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Jornal fato 1304 17

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Arquivo FATO

Reajuste para servidores só após nivelar quem está abaixo do mínimo

ALMIR FORTE O mundo em perigo

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ESPÍRITO

SANTO

DE

Contra FATO não há argumentos

Em entrevista, o prefeito Victor Coelho (PSB) falou sobre as polêmicas em torno do aumento salarial aos secretários e outros assuntos

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R$ 1,00 - Ano 14 - Edição 3750

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Cachoeiro de Itapemirim - ES | Quinta-Feira | 13 de Abril de 2017

ODEBRECHT

O deputado Rodrigo Coelho (PDT), o ex-prefeito Carlos Casteglione, o dirigente partidário José Irineu - ambos do PT - e o senador Ricardo Ferraço (PSDB) negam

Políticos de Cachoeiro também entram na lista da Lava Jato 05

Ailton Weller

PALMITO supera a crise na SEMANA SANTA Com preços que variam entre R$ 10,00 o tipo pupunha (doce) e R$ 12,00 o ‘amargoso’, cada peça, segundo os comerciantes, hoje é o dia que concentrará o maior volume de vendas, além da manhã de sexta-feira na Linha Vermelha e perto do Mercado da Pedra, em Cachoeiro

03 Ailton Weller

Divulgação/videomonitoramento

TALENTO

CACHOEIRO

PÁSCOA

Bandidos de moto fazem assaltos

Cachoeirense firma carreira no Rock e Pop

Cai procura por ovos de chocolate

Na mesma noite, em dois bairros, pizzaria e lanchonete foram alvo de criminosos que chegaram e fugiram em motocicletas

Com o single ‘O que pensam de mim’, Tamara Angel marca sua carreira no rock paulistano e ‘recheia’ sua agenda de shows

Segundo o setor supermercadista, o produto vai estar pelo menos 8% mais caro para o consumidor neste ano

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ECONOMIA

PÁSCOA

ES de Fato, Quinta-Feira, 13 de Abril de 2017

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Os preços dos chocolates em barras e bombons subiram 12,61% nos últimos 12 meses

Diminui procura por ovos de chocolate Ailton Weller

As gôndolas dos supermercados de Cachoeiro de Itapemirim estão com um volume menor de oferta dos ovos de chocolate se comparado a Páscoa do ano passado e quem quiser manter a tradição do consumir o produto de época já pode preparar o bolso, porque o chocolate está mais “salgado”. Os consumidores ainda estão em fase de pesquisa em busca de opções e valores mais em conta para presentear familiares e amigos. Segundo os supermercadistas, os preços dos chocolates em barras e bombons subiram 12,61% nos últimos 12 meses e, com isso, frearam as encomendas. De acordo com o gerente de supermercado, Ronaldo Gouveia, mesmo com os revendedores ‘segurando’ os preços, o produto vai estar pelo menos 8% mais caro para o consumidor neste ano. Isso por conta do preço do cacau, mas apesar do reajuste, a expectativa é positiva. “Além dos ovos, os consumidores vão migrar para caixas de bombons, barras de chocolate, porque o custo benefício é mais barato”, afirma. A diretora de compras de um supermercado, Verônica Martinelli, disse que o estabelecimento

SOLIDARIEDADE O consumidor tem ainda a opção de comprar as delícias do chocolate na ‘Casa do Coelho’, na Praça Jerônimo Monteiro, centro da cidade, no projeto “Páscoa Solidária”, que existe há 13 anos, e que arrecada dinheiro com as vendas dos ovos para investir no tratamento de pacientes com câncer. O trabalho é de um grupo de voluntários para ajudar o setor de oncologia do Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim. Os preços dos ovos de chocolate variam de acordo com o tamanho. O de 100 gramas custa R$ 15; o de 250 gramas, R$25 e o de 500 gramas, R$45. Já o pirulito de chocolate custa R$ 2,50. Em 2016, foram arrecadados R$ 50 mil com a venda dos ovos.

Produção e venda menores De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) apesar de a Páscoa ainda ser considerada a principal data para o setor de chocolates, o volume produzido para o período caiu de 2015 para 2016: de 19,7 mil

Ailton Weller

investiu menos neste ano preocupado com a alta nos preços dos achocolatados e a baixa expectativa sobre o volume de vendas. Ela conta que a empresa adquiriu ovos menores e mais variados para manter a Páscoa aquecida. “Estamos apostando mais nessa tendência, pois estamos percebendo que o consumidor está procurando embalagens menores, inclusive barras de chocolates. Eles não estão comprando produtos grandes”, explicou.

toneladas para 14,3 mil no ano passado. O volume de 2017 não foi calculado pelo fato de a indústria ainda estar em produção para a data, mas a associação prevê que repita a quantidade do ano passado. Em 2015, foram 80 milhões de ovos, ao passo que em 2016 foram 58 milhões.

Segundo o setor supermercadista, o produto vai estar pelo menos 8% mais caro para o consumidor neste ano

ESTADO

Governo do Espírito Santo incentiva cervejeiros

Fotos: Divulgação

Redução da alíquota de ICMS foi pedida em reunião nesta semana. Governo analisa ADI-ES

Representantes da Associação dos Cervejeiros Artesanais do Espírito Santo (AcervaES) entregaram, na terça-feira (11), pedido de incentivos fiscais para o setor ao governo do Estado. O objetivo é reduzir imposto para a atividade. “Precisamos incentivar o produtor capixaba. Cervejeiros de outros estados vendem seus produtos aqui com uma alíquota de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) menor do que os capixabas”, justificou Sandro Rizzato, presidente da AcervaES. O secretário de Estado de

Agricultura (Seag), Octaciano Neto, prometeu dar resposta ainda este mês. “O mercado de cervejas artesanais abre frente de negócios que conquista público diferenciado e estimula o agroturismo. Um mercado diretamente ligado à produção do campo”, justifica o secretário. O encontro aconteceu em Vitória e contou com representantes da Seag, da AcervaES, da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) e do Sindicato da Indústria de Bebidas em Geral do

Estado do Espírito Santo (Sindibebidas). Marcos Guerra, presidente da Findes, lembrou o crescimento de todo o setor de bebidas no Estado que cresce a cada dia. “Quando participava de reuniões, bebíamos água de outros estados. Hoje, além de água, temos várias outras bebidas oferecidas em encontros que são produzidas aqui mesmo. E com a cerveja artesanal não pode ser diferente. Temos que incentivar o crescimento do setor e apoiá-lo”, comentou Guerra. À frente da Secti, Vandinho Leite anunciou o início do curso profissionalizante

em cervejas artesanais ainda neste semestre. “Será oportunidade para qualificarmos mão-de-obra para que esse mercado de cervejas artesanais cresça ainda mais, gerando cada vez mais empregos”, comentou Leite. No dia 5 de maio, será promovido o II Workshop de Cervejas Artesanais, em Vila Velha. As inscrições podem ser feitas no site www.seag.es.gov.br. No mesmo dia, terá início Congresso Técnico para Cervejeiros Caseiros, que vai até 7 de maio. As inscrições podem ser feitas e pagas no www.acervaes. com.br. São 220 vagas oferecidas.


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SEMANA SANTA

ES de Fato, Quinta-Feira, 13 de Abril de 2017

ECONOMIA

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Segundo os comerciantes, hoje é o dia que concentrará o maior volume de vendas do palmito, além da manhã de sexta-feira

Crise não atinge tradição Peixarias lotadas Ailton Weller

A procura pelo palmito, um dos principais ingredientes da Torta Capixaba, além de outros pratos típicos da Semana Santa, é grande em Cachoeiro de Itapemirim e a comercialização do produto está concentrada basicamente na região da Linha Vermelha, ao lado da antiga estação ferroviária, e imediações do Mercado Municipal “Quincas Leão”, o Mercado da Pedra. Com preços que variam entre R$ 10,00 o tipo pupunha (doce) e R$ 12,00 o ‘amargoso’, cada peça, segundo os comerciantes, hoje é o dia que concentrará o maior volume de vendas, além da manhã de sexta-feira. “Estou aqui desde terça-feira e das 200 unidades que trouxe, até a tarde de

hoje (ontem), já saíram mais de 50. Espero voltar para a casa com a caminhonete vazia”, disse Jeremias Fiório, pequeno produtos da localidade de Gruta. Abelardo Veronêz há cinco anos trabalha no comércio de palmito. Colheu 150 peças da qualidade pupunha da localidade de Arapoca, interior de Castelo, e espera vender tudo mesmo que precise trabalhar na manhã do feriado religioso. Ele conta que, com relação ao ano passado, os preços foram mantidos e nos primeiros dias das vendas, os clientes não têm reclamado. “Não tem como aumentar o preço, pois o dinheiro anda escasso no bolso do trabalhador. É melhor lucrar menos, mas não deixar encalhar o produto”, comentou.

Fotos: Ailton Weller

Os donos de peixarias comemoram as vendas do pescado que vem aumentando desde o início deste mês, mas que ficam acentuadas às vésperas da Sexta-Feira da Paixão. No bairro Guandu, ponto tradicional do comércio de peixes, a procura é grande e a oferta também. Os preços variam. Sai a R$ 12,00 o quilo do peroá e a R$ 25,00 o Cioba vermelho, entre outras espécies. A comerciante Maria das Dores disse que no período da Quaresma as vendas de peixes sempre aumentam,

apesar do reajuste nos preços, em média, de 20% se comparado ao mesmo período do ano passado. “Os clientes não reclamaram porque sempre nesta época sobe. E as coisas todas aumentaram de preço”, explica. Segundo o comerciante Ivo dos Santos a tendência é a procura crescer ainda mais hoje e amanhã. “É uma tradição que se mantém nessa época do ano e mesmo com o dinheiro curto muita gente não deixa de consumir o peixe na Semana Santa”, contou.

Os donos de peixarias comemoram as vendas do pescado

A procura pelo palmito é grande em Cachoeiro de Itapemirim


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OPINIÃO

ES de Fato, Quinta-Feira, 13 de Abril de 2017

O mundo em perigo

Tudo bem CÉLIA FERREIRA

celiaroferreira@hotmail.com

Volto das férias e encontro o apartamento vazio, sem afeto, sem calor, sem cheirinho de banho. Minha filha ficou na capital, aprendendo ela também a viver sem colo e abraço apertado no final do dia. No fundo eu me sinto orgulhosa, pois ela está se saindo bem, tanto nas tarefas do dia a dia quanto na capacidade de lidar com sentimentos novos e amedrontadores. Mas, mais no fundo ainda, o ar às vezes me falta. Minha amiga Paulinha Garruth, talentosa nas artes de escrever, cozinhar e sofrer hiperlativamente, já havia me avisado: é muita dor. Mas, tirando isso e o fato de que nosso país está acabando, o resto está tudo bem. O retorno ao trabalho ocorreu sem imprevistos. Sempre considerei que, mais do que lamentar, é hora de comemorar, afinal, em meio a tanto desemprego e carência, amigos pedindo vagas e indicações, tenho um bom emprego para o qual voltar. Dessa vez, no entanto, o coração reclama. O meu bom dia mais sonoro não terá retorno do outro lado da porta fechada: “Bom dia, Marcão”. “Bom dia, Celinha”. E, às segundas-feiras, ele completava: “Como está a nossa praia?”. Sua partida abrupta não será fácil de superar. Todos os dias, em muitos momentos me lembro dele, chegando a sentir sua presença pelos corredores. E sinto também sua ausência de amigo que cuidava de todos. Mas, tirando isso e o fato de que nosso país está acabando, o resto está tudo bem. Falando em praia, caiu o último pedaço do calçadão da Lagoa Funda, em Marataízes, e o prefeito diz que talvez seja melhor desapropriar os imóveis da orla e deixar o mar agir. A outrora rica Anchieta começa a sentir os impactos financeiros gerados pela paralisação da Samarco, e a prefeitura já fala em cortar custos e metas. Em Piúma, uma jovem repórter foi baleada na porta de casa, em mais um dos muitos assaltos que a sempre atenta jornalista 24 horas Luciana Máximo noticia com a mesma prontidão que também divulga as belezas e riquezas do lugar. Pois é o que o nosso litoral tem de sobra: beleza natural, empreendedorismo, insegurança e gestões que até agora deixaram muitíssimo a desejar. Mas, tirando isso e o fato de que nosso país está acabando, o resto está tudo bem. Portanto, não tenho do que reclamar. O presidente ilegítimo e o congresso seguem cortando direitos dos trabalhadores conquistados em anos de luta; judeus convidam um fascista para palestrar e riem dos impropérios racistas que ele vomita; o valor das contas nos últimos meses dobrou de tamanho; e acaba de sair uma lista oficial envolvendo oito ministros, 24 senadores, 39 deputados federais, três governadores e um ministro do TCU em atos de corrupção. O nosso país está acabando. Mas, tirando isso, amanhã é feriado, a meteorologia diz que não vai chover e a cerveja estará gelada. Então, está tudo bem.

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ALMIR FORTE

almirforte@gmail.com

A eleição e a posse do presidente norte-americano Donald Trump, com suas propostas de extrema direita, com a promessa de reconstruir os Estados Unidos para os norte-americanos, reimplanta o velho protecionismo a suas indústrias e a agricultura, inicia a construção de um muro na fronteira com o México, para evitar que os latinos tomem o emprego dos americanos nativos e o desmonte da poucas políticas sociais deixadas por seu antecessor, deixou o mundo em alerta. Após a derrubada do muro de Berlim, da perestroika e da glasnost de Gorbachev, com a desintegração da URSS, chega ao fim a guerra fria e surge no mundo somente uma potência mundial, os USA, que impõe sua política econômica, social e militar sem qualquer contestação desde o final desde o século XX até o início do século XXI. Mas, o início desse século, também traz algumas surpresas com o surgimento de novos atores mundiais como a China, a Rússia, a formação de blocos econômicos como os BRICS e o MERCOSUL, que começam a ameaçar a hegemonia do Império norte-americano, mudando a correlação de forças e iniciando o surgimento de um mundo multipolar. Isso, até o momento não foi assimilado pelo Tio San, que pretende mais uma vez, com sua prepotência, mostrar ao mundo quem manda. E dessa forma, assim como fez com Vietnã na década de 1960, com o Afeganistão em 2001 e com o Iraque em 2003, que sob o pretexto de eliminar armas químicas do presidente Saddan Russeim destruiu aquele país, sua economia, sua história e conseguiu se apossar de seu petróleo e instalar mais uma base militar na região visando controlar o oriente médio. Agora, após um atentado com armas biológicas contra civis matando mulheres e crianças na cidade de Khan Sheikhoun, na Síria, os USA, novamente surpreende o mundo utilizando esse pretexto para atacar aquele país, mesmo sabendo que não há nenhuma prova de que o governo do presidente Bashar AL-Assad seja o autor desse crime. A iniciativa, embora tenha recebido apoio do Reino Unido, da França e outros membros da União Europeia, encontra forte resistência da Rússia, da China, do Irã e outros países defensores da paz, do diálogo, para evitar que o mundo entre em uma confrontação que pode levar a uma guerra de proporções inimagináveis. Na verdade, o império norte-americano pretende impor sua hegemonia, hoje ameaçada, para desviar a atenção dos sérios problemas econômicos e sociais que o big Brother enfrenta internamente. E semear a guerra, sempre foi e sempre será um ótimo negócio para a indústria de armas e a escassez de recursos minerais, principalmente o petróleo que é abundante naquela região. Mas, para conseguir esse objetivo precisa retirar do poder o governante Sírio que não faz o jogo do império ao se aliar a países como a Rússia, a China e o Irã, que se opõe a política econômica e belicista de quem pretende dominar o mundo sem respeitar os princípios básicos do direito internacional, de que toda e qualquer nação tem de construir seu próprio futuro de forma soberana e independente.

(28) 3511-7481 Vida e Morte: diálogos com o contemporâneo SIMONE LACERDA

simonnepacheco@gmail.com

Tantas notícias que me fazem querer desistir, que me permito rever quais as possibilidades teremos de um dia menos cansado e lastimável. Leio que mais pessoas (quantas!) estão envolvidas em casos de corrupção, que mulheres continuam sendo vítimas de uma cultura machista repugnante, que muitas pessoas estão agonizando e morrendo por intolerância, que a crise econômica se alastra, enfim, sou “bombardeada” por notícias que me consomem e me enchem de náuseas. Tenho, eu sei, a poesia como bálsamo, a qual me possibilita rever meus caminhos e estabelecer as âncoras indispensáveis a meus mares. A arte revigora o que pode ser extraído do caos e das desordens sociais. Mas, acordar e encarar esta realidade bárbara, me enche de ressaca. A ganância liquidifica o sujeito em vieses escusos e grotescos, torna-o refém de idéias rasas e mesquinhas. Corromper-se é enveredar por caminhos descampados e soturnos demais, cujos destinos são os mais delinquentes cenários. A intolerância e a ausência do respeito desenham o indivíduo como prisioneiro de si mesmo, pertencente a prisões sujas, mofadas e infiltradas por bactérias que deflagram a falta de olhar para o próximo e revelam o que de mais ácido podemos ser. É incabível termos sujeitos que se inundam de si mesmo, sem, contudo, perceber a dor do outro, ou melhor, pouco lhe impactam ter ou ver a agonia do pertencente ao mesmo grupo. Falta demais poesia! Minha alma não suporta mais essa indigestão social e moral. Estou de luto pelos desamores instalados neste mundo, enquanto pessoas vendem e compram felicidade no instagram como objeto de luxo e precisamente descartável. “Aqui jaz a contemporaneidade.” Simone Lacerda é professora. cheirosensaiosepoesia.blogspot.com.br


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LAVA-JATO

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ES de Fato, Quinta-Feira, 13 de Abril de 2017

POLÍTICA

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A retirada do sigilo sobre delações e executivos da Odebrecht abalou a política capixaba

Cachoeirenses estão na lista do Fachin A retirada do sigilo sobre delações e executivos da Odebrecht abalou a política capixaba e atingiu também lideranças oriundas de Cachoeiro de Itapemirim. O senador Ricardo Ferraço (PSDB), o secretário de Estado de Trabalho e Assistência Social, Carlos Casteglione (PT), o deputado estadual Rodrigo Coelho (PDT) e o ex-presidente do PT em Cachoeiro, José Irineu, foram citados como receptores de recursos não contabilizados nas campanhas de 2010, 2012 e 2014. Todos se dizem inocentes. A participação do secretário, do deputado e do advogado não está pormenorizada – não revelado sequer o valor que haveriam recebido - mas seus nomes aparecem em lista que inclui outros políticos, como o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB). As denúncias dos delatores Amaury Medeiros e Roberto Cumplido são de que houve repasses ao grupo de políticos por conta de interesses da Odebrecht “em garantir contratos no setor de saneamento de municípios do Rio de Janeiro”. Ex-prefeito de Cachoeiro, Casteglione afirma que todas as suas contas foram apresentadas, apreciadas e aproadas pela Justiça Eleitoral e que desconhece os motivos de ter sido citado nas delações. O deputado estadual Rodrigo Coelho se disse perplexo com a inclusão de seu nome no rol. Adiantou que vai buscar orientação de advogado para saber

quais passos dará de agora em diante. “Percebo que não tem sequer decisão de abertura de inquérito. Tem uma citação. São Palavras ao vento e ter que responder palavras ao vento nos faz ficar sem palavras, pois não sabemos efetivamente o que se tem que responder”, disse. O advogado José Irineu de Oliveira foi candidato a vice-prefeito de Cachoeiro no ano passado. Ele presidiu o PT cachoeirense durante a maior parte do período a que os delatores fazem referência. À reportagem disse estar tranquilo e que não tem conhecimento do teor da denúncia. “Não tenho conta nem espaço com o governo. O que acontece é que eu sou compadre de Casteglione e de repente resolveram me denunciar de algo que eu nem sei ainda. Mas, se houve denúncia, eles terão que provar. E eu posso garantir que não fiz nada errado”. O senador Ricardo Ferraço é acusado por dois executivos da Odebrecht de ter recebido R$ 400 mil de caixa dois em 2010 para a campanha dele ao Senado, mas vê incoerências. “Toda minha militância é pró Lava Jato, é contra foro privilegiado, contra a lei de abuso à autoridade”, ressaltou. O político afirma que nunca conversou “com essas pessoas sobre esse ou qualquer outro assunto e nem autorizei que alguém conversasse. Esses delatores criminosos terão que provar em juízo se deram dinheiro e para quem deram”, afirmou.

Fotos: Arquivo FATO

O deputado Rodrigo Coelho, o ex-prefeito Casteglione, o dirigente partidário José Irineu e o senador Ricardo Ferraço negam

Lista atinge Paulo Hartung e Renato Casagrande Além dos políticos cachoeirenses, a lista do relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin - que determinou a abertura de inquérito contra 108 alvos da operação, entre eles, oito ministros do governo Temer, 24 senadores e 39 deputados federais – tem o nome de outros quatro capixabas: o governador Paulo Hartung, o ex-governador Renato Casagrande (PSB) e seu assessor Paulo Brusque, o prefeito e Vitória, Luciano Rezende. De acordo com a delação, o governador Paulo Hartung teria recebido mais de R$ 1 milhão em

propinas nos anos de 2010 e 2012, quantia usada em campanhas eleitorais. Em nota, Hartung se defende dizendo que a acusação não é verdadeira e que sequer disputou as eleições naqueles anos. “É um absurdo. Já conversei com advogados. Naquilo que depender da gente eu quero ser se possível o primeiro a ir ao STJ e trabalhar para que a Justiça seja feita e que esse caso seja arquivado por absoluta inconsistência. Isso não fica de pé”, disse o governador, ontem, em entrevista coletiva. Já o ex-governador Casagrande e seu assessor Paulo Brusque foram indi-

cados por terem recebido nas campanhas de 2010, 2012 e 2014 cerca de R$ 2,3 milhões. Casagrande se manifestou através das redes sociais dizendo que “o partido recebeu apenas doações oficiais da Odebrecht e que provará, de uma vez por todas, a legalidade dos fatos”. Ele reconhece que em 2010 e 2014 as coordenações das campanhas e o PSB receberam recursos da empresa, mas ressalva que de acordo com a legislação eleitoral que previa arrecadação de empresas privadas. Nas eleições de 2012, afirma, a direção nacional do PSB repassou

aos municípios, através da direção estadual, recursos arrecadados das empresas para colaborar com as campanhas de prefeitos. O prefeito de Vitória Luciano Rezende, natural de Cachoeiro, através de redes sociais, informou que as doações foram feitas de forma legal e menciona “que foi registrada no TRE por meio do Diretório Nacional do PPS” à sua campanha para prefeito no ano de 2012, conforme legislação vigente, “como pode ser comprovado na prestação de contas públicas que recebeu aprovação”. Brusque não foi encontrado pela reportagem. Fotos: Divulgação

Diretor: Wagner Santos wagnersantos25@hotmail.com

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Editor: Leandro Moreira Repórter: Ailton Weller

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Jornal Espírito Santo de FATO - CNPJ.: 06056026/0001-38 - (28) 3515-1067 es.fato@terra.com.br - Bernardo Horta, 81, sala 101, Guandu, CEP 29.300-782

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ENTREVISTA

CACHOEIRO

ES de Fato, Quinta-Feira, 13 de Abril de 2017

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Victor Coelho (PSB) disse que não divulgou o aumento do salário dos secretários por não ser o mais importante a ser falado

“Economia feita em 3 meses paga reajustes por 4 anos”, diz prefeito ES de Fato - Por qual motivo o senhor não apresentou aos vereadores e ao sindicato dos servidores, na reunião de segunda, a intenção de reajustar o salário dos secretários? Victor Coelho - Nossa gestão sempre vai primar pela transparência. Tudo o que fizemos e vamos fazer será amplamente divulgado. Não tenho motivos para esconder nada de vereador, nem da população. A reforma administrativa tem o aumento não só de secretários, mas de comissionados, o que inclui efetivos. Naquele momento de apresentação, ao nosso ver, não era o mais importante a ser falado. Não era foco principal da reunião. Tanto que protocolamos o projeto na Câmara, de livre acesso aos servidores e vereadores, através do portal da Câmara. Queríamos dar foco principal a oito projetos que achamos de grande importância para a população e para não fazer com que a reunião durasse 10, 20 horas, aí seria muito debate em cima de uma questão que poderia se tornar polêmica. A gente preferiu dar enfoque naquilo que achávamos ser mais importante no momento, que era a valorização do servidor, que há muito tempo não tem nenhum tipo de valorização. Destacamos dois projetos: reajuste no tíquete alimentação e a ampliação do tíquete feira para os contratados. Questão de preferência, apenas. Não foi omissão ou intenção de ocultar qualquer tipo de informação. Mas, um reajuste de 30% o senhor não considera relevante por ter um impacto grande na folha de pagamento? Na verdade, o reajuste

Leandro Moreira

Insatisfeito com o fato de o reajuste salarial aos secretários municipais terem mais destaque que o conteúdo dos oito projetos de lei em avaliação na Câmara Municipal, mesmo priorizando a apresentação das demais ma-

é de 23%; aumentar 7% é uma diferença considerável. E não é só dos secretários, é de todas as classes de comissionados. A atual estrutura contém 594 cargos comissionados; a que propomos tem 494 – sendo que preenchidos há 407 cargos. Isso gera economia de R$ 408 mil, ao ano, considerando as estruturas completas. O trabalho feito nestes três meses, como a recomposição dos comissionados, contenções de despesas e o ressarcimento de servidores cedidos aos outros municípios já pagam todo este reajuste em quatro anos de mandato, o acréscimo é de R$ 1,5 milhão. Estamos qualificando os servidores comissionados, acho estranho (a imprensa) não ter dado ênfase. Para ser secretário, tem que ter curso superior ou estar cursando, o mesmo para gerente. É uma qualificação nunca dada nesta cidade e acho difícil encontrar um município no país que tenha esta proposta. Quando faz a descentralização administrativa, que não teve nenhuma linha (na imprensa) falando isso, dá responsabilidade de ordenação de despesa para o secretariado, jurídica perante o Tribunal de Contas e Ministério Público. Como consigo atrair mão de obra qualificada se não fizer esta recomposição salarial? Não é gasto, é investimento em cima de mão de obra.

térias, o prefeito Victor Coelho (PSB) acredita que traz, em tempo recorde, as boas notícias que o funcionalismo público municipal há muito não ouve. Ele explica que as valorizações financeiras pretendidas a contratados, comissionados e efetivos têm custos inferiores, somados

até o fim do mandato, à economia que ele implantou na prefeitura em apenas três meses. Além disso, Victor também esclarece a redução do índice de inserção de efetivos em cargos de comissão para 20%, entre outros assuntos que dividiram as opiniões, principalmente entre os servidores.

O senhor sempre desta- servidor que ganhava 80%, cou que adotaria a meri- outro que ganhava 50%. tocracia, inclusive colocando efetivos em cargos Por que 65%? comissionados. Só que Porque é baseado na lei em um dos projetos, há a do governo do Estado diminuição do percentual e de outros municípios, de inserção de efetivos de principalmente da Grande 50% para 20%. Isso não Vitória. vai na contramão? Não. Fizemos uma pesSobre a ajuda de custo quisa em cima desta lei e aos secretários que monão encontramos em lugar ram 100 km distantes nenhum do país municípios de Cachoeiro. Como o com estes parâmetros. No senhor teve esta ideia? estado, só Mimoso do Sul, Não é ideia. É outra coisa com 20%. Como você gera que está errada na matéria. uma produtividade melhor, A ajuda de custo já existe em tempo mais rápido, se desde 2005, foi reformuvocê não conhece essas lada em 2010 e estamos pessoas? A redução é para dando critério. Não criei. dar liberdade maior para Como está hoje, o secretáo gestor diante de pessoas rio que solicitar terá acrésde confiancimo de R$ ça dele e de “A ajuda de cus- 2.234, sem secretários, to já existe desde parâmetro, que têm em cima l i b e r d a d e 2005, foi reformu- do subsídio para montar Com a lada em 2010 e es- dele. o time. Se nossa provocê olhar tamos dando crité- posta, o vana estrutulor cai para rio. Não criei” ra em si, a R$ 1,7 mil. maior parte dos servidores Delimitamos uma distânde alta responsabilidade cia. Hoje, se o secretário (subsecretários, consul- morar em Atílio Vivácqua, tores internos e gerentes) por exemplo, pode receber são efetivos. Não posso a ajuda de custo. Seria justo ter qualidade de serviço este benefício a quem mora melhor dentro de uma lei a 20 km daqui? Não estou que não me dá respaldo privilegiando quem vem de jurídico em lugar nenhum fora, e, sim, criando regras e que me engessa. para a lei que já existe. Entre as mudanças, está a A liberação do benefício redução para 65% do com- passa pelo crivo da Proplemento salarial para o curadoria. E a gente quis servidor efetivo que ocupa fazer este regramento para cargo comissionado. nenhum servidor de cidade Este acréscimo não tinha próxima requerer. Vai ficar um regramento antes. Tinha para as outras gestões esta

nova lei. Voltando ao reajuste aos secretários, no projeto havia somente uma tabela com o valor do salário, como se tivesse sido reajustado em outrora. Por que não houve um texto discorrendo sobre a concessão da alteração salarial? Por que não foi mais claro? Não tem como criar uma lei falando que eu vou dar reajuste. Primeiro que não é para os secretários, é para todos os comissionados. O impacto financeiro das duas estruturas gera economia de R$ 408 mil, ano. Todo trabalho feito em três meses, de contenção, já paga as recomposições salariais em quatro anos. O valor do salário posto na tabela dá entender que é o atual. Não haveria uma forma mais clara? Não posso especificar na lei que estou dando reajuste de ‘x’% a secretários. Estou propondo ali, cabe aos vereadores compararem a lei e ver que tem um reajuste. Se for ver na estrutura atual, que deve ter tido reajuste também, não tem nada especificado. Posso, na divulgação para a imprensa, falar que estamos propondo reajuste; no corpo da lei, não. A prerrogativa de aumento de salários a secretários não seria da Câmara Municipal? Não, somente para prefei-

to e vice. O salário de secretários é de livre nomeação do prefeito. Sobre o estacionamento Rotativo. No projeto, continua a permissão para fazer a concessão do serviço. Esta é a intenção? O regramento da lei faz esta permissão. Acreditamos que o município não tem condições de gerir, já que causará um custo maior. Terceirizando o serviço, evita de aumentar a folha de pagamento, em respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Passaremos a ter controle maior sobre a empresa, que vai gerar os valores de outorga para a cidade, cujos recursos serão aplicados no Plano de Mobilidade Urbana. Consta na lei que os recursos irão para o Sistema Municipal de Transporte Coletivo. O dinheiro pode ser aplicado para subsidiar o preço da passagem de ônibus, por exemplo? Tem diversas formas de aplicação. Pode ser usado para diminuir o preço da passagem, ou também para melhorias em pontos de ônibus, viárias, ou seja, em todo o plano de mobilidade. Isso será definido pelo conselho de trânsito. Qual a sua avaliação política da votação dos regimes de urgência sobre os projetos encaminhados para a Câmara Municipal. Vê o resultado como uma derrota ou vitória? Achei tranquilo. Apresentamos oito projetos, que são de grande importância para a sociedade, mas que não tiveram as devidas ênfases - ficou muito em volta das notas negativas, que, por ventura, não vemos como negativas. De oito matérias, só se falou sobre o reajuste salarial. Fizemos projeto de desconcentração admi-


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ENTREVISTA Divulgação

“Como você gera uma produtividade melhor, em tempo mais rápido, se você não conhece essas pessoas?”

“A atual estrutura contém 594 cargos comissionados; a que propomos tem 494 – sendo que preenchidos há 407 cargos”

não tinha diálogo com as administrações passadas. Criamos comissões para analisar planos de cargos e salários, concurso público e processo seletivo. Em quanto tempo os servidores não tinham essas notícias boas? 54% dos servidores hoje ganham abaixo de um salário mínimo. Se eu der qualquer tipo de reajuste ao servidor agora, esse percentual não terá nenhum centavo a mais no bolso. Como posso dar um reajuste agora sendo que 54% serão prejudicados? Criamos as comissões para debater e alinhar esta tabela, colocar todos no nível A, que é o primeiro, no nível de salário mínimo, e a partir daí os demais já terão ganho e teremos que avaliar o impacto na folha. Então, não posso chegar e já colocar essa tabela no nível de salário mínimo, pois seria irresponsabilidade. É um estudo minucioso. Reajuste então só depois que houver o nivelamento salarial acima do mínimo? Sim. Até tem como fazer, mas 54% dos servidores não irão ganhar nada. É preciso haver muito estudo.

nistrativa, qualificamos o quadro de servidores comissionados, reajuste do tíquete-feira (último foi em 2013, de 2%; demos 6,8%) e extensão para 962 contratados e vários tiveram a urgência aprovada. Não vejo como problemática a matéria da reforma não

ter o regime de urgência aprovado; justamente para que os vereadores tenham a responsabilidade daquilo que estão votando. Não encaro como derrota. Os vereadores têm os prazos protocolares e estou à disposição para sanear qualquer tipo de dúvida.

É natural que haja servidores satisfeitos e insatisfeitos. A que o senhor atrela a insatisfação dos servidores? Haveria um desconhecimento de todo o projeto? Talvez, sim, um desconhecimento. Lançamos calendário de pagamentos para os servidores. Desafio alguém

me mostrar um município que fixou as datas de vencimentos. Está na lei orgânica, mas já tinha dois anos e meio que o pagamento era feito no 5º dia útil; logo em janeiro, já colocamos no mês de pagamento. Reajustamos benefícios, em reunião com o Sindimunicipal, que

E as informações obtidas pela equipe de transição... Justamente por causa disso. As informações não eram precisas da forma como a gente queria. Só estando dentro da máquina que a gente conhece. Outra coisa: o sistema de gestão financeira informa dados completamente errados. A nossa prestação de contas e a do ex-prefeito Carlos Casteglione (PT) estão prejudicadas. Não estamos conseguindo entregar no prazo. A prefeitura pagou mais de R$ 1 milhão no sistema e por mês são gastos mais de R$ 100 mil de manutenção. Ele não funciona. No portal da transparência, por exemplo, os valores salariais são diferentes do que a gente recebe. Então, é preciso fazer trabalho manual, no excel, dos valores que temos hoje. Você pegar um município com 60% da frota de transportes deficitária ou sem manu-

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tenção, 10% da Secretaria de Obras com condições funcionamento, seja com insumos, maquinário ou pessoal, como dar resposta à população, sendo que a máquina é pesada, lenta? Em termos práticos, apesar de termos muita coisa em nosso relatório, está aquém do que a gente quer. Mas, se não construo a base agora, não consigo o resultado que pretendo lá na frente. Já que o senhor citou a herança: reajuste de tíquete-feira, do vale alimentação, do salário de secretários e demais comissionados, pagamento de vencimento dentro do mês, enfim, tudo durante um período de crise no país. Afinal, o senhor pegou a ‘casa arrumada’ do antecessor ou esses reajustes financeiros são méritos dos seus três meses de governo? Primeiro que as informações que nós temos são imprecisas, então, não tenho como informar se o que temos é de base do que fizemos, que é o que acredito, ou se propriamente do que herdamos do município. A arrecadação caiu em comparação ao ano passado. O esperado para este ano era R$ 83 milhões nos três meses, arrecadamos R$ 77 milhões; no mesmo período do ano passado, foram R$ 79 milhões. Também pagamos alguns ‘Restos a pagar’ - não podemos manter os serviços com os atuais fornecedores se não quitarmos as contas com eles da gestão passada. Parte do que tinha em caixa foi utilizada para isso. Mas, neste caso tem dotação... Tem dotação orçamentária para isso. Por isso, não sei precisar se foi com recurso do que já tinha ou do que já entrou. O sistema não me fornece com segurança esta informação, infelizmente. Alguma mensagem Estarei sempre à disposição da imprensa e da população para tirar qualquer dúvida. E o meu trabalho será sempre em prol da minha cidade estar cada vez melhor, com serviços públicos de qualidade.


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GENTE NOSSA EM EVIDÊNCIA Divulgação

Praia da Cruz-ELYAN

AGENDA

DAQUI & DALI

01 # REGISTROS – Dia Nacional do Hino Nacional Brasileiro: sua primeira execução foi nesta data, em 1831. / Dia do Beijo e do “Office Boy” / Em 1970 era lançada a Loteria Esportiva. / Hoje é a”Ceia do Senhor” / Aniversário da capital Fortaleza (CE). 02 # PARABÉNS – Cumprimentos as aniversariantes desta quinta-feira: Paulo César Marques (Tóra) / Advogado, ex-colunista José Carlos Silva / Dalva Helena, Sra. Luiz Humberto Cocco / Repórter Cláudia Zanardi. / Fabiana, filhote da CaL Silvana – Cel José Emiliano. / Cantor-compositor Sérgio Sampaio faria 70 anos / Em Vila Izabel-Rio, nascia em 1918 a saudosa Théa Freire Jones que, em 1937, casou-se com Dr. Deusdedit Baptista.

01 # Nossos melhores pelo gentil atendimento que o colunista teve na Universidade de Vila Velha (UVV), na terça-feira, pela competente fonoaudióloga Dra. Mariana Brandão que nos implantou moderna aparelhagem para restauração da nossa melhor audição. ** 02 # Já está disponível no site da Unimed Sul Capixaba (www.unimedsulcapixaba. coop.br) o Relatório de Sustentabilidade 2016. O documento apresenta os resultados econômico, financeiro e social da cooperativa, seguindo o padrão internacional GRI Global Reporting Initiative. ** 03 # Será no período de 25 a 27 do mês vindouro a “XVIII Convenção do Distrito Múltiplo LC” do Lions Internacional, no Hotel Majestic, em Águas de Lindóia (SP). Nosso ex - Governador do Distrito LC-11, PDG Deocleciano Andre Filho e a CaL Soraya Canuto Andrade (próxima presidente do nosso Lions Clube “Frade e Freira” – Ano Leonístico 2017/2018) estarão presentes.

CL´s Carlinhos Farias, Alcides Zerbone © e Eliseu Turini

Nosso ex-colega na Rádio Cachoeiro, saudoso cantor-compositor Sérgio Sampaio, hoje, estaria completando 70 anos

ENCONTRO DA ÁREA DE ATENDIMENTO ESPIRITUAL

Facebook

Nosso registro do grupo de trabalhadores do Centro Espírita “Jeronymo Ribeiro” que participou do Encontro da Área de Atendimento Espiritual, evento realizado no último dia 8 em nossa cidade

TEMPERATURA MÁXIMA Amanhã, a família deste colunista terá motivo de sobra para festejar, em Itaperuna-RJ. // A Fassarella Modulados – Del Anno foi agraciada com o reconhecimento maior que uma autorizada pode desejar: “Destaque Loja Diamante”. No Brasil somente quatro unidades receberam a honraria. – De parabéns o CL Carlos Alberto Fassarella. // Nossos amigos e parceiros Jamile-José Henrique Rezende e Magali Dutra Martins já estão na Europa visitando a neta e filha Layra. // Talles, Karina e Igor Machado estão participando do congresso “Coverings.2017, em Orlando (EUA). – Nosso sobrinho Ricardinho Azevedo

Gonçalves também está lá. // Gente nossa, entre tantos, que estarão na feijoada da revista Se7e Dias, dia 29: Celmo de Freitas, Humberto Dias Viana, Rubens Moreira, José Paulo Jorge, Pedro Luiz Sandrini, Clemente Sartório. // Nosso ex-colega de reportagem esportiva na Rádio Cachoeiro, Adilson Lázaro, está festejando o Jubileu de Prata de seu programa “Itália Canta”, nas manhãs de domingo pela Rádio Diocesana-AM. // Se o nosso Estrela do Norte FC não subir para a Primeira Divisão, em 2018 terá dois ilustres colegas na Segundinha: Rio Branco e Linhares (já rebaixados, este ano). // Nosso

amigo e parceiro José de Almeida Neto, o “Netinho” da LUAL, não muda – sempre jovem – apareceu muito bem na sua nova foto do Facebook. // Será na próxima segunda-feira (17), 19h00, no Teatro “Rubem Braga” a aberto do Giro Gastronômico da Semana do Rei, com entrada franca. // Depois, dia 20, também no Teatro Municipal, em produção da Cia. Livre de Dança será apresentada a montagem “Casa Doce, às 19h30m. // Nosso BOM DIA ESPECIAL para nosso colega de classe do tempo do Grupo “Bernardino Monteiro”, Paulo César Marques (Tóra), aniversariante. // ELYAN PEÇANHA.


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INSEGURANÇA

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POLÍCIA

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Na mesma noite, pizzaria e lanchonete foram alvo de criminosos que chegaram e fugiram em motocicletas

Bandidos de moto fazem assaltos Dayane Hemerly

Dois crimes semelhantes foram registrados pela Polícia Militar na noite de terça-feira, quando uma pizzaria e uma lanchonete foram assaltadas por bandidos que chegaram em motocicletas. O prejuízo, somado, foi de R$ 2,1 mil. Ninguém ficou ferido ou foi preso. Um homem armado assaltou pizzaria Avenida Aristides Campos, bairro Santo Antônio, em Ca-

choeiro de Itapemirim, na noite desta terça-feira. Ele ficou o tempo todo de capacete, para dificultar sua identificação e roubou cerca de R$ 600,00 em dinheiro. Fugiu em uma motocicleta preta. A Polícia Militar realizou buscas, mas o suspeito não foi localizado. No bairro Paraíso, os criminosos atacaram em uma lanchonete e levaram cerca de R$ 1,5 mil em dinheiro. Segundo informações da Polícia

Militar, dois assaltantes em uma motocicleta, um deles armado, chegaram ao local, enquanto um esperava do lado de fora o outro adentrou o estabelecimento e anunciou assalto. O crime aconteceu por volta das 21h. Após render os funcionários, o bandido levou o dinheiro e um aparelho celular. Câmeras de videomonitoramento da lanchonete flagraram toda a ação e as imagens são analisadas pela Polícia Civil.

Divulgação/videomonitoramento

GUAÇUÍ

Cinco são presos em operação Divulgação

No bairro Paraíso, os criminosos atacaram em uma lanchonete e levaram cerca de R$ 1,5 mil em dinheiro

Redação

Cinco pessoas foram presas durante uma operação entre as Polícias Civil e Militar, na manhã de ontem, nos bairros Roberto Mendes, Centro e Antônio Francisco Moreira, em Guaçuí. A operação foi para cumprimento de mandados de

busca e apreensão contra nove suspeito que estariam envolvidos com o tráfico de drogas, roubo e furto de veículos, roubos a pessoa pública e porte ilegal de arma na cidade. A ação, que foi uma tentativa de inibir os crimes cometidos na cidade, contou com a participação de

mais de 40 policiais e 12 viaturas. Quase todos os suspeitos têm passagem pela polícia. Os cinco detidos foram conduzidas para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) do município. Nada de ilícito foi encontrado nas buscas residenciais.

VIOLÊNCIA

Mulher é baleada no braço em Guaçuí Dayane Hemerly

Uma mulher foi baleada na noite de terça-feira, no Centro de Guaçuí. Familiares da vítima informaram à PM que desconfiam de quem partiu os tiros,

mas por não haver confirmação, os nomes não foram divulgados. Segundo informações, A.P.A.F. estava na rua principal, por volta das 21h, quando ocupantes de um Fiat vermelho atira-

ram contra ela, atingindo-a no braço direito. Ela foi socorrida pela família para o pronto-socorro local e passa bem. Os suspeitos não foram localizados e a Polícia Civil investiga o caso.


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GERAL

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CACHOEIRO

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A UPA do Marbrasa vai funcionar, todos os dias, atendendo casos de urgência

Confira os serviços mantidos Cachoeiro inicia vacinação pela prefeitura no feriadão contra gripe na segunda LOCAIS

A Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim mantém os serviços essenciais neste feriado de Semana Santa e Páscoa, que vai de hoje a domingo. Na área de saúde, o Pronto Atendimento do Marbrasa vai funcionar 24 horas, diariamente, atendendo casos de urgência. Quem precisar de ambulância, poderá acionar o telefone 3155-5014, já que elas também estarão de serviço dia e noite. Já a população de Itaoca poderá contar com o pronto atendimento do distrito das 7h às 19h. Depois desse horário, das 19h às 7h, os moradores contam com uma ambulância, que fica na unidade e pode ser acionada pelo 3539-1285. Também será mantido em funcionamento o Pronto Atendimento Infantil, das 7h às 22h. No período em que estiver fechado, é possível encontrar médicos para crianças de até 12 anos de idade no Hospital Infantil, que funciona do outro lado da rua. SEGURANÇA Quem precisar entrar em

Fotos: Divulgação/PMCI

Na área de saúde, o Pronto Atendimento do Marbrasa vai funcionar 24 horas, diariamente

contato com a Guarda Municipal ou com os agentes de trânsito poderá ligar, a qualquer momento, para o 190. A Defesa Civil municipal manterá um plantão de sobreaviso que poderá ser acionado, em situações de emergência, pelo telefone 98814-3497. CASA DO REI E MUSEU FERROVIÁRIO A Casa de Cultura Roberto Carlos e o Museu Ferroviário não abrirão nesta quinta e sexta-feira santa. Os centros culturais retornam às atividades normais no final de semana. O primeiro abrirá

sábado e domingo, das 9h às 15h, e o segundo, das 8h às 14h, somente no sábado. FEIRA LIVRE A Feira Livre do bairro Nova Brasília vai funcionar normalmente, no sábado, das 5h às 9h, ao lado do Ginásio de Esportes. As feiras de Itaoca e do Servidor (que acontece na Linha Vermelha, próxima ao Museu Ferroviário, no Guandu), ocorreram ontem. DOMINGO NA PRAÇA No domingo de Páscoa,

no Circo da Cultura, na Praça de Fátima, durante a manhã, das 8h ao meio-dia, haverá uma série de atividades lúdicas, todas oferecidas gratuitamente pela prefeitura. Recreação com desenhos, pintura facial infantil, contação de histórias e brincadeiras com o Palhaço Beleza (com sorteios de brindes) são as atrações previstas no local, por meio do projeto Domingo na Praça. Na Linha Vermelha (altura do Museu Ferroviário), a pista será fechada ao trânsito das 8h às 12h, ficando livre para ciclistas e outras práticas esportivas.

Unidades de saúde de bairros e distritos de Cachoeiro darão início, nesta segunda-feira, à campanha anual de vacinação contra a gripe. O serviço da prefeitura fica disponível de segunda a sexta, em 31 locais, incluindo 12 comunidades que não têm sala fixa de vacina. A campanha é instituída pelo governo federal e vai até 26 de maio em todo o país. Geralmente, é feita nas semanas próximas ao início do inverno, para a prevenção às infecções típicas dessa época de menos umidade e luz solar. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), 50 mil pessoas compõem o público prioritário local. Deste total, a meta é vacinar 90%. Todos devem procurar as unidades portando um documento com foto e o cartão de vacinação. Fazem parte do público prioritário professores em atividade, crianças com mais de seis meses e menos de cinco anos, trabalhadores da área de saúde,

funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade, pessoas com doenças crônicas e condições clínicas especiais, gestantes, pessoas com 60 anos ou mais, os jovens sob medidas socioeducativas e as puérperas, que deram à luz a menos de 45 dias. As primeiras 10 mil doses começaram a chegar ontem a unidades de saúde do município. Paralelamente, gestores da rede pública e privada de ensino recebem orientações sobre a imunização de sua equipe docente. Cada professor deve procurar a sala de vacina mais próxima de onde trabalha. “Nossas equipes de saúde vão receber uma lista com o nome dos professores que atuam nas proximidades da unidade, para facilitar o controle e priorizar quem realmente precisa receber a dose. É importante que os professores procurem a vacina perto de sua escola”, explica a coordenadora municipal de Imunização, Márcia Passabom.

Vacinação contra febre amarela continua Nos mesmos locais, as equipes terão disponíveis também a vacina contra a febre amarela, voltada principalmente às pessoas com idade acima de nove meses e abaixo de 60 anos. Outra

oportunidade será no dia 13 de maio, um sábado. É o Dia D nacional de vacinação contra a gripe, mas, em Cachoeiro, tem atendimento também contra a febre amarela.

Locais de vacinação durante a campanha! Das 8h às 15h Conduru, Córrego dos Monos, Itaoca, Pacotuba e Soturno, Abelardo Machado, Aeroporto, Amaral, Aquidabam, BNH de Baixo, BNH de Cima, Gilson Carone, IBC, Novo Parque, Otton Marins, São Luiz Gonzaga, Alto União e Zumbi. Das 7h às 15h30

Centro Municipal de Saúde (Guandu) Das 9h às 14h30 Burarama, Coutinho e Gironda, Agostinho Simonato, Elpídio Volpini (Valão), Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora da Penha, Paraíso, Parque Laranjeiras, Recanto, Vila Rica e Village da Luz


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CLASSIFICADOS

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////// COMPRA ////// VENDA ////// ALUGUE ////// DIVULGUE ////// ////// COMPRA ////// VENDA ////// ALUGUE ////// DIVULGUE //////

     

IMÓVEIS ALUGUEL

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CLASSIFICADOS

ES de Fato, Quinta-Feira, 13 de Abril de 2017

es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato

EDITAL DE CONVOCAÇÃO I ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM EDITAL DE CONVOCAÇÃO Assembleia Geral Ordinária Na qualidade de Presidente do Conselho Deliberativo da Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim, convoco os senhores associados para participarem da Assembleia Geral Ordinária, no dia 26 de abril de 2017, às 16:00 horas, em primeira convocação, com a presença de 2/3 (dois terços) de seus sócios, às 17:00 horas, em segunda convocação, com a presença de metade mais 01 (um) dos sócios; às 18:00 horas em terceira e última convocação, com a presença de, no mínimo, 1/10 (um décimo) dos sócios, na Capela da Santa Casa, na Rua Dr. Raulino de Oliveira, nº 67, Centro, nesta cidade, dando cumprimento aos arts. 18,19, 20, 26 -inciso I -letra “a” e parágrafo único do Estatuto, para deliberarem sobre os seguintes assuntos: 1. Discussão, votação e aprovação do Relatório de Atividades do Conselho Deliberativo e do Balanço Geral, relativos ao exercício de 2016; 2. Parecer do Conselho Fiscal; 3. Parecer da Auditoria Independente; 4. Assuntos Gerais. São 71 (setenta e um) os sócios em condições de votar. Cachoeiro de Itapemirim – ES, 12 de abril de 2017.

(28) 3511-7481

O Presidente do Conselho de Administração do Hospital Infantil “Francisco de Assis”, no uso das suas atribuições que lhe confere o Estatuto Social da instituição filantrópica em referência, conforme o inciso I do artigo 27 da norma estatutária vem: CONVOCAR a I Assembléia Geral Ordinária com a presença dos associados do Hospital Infantil Francisco de Assis, que será no Hospital Infantil “Francisco de Assis”, no dia 25 de Abril de 2017, às 18H30, com endereço na Rua Cel. Guárdia nº 100, bairro Centro, nesta cidade de Cachoeiro de Itapemirim, em primeira, segunda ou terceira convocações, com intervalo de 30 minutos entre elas, para deliberar sobre os assuntos seguintes: a) Prestação de Contas do Exercício de 2016 do Hospital Infantil “Francisco de Assis”. Em cumprimento ao que estabelece o inciso IV do Art. 29 do Estatuto Social, são 22 (vinte e dois) os associados que estão aptos a votar na Assembléia Geral. Cachoeiro de Itapemirim - ES, 12 de Abril de 2017 WINSTON ROBERTO SOARES VIEIRA MACHADO Presidente do Conselho de Administração

VENDA Imóveis Residenciais: Ref. 2-893 – AMARELO: próximo ao Shopping Sul: Casa Residencial, com 3 quartos (suíte), sala, cozinha, banheiro, varanda, área de serviço e garagem. 2º Pavimento, Obra inacabada, medindo 172,77 m², faltando apenas o acabamento e terraço 100% coberto. Ref. 2-888 – MARATAÍZES: Casa Residencial, com 3 quartos (suíte), sala, copa, cozinha, banheiro, varanda, área de serviço e garagem. Ref. 2-758 – ED. VERDES ARES: Apartamento em construção com 2 quartos, cond. fechado, preço de custo. Ref. 2-847 – GILBERTO MACHADO: Apartamento com 2 quartos (suíte), sala, cozinha, todo com armário embutido e garagem. Ref. 2-864 – MARATAIZES – PRAIA CENTRAL: Apartamento com 2 quartos mobiliado, sala, banheiro, cozinha, área de serviço e linda vista para o mar. Ref. 2.939- ALTO VILA RICA – Casa com 3 quartos com suíte, closet, armários embutidos, sala, copa, cozinha, banheiro, área de serviço, piscina, área de churrasco, canil, garagem. Ref. 2-940- AMARELO – Apartamento com 2 quartos, sala, copa/ cozinha, banheiro, área de serviço, garagem. Ref. 2-945 – CAIÇARA: Apartamento Cobertura, com 4 quartos, sendo 1 suíte, armários embutidos, 2 salas de estar, sala de jantar, cozinha com armários, área de serviço, varanda, piscina, 2 vagas de garagem. Ref.2-946 – SÃO LUIZ GONZAGA – Prédio residencial: Térreo: Com 2 quartos, sala, copa, cozinha, banheiro, 3 vagas de garagem. 1°

andar: com 3 quartos, sala, copa, cozinha, banheiro. 2° andar: com 1 quarto, copa/cozinha, banheiro, terraço com cobertura metálica. Ref. 2-957 –DOMINGOS MARTINS – Casa duplex com 3 quartos, 2 suítes, piscina, clima Europeu, sauna, lareira, pomar, churrasqueira, excelente localização, próximo ao centro da cidade. Ref. 2-968 – JERONIMO MONTEIRO - Casa Duplex, com fino acabamento, excelente localidade, com 3 quartos com suíte, sala, banheiro, cozinha, área de serviço, garagem. Ref. 2-969 – JERONIMO MONTEIRO - Casa duplex com 3 quartos, sala, varanda, copa/cozinha. banheiro, área de churrasco, piscina, excelente localização. Ref. 2-985 – JARDIM ITAPEMIRIM - Casa duplex + Apartamento superior com piscina, garagem para 4 carros, faltando acabamento. Localização privilegiada. Ref. 2-986 – TEXEIRA LEITE Casa com 1 quarto, sala, copa/cozinha, banheiro e garagem, em terreno de 280m. Ref. 2-987- IBC - Casa com 3 quartos (suíte), sala/copa, cozinha, banheiro, área de serviço, garagem. Ref. 2-988 – BAIMINIAS – Casa com 3 quartos, sala, banheiro, cozinha, área de serviço, terraço, garagem. Ref. 2-991- SANTA CECILIA – Casa com 2 quartos, sala de estar/sala de jantar, cozinha, banheiro social, varanda, área de serviço, terraço com cobertura metálica e garagem; Ref. 2-999 – IBC – Casa com 03 quartos sendo uma suíte, sala, copa, cozinha, varanda, área de serviço, garagem e terraço. R$ 320.000,00 VENDA Imóveis Comerciais: Ref. 2-773 – MORRO GRANDE – SOTURNO – VARGEM ALTA – PROSPERIDADE: Indústria de mármore e granito completa e em funcionamento. Ref. 2-964- SÃO GERALDO – Prédio comercial com toda estrutura de funcionamento de empresa, com deposito, 3 andares com escritório, garagem ampla, 800m de área com fino acabamento. Ref. 2-983- CORAMARA - Galpão com ponte rolante e escritório com 280 a 700m. Podendo expandir.

VENDA Sítios e Propriedades: Ref. 2-819 – PROX A PAINEIRAS: Fazenda com 12 alqueires com sede igual de cinema, baixada próximo a Paineiras, com pedreira de Granito, curral, tanque de leite e ordenha mecânica; Ref. 2-865 – ROD. CACHOEIRO X MUQUI – Sitio com 2 alqueires com excelente casa. Ref. 2-934 - ALFREDO CHAVES Sítio de 24.000 m, espetacular, a 60 km de Cachoeiro, com sede com 4 quartos, piscina, área de churrasco com fogão a lenha e forno para pizza, lago, área de criação de animais exóticos, 5.000 pés de palmito produzido, boa casa de caseiro. VENDA Terrenos e Áreas: Ref. 2-665 – MARATAIZES: Terreno com 240m² com obra inacabada, frente para duas ruas; Ref. 2-706 – VILA RICA: Terreno com aproximadamente 440m²; Ref. 2-772 – AEROPORTO: Área plana medindo 17.000 m². Próximo a pista do Aeroporto. Ref. 2-774 – AEROPORTO: Terreno com 900 m², de frente para avenida, próximo à exposição, medindo aprox. 900 m². Ref. 2-845 – SÃO GERALDO: Terreno urbano/chácara, área com aprox. 3.700 m², todo ou parte. Ref. 2-853 – SÃO GERALDO: Área com aproximadamente 3.700 m² em condomínio fechado. Ref. 2-919 – VILAGE DA LUZ: 02 Lotes de terrenos, com 300m². ALUGUEL Imóveis Comerciais Ref. 2-762 – INDEPENDÊNCIA (próximo ao fórum): Sala comercial bem localizada com aproximadamente 150m²; Ref. 2-846 – ROD. VALÃO – Galpão com aproximadamente 400m². Ref. 2-855 – CENTRO – Shopping Cachoeiro, diversas lojas. Ref. 2-870-Centro - Edifício JORGE MIGUEL (Galeria da Cacau Show): Sala com aproximadamente 30m2 e ante sala; Ref. 2-878 - CENTRO – Loja comercial com aprox. 20m², com mezanino,

banheiro. Ref. 2- 963 – AMARELO – Loja com 40m². Ref. 2-967 – CENTRO – Ed. Cristina - Sala comercial com ante-sala e banheiro. Ref. 2-980 – AMARELO – Sala comercial com 4 salas, cozinha, banheiro, varanda. Ref. 2-1002- Centro – Edifício Ultramar – Sala Comercial escritório completo, aproximadamente 60m², com 02 salas, banheiro e cozinha. Ref. 2-1003 - Centro – Edifício Ultramar – Sala Comercial escritório completo, aproximadamente 60m², com 02 salas, banheiro e cozinha. Ref. 1005 – Santo Antônio – Loja Comercial – Loja Comercial com aproximadamente 220m², escritório, cozinha, banheiro, depósito, e ar condicionado. Imóveis Residenciais Ref. 2-877 – VILA RICA – Kitnet mobiliada com 1 quarto, sala, cozinha, área de serviço, garagem. Ref. 2-903 – BAIMINAS – Casa com 3 quartos (suíte), sala, copa, cozinha, banheiro, área de serviço, garagem. Ref. 2-904 - VILA RICA – Apartamento com 1 quarto, sala, banheiro, cozinha, área de serviço. Ref. 2- 912 – GILBERTO MACHADO – ED. SAVEIRO - Apartamento com 3 quartos (suíte), sala de estar/jantar, varanda, banheiro social, garagem. Ref. 2- 917 – CEL BORGES - Apartamento com 3 quartos, sala, banheiro, cozinha, área de serviço. área de serviço, garagem. Ref. 2- 924 – RECANTO – Casa com 2 quartos, sala, banheiro, cozinha, área de serviço. Ref. 2 -925 – RECANTO - Casa com 3 quartos, sala de estar, sala de jantar, 2 banheiros, cozinha, área de serviço. Ref. 2-929 – RUBEM BRAGA – Casa com 3 quartos (suíte), sala, banheiro, cozinha, área de serviço. Ref. 2-937 – IBITIQUARA – ED. SAN MARINO – Apartamento com 1 quarto, sala, banheiro, cozinha, área de serviço, garagem. Ref. 2-942 – CEL BORGES – Apartamento com 2 quartos, sala, banheiro, cozinha, área de serviço. Ref. 2-938 – CORAMARA – Casa

com 2 quartos, sala, copa/cozinha, banheiro, área de serviço, garagem para 2 carros, telhado colonial. Ref. 2-950 - SÃO GERALDO – Casa com 2 quartos (suíte), sala/copa, cozinha, banheiro, área de serviço. Ref. 2 -951 – PARAÍSO – Apartamento com 2 quartos, sala, copa/cozinha, banheiro, área de serviço. Ref. 2-956 – AQUIDABAN – ED CARAVELLE - Apartamento com 2 Quartos, sala estar/jantar, varanda, banheiro social, cozinha, área serviço e vaga de garagem. Ref. 2-960 – AMARELO – Apartamento com 2 quartos, sala, banheiro, cozinha, varanda, área de serviço. Ref. 2-961- AMARELO - Casa com 3 quartos, sala, banheiro, cozinha, área de serviço. Ref. 2-973 – CENTRO – Casa com 2 quartos, sala, copa, cozinha, banheiro, área de serviço, garagem.

Ref. 2-975 – INDEPENDENCIA – ED. ATILA VIVACQUA- Apartamento com 3 quartos, sala, copa, cozinha, área de serviço, garagem. Ref.2-976 – INDEPENDENCIA – ED. ORQUIDEA- Apartamento com 3 quartos (suíte), varanda, sala, copa/ cozinha, área de serviço, DCE, garagem. Ref. 2-977 – AMARELO – Apartamento com 3 quartos (suíte), sala com armários, quartos com armários, cozinha, banheiro, área de serviço, garagem. Ref. 2-992 - Jardim América Apartamento com 3 quartos, suíte, sala/copa, cozinha, banheiro, área de serviço, garagem. Ref. 2-1000 – RECANTO - Apartamento com 2 quartos, sala, copa/ cozinha, banheiro e área de serviço. Ref. 1004 - Paraíso – Apartamento 405 Edifício Verdes Ares, com dois quartos, sala de estar e jantar, cozinha e banheiro.


(28) 3511-7481

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SERVIÇO NOTARIAL E REGISTRAL SERVENTIA EXTRAJUDICIAL 1° OFÍCIO - 1ª Zona

EDITAL DE INTIMAÇÃO

Acham-se nesta Serventia, na Rua Rui Barbosa, 24 Ed. Santa Cecília, nesta cidade, para serem protestados após a publicação deste Edital, títulos de responsabilidade das seguintes pessoas: DISTRIBUIDORA DE PONTE GRANDE DE MARMO CNPJ - 10.858.925/0001-21 LAMIFER LAMINADOS DO BRASIL LT CNPJ - 09.515.449/0001-67

Por não ter sido possível encontrá-las, intimo-as para os fins de direito, e, não sendo atendida a presente até o dia 13 de Abril de 2017, notifico-as do protesto.

Cachoeiro de Itapemirim, 12 de Abril de 2017. RAFAEL RODRIGUES CARVALHO ESCREVENTE Horário de pagamento: Das 9:00hs às 18:00hs TELEFONE: (28) 3521-0611

VENDE-SE LOJA 06

Galeria do Ed. Primus medindo 50,57m² podendo fazer mezanino de 30m². Contato: Osmar — (28) 3521-0983 COMUNICADO L J GRANITOS LTDA, CNPJ n° 06.289.852/0001-27 torna público que REQUEREU a Secretaria Municipal de Meio Ambiente — SEMMA, RENOVAÇÃO da Licença de Operação n° 015/2013 expirada em 22 de fevereiro 2017, por meio do Protocolo n° 61-1035/2017, para a atividade (01.01) - desdobramento (serraria), aparelhamento (polimento) e execução de trabalhos de rochas ornamentais (granitos, gnaisses, mármores, ardósias, quartzitos e outras pedras). Localizada à Rua José Calegário, n° 148 à 186, Aeroporto, Cachoeiro de Itapemirim-ES.

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Cartório Fernando Vieira - 1º Ofício de Registro Civil das Pessoas Naturais da Sede Oficial Titular: Fernando Brandão Coelho Vieira Rua 25 de Março, 178 Centro 29300100 - Cachoeiro de Itapemirim – ES 3522-0139 EDITAL DE PROCLAMAS Faz saber que pretendem casar-se: 020949 - KAIO RIBEIRO MARTINS, solteiro, maior, Auxiliar de Estoque, natural de Cachoeiro de Itapemirim-ES, residência Rua Corinto Barbosa Lima, 86, Cachoeiro de Itapemirim-ES, filho de DAMIÃO BEZERRA MARTINS e KELLEN RIBEIRO DA SILVA; e FERNANDA DE OLIVEIRA PEIXOTO, solteira, maior, Baba, natural de Cachoeiro de Itapemirim-ES, residência Rua Corinto Barbosa Lima, 86, Cachoeiro de Itapemirim-ES, filha de FRANCISCO JOSÉ PEIXOTO e SOLANGE PEREIRA DE OLIVEIRA PEIXOTO; 020967 - JEANDERSON BISMARQUE SOARES DE ALMEIDA, solteiro, maior, ajudante de pedreiro, natural de Cachoeiro de Itapemirim-ES, residência Rua Francisco Dillen, 11, Cachoeiro de Itapemirim-ES, filho de CARLOS ALBERTO GOMES DE ALMEIDA e VANUSA QUIRINO SOARES DE ALMEIDA; e RENATA PAULA DA SILVA, solteira, maior, cabeleireira, natural de Cachoeiro de Itapemirim-ES, residência Rua Francisco Dillen, 11, Cachoeiro de Itapemirim-ES, filha de PAULO ROBERTO DA SILVA e TANIA CRISTINA MACHADO DA SILVA; Se alguém souber de algum impedimento oponha-o na forma da Lei. Cachoeiro de Itapemirim-ES, 12 de abril de 2017 FERNANDO BRANDÃO COELHO VIEIRA Oficial do Registro Civil

ES de Fato, Quinta-Feira, 13 de Abril de 2017

CARTÓRIO DE PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS - 2ª ZONA ROGÉRIO LUGON VALLADÃO - Rua Costa Pereira, Nº 90, Centro, Cachoeiro de Itapemirim, CEP: 29300-090. Tel: 3521-6720

EDITAL DE INTIMAÇÃO

Acham-se nesta Serventia, à Rua Costa Pereira Nº 100, Sumaré, nesta cidade de Cachoeiro de Itapemirim-ES, para serem protestados, títulos de responsabilidade das seguintes pessoas: COMERCIAL LEAL LTDA ME - CPF/CNPJ: 10.541.906/0001-77 MORRO GRANDE FERRAGENS E FERRO VELHO LTDA ME CPF/CNPJ: 10.684.599/0001-83

Por não ter sido possível encontrá-las, intimo-as, na forma do art. 15,§ 1º, da lei 9492/97, para os devidos fins de direito. Não sendo os referidos títulos pagos até o fim do expediente do próximo dia útil, notifico-as do protesto.

CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, 13 de abril de 2017 Rogério Lugon Valladão - Tabelião Horário de pagamento: De 9:00h às 18:00h

EDITAL DE PROCLAMAS

Faço saber que pretendem contrair matrimônio: 1) LEONARDO COSTA SANTOS, coletor, filho de Izak Alves Santos e Maria Nascimento Costa; e RAQUEL VEREDIANO ROQUE, vendedora autônoma, filha de Nildo Roque e Neuma Verediano Roque. Sendo ambos solteiros, naturais deste Estado e residentes nesta cidade. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-se na forma da Lei. Cachoeiro de Itapemirim-ES; 12 de abril de 2017 Jamile Valadão Missi Registradora Civil e Notária

COMUNICADO ME GRANITOS DO BRASIL LTDA ME, CNPJ N° 20.816.050/0001-59, torna público que REQUEREU a Secretaria Municipal de Meio Ambiente — SEMMA, ALTERACÃO DE TITULARIDADE e RENOVACÃO da Licença de Operação — LO, n° 011/2013, através do Protocolo n° 33437/2014, para a atividade (03.04) -Desdobramento e/ou polimento e/ ou corte e aparelhamento de rochas ornamentais, quando associados entre si. Localizada na Rodovia Fued Nemer, Km 10, distrito de Conduru — Cachoeiro de Itapemirim/ES, anteriormente como MARIA CECILIA NEMER SALLES MARÃO ME, CNPJ: n° 12.398.778/0001-80.

COMUNICADO MADEIREIRA SÃO FELIPE LTDA – ME, CNPJ n.º 22.900.065/0001-26, torna público que OBTEVE a LP nº 015/2017 válida até 28/04/2017 LI nº 015/2017 válida até 29/03/2017 a Secretária Municipal de Meio Ambiente – SEMMA para a atividade de Fabricação de Movéis, Localizada na Rua Agostinho Segundo Tirello, Nº 3 A 31, Aeroporto, Cachoeiro de Itapemirim, ES.

COMUNICADO G R A N I TO S S A N TO A N DRÉ LTDA EPP, CNPJ nº 05.387.645/0001-42 torna público que REQUEREU a Secretária Municipal de Meio Ambiente – SEMMA RENOVAÇÃO da Licença de Operação nº 016/2004, expirada em 12/12/2016, por meio do Protocolo nº. 37835/2012 / 61-6300/2016, para a atividade de Desdobramento de Rochas Ornamentais, quando exclusivo. Localizada sediado na Rua 16, Loteamento Industrial A, São Joaquim, Cachoeiro de Itapemirim, ES.

CLASSIFICADOS

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COMUNICADO ECO FLEX PNEUS LTDA - ME, CNPJ 14.203.192/0001-48, torna público que REQUEREU a Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SEMMA a RENOVAÇÃO da Licença de Operação nº 133/2012, que expirou em 21/12/2016, por meio do Protocolo 39373/2016, para a atividade de 10.01 - recondicionamento de pneus com vulcanização a frio ou a quente (autoclave), com uso exclusivo de energia elétrica ou gás, localizada na Rodovia Gumercino Moura Nunes, s/nº - Km 09 – Soturno – Cachoeiro de Itapemirim/ES.

AVISO DE PREGÃO 01/2017 PREGÃO nº 01/2017 OBJETO: AQUISIÇÃO DE ARTIGOS DE PADARIA DIA: 28/04/2017 HORA: 10:00 horas Credenciamento: Até Dia:28/04/2017 até as 09:30h Local: Prç Jerônimo Monteiro, nº 70, Centro, Cachoeiro de Itapemirim. O Edital poderá ser obtido na Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim/ES, de segunda a sexta-feira, das 07h00 as 13h00, na Pça Jerônimo Monteiro, nº 70, Centro, Cachoeiro de Itapemirim, ou no SITE: www.cmci.es.gov.br. Cachoeiro de Itapemirim, 12 de Abril de 2017 ROSA DE LIMA CANSOLI HEMERLY PREGOEIRA OFICIAL

AVISO DE PREGÃO 02/2017 PREGÃO nº 02/2017 OBJETO: AQUISIÇÃO DE GASOLINA COMUM DIA: 04/05/2017 HORA: 10:00 horas Credenciamento: Até Dia:04/05/2017 até as 09:30h Local: Prç Jerônimo Monteiro, nº 70, Centro, Cachoeiro de Itapemirim. O Edital poderá ser obtido na Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim/ES, de segunda a sexta-feira, das 07h00 as 13h00, na Pça Jerônimo Monteiro, nº 70, Centro, Cachoeiro de Itapemirim, ou no SITE: www.cmci.es.gov.br. Cachoeiro de Itapemirim, 12 de Abril de 2017 ROSA DE LIMA CANSOLI HEMERLY PREGOEIRA OFICIAL


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INFORME

ES de Fato, Quinta-Feira, 13 de Abril de 2017

es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato

(28) 3511-7481 Demonstrações Contábeis

Coop. de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do ES - Sicoob Credirochas - CNPJ: 03.358.914/0001-17

E X E R C Í C I O 2016

Relatório da Administração Senhores Associados, Submetemos a V.S.as as Demonstrações Contábeis do exercício de 2016 da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo – Sicoob Credirochas em milhares de reais, na forma da legislação em vigor. As demonstrações contábeis completas estão disponíveis no site Sicoob ES (www.sicoobes.com.br) 1. Política Operacional Em 2016, o Sicoob Credirochas completou 17 anos, mantendo a vocação de instituição financeira cooperativa muito atrativa para investimentos e para obtenção de crédito. A atuação junto aos Associados se dá pela captação de depósitos, pela concessão de empréstimos e pela prestação de serviços financeiros. 2. Nosso Desempenho 2.1) Retornos ROE/ROA Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio – anualizado Retorno sobre Ativo Médio - anualizado 2.2 Resultado

Jan a Dez/2016 26,37 4,05

Jan a Dez/2015 29,24 4,56

%

Variação

p.p -2,87 -0,51

Em Milhares R$ % Demonstração do Resultado do Período Jan a Dez/2016 Jan a Dez/2015 Variação Resultado da intermediação Financeira antes dos Créditos de Liquidação Duvidosa 28.180 27.695 1,75 Despesa de provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 14.513 8.884 63,36 Receita de recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo 1.583 944 67,69 Receitas de Prestação de Serviços e de Tarifas 7.866 5.739 37,06 Receitas com Ato Não Cooperativo 1.369 892 53,48 Despesas com Pessoal, Outras Despesas Administrativas e Operacionais 25.473 20.728 22,89 Despesas Tributarias 321 198 62,12 Resultado de Participações e outras receitas operacionais e resultado não operacional 2.921 852 242,84 Ingressos de Depósitos Intercooperativos 17.092 9.711 76,01 Juros ao Capital 5.697 4.412 29,13 Sobras do exercício 15.171 13.713 10,63 Contribuíram para compor a Sobra do exercício de 2016: Receitas de prestação de serviços e de tarifas bancárias: aumento de 37,06%, o resultado da intermediação financeira cresceu 1,75% e a receita com recuperação de prejuízo cresceu 67,69% em relação ao mesmo período de 2015. Quanto as despesas, ocorreu uma variação do grupo de despesas com pessoal e administrativas, em relação ao mesmo período de 2015, de 22,89%. Houve um aumento de 76,01% na receita de ingressos de deposito intercooperativos, que são os rendimentos que a Cooperativa recebeu do Sicoob Central ES pela centralização da administração financeira dos recursos. A relação entre as receitas de prestação de serviços e de tarifas frente as despesas de pessoal, outras despesas administrativas e operacionais foi de 30,88%. Foi pago para os associados em 2016 o valor de R$ 5.697 mil referente a juros ao capital, que é 29,13% maior do que o pago no exercício anterior. A Sobra do exercício teve um crescimento de 10,63% em relação ao mesmo período de 2015. 2.3 Dados Patrimoniais Em Milhares R$ Jan a Dez/2015 348.617 111.267 227.574 255.090 59.691 59.529

%

Balanço Patrimonial Jan a Dez/2016 Variação Ativos Totais 398.379 14,27 Centralização Financeira 147.942 32,96 Carteira de Crédito 238.786 4,93 Depósitos 292.587 14,70 Patrimônio Líquido 71.541 19,85 Patrimônio de Referência (PR) 71.503 20,11 Os destaques para o crescimento da Cooperativa no exercício de 2016: O total de ativos atingiu R$ 398.379 mil ao final de dezembro de 2016, com crescimento de 14,27% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em 31 de dezembro de 2016 o saldo da carteira de crédito, atingiu R$ 238.786 mil, com crescimento de 4,93% em relação a 31 de dezembro de 2015. Os depósitos obtiveram um aumento de 14,70% considerando o mesmo período de 2015, atingindo no final do exercício de 2016 o montante de R$ 292.587 mil. O patrimônio líquido cresceu 19,85% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo assim o valor de R$ 71.541 mil. Em 31/12/2016 a inadimplência acima de 90 dias foi de 4,30%, percentual inferior ao verificado no mercado. 2.3.1) Carteira de crédito por produto e segregação de PF e PJ Em Milhares R$ Carteira de Crédito Crédito Rural Empréstimos Títulos descontados Conta Corrente

PF 11.599 29.612 1.067 2.151

31/12/2016 PJ 144.008 39.665 10.684

Total 11.599 173.620 40.732 12.835

PF 11.853 25.877 1.254 2.144

31/12/2015 PJ 130.812 46.048 9.586

Total 11.853 156.689 47.302 11.730

Variação Valor total % Total - 254 -2,14% 16.931 10,81% -6.570 -13,89% 1.105 9,42%

Total 44.429 194.357 238.786 41.128 186.446 227.574 11.212 4,93% 3.Pessoas Contávamos com 106 colaboradores no final do exercício de 2016, desses 96,23% possuem ensino superior e 39,62% com Certificação Profissional ANBIMA (CPA). A remuneração fixa dos nossos colaboradores e diretores, somada aos seus encargos e benefícios totalizaram R$ 11.279 mil no exercício corrente. 4. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados. A Cooperativa realiza também todas as consultas cadastrais e faz a avaliação do associado por meio do Rating (avaliação por pontos), buscando, assim, garantir ao máximo a liquidez das operações. É adotada ainda a política de classificação de risco de crédito da carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Resolução CMN nº 2.682. No exercício de 2016, houve uma concentração de 85,67% nos níveis de risco “AA” a “C”. 5.Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos cooperados definir e assegurar a execução e fortalecimento dos princípios e objetivos da Cooperativa, contribuindo para a sua continuidade. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara segregação de funções. Cabem ao Conselho de Administração, órgão superior da administração da cooperativa eleito pelos Associados, as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A cooperativa é monitorada periodicamente quanto à efetivação dos controles internos. Tal monitoramento é realizado pelo Sicoob Central ES que a partir de janeiro de 2011, centralizou esse serviço adotando padrão de qualidade e atuação compatível com a realidade de nossas atividades, sistemas, produtos e serviços. Integra ainda a área de fiscalização a auditoria interna realizada periodicamente por auditor do Sicoob Central ES cuja metodologia e procedimentos aplicados seguem as políticas e manuais aprovados no sistema. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditores externos, que emitem relatórios conclusivos os quais são levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria sendo emitidos pareceres para conhecimento da Assembleia Geral. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe tal competência, além da autorização de funcionamento. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa utiliza várias ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito é adotado o Manual de Crédito, desenvolvido, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação, homologado pelo Sicoob Central ES, aprovado e instituído pelo Conselho de Administração da Cooperativa. Além do Estatuto Social, são seguidos regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regulamento do Conselho de Administração, o Regulamento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral e o Código de Ética. A cooperativa ainda adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de carreira que contempla a remuneração adequada, a segregação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos Associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 6. Conselho Fiscal Eleito na Assembleia Geral Ordinária, com mandato de 2 anos, é um órgão independente da administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática, como representante dos interesses dos associados, os atos da administração, as atividades e operações da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. 7.Código de Ética Todos os integrantes da equipe do Sicoob ES aderiram, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob – Sicoob Confederação. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 8.Sistema de Ouvidoria O Sicoob ES conforme previsto na Resolução 4.433 de 23/07/2015 o Conselho Monetário Nacional trabalha com sistema de ouvidoria centralizado e estrutura compartilhada com o Bancoob. No exercício de 2016, a Ouvidoria da Cooperativa registrou 28 demandas sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos por esta cooperativa. Dessas demandas, 25 foram classificadas procedentes e todas resolvidas antes do prazo legal estabelecido, que é de 10 (dez) dias, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente.

9.Agradecimentos Agradecemos aos nossos colaboradores, pelo empenho e talento que nos permitem obter resultados consistentes, e aos nossos associados pela preferência e pela confiança depositada em nossa Cooperativa de crédito e na nossa Administração. Cachoeiro de Itapemirim – ES, 31 de janeiro de 2017. Conselho de Administração.

Balanço Patrimonial ATIVO Circulante Disponibilidades Títulos e Valores Mobiliários Carteira Própria Relações Interfinanceiras Centralização Financeira - Cooperativas Operações de Crédito Empréstimos e Títulos Descontados Financiamentos Rurais e Agroindustriais (-) Provisão para Operações de Crédito Outros Créditos Créditos por Avais e Fianças Honrados Rendas a Receber Diversos (-) Provisão para Outros Créditos Outros Valores e Bens Outros Valores e Bens (-) Provisão para Desvalorizações Despesas Antecipadas Não Circulante Realizável a Longo Prazo Títulos e Valores Mobiliários Carteira Própria Operações de Crédito Empréstimos e Títulos Descontados Financiamentos Rurais e Agroindustriais Outros Créditos Diversos Permanente Investimentos Participação em Cooperativas Imobilizado de Uso Outras Imobilizações de Uso (-) Depreciações Acumuladas Intangível Ativos intangíveis (-) Amortização Acumulada Diferido Gastos de Organização e Expansão (-) Depreciações Acumuladas TOTAL PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulante Depósitos Depósito à Vista Depósito Sob Aviso Depósito a Prazo Relações Interfinanceiras Repasses Interfinanceiros Correspondentes Relações Interdependências Recursos em Trânsito de Terceiros Transferência Internas de Recursos Obrigações Por Empréstimos e Repasses Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações Cob. e Arrec. de Trib. e Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas Não Circulante Depósitos Depósito a Prazo Relações Interfinanceiras Repasses Interfinanceiros Obrigações Por Empréstimos e Repasses Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações Diversas Patrimônio Líquido Capital Social De Dominiliados no País (-) Capital a Realizar Reserva de Sobras Sobras Acumuladas TOTAL

em 31/12/2016 e de 2015 (em milhares de R$)

Nota

4 5 6

7

8

4 6

7

9 10

11

Nota 12

13.1 14

13.2

15.3 15.1 15.2 15.3 13

13.1 13.2 15.3.e 17

31/12/2016 282.823 1.824 374 374 147.942 147.942 120.357 132.989 6.142 (18.774) 2.807 477 1.967 671 (308) 9.519 9.686 (219) 52 115.556 103.781 2.981 2.981 99.655 94.197 5.458 1.145 1.145 11.775 8.453 8.453 3.187 7.883 (4.696) 135 622 (487) 398.379

31/12/2015 240.899 2.697 33 33 111.267 111.267 123.608 132.811 3.791 (12.994) 1.923 1.488 435 1.371 1.501 (165) 35 107.718 97.255 5.197 5.197 90.972 82.910 8.062 1.086 1.086 10.463 7.601 7.601 2.674 6.533 (3.859) 179 582 (403) 9 83 (74) 348.617

31/12/2016 317.374 292.551 38.658 4.615 249.278 3.253 3.253 10.130 10.130 4.820 4.820 6.620 38 2.126 1.043 3.413 9.464 36 36 8.309 8.309 -

31/12/2015 276.062 255.090 37.995 4.403 212.692 207 200 7 9.737 9.737 4.820 4.820 6.208 43 1.933 842 3.390 12.864 11.834 11.834 -

1.119 1.119 71.541 46.161 46.252 (91) 20.889 4.491 398.379

1.030 1.030 59.691 37.484 37.544 (60) 16.847 5.360 348.617

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.


(28) 3511-7481

ES de Fato, Quinta-Feira, 13 de Abril de 2017

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em 31/12/2016 e de 2015 (em milhares de R$)

Ingressos da Intermediação Financeira

Nota

2º SEMESTRE 2016 (Não auditado)

31/12/2016

31/12/2015

20.1

32.327

62.886

53.301

32.085

62.342

52.779

Operações de Crédito Resultado de Operações com Tít. e Valores Mobil. e Instr. Financeiros

242

544

522

(25.449)

(49.219)

(34.490)

(17.309)

(33.372)

(24.595)

(685)

(1.334)

(1.011)

(7.455)

(14.513)

(8.884)

Resultado Bruto Intermediação Financeira

6.878

13.667

18.811

Outros Ingressos/Rec. (Dispêndios/Desp.) Operacionais

1.299

2.217

(4.319)

Receitas (Ingressos) de Prestação de Serviços

2.113

3.775

2.640

Rendas (Ingresos) de Tarifas

2.160

4.091

3.099

Dispêndios/Despesas de Pessoal

(6.070)

(11.279)

(9.077)

Outras Dispêndios/Despesas Administrativas

(9.456)

Dispêndios da Intermediação Financeira

21.1

Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses

13.3

Provisão para Operações de Créditos

(6.572)

(11.870)

Dispêndios/Despesas Tributárias

(177)

(321)

(198)

Ingressos de Depósitos Intercooperativos

9.144

17.092

9.711

Outros Ingressos/Rendas Operacionais

20.2

1.798

3.053

1.157

Outros Dispêndios/Despesas Operacionais

21.2

(1.097)

(2.324)

(2.195)

8.177

15.884

14.492

(92)

(132)

(305)

8.085

15.752

14.187

Resultado Operacional Resultado Não Operacional

22

Resultado Antes da Tributação e Participações Imposto de Renda e Contribuição Social

-

-

-

(377)

(581)

(474)

7.708

15.171

13.713

Destinações legais e Estatutárias

-

(4.983)

(3.941)

F.A.T.E.S.

-

(941)

(814)

Reserva Legal

-

(4.042)

(3.127)

Participações nos Resultados de Empregados

15.1

Sobras / Perdas antes das Destinações

Resultado antes do Juros ao Capital

7.708

Juros ao Capital

19

Sobras / Perdas Líquidas

7.708

10.188

9.772

(5.697)

(4.412)

4.491

5.360

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido Eventos

Nota

Saldos em 31/12/14 Destinação de Sobras Exercício Anterior: Ao Capital Cotas Capital à Pagar - Ex-associados Movimentações de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Estorno de Capital Aumento de Reservas Sobras ou Perdas Líquidas Provisão de Juros ao Capital Subscrição do Juros ao Capital Juros ao Capital Pago em Conta Corrente IRRF sobre Juros ao Capital Fates Atos Não Cooperativos Destinação do Resultado Não Operacional Destinação das Sobras do Exercício: . Fundo de Reserva . FATE S Saldos em 31/12/15 Saldos em 31/12/15 Destinação de Sobras Exercício Anterior: Ao Capital Cotas Capital à Pagar - Ex-associados Movimentações de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Sobras ou Perdas Líquidas Provisão de Juros ao Capital Subscrição do Juros ao Capital Juros ao Capital Pago em Conta Corrente IRRF sobre Juros ao Capital Fates Atos Não Cooperativos Destinação do Resultado Não Operacional Destinação das Sobras do Exercício: . Fundo de Reserva . FATE S Saldos em 31/12/16 Saldos em 30/06/16 (Não auditado) Movimentações de Capital: (Não auditado) Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Sobras ou Perdas Líquidas Provisão de Juros ao Capital Subscrição do Juros ao Capital Juros ao Capital Pago em Conta Corrente IRRF sobre Juros ao Capital Fates Atos Não Cooperativos Destinação do Resultado Não Operacional Destinação das Sobras do Exercício: . Fundo de Reserva . FATE S Saldos em 31/12/16

Capital Subscrito 29.549

em 31/12/2016 e de 2015 (em milhares de R$) Capital Capital a Realizar (48)

Reserva Legal

Sobras ou Perdas Acumuladas

Totais

13.683

5.075

48.259

(5.053) (22)

(22) 959 (1.369) (1) 37 13.713 (4.412) 4.349 (816) (192) (368) (446) 59.691 59.691

5.053

971 (1.369) (1)

(12)

37 13.713 (4.412) 19 19 19 17.d

4.349 (816) (192) (368)

17.d 17.d

3.127 37.544 37.544

(60) (60)

16.847 16.847

5.322

2.520 (3.430)

(3.127) (446) 5.360 5.360 (5.322) (38)

(31) 15.171 (5.697)

19 19 19 17.d

5.609 (1.060) (253) (492)

17.d 17.d

4.042 46.252 42.462

(91) (81)

1.752 (2.258)

(10)

20.889 16.847

(4.042) (449) 4.491 7.463

7.708 (5.697) 19 19 19 17.d

5.609 (1.060) (253) (492)

17.d 17.d

4.042 46.252

15

Demonstraçoes Contábeis | EXERCÍCIO 2016

| Sicoob Credirochas | CNPJ: 03.358.914/0001-17

Demonstrações das Sobras ou Perdas

INFORME

(91)

20.889

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

(4.042) (449) 4.491

(38) 2.489 (3.430) 15.171 (5.697) 5.609 (1.060) (253) (492) (449) 71.541 66.691 1.742 (2.258) 7.708 (5.697) 5.609 (1.060) (253) (492) (449) 71.541

Demonstrações dos Fluxos de Caixa DESCRIÇÃO Atividades Operacionais Sobras/Perdas do Exercício Antes da Tributação e Participações Participações nos Resultados de Empregados Depreciações e Amortizações Provisão de Juros ao Capital Provisão para perda com operações de crédito Resultado das baixas por obsolescência do Ativo Imobilizado Resultado de participação de coligadas e controladas e distribuição de sobras Resultado da venda de Ativo Imobilizado Aumento (redução) em ativos operacionais Títulos e Valores Mobiliários Relações Interfinanceiras Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Aumento (redução) em passivos operacionais Depósitos a Vista Depósitos sob Aviso Depósitos a Prazo Outras Obrigações Relações Interfinanceiras Obrigações por Empréstimos e Repasses Relações Interdependências Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Alienação de Investimento Recebimento de Dividendos Alienação de Imobilizações de Uso Aplicação no Intangível Aplicação no Diferido Inversões em Imobilizado de Uso Inversões em Investimentos Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos Atividades de Financiamentos Aumento por novos aportes de Capital Devolução de Capital à Cooperados Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar FATES - Resultado de Atos Não Cooperativos FATES Sobras Exercício Juros ao Capital à Pagar Ex-associados Subscrição do Juros ao Capital Juros ao Capital Pago em Conta Corrente IRRF sobre Juros ao Capital Aumento de Reservas Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades Modificações em Disponibilidades Líquida No Ínicio do Período No Fim do Período Variação Líquida das Disponibilidades

Notas Explicativas

em 31/12/2016 e de 2015 (em milhares de R$) 2º SEMESTRE 2016 (Não auditado)

31/12/2016

31/12/2015

8.085 (377) 421 (5.697) 7.455 4 9.891

15.752 (581) 877 (5.697) 14.513 4 (360) 24.508

14.187 (474) 1.085 (4.412) 8.884 2 (203) (22) 19.047

1.074 27 (678) (251) (4.091)

1.875 (19.944) (943) (8.148)

(2.023) (32.472) (974) (451)

2.294 128 4.837 292 (319) 10.077 23.281

663 212 36.622 413 (480) 393 35.171

6.036 79 72.104 (8.723) 12.037 (5.270) 9.737 69.127

(40) (939) (482) (1.461)

360 (40) (1.301) (852) (1.833)

203 30 (17) (550) (1.506) (1.840)

1.742 (2.258) (492) (449) 88 5.609 (1.060) (253) 2.927 24.747

2.489 (3.430) (38) (492) (449) 88 5.609 (1.060) (253) 2.464 35.802

959 (1.369) (22) (368) (446) 64 4.349 (816) (192) 37 2.196 69.483

125.019 149.766 24.747

113.964 149.766 35.802

44.481 113.964 69.483

em 31/12/2016 e de 2015 (em milhares de R$)

1. Contexto Operacional A COOPERATIVA DE CREDITO DOS PROPRIETARIOS DA INDUSTRIA DE ROCHAS ORNAMENTAIS, CAL E CALCARIOS DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO - SICOOB CREDIROCHAS (“SICOOB CREDIROCHAS” ou “Cooperativa”), é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 12/04/1999, filiada à CCC DO ESPÍRITO SANTO – SICOOB CENTRAL ES e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares centrais. Tem suacontábeis. constituição e o funcionamento regulamentados As notas explicativas da administração são parte integrantee das demonstrações pela Lei nº 4.595/1964, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/1971, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/2009, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 3.859/2010, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. O SICOOB CREDIROCHAS possui 09 Postos de Atendimento (PAs) nas seguintes localidades: CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES, BARRA MANSA - RJ, VOLTA REDONDA - RJ, ATÍLIO VIVÁCQUA - ES, RESENDE - RJ, MUQUI – ES. O SICOOB CREDIROCHAS tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. 2.Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil – BACEN, considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente àquelas aplicáveis às entidades Cooperativas, a Lei do Cooperativismo nº 5.764/71 e normas e instruções do BACEN, apresentadas conforme Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF, e evidenciam todas as informações relevantes próprias das demonstrações contábeis, e somente elas, os quais estão consistentes com as utilizadas pela administração na sua gestão, tendo sido aprovada pela diretoria executiva em4 de abril de 2017. Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar determinados ativos e passivos entre outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, às provisões necessárias para causas judiciais, entre outras. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos Contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) - Resolução CMN nº 4.144/2012; CPC 01(R1) Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/2008; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/2008; CPC 04 (R1) – Ativo Intangível – Resolução CMN nº 4.534/2016; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/2009; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/2011; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº 4.007/2011; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/2011; CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/2009. 3. Resumo das principais práticas contábeis (a)Apuração do resultado Os ingressos/receitas e os dispêndios/despesas são registrados de acordo com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços, típicas ao sistema financeiro, são reconhecidas quando da prestação de serviços ao associado ou a terceiros. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. (b)Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para determinar o valor de certos ativos, passivos e outras transações considerando a melhor informação disponível. Incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à vida útil dos bens do ativo imobilizado, provisões para causas judiciais, dentre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. (c)Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/2008, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. (d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas por critério “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. (e) Provisão para operações de crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. As Resoluções CMN nº 2697/2000 e 2.682/1999 estabeleceram os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). (f) Depósitos em garantia Existem situações em que a Cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações em que figura como polo passivo. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. (g) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL ES e ações do Bancoob, avaliadas pelo método de custo de aquisição. (h) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, edificações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para reduzir o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas aplicáveis e levam em consideração a vida útil econômica dos bens.


16

INFORME

ES de Fato, Quinta-Feira, 13 de Abril de 2017

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(28) 3511-7481 Demonstraçoes Contábeis | EXERCÍCIO 2016

| Sicoob Credirochas | CNPJ: 03.358.914/0001-17

Notas Explicativas

em 31/12/2016 e de 2015 (em milhares de R$)

(i) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. (j) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. (k) Obrigações por empréstimos e repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”), assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis. (l) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. (m) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. (n) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. (o) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. (p) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos de acordo com o Decreto 3.000/1999, art. 183. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados não tem incidência de tributação conforme art. 182 do mesmo Decreto. (q) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). (r) Valor recuperável de ativos – impairment A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 31 de Dezembro de 2016 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. (s) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2016 4. Títulos e valores mobiliários Em 31 de dezembro de 2016 e 2015, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários estavam assim compostas: Descrição 31/12/2016 31/12/2015 Título De Renda Fixa – Circulante 374 33 Título De Renda Fixa – Não circulante 2.981 5.197 TOTAL 3.355 5.230 Os Títulos de Renda Fixa referem-se, substancialmente, a aplicações em Certificados de Depósitos Interfinanceiros – CDI, no SICOOB CENTRAL ES, com remuneração de, aproximadamente, 100% do CDI. Tal recurso refere-se a operações que estão vinculadas ao Acordo de Compensação assinado entre a Cooperativa e o Bancoob com o objetivo de mitigação de risco de crédito, sendo seus vencimentos correspondentes aos vencimentos dos contratos de repasse do crédito rural. O resultado dessas operações em 2016 foi de R$ 544 (2015 – R$ 522), registrados na rubrica “Resultados de operações com títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros”. 5. Relações interfinanceiras Em 31/12 de 2016 e 2015, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas: Descrição 31/12/2016 31/12/2015 Centralização Financeira - Cooperativas 147.942 111.267 TOTAL 147.942 111.267 (a)Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL ES conforme determinado no art. 24, da Resolução CMN nº 4.434/15. As receitas recebidas dessa transação resultaram em 2016 no montante de R$ 17.092 (2015 – R$ 9.711) registradas na rubrica “Ingressos de depósitos intercooperativos”. 6. Operações de crédito a) Composição da carteira de crédito por modalidade: Modalidade Circulante Não Circulante Adiantamento a Depositante 1.081 0 Empréstimos 84.374 88.848 Títulos Descontados 40.731 0 Financiamentos 6.803 5.349 Financiamentos Rurais e Agroindustriais 6.142 5.458 (-) Provisões para Operações de Crédito (18.774) TOTAL 120.357 99.655 b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999:

31/12/2016 Total 1.081 173.222 40.731 12.152 11.600 (18.774) 220.012

31/12/2015 1.029 150.502 47.300 16.889 11.853 (12.994) 214.580

Nível / Percentual Empréstimo A.D / Cheque Especial Financiamentos Total em Provisões Total em Provisões Financiamentos de Risco / Situação / TD / Conta Garantida Rurais 31/12/2016 31/12/2016 31/12/2015 31/12/2015 AA Normal 8.913 0 116 453 9.482 12.104 A 0,5% Normal 74.483 476 4.942 2.866 82.766 415 87.478 437 B 1% Normal 61.780 5.053 4.662 5.636 77.131 771 77.101 771 B 1% Vencidas 3.145 3 181 0 3.329 33 1.370 14 C 3% Normal 20.706 4.208 1.377 2.399 28.690 861 23.201 696 C 3% Vencidas 2.902 76 413 191 3.582 107 5.216 156 D 10% Normal 5.991 1.483 46 22 7.541 754 2.921 292 D 10% Vencidas 5.341 33 117 26 5.516 552 4.015 402 E 30% Normal 428 28 45 0 501 150 929 279 E 30% Vencidas 1.143 14 41 0 1.198 360 1.653 496 F 50% Normal 4.625 62 0 0 4.687 2.344 300 150 F 50% Vencidas 1.587 33 104 0 1.724 862 3.327 1.663 G 70% Normal 2.580 168 0 0 2.747 1.923 373 261 G 70% Vencidas 1.311 55 18 7 1.390 973 702 491 H 100% Normal 1.696 717 0 0 2.412 2.412 970 970 H 100% Vencidas 6.046 426 93 0 6.565 6.565 5.915 5.915 Total Normal 181.202 12.194 11.186 11.376 215.957 9.630 205.378 3.857 Total Vencidos 21.475 641 966 224 23.306 9.452 22.196 9.137 Total Geral 202.677 12.835 12.152 11.599 239.263 19.082 227.574 12.994 Provisões 16.906 1.692 326 158 19.082 12.994 Total Líquido 185.771 11.143 11.826 11.441 220.181 214.581 Na composição do quadro encontra-se agregado, nos níveis de risco, os valores de avais e fianças honrados no montante de R$477, bem como o saldo de provisão correspondente no montante de R$ 308, conforme apresentado na nota 7. c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento: Descrição Até 90 De 91 até 360 Acima de 360 Total Empréstimos 24.577 48.521 88.848 161.946 Títulos Descontados 37.698 3.033 0 40.731 Financiamentos 2.260 4.543 5.349 12.152 Financiamentos Rurais 683 5.459 5.457 11.599 TOTAL 65.217 61.556 99.655 226.428 · A diferença entre o total das operações do quadro “b” e “c” no montante de R$ 12.835 refere-se aos valores de saldo de cheque especial, conta garantida e adiantamento a depositante, que não possuem vencimento. d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica:

Empréstimo / Financiamento Setor Privado - Comércio 863 15.015 Setor Privado - Indústria 2.424 23.421 Setor Privado - Serviços 7.177 100.199 Pessoa Física 2.151 29.933 Outros 219 5.530 TOTAL 12.835 174.098 e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito: Descrição

Título Descontado 5.045 10.710 22.326 1.067 1.582 40.731

Conta Corrente

Descrição Saldo Inicial Constituições Transferência para prejuízo TOTAL f) Concentração dos Principais Devedores: Descrição 31/12/2016 Maior Devedor 4.730 10 Maiores Devedores 35.082 50 Maiores Devedores 88.426 g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo:

Crédito Rural

31/12/2016

0 0 0 11.599 0 11.599

20.923 36.555 129.702 44.750 7.332 239.263

31/12/2016 12.994 13.964 (8.184) 18.774 % Carteira Total 2,00% 15,00% 37,00%

% da Carteira 9% 15% 54% 19% 3% 100% 31/12/2015 7.353 8.884 (3.243) 12.994

31/12/2015 387 1.919 5.105

% Carteira Total 0,00% 1,00% 2,00%

Descrição 31/12/2016 31/12/2015 Saldo inicial 9.031 6.848 Valor das operações transferidas no período 8.184 3.243 Valor das operações recuperadas no período (1.638) (943) Valor dos juros recebidos nas operações recuperadas 53 39 Valor dos descontos concedidos nas operações recuperadas (62) (156) TOTAL 15.568 9.031 O resultado dessas operações montaram em 2016 R$ 62.342 (2015 – R$ 52.779) registradas na rubrica “Operações de crédito” na demonstração de sobras ou perdas. 7. Outros créditos Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado: Modalidade Avais e Fianças Honrados Rendas A Receber Serviços Prestados a Receber Outras Rendas a Receber (a) Diversos Adiantamentos e Antecipações Salariais Adiantamentos para Pagamentos de Nossa Conta Adiantamentos por Conta de Imobilizações Devedores por Compra de Valores e Bens Impostos e Contribuições a Compensar (b) Pagamentos a Ressarcir Títulos e Créditos a Receber Devedores Diversos – País (-) Provisões Para Outros Créditos TOTAL (a) A maior representatividade desse grupo refere-se à Centralização financeira no montante de R$ 1.680. (b) Montante refere-se a impostos federais a serem compensados. Outros créditos - não circulante

31/12/2016 477 1.967 251 1.716 671 81 2 47 25 286 3 193 34 -308 2.807

31/12/2015 0 1.488 141 1.347 435 49 4 174 9 135 64 0 1.923

Modalidade 31/12/2016 31/12/2015 Devedores por Depósitos em Garantia (a) 1.145 1.086 TOTAL 1.145 1.086 (a) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: PIS sobre Atos Cooperativos (R$141), COFINS sobre Atos Cooperativos (R$765) e outros (R$239). 8. Outros valores e bens Descrição 31/12/2016 31/12/2015 Bens Não de Uso Próprio (a) 9.686 1.500 (Provisões para Desvalorizações) (b) -219 -165 Despesas Antecipadas (c) 52 35 TOTAL 9.518 1.371 (a) Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor referente aos bens recebidos como dação em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção. (b) Refere-se a provisão com base em laudo atualizado dos valores de mercados dos bens não de uso próprio; (c) Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, referentes aos prêmios de seguros. 9. Investimentos O saldo é representado por quotas do SICOOB CENTRAL ES e ações do BANCOOB. Descrição

Percentual Participação 6% 0,32%

31/12/2016

31/12/2015

Participações em cooperativa central de crédito 4.837 4.837 Participações inst financ controlada coop crédito 3.616 2.764 TOTAL 8.453 7.601 10. Imobilizado de uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição 31/12/2016 31/12/2015 Taxa Depreciação Imobilizado em Curso 1.419 361 * Instalações 3.439 3.318 10% Móveis e equipamentos de Uso 1.059 1.014 10% Sistema de Comunicação 109 104 10% Sistema de Processamento de Dados 1.241 1.194 20% Sistema de Segurança 262 253 10% Sistema de Transporte 354 289 20% (-) Total Depreciação Acumulada -4.696 -3.859 TOTAL 3.187 2.674 (a) As imobilizações em curso serão alocadas em grupo específico após a conclusão das obras e efetivo uso, quando passaram a ser depreciadas. 11. Intangível Descrição 31/12/2016 31/12/2015 Outros Ativos Intangíveis 622 582 (-) Amort. Acum. De Ativos Intangíveis -487 -403 TOTAL 135 179 12. Depósitos É composto de valores cuja disponibilidade é imediata aos associados, denominado de depósitos a vista, portanto sem prazo determinado para movimentá-lo, ficando a critério do portador dos recursos fazê-lo conforme sua necessidade. É composto também por valores pactuados para disponibilidade em prazos pré-estabelecidos, denominados depósitos a prazo, os quais recebem atualizações por encargos financeiros remuneratórios conforme a sua contratação em pós ou pré-fixada. Suas remunerações pós fixadas são calculadas com base no critério de pro rata temporis, já a remunerações pré-fixadas são calculadas o prazo final da operações, tendo o valor futuro, a data do demonstrativo contábil, apresentado em conta redutora. Descrição 31/12/2016 31/12/2015 Depósito à Vista 38.658 37.995 Depósito Sob Aviso 4.615 4.403 Depósito a Prazo 249.314 212.692 TOTAL 292.587 255.090 Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), o qual é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado de abrangência nacional, regida pelo presente Estatuto e pelas disposições legais e regulamentares aplicáveis, conforme, constituído conforme Resoluções CMN n°4.284/13. As instituições associadas são todas as cooperativas singulares de crédito e os bancos cooperativos. Descrição 31/12/2016 % Carteira Total 31/12/2015 % Carteira Total Maior Depositante 10.129 3,00% 1.196 0,00% 10 Maiores Depositantes 50.341 17,00% 5.151 2,00% 50 Maiores Depositantes 109.146 37,00% 12.510 5,00% O resultado dessas operações montaram em 2016 R$ 33.372 (2015 – R$ 24.595) registradas na rubrica “operações de captação no mercado” na demonstração de sobras ou perdas.


(28) 3511-7481

ES de Fato, Quinta-Feira, 13 de Abril de 2017

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INFORME

Demonstraçoes Contábeis | EXERCÍCIO 2016

| Sicoob Credirochas | CNPJ: 03.358.914/0001-17

Notas Explicativas

em 31/12/2016 e de 2015 (em milhares de R$)

13. Relações Interfinanceiras e Obrigações por empréstimos e repasses São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. 13.1 Relações Interfinanceiras: Instituições

Taxa

Vencimento

BANCOOB Diversas Sicoob Central ES Diversas Total 13.2 Obrigações por Empréstimos e Repasses: Instituições

Taxa

17

Diversos Diversos

Vencimento

31/12/2016 Circulante - Até 1 ano Não Circulante - Acima de 1 ano 3.150 8.001 103 308 3.253 8.309

Circulante - Até 1 ano

Sicoob Central ES Diversas Diversos Total 13.3 Resultado das Relações Interfinanceiras / Obrigações por Empréstimos e Repasses:

31/12/2016 Não Circulante - Acima de 1 ano 4.820 4.820

31/12/2015 11.531 503 12.034 31/12/2015 4.820 4.820

Descrição 31/12/2016 BANCOOB 690 Sicoob Central ES 644 Total 1.334 14. Relações Interdependências Os recursos de terceiros que estão com a cooperativa são registrados nessa conta para posterior repasse aos associados, por sua ordem.

31/12/2015 494 517 1.011

Descrição Recursos em Trânsito de Terceiros (a) Total Trata-se de cheques emitidos contra ordem de terceiro. 15. Outras Obrigações 15.1 Sociais e Estatutárias

31/12/2015 9.737 9.737

31/12/2016 10.129 10.129

Descrição 31/12/2016 31/12/2015 Provisão Para Participações Nos Lucros (a) 583 480 Resultado De Atos Com Associados (b) 485 628 Resultado De Atos Com Não Associados (b) 492 368 Gratificações E Participações A Pagar (c ) 67 210 Cotas De Capital A Pagar (d) 499 248 TOTAL 2.126 1.934 (a) Consubstanciada pela Lei 10.101/00, e acordo coletivo, a Cooperativa provisionou o montante de R$ 583, a título de participação dos empregados nos resultados, com o pagamento efetivado em 31/01/17. (b) O FATES é destinado às atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 5% das sobras líquidas do ato cooperativo, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – Fates é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71. (c) Refere-se a provisão para pagamento de bônus para Diretoria Executiva. (d) Refere-se a cotas de capital a devolver de associados desligados. 15.2 Fiscais e Previdenciárias As obrigações fiscais e previdenciárias, classificadas no passivo na conta de Outras Obrigações estão assim compostas: Descrição Impostos e contribuições a recolher TOTAL 15.3 Diversas

31/12/2016 1.043 1.043

31/12/2015 842 842

Descrição 31/12/2016 31/12/2015 Obrigações Por Aquisição De Bens E Direitos 1 3 Despesas de Pessoal 746 558 Outras Despesas Administrativas (a) 444 377 Obrigações por Prestação de Serviço de Pagamento (b) 1.531 1.328 Credores Diversos – País 204 166 Cheques Descontados (c) 203 464 Liquidação Cobrança 90 363 Provisão para Garantias Prestadas (d) 194 131 Provisão para Passivos Contingentes (e) 1.119 1.029 TOTAL 4.532 4.419 (a) Refere-se a provisão para pagamento de despesas com alugueis R$ 82, comunicações R$ 46, manutenção e conservação de bens R$ 5, transporte R$ 4, plano de saúde R$ 6, compensação R$ 155, seguros a recolher R$ 5, seguro prestamista R$ 7, provisão de despesas com cartões R$ 45, outras R$ 19; (b) Refere-se aos convênios de folhas de pagamento com empresas associadas; (c) Refere-se a cheques depositados relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até a data-base de 31/12/2016; (d) Refere-se a garantias prestadas aos associados; (e) Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes provisões: 15.4.Contingências Passivas 2016 2015 Descrição Provisão para contingências Depósitos judiciais Provisão para contingências Depósitos judiciais PIS (a) 141 141 134 134 COFINS (a) 765 765 726 726 Trabalhista (b) 16 Outras (c) 213 223 170 226 Total 1.119 1.145 1.030 1.086 (a) PIS e COFINS - quando do advento da lei no. 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Consequentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a dezembro de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Depósitos em garantia; (b) Refere-se a processo trabalhista (c) Refere-se a processo de dano moral e material. Os processos judiciais em que figura como pólo passivo, foram classificadas como perdas possíveis processos, totalizando R$ 804. 16. Instrumentos financeiros O SICOOB CREDIROCHAS opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, títulos e valores mobiliários, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos. 17 . Patrimônio líquido (a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes. Descrição 31/12/2016 31/12/2015 Capital Social 46.161 37.484 Associados 11.711 9.409 (b) Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 45%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. (c) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 14/04/2016, os cooperados deliberaram pelo aumento do capital social com sobra do exercício findo em 31 de dezembro de 2015, no valor de R$ 5.360 mil. (d) Destinações estatutárias e legais A sobra líquida do exercício terá a seguinte destinação: Descrição Sobra líquida do exercício Lucro líquido decorrente de atos não-cooperativos apropriado ao FATES Sobra líquida, base de cálculo das destinações Destinações estatutárias Reserva legal - 45% Fundo de assistência técnica, educacional e social - 5% Sobra à disposição da Assembleia Geral

2016 9.474 (492) 8.982

2015 9.301 (368) 8.933

(4.042) (449) 4.491

(3.127) (446) 5.360

18. Resultado de atos não cooperativos O resultado de atos não cooperativos tem a seguinte composição: Descrição 2016 2015 Receita de prestação de serviços 1.874 1.061 Despesas específicas de atos não cooperativos (223) (121) Despesas apropriadas na proporção das receitas de atos não cooperativos (454) (268) Resultado não Operacional (132) (305) Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social 1.065 367 Resultado de atos não cooperativos (lucro líquido) 1.065 367 19. Pagamento de Juros sobre o Capital Próprio A Cooperativa pagou juros sobre o capital próprio, visando remunerar o capital do associado. Os critérios para a provisão obedeceram à Lei Complementar 130, artigo 7º, de 17 de abril de 2009. A remuneração foi limitada ao valor da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – SELIC. A referida provisão foi demonstrada na Demonstração de Sobras ou Perdas – DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme Circular BACEN nº 2.739/1997. Descrição 31/12/2016 31/12/2015 Juros ao Capital 5.697 4.412 IRRF sobre juros ao capital (253) (192) Juros ao Capital – Associados Desligados (88) (64) Creditado em Conta Corrente (a) (1.060) (816) Valor incorporado a conta capital (a) 4.296 3.340 (a) Na mesma data do pagamento do juros ao capital incorporado, parte dele foi devolvido e creditado na conta corrente do associado, no montante de R$ 1.060. 20. Ingressos da Intermediação Financeira Descrição Rendas De Adiantamentos A Depositantes Rendas De Empréstimos Rendas de Títulos Descontados Rendas De Financiamentos Recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo Rendas Financ Rurais - Aplic Repassadas E Refinanc Rendas C/ Tít.Valores Mobil.E Instrumentos Financ. TOTAL 20.1 Outros ingressos/rendas operacionais Descrição Recuperação de despesas diversas Rendas de garantias prestadas Rendas de repasses delcredere Reversão de provisões operacionais Reversão provisão para garantias prestadas Dividendos Crédito Receita SIPAG - Faturamento Crédito Receita SIPAG – Antecipação Rendas de juros Cartão de crédito Rendas multas por Atraso cartão de Credito Rendas Intercâmbio – Cartão de Credito Rendas Intercâmbio – Cartão de Débito Receita Volume Financeiro – REDE Outras Total 21. Dispêndios da Intermediação Financeira

2016 1.062 41.865 14.034 3.061 1.584 736 544 62.342 31/12/2016 547 1 160 42 178 360 40 133 934 326 274 54 3 1 3.053

Descrição Despesas de Captação Despesas de Obrigações por Empréstimos e Repasses Provisão para Operações de Créditos TOTAL 21.1 Outros dispêndios/despesas operacionais Descrição Descontos concedidos - operações de crédito Contribuição ao fundo garantidor de depósitos Fundo de Desenvolvimento Bonificação de Seguro Prestamista Passivos Contingentes Correspondente Bancário Perdas – Praticas Inadequadas Cancelamento de Tarifas Pendentes Desconto – Tarifas Pendentes Provisão para Garantias Prestadas Desconto Concedidos Operação de Credito Pessoal Contribuição ao Fundo de Ressarcimento Fraudes Externas Contribuição ao Fundo de Ressarcimento Perdas Operacionais Contribuição ao Fundo de Tecnologia da Informação Diversos Total

2015 733 34.153 12.716 3.760 905 512 522 52.779 31/12/2015 67 142 33 203 371 171 117 44 9 1.157

2016 -33.372 -1.334 -14.513 -49.219 31/12/2016 1.100 240 4 85 15 4 465 27 3 6 4 353 18 2.324

2015 -24.595 -1.011 -8.884 -34.490 31/12/2015 310 1.324 6 139 11 230 131 3 18 12 11 2.195

22. Resultado não operacional Descrição 2016 2015 Lucro Em Transações Com Valores De Bens 0 25 Outras Receitas Não Operacionais 53 15 Prejuízos Em Transações Com Valores E Bens -49 -75 Outras Despesas Não Operacionais -136 -269 Resultado Líquido -132 -305 23. Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. Montante das operações ativas e passivas no exercício de 2016: MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS 3.840 MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS 10.091 Operações ativas e passivas – saldo em 31/12/2016: NATUREZA DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO Conta Corrente Crédito Rural Empréstimo Títulos Descontados

% em relação à carteira total 0,36 % em relação à carteira total 5,01

OPERAÇÕES ATIVAS VALOR DA OPERAÇÃO DE PCLD (PROVISÃO PARA CRÉDITO % DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO EM CRÉDITO DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA) RELAÇÃO À CARTEIRA TOTAL 22 (1) 0,17 818 (6) 7,05 2.166 (335) 1,25 131 (1) 0,32

OPERAÇÕES PASSIVAS – SALDO EM 31/12/2016 Natureza dos Depósitos Valor do Deposito % em relação à carteira total Taxa Média - % Depósitos a Vista 1.513 3,93 Depósitos a Prazo 24.271 9,56 96% a 105% CDI Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, crédito rural – RPL, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade:


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INFORME

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(28) 3511-7481 Demonstraçoes Contábeis | EXERCÍCIO 2016

| Sicoob Credirochas | CNPJ: 03.358.914/0001-17

Notas Explicativas

em 31/12/2016 e de 2015 (em milhares de R$)

NATUREZA DAS OPERAÇÕES ATIVAS E PASSIVAS Cheque Especial Conta Garantida Desconto de Cheques

TAXAS APLICADAS EM RELAÇÃO ÀS PARTES TAXA APROVADA PELO CONSELHO DE RELACIONADAS ADMINISTRAÇÃO / DIRETORIA EXECUTIVA 6,97% a.m. 6,97% a.m. 5,97% a.m. 5,97% a.m. A partir 1,60% a.m. A partir 1,60% a.m. A partir de 1,25% a.m. para aqueles que A partir de 1,25% a.m. para aqueles que Empréstimos recebem em folha recebem em folha Aplicação Financeira RDC Longo CDI 96% do CDI a 105% do CDI 96% do CDI a 105% do CDI No exercício de 2016, os benefícios monetários e não monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários, custeio parcial de plano de saúde, seguro de vida, previdência privada e vale alimentação, apresentando-se da seguinte forma: BENEFÍCIOS MONETÁRIOS NO EXERCÍCIO DE 2016 (R$ mil) Honorários e Cédula de Presença 1.150 Plano de Saúde / Seguro de Vida / Vale Alimentação / Previdência Privada 34 A Cooperativa apresenta os valores de transação com as partes relacionadas que teve com o Sicoob Central ES que é uma Cooperativa Central de credito, o qual, a Cooperativa tem participação (Nota 8, 13 e 24) e está presente no conselho de administração e com o Bancoob (Nota 9 e 13). Transações com Sicoob Central ES e Bancoob 2016 2015 151.297 116.497 3.355 5.230 147.942 111.267 16.382 16.854 11.562 12.034 4.820 4.820 17.636 10.233 544 522 17.092 9.711 1.674 1.092 1.334 1.011 340 81

Ativo Títulos e Valores mobiliários Relações Interfinanceiras Passivo Relações Interfinanceiras Obrigações por Empréstimos e Repasses Receitas Resultado de Operações com Tit. e Valores Mobil. e Instr. Financeiros Ingressos de Depósitos Interfinanceiros Despesas Operações de Empréstimos e Repasses Despesas Administrativas (Rateio Despesas da Central) 24. Cooperativa Central A COOPERATIVA DE CREDITO DOS PROPRIETARIOS DA INDUSTRIA DE ROCHAS ORNAMENTAIS, CAL E CALCARIOS DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO - SICOOB CREDIROCHAS - SICOOB CREDIROCHAS, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à CCC DO ESPÍRITO SANTO - SICOOB CENTRAL ES, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. O SICOOB CENTRAL ES, é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômicofinanceiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL ES a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras. O SICOOB CREDIROCHAS responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL ES perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações. 25. Gerenciamento de Risco 25.1 Risco operacional As diretrizes para o gerenciamento do risco operacional encontram-se registradas na Política Institucional de Risco Operacional que foi aprovada pela Diretoria Executiva e pelo Conselho de Administração do Sicoob Confederação, entidade responsável por prestar os serviços de gestão centralizada do risco operacional para as entidades do Sicoob. O processo de gerenciamento do risco operacional consiste na avaliação qualitativa dos riscos por meio das etapas de identificação, avaliação, tratamento, testes de avaliação dos sistemas de controle, comunicação e informação. As perdas operacionais são comunicadas à Área de Controles Internos que interage com os gestores das áreas e identifica formalmente as causas, a adequação dos controles implementados e a necessidade de aprimoramento dos processos, inclusive com a inserção de novos controles. Os resultados são apresentados à Diretoria Executiva e ao Conselho de Administração. A metodologia de alocação de capital, para fins do Novo Acordo da Basileia, utilizada para determinação da parcela de risco operacional (RWAopad) é a Abordagem do Indicador Básico (BIA). Em cumprimento à Resolução CMN 3.380/2006, encontra-se disponível no sítio do Sicoob (www.sicoob.com.br) relatório descritivo da estrutura de gerenciamento do risco operacional. 25.2 Risco de Mercado e de Liquidez O gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez do SICOOB CREDIROCHAS objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar os riscos de mercado e de liquidez, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.464/2007 e 4.090/2012. Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, o SICOOB CREDIROCHAS aderiu à estrutura única de gestão dos riscos de mercado e de liquidez do Sicoob, centralizada no BANCOOB, que pode ser evidenciada em relatório disponível no sítio eletrônico www.sicoob.com.br. No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de stress e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). No gerenciamento do risco de liquidez são adotados procedimentos para identificar, avaliar, monitorar e controlar a exposição ao risco de liquidez, limite mínimo de liquidez, fluxo de caixa projetado, testes de stress e planos de contingência. Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, o SICOOB CREDIROCHAS possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade. 25.3 Risco de Crédito O gerenciamento de risco de crédito do SICOOB CREDIROCHAS objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. Conforme preceitua o artigo 10 da Resolução CMN 3.721/2009, o SICOOB CREDIROCHAS aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do SICOOB, centralizada no BANCOOB, a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sitio eletrônico www.sicoob.com.br. Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o SICOOB, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, o SICOOB CREDIROCHAS possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. 25.4 Gerenciamento de capital A estrutura de gerenciamento de capital do SICOOB CREDIROCHAS objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída na Resolução CMN 3.988/2011. Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, SICOOB CREDIROCHAS aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do SICOOB, centralizada no SICOOB CONFEDERAÇÃO, a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sitio eletrônico www.sicoob.com.br. O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do SICOOB com objetivo de: (a) Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do SICOOB estão sujeitas; (b) Planejar metas e necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do SICOOB; e (c) Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. Adicionalmente são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do SICOOB. 26. Coobrigações e riscos em garantias prestadas Em 31 de Dezembro de 2016, a cooperativa é responsável por coobrigações e riscos em garantias prestadas, no montante de R$23.853 (2015 – R$19.159), referentes a aval prestado em diversas operações de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais. 27. Seguros contratados – Não auditado A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 28. Índice de Basileia As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem manter, permanentemente, o valor do Patrimônio de Referência (PR), apurado nos termos da Resolução CMN nº. 3444, de 28/02/2007, compatível com os riscos de suas atividades, sendo apresentado abaixo cálculo dos limites: Descrição Patrimônio de Referência Margem de Compatibilização Índice da Basileia Margem de Imobilização

2016 71.503 37.463 27,31% 32.468 CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM-ES, 4 de abril de 2017

Eliomar Silva Torres Diretor Executivo CPF: 574.683.117-49

Luiz Cláudio Borges Fardin Diretor Operacional CPF: 977.886.277-04

Fábia Lorena Rosi Mantovanelli Contadora CRC nº 013868/O-8-ES CPF: 007.835.517-62

2015 59.529 28.750 25,14% 26.943

Relatório de Auditoria Aos Administradores e Cooperados Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria De Rochas Ornamentais, Cal e Calcário do Espírito Santo - Sicoob Credirochas Opinião Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcário do Espírito Santo - Sicoob Credirochas (“Cooperativa” ou “Credirochas”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais práticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcário do Espírito Santo - Sicoob Credirochas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Cooperativa, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor A administração da Cooperativa é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Outros assuntos Informações suplementares relativas ao segundo semestre de 2016 Conforme resolução 4.434/15 do Conselho Monetário Nacional – CMN, as demonstrações contábeis das cooperativas de crédito singulares relativas ao primeiro semestre do exercício social estão dispensadas da necessidade de auditoria independente. Consequentemente, as informações financeiras suplementares da Cooperativa relativas ao segundo semestre de 2016, apresentadas em conjunto com os saldos relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, não foram objeto específico de auditoria e estão sendo apresentadas como informação suplementar. Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior As demonstrações contábeis da Cooperativa em 31 de dezembro 2015 foram auditadas por outros auditores, cujo relatório, datado de 29 de março 2016, expressa uma opinião sem ressalvas. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis A administração da Cooperativa é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Cooperativa continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Cooperativa ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Cooperativa são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Cooperativa. Avaliamos a adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Cooperativa. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Cooperativa a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Brasília, 5 de abril de 2017 PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes

CRC 2SP000160/O-5 “S” ES Guilherme Naves Valle Contador CRC 1MG070614/O-5 “S” ES

Parecer do Conselho Fiscal O Conselho Fiscal da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo – SICOOB CREDIROCHAS, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. Com base nos exames efetuados, considerando ainda, o parecer dos auditores externos – PricewaterhouseCoopers, datado em 05 de Abril de 2017, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária. Cachoeiro de Itapemirim/ES, 06 de Abril de 2017. JORGE DE BACKER Coordenador do Conselho Fiscal

HÉLIO MARCOS VOLPINI Secretário do Conselho Fiscal

JORGE MITSUO HIRATA Conselheiro Fiscal - Efetivo


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TALENTO

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CULTURA

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O início foi em 2005, em Cachoeiro de Itapemirim, em shows como cover da cantora Avril Lavigne

Rock e Pop consolidam carreira de cachoeirense Fotos: Divulgação

Ailton Weller

COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PROPRIETÁRIOS DA INDÚSTRIA DE ROCHAS ORNAMENTAIS, CAL E CALCÁRIOS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SICOOB CREDIROCHAS

Com as canções “Vida de madeira”, Wendy”, “Amor é isso”, “Destino” - que dá nome ao CD -, “Mais uma vez”, “Aqui”, “Leave” e a música de trabalho “O que pensam de mim”, single que hoje é tocado na grande maioria das emissoras paulistanas, Tamara Angel comemora o lançamento do seu primeiro trabalho autoral. A carreira iniciada em 2005, onde a adolescente se apresentava em shows como cover da cantora Avril Lavigne, vai se consolidando a cada dia no cenário musical paulistano e no interior daquele estado.

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA EDITAL DE CONVOCAÇÃO O Presidente da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo – Sicoob Credirochas, CNPJ 03.358.914/0001-17, NIRE 32400013742, no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto Social, convoca os delegados, que nesta data são em número de 100, em condições de votar, para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se no Centro de Convenções do Bristol Easy Hotel Cachoeiro - Av. Francisco Lacerda de Aguiar, 277 - Gilberto Machado, Cachoeiro de Itapemirim/ES, no dia 29 de abril de 2017, às 08 horas, com a presença de 2/3 (dois terços) dos delegados, em primeira convocação; ou às 09 horas, com a presença de metade mais um dos delegados, em segunda convocação; ou às 10 horas, com a presença de no mínimo 10 (dez) delegados, em terceira convocação, para deliberar sobre os seguintes assuntos: ORDEM DO DIA: 1. Prestação das contas do exercício de 2016, compreendendo: a) Relatório da Gestão; b) Balanço do exercício; c) Demonstrativo das sobras apuradas; d) Parecer da Auditoria Externa; e) Parecer do Conselho Fiscal. 2. Destinação das sobras apuradas; 3. Eleição dos membros componentes do Conselho de Administração; 4. Eleição dos membros componentes do Conselho Fiscal; 5. Fixação do valor global para pagamento das cédulas de presença, honorários e gratificações dos membros do Conselho de Administração e, cédula de presença dos membros do Conselho Fiscal; 6. Fixação do valor global para pagamento dos honorários e das gratificações dos membros da Diretoria Executiva; 7. Plano de Trabalho para o ano de 2017.

O COMEÇO O talento foi revelado quando a cachoeirense começou a postar vídeos na internet, cantando as músicas de Avril, e os covers repercutiram tanto, o que levou Tamara migrar para São Paulo onde começou a participar de vários programas de televisão. Seu primeiro trabalho como ‘Cover ’ foi durante a festa de uma rádio local. Tamara Angel abriu o show do cantor Latino, para um público de aproximadamente cinco mil pessoas. ATUAÇÕES Em 2011, Tamara Angel trabalhou como repórter para a SKY TV. Fez a cobertura completa do Rock in Rio e entrevistou vários artistas, entre eles: Capital Inicial, Jota Quest, NxZero e Amy Lee (vocalista da banda Evanescence). Em 2012, protagonizou a campanha publicitária “TREM AZUL – Banda” da operadora TIM e participou do ‘Acesso MTV’. No mesmo ano Tamara lançou seu single autoral na internet, a canção “OI”, que alcançou grande sucesso principalmente no interior paulista, onde

Cachoeiro de Itapemirim/ES, 13 de abril de 2017. TALES PENA MACHADO Presidente Obs: A Assembleia não se realizará na sede social da Cooperativa por falta de acomodações.

Com o single ‘O que pensam de mim’, Tamara Angel marca sua carreira no rock paulistano e ‘recheia’ sua agenda de shows

a cantora chegou a fazer shows para um público de 15 mil pessoas. No ano seguinte fez participação nos programas “Famoso Quem?” e “Maquina da Fama” no

SBT, além de se graduar em produção musical e produção executiva na EMT – Escola de música e tecnologia’, de São Paulo. No ano passado, Tamara Angel foi uma das par-

ticipantes da tradicional “Virada Cultural” se apresentando para um público de aproximadamente 100 mil pessoas, no Vale do Anhangabaú, na capital paulistana.


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