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A moda em bom tamanho Jornalista Regina Monteiro fala do espaço que leva o seu nome, especializado em roupas acima dos tamanhos convencionais para mulheres. “A minha proposta é ter um espaço de moda diferenciado e personalizado, que respeite a mulher, em qualquer idade”, define ela
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Santo
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Contra FATO não há argumentos es.fato@terra.com.br | www.jornalfato.com.br
R$ 1,00 - Ano 11 - Edição 3165
CACHOEIRO
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Cachoeiro de Itapemirim - ES | Quarta-Feira | 31 de Dezembro de 2014 Valor da passagem de ônibus urbano sobe para R$ 2,65 amanhã e a conta de água, quase 9%, em fevereiro – aumentos se aproximam do índice de reajuste do salário mínimo
Ano novo chega com aumento nas tarifas
Arquivo FATO
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Alcélio Monteiro
Itabira incendiado por raio 07
DESPEDIDA DE COLA
LEI DO SILÊNCIO Arquivo FATO
Som alto é proibido no litoral sul
COMUNICADO Arquivo FATO
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Deputado deixa recursos para região
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Devido ao feriado de Ano Novo, o jornal Espírito Santo de FATO volta a circular terça-feira, dia 6 de janeiro. A Direção
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economia
consumo
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Quando o assunto é material escolar, o ideal é não deixar para fazer no início do ano letivo
Procon dá dicas para evitar
erros comuns na volta às aulas
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MAIS DINHEIRO
Novo salário mínimo passa a valer a partir de amanhã O governo federal editou decreto para regulamentar a Lei nº 12.382, de 25 de fevereiro de 2011, que dispõe sobre o valor do salário mínimo. Segundo a norma, a partir de amanhã, o salário mínimo passa de R$ 724,00 para R$ 788,00. De acordo com o decreto, o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 26,27, e a hora trabalhada custará ao empregador R$ 3,58. O
decreto está publicado no Diário Oficial da União, e a nova remuneração representa uma alta de 8,84% em relação ao valor praticado atualmente. O valor do salário mínimo é calculado com base no percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano retrasado, mais a reposição da inflação do ano anterior pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Divulgação
Orientação é não deixar a compra do material escolar para a última hora
Janeiro é mês de férias e de preparar a volta às aulas. Mas, antes de cair na tentação de resolver tudo com pressa, é bom ficar atento para evitar sete dos mais comuns erros de quem não tem tanta experiência com o
assunto. Segundo o coordenador do às dicas do Procon de Cachoeiro de Itapemirim, Rogério Athayde, muitas decisões tomadas nessa época vão impactar a vida de toda a família ao longo do ano.
Quando o assunto é material escolar, o ideal é não deixar para fazer no início do ano letivo. “Perto da volta às aulas, há uma demanda maior, o que faz também com que as marcas de produtos mais baratos
se esgotem rapidamente. Dessa maneira, o consumidor que deixar as compras para a última hora, provavelmente terá que optar por produtos com o preço mais elevado”, afirma o coordenador Athayde.
Sete erros na hora de preparar a volta às aulas Levar as crianças às compras de material - Produtos com personagens, logotipos e acessórios licenciados, os favoritos de crianças e adolescentes, geralmente são mais caros. Deixá-los em casa pode ser uma boa pedida nessa hora. Não pesquisar os preços do material escolar - Algumas lojas concedem descontos para compras em grandes quantidades, portanto, sempre que possível, reúna um grupo de consumidores e discuta sobre essa possibilidade com os estabelecimentos. Se não for possível, pesquise. As diferenças podem ser grandes. Comprar material em ambulantes – Apesar dos preços mais baixos,
o comércio informal não fornece nota fiscal, o que pode dificultar a troca ou assistência do produto se houver necessidade. Contratar transporte escolar irregular - Na hora de contratar o transporte escolar é preciso prestar muita atenção para garantir o bem estar de filhos e pais. É necessário firmar o contrato de prestação de serviço e constar por escrito tudo o que for combinado entre as partes, principalmente a identificação e o telefone, bem como as condições gerais do contrato como o período de vigência, valor da mensalidade, percentual de multa e encargos por atraso no pagamento. O veículo e o motorista devem ser credenciados na prefeitura
e a autorização do Detran deve ser afixada na parte interna do veículo. Não ler embalagens de materiais escolares - colas, tintas, pincéis atômicos, fitas adesivas, entre outros devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor; Não ler o contrato de matrícula - Ao firmar o contrato de prestação de serviço, é preciso fazer constar, por escrito, tudo o que for combinado entre as partes, principalmente a identificação e o telefone, bem como as condições gerais, como período de
vigência; horário e endereço de saída e chegada; valor da mensalidade; data e forma de pagamento; índice e forma de reajuste; percentual de multa e encargos por atraso no pagamento e condições para rescisão antecipada. Em caso de cancelamento do contrato, o pedido deve ser feito por escrito, com cópia protocolada. Pagar pelo uso de material coletivo - As escolas não podem solicitar a compra de materiais de uso coletivo, tais como material de higiene e limpeza ou taxas para suprir despesas com água, luz e telefone. Nem exigir a aquisição de produtos de marca específica; determinar a loja ou livraria onde o material deve ser comprado.
Salário mínimo será de R$ 788,00
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geral
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O aumento superior a 8% vale para as linhas urbanas e distritais do município
Passagem mais cara a partir de amanhã O cachoeirense vai começar o ano pagando mais caro pela passagem do transporte coletivo urbano e distrital. O preço sobe dos atuais R$ 2,45 para R$ 2,65 e o reajuste, autorizado pelo Conselho Municipal de Transportes e Tarifas, passa a valer a partir de amanhã. O economista da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Cachoeiro (Agersa) e integrante do Conselho Tarifário, Yuri Gagarin Sabino, explicou que o aumento teve como base de cálculo o reajuste fora de época, em decorrência de decisão do Tribunal de Justiça que determinou a cobrança dos atuais valores enquanto a concessionária pedia um índice superior, o reajuste dos funcionários por ocasião do dissídio coletivo, o índice de Preços ao Consumidor (IPC) entre setembro a
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dezembro e a projeção inflacionária para 2015. “Com esses números, além dos aumentos previstos para o óleo diesel e insumos, o Conselho chegou ao índice de 8,16% e os preços serão mantidos durante o ano”, frisou. Reajuste na Justiça No início de 2014, a agência que regula o transporte público no município - Agersa - determinou que neste ano não haveria aumento no valor da tarifa. Porém, a empresa Flecha Branca entrou na Justiça para conseguir o reajuste e o pedido foi aceito pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo, no início de julho. Na ocasião, o Consórcio Cachoeiro Integrado, que reúne as empresas que fazem o transporte coletivo urbano da cidade, explicou que o reajuste
Conselho tarifário de Cachoeiro aprovou reajuste das tarifas do transporte coletivo, que passam dos atuais R$ 2,45 para R$ 2,65
foi baseado em estudo e perícia técnica para garantir a manutenção dos
serviços, que estavam há mais de um ano e meio sem aumento. Ele também
alegou que os custos operacionais nesse período aumentaram, principal-
mente com o óleo diesel, peças, pneus e salários dos funcionários.
AUMENTO
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Conta de água também vai subir Wanderson Amorim
O aumento do salário mínimo começa a vigorar a partir de amanhã. E, junto com ele, chega a notícia do incremento dos preços de produtos e serviços, como de costume. É o caso da conta de água, que sofre reajuste de 8,82% a partir de fevereiro, atingindo o bolso da população em março. A medida foi tomada na manhã de segunda-feira (29), em reunião do Conselho Municipal de Saneamento (Comusa), presidido pelo prefeito Carlos Casteglione (PT), com a participação de membros da sociedade civil organizada. De acordo com o ouvidor da agência reguladora de Cachoeiro de Itapemirim (Agersa), Rogério Ribeiro, o aumento acordado pelo Comusa representa 6,32% de reajuste e 2,5%
de aditivo – tendo como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O reajuste é previsto no contrato de concessão e garante a continuidade do atual ciclo de R$ 65 milhões de investimentos da Odebrecht Ambiental em Cachoeiro, cidade que hoje tem, conforme dados da concessionária, mais de 99,5% dos imóveis com abastecimento de água e mais de 95% com esgotamento sanitário, além da continuidade da modernização e ampliação desses serviços públicos. No município, cerca de 50% da população paga atualmente R$ 37,40 por mês pelo consumo mínimo de água. O valor dá direito ao cliente consumir até 10 mil litros mensalmente. Com o reajuste, a conta de água ficará R$ 3,30 mais cara, ou seja, o consumidor que gasta o míni-
mo terá que pagar por mês à Odebrecht Ambiental a quantia de R$ 40,70. O valor do reajuste na conta de água será publicado no Diário Oficial de Cachoeiro na próxima segunda-feira (5). Investimentos Na assembleia do Comusa foi apresentado o programa de investimento da Odebrecht Ambiental para 2015, com valor anual de R$ 15 milhões para ampliação e modernização dos serviços de água e esgoto do município de Cachoeiro de Itapemirim, incluindo distritos. Também foi confirmado o compromisso da concessionária com a realização de novos projetos socioambientais, inclusive, a segunda etapa do Programa de Revitalização dos Córregos, que em 2014 contemplou os mananciais Amarelo e Cobiça, que cortam 10 bairros da cidade.
Consumo mínimo passa a custar R$ 40,70
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opinião
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Lembranças do Natal Marcelo S. Schwan
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Quando crianças, meus irmãos e eu íamos ao Alegre duas vezes ao ano para passarmos uma temporada, como se dizia antigamente. No meio do ano, durante as férias de julho – numa época em que realmente havia férias no meio do ano para os estudantes – e mais à frente, para o Natal, quando a estada durava menos, cerca de cinco dias. Além desses períodos mais longos, também retornávamos à terra de meus pais para a Páscoa, dia das mães e dos pais, aniversário dos avós, festa da cidade. Em todas essas situações ficávamos na casa de meus avós maternos, Elias e Cecília. Ele, filho de libaneses e nascido aqui; ela, vinda do Líbano com ele no início do século passado, logo depois de se casarem em Tannourine, cidade natal dela. E o ficávamos se aplicava também aos outros filhos e netos de meus avós que já moravam fora do Alegre, em Vitória ou no Rio de Janeiro. Havia em sua casa, assim como em seus corações, espaço suficiente para abrigar a todos nós. Nesses dias, especialmente na época do Natal, era uma barafunda deliciosa, pelo menos para nós, crianças, que além de revermos parentes queridos e há muito tempo distantes, podíamos brincar e matar as saudades dos primos. Corríamos pela casa velha, brincávamos de pique esconde na obra onde seria a nova loja e residência dos avós, subíamos nos pés de fruta. A algazarra era tanta que por vezes tia Sucena, irmã de meu avô, era obrigada a intervir, até mesmo fisicamente, para sossegar a molecada. Quando ela estava de bom humor, deixava que a ajudássemos em sua loja, fazendo os embrulhos dos presentes ali vendidos. Recordo-me que naquela casa havia uma mesa grande, para 12 pessoas, onde no almoço de Natal se sentavam apenas os adultos. Nós, as crianças, sentávamos em outra mesa, próxima à cozinha e ali fazíamos a nossa bagunça, mas sempre desejando estar lá na outra, com os adultos. Eu ficava observando meu pai conversando com os meus tios, ouvia o barulho dos talheres nos pratos e das garrafas servindo a bebida nos copos. O cheiro da comida, chegando quentinha da cozinha e sendo servida por minha avó e pelas outras mães e esposas; as vozes, as conversas e as gargalhadas. Sobre essa mesma mesa era montada a árvore na noite de Natal, que sempre pareceu impressionante para mim, e sob a qual os nossos presentes miraculosamente surgiam na manhã do dia 25. Assim que acordávamos corríamos até lá para separar os presentes e abri-los, mal segurando nossa ansiedade. Logo estávamos esparramados pela casa, brincando e jogando. Essas recordações todos nós temos, você, eu, cada um de sua casa, de seus Natais, de seus parentes e amigos. São lembranças que nos alimentam a alma; não é nostalgia nem banzo, nelas não há espaço para melancolia. São memórias que servem para nos unir, para nos alimentar e fortalecer como pessoas e como família e a seguir em frente.
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Fim de papo MAURILIO CARVALHO
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O ano de 2014 já era. Foi um ano que, pelo menos no campo político, vai ficar na história. Não que o governo deste País tenha feito alguma coisa de memorável para a nação. Pelo contrário. Foi o ano da lambança, da incompetência, da ingerência, do desastre econômico, da roubalheira escancarada dos cofres públicos, e por aí vai... 2014 começou em ritmo frenético para o término das obras da (vergonhosa) Copa do Mundo. Nosso país virou motivo de piadas no exterior. Internamente, nem tanto. Os bilhões desviados na construção dos estádios não significaram nada para os torcedores. As fitas verdes e amarelas, as bandeiras, as ruas enfeitadas, os estádios lotados demonstraram isso. E o pior: muitos tiveram coragem de colocar a mão no peito e cantar - às vezes chorando - o Hino Nacional. Outros também cantaram que são “brasileiros com muito orgulho, com muito amor”. É como se dissessem: “Podem roubar à vontade os cofres públicos, mas não nos tirem a diversão”. Acabou a Copa, e como privada entupida, vieram os escândalos de corrupção engendrados pelo PT e “base aliada”. Mas nada disso serviu para alertar boa parte dos eleitores. E o PT mostrou o que significa “fazer o diabo” em uma eleição. Seu Ministério da Mentira e do Marketing triturou a reputação dos adversários Marina Silva e Aécio Neves. Dilma e Lula conseguiram a proeza de dividir o Brasil em “nós” (os petistas) e “eles” (quem não vota no PT). Lula também já tinha avisado: “Eles não sabem do que somos capaz (sic) de fazer para reeleger Dilma”. Endossando as ameaças de Lula e Dilma - numa clara afronta à democracia - no domingo da votação do 2º turno, o também ex-advogado do PT, e hoje presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), resolveu inovar, bem ao estilo petista de fazer política: Após o encerramento da votação, às 17:00, ninguém saberia nada do resultado. Os boletins parciais foram proibidos. Somente após a “apuração” total dos votos o TSE daria o resultado - que, claro, seria favorável ao PT em qualquer circunstância. Uma privada entupida não serve de parâmetro para essa eleição. No livro Um país partido. 2014: A eleição mais suja da nossa história, de Marco Antonio Villa (Ed. Leya, 2014) é possível se apreciar os detalhes sórdidos do que foi a disputa presidencial deste 2014. E assim chegamos a 2015, onde a inflação continuará alta, a economia, segundo os especialista da área, se crescer alguma coisa, não crescerá mais que 0,5%. Os tais “ajustes” anunciados pela presidente Dilma Rousseff para 2015, que vão fazer subir tudo: contas de água, luz, gasolina, preços dos alimentos, impostos, redução de benefícios trabahistas, a volta da CPMF; enfim, todos os brasileiros - petistas, ou não - sentirão o que é entregar o País nas mãos de terroristas comunistas. Só que agora é muito tarde para chorar o leite derramado. Por isso, não esperem tanto por um... “Feliz Ano Novo”. MAURÍLIO CARVALHO é Coordenador do CONSCIÊNCIA POLÍTICA - não negocie seu voto!
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Adeus 2014 MARILENE DEPES
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Mais um ano que finaliza e outro ano que se inicia. Tudo como sempre? Talvez. Um ano nunca é igual ao outro, afinal, nem um dia é igual a outro, por mais que os fatos se repitam. Em 2014 não aconteceram tragédias em nossa cidade, não aconteceram tragédias em nossas famílias. O saldo foi positivo, apesar de algumas derrotas que sofremos. Um pouco do afã nacionalista se perdeu neste ano, em meio a tantas denúncias e comprovações de corrupção. Se o saldo foi positivo para cada um de nós, como se explica a sensação de angústia que vai se apossando, quando se aproxima o findar de mais um ano? Sensação de perda de não sei de que, de não sei de quem, de não sei de onde, de não sei como. Reflito: Se estamos juntos com os familiares, se estamos realizando nossos desejos e objetivos de vida, se temos saúde e condição financeira, o que causa essa angústia de final de ano? Certeza de tempo que se finda e que não volta jamais? Medo da perda que o tempo acarreta em nossa vida? Seria tão simples se conseguíssemos simplesmente desligar o botão da aflição. Mas os sentimentos psicológicos não são tão simples de se ajustarem. Existe a hipótese de vivermos desligados de tudo e de todos, infantilizados e felizes, aconteça o que acontecer. Passar pela vida sem muita profundidade é uma opção interessante. Pouco se sofre, mas pouco se vive. Porém tenho certeza que somos pessoas profundamente envolvidas com nossos sentimentos e com a dor e a alegria de se viver em profundidade. É para todos nós que desejo um final de ano de poucas angústias e muitas esperanças. E um Ano Novo repleto de realizações. E para quem prefere organizar metas para o próximo ano, sugiro preparar uma lista, de preferência uma pequena lista - para não causar grandes frustrações, com todos seus desejos de realização. Sequencialmente, na ordem de prazer que cada objetivo pode lhe transmitir. No mais, iniciar o ano com objetivos definidos é uma ótima forma de gerir a própria vida. Desejo uma excelente gestão de vida para cada um. E a certeza que sonho sonhado é apenas sonho, e sonho realizado chama-se realidade. E entre as minhas metas de vida para 2015, continuar escrevendo crônicas é uma prioridade. Portanto continuaremos juntos, se Deus quiser. Marilene De Batista Depes, rmdepes@hotmail.com
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ES de Fato, Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 2014
política
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De saída do Congresso Nacional, deputado cachoeirense deixa R$ 16 milhões em emendas para o Estado no orçamento da União
Camilo prioriza recursos para saúde O deputado federal Camilo Cola (PMDB) apresentou 16 emendas individuais ao Orçamento da União de 2015. A maioria destina recursos para a saúde, setor que o deputado defende desde o primeiro mandato. Duas das emendas foram para a estruturação de unidades de atenção especializada, em Cachoeiro do Itapemirim, no total de
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6,3 milhões. O peemedebista apresentou emendas no valor total, de R$ 16 milhões, a que cada congressista tem direito. Camilo não foi reeleito - nas eleições de outubro - mas suas emendas ao orçamento de 2015 - após aprovadas – podem garantir os recursos para o Espírito Santo durante o próximo ano.
Cola não foi reeleito no pleito de outubro
Relação das emendas Camilo Cola 1) Estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde - Cachoeiro de Itapemirim - R$ 3.700.000 2) Estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde — Itapemirim - R$ 2.800.000 3) Estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde — Vargem Alta - R$ 1 milhão 4) Estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde - Jerônimo Monteiro - R$ 524.600 5) Fomento ao Desenvolvimento da Educação Profissional e Tecnológica - Cachoeiro de Itapemirim - R$ 500 mil 6) Fomento e Pesquisa para Geração de Conhecimento, Novas Tecnologias, Produtos e Processos Inovadores — Cachoeiro de Itapemirim — R$ 600 mil 7) Apoio a Projetos e Eventos de Educação, Divulgação e Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação - Vitória - R$ 500 mil 8) Estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde - Rio Novo do Sul - R$ 1.200.000
Desde 14 de março de 2003
9) Estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde - Guaçuí – R$ 500 mil 10) Estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde - Castelo - R$ 500 mil 11) Estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde — Mimoso do Sul - R$ 500 mil 12) Estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde no ES - R$ 1 milhão 13) Estruturação de Unidades de Atenção em Especializada em Saúde – Guarapari – R$ 1 milhão 14) Estruturação de Unidades de Atenção em Saúde – Cachoeiro de Itapemirim – R$ 1milhão 15) Estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde - V. N. do Imigrante –R$ 500 mil 16) Fomento à Pesquisa e Desenvolvimento voltados à Inovação e ao Processo Produtivo - Cachoeiro de Itapemirim - R$ 500 mil Fonte: www.agenciacongresso.com
Diretor e editor - Wagner Santos wagnersantos25@hotmail.com
Editoradores - Wagner Gomes Lopes e Wellington Rody
Redator: Marcos Leão
Colaboradores - Elyan Peçanha, Regina Monteiro, Roney Moraes, Antonio Miranda, Evandro Moreira, Moacyr Duarte, Edgard
Departamento Comercial - Lília Argeu
Baião, Janine França Bastos, Simone Lacerda, Marilene Depes, Sergio Damião; Higner Mansur, Raphael Santana, Salmo Salazans, João Bicalho e Maurílio Carvalho
Jornal Espírito Santo de Fato - CNPJ.: 06056026000138 - (28) 3515-1067 es.fato@terra.com.br - Bernardo Horta, 81, sala 101, Guandu, CEP 29.300-782 - www.jornalfato.com.br
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COMUNIDADE
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Moradores denunciam que residências acabam se tornando refúgio de viciados e que se sentem reféns do medo
Imóveis abandonados Projeto recicla mais preocupam comunidade de 250 toneladas de lixo CACHOEIRO
Ailton Weller
A Rua Samuel Levy, na parte central de Cachoeiro, vive o contraste de prédios de luxo ao lado de construções em estado precário
Casas abandonadas, algumas parcialmente destruídas pela ação do tempo e falta de conservação, prédios fechados há anos e imóveis com apenas a fachada ainda de pé. Essa é a realidade de parte da Rua Samuel Levy, no bairro Aquidaban, no perímetro entre a Ilha da Luz e a ponte de pedestres que liga a via ao terminal rodoviário do interior, na Beira Rio. A situação é o retrato fiel de parte da região central de Cachoeiro de Itapemirim, que envelhece à espera de um projeto de reurbanização que, apesar de exaustivamente prometido por várias administrações, não acontece.
O contraste é marcado por casas mal cuidadas ao lado de edifícios luxuosos que, aos poucos, vão transformando a paisagem, mas ainda longe de ocuparem um espaço considerável. O comerciante José Landeiro conta que existem imóveis construídos há mais de meio século e que vão “se desmanchando”, seja por demandas judiciais entre herdeiros ou de proprietários que se mudaram para outros municípios e Estados sem conseguir vender seus bens. “Ao lado do meu bar está um desses exemplos: uma casa que está apenas com a fachada inteira. Já caíram as paredes laterais e da
parte de trás. Qualquer dia, ela vai acabar desabando e machucando algum pedestre que esteja passando na calçada”, prevê. O administrador Antonio Carlos é morador de aluguel num prédio de quatro andares e diz que é o único a habitar o local. “Os agentes de combate à dengue batem nas portas, mas sou o único que atende. As outras áreas estão imundas e, com qualquer chuva, a água fica acumulada por dias. Uma situação ideal para a proliferação do mosquito”, denuncia. Ele revela que já fez várias reclamações à Secretaria de Saúde, mas nada foi feito até hoje. “E
existem outras casas ‘sem dono’ que servem apenas para refúgio de usuários de drogas”, desabafa. Se alguns dos imóveis estão abandonados e trancados “a sete chaves”, outros são de fácil acesso, com muros em pedaços e portões sem cadeados. Marluce Marins é outra que se diz revoltada com a situação desses locais, e dispara: “O IPTU aqui não é barato. Como a Prefeitura faz para receber o imposto dos donos que sequer cuidam do que é seu?”, indaga. “Numa casa mal cuidada surgem sujeira, bichos, brechas, problemas sérios e, por vezes, difíceis de resolver”, avalia.
Prefeitura promete ações Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os agentes de combate a endemias, quando encontram dificuldade de acesso aos imóveis, encaminham para a Vigilância Sanitária, que “utiliza de sua condição de autoridade sanitária, notificando os infratores para que
eliminem os focos de dengue e/ou permitam o acesso dos agentes de endemias.” “Quando, mesmo assim, o morador permanece negando acesso, a autoridade sanitária pode requisitar reforço policial, ou ainda solicitar autorização para acessar
o imóvel por meio do Ministério Público ou diretamente ao Poder Judiciário. Uma equipe vai ao local no início de janeiro para mais um trabalho de prevenção”, explica a nota, que, no entanto, não revelou o procedimento para garantir o acesso dos agentes
Mais de 250 toneladas de resíduos recicláveis já foram recolhidas pelo projeto de coleta seletiva porta a porta “Vem Reciclar”, lançado pela Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim há dez meses. Cinco bairros são atendidos pela iniciativa, atualmente: Doutor Luiz Tinoco da Fonseca (BNH de Cima), Waldir Furtado Amorim (BNH de Baixo), São Geraldo, Paraíso e Amarelo. De acordo com o secretário de Meio Ambiente de Cachoeiro, Gustavo Coelho, trata-se de um resultado que vem trazendo diversos benefícios à população, como a geração de renda das pessoas cooperadas à Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Cachoeiro (Ascomirim). Segundo ele, os materiais recolhidos (papelões, plásticos e garrafas pet, entre outros) são levados à sede da entidade, no bairro Coronel Borges, onde recebem o tratamento adequado e são vendidos a quilo. O lucro mensal revertido a cada um dos associados é de cerca de R$ 1 mil. “É importante ressaltar que, consequentemente, também ocorre uma redução nos gastos da Prefeitura, visto que o município paga por quilo de lixo aterrado pela empresa de coleta”, esclarece. O secretário frisa, ainda, a atuação do projeto
na rede de educação de Cachoeiro, que tem sido essencial para estimular os alunos, por meio de palestras e oficinas, a se envolverem na preservação ambiental, tornando-os agentes multiplicadores. Atualmente, cinco escolas municipais realizam o trabalho de separação de lixo: Julieta Deps Tallon (Zumbi), Prof. Pedro Estellita Herkenhoff (BNH de Baixo), Prof. Valdy Freitas (Paraíso) e Maria Siloti (BNH de Cima). Além delas, o Colégio Cristo Rei também faz esse tipo de ação. A partir do próximo ano, o “Vem Reciclar” passará pelo processo de regionalização, que terá como objetivo ampliar o projeto a outros bairros e distritos, integrando-os entre si. A previsão é de que, até o fim de 2016, toda a cidade passe a contar com o serviço de coleta seletiva. Funcionamento O serviço de coleta porta a porta é feito nos seguintes dias: às segundas, durante todo o dia, nos bairros Paraíso e São Geraldo; às quartas, na parte da manhã (a partir das 8h), no Amarelo; e às quintas, também no período matutino, nos bairros BNH de Cima e BNH de Baixo. Já às terças e sextas, o projeto cumpre o cronograma de coleta em condomínios residenciais, escolas, shoppings e empresas. Divulgação/PMCI
aos imóveis trancados e sem um responsável pelas chaves. Sobre os imóveis em situação de abandono, a Fiscalização de Obras adiantou que “fará contato com a Defesa Civil, para, a partir de um laudo desses imóveis, cobrar as adequações”.
Atualmente, cinco bairros do município são atendidos pelo “Vem Reciclar”
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ES de Fato, Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 2014
polícia
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A tempestade ocorreu por volta das 18h. Antes do fechamento da edição, o Corpo de Bombeiros não enviara viatura ao trecho
Raio incendeia Itabira Homem é preso ao tentar CACHOEIRO
Roney Moraes
registrar ocorrência Um homem de 52 anos, identificado como José Adalto, foi preso na manhã de ontem, ao tentar registrar ocorrência na delegacia de Polícia Civil em Cachoeiro de Itapemirim. O policial que o atendeu, ao consultar o seu nome
O temporal, com relâmpagos e trovoadas, que atingiu Cachoeiro de Itapemirim no final da tarde de ontem provocou incêndio na região montanhosa do Itabira,
principal cartão postal da cidade, em local atingido por descarga elétrica provocada por raio. A tempestade ocorreu por volta das 18h. Antes do fechamento da edição,
o Corpo de Bombeiros não enviara viatura ao trecho. Alegava não ter sido acionado oficialmente pelo Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes).
Não havia informações sobre feridos. Às 20h ainda era possível observar focos do incêndio na pedra, mas as chamas já haviam diminuído significativamente.
PERIGO
Motorista escapa da morte na BR-101 Ao forçar ultrapassagem na perigosa BR-101, nas imediações do posto de pesagem de cami-
nhões, em Rio Novo do Sul, o motorista de um VW Gol bateu na lateral de uma carreta, saiu da
pista e despencou no meio do matagal. Uma das rodas dianteiras do carro se soltou.
O caso aconteceu na manhã de ontem. Apesar da gravidade, não houve feridos.
Ronaldo Índio
ERRAMOS
A menina atropelada e morta por um ônibus urbano no bairro Alto Zumbi, conforme divulgado na edição de ontem, tinha na verdade apenas um ano e nove meses de idade. E não quatro anos, como foi noticiado. A criança estava sozinha na rua em frente de casa quando o coletivo passou.
no sistema, constatou que havia mandado de prisão contra ele por acusação de estupro de vulnerável, expedido no ano passado. Adalto alegou desconhecer o caso, mas foi encarcerado. A polícia está investigando.
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social
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anos de
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Santo
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GENTE NOSSA EM EVIDÊNCIA
Elyan Peçanha Espírito
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FOTOS DE ELYAN PEÇANHA
de
Agenda
DAQUI & DALI
01 # O comerciante Jorge Amorim, o conhecido “Bujão” (destaque nesta coluna) é um figura que definimos como apolítico e que torce pelo efetivo crescimento de Marataízes onde plantou seu restaurante e conquistou seu espaço graças à muito trabalho e dedicação. - Assim, ele se sente muito à vontade para externar sua satisfação com a nova feição que tem sido implantada naquele balneário, graças ao bom trabalho que vem sendo empreendido pela atual gestão municipal.
02 # ITAPEMIRIM > Boas atrações tem apresentado o “Caminho Sítio Music Bar”, localizado na praia de Itaipava. / A Casa de Papai Noel estará aberta na Praça Domingos Jose Martins, na Vila, até dia 5 de janeiro. / Em Itapemirim foi inaugurada sábado último uma nova casa de shows, a “Espaço Vip Sertanejo”. / Em Marataízes, a Prefeitura montou dois palcos para shows e uma arena para futebol na areia, na praia principal do balneário.
01 # REGISTROS - 31 de dezembro é o Dia das Devoluções e da Esperança / Dos Santos: Silvestre, Catarina Labouré e Melânia./ Em 1964, nesta data, era fundado o Banco Central / Em 1978, Presidente Ernesto Geisel enviava ao Congresso Nacional emenda que acabaria com o AI-5 / Niver de famosos: cantora Rita Lee faz 67 anos. / Em 1968, última transmissão do “Repórter Esso” pela Rádio Nacional, primeiro grande noticiarista do rádio brasileiro. Termina o ano do centésimo segundo ano de nascimento do saudoso Dr. Deusdedit Baptista que foi em Pureza (RJ), em 30/08/1912. 02 # PARABÉNS – Cumprimentamos pelo dia do niver de casamento: CaL Arlene – CL Gustavo Conrado Schwan: Bodas de Prata Dourada – 42 anos; CaL Rita de Cássia – CL Nelson Costa Filho: Bodas de Carvalho – 38 anos; e CaL Vera Lúcia – este colunista (CL Elyan), Bodas de Cedro – 36 anos, todos do Lions Clube “Frade e a Feira”. / Dia primeiro de janeiro: completam nova idade: Willianzinho Herkenhoff Lima; Sonia, Sra. Danilo Neves; a fofinha Maria Clara Calazans (sete aninhos) e a ex – Deputada Federal Rita Camata, ela que é cadeira cativa – elegante – nas principais páginas sociais da capital. 03 # EM MARATA – Esta coluna foi formatada e enviada para a redação do ES-FATO através da mesa de computação do Restaurante do BUJÃO, onde revimos dois assíduos clientes daquela casa: Antonio Alves Pinto (titular da Antonio Auto Peças) e o CL Antonio “Dom Tunico” Dutra Vieira. // Neste dia primeiro, em Marataízes, tendo por local a área de eventos da Cidade Nova, haverá um mega – show tendo como atração principal a renomada dupla sertaneja Henrique & Juliano, com abertura de cantores regionais de vários DJs.
Nossa homenagem ao casal CaL Arlene e o CL Gustavo Conrado Schwan que está completando, hoje, 42 anos de uma feliz união conjugal
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Álbum de Família
Cal Kalinca e CL Eliseu Turini vão recepcionar o Lions Clube “Frade e a Freira”, dia 17 na sua nova e bela vivenda de veraneio na Praia da Cruz, na Pérola do Sul
Av. Jeremias Sandoval, 109 - AQUIDABAN - CACHOEIRO (ES)
temperatura máxima Será um menino o primogênito da Gisele e do advogado Dr. Fagner de Bruym: vai se chamar Fagner Augusto Filho. // Enquanto isso, ainda não foi definido o sexo do primeiro herdeiro de Pollyana e do contabilista Roger Willians Lourenço Ferreira. // Com satisfação revimos o comerciante Windsor Hora, sempre elegante e comunicativo. // O engenheiro CL Eliseu Camargo Turini, esposa CaL Kalinca Guerra e filhota Izadora passam o “réveillon” na nova mansão recém - adquirida da família do saudoso Bebeto Vivacqua, localizada nas pedras da enseada da Praia da Cruz, na Pérola do Sul. // Também em Marataízes para a tem-
porada, com a geladeira cheia das deliciosas compotas por ela – carinhosamente - preparadas para os netos, está nossa dileta amiga Regina Grafanassi. //De fonte limpa, soubemos que o Antonio Cesar Ferreira, o “Zuca” (DM) não aceitará o cargo de Secretário Municipal de Ação Social. // Cláudio Guimarães vai tocando sua carruagem, já cuidando de mínimos detalhes do baile de gala de 2015 do CCC (27 de junho): orquestra ainda não definida. // Nossos bons amigos Eliana e Antonio Carlos de Freitas a partir desta temporada de verão decidiram fixar residência na sua vivenda de Marataízes. // Chegou do Rio para a passagem de ano entre
seus familiares cachoeirenses, em Marataízes, a prima Maria Regina Peccini. // O excelente músico (teclados e guitarra) e cantor Adaílton, o “Tom Capixaba”, é atração constante nos quiosques de Marataízes: é ele que vai animar o encontro de verão do Lions “Frade e a Feira”, dia 17. // Na Pérola do Sul, colocamos o papo em dia com o Danilo “Super” Neves, com o ex-craque do Estrela, o Samarone e com ex-Delegado Jardel, este nosso leitor assíduo, assinante deste ES-FATO. // Nosso Bom Dia Especial para Cal Arlene - CL Gustavo Schwan e CaL Rita - CL Nelsinho Costa // Feliz Ano Novo ! // ELYAN PEÇANHA.
Nosso destaque especial para o estudante Pedro Henrique Carriço Wanguestel classificado em 1º lugar na prova de admissão ao curso de Informática do IFES
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ES de Fato, Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 2014
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ES de Fato, Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 2014
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ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO ITAPEMIRIM - 1ª VARA CÍVEL FÓRUM DES.FREITAS BARBOSA EDITAL DE CITAÇÃO PELO PRAZO DE 30 DIAS Nº DO PROCESSO: 0003801-56.2014.8.08.0026 AÇÃO: USUCAPIÃO REQUERENTE: ARILDO JOÃO PESSIN O DR. FLAVIO BRASIL FERNANDES REIS, MM. Juiz(a) de Direito de ITAPEMIRIM - 1ª VARA CÍVEL do Estado do Espírito Santo, por nomeação na forma da lei etc. DAR PUBLICIDADE A TODOS QUE O PRESENTE EDITAL VIREM, fica (m) devidamente, citado(s) OS INTERESSADOS AUSENTES, INCERTOS E DESCONHECIDOS, de todos os termos da presente ação para, querendo, oferecer contestação. BEM Bem (ns): UMA ÁREA DE TERRENO MEDINDO 929,07M², MEDINDO DE FRENTE 29,89M COM A RUA PROJETADA, 28,29 M PELOS FUNDOS EM DIVISA COM A MITRA DIOCESANA, 36,04M NA LATERAL ESQUERDA EM DIVISA OM A FIRMA DJM INDUSTRIA E COMERCIO LTDA, 28,79M NA LATERAL DIREITA EM DIVISA COM MITRA DIOCESANA, SITUADA NA LOCALIDADE DE SAFRA, 3º DISTRITO DE ITAPECOÁ, MUNICÍPIO E COMARCA DE ITAPEMIRIM/ES. ADVERTÊNCIA A) PRAZO: O prazo para contestar a presente ação é de 15 (quinze) dias, finda a dilação assinada pelo juiz; B) REVELIA: Não sendo contestada a ação, presumir-se-ão aceitos pela parte requerida como verdadeiros os fatos alegados na inicial, salvo no que diz respeito aos direitos indisponíveis. E, para que chegue ao conhecimento de todos, o presente edital vai afixado no lugar de costume deste Fórum e, publicado na forma da lei. ITAPEMIRIM-ES, 26/11/2014. ESTEVÃO JACKSON AMBROSIO CHEFE DE SECRETARIA Aut. pelo Art. 60 do Código de Normas.
ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - 4ª VARA CÍVEL FÓRUM DES.HORTA ARAÚJO EDITAL DE CITAÇÃO PELO PRAZO DE 30 DIAS Nº DO PROCESSO: 0012637-63.2014.8.08.0011 AÇÃO: USUCAPIÃO REQUERENTE: DALVINO JOSÉ DOS SANTOS Requerido: MM. Juiz(a) de Direito da CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - 4ª VARA CÍVEL do Estado do Espírito Santo, por nomeação na forma da lei etc. DAR PUBLICIDADE A TODOS QUE O PRESENTE EDITAL VIREM, fica (m) devidamente, citado(s) os interessados e/ou ausentes, de todos os termos da presente ação para, querendo, oferecer contestação. BEM Bem (ns): A área de terreno com duzentos e quarenta metros quadrados (240,00m²), medindo doze metros (12,00m) de frente e de fundos por vinte metros (20,00m) em cada uma das linhas laterais, situado na Rua Leontina Sedano da Costa, s/n, Bairro São Francisco de Assis, nessa cidade, confrontando pela frente com a rua Leontina Sedano da Costa, fundos com Clóvis Pires de Azevedo, lado direito com Laccheng Engenharia, lado esquerdo com Marcelo Augusto. ADVERTÊNCIA A) PRAZO: O prazo para contestar a presente ação é de 15 (quinze) dias, finda a dilação assinada pelo juiz; B) REVELIA: Não sendo contestada a ação, presumir-se-ão aceitos pela parte requerida como verdadeiros os fatos alegados na inicial, salvo no que diz respeito aos direitos indisponíveis. DESPACHO FL: 18/18 v. E, para que chegue ao conhecimento de todos, o presente edital vai afixado no lugar de costume deste Fórum e, publicado na forma da lei.
CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM-ES, 12/11/2014. CRISTINA MARIA MENDES SOBREIRA FERREIRA ANALISTA JUDICIÁRIO ESPECIAL Aut. pelo Art. 60 do Código de Normas
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ES de Fato, Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 2014
classificados
11
12
informe
ES de Fato, Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 2014
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(28) 3511-7481
Usina Paineiras s.a. - CNPJ: 27.777.903/0001-30 RELATÓRIO DA DIRETORIA
Senhores Acionistas, Atendendo à disposição legais e estatutárias, submetemo-nos à apreciação de V. Sªs. o balanço, as correspondentes demonstrações contábeis do exercício, das mutações do patrimônio líquido, fluxo de caixa e notas explicativas, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013. Colocamo-nos ao inteiro dispor dos Senhores Acionistas para, quaisquer esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários. Aproveitamos ainda para renovarmos nossos agradecimentos pela confiança depositada.
Balanço patrimonial em 31 de dezembro Em reais ATIVO Circulante Caixa e equivalente de caixa Contas a receber Estoques Ativo biológico Impostos a recuperar Adiantamentos a empregados Despesas pagas antecipadamente Demais ativos circulantes Não circulante Títulos federais Créditos fiscais a compensar I. de renda e C. social diferidos Indenização transitada em julgado Depósitos judiciais Investimento financeiro Ativo biológico Imobilizado tangível Imobilizado intangível
31/12/2013
31/12/2012
Reapresentado 01/01/2012
546.032,67 4.765.154,48 34.098.729,98 3.026.409,71 6.247.006,63 363.543,15 28.942,90 49.075.819,52
277.931,25 3.311.381,90 33.003.337,94 2.432.947,31 6.567.977,03 361.343,12 29.633,49 15.757,82 46.000.309,86
3.121.096,28 6.438.878,77 46.443.839,58 1.844.172,92 8.921.654,68 346.412,06 30.823,11 14.436,02 67.161.313,42
27.681.203,79 6.656.956,59 21.593.606,47 20.479.375,25 484.468,53 38.493,43 4.213.269,15 189.894.812,09 29.020,37 271.071.205,67
25.471.366,84 6.486.179,27 20.393.284,25 20.479.375,25 390.308,08 38.493,43 3.870.124,23 194.298.283,86 26.521,11 271.453.936,32
22.742.163,28 12.632.220,95 20.393.284,25 17.670.178,35 301.641,06 38.493,43 9.679.920,28 197.659.489,63 24.713,07 281.142.104,30
Nota 4 5 6 7 8
9 8 8 10 18 7 11
320.147.025,19
317.454.246,18
31/12/2013
31/12/2012
Reapresentado 01/01/2012
12 13 14 14 15 16
19.583.709,21 3.461.448,95 2.054.597,34 6.599.837,10 14.390.702,80 1.814.677,53 998.965,11 107.891,37 49.011.829,41
15.109.789,92 3.175.613,18 2.707.446,21 6.288.943,43 6.727.283,74 1.748.698,40 1.106.498,69 314.917,11 37.179.190,68
26.223.790,60 3.138.906,59 3.095.429,54 5.955.301,16 6.336.716,40 1.666.106,05 2.086.783,94 392.785,25 48.895.819,53
15 13 14 14 14 17 17 16 18
39.945.383,84 1.322.961,85 51.719.175,94 16.372,32 55.679.839,92 23.121.483,03 58.937,20 2.272.252,80 1.662.619,72 175.799.026,62
36.842.294,79 2.182.783,79 55.257.384,20 16.372,32 56.845.667,31 28.130.940,29 58.937,20 1.922.700,09 747.785,00 182.004.864,99
35.997.587,80 2.741.408,51 57.264.589,32 16.372,32 57.823.367,86 32.620.820,32 58.937,20 2.203.750,46 1.013.692,66 189.740.526,45
27.792.586,87 123.978.462,20 - 56.434.879,91 95.336.169,16 320.147.025,19
27.792.586,87 126.241.538,90 - 55.763.935,26 98.270.190,51 317.454.246,18
27.792.586,87 128.141.369,39 - 46.266.884,52 109.667.071,74 348.303.417,72
Nota
PASSIVO Circulante Fornecedores Salários e obrigações a pagar Impostos a pagar Impostos parcelados Empréstimos e financiamentos Crédito Presumido - Dec. 251R Adiantamento de clientes Demais passivos circulantes Não circulante Empréstimos e financiamentos Contribuições sociais parceladas Impostos parcelados Impostos depositados judicialmente I. de renda e C. social diferidos Obrigação perante empresa ligada Obrigação perante acionistas Crédito Presumido - Dec. 251R Provisão para contingências Patrimônio líquido Capital social Ajustes da adoção da Lei 11.638/2007 Prejuízos acumulados
19
348.303.417,72
As notas explicativas integram as demonstrações financeiras
Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro (Reais)
Demonstração das mutações do patrimônio líquido (Reais)
Em 1 de janeiro de 2012 Ajuste por correção de erro - Nota 2(e): . Custo atribuído - CPC 29 . Reversão por baixa e depreciação Saldo ajustado Reversão por baixa e depreciação Prejuízo do exercício Em 31 de dezembro de 2012 Reapresentado Reversão por baixa e depreciação Lucro líquido do exercício Em 31 de dezembro de 2013 o
Capital social
Ajustes da adoção da Lei no. 11.638/2007
Lucros (prejuízos) acumulados
Total
27.792.586,87
129.819.422,41
(55.420.893,25)
102.191.116,03
27.792.586,87
27.792.586,87 27.792.586,87
(1.678.053,02) 128.141.369,39 (1.899.830,49) 126.241.538,90 (2.263.076,70) 123.978.462,20
6.610.504,15 2.543.504,58 (46.266.884,52) (9.497.050,74) (55.763.935,26) (670.944,65) (56.434.879,91)
6.610.504,15 865.451,56 109.667.071,74 (1.899.830,49) (9.497.050,74) 98.270.190,51 (2.263.076,70) (670.944,65) 95.336.169,16
As notas explicativas integram as demonstrações financeiras
Demonstração do fluxo de caixa (Reais) 2.013
2.012 Reapresentado
Fluxo de caixa das: Atividades operacionais Prejuízo do exercício Ajustes para reconciliar o lucro líquido à geração de caixa: . Depreciação e exaustão . Valor residual de imobilizado baixado . Valor atribuído de ativo biológico . Realização de ajustes via depreciação e baixas . Encargos financeiros de ativos e passivos não circulantes
7.496.143,47 16.058,41 (229.493,35) (3.428.904,09) 7.409.413,25
7.383.848,64 62.607,28 6.787.883,52 (2.878.531,04) 5.809.182,20
Lucro (prejuízo) ajustado
10.592.273,04
7.667.939,86
(670.944,65)
(9.497.050,74)
Reapresentado Nota
2.013
2.012
Açúcar
54.585.137,64
72.836.485,23
Álcool
53.580.594,51
45.099.360,48
1.941.571,12
1.796.034,84
Receita bruta de vendas
Outros produtos
110.107.303,27 119.731.880,55 Deduções de vendas ICMS Outras, principalmente PIS e COFINS
(4.010.576,76)
(12.125.303,95) (17.528.500,31)
Receita líquida de vendas
97.981.999,32 102.203.380,24
Custo dos produtos vendidos Açúcar
(41.001.676,09) (50.623.634,67)
Álcool
(45.221.677,46) (38.681.002,97) (1.337.616,86)
Outros
Recursos (aplicados) gerados nas operações
(1.453.772,58) (1.819.894,48) (1.095.392,04) 4.473.919,29 (727.179,15) (8.795.271,81) 683.520,62
3.127.496,87 (2.437.444,26) 13.440.501,64 (11.114.000,68) (757.868,11) 1.828.729,18 (1.931.081,42)
1.858.202,89
9.824.273,08
Lucro bruto
10.421.028,91
11.625.159,02
7.977.590,96
7.489.959,41
1.091.774,16
1.050.054,11
Despesas (receitas) operacionais Despesas operacionais
21
Programa de assistência social
787.181,00
689.683,45
7.719.179,36
8.197.900,64 (4.087.878,35)
Despesas financeiras
22
Receitas financeiras
22
(693.335,16)
Outras despesas
23
3.027.980,05
10.769.360,05
Outras receitas Contingências provisionadas (revertidas) Contribuição social sobre o lucro líquido
23
(8.938.354,12)
(3.692.516,02)
914.834,72
(265.907,66)
Atividades de investimento . Aquisição de imobilizado tangível . Aquisição de imobilizado intangível
(1.983.442,80) (15.006,06)
(2.915.859,23) (19.842,15)
Recursos (aplicados) gerados nos investimentos
(1.998.448,86)
(2.935.701,38)
Atividades de financiamento Novos empréstimos (amortização) Amortização de obrigação perante partes relacionadas
Efeitos inflacionários Variações monetárias passivas
5.462.378,03 (5.054.030,64)
(5.164.274,92) (4.567.461,81)
Variações monetárias ativas
Recursos (aplicados) gerados nos financiamentos
408.347,39
(9.731.736,73)
Prejuízo antes do imposto de renda
Aumento (redução) no caixa e equivalentes Caixa e equivalentes no início do exercício
268.101,42 277.931,25
(2.843.165,03) 3.121.096,28
Imposto de renda Lucro líquido (prejuízo) do exercício
Caixa e equivalente no fim do exercício
546.032,67
277.931,25
As notas explicativas integram as demonstrações financeiras
(1.273.583,58)
(87.560.970,41) (90.578.221,22)
Honorários dos administradores
Variações em ativos e passivos operacionais . Contas a receber comerciais . Ativo biológico . Estoques . Fornecedores . Salários e encargos sociais . Impostos a pagar, líquidos de créditos fiscais . Demais ativos e passivos líquidos
(5.704.396,26)
(8.114.727,19) (11.824.104,05)
Prejuízo operacional preliminar
(317.732,35)
17.237,24
11.569.118,62
20.167.892,87
-1.148.089,71
- 8.542.733,85
(683.840,20)
(1.333.834,90)
278.395,39
419.399,23
(405.444,81)
(914.435,67)
(1.553.534,52)
(9.457.169,52)
(882.589,87)
(39.881,22)
(670.944,65)
(9.497.050,74)
Lucro (prejuízo) por lote de mil ações do capital no (6,18) (87,51) fim do exercício As notas explicativas integram as demonstrações financeiras
Notas explicativas às demonstrações financeiras 1. Contexto operacional A companhia, constituída sob a forma de sociedade por ações de capital fechado, possui sede na Fazenda Paineiras, Município de Itapemirim – ES e dedica-se à produção de açúcar cristal, álcool anidro e hidratado. O suprimento de cana-de-açúcar – a matéria-prima utilizada no processo produtivo – é assegurado por (i) lavouras próprias, (ii) lavouras de empresa interligada e (iii) compras efetuadas junto a produtores rurais das regiões sul do Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro. As ações empreendidas pela empresa no sentido de assegurar a continuidade do suprimento de matéria-prima contemplam: (i) destinação de recursos para renovação ou reforma das áreas de lavouras próprias; (ii) manutenção de política de preços justos para as compras de cana-de-açúcar; (iii) investimentos relacionados com a pesquisa de cultivares mais adaptados às condições ambientais locais, bem como a prestação de assistência técnica aos produtores das regiões próximas e (iv) investimento em projeto piloto de irrigação por gotejamento em área de 350 ha, objetivando mudar o perfil do rendimento (colheitas) obtido no plantio. A capacidade nominal de moagem da usina situa-se em 1.200 mil toneladas anuais de cana-de-açúcar, tendo processado na safra 2014/2013 952 mil (2013/2012 – 850 mil) toneladas. As projeções para a safra 2015/2014 contemplam a moagem de 950 mil toneladas. 2. Base de preparação (a) Declaração de conformidade As demonstrações financeiras são apresentadas em observância às práticas contábeis adotadas no Brasil, baseadas nas disposições da Legislação Societária, em particular a Resolução CFC nº 1.255/2009 que aprovou a NBC TG 1.000 – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, aplicada em conjunto com a Resolução CFC nº 2013/NBCTG 29(R1) - Ativos Biológicos e Produtos Agrícolas. Desse modo, a aplicação na extensão praticável dos dispositivos das referidas Resoluções assegura a convergência às normas internacionais de contabilidade (International Financial Reporting Standards – IFRS) emitidos pela InternationalFederationofAccountants (IFAC). A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pela Administração em 30 de maio de 2014. (b) Base de mensuração As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico com exceção dos seguintes itens materiais reconhecidos no balanço patrimonial: ativos biológicos e produtos agrícolas, assim como o imobilizado tangível, ambos mensurados ao valor atribuído. (c) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações financeiras de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade é necessário utilizar o melhor julgamento possível para determinar, através de estimativas, critérios e valores para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações financeiras da companhia incluem, portanto, estimativas referentes à seleção das vidas úteis e avaliação de valores recuperáveis do ativo imobilizado, ativos biológicos, estoques e avaliação de valores recuperáveis do ativo imobilizado, ativos biológicos, estoques, avaliação de passivos contingentes e para impostos incidentes sobre as operações e lucros, provisões necessárias para redução de ativos e passivos aos valores de efetiva realização e outras similares. A liquidação de transações envolvendo estas estimativas poderá apresentar variações em relação aos valores originalmente
considerados. Estimativas e premissas são revisadas periodicamente e eventuais efeitos decorrente dessas revisões são reconhecidas no exercício em que a estimativa foi revisada ou em exercícios futuros que venham a ser afetados. (d) Medida Provisória 627 (Lei nº 12.973/2014) A Administração efetuou uma avaliação inicial das disposições contidas na Medida Provisória 627 de 11 de novembro de 2013 (“MP 627”) e Instrução Normativa 1397, de 16 de setembro de 2013 (“IN 1397”), alterada pela Instrução Normativa 1422, de 19 de dezembro de 2013 (“IN 1422”). Embora a MP 627 entre em vigor a partir de 1o de janeiro de 2015, existe a possibilidade de optar (de forma irretratável) pela sua aplicação à partir de 1o de janeiro de 2014. Tendo em vista as diversas discussões e incertezas ainda existentes no mercado acerca da interpretação das disposições acima referidas, a Administração ainda não concluiu se irá ou não efetuar a opção pela adoção antecipada. Baseada na avaliação inicial já efetuada e no presente entendimento do mercado, a Administração entende que não haverá efeitos relevantes sobre as informações referentes a todos os períodos apresentados nestas demonstrações financeiras. (e) Reapresentação Em 2013, com a edição do CTG 1.000 que dispõe acerca da adoção plena da NBC TG 1.000 e, ainda, da Revisão da NBC TG 29, a Administração da companhia reavaliou suas práticas e procedimentos contábeis, identificando a necessidade de determinar a cada exercício social, o valor atribuído de ativos biológicos. Como consequência, as demonstrações financeiras de 2012 foram ajustadas e estão sendo reapresentadas para fins de comparação, nos termos da Seção 10 - Políticas Contábeis, Mudanças de estimativa e Retificação de erro, da citada NBC TG 1.000. Os efeitos desses ajustes podem ser assim demonstrados
Saldos em 01/01/2012 Ajuste pelo valor atribuído segundo CPC 29 Realização em função de baixas e depreciação Saldos ajustados Resultado do exercício como apresentado Ajuste pelo valor atribuído segundo CPC 29 Realização em função de baixas e depreciação Saldo ajustado
Ativo Ativos biológicos 4.913.589,05
Passivo I. renda e contr. social diferidos 58.688.819,42
Patrimônio líquido Ajustes da Lei 11.638/07 129.819.422,41
(865.451,56) 57.823.367,86
(1.678.053,02) 128.141.369,39
6.610.504,15 11.524.093,20
Lucros (prej.) acumulados (55.420.8t93,25)
Em reais Resultado do exercício 31/12/2012
6.610.504,15 2.543.504,58 (46.266.884,52) (5.586.698,26) (6.787.883,52) 2.877.531,04 (9.497.050,74)
(28) 3511-7481
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ES de Fato, Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 2014
informe
13
Usina Paineiras S.A. - 2 3. Principais políticas contábeis As políticas contábeis, descritas em detalhes abaixo, tem sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentados nestas demonstrações financeiras. (a) Apuração do resultado O resultado do exercício é apurado pelo regime de competência de exercícios. A receita de venda de produtos é reconhecida no resultado quando todos os riscos e benefícios significativos inerentes ao produto são transferidos para o comprador. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa quanto à sua realização. As deduções de vendas incluem os impostos incidentes sobre as vendas. (b) Instrumentos financeiros A companhia adotou as disposições da Seção 11 da NBC TG 1.000 para fins de reconhecimento e mensuração de instrumentos financeiros. Os principais ativos e passivos financeiros reconhecidos pela empresa são: caixa e equivalentes de caixa, contas a receber comerciais, adiantamentos a fornecedores, impostos a recuperar, fornecedores, empréstimos de empresas ligadas, empréstimos e financiamentos bancários. Tais instrumentos financeiros são avaliados ao custo amortizado considerando, quando aplicável, a taxa efetiva de juros. (c) Ativos circulante e não circulante Um ativo é reconhecido quando se trata de recurso controlado pela entidade, decorrente de eventos passados e do qual se estiva que resultem benefícios econômicos futuros. O saldo de caixa e equivalentes de caixa inclui dinheiro em espécie mantido na empresa, saldos de contas bancárias e aplicações financeiras que possuem liquidez imediata. Os estoques são apresentados ao custo médio de aquisição ou de fabricação, inferiores aos valores de reposição ou de realização. Os demais ativos circulantes e não circulantes, são apresentados ao valor de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos proporcionais auferidos e as variações em indexadores contratuais, além de ajustes aos prováveis valores de realização. Os ativos biológicos são apresentados ao custo médio de aquisição ou de formação, ajustados ao final de cada exercício ao valor atribuído segundo os critérios divulgados na Nota 7. Ativos biológicos são mensurados pelo valor atribuído, deduzido das despesas de venda. Alterações no valor atribuído são reconhecidas no resultado. O ativo imobilizado é apresentado pelo valor justo atribuído, apurado com base em avaliação efetuada por peritos avaliadores. A companhia efetua as principais atividades de manutenção em bases anuais, durante o período da entressafra os registrando em custos industriais a serem apropriados durante o período de safra, desde que não representem itens que aumentem a vida útil ou a capacidade operacional dos ativos reparados, circunstância em que são capitalizados.A depreciação é apurada pelo método linear e leva em consideração as seguintes vidas úteis estimadas determinadas na citada avaliação: Vida útil econômica (anos) Benfeitorias em propriedades rurais Veículos Edifícios e residências Máquinas e equipamentos Destilaria de álcool Bens dos setores administrativos
10 5 10 a 50 10 10 5 a 10
(d) Passivos circulante e não circulante Um passivo é reconhecido quando a empresa possui uma obrigação legal ou constituída decorrente de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para a sua liquidação. As provisões são registradas tendo por base as melhores estimativas da administração e de seus assessores legais quanto aos riscos envolvidos. Os demais passivos são registrados por seus valores conhecidos ou calculáveis acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações nas taxas de câmbio e variações monetárias incorridas, além de eventuais ajustes aos prováveis valores de liquidação. (e) Demonstração dos fluxos de caixa A demonstração dos fluxos de caixa foi preparada pelo método indireto e está apresentada de acordo com a NBC TG 1.000. 4. Caixa e equivalente de caixa Em Reais 2.012 2.100,00 155.469,77
2.013 2.100,00 453.127,61
Caixa Bancos conta movimento Aplicações financeitas . Banco Safra S.A. . Banco Bradesco S.A. . Sicoob Sul
1.054,20
1.054,20 59.819,06 59.488,22 277.931,25
89.750,86 546.032,67
São representadas por numerário mantido na empresa (fundos fixos) para atender a despesas de pouca monta e em contas bancárias de livre movimentação. As aplicações financeiras representam investimentos em contas de poupança. 5. Contas a receber
Duplicatas a receber Outros títulos - Loteamento Cohab
2.013
Em Reais 2.012
4.574.455,13
3.165.647,75
190.699,35
145.734,15
4.765.154,48
3.311.381,90
A administração entende não ser necessária a constituição de provisão para perdas na realização de créditos em adição às baixas de contas consideradas incobráveis, normalmente efetuadas ao longo do exercício social. 6. Estoques
Açúcar Álcool Melaço Almoxarifado Custos industriais incorridos a apropriar Adiantamentos a fornecedores Materiais de produção Outros
2.013
Em Reais 2.012
8.123.302,68 12.519.101,28 182.274,73 1.841.424,78 1.740.012,36 8.136.481,30 1.373.479,98 182.652,87 34.098.729,98
7.240.097,54 11.833.065,62 140.933,71 2.049.325,72 1.333.303,49 8.748.136,75 1.508.526,28 149.948,83 33.003.337,94
2013 3.026.409,71 1.294.783,53 2.918.485,62 7.239.678,86 (3.026.409,71)
Em reais 2012 2.432.947,31 2.046.743,27 1.823.380,96 6.303.071,54 (2.432.947,31)
4.213.269,15
3.870.124,23
7. Ativo Biológico Custo agrícola incorrido a apropriar Culturas permanentes - Cana Planta Culturas permanentes - Cana Soca Parcela circulante Parcela não circulante
Para atender ao requerido pelo CPC 29 (IAS 41) Ativo Biológico e Produto Agrícola é apresentada a reconciliação do total contabilizado de custos agrícolas incorridos e culturas permanentes: Em reais 2.013 2.012 Ativo circulante No início do exercício 2.432.947,31 1.844.172,92 Custos do exercício 11.671.063,42 10.459.604,78 Apropriação p/ colheita (9.981.665,31) (7.894.717,94) Baixas da lavoura (31.438,56) (50.817,27) Transf. p/ não circulante (1.064.497,15) (1.925.295,18) 3.026.409,71
2.432.947,31
Composição dos custos Salários e encargos 3.799.792,09 sociais Materiais 5.021.688,65 Serviços de terceiros 546.726,74 Depreciação 1.737.539,34 565.316,60 Outros custos
2.812.430,06 4.428.581,05 1.213.402,19 1.632.898,33 372.293,15
No fim do exercício
11.671.063,42 10.459.604,78
Valor do Kg de ATR - R$ Taxa de desconto (SELIC)
Baixadas e tabuleiros 1o Corte 2o Corte 3o Corte 4o Corte 5o Corte 6o Corte 7o Corte 8o Corte 9o Corte 10o Corte 11o Corte 12o Corte 13o Corte
Exaustão por safra em % Áreas de gotejamento
Morros
29,40 23,52 19,17 16,16 11,75
25,65 17,95 15,39 12,82 10,25 8,97 8,97
10,28 9,75 9,28 8,81 8,34 7,94 7,54 7,21 6,81 6,48 6,14 5,87 5,55
100,00
100,00
100,00
A companhia está sujeita a riscos inerentes à sua atividade operacional preponderante, dentre osquais podem ser destacados: (a) Riscos regulatórios e ambientais: foram estabelecidos procedimentos e rotinas convergentes com as condicionantes e licenças operacionais e ambientais para garantir o seu cumprimento. As determinações da legislação trabalhista relacionadas com a execução dos trabalhos rurais e a utilização de mão de obra temporária durante o período de safra, também são objeto de acompanhamento pelos encarregados de turmas e técnicos de segurança do trabalho. A Administração realiza reuniões para o acompanhamento dessas questões e para reiterar a aderência às normas e procedimentos vigentes, como forma de prevenir a materialização de tais riscos; (b) Riscos climáticos e diversos: as atividades agropecuárias estão sujeitas a riscos diversos decorrentes de mudanças climáticas, pragas e doenças, incêndios acidentais e outras circunstâncias naturais impossíveis de serem previstas. A Administração emprega seus melhores esforços na supervisão constante das lavouras, empreendendo ações como irrigação artificial de áreas de lavoura, permanente pesquisa e seleção de variedades mais adequadas ao clima local e com potencial para melhorar o rendimento agrícola e o teor de sacarose a elas associado, entre outras medidas; e (c) Riscos de oferta e demanda: não obstante as políticas quanto à justa precificação das compras de cana-de-açúcar feitas perante os fornecedores existem fatores externos decorrentes das circunstâncias de demanda e oferta dos produtos resultantes, (açúcareálcool anidro ou hidratado), cujos preços efetivamente obtidos na comercialização são determinantes para a valorização do Açúcar Total Residual (ATR), usado para precificar a cana-de-açúcar comprada. 8. Impostos a recuperar 2013
Em reais 2012
6.163.596,50 17.753.919,98 282.146,73 7.211.879,97 2.021.290,03 1.064.736,48
5.819.234,14 16.788.832,68 390.891,10 8.689.285,60 1.754.997,03 4.200,00
34.497.569,69
33.447.440,55
(6.656.956,59) (21.593.606,47)
(6.486.179,27) (20.393.284,25)
Parcela circulante
6.247.006,63
6.567.977,03
Representada por: . Impostos a recuperar . Créditos fiscais a compensar
4.826.260,43 1.420.746,20
3.269.978,06 3.297.998,97
6.247.006,63
6.567.977,03
Contribuição social sobre o lucro a recuperar Imposto de renda a recuperar Crédito de ICMS sobre compras de ativo imobilizado IPI a recuperar PIS Outros Parcela não circulante . Créditos fiscais a compensar . Imposto de renda e contribuição social diferidos
Em 24 de março de 1999, foi obtida reforma de sentença judicial que passou a assegurar à companhia o direito de reconhecer alíquota “zero” de IPI nas suas vendas de açúcar a partir de janeiro de 1992, e que assegurou a antecipação de tutela quanto à compensação dos valores pagos com demais obrigações tributárias federais. Em 2009 foi proferida decisão pelo TRF, anulando os efeitos da reforma de sentença de 1ª Instância que concedia alíquota “zero” de IPI. Os autos foram devolvidos à vara de origem para que fosse ouvida a parte contrária e para que o Juiz daquela instância, novamente decidisse sobre a questão da alíquota “zero”. Por conta disso a companhia reconheceu e incluiu em parcelamentos, todo o IPI não destacado em suas Notas Fiscais de venda de açúcar, no período abrangido pela decisão anulada. O referido julgamento do TRF não contemplou a questão do direito aos créditos reconhecidos pela companhia e sobre a antecipação de tutela quanto à sua utilização, os quais permanecem vigentes. Adicionalmente ao descrito no parágrafo precedente, a companhia ao aderir ao parcelamento previsto pela Lei nº 11.941/2009, optou por também incluir tributos anteriormente compensados com os créditos de IPI, reconstituindo aquele crédito fiscal. 9. Títulos federais
Certificados do Tesouro Nacional Deságio na aquisição, a apropriar
2013
Em reais 2012
31.860.055,12 (4.178.851,33)
30.191.761,49 (4.720.394,65)
27.681.203,79
25.471.366,84
Com base na Resolução no 2.471/98 do Banco Central do Brasil, a companhia securitizou suas dívidas decorrentes de operações de Cédula de Crédito Agrícola, mediante a aquisição no mercado secundário de Certificados do Tesouro Nacional, com vencimento para 20 anos, pelos quais pagou cerca de 10,3% do valor de face dos financiamentos. Tais títulos estão sujeitos à atualização com base no IGP-M e o deságio pago na sua aquisição vem sendo anualmente amortizado. Os referidos Certificados não são comercializáveis e destinam-se ao pagamento dos montantes do principal dessas dívidas. 10. Indenização transitada em julgado Em 10 de setembro de 2009, transitou em julgado, em última instância, Ação Ordinária em que a companhia demandava da União, como sucessora do Instituto do Açúcar e do Álcool, indenizações em função de perdas decorrentes de intervenção no domínio econômico, ao amparo da Lei nº 4.870/1965. A companhia ajuizou, então ação de liquidação de sentença, peticionando fosse a mesma liquidada segundo a modalidade de arbitramento, tomando por referência valores apurados em Laudo produzido durante a fase probatória do feito original. Não tendo o Juiz acolhido o pleito de liquidação por arbitramento, determinou a realização de nova Perícia para a apuração do montante devido, já líquido de eventuais ganhos que a companhia pudesse ter auferido com a compra de matérias-primas de seus fornecedores, por valores também minorados. Os novos trabalhos periciais apuraram o montante já líquido, da ordem de 17,7 milhões. A realização do referido crédito cujo montante atualizado é de R$ 20,5 milhões, terá sua liquidação determinada pela permissão legal de que, antes da prolação de sentença para que a União emita os precatórios, a companhia possa peticionar pela compensação de obrigações perante a União (aí inclusos tributos e contribuições Federais). Em reais Valor líquido contábil 2013 2012
11. Imobilizado Imobilizado tangível Terrenos e propriedades Benfeitorias em propriedades rurais Veículos Edifícios e residências Máquinas e equipamentos Destilaria de álcool Bens dos setores administrativos Outros bens Imobilizado em Formação
49.898.878,88 5.370.624,21 2.954.539,92 18.706.063,05 96.439.834,93 14.416.377,41 811.119,72 93.588,42 1.203.785,55
49.898.878,88 5.834.093,79 3.205.473,70 18.828.709,36 99.104.052,81 14.885.183,37 911.835,61 93.588,42 1.536.467,92
189.894.812,09
194.298.283,86
As variações verificadas nos principais componentes em cada exercício são como abaixo: 2.013
Em reais 2.012
Ativo não circulante No início do exercício 3.870.124,23 9.679.920,28 Transferido do circulante 1.064.497,15 1.925.295,18 Outras adições 177.379,37 Baixas do exercício (15.444,44) (76.625,31) Exaustão do canavial (1.112.780,51) (870.582,40) 229.493,35 (6.787.883,52) Ajuste valor atribuído 4.213.269,15
3.870.124,23
Para fins de determinação do valor atribuído das culturas permanentes de cana-de-açúcar, foi utilizado o cálculo do valor justo pelo método do fluxo de caixa futuro descontado nos ativos biológicos correspondentes às soqueiras que geram várias colheitas e a cana-de-açúcar em pé. De acordo com as práticas contábeis, esses dois componentes devem ser apresentados como um único ativo - culturas permanentes - no balanço patrimonial, uma vez que a produção agrícola não pode ser reconhecida separadamente do ativo biológico a que se refere até a colheita. As culturas permanentes representam apenas as plantas de cana-de-açúcar, sem considerar as terras nas quais estão localizadas. As seguintes premissas foram utilizadas na determinação do valor justo:
Área estimada de colheita (hectares) Produtividade prevista (toneladas de cana/hectare) Quantidade total de açúcar recuperável - ATR (Kg)
com base nos seguinte critérios, baseados em percentuais determinados com base em estudos agrícolas e fundamentados na redução gradual da produtividade da cana por hectare a cada corte:
2013
2012
2.471,03 63,34 128,72
2.471,03 65,93 128,72
0,52 9,77
0,50 8,40
A empresa mantém sistema de custo integrado com a contabilidade geral para o controle dos custos incorridos com as culturas permanentes de cana-de-açúcar, aí incluídas as atividades de plantio, manutenção de lavouras e reforma do canavial, individualizados por quadra de cana plantada. O total dos custos acumulados no período de entressafra com a manutenção do canavial é apropriado ao custo agrícola com base em informações fornecidas pela gerência agrícola, sobre as quadras do canavial efetivamente colhidas e são apropriados por exaustão
Imobilizado tangível Exercício de 2012 Terrenos e propriedades Benfeitorias em propriedades rurais Veículos Edifícios e residências Máquinas e equipamentos Destilaria de álcool Bens dos setores administrativos Outros bens Imobilizado em Formação Exercício de 2013 Terrenos e propriedades Benfeitorias em propriedades rurais Veículos Edifícios e residências Máquinas e equipamentos Destilaria de álcool Bens dos setores administrativos Outros bens Imobilizado em Formação
Saldo inicial 49.898.878,88 8.494.109,52 6.578.070,97 26.639.573,11 123.453.056,38 17.650.685,08 1.890.242,66 141.075,71 316.032,27 235.061.725 49.898.878,88 8.494.109,52 6.501.038,65 26.639.573,11 124.811.894,14 17.827.829,23 1.983.078,73 141.075,71 1.536.467,92 237.833.946
Adições
60.849,00
Baixas
(137.881,32)
1.358.837,76 177.144,15 92.836,07 1.226.192,25 2.915.859,23
(5.756,60) (143.637,92)
395.443,40 924.440,40 932.835,33
(54.544,25)
67.308,88
(1.275,98)
591.758,03 2.911.786,04
(924.440,40) (982.887,49)
(2.626,86)
Em reais Saldo final 49.898.878,88 8.494.109,52 6.501.038,65 26.639.573,11 124.811.894,14 17.827.829,23 1.983.078,73 141.075,71 1.536.467,92 237.833.945,89 49.898.878,88 8.494.109,52 6.841.937,80 27.564.013,51 125.742.102,61 17.827.829,23 2.049.111,63 141.075,71 1.203.785,55 239.762.844,44
14
informe
ES de Fato, Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 2014
Usina Paineiras S.A. - 3 Depreciação acumulada Exercício de 2012 Benfeitorias em propriedades rurais Veículos Edifícios e residências Máquinas e equipamentos Destilaria de álcool Bens dos setores administrativos Outros bens Exercício de 2013 Benfeitorias em propriedades rurais Veículos Edifícios e residências Máquinas e equipamentos Destilaria de álcool Bens dos setores administrativos Outros bens
Saldo inicial (2.196.759,45) (2.752.305,19) (6.794.526,21) (22.223.707,91) (2.473.839,90) (913.609,00) (47.487,29) (37.402.234,95) (2.660.015,73) (3.295.564,95) (7.810.863,75) (25.707.841,33) (2.942.645,86) (1.071.243,12) (47.487,29) (43.535.662,03)
Adições
Baixas
(736.621,13) (631.089,04) (1.016.337,54) (3.484.744,34) (468.805,96) (157.634,12)
273.364,85 87.829,28
(6.495.232,13)
361.805,05
(580.559,98) (632.788,42) (1.047.299,72) (3.595.766,71) (468.805,96) (166.793,01)
117.090,40 40.955,49 213,01 1.340,36
(6.492.013,80)
159.643,48
610,92
44,22
Em reais Saldo final (2.660.015,73) (3.295.564,95) (7.810.863,75) (25.707.841,33) (2.942.645,86) (1.071.243,12) (47.487,29) (43.535.662,03) (3.123.485,31) (3.887.397,88) (8.857.950,46) (29.302.267,68) (3.411.451,82) (1.237.991,91) (47.487,29) (49.868.032,35)
(a) Provisão para redução ao valor recuperável: Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2013 foram aplicados procedimentos de aferição do valor recuperável dos ativos, não tendo sido identificados indícios de que alguma classe de bens possa estar registrada por valor superior ao de realização. Corroboram tal análise o resultado apurado pela empresa interligada na desapropriação de propriedade agrícola em 2010 assim como a indenização recebida por desapropriação efetuada pela Prefeitura Municipal de Itapemirim em 2012, o orçamento financeiro e operacional da empresa e a projeção de geração futura de caixa. (b) Terrenos e propriedades possuem um mercado ativo de comercialização e segundo a avaliação da Administração, os respectivos valores pelos quais estão registrados representam os correspondentes valores recuperáveis. Para os demais ativos, sujeitos à depreciação, a experiência pretérita baseada nas operações da companhia sugerem que nenhum valor residual significativo seja apurado ao final da vida útil, razão pela qual a depreciação é calculada sobre a totalidade de tais bens. (c) Garantias: Em garantia de empréstimos e financiamentos foram oferecidos penhor cedular, equipamentos industriais, avaliados em R$ 9,2 milhões e hipotecas de fazendas: (i) de propriedade da empresa – Limão (656,26ha), Paineiras (1.643,56ha) e (ii) fazendas da empresa interligada Agropecuária Carvalho Britto S.A. - Boa Vista (1.004,44 ha), José Coelho (77,44 ha), Hugo Zago (136,86 ha) e Ouvidor (2.602,73 ha), Coqueiro (46,51ha), Pedra (379,97ha) e Barra Seca (659,77ha).
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Ao amparo das disposições da Lei nº 11.941/2009, a companhia decidiu aderir ao programa de parcelamento de tributos e contribuições federais que veio a ser conhecido como REFIS IV. 15. Empréstimos e financiamentos Cláusula de Atualização Financiamentos bancários Banestes S.A Sicoob Sul
Circulante
2013 Não circulante
7,44 6,75
5.593.360,09 678.177,98
7.188.508,99 79.896,05
6.215.518,67
5.524.477,15 633.440,98
6.271.538,07
7.268.405,04
6.215.518,67
6.157.918,13
114.745,67
388.879,52
109.853,01
361.499,21
CBD
Financiamentos Imobilizado Netafim Brasil Irrigação Ltda.
6,75
Contas garantidas Financiamento de Capital de giro Operações de desconto de duplicatas Banestes S/A Daycoval S/A Sicoob Cohab Empréstimos para capital de giro Daycoval S/A Sicoob - contrato 79797-1 Sicoob - contrato 896153 Financiamentos Securitizados Banco do Brasil S.A. - Principal Banco do Brasil S.A. Bradesco S.A.
8,73 18,02 18,02
IGP-M Commodities IGP-M
8,00 3,00 4,80
12. Fornecedores
Fornecedores de cana-de-açúcar Fornecedores de serviços e materiais Outros fornecedores
2013 18.447.434,15 1.110.197,30 26.077,76 19.583.709,21
Em reais 2012 13.874.028,31 1.215.659,99 20.101,62 15.109.789,92
A Administração entende que não existe risco significativo de exposição a riscos de moeda e liquidez relacionados com as contas a pagar a fornecedores e demais contas a pagar. Da mesma forma, não são efetuadas compras pagáveis em parcelas prefixadas por prazo que justificasse a aplicação de um método financeiro para a redução dessas obrigações ao seu valor presente de liquidação. 13. Salários e encargos sociais
Salários a pagar Provisão de férias Pensão alimentícia Instituto Nacional do Seguro Social - INSS Instituto Nacional do Seguro Social - INSS - Parcelamento Instituto Nacional do Seguro Social - INSS - Produtor Rural Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS Participação nos resultados Salários não reclamados e outros Parcela não circulante Parcela circulante
2013
Em reais 2012
292.979,00 1.353.316,45 8.648,90 350.523,31 2.220.150,25 52.090,32 110.445,58 386.407,01 9.849,98 4.784.410,80 (1.322.961,85)
322.290,34 1.257.347,07 6.756,37 348.700,36 2.962.710,89 93.546,59 101.066,40 249.068,73 16.910,22 5.358.396,97 (2.182.783,79)
3.461.448,95
3.175.613,18
14. Obrigações tributárias
Normais ICMS a recolher ICMS substituição tributária ICMS - diferencial de alíquota Imposto de renda retido da fonte - IRRF Imposto sobre produtos industrializados - IPI Outros Programa de Integração Social - PIS Contribuição para financiamento da Seguridade Social - COFINS FUNRURAL CIDE sobre álcool combustível Parcelados ICMS Imposto sobre produtos industrializados - IPI Tributos Federais - Lei nº 11.941/2009 Depositados judicialmente COFINS e FUNRURAL Provisões IRPJ - Avaliação ao Valor Justo CSLL - Avaliação ao Valor Justo
2013
Em reais 2012
1.349.749,95 43.556,90 6.450,86 549.050,52 31.781,14 31.999,29 4.792,51 37.216,17
1.388.081,94 43.649,30 7.439,87 529.898,00 180.309,77 135.516,74 56.586,96 292.530,62 36.216,84 37.216,17
1.320.266,33 176.325,67 56.822.421,04
2.978.533,98 388.547,75 58.179.245,90
16.372,32
16.372,32
40.934.705,82 14.745.134,10
41.791.931,84 15.053.735,47
116.069.822,62
121.115.813,47
(51.719.175,94) (16.372,32) (55.679.839,92)
(55.257.384,20) (16.372,32) (56.845.667,31)
Parcela circulante
8.654.434,44
8.996.389,64
Representada por: . Impostos a pagar . Impostos parcelados
2.054.597,34 6.599.837,10
2.707.446,21 6.288.943,43
8.654.434,44
8.996.389,64
Parcela não circulante . Impostos parcelados . Impostos depositados judicialmente Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos
Em reais 2012 Não circulante
Taxa Anual de Juros %
Circulante
-
216.579,59
1.029.076,24 3.011.366,88 335.804,01 3.051,24
3.992,91
2.146.132,99 524.250,73 762.367,56 7.812.049,65
-
3.992,91
-
192.369,41
15.702.684,84 380.225,78 16.205.188,66
181.339,56
15.031.150,41 380.225,78 14.911.501,26
192.369,41
32.288.099,28
181.339,56
30.322.877,45
14.390.702,80
39.945.383,84
6.727.283,74
36.842.294,79
Em garantia dos empréstimos e financiamentos foram oferecidos (i) avais dos administradores e (ii) penhor cedular de equipamentos e hipoteca de propriedades agrícolas como divulgado na Nota 11. Nos termos da Resolução 2471 do Banco Central do Brasil, o débito perante o Banco do Brasil S.A. foi recalculado considerando o índice de rendimento de poupança e juros de 12% a.a. O saldo resultante foi consolidado e seu vencimento repactuado para 2.019. Para garantir o pagamento do principal, a companhia adquiriu quantidade equivalente de Certificados do Tesouro Nacional, com deságio em função do vencimento futuro (10,37% de valor de face). Isto possibilitou a desoneração de parte das garantias reais que asseguram tal empréstimo. Este mútuo passou a ser atualizado com base na variação do IGP-M e está sujeito a juros anuais de 8%, os quais, em caso de adimplência, serão reduzidos para 6% a.a. Empréstimo para capital de giro (antecipação de receitas) obtido perante o Bradesco S.A., foram objeto de operação de securitização de dívida em setembro de 2002. Como resultado o saldo então apurado, da ordem de R$ 8,7 milhões teve seu vencimento repactuado para outubro de 2022, e a empresa adquiriu Certificados do Tesouro Nacional por montante equivalente a 10,37% do montante da dívida, os quais passaram a garantir o pagamento do principal e possibilitaram a desoneração e parte das garantias reais que asseguravam tal empréstimo. Esse mútuo passou a ser atualizado com base na variação do ICP-M, limitado à variação máxima estabelecida de 9,5% e está sujeito a juros anuais de 8% sobre o saldo do principal até R$ 500 mil e de 10% sobre saldo do principal superior a R$ 1 milhão, com possibilidade de redução de até cinco pontos percentuais nas taxas de juros descritas, não podendo a taxa efetiva ponderada dos juros, após a redução decorrente do benefício ser inferior a 3,5% a.a. (taxa efetiva 4,8%). Ajuste a valor presente: As Cédulas de Crédito Rural, objeto das securitizações acima referidas tem o valor de seu principal reduzido ao montante atualizado dos Certificados do Tesouro Nacional - Nota 9 - uma vez que a quitação dessas obrigações será efetuada exclusivamente com aqueles ativos. Em 15 de dezembro de 2009 foi proferida sentença na ação revisional que questionava o pagamento em excesso de parcelas de principal e de encargos financeiros em operações de cédula de crédito industrial contratada com o Banco do Brasil S.A. que assegurou à companhia: (a) a redução da taxa de juros ao limite anual de doze por cento; (b) afastar a utilização dos índices IRP, TBF e ANBID; (c) afastar a incidência de comissão de permanência nos contratos em que se apurar, cumulativamente, a cobrança de qualquer fator de correção ou juros moratórios ou juros remuneratórios ou multa; e (d) afastar a incidência da multa prevista no art. 58 do dec. Lei. nº 413/1969 e demais encargos de natureza punitiva nos contratos em que se verificar a cobrança de qualquer um dos encargos ilegais acima referidos. Conclui ainda a sentença que os referidos valores deverão ser repetidos em dobro quando se verificar que o pagamento foi promovido após a vigência do Código de Defesa do Consumidor, ou de forma simples, se antes, cujos cálculos ficam remetidos para a fase de liquidação, a ser deflagrada posteriormente. Tomando por referência os cálculos já efetuados por Assistente Técnico da companhia, em estrita observância aos termos da sentença, foi constatada a existência de haveres em relação à instituição financeira, razão pela qual o saldo do correspondente financiamento foi reduzido a “zero”. 16. Crédito presumido Decreto nº 251-R Em decorrência da edição do Decreto nº 251-R, cujo objetivo era assegurar a competitividade da indústria sucro-alcooleira Estadual – principalmente face aos subsídios financeiros concedidos àquelas indústrias localizadas nos Estados do Nordeste do país, a companhia, pelo período de 60 meses contados à partir de setembro de 2000, teria assegurada a fruição de benefício de crédito presumido de ICMS nas vendas de álcool anidro e hidratado. Findo tal período, iniciar-se-ia um prazo de carência de 36 meses, após o qual seria iniciada a fase de amortização que se estenderia pelo prazo de 96 meses. Em janeiro de 2003, o governo estadual então empossado decidiu pela suspensão de todos os benefícios e incentivos. Não tendo sido restabelecido o benefício, o saldo da fruição gozada pela companhia até aquela data foi, nos termos originalmente estipulados, atualizado com base em fator equivalente a 25% da variação nominal do INPC e calculados os juros previstos de 3% a.a. O período de amortização iniciou-se em setembro de 2008 e, nos termos previstos, deverá se estender até 2016. 17. Operações com partes relacionadas Indexador
2.013
Em Reais 2.012
23.121.483,03
28.130.940,29
57.637,20 1.300,00
57.637,20 1.300,00
58.937,20
58.937,20
Passivo não circulante Obrigação perante empresa interligada
TR
Obrigações perante acionistas Régis Souza de Carvalho Britto Ruy Vital Brasil Filho
Os saldos decorrem de contratos de mútuo celebrados pela companhia com empresa interligada e com acionistas. Durante o exercício foram adquiridas 155 mil (2012 – 119 mil) toneladas de cana-de-açúcar no valor de R$ 8.855 mil (2012 – R$ 7.391 mil), da Agropecuária Carvalho Britto S.A. 18. Seguros A administração, com base em estudos realizados por assessoria em seguros, decidiu estabelecer cobertura para seus bens baseada no conceito de “cobertura a primeiro risco absoluto”. Esse conceito busca estabelecer uma cobertura abrangente para toda a empresa, levando em conta a descentralização de suas atividades. As apólices de seguro mantidas pela empresa proporcionam coberturas para bens administrativos e operacionais, no valor de R$ 44 milhões. A administração adota o critério de não contratar seguro para as culturas permanentes. Regis Souza de Carvalho Brito Diretor Presidente
Cláudio de Carvalho Britto Vital Brasil Diretor Superintendente Alcides Zerbone Soares Contador CRC-ES 002.567/0.6 CPF nº 195.896.977-04
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAçõES CONTáBEIS Aos Administradores e Acionistas Usina Paineiras S.A. 1. Examinamos as demonstrações contábeis da Usina Paineiras S.A. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. 2. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. 3. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências
éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos aplicados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação das prática contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. 4. Opinião Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequada-
mente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Usina Paineiras S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 5. Ênfase Conforme mencionado na nota explicativa 2(e) em decorrência da revisão das interpretações de normas contábeis adotadas pela Companhia em 2013, os valores referentes ao exercício anterior, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto na Resolução no 1.255/2009, Seção 10 - Práticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Vitória, 30 de maio de 2014. C.F.A. Consultoria, Finanças e Auditoria Independente S/S CRC-ES 2.017/O-4
Albert Anthony Sholl Sócio Contador CRC-ES 8.894/O-7
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ES de Fato, Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 2014
geral
15
A partir de amanhã, carros terão que ter o novo tipo de extintor, mas em algumas lojas já não é mais possível encontrá-lo
Faltam extintores do tipo ABC Divulgação
PORTARIA
Som alto proibido no litoral A música alta está proibida em Itapemirim e Marataízes. Juízes dos dois municípios baixaram portaria conjunta que determina a apreensão de veículos ou aparelhos com som em volume alto, em qualquer horário. Além disso, os proprietários dos equipamentos poderão responder por contravenção penal e estarão sujeitos a multa e até prisão, de no máximo três meses. O cerco também se aplica a estabelecimentos particulares. E até a programação oficial, promovida pelas prefeituras neste
período, vai ter que se enquadrar. Os shows musicais, tanto em Marataízes quanto em Itapemirim, somente poderão acontecer até às 2h00, inclusive, no Réveillon e no Carnaval, não sendo admitido nenhum tipo de execução sonora após esse horário. Na portaria, que já está em vigor, os juízes afirmam que ela atende a reclamações de moradores dos balneários, incomodados com o excesso de barulho. Não há, entretanto, definição de qual é o nível de ruído aceitável. Arquivo FATO
Novo modelo de extintor custa R$ 65,00 Wanderson Amorim
Essenciais e obrigatórios nos automóveis, os extintores de incêndio deverão ser trocados a partir de amanhã, por conta da Resolução nº 333/2009 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Em Cachoeiro, no entanto, quem deixar para última hora corre o risco de não encontrar o item, pois algumas lojas já estão com os estoques zerados. Apesar de todos os carros que são fabricados no Brasil saírem de fábrica com o extintor apropriado, muitos veículos ainda não
possuem o do tipo ABC. O tipo BC, mais usado atualmente, além de ter validade de apenas um ano, só combate incêndio causado por líquidos inflamáveis, representado pela letra “B”, e equipamentos elétricos, representados pela letra “C”. Porém, não é eficiente caso o estofado do carro pegue fogo, por exemplo. O novo extintor tem adicionado em sua composição a substância necessária para combater incêndios do tipo “A”, como o estofado do carro. Apesar de seu preço mais alto, o novo modelo tem validade de cinco anos. Caso o seu
extintor já esteja vencido e queira trocar por um novo, é melhor se adiantar e procurar o modelo ABC nas lojas especializadas em Cachoeiro de Itapemirim, pois o produto já começa a faltar na cidade. De acordo com Poliana Barbosa, que trabalha em uma loja do ramo, nos últimos dias a procura aumentou em mais de 100% pelo extintor modelo ABC. “Somente na segunda-feira e ontem vendemos mais de 2 mil extintores. Hoje nosso estoque está zerado e a previsão é que uma nova remessa do acessório obrigatório che-
gue na próxima segunda-feira (5)”, disse. O novo modelo custa R$ 65,00. A vantagem é que a validade é de cinco anos, ou seja, para o ano de 2020, comprando agora. O extintor AB, que tinha validade de um ano, não pode mais ser comercializado. Quem andar sem extintor ou com o equipamento fora da validade poderá receber uma multa no valor de R$ 127,69 e perderá cinco pontos na CNH. Deixar de retirar o plástico protetor do extintor também pode resultar em multa, por dificultar o acesso ao item.
ITAPEMIRIM
Trânsito muda no verão O trânsito sofreu alterações em Itapemirim, nesta temporada de verão. Uma rota alternativa foi criada no entorno das praias de Itaoca e de Itaipava. Turistas com destino ao litoral sul podem deixar a Rodovia do Sol na altura da Rua Belo Horizonte, em Itaipava, e adentrar a rota que sairá na Rua São José, em Itaoca, próximo ao posto
de saúde local. Já os visitantes com destino ao litoral norte podem entrar na Rua São José e sair na Rua Belo Horizonte. Os motoristas também podem transitar normalmente pela Avenida Itapemirim. Na Avenida Atlântica, sentido Itaoca x Itaipava, o estacionamento está proibido, uma vez que se trata de mão única.
16
especial
ENTREVISTA Regina Monteiro nasceu no Rio de Janeiro, onde morou até se casar. É graduada e pós-graduada em jornalismo. Tem 34 anos de profissão e atua como colunista social há 15 anos. É uma profissional respeitada, reconhecida e muito querida pelos colegas da imprensa e a sociedade em geral. Em outubro deste ano, começou uma nova empreitada, a de empresária de moda. Segunda ela, o mercado carecia de opção para as mulheres que não se enquadram nos padrões rígidos de beleza estabelecidos pelas passarelas. “E ninguém entende mais de plus size do que quem é verdadeiramente plus size”, assegura. Em entrevista exclusiva, a jornalista e empresária fala de seu novo empreendimento, o Espaço Regina Monteiro – Moda Plus Size.
O que significa “plus size”? Plus size é o nome que foi dado pelos norte-americanos para modelos de roupas acima do padrão convencional vendido nas lojas. Ou seja, plus size significa tamanho maior. Portanto, qualquer roupa com numeração acima do número 44 enquadra-se no gênero de roupas “plus size”. Então, você resolveu abrir um local exclusivo para as que usam numerações maiores? É essa sua proposta? Não, não só isso. A minha proposta é ter um espaço de moda diferenciado e personalizado, que respeite a mulher, em qualquer idade. Que diga a ela: você é linda! Não importa a numeração de sua roupa, ou se tem seios grandes e quadris menores, ou vice-versa, se é moça ou se é uma senho-
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Regina Monteiro fala do espaço de moda plus size
Moda em grande estilo Divulgação
ra. Na verdade, a minha proposta é a de valorizar a mulher integralmente, elevar sua autoestima, contribuir para que seu amor-próprio seja considerado acima de quaisquer padrões. Por isso, a loja está situada em um local discreto e bem acolhedor. Lá, é o lugar de todas. E o que levou a abrir esse negócio? A minha própria experiência. Cachoeiro é o maior polo comercial do sul do Espírito Santo e não oferece às mulheres opções. Quem não se enquadra nos padrões de beleza estabelecidos não encontra o que deseja e acaba comprando o que tem. Por que você é quem tem que caber na roupa? Por que não é a roupa que tem que caber em você? Pretendo quebrar esse conceito démodé. Quero dizer para as mulheres: você tem a sua própria beleza, que deve
ser respeitada acima das regras do mercado, das passarelas, de qualquer um que queira te impor padrões irreais.
dade, modernas, coloridas, bonitas, elegantes e sensuais. E, acima de tudo: ter a opção de escolher o que deseja usar em quaisquer ocasiões. Outro diferencial é que nossas peças são exclusivas de Belo Horizonte, saímos desse eixo de São Paulo.
Então, você tinha dificuldades em comprar roupas? Sim, a exemplo de muitas mulheres. A gente não compra o que quer, mas Onde fica o Espaço Resim o que tem, e isso é gina Monteiro? muito ruim. Percebo que, O Espaço Regina Monquando se trata de nume- teiro - Moda Plus Size rações maiores, a tendên- está localizado à Rua Dom cia é achar que a roupa Fernando, 61, Bairro Intem que ter cores escuras, dependência (em frente à modelagem quadrada, entrada lateral da Matriz aparência senhoril, en- Velha), em Cachoeiro de fim, tudo é Itapemirim “Minha pro- ( T e l e f o n e : de muito mau gosposta é mos- 3518-1866). to. Minha trar que você pode C o m o n o s proposta é sa proposta mostrar que se vestir bem, bons é totalmente você pode preços, com roupas diferenciada, s e v e s t i r de boa qualidade, oferecemos a bem, bons os clienmodernas, colori- todos preços, com tes um horário roupas de das, bonitas, ele- alternativo de boa quali- gantes e sensuais atendimento:
das 9h00 às 20h30, de segunda a sexta-feira, e das 8h30 às 14h aos sábados.
Agora, oferecemos moda praia, que está fazendo um grande sucesso.
Você falou “todos os clientes”, mas a loja não é exclusivamente feminina? Sim, mas temos clientes masculinos. Eles nos procuram e nos pedem orientação para comprar roupas femininas para as namoradas, esposas e mães.
Qual o balanço que faz do empreendimento? Em apenas dois meses de atividade, nossas expectativas já estão sendo correspondidas. É muito gratificante perceber a felicidade de nossas clientes ao possibilitarmos a elas vestirem-se do jeito que sempre sonharam. Fazer as mulheres se sentirem bem com o seu corpo é o nosso objetivo e as clientes já perceberam isso. Assim, a felicidade é mútua. Sou muito grata ao apoio e incentivo que temos recebido de amigos. Quem conhece a loja, incluindo nosso público de Vitória, sempre volta e indica às amigas. Temos certeza que 2015 será um ano promissor – principalmente para as mulheres que buscam a felicidade acima de qualquer padrão.
Quais artigos a loja oferece? Todo vestuário feminino. Roupas casuais e para festas. Buscamos atender a todas as expectativas das mulheres que usam numerações acima de 44. Temos, também, lingeries lindíssimas e exclusivas, feitas especialmente para os mulherões, com numeração até 58. A lingerie que oferecemos é confortável, muito bonita, sensual e corresponde às necessidades das mulheres.