Arquivo FATO
MARCELO S. SCHWAN Um bom dia para morrer
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ESPÍRITO
Greve dos motoristas é impedida no ‘último minuto’
SANTO
DE
Contra FATO não há argumentos
Sindimotoristas ameaçou paralisar o transporte coletivo caso o depósito da metade do salário não fosse realizado até o fim do dia de ontem
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R$ 1,00 - Ano 13 - Edição 3573
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Cachoeiro de Itapemirim - ES | Terça-Feira | 26 de Julho de 2016 Prefeito de Cachoeiro toma à frente das articulações do PT para emplacar o seu sucessor na prefeitura e se diz seguro
CASTEGLIONE
Arquivo FATO
“Cidade vai se sentir honrada do que fizemos”
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Ailton Weller
Pessoas cuidam da memória da cidade por conta PRÓPRIA Este periódico inicia série de reportagens que apresenta os poucos cidadãos que mantêm viva a história de Cachoeiro de Itapemirim através de livros, jornais de época, equipamentos, registros audiovisuais, entre outros. Enquanto o poder público não investe neste sentido, todo este material permanece sob o domínio destes personagens
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Arquivo FATO
TEATRO
85 ANOS
IGREJA
Tem ‘Ensaio Geral’ no Rubem Braga
Fiéis são baleados em Cachoeiro
O dia é todo da banda ‘26 de Julho’
O espetáculo versa a partir de textos de autores como Charles Chaplin, Carlos Drummond de Andrade, entre outros
Alvo de atirador se escondeu em meio a pessoas que participavam de missa no distrito de Gironda; três foram atingidos
Hoje, a partir das 18h00, evento vai celebrar aniversário do mais antigo grupo de música de Cachoeiro de Itapemirim
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ESPECIAL
ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
PATRIMÔNIO
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Entre as raridades, o conjunto de textos que marcam o livro ‘Minha Terra, Meu Município – aspectos históricos’, de 1918
Advogado guarda rico acervo à espera de espaço público
Fotos: Ailton Weller
Higner Mansur é dono de coleções de fotos, livros e jornais de época que contam a história de Cachoeiro de Itapemirim Ailton Weller
O advogado e cronista Higner Mansur, admirador confesso de Nicolau Maquiavel, o filósofo e político italiano, autor da obra-prima “O Príncipe”, cujos conceitos sobre política continuam atualizados mesmo passados mais de 400 anos de sua morte, integra um seleto e pequeno, diga-se de passagem, grupo que, sem apoio do poder público, busca manter viva a história de Cachoeiro de Itapemirim mesmo que precise ‘tirar do bolso’ para essa finalidade. Dono de um acervo que passa de 10 mil obras, entre títulos filosóficos, históricos e técnicos, entre os mais variados estilos, ele aponta com orgulho os exemplares que marcaram os primórdios de Cachoeiro de Itapemirim até os tempos atuais. Entre as raridades, o
conjunto de textos que marcam o livro ‘Minha Terra, Meu Município – aspectos históricos’, de 1918, elaborado por Antônio Marins, um dos fundadores da Casa da Memória cachoeirense, hoje desativada, que foi vereador e deputado estadual. Nele, conta Mansur, estão relatados detalhes importantes que auxiliam na compreensão do processo expansionista do município. “São tantos escritos documentais-históricos, uns recebidos de presente por amigos, outros adquiridos em sebos, que certamente não teria como destacar algum em especial. São títulos que, preservados, poderão ser conhecidos e estudados no futuro”, comenta. As edições dos dois primeiros anos do extinto jornal ‘Correio do Sul’ estão sob a sua guarda e, inclusive, já foram
digitalizadas pelo Arquivo Público do Espírito Santo. O mesmo foi feito com as edições do semanário ‘Época’, que circulou em Cachoeiro entre 1946 a 1949. “Era tempos de Guerra Fria, entre Estados Unidos e a então União Soviética, e esse jornal foi o único, no município, a ser redigido por socialistas, entre eles, o médico Gilson Caroni que foi prefeito de Cachoeiro no final da década de 70 e início dos anos 1980”, lembra. VISUAL Na biblioteca do advogado, que está sendo reorganizada em sua nova residência, também existe um rico acervo fotográfico que registra flagrantes a partir de 1870 até os dias de hoje. Do comerciante e colecionador Gil Gonçalves, que, segundo Higner, comprava ou ganhava os ‘instantâneos’ entre 1870
a 1950, ele recebeu um conjunto de 240 fotos. Da coleção do ex-prefeito Hélio Carlos Manhães, foram obtidas 400 fotografias e outras 800 presenteadas pelo jornalista Joacyr Pinto, o “Joa’. “No total, são cerca de dois mil registros que contam parte da nossa história política, esportiva e social”, aponta. REFORÇO JURÍDICO No início deste mês, a Câmara de Vereadores recebeu doação de 700 exemplares, distribuídos em dez coleções, que farão parte da biblioteca Deusdedit Baptista. “Minha intenção, é, engrandecendo a biblioteca desta casa, incentivar o cidadão a vir conhecer o seu Legislativo. Os próprios vereadores também poderão se valer dos títulos que são dedicados à área administrativa”, disse.
Preservação da memória Sobre a cessão desse patrimônio histórico para gestão da municipalidade, Mansur adianta que só irá disponibilizar o seu acervo ao público no “dia em que confiar plenamente no administrador e na destinação que será dada a todo esse material que é um resgate da nossa história em vários formatos” e sonha com o palácio Bernardino Monteiro transformado numa biblioteca pú-
blica onde a acessibilidade seja ofertada a todos os cachoeirenses e visitantes. “Enquanto isso não acontece, todo esse material fica sob a minha guarda e da minha família. Minha opinião sempre foi clara a respeito da política em todas as suas formas e práticas e quem possui coragem para dizer a verdade sobre as coisas públicas sempre tem um preço a pagar por isso”, finaliza, citando Maquiavel.
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CACHOEIRO
ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
POLÍTICA
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Nome do PMDB para disputar a prefeitura, Julio Ferrari, quer uma pasta para cuidar da confecção de projetos e captação de recursos
Candidato propõe criação de secretaria Leandro Moreira
O PMDB lançou o presidente da Câmara Municipal, Julio Ferrari, candidato a prefeito de Cachoeiro de Itapemirim na convenção realizada no domingo na sede do legislativo municipal e Julio já anunciou a criação de secretaria. No evento, Ferrari enalteceu os cargos eletivos que o partido ocupa em todas as esferas do governo, o que, segundo ele, traduz-se em trânsito favorável para captar recursos e investimentos. “Porém, é preciso a elaboração de bons projetos. E, uma vez prefeito, criarei secretaria para trabalhar somente na confecção de projetos e na captação de recursos”, anunciou o candidato peemedebista Ferrari. A convenção de domingo reuniu as principais lideranças do partido, como o ex-prefeito Roberto Valadão e o ex-deputado fe-
deral Camilo Cola; presidentes de partidos e outros pré-candidatos a prefeito como Jathir Moreira (SD) e Jonathan Willian (Rede). APOIO Júlio Ferrari tenta conquistar o apoio dos empresários para as eleições municipais. Para isso, reuniu-se no domingo e volta a se encontrar hoje com o presidente do Sicoob Credirochas, Tales Pena Machado (PSD). Segundo Júlio, a reunião de domingo aconteceu na empresa Mag Ban, de propriedade de Tales. Em pauta: a busca por apoio e uma apresentação de seu plano de governo para Cachoeiro. “Estamos buscando o apoio do grupo empresarial, pois uma de nossas propostas é fazer que Cachoeiro e o sul do estado voltem a se desenvolver e a gerar emprego e renda. Amanhã (hoje), a gente volta a se reunir”, afirmou Ferrari.
Leandro Moreira
Julio Ferrari foi aclamado candidato a prefeito pelo PMDB. No evento, ele ao lado da esposa
ENCONTRO
ALIANÇA Arquivo FATO
Segundo o vereador Wilson Dillen, o apoio à candidatura de Jathir é quase certo
PSDC deve apoiar Jathir O vereador Wilson Dillen confirmou na tarde de ontem que o PSDC, do qual é filiado, poderá apoiar a candidatura de Jathir Moreira (SD) a prefeito de Cachoeiro de Itapemirim. O PSDC ainda negocia com outros partidos, mas Dilen adiantou que é quase certo o apoio de sua sigla ao ex-vice-prefeito
de Cachoeiro. A convenção do PSDC acontece no próximo dia 4, na sede do diretório municipal, localizado em frente ao Fórum ‘Horta de Araújo’, no bairro Independência. O partido deve lançar chapa com apenas dez candidatos e, por isso, terá que coligar com outra sigla, ainda não definida.
Jathir visita Casteglione Uma visita feita ontem pelo pré-candidato a prefeito de Cachoeiro de Itapemirim, Jathir Moreira (SD), ao prefeito Carlos Casteglione (PT) movimentou os bastidores da política. As especulações eram de que Jathir teria ido ao Palácio Bernardino Monteiro, sede da Prefeitura, para pedir o apoio de Casteglione a sua candidatura. Por telefone, o pré-candidato a prefeito disse que apenas fez uma visita de cortesia ao petista para solicitar o asfaltamento de parte da Rua Manoel Braga Machado, no bairro Ferroviários, onde o cal-
çamento está desnivelado e tem causado transtornos ao Hospital Evangélico. “Pedi que o prefeito de uma atenção aquela para aquele trecho que tem cerca de 200 metros e está ruim, pois tem obrigado as ambulâncias a trafegar na contramão quando em transporte de recém-nascidos”, afirmou Jathir, ressaltando que aproveitou para conhecer as dependências da Prefeitura. O pré-candidato relatou que a política é a arte de conversar. “Não temos inimigos, temos adversários, mas só durante o período eleitoral”. Divulgação
As especulações eram de que Jathir teria ido ao Palácio Bernardino Monteiro para pedir o apoio de Casteglione a sua candidatura
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OPINIÃO
ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
Suicídio SERGIO DAMIÃO
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O comportamento suicida aumenta em nossa sociedade. Uma tendência mundial. Inerente à modernidade: estilo de vida, consumo de drogas lícitas (álcool e tabaco) ou ilícitas (cocaína, crack...). Também, em nossas ruas e estradas, com a alta velocidade de carros e motocicletas, na imprudência da inobservância das leis do trânsito. Fruto de uma sociedade permissiva, falta de ações preventivas e ou educacionais. A todo momento, risco de perda de uma vida. Mortes evitáveis, mortes traumáticas, ceifando vidas, deixando sequelas. Algo comum entre os nossos jovens. Além das causas externas, proveniente de estilos de vida e comportamento, o risco do suicídio aparece em doenças endógenas - ainda que sofram influências do meio em que vivemos. As depressões endógenas (manifestação de tristeza profunda, transtorno alimentar, distúrbio do sono, uma aparente falta de interesse pelas coisas da vida), algo bem além de uma tristeza momentânea por uma perda de algo ou pessoa querida. A depressão é crescente em nosso convívio. Motivo de alerta para a sociedade. Algo possível em todas as idades. Devemos observar as pessoas. Identificar sofrimentos e nos aproximarmos do outro. Na maioria das vezes são momentos. Tristeza passageira, coisas dos nossos sentimentos. Quando atentam contra a própria vida, ou a vida de alguém, sempre emitem sinais, dias ou horas antes. Bem antes de encontrarem-se sem esperança, sem apoio, em completa solidão, mesmo em meio à multidão. Apresentam-se diferentes daqueles que vemos em comportamento de risco. Estes provam de uma necessidade humana: a aventura. Os melancólicos profundos permanecem alheios às coisas da vida. Uma deficiência neuro-hormonal, passível de tratamento medicamentoso. No momento da depressão profunda, vão contra um dos maiores estímulos humanos - instinto da sobrevivência. A doença não é física, pois, convivendo com pacientes com doenças crônicas, com dores físicas, ainda assim, permanece a esperança de melhoras, permanece o desejo da cura. No transtorno mental, psicológico, uma dor diferente se apresenta: um físico perfeito e mente confusa em sentimentos. É o momento em que pedem ajuda. A necessidade da ajuda é iminente; o risco também. São alguns segundos... As ações para a prevenção do suicídio são fundamentais. Por ser um momento, dias após a tentativa do suicídio, o desejo é de manter a vida, evoluir, crescer. Assim, recuperam o instinto humano da autopreservação. Precisamos evitar estigmas: a grande barreira para a prevenção do suicídio. Com isso ficaremos atentos aos depressivos, alcoolistas, usuários de drogas ilícitas, doenças crônicas degenerativas. Alerta para aqueles que manifestam desejo do suicídio - mesmo que aparentemente não sejam convincentes. Alertas aos parentes próximos, colegas de trabalho, de escola... Sergio Damião Sant’Anna Moraes Visite meu Blog: blogazulix.blogspot.com.br
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Ai de ti, escritor CLÁUDIA SABADINI
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Um dia seu filho diz que quer ser escritor. Você aplaude o entusiasmo do menino, lembrando que não há qualquer referência na família e que só por isso a vocação precoce é um grande orgulho, desde que ela seja uma atividade secundária, paralela, que não atrapalhe os estudos e a escolha de uma profissão. Resumindo: desde que seja um hobby para aliviar a raiva, o medo ou a mediocridade da vida. Quem nunca, na descoberta do por que veio ao mundo, não sangrou – como revelou Hemingway – diante de uma máquina de escrever, sem qualquer assunto, como um personagem sozinho meio a multidão? Quem deixaria para trás uma promissora carreira – dessas repletas de tipologias – para ser um profissional da arte, da cultura, da história? Quem lutaria dia após dia para viabilizar um projeto para “fazer a diferença do mundo” e, ao mesmo tempo, pagar as contas no final do mês? Quem são essas pessoas de vidas duplas, que sozinhas escrevem, ensaiam, limpam, consertam, chamam o público e passam o chapéu? Escritor, essa missão resignada que jamais será compreendida por sua geração. Quem entende, como ninguém, de aceitar um erro mesmo depois da obra incansavelmente revisada; a compreender uma crítica maliciosa; a viver em contradição entre “ganhar a vida” com atividades extraliterárias remuneradas enquanto elabora projetos, participa de editais e tenta convencer a família e os amigos que isso é seu trabalho, sua ocupação exclusiva, tal como os cientistas, religiosos ou políticos. Designar a escrita como uma profissão não é uma condição para a existência da produção literária. Todos que escrevem, mesmo sem publicar, o fazem mesmo sem uma definição de mercado. O domínio literário e o processo de profissionalização nem sempre seguem juntos, mas são etapas a serem percorridas e vencidas num percurso desprotegido, onde as remunerações – quando justas – ainda são questionadas. O escritor deveria então autofinanciar-se? Livros são produções coletivas, nas quais os escritores têm papel fundamental. Seu filho poderia ser um escritor? Sim, talvez um médico-escritor; um jornalista-escritor; um agricultor-escritor, um advogado-escritor. Poderiam escrever frequentemente nos fins de semana, férias ou nos intervalos do almoço. Existiria como autor, mergulhado na rotina delirante dos mortais, enquanto investe “nas horinhas de descuido” em observar a vida, vivendo em voz alta e sem ser interrompido. O desafio continua o mesmo: viver da escolha de ser escritor, enquanto a vida pede a imortalidade.
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Um bom dia para morrer MARCELO S. SCHWAN
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Iniciei uma de minhas crônicas com um trecho da música Roda Viva, de Chico Buarque – tem dias que a gente se sente, como quem partiu ou morreu. Pois é, há momentos em que me sinto tão em paz comigo, com as pessoas à minha volta e com o mundo que digo para mim mesmo: hoje seria um bom dia para morrer, acho que hoje eu poderia morrer em paz. Sim, não se assuste, você que me lê, por que não? Por que não ter coragem de dizer, de assumir isso? Afinal, podemos não saber a hora ou o dia, mas todos nós sabemos que um dia será o nosso dia de irmos embora; estejamos preparados ou não, estejam nossas malas feitas ou não. Pois é, num desses instantes em que minhas malas estão prontas é que eu digo para mim mesmo: hoje eu poderia morrer, hoje eu iria em paz, iria feliz. Mas afinal que história é essa de malas prontas? Suas malas estão prontas quando você fez tudo que podia – e deveria – fazer, disse tudo que poderia – e deveria – dizer, da maneira correta, na hora adequada e para as pessoas certas. Ou seja, não deixou nenhuma ponta solta, não falou ou fez nada de mais nem de menos; não sobrou, nem faltou nada. Você foi perfeito em tudo que disse ou fez – se é que é possível algum ser humano ser perfeito. É ao mesmo tempo uma sensação de paz, de dever cumprido tão forte e envolvente, mais forte que você com toda sua racionalidade, que lhe dá essa certeza: hoje poderia ser o dia, hoje eu estou preparado. Nesses dias os pulmões parecem se encher de ar mais do que o normal – o ar até parece mais puro – as cores estão mais vivas e a paz que lhe envolve é tão densa e forte que nada parece ser capaz de lhe afetar. Eu me sinto assim em alguns dias, em alguns momentos, pelo menos. Isso acontece normalmente nos dias de céu azul e em que sinto o vento no meu rosto, dias em que meu corpo se cansa mas a minha mente está ao mesmo tempo ativa e em paz. Dias em que estive com pessoas que eu amo e que são importantes para mim; pessoas a quem por isso mesmo eu deveria dizer amo você, mas não digo, nem sei por quais motivos. Mesmo que meus olhos o expressem, mesmo que minhas atitudes o provem por incontáveis vezes, minha boca não é capaz de dizê-lo. E eu sei que mais cedo ou tarde posso me arrepender de não tê-lo dito. Assim, contraditoriamente eu tenho consciência de que preciso estar pronto para quando meu dia vier; de que eu preciso estar com as malas prontas, arrumadas para minha última viagem. Que eu faça o que deve ser feito, da melhor maneira que eu puder fazer; que eu diga o que deve se dito, da melhor maneira que eu puder, nada de mais, nem de menos.
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ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
POLÍTICA
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Carlos Casteglione senta à mesa com os partidos para garantir a melhor coligação para o seu sucessor
Prefeito toma à frente das articulações políticas Leandro Moreira
Paralelo à gestão do município, o prefeito Carlos Casteglione (PT) está indo a campo executar as articulações políticas para assegurar a melhor coligação para aquele que escolher como seu sucessor. Até o momento, o ex-vice-prefeito Pastor Braz é o nome do partido para a disputa, porém, Casteglione assume que não é possível dialogar munido de “condição extrema”. O prefeito disse à reportagem que mantém
conversa com oito partidos, e avança para sentar à mesa dos tidos como ‘insatisfeitos’ com as definições ocorridas, entre elas a do ex-vice-prefeito Jathir Moreira (SD), com apoio declarado do presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM). “Conversei hoje (ontem) com a cúpula do PDT, que deixou claro que não vai seguir nesta linha (de apoio a Jathir). Fiz o convite para caminhar conosco em busca de um consenso para oferecer o melhor para Cachoeiro
de Itapemirim. Está em aberto”, revelou. “Vou defender a candidatura do Pastor Braz, que tem o apoio integral do PT. Porém, isso não pode ser uma condição extrema; defenderei, mas também irei conversar. Afinal, temos que construir o futuro da cidade”, reforçou o prefeito. Hoje, Casteglione tem agenda com o empresário Tales Machado, do PSD, que representa o setor de rochas ornamentais do município e que foi cotado como candidato a prefeito, embora nunca tenha dito.
Fotos: Arquivo FATO
Braz Barros é o pré-candidato do PT à prefeitura, mas o prefeito diz que vai conversar
CAMPANHA
“A cidade vai se sentir honrada do que fizemos” Ao falar da ampla mídia negativa a que o PT foi alvo e também da avaliação indesejada de sua administração e pessoal, Casteglione diz que compreende os cenários e que está seguro de que poderá reverter esta situação. “Estou certo que, assim que começar a campanha
eleitoral, a cidade vai se sentir honrada do que fizemos, principalmente na periferia de Cachoeiro”, afirmou Casteglione, que ensaia comparação com a eleição de 2012, quando iniciou com menor intenção de votos, reverteu e teve a reeleição delegada pela população.
BATE-PAPO
Conversa sobre o cenário político com Jathir Moreira O dia de ontem foi de especulações diversas por conta da ida do pré-candidato a prefeito Jathir Moreira (SD) ao Palácio Bernardino Monteiro, sede da prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim. O ‘alvoroço’ no mercado político se deu porque Jathir é apoiado pelo deputado Theodorico Ferraço (DEM), adversário do PT do prefeito Carlos Casteglione. “Falamos sobre o cenário político, das dificuldades e da minha expectativa ao futuro
mandato. Coloquei um pouco do que mudou desde quando ele foi vice-prefeito há 12 anos. Jathir está muito seguro da candidatura dele, e o tenho como amigo”, disse Casteglione. Além da conversa informal, o prefeito expôs que a visita também se deu para reforçar um pedido do vereador Braz Zagoto, presidente do Solidariedade (SD). “Jathir disse que não quer atrapalhar e, se for eleito, vai querer ser ajudado e conta com a minha colaboração”.
Casteglione acredita que pode reverter cenário negativo durante a campanha eleitoral
CACHOEIRO
Depósito efetuado no final da tarde evita greve de motoristas Rafaela Thompson
Um depósito feito no final da tarde de ontem evitou que motoristas e cobradores entrassem de greve na manhã de hoje, em Cachoeiro. De acordo com o Sindicato dos Motoristas do município, caso até o final da tarde de ontem, a empresa Flecha Branca não efetuasse o restante do pagamento
dos funcionários, a greve seria iniciada. O presidente do Sindicato, Elias Brito, informou que somente 50% do salário dos trabalhadores haviam sido depositados, o que teria motivado a possível greve, já que há alguns meses os pagamentos estão sendo feitos com atrasos. De acordo com o gerente de tráfego da empresa responsável pelo trans-
porte coletivo da cidade, Renato Borges, disse que a viação está trabalhando para manter os salários dos funcionários em dia. “Estamos nos esforçando ao máximo e trabalhando para que o pagamento dos nossos colaboradores seja feito em dia. Infelizmente precisamos atrasar uma parte do salário neste mês”, disse Renato. A situação foi resolvida,
mas de acordo com o diretor financeiro do SindMotoristas, Sérgio Santos, caso a empresa atrase os salários novamente, a greve pode ser iniciada. “O sindicato sempre priorizou o diálogo para resolver qualquer situação. Mas caso a empresa não efetue os próximos pagamentos em dia, o sindicado pode sim organizar uma greve”, afirmou.
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GERAL
ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
ARTE CÊNICA
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As duas apresentações especiais serão exclusivas para estudantes de escolas públicas e fazem parte do “Programa Educativo”
Teatro Rubem Braga recebe o Ensaio Geral Ailton Weller
A Agrupação Teatral Amacaca (ATA) apresenta hoje e amanhã, às 10h00 e 20h00, o espetáculo Ensaio Geral – que aborda as facetas da palavra amor através de musicalidade e erotismo. Além das apresentações abertas ao público em geral, o grupo ATA traz sessões que se diferenciam pelo caráter inclusivo. As duas apresentações especiais, pela manhã, serão exclusivas para estudantes de escolas públicas e fazem parte do “Programa Educativo”. Instituições, grupos, associações ou comunidade em geral que queiram mais informações sobre as sessões especiais podem entrar em contato através do emailcomunica.uai@ gmail.com. O ESPETÁCULO Com uma exploração vocal, gestual e musical, Ensaio Geral traz narrativa descontínua e se estrutura em um grande ensaio de teatro musical, inspirado no processo criativo de Hugo Rodas muito utilizado enquanto à frente do grupo teatral Pitú, um dos maiores nomes do teatro brasileiro na década de 70, composto por pequenos monólogos unidos por uma encenação versátil com plasticidade surpreendente. O espetáculo discursa livremente a partir de textos adaptados de autores como Charles Chaplin, Carlos Drummond de Andrade, Hilda Hilst e Caio Fernando Abreu. Enquanto protagonizam o amor, os atores utilizam
da corporeidade para seduzir e encantar a plateia. Com 60 minutos de duração, Ensaio Geral explora a musicalidade de seu elenco, formado por Camila Guerra, Diana Poranga, Flávio Café, Isumy Kudo, Juliana Drummond, Gabriela Correia e Tulio Starling. O grupo aprendeu a tocar instrumentos tradicionais como violão e trompete e os nada tradicionais cano de descarga, percussão irlandesa e contrabaixo elétrico tocado com o arco do violino. Ao todo, 20 elementos sonoros entrelaçam atores e os músicos Nobu Kahi, Davi Maia e Iano Fazio. PREMIADO O espetáculo foi vencedor do Prêmio Myriam Muniz da FUNARTE – Fundação Nacional das Artes. Em junho de 2015, Ensaio Geral realizou apresentação especial em Brasília a convite da Embaixada do Uruguai, que convidou Hugo Rodas para abertura da Semana da Língua Espanhola no Instituto Cervantes. A temporada 2016 de Ensaio Geral inclui apresentações na Bahia, no Rio de Janeiro e em São Paulo, além do Espírito Santo. Este projeto foi selecionado pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.
SERVIÇO:
Ensaio Geral Hoje e amanhã: às 10h00 e 20h00 Teatro Rubem Braga Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), na bilheteria do teatro
Divulgação
O espetáculo versa a partir de textos de autores como Charles Chaplin, Carlos Drummond de Andrade e Hilda Hilst, entre outros
HIPISMO
Cachoeiro vence três de quatro categorias no ranking estadual Fotos: Marcelo Xavier
A IV etapa do ranking estadual categoria Clássico foi realizada na pista do Jockey Clube de Vila Velha
A IV etapa do ranking estadual de hipismo Clássico, realizada no último final de semana na pista do Jockey Clube de Vila Velha, contou com a participação de seis conjuntos cachoeirenses. Das quatro categorias disputadas nesta etapa pela equipe sul capixaba, três delas tiveram representantes do Clube do Cavalo de Cachoeiro de Itapemirim no lugar mais alto do pódio.
Desde 14 de março de 2003 www.jornalfato.com.br
Debaixo de muita chuva e com a pista encharcada, a amazona Ana Paula Santos, ao dorso de seu cavalo Andrew RJ, surpreendeu na Série Extra (0,90m). Com uma aproximação de 1.29 segundos do tempo ideal, no sábado, conseguiu o primeiro lugar absoluto, somado à terceira colocação no domingo, sagrou-se campeã da Etapa, assumindo a liderança do Ranking.
Também os cavaleiros Lucas Xavier, com Utopia RJ; e Jailton Pedroso, com Ághata RJ, chegaram o topo do pódio nesta Etapa, nas categorias Escola Intermediária (0,80m) e Preliminar (1,00m), respectivamente. Ambos com uma prata, no sábado, e um ouro, no domingo. Tendo Jailton conseguido esta última medalha em um desempate emocionante, onde baixou o tempo do
líder em pouco menos de um segundo. O conjunto Liekson Duarte e Andrew RJ disputou a principal categoria, Intermediária (1,10m), e ficou com o terceiro lugar geral. Mesma classificação alcançada por Jailton Pedroso ao dorso de Ynez RJ, na Preliminar (1,00m). Enzo Rodrigues e Utopia RJ saltaram na Série Extra (0,90m) e ficaram com a quarta posição nesta Etapa.
Diretor: Wagner Santos wagnersantos25@hotmail.com
Departamento Comercial - Lília Argeu Editorador - Wagner Gomes Lopes Colaboradores - Elyan Peçanha, Regina Monteiro, Roney Moraes, Evandro Moreira, Edgard Baião, Simone Lacerda, Marilene
Depes, Sergio Damião; Higner Mansur, Maurílio Carvalho, Célia Ferreira, Fernando Fiúza, José Rubens Brumana e Marcelo Simão Schwan
Repórteres: Ailton Weller e Wanderson Amorim
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TIROTEIO
ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
POLÍCIA
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Alvo de atirador se escondeu em meio a fiéis que participavam de missa
Briga familiar acaba com três pessoas baleadas Rafaela Thompson
Investigações levaram a Delegacia de Crimes Contra Vida, (DCCV) de Cachoeiro, ao possível autor de um crime que assustou os moradores da zona rural de Gironda na noite de sexta-feira. Dois homens em uma motocicleta atiraram contra fiéis que participavam de uma missa, em uma igreja católica do distrito. Três pessoas ficaram feridas e uma foi encaminhada à Santa Casa de Cachoeiro em estado grave. De acordo com o delegado Guilherme Eugênio, a polícia acredita ter
chegado ao suspeito do crime. A principal linha de investigação seria um desentendimento familiar entre o atirador e uma das vítimas baleadas. Segundo Eugênio, o alvo principal do atirador teria se escondido entre as pessoas que estavam em frente à igreja, após a missa, quando o suspeito atirou na direção de uma das vítimas e acabou ferindo mais duas pessoas. Uma equipe da DCCV esteve no local na manhã de ontem para levantamento de informações. A Polícia Civil comunicou que as investigações continuam.
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CACHOEIRO
Publicitário morre após acidente de carro
Com o impacto da batida o publicitário morreu preso às ferragens do veículo
O jovem publicitário e filho do cantor Sergio Grillo, Sergio Rubens de Oliveira Grillo, 38 anos, morreu na madrugada de domingo, em um acidente de carro na Avenida Francisco Lacerda de Aguiar, no bairro Gilberto Machado, em Cachoeiro de Itapemirim.
De acordo com informações policiais, o acidente aconteceu por volta da 1h00, quando Sergio seguia no sentido Rodoviária x Posto Senna, e acabou perdendo o controle da direção do veículo, vindo a colidir em uma árvore e um outdoor. O impacto da batida foi tão violento
que o publicitário morreu na hora preso às ferragens. Sérgio, além de publicitário, era professor e proprietário da Agência Conteúdo Gestão de Ideias. Ele deixa esposa e duas filhas. Seu corpo sepultado na tarde de domingo em um cemitério particular do bairro IBC.
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SOCIAL
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SALVE 0S 85 ANOS DA “26 DE JULHO”!!!
DIA DA BANDA
GENTE NOSSA
Sábado fomos conhecer e fomos carinhosamente homenageados no Restaurante do Josélio “Animal” a convite do casal Maria Cecília – Murilo Jacinto Bernabé: lá passamos momentos agradáveis também na companhia de Elias Ayres (Batata) e sua esposa Maria José. =*= Registrando os natalícios de domingo (24): Daniel Feiertag e casamento de CL Edson Carlos Aguiar- DM Renata (12 anos) e de DM Hotelma – CL Ronaldo Azevedo. =*= De ontem (25): Jair Pessine; Daniel Fernandes (22); Margarida, Sra. Mauricinho Coelho; casamento de Afonso Celso (BB) - Corina (46 anos) e CaL Fabrícia Aride. =*= Da capital, a cachoeirense Suely Mathias e Marcos Murad Jr. vão colocar os pés no jato para Veneza, onde vão comemorar quatro anos de uma feliz união com direito a pernoites na bela Milão. =*= Maria Clara e Raul vão se casar dia 6 na Igreja de Nossa Senhora de Fátima: a noiva é filha da nossa amiga Bia Scaramussa. =*= Na Igreja Maranata do IBC Claudinho de Almeida Paiva e Sra, titulares das Óticas MASTER casam a filha Cláudia com Maicon.
AGENDA 01) REGISTROS > Dia dos Avós e dos Bisavós (Alô mamãe Ely Peçanha! Alô Verinha Lourenço!) / Dia do Detetive Particular. / Dia de São Joaquim e Santa Ana, pais de MARIA, avós de JESUS. / Nesta data, em 1931, era fundada a “Sociedade Musical 26 de Julho” (hoje tem retreta na Praça JM!)/ Abrimos a agenda vip da coluna cumprimentando, mui especialmente, o deputado federal e mega empresário Camilo Cola que completa 93 anos e seu filho Dr. Camilo Cola Filho (62) pela data natalícia, hoje. 02) PARABÉNS > Enviamos nossos cumprimentos e o mais afetuoso abraço para o Rio de Janeiro, onde está celebrando uma nova idade a Cachoeirense Ausente Nº 1 de 2001, a advogada trabalhista Dra. Moema Baptista. / Niver de Elvira, esposa do cabeleireiro Getúlio Pires. / Suely, Sra. Leonel Gonçalves (ex – gerente geral da BRACOM Veículos (Ford) / José Antonio França / Niver de casamento, 47 anos, Rosirene Altoé e Samuel Pinto Ribeiro (nosso popular Sassá Maravilha). / Ana Rita Esgário / Frederico Samora.
Na Praça Jerônimo Monteiro, hoje, a partir das 18h00 serão celebrados os 85 anos de fundação da Sociedade Musical “26 de Julho Elyan
HOMENAGEM AOS ANIVERSARIANTES Nossa homenagem a Moema Baptista, nossa querida amiga aniversariando hoje, junto com a Banda
EP COMUNICAÇÕES
DM Hotelma e CL Ronaldo Azevedo celebraram niver de casamento, completado no domingo (24)
TEMPERATURA MÁXIMA Hoje tem assembléia ordinária do Lions “Frade e a Freira”: os anfitriões são CaL Carmen – CL Almir Picolli. // Foi realizada no último domingo a reunião mensal do 4º Conselho Regional Espírita, , oportunidade que a coordenação do referido Conselho, juntamente com os representantes das Casas Espíritas que compõem o mesmo, trataram de diversos assuntos, entre eles a comemoração ao Dia Estadual da Confraternização Espírita e a realização da Jornada Regional Espírita. Traremos registro do evento efetivado na sede do Centro Espírita “Jerônimo Ribeiro , em nossa cidade. // Já tem data marcada o 37º Chá da Vovó, promoção das Damas Voluntárias da Caridade, entidade beneficente presidida pela Marly Rubim: dia 10 vindouro às 16h00, no Buffet Bom Gosto. // A Banda do III Batalhão de Infantaria, sediado
em Vila Velha, abrilhantará, logo mais, a festa da Banda 26 de julho na Praça Jerônimo Monteiro. // Amigas fraternas Ana Paula Sabadini e Paula Garruth curtiam manhã destas o aconchegante Café Mourad´s. // XXIX Festa do Morango em Pedra Azul será de 5 a 7 de agosto com shows de Israel Novais e Banda Skank. Ingressos, na hora, a R$ 40 e 60 reais, no domingo – R$ 15,00. // O nutricionista Evandro Gomes Doriquetto também esta atendendo, na Pinheiro Centro de Medicina Estética (em frente à Floricultura Florisbela). - Agende sua consulta: 28 - 3522-083. // O Restaurante Osteria Spiaggia, na Rua Aleixo Neto (Praia do Canto), é a nova coqueluche da gastronomia na capital: é do chef Sérgio Quaresma. // Está de parabéns a nossa Primeira Dama de Cachoeiro, a Auxiliadora Caprini Zampirolli que acaba de graduar-se
em psicologia pela Faculdade São Camilo cercada de mimos dos filhos e do maridão, o Prefeito Casteglione. // O jornal Estado de São Paulo selecionou os dez queijos do país que merecem ser conhecidos e, entre eles está o Tipo “Aziago” produzido em São José do Alto Viçosa (Venda Nova) pelo Laticínio Orolatte do italiano Amedeu Mazzocco. // Para o Diretor de Negócios da Usina Paineiras, Antonio Carlos de Freitas, caso a safra daquele empresa, em 2017, atinja os níveis deste ano, “ainda assim a empresa vai estar operando com 50% de sua capacidade de produção que é de 1,2 milhões de toneladas de cana”. // Todas as quintas tem jazz, bossa e MPB com o Trio Zero-28 do tecladista Marcelo Biato, na Quintas do Cabral, no Aquidaban. // Nosso BOM DIA ESPECIAL para Rosirene e Samuel “Sassá Maravilha”. // ELYAN PEÇANHA.
A Sociedade Musical 26 de Julho foi fundada em 26 de Julho de 1931, por um grupo de funcionários de rede ferroviária que, por não ter um local adequado para o lazer, se reunia nos dias de folga para tocar. A família Sant’ana doou o terreno para que fosse construído um salão onde eles se reuniam para tocar. Até hoje, esse salão é a sede da banda, situado a Rua Pedro Estelita Herkenhoff, nº 22, no bairro Basílio Pimenta. O nome da banda, “26 de Julho”, é uma homenagem à família Sant’anna, já que 26 de Julho é dia de Nossa Senhora Sant’anna, avó de Jesus. O atual presidente é o Sr. Cláudio Bernabé Teixeira que foi aluno da banda, toca trompete e participa da mesma desde 1981 e que tem apoio total do desportista Aguilar Lázaro (“Mercedão”). A Banda 26 de Julho é uma entidade filantrópica sem fins lucrativos e que vive hoje exclusivamente do esforço de seus músicos. Ela se apresenta com cerca de 20 músicos em festas religiosas, desfiles cívicos escolares e em eventos particulares em todo o Sul do estado.
(28) 3511-7481
www.jornalfato.com.br facebook.com/espiritosanto.defato
ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
CLASSIFICADOS
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ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
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EDITAL DE INTIMAÇÃO
Acham-se nesta Serventia, à Rua Costa Pereira Nº 90, Centro, nesta cidade de Cachoeiro de Itapemirim-ES, para serem protestados, títulos de responsabilidade das seguintes pessoas:
ANTONIO MAGNO PEREIRA BRAGA - CPF/CNPJ: 115.899.787-65 DANIELE PEZZIN - CPF/CNPJ: 124.955.727-58 DAYANE GABRIEL DE LUCCA - CPF/CNPJ: 137.318.027-75 DEBORA DE FATIMA LIMA - CPF/CNPJ: 073.754.057-51 EDSON SILVA BARBOSA - CPF/CNPJ: 549.728.097-87 ELIAS CARDOSO DA SILVA - CPF/CNPJ: 716.164.897-15 FLAVIANE DO NASCIMENTO PASSAMANI - CPF/CNPJ: 082.776.517-75 J.G MILLER ME - CPF/CNPJ: 15.766.968/0001-09 JOSE DA SILVA MOREIRA - CPF/CNPJ: 421.086.087-53 PAULO GERALDO DE FREITAS - CPF/CNPJ: 005.356.177-55 RUBENS FAGUNDES DOS SANTOS - CPF/CNPJ: 488.350.807-20 SANDRA REGINA DOS SANTOS RIBEIRO - CPF/CNPJ: 069.393.332-15 UNIVERSO MARMORES E GRANITOS EIRELI M - CPF/CNPJ: 24.097.103/0001-80 WAGNER RIBEIRO - CPF/CNPJ: 092.543.977-09
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Por não ter sido possível encontrá-las, intimo-as, na forma do art. 15,§ 1º, da lei 9492/97, para os devidos fins de direito. Não sendo os referidos títulos pagos até o fim do expediente do próximo dia útil, notifico-as do protesto.
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cozinha, área de serviço. Ref. 2-932 - PARAISO - Kitnet c/ 1 quarto, sala, cozinha, banheiro, área de serviço, garagem. Ref. 2 -935 – SANTO ANTONIO - Casa c/ 2 quartos, sala, banheiro, cozinha, área de serviço, piscina, garagem. Ref. 2-937 – IBITIQUARA – ED. SAN MARINO – Apartamento c/ 1 quarto, sala, banheiro, cozinha, area de serviço, garagem. Ref. 2-942 – CEL BORGES – Apartamento c/ 2 quartos, sala, banheiro, cozinha, área de serviço. Ref. 2-943 – VILA RICA – Casa c/ 3 quartos (suíte), sala, copa, cozinha, banheiro, área de serviço, terraço, garagem. Ref. 2-944- INDEPENDENCIA– Apartamento c/ 3 quartos, sendo uma súite c/ closet,sala de jantar e estar, banheiro social, varandas, cozinha, area de serviço, 2 vagas de garagem. Ref. 2-948 – PARAÍSO – Apartamento Térreo c/ 2 quartos, sala, banheiro, cozinha, área de serviço, garagem. Ref. 2-938 – CORAMARA – Casa c/ 2 quartos, sala, copa/cozinha, banheiro,
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ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
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INFORME
11
Agro Pecuária Carvalho Britto S.A. RELATÓRIO DA DIRETORIA
RELATÓRIO DA DIRETORIA
CNPJ: 27.186.915/0001-90
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA Exercícios findos em 31 de dezembro (Reais)
Senhores Acionistas Atendendo à disposições legais e estatutárias, submetemo-nos à apreciação de V. Sª. o balanço patrimonial, as demonstrações contábeis do exercício, das mutações do patrimônio líquido, fluxo de caixa e notas explicativas, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015. Colocamo-nos ao inteiro dispor dos Senhores Acionistas para quaisquer esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO Exercícios findos em 31 de dezembro (Reais)
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Reais) Nota
ATIVO Circulante Caixa e equivalente de caixa Contas a receber Ativo biológico e produto agrícola Almoxarifado e outros estoques Impostos a recuperar Adiantamentos a empregados Demais ativos circulantes
5 6 7 8
Não circulante Créditos perante empresa ligada Títulos federais I. de renda e C. social diferidos Depósitos judiciais Repetição de indébito financiamento Ativo biológico Imobilizado tangível
PASSIVO Circulante Salários e encargos sociais Provisões trabalhistas Contribuições sociais parceladas Obrigações tributárias Impostos parcelados Empréstimos e financiamentos Demais passivos circulantes Não circulante Empréstimos e financiamentos INSS em disputa judicial I. de renda e C. social diferidos Empréstimo de sócio e diretor Provisão para contingências
10 11 8 16 9 7 12
Nota 13 13 13 14 14 15
15 13 14 16
Patrimônio líquido Capital social Reservas de lucros Ajustes da adoção da Lei 11.638/2007 17
2015
2014
41.085,66 739.396,75 2.471.751,06 334.600,77 142.399,34 143.492,73 56.760,87 3.929.487,18
18.718,29 1.796.858,11 10.809.181,34 47.659,34 264.501,74 115.258,48 49.064,24 13.101.241,54
47.298.030,47 15.789.601,41 15.256.178,30 1.576.759,90 8.480.724,41 13.090.512,57 155.777.295,96 257.269.103,02 261.198.590,20
25.727.088,04 14.057.435,88 20.483.749,20 1.279.210,02 12.839.738,51 166.188.514,97 240.575.736,62 253.676.978,16
2015
2014
270.446,80 430.007,93 4.872,67
497.506,83 565.734,56 14.005,94 20.838,55
Nota Receita bruta de vendas Cana-de-açúcar Impostos e deduções sobre vendas Custo da cana vendida
7
Pecuária Impostos e deduções sobre vendas Custo do gado vendido
7
Lucro (prejuízo) bruto
2.905.445,85 807.556,11
3.059.830,98 251.888,32
4.418.329,36
4.409.805,18
34.330.721,71 1.436.330,98 44.834.326,26 47.468,60 327.000,00 80.975.847,55
29.561.647,08 1.138.781,10 47.631.760,72 8.404,56 321.955,64 78.662.549,10
24.757.273,29 24.757.273,29 58.794.088,32 48.163.984,97 92.253.051,68 97.683.365,62 175.804.413,29 170.604.623,88 261.198.590,20 253.676.978,16 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Despesas (receitas) operacionais Administrativas e gerais Honorários dos administradores Despesas financeiras Receitas financeiras Outras despesas Outras receitas Contingências provisionadas (revertidas) Contribuição social sobre o lucro líquido
19 20 20 21 21
Lucro (prejuízo) operacional preliminar Efeitos inflacionários Variações monetárias passivas Variações monetárias ativas
2015
2014
4.389.401,15 (203.364,73) (9.795.369,40)
8.214.764,46 (255.916,30) (11.962.840,49)
(5.609.332,98)
(4.003.992,33)
6.672.394,29 (190.163,14) (4.641.195,90)
1.885.638,24 (53.738,57) (1.756.418,48)
1.841.035,25
75.481,19
(3.768.297,73)
(3.928.511,14)
1.003.372,81 68.172,09 3.539.376,81 (185.426,03) 17.909.540,01 (42.598.496,87) 5.044,36 1.383.768,77
1.314.899,87 85.666,07 1.774.922,37 (181.007,43) 4.077.216,48 (9.819.353,99) (434.927,15) (655.809,52)
(18.874.648,05)
(3.838.393,30)
15.106.350,32
(90.117,84)
(899.006,92) 266.562,08
(72.972,05) 176.251,15
(632.444,84)
103.279,10
Lucro líquido (prejuízo) antes do imposto de renda Imposto de renda
14.473.905,48
13.161,26
(3.843.802,13)
1.821.693,12
Lucro líquido (prejuízo) do exercício
10.630.103,35
1.834.854,38
382,24
65,98
Lucro (prejuízo) por lote de mil ações do capital no fim do exercício
As notas explicativas integram as demonstrações financeiras.
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Reais) Reserva de lucros
Em 1º de janeiro de 2014 Reversão por baixa e depreciação Lucro líquido do exercício Apropriação do lucro: . Reserva legal . Lucros a realizar
Capital social Legal 24.757.273,29 2.332.151,20
Para contigências 24.407.603,07
91.742,72
Em 31 de dezembro de 2014 Reversão por baixa e depreciação Lucro líquido do exercício Apropriação do lucro: . Reserva legal . Lucros a realizar
24.757.273,29 2.423.893,92
Em 31 de dezembro de 2015
24.757.273,29
Para Ajustes da adoção da Lei no. 11.638/2007 reinvestimentos 18.336.719,04 97.951.031,52 (267.665,90)
24.407.603,07
24.407.603,07 58.794.088,32
2.995.768,94
10.098.598,18 13.094.367,12
Lucros (prejuízos) acumulados 1.834.854,38 (91.742,72) (1.743.111,66)
1.743.111,66
531.505,17 2.955.399,09
Lucros a realizar 1.252.657,28
18.336.719,04
18.336.719,04
97.683.365,62 (5.430.313,94)
10.630.103,35
Total 169.037.435,40 (267.665,90) 1.834.854,38 170.604.623,88 (5.430.313,94) 10.630.103,35
(531.505,17) (10.098.598,18) 2.253.051,68
0,00
175.804.413,29
As notas explicativas integram as demonstrações financeiras. receber comerciais, adiantamentos a fornecedores, impostos a recuperar, fornecedores, NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS empréstimos a coligadas e empréstimos e financiamentos bancários. Tais instrumentos 1. Contexto operacional financeiros são avaliados ao custo amortizado considerando, quando aplicável, a taxa A companhia, constituída sob a forma de sociedade por ações de capital fechado, possui efetiva de juros. sede na Fazenda Perobas, Município de Itapemirim – ES, dedica-se à atividade agro(c) Ativos circulante e não circulante pastoril, preponderantemente à cultura de cana-de-açúcar e à criação de gado bovino, Um ativo é reconhecido quando se trata de recurso controlado pela entidade, decorrente sendo suas atividades desenvolvidas em fazendas localizadas no Estado do Espírito de eventos passados e do qual se estima que resultem benefícios econômicos futuros. Santo e Minas Gerais, com área total de 9.747 hectares. A exploração da cultura de O saldo de caixa e equivalentes de caixa, incluem dinheiro em espécie mantido na cana-de-açúcar é feita de modo integrado com a empresa interligada Usina Paineiras S. empresa, saldos de contas bancárias e aplicações financeiras que possuem liquidez A., que absorve a totalidade de sua produção. imediata. 2. Continuidade operacional Os ativos biológicos são apresentados ao custo médio de aquisição ou de formação, Como já citado na Nota 1, a exploração da cultura agrícola é feita de modo integrado com ajustados ao final de cada exercício ao valor atribuído segundo os critérios divulgados na a empresa interligada Usina Paineiras S.A. que adquire a totalidade da citada produção. Nota 7. Ativos biológicos são mensurados pelo valor atribuído, deduzidos das despesas Em decorrência das circunstâncias climáticas adversas nos primeiros meses de 2015, de venda. Alterações no valor atribuído são reconhecidas no resultado. Custos de venverificou-se expressiva quebra de safra, da ordem de 40%. Como resultado, a compadas incluem todos os custos necessários para a venda dos ativos. nhia necessitou integrar-se ao plano de medidas empreendido pela referida empresa O ativo imobilizado é apresentado pelo valor justo atribuído, apurado com base em interligada, para tanto contribuindo através da (i) decisão de descontinuar as atividades avaliação efetuada por peritos avaliadores. A companhia efetua as principais atividapecuárias, efetuando venda em quantidade significativa de seu rebanho bovino, (ii) redes de manutenção em bases anuais, durante o período da entressafra os registrando visão praticável da estrutura organizacional com a consequente redução expressiva do em custos agrícolas a serem apropriados durante o período de safra, desde que não quadro de empregados, (iii) redução das metas de renovação de lavouras e (iv) venda representem itens que aumentem a vida útil ou a capacidade operacional dos ativos de parte de suas propriedades agrícolas. Tais medidas contribuíram para uma geração reparados, circunstância em que são capitalizados. A depreciação é apurada pelo méconsolidada de caixa, que possibilitou que as companhias superassem esse difícil ano todo linear e leva em consideração as seguintes vidas úteis estimadas determinadas na de 2015 e pudessem se preparar para o início da safra 2017/2016. citada avaliação: 3. Base de preparação Vida útil- econômica (anos) (a) Declaração de conformidade Benfeitorias em propriedades rurais 10 As demonstrações financeiras são apresentadas em observância às práticas contábeis adotadas no Brasil, baseadas nas disposições da Legislação Societária, em particular Veículos e implementos agrícolas 5 a 13 a Resolução CFC nº 1.255/2009 que aprovou a NBC TG 1.000 – Contabilidade para Edifícios e residências 10 a 50 Pequenas e Médias Empresas, aplicada em conjunto com a Resolução CFC nº2013/ Sistema de irrigação 10 NBCTG 29(R1) - Ativos Biológicos e Produtos Agrícolas. A emissão das demonstrações Bens dos setores administrativos 7a8 financeiras foi autorizada pela Administração em 30 de abril de 2016. (b) Base de mensuração As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico com exceOs demais ativos são apresentados ao valor de custo ou realização, incluindo, quando ção dos seguintes itens materiais reconhecidos no balanço patrimonial: ativos biológicos aplicável, os rendimentos proporcionais auferidos, além de ajustes aos prováveis valores e produtos agrícolas, assim como o imobilizado tangível, ambos mensurados ao valor de realização. atribuído. (d) Passivos circulante e não circulante (c) Estimativas contábeis Um passivo é reconhecido quando a empresa possui uma obrigação legal ou constituída Na elaboração das demonstrações financeiras de acordo com as Normas Brasileiras de decorrente de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requeContabilidade é necessário utilizar o melhor julgamento possível para determinar, atrarido para a sua liquidação. vés de estimativas, critérios e valores para contabilizar certos ativos, passivos e outras As provisões são registradas tendo por base as melhores estimativas da administração transações. As demonstrações financeiras da companhia incluem, portanto, estimativas e de seus assessores legais quanto aos riscos envolvidos. referentes à seleção das vidas úteis e avaliação de valores recuperáveis do ativo imobiOs demais passivos são registrados por seus valores conhecidos ou calculáveis acreslizado, ativos biológicos, estoques, avaliação de passivos contingentes e para impostos cidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações nas taxas de câmbio incidentes sobre as operações e lucros, provisões necessárias para redução de ativos e variações monetárias incorridas, além de eventuais ajustes aos prováveis valores de e passivos aos valores de efetiva realização e outras similares. A liquidação de transaliquidação. ções envolvendo estas estimativas poderá apresentar variações em relação aos valores (e) Demonstração dos fluxos de caixa originalmente considerados. Estimativas e premissas são revisadas periodicamente e A demonstração dos fluxos de caixa foi preparada pelo método indireto e está apreseneventuais efeitos decorrente dessas revisões são reconhecidas no exercício em que a tada de acordo com a NBC TG 1.000. estimativa foi revisada ou em exercícios futuros que venham a ser afetados. 5. Caixa e equivalente de caixa 4. Principais políticas contábeis Em Reais As políticas contábeis, descritas em detalhes abaixo, tem sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentados nestas demonstrações financeiras. 2015 2014 (a) Apuração do resultado Caixa 713,00 713,00 O resultado do exercício é apurado pelo regime de competência de exercícios. A receita Bancos conta movimento 20.535,15 5.787,19 de venda de produtos é reconhecida no resultado quando todos os riscos e benefícios Aplicações financeitas significativos inerentes ao produto são transferidos para o comprador. Uma receita não é 19.837,51 12.218,10 . Sicoob Sul reconhecida se há uma incerteza significativa quanto à sua realização. As deduções de 41.085,66 18.718,29 vendas incluem os impostos incidentes sobre as vendas. (b) Instrumentos financeiros São representadas por numerário em contas bancárias e em fundos fixos de caixa destiA companhia adotou as disposições da Seção 11 da NBC TG 1.000 para fins de reconados a atender a pequenos pagamentos. As aplicações financeiras representam invesnhecimento e mensuração de instrumentos financeiros. Os principais ativos e passivos timentos em caderneta de poupança. financeiros reconhecidos pela empresa são: caixa e equivalentes de caixa, contas a
Fluxo de caixa das: Atividades operacionais Lucro (prejuízo) do exercício Ajustes para reconciliar o lucro líquido à geração de caixa: . Depreciação . Exaustão e depreciação - ativo biológico . Valor residual de imobilizado baixado . Valor residual de ativo biológico baixado . Valor atribuído de ativos biológicos . Realização de ajustes via depreciação e baixas . Encargos financeiros não circulantes e ajustes ao valor presente Lucro (prejuízo) ajustado Variações em ativos e passivos operacionais . Contas a receber comerciais . Ativo biológico . Estoques . Salários e encargos sociais . Impostos a pagar, líquidos de créditos fiscais . Demais ativos e passivos líquidos
2015
2014
10.630.103,35
1.834.854,38
1.132.911,44 1.774.480,34 9.289.194,33 7.261.366,08 (951.119,82) (5.430.313,94) (751.373,93)
1.046.082,20 1.999.654,84 178.254,96 (3.649.799,60) (405.554,45) (360.340,57)
22.955.247,85
643.151,76
1.030.232,16 1.929,62 (286.941,43) (1.515.573,70) 2.536.272,96 (6.789.932,84)
540.562,86 (3.143.249,63) 39.165,30 (1.056.913,73) (2.709.154,65) (348.114,48)
Recursos (aplicados) gerados nas operações 17.931.234,62 (6.034.552,57) Atividades de investimento . Investimento financeiro de curto prazo (10.886,76) (1.836.479,55) . Aquisição de imobilizado Recursos (aplicados) gerados nos investimentos (10.886,76) (1.836.479,55) Atividades de financiamento Novos empréstimos e financiamentos 3.037.371,39 10.404.687,26 (20.935.351,88) (2.552.770,07) Créditos perante partes relacionadas Recursos (aplicados) gerados (17.897.980,49) 7.851.917,19 nos financiamentos Aumento (redução) no caixa e equivalentes 22.367,37 (19.114,93) Caixa e equivalentes no início 18.718,29 37.833,22 do exercício 41.085,66 18.718,29 Caixa e equivalentes no fim do exercício As notas explicativas integram as demonstrações financeiras. 6. Contas a receber
Provisão de folha de cana-de-açúcar conforme ATRX Títulos a receber
2015 553.002,21 186.394,54 739.396,75
Em Reais 2.014 1.796.664,40 193,71 1.796.858,11
As contas a receber representam (a) os 30% dos montantes das folhas de pagamento de cana-de-açúcar emitidas durante o período da colheita e que serão recebidas até o mês de maio de 2016, incluindo os ajustes decorrentes da variação dos preços do Açúcar Total Residual (ATR) e (b) principalmente títulos vinculados à venda de terrenos. 7. Ativo Biológico e produto agrícola Em reais 2015 2014 Custo agrícola incorrido a apropriar 1.728.706,42 4.359.704,62 Estoque de gado bovino para venda 743.044,64 6.449.476,72 Culturas permanentes - Cana Planta 383.156,35 5.131.390,14 Culturas permanentes - Cana Soca 12.431.530,88 7.132.390,14 275.825,34 575.958,23 Matrizes e reprodutores 15.562.263,63 23.648.919,85 (2.471.751,06) (10.809.181,34) Parcela circulante 13.090.512,57 12.839.738,51 Parcela não circulante Para atender ao requerido pelo CPC 29 (IAS 41) Ativo Biológico e Produto Agrícola é apresentada a reconciliação do total contabilizado de custos agrícolas incorridos e estoque de gado: Em reais 2015 Custo agrícola Estoque incorrido de gado Total No início do exercício 4.359.704,62 6.449.476,72 10.809.181,34 Custos do exercício 7.396.255,89 1.546.033,25 8.942.289,14 Apropriação p/ colheita (9.795.369,40) (9.795.369,40) Custo do gado vendido (4.641.195,90) (4.641.195,90) Baixas da lavoura (229.955,07) (229.955,07) Perdas por morte (88.407,61) (88.407,61) Transf. p/ não circulante (1.929,62) (1.929,62) (2.522.861,82) (2.522.861,82) Ajuste ao valor justo 1.728.706,42 743.044,64 2.471.751,06 No fim do exercício Composição dos custos Salários e encargos sociais Materiais Serviços de terceiros Depreciação e exaustão Outros custos
No início do exercício Custos do exercício Apropriação p/ colheita Custo do gado vendido Baixas da lavoura Perdas por morte Transf. p/ não circulante Ajuste ao valor justo No fim do exercício
6.820.283,67 322.196,71 61.860,26 1.106.175,40 631.773,10 8.942.289,14
Custo agrícola incorrido 3.359.448,87 14.930.075,97 (11.962.840,49) (46.738,68) (1.920.241,05) 4.359.704,62
Estoque de gado 5.174.859,71 1.932.431,43 (1.756.418,48) (68.985,16) (42.931,77) 1.210.520,99 6.449.476,72
Composição dos custos Salários e encargos sociais Materiais Serviços de terceiros Depreciação e exaustão Outros custos As variações nos Ativos Biológicos classificados no ativo não circulante,
No início do exercício Transferido do circulante Outras adições Baixas do exercício Depreciação e exaustão Ajuste ao valor justo No fim do exercício
No início do exercício Transferido do circulante Outras adições Baixas do exercício Depreciação e exaustão Ajuste ao valor justo No fim do exercício
Culturas permanentes 12.263.780,28 1.929,62
Matrizes e reprodutores 575.958,23
(1.263.700,83) (1.661.303,48) 3.473.981,64 12.814.687,23
(186.956,03) (113.176,86)
Culturas permanentes 9.822.195,11 1.920.241,05
Matrizes e reprodutores 677.277,73 42.931,77
(62.332,55) (1.855.601,94) 2.439.278,61 12.263.780,28
(198,37) (144.052,90)
275.825,34
575.958,23
Em reais 2014 Total 8.534.308,58 16.862.507,40 (11.962.840,49) (1.756.418,48) (46.738,68) (68.985,16) (1.963.172,82) 1.210.520,99 10.809.181,34 11.261.143,61 1.081.738,46 1.007.862,74 1.882.479,68 629.282,91 15.862.507,40 Em reais 2015 Total 12.839.738,51 1.929,62 (1.450.656,86) (1.774.480,34) 3.473.981,64 13.090.512,57 2014 Total 10.499.472,84 1.963.172,82 (62.530,92) (1.999.654,84) 2.439.278,61 12.839.738,51
12
INFORME
ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
Agro Pecuária Carvalho Britto S.A. - 2 Para fins de determinação do valor justo das culturas permanentes de cana-de-açúcar foi utilizado o cálculo do valor atribuído pelo método do fluxo de caixa futuro descontado nos ativos biológicos correspondentes às soqueiras que geram várias colheitas e a cana-de-açúcar em pé. De acordo com as práticas contábeis, esses dois componentes devem ser apresentados como um único ativo - culturas permanentes - no balanço patrimonial, uma vez que a produção agrícola não pode ser reconhecida separadamente do ativo biológico a que se refere até a colheita. As culturas permanentes representam apenas as plantas de cana-de-açúcar, sem considerar as terras nas quais estão localizadas. As seguintes premissas foram utilizadas na determinação do valor justo: 2015 2.672,62 50,06 122,10 0,75 13,47
Área estimada de colheita (hectares) Produtividade prevista (toneladas de cana/hectare) Quantidade total de açúcar recuperável - ATR (Kg) Valor do Kg de ATR - R$ Taxa de desconto (SELIC)
2014 2.693,93 51,85 128,72 0,57 11,57
Com relação ao rebanho bovino, o valor atribuído é marcado a mercado, com base em informações dos preços por arroba (para bois e vacas) praticados na data das demonstrações contábeis, divulgadas em boletim especializado, assim como na estimativa quanto ao peso em arrobas do rebanho, estratificado por faixa etária. A empresa mantém sistema de custo integrado com a contabilidade geral para o controle dos custos incorridos, seja com a pecuária, seja com as culturas permanentes de cana-de-açúcar, aí incluídas as atividades de plantio, manutenção de lavouras e reforma do canavial, individualizados por quadra de cana plantada. O total dos custos acumulados no período de entressafra com a manutenção do canavial é apropriado ao custo agrícola com base em informações fornecidas pela gerência agrícola, sobre as quadras do canavial efetivamente colhidas e são apropriados por exaustão com base nos critérios abaixo, baseados em percentuais determinados com base em estudos agrícolas e fundamentados na redução gradual da produtividade da cana por hectare a cada corte: Exaustão por safra em % Baixadas e Áreas de tabuleiros Morros gotejamento 1o Corte 29,40 25,65 10,28 2o Corte 23,52 17,95 9,75 3o Corte 19,17 15,39 9,28 4o Corte 16,16 12,82 8,81 5o Corte 11,75 10,25 8,34 6o Corte 8,97 7,94 7o Corte 8,97 7,54 8o Corte 7,21 9o Corte 6,81 10o Corte 6,48 11o Corte 6,14 12o Corte 5,87 5,55 13o Corte 100,00 100,00 100,00 A parte do rebanho correspondente às matrizes, reprodutores e animais de trabalho, representada por 287 (2014 – 1.723) cabeças, está apresentada no ativo não circulante. O restante – Estoque de gado bovino para venda – corresponde a 743 (2014 – 3.640) cabeças, sendo apresentado no ativo circulante. A companhia está sujeita a riscos inerentes à sua atividade operacional preponderante, dentre os quais podem ser destacados: (a) Riscos regulatórios e ambientais: foram estabelecidos procedimentos e rotinas convergentes com as condicionantes e licenças operacionais e ambientais para garantir o seu cumprimento. As determinações da legislação trabalhista relacionadas com a execução dos trabalhos rurais e a utilização de mão de obra temporária durante o período de safra, também são objeto de acompanhamento pelos encarregados de turmas e técnicos de segurança do trabalho. A Administração realiza reuniões para o acompanhamento dessas questões e para reiterar a aderência às normas e procedimentos vigentes, como forma de prevenir a materialização de tais riscos; (b) Riscos climáticos e diversos: as atividades agropecuárias estão sujeitas a riscos diversos decorrentes de mudanças climáticas, pragas e doenças, incêndios acidentais e outras circunstâncias naturais impossíveis de serem previstas. A Administração emprega seus melhores esforços na supervisão constante das lavouras e do rebanho bovino, empreendendo ações como vacinações preventivas, irrigação artificial de áreas de lavoura, permanente pesquisa e seleção de variedades mais adequadas ao clima local e com potencial para melhorar o rendimento agrícola e o teor de sacarose a elas associado, entre outras medidas; e (c) Riscos de oferta e demanda: não obstante a totalidade da cana-de-açúcar colhida seja vendida para a empresa ligada Usina Paineiras S.A., a precificação, feita em condições equânimes com os demais fornecedores daquela agroindústria, é fortemente impactada pelas circunstâncias de demanda e oferta dos produtos resultantes, basicamente açúcar, álcool anidro e hidratado, elementos estes determinantes do valor do Açúcar Total Residual (ATR), usado para valorizar a cana-de-açúcar vendida. 8. Impostos a recuperar Em Reais 2015 2014 Circulante . ICMS a recuperar 125.080,97 247.398,59 . Imposto de Renda Retido na Fonte 10.718,37 10.503,15 . Parcelamento Lei 11.941/09 6.600,00 6.600,00 pago a maior 142.399,34 264.501,74 Não Circulante . Imposto de Renda Pessoa Jurídica 11.019.416,93 14.863.219,06 diferido . Contribuição Social sobre 4.236.761,37 5.620.530,14 Lucro Líquido diferido 15.256.178,30 20.483.749,20 Os valores de ativo fiscal diferido relativo ao imposto de renda e contribuição social sobre os prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social sobre o lucro líquido foram constituídos com base nas estimativas de sua compensação com as obrigações fiscais decorrentes dos ajustes da adoção inicial da Lei 11.638/2007, considerando ainda a disposição da legislação tributária que confere às empresas agropastoris o direito à compensação integral dos referidos prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social sobre o lucro líquido, sem sujeitar-se à limitação de 30% do resultado tributável, segundo a metodologia do lucro real. 9. Crédito da repetição de indébito de financiamentos Em 10/11/2015 com a negativa de acolhimento do Agravo Regimental nº 352.319 pelo Superior Tribunal de Justiça, ocorreu o trânsito em julgado da Ação 026.03.001344-0, cuja sentença final decretou as várias ilicitudes contratuais e, ao final condenou a Instituição Financeira à restituição de valores pagos. Perícia especializada foi contratada e quantificou o crédito em R$ 8.480.724,41. A petição para o início da fase de liquidação da sentença foi protocolada em 30/03/2016. 10. Créditos perante empresa ligada
Ativo não circulante Usina Paineiras S.A.
Indexador
2.015
Em Reais 2.014
TR
47.298.030,47
25.727.088,04
Os saldos são representados por contrato de mútuo com a empresa ligada Usina Paineiras S.A. Tais mútuos encontram-se devidamente formalizados por contrato e não possuem prazo formal de vencimento. Foram vendidas para a Usina Paineiras S.A. 75 mil (2014 – 127 mil) toneladas de cana-de-açúcar, equivalentes a R$ 3.770 mil (2014 – R$ 8.133 mil). 11. Títulos federais Em reais 2015 2014 Certificados do Tesouro Nacional 16.316.918,13 14.760.524,88 (527.316,72) (703.089,00) Deságio na aquisição a apropriar 15.789.601,41 14.057.435,88 Com base na Resolução no 2.471/98 do Banco Central do Brasil, a companhia securitizou suas dívidas decorrentes de operações de Cédula de Crédito Agrícola, mediante a aquisição no mercado secundário de Certificados do Tesouro Nacional, com vencimento para 20 anos, pelos quais pagou cerca de 10,3% do valor de face dos financiamentos. Tais títulos estão sujeitos à atualização com base no IGP-M e o deságio pago na sua aquisição vem sendo anualmente amortizado. Os referidos Certificados não são comercializáveis e destinam-se ao pagamento dos montantes do principal dessas dívidas.
Terrenos e propriedades Benfeitorias em propriedades rurais Veículos e implementos agrícolas Edifícios e residências Sistema de irrigação Bens dos setores administrativos Imobilizado em Formação
Em reais Saldo inicial Adições Baixas Saldo inicial Exercício de 2015 Custo de aquisição e formação Terrenos e propriedades 156.701.721,28 (9.113.724,11) 147.587.997,17 Benfeitorias em propriedades rurais 142.379,58 142.379,58 Veículos e implementos agrícolas 6.016.664,36 (7.575,70) 6.009.088,66 Edifícios e residências 6.611.812,32 6.611.812,32 Sistema de irrigação 317.705,79 317.705,79 Bens dos setores administrativos 134.966,89 134.966,89 Imobilizado em Formação 162.262,37 10.886,76 (173.149,13) 170.087.512,59 10.886,76 (9.294.448,94) 160.803.950,41 Depreciação acumulada Benfeitorias em propriedades rurais (26.670,56) (5.509,92) (32.180,48) Veículos e implementos agrícolas (2.364.163,62) (840.385,66) 5.234,81 (3.199.314,47) Edifícios e residências (1.193.889,72) (251.456,00) 19,80 (1.445.325,92) Sistema de irrigação (234.908,08) (22.057,92) (256.966,00) Bens dos setores administrativos (79.365,64) (13.501,94) (92.867,58) (3.898.997,62) (1.132.911,44) 5.254,61 (5.026.654,45) a) Provisão para redução ao valor recuperável: Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2015 foram aplicados procedimentos de aferição do valor recuperável dos ativos, não tendo sido identificados indícios de que alguma classe de bens possa estar registrada por valor superior ao de realização. Corrobora tal análise o montante recebido (e respectivo resultado apurado) em decorrência de venda de propriedades agrícolas durante o exercício, o orçamento financeiro e operacional da empresa e a projeção de geração futura de caixa. (b) Terrenos e propriedades possuem um mercado ativo de comercialização e segundo a avaliação da Administração, os respectivos valores pelos quais estão registrados representam os correspondentes valores recuperáveis. Para os demais ativos, sujeitos à depreciação, a experiência pretérita baseada nas operações da companhia sugerem que nenhum valor residual significativo seja apurado ao final da vida útil, razão pela qual a depreciação é calculada sobre a totalidade de tais bens. (c) Garantias: Em garantia de empréstimos e financiamentos próprios e da empresa interligada Usina Paineiras S.A., foram oferecidas hipotecas das fazendas Ouvidor (2.602,73 ha), Muqui/ Lancha (2.669,5 ha), Boa Vista (1.004,44 ha), José Coelho (77,44 ha), Hugo Zago (136,86 ha),Santa Rita (873,51 ha) e Chavasca (896,70 ha).
15. Empréstimos e financiamentos Financiamentos Imobilizado Bancoob - contrato 487-1/3003/2 Bancoob - contrato 487-1/3003/1 Bancoob - contrato 487-1/3003/5 Daycoval - Finame
Taxa Anual de Juros % 3,00 4,50 3,00 6,50
Financiamento de Capital de giro Valter Junior Henrique Gomes Sicoob - contrato 01196126 Sicoob - contrato 879,350 Sicoob - contrato 102652-0 Banestes - 126-14 Financiamentos Securitizados Banco do Brasil S.A. - Principal Banco do Brasil S.A. - Securitização Banco do Brasil S.A. - Juros
6,75 18,02 5,50 7,20 7,20 IGP-M Commodities IGP-M
2015 147.587.997,17 110.199,10 2.809.774,19 5.166.486,40 60.739,79 42.099,31 -
156.701.721,28 115.709,02 3.652.500,74 5.417.922,60 82.797,71 55.601,25 162.262,37
155.777.295,96
166.188.514,97
As variações verificadas nos principais componentes neste exercício são como abaixo:
13. Salários e encargos sociais
Salários a pagar Salários não reclamados Provisão de férias Participação nos resultados Pensão judicial Contribuições sociais . INSS . FGTS . FUNRURAL a recolher Contribuições parceladas . INSS - NFLD's . INSS - Lei nº 11.941/2009 Contribuição sindical e outros Contribuição depositada judicialmente Parcela não circulante Parcela circulante Representada por: . Salários e obrigações a pagar . Provisões trabalhistas . Contribuições sociais parceladas
2.015 104.474,00 33.238,88 430.007,93 2.105,36 740,72
Em Reais 2.014 116.490,52 27.879,67 565.734,56 104.908,16 3.628,04
28.070,57 30.869,62 64.569,96
169.792,56 38.577,89 29.072,12
6.377,69 1.436.330,98 2.136.785,71 -1.436.330,98 700.454,73
14.005,94 7.157,87 1.138.781,10 2.216.028,43 -1.138.781,10 1.077.247,33
270.446,80 430.007,93 700.454,73
497.506,83 565.734,56 14.005,94 1.077.247,33
2.015
Em Reais 2.014
4.872,67
20.838,55
32.966.416,34 11.867.909,92 44.839.198,93
35.023.353,47 12.608.407,25 47.652.599,27
-44.834.326,26 4.872,67
-47.631.760,72 20.838,55
4.872,67 4.872,67
20.838,55 20.838,55
14. Obrigações tributárias
(a) Normais Impostos retidos na fonte (b) Decorrentes de avaliação de ativos a valor atribuído Imposto de renda Contribuição social Parcela não circulante . Decorrentes de avaliação de ativos a valor atribuido Parcela circulante Representada por: . Impostos a pagar
Circulante
2015 Não circulante
182.531,31 303.618,68 15.205,18 30.384,24 531.739,41
2.806.158,43
495.194,00 93.501,44
3.934.386,65 7.200.269,79 149.768,76
1.785.011,00 2.373.706,44
2.207.747,85 13.492.173,05
2.905.445,85
15.789.601,41 380.225,78 1.862.563,04 18.032.390,23 34.330.721,71
6,00 3,00
1.014.999,41 1.706.607,76 84.551,26
Circulante
2014 Não circulante
186.895,71 21.460,89 15.568,73 70.507,15 294.432,48
1.160.326,35 1.923.427,45 96.657,27 26.388,52 3.206.799,59
97.851,12 1.531.287,38 1.136.260,00 2.765.398,50
226.509,16 4.605.759,14 2.865.567,63 7.697.835,93
3.059.830,98
14.057.435,88 380.225,78 4.219.349,90 18.657.011,56 29.561.647,08
Em garantia dos empréstimos e financiamentos foram oferecidos (i) avais dos administradores e (ii) hipoteca de propriedades agrícolas como divulgado na Nota 12. Nos termos da Resolução 2471 do Banco Central do Brasil, o empréstimo perante o Banco do Brasil S.A. foi recalculado considerando o índice de rendimento de poupança e juros de 12% a.a. O saldo resultante foi consolidado e seu vencimento repactuado para 2.019. Para garantir o pagamento do principal, a companhia adquiriu quantidade equivalente de Certificados do Tesouro Nacional, com deságio em função do vencimento futuro. Isto possibilitou a desoneração de parte das garantias reais que asseguram tal empréstimo. Este mútuo passou a ser atualizado com base na variação do IGP-M e está sujeito a juros anuais de 8%, os quais, em caso de adimplência, serão reduzidos para 6% a.a. Ajuste a valor presente: A Cédula de Crédito Rural, objeto da securitização acima referida tem o valor de seu principal reduzido ao montante atualizado dos Certificados do Tesouro Nacional - Nota 11 - uma vez que a quitação dessa obrigação será efetuada exclusivamente com aqueles ativos. 16. Seguros A administração, com base em estudos realizados por assessoria em seguros, decidiu estabelecer cobertura para seus bens baseada no conceito de “cobertura a primeiro risco absoluto”. Esse conceito busca estabelecer uma cobertura abrangente para toda a empresa, levando em conta a descentralização de suas atividades. As apólices de seguro mantidas pela empresa proporcionam coberturas para bens administrativos e operacionais, no valor de R$ 3.000.000,00. Adicionalmente, por força de disposições expressas em cláusulas de contratos de financiamento, determinadas máquinas e equipamentos possuem coberturas de seguros específicas. A administração adota o critério de não contratar seguro para as culturas permanentes. 17. Despesas operacionais por natureza Em reais 2.015 2.014 Salários e encargos sociais 768.921,83 1.153.056,14 Depreciação 11.374,52 Serviços de terceiros e consultorias 72.406,52 Despesas Tributárias 177.643,16 56.807,82 78.062,69 Outras 1.003.372,81 1.314.899,87
Receita de royalties corresponde à indenização paga por empresa que está explorando atividade de mineração de areia lavada, na área da Fazenda Boa Vista, nos termos do contrato firmado com a companhia, que é a detentora dos direitos de propriedade (superficiário).
18. Receitas e despesas financeiras
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos aplicados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Despesas financeiras Juros sobre operações para capital de giro Juros sobre financiamento de imobilizado Encargos financeiros sobre cobranças e pagamentos Receitas financeiras Amortização de deságio - títulos federais Rendimento de aplicações financeiras e outros
Em reais Valor líquido contábil 2014
(28) 3511-7481
Em reais Cláusula de Atualização
2015
Em reais 2014
3.262.209,81 130.290,03 146.876,97 3.539.376,81
1.588.558,71 30.340,26 156.023,40 1.774.922,37
175.772,28 9.653,75 185.426,03
175.772,28 5.235,15 181.007,43
2015
Em reais 2014
19. Outras receitas e despesas operacionais
12. Imobilizado
Imobilizado tangível
es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato
Outras despesas Ajuste ao valor atribuído de ativos biológicos Baixa por venda de bens do imobilizado Ajustes ao valor presente - Lei nº 11.638/07 Perdas por baixa de quadras e outros Outras receitas Receita de royalties Venda de bens imobilizados Ajuste ao valor presente - Lei nº 11.638/07 Realização da avaliação patrimonial - Lei nº 11.638/07 Ajuste ao valor presente de ativos biológicos Ação C. Rural Banco do Brasil Outros
2.522.861,82 9.289.214,13 4.548.278,97 3.838.846,72 1.549.185,09 238.369,76 17.909.540,01 4.077.216,48 131.774,50 135.977,60 13.179.535,99 9.121.071,31 5.628.022,34 8.227.748,40 405.554,45 3.473.981,64 3.649.799,60 8.480.724,41 -16.339,38 42.598.496,87 9.819.353,99
Regis Souza de Carvalho Britto Diretor Presidente Antonio Carlos de Freitas Diretor de Negócios Alcides Zerbone Soares Contador CRC nº 2.567/0.6 CPF nº 195.896.977-04 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores Agro Pecuária Carvalho Britto S.A. 1. Examinamos as demonstrações contábeis da Agropecuária Carvalho Britto S.A. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. 2. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. 3. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
4. Opinião Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Agropecuária Carvalho Britto S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 5. Outros assuntos As demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2014, apresentadas para fins de comparação, foram por nós, auditadas e nosso relatório datado de 15 de maio de 2015 não conteve ressalvas. Vitória, 18 de maio de 2016 . C.F.A. Consultoria, Finanças e Auditoria Independente S/S CRC-ES 2.017/O-4 Albert Anthony Sholl Sócio Contador CRC-ES 8.894/O-7.
(28) 3511-7481
www.jornalfato.com.br facebook.com/espiritosanto.defato
ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
INFORME
13
USINA PAINEIRAS S.A. CNPJ: 27.777.903/0001-30 RELATÓRIO DA DIRETORIA Senhores Acionistas Atendendo à disposições legais e estatutárias, submetemo-nos à apreciação de V. Sª. o balanço patrimonial, as demonstrações contábeis do exercício, das mutações do patrimônio líquido, fluxo de caixa e notas explicativas, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015. Colocamo-nos ao inteiro dispor dos Senhores Acionistas para quaisquer esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários. BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Reais) Nota ATIVO Circulante Caixa e equivalente de caixa Contas a receber Estoques Ativo biológico Impostos a recuperar Adiantamentos a empregados Despesas pagas antecipadamente
Não circulante Títulos federais Créditos fiscais a compensar I. de renda e C. social diferidos Indenização transitada em julgado Repetição de indébito financiamento Depósitos judiciais Investimento financeiro Ativo biológico Imobilizado tangível Imobilizado intangível
5 6 7 8 9
Não circulante Empréstimos e financiamentos Contribuições sociais parceladas Impostos parcelados Impostos depositados judicialmente I. de renda e C. social diferidos Obrigações perante empresa ligada Obrigação perante acionistas Crédito Presumido - Dec. 251R Provisão para contingências
350.946,11 6.902.008,67 9.407.940,05 2.336.832,89 9.012.458,31 204.707,85 21.518,64 28.236.412,52
2014
400.269,49 5.119.370,85 35.371.135,16 3.119.443,55 7.852.116,82 251.887,32 105.865,99 52.220.089,18
10 9 9 11
33.213.237,60 7.140.746,90 32.070.624,65 21.968.127,13
29.208.296,92 6.876.237,72 25.219.963,31 20.889.273,33
12
38.610.449,43 495.418,18 38.493,43 5.350.867,80 180.189.005,31 34.378,04 319.111.348,47 347.347.760,99
29.787.866,92 520.885,30 38.493,43 5.462.387,85 185.651.643,82 42.829,03 303.697.877,63 355.917.966,81
2015
2014
10.326.511,31 6.248.651,34 1.646.898,89 7.578.750,88 10.079.709,89 2.096.289,74 30.561,98 966.709,17 38.974.083,20
26.853.126,13 5.284.674,25 1.609.837,50 6.885.908,43 17.603.731,41 2.087.158,24 2.730.898,61 329.436,45 63.384.771,02
20 8 13
Nota PASSIVO Circulante Fornecedores Salários e obrigações a pagar Impostos a pagar Impostos parcelados Empréstimos e financiamentos Crédito Presumido - Dec. 251R Adiantamento de clientes Demais passivos circulantes
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Reais)
2015
14 15 16 16 17 18
17 15 16
43.517.114,72 747.484,58 47.409.359,84
36.312.650,25 773.685,08 49.724.993,25
16
16.372,32
16.372,32
16
53.153.458,21
54.425.119,83
19
47.298.030,47
25.727.088,04
19 18 20
494.450,49 28.747.536,46 221.383.807,09
348.460,66 782.376,89 27.604.857,17 195.715.603,49
Ajustes da adoção da Lei 11.638/2007 Prejuízos acumulados 21
27.792.586,87
27.792.586,87
119.074.309,43
121.542.829,06
-59.877.025,60 86.989.870,70 347.347.760,99
-52.517.823,63 96.817.592,30 355.917.966,81
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO Exercícios findos em 31 de dezembro (Reais) Nota Receita bruta de vendas Açúcar Álcool Outros produtos Deduções de vendas ICMS Outras, principalmente PIS e COFINS Receita líquida de vendas Custo dos produtos vendidos Açúcar Álcool Outros Lucro bruto
Lucro (prejuízo) operacional preliminar Efeitos inflacionários Variações monetárias passivas Variações monetárias ativas
Lucro (prejuízo) antes do imposto de renda Imposto de renda Lucro líquido (prejuízo) do exercício Prejuízo por lote de mil ações do capital no fim do exercício
Ajustes da adoção da Lei no. 11.638/2007
Lucros (prejuízos acumulados)
27.792.586,87
123.978.462,20 (2.435.633,14)
(56.434.879,91)
27.792.586,87
121.542.829,06 (2.468.519,63)
27.792.586,87
119.074.309,43
23
24 24 25 25
2015
2014
27.893.576,30 21.475.513,91 1.084.720,07 50.453.810,28
50.202.830,05 53.949.402,57 2.313.644,98 106.465.877,60
(1.981.622,47) (3.261.554,54) (5.243.177,01) 45.210.633,27
(3.594.701,68) (7.667.736,71) (11.262.438,39) 95.203.439,21
(29.256.636,98) (27.639.948,36) (672.196,83) (57.568.782,17) -12.358.148,90
(39.867.979,65) (45.786.676,01) (1.707.942,39) (87.362.598,05) 7.840.841,16
7.528.584,37 509.725,20 429.979,23 11.014.785,38 (1.637.466,81) 7.524.789,75 (25.188.509,74) 260.845,56 (1.813.410,35) (1.370.677,41)
12.440.510,45 512.857,44 668.311,20 9.940.647,88 (986.817,41) 32.808.258,52 (47.653.129,22) (1.542.465,28) (959.917,99) 5.228.255,59
-10.987.471,49
2.612.585,57
(1.881.114,21) 472.132,74 (1.408.981,47)
(1.645.096,48) 283.128,34 (1.361.968,14)
(12.396.452,96)
1.250.617,43
5.037.250,99 (7.359.201,97)
2.666.438,85 3.917.056,28
(67,81)
36,09
As notas explicativas integram as demonstrações financeiras.
Total 95.336.169,16 (2.435.633,14) 3.917.056,28 96.817.592,30 (2.468.519,63) (7.359.201,97) 86.989.870,70
3.917.056,28 (52.517.823,63) (7.359.201,97) (59.877.025,60)
As notas explicativas integram as demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA (REAIS) Fluxo de caixa das: Atividades operacionais Prejuízo do exercício Ajustes para reconciliar o lucro líquido à geração de caixa: . Depreciação do imobilizado . Exaustão de ativos biológicos . Valor residual de imobilizado baixado . Valor de ativo biológico baixado . Valor atribuído de ativo biológico . Realização de ajustes via depreciação e baixas . Encargos financeiros de ativos e passivos não circulantes Lucro (prejuízo) ajustado
2015
2014
(7.359.201,97)
3.917.056,28
5.176.566,86 845.025,48 813.229,02
5.945.024,96 1.237.625,42 62.177,30
170.987,38
(2.370.672,91)
(2.468.519,63)
(3.690.353,23)
1.472.720,42 (1.349.192,44)
3.203.278,83 8.304.136,65
(1.782.637,82) (121.882,15) 25.963.195,11 (16.526.614,82) 1.070.605,58
(249.654,41) (209.105,05) (1.272.405,18) 7.269.416,92 1.160.373,90
Variações em ativos e passivos operacionais . Contas a receber comerciais . Ativo biológico . Estoques . Fornecedores . Salários e encargos sociais . Impostos a pagar, líquidos de créditos fiscais . Demais ativos e passivos líquidos Recursos (aplicados) gerados nas operações
(11.379.828,45)
(6.981.617,79)
(7.950.098,16)
(2.415.977,98)
(12.076.453,15)
5.605.167,06
(510.255,39) (8.450,99)
(1.975.121,31) (25.603,09)
(518.706,38)
2.000.724,40)
(8.535.808,61)
(6.599.862,96)
Atividades de investimento
Patrimônio líquido Capital social
Despesas (receitas) operacionais Despesas operacionais Honorários dos administradores Programa de assistência social Despesas financeiras Receitas financeiras Outras despesas Outras receitas Contingências provisionadas (revertidas) Contribuição social sobre o lucro líquido
Em 1o de janeiro de 2014 Reversão por baixa e depreciação Lucro do exercício Em 31 de dezembro de 2014 Reversão por baixa e depreciação Prejuízo líquido do exercício Em 31 de dezembro de 2015
Capital social
. Aquisição de imobilizado tangível . Aquisição de imobilizado intangível Recursos (aplicados) gerados nos investimentos Atividades de financiamento Novos empréstimos (amortização) Amortização (nova) obrigação perante partes relacionadas Recursos (aplicados) gerados nos financiamentos Aumento (redução) no caixa e equivalentes Caixa e equivalentes no início do exercício Caixa e equivalentes no fim do exercício
21.081.644,76
2.849.657,12
12.545.836,15
(3.750.205,84)
(49.323,38) 400.269,49 350.946,11
(145.763,18) 546.032,67 400.269,49
As notas explicativas integram as demonstrações financeiras. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 1. Contexto operacional A companhia, constituída sob a forma de sociedade por ações de capital fechado, possui sede na Fazenda Paineiras,Município de Itapemirim – ES e dedica-se à produção de açúcar cristal, álcool anidro e hidratado. O suprimento de cana-de-açúcar – a matéria-prima utilizada no processo produtivo – é assegurado por (i) lavouras próprias, (ii) lavouras de empresa interligada e (iii) compras efetuadas junto a produtores rurais das regiões sul do Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro. As ações empreendidas pela empresa no sentido de assegurar a continuidade do suprimento de matéria-prima contemplam: (i) destinação de recursos para renovação ou reforma das áreas de lavouras próprias; (ii) manutenção de política de preços justos para as compras de cana-de-açúcar; e (iii) investimentos relacionados com a pesquisa de cultivares mais adaptados às condições ambientais locais, bem como a prestação de assistência técnica aos produtores das regiões próximas. A capacidade nominal de moagem da usina situa-se em 1.200 mil toneladas anuais de cana-de-açúcar, tendo processado na safra 2016/2015 - 286 mil (2015/2014 – 779 mil) toneladas. As projeções para a safra 2017/2016 contemplam a moagem de 600 mil toneladas. 2. Continuidade operacional Como decorrência de condições climáticas adversas que reduziram a oferta de cana-de-açúcar para 25% da capacidade nominal instalada, a administração da companhia teve de empreender medidas buscando a racionalização de custos e despesas, assim como proceder ao ajuste praticável das premissas de operação para adequar-se a essa inesperada realidade, dentre as quais podem ser resumidas: (a) revisão de toda a estrutura operacional com consequente redução significativa do quadro de empregados, bem como revisão de todos os processos; (b) renegociação de contratos com fornecedores, buscando condições mais favoráveis; (c) alteração do modelo de negócio instituindo parcerias das áreas próprias destinadas a lavoura de cana-de-açúcar buscando melhorias no rendimento e/ou eficiência das colheitas, sem a necessidade da aplicação de investimentos assim como terceirização de atividades de embarque e transporte de canas, sempre que possível; (d) redução dos planos de renovação de lavouras em consequência das providências mencionadas no item anterior; (e) a venda de ativos (próprios e de parte das propriedades agrícolas da empresa ligada Agropecuária Carvalho Britto S.A.; (f) a quitação de empréstimos e financiamentos bancários ou a repactuação de dívidas para prazos mais longos; e (g) a revisão das premissas do plano de manutenção no período da entressafra. Esse conjunto de medidas permitiu à companhia superar esse difícil ano de 2015 e preparar-se para o início da safra 2017/2016, cujo planejamento, correspondente orçamento e projeção de fluxos financeiros sinalizam para geração de caixa em montante suficiente para assegurar a continuidade operacional. 3. Base de preparação (a) Declaração de conformidade As demonstrações financeiras são apresentadas em observância às práticas contábeis adotadas no Brasil, baseadas nas disposições da Legislação Societária, em particular a Resolução CFC nº 1.255/2009 que aprovou a NBC TG 1.000 – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, aplicada em conjunto com a Resolução CFC nº2013/NBCTG 29(R1) - Ativos Biológicos e Produtos Agrícolas. A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pela Administração em 30 de abril de 2016. (b) Base de mensuração As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico com exceção dos seguintes itens materiais reconhecidos no balanço patrimonial: ativos biológicos e produtos agrícolas, assim como o imobilizado tangível, ambos mensurados ao valor atribuído. (c) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações financeiras de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade é necessário utilizar o melhor julgamento possível para determinar, através de estimativas, critérios e valores para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações financeiras da companhia incluem, portanto, estimativas referentes à seleção das vidas úteis e avaliação de valores recuperáveis do ativo imobilizado, ativos biológicos, estoques e avaliação de valores recuperáveis do ativo imobilizado, ativos biológicos, estoques, avaliação de passivos contingentes e para impostos incidentes sobre as operações e lucros, provisões necessárias para redução de ativos e passivos aos valores de efetiva realização e outras similares. A liquidação de transações envolvendo estas estimativas poderá apresentar variações em relação aos valores originalmente considerados. Estimativas e premissas são revisadas periodicamente e eventuais efeitos decorrente dessas revisões são reconhecidos no exercício em que a estimativa foi revisada ou em exercícios futuros que venham a ser afetados. 4. Principais políticas contábeis As políticas contábeis, descritas em detalhes abaixo, tem sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentados nestas demonstrações financeiras. (a) Apuração do resultado O resultado do exercício é apurado pelo regime de competência de exercícios. A receita de venda de produtos é reconhecida no resultado quando todos os riscos e benefícios significativos inerentes ao produto são transferidos para o comprador. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa quanto à sua realização. As deduções de vendas incluem os impostos incidentes sobre as vendas.
(b) Instrumentos financeiros A companhia adotou as disposições da Seção 11 da NBC TG 1.000 para fins de reconhecimento e mensuração de instrumentos financeiros. Os principais ativos e passivos financeiros reconhecidos pela empresa são: caixa e equivalentes de caixa, contas a receber comerciais, adiantamentos a fornecedores, impostos a recuperar, fornecedores, empréstimos de empresas ligadas, empréstimos e financiamentos bancários. Tais instrumentos financeiros são avaliados ao custo amortizado considerando, quando aplicável, a taxa efetiva de juros. (c) Ativos circulante e não circulante Um ativo é reconhecido quando se trata de recurso controlado pela entidade, decorrente de eventos passados e do qual se estima que resultem benefícios econômicos futuros. O saldo de caixa e equivalentes de caixa inclui dinheiro em espécie mantido na empresa, saldos de contas bancárias e aplicações financeiras que possuem liquidez imediata. Os estoques são apresentados ao custo médio de aquisição ou de fabricação, inferiores aos valores de reposição ou de realização. Os demais ativos circulantes e não circulantes, são apresentados ao valor de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos proporcionais auferidos e as variações em indexadores contratuais, além de ajustes aos prováveis valores de realização. Os ativos biológicos são apresentados ao custo médio de aquisição ou de formação, ajustados ao final de cada exercício ao valor atribuído segundo os critérios divulgados na Nota 8. Ativos biológicos são mensurados pelo valor atribuído, deduzido das despesas de venda. Alterações no valor atribuído são reconhecidas no resultado. O ativo imobilizado é apresentado pelo valor justo atribuído, apurado com base em avaliação efetuada por peritos avaliadores. A companhia efetua as principais atividades de manutenção em bases anuais, durante o período da entressafra os registrando em custos industriais a serem apropriados durante o período de safra, desde que não representem itens que aumentem a vida útil ou a capacidade operacional dos ativos reparados, circunstância em que são capitalizados. A depreciação é apurada pelo método linear e leva em consideração as seguintes vidas úteis estimadas determinadas na citada avaliação: Vida útil- econômica (anos) Benfeitorias em propriedades rurais Veículos Edifícios e residências Máquinas e equipamentos Destilaria de álcool Bens dos setores administrativos
10 5 10 a 50 10 10 5 a 10
(d) Passivos circulante e não circulante Um passivo é reconhecido quando a empresa possui uma obrigação legal ou constituída decorrente de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para a sua liquidação. As provisões são registradas tendo por base as melhores estimativas da administração e de seus assessores legais quanto aos riscos envolvidos. Os demais passivos são registrados por seus valores conhecidos ou calculáveis acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações nas taxas de câmbio e variações monetárias incorridas, além de eventuais ajustes aos prováveis valores de liquidação. (e) Demonstração dos fluxos de caixa A demonstração dos fluxos de caixa foi preparada pelo método indireto e está apresentada de acordo com a NBC TG 1.000. 5. Caixa e equivalente de caixa Em Reais 2015 2014 Caixa 1.394,02 1.394,02 Bancos conta movimento 15.885,17 279.462,78 Aplicações financeiras . Banco Safra S.A. 1.054,20 . Banco Bradesco S.A. 159.385,18 174.281,74 118.358,49 . Sicoob Sul 350.946,11 400.269,49 São representadas por numerário mantido na empresa (fundos fixos) para atender a despesas de pouca monta e em contas bancárias de livre movimentação. As aplicações financeiras representam investimentos em contas de poupança. 6. Contas a receber Em Reais Duplicatas a receber Outros créditos, decorrentes da venda de ativos
2015 1.906.457,62 4.995.551,05 6.902.008,67
2014 4.269.767,74 849.603,11 5.119.370,85
A administração entende não ser necessária a constituição de provisão para perdas na realização de créditos em adição às baixas de contas consideradas incobráveis, normalmente efetuadas ao longo do exercício social. Os créditos decorrentes de venda de ativos estão garantidos por alienação fiduciária e/ou hipoteca. 7. Estoques Em Reais 2015 2014 Açúcar 16.252,72 8.267.765,46 Álcool 131.227,49 5.881.795,27 Melaço 699.781,20 156.767,46 Almoxarifado 1.180.905,19 1.402.793,78 Custos industriais incorridos a apropriar 1.740.899,19 2.215.035,21 Adiantamentos a fornecedores 4.347.292,41 15.980.558,36 Materiais de produção 800.548,30 917.838,86 491.033,55 548.580,76 Outros 9.407.940,05 35.371.135,16 8. Ativo Biológico
Custo agrícola incorrido a apropriar Culturas permanentes - Cana Planta Culturas permanentes - Cana Soca Parcela circulante Parcela não circulante
2015 2.336.832,89 184.208,33 5.166.659,47 7.687.700,69 (2.336.832,89) 5.350.867,80
Em reais 2014 3.119.443,55 927.141,33 4.535.246,52 8.581.831,40 (3.119.443,55) 5.462.387,85
Para atender ao requerido pelo CPC 29 (IAS 41) Ativo Biológico e Produto Agrícola é apresentada a reconciliação do total contabilizado de custos agrícolas incorridos e culturas permanentes: Em reais Ativo circulante No início do exercício Custos do exercício Apropriação p/ colheita Baixas da lavoura Transf. p/ não circulante No fim do exercício Composição dos custos Salários e encargos sociais Materiais Serviços de terceiros Depreciação Outros custos
2015
2014
3.119.443,55 7.875.107,07 (8.174.046,65) (361.788,93) (121.882,15) 2.336.832,89
3.026.409,71 15.214.162,11 (15.005.057,06)
592.769,99 2.162.130,78 2.299.698,38 2.790.427,59 30.080,33 7.875.107,07
2.681.532,76 6.111.906,41 2.720.728,05 3.202.698,24 497.296,65 15.214.162,11
(116.071,21) 3.119.443,55
14
INFORME
ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
Usina Paineiras S.A. - 2
Ativo não circulante No início do exercício Transferido do circulante Outras adições Baixas do exercício Exaustão do canavial Ajuste valor atribuído
Em reais 2015
2014
5.462.387,85 121.882,15
4.213.269,15 116.071,21
(352.979,25) (845.025,48) 964.602,53 5.350.867,80
(1.237.625,42) 2.370.672,91 5.462.387,85
Para fins de determinação do valor atribuído das culturas permanentes de cana-de-açúcar, foi utilizado o cálculo do valor justo pelo método do fluxo de caixa futuro descontado nos ativos biológicos correspondentes às soqueiras que geram várias colheitas e a cana-de-açúcar em pé. De acordo com as práticas contábeis, esses dois componentes devem ser apresentados como um único ativo - culturas permanentes - no balanço patrimonial, uma vez que a produção agrícola não pode ser reconhecida separadamente do ativo biológico a que se refere até a colheita. As culturas permanentes representam apenas as plantas de cana-de-açúcar, sem considerar as terras nas quais estão localizadas. As seguintes premissas foram utilizadas na determinação do valor justo: Área estimada de colheita (hectares) Produtividade prevista (toneladas de cana/hectare) Quantidade total de açúcar recuperável - ATR (Kg) Valor do Kg de ATR - R$ Taxa de desconto (SELIC)
2015 1.586,72 53,07 122,10 0,75 13,47
2014 2.521,33 46,84 128,72 0,57 11,57
A empresa mantém sistema de custo integrado com a contabilidade geral para o controle dos custos incorridos com as culturas permanentes de cana-de-açúcar, aí incluídas as atividades de plantio, manutenção de lavouras e reforma do canavial, individualizados por quadra de cana plantada. O total dos custos acumulados no período de entressafra com a manutenção do canavial é apropriado ao custo agrícola com base em informações fornecidas pela gerência agrícola, sobre as quadras do canavial efetivamente colhidas e são apropriados por exaustão com base nos seguintes critérios, baseados em percentuais determinados com base em estudos agrícolas e fundamentados na redução gradual da produtividade da cana por hectare a cada corte:
1o Corte 2o Corte 3o Corte 4o Corte 5o Corte 6o Corte 7o Corte 8o Corte 9o Corte 10o Corte 11o Corte 12o Corte 13o Corte
Baixadas e tabuleiros 29,40 23,52 19,17 16,16 11,75
100,00
Exaustão por safra em % Áreas Morros de Morros 25,65 10,28 17,95 9,75 15,39 9,28 12,82 8,81 10,25 8,34 8,97 7,94 8,97 7,54 7,21 6,81 6,48 6,14 5,87 5,55 100,00 100,00
A companhia está sujeita a riscos inerentes à sua atividade operacional preponderante, dentre os quais podem ser destacados: (a) Riscos regulatórios e ambientais: foram estabelecidos procedimentos e rotinas convergentes com as condicionantes e licenças operacionais e ambientais para garantir o seu cumprimento. As determinações da legislação trabalhista relacionadas com a execução dos trabalhos rurais e a utilização de mão de obra temporária durante o período de safra, também são objeto de acompanhamento pelos encarregados de turmas e técnicos de segurança do trabalho. A Administração realiza reuniões para o acompanhamento dessas questões e para reiterar a aderência às normas e procedimentos vigentes, como forma de prevenir a materialização de tais riscos; (b) Riscos climáticos e diversos: as atividades agropecuárias estão sujeitas a riscos diversos decorrentes de mudanças climáticas, pragas e doenças, incêndios acidentais e outras circunstâncias naturais impossíveis de serem previstas. A Administração emprega seus melhores esforços na supervisão constante das lavouras, empreendendo ações como irrigação artificial de áreas de lavoura, permanente pesquisa e seleção de variedades mais adequadas ao clima local e com potencial para melhorar o rendimento agrícola e o teor de sacarose a elas associado, entre outras medidas; e (c) Riscos de oferta e demanda: não obstante as políticas quanto à justa precificação das compras de cana-de-açúcar feitas perante os fornecedores existem fatores externos decorrentes das circunstâncias de demanda e oferta dos produtos resultantes, (açúcar e álcool anidro ou hidratado), cujos preços efetivamente obtidos na comercialização são determinantes para a valorização do Açúcar Total Residual (ATR), usado para precificar a cana-de-açúcar comprada. 9. Impostos a recuperar Em reais Contribuição social sobre o lucro a recuperar Imposto de renda a recuperar Crédito de ICMS sobre compras de ativo imobilizado IPI a recuperar PIS COFINS Outros
Parcela não circulante . Créditos fiscais a compensar . Imposto de renda e contribuição social diferidos Parcela circulante Representada por: . Impostos a recuperar . Créditos fiscais a compensar
2015
2014
9.017.409,21
7.159.994,58
25.640.152,47 326.816,95 7.957.363,28 2.502.087,73 907.076,38 1.872.923,84
20.465.322,93 204.536,04 7.630.198,14 2.310.854,48
48.223.829,86
39.948.317,85
(7.140.746,90) (32.070.624,65)
(6.876.237,72) (25.219.963,31)
9.012.458,31
7.852.116,82
7.610.611,67 1.401.846,64 9.012.458,31
2.177.411,68
6.450.270,18 1.401.846,64 7.852.116,82
Em 24 de março de 1999, foi obtida reforma de sentença judicial que passou a assegurar à companhia o direito de reconhecer alíquota “zero” de IPI nas suas vendas de açúcar a partir de janeiro de 1992, e que assegurou a antecipação de tutela quanto à compensação dos valores pagos com demais obrigações tributárias federais. Em 2009 foi proferida decisão pelo TRF, anulando os efeitos da reforma de sentença de 1ª Instância que concedia alíquota “zero” de IPI. Os autos foram devolvidos à vara de origem para que fosse ouvida a parte contrária e para que o Juiz daquela instância, novamente decidisse sobre a questão da alíquota “zero”. Por conta disso a companhia reconheceu e incluiu em parcelamentos, todo o IPI não destacado em suas Notas Fiscais de venda de açúcar, no período abrangido pela decisão anulada. O referido julgamento do TRF não contemplou a questão do direito aos créditos reconhecidos pela companhia e sobre a antecipação de tutela quanto à sua utilização, os quais permaneceram vigentes até julgamento posterior. Adicionalmente ao descrito no parágrafo precedente, a companhia ao aderir ao parcelamento previsto pela Lei nº 11.941/2009, optou por também incluir tributos anteriormente compensados com os créditos de IPI, reconstituindo aquele crédito fiscal. A companhia apresentou Recurso alegando (i) que a nulidade da sentença dos Embargos de Declaração opostos foi objeto de Recurso Especial ainda pendente de julgamento no STJ o que impossibilitaria o prosseguimento do feito; (ii) ofensa ao princípio do contraditório; (iii) que a sentença deveria limitar-se a declarar o direito, ou não à repetição do indébito, sendo defeso a manifestação sobre a integral utilização, ou não, do crédito fiscal; (iv) ofensa ao princípio da seletividade em razão da essencialidade do produto e por fim, requerendo o provimento do Recurso para que fosse anulada a sentença, com o aguardo do Recurso Especial pendente de julgamento no STJ, anulação da sentença para retirar todos os comandos que implicassem no afastamento do “andebeatur”, reforma da sentença para que seja declarado o direito à repetição de indébito do IPI até o advento do Decreto 7947/2013 que fixou alíquota “zero” ao produto. Em julgamento proferido em 14 de outubro de 2014, foi negado provimento ao Recurso apresentado pela companhia, concluindo os julgadores pela improcedência da causa na apreciação do mérito. Embargos de Declaração apresentados, foram julgados em 9 de dezembro de 2014, tendo sido negados. Não obstante a administração da companhia acredite no desfecho favorável do Recurso Especial 592.145, impetrado por outra Usina, a ser julgado pelo STF, com repercussão geral reconhecida, no que se refere ao princípio constitucional da seletividade em função da essencialidade, bem como dos seus recursos apresentados ao julgamento de dezembro de 2014, foi tomada a decisão de, conservadoramente, constituir provisão em 2014, para eventual risco de perda do crédito de IPI no montante de R$ 28.366.536,46 – atualizado para 31 de dezembro de 2015 - (Nota 20), mantendo, entretanto, os créditos relativos ao período abrangido pela IN RFB 67/1998, sem provisionamento.
es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato
10. Títulos federais
Certificados do Tesouro Nacional Deságio na aquisição, a apropriar
(28) 3511-7481
Em reais 2014 32.845.604,93 (3.637.308,01) 29.208.296,92
2015 36.309.002,29 (3.095.764,69) 33.213.237,60
Com base na Resolução no 2.471/98 do Banco Central do Brasil, a companhia securitizou suas dívidas decorrentes de operações de Cédula de Crédito Agrícola, mediante a aquisição no mercado secundário de Certificados do Tesouro Nacional, com vencimento para 20 anos, pelos quais pagou 10,3% do valor de face dos financiamentos. Tais títulos estão sujeitos à atualização com base no IGP-M e o deságio pago na sua aquisição vem sendo anualmente amortizado. Os referidos Certificados não são comercializáveis e destinam-se ao pagamento dos montantes do principal dessas dívidas. 11. Indenização transitada em julgado Em 10 de setembro de 2009, transitou em julgado, em última instância, Ação Ordinária em que a companhia demandava da União, como sucessora do Instituto do Açúcar e do Álcool, indenizações em função de perdas decorrentes de intervenção no domínio econômico, ao amparo da Lei nº 4.870/1965. A companhia ajuizou, então, ação de liquidação de sentença, peticionando fosse à mesma liquidada segundo a modalidade de arbitramento, tomando por referência valores apurados em Laudo, produzido durante a fase probatória do feito original. Não tendo o Juiz acolhido o pleito de liquidação por arbitramento, determinou a realização de nova Perícia para a apuração do montante devido, já líquido de eventuais ganhos que a companhia pudesse ter auferido com a compra de matérias-primas de seus fornecedores, por valores também minorados. Os novos trabalhos periciais apuraram o montante já líquido, à época de sua elaboração, da ordem de 17,7 milhões. O juízo sob o qual tramita a ação homologou o laudo pericial. Diversos recursos e embargos propostos pela União foram indeferidos. A realização do referido crédito cujo montante atualizado é de R$ 22 milhões, terá sua liquidação determinada tão logo seja julgado no STJ agravo interposto pela União que está, no momento, obstruindo o andamento da liquidação. 12. Crédito da repetição de indébito de financiamentos Processo 026.03.0010 026.03.001344
Pedido Operação Restituição de indébito Cédula Crédito Industrial Restituição de indébito Cédula Crédito Rural
Saldo (R$) 31.417.741,95 7.192.707,48 38.610.449,43
Em 2009, como resultado de sentenças obtidas e, baseada no julgamento de seus consultores jurídicos quanto à expectativa de êxito com relação à plena quitação da operação de financiamento Cédula de Crédito Industrial, tal obrigação foi considerada extinta e excluída dos registros contábeis da companhia. Reiteradamente todas as apelações, apresentadas pela Instituição Financeira, vem sendo denegadas, estando atualmente o referido processo no STJ. O entendimento dos consultores jurídicos é de que existe expectativa real de serem mantidas todas as vitórias até aqui alcançadas. Tomando por base essa circunstância e tendo por referência as sentenças já obtidas e mantidas, foi contratada uma Perícia especializada que, considerando cada condenação expressa nas sentenças, valorizou o crédito da companhia, que foi reconhecido em 2014, pelo montante de R$ 29.787.866,92. Em 9 de dezembro de 2015, com a negativa de acolhimento do Recurso Especial nº 1.566.146 pelo Superior Tribunal de Justiça, ocorreu o trânsito em julgado da ação. Estando a mesma em fase de liquidação de sentença. Em 10/11/2015 com a negativa de acolhimento do Agravo regimental nº 352.319 pelo Superior Tribuna de Justiça, ocorreu o transito em julgado da Ação 026.03.001344-0, cuja sentença final decretou as várias ilicitudes contratuais e, ao final, condenou a Instituição Financeira à restituição de valores pagos. Perícia especializada foi contratada e quantificou o crédito em R$ 7.192.707,48. A petição para o início da fase de liquidação da sentença foi protocolada em 30/03/2016. Cumpre ressaltar que não se configura nenhuma hipótese pela qual os créditos reconhecidos pelos valores acima indicados não tenha a sua realização assegurada, pelo menos, através da liquidação das operações de crédito agrícola que foram incluídos no processo de renegociação Plano Especial de Saneamento de Ativos (PESA), que se encontram devidamente provisionados nas demonstrações financeiras. 13. Imobilizado Em reais Valor líquido contábil Imobilizado tangível 2015 2014 Terrenos e propriedades 49.506.286,50 49.898.878,88 Benfeitorias em propriedades rurais 4.434.003,02 4.907.367,93 Veículos 1.911.739,83 2.657.553,31 Edifícios e residências 16.621.903,51 17.675.292,43 Máquinas e equipamentos 91.993.908,71 94.248.204,85 Destilaria de álcool 13.747.830,98 14.015.804,14 Bens dos setores administrativos 553.481,81 716.277,76 Outros bens 93.588,42 93.588,42 1.326.262,53 1.438.676,10 Imobilizado em Formação 180.189.005,31 185.651.643,82 As variações verificadas nos principais componentes no exercício são como abaixo: Imobilizado tangível Exercício de 2015 Terrenos e propriedades Benfeitorias em propriedades rurais Veículos Edifícios e residências Máquinas e equipamentos Destilaria de álcool Bens dos setores administrativos Outros bens Imobilizado em Formação
Saldo inicial 49.898.878,88 8.494.109,52 7.198.045,97 27.586.631,81 126.884.590,31 17.829.089,64 2.132.139,77 141.075,71 1.438.676,10 241.603.238
Adições
Baixas
5.663,69
392.592,38 21.770,35 279.908,30
430.881,59 7.020,75 71.020,05 514.586,08
Em reais Saldo final
49.506.286,50 8.472.339,17 6.923.801,36 27.586.631,81 387.431,19 126.928.040,71 17.829.089,64 2.139.160,52 141.075,71 183.433,62 1.326.262,53 1.265.135,84 240.852.687,95
Depreciação acumulada Exercício de 2015 Benfeitorias em (3.586.741,59) (462.067,80) propriedades rurais Veículos (4.540.492,66) (681.782,35) Edifícios e residências (9.911.339,38) (1.053.388,92) Máquinas e equipamentos (32.636.385,46) (2.531.406,20)
10.473,24 210.213,48
(4.038.336,15) (5.012.061,53) (10.964.728,30)
233.659,66 (34.934.132,00)
Destilaria de álcool Bens dos setores administrativos Outros bens
(3.813.285,50) (267.973,16) (1.415.862,01) (169.816,70) (47.487,29) (55.951.593,89) (5.166.435,13)
(4.081.258,66) (1.585.678,71) (47.487,29) 454.346,38 (60.663.682,64)
(a) Provisão para redução ao valor recuperável: Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2015 foram aplicados procedimentos de aferição do valor recuperável dos ativos, não tendo sido identificados indícios de que alguma classe de bens possa estar registrada por valor superior ao de realização. Corrobora tal análise, o resultado apurado pela empresa interligada nas vendas de propriedades rurais neste exercício, o orçamento financeiro e operacional da empresa e a projeção de geração futura de caixa. (b) Terrenos e propriedades possuem um mercado ativo de comercialização e segundo a avaliação da Administração, os respectivos valores pelos quais estão registrados representam os correspondentes valores recuperáveis. Para os demais ativos, sujeitos à depreciação, a experiência pretérita baseada nas operações da companhia sugere que nenhum valor residual significativo seja apurado ao final da vida útil, razão pela qual a depreciação é calculada sobre a totalidade de tais bens. (c) Em garantias de empréstimos e financiamentos foram oferecidos em penhor cedular, equipamentos industriais, avaliados em R$ 9,2 milhões e hipotecas de fazendas: (i) de propriedade da empresa – Limão (656,26 ha), Paineiras (1.643,56 ha) e (ii) fazendas da empresa interligada Agropecuária Carvalho Britto S.A.– Boa Vista (1.004,44 ha), José Coelho (77,44 ha), Hugo Zago (136,86 ha) e Ouvidor (2.602,73 ha), Coqueiro (46,51 ha), Pedra (379,97 ha) e Barra Seca (659,77 ha). 14. Fornecedores Em reais Fornecedores de cana-de-açúcar Fornecedores de serviços e materiais Outros fornecedores
2015 8.975.720,85 1.102.909,30 247.881,16 10.326.511,31
2014 26.082.909,41 738.891,67 31.325,05 26.853.126,13
A Administração entende que não existe risco significativo de exposição a riscos de moeda e liquidez relacionados com as contas a pagar a fornecedores e demais contas a pagar. Da mesma forma, não são efetuadas compras pagáveis em parcelas prefixadas por prazo que justificasse a aplicação de um método financeiro para a redução dessas obrigações ao seu valor presente de liquidação. 15. Salários e encargos sociais Em reais 2015 Salários a pagar 143.337,58 Provisão de férias 649.657,98 Pensão alimentícia 2.479,55 Instituto Nacional do Seguro Social - INSS 5.261.749,26 Instituto Nacional do Seguro Social - INSS - Parcelamento 772.415,06 Instituto Nacional do Seguro Social - INSS - Produtor Rural 77.742,44 Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS 60.948,66 Participação nos resultados 638,27 Salários não reclamados e outros 27.212,26 (45,14) Contribuição Sindical a recolher 6.996.135,92 (747.484,58) Parcela não circulante 6.248.651,34 Parcela circulante
2014 255.603,13 1.089.995,47 4.705,02 2.739.041,94 1.460.296,60 71.312,83 195.919,87 220.421,69 21.062,78 6.058.359,33 (773.685,08) 5.284.674,25
16. Obrigações tributárias Em reais Normais ICMS a recolher ICMS substituição tributária ICMS - diferencial de alíquota Imposto de renda retido na fonte Outros Contribuição para financiamento da Seguridade Social - COFINS FUNRURAL CIDE sobre álcool combustível Parcelados ICMS Imposto sobre produtos industrializados - IPI Tributos Federais Lei nº 11.941/2009 Depositados judicialmente FUNRURAL Provisões IRPJ - Avaliação ao Valor Justo CSLL - Avaliação ao Valor Justo Parcela não circulante . Impostos parcelados . Impostos depositados judicialmente Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos Parcela circulante Representada por: . Impostos a pagar . Impostos parcelados
2015
2014
82.913,51 18.914,66 627.282,41 51.947,87
358.753,71 32.200,00 8.568,12 570.311,50 28.876,92
31.999,29
31.999,29
796.624,98 37.216,17
541.911,78 37.216,17
1.021.372,36
1.380.034,79
53.966.738,36
55.230.866,89
16.372,32
16.372,32
39.077.072,20 14.076.386,01 109.804.840,14
40.012.117,51 14.413.002,32 112.662.231,32
(47.409.359,84) (16.372,32)
(49.724.993,25) (16.372,32)
(53.153.458,21)
(54.425.119,83)
9.225.649,77
8.495.745,92
1.646.898,89 7.578.750,88 9.225.649,77
1.609.837,50 6.885.908,43 8.495.745,93
17. Empréstimos e financiamentos
Financiamentos bancários Banestes S.A Sicoob Sul Financiamentos Imobilizado Netafim Brasil Irrigação Ltda. Contas garantidas Empréstimos para capital de giro Daycoval S/A Daycoval S/A Daycoval S/A Sicoob - contrato 102617-0 Sicoob - contrato 958119 Sicoob - contrato 79797-1 Sicoob - contrato 896153 Financiamentos Securitizados Banco do Brasil S.A. - Principal Banco do Brasil S.A. Bradesco S.A.
Cláusula de Atualização
Taxa Anual de Juros %
CDI
7,44 6,75
CDI CDI CDI CDI
IGP-M Commodities IGP-M
6,75 7,44 a 9,77
Em reais Circulante
2015 Não circulante
2014 Não circulante
577.606,00
8.329.065,37
6.055.880,15
3.106.219,34
577.606,00
8.329.065,37
6.055.880,15
3.106.219,34
9.284.770,04
8,73 8,73 8,73 18,16 18,02 18,02 18,02
Circulante
7.509.797,95 1.321.605,41 670.325,61 1.410.025,40 437.874,33
-
-
3.839.830,75
-
217.333,85
14.796.106,04 380.225,78 20.011.717,53
198.222,56
15.368.197,05 380.225,78 17.458.008,08
217.333,85 10.079.709,89
35.188.049,35 43.517.114,72
198.222,56 17.603.731,41
33.206.430,91 36.312.650,25
8,00 3,00 4,80
Em garantia dos empréstimos e financiamentos foram oferecidos (i) avais dos administradores e (ii) penhor cedular de equipamentos e hipoteca de propriedades agrícolas como divulgado na Nota 12. Nos termos da Resolução 2471 do Banco Central do Brasil, o débito perante o Banco do Brasil S.A. foi recalculado considerando o índice de rendimento de poupança e juros de 12% a.a. O saldo resultante foi consolidado e seu vencimento repactuado para 2.019. Para garantir o pagamento do principal, a companhia adquiriu quantidade equivalente de Certificados do Tesouro Nacional, com deságio em função do vencimento futuro (10,37% de valor de face). Isto possibilitou a desoneração de parte das garantias reais que asseguram tal empréstimo. Este mútuo passou a ser atualizado com base na variação do IGP-M e está sujeito a juros anuais de 8%, os quais, em caso de adimplência, serão reduzidos para 6% a.a. Empréstimo para capital de giro (antecipação de receitas) obtido perante o Bradesco S.A., foram objeto de operação de securitização de dívida em setembro de 2002. Como resultado o saldo então apurado, da ordem de R$ 8,7 milhões teve seu vencimento repactuado para outubro de 2022, e a empresa adquiriu Certificados do Tesouro Nacional por montante equivalente a 10,37% do montante da dívida, os
quais passaram a garantir o pagamento do principal e possibilitaram a desoneração e parte das garantias reais que asseguravam tal empréstimo. Esse mútuo passou a ser atualizado com base na variação do ICP-M, limitado à variação máxima estabelecida de 9,5% e está sujeito a juros anuais de 8% sobre o saldo do principal até R$ 500 mil e de 10% sobre saldo do principal superior a R$ 1 milhão, com possibilidade de redução de até cinco pontos percentuais nas taxas de juros descritas, não podendo a taxa efetiva ponderada dos juros, após a redução decorrente do benefício ser inferior a 3,5% a.a. (taxa efetiva 4,8%). Ajuste a valor presente: As Cédulas de Crédito Rural, objeto das securitizações acima referidas tem o valor de seu principal reduzido ao montante atualizado dos Certificados do Tesouro Nacional - Nota 10 - uma vez que a quitação dessas obrigações será efetuada exclusivamente com aqueles ativos. Em 15 de dezembro de 2009 foi proferida sentença na ação revisional que questionava o pagamento em excesso de parcelas de principal e de encargos financeiros em operações de cédula de crédito industrial contratada com o Banco do Brasil S.A. que assegurou à companhia: (a) a redução da taxa de juros ao limite
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Usina Paineiras S.A. - 3 anual de doze por cento; (b) afastar a utilização dos índices IRP, TBF e ANBID; (c) afastar a incidência de comissão de permanência nos contratos em que se apurar, cumulativamente, a cobrança de qualquer fator de correção ou juros moratórios ou juros remuneratórios ou multa; e (d) afastar a incidência da multa prevista no art. 58 do dec. Lei. nº 413/1969 e demais encargos de natureza punitiva nos contratos em que se verificar a cobrança de qualquer um dos encargos ilegais acima referidos. Conclui ainda a sentença que os referidos valores deverão ser repetidos em dobro quando se verificar que o pagamento foi promovido após a vigência do Código de Defesa do Consumidor, ou de forma simples, se antes, cujos cálculos ficam remetidos para a fase de liquidação, a ser deflagrada posteriormente. Tomando por referência os cálculos já efetuados por Assistente Técnico da Companhia, em restrita observância aos termos da sentença, foi constatada a existência de haveres em relação à instituição financeira, razão pela qual o saldo do correspondente financiamento foi reduzido a “zero”. 18. Crédito presumido Decreto nº 251-R Em decorrência da edição do Decreto nº 251-R, cujo objetivo era assegurar a competitividade da indústria sucro-alcooleira Estadual – principalmente face aos subsídios financeiros concedidos àquelas indústrias localizadas nos Estados do Nordeste do país, a companhia, pelo período de 60 meses contados a partir de setembro de 2000, teria assegurada a fruição de benefício de crédito presumido de ICMS nas vendas de álcool anidro e hidratado. Findo tal período, iniciar-se-ia um prazo de carência de 36 meses, após o qual seria iniciada a fase de amortização que se estenderia pelo prazo de 96 meses. Em janeiro de 2003, o governo estadual então empossado decidiu pela suspensão de todos os benefícios e incentivos. Não tendo sido restabelecido o benefício, o saldo da fruição gozada pela companhia até aquela data foi, nos termos originalmente estipulados, atualizado com base em fator equivalente a 25% da variação nominal do INPC e calculados os juros previstos de 3% a.a. O período de amortização iniciou-se em setembro de 2008 e, nos termos previstos, deverá se estender até 2016. 19. Operações com partes relacionadas Em Reais Passivo não circulante Agropecuária Carvalho Britto S.A. Obrigações perante acionistas e diretores Empréstimo de acionista Claudio C. B. Vital Brazil Régis Souza de Carvalho Britto Outras obrigações Régis Souza de Carvalho Britto Ruy Vital Brasil Filho Obrigação perante diretor Antônio Carlos de Freitas
Indexador
2015
2014
TR
47.298.030,47
25.727.088,04
IPCA Poupança
288.981,67 129.488,96
260.708,66 28.814,80 57.637,20 1.300,00
75.979,86 494.450,49
348.460,66
AVISO DE PREGÃO 08/2016 REEDITADO PREGÃO nº 08/2016 OBJETO: AQUISIÇÃO DE ARTIGOS DE PADARIA DIA: 09/08/2016 HORA: 10:00 horas Credenciamento: Dia:09/08/2016 das 09:00h as 10:00h Local: Prç Jerônimo Monteiro, nº 70, Centro, Cachoeiro de Itapemirim. O Edital poderá ser obtido na Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim/ ES, de segunda a sexta-feira, das 07h00 as 13h00, na Pça Jerônimo Monteiro, nº 70, Centro, Cachoeiro de Itapemirim, ou no SITE: www.cmci.es.gov.br. Cachoeiro de Itapemirim, 25 de Julho de 2016
ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
INFORME
Os saldos decorrem de contratos de mútuo celebrados pela companhia com empresa interligada e com acionistas. Durante o exercício foram adquiridas 75 mil (2014 – 127 mil) toneladas de cana-de-açúcar no valor de R$ 3.770 mil (2014 – R$ 8.133 mil), da Agropecuária Carvalho Britto S.A. 20. Seguros A administração, com base em estudos realizados por assessoria em seguros, decidiu estabelecer cobertura para seus bens baseada no conceito de “cobertura a primeiro risco absoluto”. Esse conceito busca estabelecer uma cobertura abrangente para toda a empresa, levando em conta a descentralização de suas atividades. As apólices de seguro mantidas pela empresa proporcionam coberturas para bens administrativos e operacionais, no valor de R$ 44 milhões. A administração adota o critério de não contratar seguro para as culturas permanentes. 21. Despesas operacionais por natureza Em reais 2015 2014 Salários e encargos sociais 5.198.917,24 8.582.156,91 Depreciação 171.216,62 230.942,76 Serviços de terceiros e consultoria 1.171.439,66 1.289.795,63 Despesas comerciais 315.571,69 499.351,27 Materiais 117.064,00 358.837,65 Tributárias 95.497,01 730.153,99 458.878,15 749.272,24 Outras 7.528.584,37 12.440.510,45 22. Despesas e receitas financeiras
Despesas Financeiras Juros sobre operações para capital de giro Encargos financeiros sobre cobranças e pagamentos Receitas Financeiras Amortização de deságio - títulos federais Juros ativos Rendimento de aplicações financeiras e outros
2015
Em reais 2014
6.029.498,09 4.985.287,29 11.014.785,38
4.703.164,32 5.237.483,56 9.940.647,88
541.543,32 1.062.251,00 33.672,49 1.637.466,81
541.543,32 436.737,42 8.536,67 986.817,41
23. Outras despesas e receitas operacionais
Outras despesas Valor residual de ativos baixados Ajuste ao valor presente - Lei nº 11.638/07 Contingência crédito IPI Outros
2.015
Em reais 2.014
789.536,17 4.649.076,43 881.833,73 1.204.343,42 7.524.789,75
62.177,30 4.345.449,20 27.484.702,73 915.929,29 32.808.258,52
Outras receitas Venda de ativos Ajuste ao valor presente - Lei nº 11.638/07 Crédito presumido sobre venda de álcool Ajuste de ativos biológicos ao valor atribuído CPC 29 Realização Avaliação Patrimonial Contingência - Ação revisional Banco do Brasil Contingência - Ação rural Banco do Brasil Outros
2.024.917,19 7.805.563,27 1.737.150,00 964.602,53 3.740.181,25 1.629.821,03 7.192.707,48 93.566,99 25.188.509,74
15 646.387,14 5.118.884,94 4.406.483,76 2.370.672,91 3.690.353,23 29.787.920,92 1.632.426,32 47.653.129,22
Regis Souza de Carvalho Britto - Diretor Presidente Antonio Carlos de Freitas - Diretor de Negócios Alcides Zerbone Soares - Contador CRC nº 2.567/0.6 - CPF nº 195.896.977-04 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e Acionistas Usina Paineiras S.A. 1. Examinamos as demonstrações contábeis da Usina Paineiras S.A. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. 2. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis - A administração da empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. 3. Responsabilidade dos auditores independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos aplicados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. 4. Opinião - Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Usina Paineiras S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 5. Outros assuntos - As demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2014, apresentadas para fins de comparação, foram por nós, auditadas e nosso relatório datado de 15 de maio de 2015 não conteve ressalvas. Vitória, 18 de maio de 2016. C.F.A. Consultoria, Finanças e Auditoria Independente S/S - CRC-ES 2.017/O4 - Albert Anthony Sholl - Sócio Contador CRC-ES 8.894/O-7
MIMOSO
Concursos são mantidos no Festival de Sanfona e Viola Divulgação
ROSA DE LIMA CANSOLI HEMERLY PREGOEIRA OFICIAL
EDITAL DE CONVOCAÇÃO CONVENÇÃO MUNICIPAL DO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO — PSDC O PSDC — PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO de Cachoeiro de Itapemirim—ES, inscrito no CNPJ sob n° 12.104.596/0001-59, pelo Presidente da Comissão Executiva Provisória Municipal, com fundamento nos artigos 7° a 9° da Lei n° 9.504/97, na forma e prazo do artigo 14, inciso I e artigo 55, inciso IV, do Estatuto do Partido, CONVOCA os convencionais, para a CONVENÇÃO MUNICIPAL a realizar-se no dia 04 de Agosto de 2016, no seguinte endereço, Rua Dr. Ubaldo Caetano Gonçalves (Linha Vermelha, próximo ao fórum), N° 249, Bairro Independência, Cachoeiro de Itapemirim/ ES, iniciando-se às 19:00 horas em primeira chamada, e, 30 minutos após, em segunda e última chamada, e encerrando-se às 22:00 horas, para deliberação da seguinte ordem do dia: 1) as propostas de celebração de coligações partidárias com outros partidos políticos, para os cargos majoritários e proporcionais nas eleições municipais de 2 de outubro de 2016; 2) a denominação das respectivas coligações partidárias; 3) a escolha e designação de representante para cada coligação partidária com atribuições de presidente de partido, para tratar dos seus interesses perante a Justiça Eleitoral; 4) a escolha e homologação dos nomes dos seus candidatos às eleições majoritárias e proporcionais; 5) sorteio dos números com os quais os candidatos concorrerão; 6) preenchimento de vagas remanescentes; 7) limite de gastos de campanha; e 8) outros assuntos de interesse partidário e eleitoral. Cachoeiro de Itapemirim/ES, 25 de Julho de 2016
O concurso instrumental de sanfona e viola acontece na sexta-feira, a partir das 19h
Há 19 anos, o Festival de Inverno da Sanfona e Viola de São Pedro do Itabapoana, em Mimoso do Sul, premia sanfoneiros e violeiros do estado e país em concursos que acontecem na sexta e no sábado. Para este ano foi incluída a categoria “canção caipira”. A premiação do 19º Festival será de R$
14.500,00 distribuída para dez classificados. Ao todo, mais de 40 músicos do ES, RJ, MG e SP concorrem às premiações. Como incentivo, todos os candidatos vão receber cachês de R$ 1.000,00, cada, com a contrapartida de realizar dois shows de 1 hora durante os dias do
festival. “Cada candidato fará dois shows em momentos e palcos diferentes da sexta até o domingo do festival, durante o dia. É uma forma de antecipar suas apresentações para o público. Os palcos se tornam vitrines para os concorrentes”, adiantou o secretário de Turismo,
Lindson Fernandes. O concurso instrumental de sanfona e viola acontece na sexta-feira, a partir das 19h. Já o concurso de canção caipira, acontece no sábado, também a partir das 19h. Todas as apresentações serão no tablado capital que fica na parte alta do sítio histórico.
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CULTURA
TRADIÇÃO
ES de Fato, Terça-Feira, 26 de Julho de 2016
es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato
(28) 3511-7481
A banda é uma sociedade formada em 26 de julho de 1931, por funcionários da rede ferroviária
Corporações musicais vão homenagear a “26 de julho”
Arquivo FATO
Hoje, a partir das 18h00, evento vai celebrar os 85 anos da mais antiga banda de música de Cachoeiro
Ailton Weller
A banda “26 de julho”, a mais antiga corporação musical de Cachoeiro de Itapemirim, comemora hoje os seus 85 anos de existência. Para marcar a data será realizado, a partir das 18h00, na praça Jerônimo Monteiro, uma programação que contará comas presenças da Banda de percussão “Comudi”, banda do Liceu, banda 38° Batalhão de Infantaria do Exército de Vila Velha e a aniversariante do dia. A banda é uma sociedade formada em 26 de julho de 1931, por funcionários da rede ferroviária. Seus fundadores foram: Felix Mange, Manoel Sabino, Manoel Amaro, Oswaldo Baptista, Salvador Baptista, Manoel Alexandre e Geraldo Silva. O primeiro regente foi o Maestro Manoel Amaro e a sede própria foi doada por Maria Dolores Santana. O nome escolhido para
batizar o grupo foi em homenagem à família Santana - no calendário católico é celebrada a festa de Sant’Anna no dia 26 de julho -, que doou o terreno para que fosse construído um salão onde eles se reuniam para tocar. Até hoje, esse casarão é a sede da banda, na rua Pedro Estelita Herkenhoff, no bairro Basílio Pimenta. O atual presidente é Cláudio Bernabé Teixeira que foi aluno da banda, toca trompete e participa das atividades desde 1981 e que tem apoio do desportista Aguilar Lázaro (“Mercedão”). A Banda 26 de Julho é uma entidade filantrópica sem fins lucrativos e que vive hoje exclusivamente do esforço de seus músicos. Ela se apresenta com cerca de 20 músicos em festas religiosas, desfiles cívicos escolares e em eventos particulares em todo o sul do estado.