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VIVER BEM
Índice
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Palavra do Especialista : 7
Psicologia à distância : 12
O ciclismo como estilo de vida : 17
Qual a importância do sono para a qualidade de vida?
O corpo e a mente trabalham sempre juntos.
Atividades físicas na pandemia? Ciclismo pode ser uma ótima ideia.
Novembro Azul na pandemia : 9
A nutrição é essencial : 13
Qual a importância do sono para a qualidade de vida?
Entenda a ligação entre a obesidade e covid-19.
Existe tamanha beleza na diversidade.
Reportagem Especial nº1 : 10
Educação Física on-line : 14
Viver bem com Turismo : 19
Pandemia sob controle. O equilíbrio é o segredo.
A exigência e a oportunidade de adequação às novas tecnologias
Viena, a melhor cidade para se viver no mundo.
Recurso da Telemedicina : 11
Festival de dança on-line : 15
Hora da diversão : 20
Fique por dentro de como funciona tal possibilidade.
Conheça a paixão pela dança de um simpático casal
Um espaços todo pensado para as crianças aqui na Viver Bem.
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Viver bem com Cultura : 18
VIVER BEM
Editorial
A revista, neste mês de Novembro visa reconhecer e pontuar a qualidade de vida, ocorridos na saúde e nas atividades físicas durante todo o período do isolamento. No início da pandemia as pessoas sentiram a necessidade de mudança por não poderem sair de casa, serão apresentados aspectos da telemedicina e sua importância em 2020, e se apenas tendo contato com seus pacientes virtualmente está sendo possível suprir todas as necessidades e sobre os cuidados que as pessoas começaram a ter com a saúde por meio das atividades físicas. Tem a importância de mostrar também sobre como as instituições de dança tem se reinventando com concursos online para continuar com a sua qualidade mesmo a distância e profissionais de diversas áreas, instituições públicas e privadas e outras diversificadas iniciativas
fortaleceram a ideia de que é preciso mudar hábitos para viver com mais qualidade. Outro ponto que vem mudando é que com o isolamento as pessoas têm procurado cuidar da alimentação e da saúde mental, tornando essencial trazer o ponto de vista dos profissionais de como estão lidando com uma nova adaptação profissional sobre o atendimento à distância. É também significativo trazer o ponto de vista dos professores, principalmente os de atividade física, pois é um tipo de disciplina que sempre foi feita presencialmente, e com a chegada da pandemia precisou se reinventar. Além de muitos ensinamentos sobre a parte da saúde e exercício físico, nosso editorial também conta melhorias na sua alimentação e a forma como tudo se conecta à saúde da mente, tratando-se de equilíbrio. Tenha uma boa leitura!
Expediente PUBLICAÇÃO FCN EDITORA REDAÇÃO E REVISÃO - Leticia Maria Godoy de Oliveira. - Letícia de Oliveira Santos. - Giuliana de Jesus Gentil. - Deividson Francisco da Silva. - Marciel Souza Santos. FOTOGRAFIAS - Leticia Maria Godoy de Oliveira. - Letícia de Oliveira Santos. - Giuliana de Jesus Gentil. - Deividson Francisco da Silva. DESIGN E DIAGRAMAÇÃO - Leticia Maria Godoy de Oliveira. - Letícia de Oliveira Santos. - Giuliana de Jesus Gentil. - Deividson Francisco da Silva. - Marciel Souza Santos. ORIENTADORES - Vaniele Barreiros da Silva. - Thiago Vasquez Molina. - Darwin Rodrigues Mota.
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VIVER BEM
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Estudo conclui que quem dorme mal perde alegria de viver. 06
Você se sente diferente quando dorme mal? Um novo estudo feito por pesquisadores e médicos da Universidade Columbia Britânica, no Canadá, concluiu que quem dorme mal durante a noite pode ter menos alegria para viver no dia seguinte. A pesquisa indica que pequenas alterações no sono já são suficientes para influenciar na saúde da pessoa caso não sejam tratadas e se tronem um problema crônico. A pesquisa considerou pessoas que vivem uma rotina de trabalho, deveres familiares e que estão em grandes centros urbanos sociais.
Segundo o estudo, dormir por períodos mais longos do que o usual pode levar as pessoas a ter percepções mais positivas no dia a dia e a ter melhor proteção contra os efeitos do estresse mesmo que tenham tido alguma outra noite mal dormida. Além disso, outros fatores foram considerados, como os hábitos noturnos, a partir das 18h e também os hábitos relacionados ao momento que as pessoas acordavam. A pesquisa ajudou os médicos a tirarem conclusões mais objetivas a respeito da boa qualidade do sono e da falta dele
VIVER BEM
Palavra do Especialista Elaine Ribeiro Neurologista - Especialista em sono Tenha cuidado com os estímulos de luz. Procure preparar o ambiente evitando fontes de luz, ruídos, celular na cama, televisor e computador. Evite comer e trabalhar no quarto. Não deixe que a luz externa ou luzes led de aparelhos eletrônicos fiquem ali o tempo todo. Um quarto deve ser totalmente escuro, se possível.
Explicação: A explicação é técnica e simples: a melatonina produzida por nosso organismo só é gerada no sono da noite em ambiente escuro. Estudos comprovaram que luzes externas que entram no quarto atrapalham esse processo. A falta de sono pode causar, além do conhecido cansaço no dia seguinte, fadiga, irritabilidade e lapsos de memória. A principal manifestação dos problemas crônicos é a sonolência diurna exagerada, passando até por alterações do humor, da memória e das capacidades mentais, como aprendizado, raciocínio, atenção e pensamento. Um sinal que também merece atenção é ronco. Popularmente interpretado como sinal de que o indivíduo dorme bem, ele mostra justamente o contrário. Quem ronca está esforçando sua musculatura res-
piratória para além de seus limites, e está sobrecarregando o coração de trabalho. Ao longo do tempo o indivíduo que ronca pode ficar hipertenso e/ou apresentar infarto do miocárdio ou derrame cerebral. Já a insônia é a dificuldade de iniciar o sono, mantê-lo continuamente durante a noite ou o despertar antes do horário desejado. Estes episódios de insônia, se relacionados a outros fatores, são bastante individualizados, por exemplo: expectativas diversas (viagem, compromissos, reuniões, prova, etc.), ou ainda, algum problema clínico, ou problemas emocionais passageiros ou não e excitação associada a certos eventos. Mas pode vir a se tornar crônica e provocar muito sofrimento a quem sofre ao longo dos anos.
O que fazer? Antes de tudo é preciso cuidado com os estímulos! O indicado é dormir de 6 a 8 horas por dia, sem interrupções. Para conseguir um sono de qualidade, pequenos hábitos podem ajudar muito: • Ter um ambiente apropriado para o sono. Observe se a iluminação, temperatura, colchão e travesseiros estão adequados. • O ideal é chegar em casa pelo menos três horas antes do horário de dormir e deixar bem claro para você mesmo que seu dia de trabalho acabou pelo menos duas horas antes de dormir. • Não se deve ir para a cama sem sono ou usar a cama para planejar o dia seguinte, ler, assistir TV. • Fazer refeições leves à noite. O indicado é que a última refeição seja duas horas antes de dormir. • Horários regulares também colaboram para um bom sono, tente dormir e acordar nos mesmos horários. • Mesmo que seja difícil, evite pensar nos problemas e tensões do dia-a-dia e relaxar. Bons sonhos!
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VIVER BEM
Novembro Azul na Pandemia A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico). Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal. Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de
próstata, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom transretal. A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão da mesma. O exame de toque retal e de PSA, são os principais meios para detectar a doença precocemente, quando as chances de cura são maiores e os tratamentos, menos invasivos.
Converse sempre com seu urologista sobre o tema, tirando dúvidas, medos e superando os preconceitos. Aliás, vale sempre dizer que em questão de saúde todo e qualquer preconceito deve ser excluido. No meio masculino as questões de saúde são ainda muito marcadas pelo maxismo ou pela ignorância dos riscos e as consequências podem ser bem sérias. Mas, felizmente também, é perceptível que esta realidade já começa a melhorar. Campanhas publicitárias e de saúde voltadas para a temática da prevencção do câncer de próstata já mostram bons resultados. Mudança de atitude que pode salvar vidas.
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VIVER BEM
Reportagem Especial Pandemia sob controle Cuidados com a qualidade de vida se tornam aliados contra a Covid-19
Foto: Leticia Godoy
O cenário de reclusão trouxe vários desafios para os cidadãos do mundo todo, gerando forte necessidade de inovação e adaptação em diversos âmbitos, desde o lazer às consultas médicas, através do recurso da telemedicina. De fato, o "mundo virtual" foi a escapatória para diversos profissionais como psicólogos, nutricionistas, de Educação Física, e muitos outros. É verdade que antes da pandemia o ritmo frenético das grandes cidades e o estresse causado pelas tensões em vários contextos sociais já despertava uma preocupação crescente. Apesar de tudo isso afetar a saúde da população, o medo por
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conta de todos os riscos da Covid-19 acentuou a necessidade de cuidados em muitos que já se cuidavam e trouxe urgência desta necessidade em outros. Para se ter ideia, no início da pandemia no Brasil, em março deste ano, o número de buscas no Google com a expressão “treino em casa” cresceu 45% com relação ao mês anterior, fevereiro. De lá para cá tudo isso se intensificou e, apesar do longo período de pandemia que se instalou ter mostrado também que nem todos continuaram com as atividades físicas, o patamar atual, em comparação com antes da pandemia, se manteve bem mais elevado entre os brasileiros.
Saúde para o corpo, mente e espírito As possibilidades de cuidar da própria saúde neste tempo de pandemia são inúmeras. Sem a necessidade de entrar em uma “neurose” pela busca da perfeição, pode-se investir em hábitos mais saudáveis na alimentação, em atividades físicas, na saúde emocional, atividades culturais e de lazer e até mesmo na espiritualidade. Aplicativos, sites especializados, playlists em variedade e forte criatividade proporcionam às pessoas possibilidades que antes da pandemia eram deixadas de lado por muitos, de certa forma.
VIVER BEM
Telemedicina Por Deividson Francisco
Foto: Deividson Francisco
Uma das novidades que surgiram neste tempo de pandemia foi a LEI Nº 13.989, que autoriza a prática da telemedicina para todas as áreas da saúde enquanto durar a crise ocasionada pela epidemia do novo coronavírus. Esta lei foi aprovada e sancionada pelo Presidente Jair Bolsonaro em 16 de abril e estará em vigor, como a própria lei determina, pelo menos até o fim da crise pandêmica. O casal André Gomes (37, Administrador) e Jeisiany Silva (39, Educadora) optaram por continuar o acompanhamento médico do filho, Pedro Silva Gomes (1 ano), com o recurso da telemedicina. Antes da pandemia, Pedro fazia um tratamento homeopático e as consultas online foram a solução oportuna para a continuidade deste tratamento. André conta que “foi de grande cuidado para com os pacientes essa opção que foi dada, uma vez que, diante da pandemia, não era indicado o deslocamento até o consultório, com o risco de se expor ao vírus.”
A família relata que a experiência da telemedicina teve a mesma eficácia e se sentiram bem atendidos apesar de ter sido intermediada por uma tela de computador. “Nós não tivemos dificuldades, muito pelo contrário, grande benefício: não exposição ao vírus e não ter que se deslocar. Prático e eficaz." Jolina Pedreira (48, missionária) sofre de distrofia muscular genética degenerativa, uma grave enfermidade e que necessita de muitos cuidados em diversas áreas da medicina. Ela mora e faz tratamento em Brasília -DF e, por conta da pandemia, teve restrições significativas para a continuidade do tratamento.
Foto: Arquivo pessoal
“Basta ter um bom sinal de internet e está tudo ok.”
A missionária conta que sua experiência tem sido muito tranquila e que “basta ter um bom sinal de internet e está tudo ok.” Os maiores benefícios para ela são o de não ter de sair de casa para consultas, há ainda a necessidade de sair para exames mais específicos, e ainda de ter profissionais que dão atendimento particularizado para ela, como fisioterapeutas, os pedagogos, nutricionistas, além dos médicos que a acompanham. A telemedicina para Jolina foi uma solução imprescindível, “tem uma equipe multidisciplinar que cuida de mim, preciso ser acompanhada por vários especialistas, então, quase que mensalmente tenho atendimento médico on-line”. É possível dizer que a prática da telemedicina hoje deu um salto surpreendente. Os dados compilados pela revista Exame em agosto deste ano junto às empresas que oferecem o recurso de telemedicina revelaram que o país já havia realizado cerca de 1,7 milhões de atendimentos remostos. Evidentemente, todo este aumento está relacionado às necessidades que a pandemia de Covid-19 trouxe e também à Lei que liberou esta prática médica. A tendência é que, mesmo após o fim da pandemia, a telemedicina continue a crescer a aprimorarse, mas ainda é cedo para se ter certezas. O tempo dirá.
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Psicologia à distância Por Leticia Godoy
Isolamento, perda de pessoas queridas, entre outros fatores envolvidos com o cenário pandêmico colaboraram para que os atendimentos psicológicos através da internet também ganhassem mais espaço, apesar de possíveis receios. Os registros do Conselho Federal de Psicologia
(CFP) mostraram como a procura aumentou em todo o país, com quase 52 mil novos pedidos para que psicólogos trabalhem nas plataformas on-line. Até fevereiro de 2020, contava com um total de 30.677. No entanto, privacidade, por exemplo, é uma preocupação comum no âmbito
Foto: Arquivo Pessoal
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em questão. Gabriela Reis, jovem do Rio de Janeiro, relatou ter realizado duas sessões de psicoterapia virtual, mas que seus receios “falaram mais alto” e ela decidiu não insistir. Por outro lado, Thaysa Duarte, residente de Cachoeira Paulista, compartilhou que sua preferência permanece sendo as consultas presenciais, mas ela manteria esse formato de tratamento virtual, pois acabou se adaptando, apesar de suas várias apreensões nessa situação. Alguns dos pacientes de Francisco Medeiros, psicólogo de Guaratinguetá, optaram por realizar a chamada para o atendimento de dentro de seus carros, entre outras alternativas, visando uma consulta de mais qualidade. Uma recomendação do psicólogo foi o uso de fones de ouvido para ajudar a não precisar falar tão alto. Além disso, de acordo com ele, utilizar plataformas reconhecidas, com criptografia, podem trazer maior segurança. Francisco relata a evolução dos pacientes, “Ao longo da terapia, a questão do ‘on-line’ deixa de ser uma questão. Se trata de costume, como na presencial, a gente não é acostumado a chegar num lugar e falar de nós mesmos”. Em tempos de pandemia, ele reforça: "Procure um bom profissional e experimente!”. É importante cuidar da mente, pois a mesma afeta diversas áreas da vida.
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Nutrição em casa Por Leticia Godoy
Ficou notório o descuido com a alimentação, principalmente no início da pandemia. A falta de conhecimento sobre a crise que estava se instaurando trouxe, para muitos, a sensação de férias com a família em casa, acompanhadas de refeições nada saudáveis. O ritmo de todo esse cenário levantou de forma mais contundente os riscos da obesidade, que é uma grave doença crônica, diretamente ligada à epidemia da saúde mental.Cintia Cercato, diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) abordou a relação entre covid-19 e a obesidade dizendo que as pessoas obesas apresentam mais riscos, em contato com o vírus, porque têm mais chances de desenvolver doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, problema cardiovascular, dentre outros. Além disso, a condição traz impacto à respiração, pois compromete o trabalho dos pulmões. Pode-se concluir que qualquer problema de saúde se agrava com a obesidade.Dessa maneira, é essencial manter uma alimentação regrada. A nutricionista Cláudia Goes indica que os alimentos que serão consumidos passem por um fracionamento, pois para que haja uma boa alimentação é preciso que haja uma eficiente organização, com isso pode-se
evitar a temida fome emocional. Cláudia diz que é simples diferenciar a mesma da fome física, “na fome emocional você fica procurando algo pra comer que nem você sabe o que é”, e geralmente as pessoas sentem vontade e desejo de alimentos nada saudáveis, enchendo os lixos de suas casas de cada vez mais embalagens e menos de cascas. A queixa mais famosa é a
falta de tempo para adotar hábitos alimentares sadios para a saúde. A recomendação é: “facilite a vida”. Ao comprar frutas, legumes, o ideal é que já seja feita toda a higienização, e que no fracionamento já fiquem preparadas, por exemplo, frutas descascadas e cortadas em potes. Praticidade pode ser o fator decisivo entre boas ou más escolhas na alimentação.
Precisamos oferecer vitamina C, Zinco e probióticos para deixar o organismo mais forte e melhorar a imunidade. A nutricionista recomendou o Shot matinal para tomar em jejum:
foto: Deividson Francisco
✅ 60 ml de água com 1/2 limão ✅ 1 colher de chá de açafrão (por sua ação antiinflamatória) ✅ 1 pitada de pimenta do reino (para melhorar absorção do açafrão). ✅ Misture bem e beba diariamente. Depois de 30/40 minutos, tomar o café da manhã .
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Educação Física na Pandemia Por Giuliana Gentil
Veja como estão sendo as aulas remotas
Foto: Arquivo Pessoal
Com as aulas a distância em tempos de quarentena, acabaram trazendo desafios para os alunos e também para os professores. Com a pandemia tiveram que mudar a rotina drasticamente para se adaptarem ao novo modo de ensino. Em Cachoeira Paulista as aulas estão suspensas, e só tendo aulas online, o que tem gerado um certo desafio a todos, dificuldade com internet, câmera, equipamentos, ou até falta do contato pessoalmente com o professor. Paulo Carvalho, professor de Educação Física, conta que, com as aulas online os alunos acabam não ligando a câmera em aula ao vivo, em alguns casos o aluno acaba realmente não tendo a câmera. E com esse problema, a direção e Paulo deliberaram por priorizar a
parte teórica da Educação Física, ajudando a passar o conhecimento aos alunos. Ele conta que em sua casa, precisou adaptar-se para que pudesse gravar a parte da explicação e colocar junto com a atividade da semana, além das aulas ao vivo. E com todas as mudanças, está tendo dificuldades com relação aos horários, em dividir as partes da casa e do trabalho, também por conta da sua filha, com as aulas online. Há dificuldades, mas está administrando tudo.
Foto: Arquivo Pessoal
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com a atividade da semana, e também as aulas ao vivo. E com todas as mudanças, está tendo dificuldades em questão dos horários, em dividir as partes da casa e do trabalho, e também por conta da sua filha, que com as aulas online, foi difícil e está administrando. Tendo que dar aula uma vez por semana para cada turma, o método que ele utiliza é por meio de atividades teóricas, perguntas e respostas, resumo sobre algum esporte, ou qualidade de vida, e em alguns casos pediu para seus alunos gravarem exercícios e mandassem por uma plataforma, e-mail ou em alguns casos WhatsApp para alunos que não conseguissem mandar. As aulas online trouxeram um lado bom para Paulo, ele conta que está conseguindo passar para seus alunos sobre a qualidade de vida, saúde, através dos exercícios físicos. E com isso seus alunos responderam bem ao seu método, interagindo e respondendo com maturidade, conta que com uma sala ele falou sobre “O direito do lazer do cidadão”. Conta que alguns alunos que estavam nas aulas práticas inibidos mas que nas aulas online participaram bastante. Paulo conta que gostaria de manter esse método online como um auxiliar, seria muito interessante.
VIVER BEM
Festival de dança on-line Por Deividson Francisco
Quando as professoras Beatriz Gaiozo, 41, Professora de dança em Cachoeira Paulista-SP e sua colega de trabalho, Ana Carolina Oliveira, 37, Professora de dança rítmica, tiveram a ideia de promover um concurso de dança on-line para crianças da escola onde trabalhavam, não poderiam imaginar que a ideia daria tão certo e até alcançaria outras pessoas além de suas alunas. Beatriz gravava as aulas e enviava para as alunas que, em casa, deveriam fazer os exercícios. Contudo, ela percebia um certo desânimo das alunas em realizar os exercícios somente em casa. Surgiu, então, a ideia de um festival de dança online para tentar animar as alunas e envolver os familiares das crianças. Ana Carolina também aderiu a ideia e as duas juntas organizaram o projeto que deu muito certo. Elas contam que foram surpreendidas ao verem a grande participação das alunas e interação dos pais e familiares. O Festival era para crianças a partir dos 3 anos - balé baby - e para os adultos havia a possibilidade da dança contemporânea. Beatriz explica que “foi feito um site para que tivessem acesso à ficha de inscrição e as regras do Festival. "Tentamos simplificar ao máximo, no que diz respeito ao uso de tecnologias, gravação, envio de vídeos, essas coisas... e, deu tudo certo. Todos se adaptaram bem."
Foto: Leticia Godoy
No Festival havia as modalidades Ballet clássico/neoclássico, Jazz contemporâneo e Estilo livre. dividiu-se em categorias que foram do Baby, a partir de 3 anos, até o sênior acima dos 18 anos. Os participantes teriam um prazo de um mês para fazer uma coreografia, ensaiar, produzir os vídeos e enviar por email. Foram 45 inscritos no festival de dança online. "Foi surpreendente - elas contam - ver a participação de adultos no festival e até um casal idoso que participou vivamente do evento e se adaptou à necessidade de utilização das tecnologias." O mais importante, ressaltado pelas organizadoras do festival, foi ver a participação de toda a família na atividade.
A Professora Ana Carolina conta que as mães se envolviam, davam dicas e instruções para as filhas, também os pais ajudavam nas gravações e incentivavam. "Foi uma experiência que ultrapassou até mesmo o alcance das aulas presenciais.” Normalmente a participação dos pais era bem reduzida, como levar as filhas para as aulas de balé e depois buscá-las, às vezes ficavam para assistir algum treino ou quando tinha alguma apresentação, mas tudo como expectadores. Agora, através do festival, puderam se envolver muito mais. A atividade que antes era limitada a um espaço físico chegara agora à outros lugares, para outros públicos e outras plateias.
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A dança nos ajudou... Por Deividson Francisco
O Sr Nilson Gonçalves é aposentado e tem 61 anos, sua esposa, Nazaré Gonçalves é do lar e tem 69, moradores da cidade de Cruzeiro, interior do estado de São Paulo, ambos tinham uma rotina diária bem movimentada pois sempre consideraram que a idade mais avançada exigia uma vida com mais qualidade. Cuidavam muito bem da alimentação, da prevenção e acompanhamento clínico e, principalmente, investiam bastante tempo em atividades físicas e lúdicas. Das atividades que mais gostavam de fazer, a dança era a preferida, dança de salão, especialmente. O Sr Nilson conta que vê a esposa muito feliz quando está em uma dança, seja em grupos seja em danças individuais, “ela gosta muito, se sente bem e sempre está sorrindo quando está dançando…”. E a Dona Nazaré enche de elogios o Sr Nilson. Diz que ele é dançarino de primeira em qualquer estilo, “o Nilson gosta muito de dançar, dança até melhor que eu. Participa do grupo de roda de samba e de várias atividades musicais.” Mas, então, veio a pandemia de Covid-19, e essa rotina agitada e cheia de vida foi colocada à prova. Dona Nazaré conta, ainda com um pouco de tensão, como foi: "O começo desta pandemia foi assustador... a restrição da convivência com os familiares e amigos, a ansiedade e o medo."
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O rígido controle com tudo e todos que entravam em nossa casa. Mas com muitas orações e fé, fomos vivendo.” Os dias foram passando e as tensões começaram a gerar ansiedade, solidão e tristeza. E o pior é que as expectativas de que a pandemia e as restrições acabariam logo foram se estendendo, se estendendo… Foi então que a dança surgiu novamente na vida do Sr Nilson e da Dona Nazaré como um alívio, um antídoto para a tensão e as aflições do isolamento.
Foto: arquivo pessoal
Dona Nazaré conta emocionada que a história do casal com a dança começou justamente num momento difícil da vida deles. Seu esposo tinha se aposentado e, justo neste momento, descobriu um problema na tireóide e, em consequência desse problema, desenvolveu uma depressão. Ela ajudava a própria mãe, que já era bem idosa, acompanhando-a em
atividades e grupos da terceira idade que incluíam música, dança, esportes e diversas atividades voltada aos idosos. Resolveu levar o marido para que ele conhecesse o local e as atividades. Foi ali que começou a mudança. “Eu estava preocupada com a depressão do Nilson, e a boa surpresa foi que ele logo se entrosou lá. Conheceu muitas pessoas, fez amigos e participou de tudo. Começou aí, a nossa paixão paixão pela dança. Tínha quadrilha caipira, fanfarra, passeios e viagens. Trocas de experiências, apresentações e muitas alegrias.” E a dança ressurgiu como uma aliada para enfrentar os tempos difíceis da pandemia. “Nunca imaginávamos - conta o Sr Nilson - gravar uma apresentação de dança flamenca para participar de um festival”. Já tinham sido gravados, é claro, em outras apresentações, mas agora era diferente. Teriam que se adaptar ainda mais às tecnologias e tiraram isso “de letra”. Ensaios da coreografia, ajustes das roupas, o cenário improvisado em casa, tudo feito com dedicação e com muita alegria. “Agradecemos aos nossos amigos professores que nos ajudaram e nos incentivaram para vivermos essa experiência que nos fez tão bem.” E o simpático casal já faz questão de deixar bem claro: "Se tiver dança e alegria pode nos chamar que vamos participar na hora"
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O ciclismo como estilo de vida e atividade física Por Letícia Garcia
O ciclismo tomou uma grande popularidade durante a pandemia, trazendo para a vida de muitos como estilo de vida. A OMS e a saúde Brasil divulgaram notas esclarecendo que a atividade física é fundamental durante o processo que o mundo está passando que é o coronavírus, pois além de trazer benefícios para saúde física, ajuda também na saúde mental, já que muitas pessoas se encontram em situação de isolamento domiciliar. Esclarecem que o sedentarismo nessa época pode prejudicar, e mesmo aqueles que são do grupo de risco devem procurar se exercitar em casa. A personal Mayara Farias disse que é importante se exercitar, pois o sedentarismo só traz problemas à saúde “leva ao cansaço rápido, a falta de vontade de se exercitar até mesmo uma caminhada ao mercado, e o sono desregulado” diz Mayra. Ela acredita que o ciclismo foi muito procurado, por ser uma ação dentro do cotidiano de muitos, para ir ao serviço, mercados, ou apenas passear pela cidade. “E juntar o útil ao agradável quem não gosta?!” disse ela. Então ela vê que o ciclismo veio até para ajudar aos que não gostam de correr, caminhar, ou ficar preso a séries de exercícios, “você pode tentar se juntar a amigos com afinidades,
vontades e pedalar até uma cachoeira. Atividades ao ar livre sempre são uma boa pedida” sugere Mayra. Conclui que com a pandemia sendo necessário se proteger a prática de exercícios ao ar livre é uma fonte de melhoria, já que muitos são grupo de risco e outros têm receio de ir a academias e ambientes que contêm muitas pessoas. Cíntia Vital (ciclista), antes da pandemia ela fazia crossfit, entretanto o emagrecimento excessivo trouxe a vontade de procurar outra atividade física que mexesse menos com a massa corporal, se encontrando no ciclismo, pois trouxe benefícios para sua saúde mental e física,
Foto: Letícia García
fazendo com que o esporte se tornasse um lazer e um estilo de vida na sua rotina. Além disso, o ciclismo ajudou na melhoria do seu sistema imunológico na pandemia, e a deixou mais ativa em seu dia a dia. No início do covid foi muito criticada até desmotivada pela própria família, mas além de não ter desistido, trouxe para a vida de todos os seus familiares a rotina. “O ciclismo para mim se tornou um estilo de vida, eu comecei achando que eu iria me exercitar e isso realmente acontece, mas existe uma magia dentro do ciclismo que se tornou essencial” completou Cintia. Para ela o ciclismo é como uma “oxigenação para mente”, torna as pessoas mais atentas e leves. Cíntia vê os equipamentos como fundamentais para o ciclismo,em sua opinião é que de início o mais importante é comprar os equipamentos e uma boa bicicleta, pois eles protegem melhor do impacto,e que as roupas devem ser com o tempo. Diz que aprendeu muito como: andar no mesmo fluxo do carro, mesmo que não seja pelas ciclovias, fazer sinalizações para que os veículos possam enxergála e saber qual será seu direcionamento e principalmente que a bicicleta ela não é aqui no Brasil considerada, mas que em outros países ela é um veículo.
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Cultura Cultura é um conceito amplo que representaria certos conjuntos de tradições, crenças e costumes de determinado grupo social. Ela é repassada sempre através da comunicação ou imitação às gerações seguintes. Dessa forma, a cultura representa o patrimônio socialxxx de um grupo sendo O sentido de cultura é amplo. O que nos interessa aqui é saber que a cultura corresponde a um conjunto de hábitos, crenças e conhecimentos de um povo ou um determinado grupo artístico (literário, dramatúrgico, musical, derivado das artes plásticas etc.) que cultiva, de algum modo, um padrão estético semelhante. Não necessariamente assim, mas pode ser que isto se torne casualidades.
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Vale lembrar oooque nenhuma cultura deve ser considerada superior à outra.xxxxxxxxx kkkkk grupo social. Ela é repassada através da comunicação ou imitação às gerações seguintes. Em virtude da variedade de significados para essa palavra derivada do latim que deu origem tanto a expressões de cuidado e cultivo quanto a expressões que designam alguns dos conjuntos de conhecimentos de hábitos de determinadas sociedades, é difícil realizarrem os seus esgotamentos conceituais. Podemos designar, com a palavra cultura, o cultivo de vegetais (a cultura de tomates ou o cultivo de tomates), o cultivo desse novo conhecimento humano será construído racionalmente.
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T u r i s mo Pelo 10º ano consecutivo, Viena é eleita a melhor cidade do mundo
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Viena e a suíça Zurique continuam firmes na primeira e segunda colocações, com as cidades seguintes alternando posições entre si. Há uma grande diferença entre transitar entre os edifícios históricos e palácios de uma grande cidade europeia e visitar Viena. Na capital austríaca, o passado está vivo. Anualmente, celebram-se mais de 150 bailes de gala na capital austríaca, uma tradição que data da época dos Habsburgo, que abriram os salões imperiais aos habitantes da cidade. A histórica alfaiataria que fabricava algumas das casacas do império ainda está em atividade sob a tutela da mesma família. As lojinhas dos produtores das luminárias de cristal e pratarias de outrora, também. A Staatsoper, a magnífica casa de ópera, continua frequentada massivamente pelos vienenses, que desde cedo acostumam seus ouvidos aos acordes de Mozart, Schubert, Strauss e Haydn, velhos conhecidos daquele que é um dos teatros mais célebres do mundo. A Áustria é um país muito agradável para se conhecer com carro. As estradas são bem mantidas, há bons serviços rodoviários e não é difícil estacionar. Você só deve checar com seu hotel os melhores meios de aproveitar as atrações.
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Hora da diversรฃo Encontre todas as frutas nesse delicioso caรงa-palavras
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