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MAURILIO CARVALHO Pesquisas eleitorais
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ESPÍRITO
Presidente da Câmara tem alta após 11 dias de internação
SANTO
DE
Alexandre Bastos foi internado no dia 17, quando caiu do 3º andar de sua casa no rio Itapemirim
Contra FATO não há argumentos es.fato@terra.com.br | www.jornalfato.com.br
R$ 1,00 - Ano 14 - Edição 3739
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Cachoeiro de Itapemirim - ES | Quarta-Feira | 29 de Março de 2017
CACHOEIRO
Cada escola vai receber R$ 50 por aluno matriculado, e elas precisam apresentar à Secretaria Municipal de Educação os planos de aplicação do recurso
Prefeito assegura R$ 1 mi para melhoria em escolas 05
Ronaldo Índio
CARRO está abandonado e cheio D’ÁGUA Os moradores da rua Carly Levi Ramos, no bairro Novo Parque, em Cachoeiro, temem pegar alguma doença a partir da possível proliferação do mosquito proporcionada pelo veículo. A prefeitura informou que enviaria uma viatura até o local para avaliar o que pode ser feito
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Rael Sérgio/Notícia Capixaba
CACHOEIRO
CONSTRUÇÃO
VARGEM ALTA
PM prende 1 dos 30 criminosos mais procurados
ES anuncia R$ 200 milhões para creches
Produtor morre com suspeita de febre amarela
Pablo da Cruz Silva, de 30 anos, conhecido como “Orelha de Borracha”, foi preso no bairro Aeroporto, junto com um comparsa
O governador Paulo Hartung sancionou ontem a lei que institui o Pacto pela Aprendizagem no Espírito Santo (Paes)
A Secretaria Municipal de Saúde informou que o homem trabalhava em uma propriedade na localidade de Fruteiras Novas
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GERAL
ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
ESTADO
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O governador Paulo Hartung sancionou ontem a lei que institui o Pacto pela Aprendizagem no Espírito Santo (Paes)
Governo anuncia R$ 200 milhões para construção de creches é uma proposta estruturante para que todos possam colaborar, estado e municípios. Precisamos reconhecer que avançamos nas duas últimas décadas, mas ainda estamos muito aquém do ideal, temos que assumir o compromisso de promover as pessoas. A escola precisa ser uma ferramenta de emancipação humana para que o indivíduo possa progredir”, ressaltou o secretário de Estado da Educação, Haroldo Rocha. “O que podemos observar, é que há um desafio, que está associado à expansão da oferta de vagas para crianças de 0 a 03 anos, há uma necessidade de expansão dos investimentos em infraestrutura, para garantir a ampliação do acesso. O mesmo já não é válido para as de-
Para fortalecer a aprendizagem dos estudantes capixabas, o governador Paulo Hartung sancionou ontem a Lei que institui o Pacto pela Aprendizagem no Espírito Santo (Paes), durante encontro com 56 prefeitos e seus secretários municipais de Educação, no Palácio Anchieta. Na oportunidade, também foram anunciadas ações para o desenvolvimento do Pacto, como financiamento de R$ 200 milhões, por meio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para construção de creches em todo o Estado, disponibilizando assim mais vagas aos estudantes capixabas. “O nosso Pacto quer tratar a melhoria da aprendizagem dos estudantes desde a creche até o 9º ano do Ensino Fundamental. Essa
Leonardo Duarte/Secom
O recurso vai garantir que sejam construídas e equipadas creches em diversos municípios
mais faixas etárias, que carecem de investimentos de outra natureza, ou seja, na melhoria da qualidade do ensino”, observa o secretário. Durante o evento, o secretário anunciou que o governo estadual está viabilizando o financiamento de R$ 200 milhões, por
meio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para que sejam construídas e equipadas creches em diversos municípios. Um planejamento já está sendo executado, paralelamente ao trabalho de adesão dos municípios ao pacto, para que possam ser otimizados esses re-
cursos. A previsão é que até o final deste ano sejam direcionados os recursos às cidades. Também foi anunciado na solenidade que será enviado para Assembleia Legislativa do Estado, um novo projeto de lei que prevê adicionar o desempenho dos municí-
pios na área da educação como um dos elementos do Índice de Participação dos Municípios (IPM) na distribuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O Governo do Estado divide entre os 78 municípios 25% do ICMS arrecadado.
10 ERROS IMPERDOÁVEIS ao gerenciar uma CRISE nas mídias sociais CLEITON MARTINS DE ARAUJO - ESPECIALISTA EM VENDAS ONLINE Hoje em dia muitas pessoas utilizam as mídias sociais para fazer comentários e críticas públicas sobre todas as suas insatisfações. O mau atendimento em alguma loja ou empresa, por exemplo, é algo que pode provocar uma imagem negativa do empreendimento e gerar uma crise descontrolada nas mídias digitais. Veja abaixo algumas dicas de como uma empresa não deve agir quando for administrar uma crise. 1. Dar uma resposta imediata Antes de escrever uma nota esclarecedora sobre o assunto é importante que o responsável pela empresa pense muito bem no que vai dizer afinal ela vai ser lida por muitas pessoas que irão fazer um julgamento contrário ou a favor do caso.
A empresa não deve demorar muito tempo para se posicionar sobre o assunto, ela deve dar uma resposta imparcial e em um curto espaço de tempo. 2. Agir com emoção Agir na emoção pode fazer com que a situação piore. Antes de agir, é importante analisar o caso e não encará-lo como uma situação pessoal, onde o cliente quis ofender o dono da empresa especificamente. A situação deve ser resolvida em comunhão com todos os participantes da empresa e é importante não responder de maneira explosiva e usar sempre a razão e a lógica. 3. Não pedir desculpas Por mais que a empresa não veja que está errada, é importante sempre assumir o erro e pedir desculpas. Essa não é uma situação
humilhante, pelo contrário, demonstra que a empresa valoriza o cliente e está disponível para receber críticas e sugestões. 4. Atribuir responsabilidade a terceiros A melhor opção quando uma crise repercute nas redes sociais é assumir o erro e não atribui-lo a outra pessoa ou ao cliente. Deliberar responsabilidade a terceiros pode parecer que a empresa quer fugir da situação. 5. Entrar na briga Essa atitude é tão incorreta quanto não pedir desculpas ao cliente publicamente pela situação. Entrar em briga com um cliente é sempre uma desvantagem, pois por mais que ele esteja errado, ele sempre vai estar com a razão. Ao invés de entrar na briga, a empresa pode convidar o cliente para uma
conversa pessoal e tentar resolver a situação da melhor maneira possível. 6. Tomar uma atitude demorada Após tomar conhecimento do assunto que está em repercussão nas redes sociais, o responsável pela empresa afetada deve fazer uma nota esclarecedora o mais rápido possível, o posicionamento imediato da empresa demonstra que ela está preocupada em resolver o problema e pode fazer com que mais pessoas acreditem na versão da empresa. 7. Tratar o problema com arrogância Não importa o tamanho do problema e nem tão pouco o tamanho e o reconhecimento da empresa, o fato é que a arrogância no tratamento com o cliente pode fazer o negócio desandar. Mesmo
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sabendo que a empresa não tem nenhuma culpa em está sendo bombardeada na internet, o gestor do negócio deve sempre assumir o erro e procurar resolver o caso. 8. Ameaçar que vai processar o cliente Afirmar em nota que vai encaminhar a causa para a parte jurídica da empresa e, se for comprovado a não veracidade dos fatos vai processar o cliente é no mínimo uma hipótese catastrófica para gerenciar uma crise nas mídias sociais. A empresa deve mostrar que está disposta a resolver a situação de maneira amigável, caso precise ser comprovado alguma situação cabe apenas à justiça averiguar o caso. 9. Ignorar o poder das mídias sociais Caso algum comentário desagradável de sua em-
presa esteja passeando na internet e recebendo vários compartilhamentos é bom encarar o problema de frente e procurar uma solução o mais rápido que puder, caso contrário o problema pode sair de controle e as pessoas se sentirem no direito de fazer um pré-julgamento desfavorável à empresa. 10. Não buscar ajuda profissional Para que a empresa não acabe sendo prejudicada por não saber gerenciar crises nas mídias sociais, é interessante que a mesma contrate um profissional especializado para cuidar desses tipos de questões. Isso ajuda, por exemplo, a fazer com que o gestor não tome decisões precipitadas e não aja pelo lado emocional, querendo entrar em conflito com o cliente.
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DUPLICAÇÃO
ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
POLÍTICA
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Os deputados capixabas têm hoje audiência pública com representante da ECO 101 Paulo Hanke
Comissão ouve concessionária sobre atrasos na obra da BR 101
Os deputados capixabas da Comissão de Fiscalização da BR 101 em Brasília realizam nova audiência pública na Câmara dos Deputados hoje, às 14h30, com a presença do diretor-superintendente da ECO 101, Roberto Paulo Hanke, a fim de cobrar explicações sobre atrasos nas obras de duplicação da rodovia concedida no Espírito Santo. Paulo Hanke já esteve na comissão em novembro de 2015 para apresentar o Plano de Concessão da BR 101 no Espírito Santo e volta nesta nova rodada, após um ano e quatro meses, já que houve poucos avanços em relação às obras estruturantes contratualizadas, na avaliação dos deputados capixabas. Em 2017, já foram ouvidas a diretora de licenciamento do Ibama, Larissa Amorim, que afirmou que o órgão não atrasa as obras por conta dos licenciamentos, e os representantes da ANTT, o diretor-geral Jorge Bastos e Luiz Fernando Castilho, que é superintendente de Exploração da Infraestrutura Rodoviária, que disseram que impõem sanções e reequilíbrios contratuais à ECO 101 que preservam os direitos dos usuários. A Comissão de Fiscalização da BR 101 é formada pelos deputados federais Marcus Vicente (PP) – coordenador -, Dr. Jorge Silva (PHS), Evair de Melo (PV), Sér-
gio Vidigal (PDT), Helder Salomão (PT), Lelo Coimbra (PMDB), Paulo Foletto (PSB), além da deputada federal Norma Ayub (DEM).
REAJUSTES A Comissão da BR 101 na Câmara havia denunciado ao TCU, ainda em 2016, que em três anos o contrato caminhava para o terceiro reajuste (que foi efetivado), sem que nenhuma obra de duplicação tivesse sido realizada, com variação de 59,74% na tarifa aos usuários da via. O contrato estabelece a duplicação de 50% da rodovia nos primeiros cinco anos de concessão, o que implica na duplicação de 240 km, que de forma simplista, corresponderia a uma média de quase 50 km por ano. Percebeu-se que valia mais a pena, aos empresários do ramo da administração de rodovias, se submeter ao desconto tarifário por conta de atrasos em obras, e não realizar os investimentos pactuados no contrato inicial. TCU Os ministros do TCU, reunidos em audiência no dia 22 de fevereiro de 2017, determinaram que aquele órgão também realizará oitivas da Agência Nacional de Transportes Terrestres e da ECO101 Concessionária de Rodovias S.A. (ECO101) para que se manifestem quanto aos atrasos na execução
de obras e serviços de caráter obrigatório previstos até o terceiro ano do contrato de concessão. A Corte quer explicações sobre a manutenção da remuneração por obras não executadas no terceiro ano de concessão, por meio da 3ª Revisão Ordinária e da 2ª Revisão Extraordinária da Tarifa Básica de Pedágio, além das inexecuções e atrasos das edificações dos postos de fiscalização da ANTT e de seus respectivos equipamentos e sistemas, dos sistemas de controle de velocidade e do sistema de call boxes. Também há dúvidas sobre a falta de sincronia entre os valores apropriados no cronograma de investimentos e as metas estabelecidas para a construção de passarelas e vias locais, além da inadequação do cálculo da Tarifa Básica de Pedágio, haja vista a postergação, para o ano seguinte, dos investimentos não executados no 3º ano de concessão. A elaboração da 3ª Revisão Ordinária e na 2ª Revisão Extraordinária, para o Tribunal, podem ter diluído o impacto da redução para todos os anos restantes de concessão, implicando na majoração da tarifa alavancada e no consequente crescimento dos resultados econômico-financeiros da concessionária, em detrimento dos atrasos na entrega das obras contratadas, em prejuízo aos usuários e à União.
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Paulo Hanke já esteve na comissão em novembro de 2015 para apresentar o Plano de Concessão
CACHOEIRO
Vereador faz indicação sobre ponte municipal O vereador Alexandre Maitan (PDT) apresentou indicação à prefeitura para que sejam adotadas medidas para solucionar o acúmulo de água e lixo nos canteiros da ponte municipal Fer-
nando de Abreu. “Várias pessoas me abordaram para relatar o problema, inclusive me enviaram vídeo com profissional da prefeitura limpando os canteiros. No entanto, sabemos que é nesta
época que os mosquitos proliferam, inclusive os transmissores de dengue e febre amarela. A prefeitura, pode por exemplo, tomar medidas simples, como encher os canteiros de areia”, falou.
A preocupação do vereador Maitan é a chegada da época da proliferação do mosquito da dengue
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OPINIÃO
ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
Quem faz sua história é o povo!
POIS ZÉ
Katiuscia Oliveira de Souza Marins
JOSÉ R. BRUMANA
A história do Brasil nasce com a exploração de seu patrimônio natural e com o desrespeito ao seu patrimônio cultural e humano: pouco importava para os exploradores o valor e a dignidade do povo que nessa bela e sedutora terra viviam. Os olhos cresceram e se voltaram para o potencial natural do “novo continente descoberto”. Que se dane os brasileiros ou tupiniquins ou ..., sei lá o nome que têm esse povo nu !!! – Certamente dizia Portugal em seu íntimo. Acostumado com uma postura de submissão, o Brasil foi se construindo, tropeçando, retrocedendo e se erguendo, como num ciclo vicioso que, em 07 se setembro de 1822, possibilitou a tão almejada INDEPENDÊNCIA. Será? Com a independência, o País teve, em 1824, sua Primeira Constituição Federal, chamada Imperial. Esta foi outorgada por Dom Pedro I e trouxe à nação quatro poderes: o Poder Legislativo, Executivo, Judiciário e o Poder Moderador, que legitimava a intervenção do imperador – chefe supremo da nação – nos demais poderes, ou seja, quem mandava era o imperador. Com o passar dos anos, o Brasil possuiu várias outras Constituições Federais – que é a maior Lei dentro do País e que deve ser respeitada por todo o sistema legislativo. Algumas destas intensificaram e outras restringiram as liberdades da população. Registra-se que o sistema de governo presidencialista surgiu com a Constituição de 1891 que excluiu o poder moderador, mantendo apenas os três poderes hoje em vigor, embora a funcionalidade dos mesmos fosse diferente dos moldes atuais. Em meio ao contexto histórico de cada época, eram outorgadas – impostas ao povo – ou promulgadas – formadas a partir da “vontade do povo” – suas constituições. Tais transições ocorreram até o dia 05 de outubro de 1988 quando o povo brasileiro vibrou com a promulgação da nova Constituição Federal, que ficou conhecida como Cidadã porque a letra da lei ampliou, como nenhuma outra, os direitos do povo brasileiro que, inclusive, passou a ter direito de manifestar sua democracia através do voto direto. Agora, o próprio povo passou a escolher seus representantes e, de pronto, escolheu FERNANDO COLLOR DE MELO. E, todos sabem o que deu: o país viveu um caos e os brasileiros tiveram a experiência de seu primeiro impeachment, ou melhor, Collor renunciou à presidência horas antes de ser condenado e hoje se perpetua no poder como senador. Após isso, pouca coisa mudou, a história da corrupção e da exploração da massa popular em beneficio de uma minoria passou por um crescente processo de amadurecimento após a exploração de Portugal. Assim, vivemos o segundo impeachment, mas as coisas conseguiram piorar ainda mais. Sem comentários acerca da crise ética, política e financeira que o País enfrenta no governo atual. Sem comentários acerca da quantidade de “representantes do povo” enquadrados em crimes de corrupção e, de repente, milionários, ... Nessa história de decadência política surgiram várias CPI’s, Operações, dentre as quais a tão falada, Lava Jato; operação Carne Fraca; escândalos, escândalos e mais escândalos. Isso gerou manifestação; panelaço; passeata, quebra-quebra,... Todavia, a única arma que realmente fará a diferença, omitimos, qual seja: FIM DA REELEIÇÃO de todos que governam e legislam contra o povo, este – e não os eleitos –, quem de fato tem – ou deveria ter – o poder nas mãos, poder este exercido com o voto consciente. Veja-se o quê garante a Lei Máxima do Brasil, mas que poucos sabem: Art. 1º da Constituição Federal. A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I - a soberania; II - a cidadania III - a dignidade da pessoa humana; IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; V - o pluralismo político. Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. Diante de caos, urge que façamos valer o poder tão suadamente conquistado, senão, essa história de exploração e de estado de coisas inconstitucionais se perpetuará entre o povo brasileiro, mas, certamente, não queremos isso, logo, passou da hora do povo brasileiro tomar as rédeas e construir sua própria história. Basta!!! Katiuscia Oliveira de Souza Marins katiusciamarins@hotmail.com
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O amor está no ar e veste toga. O juiz de Direito, Marcelo Notto, e a advogada Talia Moreira rumam em passos galopantes para o altar
A Secretaria de Meio Ambiente de Itapemirim, durante inspeção de rotina na Ilha do Leandro, há mais de 30m do mar, descobriu o primeiro sambaqui com conchas e moluscos calcificados, resquícios inequívocos da existência de sambaquieiros - civilização que viveu a cerca de 6500 mil anos no local
A Ouvidoria de Marataízes criou a Ouvidoria Itinerante que vai de encontro aos anseios da população, visitando todas as comunidades, começando por Nova Canaã, segundo informou o ouvidor Ricardo “TATA” Simão
O locutor Gilliarde Oliveira, representante e agitador cultural da República Praiana, visitando o Palácio das Águias, tendo ao fundo o rio Itapemirim
MAURILIO CARVALHO
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Sempre tive verdadeira ojeriza por essas tais pesquisas eleitorais. Dias desses li nos jornais e até na revista Veja que Lula lidera uma pesquisa para a presidência da República no ano que vem. E aí eu começo a me perguntar: em que ruas, em que bairros, em que municípios de quais Estados a tal pesquisa foi feita, se o cara não pode se quer ir a um lugar público como restaurante, aeroporto, shopping, enfim, sem que a multidão o chame de ladrão? Quantas pessoas foram entrevistadas num universo de 140 milhões de eleitores que somos para essa tal pesquisa? E a mentira é tão deslavada que segundo o Instituto Datafolha, que realizou a suposta pesquisa – sempre o Datafolha! – Lula venceria em primeiro turno se disputasse com Marina Silva, Aécio Neves, Jair Bolsonaro e Ciro Gomes. Esse pessoal do PT acha que todo mundo é burro. Nem quando Lula era o sindicalista sensação do momento venceu uma eleição em primeiro turno. Aliás, o tal do câncer que Lula tem na garganta é por causa de um osso tucano atravessado, já que, ele, sim, perdeu duas eleições presidenciais em primeiro turno para Fernando Henrique Cardoso. Agora, que ele está a um passo da cadeia, venceria uma eleição em primeiro turno. Ah, faça-me um favor! As eleições municipais do ano passado mostraram como está o cacife político de Lula. Em nenhuma das nossas grandes capitais Lula conseguiu eleger seus candidatos. E ele sabe que não tem musculatura para uma eleição presidencial, ainda que tenhamos uma parte considerada do eleitorado formada por sindicalistas interesseiros, milícias que mamam nos cofres públicos, como o MST, por exemplo, União estudantis também sanguessugas, e os analfabetos políticos, que não querem “perder o voto”, por isso, se orientam pelas mentirosas pesquisas eleitorais. Mesmo com todo essa massa de interesseiros e desinformados, Lula não tem a menor chance. O Brasil pós-Lava a Jato é outro. Por isso, essas pesquisas, que não têm função social nenhuma, deveriam ser proibidas. Ou então, há de aparecer um deputado federal ou um senador de coragem e criar uma lei exigindo que qualquer pesquisa eleitoral tenha que ser feita com no mínimo 1% do eleitorado, seja para cargos municipais, estaduais ou federais. Dessa forma, uma pesquisa para presidente da República não poderia ouvir menos do que um milhão e quatrocentos mil eleitores em todo o território nacional. Aí, sim, talvez servissem para alguma coisa. E também não teriam tantas pesquisas, pois levariam tempo para serem realizadas. Esse negócio do tipo: “A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em todas as capitais brasileiras”; ou, “A pesquisa ouviu 2.500 pessoas em cinquenta municípios com mais de 200 mil eleitores”. É tudo enganação. Nem nos Estados Unidos elas acertam. E aqui no Brasil, pesquisas eleitorais associadas a urnas eletrônicas – fáceis de serem fraudadas – é uma arma perigosíssima nas mãos dos políticos corruptos. MAURÍLIO CARVALHO é Coordenador do CONSCIÊNCIA POLÍTICA - não negocie seu voto!
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Os recursos serão repassados pelo programa Dinheiro Direto na Escola
Mais de R$ 1 milhão para Dengue: moradores querem retirada de carro abandonado melhorias nas escolas CACHOEIRO
Ronaldo Índio
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O repasse será feito pela Secretaria Municipal de Educação (Seme) em duas parcelas
A prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim vai destinar R$ 1,053 milhão às unidades da rede pública municipal de ensino, por meio do programa Dinheiro Direto na Escola. São recursos próprios do município, que devem ser investidos pelas
escolas em atividades pedagógicas, melhorias nos prédios escolares e equipamentos, aquisição de materiais e capacitação de profissionais da educação. O repasse será feito pela Secretaria Municipal de Educação (Seme) em duas parcelas: a primeira até o
dia 15 de abril e a segunda até 31 de julho. Cada escola vai receber R$ 50 por aluno matriculado, e elas precisam apresentar à Seme os planos de aplicação do recurso. “O programa garante às unidades mais autonomia para a realização de investimentos. A apli-
cação do dinheiro é feita a partir da avaliação dos conselhos comunitários escolares, compostos por representantes de pais, de servidores e gestores da unidade e membros da associação de moradores dos bairros”, destaca a secretária municipal de Educação, Cristina Lens.
Os moradores da rua Carly Levi Ramos, no bairro Novo Parque, estão com medo de pegar dengue e, por isso, pedem a retirada de um veículo Corsa, abandonado há dois meses e que pode ter água acumulada. Este mesmo veículo foi incendiado após os condutores atropelarem duas pessoas, tendo uma falecido. O morador Luís Carlos Soares, de 50 anos, disse que, com as últimas chuvas, acumulou muita água no veículo e eles temem a proliferação do mosquito. “Temos muito medo da dengue e, além disto, a rua está cheia de mato no acostamento e de lixo. Isso serve para esconder os ratos, que são vistos diariamente atravessando a rua. Precisamos de uma limpeza”, afirmou Luís Carlos. A reportagem procurou a Associação de Moradores Ronaldo Índio
do bairro Novo Parque, e, segundo as informações do presidente licenciado Claudinho, ele e o presidente em exercício irão procurar as secretarias de Defesa Social e a de Serviços Urbanos para fazer os pedidos de limpeza e remoção do veículo incendiado. Sobre o veículo incendiado, a Secretaria Municipal de Defesa Social vai enviar uma viatura até o local para verificar o que pode ser feito. Sobre a capina, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) informou que a limpeza desta rua já estava prevista para ser feita, mas, devido às chuvas, essa programação teve que ser interrompida. Mas, a Semsur destaca que assim que os trabalhos de limpeza das vias afetadas pelas chuvas forem concluídos, a agenda de serviços de capina e varrição será retomada.
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Alexandre Bastos tem alta após 11 dias internado
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O acidente com Alexandre Bastos ocorreu dia 17
Desde 14 de março de 2003 www.jornalfato.com.br
Após 11 dias, o presidente da Câmara de Vereadores de Cachoeiro, Alexandre Bastos (PSB), recebeu alta às 11h de ontem da enfermaria do Hospital Unimed, onde estava internado desde o dia 17 de março quando caiu do terceiro andar de sua casa. Como Alexandre continua de atestado médico por 15 dias para repouso, uma vez que teve quatro costelas fraturadas na queda, nesse período
quem vem assumindo os trabalhos na Câmara é seu vice, Wallace Marvila Fernandes (PP). O acidente com Alexandre Bastos ocorreu por volta das 8h30 do dia 17. De acordo com familiares, o vereador realizava um reparo na janela na parte de trás do prédio onde reside, quando se desequilibrou e caiu de uma altura superior a 10 metros de altura às margens do rio Itapemirim. Ele foi socorrido pelo
Corpo de Bombeiros e encaminhado, inicialmente, ao pronto-socorro do hospital. Apesar do quadro de saúde considerado estável, os médicos optaram por transferi-lo para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo a assessoria de Imprensa da Câmara Municipal, Alexandre Bastos é diabético e estava medicado para tratamento de sintomas da doença, como pressão alta e labirintite.
Diretor: Wagner Santos wagnersantos25@hotmail.com
Departamento Comercial - Lília Argeu Editorador - Wagner Gomes Lopes Colaboradores - Elyan Peçanha, Regina Monteiro, Roney Moraes, Evandro Moreira, Edgard Baião, Simone Lacerda, Marilene
Depes, Sergio Damião; Higner Mansur, Maurílio Carvalho, Célia Ferreira, Fernando Fiúza, José Rubens Brumana e Marcelo Simão Schwan
Editor: Leandro Moreira Repórter: Ailton Weller
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O veículo foi incendiado após os condutores atropelarem duas pessoas, tendo uma falecido
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Durante a cerimônia, foi inaugurada a nova fachada do hospital, pintada na cor azul escura
Hospital lança Unimed mantém selo de nova marca excelência em gestão CACHOEIRO
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ação/S
A Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim sempre procurou investir na qualidade dos serviços prestados a comunidade. Agora, o hospital está de cara nova. Para apresentar a transformação realizou na segunda-feira cerimônia para lançar a nova logomarca. A marca resgata a origem de fundação cristã da instituição. O evento, que foi todo viabilizado através de captação de recursos e parcerias com empresas locais, marca também a chegada de uma nova diretoria e a implantação de um novo posicionamento estratégico. Além disso, com a ajuda de nossos apoiadores foi possível realizar uma reforma
anta C
asa
parcial no hospital. Inicialmente, foi trocado o telhado da cozinha, em seguida serão os do centro cirúrgico e da seção Nossa Senhora da Penha. Essas obras são uma necessidade antiga, visto que a instituição sofre transtornos em dias de chuva. Durante a cerimônia, foi inaugurada a nova fachada do hospital, pintada na cor azul escura. A tonalidade escolhida está harmonizada com a nova logomarca. RECURSO Ainda durante o evento, o hospital recebeu a senadora Rose de Freitas para entrega de equipamentos, a partir de recursos da ordem de R$ 3 milhões que ela conseguiu junto ao Ministério da Saúde.
Segundo o superintendente da Santa Casa, padre Evaldo Ferreira, este evento é muito importante, pois marca uma nova fase da instituição. “A entidade está se reinventando, estamos com uma nova equipe, novos projetos e novas parcerias estão surgindo e isso tudo para que as nossas portas possam continuar sempre abertas para a população sul capixaba. Queremos vencer a crise e atender a todos com a máxima qualidade”, disse. BISPO O presidente do hospital, bispo dom Dario, fez memória à criação das Santas Casas e destacou a importância do hos-
pital de Cachoeiro para toda região sul. Ele ainda mencionou a forte atuação da igreja católica, ao longo dos anos, frente à Santa Casa. “A Santa Casa é referência em vida. Em média, nascem 135 crianças por mês, o que significa que nesses anos todos de existência foram mais de 20 mil pessoas que receberam de Deus a vida aqui na nossa instituição. Vidas que se espalharam não só por Cachoeiro, mas também para os outros municípios do Estado, do Brasil e no mundo. Além de trazer a vida, nós também ajudamos a salvá-las. Nosso pronto-socorro é o único aberto 24 horas para receber aqueles que precisam”.
O hospital Unimed Sul Capixaba, em Cachoeiro de Itapemirim, conquistou a manutenção da certificação Nível 3 da Organização Nacional de Acreditação (ONA), a mais alta da escala da Organização. O selo atesta a excelência da gestão da instituição e a alta qualidade do serviço prestado aos clientes. Para alcançar o terceiro estágio da certificação, é necessário o gerenciamento de desempenho de toda a organização e o atendimento a todos os requisitos dos níveis anteriores, voltados para a segurança e a gestão. “A manutenção da certificação Nível 3 da ONA é resultado de um trabalho de melhoria contínua que a Unimed Sul Capixaba realiza visando a qualidade no atendimento”, destaca o diretor de Recursos Próprios da cooperativa, Gediel Teixeira. Segundo o diretor, o Ní-
vel 3 da ONA é alcançado quando os ciclos de melhoria já ocorrem de forma sistemática em uma instituição, após a mesma já ter incorporado o acompanhamento e a análise crítica de processos e resultados assistenciais. “Essa conquista também demonstra o alinhamento das diversas áreas do Hospital Unimed Sul e a maturidade de nossa equipe de colaboradores, com vistas à melhoria contínua e à excelência em gestão”, completa. O processo de acreditação da ONA é voluntário. A avaliação é realizada pelas Instituições Acreditadoras Credenciadas pela Organização, tendo como referência as normas do Sistema Brasileiro de Acreditação e do Manual Brasileiro de Acreditação. Durante o período de validade do certificado, é necessário manter o desempenho identificado no processo de avaliação. Divulgação/Unimed
Equipe comemora resultado da auditoria que garantiu a manutenção da certificação ONA Nível 3 para a instituição
AGROPECUÁRIA
Programa ‘Idaf na Escola’ começa em todo o Estado Começou na segunda-feira mais uma edição do programa “Idaf na Escola”, que desenvolve temas relacionados às atividades do órgão junto aos estudantes de escolas públicas de todo o Estado. O projeto é coordenado pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf). A primeira campanha deste ano será “Não leve essa praga na mochila”, abordando sobre as pragas que podem atingir as lavouras. Ao longo
do ano serão realizadas mais seis campanhas, abordando assuntos como febre aftosa, queimadas, inspeção de alimentos, cuidados com o meio ambiente, raiva animal e agrotóxicos. As palestras serão ministradas por servidores do Instituto em mais de 40 municípios e a previsão é que sejam atendidos mais de 2.000 alunos. Segundo a chefe da Assessoria de Educação Sanitária e Ambiental do Idaf, Eliany
D´Ávila, o objetivo é envolver as atividades educativas em todas as ações do órgão, fazendo com que a população participe do trabalho de defesa do patrimônio agropecuário e do meio ambiente. “Este será o segundo ano do programa, que teve início em 2016. Esperamos que em 2017 possamos atingir um público ainda maior e consolidar esse trabalho junto às escolas de forma permanente”, disse.
IDAF NA ESCOLA O “Idaf na Escola” é um programa voltado aos alunos do sétimo ao nono ano do Ensino Fundamental de escolas, prioritariamente públicas e rurais, de todo o Estado. O Instituto tem intensificado os investimentos em educação sanitária e ambiental e esta é mais uma oportunidade para que os alunos desenvolvam senso crítico e valores relativos à defesa agropecuária, ambiental e à saúde coletiva.
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O objetivo é envolver as atividades educativas em todas as ações do órgão
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ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
POLÍCIA
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Pablo da Cruz Silva, de 30 anos, foi preso no bairro Aeroporto, junto com um comparsa
PM prende um dos 30 criminosos mais procurados do Espírito Santo Dayane Hemerly
Policiais militares do 9º batalhão prenderam na segunda-feira Pablo da Cruz Silva, de 30 anos, conhecido como “Orelha de Borracha”, um dos 30 criminosos mais procurados do Espírito Santo,
no bairro Aeroporto, em Cachoeiro de Itapemirim. De acordo com a PM, Pablo e um outro companheiro tentaram fugir em uma motocicleta quando avistaram a viatura policial, conseguindo os militares detê-los. Ao averiguarem junto
ao Copom os nomes dos suspeitos, constataram que havia contra Pablo um mandado de prisão em aberto por homicídio. Na casa do “Orelha de Borracha”, os policiais apreenderam um revólver calibre 32. Já na residência do outro detido, que não
Divulgação
teve o nome divulgado, foram encontrados pedaços de maconha e R$ 1.074 em dinheiro. Os dois foram encaminhados para a 7ª Delegacia Regional, de onde seriam transferidos para o Centro de Detenção Provisória (CDP).
CACHOEIRO
Bandidos invadem a Caixa e roubam armas Bandidos invadiram a agência da Praça Jerônimo Monteiro, da Caixa Econômica Federal, e roubaram armas da equipe de vigilância do banco. O fato ocorreu durante o final de semana, porém somente na manhã de segunda-feira, quando os funcionários chegaram para trabalhar, é que o crime foi detectado. A imprensa teve acesso à ocorrência ontem. A gerente informou para os policiais militares que atenderam ao chamado que, a princípio, foram levados seis revólveres calibre 38, de uso dos vigias. No entanto, ressaltou que o número exato só poderia ser confirmado após perí-
Alessandro de Paula
Na casa do “Orelha de Borracha”, os policiais apreenderam um revólver calibre 32
CACHOEIRO
Odebrecht é arrombada e furtada A Caixa Econômica Federal disse que não serão divulgados mais detalhes para não atrapalhar as investigações
cia da Polícia Federal. A agência ficou fechada durante parte da segunda. A funcionária não informou como os bandidos tiveram acesso ao interior da agência e nem se foram levados outros pertences do banco. A assessoria de comuni-
cação da Polícia Federal confirmou o crime, mas explicou que não foram afetados “bens materiais da Caixa Econômica”. Também não respondeu a nenhum questionamento sobre o roubo ou sobre a investigação.
Da mesma forma, a Caixa Econômica Federal também disse que não serão divulgados mais detalhes para não atrapalhar as investigações e que todas as informações foram repassadas para a Polícia Federal.
CACHOEIRO
Marido luta e impede que mulher seja assaltada Um adolescente foi apreendido na noite de segunda-feira ao tentar assaltar uma mulher, no bairro Novo Parque, em Cachoeiro de Itapemirim.
A vítima sofreu a tentativa de assalto no momento em que chegava em sua casa. Dois indivíduos armados a abordaram e o marido da mulher, per-
cebendo a ação dos criminosos, entrou em luta corporal com a dupla, tomando-lhes a arma. Um dos bandidos conseguiu fugir e o outro foi
contido pelo homem até a chegada da Polícia Militar. O menor e o revólver calibre 32 foram encaminhados para a 7ª Delegacia Regional.
A empresa Odebrecht Ambiental foi furtada na madrugada de segunda-feira, na estação de tratamento localizada no bairro Coronel Borges, em Cachoeiro de Itapemirim. Segundo depoimento de um funcionário à Polícia Militar, o furto foi identificado pela manhã, por volta das 9h.
Foram levados do local 14 cabos elétricos e duas CPUs de telemetria. Os criminosos arrombaram quatro portas para terem acesso à sala de administração, vestuário e ao laboratório. Na ação, eles danificaram cinco câmeras de videomonitoramento. O caso será investigado pela Polícia Civil.
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SOCIAL
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CORAL “NERO ABRANCHES” EM DESTAQUE
GENTE NOSSA
AGENDA 01) REGISTROS > Católicos reverenciam hoje, os Santos Eustácio, Vitorino de Nicomédia, Jonas e Segundo. / Aniversário de Curitiba-PR e Salvador – BA. / Abrimos a agenda-vip desta quarta (29) abraçando, mui especialmente, nosso amigo Jathir Gomes Moreira, nosso ex- vice-prefeito, hoje, Diretor de Projetos Especiais do Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI), pela passagem da sua data natalícia. /Modelo´s Bar, do Claudinho e Franciele, na Vila Rica, bem próximo do Estádio do Santo Agostinho, em abril, também estará integrando o painel - vip de nossos co-patrocinadores. 02) PARABÉNS > Cumprimentamos o DJ Guga Prates e esposa Cissa que, na capital do estado, celebram niver de casamento. / Aniversariantes de HOJE: Keyla e Maria Eduarda, filha e neta de Rosirene Altoé – Samuel “Sassá Maravilha”. / Débora Ceccon / Juliana Cagnin / Danilo Lázaro / Ediléia das Graças – Mário de Jesus Temporim fazem niver de união conjugal. / Famoso: locutor da Rede Globo, Pedro Bial, faz 59 anos.
O Coral “Nero Abranches” foi atração nas comemorações do Jubileu de Prata da Fraternidade Espírita “Irmã Scheila”, em Marataízes. No registro, além dos integrantes do Coral, está a Srª Ermelinda (centro), presidente da instituição aniversariante
Jaraguá/ELYAN
GENTE NOSSA EM EVIDÊNCIA
NOSSO companheiro de Lions “Frade e a Freira”, CL Juarez Monteiro Albernaz (E), diretor da Antonio Auto Peças, nossa parceira desta coluna, ao lado do empresário Armando Zampirolli
Álbum de Família
Aniversariando, hoje, o PEDRO HENRIQUE LEÃO GODOY, filho do casal Raquel – Diener, do nosso parceiro “Diener´s Burger” na Praça Elísio Imperial. – Parabéns da coluna!
TEMPERATURA MÁXIMA Soraya Canuto Andrade, eleita presidente, esta semana anuncia a sua Diretoria do Lions “Frade e a Freira” para o Ano Leonístico 2017/18, cuja posse será em 20 de junho. // Com máxima satisfação revimos a Karina Zerbone, amiga fraterna, que hoje empresta toda sua experiência ao Curso Kumon da Emídia Fraga Dercy. // Passar pelas imediações do antigo Cine Plaza é ter oportunidade de renovar a prosa com o casal Marília Moysés – Jorge da Fonseca Weller. // A professora de educação física Wanda, todas as terças e quintas pela manhã, ministra ginástica e recreação para as senhoras da Terceira Idade, na quadra esportiva da Praça da Bandeira. //
Nosso companheiro de leonismo CL Eliseu Camargo Turini, engenheiro, acaba de passar período de trabalho nos estaleiros de Las Palmas, na Espanha: já retornou a Marataízes onde está radicado com a CaL Kalinca Guerra e a filhota Izadora. // Dia 13 de abril, no Teatro Rubem Braga, uma super produção musical em homenagem à carreira do cantor-compositor Sérgio Sampaio que, no dia seguinte completaria seus 70 anos. // Bonita, graciosa e simpática é a ANA CAROLINA, filhota do companheiro de leonismo CL José Emiliano Silva Coelho e sua DM Silvana Santos de Souza Coelho. – O brotinho terá destaque fotográfico especial em próximas
colunas. // Colocamos, com muito prazer, o papo em dia com o bom gaúcho de Sarandy, torcedor colorado, o Mário Signor, sócio-proprietário da Churrascaria River´s Grill. // Dia 28 de abril no Buffet La Fest (A. C. Ita) haverá o jantar - dançante do Lions Clube Frade e a Freira, com renda em prol da Campanha da Visão. // Rosane Barreto Costa, decoradora renomada, também foi homenageada no último Almoço Empresarial, pelo Dia das Mulheres. // BOM DIA ESPECIAL para Cissa - Guga Simões Prates e Ediléia das Graças - Mário Temporim: pelo niver de casório completados, nesta data. // ELYAN PEÇANHA (elyanp@yahoo.com.br).
01 * O presidente da Unimed Sul Capixaba, Pedro Scarpi Melhorim, foi eleito uma das cem pessoas mais influentes da área da Saúde, em seleção realizada pela revista Healthcare Management – especializada no setor de Saúde. Conhecida como o “Oscar da Saúde”, a cerimônia de premiação será no dia 18 de maio, em São Paulo. 02 * A exposição que conta a história da Fábrica de Ladrilhos Hidráulicos GRAFANASSI vai até sexta-feira, no Museu Ferroviário, na estação. – A mostra foi um idealização da Luma Barros com a qual a Regina de Magalhães Grafanassi e seus filhos ficaram super encantados. – Aquela indústria. 03 * Pedro Luiz Sandrini e Francisco Mantovanelli, dirigentes da ACISCI integraram a comitiva do Prefeito Victor Coelho a Vitória, onde foram buscas recursos visando a realização da Feira do Comércio e Agroindústria. 04 * No Almoço dos Empresários realizado quinta no Jaraguá colunista teve a oportunidade de rever o casal Fátima – Wander Tavares Pereira, ele aposentado da gerência do Grupo Líder (antiga Vecal-Chevrolet).
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CLASSIFICADOS
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10
GERAL
PROGRAMA
ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato
Município recebeu uma reunião do programa Sinapse da Inovação
Empreendedorismo inovador é tema de encontro em Cachoeiro Cachoeiro recebeu ontem uma reunião mobilizadora do programa Sinapse da Inovação, com os principais agentes voltados para a área de inovação da região Sul do Estado, apresentação do Estudo do Ecossistema de Inovação do Espírito Santo e formação da Rede de Parceiros do Sinapse ES. Ocorrido no Campus I da Multivix, o encontro foi uma realização dos Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Fundação CERTI), de Santa Catarina, e promovido pelo Governo do Estado do Espírito Santo, por meio Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapes), vinculada à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), com o apoio da prefeitura de Cachoeiro e outros parceiros. O Sinapse da Inovação é um programa de incentivo ao empreendedorismo inovador que oferece recursos financeiros, capacitações e suporte para transformar ideias inovadoras em empre-
(28) 3511-7481 REQUERIMENTO LABORATORIO DE EXAMES E PESQUISAS CLINICAS DR. JOSE ROMERO MACHADO LTDA. - ME, CNPJ N° 27.985.894/0003-34, torna público que REQUEREU a Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SEMMA a Licença de Operação Simplificada, por meio do protocolo 74-41.585/16, para a atividade (23.02) – Laboratório de análises clínicas sem manipulação de substâncias radioativas e que não realizem análises microbiológicas (Posto de coleta). Localizada na Avenida Jones dos Santos Neves, nº 230, Santo Antônio – Cachoeiro de Itapemirim-ES.
Divulgação/PMCI
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
endimentos de sucesso. No Espírito Santo, o edital para receber as propostas será aberto, em maio de 2017, pela Fapes. O proponente de cada ideia selecionada receberá 50 mil reais para transformar a ideia em produto e abrir uma empresa. Considerado um dos programas mais completos de incentivo ao empreendedorismo do Brasil, o Sinapse da Inovação foi idealizado
SERVIÇO NOTARIAL E REGISTRAL SERVENTIA EXTRAJUDICIAL 1° OFÍCIO - 1ª Zona
EDITAL DE INTIMAÇÃO
Acham-se nesta Serventia, na Rua Rui Barbosa, 24 Ed. Santa Cecília, nesta cidade, para serem protestados após a publicação deste Edital, títulos de responsabilidade das seguintes pessoas: ALBERTO CUSTODIO DA SILVA CPF - 422.373.277-34 ANTONIO PEREIRA BAHIENSE CPF - 702.476.097-49 CARLYLE BASTO DE OLIVEIRA CPF - 324.496.667-53 DOLORIZA ALVES DA ROCHA CPF - 525.873.557-53 ERIKA QUEIROZ MARREIRO CPF - 116.611.267-58 FABIO VOLPATO MACHADO CPF - 055.650.757-69 FURTUNATO LUIZ PEDRO JUNIOR CPF - 109.965.667-24 GRAND MAR MARMORES E GRANITOS LTDA CNPJ - 08.435.716/0001-23 JANAINA CAMPOS BORGES CPF - 027.792.907-57 JOAO BATISTA PESCA CPF - 249.962.627-53 JORGE LUIZ BIGHI CPF - 416.787.617-53 LUCIO CARLOS COELHO DE SOUZA CPF - 031.075.987-04 MARICEIA DE OLIVEIRA CPF - 020.501.197-71 OBJETIVA GRANITOS LTDA ME CNPJ - 07.188.878/0001-41 REINALDO CESAR SOUZA LOPES CPF - 489.095.307-82
Por não ter sido possível encontrá-las, intimo-as para os fins de direito, e, não sendo atendida a presente até o dia 29 de Março de 2017, notifico-as do protesto.
Cachoeiro de Itapemirim, 28 de Março de 2017. RAFAEL RODRIGUES CARVALHO ESCREVENTE Horário de pagamento: Das 9:00hs às 18:00hs TELEFONE: (28) 3521-0611
pela Fundação CERTI, com o objetivo de transformar e aplicar boas ideias em negócios de sucesso. Teve sua operação-piloto lançada em 2008 em Santa Catarina, foi fomentado pela FAPESC e, desde então, já apoiou a criação de 385 empresas no estado. Em sua quinta edição, realizada em 2015, o Sinapse bateu recorde de inscrições, recebendo 1719 propostas, oriundas
de 21 cidades catarinenses número 40% superior ao da edição anterior. Para o assessor técnico da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Cachoeiro, Alexandre Gasparini, um dos principais objetivos do programa é ampliar o surgimento de empreendimentos inovadores e fortalecer a cultura do empreendedorismo inovador, gerando diversos benefícios à sociedade.
COMUNICADO JANETE MESQUITA CPF 282.531.837-04 torna público que OBTEVE da Secretaria Municipal de Meio Ambiente- SEMMA LICENÇA AMBIENTAL PRÉVIA-LP Nº 110/2016 válida até19/10/2017 por meio do protocolo n° 40884/2016 para atividade: 18.01 - LOTEAMENTO PREDOMINANTEMENTE RESIDENCIAL OU PARA UNIDADES HABITACIONAIS POPULARES OU PARA CONDOMINIOS HORIZONTAIS local ESTRADA CACHOEIRO X CORREGO DOS MONOS, S/ Nº - AEROPORTO - CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM-ES.
CARTÓRIO DE PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS - 2ª ZONA ROGÉRIO LUGON VALLADÃO - Rua Costa Pereira, Nº 90, Centro, Cachoeiro de Itapemirim, CEP: 29300-090. Tel: 3521-6720
EDITAL DE INTIMAÇÃO
Acham-se nesta Serventia, à Rua Costa Pereira Nº 100, Sumaré, nesta cidade de Cachoeiro de Itapemirim-ES, para serem protestados, títulos de responsabilidade das seguintes pessoas: CONSTRUTORA HISBRA LTDA - ME - CPF/CNPJ: 19.182.809/0001-00 FABRICIO TOSTA DE SOUZA - CPF/CNPJ: 092.087.307-35 NADIR MIRANDA VALOIS - CPF/CNPJ: 979.361.037-91 OGLIL IND MARM GRAN LTDA EPP - CPF/CNPJ: 14.633.856/0001-09 PENHA SILVESTRE CORREA - CPF/CNPJ: 818.561.307-97 PETRO ALFA COMERCIO DE DERIVADOS DE P CPF/CNPJ: 08.279.583/0001-43
Por não ter sido possível encontrá-las, intimo-as, na forma do art. 15,§ 1º, da lei 9492/97, para os devidos fins de direito. Não sendo os referidos títulos pagos até o fim do expediente do próximo dia útil, notifico-as do protesto.
CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, 29 de março de 2017 Rogério Lugon Valladão - Tabelião Horário de pagamento: De 9:00h às 18:00h
Ficam convocados todos os Sócios Efetivos do Centro Espírita Jeronymo Ribeiro, em pleno gozo dos seus direitos, para a Assembléia Geral Ordinária (AGO), a realizar-se no próximo dia 05 de abril de 2017, em sua sede na Rua Dr Batista Fluminense, 8 – Centro, nesta cidade, às 19 horas em primeira convocação e 30 minutos após, em segunda convocação, com a finalidade de eleger e empossar os novos membros do Conselho Superior e do Conselho Fiscal da Instituição para o quadriênio 2017/2021. Conforme parágrafo único do Artigo 6º do Estatuto Social do C.E. Jeronymo Ribeiro, será considerado “em pleno gozo dos seus direitos” o sócio, para esta finalidade somente os efetivos, que estiver em dia com as suas contribuições financeiras e/ou sobre o qual não pesar restrição fundamentada na Diretoria Executiva, no Conselho Fiscal ou na Assembléia Geral. Cachoeiro de Itapemirim/ES, 29 de Março de 2017. Edimery Pinheiro Quadros e Silva Presidente
EDK MINERAÇÃO S.A. CNPJ/MF nº 03.018.137/0001-61 NIRE: 32.300.031.366 Convocação Assembleia Geral Extraordinária Ficam os Srs. Acionistas da EDK Mineração S.A. (“Companhia”) convocados para a Assembleia Geral Extraordinária da Companhia, a realizar-se no dia 5 de maio de 2017, às 11:00h, na sede da Sociedade, localizada na Cidade de Cachoeiro de Itapemirim, Estado do Espírito Santo, na Rodovia BR 482, S/N, Km 23, de acordo com solicitação da acionista Tansan Indústria Química Ltda., com a seguinte ordem do dia: (i) Retificação das deliberações da assembleia geral de 12 de dezembro de 2016 que aprovaram as contas da administração e as demonstrações financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2014 e 31 de dezembro de 2015, para torná-las sem efeito; e (ii) Revisão e auditoria, pela administração da Companhia e por auditoria independente nomeada pelo conselho de administração, dentre as quatro maiores e mais reputadas firmas de auditoria (EY, Deloitte, PwC ou KPMG), das demonstrações financeiras referentes aos exercícios de 2014 e 2015, para reapresentação à assembleia de acionistas oportunamente. Cachoeiro de Itapemirim, 27 de março de 2017 ________________________ Eugênio Salgueiro Gomes Presidente do Conselho de Administração da EDK Mineração S.A.
(28) 3511-7481
ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
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INFORME
11
UNIMED SUL CAPIXABA - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO Central de Relacionamento com o Cliente Av. Francisco Lacerda de Aguiar, 46 - Gilberto Machado - Cachoeiro de Itapemirim - ES CEP: 29.303-382 - Telefone: (28) 2101-6255 - CNPJ: 32.440.968/0001-25
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
Com foco em seu objetivo maior, que é oferecer atenção à saúde com qualidade, segurança e sustentabilidade, a Unimed Sul Capixaba, alinhada ao Planejamento Estratégico, realizou investimentos e desenvolveu ações e projetos em diversas áreas em 2016, mantendo o padrão de qualidade tão reconhecido pelo mercado. Os avanços alcançados são frutos do empenho e da participação dos cooperados; do compromisso dos gestores e colaboradores; e da sociedade. Os resultados mostram que todas as metas para o ano foram alcançadas e as provisões técnicas exigidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) cumpridas, além de registrar, também, elevação da receita, valorização da remuneração do cooperado, pagamento de fornecedores em dia e capacitação e atualização de dirigentes, cooperados e colaboradores. A Diretoria Executiva da cooperativa apresenta, a seguir, o Balanço Patrimonial e as Demonstrações Contábeis, bem como as notas explicativas e os pareceres do Conselho Fiscal, do Atuário e dos auditores independentes, referentes ao exercício de 2016, encerrado em 31 de dezembro.
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO ATIVO
NE
ATIVO CIRCULANTE Disponível
04
Realizável
2016
2015 (ajustado)
76.553.279,18
65.846.520,67
PASSIVO
NE
2016
2015
PASSIVO CIRCULANTE
50.389.665,51
49.227.946,81
Provisões Técnicas de Oper. de Assistência à Saúde
3.652.746,15
1.234.062,35
29.905.928,83
29.902.743,46
72.900.533,03
64.612.458,32
Provisões de Prêmios/Contraprestações
5.629.154,46
5.097.911,46
Aplicações Financeiras
05
44.622.682,95
41.358.038,11
Prov. de Prêmio/Contraprestação Não Ganha - PPCNG 14
5.629.154,46
5.097.911,46
Aplicações Garantidoras de Provisões Técnicas
05
24.585.456,30
26.074.093,51
Aplicações Livres
05
20.037.226,65
15.283.944,60
10.765.000,56
Créditos de Operações com Pl. de Assist. à Saúde
06
16.557.366,41
14.229.898,75
Provisão de Eventos/Sinistros a Liquidar para SUS 14 2.528.168,16 Provisão de Eventos/Sinistros a Liquidar para Outros 14 11.549.163,82 Prestadores de Serviços Assistenciais Prov. para Eventos/Sin. Ocorridos e Não Avis. (PEONA) 13c 10.199.442,39
Contraprestação Pecuniária/Prêmio a Receber
06
13.552.912,74
11.622.774,45
Débitos de Operações de Assistência à Saúde
15
-
Outros Créditos de Oper. com Pl. Assist. à Saúde
06
3.004.453,67
2.607.124,30
Comercialização sobre Operações
15
-
80.522,66
Créd. de Oper. Assist. à Saúde Não Relac. c/ Pl. de Saúde 06
4.787.875,99
4.020.667,72
Déb. de Oper. de Assist. Saúde N. Relac. c/ Pl.. Saúde da Oper.
15
1.282.234,53
1.206.717,06
Tributos e Encargos Sociais a Recolher
16
7.165.634,73
5.865.956,83
Empréstimos e Financiamentos a Pagar
18
156.915,00
447.794,46
Débitos Diversos
17
9.011.950,62
8.192.389,36
Conta-Corrente Cooperados
17
2.867.001,80
3.531.822,98
Créditos Tributários e Previdenciários
07
256.372,09
75.165,72
Bens e Títulos a Receber
07
6.204.352,55
4.744.585,90
Despesas Antecipadas
08
429.013,21
119.603,58
Conta-Corrente com Cooperados
07
42.869,83
64.498,54
42.746.644,71
40.173.034,16
9.795.538,84
8.827.708,37
ATIVO NÃO CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Títulos e Créditos a Receber
06
10.927,50
Depósitos Judiciais e Fiscais
09
1.996.303,45
Conta-Corrente com Cooperados
09
Investimentos
10
Outros Investimentos
10
-
1.901.766,79
12.138.064,65 80.522,66
20.897.243,18 20.755.570,69
PASSIVO NÃO CIRCULANTE Provisões Técnicas de Operações de Assist. à Saúde
1.406.899,46
27.638,01
1.406.899,46
27.638,01
Provisão de Eventos / Sinistros a Liquidar para o SUS
20
1.407.606,01
Provisões
20
19.372.068,72 20.404.893,71
7.788.307,89
7.420.102,36
Provisões para Ações Judiciais
20
19.372.068,72 20.404.893,71
4.180.677,57
3.516.177,28
Tributos e Encargos Sociais a Recolher
21
-
8.249,98
4.180.677,57
3.516.177,28
Tributos e Encargos Sociais a Recolher
21
-
8.249,98
Imobilizado
11 27.759.218,05
26.882.953,17
Parcelamento de Tributos e Contribuições
21
-
8.249,98
Imóveis de Uso Próprio
11
10.883.932,25
10.766.078,61
Empréstimos e Financiamentos a Pagar
18
118.275,00
275.190,00
Imóveis - Hospitalares / Odontológicos
11
4.925.681,25
4.893.061,39
Débitos Diversos
-
39.598,99
Imóveis - Não Hospitalares / Odontológicos
11
5.958.251,00
5.873.017,22
PATRIMÔNIO LÍQUIDO/PATRIMÔNIO SOCIAL
Imobilizado de Uso Próprio
11
8.762.161,47
8.917.716,00
Capital/Patrimônio Social
22.1 41.970.066,83 30.951.760,92
Hospitalares / Odontológicos
11
6.044.072,56
6.106.670,74
Reservas
22.2
5.609.433,97
4.427.935,49
Não Hospitalares / Odontológicos
11
2.718.088,91
2.811.045,26
Reserva de Reavaliação
22.2
1.103.670,01
1.196.483,33
Imobilizações em Curso
11
7.848.777,63
6.764.128,95
Reservas de Lucros/Sobras/Retenções Superávits
22.2
4.505.763,96
3.231.452,16
Outras imobilizações
11
264.346,70
435.029,61
433.514,40
656.340,92
Intangível
12
1.011.210,25
946.195,34
119.299.923,89 106.019.554,83
TOTAL DO ATIVO
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO EM 31 DE DEZEMBRO Contraprestações Efetivas/Prêmios Ganhos de Oper. de Assist. à Saúde Receitas com Operações de Assistência à Saúde Contraprestações Líquidas/Prêmios Retidos (-) Tributos Diretos de Operações c/ Planos de Assist. à Sáude
48.013.015,20 36.036.037,33
Lucros/Prejuízos - Superávits/Déficits Acumulados ou Resultados
119.299.923,89 106.019.554,83
TOTAL DO PASSIVO
DEMONSTRAÇÃO DE SOBRAS E PERDAS
2016
2015 (ajustado)
223.078.946,06
200.655.978,69
227.059.591,03
204.256.734,21
227.059.591,03
204.256.734,21
(3.980.644,97)
(3.600.755,52)
ATO COOPERATIVO (INGRESSOS/DISPÊNDIOS)
ATO NÃO COOPERATIVO (RECEITAS E DESPESAS)
TOTAIS
PRINCIPAL
AUXILIAR
Contraprestações Efetivas/Prêmios Ganhos de Oper. de Assist. à Saúde Receitas com Operações de Assistência à Saúde
152.116.716,64
65.514.298,81
5.447.930,61 223.078.946,06
154.633.889,67
66.865.439,39
5.560.261,97 227.059.591,03
Contraprestações Líquidas/Prêmios Retidos
154.633.889,67
66.865.439,39
5.560.261,97 227.059.591,03
(2.517.173,03)
(1.351.140,58)
(112.331,36)
Eventos Indenizáveis Líquidos/Sinistros Retidos
(190.632.673,91) (171.053.465,44)
(-) Tributos Diretos de Operações c/ Planos de Assist. à Saúde
Eventos/Sinistros Conhecidos ou Avisados
(192.571.296,17)
Eventos Indenizáveis Líquidos/Sinistros Retidos
(129.822.435,08) (56.139.187,09) (4.671.051,74) (190.632.673,91) (131.142.652,95) (56.710.089,63) (4.718.553,59) (192.571.296,17)
(169.294.430,67)
(3.980.644,97)
1.938.622,26
(1.759.034,77)
Eventos/Sinistros Conhecidos ou Avisados
32.446.272,15
29.602.513,25
Variação da Provisão de Eventos/Sin. Ocorridos e Não Avisados
149.825,37
166.842,00
Receitas de Assist. à Saúde Não Relacionadas c/ Planos Saúde da Oper.
29.426.355,64
22.775.941,70
Outras Receitas Operacionais de Planos de Assistência à Saúde
105.090,21
40.072,55
4.662,61
149.825,37
Receitas com Operações de Assistência Médico-Hospitalar
26.604.485,69
20.500.094,80
Receitas de Assist. à Saúde Não Relac. c/ Pl. Saúde da Oper.
25.316.939,67
1.734.138,31
2.375.277,66
29.426.355,64
2.450.182,01
1.948.730,72
Receitas com Operações de Assist. Médico-Hospitalar
23.782.854,70
489.021,67
2.332.609,32
26.604.485,69
1.295.023,74
1.155.158,27
239.061,23
89.958,37
42.668,34
371.687,94
(-) Tributos Diretos de Outras Atividades de Assist. à Saúde
(1.937.940,18)
(689.829,04)
(189.801,75)
(2.817.570,97)
Outras Despesas Operacionais com Plano de Assist. à Saúde
(4.163.250,64)
(1.587.512,76)
(184.713,71)
(5.935.477,11)
Outras Despesas de Operações de Planos de Assist. à Saúde
(3.208.390,88)
(1.223.409,76)
(142.348,81)
(4.574.149,45)
Programas de Promoção da Saúde e Prev. de Riscos e Doenças
(761.278,16)
(290.287,30)
(33.776,13)
(1.085.341,59)
Provisão para Perdas Sobre Créditos
(193.581,60)
(73.815,70)
(8.588,77)
(275.986,07)
Variação da Provisão de Eventos/Sinistros Ocorridos e Não Avisados RESULTADO DAS OPERAÇÕES COM PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE Outras Receitas Operacionais de Planos de Assistência à Saúde
Receitas com Adm. de Interc. Eventual - Assist. Médico-Hospitalar Outras Receitas Operacionais
RESULTADO DAS OPERAÇÕES COM PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE
Receitas com Adm. de Interc. Eventual - Assist. Médico-Hospitalar
371.687,94
327.116,18
(-) Tributos Diretos de Outras Atividades de Assistência à Saúde
(2.817.570,97)
(2.180.210,14)
Outras Despesas Operacionais com Plano de Assistência à Saúde
(5.935.477,11)
(5.110.877,08)
Outras Despesas de Operações de Planos de Assistência à Saúde
(4.574.149,45)
(3.474.163,32)
(1.085.341,59)
(1.490.519,25)
(275.986,07)
(146.194,51)
(29.899.692,80)
(23.893.408,82)
23.369.712,28
21.360.800,91
(4.061.838,13)
(4.275.481,53)
(23.035.606,49)
(21.003.249,01)
Resultado Financeiro Líquido
6.988.787,54
5.663.355,97
Receitas Financeiras
8.105.702,17
6.838.993,50
Despesas Financeiras
(1.116.914,63)
(1.175.637,53)
Despesas Financeiras
Resultado Patrimonial
692.653,85
797.335,11
Receitas Patrimoniais
712.251,27
805.945,24
Despesas Patrimoniais
(19.597,42)
(8.610,13)
Programas de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças Provisão para Perdas sobre Créditos Outras Despesas Oper. de Assist. à Saúde Não Relac. c/ Planos Saúde da Oper. RESULTADO BRUTO Despesas de Comercialização Despesas Administrativas
Outras Receitas Operacionais
Outras Desp. Oper. de Assist. à Saúde Não Relac. c/ Pl. Saúde da Oper.
1.320.217,87
570.902,54
47.501,85
1.938.622,26
22.294.281,56
9.375.111,72
776.878,87
32.446.272,15
(26.748.332,44)
-
2.450.182,01
(1.761.544,82) (1.389.815,54) (29.899.692,80)
RESULTADO BRUTO
14.866.788,18
7.110.435,96
1.392.488,14
23.369.712,28
Despesas de Comercialização
(2.766.145,52)
(1.196.165,83)
(99.526,78)
(4.061.838,13)
(16.157.589,63)
(6.161.142,35)
Resultado Financeiro Líquido
4.852.249,89
1.910.605,02
225.932,63
Receitas Financeiras
5.682.859,53
2.167.069,33
255.773,31
8.105.702,17
(830.609,64)
(256.464,31)
(29.840,68)
(1.116.914,63)
Resultado Patrimonial
697.350,09
(4.954,04)
257,80
692.653,85
Receitas Patrimoniais
711.096,07
287,52
867,68
712.251,27
Despesas Patrimoniais
(13.745,98)
(5.241,56)
(609,88)
(19.597,42)
Despesas Administrativas
(716.874,51) (23.035.606,49) 6.988.787,54
RESULTADO ANTES DOS IMPOSTOS E PARTICIPAÇÕES
3.953.709,05
2.542.761,45
RESULTADO ANTES DOS IMPOSTOS E PARTICIPAÇÕES
1.492.653,01
1.658.778,76
802.277,28
3.953.709,05
Imposto de Renda
(1.702.041,51)
(1.186.733,32)
Imposto de Renda
(981.066,35)
(396.179,06)
(324.796,10)
(1.702.041,51)
(636.654,66)
(446.581,98)
Contribuição Social
(368.951,88)
(148.929,61)
(118.773,17)
(636.654,66)
1.615.012,88
909.446,15
RESULTADO LÍQUIDO
142.634,78
1.113.670,09
358.708,01
1.615.012,88
Contribuição Social RESULTADO LÍQUIDO
12
INFORME
ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE ATO COOPERATIVO (INGRESSOS/DISPÊNDIOS) PRINCIPAL
NE
AUXILIAR
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO
ATO NÃO COOPERATIVO (RECEITAS / DESPESAS)
TOTAIS
RESULTADO LÍQUIDO
142.634,78 1.113.670,09
(+-) OUTROS RESULTADOS ABRANGENTES
367.382,16
222.834,03
16.298,10
606.514,29
23.2.C
65.099,26
24.827,56
2.886,50
92.813,32
03.O
302.282,90
198.006,47
13.411,60
513.700,97
(+) Realização Reserva Reavaliação (+) Reversão do FATES RESULTADO ABRANGENTE
510.016,94 1.336.504,12
358.708,01 1.615.012,88
375.006,11 2.221.527,17
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - MÉTODO DIRETO EM 31 DE DEZEMBRO ATIVIDADES OPERACIONAIS
2016
2015
(+) Recebimento de Planos de Saúde
253.229.060,90 227.777.843,04
(+) Resgate de Aplicações Financeiras
115.104.079,20 112.661.996,30 34.134.302,88
(+) Outros Recebimentos Operacionais (-) Pagamento a Fornecedores/Prestadores de Serviço de Saúde
41.609.745,38
(194.662.877,95) (184.504.724,05) (3.650.262,86)
(-) Pagamento de Comissões
(3.920.609,43)
(20.744.864,39) (18.885.221,91)
(-) Pagamento de Pessoal (-) Pagamento de Pró-Labore
(1.396.014,53)
(1.212.138,34)
(-) Pagamento de Serviços Terceiros
(7.495.024,23)
(6.624.390,46)
(16.981.681,18) (14.601.482,01)
(-) Pagamento de Tributos (-) Pagamento de Processos Judiciais (Cíveis/Trabalhistas/Tributárias) (-) Pagamento de Aluguel (-) Pagamento de Promoção/Publicidade (-) Aplicações Financeiras
(1.116.335,21)
(602.904,87)
(493.498,25)
(448.677,97)
(1.492.787,19)
(1.663.852,27)
(113.233.323,67) (120.081.400,00)
(-) Outros Pagamentos Operacionais Caixa Líquido das Atividades Operacionais
(44.587.513,76) (36.031.777,80) (3.386.740,24)
(6.527.594,39)
ATIVIDADES DE INVESTIMENTO (+) Recebimento de Venda de Ativo Imobilizado – Hospitalar
70.656,00
20.000,00
(+) Recebimento de Venda de Ativo Imobilizado – Outros
44.500,00
-
-
255.986,55
55.413,48
134.603,88
(2.019.700,61)
(2.783.260,62)
(-) Pagamento de Aquisição de Ativo Imobilizado – Outros
(879.901,75)
(571.707,19)
(-) Pagamento Relativos ao Ativo Intangível
(358.066,14)
(294.659,65)
(+) Recebimento de Venda de Investimentos (+) Outros Recebimentos das Atividades de Investimento (-) Pagamento de Aquisição de Ativo Imobilizado – Hospitalar
(-) Outros Pagamentos das Atividade de Investimento Caixa Líquido das Atividades de Investimento
(8.858,55)
(1.220,00)
(3.095.957,57)
(3.240.257,03)
ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO (+) Integralização de Capital em Dinheiro (+) Recebimento – Empréstimos/Financiamentos (+) Outros Recebimentos da Atividade de Financiamento (-) Pagamento de Juros – Empréstimos/Financiamentos/Leasing (-) Pagamento de Amortização – Empréstimos/Financiamentos/Leasing
1.592.683,21
939.744,01
-
621.610,68
9.719.421,87
10.161.305,64
(88.860,18)
(70.468,52)
(427.547,90)
(510.272,89)
(656.340,92)
(426.257,68)
(1.237.974,47)
(1.903.734,06)
Caixa Líquido das Atividades de Financiamentos
8.901.381,61
8.811.927,18
VARIAÇÃO DE CAIXA E EQUIVALÊNCIA DE CAIXA
2.418.683,80
(955.924,24)
CAIXA – Saldo Inicial
1.234.062,35
2.189.986,59
(-) Pagamento de Participação nos Resultados (-) Outros Pagamentos da Atividade de Financiamento
(28) 3511-7481
(A) GERAÇÃO DA RIQUEZA
2016
%
2015
%
a) Ingressos e Receitas
299.414.737,91
-
264.147.852,89
-
a1) Contraprestações Emitidas Líquidas
227.059.591,03
-
204.256.734,21
-
72.631.132,95
-
60.037.313,19
-
(275.986,07)
-
(146.194,51)
-
299.414.737,91
-
264.147.852,89
-
d) Eventos, Dispêndios e Despesas Operacionais
(130.632.258,98)
-
(109.529.753,91)
-
d1) Eventos Indenizáveis Líquidos d2) Variação da Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados d3) Outros Dispêndios / Despesas Operacionais
(102.806.568,30)
-
(87.638.748,77)
-
1.938.622,26
-
(1.759.034,77)
-
(29.764.312,94)
-
(20.131.970,37)
-
(22.854.442,84)
-
(20.168.705,63)
-
(3.755.838,00)
-
(3.951.062,83)
-
(6.995.257,44)
-
(5.951.720,86)
-
(10.812.049,68)
-
(9.017.180,67)
-
(1.039.317,92)
-
(1.184.428,09)
-
(251.979,80)
-
(64.313,18)
-
145.928.036,09
-
134.449.393,35
-
(1.950.327,90)
-
(1.497.528,00)
-
143.977.708,19
-
132.951.865,35
-
I) VALOR ADICIONADO RECEBIDO/CEDIDO EM TRANSFERÊNCIA
8.817.953,44
-
7.644.938,74
-
i1) Receitas Financeiras
8.105.702,17
-
6.838.993,50
-
712.251,27
-
805.945,24
-
152.795.661,63
-
140.596.804,09
-
a2) Outros Ingressos e Receitas Operacionais a3) Provisão para Perdas sobre Créditos c) Receita Líquida Operacional (a-b)
e) Insumos Adquiridos de Terceiros e1) Despesas de Comercialização e3) Despesas com Serviços de Terceiros e4) Materiais, Energia e Outras Despesas Administrativas e6) Despesas Financeiras e7) Despesas Patrimoniais F) VALOR ADICIONADO BRUTO (C-D-E) G) DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO H) VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (F-G)
i3) Outras I - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (H+I) (B) DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA
133.257.829,41
87,21%
124.546.383,98
88,58%
a1) Cooperados
98.053.917,70
64,17%
91.779.662,81
65,28%
a1.1) Produção (Consultas e Honorários)
94.720.207,67
61,99%
88.929.271,70
63,25%
3.333.710,03
2,18%
2.850.391,11
2,03%
a2) Diretores, Conselheiros e Empregados
35.203.911,71
23,04%
32.766.721,17
23,31%
a2.1) Salários, 13o salário, férias e etc...
25.064.904,28
16,40%
23.248.085,68
16,54%
a2.2) Benefícios
7.971.965,49
5,22%
7.709.735,28
5,48%
a2.3) F.G.T.S.
2.167.041,94
1,42%
1.808.900,21
1,29%
17.246.288,82
11,29%
14.489.836,78
10,31%
6.007.382,52
3,93%
4.287.961,81
3,05%
7.198.070,61
4,71%
6.609.222,21
4,70%
16.554,85
0,01%
16.064,09
0,01%
4.024.280,84
2,63%
3.576.588,67
2,54%
a) Remuneração do Trabalho
a1.2) Benefícios
b) Remuneração Governo-Impostos/Taxas/Contribuições b1) Federais (PIS, COFINS, IRPJ,CSLL) b1.1) Previdência Social b2) Estaduais b3) Municipais
33.003,60
0,02%
68.016,00
0,05%
d) Remuneração de Capitais de Terceiros
643.526,92
0,42%
583.121,18
0,41%
d1) Juros
102.608,46
0,07%
69.078,22
0,05%
540.918,46
0,35%
514.042,96
0,37%
c) Contribuição para Sociedade
3.652.746,15
1.234.062,35
Ativos Livres no Início do Período (*)
28.421.922,51
19.382.333,11
d2) Aluguéis
Ativos Livres no Final do Período (*)
23.689.972,80
28.421.922,51
e) Remuneração de Capitais Próprios
1.615.012,88
1,06%
909.446,15
0,65%
AUMENTO (DIMINUIÇÃO) DAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS - RECURSOS LIVRES (4.731.949,71)
9.039.589,40
e2) Constituição de Reservas e Fundos
1.181.498,48
0,77%
253.105,23
0,18%
433.514,40
0,28%
656.340,92
0,47%
152.795.661,63
100,00%
140.596.804,09
100,00%
CAIXA - Saldo Final
e3) Sobras / Perdas Líquidas à Disposição da AGO
DEMONSTRATIVO DA RECONCILIAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO COM O CAIXA LÍQUIDO OBTIDO DAS ATIVADADES OPERACIONAIS Resultado Líquido Ajustes ao Resultado (+) Amortização Promoprev (+) Depreciações Sede Administrativa (+) Amortizações Sede Administrativa (+) Depreciações Rede Própria (+) Amortizações Rede Própria (+) Despesas Patrimoniais (+) Juros incorporados ao Capital Próprio (+) Despesas Patrimoniais Rede Própria (+) Despesas de Empréstimos e Financiamentos (=) Resultado Ajustado Variação nas Contas do Ativo e Passivo (-) Aumento (+) Redução das Aplicações Financeiras (-) Aumento (+) Redução dos Créditos de Operações c/ Pl. de Assist. Saúde (-) Aumento (+) Redução dos Créditos de Operações Não Relac. c/ Planos (-) Aumento (+) Redução dos Créditos Tributários e Previdenciários (-) Aumento (+) Redução de Bens e Títulos a Receber (-) Aumento (+) Redução das Despesas Antecipadas (-) Aumento (+) Redução da Conta-Corrente Cooperados (-) Aumento (+) Redução do Realizável a Longo Prazo (+) Aumento (-) Redução das Provisões Técnicas de Oper. Assist. à Saúde (+) Aumento (-) Redução dos Débitos de Operações Assist. à Saúde (+) Aumento (-) Redução dos Débitos de Assist. Saúde Não Relac. c/ Pl. (+) Aumento (-) Redução dos Tributos e Encargos Sociais a Recolher (+) Aumento (-) Redução dos Débitos Diversos (+) Aumento (-) Redução da Conta-Corrente Cooperados (+) Aumento (-) Redução das Provisões Técnicas de Assistência à Saúde (+) Aumento (-) Redução das Provisões (+) Aumento (-) Redução dos Tributos e Encargos Sociais a Recolher (+) Aumento (-) Redução dos Débitos Diversos Ajuste IRRF sobre Juros Rec. e Receita de Invest. (Grupo 126119011) Ajuste da Var. da Conta-Corrente Cooperado a Pagar (Fundo UTMR) Ajuste da Var. da Conta-Corrente Cooperado a Pagar (Capital A Restituir) Ajuste Var. Fornecedores Imobilizado Caixa Líquido das Atividades Operacionais
(II) Total Distribuído (a+b+c+d+e)
2016 1.615.012,88 1.558.670,05 168.986,53 249.066,77 94.440,41 1.395.084,53 42.049,94 19.597,42 233.082,10 68.613,62 (712.251,27) 3.173.682,93 (6.560.423,17) (3.264.644,84)
2015 909.446,15 824.974,16 170.234,79 226.954,29 76.443,46 988.477,37 35.418,09 8.610,13 55.703,05 69.078,22 (805.945,24) 1.734.420,31 (8.262.014,70) (11.390.019,10)
(2.327.467,66) (767.208,27) (181.206,37) (1.459.766,65) (309.409,63) 21.628,71 (967.830,47) 3.185,37 (80.522,66) 75.517,47 1.299.677,90 819.561,26 (664.821,18) 1.379.261,45
(2.697.066,79) (533.301,73) 159.557,65 (1.475.614,75) 124.948,28 17.967,48 (658.063,17) 5.333.623,10 13.041,25 300.814,53 796.829,08 846.182,03 2.700.973,83 23.075,41
(1.032.824,99) (8.249,98) (39.598,99) 121,06 944.769,89 (594,59)
801.348,51 (87.596,03) (13.707,93) 65.104,65 (2.608.686,03) 5.206,16
-
13.368,87
(3.386.740,24)
(6.527.594,39)
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO/PATRIMÔNIO SOCIAL Capital/ Patrimônio Social
Reservas de Lucros/Sobras/ Retenções
Reservas de Reavaliação
Sobras ou Perdas Acumuladas
Total
24.357.925,20
2.933.896,83
1.240.933,43
426.257,68
28.959.013,14
Deliberações da AGO
-
-
-
(426.257,68)
(426.257,68)
Sobras Distribuídas
-
-
-
(426.257,68)
(426.257,68)
Aumento de Capital/Patrimônio Social com Lucros e Reservas em Espécie
6.741.077,35
-
-
-
6.741.077,35
Redução do Capital
SALDO FINAL EM 31/12/2014
(147.241,63)
-
-
-
(147.241,63)
Lucro/Superávit/Prejuízo Líq. do Exercício
-
-
909.446,15
909.446,15
Outros Resultados Abrangentes
-
(647.406,97)
(44.450,10)
691.857,07
-
Destinação do Lucro/Superávit
-
944.962,30
-
(944.962,30)
-
Reserva Legal (10% s/Sobras Líquidas)
-
77.216,58
-
(77.216,58)
-
FATES (5% s/Sobras Líquidas)
-
38.608,29
-
(38.608,29)
-
-
829.137,43
-
(829.137,43)
-
FATES (Resultado Atos Cooperativos Auxiliares e Não Cooperativos)
30.951.760,92
3.231.452,16
1.196.483,33
656.340,92
36.036.037,33
Deliberações da AGO
-
-
-
(656.340,92)
(656.340,92)
Sobras Distribuidas
-
-
-
(656.340,92)
(656.340,92)
11.312.105,08
-
-
-
11.312.105,08
SALDO FINAL EM 31/12/2015
Aumento de Capital/Patrimônio Social com Lucros e Reservas em Espécie Redução do Capital
(293.799,17)
-
-
-
(293.799,17)
Lucro/Superávit/Prejuízo Líq. do Exercício
-
-
-
1.615.012,88
1.615.012,88
Outros Resultados Abrangentes
-
(513.700,97)
(92.813,32)
606.514,29
-
Destinação do Lucro/Superávit
-
1.788.012,77
-
(1.788.012,77)
-
Reserva Legal (10% s/Sobras Líquidas)
-
51.001,69
-
(51.001,69)
-
FATES (5% s/Sobras Líquidas)
-
25.500,85
-
(25.500,85)
-
FATES (Resultado Atos Cooperativos Auxiliares e Não Cooperativos)
-
1.711.510,23
-
(1.711.510,23)
-
41.970.066,83
4.505.763,96
1.103.670,01
433.514,40
48.013.015,20
SALDO FINAL EM 31/12/2015
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ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
13
INFORME
NOTAS EXPLICATIVAS 1. CONTEXTO OPERACIONAL A OPERADORA A UNIMED SUL CAPIXABA é uma sociedade de pessoas, de natureza civil, tendo como objetivo social à congregação dos seus sócios para o exercício de suas atividades econômicas, sem o objetivo de lucro. A entidade é regida pela Lei n° 5.764, de 16 de dezembro de 1971, que regulamenta o sistema cooperativista no País, regulada ainda pela lei 9.856/00 da Agência Nacional de Saúde Suplementar, com registro sob número 320706. Possui uma estrutura operacional de atendimento aos seus 84.359 usuários de planos de saúde, a sociedade conta com 406 médicos associados, 110 serviços credenciados (Hospitais, Laboratórios, Clínicas e Outros) e 9 estruturas de meios próprios assistenciais, além de participar da rede de atendimento do Sistema Unimed Nacional. Sua área de ação abrange os municípios de Afonso Cláudio, Brejetuba, Conceição de Castelo, Venda Nova do Imigrante, Alfredo Chaves, Iconha, Piúma, Itapemirim, Rio Novo do Sul, Marataízes, Presidente Kenedy, Vargem Alta, Castelo, Atílio Vivacqua, Mimoso do Sul, Muqui, Apiacá, Jerônimo Monteiro, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibitirama, Muniz Freire, Irupi, São José do Calçado, Alegre, Bom Jesus do Norte, Iúna, Ibatiba e Cachoeiro de Itapemirim, onde está localizada sua sede administrativa. A Operadora atua na comercialização de planos de saúde, firmando, em nome dos associados, contratos de prestação de serviços com pessoas físicas e jurídicas, nas modalidades de planos com preço preestabelecido e pós-estabelecido, a serem atendidos pelos médicos associados, rede própria, rede credenciada e no intercâmbio nacional. A Operadora atua também na comercialização de outros serviços, tais como: Saúde Ocupacional, Prestação de Serviço, Remoção Terrestre e Atendimento Domiciliar. 2.DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE As Demonstrações Financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS e as normas emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), as quais abrangem a legislação societária (Lei 5.764/71 – Sociedades Cooperativas), os pronunciamentos, as orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e normas editadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, conforme novo plano de contas estabelecido pela RN 390 de 02 de dezembro de 2015. A Operadora também atendeu os quesitos da NBCT 10.21, na formatação das demonstrações financeiras. As demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016 estão sendo apresentadas em conjunto com as correspondentes de 2015, de forma a permitir a comparabilidade. Trata-se de Demonstrações Financeiras individuais e encontram-se apresentadas em moeda corrente nacional – denominada de Real, tendo sido autorizado sua elaboração pelo presidente da Operadora em 16/02/2017. 3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS A) RECONHECIMENTO DAS RECEITAS As Contraprestações Efetivas são apropriadas à receita considerando-se o período de cobertura do risco, quando se tratarem de contratos com preços preestabelecidos. Nos contratos com preços pós-estabelecidos e nas operações de prestação de serviços de assistência à saúde, a apropriação da receita é registrada na data em que se fizerem presentes os fatos geradores da receita, de acordo com as disposições contratuais, ou seja, a data em que ocorrer o efetivo direito ao valor a ser faturado, nos termos da NBC TG 30, aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade – CFC, e de conformidade com o que estabelece a RN 390/15, da ANS. B) RECONHECIMENTO DOS EVENTOS INDENIZÁVEIS Os eventos indenizáveis são constituídos com base no valor das faturas apresentadas pela rede credenciada e cooperados e na identificação da ocorrência da despesa médica pela comunicação do prestador de serviço, independente da existência de qualquer mecanismo, processo ou sistema de intermediação da transmissão, direta ou indiretamente por meio de terceiros, ou da análise preliminar das despesas médicas. Como parte destas faturas não são apresentadas dentro do período da sua competência, ou seja, há eventos realizados nestes prestadores e cooperados que não são cobrados ou avisados na totalidade à Operadora ao final de cada mês, os eventos ocorridos e não avisados são registrados mediante constituição de PEONA – Provisão de Eventos Ocorridos e Não Avisados. C) AJUSTE A VALOR PRESENTE O ajuste a valor presente previsto na NBC TG 12, aprovada pela resolução 1.151 do Conselho Federal de Contabilidade foi calculado sobre os saldos remanescentes na data do balanço, naquilo que se aplica, sendo que os créditos e débitos da assistência à saúde não se aplica o ajuste a valor presente, nos termos da RN 390/15. D) DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES As depreciações foram calculadas pelo método linear sobre o valor depreciável dos bens, apuradas com base e estimativa de vida útil limitado ao valor residual dos bens, de conformidade com a NBC TG 27, aprovada pela resolução CFC 1.177/09. As amortizações foram mensuradas com base na vida útil de uso tecnológico, considerando as manutenções e atualizações, de conformidade com a NBC TG 04, aprovada pela resolução CFC 1.177/09. E) RESERVA DE REAVALIAÇÃO Neste exercício foi realizada parte desta reserva de reavaliação através das depreciações ocorridas, no montante de R$ 92.813,32, que foi revertido da reserva de reavaliação diretamente para sobras a disposição da AGO. F) CRÉDITOS DE OPERAÇÕES COM PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE São registrados e mantidos no balanço pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos, em contrapartida à conta de resultado de contraprestações efetivas de operações de assistência à saúde para os
Planos Médico-Hospitalares contabilizadas na forma de prórata-dia nos termos da RN 390/2015 da ANS e conta de resultado “receitas operacionais de assistência à saúde não relacionada com planos de saúde da Operadora” no que se refere aos serviços médicos e hospitalares prestados a particulares e as outras Operadoras de Planos Médico-Hospitalares. G) PROVISÕES PARA PERDAS SOBRE CRÉDITOS Com base nas normas da ANS e em conformidade com a RN 390/15, foram calculadas provisões para perdas sobre créditos, considerando a totalidade do crédito por contrato nos casos de uma parcela vencida a mais de 60 dias dos planos familiares e mais de 90 dias nos planos empresariais e demais créditos, conforme demonstrado abaixo: PROVISÃO PARA PERDAS PLANOS EMPRESARIAIS PLANOS FAMILIARES CRÉDITOS PARTICULARES DEMAIS CRÉDITOS CHEQUES A RECEBER CRÉDITOS EM COBRANÇA JURÍDICA CRÉDITOS EM COBRANÇA JUDICIAL TOTAL
Em 31/12/2016 652.087,65 340.688,31 3.813,50 0,00 372.156,16 53.098,33 181.303,97 1.603.147,92
H) CRÉDITOS INCOBRÁVEIS Neste exercício, foi reconhecido como perdas o montante de créditos incobráveis, no valor de R$ R$ 2.334.127,61 na forma dos artigos 9º a 14º da Lei 9.430/96. I) INVESTIMENTOS Os investimentos em outras sociedades foram avaliados pelo custo de aquisição por não se tratar de investimentos em empresas coligadas ou controladas. J) PROVISÕES TÉCNICAS DE OPERAÇÕES DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE As provisões técnicas foram calculadas até a data do fechamento do balanço de conformidade com a RN 393/15, da ANS com base na metodologia própria aprovada pela ANS. K) EVENTOS A LIQUIDAR COM OPERAÇÕES DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE Foram registrados com base na data do conhecimento das faturas e notas fiscais dos prestadores de serviços efetivamente recebidas até 31/12/2016, em contrapartida às contas de resultado de eventos indenizáveis líquidos, de conformidade com a RN 390/15.
obrigações definidas em contrato. Na constituição das provisões, a Administração leva em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, à similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento dos Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável e perda possível em relação aos processos trabalhistas. S) INFORMAÇÕES POR SEGMENTO Em função da concentração de suas atividades na atividade de planos de saúde, a Operadora está organizada em uma única unidade de negócio, sendo que as operações não são controladas e gerenciadas pela administração como segmentos independentes, sendo os resultados da Operadora acompanhados, monitorados e avaliados de forma integrada. T) NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE A Operadora vem adotando as Normas Internacionais de Contabilidade aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, com exceção da CPC 11 de seguros e da ICPC-10 do Imobilizado do qual não foram aprovadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, portanto não adotadas pelas operadoras de planos de saúde. U) MUDANÇA PRÁTICA CONTÁBIL NA CONTABILIZAÇÃO INTERCÂMBIO EVENTUAL No mês de julho de 2016, a operadora alterou a forma de contabilização das operações com intercâmbio relativo ao atendimento de outras operadoras, em cumprimento ao que determina a RN 390/15 da ANS, em relação aos atendimentos realizados pelos cooperados. Em relação a estas operações foram registrados nas contas de resultado, os valores relacionados aos custos pelos atendimentos com cooperados, as diferenças de tabela e taxa de administração, e o faturamento correspondente. O valor do faturamento registrados nas contas de resultado no ano de 2016 foi de R$ 5.904.161,62 e dos custos de R$ 5.863.234,01. DETALHAMENTO DE SALDOS E OUTRAS INFORMAÇÕES 4. DISPONÍVEL a) Caixa e Bancos A Cooperativa possui registros nas contas de Caixa e Bancos, conforme quadro abaixo: 2016
%
2015
L) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL São calculados com base nos critérios estabelecidos pela legislação vigente, levando-se a tributação os valores provenientes de atos cooperativos auxiliares e não cooperativos, conforme mencionado na nota explicativa 23.
CAIXA
26.802,73
0,73
20.085,71
BANCO BANESTES 3.679.925
92.009,69
2,52
76.382,25
169,05
0,00
20.605,87
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 1000
1.025,38
0,03
542,81
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 1003
2.471,66
0,07
2.871,78
M) DIREITOS E OBRIGAÇÕES Os direitos e obrigações são apresentados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos auferidos ou incorridos.
SICOOB 3000-7
1.971.759,38
53,98
406.337,05
80.686,04
2,21
108.389,93
HSBC 11094-06
0,00
0,00
0,00
SICOOB 5.908-0
2.842,69
0,08
2.039,57
N) PROVISÕES As provisões constituídas foram baseadas no conceito estabelecido na NBC TG 25, aprovada pela resolução 1.180/09 do CFC, que define provisão como sendo um passivo de prazo ou de valor incertos e também que passivo é uma obrigação presente da entidade, derivada de eventos já ocorridos, cuja liquidação se espera que resulte em saída de recursos da entidade capazes de gerar benefícios econômicos.
SICOOB 1707-8
4.624,02
0,13
3.263,89
SANTANDER - 3427
9.690,39
0,27
6.416,60
28.558,86
0,78
55.019,93
O) PROVISÕES DE FÉRIAS Os direitos adquiridos relativos a férias e seus encargos sociais foram provisionados entre as obrigações sociais e trabalhistas, cujo montante é de R$ 3.114.282,40.
CAIXA E BANCOS
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 740
SICOOB 108-2
SICOOB CREDIROCHAS
0,00
0,00
0,00
25.198,64
0,69
19.074,65
114.181,49
3,13
16.822,73
2.362,57
0,06
716,49
50.657,07
1,39
918,08
SICOOB - UNICRED SUDESTE 40031-9
1.239.706,49
33,94
494.575,01
TOTAL
3.652.746,15
BANCO ITAÚ/UNIBANCO BANCO DO BRASIL S/A 6.775 - X SICOOB - UNICRED SUDESTE 40258-3 COOP. ECON. E CRED. COOP. JUD. BANCO CONTA DESP. - CDI SUL SERRANO
P) RESERVA ASSISTENCIA TÉCNICA EDUCACIONAL E SOCIAL - FATES Os gastos com auxilio educação, treinamento, assistência médica e cursos dos funcionários e cursos dos cooperados foram registrados em contas de despesas e dispêndios, sendo revertido do saldo do FATES para a conta de sobras ou perdas o montante de R$ 513.700,97.
5. APLICAÇÕES
Q) VALOR RECUPERÁVEL DOS ATIVOS Em consonância com a NBC TG 01 aprovada pela Resolução 1.292/10 do Conselho Federal de Contabilidade a Cooperativa não realizou trabalho para a identificação de possíveis ativos não recuperáveis, por administração entender que não existem indícios de ativos passíveis de não ser recuperável.
CAIXA ECONOMICA FEDERAL
R) ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES Ativos contingentes: são reconhecidos contabilmente somente quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com êxitos prováveis são apenas divulgados em nota explicativa. Passivos contingentes: são provisionados quando as perdas forem avaliadas como prováveis e os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança, distinguindo-se de passivos originados de obrigações legais, e é provável que uma saída de benefícios econômicos seja requerida para liquidar uma obrigação. Os passivos contingentes avaliados como perdas possíveis são apenas divulgados em nota explicativa e os passivos contingentes avaliados como perdas remotas não são provisionados nem divulgados. Depósitos judiciais: os depósitos judiciais são mantidos no ativo sem a dedução das correspondentes provisões para contingências, em razão do plano contábil da ANS não contemplar essa reclassificação. Obrigações legais: são registradas como exigíveis independentes da avaliação sobre as probabilidades de êxito, de processos em que a Operadora questionou a inconstitucionalidade e a legalidade de tributos e
100,00 1.234.062,35
A Cooperativa possui aplicações financeiras garantidoras das provisões técnicas, conforme quadro abaixo: APLICAÇÕES FINANCEIRAS GARANTIDORAS
2016
%
2015
2.471.111,94
10,05
2.162.194,30
0,00
0,00
3.566.536,11
1.663.219,50
6,77
1.581.912,83
BANCO SANTANDER
0,00
0,00
2.003.036,33
BANCO ITAU
0,00
0,00
784.097,98
3.681.140,84
14,97
1.806.138,01
SICOOB-COOP. CRED. RURAL VENDA NOVA UNICRED SUL CAPIXABA
SICOOB CREDIROCHAS CAIXA ECONOMICA FEDERAL TOTAL
16.769.984,02 68,21 14.170.177,95 24.585.456,30 100,00 26.074.093,51
As aplicações livres estão distribuídas de acordo com o quadro abaixo: APLICAÇÕES FINANCEIRAS LIVRES
2016
%
2015
281.341,51
1,40
1.394.503,26
SICOOB-COOP. CRED. RURAL VENDA NOVA 8.467.084,32
42,26
3.517.700,81
SICOOB-COOP. CRED. RURAL CACHOEIRO
5.636.445,27
28,13
4.944.198,05
SICOOB RURAL ALFREDO CHAVES
1.799.191,22
8,98
1.479.154,41
298.893,75
1,49
269.817,36
2.964.273,59
14,79
0,00
BANESTES
COOPJUD – COOP. ECON. CRED. MUTUO BANCO SANTANDER CAIXA ECONOMICA FEDERAL TOTAL
589.996,99 21,48 3.678.570,71 20.037.226,65 100,00 15.283.944,60
14
INFORME
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NOTAS EXPLICATIVAS 6. CRÉDITOS DE OPERAÇÕES COM PLANOS ASSISTÊNCIA À SAÚDE A composição dos “Créditos de Operações de Assistência à Saúde” está representada pelas contas demonstradas a seguir: CRÉDITOS DE OPERAÇÕES COM PLANOS DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE
2016
Contraprestações Pecuniárias a Receber (a)
2015
14.545.688,70 12.337.655,85
(-) Provisão para Perdas sobre Créditos (b)
(992.775,96)
(714.881,40)
Participação dos Beneficiários em Eventos Inden. (c)
3.004.453,67
2.607.124,30
Operadoras de Planos de Assist. à Saúde (d)
4.667.193,94
3.999.233,44
(-) Provisão para Perdas sobre Créditos (b)
0,00
(99.928,07)
Créditos Não Relacionados com Planos (e)
124.473,95
125.339,95
(-) Provisão para Perdas sobre Créditos (b)
(3.813,50)
(3.977,60)
Outros Créditos Operacionais de Prestação Serviços (f)
TOTAL
Vencimento Financeiro
2015
256.372,09
75.165,72
3.444.322,65
2.184.810,78
Outros Créditos A Receber (f)
908.004,59
795.926,48
(-) Provisão para Perdas sobre Créditos (c)
(17.342,72)
(16.465,85)
1.326.050,97
1.266.160,92
915.473,22
810.140,86
(372.156,16)
(295.987,29)
42.869,83
64.498,54 4.884.250,16
Créditos Tributários (a) Adiantamentos (b)
Estoques (d) Cheques a Receber (e) (-) Provisão para Perdas sobre Créditos (c) Conta Corrente Cooperados (g)
TOTAL
6.503.594,47
a)Valores gerados com a retenção na fonte IRRF, antecipação do IRPJ e CSLL devidos no curso do ano-fiscal e saldo negativo de IRPJ e CSLL. b)Valores adiantados para funcionários e fornecedores para posterior acerto de contas. c)Valores provisão para perdas sobre demais créditos nos termos da RN 390/15 da ANS. d)Composição dos Estoques de materiais e medicamentos e almoxarifado avaliado pelo custo médio na data do balanço. e)Valores a receber de cheques pré-datados e devolvidos oriundo de negociação com clientes e atendimentos particulares nos meios próprios. f)Valores relacionados a outros créditos a receber com clientes, fornecedores e funcionários. g)Créditos relacionados aos cooperados da Operadora.
Créditos de Operações com Planos de Saúde (Subgrupo 123) Contraprestação Pecuniária / Prêmios a Receber Planos Individuais / Familiares Mensalidades (Pess. Física)
Planos Coletivos
Faturas (Pessoa Jurídica)
Preço Pré-Estabelecido
Preço Pré-Estabelecido
Preço Pós-Estabelecido
8.647.396,52
2.265.878,57
11.324.677,09
3.602.888,68
2.281.846,72
551.852,91
4.435.100,46
752.179,04
Vencidos de 31 a 60 dias
451.245,18
480.318,96
90.106,74
1.021.670,88
301.450,19
Vencidos de 61 a 90 dias
64.312,35
202.347,78
23.931,07
290.591,20
41.533,02
Vencidos a mais de 90 dias
22.882,94
382.535,42
72.684,38
478.102,74
93.638,56
2.540.599,86
11.994.445,40
3.004.453,67
17.550.142,37
4.791.689,49
SUBTOTAL PPSC SALDO
Despesas Patrimoniais (b)
TOTAL
117.248,94
529,93
2.354,64 119.603,58
429.013,21
a)Esta conta é representada pelas despesas antecipadas de seguros, tributos, contribuições, assinaturas e outras despesas antecipadas administrativas. b)Esta conta é representada pelas despesas antecipadas de garantia estendida.
9. ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Os Títulos e Créditos a Receber e Depósitos Judiciais estão compostos conforme quadro abaixo: CONTAS
2016
Multas Tributárias
2015 382,48
0,00
652.087,65
0,00
0,00
992.775,96
3.813,50
11.342.357,75
10.643,44
3.004.453,67
16.557.336,41
4.787.875,99
10. INVESTIMENTOS a) Quadro analítico CONTAS
SALDO 31/12/2015
AQUISIÇÕES
BAIXAS
INCORPORAÇÕES
FUNRES
52,69
-
-
-
52,69
12.000,00
-
-
-
12.000,00
681.853,67
-
-
168.483,36
850.337,03
1.582,33
-
-
-
1.582,33
UNICRED
144.013,42
-
-
21.963,44
165.976,86
TERRENOS FEDERAÇÃO ES INTRAFEDERATIVA ES/RJ SICOOB CACHOEIRO
545.760,61
-
-
105.172,86
650.933,47
979.294,98
-
-
91.275,85
1.070.570,83
SICOOB ICONHA
118.189,52
-
-
14.796,19
132.985,71
CREDIROCHAS
134.910,14
-
-
22.747,39
157.657,53
CENTRAL NACIONAL UNIMED UNIMED SEGURADORA COOPJUD-COOP. ECOMONIA E CRED MÚTUO SERV PUP ES UNICS COOP CONSUMO MÉDICO UNIMED PARTICIPAÇÕES
-
0,28
3.345,54
180,00
-
480,00
4.005,54
1.640,00
-
-
685.140,06
-
-
90.151,91
-
1.640,00
-
685.140,06 60,00
USIMED SUL CAPIXABA
160,00
-
-
-
160,00
3.516.177,28
180,00
-
433.057,64
3.949.414,92
TOTAL
216,05
11. IMOBILIZADO a) Movimentações e composição do imobilizado
12.279.395,56
-
-
-
SALDO RESIDUAL 31/12/2016 31/12/2016 370.850,55 12.650.246,11 10.243.286,38
133.11- IMÓVEIS DE USO PRÓP. HOSP.
5.715.599,01
-
-
-
208.047,45
5.923.646,46
4.392.226,14
133.12 - IMÓVEIS DE USO PRÓPRIO NÃO HOSPITAL
6.563.796,55
-
-
-
162.803,10
6.726.599,65
5.851.060,24
17.112.784,07
1.574.599,75 (1.666.660,78)
(169.300,00)
(130.855,74) 16.720.567,30
8.799.803,00
10.810.018,18
1.040.522,29 (1.109.115,16)
(106.300,00)
(2.164,81) 10.632.960,50
6.044.071,64
CONTAS
1.996.303,45
133.2 - MÓVEIS DE USO PRÓPRIO
7.788.307,89
7.420.102,36
133.21 - HOSPITALAR/ODONTOLÓGICO
7.788.307,89 9.784.611,34
7.420.102,36
9011 - INSTALAÇÕES HOSPITALARES
8.827.708,37
9012 - MÁQUINAS E EQUIP. HOSPITALARES 9013 - EQUIP. PROC. ELET. DE DADOS – HOSPITALARES 9014 - MÓVEIS E UTENSÍLIOS HOSPITALARES
Saldo em 31/12/2015
8.138,55
-
-
43.120,88 1.407.606,01
Saldo em 31/12/2016
-
-
-
440.626,06
Exe.Competência do Tributo
-
0,28
4.601,26 121.343,37
-
Outros Depósitos
Tributo
82.013,36
-
-
152.426,57
COMPOSIÇÃO GRUPO 1319 - CONTA-CORRENT. COOPERADOS - IN 020/08
-
-
152.426,57
a)Depósitos judiciais que foram realizados no exercício de 2016 e anteriores. b)Por deliberação dos cooperados na Assembleia Geral Ordinária ou Extraordinária de 18/12/2008 a Operadora decidiu pela aplicação da IN/DIOPE n° 20/2008, que autoriza as operadoras de planos de saúde, da modalidade cooperativa médica a deliberarem pela transferência para seus cooperados da responsabilidade de pagamento das Obrigações Legais conforme definido pela norma de procedimento técnico NPC 22 do IBRACON e classificado no grupo 1319 – Conta-Corrente Cooperados, conforme demonstrado em quadro a seguir:
-
-
Depósito Judicial PIS
Passivo Tributário Receber Cooperados (b) TOTAL GERAL
-
-
60,00
72.789,93
INSS Intercâmbio ativado (IN 020/08)
-
216,05
AÇÕES TELESTE S/A
1.138.886,15
Total dos Depósitos Judiciais (a)
4.601,26 121.343,37
USIMED SUL CAPIXABA
81.111,66
Depósito em Juízo ANS
SALDO 31/12/2016
SICOOB VENDA NOVA
1.322.139,16
Depósitos Judiciais Trabalhistas
10.643,44
340.668,31
ADIANTAMENTO P/ AUMENTO CAPITAL - SEGURO UNIMED
428.483,28
10.643,44
2.199.911,55
DESPESAS Despesas Administrativas (a)
Outros Créditos não Relacionados com Planos (Subgrupo 124)
Total = ao grupo 123
400.758,56
Vencidos de 1 a 30 dias
SICOOB ALFREDO CHAVES
2015
Participação dos Beneficiários em Eventos / Sinistros
1.601.400,83
a Vencer
8. DESPESAS ANTECIPADAS As despesas antecipadas registradas no ativo circulante estão compostas conforme quadro abaixo: 2016
refere-se a valores a receber de créditos com Outras Unimed’s (Intercâmbio a Receber). e) O saldo da conta Créditos Não Relacionados com Planos refere-se a valores a receber de clientes particulares atendidos nos demais recursos. f) O saldo da conta Outros Créditos de Serviços Médicos Hospitalares refere-se a valores a receber da utilização dos usuários do seguro PEA.
Mensalidades / Faturas / Seguros a Receber
0,00 21.345.242,40 18.250.566,47 21,60
2016
d) O saldo da conta “Operadoras de Planos de Assistência à Saúde”
SALDO EM 31/12/2016
7. TÍTULOS E CRÉDITOS A RECEBER Os Títulos e Créditos a Receber estão compostos conforme quadro abaixo: TÍTULOS E CRÉDITOS
refere-se a valores a receber a título de coparticipação nos eventos.
a) O saldo da conta “Contraprestação Pecuniária a Receber” refere-se a valores a receber de créditos com planos de saúde da Cooperativa. b) O saldo da conta “Provisão para Perdas sobre Créditos” refere-se aos valores calculados de acordo com a RN 390/15 da ANS, considerando a totalidade do crédito por contrato no caso de existir títulos vencidos a mais de 60 dias de planos familiares e mais de 90 dias nos demais planos e sobre outros créditos não relacionados com planos. c) O saldo da conta Participação dos Beneficiários em Eventos Indenizáveis
SALDO 31/12/2015
AQUISIÇÕES
BAIXA
BAIXA/VENDA
133.1 - IMÓVEIS DE USO PRÓPRIO
9015 - VEÍCULOS – HOSPITALARES 133.22 - NÃO HOSPITALAR/ODONTOLÓGICA
TRANSFERÊNCIA
127.454,51
-
(14.962,84)
-
-
112.491,67
10.252.370,86
971.379,20
(994.670,35)
(106.300,00)
38.157,62
- 10.122.779,71
5.903.795,10
383.192,81
69.143,09
(99.481,97)
-
(2.164,81)
350.689,12
-
-
-
-
-
-
-
47.000,00
-
-
-
-
47.000,00
(10.388,46)
112.507,38
6.302.765,89
534.077,46
(557.545,62)
(63.000,00)
(128.690,93)
6.087.606,80
2.755.731,36
9011 - INSTALAÇÕES NÃO HOSPITALARES
553.169,31
75.328,41
(2.660,40)
-
(130.855,74)
494.981,58
292.886,97
9012 - MÁQUINAS E EQUIP NÃO HOSP. 9013 - EQUIP. PROC. ELET. DE DADOS – NÃO/HOSP 9014 - MÓVEIS E UTENSÍLIOS NÃO HOSP.
691.406,04
81.000,00
(3.292,99)
-
-
769.113,05
530.090,12
1.536.944,81
21.718,85
(11.068,45)
-
2.164,81
1.549.760,02
241.431,37
3.338.421,51
356.030,20
(540.523,78)
-
0,00
3.153.927,93
1.671.643,11
182.824,22
-
-
(63.000,00)
-
119.824,22
19.679,79
-
(284.994,81)
8.452.487,78
8.452.487,78 8.308.082,62
9015 - VEÍCULOS – NÃO HOSPITALARES
INSS DEBCAD Nº 37.020.153-1
2001
306.510,75
294.036,89
133.3 - IMOBILIZAÇÕES EM CURSO
7.367.839,10
1.369.643,49
-
INSS DEBCAD Nº 37.020.153-1
2002
363.889,57
348.406,31
1.369.643,49
-
-
(284.994,81)
8.308.082,62
2003
345.255,62
329.558,11
INSS DEBCAD Nº 37.020.153-1
2004
347.551,89
330.751,49
144.405,16
-
-
-
-
144.405,16
144.405,16
INSS DEBCAD Nº 37.020.153-1
2005
381.705,23
362.047,92
690.760,73
-
(4.422,52)
-
-
686.338,21
263.640,89
INSS DEBCAD Nº 37.020.153-1
2006
208.314,74
197.043,43
133.31 - IMÓVEIS EM CONST. HOSP/ODONT 133.32- IMÓVEIS EM CONST. NÃO HOSP/ ODONTOLÓGICA 133.4 - OUTRAS IMOBILIZAÇÕES 133.42 - BENFEITORIAS IMOV. TERC. NÃO HOSP/ ODONTOLÓGICA 133.4 - OUTRAS IMOBILIZAÇÕES
7.223.433,94
INSS DEBCAD Nº 37.020.153-1
430.223,53
-
(4.442,52)
-
-
425.801,01
224.955,56
-
-
-
-
-
-
-
2.944.243,24 (1.671.083,30)
(169.300,00)
Total Tributo INSS DEBCAD Nº 37.020.153-1
1.953.227,81 1.861.844,15
INSS DEBCAD Nº 37.020.150-7
2001
463.675,05
444.784,61
INSS DEBCAD Nº 37.020.150-7
2002
1.044.872,00
1.000.449,75
INSS DEBCAD Nº 37.020.150-7
2003
1.123.029,60
1.071.812,12
INSS DEBCAD Nº 37.020.150-7
2004
1.268.965,52
1.207.705,13
INSS DEBCAD Nº 37.020.150-7
2005
1.369.656,65
1.299.134,85
INSS DEBCAD Nº 37.020.150-7
2006
564.881,26
534.371,73
Total Tributo INSS DEBCAD Nº 37.020.150-13
5.835.080,08 5.558.258,21
Total Geral
7.788.307,89 7.420.102,36
TOTAIS
37.450.779,46
(45.000,00) 38.509.639,40 27.759.218,05
(28) 3511-7481
ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
www.jornalfato.com.br facebook.com/espiritosanto.defato
15
INFORME
NOTAS EXPLICATIVAS b) Movimentações das depreciações e amortizações CONTAS
SALDO 31/12/2015
133.1 - IMÓVEIS DE USO PRÓPRIO 133.11-IMÓVEIS DE USO PRÓPRIO HOSP. 133.12-IMÓVEIS DE USO PRÓP. NÃO HOSP. 133.2 - MÓVEIS DE USO PRÓPRIO 133.21 - HOSPITALAR/ODONTOLÓGICO 9011 - INSTALAÇÕES HOSPITALARES 9012 - MÁQUINAS E EQUIP. HOSP. 9013 - EQUIP. PROC. ELET. DE DADOS – HOSPITALAR 9014 - MÓVEIS E UTENSÍLIOS HOSPITALARES
DEPRECIAÇÕES DEPREC REAV
AMORTIZAÇÃO
BAIXAS
BAIXA/ VENDA
TRANSFERÊNCIA
SALDO 31/12/2016
2.153.962,82
(218.235,23)
(34.761,68)
-
-
-
-
(2.406.959,73)
(1.355.992,73)
(140.665,91)
(34.761,68)
-
-
-
-
(1.531.420,32)
(797.970,09)
(77.569,32)
-
-
-
-
-
(875.539,41)
(8.157.426,54)
(1.228.481,69)
(58.051,64)
- 1.480.073,34 43.122,23
-
(7.920.764,30)
(4.703.348,36)
(863.760,80)
(50.041,93)
-
1.714,78
(4.588.888,86)
(83.726,98)
(4.232,06)
(31,93)
-
(4.285.624,06)
(824.348,05)
(50.010,00)
-
(276.608,86)
(35.180,69)
-
-
71.893,95
-
-
-
-
1.002.344,21 24.203,24 13.656,00
-
0,92
(74.334,05)
916.794,26 24.203,24
-
(4.218.984,61)
-
1.713,86
(238.181,74)
-
-
-
-
-
-
-
(57.388,46)
477.729,13 18.918.99
(1.714,78)
(3.331.875,44)
(57.388,46)
-
-
-
(3.454.078,18)
(364.720,89)
(8.009,71)
-
9011 - INSTALAÇÕES NÃO HOSPITALARES
(179.635,75)
(24.456,38)
-
-
1.998,44
-
(0,92)
(202.094,61)
9012 - MÁQUINAS E EQUIP. NÃO HOSP.
(167.473,86)
(73.715,13)
-
-
2.166,06
-
-
(239.022,93)
9013 - EQUIP. PROC. ELET. DE DADOS – NÃO/HOSPITALARES
(1.213.605,04)
(103.422,26)
-
-
10.412,51
-
(1.713,86)
(1.308.328,65)
9014 - MÓVEIS E UTENSÍLIOS NÃO HOSP.
(1.779.766,70)
(159.186,43)
(8.009,71)
-
464.678,02
-
-
(1.482.284,82)
(113.596,83)
(3.940,69)
-
-
(1.525,90) 18.918.99
-
(100.144,43)
133.3 - IMOBILIZAÇÕES EM CURSO
-
-
-
-
-
-
-
-
133.31 - IMÓVEIS EM CONTRUÇÃO HOSP/ ODONTOLÓGICOS
-
-
-
-
-
-
-
-
133.32- IMÓVEIS EM CONSTRUÇÃO NÃO HOSP/ODONTOLÓGICOS
-
-
-
-
-
-
-
-
(256.436,93)
(169.682,91)
-
-
3.422,52
-
-
(422.697,32)
(38.324,50)
(165.943,47)
-
-
3.422,52
-
-
(200.845,45)
(218.112,43)
(3.739,44)
-
-
-
-
-
(221.851,87)
(10.567.826,29)
(1.616.399,83)
(92.813,32)
9015 - VEÍCULOS – HOSPITALARES 133.22 - NÃO HOSP./ODONTOLÓGICA
9015 - VEÍCULOS – NÃO HOSPITALARES
133.4 - OUTRAS IMOBILIZAÇÕES 133.42 - BENFEITORIAS IMOV. TERC. NÃO HOSP/ODONTOLÓGICOS 133.41 - BENFEITORIAS IMOV. TERC. NÃO HOSP/ODONTOLÓGICOS
- 1.483.495,86 43.122,23
- (10.750.421,35)
c) Bens em garantia A Operadora possui bens em garantia por conta de processos tributários do INSS conforme Termo de Arrolamento de Bens e Direitos, em relação aos bens imóveis terrenos, veículos e ambulâncias, cujo montante garantido é de R$ 899.226,43. 12. INTANGÍVEL a) Movimentações e composição do intangível CONTAS
SALDO 31/12/2015
AQUISIÇÕES
BAIXA
2.249.508,42
93.597,25
(1.444,12)
2.341.661,55
338.055,29
857.767,25
93.597,25
(1.444,12)
949.920,38
169.103,86
9014 - GASTO PROM. E PREV. SAÚDE
1.391.741,17
-
-
1.391.741,17
168.951,43
134.12 - NÃO HOSPITALAR/ODONTOLÓGICO
1.475.358,24
265.624,76
-
1.740.983,00
673.154,96
134.11 - HOSPITALAR/ODONTOLÓGICO 9012 - SISTEMA DE COMPUTAÇÃO
SALDO 31/12/2016 RESIDUAL 31/12/2016
9011 - SISTEMA DE COMPUTAÇÃO
1.475.358,24
265.624,76
-
1.740.983,00
673.154,96
TOTAIS
3.724.866,66
359.222,01
(1.444,12)
4.082.644,55
1.011.210,25
b) Movimentações das amortizações CONTAS
SALDO 31/12/2015
AMORTIZAÇÃO
BAIXAS
SALDO 31/12/2016
(1.794.521,48)
(210.240,65)
1.155,87
(2.003.606.26)
(740.682,98)
(41.289,41)
1.155,87
(780.816,52)
(1.053.838,50)
(168.951,24)
-
(1.222.789,74)
134.12 - NÃO HOSPITALAR/ODONTOLÓGICO
(984.149,84)
(83.678,20)
-
(1.067.828,04)
9011 - SISTEMA DE COMPUTAÇÃO
(984.149,84)
(83.678,20)
-
(1.067.828,04)
(2.778.671,32)
(293.918,85)
1.155,87
(3.071.434,30)
134.11 - HOSPITALAR/ODONTOLÓGICO 9012 - SISTEMA DE COMPUTAÇÃO 9014 - GASTO PROM. E PREV. SAÚDE
13. PROVISÕES TÉCNICAS E GARANTIAS FINANCEIRAS – RESOLUÇÃO ANS - RESOLUÇÕES ANS RN 393/15, RN 392/15 E RN 227/10. Em 22 de dezembro de 2009, foi publicada pela ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar a Resolução RN nº 209, em 23 de novembro de 2012, alterada parcialmente pela RN 313. Manutenção de Recursos Próprios Mínimos a serem observados pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde: a) Patrimônio Mínimo Ajustado O Patrimônio Mínimo Ajustado - PMA representa o valor mínimo do Patrimônio Líquido ou Patrimônio Social da OPS ajustado por efeitos econômicos na forma da regulamentação do disposto no inciso I do artigo 22, calculado a partir da multiplicação do fator 'K', obtido na Tabela do Anexo I, pelo capital base de R$ 7.908.387,51 em julho de 2016.
II – 0,33 (zero vírgula trinta e três) vezes a média anual dos últimos trinta e seis meses da soma de: 100% dos eventos indenizáveis líquidos na modalidade de preço pré-estabelecido e de 50% dos eventos indenizáveis líquidos na modalidade de preço pós-estabelecido. Conforme a RN 313 de 22 de novembro de 2012, o prazo máximo permitido para adequação da Margem de Solvência é dezembro de 2022, sendo que em 31/12/2016 é obrigatório, no mínimo, 55,76% do montante exigido, cujo valor é de R$ 31.059.135,29. A Operadora em 31 de dezembro de 2016 possui um Patrimônio Líquido ajustado pelos efeitos da IN 038/09 e alterações da IN 050/12 de R$ 48.998.843,71, enquanto a Margem de Solvência exigida é de R$ 55.701.462,13.
O Patrimônio Mínimo Ajustado é R$ 345.864,802, estando em nível superior ao exigido.
c) Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados (PEONA) Regulamentado pelo art. 08 da RN 393/15 da ANS, representa os eventos ocorridos e não avisados da operadora, cujo valor deve ser baseado em (i) cálculo atuarial de acordo com nota técnica aprovada pela ANS, ou (ii) na ausência de nota técnica aprovada pela ANS utilizar 8,5% ou 9,5% das contraprestações líquidas com preço preestabelecido dos últimos doze meses ou 10% ou 12% dos eventos indenizáveis líquidos com preço preestabelecido, dos dois o maior.
b)Margem de solvência A Margem de Solvência corresponde à suficiência do Patrimônio Líquido ajustado na forma do disposto nos artigos 9º e 28, inciso I, da RN 209/09 alterada pela RN 313/2012, para cobrir o maior montante entre os seguintes valores:
A PEONA foi constituída com base em nota técnica aprovada pela ANS que determina a aplicação do índice de 0,6360 em cima da média dos últimos 12 meses dos eventos indenizáveis líquidos. Esta provisão calculada na data do balanço apresenta um total de R$ 10.199.442,39, estando na totalidade registrada na contabilidade.
I - 0,20 (zero vírgula vinte) vezes a soma dos últimos 12 meses: de 100% das contraprestações líquidas na modalidade de preço pré-estabelecido, e de 50% das contraprestações líquidas na modalidade de preço pós-estabelecido; ou
d)Provisão de Eventos a Liquidar
O fator K é composto pelo segmento da operadora – Cooperativa médica - SPS - e sua região de comercialização – 5 –. Com essas características, de acordo com o anexo I, o valor do Fator K será 4,76%.
Conforme RN 390/15, esta provisão deverá ser constituída para fazer frente aos valores a pagar por eventos avisados até a data base de
cálculo, de acordo com a responsabilidade retida, observados os seguintes critérios: I - o registro contábil deverá ser realizado pelo valor integral cobrado pelo prestador no primeiro momento da identificação da ocorrência da despesa médica, independente da existência de qualquer mecanismo, processo ou sistema de intermediação da transmissão ou da análise preliminar das despesas médicas; e II - a identificação da ocorrência da despesa médica será entendida como qualquer tipo de comunicação estabelecida entre o prestador ou beneficiário e a própria operadora, ou terceiro que preste serviço de intermediação de recebimento de contas médicas à operadora. e) Ativos Garantidores Ativos Garantidores são títulos, valores mobiliários e/ou imóveis registrados no ativo (balanço patrimonial) da Operadora, com o objetivo de garantir o total das provisões técnicas, ou seja, todas as operadoras deverão ter ativos garantidores para lastrear as provisões técnicas exigidas, sendo que é facultativa a vinculação da parcela da Provisão de Sinistros/Eventos a Liquidar com avisados nos últimos 30/60 (trinta/sessenta) dias, a depender do porte da Operadora. Os ativos vinculados da Operadora para garantia das provisões técnicas na proporção mínima exigida pela ANS e eventos conhecidos a mais de 60 dias, cujo saldo em 31/12/2016 é de R$ 15.503.784,45, sendo que em relação ao ressarcimento ao SUS a Operadora está desobrigada de lastro em relação ao % adimplência x ABI e do parcelamento do ressarcimento ao SUS, no montante de R$ 1.449.726,91, restando como base de vinculação o montante de R$ 14.054.057,54, sendo que o montante dos ativos vinculados através de aplicações financeiras em 31/12/2016 é de R$ 16.769.984,02 e depósitos judiciais de eventos do SUS no montante de R$ 1.322.139,16, apresentando suficiência de vinculação no valor de R$ 4.038.065,64. O Lastro exigido em 31/12/2016 é de R$ 10.179.889,38 e a operadora possui ativos garantidores no montante de R$ 7.815.472,28 e excesso de vinculação no montante de R$ 4.038.065,64, apresentando suficiência no valor de R$ 1.673.648,54. Abaixo demonstramos em quadro a composição das provisões técnicas e as garantias financeiras constituídas: DESCRIÇÃO
VALOR
Provisão Técnica PEONA Provisão de Eventos e Sinistros a Liquidar (-) Eventos SUS dispensados de vinculação pela RN 375/15 Base para Lastro Financeiro Aplic. Financ. Garantidoras das Prov. Téc. (parcela não vinculada) Aplic. Financ. Garantidoras das Prov. Téc. (parcela vinculada) Depósitos Judiciais de Eventos Total de Ativos Garantidores das Provisões Técnicas TOTAL DA SUFICIÊNCIA OU INS. DOS ATIVOS GARANTIDORES Provisão Técnica PEONA Provisão de Remissão Eventos a Liquidar conhecidos há mais de 30/60 dias (-) Eventos SUS dispensados de vinculação pela RN 375/15 Base para Vinculação de Ativos Garantidores Aplic. Financ. Garantidoras das Prov. Téc. (parcela vinculada) Depósitos Judiciais de Eventos Imóvel Assistencial ou Administrativo Vinculado à ANS Total de Ativos Garantidores Vinculados à ANS SUFICIÊNCIA/INSUFICIÊNCIA DE VINCULAÇÃO
10.199.442,39 14.537.278,68 (502.774,15) 24.233.946,92 7.815.472,28 16.769.984,02 1.322.139,16 25.907.595,46 1.673.648,54 10.199.442,39 0,00 4.357.389,30 (502.774,15) 14.054.057,54 16.769.984,02 1.322.139,16 0,00 18.092.123,18 4.038.065,64
14. PROVISÃO DE EVENTOS/ SINISTROS A LIQUIDAR E CONTRAPRESTAÇÕES NÃO GANHA Segue abaixo a composição dos Eventos a Liquidar de Operações de Assistência à Saúde e Débitos de Operações de Assistência à Saúde: 2016
2015
RESSARCIMENTO AO SUS (a)
2.528.168,16
1.901.766,79
HONORÁRIOS MÉDICOS (COOPERADOS) (b)
4.245.776,29
3.829.734,26
HOSPITAIS, LABORATÓRIOS E CLÍNICAS (b)
4.841.789,45
4.320.429,62
PROVISÃO DE EVENTOS A LIQUIDAR
FORNECEDORES MATERIAIS (b) OP. DE PLANOS DE ASSIST. À SAÚDE (b) REEMBOLSOS DE PROCEDIMENTOS (b) TOTAL CONTRAPRESTAÇÃO NÃO GANHA PLANO FAMILIAR
607.969,45
618.788,68
1.811.212,12
1.977.546,50
42.416,51
18.501,50
14.077.331,98 12.666.767,35 3.259.829,37
3.043.096,11
CONTRAPRESTAÇÃO NÃO GANHA PLANO EMPRESARIAL
2.369.325,09
2.054.815,35
TOTAL
5.629.154,46
5.097.911,46
a) Corresponde ao ressarcimento ao SUS resultante dos boletos de cobrança extraídos do site da ANS com atualização de juros e multa. b) Corresponde aos eventos conhecidos a liquidar de assistência à saúde, ou seja, são todas as obrigações que envolvem os custos com assistência à saúde médico-hospitalar – produção médica, hospitais, laboratórios, clínicas, materiais e medicamentos, intercâmbio e outros custos relacionados exclusivamente com a assistência à saúde de usuários próprios da Operadora.
16
INFORME
ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato
(28) 3511-7481
NOTAS EXPLICATIVAS
DÉBITOS DE OPERAÇÕES DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE
2016
2015
PROVISÕES
2016
PROVISÕES PARA CONTINGÊNCIAS TRIB. (a)
COMERCIALIZAÇÃO SOBRE OPERAÇÕES (a)
0,00
80.522,66
PROVISÕES PARA RESSARCIMENTO AO SUS (b)
OUTROS DÉBITOS DE OP. COM PLANOS (b)
31.762,00
34.087,00
DÉBITOS OP ASSIST. SAÚDE NÃO REL. C/ PLANOS (c)
1.250.472,53
1.172.630,06
TOTAL
1.282.234,53
1.287.239,72
a) Valores a pagar referente a comissões e agenciamentos. b) Corresponde a valores referentes a recebimentos de contraprestações faturadas antecipadamente e Seguro PEA. c) Corresponde a débitos de prestação de serviços não relacionados com Planos da Operadora, tais como, pagamento de produção de atendimentos realizados a particulares e convênios. 16. TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES A RECOLHER Valores das obrigações tributárias a recolher e obrigações geradas com a retenção na fonte.
RETENÇÕES DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES (b)
1.534.088,00
198.661,47
899.101,96
20.778.968,18 20.432.531,72
a1) INSS Em 19 de outubro de 2006 a Secretaria da Receita Previdenciária lavrou auto de infração referente aos períodos de janeiro/2001 a junho/2006, perfazendo um total de R$ 6.811.066,69, conforme demonstrativo abaixo: TIPO
PERÍODO
NÚMERO
DATA
VALOR
AI
10/2006 a 10/2006
370201540
19/10/06
95.900,59
NFLD
03/2001 a 06/2006
370201493
19/10/06
1.250.438,03
NFLD
01/2001 a 06/2006
370201507
19/10/06
3.817.670,51
370201515
19/10/06
109.580,35
01/2001 a 06/2006
370201523
19/10/06
66.077,11
1.729.673,18
1.339.930,63
NFLD
01/2001 a 06/2006
370201531
19/10/06
5.432.590,57
4.427.024,76
3.370,98
99.001,44
7.165.634,73
5.865.956,83
17. FORNECEDORES E OUTRAS CONTAS A PAGAR FORNECEDORES
2016
2015
1.061.761,74
1.024.698,89
FORNECEDORES DE SERV. PESSOA FÍSICA
545,63
545,63
FORNECEDORES DE SERV. PESSOA JURÍDICA
1.301.474,60
1.312.829,97
TOTAL FORNECEDORES
2.363.781,97
2.338.074,49
SALÁRIOS A PAGAR
1.282.887,64
1.051.442,94
FÉRIAS A PAGAR
3.114.282,40
ADIANTAMENTOS DE CLIENTES
1.055.987,81
607.607,82
OUTRAS CONTAS A PAGAR
1.195.010,80
1.329.960,76
CONTA CORRENTE COOPERADOS
2.867.001,80
3.531.822,98
2.865.303,35
TOTAL
A Receita Federal do Brasil lavrou auto de infração em 21/06/2013 referente às obrigações tributárias quanto ao PIS e COFINS no exercício de 2009, conforme quadro abaixo: TOTAL DA AUTUAÇÃO
EM 31/12/2015
3.370,98
32.071,13
0,00
0,00
0,00
75.180,29
0,00
3.370,98
107.251,42
a) Parcelamento Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido processo 2009.50.02.002588-8 e 2009.50.02.002589-0. 22. CAPITAL SOCIAL E RESERVAS 22.1) CAPITAL SOCIAL O Capital Social está dividido entre 406 cooperados, sendo que o total do capital integralizado é de R$ 41.970.066,83. Abaixo demonstramos a composição do capital social na data do balanço: CONTAS CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO TOTAIS
A partir de janeiro de 2007 a Unimed passou a recolher o PIS e COFINS sobre os atos cooperativos auxiliares, mantendo as provisões somente sobre os atos cooperativos principais, cujo montante se encontra atualizado pela variação da taxa Selic e multa.
0,00
3.370,98
(-) CAPITAL SOCIAL A INTEGRALIZAR
a2) PIS e COFINS Conforme determina a lei 9.718/98, alterada pela MP 1.858/99 e suas reedições, que institui a cobrança do PIS/COFINS sobre o faturamento, a Cooperativa está questionando a legalidade de sua cobrança. Para tanto, foi constituída provisão para contingência, no valor total de R$ 7.858.522,98.
SALDO LP EM 31/12/2016
3.370,98
1.471.400,10
Ainda em relação ao INSS, foram constituídas provisões sobre a parcela de autuação incidente sobre o intercâmbio, que totalizam em 31/12/16 no valor de R$ 7.788.307,89, já atualizadas com juros e multa. Esta provisão foi registrada de modo a não refletir no resultado do exercício corrente, atendendo ao que possibilita a IN 20/08 ANS e NPC 22 do IBRACON.
VALOR DA COFINS
SALDO CP
PARCELAMENTO – RFB (a) PARCELAMENTO - PGFN (a) SOMA
6.811.066,69
Em razão da autuação referida no quadro acima foram constituídas provisões para contingências no montante de R$ 2.164.206,91, atualizadas até 2016. Mesmo considerando que o parecer de nossa assessoria jurídica é favorável a Unimed, as provisões foram constituídas para resguardar os resultados de exercícios futuros, visto que podem ocorrer perdas quando do desfecho final das referidas ações.
VALOR DO PIS
CONTAS
2016
2015
42.607.229,29
32.243.198,19
(637.162,46)
(1.291.437,27)
41.970.066,83
30.951.760,92
22.2) RESERVAS As reservas regulamentadas por lei e estatuto da cooperativa estão assim compostas na data do balanço: CONTAS
2016
2015
FUNDO DE RESERVA OU RESERVA LEGAL (a)
1.525.508,69
1.474.507,00
FATES (b)
2.980.255,27
1.756.945,16
RESERVA DE REAVALIAÇÃO (c)
1.103.670,01
1.196.483,33
TOTAIS
5.609.433,97
4.427.935,49
a) FUNDO DE RESERVA Tem a finalidade de reparar eventuais perdas da cooperativa. É constituído por, no mínimo 10% (dez por cento) das sobras apuradas no Balanço anual. b) FATES Tem a finalidade de prestar amparo aos cooperados e seus familiares bem como aos empregados da Sociedade, além de programar atividades de incremento técnico e educacional dos sócios cooperados. É constituído por, no mínimo 5% (cinco por cento) das sobras apuradas no Balanço anual e pelo resultado de operações com não associados. c) RESERVA DE REAVALIAÇÃO No ano de 2005 foi constituída reserva de reavaliação com base em laudo de avaliação dos bens imóveis e móveis. Neste exercício foi realizada parte desta reserva através das depreciações ocorridas, no montante de R$ 92.813,32, que foi revertido da reserva de reavaliação diretamente para sobras a disposição da AGO. 23. PROVISÃO DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
9.515.170,45
9.386.137,85
CONTRIBUIÇÃO
551.763,24
2.546.599,28 3.098.362,52
11.878.952,42
11.724.212,34
JUROS DE MORA
196.697,22
907.833,22 1.104.530,44
2016
2015
413.822,44
1.909.949,48 2.323.771,92
(=) LUCRO ANTES DO IRPJ E CSLL
3.953.709,05
2.542.761,45
1.162.282,90
5.364.381,98 6.526.664,88
(+) ADIÇÕES TEMPORÁRIAS
1.871.390,85
960.947,99
(+) ADIÇÕES PERMANENTES
4.132.315,63
3.273.282,15
(1.492.653,01) (1.352.711,47) (38.110,43) 7.073.940,62 1.702.041,51 636.654,66
(1.350.426,52) (344.850,28) (119.692,93) 4.962.021,86 1.186.733,32 446.581,98
Este grupo de contas representa as dívidas da entidade com terceiros, referente aquisição de materiais e de serviços, conforme escritura de compra e venda, reconhecida pelo custo efetivo de aquisição, como também obrigações com pessoal e adiantamento de clientes, e débitos junto aos cooperados. 18. FINANCIAMENTOS E EMPRÉSTIMOS Em 31/12/2016 a Unimed possuía os seguintes Financiamentos e Empréstimos: CURTO PRAZO
LONGO PRAZO
SALDO EM SALDO EM 31/12/2016 31/12/2015
EMPRÉSTIMO SICOOB CREDIROCHAS
0,00
0,00
0,00 284.577,06
LEASING UNIBANCO
0,00
0,00
0,00
LEASING SANTANDER
156.915,00
118.275,00
275.190,00 432.105,00
TOTAL
156.915,00
118.275,00
275.190,00 722.984,46
CONTAS
951.463,41
PROVISÕES PROCESSOS TRABALHISTAS (c) TOTAL DE PROVISÕES DO PASSIVO NÃO CIRCULANTE
03/2001 a 06/2006
f) Valores a pagar relativos ao parcelamento das contribuições do INSS.
TOTAL GERAL
PROVISÕES PROCESSOS CÍVEIS (c)
NFLD
e) Valores a pagar relativos a retenção na fonte de IRRF sobre folha de funcionários, IRRF de terceiros (cooperados, prestadores, fornecedores, autônomos), retenção de COFINS/PIS/CSLL – Lei 10.833.
TOTAL DAS OUTRAS CONTAS A PAGAR
27.638,01
NFLD
d) Valores a pagar relativos aos impostos sobre o resultado, COFINS e PIS sobre faturamento, ISSQN sobre faturamento, INSS e FGTS sobre folha de funcionários e INSS sobre contribuição individual dos cooperados.
FORNECEDORES DE BENS
1.406.899,46
2015
PARCELAMENTO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES (c) TOTAL
2015
18.221.943,84 17.971.703,75
2016
TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES A RECOLHER TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES (a)
21. PARCELAMENTO DE TRIBUTOS
20. PROVISÕES TRIBUTÁRIAS E OUTRAS
15 DÉBITOS DE OPERAÇÕES DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE
6.302,40
19. FUNDO A DESTINAR Ao longo do exercício de 2016 a Unimed acumulou um saldo líquido de R$ 9.022.717,20, retidos da produção médica dos cooperados, com base em cálculo próprio da UTMR. Deste montante, o valor de R$ 6.887.500,00 foi capitalizado individualmente para cada cooperado na proporção de sua contribuição ao longo do exercício de 2016. Esta capitalização tem a finalidade de adequar a Unimed as regras contidas na RN 313/12 da ANS referente Margem de Solvência que corresponde ao valor mínimo de Capital Social para as Operadoras de Planos de Saúde. O saldo restante do Fundo da UTMR de 2016 no valor de R$ 2.135.217,20, ficou à disposição da Assembleia Geral Extraordinária para futura destinações.
MULTA PROPORCIONAL VALOR DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
Este valor tem por base tributária as receitas totais dos atos cooperativos principais, atos auxiliares e atos não cooperativos. Quanto aos atos cooperativos principais a Unimed Sul Capixaba possui provisão constituída e está questionando judicialmente sua legalidade conforme descrito anteriormente. Quanto aos atos auxiliares e não cooperativos, a Unimed está recolhendo sobre base reduzida amparada pela Lei 9718-98, alterada pela MP 2158-35 de 2001, medida que foi confirmada pela Lei 12.873 de 24 de outubro de 2013. Por se tratar de um passivo contingente, onde a Receita Federal autuou com base em entendimento próprio, não considerando as legislações vigentes, esta autuação não afetou o resultado da Cooperativa, pois já foram constituídas provisões contábeis nos termos da legislação fiscal em vigor em relação ao ato cooperativo principal com juros SELIC e multa de 75% em relação ao período notificado. c1) Processos Cíveis e Trabalhistas Para atender demanda de reclamações de usuários, foi constituída uma provisão com base na avaliação da assessoria jurídica no montante total de R$ 951.463,41. Para atendimento das demandas trabalhistas, avaliadas por nossa assessoria jurídica como perdas prováveis, foram constituídas provisões no valor de R$ 198.661,47. DESEMBOLSOS FUTUROS DAS CONTINGÊNCIAS Não é possível informar com suficiente segurança o prazo para desembolso financeiro das contingências tributárias e cíveis.
PROVISÕES
(-) RESULTADO ATO COOPERATIVO (A) (-) EXCLUSÕES TEMPORÁRIAS (-) EXCLUSÕES PERMANENTES BASE DE CÁLCULO IRPJ – 15% +(10% O QUE FOR SUPERIOR A R$ 240.000) CSLL – 9%
a) Os critérios para apuração de atos cooperativos estão elencados no item (b) desta Nota Explicativa. A Cooperativa não possui Ativo Fiscal Diferido em 31 de dezembro de 2016. b) Apuração de Atos Cooperativos, Auxiliares e Não Cooperativos b1) ATOS COOPERATIVOS Os Atos Cooperativos Principais referem-se às operações exclusivamente com os associados do Sistema Unimed, cuja proporção em 31/12/16 é de 70,14%. Os Atos Cooperativos Auxiliares referem-se às operações com meios credenciados, para execução de serviços auxiliares ao trabalho médico cooperado, cuja proporção em 31/12/16 é de 26,75% e os Atos Não Cooperativos referem-se às operações com médicos não cooperados, cuja proporção em 31/12/16 é de 3,11%. A cooperativa para fins de apuração de IRPJ e CSLL considera os atos cooperativos auxiliares como atos não cooperativos. A apuração do resultado dos atos cooperativos e não cooperativos, visa atender o artigo nº 87 da Lei nº 5.764/71 e legislação tributária, onde os resultados dos atos não cooperativos serão levados para a conta do FATES, permitindo ainda a apuração da Contribuição Social e Imposto de Renda.
(28) 3511-7481
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ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
INFORME
17
NOTAS EXPLICATIVAS
b2) CRITÉRIOS DE PROPORCIONALIDADE E SEGREGAÇÃO DOS ATOS COOPERATIVOS E NÃO COOPERATIVOS Sobre a Receita de Contraprestações Emitidas de Assistência Médico-Hospitalar: primeiramente calculou-se a proporcionalidade dos Atos Cooperativos e Não Cooperativos sobre os Eventos Indenizáveis Líquidos, sendo o resultado desta equação aplicado as Receitas de Contraprestações Emitidas de Assistência Médico-Hospitalar. Sobre as Despesas e Custos Indiretos: primeiramente calculou-se a proporcionalidade dos Atos Cooperativos e Não Cooperativos sobre a Totalidade das Receitas da Cooperativa, sendo o resultado desta equação aplicado as Despesas e Custos Indiretos. 24. SEGUROS DE IMÓVEIS E VEÍCULOS A cooperativa segue a política de manter seguros sobre seus ativos operacionais, segundo política elaborada por especialista na área. BENS VEÍCULOS IMÓVEIS – HOSPITALARES IMÓVEIS – NÃO HOSPITALARES TOTAL
COBERTURA EM R$ 740.000,00 19.000.000,00 11.850.000,00 31.590.000,00
25. INSTRUMENTOS FINANCEIROS a) Avaliação de Instrumentos Financeiros A administração procedeu à análise dos instrumentos financeiros que compõem o ativo e o passivo e concluiu que o valor justo das Disponibilidades, Créditos Operações com Planos de Assistência à Saúde e Não Relacionados com Planos de Saúde da Operadora e os Passivos Circulantes, principalmente Provisão de Eventos a Liquidar, Débitos de Operações de Assistência a Saúde aproximam-se do saldo contábil, cujos critérios de contabilização e valores estão demonstrados nas demonstrações contábeis, em razão de o vencimento de parte significativa desses saldos ocorrer em data próxima á do balanço. Em 31 de dezembro de 2016, a Unimed não possuía nenhum tipo de instrumento financeiro derivativo. b) Fatores de risco A Operadora apresenta exposição aos seguintes riscos advindos do uso de instrumentos financeiros: b1) Risco de crédito; Advém da possibilidade de a Operadora não receber os valores decorrentes de operações de vendas ou de créditos detidos em instituições financeiras geradas por operações de investimento financeiro. Para atenuar esse risco, a Operadora adota como prática de acompanhamento permanente do saldo devedor de suas contrapartes e análise periódica dos índices de inadimplência. Com relação às aplicações financeiras, a Operadora dá preferência a realizar aplicações em instituições renomadas e com baixo risco de crédito. b2) Risco de liquidez Risco de Liquidez é a possibilidade da não existência de recursos financeiros suficientes para que a Companhia honre seus compromissos em razão dos descasamentos entre pagamentos e recebimentos, considerando os diferentes prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. Para atenuar esse risco, a Operadora adota como prática de acompanhamento permanente o fluxo de caixa avaliando a adequação de prazos de recebimentos e pagamentos de operações relativas a plano de saúde, que normalmente são caracterizadas por prazos de recebimentos e pagamentos consideravelmente pequenos. b3) Risco de taxa de juros; O risco de taxa de juros advém da possibilidade da Operadora estar sujeita a alterações nas taxas de juros que possam trazer impactos os seus ativos captados (aplicados) no mercado. Para minimizar possíveis impactos advindos de oscilações em taxas de juros, a Operadora adota a política de aplicações conservadoras em títulos de renda fixa (CDB, Fundos de investimento e RDC), aplicados em diversas instituições financeiras. b4) Risco operacional; É o risco de prejuízos diretos ou indiretos decorrentes de uma variedade de causas associadas a processos, pessoal, tecnologia e infraestrutura da Operadora e de fatores externos, exceto riscos de crédito, mercado e liquidez, como aqueles decorrentes de exigências legais e regulatórias e de padrões geralmente aceitos de comportamento empresarial. Riscos operacionais surgem de todas as operações da Operadora. O objetivo da Operadora é administrar o risco operacional para evitar a ocorrência de prejuízos financeiros e danos à sua reputação, e buscar eficácia de custos para evitar procedimentos de controle que restrinjam iniciativa e criatividade. A principal responsabilidade para o desenvolvimento e implementação de controles para tratar riscos operacionais é atribuída à alta Administração. A responsabilidade é apoiada pelo desenvolvimento de padrões gerais da Operadora para a administração de riscos operacionais nas seguintes áreas:
• exigências para segregação adequada de funções, incluindo a autorização independente de operações; • exigências para a reconciliação e monitoramento de operações; • cumprimento de exigências regulatórias e legais; • documentação de controle e procedimentos; • exigências para a avaliação periódica de riscos operacionais enfrentados e a adequação e controles e procedimentos para tratar dos riscos identificados; • exigências de reportar perdas e as ações corretivas propostas; • desenvolvimento de planos de contingências; • treinamento e desenvolvimento profissional; • padrões éticos e comerciais. b5) Risco da gestão da carteira de investimentos. A Operadora limita sua exposição a riscos de gestão da carteira de investimento ao investir apenas em títulos de renda fixa privados em diversas instituições financeiras como forma de diluir os riscos. A Administração monitora ativamente as aplicações e os rendimentos e não espera que nenhuma contraparte falhe em cumprir com suas obrigações. 26. PRECIFICAÇÃO
1.788.012,77
944.962,30
- (-) RESERVA LEGAL (10%)
51.001,69
77.216,58
- (-) FATES (5%)
25.500,85
38.608,29
1.711.510,23
829.137,43
433.514,40
656.340,92
- (-) FATES (RESULTADO ACA E ANC) SOBRAS À DISPOSIÇÃO DA AGO
28. RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO DESCRIÇÃO
2016
2015
RECEITAS FINANCEIRAS
8.105.702,17
6.838.993,50
RECEITAS COM APLIC. FINANCEIRAS
5.844.539,42
4.663.648,49
RECEITAS POR RECEBIMENTO EM ATRASOS
1.629.178,52
1.481.505,07
RECEITAS COM CRÉDITO TRIBUTÁRIO
3.580,84
37.750,97
RECEITAS COM DEPÓSITOS JUDICIAIS E FISCAIS
7.860,65
5.200,19
RECEITAS JUROS SOBRE CAPITAL
Os critérios de rateio utilizados na rede assistencial própria que opera no mesmo CNPJ da Operadora é realizado com base no relatório de faturamento HU, utilizando o rateio na proporcionalidade das receitas e de acordo com cada modalidade de atendimento (planos com preço preestabelecido, custo operacional, intercâmbio, particulares e convênios), registrando desta forma, a totalidade das despesas da estrutura da rede própria diretamente nos eventos e demais custos assistenciais. Entretanto, esse registro ocorre de forma manual, uma vez que o registro sistêmico ocorre somente pelo custo padrão e da totalidade das despesas da estrutura. A Operadora mantém controle gerencial dos atendimentos aos seus beneficiários onde consta a carteira do beneficiário, o procedimento efetuado, a data e a precificação, de acordo com o preço que a operadora pratica com demais serviços, sendo que o controle analítico não contempla a revalorização pelo total das despesas da estrutura, mas somente o que é registrado pelo sistema de gestão. 27. FORMAÇÃO E DESTINAÇÃO DO RESULTADO DOS EXERCÍCIOS DESCRIÇÃO RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO
DESTINAÇÕES ESTATUTÁRIAS:
-
RECEITAS ATUALIZAÇÃO IN 20
368.205,53
349.795,26
RECEITAS FINANCEIRAS DIVERSAS
252.337,21
301.093,52
1.116.914,63
1.175.637,53
37.166,64
56.303,75
102.608,46
69.078,22
251.663,19
347.936,28
368.205,53
349.795,26
-
-
DESPESAS FINANCEIRAS DESCONTOS CONCEDIDOS DESPESA COM EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS DESPESAS FINANCEIRAS DE ENCARGOS SOBRE TRIBUTOS DESPESAS DE ATUALIZAÇÃO IN 20 DESPESAS DE JUROS DE CAPITAL PRÓPRIO DESPESAS POR PAGAMENTO EM ATRASO
19.247,51
2.969,93
DESPESAS FINANCEIRAS DIVERSAS
338.023,30
349.554,09
RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO
6.988.787,54
5.663.355,97
29. DESPESAS ADMINISTRATIVAS
2016
2015
1.615.012,88
909.446,15
142.634,78
296.583,24
1.472.378,10
612.862,91
606.514,29
691.857,07
- RESULTADO DOS ATOS COOPERATIVOS PRINCIPAIS – ACP - RESULTADO DOS ATOS COOP. AUXILIARES – ACA / ANC REVERSÕES E REALIZAÇÕES DE RESERVAS - (+) REALIZAÇÃO DA RESERVA DE REAVALIAÇÃO
-
92.813,32
44.450,10
- (+) REVERSÃO DO FATES
513.700,97
647.406,97
BASE PARA DESTINAÇÕES
2.221.527,17
1.601.303,22
DESCRIÇÃO
2016
2015
DESPESAS COM PESSOAL PRÓP. (I)
13.288.443,56
12.351.403,22
DESPESAS COM SERV. DE TERC. (II)
3.284.837,17
2.503.317,18
2.963.777,56
2.846.309,53
1.775.099,73
1.924.977,55
DESPESAS COM TRIBUTOS
548.933,27
195.925,67
DESPESAS ADM. DIVERSAS
1.174.515,20
1.181.315,86
23.035.606,49
21.003.249,01
DESPESAS COM LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO (III) DESPESAS COM PUBL. E PROPAGANDA
TOTAL
30. DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA A seguir demonstramos em quadro abaixo a reconciliação do resultado líquido da DFC nos termos da NBC TG 03 aprovada pela resolução 1.296/10 do Conselho Federal de Contabilidade, e RN 344/13 da ANS. DEMONSTRATIVO DA RECONCILIAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO COM O CAIXA LÍQUIDO OBTIDO DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS RESULTADO LÍQUIDO AJUSTES AO RESULTADO
2016
2015
1.615.012,88 1.558.670,05
909.446,15 824.974,16
(+) AMORTIZAÇÃO PROMOPREV (+) DEPRECIAÇÕES SEDE ADMINISTRATIVA (+) AMORTIZAÇÕES SEDE ADMINISTRATIVA (+) DEPRECIAÇÕES REDE PRÓPRIA (+) AMORTIZAÇÕES REDE PRÓPRIA (+) DESPESAS PATRIMONIAIS (+) JUROS INCORPORADOS AO CAPITAL PRÓPRIO (+) DESPESAS PATRIMONIAIS REDE PRÓPRIA
168.986,53 249.066,77 94.440,41 1.395.084,53 42.049,94 19.597,42 233.082,10 68.613,62
170.234,79 226.954,29 76.443,46 988.477,37 35.418,09 8.610,13 55.703,05 69.078,22
(+) DESPESAS DE EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS (=) RESULTADO AJUSTADO VARIAÇÃO NAS CONTAS DO ATIVO E PASSIVO (-) AUMENTO (+) REDUÇÃO DAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS (-) AUMENTO (+) REDUÇÃO DOS CRÉDITOS DE OPERAÇÕES C/ PLANOS DE ASSISTÊNCIA SAÚDE (-) AUMENTO (+) REDUÇÃO DOS CRÉDITOS DE OPERAÇÕES NÃO RELACIONADAS C/ PLANOS (-) AUMENTO (+) REDUÇÃO DOS CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS E PREVIDENCIÁRIOS (-) AUMENTO (+) REDUÇÃO DE BENS E TÍTULOS A RECEBER (-) AUMENTO (+) REDUÇÃO DAS DESPESAS ANTECIPADAS (-) AUMENTO (+) REDUÇÃO DA CONTA-CORRENTE COOPERADOS (-) AUMENTO (+) REDUÇÃO DO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO (+) AUMENTO (-) REDUÇÃO DAS PROVISÕES TÉCNICAS DE OPERAÇÕES ASSISTÊNCIA À SAÚDE (+) AUMENTO (-) REDUÇÃO DOS DÉBITOS OPERAÇÕES ASSISTÊNCIA À SAÚDE (+) AUMENTO (-) REDUÇÃO DOS DÉBITOS ASSIST. SAÚDE NÃO RELAC. C/ PLANOS (+) AUMENTO (-) REDUÇÃO DOS TRIBUTOS E ENCARGOS SOCIAIS A RECOLHER (+) AUMENTO (-) REDUÇÃO DOS DÉBITOS DIVERSOS (+) AUMENTO (-) REDUÇÃO DA CONTA-CORRENTE COOPERADOS (+) AUMENTO (-) REDUÇÃO DAS PROVISÕES TÉCNICAS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE (+) AUMENTO (-) REDUÇÃO DAS PROVISÕES (+) AUMENTO (-) REDUÇÃO DOS TRIBUTOS E ENCARGOS SOCIAIS A RECOLHER (+) AUMENTO (-) REDUÇÃO DOS DÉBITOS DIVERSOS AJUSTE IRRF SOBRE JUROS RECEBIDOS E RECEITA DE INVESTIMENTOS (GRUPO 126119011) AJUSTE DA VARIAÇÃO DA CONTA-CORRENTE COOPERADO A PAGAR (Fundo UTMR) AJUSTE DA VARIAÇÃO DA CONTA-CORRENTE COOPERADO A PAGAR (Capital a Retistuir) AJUSTE DA VARIAÇÃO DE FORNECEDORES IMOBILIZADO CAIXA LÍQUIDO DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS
(712.251,27)
(805.945,24)
3.173.682,93 (6.560.423,17) (3.264.644,84) (2.327.467,66) (767.208,27) (181.206,37) (1.459.766,65) (309.409,63) 21.628,71 (967.830,47) 3.185,37 (80.522,66) 75.517,47 1.299.677,90 819.561,26 (664.821,18) 1.379.261,45 (1.032.824,99) (8.249,98) (39.598,99) 121,06 944.769,89
1.734.420,31 (8.262.014,70) (11.390.019,10) (2.697.066,79) (533.301,73) 159.557,65 (1.475.614,75) 124.948,28 17.967,48 (658.063,17) 5.333.623,10 13.041,25 300.814,53 796.829,08 846.182,03 2.700.973,83 23.075,41 801.348,51 (87.596,03) (13.707,93) 65.104,65 (2.608.686,03)
(594,59)
5.206,16
(3.386.740,24)
13.368,87 (6.527.594,39)
18
INFORME
ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato
(28) 3511-7481
NOTAS EXPLICATIVAS
31. BENEFICIOS A EMPREGADOS
34. COMPARABILIDADE
36. APROVAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
a) Assistência Médica: o colaborador terá a sua disposição 24 horas a assistência médica;
a) Mudança de prática contábil no registro das operações com intercâmbio vendido Para fins de comparabilidade entre os saldos contábeis do ano de 2016, os valores dos atendimentos no intercâmbio eventual realizados pelos cooperados foram ajustados na coluna do ano de 2015 no grupo 33211 e grupo 442, no montante de R$ 4.581.446,50.
As demonstrações financeiras foram aprovadas e autorizadas para publicação pelo Conselho de Administração da Operadora em 17 de fevereiro de 2017.
b) SOS Emergências Médicas: o colaborador tem a sua disposição o melhor e mais completo serviço de emergência médica, que inclui: ambulâncias com modernos equipamentos, serviço de remoção e orientação médica por telefone 24 horas; c) Assistência Odontológica: Oferece um serviço diferenciado, com ampla rede credenciada e profissionais qualificados; d) Alimentação: É disponibilizado ao colaborador café da manhã, da tarde e colação matinal e Ticket Alimentação com os respectivos descontos no contra cheque; e) O Melhor Casamento é aqui - Ticket no mês do casamento, devendo ser comprovado com apresentação da certidão de casamento no setor de RH; f) Vale Transporte: O colaborador participa com 6% do valor do salário ou o valor total do Vale Transporte - o menor valor; g) Adiantamento Quinzenal: A Unimed deposita até 40% do salário nominal no dia 20 e no dia 5 o restante do pagamento com os descontos devidos; h) Adiantamento 1ª Parcela do 13º salário: O adiantamento do 13º salário pode ser programado para o retorno das férias; i) Assistência Farmacêutica: contamos com descontos de em vários medicamentos. O desconto referente à compra realizada será descontado na folha de pagamento, limitado a 25% do salário; j) Auxílio-Creche: Para as mulheres no retorno da licença maternidade (120 dias), terá direito ao auxilio creche de acordo com as condições sindicais acordadas vigentes; k) Seguro de Vida em Grupo e Auxílio Funeral: o colaborador tem a disposição caso ocorra alguma eventualidade de acidente/morte; l) Previdência Privada: o colaborador tem a opção por aderir à Previdência Privada; m) Educação: A Unimed pensando no desenvolvimento individual dos seus colaboradores fechou parceria com instituições de ensino, com a Instituição UNIP com 10% de desconto, Cultura Inglesa de 10% a 15% de acordo com a escolha da turma, Wizard 20% da mensalidade. Também contamos com a Educação Coorporativa, a Unimed custeia um percentual do seu estudo, maiores informações poderão ser consultadas no regulamento divulgado pelo RH ao final de cada ano; n) Programa Promoção a Saúde: Contribui, por meio de estímulo constante, para que os colaboradores obtenham qualidade em seu estilo de vida, adotando hábitos saudáveis; o) Convênios de Descontos em Padarias e Restaurantes; p) Atlético Clube Ita: o colaborador tem a sua disposição a área de lazer; q) Eventos/Ações comemorativas: Avaliação do Perfil Epidemiológico, brinde para colaboradores, festas diversas para colaboradores, projeto pantera (Unimed disponibiliza o local para atendimento de manicure), massoterapia, almoço de aniversariantes do mês, ginástica laboral, aula de ritmos, grupo de corrida e bike sharing (Empréstimo de Bicicletas). 32. BALANÇO SOCIAL As informações de natureza social e ambiental, identificadas como balanço social, não fazem parte das demonstrações financeiras, mas foram auditadas para fins de obtenção do Selo de Responsabilidade Social. 33. PARTES RELACIONADAS As partes relacionadas compreendem a Diretoria Executiva e Conselheiros de Administração, cujas atribuições, poderes e funcionamento são definidos no Estatuto Social da Operadora. Os diretores são os representantes legais, responsáveis, principalmente, pela sua administração no aspecto operacional, já o Conselho de Administração é responsável pelo desenvolvimento das políticas e diretrizes gerais. São eleitos pela Assembleia Geral, com mandato de 3 anos, sendo permitida a reeleição. As operações com partes relacionadas são realizadas no contexto normal das atividades operacionais e apresentaram as seguintes movimentações no decorrer do exercício de 2016: NATUREZA DA OPERAÇÃO REMUNERAÇÃO CÉDULAS DE PRESENÇA EM REUNIÕES PRODUÇÃO MÉDICA QUOTA CAPITAL SALDO CONTAS A RECEBER SALDO CONTAS A PAGAR TOTAL
VALORES EM R$ 1.405.000,02 158.343,33 4.784.955,11 1.816.394,62 61,17 352.827,14 8.517.459,05
b) Reclassificação das Aplicações Financeiras Garantidoras Para fins de comparabilidade entre os saldos contábeis dos anos de 2016 e 2015, em atendimento a RN 390/15 da ANS, foram reclassificados os valores das aplicações financeiras livres para aplicações financeiras garantidoras das provisões técnicas em 2015, no montante de R$ 11.903.915,56. 35. EVENTOS SUBSEQUENTES Não ocorreram eventos entre a data de encerramento do exercício social e de elaboração das demonstrações financeiras em (16/02/2017) que pudessem afetar as informações divulgadas, bem como a análise econômica e financeira.
As notas explicativas são partes integrantes das Demonstrações Financeiras. Cachoeiro de Itapemirim/ES, 31 de dezembro de 2016.
PEDRO SCARPI MELHORIM DIRETOR - PRESIDENTE CPF 862.999.487-87
LEANDRO BAPTISTA PINTO DIRETOR - FINANCEIRO CPF 082.292.057-36
VICTOR JOSÉ DA SILVA CONTADOR CRC-ES 015442/O-9
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Membros do Conselho de Administração, Fiscal e Cooperados UNIMED SUL CAPIXABA - Cooperativa de Trabalho Médico Cachoeiro de Itapemirim - ES OPINIÃO Examinamos as demonstrações financeiras da UNIMED SUL CAPIXABA Cooperativa de Trabalho Médico, que compreendem o Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas Demonstrações de Sobras ou Perdas, do Resultado Abrangente, das Mutações do Patrimônio Líquido e dos Fluxos de Caixa para o exercício findo naquela data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da UNIMED SUL CAPIXABA - Cooperativa de Trabalho Médico em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS. BASE PARA OPINIÃO Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras”. Somos independentes em relação à Operadora, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. OUTROS ASSUNTOS A Demonstração do Valor Adicionado apresentada para propiciar informações suplementares, não é requerida como parte integrante das demonstrações financeiras. Essa demonstração foi submetida aos procedimentos de auditoria descritos no parágrafo que trata da responsabilidade dos auditores independentes e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. As demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2015, apresentadas para fins de comparabilidade, foram por nós auditadas e o relatório de opinião sobre as mesmas foi emitido em 26 de fevereiro de 2016, sem ressalva. OUTRAS INFORMAÇÕES QUE ACOMPANHAM AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E O RELATÓRIO DO AUDITOR A administração da Operadora é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Na análise do relatório da administração que nos foi apresentado pela diretoria, nos termos da RN 390/15 da Agência Nacional de Saúde Suplementar, não identificamos qualquer inconsistência relevante nas demais informações divulgadas em relação as demonstrações financeiras ou com o conhecimento obtido na auditoria.
RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO E DA GOVERNANÇA PELAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Operadora continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Operadora ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Operadora são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. RESPONSABILIDADES DO AUDITOR PELA AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: • Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. • Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Operadora. • Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. • Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Operadora. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Operadora a não mais se manter em continuidade operacional.
(28) 3511-7481
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PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES • Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Porto Alegre/RS, 17 de fevereiro de 2017.
ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
JOSÉ ADAIR PLATEN OURIVES Contador CRC/RS 039.195/O-0 S-ES
19
PARECER DO CONSELHO FISCAL
PARECER ATUARIAL São Paulo, 22 de Fevereiro de 2017. Aos Administradores e Cooperados da Unimed Sul Capixaba Na qualidade de atuário responsável pela Unimed Sul Capixaba Cooperativa de Trabalho Médico, registrada na ANS sob o nº 32.070-6, e de acordo com a exigência da ANS prevista na Resolução Normativa n.º 393/2015 da DIOPE, de 09/12/2015, vimos apresentar parecer sobre as provisões técnicas constituídas com base em Nota Técnica Atuarial de Provisão – NTAP aprovada pela ANS, considerando a data base de 31/12/2016: a) Provisão de Eventos Ocorridos e Não Avisados - PEONA: Calculada pela metodologia de avaliação dos fatores de crescimento por triângulo de Run-Off, constante da Nota Técnica Atuarial aprovada pela ANS em 12/12/2014, por meio do oficio nº 2368/2014/GGAME(GEHAE)/DIOPE/ANS. Aplicamos a metodologia prevista em nota técnica para cálculo da provisão acima especificada, de acordo com as informações disponibilizadas enviadas pela operadora, normas, princípios e os padrões exigidos pela Ciência Atuarial, e estimamos os seguintes valores:
DICKEL & MAFFI – Auditoria e Consultoria S.S. CRC/RS 3.025/O-0 S-ES
INFORME
PEONA prevista em NTAP
Valor exigido
PEONA
R$10.199.442,39
Na condição de membros do Conselho Fiscal da UNIMED SUL CAPIXABA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO, com base no Artigo 75 do Estatuto Social, procedemos às revisões periódicas mensais dos procedimentos e documentos que comprovam as operações realizadas, bem como a análise e exame do BALANÇO PATRIMONIAL, DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO e demais DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS, referentes ao exercício de 2016. Em nossa opinião, baseados nos exames procedidos, as Demonstrações citadas refletem adequadamente a posição Patrimonial e Financeira da UNIMED SUL CAPIXABA - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO, razão pela qual recomendamos sejam aprovadas pela Assembleia Geral Ordinária. Cachoeiro de Itapemirim/ES, 21 de fevereiro de 2017 DRA. GRAZIELLE SILVA FERREIRA DRA. LAURA FREGONASSI RIBEIRO FRAGA DRA. ANDREA DÁRIO CASAGRANDE DR. CARLOS EDUARDO DILEN DA SILVA DRA. MARIA ROSENELI SCARTON D’ESTE DR. WALDERMAR CARLOS BARROS DE ALGEMIRO
Ressaltamos que a responsabilidade dos atuários que assinam este parecer está limitada à Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados, constituída por metodologia atuarial prevista em nota técnica. Atenciosamente, SAULO RIBEIRO LACERDA Atuário MIBA 894
VARGEM ALTA
PAOLA MARA DE OLIVEIRA Atuária MIBA 2449
A Secretaria Municipal de Saúde informou que o homem trabalhava em uma propriedade na localidade de Fruteiras Novas
Produtor rural morre com Cachoeiro intensifica suspeita de febre amarela vacinação contra HPV VACINA
Rael Sérgio/Notícia Capixaba
Rael Sérgio/Notícia Capixaba
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou na última segunda-feira a primeira morte por febre amarela no município de Vargem Alta. O produtor rural, de 49 anos, que residia na localidade de Fruteiras Novas, morreu no fim do mês de janeiro. Em todo o Espírito Santo, são 37 o número de mortes confirmadas pela doença e outras 15 estão sob investigação. A Secretaria Municipal de Saúde informou que o homem trabalhava em uma propriedade na localidade de Fruteiras Novas e ficou internado no hospital Santa Casa Cachoeiro. Do início do ano até a última sexta-feira, a Sesa recebeu 344 notificações de suspeita de febre amarela. Dessas, 73 já foram descartadas. Do total de 271 casos, 115 foram confirmados para febre amarela silvestre, sendo que 37 casos evoluíram
A relação da doença com a morte foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde
para óbito. Os óbitos atualizados são de casos anteriores, que tiveram a investigação concluída nesta data. Os 115 casos confirmados são dos prováveis municípios de infecção: Ibatiba, Colatina, Brejetuba, Conceição do Castelo, Muniz Freire, Pancas, Laranja da Terra, Afonso Cláudio, Baixo Guandu,
Itarana, São Roque do Canaã, Castelo, Irupi, Itaguaçu, Domingos Martins, Cachoeiro de Itapemirim, Santa Maria de Jetibá, Iúna, Marilândia, Fundão, Ibiraçu, Aracruz, Serra, Santa Leopoldina, Vargem Alta, Santa Teresa, Ibitirama, Alfredo Chaves, Cariacica e Conceição da Barra. Há 156 casos em investi-
gação com quadro indicativo também de leptospirose, febre maculosa, dengue e outras doenças com sintomas semelhantes. A Secretaria informou ainda que quase toda a população já foi vacinada, e quem ainda não se vacinou deve procurar a Unidade de Saúde, das 7h às 17h, para se imunizar contra a febre amarela.
A Secretaria de Saúde de Cachoeiro de Itapemirim começou a intensificar, na semana passada, a vacinação contra o vírus HPV em escolas públicas e particulares. A meta principal é aplicar a vacina em 80% dos 4.701 meninos de 12 e 13 anos residentes no município. Além deles (que passaram a ser imunizados em janeiro), a campanha também contempla meninas de 9 a 14 anos ainda não vacinadas ou que receberam a primeira dose em setembro de 2016. Realizado por equipes das unidades de saúde que possuem salas de vacinação, o trabalho teve início na última quinta-feira, em escolas no bairro Vila Rica. Ontem, a ação ocorreu no distrito de Itaoca. Hoje, será em Córrego dos Monos e Gironda. Amanhã e na sexta, é a vez de Soturno. E demais unidades de saúde se mobilizam para levar o antivírus, nos próximos dias, às unidades de ensino de suas abrangências, tanto no interior como na área urbana de Cachoeiro. A vacina – que deve ser aplicada em duas doses, com seis meses de intervalo entre elas – protege contra câncer de pênis, garganta,
ânus, colo do útero, vulva e verrugas genitais.
MENINGITE C Também por meio desse trabalho de intensificação, a Secretaria Municipal de Saúde oferta a adolescentes de 12 e 13 anos a dose contra meningite C (subtipo mais frequente da doença), como reforço ao esquema vacinal anteriormente realizado em crianças aos 3, 5 e 12 meses de idade. Ambas as vacinas também estão disponíveis nas unidades de saúde com sala de vacinação, das 7h às 16h. Divulgação/PMCI
A ação começou na última quinta, no Vila Rica
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ES de Fato, Quarta-Feira, 29 de Março de 2017
SOCIAL
CACHOEIRO
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(28) 3511-7481
Um morador de rua que fica no bairro Guandu recebeu atenção especial de funcionários de loja
Barba, cabelo e banho Ronaldo Índio
Um jovem morador de rua recebeu cuidados de um funcionário de empresa localizada no bairro Guandu, em Cachoeiro de Itapemirim, neste fim de semana. Ontem, o atendente comercial de Roney Moreira, de 41 anos, explicou para o jornal ES de Fato como surgiu a iniciativa da boa ação. Segundo Roney, ele já vinha há vários dias monitorando o morador de rua, no intuito de evangeliza-lo. Por coincidência, o morador de rua, que não se comunica verbalmente, passou a ficar de frente com a loja Big Festa, onde Roney trabalha. No sábado, através de sinais, o atendente conseguiu convencê-lo a dar banho, cortar cabelo e barba. Para o banho, foi improvisada uma cortina na calçada.
“Não fiz nada para me expor para a mídia, fiz porque Deus me tocou. Com isso, fiquei muito feliz. Não consegui o tirar da rua, mas sei que Deus vai conseguir”, disse Roney. A ação contou também com a ajuda de sua irmã e outros funcionários da loja. A funcionária Juliana dos Santos Decothé, 30 anos, afirmou que se emocionou com um dos gestos feito pelo morador de rua. “Ele chegou perto de mim e ficou me olhando. Depois segurou forte em minha mão, pegou a caneta, um pedaço de papel e escreveu que Deus me amava. Aí eu não aguentei e chorei, e correspondi da mesma forma, dizendo que Deus o amava também”, lembrou. Ainda na tarde de ontem, o rapaz permanecia na porta da loja, mas se demonstrava assustado
Fotos: Divulgação
com algumas pessoas estranhas que se aproximava dele. O caso tomou repercussão logo que foi divulgado nas redes sociais; muitas pessoas que tiveram o conhecimento do fato parabenizaram todos que participaram do ato solidário.
A iniciativa foi do atendente comercial Roney Moreira