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Jornal fato 2808 15

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Arquivo FATO

roney moraes Uma conquista justa e histórica

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Espírito

A alegria de Dr. Luciano durou pouco Santo

de

Prefeito de Itapemirim volta a ser afastado pela Justiça dois dias depois de retornar ao cargo

Contra FATO não há argumentos es.fato@terra.com.br | www.jornalfato.com.br

R$ 1,00 - Ano 12 - Edição 3342

MARATAÍZES

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Cachoeiro de Itapemirim - ES | Sexta-Feira | 28 de Agosto de 2015 Dois homens em uma moto seguiram o carro do representante do Ministério Público até a porta de casa, onde os disparos foram efetuados e fizeram os suspeitos fugirem

Promotor é perseguido e dá tiros para escapar 07

Divulgação/PMCI

Rotativo vai ter mudanças em Cachoeiro Prefeitura vai licitar o serviço, hoje sob a gestão do Hospital Infantil. Sistema mais moderno deverá ser adotado, com uso de parquímetros e cartões de recarga eletrônica. Procedimentos iniciais já foram adotados

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OPERAÇÃO

GILSON CARONI

AÇÃO CONTRA CRISE

Ailton Weller

Esgoto corre a céu aberto

Todo efetivo foi mobiliza todo o efetivo para coibir uma das principais causas de óbitos em acidentes de trânsito

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Fotos: Divulgação/Sebrae-ES

O Sebrae foi para as periferias

PRF inibe o excesso de velocidade

José Eugênio Viera e Ruy Dias de Souza, respectivamente superintendente e o diretor de atendimento do Sebrae ES

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economia

entrevista

ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato

(28) 3511-7481

Diretores do Sebrae-ES avaliam expansão da capacitação e orientação dos empreendedores do interior

“O Sebrae foi para as periferias, para o interior”

Fotos: Divulgação/Sebrae-ES

O Estado sempre foi muito criativo. Nosso empresário é criativo, consegue sair da crise. O correto é sair da inércia de dizer que se tem uma crise e buscar solução para ela

José Eugênio

ADI-ES - Tivemos uma crise econômica em 2008/2009. Qual a diferença daquela situação para retração econômica hoje sentida no país? As micro e pequenas empresas tendem a sofrer mais que as grandes? José Eugênio: A crise de 2008/2009 é diferente dessa agora. A anterior pegava mais as empresas ligadas as commodities. Naquela ocasião, especulava-se muito que a economia capixaba seria atingida. Foi, mas na questão dessas empresas que atuam no mercado exportador. Naquela ocasião, as micro e pequenas empresas não deixaram que o Estado sentisse essa crise. Se você pega as estatísticas da junta comercial naquele período, não tem um mês em que o saldo das empresas que abriram e fecharam fosse negativo. Nem na arrecadação o Estado sentiu, pois as empresas de commodities não geram indiretamente ICMS nem para os Estados, nem para os municípios. Di-

ferente de agora, que temos uma crise institucional que afeta a questão econômica de todo o país. E atualmente, mais empresas são abertas que fechadas? O desemprego chega primeiro nas grandes ou pequenas empresas? José Eugênio: Mais uma vez você pega as estatísticas das empresas abertas e fechadas. O balanço é favorável com saldo positivo de quase quatro mil empresas abertas neste ano. O que está havendo? Pode ter um percentual altíssimo de pessoas que perderam seus empregos, recebem suas indenizações e estão abrindo negócios. A estatística não permite saber quem é pequeno, médio ou grande. Ruy Dias: O que precisamos fazer agora é criar sustentabilidade para quem está no mercado ou acabou de entrar. Esta é a ação do Sebrae. Uma ação que tem seu clímax em outubro. O Movimento Compre do Pe-

Flávio Borgneth ADI-ES

Em meio à retração da economia, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) acaba de lançar campanha que conscientiza a população da importância de consumir de micro e pequenas empresas. José Eugênio Viera e Ruy Dias de Souza, respectivamente superintendente e o diretor de atendimento do Sebrae ES, avaliam que o momento é de cautela para os pequenos negócios. Porém, ambos apontam que a crise chegou primeiro nas grandes empresas. “O que precisamos fazer agora é criar sustentabilidade para quem está no mercado ou acabou de entrar. Está é a ação do Sebrae. Uma ação que tem seu clímax em outubro. O Movimento Com-

queno Negócio estabeleceu o dia 5/10 como data oficial, por se tratar do dia em que foi instituído o Estatuto da Micro e Pequena Empresa. Trata-se de uma campanha de conscientização da importância de se comprar da pequena empresa. Ainda é um bom negócio abrir um negócio? Ruy Dias: Os projetos inovadores têm espaço em qualquer momento. É necessário adaptar-se à situação, reduzir os custos. Ter inteligência nas receitas, vendas. Quem vai abrir um negócio tem que falar com muita gente. Com o Sebrae, com sua comunidade, pessoas de referência. Além de montar um plano de negócios que deve ser seguido com exatidão. José Eugênio: Muitas vezes, numa hora dessas, a pessoa não percebe o quanto é importante fazer gestão para sobreviver. Aí entra o Sebrae. Orientamos os segmentos tentando melhorar os negócios por meio da

pre do Pequeno Negócio estabeleceu o dia 5/10 como data oficial, por se tratar do dia em que foi instituído o Estatuto da Micro e Pequena Empresa”, explica Ruy Dias. No Espírito Santo, os pequenos negócios representam 99% do total de empresas, que respondem por 28% do PIB no Estado e por 58% do total de empregos formais. Em um universo tão abrangente, José Eugênio Viera afirma que os serviços da instituição nunca foram tanto em direção aos capilares da economia local. “Em 2011 fazíamos cerca de 25 mil atendimentos. Encerramos o ano passado com 160 mil. A maioria para o interior e localidades menos favorecidas”, contabiliza o superintendente. “O Sebrae foi para as periferias, para o interior”, complementa. Leia entrevista completa:

Os projetos inovadores têm espaço em qualquer momento. É necessário adaptar-se à situação, reduzir os custos. Ter inteligência nas receitas, vendas

gestão. Alguns empresários acham que tendo capital já é o suficiente para abrir um negócio. Não é. É preciso ter um bom plano.

sentes dentro do Estado do Espírito Santo. Nosso Estado tem essa facilidade. Não somos como nosso vizinho que tem mais de 800 municípios. Temos 78. Então, por que não fazer projetos que abordassem toda a coletividade? Criamos ações que vão a todas as manchas urbanas, até nos assentamentos. Temos projeto que vai porta a porta. Não esperamos. Nós vamos. Esse é o nosso movimento. José Eugênio: Em 2011, fazíamos cerca de 25 mil atendimentos. Encerramos o ano passado com 160 mil. A maioria para o interior e localidades menos favorecidas.

Os pequenos negócios representam 99% do total de empresas, que respondem por 28% do PIB no Estado e por 58% do total de empregos formais. Como alcançar uma atividade tão abrangente? Ruy Dias: O Sebrae trabalhava com a parte de cima da pirâmide sócio econômica das micro e pequenas empresas. No caso, os grandes arranjos produtivos locais: madeira e móveis, rochas ornamentais, vestuário, construção civil... Muito justamente. Um projeto ou outro atingiam outros pontos. Nos últimos anos descemos para o lado mais baixo dessa pirâmide. Precisávamos abordar esse universo de maneira mais democrática e unificada. Criamos vários projetos que desciam até essa base. Conseguimos ser onipre-

Rui Dias

Como o Sebrae alcança as áreas rurais, o interior? Ruy Dias: Na área rural, existem projetos de turismo, para produtores de café, leite, fruticultura. Ainda tem sempre algum empreendedor que não cabe em nenhum dos nichos estabelecidos. Para esse criamos uma plataforma genérica que vai até a propriedade do produtor e vê a

vocação que ali existe. José Eugênio: O Sebrae foi para as periferias, para o interior. Por exemplo, o empreendedor recebe consultoria no seu negócio dos pontos que avalia ter maior dificuldade. Empresários, gerentes e funcionários são conscientizados em um mesmo processo de melhoria. Vamos sair da crise? Como as micro e pequenas empresas podem colaborar com isso? José Eugênio: Você pode analisar todo o histórico de crise que teve o Espírito Santo. Pega lá na erradicação dos cafezais, o Estado sempre foi muito criativo. Nosso empresário é criativo, consegue sair da crise. O correto é sair da inércia de dizer que se tem uma crise e buscar solução para ela. Quando o Sebrae nacional chamou suas unidades para participar do Movimento Compre do Pequeno Negócio já foi com essa visão. Temos que partir para ação. Estou otimista.

Sebrae incentiva a compra de pequenos negócios para fortalecer a economia O Movimento Compre do Pequeno Negócio tem seu marco no dia 05 de outubro, data em que foi

instituído o Estatuto da Micro e Pequena Empresa. Antes disso, entre 21 a 26 de setembro, só

no Espírito Santo, serão realizados mais de 2.000 orientações técnicas voltadas ao atendimento

dos empreendedores, 73 palestras, 66 oficinas, 49 consultorias, 11 seminários e três feiras. Ações

no setor rural e nas áreas de gastronomia e turismo também fazem parte do projeto. Empreendedores

podem cadastrar suas empresas e participar acessando www.compredopequeno.com.br.


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De Fato gfd

O prefeito de Marataízes Tininho Batista da Silva (PT) deve iniciar, até dezembro, pacote de R$ 50 milhões em obras. A administração ganha bom ritmo após início claudicante.

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Em Itapemirim, prefeito Luciano Paiva (PSB), que voltou ao cargo, rompeu, de novo, com a vice, Viviane Peçanha (PSDB), que o substituiu nos cinco meses de seu afastamento.

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opinião

Por Wagner Santos - wagnersantos25@hotmail.com

A Prefeitura de Cachoeiro anunciou ontem, oficialmente, o que o jornal FATO já antecipara em entrevista com o prefeito Carlos Casteglione, há dois meses: o sistema de estacionamento rotativo, implantado nas vias centrais da cidade, vai mudar. Há anos o sistema, que jamais foi licitado, funciona de maneira irregular e não presta ao fim a que se destina, que, já diz o nome, é aumentar a rotatividade nas vagas.

E, até mesmo a função social, de capitalizar o Hospital Infantil Francisco de Assis, que o administra desde que foi criado, não é alcançada. De acordo com os balanços já divulgados pela própria instituição, a evasão é gigantesca, o sincronismo com a fiscalização, nenhum, e a maior parte dos recursos arrecadados, vai para o custeio do sistema, que virou meio e fim em si mesmo. A concessão do sistema pode ser

Sobe

solução para sua eficácia. Capaz de fazer o nome rotativo se justificar, gerar divisas para o município e também para os filantrópicos, caso um percentual do que for arrecadado seja destinado a eles, como se imagina. É claro que, como qualquer alteração, essa também causará muxoxos. Pois o bom funcionamento fará com que a cobrança seja mais rigorosa. E ninguém gosta de que mexam no seu bolso.

Feira da Bondade Trinta entidades sociais de Cachoeiro estão confirmadas para a 32ª edição da Feira da Bondade, que será promovida, nos próximos dias 11, 12 e 13 de setembro, no Parque de Exposições do bairro Aeroporto. Vão poder divulgar e fortalecer seus trabalhos filantrópicos.

Divulgação/PMPK

Desce

No período, Viviane colocou para fora alguns aliados de Luciano e levou para dentro da prefeitura muitos de seus desafetos. O titular pretendia desfazer todas as nomeações da interina, mas foi afastado de novo.

Mau odor O mau cheiro está demais na Rua Rui Barbosa, em pleno centro de Cachoeiro. O odor pútrido é exalado por uma galeria bem próxima a uma escola, agência bancária, loja de departamentos e uma padaria. A catinga já é tradicional, mas nos últimos dias tem estado pior.

Até recentemente, a prefeita de Mimoso do Sul, Flávia Cysne (PSB), rechaçava a ideia de concorrer à reeleição. Dizia-se decepcionada com a falta de recursos para resolver os problemas. Tem sido chamada de comissão do contragolpe o comitê criado na Assembleia para investigar o Ministério Público, após denúncias de que deputados tinham “assessores fantasmas”.

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gfdo movimento, o dinamismo, “O mais importante é a mudança, a energia. Só o que está morto não muda!” Clarice Lispector

Mudança bem vinda

Vias de FATO 1

ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

Mas, hein?!

DESTAQUE. O governador Paulo Hartung e a prefeita de Presidente Kennedy Amanda Quinta Rangel, na abertura da Cachoeiro Stone Fair, nessa terça (25), quando foi assinado protocolo de intenções entre o município, o Sindirochas e o Porto Central Diretor: Wagner Santos wagnersantos25@hotmail.com

Desde 14 de março de 2003 www.jornalfato.com.br

Repórteres: Ailton Weller, Ronaldo Índio e Wanderson Amorim

Departamento Comercial - Lília Argeu Editorador - Wagner Gomes Lopes Colaboradores - Elyan Peçanha, Regina Mon-

teiro, Roney Moraes, Evandro Moreira, Edgard Baião, Simone Lacerda, Marilene Depes, Sergio Damião; Higner Mansur e Maurílio Carvalho e Célia Ferreira

Jornal Espírito Santo de Fato - CNPJ.: 06056026000208 - (28) 3515-1067 es.fato@terra.com.br - Bernardo Horta, 81, sala 101, Guandu, CEP 29.300-782

Associado à

Em Marataízes, a situação está ruim para autoridades. Já atiraram no carro da mãe de uma juíza, mataram um policial para roubar seu veículo e, agora, perseguiram promotor.


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opinião

ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato

(28) 3511-7481 Casa feminina Por falar em comunidade, a Associação de Apoio Terapêutico Reviver (AATR) inicia as obras da Casa “Nossa Senhora da Conceição”,

Pois zé josé r. brumana

Sobre os adultos

jrbrumana@hotmail.com “Algumas vezes a doença pode nos ensinar o que a vida tem de valioso e nos permitir a vivê-la mais intensamente”, Olivers Sacks

no Rancho Alegre, em Mimoso do Sul, para atender mulheres que sofrem com a síndrome da dependência química...

Roney Moraes roneyamoraes@gmail.com

Uma conquista justa e histórica

A Associação Psicanalítica do Estado do Espírito Santo (Apees), por meio do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicanálise (Nepp), vai realizar, no próximo dia 05, às 14h, no

Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (Sitesci), em Cachoeiro, mais um grupo de estudos. Desta vez o tema será “a constituição do sujeito contemporâneo na psicanálise: adulto”.

Pós em Saúde Mental e Dependência Química Faça pós-graduação com a Equipe Técnica da Associação de Apoio Terapêutico Reviver (AATR) e obtenha um certificado reconhecido pelo MEC ajudando no tratamento do acolhidos da “Casa Reviver”. Início das aulas dia 05 de setembro, às 8h30, no CFC Cursos. Bairro Independência, Cachoeiro de Itapemirim-ES.

A Banda Gospel Fonte Aberta, está lançando seu novo CD e vem encantando a todos com música empolgante e de louvor a Deus. É apontada como a grande revelação nesse segmento musical na região

Chegaram mais 20 mil mudas de diversas espécies para o horto de Itapemirim, para dar continuidade ao projeto Mata Ciliar, que busca reflorestar as margens do rio Itapemirim. O jovem secretário Tiago Leal e sua equipe incrementam diversas ações ambientais no município

O Supervisor Geral da Fiscalização de Obras, Wagner Paula Amaral, se diz satisfeito pelos cursos de qualificação que tem feito, juntamente com funcionário do departamento. Diz que o prefeito Tininho (PT) incentiva a todos os funcionários, independente de cargos a se qualificarem dentro de premissas legais

O Diretor do Fórum de Marataízes, Juiz de Direito Dr. Evandro Cunha, participou de um evento da APAE e não deixou por menos. Chamou um cadeirante para uma roda de capoeira. De suma importância essa integração entre o Poder Judiciário e comunidade

A regulamentação das Comunidades Terapêuticas, ao contrário do de pregam algumas entidades classistas, é sim uma conquista para todos os usuários deste método que existe antes mesmo de qualquer insinuação ou teoria mentalmente desequilibrada. Após muita luta, debate e reuniões, a aprovação do Marco Regulatório das Comunidades Terapêuticas põe um ponto final no esforço, por meio da unidade, de todas as federações de CT’s (FENNOCT, CRUZ AZUL, FEBRACT e FETEB) que, no ano de 2011, uniram-se com o propósito de regular o trabalho de recuperação desenvolvido pelas Comunidades Terapêuticas. O programa terapêutico a ser desenvolvido no período de tratamento da Comunidade Terapêutica tem como objetivo ajudar o dependente químico a se tornar uma pessoa livre através da mudança de seu estilo de vida. A proposta da CT deve considerar que o dependente químico pode desenvolver – se nas diversas dimensões de um ser humano integral através de uma comunicação livre entre a equipe e os

residentes, em uma organização solidária, democrática e igualitária. Podemos utilizar a definição de CT de Maxwell Jones: “... grupo de pessoas que se unem com um objetivo comum e que possui uma forte motivação para provocar mudanças”. Este objetivo comum, na maioria das vezes, surge em um momento de crise onde o individuo apresenta uma desestruturação na sua vida em todas as áreas: física, mental, espiritual, social, familiar e profissional. Neste momento que as pessoas diminuem as defesas, resistências e demonstram maior disponibilidade e abertura a mudanças porque não tem nada a perder. O objetivo da CT é o crescimento das pessoas através de um processo individual e social; é o papel da equipe é ajudar o indivíduo a desenvolver seu potencial. O ambiente da CT deve possibilitar a aprendizagem social oferecendo a oportunidade de interagir, escutar, aprender, projetar, envolver-se e crescer de maneira que, normalmente reflita a capacidade e o potencial individual e coletivo das pessoas que dele fazem parte.

Próximo ao Liceu. Informações: cfccursos@ yahoo.com.br (28) 30367363 / (28) 99926-9572 / 99981-9497 / casarevivermimoso@yahoo.com.br ou (28) 3555 1475. Realização Centro Reviver de Estudos e Pesquisas sobre Álcool e outras Drogas (Crepad), em parceria com a CFC Cursos.

Palestras e oficinas de graça A prefeitura de Cachoeiro abriu inscrições na última quarta-feira (26) para 1.340 vagas em cursos de qualificação profissional, oficinas e palestras gratuitas. As oportunidades, oferecidas como incentivo à geração de renda, são destinadas a moradores dos bairros Alto Independência, Nossa Senhora Aparecida, Village da Luz, Rubem Braga, Fé e Raça e Zumbi.

As inscrições são feitas, das 8h30 às 12h, nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) do Zumbi e do Village da Luz (Fé e Raça) e na Igreja Batista do Alto Independência, onde as aulas serão realizadas a partir da próxima semana. É preciso apresentar a carteira de identidade e CPF. Todos os participantes receberão certificados no fim das atividades.


(28) 3511-7481 ITAPEMIRIM

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ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

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política

Luciano de Paiva Alves que havia retornado ao cargo na terça-feira foi afastado ontem em processo que tramita em segredo de justiça

Prefeito é afastado de novo do cargo Wanderson Amorim

Três dias após o Superior Tribunal de Justiça determinar o retorno de Luciano de Paiva Alves (PSB) ao cargo de prefeito de Itapemirim, uma nova liminar, desta vez da 1ª Vara Cível de Itapemirim determinou um novo afastamento por improbidade administrativa. O processo contra Paiva que tramita na 1ª Vara Cível de Itapemirim sob o número 000238264.2015.8.08.0026 está em segredo de justiça. Por esse motivo, não é possível saber detalhes da peça. Na página do

Tribunal de Justiça existe a informação de que o prefeito é acusado de improbidade administrativa por dano ao erário, por violação aos princípios administrativos, e o procedimento que foi instaurado no dia 4 deste mês pede ainda o afastamento do chefe do Executivo do cargo, a indisponibilidade de seus bens e indenização por dano moral e material. A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura de Itapemirim que confirmou o afastamento de Luciano de Paiva. No entanto, até o fechamento

da edição, a vice-prefeita Viviane Peçanha (PSDB) não havia sido notificada pela Justiça sobre o novo afastamento do titular. A informação era de que apenas a Câmara Municipal havia sido notificada oficialmente para preparar o rito para dar posse a Viviane novamente. Durante o dia de ontem, antes de receber a notícia de seu afastamento, Luciano de Paiva, visitou as obras do município para conferir o andamento de cada uma delas. Ele já planejava exonerar todos os nomeados pela vice-prefeita, com quem rompeu.

Arquivo FATO

Luciano havia retornado a Prefeitura na terça-feira em clima de festa

ALES Reinaldo Carvalho

Procuradoria vai avaliar sistema de cargos A procuradoria da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) vai estudar e propor soluções para o sistema de cargos da Casa, por determinação do presidente da Casa, deputado Theodorico Ferraço (DEM). A medida foi tomada após a promotora Letícia Lemgruber ajuizar ações contra deputados e ex-deputados alegando dificuldades de comprovação de que servidores realizaram atividades relativas ao mandato em suas bases. Ferraço esclarece as atividades executadas pelos servidores que atuam fora das dependências da Casa são legais. “Quem quer esclarecimentos sobre isso sou eu como presidente da Assembleia. Aqui não tem funcionário fantasma”. A atuação dos servidores de gabinete exter-

no foi regulamentada a partir de uma resolução de dezembro de 2011. “Temos leis que amparam os servidores de gabinete, inclusive temos gabinetes em alguns municípios. Se é ilegal, temos um problema: autorizamos os gabinetes de acordo com a lei, tudo aprovado à unanimidade”, explica. No documento encaminhado à Procuradoria da Ales, Ferraço pede que os procuradores avaliem o sistema de cargos levando em consideração as normas adotadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado sobre o funcionamento dos gabinetes parlamentares. Ao citar o exemplo do Legislativo Federal, Ferraço lembrou que deputados federais e senadores são autorizados a manter nas bases gabinetes com todas

as despesas pagas. “Não pagamos aluguel e despesas desse outro gabinete, só os funcionários. Será que estão querendo que a gente abra os cofres da Assembleia para gastar dinheiro assim?”, questionou. Segundo Ferraço, a Procuradoria deve encaminhar esses esclarecimentos o mais rápido possível. “Se houver alguma coisa irregular, se a Justiça entender que as nossas leis só valem para o Poder Executivo, Judiciário, Tribunal de Contas e Ministério Público e não valem para a Assembleia, e provar isso, exonero imediatamente todos os servidores do meu gabinete. Agora exijo o mínimo de respeito. Por que agredir o funcionário chamando ele de fantasma? É uma agressão ao Poder”, ressaltou o presidente da Ales.


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ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

geral

ESTACIONAMENTO

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Edital para implantação de novo sistema de rotativo começou a ser elaborado esta semana e contará com a participação popular

Cachoeiro utilizará modelo de rotativo mineiro Wanderson Amorim

A prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim anunciou ontem que começou nesta semana os trabalhos para a elaboração de um novo modelo de estacionamento rotativo. De acordo com o prefeito Carlos Casteglione (PT), o sistema a ser implantado no município terá características semelhantes ao de cidades mineiras, que utilizam os parquímetros. Atualmente, o rotativo de Cachoeiro é gerenciado pelo Hospital Infantil (HIFA). Com capacidade de 460 vagas na região central, o sistema não é eficiente por falta de rotatividade, e deixa de arrecadar mensalmente cerca de R$ 120 mil, isso porque, segundo o gestor do rotativo, falta fiscalização por parte dos agentes de trânsito da Guarda Municipal, a quem cabe multar os inadimplentes.

Para melhorar o sistema de rotativo de Cachoeiro, o edital de licitação para a concessão do serviço está sendo elaborado por um grupo técnico de trabalho. A comissão é formada por representantes de secretarias municipais e da Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Agersa). “Vamos adotar o mesmo sistema que alguns municípios mineiros. Entre as características nessas cidades, estão à destinação dos recursos para entidades sociais e a adoção, para veículos visitantes (de outras cidades), do sistema pré-pago, em que o motorista compra um cartão com poucos créditos, para usar em determinado período do dia. O cartão estaria disponível em alguns locais credenciados, como bancas de revista. O objetivo é modernizar e organizar melhor o sistema”, disse Casteglione.

Arquivo FATO

Edital para implantação de novo rotativo ficará pronto até dezembro

Os moradores de Cachoeiro poderão participar do processo de definição do novo serviço por meio de audiências públicas que serão marcadas. “Faremos, pelo menos, três audiências para que a população conheça as possibilidades do novo sistema e faça suas sugestões”,

explica o prefeito. A previsão é de que o termo de referência, que servirá de base para o edital de licitação, seja concluído pela comissão técnica até o mês de dezembro. Parquímetros Uma das cidades minei-

ras que utiliza o sistema de parquímetro é Uberlândia. De acordo com a empresa que administra o rotativo do município, o motorista estaciona, vai até o equipamento mais próximo, insere moedas, digita a placa do veículo, o número da vaga onde deixou o carro e confirma

a operação clicando no botão verde e retira o tíquete. O parquímetro ainda conta com a opção de utilizar o cartão recarregável, no caso de Uberlândia, o valor mínimo é de R$ 20,00. O cartão elimina a digitação de todos os dados e torna a operação mais rápida e prática.

CIDADE

Moradores reclamam de esgoto a céu aberto em rua Ailton Weller

Uma vala aberta, na rua João Marques de Oliveira, no bairro Gilson Caroni, está trazendo transtornos para a comunidade

Os moradores da Rua João Marques de Oliveira, no bairro Gilson Caroni, em Cachoeiro de Itapemirim, pedem providências para o saneamento da via, onde uma vala de esgoto, além de infestação de insetos, está trazendo problemas de saúde, entre eles, vários casos de dengue.

A dona de casa Cristina Santana, residente no local há dois anos, conta que já contraiu a doença por duas vezes e sabe de outros casos entre os vizinhos. Ela explicou que todo esgoto da parte alta da rua que dá acesso a escola Padre Gino acaba sendo despejado numa vala, e misturado

as águas da rede pluvial. “Quando chove um pouco mais forte, a rua fica alagada, pois não há escoamento. Meu filho teve que construir uma pequena galeria sob o prédio onde moramos para que tudo não fique inundado”, disse. Diogo Santana, proprietário do imóvel, mostrou

que, além da galeria, foi obrigado a construir um ‘desaguadouro’ (espécie de manilha vertical) para evitar que as casas vizinhas sejam invadidas pelo esgoto e as águas pluviais. “No começo da noite, quando a população chega do trabalho e vai tomar banho, são tantas as descargas despejadas nessa vala que o odor fica insuportável. Isso sem falar em todo o tipo de insetos que temos convivido com esse problema, que é antigo. Há pelo menos nove anos moro aqui e a situação é a mesma”, contou. “Só quando toda a sujeira chega à Rua Nilton Silva, que fica nos fundos da minha casa, é que encontra manilhamento. Mas até passar por toda extensão desse espaço, onde o esgoto corre a céu aberto,

o estrago já foi feito”, reclamou. A agente de saúde Jacqueline Preato relatou que o problema do local ainda afeta a Rua Custódio Noentro e a Avenida Theodorico de Assis Ferraço. “O mau cheiro, ratos, baratas e os alagamentos, em caso de chuva forte, também chegam a essas vias”, explicou. A mesma reclamação é da dona de casa Elizabeth Teodoro Amaral, que diz já estar cansada de reclamar, mas até agora a situação continuava a mesma. Odebrecht Procurada pela reportagem, a Odebrecht Ambiental garantiu que ainda que não havia nenhum registro de solicitação dos moradores sobre o assunto e destacou a importância

da comunidade entrar em contato com a empresa por meio do 0800 771 0001 sempre que identificar qualquer problema. Ainda assim, a concessionária garantiu que uma equipe técnica foi enviada, na tarde de ontem, para verificar a situação e identificou uma rede de esgoto entupida no local, causada pelo lançamento inadequado de resíduos no interior das redes de esgotamento sanitário. A assessoria da empresa adiantou que a desobstrução da rede seria feita no mesmo dia e alertou para a necessidade do uso correto das redes de esgoto, não realizando ligações irregulares e evitando o lançamento de resíduos nesses locais, a fim de impedir sobrecargas e entupimentos das redes.


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MARATAÍZES

ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

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polícia

Caso está sob a responsabilidade do delegado Djalma Lemos

Promotor dá tiros para afastar suspeitos Wanderson Amorim

Um promotor de Justiça, de 61 anos, que atua em Itapemirim, e não teve o nome divulgado, efetuou disparos de arma de fogo, na noite de quarta-feira, para afastar dois homens que estavam em uma motocicleta e o seguiram até porto de sua casa, em Marataízes. O fato, segundo a polícia, foi registrado por volta das 20h30. O promotor, que chegava do

trabalho, alegou à polícia, que atirou para assustar os suspeitos, já que achou que estava sendo seguido pela dupla, que fugiu após os disparos. De acordo com o delegado Djalma Lemos, responsável pelo caso, a arma é registrada e o promotor tem porte. “Ele não quis se manifestar sobre o ocorrido. Mas nossos investigadores estão à procura de testemunhas. Vamos fazer levantamento para saber se há alguma

ameaça contra membros do Ministério Público. Se algo for confirmado, uma cópia do inquérito policial será encaminhada para o órgão ministerial, para que tomem conhecimento dos fatos”, disse o delegado. Juíza Em março deste ano a mãe de uma juíza também sofreu um atentado quando seguia de Piúma para Marataízes em seu automóvel. Na época, a vítima disse

Arquivo FATO

à polícia, que estava sendo seguida por motoqueiros e um carro. Na altura da Base Naval dos Fuzileiros Navais em Itapemirim, em um quebra-molas os criminosos colidiram na traseira de seu carro, no entanto ela acelerou e fugiu. Na fuga, seu automóvel foi atingido por quatro tiros. Por sorte ela não se feriu. O veículo da mulher foi periciado, e a principal hipótese da polícia era que o crime se tratava de uma tentativa de assalto.

RODOVIAS

Operação combate excesso de velocidade Divulgação

PRF mobiliza todo o efetivo para coibir uma das principais causas de óbitos em acidentes de trânsito

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) promoveu ontem Operações Integradas de combate ao excesso de velocidade nas rodovias federais. A iniciativa faz parte do Planejamento Operacional 2015/2016 da Instituição e acontecerá simultaneamente em 152 pontos do País. As fiscalizações ocorrerão das 14h00 às 18h00 e acontecerão esporadicamente até o fim do ano. O excesso de velocidade é uma das principais causas de acidentes no trânsito, potencializando o risco de mortes em razão da gravidade provocada pela força do impacto. Diariamente, a PRF orienta

condutores sobre os riscos da alta velocidade e, segundo o coordenador-geral de Operações, Silvinei Vasques, a operação dará maior visibilidade ao tema. “Escolhemos o excesso de velocidade por se tratar de um fator que potencializa o risco de óbito do condutor envolvido em acidente na BR”, explica. O comportamento no trânsito também tem influência nos acidentes provocados por velocidade incompatível com a via. Das ocorrências que resultaram em mortes em 2014, as principais causas que puderam ser detectadas pelos policiais foram

a falta de atenção (32%), a velocidade incompatível (20%) e ultrapassagens indevidas (12%). Dados levantados pela PRF mostram também que embora a maioria dos acidentes ocorra em áreas urbanas, 70% das mortes aconteceram em área rural, onde os motoristas abusam da velocidade e das ultrapassagens. Os flagrantes de excesso de velocidade nas rodovias federais também podem ser calculados com base no banco de dados de infrações. No ano passado, de um total de 3 milhões de infrações flagradas, mais de 1 milhão e 300 mil condutores transitavam

em velocidade acima do limite da via. Em 2015, esse número já chega a quase 2 milhões de motoristas trafegando com excesso de velocidade. Com o lançamento da operação, unidades regionais da PRF promoverão operações integradas aumentando a fiscalização de trânsito em seus trechos. A PRF utiliza dados estatísticos para localizar os trechos com maior incidência de determinadas situações. Nesse caso, serão fiscalizados os pontos onde condutores costumam ultrapassar o limite de velocidade da via com objetivo de promover segurança no trânsito.

REVISÃO DE

TEXTOS

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ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

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A agente de turismo Maria Fernanda Simão (Don Quixote) e seu esposo, o arquiteto Renato José Paldês estiverem visitando Porto Alegre (RS), onde foram recepcionados pelos tios dela, os renomados odontólogos Célio da Costa Mattos e Sra

Face

Felicitações às aniversariantes de hoje Elyan

Agenda 01) REGISTROS > Hoje é Dia do Avicultor; do Catequista; do Voluntariado, das Obras Pontifícias e Dia Nacional do Bancário. / Católicos reverenciam os Santos: João III; Agostinho de Hipona e Viviano. / Abraço e cumprimentos para o casal Zélia e Renato Luiz dos Santos (Renato Escapamentos), nossos ex-companheiros de movimento leonístico, pelo niver de casamento. / Ontem grande festiva do Lions Cachoeiro, onde fomos convidados da Presidente CaL Joelma Cellin. 02) PARABÉNS > Coluna cumprimenta os aniversariantes: Eliana Marão, diretora do Clube de Serestas, Sra. Edgard Pinheiro / Bernadete, esposa do ex-vereador Elimário Fabris / Desportista Paulo Roberto Silva (“Paulo Globo”) / DM Marilza, domadora do CL Fabiano Rezende / Francisco Carlos França. / RHAONY, filho de Roberta Ferreira e Russo, completando, nesta data, doze anos (netinho de Rosana Azevedo e Rubinho Ferreira, este que comanda a Escola de Samba Independentes do Aquidaban.

Regina, Sra. Hélio Dórea

Eliane Marão

temperatura máxima Nada menos que 30 entidades beneficentes estarão com suas barracas instaladas na 32ª Feira da Bondade que será realizada nos dias 11, 12 e 13 vindouros no Parque de Exposições “Carlos Caiado Barboza”, no Aeroporto.// Ontem à noite, a coluna esteve representada por este titular - na Assembleia Festiva – como convidado da Presidente CaL Joelma Cellin, daquele clube de serviços para a posse da nova associada, a odontóloga Dra. Tereza Cristina Machado que teve como leão-investidor, o CL Arlindo Messias Canal. // Se tem duas pessoas que sempre fazem questão de divulgaro aconchegante balneário serrano Matilde (distrito de Alfredo Chaves) como respei-

tável ponto turístico é o agente de turismo Rogério Franzotti e o nosso veterano amigo Nilson Barreto Filho. // Renan, neto do Murilo Jacinto Bernabé e Maria Cecília é artilheiro da Copa Gazetinha e o avó “coruja”, ex quarto zagueiro de nossas equipes de futebol, como o Santo Agostinho, não perde um jogo prestigiando o filhote do seu filho Marcelo Bernabé. // No primeiro dia do seu retorno ao comando da Prefeitura de Itapemirim – nos exatos 200 anos da emancipação do município Luciano Paiva, como numa campanha eleitoral fez um longo “corpo-a-corpo” nos distritos locais. – A Vila terá fantástica, programado pela sua antecessora, com grandes shows

de renome nacional a partir do dia 3. // Os out-dors da cidade continuam – com supervisão do Marcos Jacob – anunciando que o queijo do tipo REINO da Cooperativa SELITA obteve o segundo lugar do Brasil, durante a realização do IV Concurso Nacional de Produtos Lácteos. // A professora de educação física Wandinha, todas terça e quintas - bem cedinho - nas quadras de esporte do Aquidaban (nas praças Elisio Imperial e Bandeira) comanda uma bela ginástica para as senhoras de terceira idade, daquele bairro. // BOM DIA ESPECIAL, hoje, vai para a capital onde aniversaria a Regina, esposa do mestre do colunismo social capixaba, o Hélio Dórea, // ELYAN PEÇANHA.

gente nossa 01 # Já está maior a família dos nossos companheiros de Lions “Frade e a Freira”, a DM Maria Penha e o CL Orlando Luiz Cruz Dias: dia 24 deste mês de agosto/2015 nasceu o robusto BERNARDO (5,1 kg.), no Hospital Evangélico que veio fazer companhia a primogênita KAMILLY, a “Pepita”. O garoto é filho da filhota daquele casal, a Danielle François e seu marido Rogério Flausino. 02 # O Governador Distrital do Lions Clube (LC-11) CL Jovelino Venturim Filho (CaL Márcia) deverá fazer sua visita oficial aos três clubes cachoeirenses que se unirão numa fantástica assembléia conjunta na sede própria do Lions Clube Cachoeiro localizado no BNH, que foi o pioneiro de nossa cidade – Aquele dirigente leonístico é oriundo do Lions de Nova Venécia (ES). 03 # A sequência de shows alusivos ao 200º aniversario de emancipação do município de Itapemirim começa na próxima quinta-feira (3 de setembro), no Parque de Exposições “ Ayrton de Moreno”, com as apresentações da dupla Vitor & Léo e do cantor Fabrycio Venturini. - Na sexta (4) subirão ao palco Munhoz & Mariano e Wander Leal.


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CARTÓRIO DE PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS - 2ª ZONA ROGÉRIO LUGON VALLADÃO - Rua Costa Pereira, Nº 90, Centro, Cachoeiro de Itapemirim, CEP: 29300-090. Tel: 3521-6720

EDITAL DE INTIMAÇÃO

Acham-se nesta Serventia, à Rua Costa Pereira Nº 90, Centro, nesta cidade de Cachoeiro de Itapemirim-ES, para serem protestados, títulos de responsabilidade das seguintes pessoas: AQUARIUS MINERADORA LTDA CPF/CNPJ: 07.576.055/0001-93 CAROL DOCES E SALGADOS LTDA - ME CPF/CNPJ: 04.003.229/0001-30 EMERSON LEITE RIBEIRO CPF/CNPJ: 034.864.177-03 F.DE ASSIS FREIRE ALVES ME CPF/CNPJ: 14.231.386/0001-57 JOSE JORGE GAZONI CPF/CNPJ: 752.307.397-20 JOSE RODOLPHO PERES AMORIM CPF/CNPJ: 163.442.547-26 LUCIANO ELVAS RAMOS CPF/CNPJ: 22.069.121/0001-22 MAGDA GEAQUINTO ESTELITA HERKENHOFF CPF/CNPJ: 915.632.917-20 MARCELO GAVA TAVARES CPF/CNPJ: 172.310.527-97 MARMORARIA BARRA DE ITAOCA LTDA EPP CPF/CNPJ: 04.287.994/0002-00 MINERACAO ZANQUETTO LTDA CPF/CNPJ: 39.642.590/0001-91 ROGERIO ALBIANE MANGEFESTE CPF/CNPJ: 952.076.007-53 V G SOUZA ME CPF/CNPJ: 15.447.784/0001-78

Por não ter sido possível encontrá-las, intimo-as, na forma do art. 15,§ 1º, da lei 9492/97, para os devidos fins de direito. Não sendo os referidos títulos pagos até o fim do expediente do próximo dia útil, notifico-as do protesto. CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, 28 de Agosto de 2015 Rogério Lugon Valladão - Tabelião Horário de pagamento: De 9:00h às 18:00h.

COMUNICADO COMERCIAL PESSINE MATERIAL CONSTRUÇÃO LTDA EPP, torna público que OBTEVE do IEMA através do processo nº 5/2015, para atividade Aterro Industrial Classe II para lama do Beneficiamento de rochas ornamentais (LBRO), na localidade de estrada São Joaquim - s/nº - Zona Rural - São Joaquim, Município de Cachoeiro de Itapemirim-ES.


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classificados

COMUNICADO METALÚRGICA GIOM LTDA, CNPJ Nº 13.448.671/0001-61, torna público que REQUEREU da Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SEMMA a Licença de Operação (LO), por meio do protocolo nº 16294/2014 para a atividade 04.01 - fabricação de contrato e afins, não incluindo cimento, localizada na Rua 03, Distrito Industrial São Joaquim , s/ nº, Cachoeiro de Itapemirim-ES.

O Município de Cachoeiro de Itapemirim-ES, através da Comissão Permanente de Licitação do Fundo Municipal de Saúde, torna pública a retificação II do certame licitatório, conforme segue: Pregão Presencial nº. 36/2015 Objeto: Aquisição de Equipamentos e Utensílios Médicos, Odontológicos, Laboratoriais e Hospitalares, passando a abertura para o dia: 14/09/2015 às 08:30h. Local: Rua Fernando de Abreu, S/N, Bairro Ferroviários (antiga Cruz Vermelha) Cachoeiro de Itapemirim. O Edital completo e as retificações à disposição na Sede da Comissão Permanente de Licitação e na home page: www.cachoeiro.es.gov.br. Cach. de Itapemirim/ES, 27 de Agosto de 2015. Odair José Pin Pregoeiro

AVISO DE PREGÃO 09/2015 PREGÃO nº 09/2015 OBJETO: AQUISIÇÃO DE CADEIRAS DE PLÁSTICO SEM BRAÇO DIA: 15/09/2015 HORA: 10:00 horas Credenciamento: Dia: 15/09/2015 das 09h às 10:00hs Local: Rua Barão de Itapemirim, nº 05, Centro, Cachoeiro de Itapemirim. O Edital poderá ser obtido na Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim/ES, de segunda a sexta-feira, das 07h00 as 13h00, na Rua Barão de Itapemirim, nº 05, Centro, Cachoeiro de Itapemirim, ou no SITE: www.cmci. es.gov.br. Cachoeiro de Itapemirim, 27 de Agosto de 2015 ROSA DE LIMA CANSOLI HEMERLY PREGOEIRA OFICIAL

ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

O Instituto de Previdência do Município de Cachoeiro de Itapemirim-ES, através da Comissão de Licitação, torna público a realização do certame licitatório, conforme segue: Tomada de Preços nº. 001/2015 Objeto: Contratação de Empresa ou Profissional para Elaboração de Projeto de Reforma e Adaptações, incluindo Planilha Orçamentária (planilha de quantitativos, memória de cálculo, composição de custos, cronograma físico financeiro e cotações) no Imóvel que sediará o Instituto de Previdência do Município de Cachoeiro de Itapemirim-ES. Dia: 15/09/2015 - Hora: 09:00horas. Local: Rua Rui Barbosa, nº16, 401/402, Ed. Santa Cecília, Centro, Cachoeiro de Itapemirim. O Edital completo à disposição na Sede do Instituto de Previdência do Município de Cachoeiro de Itapemirim e na home page: www.ipaci.es.gov.br. Cachoeiro de Itapemirim/ES, 27/08/2015. Beatriz de Oliveira Brandão Lopes. Presidente da Comissão

COMUNICADO J. BONINI RIBEIRO ME, CNPJ Nº 15.415.187/0001-61, torna público que REQUEREU da Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SEMMA a Licença de Operação (LO), por meio do protocolo nº 28777/2013 para a atividade (05.10)Reparação, retífica ou manutenção de máquinas, aparelhos e equipamentos industriais e mecânicos diversos, inclusive motores automotivos, com ou sem pintura por aspersão, incluindo oficinas mecânicas, localizada na Rua José Vianna de Moraes, nº 41, Alto Monte Cristo – Cachoeiro de Itapemirim-ES.

CÂMARA MUNICIPAL DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM ESTADO DO ESPÍRITO SANTO EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 01/2015 O Presidente da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim, Estado do Espírito Santo, vereador Júlio César Ferrare Cecotti, no uso de suas atribuições: C O N V O C A a população e entidades civis e de classe do Município de Cachoeiro de Itapemirim, para a realização de A U D I Ê N C I A P Ú B L I C A que será realizada pela Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim-ES, nos dias 16 e 23 de setembro de 2015, quarta-feira, às 18h30m, no Plenário da Câmara Municipal, para conhecimento e eventuais debates dos seguintes Projetos de Lei: Projeto de Lei nº 132/2015: Dispõe sobre os serviços e licenciamento ambiental, de fiscalização ambiental, e as infrações e penalidades; Projeto de Lei nº 133/2015: Dispõe sobre a instituição das taxas devidas para o licenciamento ambiental de empreendimentos, atividades e/ou serviços considerados efetiva ou potencialmente poluidores e/ou degradadores do meio ambiente e outros serviços afins no município de Cachoeiro de Itapemirim; Projeto de Lei nº 136/2015: Criação da zona urbana do Distrito da Gruta; Projeto de Lei nº 137/2015: Nova estrutura, limite, memorial descritivo dos bairros da área urbana do Distrito de Conduru; Projeto de Lei nº 138/2015: Define limites interdistritais (alteração do artigo 1º da Lei Municipal nº 6.048/2007); Projeto de Lei nº 139/2015: Dispõe sobre memorial descritivo das divisas das localidades distritais de Município de Cachoeiro de Itapemirim; Projeto de Lei nº 140/2015: Cria o Plano Rodoviário Municipal Rural.

Cachoeiro de Itapemirim/ES, 25 de setembro de 2015. Júlio César Ferrari Cecotti Presidente

Carlos Renato Lino Vice-Presidente

Rodrigo Pereira Costa Primeiro Secretário

Lucas Moulas Segundo Secretário

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MARATAÍZES

ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

geral

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Educandário recebeu obras em parceria da força armada com a prefeitura

Marinha entrega escola reformada Divulgação/PMM

A escola municipal “Antônio Hautequest Filho”, em Alto Lagoa do Siri, Marataízes, foi entregue ontem, após reforma. A obra foi feita em parceria da Prefeitura com a Marinha do Brasil, por meio Centro de Instrução “Almirante Sylvio de Camargo”. “É um dia especial para a educação, para essas crianças e para o Município. Reformar uma escola é dar uma motivação a mais para os funcionários e alunos”

destacou o prefeito em exercício Robertino Batista da Silva, o Tininho (PT) que agradeceu à Marinha pela parceria e dedicação dos profissionais que atuaram na obra. A parte externa e interna da escola receberam pinturas, e reparos que precisavam. As três salas ganharam lousas brancas, deixando os antigos quadros de giz no passado. Além das salas, a reforma foi feita no refeitório, banheiros

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e no pátio do colégio. A escola recebeu da Marinha do Brasil um computador, uma impressora, um aparelho de som e um freezer. Atualmente, a escola atende 36 alunos do pré ao 5º ano. Com a reforma, esses meninos e meninas terão um local mais digno para estudar. “Fiquei muito feliz com a reforma. Certamente vai fazer a diferença na educação da minha filha e de

outras crianças que estudam aqui”, enfatizou Leila Evangelista, mãe de uma aluna do 1º ano. Há 40 anos a Marinha do Brasil realiza treinamentos na cidade, a Ação Cívico-Social (Aciso), é uma forma de agradecimento. “Não há forma melhor de agradecer do que investindo nas crianças e na educação”, afirmou o Contra Almirante Fuzileiro Naval César Lopes Loureiro.

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ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

informe

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Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do ES Sicoob Credirochas - CNPJ: 03.358.914/0001-17

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1º SEMESTRE DE 2015

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Associados, Submetemos a V.S.as as Demonstrações Contábeis do primeiro semestre de 2015 da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo – Sicoob Credirochas em milhares de reais, na forma da legislação em vigor. As demonstrações contábeis completas estão disponíveis no site Sicoob ES (www.sicoobes.com.br) 1) Política Operacional

Balanço Patrimonial Ativos Totais Centralização Financeira Carteira de Crédito Depósitos Patrimônio Líquido Patrimônio de Referencia (PR)

Em Milhares R$ Jan a Jan a Jun/2015 Jun/2014 299.494 218.033 69.625 35.368 218.565 175.317 221.591 164.626 56.060 41.976 52.055 38.192

% Var. 37,36 96,86 24,67 34,60 33,55 36,30

Em 2015, o Sicoob Credirochas completa 16 anos, mantendo a vocação de instituição financeira cooperativa muito atrativa para investimentos e para obtenção de crédito. A atuação junto aos Associados se dá pela captação de depósitos, pela concessão de empréstimos e pela prestação de serviços financeiros.

Os destaques para o crescimento da Cooperativa no primeiro semestre de 2015

2) Nosso Desempenho

Em 30 de junho de 2015 o saldo da carteira de crédito, atingiu R$ 218.565 mil, com crescimento de 24,67% em relação a 30 de junho de 2014.

2.1) Retornos

ROE/ROA Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio – anualizado Retorno sobre Ativo Médio - anualizado

% Jan a Jan a Jun/2015 Jun/2014

O saldo dos depósitos obtiveram um aumento de 34,60% considerando o mesmo período de 2014, atingindo no final do primeiro semestre de 2015 o montante de R$ 221.591 mil.

p.p Var.

16,47

10,40

6,07

2,88

1,91

0,97

O patrimônio líquido cresceu 33,55% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo assim o valor de R$ 56.060 mil. A inadimplência acima de 90 dias em 30/06/2015 é de 2,20% percentual dentro do limite aceitável no mercado.

2.2) Resultado

Demonstração do Resultado do Período

2.3.1) Carteira de crédito por produto e segregação de PF e PJ Em Milhares R$ Jan a Jan a Jun/2015 Jun/2014

%

14.669

11.411

28,55

Despesa de provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa

3.611

2.796

29,15

551

240

129,58

2.709 474

2.112 421

28,27 12,59

9.119

8.353

Resultado de Participações e outras receitas operacionais e resultado não operacional Imposto de Renda e Contribuição Social Sobra líquida

Cart.de Crédito Crédito Rural Empréstimos Títulos desc. Total

30/06/2015

30/06/2014

Variação Valor % Total PF PJ Total PF PJ Total total 10.095 0 10.095 4.061 0 4.061 6.034 148,58% 28.501 141.828 170.329 26.613 109.256 135.869 34.460 25,36% 1.296 48.059 49.355 1.222 34.032 35.254 14.101 40,00% 39.892 189.887 229.779 31.896 143.288 175.184 54.595 46,84%

3) Pessoas

Os balanços da Cooperativa são auditados por auditores externos, que emitem relatórios conclusivos os quais são levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria sendo emitidos pareceres para conhecimento da Assembleia Geral. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe tal competência, além da autorização de funcionamento. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa utiliza várias ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito é adotado o Manual de Crédito, desenvolvido, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação, homologado pelo Sicoob Central ES, aprovado e instituído pelo Conselho de Administração da Cooperativa. Além do Estatuto Social, são seguidos regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regulamento do Conselho de Administração, o Regulamento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral e o Código de Ética. A cooperativa ainda adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de carreira que contempla a remuneração adequada, a segregação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos Associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 6) Conselho Fiscal Eleito na Assembleia Geral Ordinária, com mandato de 3 anos, é um órgão independente da administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática, como representante dos interesses dos associados, os atos da administração, as atividades e operações da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. 7) Código de Ética

9,17

Contávamos com 92 colaboradores no final do primeiro semestre de 2015, A remuneração fixa dos nossos colaboradores, somada aos seus encargos e benefícios totalizaram R$ 4.354 mil no primeiro semestre do ano.

Todos os integrantes da equipe do Sicoob ES aderiram, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob – Sicoob Confederação. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso.

4) Política de Crédito

8) Sistema de Ouvidoria

A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados. A Cooperativa realiza também todas as consultas cadastrais e faz a avaliação do associado por meio do Rating (avaliação por pontos), buscando, assim, garantir ao máximo a liquidez das operações.

O Sicoob ES conforme previsto na Resolução 3.849 de 25/03/2010 o Conselho Monetário Nacional trabalha com sistema de ouvidoria centralizado e estrutura compartilhada com o Bancoob.

76

73

4,11

289

76

280,26

91 7.945

75 3.962

21,33 100,53

Contribuíram para a evolução do Sobra do primeiro semestre de 2015: Receitas de prestação de serviços e de tarifas bancárias: aumento de 28,27%, o resultado da intermediação financeira cresceu 28,55%, a receita com recuperação de prejuízo cresceu 129,58% e a receitas com ato não Cooperativo aumentou 12,59% em relação ao mesmo período de 2014. Quanto as despesas, houve controle da despesa com pessoal e administrativas havendo um aumento aceitável de 9,17% em relação ao mesmo período de 2014. A relação entre as receitas de prestação de serviços e de tarifas bancárias frente as despesas de pessoal, outras despesas administrativas e operacionais foi de 29,71%, 4,43 pontos percentuais acima do alcançado no primeiro semestre de 2014. A Sobra líquida teve um crescimento significativo de 100,53% em relação ao mesmo período de 2014. 2.3) Dados Patrimoniais

Em Milhares R$

Var.

Resultado da intermediação Financeira antes dos Créditos de Liquidação Duvidosa

Receita de recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo Receitas de Prestação de Serviços e de Tarifas Receitas com Ato Não Cooperativo Despesas com Pessoal, Outras Despesas Administrativas e Operacionais Despesas Tributarias

O total de ativos atingiu R$ 299.494 mil ao final de junho de 2015, com crescimento de 37,36% em relação ao mesmo período do ano anterior.

centralizou esse serviço adotando padrão de qualidade e atuação compatível com a realidade de nossas atividades, sistemas, produtos e serviços. Integra ainda a área de fiscalização a auditoria interna realizada periodicamente por auditor do Sicoob Central ES cuja metodologia e procedimentos aplicados seguem as políticas e manuais aprovados no sistema.

É adotada ainda a política de classificação de risco de crédito da carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Resolução CMN nº 2.682. No primeiro semestre de 2015, houve uma concentração de 92,61% nos níveis de risco “AA” a “C”. 5) Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos cooperados definir e assegurar a execução e fortalecimento dos princípios e objetivos da Cooperativa, contribuindo para a sua continuidade. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara segregação de funções. Cabem ao Conselho de Administração, órgão superior da administração da cooperativa eleito pelos Associados, as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia.

No primeiro semestre de 2015, a Ouvidoria da Cooperativa registrou 13 demandas sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos por esta cooperativa. Dessas demandas 09 foram classificadas procedentes e 04 foram classificadas improcedentes, todas resolvidas antes do prazo legal estabelecido, que é de (quinze) dias, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. 9) Agradecimentos Agradecemos aos nossos colaboradores, pelo empenho e talento que nos permitem obter resultados consistentes, e aos nossos associados pela preferência e pela confiança depositada em nossa Cooperativa de crédito e na nossa Administração.

A cooperativa é monitorada periodicamente quanto à efetivação dos controles internos. Tal monitoramento é realizado pelo Sicoob Central ES que a partir de janeiro de 2011,

Cachoeiro de Itapemirim – ES, 23 de Julho de 2015. Conselho de Administração.

BALANÇO PATRIMONIAL EM 30/06/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS) ATIVO Circulante Disponibilidades Títulos e Valores Mobiliários Carteira Própria Relações Interfinanceiras Correspondente no País Centralização Financeira - Cooperativas Operações de Crédito Empréstimos e Títulos Descontados Financiamentos Rurais e Agroindustriais (-) Provisão para Operações de Crédito Outros Créditos Rendas a Receber Diversos Outros Valores e Bens Outros Valores e Bens (-) Provisão para Desvalorizações Despesas Antecipadas Não Circulante Realizável a Longo Prazo Títulos e Valores Mobiliários Carteira Própria Operações de Crédito Empréstimos e Títulos Descontados Financiamentos Rurais e Agroindustriais Outros Créditos Diversos Permanente Investimentos Participação em Cooperativas Imobilizado de Uso Outras Imobilizações de Uso (-) Depreciações Acumuladas Intangível Ativos intangíveis (-) Amortização Acumulada Diferido Gastos de Organização e Expansão (-) Depreciações Acumuladas TOTAL

Nota 3.c) 4 5 3.c) 6 6.e) 7 8

4 6 7.a) 9 10 11 12

30/06/2015 199.926 3.214 18 18 69.626 1 69.625 124.280 131.009 2.814 (9.543) 1.383 897 486 1.405 1.493 (165) 77 99.568 89.254 3.465 3.465 84.742 77.461 7.281 1.047 1.047 10.314 7.234 7.234 2.867 6.299 (3.432) 202 582 (380) 11 83 (72) 299.494

30/06/2014 137.186 2.847 35.375 7 35.368 97.922 104.300 873 (7.251) 867 423 444 175 82 93 80.847 72.353 1.409 1.409 70.144 66.956 3.188 800 800 8.494 5.430 5.430 2.178 3.460 (1.282) 218 504 (286) 668 1.950 (1.282) 218.033

PASSIVO Circulante Depósitos

Nota 13

Depósito à Vista Depósito Sob Aviso Depósito a Prazo Relações Interdependências Recursos em Trânsito de Terceiros Transferência Internas de Recursos Obrigações Por Empréstimos e Repasses

14

Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações

30/06/2015 232.700

30/06/2014 170.700

221.591

164.626

34.368

29.888

4.310

4.368

182.913

130.370

662

22

662

-

-

22

5.138

1.603

5.138

1.603

5.309

4.449

Cob. e Arrec. de Trib. e Assemelhados

15.2

43

27

Sociais e Estatutárias

15.1

1.126

850

Fiscais e Previdenciárias

15.2

387

317

Diversas

15.2

3.753

3.255

Não Circulante Exigível a Longo Prazo Obrigações Por Empréstimos e Repasses

14

Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações

15.2.g)

Diversas Patrimônio Líquido Capital Social De Dominiliados no País (-) Capital a Realizar Reserva de Sobras Sobras Acumuladas TOTAL

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

17

10.734

5.357

10.734

5.357

9.780

4.421

9.780

4.421

954

936

954

936

56.060

41.976

34.395

27.294

34.448

27.346

(53)

(52)

13.720

10.720

7.945

3.962

299.494

218.033


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ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

1º SEMESTRE DE 2015

DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS

NOTAS EXPLICATIVAS EM 30/06/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS)

EM 30/06/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS)

30/06 2015 25.253 25.055 198 (14.195) (10.192) (392) (3.611) 11.058 (2.618) 1.302 1.407 (4.354) (4.459) (76) 3.383 485 (306) 8.440 (196) 8.244 (91) (208) 7.945

Nota

13.a) 14.a)

19 20 21

30/06 2014 17.866 17.826 40 (9.251) (6.328) (127) (2.796) 8.615 (4.545) 1.091 1.021 (4.169) (3.892) (73) 1.660 109 (292) 4.070 (33) 4.037 (75) 3.962

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

EM 30/06/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS)

Capital

Saldos em 31/12/13 Dest.de Sobras Exercício Anterior: Ao Capital Cotas Capital à Pagar - Ex-associados Movimentações de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Aumento de Reservas Sobras ou Perdas Líquidas Saldos em 30/06/14 Saldos em 31/12/14 Dest. de Sobras Exercício Anterior: Ao Capital Cotas Capital à Pagar - Ex-associados Movimentações de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Estorno de Capital Aumento de Reservas Sobras ou Perdas Líquidas Saldos em 30/06/2015

Capital Subscrito 23.821

Capital a Realizar (30)

Reserva Legal

Sobras ou Perdas Acum.

Totais

3.621

38.082

10.670

3.618

(3.618) (3)

423 (516)

(22)

27.346 29.549

(52) (48)

50

3.962 3.962 5.075

10.720 13.683

5.053 457 (610) (1) 34.448

(5.053) (22) (5) 37 (53)

7.945 7.945

13.720

(3) 401 (516) 50 3.962 41.976 48.259 (22) 452 (610) (1) 37 7.945 56.060

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EM 30/06/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS)

DESCRIÇÃO

30/06/2015

Atividades Operacionais Sobras/Perdas do Exercício Antes da Tributação e Participações IRPJ / CSLL Participações nos Resultados de Empregados Depreciações e Amortizações Provisão para perda com operações de crédito Resultado das baixas por obsolescencia do Ativo Imobilizado Resultado da venda de Ativo Imobilizado Aumento (redução) em ativos operacionais Títulos e Valores Mobiliários Relações Interfinanceiras Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Aumento (redução) em passivos operacionais Depósitos a Vista Depósitos sob Aviso Depósitos a Prazo Outras Obrigações Relações Interfinanceiras Obrigações por Empréstimos e Repasses Relações Interdependências Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Alienação de Investimento Alienação de Imobilizações de Uso Aplicação no Intangível Aplicação no Diferido Inversões em Imobilizado de Uso Inversões em Investimentos Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos Atividades de Financiamentos Aumento por novos aportes de Capital Devolução de Capital à Cooperados Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar Aumento de Reservas Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades Modificações em Disponibilidades Líquida No Ínicio do Período No Fim do Período Variação Líquida das Disponibilidades

30/06/2014

8.244 (91) (208) 578 3.611 1 (16) 12.119

4.037 (75) 428 2.796 6 (11) 7.181

(276) (1) (21.642) (395) (485)

(944) (7) (16.933) (230) 13

2.408 (14) 42.325 (9.632) (4) 4.827 662 29.892

(522) 89 20.356 (7.566) (8) 3.236 13 4.678

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

1. Contexto operacional A Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo - SICOOB CREDIROCHAS, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 12/04/1999, filiada à Cooperativa Central de Crédito do Espírito Santos – SICOOB CENTRAL ES e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB - SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução 3.859/10 do Conselho Monetário Nacional, que dispões sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. O SICOOB CREDIROCHAS com sede em Cachoeiro de Itapemirim possui Posto de Atendimento Cooperativo - PAC nos bairros: Novo Parque e Aeroporto do mesmo município, Atílio Vivacqua e no Estado do Rio de Janeiro em Barra Mansa, Volta Redonda nos bairros: Aterrado e Retiro. O SICOOB CREDIROCHAS tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade:

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Eventos

13

Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do ES Sicoob Credirochas - CNPJ: 03.358.914/0001-17

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Ingressos da Intermediação Financeira Operações de Crédito Resultado de Operações com Tít. e Valores Mobil. e Instr. Financeiros Dispêndios da Intermediação Financeira Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses Provisão para Operações de Créditos Resultado Bruto Intermediação Financeira Outros Ingressos/Rec. (Dispêndios/Desp.) Operacionais Receitas (Ingressos) de Prestação de Serviços Rendas (Ingresos) de Tarifas Dispêndios/Despesas de Pessoal Outras Dispêndios/Despesas Administrativas Dispêndios/Despesas Tributárias Ingressos de Depósitos Intercooperativos Outros Ingressos/Rendas Operacionais Outros Dispêndios/Despesas Operacionais Resultado Operacional Resultado Não Operacional Resultado Antes da Tributação e Participações Imposto de Renda e Contribuição Social Participações nos Resultados de Empregados Sobras / Perdas Líquidas

informe

16 (28)

(17) (236) (1.139) (1.392)

(639) (418) (1.069)

452 (610) (22) 37 (143) 28.357

401 (516) (3) 50 (68) 3.541

44.482 72.839 28.357

34.674 38.215 3.541

(i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. 2. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, considerando as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, tendo sido aprovadas pela administração em 15 de julho de 2015. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, algumas normas e suas interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais são aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) - Resolução CMN nº4.144/12; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/08; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/11; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/11; e CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/09. 3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais,

são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valore e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem:

Caixa/numerário em trânsito e depósitos bancários Relações interfinanceiras – centralização financeira Total

30/06 30/06 2015 2014 3.214 2.847 69.625 35.368 72.839 38.215

d) Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são avaliados pelo custo acrescido dos rendimentos ou valor de realização.

COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 5 anos. Conforme determinado pela Resolução nº 3.617/08 do CMN devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. k) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. O ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. l) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. m) Valor recuperável de ativos – impairment A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas.

A Circular CMN nº 3.068, que trata da classificação dos títulos e valores mobiliários com base em um conjunto de critérios para registro e avaliação da carteira de títulos, não se aplica às cooperativas de crédito.

Em 30 de junho de 2015 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros.

e) Operações de crédito

As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido, assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis.

As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. A apropriação dos juros é interrompida após vencidas há mais de 60 dias. As operações classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por 6 meses, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em conta de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. f) Provisão para operações de crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº 2.682/09 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (rico mínimo) a H (risco máximo). g) Depósitos em garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo.

n) Obrigações por empréstimos e repasses

o) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos. p) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. q) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas.

h) Investimentos

r) Obrigações legais

Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL ES, são avaliados pelo método de custo de aquisição.

São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, as quais a Cooperativa tem por diretriz.

i) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas na Nota 10, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. j) Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do

s) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. t) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). u) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por:


14

ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

informe

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Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do ES Sicoob Credirochas - CNPJ: 03.358.914/0001-17

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

1 º S E M E S T RE D E 2 0 1 5

NOTAS EXPLICATIVAS EM 30/06/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS) • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 30 de junho de 2015. 4. Títulos e valores mobiliários Em 30 de junho de 2015 e 2014, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários do SICOOB CREDIROCHAS estavam assim compostas: Descrição Tít. de Renda Fixa – Curto Prazo (a) Tít. de Renda Fixa – LongoPrazo (a) Total

30/06 30/06 2015 2014 18 3.465 1.409 3.483 1.409

(a) Os Títulos de Renda Fixa referem-se, substancialmente, a aplicações em Certificados de Depósitos Interbancários – CDI, no SICOOB CENTRAL ES, com remuneração de, aproximadamente, 100% do CDI. Tal recurso refere-se a operações que estão vinculadas ao Acordo de Compensação assinado entre a Cooperativa e o Bancoob com o objetivo de mitigação de risco de crédito, sendo seus vencimentos correspondente aos vencimentos dos contratos de repasse do crédito rural. 5. Relações interfinanceiras Em 30 de junho de 2015 e 2014, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas: Descrição Correspondentes no País Centralização Financeira – Cooperativas (a) Total

30/06 2015 1

30/06 2014 7

69.625

35.368

69.626

35.375

(a) Referem-se a centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa depositada junto ao SICOOB CENTRAL ES, conforme determinado no artigo 37 da Resolução CMN nº 3.859/10. 6. Operações de crédito a) Composição da carteira de crédito por modalidade: Modalidade Adiantamento a Depositante Cheque Especial / Conta Garantida Empréstimos Financiam. Títulos Descontados Financiamento Rural Repasses ( - ) Provisão p/ Perda com Op. de Crédito Total

30/06/2015 Não Circ. Circ. Total

30/06 2014

1.240

-

1.240

646

12.284

-

12.284

9.993

58.784 67.298 126.082 102.219 9.349 10.160 19.509 23.145 49.352

3

49.355

35.253

2.814

7.281

10.095

4.061

(9.543)

-

(9.543)

(7.251)

124.280 84.742 209.022 168.066

Em Outubro de 2014 ocorreu a implantação da nova Plataforma de Risco de Crédito – PRC que contém um conjunto de 14 (quatorze) metodologias para avaliação de risco de tomadores e do risco das operações de crédito, em consonância com o preconizado na Resolução CMN nº 2.682/99. Desde então, as cooperativas podem utilizar a PRC para subsidiar as suas decisões de crédito. A avaliação de risco das operações é feita com base em Estimação de Perdas (PE) e parte da combinação do risco do tomador (PD – Probabilidade de Descumprimento) com o componente de risco Perda Dado o Descumprimento (LGD, em inglês), que é definido em função das garantias vinculadas. Em 30/06/15, 56% do saldo devedor das operações de crédito já encontravam-se avaliados por essas novas metodologias. b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999: Adto. Nível / Percentual Emprést. Depos., Total Prov. Total Prov. Financ. de Risco / / Tít. Cheque Financ. 30/06 30/06 30/06 30/06 Rurais Situação Desc. * Especial 2015 2015 2014 2014 e CG AA Nor. 8.523 36 - 8.559 - 187 A 0,50% Nor. 72.554 758 8.158 4.093 85.563 428 49.280 246 B 1% Nor. 51.674 7.154 7.104 5.026 70.958 709 69.381 694 B 1% Venc. 2.536 2 249 - 2.787 28 545 5 C 3% Nor. 21.492 3.507 2.453 934 28.386 851 42.917 1.288 C 3% Venc. 5.543 48 557 - 6.148 184 1.664 50 D 10% Nor. 1.785 1.271 151 - 3.207 321 3.405 341 D 10% Venc. 3.968 25 145 - 4.138 414 1.421 142 E 30% Nor. 1.131 135 6 - 1.272 382 789 237 E 30% Venc. 630 14 150 - 794 238 1.125 338 F 50% Nor. 327 143 - 470 235 714 357 F 50% Venc. 592 43 191 - 826 413 376 188 G 70% Nor. 10 25 35 24 9 6 G 70% Venc. 224 4 125 - 353 247 482 337

H 100% Nor. 1.114 259 56 - 1.429 H 100% Venc. 3.333 137 128 42 3.640 Total Normal 158.610 13.252 17.964 10.053 199.879 Total Vencido 16.826 273 1.545 42 18.686 Total Geral 175.436 13.525 19.509 10.095 218.565 Provisões (7.890) (865) (647) (141) (9.543) Total Líquido 167.546 12.660 18.862 9.954 209.022 * Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas.

1.429 397 3.640 2.625 4.379 167.079 5.164 8.238 9.543 175.317 (7.251) 168.066

397 2.625 3.566 3.685 7.251

c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento: Descrição

Empréstimos Títulos 45.430 3.922 3 49.355 Descontados Financiamentos 2.740 6.609 10.160 19.509 Credito Rural 581 2.233 7.281 10.095 Total 71.666 48.632 84.742 205.040

30/06 % da 2015 carteira 22.901 11,17 37.285 18,18 102.249 49,87 90 0,04 38.107 18,59 4.408 2,15 205.040 100

e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito:

Saldo Inicial Constituições/Reversões no Exercício Transferência para Prejuízo no Exercício Total

30/06 2015 7.353

30/06 2014 4.918

3.610

3.025

(1.420)

(692)

9.543

7.251

f) Concentração dos Principais Devedores: 30/06 % Cart. 30/06 % Cart. 2015 Total 2014 Total Maior Devedor 5.361 2,45 3.181 1,75 10 Maiores Dev. 28.821 13,19 22.146 12,20 50 Maiores Dev. 79.373 36,32 69.956 38,52 Descrição

g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo: Descrição Saldo início do exercício Valor das operações transferidas no período Valor das operações recuperadas no período Valor dos descontos concedidos nas operações recuperadas Valor dos juros recebidos nas operações recuperadas Total

30/06 2015 6.848

30/06 2014 5.926

1.420

692

(560)

(226)

10

6

(87)

(131)

7.631

6.267

h) Receitas de Operações de Crédito: Descrição Empréstimos e títulos descontados Financiamentos Financ. rurais e agroindustriais Sub-Total Recuperação de créditos baixados como prejuízo Total

30/06 2015

30/06 2014

22.035

15.142

1.905

2.010

212

56

24.152

17.208

550

220

24.702

17.428

7. Outros créditos Valores referentes as importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no País, conforme demonstrado: Descrição Rendas a Receber Serviços Prestados a Receber Outras Rendas a Receber Diversos Adiant. e Antecipações Salariais Adiant. para Pag. de Nossa Conta Adiantamentos por Conta de Imobilizações Devedores por Compra de Valores e Bens Devedores por Depósitos em Garantia (a) Impostos e Contrib. a Compensar Pagamentos a Ressarcir Títulos e Créditos a Receber Devedores Diversos – País Total

30/06 30/06 2015 2014 897 423 135 28 762 395 1.533 1.244 175 152 11 20

Outros Valores e Bens Bens Não de Uso Próprio Provisão para Desvalorização Despesas Antecipadas Total

30/06 2015 1.328 1.493 (165) 77 1.405

30/0 2014 82 82 93 175

9. Investimentos

d) Composição da carteira de crédito por tipo de atividade econômica:

Descrição

Descrição

Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, referentes a prêmios de seguros e licença de software.

Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.

Descrição

tos a prazo recebem encargos financeiros contratados.

Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor referente a bens recebidos como dação em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção.

91 a Acima Total Até 90 De360 de 360 22.915 35.868 67.298 126.081

Setor Privado – Comércio Setor Privado – Indústria Setor Privado – Serviços Setor Privado - Agropecuária Pessoa Física Outros Total

8. Outros valores e bens

-

13

16

1.047

800

82 3 18 15 105 89 62 169 2.430 1.667

(a) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: PIS sobre Atos Cooperativos (R$ 131), COFINS sobre Atos Cooperativos (R$ 706) e outros (R$210).

O saldo é representado por aportes de capital efetuados pelo SICOOB CENTRAL ES e aquisição de ações do BANCOOB, conforme demonstrado: Descrição Coop. Central de Crédito do ES Banco Cooperativo do Brasil S.A. – BANCOOB TOTAL

30/06 30/06 2015 2014 4.837 3.859 2.397 1.571 7.234 5.430

10. Imobilizado de uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição Instalações (a) Móveis e Equipamentos Sist. de Proces. de Dados Sistemas de Comunicação Sistemas de Segurança Sistemas de Transporte Imobilizações em curso TOTAL Depreciação acumulada TOTAL

Taxa Depr. 10% 10% 20% 10% 10% 20% *

30/06 30/06 2015 2014 3.311 352 1.003 885 1.153 1.036 88 87 252 231 279 195 213 674 6.299 3.460 (3.432) (1.282) 2.867 2.178

(*) As imobilizações em curso foram alocadas em grupo específico após a conclusão das obras e efetivo uso, quando passaram a ser depreciadas. a) A variação nesse grupo refere-se a reclassificação dos valores registros no grupo de benfeitorias do diferido, em atendimento resolução 3.617/2008. 11. Intangível Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares. Descrição Direito de Uso (a) Fundo de Comércio Direitos Folha de Pagamento Adquirido(b) TOTAL Amortização acumulada TOTAL

Taxa 30/06 30/06 Amort. 2015 2014 10% 312 274 20% 230 230 40

-

582 504 (380) (286) 202 218

(a) O valor registrado na rubrica “Direito de Uso”, refere-se a 07 licenças de uso do Sistema de Informática do Sicoob - SISBR, adquirida da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação. A Central cedeu exclusivamente às suas filiadas (cooperativas singulares associadas), devidamente autorizado pelo Sicoob Confederação, com prazo de até 31 de maio de 2019, o direito de uso do SISBR, e a licenças da Microsoft Office Home and Business. (b) O valor registrado na rubrica “Fundo de Comércio” refere-se a pagamento efetuado a empresa onde encontra-se instalada a Agência sede e Unidade Administrativa da Cooperativa, para transferência do contrato de aluguel do imóvel. 12. Diferido Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, substancialmente, instalações e reforma de PAs. Taxa 30/06 30/06 Amort. 2015 2014 Benfeitorias (a) 20% 27 1.638 Gastos Pré-Operacionais 20% 255 Instalação e Adaptação 10% 56 57 de Dependências TOTAL 83 1.950 Amortização acumulada (72) (1.282) TOTAL 11 668 Descrição

b) Os valores classificados nesse grupo foram reclassificados para instalações em atendimento à resolução 3.617/2008. 13. Depósitos Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósi-

Descr. Dep. à vista Dep. Sob Aviso Dep. a prazo Total

30/06 2014

30/06/2015 Sem Venc.

Até 90

34.368

-

-

-

4.310

De 91 Acima a 360 360

15.2 Diversas

Total

Total

-

34.368

29.888

-

-

4.310

4.368

182.912

1

-

182.913 130.370

34.368 187.222

1

-

221.591 164.626

Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), constituído conforme Resoluções CMN n° 4.150/12 e 4.284/13. Este fundo tem como instituições associadas as cooperativas singulares de crédito e os bancos cooperativos integrantes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Este fundo tem por objeto prestar garantia de créditos nos casos de decretação de intervenção ou de liquidação extrajudicial de instituição associada. A contribuição mensal ordinária das instituições associadas ao Fundo é de 0,0125% dos saldos das obrigações garantidas, que abrangem as mesmas modalidades protegidas pelo Fundo Garantidor de Crédito dos bancos, o FGC, que considera, os depósitos à vista e a prazo, as letras de crédito do agronegócio, de acordo com a Resolução CMN nº 4.150/12. Foi instituído no Sicoob Central ES o FGF – Fundo de Garantia e Fomento do Sicoob Espírito Santo, que objetiva fortalecer as cooperativas filiadas ao Sicoob Central ES, disponibilizando recursos para: a cobertura adicional nos termos do FGCoop até o limite de R$ 100 (cem mil) por CPF/CNPJ; expansão dos negócios pela abertura e modernização de pontos de atendimento e incorporação, fusão ou liquidação judicial ou extrajudicial de cooperativas filiadas. Em 31.12.2014 o Sicoob Credirochas realizou um aporte de R$ 1.482 (um milhão, quatrocentos e oitenta e dois mil). a) Despesas com Operações de Captação de Mercado: Descrição Depósitos Sob Aviso Depósitos a Prazo Contribuição ao FGCoop Total

30/06 2015 247 9.794 151 10.192

30/06 2014 209 6.058 61 6.328

14. Relações Interfinanceiras/ Obrigações por empréstimos e repasses São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto ao Banco Cooperativo do Brasil S.A – Bancoob e Sicoob Central ES para repasse aos associados em diversas modalidades (art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/2010) e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. 30/06/2015 Instituições Taxa Venc. Circ. Não Circ. Até 1 Acima de ano 1 ano BANCOOB Div. Div. 218 9.382 Sicoob Div. Div. 4.920 398 Central ES Total 5.138 9.780

30/06 2014 4.523 1.501 6.024

a) Resultado das Relações Interfinanceiras / Obrigações por Empréstimos e Repasses: Descrição BANCOOB Sicoob Central ES Total

30/06 2015 204 188 392

30/06 2014 54 73 127

15. Outras Obrigações 15.1 Sociais e Estatutárias Descrição

30/06 30/06 2015 2014

FATES - Fundo de Assist.Técnica, 641 Educacional e Social (a) Cotas de capital a pagar (b) 134 Gratificações (c) 138 Provisão para Participações nos 213 Resultados – empregados (d) Total 1.126

previsto para 28/02/2016 no montante de R$ 213 mil (duzentos e treze mil), a título de participação dos empregados nos resultados do exercício de 2015.

463 174 213 850

(a) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não-cooperados e 5% das sobras líquidas do exercício, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em conta de passivo segue determinação do plano de contas do COSIF. (b) Refere-se a cotas de capital a devolver de associados desligados. (c) Refere-se a bônus de produtividade vinculado a metas. (d) Consubstanciada pela Lei 10.101/00, e acordo coletivo, a cooperativa constituiu provisão, com pagamento

Descrição Cheques administrativos (a) Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas (b) Credores Diversos – País Cheques Descontados (c) Liquidação Cobrança (d) Obrigações por Prestação de Serviço de Pagamento (e) Outras (f) Provisão para Passivos Contingentes (g) Total

30/06 30/06 2015 2014 8 222 696 642 350

292

193 289 1.608 1.351 411 483

446

434

357

954

936

5.137 4.535

(a) Refere-se a cheques emitidos pela Cooperativa contra o próprio caixa da instituição, porém não compensados até a data-base de 30/06/2015. (b) Refere-se a provisão para pagamento de despesas com: alugueis R$ 59 mil, custodia de valores e bens R$ 5 mil, comunicações R$ 28 mil, segurança e vigilância R$ 24 mil, manutenção e conservação de bens R$ 5 mil, transporte R$ 15 mil, seguro R$ 85 mil, plano de saúde R$ 3 mil, compensação R$ 77 mil, seguros a recolher R$ 2 mil, despesas com cartões R$ 29 mil, outras R$ 18 mil. (c) Refere-se a cheques depositados relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até a data-base de 30/06/2015. (d) Refere-se a cobranças liquidadas, não repassadas aos associados até a data-base de 30/06/2015. (e) Refere-se aos convênios de folhas de pagamento com empresas associadas. (f) Maior representatividade refere-se ao grupo impostos e contribuições a recolher, com destaque para o impostos e contribuições sobre o lucro R$ 91 mil, impostos e contribuições incidentes sobre a folha de pagamento R$ 216 mil e impostos e contribuições sobre serviços de terceiros R$ 49 mil. (g) Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a Cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes provisões: 30/06/2015 30/06/2014 Prov. p/ Dep. Prov. p/ Dep. conting. judic. conting. judic. PIS (a) 131 131 125 125 COFINS (a) 706 706 673 673 Outras contin. (b) 117 210 138 2 Total 954 1.047 936 800 Descrição

a) PIS e COFINS - quando do advento da lei no. 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Conseqüentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a dezembro de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Devedores por depósitos em garantia. b) Refere-se a processos de danos morais em curso. Movimentação das provisões para riscos e contingências: Descrição Saldo em 31/12/2013 Provisões feitas durante o semestre Provisões utilizadas durante o semestre Saldo em 30/06/2014 Saldo em 31/12/2014 Provisões feitas durante o semestre Provisões revertidas Prov. utilizadas durante o semestre (a) Saldo em 30/06/2015

PIS / Outras COFINS Conting. 780 133 18

10

Total 913 28

-

(5)

(5)

798 817

138 63

936 880

20

71

91

-

(2)

(2)

-

(15)

(15)

837

117

954

(a) Depósitos judiciais convertidos em pagamento definitivo, pelo desfecho desfavorável do pedido. 16. Instrumentos financeiros O SICOOB CREDIROCHAS opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, títulos e valores mobiliários, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos. 17. Patrimônio líquido a) Capital Social


(28) 3511-7481

www.jornalfato.com.br facebook.com/espiritosanto.defato

ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

informe

15

Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do ES Sicoob Credirochas - CNPJ: 03.358.914/0001-17

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

1 º S E M E S T RE D E 2 0 1 5

NOTAS EXPLICATIVAS EM 30/06/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS) O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes. b) Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 35%, utilizada para a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do Bacen, através da Carta Circular 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES, é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei 5.764/71. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 20 de março de 2015, os cooperados deliberaram pelo aumento do Capital social com as sobras do exercício findo em 31 de dezembro de 2014, no valor de R$ 5.075 mil (cinco milhões, setenta e cinco mil). 18. Resultado de atos não cooperativos O resultado de atos não cooperativos tem a seguinte composição: Descrição Receita de prestação de serviços Desp. espec. de atos não cooperativos Despesas apropriadas na proporção das receitas de atos não cooperativos Resultado não operacional Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e Contrib.Social Resultado de atos não cooperativos (lucro líquido)

30/06 30/06 2015 2014 508 421 (55) (44) (133) (126) (196)

(33)

124

218

(91)

(75)

33

143

19. Outros ingressos/rendas operacionais Descrição Recuperação de despesas diversas (a) Reversão de provisões operacionais de contingências Rendas juros cartão de crédito Rendas multas por atraso - cartão de crédito Dividendos (b) Rendas interc. - cartão de crédito Rendas interc. - cartão de débito Rendas de Repasse Delcredere Total

30/06 30/06 2015 2014 36

28

17

5

97

-

38

-

202 26 9 60 485

51 25 109

a) A maior representatividade dessa conta refere-se a utilização do saldo de reserva de cancelados da previdência privada no valor de R$ 19 mil e as reversão de administrativas no valor de R$ 10 mil. b) Referente ao valor da distribuição de sobras do Sicoob Central ES no montante de R$ 11 mil e recebimento de dividendos do Bancoob no valor de R$ 191 mil. 20. Outros dispêndios/despesas operacionais Descrição Desc.concedidos - op.de crédito Contribuição ao fundo garantidor de depósitos Cancelamento - tarifas pendentes Bonificação de seguro prestamista Correspondente Bancário Passivos Contingentes Estorno Juros mora – Oper. Crédito - RPL Multas e Juros Diversos Contrib. ao fundo ressarc. fraudes externas Contrib. ao fundo ressarc. perdas operacionais Outros (a) Total

30/06 30/06 2015 2014 121 72 -

114

93 2 4 71

65 4 10

2

-

-

26

6

-

4

-

3 306

1 292

(a) Corresponde a soma de Cancelamentos de Rendas de Convênios, no montante de R$ 1 mil e Mensagens SMS – Cartões e despesa com IOF, no montante de R$ 2 mil. 21. Resultado não operacional 30/06 2015 Lucros na alienação de valores 19 Ganhos de capital 5 Prejuízo na Alienação de valores e Bens (75) Perdas de capital (1) Desvalor. de outros valores e bens (128) Perdas - fraudes externas (8) Perdas - práticas inadequadas (3) Despesa com bens de não uso próprio (5) Resultado líquido (196) Descrição

22. Partes Relacionadas

30/06 2014 14 5 (42) (7) (3) (33)

As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. Montante das operações ativas e passivas no 1º semestre de 2015: MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS R$ 2.236 MONTANTE DAS OPER. PASSIVAS R$ 5.641

% em relação à carteira total 0,44% % em relação à carteira total 7,53%

Operações ativas e passivas – saldo em 30/06/2015: OPERAÇÕES ATIVAS PCLD (PROVISÃO NATUREZA VALOR DA PARA DA OP. DE OPERAÇÃO CRÉDITO DE CRÉDITO DE CRÉDITO LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA) Conta Corrente 33 (2) Crédito Rural 583 (5) Empréstimo 3.523 (61) Títulos 5 (-) Descont.

% DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO EM RELAÇÃO À CARTEIRA TOTAL 0,24 5,77 2,24 0,01

OPERAÇÕES PASSIVAS – SALDO EM 30/06/2015 Taxa Natureza dos Valor do % em relação Média Depósitos Deposito à cart. total -% Depósitos a 770 2,24 Vista 96% a Depósitos a 20.975 11,20 105% do Prazo CDI Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, crédito rural – RPL, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: NATUREZA DAS OPERAÇÕES ATIVAS E PASSIVAS Cheque Especial Conta Garantida Desconto de Cheques

TAXAS TAXA APROVADA APLICADAS PELO CONSELHO EM RELAÇÃO DE ADMIN. / ÀS PARTES DIRETORIA RELACIONADAS EXECUTIVA 6,97% 6,97% 5,97% 5,97% A partir 1,50%

A partir de 1,25% para aqueles Empréstimos que recebem em folha. De 96% a 105% Aplicação Financeira do CDI

A partir 1,50% A partir de 1,25% para aqueles que recebem em folha. De 96% a 105% do CDI

No 1º semestre de 2015, os benefícios monetários e não monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários, custeio parcial de plano de saúde, seguro de vida, previdência privada e vale alimentação, apresentando-se da seguinte forma: BENEFÍCIOS MONETÁRIOS 1º SEMESTRE DE 2015 (R$) Honorários e Cédula de Presença 544 Remuneração 4 Plano de Saúde / Seguro de Vida / Vale 13 Alimentação / Previdência Privada 23. Central de Crédito do Espírito Santos – SICOOB CENTRAL ES O SICOOB CREDIROCHAS, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Cooperativa Central de Crédito do Espírito Santo - SICOOB Central ES, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. O SICOOB CENTRAL ES, é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL ES a coordenação das ativida-

des de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras.

As perdas operacionais são comunicadas à Área de Controles Internos que interage com os gestores das áreas e identifica formalmente as causas, a adequação dos controles implementados e a necessidade de aprimoramento dos processos, inclusive com a inserção de novos controles.

O SICOOB CREDIROCHAS responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL ES perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações.

Os resultados são apresentados à Diretoria Executiva e ao Conselho de Administração.

Saldos das transações da Cooperativa com a Sicoob Central ES: Descrição Ativo circulante - Relações interfinanceiras - centralização financeira (nota 5) Ativo Permanente Investimentos (nota 9) Passivo circ. e não circulante Obrigações por empréstimos e repasses (nota 14)

30/06 2015

30/06 2014

69.625 35.368 4.837

3.859

5.318

1.501

As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL ES, em 31 de dezembro de 2015, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado de 30 de janeiro de 2015, com opinião sem modificação. As demonstrações contábeis de 30 de junho de 2015 são auditadas por outros auditores independentes, cujo trabalho está em andamento. 24. Coobrigações e riscos em garantias prestadas Em 30 de junho de 2016, a cooperativa é responsável por coobrigações e riscos em garantias prestadas, no montante de R$ 12.242 mil (doze milhões, duzentos e quarenta e dois mil) (30/06/2014 - R$ 5.737 mil), referentes a aval prestado em diversas operações de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais. 25. Seguros contratados - Não auditado A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 26. Índice de Basileia O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização de R$ 34.995 (trinta e quatro milhões, novecentos e noventa e cinco mil), em 30 de junho de 2015.

Risco de mercado e de liquidez

RELATÓRIO DE AUDITORIA

a) O gerenciamento do risco de mercado e de liquidez do Sicoob Credirochas objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.464/2007e 4.090/2012. b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, o Sicoob Credirochas aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado e de liquidez do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), que pode ser evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). d) No gerenciamento do risco de liquidez são adotados procedimentos para identificar, avaliar, monitorar e controlar a exposição ao risco de liquidez, limite mínimo de liquidez, fluxo de caixa projetado, testes de estresse e planos de contingência. e) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, o Sicoob Credirochas possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da Entidade. Risco de crédito

b) Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, o Sicoob Credirochas aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.

28. Lei nº 12.973 de 13 de maio de 2014

c) Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas.

29. Gerenciamento de Risco e de Capital As diretrizes para o gerenciamento do risco operacional encontram-se registradas na Política Institucional de Risco Operacional que foi aprovada pela Diretoria Executiva e pelo Conselho de Administração do Sicoob Confederação, entidade responsável por prestar os serviços de gestão centralizada do risco operacional para as entidades do Sicoob. O processo de gerenciamento do risco operacional consiste na avaliação qualitativa dos risco por meio das etapas de identificação, avaliação, tratamento, testes de avaliação dos sistemas de controle, comunicação e informação.

Sebastião Carlos Soares da Silva Diretor Administrativo CPF: 342.815.097-04 Fábia Lorena Rosi Mantovanelli Contadora CRC-ES:013.868/O-8 CPF:007.835.517-62

27. Contingências Passivas

Risco operacional

Eliomar Silva Torres Diretor Executivo CPF:574.683.117-49

Em cumprimento à Resolução CMN 3.380/2006, encontra-se disponível no sítio do Sicoob (www.sicoob.com. br) relatório descritivo da estrutura de gerenciamento do risco operacional.

Segundo a assessoria jurídica da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo - SICOOB CREDIROCHAS, foram classificados como perda possível 20 processos no montante de R$ 1.175 mil (um milhão, cento e setenta e cinco mil).

O Sicoob Confederação por meio da CCI-274/2014, com base em parecer jurídico, orientou a utilização da opção “não optante”, como a mais adequada para as cooperativas do Sistema Sicoob.

d) Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob.

A metodologia de alocação de capital, para fins de Novo Acordo da Basileia, utilizada para determinação da parcela de risco operacional (RWAopad) é a Abordagem do Indicador Básico (BIA).

a) O gerenciamento de risco de crédito do Sicoob Credirochas objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos.

Em maio de 2014, foi publicada a Lei nº 12.973 que revoga o Regime Tributário de Transição (RTT) e traz outras providências, dentre elas: (1) alterações no Decreto-Lei nº 1.598/77 que trata do imposto de renda das pessoas jurídicas, bem como altera a legislação pertinente à contribuição social sobre o lucro líquido; (2) estabelece que a modificação ou a adoção de métodos e critérios contábeis, por meio de atos administrativos emitidos com base em competência atribuída em lei comercial, que sejam posteriores à publicação desta Lei, não terá implicação na apuração dos tributos federais até que lei tributária regule a matéria; (3) inclui tratamento específico sobre potencial tributação de lucros ou dividendos; (4) inclui disposições sobre o cálculo de juros sobre capital próprio; e inclui considerações sobre investimentos avaliados pelo método de equivalência patrimonial.

dade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado.

d) Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, o Sicoob Credirochas possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. Gerenciamento de capital a) A estrutura de gerenciamento de capital do Sicoob Credirochas objetiva garantir a aderência as normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída da Resolução CMN 3.988/2011. b) Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, o Sicoob Credirochas aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www. sicoob.com.br. c) O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de:

Ao Conselho de Administração e Cooperados da COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO SUL DO ESPÍRITO SANTO. SICOOB SUL Cachoeiro de Itapemirim - ES Prezados Senhores: Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul do Espírito Santo - SICOOB SUL, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2015 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul do Espírito Santo - SICOOB SUL é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul do Espírito Santo - SICOOB SUL em 30 de junho de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Belo Horizonte, 17 de agosto de 2015.

I. Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do Sicoob estão sujeitas; II. Planejar metas e necessidades de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do Sicoob. III. Adotar postura prospectiva, antecipando a necessi-

Antonio Alberto Sica Contador CRC/MG 080.030/O-0 “S” ES CNAI 1845


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ES de Fato, Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

cultura

CACHOEIRO

es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato

(28) 3511-7481

Praça Jerônimo Monteiro recebe feira de plantas ornamentais – próxima edição será dia 10, na Ceasa

Flores e plantas tomam a praça Proporcionar espaço para a comercialização de vegetais de ornamento produzidos nesta região. Este é o objetivo da feira de flores e plantas ornamentais, promovida ontem, na Praça Jerônimo Monteiro, no centro de Cachoeiro de Itapemirim. Vendidas a preços mais atraentes que os das floriculturas, as espécies são de expositores cachoeirenses e, ainda, de outros municípios, como Alegre, Guaçuí, Vargem Alta, Mimoso do Sul e Marataízes. Alguns dos exemplares são raros, como a Cattleya schilleriana, cultivada por João Marcos Purcino. “Minha produção vai da fase vegetativa até a floração”, explica ele, que possui um orquidário no bairro Village da Luz. Na feira, também são encontrados adubos orgânicos. “O nosso intuito é cada vez mais abrir as portas para toda a região, contribuindo para o fortalecimento dessa atividade, de modo a incentivar tanto

os produtores já em exercício quanto as pessoas que podem se tornar novas floriculturistas”, disse o secretário municipal de Agricultura e Abastecimento, José Arcanjo Nunes. Ele frisa que Cachoeiro também oferece outros suportes nessa área, como assistência técnica, viagens de estudos e cursos de capacitação. Para mais informações sobre esses tipos de oferta, os interessados devem ir à sede da Ceasa Sul, no bairro Coramara. Estão agendadas para esse local as futuras edições da feira de flores e plantas ornamentais, todas com entrada gratuita, que ocorrerão mensalmente até dezembro. A próxima está confirmada para o dia 10 de setembro. A iniciativa conta com o apoio da prefeitura, Ceasa Sul, do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf).

Divulgação/PMCI

Os exemplares são vendidos a preços mais atraentes que os das floriculturas


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