queriam rasgar as leis e ferir a ordem e não os Militares de Ontem. Nessa época, há o segundo grande choque da esquerda. No XX Congresso do Partido Comunista da URSS (1956) Kruchov coloca a nu a desgraça do stalinismo na URSS. Os intelectuais esquerdistas ficam sem rumo. Juscelino chega ao fim e seu candidato perde para o senhor Jânio Quadros, a Esperança da vassoura,
Desastre total. Não foram os Militares de Ontem que rasgaram a lei e feriram a ordem. Quem declarou vago o cargo de Presidente foi o Congresso Nacional. A Nação ficou ao Deus dará. Ameaça de guerra civil e os políticos tocando fogo no País e as Forças Armadas divididas pelas paixões políticas, disseminadas pelas “vivandeiras dos quartéis” como muito bem alcunhou Castello. Parlamentarismo, volta ao presidencialismo, aumento das paixões políticas, Prestes indo até Moscou afirmando que já estavam no governo, faltando-lhes apenas o Poder. Os militares calados e o chefe do Estado Maior do Exército (Castello) recomendando que a cadeia de comando deveria ser mantida de qualquer maneira. A indisciplina chegando e incentivada dentro dos Quartéis, não pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos de esquerda; e as vivandeiras tentando colocar o Exército na luta política. Revoltas de Polícias Militares, revolta de sargentos em Brasília, indisciplina na Marinha, comícios da Central e do Automóvel Clube representavam a desordem e o caos contra a LEI e a ORDEM. Lacerda, Ademar de Barros, Magalhães Pinto e outros governadores e políticos (todos civis) incentivavam o povo à revolta. As marchas com Deus, pela Família e pela Liberdade (promovidas por mulheres) representavam a angústia do País. Todo esse clima não foi produzido pelos MILITARES DE ONTEM. Eles, contudo, sempre à escuta dos apelos do povo, pois ELES são o povo em armas, para garantir as Leis e a Ordem. Minas desce. Liderança primeira de civil; a era Magalhães Pinto. Era a contra-revolução que se impunha para evitar que o Brasil soçobrasse ao comunismo. O governador Miguel Arraes declarava em Recife, nas vésperas de 31 de março: haverá golpe, só não sabemos se deles ou nosso. Não vamos ser hipócritas, a senhora, inteligente como é, deve ter lido muitos livros que reportam a luta política
TEXTOS, NOTÍCIAS E OPINIÕES NOTICIAS daquela época (exemplos: A Revolução Impossível de Luis Mir - Combates nas Trevas de Jacob Gorender - Camaradas de William Waack - etc) sabe que a esquerda desejava implantar uma ditadura de esquerda. Quem afirma é Jacob Gorender. Diz ele no seu livro: “a luta armada começou a ser tentada pela esquerda em 1965 e desfechada em definitiva a partir de 1968”. Não há, em nenhuma parte do mundo, luta armada em que se vão plantar rosas e é por essa razão que GORENDER afirma: “se quiser compreendê-la na perspectiva da sua história, A ESQUERDA deve assumir a violência que praticou”. Violência gera violência e os políticos sempre jogam a responsabilidade em manter a ordem aos militares. Afinal eles levaram a desordem. Castello, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Figueiredo com seus erros e virtudes desenvolveram o País. Não vamos perder tempo com isso. A senhora é uma economista e sabe bem disso. Veio a ANISTIA e João Figueiredo dando murro na mesa e clamando que era para todos, pois Ulisses Guimarães não desejando que Brizolla, Arraes e outros pudessem tomar parte no novo processo eleitoral, para não lhe disputarem as chances de Poder. João bateu o pé e todos
tiveram direito, pois “lugar de Brasileiro é no Brasil”, como dizia. Não esquecer o terceiro choque sofrido pela a esquerda: Queda do Muro de Berlim, que até hoje a nossa esquerda não sabe desse fato histórico. DIRETAS JÁ! Sarney, Collor com seu desastre, Itamar, FHC, LULA e chegamos aos dias atuais. Os Militares de Hoje, silentes, que não são responsáveis pelas desgraças que vivemos agora, mas sempre aguardando a voz do Povo. Não houve no passado, nem há, nos dias de hoje, nenhum militar metido em roubo, compra de voto, CPI, dólar em cueca, mensalões ou mensalinhos. Não há nenhum Delúbio, Zé Dirceu, José Genoíno, e que tais. A corrupção e a desordem estão ficando acima da lei e da ordem! O que já se ouve, passamos a escutar, é o povo dizendo: SÓ OS MILITARES PODERÃO SALVAR A NAÇÃO. Pois àquela época da “ditadura” era que se era feliz e não se sabia... Certo, houveram excessos contra os civis. Então me diga: Como controlar o que o país vivia naquela época? Com vários grupos, uns querendo o comunismo, outro o socialismo, outro o presidencialismo e a maioria a democracia. Se chegaria a um consenso na conversa? Existia controle
social para tal? Mas os Militares de Hoje, como os de Ontem, não querem ditadura, pois são formados democratas. E irão garantir a Lei e a Ordem, sempre que preciso. Os militares não irão às ruas sem o povo ao seu lado. OS MILITARES DE HOJE SÃO OS MESMOS QUE OS MILITARES DE ONTEM. A nossa desgraça é que políticos de hoje (olhe os PICARETAS do Lula!) - as exceções justificando a regra - são ainda piores do que os de ontem. Estamos sem ética e sem moral, estão esquecendo os bons princípios e mais, os políticos são despudorados. O Brasil vem sofrendo, não por conta dos MILITARES, mas de ALGUNS POLÍTICOS - uma corja de canalhas, que rasgam as leis e criam as desordens, desrespeitam a todos e só pensam na sobrevivência política, independente do preço a ser pago pelo povo! Como sei que a senhora é uma democrata, espero que publique esta carta no local onde a senhora escreve os seus artigos, que os leio atenta e religiosamente, como se fossem uma Bíblia. Perfeitos no campo econômico, mas não muitos católicos ou evangélicos no campo político por uma razão muito simples: quando parece que a senhora tem o vírus de uma reacionária de esquerda.
Atenciosa e respeitosamente, GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO
Nossa opinião. Pessoas como a Miriam Leitão, querem a história como a desejam, como a desejariam que fosse, não como ela foi. Nesta ideia se inclui a própria filosofia da Globo de motivar a discórdia. Mas ela, Miriam Leitão, nos ajuda em muito, pois está destruindo a própria Globo para o bem de todos. O povo deixou de ser idiota. Aprendeu a analisar os fatos. Gostaríamos que os desinformados que cercam a redação de O Eco, com suas ideias tendenciosas, tendo como base de fundamento, “o eu acho”, lessem, compilassem, analisassem, comparassem e depois poderemos trocar ideias. A HISTÓRIA PODE SER ATÉ APAGADA, MAS SUAS MARCAS NÃO. NÃO IMPORTA SE ELAS TRAZEM SENTIMENTOS BONS OU RUIS. MOSTRAM A REALIDADE DO QUE OUVE NAQUELE MOMENTO DA HISTÓRIA. O Eco Jornal
Fevereiro de 2019, O ECO 27
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PONTE SOBRE O RIO PADRE RECONSTRUÍDA EM MENOS DE 24 HORAS POR FORÇA TAREFA DE SERVIDORES MUNICIPAIS PREFEITURA DE QUATRO IRMÃOS -RS Uma força tarefa conjunta reunindo servidores da Secretaria Municipal de Obras e Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo, reconstruiu em tempo recorde uma ponte de madeira sobre numa travessia antiga sobre o Rio Padre, entre as comunidades de Polígono D e Rio Padre, no norte do município de Quatro Irmãos. As atividades foram desenvolvidas nesta segunda-feira (18), durante o expediente do serviço público municipal. Além da ponte, reforçada em relação a passagem antiga, também foram implantadas duas canalizações de aguas pluviais, utilizando tubos de concreto de 60 milímetros, visando organizar o fluxo de águas das regiões mais altas para o Rio Padre. A iniciativa estará beneficiando os produtores Trieski e Poganski. O secretário de Obras, Sidnei Taufer destaca que a execução da obra só foi
28 Fevereiro de 2019, O ECO
possível, graças a determinação e a concentração de esforços das equipes de servidores municipais. “Eles foram dedicados e nós só temos que agradecer aos colegas servidores. Não é a primeira vez que atuamos em conjunto, com resultado positivo imediato. Confiamos nos integrantes das Obras, por isso, a conclusão da montagem da ponte num espaço de tempo pequeno, liberando um acesso que será importante com a proximidade da colheita da safra de verão pelos produtores rurais daquela região do município” – resume o secretário. A obra vai beneficiar dois moradores das proximidades. Do jornal Pequenos municípios, grandes gestões.
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SECRETÁRIO POGANSKI REPRESENTOU QUATRO IRMÃOS NO EVENTO “JACUTINGA DE OLHO” PREFEITURA DE QUATRO IRMÃOS -RS O secretário municipal de Saúde, Giovan Poganski, representou o município de Quatro Irmãos na solenidade de apresentação do projeto “Jacutinga de Olho”, apresentado pela administração daquele município, numa ação voltada para a segurança pública. Giovan foi indicado pelo prefeito em Exercício Edevar Nadal. “Jacutinga de Olho” ancora um programa de melhoria da qualidade no setor da segurança pública no âmbito do município, com a instalação de 6 câmeras de vídeo monitoramento em pontos estratégicos da cidade, controladas pela Brigada Militar. O equipamento de última geração serão os olhos das instituições de segurança no município. São câmeras com lentes sensíveis de de grande alcance, com capacidade de captar com definição clara e sinalizar a presença de estranhos circulando nas ruas da cidade. O prefeito Beto Bordin classifica o programa como um grande salto na segurança preventiva dos moradores do município, especialmente quem reside na cidade. O secretário de Saúde de Quatro Irmãos, Giovan Poganski, ficou entusiasmado com o sistema instalado em Jacutinga. Para ele, a tecnologia do videomonitoramento reúne as condições ideais para inibir ações direcionadas ao roubo e assalto, identificando veículos e condutores, assim como pessoas estranhas caminhando pelas regiões que estarão sob
o guarda-chuva do olhar das lentes na cidade. “É segurança de um modo geral; para o morador urbano e daquele que deseja continuar morando na zona rural”, resume Poganski. Solenidade: O evento foi realizado nesta terça-feira (19), às 9h, na Câmara Municipal com a presença do prefeito Carlos Alberto Bordin – o Beto, vice-prefeita Salete Luft, presidente da mesa diretora da Câmara
de Vereadores Ronaldo Bordin, presidente da Defesa Civil Jair Strapasson; presidente do CONSEPRO Antônio Bazzanello, do Comandante da Brigada Militar de Jacutinga Soldado Martins. Entre as mais representativas autoridades regionais da área da Segurança Pública na Região Alto Uruguai: o Comandante do 13º BPM de Erechim Tenente Coronel Carlos Augusto da Cruz Soares e o Subcomandante Major Uilson Cecconello; e o prefeito de Ponte
Preta, Ademir Sakrezenski – representante da Associação de Municípios do Alto Uruguai – AMAU; e Delegado de Polícia Civil Germano Alves Lima. Do jornal Pequenos municípios, grandes gestões. Parabéns a todos pela iniciativa. A segurança tornou-se uma das principais ações numa gestão. Quem não se sente seguro, não é feliz.
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Fevereiro de 2019, O ECO 29
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SERGIO - O JARDINEIRO QUE TRANSFORMA A PAISAGEM DA CIDADE COM SUA DEDICAÇÃO E ARTE PREFEITURA DE QUATRO IRMÃOS -RS Sérgio Dias de Abreu é um jardineiro a serviço da comunidade nas áreas públicas da cidade. Ele pode ser encontrado nos pátios das escolas municipais, sempre em silencio, concentrado na atividade, perfeitamente integrado com a natureza, trabalhando à terra, num ambiente multicolorido, resultante do seu trabalho elogiado por todos. Mas ele também pode ser visto nos canteiros centrais da Av. Barão Hirsch e no acesso à Câmara de Vereadores desenvolvendo poda decorativa. A dedicação desse servidor exemplar levou o secretário Substituto de Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo, Vantuir Oliveira, numa parceria com a Secretaria de Educação e Cultura, direcionar uma máquina nova para ser utilizada na manutenção dos gramados, na Escola Municipal de Educação Infantil e na Escola Municipal de Ensino Fundamental Alberto Rossetto.
LAMENTAÇÕES NO MURO
CASO ENEL – A SOCIEDADE DO ABRAÃO TEM O QUE MERECE nelson palma
Para que algo funcione deve ter um cálculo de suporte, caso contrário a deficiência será inevitável e ela estará presente. Toda esta desordem que vivemos se deve à Prefeitura por falta de ordenamento, tudo aqui é à revelia. Se a Prefeitura tivesse estabelecido um crescimento compatível com o que o sistema suporta nada disso aconteceria. Com o crescimento desordenado, o esgotamento sanitário não suportará, a energia elétrica não aguentará, na escola não cabem todos os alunos e a água também não daria conta e só está dando conta pelo excesso de chuva. Enfim tudo deficiente. Mas, por que eu culpo a sociedade? Até dois anos passados, nós tínhamos uma
30 Fevereiro de 2019, O ECO
força de 11 associações da Ilha Grande, cujo grupo de trabalho encarava de frente à Prefeitura, com presença de Ministério público, algumas vezes até o Federal. Assim sendo se prensava as empresas responsáveis e a própria Prefeitura, com espetacular resultado positivo. Para o leitor ter ideia, nós prensamos a então AMPLA e foi obrigada a trocar os cabos submarinos e colocar um adicional. E assim discutíamos toda a desordem e se restabelecia a ordem de acordo com a sociedade. De dois anos para cá, a Prefeitura colocou-se como império absoluto e “comendo pelas beiradas” foi destruindo este grupo, que de certa forma se acomodou, isto deve ser dito, sob o manto de que nesta gestão não adiantaria
bater de frente e também pelo ganho fácil, que para alguns a desordem oferece. Fiz o que pude como jornal e como associação para manter viva esta discussão com a Prefeitura, ofereci até jantar em reunião como motivação. Mas de nada valeu! Só sobrevivendo neste barco, o Jornal, a OSIG e de certa forma a AMA, Associação de Moradores do Abraão. Mas reconheço, que não oferecerá resistência ao absolutismo da Prefeitura. Nós estamos em pleno caminho do fracasso do turismo na Ilha Grande. É lamentável assistir um local tão maravilhoso, reconhecido mundialmente, com uma biodiversidade incomparável, ao caminho do insucesso. Muitos empresários e moradores
- diretor de o eco jornal e osig
daqui, insatisfeitos pelo insucesso, já se manifestaram com opiniões de que a Prefeitura não gosta da Ilha, ela nos tem como concorrentes, porquanto se o lugar for destruído o continente lucrará. Bem, raciocinando pelo absurdo, até poderá ser possível, mas eu nunca vi um município querer destruir o ponto onde o faturamento é de substancial importância. Por outro lado, se observarmos o Brasil, quem não gostava dele (os maus políticos), o levou a destruição. Mas o assunto faz pelo menos o grilo cantar. Não faz?
LAMENTAÇÕES NO MURO
FESTIVAL DA MÚSICA DA ILHA GRANDE 2019 “Está ressuscitando de um sepulcro podre porque o crematório não funcionou. Se tivesse sido cremado, sua alma penada teria se purificado e jamais voltaria, mas, como não foi, está de volta nos atormentando em forma de fantasma e instalando como novidade, a cracolândia no lugar da alcunhada e famigerada Faixa de Gaza ”. Todos lembram da Faixa de Gaza, não é”? Pois é! Estará de volta! A COMUNIDADE SOFRE PROFUNDAS MARCAS DESTE CATASTRÓFICO FESTIVAL, POR TER SIDO DESCONTRUIDO PELO PRÓPRIO PODER PÚBLICO. Mas enfim o secretário quer o retorno e em ritmo de faraó, “ele manda fazer pelo absoluto poder”... será sustentável? Nada pior numa gestão pública que a queda de braço com a sociedade.
Este festival foi eliminado em reunião, quase audiência pública, pela sociedade (moradores) e trade turístico, sendo aceito o não mais realizar pela prefeitura. Esta decisão foi por unanimidade presente, e com a presença do saudoso Marcelo Russo, fundador do festival. O festival tornou-se nocivo à Ilha por trazer maus costumes, bebedeira, drogas e superlotação com quem não nos alinhamos. O Praça da igreja era denominada Faixa de Gaza, tal sua condição de desajuste. Hoje possivelmente será denominada de cracolândia pela progressiva evolução natural. Na gestão passada conseguimos evitá-lo, mas nesta gestão populista e desagregadora, já se tornou viável, a lamentável realização. São estes detalhes, nunca observados, que lavaram Angra ao desconforto em que se encontra. Tenho matérias não publicadas, porque me sinto
envergonhado por ser meu município. Os índices de homicídios, especialmente entre os jovens, proporcionalmente são os maiores do estado. O festival é feito para este público desajustado, por isso nos descontenta muito. Os primeiros festivais, foram excelentes, mas foram as sucessivas e consecutivas gestões populistas e com estes mesmos políticos atuais, que deterioraram os festivais. Consertar é muito mais difícil que construir de novo. Portanto este festival que foi execrado pela sociedade, deveria voltar ao sepulcro e assim permanecer. Dentro do conceito “goela a baixo”, a Prefeitura sem ouvir ninguém (ou apenas o público de seu interesse), traz o festival de volta em seu calendário de eventos. Acredito até que agora vai agradar ao grande número, pois já deterioraram a Ilha a tal ponto que uma grande massa irá gostar por já pertencer ao time da
desordem e visivelmente alinhada com a Prefeitura. A Ilha já se encharcou de gente com costumes não bem-vindos, gente que não ama a Ilha, verdadeiros mercenários do “ farinha pouca meu pirão primeiro”. Nosso Ilha poderia ter a fama de um “Porto Fino” ecológico, mas os dirigentes optaram por “Conceição de Jacareí em colapso de suporte”. O ordenamento nesta Ilha está há vários anos em ritmo de desordem e nós como sociedade civil organizada, sempre lutamos desesperadamente pelo ordenamento, mas sem êxito, por isso a maioria se calou. “Nossa esperança aponta para dias piores”. Os propósitos dos gestores, não se alinham com a sociedade do bem, e deste conflito surge a tão indesejada desordem, por formar “cabo de guerra por interesses”. Angra dos Reis (sede), serve como exemplo de um município que é produto da
desordem, criada por sucessivas gestões desastradas. “Anseios do povo, versos Prefeitura, deveria ter sido o lema”. Nossa sociedade na Ilha, está tão desapontada com a Prefeitura, que lamentavelmente já não se manifesta. Este jornal ainda resiste, mas, só para fazer jus à alcunha de teimoso. A Prefeitura prefere não ler, que vestir a carapuça de produtora da desordem. Eu sou cidadão angrense e vim morar em Angra por qualidade de vida, “hoje estou arrumando as malas para procurar outro mar”! Brevemente darei um até sempre ao Fernadinho. “O último calo da Prefeitura deixará de existir, para o bem da desordem”. Ah! Não me queiram mal, eu estou me expressando ouvindo moradores e trade turístico (do bem – aqueles que amam a ILHA), eles estão injuriados com vocês. N. Palma – p/OSIG (Organização para Sustentabilidade da Ilha Grande)
Fevereiro de 2019, O ECO 31
INTERESSANTE PITOSTO FIGHE - SÁTIRA NADA!..
QUANDO L’AMORE DIVENTA POESIA QUANDO O AMOR SE TORNA POESIA
* AGORA PIREI DE VERDADE – PITOSTO APAIXONADO! *
Io canto il mio amore per te Questa notte diventa poesia La mia voce sarà Una lacrima di nostalgia Non ti chiederò mai Perché da me sei andata via Per me è giusto Tutto quello che fai Io ti amo E gridarlo vorrei Ma la voce dell’anima Canta piano lo sai Io ti amo E gridarlo vorrei Ma stasera non posso Nemmeno parlare Perché piangerei Io canto la tristezza che è in me Questa notte sarà melodia Piango ancora per te Anche se ormai è una follia Non ti chiedo perché Adesso tu ...
Eu canto meu amor por você Esta noite se torna poesia A minha voz será Uma lágrima de nostalgia Não te perguntarei mais Porque de mim foi embora Para mim é certo Tudo aquilo que faz Eu te amo E gritar quero Mas a voz da alma Canta devagar tu sabes Eu te amo Gritá-lo queria Mas esta tarde não poço Nem menos falar Porque chorarei Eu canto a tristeza que existe em mim Nesta noite será canção Choro ainda por ti Mesmo se agora é uma loucura Não te pergunto porque Agora tu....não é mais minha...
DO JORNAL Galera, cadê as fãs do Pitosto, vamos socorrer o satírico! Coitado, pelo visto já é Wiking. A gatinha sumiu na escuridão e pelo visto ela se deu bem.
32 Fevereiro de 2019, O ECO
INTERESSANTE Gastronomia – Giuseppe Mangiatutto
COSTELÃO À MODA GAÚCHA É uma extravagante tendência na gastronomia, pelo seu tamanho, pelo tempo de assar e pelo sabor além dos pecados capitais. Na inauguração do Memorial dos Palma ela esteve presente no tom de acepipe principal. Para os
gordinhos uma foça, para os veganos uma decepção. Um gordinho deu uma resposta interessante ao vegano: pra que morrer cheio de saúde? Prefiro morrer bagaço. O gordinho comia que dava gosto de ver. Se tivesse mais bocas, ele as entupia todas! Só parou de comer na hora de ir embora, com bronca da
mãe e tudo! Mesmo assim levou um pedaço de costela e uma “pata de frango”(coxa e tudo) no bolso, além da boca cheia é claro. Ele se diz feliz, quando chamado pela alcunha de BOM APETITE. Ele mora em Brasília e pretende ser político para garantir a mesa farta até o dia em que virar bagaço! Hehehe!
Nota: o Mangiatutto mora em Saudade do Iguaçu, cria bois, sucuris, jacarés e peixes e tem um restaurante especializado em Costelão. Contudo não larga O Eco. É a segunda figura mais rara que conhecemos. Figuras raras são peculiares no Brasil, mas iguais a ele não são comuns.
Fevereiro de 2019, O ECO 33