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Jornal fato 1007 15

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Divulgação

roney moraes A culpa é nossa

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Espírito

Quebrando paradigmas na agricultura

Santo

de

Contra FATO não há argumentos

O secretário de Estado da Agricultura, Octaciano Neto, concedeu entrevista para a ADI-ES e falou sobre quebra de paradigmas para mudar a agricultura

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R$ 1,00 - Ano 11 - Edição 3301

LATROCÍNIO

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Cachoeiro de Itapemirim - ES | Sexta-Feira | 10 de Julho de 2015 O que mais chamou a atenção da polícia foi o fato dos criminosos agirem no dia e hora que a vítima efetuava pagamentos na loja em Cachoeiro

Morte de empresário: polícia intima quinze 07

Romulo Vidal

Carreata por mais segurança em Cachoeiro Comerciantes saíram ontem, por volta das 12h, do Pavilhão de Eventos da Ilha da Luz, em carreata contra a violência que percorreu o centro da cidade. A família e amigos do empresário assassinado na terça-feira organizaram a manifestação

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ACIDENTE

autoria

RENOVAÇÃO

Embriagado invade a contramão

Vereador quer nomes nas leis

O motorista do carro, identificado como Luiz Machado, conhecido como Luizinho, foi preso em flagrante após atropelar e matar mulher em Iconha

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Carteira de motorista mais barata

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economia

ES de Fato, Sexta-Feira, 10 de Julho de 2015

REDUÇÃO

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A matéria aprovada pelos deputados segue para sanção do governador Paulo Hartung (PMDB)

Renovação da CNH ficará mais barata em janeiro O valor da renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vai ficar menor a partir de 1º de janeiro de 2016, no Espírito Santo. A Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta-feira (8) projeto do Governo que reduz a taxa – atualmente em torno de R$ 188 – para R$ 150, a partir de 1º de janeiro de 2016. O Projeto altera o valor para renovação da CNH de 70 Valores de Referência do Tesouro Estadual (VRTEs) para 56 VRTEs. A matéria foi aprovada pelos parlamentares com os votos contrários dos deputados Enivaldo dos Anjos (PSD) e Bruno Lamas (PSB) e segue para sanção do governador Paulo Hartung (PMDB). A proposta ainda inclui uma avaliação de reciclagem aplicada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-ES) aos condutores que têm suas carteiras cassadas e precisam se submeter a um novo exame. Atualmente, apenas as próprias autoescolas aplicam provas neste caso. O valor da avaliação será de 30 VRTEs, cerca de R$ 80.

Fotos: Divulgação

A taxa – atualmente em torno de R$ 188 – cairá para R$ 150, a partir de 1º de janeiro de 2016

ESTADO

TJES julgou mais de 15 mil processos no primeiro semestre O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) julgou, no primeiro semestre deste ano, 15.464 processos em suas Câmaras Cíveis e Criminais, além do Tribunal Pleno, do Conselho da Magistratura e dos grupos de Câmaras Reunidas. Ao todo, foram 178 sessões ordinárias e três extraordinárias nesses seis meses. No período estudado, o mês com maior número de processos julgados foi março. Somadas, a Primeira, a Segunda e a Terceira Câmara Cível do TJES, além da Primeira Câmara Criminal, che-

garam a 2.606 processos concluídos no terceiro mês do ano. Já a Quarta Câmara Cível e a Segunda Câmara Criminal registram seus maiores números em maio e abril, respectivamente. Juntos, os dois grupos concluíram 869 processos. Assim, o total de julgamentos concluídos pelas Câmaras Cíveis e Criminais do TJES no primeiro semestre deste ano foi de 14.855. Do total de 181 sessões realizadas nestes seis meses, a média de encontros realizados entre as Câmaras e o Pleno ficou em 21

sessões. Já as Câmaras Cíveis e Criminais Reunidas realizaram seis e cinco sessões respectivamente, uma vez que esses grupos se encontram apenas uma vez por mês. Somados os encontros mensais, no primeiro semestre as Câmaras Criminais reunidas chegaram a 92 processos julgados. Já as Câmaras Cíveis Reunidas julgaram 149 ações ao todo. Neste mesmo levantamento, o Conselho da Magistratura, criado para cuidar de processos administrativos, chegou a 86 processos concluídos. Já o Tribunal Pleno, prin-

No período estudado, o mês com maior número de processos julgados foi março

cipal Corte do TJES e que se reúne uma vez por

semana, nas 21 sessões realizadas nesses seis meses,

concluiu a votação de 252 processos.


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De Fato gfd

Vias de FATO 1

Einstein já provou a relatividade do tempo, mas Brasília dá nova dimensão à teoria. Lá, emendas parlamentares são por ordem de quem está no mandato.

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Os adendos de ex-deputados, embora obviamente mais antigos, ficam sempre para depois, na hora de liberar verbas. É por isso que o orçamento impositivo não é má ideia.

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Muita gente ao invés de comemorar lamentou o anúncio de que a drenagem será feita no bairro Bela Vista em Cachoeiro, não pela obra em si, mas pelo transtorno que causa.

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Na região, ruas dos bairros Baiminas e Costa e Silva, por onde passam as tubulações, parecem que foram bombardeadas. É poeira no sol e lama na chuva, sem paliativos.

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Paralisação dos servidores públicos estaduais, anunciada para ontem, não teve eco em Cachoeiro. Manifestações, pequenas, se concentraram em Vitória.

ES de Fato, Sexta-Feira, 10 de Julho de 2015

opinião

gfd de uma vez, e devemos ficar satisfeito Grandes resultados não podem ser conseguidos a avançar na vida assim como caminhamos: passo a passo. Samuel Smiles Por Wagner Santos - wagnersantos25@hotmail.com

A situação econômica fala mais alto Wilson Márcio Depes Embora estejamos vivendo um momento político dos mais delicados da República, com a corrupção exalando por todos os poros do corpo administrativo, não há justificava para, com isso, alterar arbitrariamente aquilo que a Constituição dispõe. É o caso, por exemplo, do quórum para receber denúncia ou cassar mandato de prefeito, governador ou presidente da República. O quórum é de 2/3 dos membros da Casa Legislativa competente. Há poucos dias enfrentei, como advogado, a situação em que a Câmara Municipal de Alegre queria cassar o prefeito Paulo Lemos – logo ele um político sério - com o quórum de maioria simples. Prontamente o Poder Judiciário respondeu cor-

rigindo as distorções impostas pela vingança de alguns vereadores. Repulsou a arbitrariedade. Pretendeu o legislador constitucional, ao aumentar o quórum, evitar a instauração de processos de forma precipitada, com base em denúncias temerárias, pondo em risco a imagem e a honra, no caso, dos prefeitos municipais. Ou governadores e mesmo presidente da República. Em tese, o assunto estaria requentado. Mas não é assim que vejo. Pois a presidente Dilma vai enfrentar, nos próximos meses, a maior turbulência de sua vida. Há apostas no mercado político de que ela já não suporta mais, pois até mesmo os Ministros estariam pulando do barco. E sendo assim a renúncia já seria um assunto ventilado. Mas me pergunto: uma víti-

Diretor e editor - Wagner Santos wagnersantos25@hotmail.com www.jornalfato.com.br

Repórteres: Ailton Weller, Ronaldo Índio e Wanderson Amorim

Sobe

ma de tortura, como ela foi durante a ditadura militar, não suportaria também essa crise que parece sem fim? Não creio em renúncia, mas chegar ao ponto de o ex-presidente Fernando Henrique dizer que o seu partido (PSDB) estaria preparado para assumi o poder é muito sintomático. Mais que isso. Revela os bastidores do que está sendo articulado um grande movimento para o dia 6 de agosto, com apoio da Rede Globo. Bem que a presidente tentou amenizar com a entrevista do Jô Soares. Mas parece que foi em vão. A crise econômica sempre falou mais alto. Mas, caso se concretize um impeachment, não será como o de Collor. Será traumático, pois o PT, queiram ou não e apesar de tudo, ainda tem prestígio nas classes populares. Divulgação

Destaque. O ministro da Pesca e Aquicultura, Helder Barbalho, assinou ontem, em Piúma, acordo de cooperação com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), que passará a oferecer cursos de aquaviários para pescadores. Ele também visitou o terminal pesqueiro de Vitória, atendendo ao pedido do deputado federal Lelo Coimbra (PMDB) e ouviu demandas antigas dos pescadores, como a mudança do período de defeso do camarão e a liberação de licenças para pesca do crustáceo. Comprometeu-se a ajudar

Desde 14 de março de 2003

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Mobilização De vez em quando acontecimentos trágicos servem de trampolim para a cobrança de melhorias nas diversas áreas da atividade humana. O assassinato do comerciante Roberto Misse Júnior mobilizou a sociedade que exige mais segurança e a volta do atendimento policial de emergência (190) para a cidade. Que não seja em vão. Desce Desinteresse É absurda a dificuldade para se construir soluções coletivas quando se depende da vontade ou conveniência de políticos. Os três deputados estaduais de Cachoeiro, que também se apresentam como pré-candidatos a prefeito, não apareceram para discutir as dificuldades enfrentadas por seus eleitores para marcar consultas com especialistas. Mas, hein?!

Departamento Comercial - Lília Argeu Editorador - Wagner Gomes Lopes Colaboradores - Elyan Peçanha, Regina Mon-

teiro, Roney Moraes, Evandro Moreira, Edgard Baião, Simone Lacerda, Marilene Depes, Sergio Damião; Higner Mansur e Maurílio Carvalho

Jornal Espírito Santo de Fato - CNPJ.: 06056026000208 - (28) 3515-1067 es.fato@terra.com.br - Bernardo Horta, 81, sala 101, Guandu, CEP 29.300-782

Associado à

Que diferença há entre camelôs e taxistas irregulares? Não sei. Melhor perguntar lá na agência reguladora.


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opinião

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A culpa é nossa*

Pois zé josé r. brumana “A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota”, Jean-Paul Sartre

Quando somos surpreendidos em situações desagradáveis culpamos os outros pelos nossos atos. Falhamos em reconhecer os próprios erros e as causas que nos levam a cometer pequenos gestos egoístas que podem culminar em tragédias de proporções inimagináveis. Sempre que deparamos com a violência, por exemplo, culpamos apenas quem aperta o gatilho, mas toda a sociedade tem sua parcela, mesmo que mínima, de culpa. Somos culpados? Sim. Não respeitamos o outro. O des-

respeito à vida se equivale ao calibre da arma usada nos quatro disparos efetuados contra um jovem no município de Mimoso do Sul. Digo que uma das motivações se deve ao individualismo (uma porcaria de ideologia que valoriza o indivíduo e negligencia a totalidade social) como no pensamento do sociólogo francês Louis Dumont. A sociedade, que mais parece um cego no tiroteio, finge não ser a responsável pela violência urbana, tendo esta a mais complexa das definições. Não com-

preende apenas os crimes, mas todo o efeito que provocam sobre as pessoas e as regras de convívio na cidade. Os tiros corroeram a vida das pessoas, não porque são solidárias, mas para preservarem-se. Estamos sujeitos à violência o tempo todo, assim como somos “vítimas” das chuvas. Jogamos nosso “lixo” moral em qualquer lugar sem nos preocuparmos com a enxurrada de consequências. A tragédia é anunciada e nós contribuímos diretamente para que ela aconteça. Não há nada novo. É sempre a mesmíssima coisa. O que antes estava presente nas grandes cidades, espalha-se para as menores. Os bandidos (ou aspirantes ao crime) procuram novos espaços. A segurança pública tem enorme dificuldade em conter a interiorização da violência. A pobreza, desigualdade social, baixa ou falta de acesso da população aos mecanismos de justiça, saúde e educação são os grandes “chefões” subjetivos propulsores da desorganização social. E esta organiza o crime. Outro exemplo é que en-

jrbrumana@hotmail.com

Roney Moraes roneyamoraes@gmail.com quanto cantamos “Meu Pequeno Cachoeiro” o índice de criminalidade é enorme na própria terra do compositor Raul Sampaio e cidades circunvizinhas. Estamos cansados. Mas a luta (pacífica) continua... Devemos atuar de maneira eficaz nas causas que levam o indivíduo a ser violento, sem esquecer a cobrança por justiça sobre os efeitos da violência. Para nos redimirmos dessa culpa é preciso aliar políticas sociais que reduzam a vulnerabilidade não somente dos moradores das periferias, mas de todos, sobretudo dos jovens. As intervenções sobre drogas, especificamente, são uma tarefa social. Uma operação conjunta. Não basta reprimir, mas também devemos prevenir, educar, curar (no sentido de cuidar da palavra). É o cúmulo do absurdo achar que a violência não tem intimidade conosco. O que me deixa perplexo é a inércia alheia. Desculpe leitor, mas quem não faz nada é cúmplice. E a culpa de tudo isso é nossa.

A leitura do jornal FATO tornou-se obrigatória em Marataízes e Itapemirim. Que diga o barbeiro Telmo, de Marataízes, que entre uma barba e um corte, informa-se com o periódico

O prefeito afastado de Marataízes, Dr. Jander (PSDB), voltou a rotina de médico ginecologista e aderiu com força a malhação orientado por um personal

*Texto publicado em 26 de janeiro de 2014

Da redação Há muito tempo não encaro o dia a dia de uma sala de redação como um jornalista e editor. Eis que surge a oportunidade, após vários flertes nos encontros anuais dos “im-

prensados”. Não poderia ser diferente. Provoquei a onça com vara curta e aqui estou, novamente, no jornal. Este que é especial para mim. O Espírito Santo de Fato.

As artesãs de Marataízes esperam que o espaço destinado para a classe seja retomado. As obras embargadas na gestão anterior até o momento não foram retomadas

Formação em Psicanálise Aula/seminário da Formação em Psicanálise da Escola Freudiana de Vitória será neste sábado, em Cachoeiro

de Itapemirim-ES, no CFC Cursos, bairro Independência (próximo ao Liceu) em Cachoeiro, de 9h às 17h.

Acadêmicos discutirão vaga No dia 05 de agosto, quarta-feira, membros da Academia Cachoeirense de Letras (ACL) reúnem-se, em Assembleia Ordinária, no prédio da Escola Guimarães Rosa, na rua 25 de março nº 100 - andar térreo

às 19h, para discussão do lançamento de edital para preenchimento de vaga para novos acadêmicos. O Edital de abertura só será elaborado e publicado após a decisão tomada pela maioria dos presentes na reunião.

Mesmo contratando 16 farmacêuticos, a prefeitura kennedense não supriu a falta de medicamentos no posto de saúde de Santa Eduarda, localizada no interior do município. Faltam materiais odontológicos. Tudo isso no município mais rico do país


(28) 3511-7481 CACHOEIRO

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política

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O objetivo da proposta que tramita Câmara Municipal é possibilitar a população, tomar conhecimento sobre a autoria das leis aprovadas

Vereador quer menção de autoria de leis Wanderson Amorim

Está tramitando na Câmara de Cachoeiro de Itapemirim o projeto de lei 114/2015, de autoria do vereador Wilson Dillem (PRB), que dispõe sobre a obrigatoriedade da menção de autoria nas leis publicadas no município. De acordo com Wilson Dillem, a proposta tem o objetivo de possibilitar a população, tomar conhecimento sobre os trabalhos desenvolvidos pelos vereadores e a autoria das leis aprovadas, e, especificamente as promulgadas pelo Poder Legislativo, na certeza de não ferir os princípios da impessoalidade da publicidade contidos na Constituição Federal. “Torna-se se necessário esse projeto de lei, tendo em vista que muitas vezes ao ser promulgada e publicada no Diário

Arquivo FATO

Oficial, não consta na lei o nome do respectivo autor, o que acaba gerando dúvidas quanto a origem do mesmo. Embora não tenha a intenção de promover o cargo público, é somente buscando a origem do projeto de lei é que se pode encontrar os reais motivos e justificativas à sua elaboração, para efeito, no caso, de pesquisas diversas, tanto escolares, quanto jornalísticas, dentre outros interesses e demandas”, justifica Dillem afirmando que tem observado que não raramente, os veículos de comunicação omitem a autoria de projetos de lei sancionados ou promulgados, justamente por não haver clareza nesse sentido. O projeto de lei segue os trâmites normais da Casa e ainda não há data prevista para entrar na pauta de discussão e votação.

Projeto de lei é de autoria de Wilson Dillem

ACORDO

Prioridades da bancada serão Saúde, Educação e barragens Moisés de Oliveira

A expectativa é que o texto da LDO seja votado na próxima semana, pela Comissão Mista de Orçamento, presidida pela senadora Rose de Freitas

A bancada capixaba no Congresso Nacional definiu ontem a inclusão

de emendas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016 para três

áreas consideradas prioritárias no Estado: Saúde, Educação e construção de

barragens. A LDO orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).

Na Saúde, os parlamentares destinaram recursos para o aperfeiçoamento do atendimento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de apoio à manutenção das unidades especializadas no Estado. “Nós sabemos a crise da área de Saúde e, por isso, acreditamos que é fundamental apoiar a rede básica”, disse a senadora Rose de Freitas (PMDB), que coordena a bancada. No caso da Educação Básica, a iniciativa da bancada pretende dar suporte à execução do Plano Nacional de Educação (PNE), que tem como meta universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de quatro e cinco anos. Por isso, outro objetivo da emen-

da, também previsto no PNE, é ampliar a oferta de vagas em creches para atender 50% das crianças de até três anos. O setor agrícola, uma das principais atividades econômicas do Estado, também teré recursos inseridos no orçamento, para a construção de barragens para o abastecimento de água nos municípios. A finalidade é reduzir os efeitos da escassez de água que atingiu o Estado nos últimos anos. VOTAÇÃO A expectativa é que o texto da LDO seja votado na próxima semana, pela Comissão Mista de Orçamento, presidida pela senadora Rose de Freitas. Em seguida, a LDO deverá ser analisada pelo plenário do Senado Federal.


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geral ESTADO

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Servidores protestaram durante todo o dia de ontem em seus locais de trabalho reivindicando melhorias para a categoria junto ao Governo

Servidores realizam paralisações e atos públicos Wanderson Amorim

Quem procurou os serviços públicos na manhã de ontem em repartições públicas estaduais foi abordado pelos servidores que protestaram em seus locais de trabalho reivindicando melhorias para a categoria junto ao Governo do Estado. De acordo com o SindiPúblicos, os servidores da saúde chegaram a realizar paralisações nos hospitais e unidades de saúde. Policiais civis protestaram em frente à Chefatura de Polícia, servidores da Justiça realizaram manifestos nos fóruns do interior, e os funcionários públicos de autarquias e secretarias

de Estado (Seger, Ceturb, Detran, Junta Comercial, Idaf, Incaper) também protestaram na porta das unidades. O sindicato da categoria promete que se no prazo de 15 dias o governo não der uma resposta conclusiva aos servidores será decretada uma greve geral. O governo afirma que está negociando abertamente com as entidades e reconhece a importância do servidor para a Administração Pública, mas ressalta que se houver prejuízo para a sociedade, tomará as medidas cabíveis. Uma nova Assembleia Geral está marcada para a próxima quinta-feira, dia

23 de julho.

Cachoeiro A paralisação que aconteceu ontem no estado não afetou os setores da saúde em Cachoeiro de Itapemirim. De acordo com o presidente do Sindicato da Saúde de Cachoeiro, Carlos Roberto Almeida, que representa profissionais de estabelecimentos filantrópicos e particulares do município, uma assembleia geral foi realizada na noite de quarta-feira, no Centro Operário e de Proteção Mútua. Ele afirma que no encontro não foi descartada a possibilidade de uma paralisação da categoria na cidade.

Paralisação mobilizou servidores de diversos setores

CACHOEIRO

Marcação de consultas vai mudar Hoje, aos 78 anos, uma idosa aguarda desde 2013 uma cirurgia de emergência de períneo. A demora fez com que o problema se agravasse, provocando infecções que já atingem seu coração. Esse caso extremo demonstra a dificuldade que os cidadãos enfrentam para a marcação de consultas com especialistas, em Cachoeiro e região. Para diminuir a incidência de casos assim, medidas já foram tomadas pelo Governo do Estado. Em junho, o número de consultar foi aumentado em 110% e, a partir do próximo mês, o sistema de marcação será informatizado. A idosa em questão é sogra de Joseli Mariani, que revelou o drama ontem

pela manhã, durante audiência pública na Câmara de Cachoeiro. Nenhum representante da Superintendência Regional de Saúde ou Centro Regional de Especialidades, que gerem o sistema, compareceu. Segundo Josiani, a saída encontrada foi recorrer à Justiça. Só assim conseguiu atendimento imediato em Guaçui, mas não adiantou muito: os médicos solicitaram exames pré-cirúrgicos, que demoram. Alguns foram marcados para daqui a meses. Melhorias As consultas, de responsabilidade do Estado, são marcadas pelos servidores municipais dos postos de saúde. Cachoeiro atende a 26 especialidades, e os

maiores problemas estão nas áreas de oftalmologia, neurologia, psiquiatria, cardiologia e ortopedia. O secretário de Saúde de Cachoeiro, Edison Fassarella, acredita que a situação deve melhorar nos próximos meses. Segundo ele, o Estado mais do que dobrou, a partir de junho, o número de consultas mensais, que subiu de 5.185 para 12.494. “Daqui a alguns meses poderemos avaliar o impacto dessa mudança”, disse. Outro passo importante será dado no começo de agosto, para quando o governo do estado anunciou o uso do Sisreg, um sistema eletrônico de marcação de consultas, que garante o respeito à fila eletrônica e impossibilita a inclusão de pacientes

Divulgação/CMCI

A audiência pública foi realizada na manhã de ontem, na Câmara Municipal

de última hora, como há denúncias de que ocorra por ingerência política. “Além disso, os pacientes que faltarem às consultas, o que acontece com muita frequência, terão que esperar mais por um novo atendimento. E haverá também maior controle sobre o número e o tempo de consultas diárias

realizadas pelos médicos”. Participação A reunião de ontem foi realizada pela Comissão de Saúde da Câmara, que é presidida pelo vereador Rodrigo Enfermeiro (PSB), e composta ainda pelos parlamentares Delandi Macedo (PSC) e Jonas Nogueira (PV), todos presentes no

encontro, que teve a participação de representantes da OAB, conselhos e entidades de saúde, maçonaria e pacientes. Os deputados estaduais oriundos de Cachoeiro, Theodorico Ferraço (DEM), Marcos Mansur (PSDB) e Rodrigo Coelho (PT) foram convidados, mas não compareceram.


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polícia

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Delegado não descarta a possibilidade do envolvimento de pessoas que conheciam a movimentação da loja

Polícia intima 15 por morte de comerciante O titular da Delegacia de Crimes contra o Patrimônio, Augusto Giorno, afirmou que as investigações do crime que resultou na morte do empresário, Roberto Misse Júnior estão adiantadas. No total, 15 pessoas já foram intimadas para prestar depoimentos. “Houve falha na operação dos assaltantes. Acredito que eles queriam apenas o dinheiro e não esperavam que o assalto terminasse em morte”, comentou o delegado. O delegado informou que não poderia adiantar mais detalhes para não atrapalhar o andamento das investigações, mas não descartou a possibi-

lidade de envolvimento de pessoas que tinham conhecimento da movimentação na loja. Algumas pessoas já foram ouvidas e liberadas. O delegado disse ainda que o que mais chamou a atenção da polícia foi o fato dos criminosos agirem exatamente no dia e hora que a vítima costumava efetuar os pagamentos dos funcionários. Segundo informações, coincidentemente os assaltantes queriam o valor da folha de pagamento, R$ 30 mil. No local do crime, a perícia ainda encontrou dois projéteis que teriam saído da arma dos assaltantes.

MANIFESTAÇÃO Marcela Tozani

Ronaldo Índio

Todos que participaram da carreata pediram mais condições para que os órgãos de segurança pública

Carreata por mais segurança em Cachoeiro Comerciantes saíram ontem, por volta das 12h, do Pavilhão de Eventos da Ilha da Luz, em carreata contra a violência, que percorreu o centro de Cachoeiro de Itapemirim. A família e amigos organizaram a manifestação. Quando chegaram até Praça Luiz Tinoco da Fonseca, onde fica a loja A Mestiça, de propriedade do empresário Roberto Misse Júnior, de 55 anos, assassinado com dois tiros dentro de sua loja, muitos se emocionaram. Todos que participaram da carreata pediram mais

condições para que os órgãos de segurança pública possam efetivamente atuar no município. Os manifestantes contaram com o apoio do Corpo de Bombeiros e efetivos da Polícia Militar e Guarda Municipal que controlaram o trânsito no percurso. Portas fechadas Quando os veículos passavam, o comércio fechava as portas, como sinal de adesão ao protesto. Em frente à Prefeitura, comerciantes e amigos pararam e fizeram um minuto de silêncio. De mãos dadas,

rezaram o Pai Nosso, pedindo mais proteção. A carreata somente terminou na Avenida Beira Rio. Família inconsolada A mãe do comerciante, a aposentada Neuza Misse, 76, se apega na fé: “Sinto uma dor irreparável. Era um bom filho, pai, chefe de família responsável, mas confio em Deus e desejo que todo mal que fizeram a mau filho que se reverta a eles em graça, para que se convertam e um dia sejam homens de bem”. O irmão, o advogado

Carlos Misse, 53, pediu mais segurança: “Essa é a insegurança que vive nossa cidade. É preciso dar um basta, para que comerciantes, comerciários e clientes possam ter liberdade em viver num Cachoeiro melhor”. O presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços (Acisci), Pedro Sandrini, também reclamou da falta de segurança: “Esse crime mexeu com a gente. Poderia ter acontecido com qualquer um. Saímos e não sabemos se iremos voltar com vida”.

ACIDENTE

Motorista embriagado invade contramão e mata motociclista Um grave acidente na madrugada da última quarta-feira resultou na morte da auxiliar de serviços gerais Eliane Boldrini Guidineli, de 40 anos, o acidente aconteceu por volta das 00h40 na BR 101, no centro de Iconha, região do sul do estado. Ela retornava para sua casa conduzindo uma motocicleta Honda Biz, quando foi atingida por um veiculo Vectra que vinha no sentido contrário. O motorista do carro, identificado como Luiz

Machado, conhecido como Luizinho, foi preso em flagrante pela Polícia Militar, com fortes sintomas de embriagues. Ele foi conduzido pela Polícia Rodoviária Federal para a delegacia de Itapemirim, onde foi autuado a principio por homicídio culposo. Conforme o delegado de Itapemirim, Thiago Gomes Viana, o motorista Luis Machado foi autuado por homicídio culposo na direção de veiculo por embriagues ao volante. Foi arbitrada fiança de 20 salários míni-

mos, mas como não pagou ele foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Guarapari. Em depoimento, o motorista confessou que causou o acidente na tentativa de ultrapassar um caminhão e não viu a motociclista que vinha no sentido contrário. Ele afirmou que teria ingerido bebidas alcoólicas. Conforme a família, o marido da vítima teria falecido há 40 dias de infarto. O casal deixou dois filhos. Um de 17 e outro de 18 anos. Segundo o do filho da

vítima, Vinicius Boldrini Guidineli, de 18 anos, sua mãe, momentos antes de se envolver no acidente e morrer, estava acompanhada de amigos em uma festa na Ilha do Coco, poucos quilômetros do local do acidente. Vinicius esteve cerca de cinco minutos com a mãe antes que Eliane fosse para a pista. O corpo foi encaminhado para o Serviço Médico Legal de Cachoeiro de Itapemirim onde foi necropsiado e liberado.


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social

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POR QUEM ENTENDE do assunto

GENTE NOSSA EM EVIDÊNCIA

Fotos de Elyan Peçanha

Será na noite de hoje a assembléia festiva de posse da nova Diretoria do LIONS CACHOEIRO, encabeçada pela Cal Joelma Cellin que sucederá ao CL David Alberto Lóss

gente nossa 01 * NASCEU dia oito deste, na Maternidade do HECI a nossa sobrinha-neta MARIANA, filha do Roger Williams e da esposa Poliana. - Corujíssimas estão a nossa cunhada Mariluce, avó paterna, a tia Renata e a tias-avós Vera Lúcia, Beatriz Rosa e Regina Lourenço. Por parte da mãe, os avós são Carla e Valentim Vaguini. 02 * Nosso querido amigo Mário Herkenhoff Coelho esteve girando a negócios no eixo Miami –Nova Iorque – Detroit mas deu tempo para passar também alguns ótimos dias com o netinho Maël e a filha Marianna, em NYC. - Diz Mário na postagem: “O moleque está com quase ano e meio e em momento de descoberta, que encanta qualquer avô e os corujas, se derretem”. – Mandou mais: “estive cuidando de nosso trabalho, mas, passei quase 20 dias com o netinho Maël, apesar de que - infelizmente - Solange não teve condições de me acompanhar e acabei indo sozinho”. 03 * “Céu. sol e mar são coadjuvantes permanentes nesse cenário de altíssima hospitalidade e beleza”. A frase – até parecendo verso de uma canção de bossa nova – é legenda de quatro cromos publicados na coluna do Renato Magalhães da Hospedaria Rosa dos Ventos localizada em Boa Vista a cerca de vinte quilômetros, ao sul de Marataízes. “- Quem ver, verá”, completou RM, em alto estilo como ele mesmo sempre frisa em seus “potins”.

Nasceu quarta-feira (08/07) a graciosa MARIANA, filha do casal Poliana – Roger Williams Lourenço Ferreira, que vem a ser sobrinha - neta deste colunista e esposa Verinha Lourenço

O Bioteste é o único laboratório do estado a conquistar o PALC.

Agenda 01 – REGISTROS * Dia Mundial da Lei, Internacional da Pizza e do Truco // Católicos reverenciam os Santos Bvs. Francisco, Abdul-Muti e Rafael Massakbi; Maurício e Verônica Giuliani. // Abrimos a agenda-vip da coluna para saudar nosso querido e saudoso professor de História do Brasil e diretor do nosso Liceu Muniz Freire Dr. Wilson Lopes de Rezende que, nesta data, estaria completando seus noventa e setes anos. - Nossa saudação aos seus queridos filhos Marcos e Mara. 02 – PARABÉNS * Aos aniversariantes: no Dia da Saúde Ocular, nosso abraço fraterno para o tradicional médico cachoeirense Dr. Paulo José Casotti, leitor de carteirinha deste espaço e apreciador das edições de nossas fotos sociais. – Ele foi médico de nossa família. / Advogado Dr. Ozires Prates Chamoun / Walter Shibatta, ex-colega no Grupo Itapemirim / Bancários aposentados Élio Ferreira Matos (Nacional) e Sinézio Benedito da Silva (Crédito Real) / Niver de casamento de Izabel e Lelinho França, que comemoram cercados pelo carinho das filhas Isabella e Fabíola e dos netinhos Murilo e João Gabriel. / Empresário Wellerson Brandão, esposo da Débora Paulino (titular na administração da Padaria Brasil), pais dos encantadores filhotes Rafaela e Murilo, netos de Olga e Inarley Paulino. 03 – PARABÉNS II * Nossa homenagem especial para a aniversariante - tradicional amiga de nossa família – famosa doceira Dª Ziza Latuffe (viúva do farmacêutico Jorge Latuffe, ela que reside bem ali no centro da cidade, no Edifício Primus, mãe da Valéria (esposa do ex-Prefeito de Castelo, o empresário Luiz Carlos Nemer); da Aída (afilhada da nossa mãe, Ely Peçanha); Janete (reside na capital) e do também ex-fantástico goleiro do Estrela do Norte e do Cachoeiro FC, Geraldo Latuffe, este que já nos deixou.

temperatura máxima Na noite de hoje na sua sede própria no BNH, o Lions Clube CACHOEIRO estará – em assembléia festiva – empossando a sua nova Diretoria para o ano-leonístico 2015/2015. A nova presidente será a CaL Joelma Cellin que sucederá ao CL David Alberto Lóss, ainda na celebração do Jubileu de Ouro daquele mais tradicional LC de nossa cidade. // O Centro de Convivência Vida Ativa, referência em atendimento a idosos em Cachoeiro promove sua tradicional festa ‘julina’ hoje a partir das oito da manhã. As atrações incluem quadrilha, casamento na roça, jogos lúdicos e almoço com comidas típicas, como pela - égua, canjica, bolo e doces. Os frequentadores já estão ensaiando há dias para três quadrilhas com roupas típicas, além de, graças a uma parceria com o Instituto Embel-

leze, terão direito a cortes de cabelo e maquiagem gratuitos. // A manchete de ontem este jornal disse tudo: “Tristeza e Indignação”, no enterro do comerciante Robertinho Misse no Cemitério Park do IBC. Também, ontem, pela manhã, houve passeata de protesto pelas ruas da cidade saindo da Ilha da Luz, passando pelo Guandu, centro e retornando pela Beira-Rio. Todo o comércio fechou as portas durante a passagem. // Começa logo mais às 20h00, em Iconha, a 18ª Feira dos Caminhoneiros, na Praça de Eventos da ASCAMES: 21h00 – show da dupla Gabriel & Edivando, os meninos de Prosperidade; 23h0 – DJ Pimenta, show de Michel Teló e forró com o Musical Prateado. // Amanhã no Sítio Moitão, será promovido o “Arraiá Universitário Multivix”,

a partir das 20h00 com quadrilha, comidas típicas e participações dos DJs Renan Santos e Raian Sarti, além de show especial com o cantor Alex Campanha. // Amanhã o Arraiá será no distrito de Soturno, no Estádio do EC Ypiranga, o “João Darós” com barraquinhas e show da dupla Carlos e Fagner: começa às 18h00. // A Cooperativa Selita participou, entre os dias 07 a 09 deste mês da Super Feira Acaps Panshow, realizada no Centro de Eventos de Carapina, na Serra. O stand da Cooperativa, que esteve sempre movimentado, recebeu a ilustre visita do governador do Estado, Paulo Hartung, que degustou os queijos Selita. Registros de fotos amanhã.// Nosso Bom Dia Especial é para a aniversariante Da. Ziza Latuffe. // ELYAN PEÇANHA.

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TOP LINE

Divulgação

Quem sobe ao pódio do TOP LINE, hoje, é o cantor ALEX CAMPANHA que, amanhã, se apresenta no Sítio Moitão


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ES de Fato, Sexta-Feira, 10 de Julho de 2015

classificados

9

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ES de Fato, Sexta-Feira, 10 de Julho de 2015

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COMUNICADO SOLIMAR DE BACHER ALVES, CPF Nº 078.490.987-30, torna público que REQUEREU da Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SEMMA a Licença Prévia (LP), Licença de Instalação (LI) e Licença de Operação (LO), por meio do protocolo 33373/2014, para a atividade 18.05 - terraplanagem (corte/ou aterro) exclusivamente quando vinculada à atividade não sujeita ao licenciamento ambiental, localizada na Rodovia do Frade, localidade de Poço Dantas, Zona Rural, Cachoeiro de Itapemirim-ES.

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COMUNICADO D M VANTIL-ME, CNPJ: 15.588.232/0001-80, torna público que obteve da Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SEMMA a Licença Prévia (LP) nº 073/2015, válida até 23/07/2015, a Licença de Instalação (LI) nº 093/2015, válida até 22/09/2015, por meio do protocolo nº 4710/2014 e a Licença de Operação (LO) nº 117/2015, válida até 23/06/2019, por meio do protocolo nº 7164/2015, para atividade 3.04 - desdobramento e/ou polimento e/ou corte e aparelhamento de rochas ornamentais, quando associados entre si. Localizada à Rua 04 0, lote 13-14, Distrito Industrial São Joaquim, Cachoeiro de Itapemirim-ES.

COMUNICADO SOTURNO INDUSTRIAL DE GRANITOS LTDA-ME, CNPJ Nº 14.105.168/0001-76, torna público que OBTEVE da Secretaria Municipal de Meio Ambiente-SEMMA a Licença Previa (LP) nº 063/2015, válida até 08 de julho de 2015, Licença de Instalação (LI) nº 081/2015, válida até 08 de setembro de 2015 e Licença de Operação (LO) nº 101/2015, válida até 10 de junho de 2017, para a atividade (03.01) - desdobramento de Rochas Ornamentais, quando exclusivo, localizado na Rua Vitório Ravera, s/nº, Zona Rural, Soturno, Cachoeiro de Itapemirim-ES.

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COMUNICADO Mocal Moageira de Minérios Cachoeiro Ltda. torna público que obteve do IEMA, através do processo nº 26245825, as licenças de Instalação (LI nº 228/2014) e Operação (LO nº 118/2015) para extração de rochas calcárias na Fazenda Pedra Branca, Claros Dias, Município de Vargem Alta.

(28) 3511-7481

COMUNICADO JULIANA ANDRADE BAIENSE DA SILVA, CPF Nº 148.116.357-44, torna público que REQUEREU da Secretaria Municipal de Meio Ambiente-SEMMA a Licença Prévia (LP) Licença de Instalação (LI) e Licença de Operação (LO), por meio do protocolo nº 34378/2013, para a atividade 18.05 - terraplanagem (corte/ou aterro) exclusivamente quando vinculada à atividade não sujeita ao licenciamento ambiental, localizado na Rua Vieira Bueno, nº 03, Coramara, Cachoeiro de Itapemirim-ES.

01 piscina em fibra, 01 canil, a 200 m da avenida principal e a 250 m da praia. R$230.000,00 REF-31-CENTRO-MARATAIZES- Ótima localização apartamento com sala, copa, cozinha, 02 quartos sendo um com suíte, varanda, terraço. R$ 145.000,00. REF-32-CIDADE NOVA-MARATAIZES-Casa com 01 quarto com suíte, banheira de hidromassagem, mas armários embutidos, 02 quartos, área ampla, com piso cerâmico e granito, garagem coberta com laje de alvenaria, imóvel esta no setor nobre, próximo ao shopping, praças, bancos, posto de combustível, supermercados, padarias, mat. de construção, escolas, lojas diversas, consultórios, a 200 m da avenida principal, a 250 m da praia, etc., R$370.000,00. REF 40-BAIXA BONITA-MARATAIZES-02 Lotes com 535 m² total. R$ 80.000,00 REF-41-CIDADE NOVA-MARATAIZES- Área de frente para o mar com 535 m² escriturada e registrada. R$ 350.000,00 REF-42-SANTA-RITA-MARATAIZES-Terreno todo murado, pronto para construir, ótima localização com 240 m² a 80 metros da av principal. R$ 70.000,00. REF-46-ILMENITA-MARATAIZES-Terreno em área nobre total infraestrutura R$ 180.000,00 REF-47-ESPLANADA-MARATAIZES-Terreno escriturado e registrado com 200 m², a 10 minutos da praia central. R$ 45.000,00 REF-49-CENTRO-MARATAIZES-Apartamento com vista para o mar, próximo de supermercados, padarias, farmácias, 02 quartos, com sala, cozinha, área de serviço, piso cerâmica. Escriturado R$ 160.000,00 REF-50-VILA-ITAPEMIRIM-Terreno com 300 m ótima localização perto de escolas,padarias,lojas etc...R$ 70.000,00 REF-57-ACAPULCO-MARATAIZES-Terreno ótima localização com 203 m². Escriturado e registrado. R$ 30.000,00 REF-60--CENTRO-MARATAIZES- Situado em uma área privilegiada, o residencial possui uma vista panorâmica para o mar e para o centro da cidade, um loteamento totalmente plano. Terreno escriturado e registrado, com 312 m aceita financiamento pelo sfh, com segurança 24 hs, com área de lazer completa,

COMUNICADO MARMORARIA ALTOGRAN LTDA-ME CNPJ 10.526.513/0001-94 torna público que REQUEREU a Secretaria Municipal de Meio Ambiente- SEMMA a LICENÇA AMBIENTAL PRÉVIA - LP, LICENÇA AMBIENTAL DE INSTALAÇÃO - LI E LICENÇA AMBIENTAL DE OPERAÇÃO-LO, por meio do protocolo n°39778/2014 para a atividade 3.03 - CORTE E ACABAMENTO/ APARELHAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS E/OU POLIMENTO MANUAL OU SEMI-AUTOMÁTICO, QUANDO EXCLUSIVOS, localizada na Rodovia Ricardo Barbieri, s/nº - KM 02 - Aeroporto - Cachoeiro de Itapemirim-ES

sauna, piscina adulta e infantil R$ 120.000,00 REF-68-BELO HORIZONTE-MARATAIZES-Terreno com 180 m², próximo de padarias supermercados etc. escriturado R$ 45.000,00. REF-73-BELVEDERES-MARATAIZES-Bairro com toda infraestrutura, água, luz esgoto, calçamento, internet, telefone, etc. imóvel esta situado próximo ao centro fica á 400 m da praia, lote plano, rua em processo de calçamento, próximo de padaria, supermercados etc. R$ 30.000,00. R E F - 8 5 - I TA I PAVA - I TA P E M I RIM-Casa com sala, copa, cozinha, 03 quartos, piso cerâmica, garagem para 05 carros, varanda, banheiro, quintal, próximo de padaria e comércios R$ 160.000,00. REF-90-BARRA DO ITAPEMIRIM-MARATAIZESTerreno com ótima localização com 240 m de frente mar próximo de padarias supermercados.escriturado.R$ 160.000,00 REF-82-ILMENITA-MARATAIZES-Excelente apartamento com sala, cozinha, 02 quartos, próximo de padaria, mat. construção, farmácia, supermercado, consultórios médicos, escolas, diversas lojas comerciais. R$ 90.000,00. R E F - 9 1 - C I D A D E N O VA - M A R ATA I Z E S Casa com ótima localização, perto de padarias, lojas, prefeitura, fórum, com sala, copa, área de serviço, 03 quartos, 01 banheiro, varanda, garagem. R$ 320.000,00. REF-98-ACAPULCO-MARATAIZES-Linda casa tríplex em Marataízes litoral sul. Construção nova, 04 quartos, sendo 3 suítes. Sala ampla com dois ambientes, cozinha ampla com armários embutidos, suíte de casal ampla com closet, sacada com vista para o mar, suítes com sacada e vista para floresta. 0 1 quarto social mais banheiro social. 272 mts ² de obra construída e total 700 mts² de terreno. Portões em alumínio, porão amplo para construção de área de lazer. Área para construção de piscina garagem para 03 carros casa com rebaixamento em gesso. rua tranquila s/ saída, asfaltada, bons vizinhos. Casa toda escriturada, com documentação em dia. R$ 590.000,00.


(28) 3511-7481

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ES de Fato, Sexta-Feira, 10 de Julho de 2015

classificados

11

SERVIÇO NOTARIAL E REGISTRAL SERVENTIA EXTRAJUDICIAL 1° OFÍCIO - 1ª Zona

EDITAL DE INTIMAÇÃO Acham-se nesta Serventia, na Rua Rui Barbosa, 16 Ed. Santa Cecília, nesta cidade, para serem protestados após a publicação deste Edital, títulos de responsabilidade das seguintes pessoas: VIA MIAMI COM BRINQU PRESENTES LTDA ME CNPJ - 07.577.884/0001-90 Por não ter sido possível encontrá-las, intimo-as (§ 1º art. 15 da lei 9492/97) para os fins de direito, e não sendo atendida a presente em até 24 horas, notifico-as do protesto. Cachoeiro de Itapemirim, 09 de Julho de 2015 Cecília Simonato - Tabeliã Horário de pagamento: Das 9:00hs às 18:00hs TELEFONE: (28) 3521-0611

CARTÓRIO DE PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS - 2ª ZONA ROGÉRIO LUGON VALLADÃO - Rua Costa Pereira, Nº 90, Centro, Cachoeiro de Itapemirim, CEP: 29300-090. Tel: 3521-6720

EDITAL DE INTIMAÇÃO

Acham-se nesta Serventia, à Rua Costa Pereira Nº 90, Centro, nesta cidade de Cachoeiro de Itapemirim-ES, para serem protestados, títulos de responsabilidade das seguintes pessoas: BEGE RPL MARMORES E GRANITOS EIRELI CPF/CNPJ: 09.254.245/0001-10 KARINE DOS REIS PENHA CPF/CNPJ: 20.380.920/0001-90 LINHA BRAZIL TRANSPORTE TURISM CPF/CNPJ: 08.026.820/0001-64 MIGUEL DE SOUZA CURITIBA CPF/CNPJ: 558.726.207-30 PRIMEIRA IGREJA BATISTA NO AMARAL CPF/CNPJ: 04.050.618/0001-17

Por não ter sido possível encontrá-las, intimo-as, na forma do art. 15,§ 1º, da lei 9492/97, para os devidos fins de direito. Não sendo os referidos títulos pagos até o fim do expediente do próximo dia útil, notifico-as do protesto. CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, 10 de Julho de 2015 Rogério Lugon Valladão - Tabelião Horário de pagamento: De 9:00h às 18:00h.

EDITAL DE PROCLAMAS Faço saber que pretendem contrair matrimônio: 1) DEIVID PEDROZA DA SILVA, recepcionista, filho de Francisco Alberto da Silva e de Sebastiana Pedroza da Silva e LUCIANA MARIA TENNIS, gerente, filha de Cidalio Antonio Tennis e de Geisha Cunha Lãn Tennis. Sendo ambos solteiros, naturais deste Estado e residentes nesta cidade. 2) LUIZ EDUARDO SILVEIRA BELIDIO, vigilante, filho de João Luiz da Silva Belidio e de Crêuza Carvalho Silveira Belidio e ANA PAULA SOUTO DA SILVA, assistente administrativo, filha de Jairo Herculano da Silva e de Ana Maria Souto. Sendo ambos solteiros, naturais deste Estado, residentes nesta cidade. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-se na forma da Lei. Cachoeiro de Itapemirim, ES; 09 de julho de 2015 Jamile Valadão Missi - Registradora Civil e Notária

EDITAL DE PROCLAMAS Faço saber que pretendem contrair matrimônio: 1) VALDIR DE MENEZES, lavrador, filho de VALTER HERCULANO DE MENEZES e de JANIRA FERNANDES MENEZES e ALRENIR DIAS DE SOUZA, do lar, filha de ARQUILAU PAULINO DE SOUZA e de MARIA FRANCISCA DIAS SOUZA. Sendo ambos solteiros, naturais deste Estado e residentes nesta cidade. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-se na forma da Lei. Cachoeiro de Itapemirim, ES; 09 de julho de 2015. Jamile Valadão Missi Registradora Civil e Notária


12

informe

ES de Fato, Sexta-Feira, 10 de Julho de 2015

es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato

(28) 3511-7481

USINA PAINEIRAS S.A. - CNPJ: 27.777.903/0001-30 RELATÓRIO DA DIRETORIA Senhores Acionistas, Atendendo à disposição legais e estatutárias, submetemo-nos à apreciação de V. Sªs. o balanço, as correspondentes demonstrações contábeis do exercício, das mutações do patrimônio líquido, fluxo de caixa e notas explicativas, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014. Colocamo- nos ao inteiro dispor dos Senhores Acionistas para, quaisquer esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários. Aproveitamos ainda para renovarmos nossos agradecimentos pela confiança depositada. BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (REAIS) 2.014 2.013

Nota ATIVO Circulante Caixa e equivalente de caixa Contas a receber Estoques Ativo biológico Imp ostos a recup erar Adiantamentos a emp regados

4 5 6 7 8

546.032,67 4.815.303,94 34.098.729,98 3.026.409,71 6.247.006,63 363.543,15

105.865,99

127.452,12

52.220.089,18

49.224.478,20

9 8 8 10

29.208.296,92 6.876.237,72 25.219.963,31 20.889.273,33

27.681.203,79 6.656.956,59 21.593.606,47 20.479.375,25

11

29.787.866,92

19

520.885,30 38.493,43 5.462.387,85 185.651.643,82 42.829,03 303.697.877,63

Desp esas pagas antecip adamente

Não circulante Títulos federais Créditos fiscais a comp ensar I. de renda e C. social diferidos Indenização transitada em julgado Rep etição de indébito– financiamento Dep ósitos judiciais Investimento financeiro Ativo biológico Imobilizado tangível Imobilizado intangível

400.269,49 5.119.370,85 35.371.135,16 3.119.443,55 7.852.116,82 251.887,32

7 12

484.468,53 38.493,43 4.213.269,15 189.894.812,09 29.020,37 271.071.205,67

PAS S IVO Circulante Fornecedores Salários e obrigações a p agar Imp ostos a p agar Imp ostos p arcelados Emp réstimos e financiamentos Crédito Presumido - Dec. 251R Adiantamento de clientes Demais p assivos circulantes

2.014

2.013

13

26.853.126,13

19.583.709,21

14 15 15 16 17

5.284.674,25 1.609.837,50 6.885.908,43 17.603.731,41 2.087.158,24 2.730.898,61 329.436,45 63.384.771,02

3.461.448,95 2.054.597,34 6.599.837,10 14.387.651,56 1.814.677,53 998.965,11 259.601,29 49.160.488,09

Não circulante Emp réstimos e financiamentos Contribuições sociais p arceladas Imp ostos p arcelados Imp ostos dep ositados judicialmente I. de renda e C. social diferidos Obrigações p erante emp resa ligada Obrigação p erante acionistas Crédito Presumido - Dec. 251R Provisão p ara contingências

16 14 15 15 15 18 18 17 19

39.945.383,84 1.322.961,85 51.719.175,94 16.372,32 55.679.839,92 23.121.483,03 58.937,20 2.272.252,80 1.662.619,72 175.799.026,62

27.792.586,87 121.542.829,06

27.792.586,87 123.978.462,20

-52.517.823,63 96.817.592,30 355.917.966,81

- 56.434.879,91 95.336.169,16 320.295.683,87

Patrimônio líquido Cap ital social Ajustes da adoção da Lei 11.638/2007 Prejuízos acumulados 20

355.917.966,81

36.312.650,25 773.685,08 49.724.993,25 16.372,32 54.425.119,83 25.727.088,04 348.460,66 782.376,89 27.604.857,17 195.715.603,49

320.295.683,87

As notas explicativas integram as demonstrações financeiras

Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro (Reais) Receita bruta de vendas Açúcar Álcool Outros produtos

Nota

Deduções de vendas ICMS Outras , principalmente PIS e COFINS Receita líquida de vendas Cus to dos produtos vendidos Açúcar Álcool Outros Lucro bruto Des pes as (receitas ) operacionais Des pes as operacionais Honorários dos adminis tradores Programa de as s is tência s ocial Des pes as financeiras Receitas financeiras Outras des pes as Outras receitas Contingências provis ionadas (revertidas ) Contribuição s ocial s obre o lucro líquido Lucro (prejuízo) operacional preliminar Efeitos inflacionários Variações monetárias pas s ivas Variações monetárias ativas

22

23 23 24 24

2.014

2.013

50.202.830,05

54.585.137,64

53.949.402,57 2.313.644,98 106.465.877,60

53.580.594,51 1.941.571,12 110.107.303,27

(3.594.701,68) (7.667.736,71) (11.262.438,39) 95.203.439,21

(4.010.576,76) (8.114.727,19) (12.125.303,95) 97.981.999,32

(39.867.979,65) (45.786.676,01) (1.707.942,39) (87.362.598,05) 7.840.841,16

(41.001.676,09) (45.221.677,46) (1.337.616,86) (87.560.970,41) 10.421.028,91

12.440.510,45

7.977.590,96

512.857,44 668.311,20 9.940.647,88 (986.817,41) 32.808.258,52 (47.653.129,22) (1.542.465,28) (959.917,99) 5.228.255,59

1.091.774,16 787.181,00 7.719.179,36 (693.335,16) 3.027.980,05 (8.938.354,12) 914.834,72 (317.732,35) 11.569.118,62

2.612.585,57 (1.645.096,48)

(1.148.089,71) (683.840,20)

283.128,34 (1.361.968,14) 1.250.617,43 2.666.438,85 3.917.056,28

278.395,39 (405.444,81) (1.553.534,52) 882.589,87 (670.944,65)

Lucro (prejuízo) antes do impos to de renda Impos to de renda Lucro líquido (prejuízo) do exercício Prejuízo por lote de mil ações do capital no 36,09 fim do exercício As notas explicativas integram as demonstrações financeiras

(6,18)

Demonstração das mutações do patrimônio líquido (Reais)

Em 1º de janeiro de 2013 Revers ão por baixa e depreciação Prejuízo do exercício Em 31 de dezembro de 2013 Revers ão por baixa e depreciação Lucro líquido do exercício Em 31 de dezembro de 2014

Capital s ocial 27.792.586,87

Lucros (prejuízos ) acumulados

Ajus tes da adoção da Lei n. 11.638/2007 126.241.538,90 (2.263.076,70)

27.792.586,87

123.978.462,20 (2.435.633,14)

27.792.586,87

121.542.829,06

(55.763.935,26) (670.944,65) (56.434.879,91) 3.917.056,28 (52.517.823,63)

Total 98.270.190,51 (2.263.076,70) (670.944,65) 95.336.169,16 (2.435.633,14) 3.917.056,28 96.817.592,30

As notas explicativas integram as demonstrações financeiras Demonstração do fluxo de caixa (Reais) Fluxo de caixa das: Atividade s ope racionais e Prejuízo do exercício Ajustes para reconciliar o lucro líquido à geração de caixa: . Depreciação do imobilizado . Exaustão de ativos biológicos . Valor residual de imobilizado baixado . Valor de ativo biológico baixado . Valor atribuído de ativo biológico . Realização de ajustes via depreciação e baixas . Encargos financeiros de ativos e passivos não circulantes Lucro (prejuízo) ajustado Variações em ativos e passivos operacionais . Contas a receber comerciais . Ativo biológico . Estoques . Fornecedores . Salários e encargos sociais . Impostos a pagar, líquidos de créditos fiscais . Demais ativos e passivos líquidos Recursos (aplicados) gerados nas operações Atividade s de inve s time nto . Aquisição de imobilizado tangível . Aquisição de imobilizado intangível Recursos (aplicados) gerados nos investimentos Atividade s de financiame nto Novos empréstimos (amortização) Amortização (nova) obrigação perante partes relacionadas Recursos (aplicados) gerados nos financiamentos Aumento (redução) no caixa e equivalentes Caixa e equivalentes no início do exercício Caixa e e quivale nte s no fim do e xe rcício

2.014

2.013

3.917.056,28

(670.944,65)

5.945.024,96

6.383.362,96

1.237.625,42 62.177,30 (2.370.672,91) (3.690.353,23) 3.203.278,83 8.304.136,65

1.112.780,51 16.058,41 15.444,44 (244.937,79) (3.428.904,09) 7.409.413,25 10.592.273,04

(249.654,41) (209.105,05) (1.272.405,18) 7.269.416,92 1.160.373,90 (6.981.617,79) (2.415.977,98) 5.605.167,06

(1.453.772,58) (1.819.894,48) (1.095.392,04) 4.473.919,29 (727.179,15) (8.795.271,81) 683.520,62 1.858.202,89

(1.975.121,31)

(1.983.442,80)

(25.603,09) (2.000.724,40)

(15.006,06) (1.998.448,86)

(6.599.862,96)

5.462.378,03

2.849.657,12 (3.750.205,84) (145.763,18) 546.032,67 400.269,49

(5.054.030,64) 408.347,39 268.101,42 277.931,25 546.032,67

As notas explicativas integram as demonstrações financeiras Notas explicativas às demonstrações financeiras 1 Contexto operacional A companhia, constituída sob a forma de sociedade por ações de capital fechado, possui sede na Fazenda Paineiras,Município de Itapemirim – ES e dedica-se à produção de açúcar cristal, álcool anidro e hidratado. O suprimento de cana-de-açúcar – a matériaprima utilizada no processo produtivo – é assegurado por (i) lavouras próprias, (ii) lavouras de empresa interligada e (iii) compras efetuadas junto a produtores rurais das regiões sul do Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro. As ações empreendidas pela empresa no sentido de assegurar a continuidade do suprimento de matéria-prima contemplam: (i) destinação de recursos para renovação ou reforma das áreas de lavouras próprias; (ii) manutenção de política de preços justos para as compras de cana-de- açúcar; e (iii) investimentos relacionados com a pesquisa de cultivares mais adaptados às condições ambientais locais, bem como a prestação de assistência técnica aos produtores das regiões próximas. A capacidade nominal de moagem da usina situa-se em 1.200 mil toneladas anuais de cana-de- açúcar, tendo processado na safra 2015/2014779 mil (2014/2013 – 952 mil) toneladas. As projeções para a safra 2016/2015 contemplam a moagem de 300 mil toneladas. 2 Base de preparação (a) Declaração de conformidade As demonstrações financeiras são apresentadas em observância às práticas contábeis adotadas no Brasil, baseadas nas disposições da Legislação Societária, em particular a Resolução CFC nº 1.255/2009 que aprovou a NBC TG 1.000 – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, aplicada em conjunto com a Resolução CFC nº2013/ NBCTG 29(R1)–Ativos Biológicos e Produtos Agrícolas.Desse modo, a aplicação na extensão praticável dos dispositivos dasreferidas Resoluções assegura a convergência às normas internacionais de contabilidade (International Financial Reporting Standards – IFRS) emitidas pela InternationalFederationofAccountants (IFAC). A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pela Administração em 30 de abril de 2015. (b) Base de mensuração As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico com exceção dos seguintes itens materiais reconhecidos no balanço patrimonial: ativos biológicos e produtos agrícolas, assim como o imobilizado tangível, ambos mensurados ao valor atribuído. (c) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações financeiras de acordo com as Normas Brasileiras

de Contabilidade é necessário utilizar o melhor julgamento possível para determinar, através de estimativas, critérios e valores para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações financeiras da companhia incluem, portanto, estimativas referentes à seleção das vidas úteis e avaliação de valores recuperáveis do ativo imobilizado, ativos biológicos, estoques e avaliação de valores recuperáveis do ativo imobilizado, ativos biológicos, estoques, avaliação de passivos contingentes e para impostos incidentes sobre as operações e lucros, provisões necessárias para redução de ativos e passivos aos valores de efetiva realização e outras similares.A liquidação de transações envolvendo estas estimativas poderá apresentar variações em relação aos valores originalmente considerados. Estimativas e premissas são revisadas periodicamente e eventuais efeitos decorrente dessas revisões são reconhecidas no exercício em que a estimativa foi revisada ou em exercícios futuros que venham a ser afetados. (d) Medida Provisória 627 (Lei nº 12.973/2014) A Administração acompanhou as disposições da citada Lei e das Instruções Normativas emitidas pela Receita Federal do Brasil, não identificando motivos significativos para antecipar a adoção dessas medidas, as quais serão implementadas à partir de 1o de janeiro de 2015. 3 Principais políticas contábeis As políticas contábeis, descritas em detalhes abaixo, tem sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentados nestas demonstrações financeiras. (a) Apuração do resultado O resultado do exercício é apurado pelo regime de competência de exercícios. A receita de venda de produtos é reconhecida no resultado quando todos os riscos e benefícios significativos inerentes ao produto são transferidos para o comprador. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa quanto à sua realização. As deduções de vendas incluem os impostos incidentes sobre as vendas. (b) Instrumentos financeiros A companhia adotou as disposições da Seção 11 da NBC TG 1.000 para fins de reconhecimento e mensuração de instrumentos financeiros. Os principais ativos e passivos financeiros reconhecidos pela empresa são: caixa e equivalentes de caixa, contas a receber comerciais, adiantamentos a fornecedores, impostos a recuperar, fornecedores, empréstimos de empresas ligadas, empréstimos e financiamentos bancários. Tais instrumentos financeiros são avaliados ao custo amortizado considerando, quando aplicável, a taxa efetiva de juros. (c) Ativos circulante e não circulante

Um ativo é reconhecido quando se trata de recurso controlado pela entidade, decorrente de eventos passados e do qual se estima que resultem benefícios econômicos futuros. O saldo de caixa e equivalentes de caixa inclui dinheiro em espécie mantido na empresa, saldos de contas bancárias e aplicações financeiras que possuem liquidez imediata. Os estoques são apresentados ao custo médio de aquisição ou de fabricação, inferiores aos valores de reposição ou de realização. Os demais ativos circulantes e não circulantes, são apresentados ao valor de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos proporcionais auferidos e as variações em indexadores contratuais, além de ajustes aos prováveis valores de realização. Os ativos biológicos são apresentados ao custo médio de aquisição ou de formação, ajustados ao final de cada exercício ao valor atribuído segundo os critérios divulgados na Nota 7. Ativos biológicos são mensurados pelo valor atribuído, deduzido das despesas de venda. Alterações no valor atribuído são reconhecidas no resultado. O ativo imobilizado é apresentado pelo valor justo atribuído, apurado com base em avaliação efetuada por peritos avaliadores. A companhia efetua as principais atividades de manutenção em bases anuais, durante o período da entressafra os registrando em custos industriais a serem apropriados durante o período de safra, desde que não representem itens que aumentem a vida útil ou a capacidade operacional dos ativos reparados, circunstância em que são capitalizados.A depreciação é apurada pelo método linear e leva em consideração as seguintes vidas úteis estimadas determinadas na citada avaliação:

Benfeitorias em propriedades rurais Veículos Edifícios e residências Máquinas e equipamentos Destilaria de álcool Bens dos setores administrativos

Vida Útil econômica (anos) 10 5 10 a 50 10 10 5 a 10

(d) Passivos circulante e não circulante Um passivo é reconhecido quando a empresa possui uma obrigação legal ou constituída decorrente de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para a sua liquidação. As provisões são registradas tendo por base as melhores estimativas da administração


(28) 3511-7481

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Usina Paineiras S.A. - 2 e de seus assessores legais quanto aos riscos envolvidos. Os demais passivos são registrados por seus valores conhecidos ou calculáveis acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações nas taxas de câmbio e variações monetárias incorridas, além de eventuais ajustes aos prováveis valores de liquidação. (e) Demonstração dos fluxos de caixa A demonstração dos fluxos de caixa foi preparada pelo método indireto e está apresentada de acordo com a NBC TG 1.000. 4. Caixa e equivalente de caixa

Caixa Bancos conta movimento

2.014 1.394,02 279.462,78

Em Reais 2.013 2.100,00 453.127,61

1.054,20 118.358,49 400.269,49

1.054,20 89.750,86 546.032,67

Aplicações financeiras . Banco Safra S.A. . Sicoob Sul

São representadas por numerário mantido na empresa (fundos fixos) para atender a despesas de pouca monta e em contas bancárias de livre movimentação. As aplicações financeiras representam investimentos em contas de poupança. 5. Contas a receber

Duplicatas a receber Outros créditos–Loteamento Cohab e Cooafocal

2.014 4.269.767,74

Em Reais 2.013 4.574.455,13

849.603,11

240.848,81

5.119.370,85

4.815.303,94

A administração entende não ser necessária a constituição de provisão para perdas na realização de créditos em adição às baixas de contas consideradas incobráveis, normalmente efetuadas ao longo do exercício social. 6. Estoques Em Reais 2.014

2.013

Açúcar

8.267.765,46

8.123.302,68

Álcool

5.881.795,27

12.519.101,28

Melaço

156.767,46

182.274,73

Almoxarifado

1.402.793,78

1.841.424,78

Cus tos indus triais incorridos a apropriar

2.215.035,21

1.740.012,36

15.980.558,36

8.136.481,30

Materiais de produção

917.838,86

1.373.479,98

Outros

548.580,76

182.652,87

35.371.135,16

34.098.729,98

Adiantamentos a fornecedores

7. Ativo Biológico

Custo agrícola incorrido a apropriar

2014

Em reais 2013

3.119.443,55

3.026.409,71

Culturas permanentes–Cana Planta Culturas permanentes–Cana Soca Parcela circulante Parcela não circulante

927.141,33

1.294.783,53

4.535.246,52

2.918.485,62

8.581.831,40

7.239.678,86

(3.119.443,55)

(3.026.409,71)

5.462.387,85

4.213.269,15

Para atender ao requerido pelo CPC 29 (IAS 41) Ativo Biológico e Produto Agrícola é apresentada a reconciliação do total contabilizado de custos agrícolas incorridos e culturas permanentes: Em reais 2.013

2 .014 Ativo circulante No início do exercício Custos do exercício Apropriação p/ colheita Baixas da lavoura Transf. p/ não circulante No fim do exercício Composição dos custos Salários e encargos sociais Materiais Serviços de terceiros Depreciação Outros custos

Ativo não virculante No início do exercício Transferido do circulante Outras adições Baixas do exercício Exaustão do canavial Ajuste valor atribuido

3.026.409,71 15.214.162,11 (15.005.057,06 ) (116.071,21) 3.119.443,55

2.432.947,31 11.671.063,42 (9.981.66 5 ,3 1) (31.438,56) (1.064.497,15) 3.026.409,71

2.681.532,76 6.111.906,41 2.720.728,05 3.202.698,24 497.296,65 15.214.162,11

3.799.792,09 5.021.688,65 546.726,74 1.737.539,34 565.316,60 11.671.063,42

2.014

Em reais 2.013

4.213.269,15 116.071,21

3.870.124,23 1.064.497,15 177.379,37 (15.444,44) (1.112.780,51) 229.493,35 4.213.269,15

(1.237.625,42) 2.370.672,91 5.462.387,85

Para fins de determinação do valor atribuído das culturas permanentes de cana-de-açúcar, foi utilizado o cálculo do valor justo pelo método do fluxo de caixa futuro descontado nos ativos biológicos correspondentes às soqueiras que geram várias colheitas e a canade-açúcar em pé. De acordo com as práticas contábeis, esses dois componentes devem ser apresentados como um único ativo–culturas permanentes–no balanço patrimonial, uma vez que a produção agrícola não pode ser reconhecida separadamente do ativo biológico a que se refere até a colheita. As culturas permanentes representam apenas as plantas de cana-de-açúcar, sem considerar as terras nas quais estão localizadas. As seguintes premissas foram utilizadas na determinação do valor justo:

Área estimada de colheita (hectares) Produtividade prevista (toneladas de cana/hectare) Quantidade total de açúcar recuperável–ATR (Kg) Valor do Kg de ATR–R$ Taxa de desconto (SELIC)

2014 2.521,33 46,84 128,72 0,57 11,57

2013 2.471,03 63,34 128,72 0,52 9,77

A empresa mantém sistema de custo integrado com a contabilidade geral para o controle dos custos incorridos com as culturas permanentes de cana-de-açúcar, aí incluídas as atividades de plantio, manutenção de lavouras e reforma do canavial, individualizados por quadra de cana plantada. O total dos custos acumulados no período de entressafra com a manutenção do canavial é apropriado ao custo agrícola com base em informações fornecidas pela gerência agrícola, sobre as quadras do canavial efetivamente colhidas e são apropriados por exaustão com base nos seguintes critérios, baseados em percentuais determinados com base em estudos agrícolas e fundamentados na redução gradual da produtividade da cana por hectare a cada corte:

1º 2º 3º 4º

Corte Corte Corte Corte

Baixadas e tabuleiros 29,40 23,52 19,17 16,16

Exaus tão Morros 25,65 17,95 15,39 12,82

por safra em % Áreas de gotejamento 10,28 9,75 9,28 8,81

5º Corte 6º Corte 7º Corte 8º Corte 9º Corte 10º Corte 11º Corte 12º Corte 13º Corte

11,75

100,00

ES de Fato, Sexta-Feira, 10 de Julho de 2015

10,25 8,97 8,97

informe

Baseada nas expectativas de êxito e os cálculos fundamentados acima, a administração reconheceu o crédito em 2014. Cumpre ressaltar que não se configura nenhuma hipótese pela qual o crédito reconhecido pelos valores acima indicados não tenha a sua realização assegurada, pelo menos, através da liquidação das operações de crédito agrícola que foram incluídos no processo de renegociação Plano Especial de Saneamento de Ativos (PESA), que se encontram devidamente provisionados nas demonstrações financeiras.

8,34 7,94 7,54 7,21 6,81 6,48 6,14 5,87 5,55 100,00

100,00

12. Imobilizado

A companhia está sujeita a riscos inerentes à sua atividade operacional preponderante, dentre osquais podem ser destacados: (a) Riscos regulatórios e ambientais: foram estabelecidos procedimentos e rotinas convergentes com as condicionantes e licenças operacionais e ambientais para garantir o seu cumprimento. As determinações da legislação trabalhista relacionadas com a execução dos trabalhos rurais e a utilização de mão de obra temporária durante o período de safra, também são objeto de acompanhamento pelos encarregados de turmas e técnicos de segurança do trabalho. A Administração realiza reuniões para o acompanhamento dessas questões e para reiterar a aderência às normas e procedimentos vigentes, como forma de prevenir a materialização de tais riscos; (b) Riscos climáticos e diversos: as atividades agropecuárias estão sujeitas a riscos diversos decorrentes de mudanças climáticas, pragas e doenças, incêndios acidentais e outras circunstâncias naturais impossíveis de serem previstas. A Administração emprega seus melhores esforços na supervisão constante das lavouras, empreendendo ações como irrigação artificial de áreas de lavoura, permanente pesquisa e seleção de variedades mais adequadas ao clima local e com potencial para melhorar o rendimento agrícola e o teor de sacarose a elas associado, entre outras medidas; (c) Riscos de oferta e demanda: não obstante as políticas quanto à justa precificação das compras de cana-de-açúcar feitas perante os fornecedores existem fatores externos decorrentes das circunstâncias de demanda e oferta dos produtos resultantes, (açúcareálcool anidro ou hidratado), cujos preços efetivamente obtidos na comercialização são determinantes para a valorização do Açúcar Total Residual (ATR), usado para precificar a cana-de-açúcar comprada. 8. Impostos a recuperar Em reais 2013

2014 Contribuição social sobre o lucro a recuperar Imposto de renda a recuperar Crédito de ICMS sobre compras de ativo imobilizado IPI a recuperar PIS Outros Parcela não circulante . Créditos fiscais a compensar . Imposto de renda e contribuição social diferidos Parcela circulante Representada por: . Impostos a recuperar . Créditos fiscais a compensar

7.159.994,58 20.465.322,93 204.536,04 7.630.198,14 2.310.854,48 2.177.411,68 39.948.317,85

6.163.596,50 17.753.919,98 282.146,73 7.211.879,97 2.021.290,03 1.064.736,48 34.497.569,69

(6.876.237,72) (6.656.956,59) (25.219.963,31) (21.593.606,47) 7.852.116,82 6.247.006,63

6.450.270,18 4.826.260,43 1.401.846,64 1.420.746,20 7.852.116,82 6.247.006,63 Em 24 de março de 1999, foi obtida reforma de sentença judicial que passou a assegurar à companhia o direito de reconhecer alíquota “zero” de IPI nas suas vendas de açúcar a partir de janeiro de 1992, e que assegurou a antecipação de tutela quanto à compensação dos valores pagos com demais obrigações tributárias federais. Em 2009 foi proferida decisão pelo TRF, anulando os efeitos da reforma de sentença de 1ª Instância que concedia alíquota “zero” de IPI. Os autos foram devolvidos à vara de origem para que fosse ouvida a parte contrária e para que o Juiz daquela instância, novamente decidisse sobre a questão da alíquota “zero”. Por conta disso a companhia reconheceu e incluiu em parcelamentos, todo o IPI não destacado em suas Notas Fiscais de venda de açúcar, no período abrangido pela decisão anulada. O referido julgamento do TRF não contemplou a questão do direito aos créditos reconhecidos pela companhia e sobre a antecipação de tutela quanto à sua utilização, os quais permaneceram vigentes até julgamento posterior. Adicionalmente ao descrito no parágrafo precedente, a companhia ao aderir ao parcelamento previsto pela Lei nº 11.941/2009, optou por também incluir tributos anteriormente compensados com os créditos de IPI, reconstituindo aquele crédito fiscal. A companhia apresentou Recurso alegando (i) que a nulidade da sentença dos Embargos de Declaração opostos foi objeto de Recurso Especial ainda pendente de julgamento no STJ o que impossibilitaria o prosseguimento do feito; (ii) ofensa ao princípio do contraditório; (iii) que a sentença deveria limitar-se a declarar o direito, ou não à repetição do indébito, sendo defeso a manifestação sobre a integral utilização, ou não, do crédito fiscal; (iv) ofensa ao princípio da seletividade em razão da essencialidade do produto e por fim requerendo o provimento do Recurso para que fosse anulada a sentença, com o aguardo do Recurso Especial pendente de julgamento no STJ, anulação da sentença para retirar todos os comandos que implicassem no afastamento do “andebeatur”, reforma da sentença para que seja declarado o direito à repetição de indébito do IPI até o advento do Decreto 7947/2013 que fixou alíquota “zero” ao produto. Em julgamento proferido em 14 de outubro de 2014, foi negado provimento ao Recursoapresentado pela companhia, concluindo os julgadores pela improcedência da causa na apreciação do mérito. Embargos de Declaração apresentados, foram julgados em 9 de dezembro de 2014, tendo sido negados. Não obstante a administração da companhia acredite no desfecho favorável do Recurso Especial 592.145, impetrado por outra Usina, a ser julgado pelo STF, com repercussão geral reconhecida, no que se refere ao princípio constitucional da seletividade em função da essencialidade, bem como dos seus recursos apresentados ao julgamento de dezembro de 2014, foi tomada a decisão de, conservadoramente, constituir provisão em 2014, para eventual risco de perda do crédito de IPI no montante de R$ 27.484.702,73 (Nota 19), mantendo, entretanto, os créditos relativos ao período abrangido pela IN RFB 67/1998, sem provisionamento.

Imobilizado tangível Terrenos e propriedades Benfeitorias em propriedades rurais Veículos Edifícios e residências Máquinas e equipamentos Destilaria de álcool Bens dos setores administrativos Outros bens Imobilizado em Formação

Certificados do Tesouro Nacional Deságio na aquisição, a apropriar

Em reais 2013 31.860.055,12 (4.178.851,33) 27.681.203,79

Com base na Resolução no 2.471/98 do Banco Central do Brasil, a companhia securitizou suas dívidas decorrentes de operações de Cédula de Crédito Agrícola, mediante a aquisição no mercado secundário de Certificados do Tesouro Nacional, com vencimento para 20 anos, pelos quais pagou cerca de 10,3% do valor de face dos financiamentos. Tais títulos estão sujeitos à atualização com base no IGP-M e o deságio pago na sua aquisição vem sendo anualmente amortizado. Os referidos Certificados não são comercializáveis e destinam-se ao pagamento dos montantes do principal dessas dívidas. 10. Indenização transitada em julgado Em 10 de setembro de 2009, transitou em julgado, em última instância, Ação Ordinária em que a companhia demandava da União, como sucessora do Instituto do Açúcar e do Álcool, indenizações em função de perdas decorrentes de intervenção no domínio econômico, ao amparo da Lei nº 4.870/1965. A companhia ajuizou, então, ação de liquidação de sentença, peticionando fosse a mesma liquidada segundo a modalidade de arbitramento, tomando por referência valores apurados em Laudo, produzido durante a fase probatória do feito original. Não tendo o Juiz acolhido o pleito de liquidação por arbitramento, determinou a realização de nova Perícia para a apuração do montante devido, já líquido de eventuais ganhos que a companhia pudesse ter auferido com a compra de matérias-primas de seus fornecedores, por valores também minorados. Os novos trabalhos periciais apuraram o montante já líquido, à época de sua elaboração, da ordem de 17,7 milhões. O juízo sob o qual tramita a ação homologou o laudo pericial. Diversos recursos e embargos propostos pela União foram indeferidos. A realização do referido crédito cujo montante atualizado é de R$ 20,9 milhões, terá sua liquidação determinada tão logo seja julgado no STJ agravo interposto pela União que está, no momento, obstruindo o andamento da liquidação. 11. Crédito da repetição de indébito de financiamentos Em 2009, como resultado de sentenças obtidas e, baseada no julgamento de seus consultores jurídicos quanto à expectativa de êxito com relação à plena quitação da operação de financiamento Cédula de Crédito Industrial, tal obrigação foi considerada extinta e excluída dos registros contábeis da companhia. Reiteradamente todas as apelações, apresentadas pela Instituição Financeira, vem sendo denegadas, estando atualmente o referido processo no STJ. O entendimento dos consultores jurídicos é de que existe expectativa real de serem mantidas todas as vitórias até aqui alcançadas. Tomando por base essa circunstância e tendo por referência as sentenças já obtidas e mantidas, foi contratada uma Perícia especializada que, considerando cada condenação expressa nas sentenças, valorizou o crédito da companhia como segue: Situação Em aberto (indébito) Quitados (restituição)

Descrição Crédito industrial Crédito industrial Crédito industrial Crédito industrial

Objeto 96/20000-6 93/00107-X 87/00679-0 93/00008-1

Saldo calculado 28.120.217,97 934.486,57 733.162,38 29.787.866,92

Em reais Valor líquido contábil 2013 49.898.878,88 5.370.624,21 2.954.539,92 18.706.063,05 96.439.834,93 14.416.377,41 811.119,72 93.588,42 1.203.785,55 189.894.812,09

2014 49.898.878,88 4.907.367,93 2.657.553,31 17.675.292,43 94.248.204,85 14.015.804,14 716.277,76 93.588,42 1.438.676,10 185.651.643,82

As variações verificadas nos principais componentes no exercício são como abaixo: Em reais Imobilizado tangível Exercício de 2014 Terrenos e propriedades Benfeitorias em propriedades rurais Veículos Edifícios e res idências Máquinas e equipamentos Des tilaria de álcool Bens dos s etores adminis trativos Outros bens Imobilizado em Formação

Saldo inicial

Adições

Baixas

49.898.878,88

Saldo final 49.898.878,88

8.494.109,52

8.494.109,52

6.841.937,80 27.564.013,51

460.598,40 22.618,30

125.742.102,61

1.142.487,70

17.827.829,23

1.260,41

2.049.111,63 141.075,71

84.508,14

104.490,23

7.198.045,97 27.586.631,81 126.884.590,31 17.829.089,64

1.480,00

2.132.139,77 141.075,71

1.203.785,55

263.648,36

28.757,81

1.438.676,10

239.762.844

1.975.121,31

134.728,04

241.603.237,71

72.559,97

(3.586.741,59) (4.540.492,66) (9.911.339,38)

605,74

(32.636.385,46)

Depreciação acumulada Exercício de 2014 Benfeitorias em propriedades rurais (3.123.485,31) (463.256,28) Veículos (3.887.397,88) (725.654,75) Edifícios e res idências (8.857.950,46) (1.053.388,92) Máquinas e (29.302.267,68) (3.334.723,52) equipamentos Des tilaria de álcool (3.411.451,82) (401.833,68) Bens dos s etores adminis trativos (1.237.991,91) (178.042,72) Outros bens (47.487,29) (49.868.032,35) (6.156.899,87)

(3.813.285,50) 172,62 73.338,33

(1.415.862,01) (47.487,29) (55.951.593,89)

(a) Provisão para redução ao valor recuperável: Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2014 foram aplicados procedimentos de aferição do valor recuperável dos ativos, não tendo sido identificados indícios de que alguma classe de bens possa estar registrada por valor superior ao de realização. Corrobora tal análise o resultado apurado pela empresa interligada na desapropriação de propriedade agrícola em 2010 assim como a indenização recebida por desapropriação efetuada pela Prefeitura Municipal de Itapemirim em 2012, o orçamento financeiro e operacional da empresa e a projeção de geração futura de caixa. (b) Terrenos e propriedades possuem um mercado ativo de comercialização e segundo a avaliação da Administração, os respectivos valores pelos quais estão registrados representam os correspondentes valores recuperáveis. Para os demais ativos, sujeitos à depreciação, a experiência pretérita baseada nas operações da companhia sugere que nenhum valor residual significativo seja apurado ao final da vida útil, razão pela qual a depreciação é calculada sobre a totalidade de tais bens. (c) Garantias de empréstimos e financiamentos e de parcelamentos de tributos: foram oferecidos em penhor cedular, equipamentos industriais, avaliados em R$ 9,2 milhões e hipotecas de fazendas: (i) de propriedade da empresa – Paineiras (1.242,49 ha), Pedra (1.122,46 ha), Barra Seca (659,77 ha), Limão (656,26ha) e Coqueiro (46,51 ha) e (ii) fazendas da empresa interligada Agropecuária Carvalho Britto S.A.–Muqui/Lancha (2.669,50), Ouvidor (2.602,73 ha), Boa Vista (1.004,44 ha), Hugo Zago (136,86 ha) e José Coelho (77,44 ha). 13. Fornecedores

Fornecedores de cana-de-açúcar Fornecedores de serviços e materiais Outros fornecedores

9. Títulos federais 2014 32.845.604,93 (3.637.308,01) 29.208.296,92

13

Em reais 2013 18.447.434,15 1.110.197,30 26.077,76 19.583.709,21

2014 26.082.909,41 738.891,67 31.325,05 26.853.126,13

A Administração entende que não existe risco significativo de exposição a riscos de moeda e liquidez relacionados com as contas a pagar a fornecedores e demais contas a pagar. Da mesma forma, não são efetuadas compras pagáveis em parcelas prefixadas por prazo que justificasse a aplicação de um método financeiro para a redução dessas obrigações ao seu valor presente de liquidação. 14. Salários e encargos sociais Salários a pagar Provisão de férias Pensão alimentícia Instituto Nacional do Seguro Social–INSS Instituto Nacional do Seguro Social– INSS–Parcelamento Instituto Nacional do Seguro Social– INSS–Produtor Rural Fundo de Garantia por Tempo de Serviço–FGTS Participação nos resultados Salários não reclamados e outros Parcela não circulante Parcela circulante

2014 255.603,13 1.089.995,47 4.705,02 2.739.041,94

Em reais 2013 292.979,00 1.353.316,45 8.648,90 350.523,31

1.460.296,60

2.220.150,25

71.312,83

52.090,32

195.919,87 220.421,69 21.062,78 6.058.359,33 (773.685,08) 5.284.674,25

110.445,58 386.407,01 9.849,98 4.784.410,80 (1.322.961,85) 3.461.448,95

15. Obrigações tributárias Normais ICMS a recolher ICMS substituição tributária ICMS–diferencial de alíquota Imposto de renda retido na fonte Outros Contribuição para financiamento da Seguridade Social–COFINS FUNRURAL CIDE sobre álcool combustível Parcelados ICMS Imposto sobre produtos industrializados–IPI Tributos Federais–Lei nº 11.941/2009 Saldo a transportar

2014

Em reais 2013

358.753,71 32.200,00 8.568,12 570.311,50 28.876,92

1.349.749,95 43.556,90 6.450,86 549.050,52 31.781,14

31.999,29 541.911,78 37.216,17

31.999,29 4.792,51 37.216,17

1.380.034,79

1.320.266,33 176.325,67 56.822.421,04 60.373.610,38

55.230.866,89 58.220.739,17


14

informe

ES de Fato, Sexta-Feira, 10 de Julho de 2015

Usina Paineiras S.A. - 3 Saldo de transporte Depositados judicialmente FUNRURAL Provisões IRPJ–Avaliação ao Valor Justo

2014 58.220.739,17

Em reais 2013 60.373.610,38

16.372,32 40.012.117,51

16.372,32 40.934.705,82

16. Empréstimos e financiamentos

Financiamentos bancários Banestes S.A Sicoob Sul

Empréstimos para capital de giro Daycoval S/A Daycoval S/A Daycoval S/A Sicoob–contrato 102617-0 Sicoob–contrato 958119 Sicoob–contrato 79797-1 Sicoob–contrato 896153 Financiamentos Securitizados Banco do Brasil S.A.–Principal Banco do Brasil S.A. Bradesco S.A.

CSLL–Avaliação ao Valor Justo

14.413.002,32

14.745.134,10

Parcela não circulante

112.662.231,32

116.069.822,62

. Impostos parcelados . Impostos depositados judicialmente Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos

(49.724.993,25) (16.372,32) (54.425.119,83)

(51.719.175,94) (16.372,32) (55.679.839,92)

(28) 3511-7481

Parcela circulante Representada por: . Impostos a pagar

8.495.745,92

8.654.434,44

1.609.837,50

2.054.597,34

. Impostos parcelados

6.885.908,43

6.599.837,10

8.495.745,93

8.654.434,44

Taxa Cláusula de Atualização

Anual de Juros %

CDI

7,44 6,75

Financiamentos Imobilizado Netafim Brasil Irrigação Ltda. Contas garantidas

es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato

Circulante

Em reais 2013 Não circulante

3.106.219,34

5.593.360,09 678.177,98

7.188.508,99 79.896,05

3.106.219,34

6.271.538,07

7.268.405,04

114.745,67

388.879,52

Circulante

2014 Não circulante

6.055.880,15

6.055.880,15 6,75 CDI

7,44 A 9,77

CDI CDI CDI

8,73 8,73 8,73 18,16 18,02 18,02 18,02

IGP-M Commodities IGP-M

Em garantia dos empréstimos e financiamentos foram oferecidos (i) avais dos administradores e (ii) penhor cedular de equipamentos e hipoteca de propriedades agrícolas como divulgado na Nota 12. Nos termos da Resolução 2471 do Banco Central do Brasil, o débito perante o Banco do Brasil S.A. foi recalculado considerando o índice de rendimento de poupança e juros de 12% a.a. O saldo resultante foi consolidado e seu vencimento repactuado para 2.019. Para garantir o pagamento do principal, a companhia adquiriu quantidade equivalente de Certificados do Tesouro Nacional, com deságio em função do vencimento futuro (10,37% de valor de face). Isto possibilitou a desoneração de parte das garantias reais que asseguram tal empréstimo. Este mútuo passou a ser atualizado com base na variação do IGP-M e está sujeito a juros anuais de 8%, os quais, em caso de adimplência, serão reduzidos para 6% a.a. Empréstimo para capital de giro (antecipação de receitas) obtido perante o Bradesco S.A., foram objeto de operação de securitização de dívida em setembro de 2002. Como resultado o saldo então apurado, da ordem de R$ 8,7 milhões teve seu vencimento repactuado para outubro de 2022, e a empresa adquiriu Certificados do Tesouro Nacional por montante equivalente a 10,37% do montante da dívida, os quais passaram a garantir o pagamento do principal e possibilitaram a desoneração e parte das garantias reais que asseguravam tal empréstimo. Esse mútuo passou a ser atualizado com base na variação do ICP-M , limitado à variação máxima estabelecida de 9,5% e está sujeito a juros anuais de 8% sobre o saldo do principal até R$ 500 mil e de 10% sobre saldo do principal superior a R$ 1 milhão, com possibilidade de redução de até cinco pontos percentuais nas taxas de juros descritas, não podendo a taxa efetiva ponderada dos juros, após a redução decorrente do benefício ser inferior a 3,5% a.a. (taxa efetiva 4,8%). Ajuste a valor presente: As Cédulas de Crédito Rural, objeto das securitizações acima referidas tem o valor de seu principal reduzido ao montante atualizado dos Certificados do Tesouro Nacional–Nota 9–uma vez que a quitação dessas obrigações será efetuada exclusivamente com aqueles ativos. Em 15 de dezembro de 2009 foi proferida sentença na ação revisional que questionava o pagamento em excesso de parcelas de principal e de encargos financeiros em operações de cédula de crédito industrial contratada com o Banco do Brasil S.A. que assegurou à companhia: (a) a redução da taxa de juros ao limite anual de doze por cento; (b) afastar a utilização dos índices IRP, TBF e ANBID; (c) afastar a incidência de comissão de permanência nos contratos em que se apurar, cumulativamente, a cobrança de qualquer fator de correção ou juros moratórios ou juros remuneratórios ou multa; e (d) afastar a incidência da multa prevista no art. 58 do dec. Lei. nº 413/1969 e demais encargos de natureza punitiva nos contratos em que se verificar a cobrança de qualquer um dos encargos ilegais acima referidos. Conclui ainda a sentença que os referidos valores deverão ser repetidos em dobro quando se verificar que o pagamento foi promovido após a vigência do Código de Defesa do Consumidor, ou de forma simples, se antes, tomando por referência a sentença inicial, cujos cálculos ficam remetidos para a fase de liquidação, a ser deflagrada posteriormente. Tomando por referência a sentença obtida e que todas as apelações apresentadas, pela Instituição Financeira, vem sendo denegadas, estando atualmente o referido processo no STJ, o saldo do financiamento que havia sido reduzido a “zero” foi objeto de cálculos por Perito e o montante do crédito em favor da companhia foi registrado como destacado na Nota 11. 17. Crédito presumido Decreto nº 251-R Em decorrência da edição do Decreto nº 251-R, cujo objetivo era assegurar a competitividade da indústria sucro-alcooleira Estadual – principalmente face aos subsídios financeiros concedidos àquelas indústrias localizadas nos Estados do Nordeste do país, a companhia, pelo período de 60 meses contados à partir de setembro de 2000, teria assegurada a fruição de benefício de crédito presumido de ICMS nas vendas de álcool anidro e hidratado. Findo tal período, iniciar-se-ia um prazo de carência de 36 meses, após o qual seria iniciada a fase de amortização que se estenderia pelo prazo de 96 meses. Em janeiro de 2003, o governo estadual então empossado decidiu pela suspensão de todos os benefícios e incentivos. Não tendo sido restabelecido o benefício, o saldo da fruição gozada pela companhia até aquela

7.509.797,95

4.376.247,13

1.321.605,41 670.325,61 1.410.025,40 437.874,33

2.146.132,99

524.250,73 762.367,56

8,00 3,00 4,80

3.839.830,75

-

3.432.751,28

-

192.369,41

198.222,56 198.222,56 17.603.731,41

15.368.197,05 380.225,78 17.458.008,08 33.206.430,91 36.312.650,25

15.702.684,84 380.225,78 16.205.188,66 32.288.099,28 39.945.383,84

data foi, nos termos originalmente estipulados, atualizado com base em fator equivalente a 25% da variação nominal do INPC e calculados os juros previstos de 3% a.a. O período de amortização iniciou- se em setembro de 2008 e, nos termos previstos, deverá se estender até 2016. 18. Operações com partes relacionadas Passivo não circulante Agropecuária Carvalho Britto S.A. Obrigações perante acionistas Empréstimo de acionista Claudio C. B. Vital Brazil Régis Souza de Carvalho Britto Outras obrigações Régis Souza de Carvalho Britto Ruy Vital Brasil Filho

Indexador

2.014

Em Reais 2.013

TR

25.727.088,04

23.121.483,03

IPCA Poupança

260.708,66 28.814,80 57.637,20 1.300,00 348.460,66

57.637,20 1.300,00 58.937,20

Os saldos decorrem de contratos de mútuo celebrados pela companhia com empresa interligada e com acionistas. Durante o exercício foram adquiridas 127 mil (2013 – 155 mil) toneladas de cana-de-açúcar no valor de R$ 8.133 mil (2013 – R$ 8.855 mil), da Agropecuária Carvalho Britto S.A. 19. Seguros A administração, com base em estudos realizados por assessoria em seguros, decidiu estabelecer cobertura para seus bens baseada no conceito de “cobertura a primeiro risco absoluto”. Esse conceito busca estabelecer uma cobertura abrangente para toda a empresa, levando em conta a descentralização de suas atividades. As apólices de seguro mantidas pela empresa proporcionam coberturas para bens administrativos e operacionais, no valor de R$ 44 milhões. A administração adota o critério de não contratar seguro para as culturas permanentes.

Regis Souza de Carvalho Brito Diretor Presidente

Antonio Carlos de Freitas Diretor de Negócios

Alcides Zerbone Soares Contador CRC nº 2.567/0.6 CPF nº 195.896.977-04 Relatório dos Auditores Independentes sobre as informações suplementares Aos Acionistas e Administradores Usina Paineiras S.A. 1 Examinamos as demonstrações contábeis da Usina Paineiras S.A. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela

192.369,41 14.387.651,56

data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis 2 A administração da empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes 3 Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos aplicados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião 4 Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Usina Paineiras S.A. em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Restrição sobre distribuição 5 As demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, apresentadas para fins de comparação, foram por nós auditadas e nosso relatório datado de 30 de maio de 2014 não conteve ressalvas. Vitória, 15 de maio de 2015

C.F.A.Consultoria, Finanças e Auditoria Independente S/S CRC-ES 2.017/O-4

Albert Anthony Sholl Sócio Contador CRC-ES 8.894/O-7


(28) 3511-7481

ES de Fato, Sexta-Feira, 10 de Julho de 2015

www.jornalfato.com.br facebook.com/espiritosanto.defato

informe

15

Agro Pecuária Carvalho Britto S.A. - CNPJ: 27.186.915/0001-90 RELATÓRIO DA DIRETORIA

Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro (Reais)

Senhores Acionistas, Atendendo à disposição legais e estatutárias, submetemo-nos à apreciação de V. Sªs. o balanço, as correspondentes demonstrações contábeis do exercício, das mutações do patrimônio líquido, fluxo de caixa e notas explicativas, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014. Colocamo- nos ao inteiro dispor dos Senhores Acionistas para, quaisquer esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários. Aproveitamos ainda para renovarmos nossos agradecimentos pela confiança depositada.

Balanço patrimonial em 31 de dezembro (Reais) Nota ATIVO Circulante Caixa e equivalente de caixa Contas a receber Ativo biológico e produto agrícola Almoxarifado e outros estoques Impostos a recuperar Adiantamentos a emp regados Demais ativos circulantes

Não circulante Créditos perante empresa ligada Títulos federais I. de renda e C. social diferidos Depósitos judiciais Ativo biológico Imobilizado tangível

2014

4 5 6 7

8 9 7 14 6 10

2013

18.718,29 1.796.858,11 10.809.181,34 47.659,34 264.501,74 115.258,48 49.064,24

37.833,22 2.337.420,97 8.534.308,58 86.824,64 127.037,22 83.122,95 17.615,03

13.101.241,54

11.224.162,61

25.727.088,04 23.121.483,03 14.057.435,88 13.358.458,80 20.483.749,20 18.006.246,56 1.279.210,02 932.255,01 12.839.738,51 10.499.472,84 166.188.514,97 165.398.117,62

Nota PASSIVO Circulante Salários e encargos sociais Provisões trabalhistas Contribuições sociais parceladas Obrigações tributárias Impostos parcelados Empréstimos e financiamentos Demais passivos circulantes

Não circulante Empréstimos e financiamentos INSS em disputa judicial I. de renda e C. social diferidos Empréstimo de sócio Provisão para contingências

11 11 11 12 12 13

13 11 12 14

2014

2013

497.506,83 565.734,56 14.005,94 20.838,55 3.059.830,98 251.888,32

682.775,37 1.112.202,64 248.118,14 46.796,14 68.229,90 1.381.547,01 101.490,91

4.409.805,18

3.641.160,11

29.561.647,08 1.138.781,10 47.631.760,72 8.404,56 321.955,64

20.452.177,90 882.891,00 47.769.649,27 756.882,79

78.662.549,10

69.861.600,96

24.757.273,29 48.163.984,97

24.757.273,29 46.329.130,59

97.683.365,62

97.951.031,52

15 253.676.978,16 242.540.196,47

6

Pecuária Impostos e deduções sobre vendas Custo do gado vendido

6

Lucro (prejuízo) bruto Despesas (receitas) operacionais Administrativas e gerais Honorários dos administradores Despesas financeiras Receitas financeiras

17 18 18 19 19

Outras despesas Outras receitas Contingências provisionadas (revertidas) Contribuição social sobre o lucro líquido

2.014

2.013

8.214.764,46 (255.916,30) (11.962.840,49)

8.855.062,89 (234.354,70) (11.726.546,59)

(4.003.992,33)

(3.105.838,40)

1.885.638,24 (53.738,57) (1.756.418,48)

1.296.002,59 (36.936,05) (1.359.444,76)

75.481,19

(100.378,22)

(3.928.511,14)

(3.206.216,62)

1.314.899,87 85.666,07 1.774.922,37 (181.007,43)

1.495.715,72 128.642,20 1.605.077,02 (214.986,24)

4.077.216,48 (9.819.353,99) (434.927,15) (655.809,52)

2.957.691,79 (4.094.140,23) 318.543,10 (640.029,66)

(3.838.393,30)

1.556.513,70

(90.117,84)

(4.762.730,32)

(72.972,05) 176.251,15 103.279,10

44.342,38 44.342,38

Lucro líquido (prejuízo) antes do imposto de renda Imposto de renda

13.161,26 1.821.693,12

(4.718.387,94) 1.777.860,18

170.604.623,88 169.037.435,40

Lucro líquido (prejuízo) do exercício

1.834.854,38

(2.940.527,76)

253.676.978,16 242.540.196,47

Lucro (prejuízo) por lote de mil ações do capital no fim do exercício

65,98

(105,74)

240.575.736,62 231.316.033,86 Patrimônio líquido Capital social Reservas de lucros Ajustes da adoção da Lei 11.638/2007

Nota Receita bruta de vendas Cana-de-açúcar Impostos e deduções sobre vendas Custo da cana vendida

Lucro (prejuízo) operacional preliminar Efeitos inflacionários Variações monetárias passivas Variações monetárias ativas

As notas explicativas integram as demonstrações financeiras

Demonstração das mutações do patrimônio líquido (Reais)

Em 1o de janeiro de 2013 Reversão por baixa e depreciação Prejuízo do exercício Reversão de reservas para absorver prejuízos

Capital social 24.757.273,29

Legal 2.332.151,20

Reserva de Lucros Para Lucros a contigências realizar 24.407.603,07 4.193.185,04

Para reinvestimentos 18.336.719,04

Ajustes da adoção da Lei nº. 11.638/2007 98.214.309,54 (263.278,02)

(2.940.527,76) 2.940.527,76

(2.940.527,76)

Em 31 de dezembro de 2013 Revers ão por baixa e depreciação Lucro líquido do exercício Apropriação do lucro: . Reserva legal . Lucros a realizar

24.757.273,29

Em 31 de dezembro de 2014

24.757.273,29

2.332.151,20

24.407.603,07

1.252.657,28

Lucros (prejuízos) acumulados -

18.336.719,04

97.951.031,52 (267.665,90)

1.834.854,38

91.742,72 2.332.151,20

24.407.603,07 48.163.984,97

1.743.111,66 2.995.768,94

Total 172.241.241,18 (263.278,02) (2.940.527,76)

169.037.435,40 (267.665,90) 1.834.854,38

(91.742,72) (1.743.111,66) 18.336.719,04 97.683.365,62

-

170.604.623,88

As notas explicativas integram as demonstrações financeiras

Demonstração do fluxo de caixa (Reais) 2.014

2.013

1.834.854,38

(2.940.527,76)

1.046.082,20 1.999.654,84

Fluxo de caixa das: Atividades operacionais Lucro (prejuízo) do exercício Ajustes para reconciliar o lucro líquido à geração de caixa: . Depreciação . Exaustão e depreciação - ativo biológico . Valor residual de imobilizado baixado . Valor residual de ativo biológico baixado . Valor atribuído de ativos biológicos . Realização de ajustes via depreciação e baixas . Encargos financeiros não circulantes e ajustes ao valor presente Lucro (prejuízo) ajustado

178.254,96 (3.649.799,60) (405.554,45) (360.340,57) 643.151,76

627.643,52 1.628.785,00 130,93 320.694,48 1.758.713,10 (398.906,09) 1.264.061,52 2.260.594,70

Variações em ativos e passivos operacionais . Contas a receber comerciais . Ativo biológico . Estoques . Salários e encargos sociais . Impostos a pagar, líquidos de créditos fiscais . Demais ativos e passivos líquidos . Recursos (Aplicados) gerados nas operações

540.562,86 (3.143.249,63) 39.165,30 (1.056.913,73) (2.709.154,65) (348.114,48) (6.034.552,57)

(736.928,92) (3.162.065,62) (43.863,00) 44.083,51 (2.612.784,99) 368.103,87 (3.882.860,45)

Atividades de investimento . Investimento financeiro de curto prazo . Aquisição de imobilizado . Recursos (aplicados) gerados nos investimentos

(1.836.479,55) (1.836.479,55)

(1.394.892,17) (3.063.476,35) (4.458.368,52)

Atividades de financiamento Novos empréstimos e financiamentos Créditos perante partes relacionadas Recursos (aplicados) gerados nos financiamentos Aumento (redução) no caixa e equivalentes Caixa e equivalentes no início do exercício

10.404.687,26 (2.552.770,07) 7.851.917,19 (19.114,93) 37.833,22

2.425.645,97 5.054.030,64 7.479.676,61 (861.552,36) 899.385,58

18.718,29

37.833,22

Caixa e equivalentes no fim do exercício As notas explicativas integram as demonstrações financeiras

Notas explicativas às demonstrações financeiras 1. Contexto operacional A companhia, constituída sob a forma de sociedade por ações de capital fechado, possui sede na Fazenda Perobas, Município de Itapemirim – ES, dedica-se à atividade agropastoril, preponderantemente à cultura de cana-de-açúcar e à criação de gado bovino, sendo suas atividades desenvolvidas em fazendas localizadas no Estado do Espírito Santo e Minas Gerais, com área total de 9.747 hectares. A exploração da cultura de cana-de-açúcar é feita de modo integrado com aempresa interligada Usina Paineiras S. A., que absorve a totalidade de sua produção. 2. Base de preparação (a) Declaração de conformidade As demonstrações financeiras são apresentadas em observância às práticas contábeis adotadas no Brasil, baseadas nas disposições da Legislação Societária, em particular a Resolução CFC nº 1.255/2009 que aprovou a NBC TG 1.000 – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, aplicada em conjunto com a Resolução CFC nº2013/NBCTG 29(R1) - Ativos Biológicos e Produtos Agrícolas.Desse modo, a aplicação na extensão praticável dos dispositivos dasreferidas Resoluções assegura a convergência às normas internacionais de contabilidade (International Financial Reporting Standards – IFRS) emitidas pela InternationalFederationofAccountants (IFAC). A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pela Administração em 30 de abril de 2015. (b) Base de mensuração As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico com exceção dosseguintes itens materiais reconhecidos no balanço patrimonial: ativos biológicos

e produtos agrícolas, assim como o imobilizado tangível, ambos mensurados ao valor atribuído.

As políticas contábeis descritas em detalhes abaixo, tem sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentados nestas demonstrações financeiras.

(c) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações financeiras de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade é necessário utilizar o melhor julgamento possível para determinar, através de estimativas, critérios e valores para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações financeiras da companhia incluem, portanto, estimativas referentes à seleção das vidas úteis e avaliação de valores recuperáveis do ativo imobilizado, ativos biológicos, estoques, avaliação de passivos contingentes e para impostos incidentes sobre as operações e lucros, provisões necessárias para redução de ativos e passivos aos valores de efetiva realização e outras similares. A liquidação de transações envolvendo estas estimativas poderá apresentar variações em relação aos valores originalmente considerados. Estimativas e premissas são revisadas periodicamente e eventuais efeitos decorrente dessas revisões são reconhecidas no exercício em que a estimativa foi revisada ou em exercícios futuros que venham a ser afetados.

(a) Apuração do resultado O resultado do exercício é apurado pelo regime de competência de exercícios. A receita de venda de produtos é reconhecida no resultado quando todos os riscos e benefícios significativos inerentes ao produto são transferidos para o comprador. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa quanto à sua realização. As deduções de vendas incluem os impostos incidentes sobre as vendas.

(d) Medida Provisória 627 (Lei nº 12.973/2014) A Administração acompanhou as disposições da citada Lei e das Instruções Normativasemitidas pela Receita Federal do Brasil, não identificando motivos significativos para antecipar a adoção dessas medidas, as quais serão implementadas à partir de 1o de janeiro de 2015. 3. Principais políticas contábeis

(b) Instrumentos financeiros A companhia adotou as disposições da Seção 11 da NBC TG 1.000 para fins de reconhecimento e mensuração de instrumentos financeiros. Os principais ativos e passivos financeiros reconhecidos pela empresa são: caixa e equivalentes de caixa, contas a receber comerciais, adiantamentos a fornecedores, impostos a recuperar, fornecedores, empréstimos a coligadas e empréstimos e financiamentos bancários. Tais instrumentos financeiros (c) Ativos circulante e não circulante Um ativo é reconhecido quando se trata de recurso controlado pela entidade, decorrente deeventos passados e do qual se estima que resultem benefícios econômicos futuros. O saldo de caixa e equivalentes de caixa, incluem dinheiro em espécie mantido na empresa, saldos de contas bancárias e aplicações financeiras que possuem liquidez imediata.


16

informe

ES de Fato, Sexta-Feira, 10 de Julho de 2015

es.fato@terra.com.br twitter.com/jornalfato

(28) 3511-7481

Agro Pecuária Carvalho Britto S.A. - 2 Os ativos biológicos são apresentados ao custo médio de aquisição ou de formação, ajustados ao final de cada exercício ao valor atribuído segundo os critérios divulgados na Nota 6.Ativos biológicos são mensurados pelo valor atribuído, deduzidos das despesas de venda. Alterações no valor atribuído são reconhecidas no resultado. Custos de vendas incluem todos os custos necessários para a venda dos ativos. O ativo imobilizado é apresentado pelo valor justo atribuído, apurado com base em avaliação efetuada por peritos avaliadores. A companhia efetua as principais atividades de manutenção em bases anuais, durante o período da entressafra os registrando em custos agrícolas a serem apropriados durante o período de safra, desde que não representem itens que aumentem a vida útil ou a capacidade operacional dos ativos reparados, circunstância em que são capitalizados. A depreciação é apurada pelo método linear e leva em consideração as seguintes vidas úteis estimadas determinadas na citada avaliação: Vida útileconômica (anos) Benfeitorias em propriedades rurais

10

Veículos e implementos agrícolas

5 a 13

Edifícios e residências

10 a 50

Sistema de irrigação

10

Bens dos setores administrativos

7a8

Os demais ativos são apresentados ao valor de custo ou realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos proporcionais auferidos, além de ajustes aos prováveis valores de realização. (d) Passivos circulante e não circulante Um passivo é reconhecido quando a empresa possui uma obrigação legal ou constituída decorrente de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para a sua liquidação. As provisões são registradas tendo por base as melhores estimativas da administração e de seus assessores legais quanto aos riscos envolvidos. Os demais passivos são registrados por seus valores conhecidos ou calculáveis acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações nas taxas de câmbio e variações monetárias incorridas, além de eventuais ajustes aos prováveis valores de liquidação. (e) Demonstração dos fluxos de caixa A demonstração dos fluxos de caixa foi preparada pelo método indireto e está apresentada de acordo com a NBC TG 1.000. 4. Caixa e equivalente de caixa Caixa Bancos conta movimento Aplicações financeitas . Sicoob Sul

2.014

Em Reais 2.013

713,00 5.787,19

600,00 34.240,51

12.218,10

2.992,71

18.718,29

37.833,22

São representadas por numerário em contas bancárias e em fundos fixos de caixa destinados a atender a pequenos pagamentos. As aplicações financeiras representam investimentos em caderneta de poupança.

foi utilizado o cálculo do valor atribuído pelo método do fluxo de caixa futuro descontado nos ativos biológicos correspondentes às soqueiras que geram várias colheitas e a cana-de-açúcar em pé. De acordo com as práticas contábeis, esses dois componentes devem ser apresentados como um único ativo - culturas permanentes - no balanço patrimonial, uma vez que a produção agrícola não pode ser reconhecida separadamente do ativo biológico a que se refere até a colheita. As culturas permanentes representam apenas as plantas de cana-de-açúcar, sem considerar as terras nas quais estão localizadas. As seguintes premissas foram utilizadas na determinação do valor justo:

Área estimada de colheita (hectares) Produtividade prevista (toneladas de cana/hectare) Quantidade total de açúcar recuperável - ATR (Kg)

Provisão de folha de cana-de-açúcar conforme ATRX Títulos a receber

Em Reais 2.013

1.796.664,40 193,71

2.232.580,95 104.840,02

1.796.858,11

2.337.420,97

As contas a receber representam os 30% dos montantes das folhas de pagamento de cana-de- açúcar emitidas durante o período da colheita e que serão recebidas até o mês de maio de 2015, incluindo os ajustes decorrentes da variação dos preços do Açúcar Total Residual (ATR). 6. Ativo Biológico e produto agrícola

Custo agrícola incorrido a apropriar Estoque de gado bovino para venda Culturas permanentes - Cana Planta Culturas permanentes - Cana Soca Matrizes e reprodutores

Parcela não circulante Parcela não circulante

Em Reais 2014

2013

4.359.704,62 6.449.476,72 5.131.390,14 7.132.390,14 575.958,23

3.359.448,87 5.174.859,71 3.633.227,77 6.188.967,34 677.277,73

23.648.919,85

19.033.781,42

(10.809.181,34) 12.839.738,51

(8.534.308,58) 10.499.472,84

Para atender ao requerido pelo CPC 29 (IAS 41) Ativo Biológico e Produto Agrícola é apresentada a reconciliação do total contabilizado de custos agrícolas incorridos e estoque de gado:

2013

2.693,93 51,85 128,72

3.275,96 69,31 128,72

0,57 11,57

0,52 9,77

Valor do Kg de ATR - R$ Taxa de desconto (SELIC)

Com relação ao rebanho bovino, o valor atribuído é marcado a mercado, com base em informações dos preços por arroba (para bois e vacas) praticados na data das demonstrações contábeis, divulgadas em boletim especializado, assim como na estimativa quanto ao peso em arrobas do rebanho, estratificado por faixa etária. A empresa mantém sistema de custo integrado com a contabilidade geral para o controle dos custos incorridos, seja com a pecuária, seja com as culturas permanentes de cana-de-açúcar, aí incluídas as atividades de plantio, manutenção de lavouras e reforma do canavial, individualizados por quadra de cana plantada. O total dos custos acumulados no período de entressafra com a manutenção do canavial é apropriado ao custo agrícola com base em informações fornecidas pela gerência agrícola, sobre as quadras do canavial efetivamente colhidas e são apropriados por exaustão com base nos critérios abaixo, baseados em percentuais determinados com base em estudos agrícolas e fundamentados na redução gradual da produtividade da cana por hectare a cada corte: Exaustão por safra em % Baixadas e tabuleiros 1o Corte 2o Corte 3o Corte 4o Corte 5o Corte 6o Corte 7o Corte 8o Corte 9o Corte 10o Corte 11o Corte 12o Corte 13o Corte

29,40 23,52 19,17 16,16 11,75

5. Contas a receber 2.014

2014

100,00

Morros 25,65 17,95 15,39 12,82 10,25 8,97 8,97

100,00

No início do exercício Custos do exercício Apropriação p/ colheita Custo do gado vendido Baixas da lavoura Perdas por morte Transf. p/ não circulante Ajuste ao valor justo No fim do exercício

Estoque de gado

3.359.448,87 14.930.075,97 (11.962.840,49)

5.174.859,71 1.932.43,43

10,28 9,75 9,28 8,81 8,34 7,94 7,54 7,21 6,81 6,48 6,14 5,87 5,55 100,00

A parte do rebanho correspondente às matrizes, reprodutores e animais de trabalho, representada por 1.723 (2013 – 1.769) cabeças, está apresentada no ativo não circulante. O restante – Estoque de gado bovino para venda – corresponde a3.640(2013 – 3.746) cabeças, sendo apresentado no ativo circulante. A companhia está sujeita a riscos inerentes à sua atividade operacional preponderante, dentre os quais podem ser destacados: (a) Riscos regulatórios e ambientais: foram estabelecidos procedimentos e rotinas convergentes com as condicionantes e licenças operacionais e ambientais para garantir o seu cumprimento. As determinações da legislação trabalhista relacionadas com a execução dos trabalhos rurais e a utilização de mão de obra temporária durante o período de safra, também são objeto de acompanhamento pelos encarregados de turmas e técnicos de segurança do trabalho. A Administração realiza reuniões para o acompanhamento dessas questões e para reiterar a aderência às normas e procedimentos vigentes, como forma de prevenir a materialização de tais riscos; (b) Riscos climáticos e diversos: as atividades agropecuárias estão sujeitas a riscos diversos decorrentes de mudanças climáticas, pragas e doenças, incêndios acidentais e outras circunstâncias naturais impossíveis de serem previstas. A Administração emprega seus melhores esforços na supervisão constante das lavouras e do rebanho bovino, empreendendo ações como vacinações preventivas, irrigação artificial de áreas de lavoura, permanente pesquisa e seleção de variedades mais adequadas ao clima local e com potencial para melhorar o rendimento agrícola e o teor de sacarose a elas associado, entre outras medidas; e (c) Riscos de oferta e demanda: não obstante a totalidade da cana-de-açúcar colhida seja vendida para a empresa ligada Usina Paineiras S.A., a precificação, feita em condições equânimes com os demais fornecedores daquela agroindústria, é fortemente impactada pelas circunstâncias de demanda e oferta dos produtos resultantes, basicamente açúcar, álcool anidro e hidratado, elementos estes determinantes do valor do Açúcar Total Residual (ATR), usado para valorizar a cana-de-açúcar vendida.

Valores em reais 2.013

2.014 Custo agrícola incorrido

Áreas de gotejamento

Custo agrícola incorrido

Estoque de gado

2.833.978,23 15.362.229,43 (11.726.546,59)

4.099.050,96 1.956.032,47

(1.920.241,05)

(68.985,16) (42.931,77) 1.210.520,99

8.534.308,58 16.862.507,40 (11.962.840,49) (1.756.418,48) (46.738,68) (68.985,16) (1.963.172,82) 1.210.520,99

(2.977.371,31)

(110.727,17) (86.105,04) 676.053,25

6.933.029,19 17.318.261,90 (11.726.546,59) (1.359.444,76) (132.840,89) (110.727,17) (3.063.476,35) 676.053,25

4.359.704,62

6.449.476,72

10.809.181,34

3.359.448,87

5.174.859,71

8.534.308,58

(1.756.418,48) (46.738,68)

Composição dos custos Salários e encargos sociais Materiais Serviços de terceiros Depreciação e exaustão Outros custos

Total

(1.359.444,76) (132.840,89)

Total

11.261.143,61 1.081.738,46 1.007.862,74 2.882.479,68 629.282,91

11.956.128,17 1.604.285,02 487.189,19 2.092.093,43 1.178.566,09

16.862.507,40

17.318.261,90

As variações nos Ativos Biológicos classificados no ativo não circulante, Valores em reais 2.014

2.013

Culturas

Matrizes e

Culturas

Matrizes e

permanentes

reprodutores

Total

permanentes

reprodutores

Total

No início do exercício

9.822.195,11

677.277,73

10.499.472,84

10.721.338,83

748.085,91

11.469.424,74

Transferido do circulante

1.920.241,05

42.931,77

1.963.172,82

2.977.371,31

86.105,04

3.063.476,35

-

107.249,52

Outras adições Baixas do exercício

(62.332,55)

(198,37)

(62.530,92)

(77.126,42)

(1.855.601,94)

(144.052,90)

(1.999.654,84)

(1.471.871,78)

2.439.278,61

(2.434.766,35)

12.263.780,28 575.958,23 12.839.738,51 No fim do exercício Para fins de determinação do valor justo das culturas permanentes de cana-de-açúcar

9.822.195,11

Depreciação e exaustão Ajuste ao valor justo

2.439.278,61

107.249,52 (77.126,42) (156.913,22)

(1.628.785,00) (2.434.766,35)

677.277,73

10.499.472,84

7. Impostos a recuperar

Circulante . ICMS a recuperar . Imposto de Renda Retido na Fonte . Parcelamento Lei 11.941/09 pago a maior

Não Circulante . Imposto de Renda Pessoa Jurídica diferido . Contribuição Social sobre Lucro Líquido diferido

2.014

Em Reais 2.013

247.398,59 10.503,15 6.600,00

110.089,59 10.347,63 6.600,00

264.501,74

127.037,22

14.863.219,06 5.620.530,14

13.041.525,94 4.964.720,62

20.483.749,20

18.006.246,56

Os valores de ativo fiscal diferido relativo ao imposto de renda e contribuição social sobre os prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social sobre o lucro líquido foram constituídos com base nas estimativas de sua compensação com as obrigações fiscais decorrentes dos ajustes da adoção inicial da Lei 11.638/2007, considerando ainda a disposição da legislação tributária que confere às empresas agropastoris o direito à compensação integral dos referidos prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social sobre o lucro líquido, sem sujeitar-se à limitação de 30% do resultado tributável, segundo a metodologia do lucro real. 8. Créditos perante empresa ligada 2.014

Em Reais 2.013

25.727.088,04

23.121.483,03

Indexador Ativo não circulante Usina Paineiras S.A.

TR

Os saldos são representados por contrato de mútuo com a empresa ligada Usina Paineiras S.A. Tais mútuos encontram-se devidamente formalizados por contrato e não possuem prazo formal de vencimento. Foram vendidas para a Usina Paineiras S.A. 127 mil (2013 – 155 mil) toneladas de cana-de-açúcar, equivalentes a R$ 8.133 mil (2013 – R$ 8.855 mil). 9. Títulos federais

Certificados do Tesouro Nacional Deságio na aquisição a apropriar

2.014

Em Reais 2.013

14.760.524,88 (703.089,00)

14.237.320,08 (878.861,28)

14.057.435,88

13.358.458,80

Com base na Resolução no 2.471/98 do Banco Central do Brasil, a companhia securitizou suas dívidas decorrentes de operações de Cédula de Crédito Agrícola, mediante a aquisição no mercado secundário de Certificados do Tesouro Nacional, com vencimento para 20 anos, pelos quais pagou cerca de 10,3% do valor de face dos financiamentos. Tais títulos estão sujeitos à atualização com base no IGP-M e o deságio pago na sua aquisição vem sendo anualmente amortizado. Os referidos Certificados não são comercializáveis e destinam-se ao pagamento dos montantes do principal dessas dívidas. 10. Imobilizado

Imobilizado tangível Terrenos e propriedades Benfeitorias em propriedades rurais Veículos e implementos agrícolas Edifícios e residências Sistema de irrigação Bens dos setores administrativos Imobilizado em Formação

2.014

Em reais Valor líquido contábil 2.013

156.701.721,28 115.709,02 3.652.500,74 5.417.922,60 82.797,71 55.601,25 162.262,37

156.701.721,28 121.218,94 2.573.094,43 5.665.855,08 104.855,63 69.109,89 162.262,37

166.188.514,97

165.398.117,62

As variações verificadas nos principais componentes em cada exercício são como abaixo: Exercício de 2014 Custo de aquisição e formação Terrenos e propriedades Benfeitorias em propriedades rurais Veículos e implementos agrícolas Edifícios e residências Sistema de irrigação Bens dos setores administrativos Imobilizado em Formação

Saldo inicial 156.701.721,28 142.379,58 4.180.184,81 6.611.812,32 317.705,79 134.966,89 162.262,37

Adições

Baixas

Em reais Saldo final 156.701.721,28 142.379,58 6.016.664,36 6.611.812,32 317.705,79 134.966,89 162.262,37

1.836.479,55

168.251.033,04

1.836.479,55

- 170.087.512,59

(21.160,64) (1.607.090,38) (945.957,24) (212.850,16) (65.857,00)

(5.509,92) (757.073,24) (247.932,48) (22.057,92) (13.508,64)

(26.670,56) (2.364.163,62) (1.193.889,72) (234.908,08) (79.365,64)

Depreciação acumulada Benfeitorias em propriedades rurais Veículos e implementos agrícolas Edifícios e residências Sistema de irrigação Bens dos setores administrativos

(2.852.915,42) (1.046.082,20)

-

(3.898.997,62)

(a) Provisão para redução ao valor recuperável: Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2014 foram aplicados procedimentos de aferição do valor recuperável dos ativos, não tendo sido identificados indícios de que alguma classe de bens possa estar registrada por valor superior ao de realização. Corrobora tal análise o montante recebido (e respectivo resultado apurado) em decorrência de desapropriação de propriedades agrícolas em 2010 e em 2012, o orçamento financeiro e operacional da empresa e a projeção de geração futura de caixa. (b)Terrenos e propriedades possuem um mercado ativo de comercialização e segundo a avaliação da Administração, os respectivos valores pelos quais estão registrados representam os correspondentes valores recuperáveis. Para os demais ativos, sujeitos à depreciação, a experiência pretérita baseada nas operações da companhia sugerem que nenhum valor residual significativo seja apurado ao final da vida útil, razão pela qual a depreciação é calculada sobre a totalidade de tais bens. (c) Garantias: Em garantia de empréstimos e financiamentos próprios e da empresa interligada Usina Paineiras S.A., foram oferecidas hipotecas das fazendas Ouvidor (2.602,73 ha), Muqui/ Lancha (2.669,5 ha), Boa Vista (1.004,44 ha), José Coelho (77,44 ha), Hugo Zago (136,86 ha),Santa Rita (873,51 ha) e Chavasca (896,70 ha). 11. Salários e encargos sociais

Salários a pagar Salários não reclamados Provisão de férias Participação nos resultados Pensão judicial Contribuições sociais . INSS . FGTS . FUNRURAL a recolher Contribuições parceladas . INSS - NFLD's . INSS - Lei nº 11.941/2009 Contribuição sindical e outros Contribuição depositada judicialmente Parcela não circulante Parcela circulante Representada por: . Salários e obrigações a pagar . Provisões trabalhistas . Contribuições sociais parceladas

2.014 116.490,52 27.879,67 565.734,56 104.908,16 3.628,04

Em Reais 2.013 240.550,00 18.377,67 1.112.202,64 277.102,91 3.689,46

169.792,56 38.577,89 29.072,12

65.899,57 75.802,32 64,64

14.005,94 7.157,87

91.246,58 169.913,88 1.288,80

1.138.781,10 2.216.028,43 -1.138.781,10 1.077.247,33

869.848,68 2.925.987,15 -882.891,00 2.043.096,15

497.506,83 565.734,56

682.775,37 1.112.202,64

14.005,94 1.077.247,33

248.118,14 2.043.096,15


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informe

17

Agro Pecuária Carvalho Britto S.A. - 3 Em Reais

12. Obrigações Tributárias (a) Normais Imposto de renda retido na fonte (b) Decorrentes de avaliação de ativos a valor atribuído

2.013

2.012

20.838,55

46.796,14

35.124.742,11

Imposto de renda

35.023.353,47

Contribuição social

12.608.407,25 12.644.907,16

(c) Parcelados Tributos federais Lei nº 11.941/2009

68.229,90 47.652.599,27 47.884.675,31

Parcela não circulante . Decorrentes de avaliação de ativos a valor atribuido

13. Empréstimos e financiamentos

Em reais Cláusula de Atualização

Financiamentos Imobilizado Bancoob–contrato 487-1/3003/2 Bancoob–contrato 487-1/3003/1 Bancoob–contrato 487-1/3003/5 Daycoval–Finame

Taxa Anual de Juros % 3,00 4,50 3,00 6,50

Financiamento de Capital de giro Sicoob–contrato 633863 Sicoob–contrato 898.187 Sicoob–contrato 879,350 Sicoob–contrato 593498 Sicoob–contrato 102652-0 Banestes–126-14

20.838,55

115.026,04

Representada por: . Impostos a pagar

20.838,55

46.796,14

IGP-M Commodities IGP-M

20.838,55

Circulante

1.160.326,35 1.923.427,45 96.657,27 26.388,52

19.807,47

1.307.322,94

74.821,52

110.000,00 88.312,72

294.432,48

3.206.799,59

94.628,99

1.505.635,66

340.787,27 541.673,95 99.559,38 304.897,42

56.767,33 303.246,43

7.697.835,93 1.286.918,02

360.013,76

6,00 3,00

226.509,16 4.605.759,14 2.865.567,63

14.057.435,88 380.225,78 4.219.349,90 – 3.059.830,98

115.026,04

2013 Não circulante

186.895,71 21.460,89 15.568,73 70.507,15

2.765.398,50 Financiamentos Securitizados Banco do Brasil S.A.–Principal Banco do Brasil S.A.–Securitização Banco do Brasil S.A.–Juros

68.229,90

. Impostos parcelados

Circulante

6,75 18,02 5,50 97.851,12 6,75 7,20 1.531.287,38 7,20 1.136.260,00

-47.631.760,72 -47.769.649,27

Parcela circulante

2014 Não circulante

18.657.011,56

13.358.458,80 380.225,78 4.847.843,90 –

18.586.528,48

29.561.647,08 1.381.547,01

20.452.177,90

Em garantia dos empréstimos e financiamentos foram oferecidos (i) avais dos administradores e (ii) hipoteca de propriedades agrícolas como divulgado na Nota 10 Nos termos da Resolução 2471 do Banco Central do Brasil, o empréstimo perante o Banco do Brasil S.A. foi recalculado considerando o índice de rendimento de poupança e juros de 12% a.a. O saldo resultante foi consolidado e seu vencimento repactuado para 2.019. Para garantir o pagamento do principal, a companhia adquiriu quantidade equivalente de Certificados do Tesouro Nacional, com deságio em função do vencimento futuro. Isto possibilitou a desoneração de parte das garantias reais que asseguram tal empréstimo. Este mútuo passou a ser atualizado com base na variação do IGP-M e está sujeito a juros anuais de 8%, os quais, em caso de adimplência, serão reduzidos para 6% a.a. Ajuste a valor presente: A Cédula de Crédito Rural, objeto da securitização acima referida tem o valor de seu principal reduzido ao montante atualizado dos Certificados do Tesouro Nacional Nota 9 - uma vez que a quitação dessa obrigação será efetuada exclusivamente com aqueles ativos. 14. Seguros A administração, com base em estudos realizados por assessoria em seguros, decidiu estabelecer cobertura para seus bens baseada no conceito de “cobertura a primeiro risco absoluto”. Esse conceito busca estabelecer uma cobertura abrangente para toda a empresa, levando em conta a descentralização de suas atividades. As apólices de seguro mantidas pela empresa proporcionam coberturas para bens administrativos e operacionais, no valor de R$ 3.000.000,00. Adicionalmente, por força de disposições expressas em cláusulas de contratos de financiamento, determinadas máquinas e equipamentos possuem coberturas de seguros específicas. A administração adota o critério de não contratar seguro para as culturas permanentes. Regis Souza de Carvalho Brito Antonio Carlos de Freitas Diretor Presidente Diretor de Negócios Alcides Zerbone Soares Contador CRC-ES 002.567/0.6 CPF nº 195.896.977-04

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores Agropecuária Carvalho Britto S.A. 1 Examinamos as demonstrações contábeis da Agropecuária Carvalho Britto S.A. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. 2 Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. 3 Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos aplicados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da companhia.

Uma auditoria inclui, também, a avaliação das prática contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. 4 Opinião Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Agropecuária Carvalho Britto S.A. em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 5 Outros assuntos As demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, apresentadas para fins de comparação, foram por nós auditadas e nosso relatório datado de 30 de maio de 2014 não conteve ressalvas. Vitória, 15 de maio de 2015.

C.F.A. Consultoria, Finanças e Auditoria Independente S/S CRC-ES 2.017/O-4

Albert Anthony Sholl Sócio Contador CRC-ES 8.894/O-7

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - 3ª VARA CÍVEL FÓRUM DES. HORTA ARAÚJO EDITAL DE CITAÇÃO PELO PRAZO DE 30 DIAS Nº DO PROCESSO: 0068512-86.2012.8.08.0011 AÇÃO: EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL Requerente: MULTIPEL COMÉRCIO DE PAPEIS E EMBALAGENS Requerido: ITAMAZI IND. DE GRANITOS LTDA. MM. JUIZ(A) de Direito da CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - 3ª VARA CÍVEL do Estado do Espírito Santo, por nomeação na forma da lei etc. FINALIDADE DAR PUBLICIDADE A TODOS QUE O PRESENTE EDITAL VIREM que fica (M) devidamente citado (S): o Executado: ITAMAZI IND. DE GRANITOS LTDA, Documento (s): CNPJ: 02.714.058/0001-22, pessoa jurídica de direito privado, estabelecida na Rodovia Cachoeiro x Atílio Vivacqua, s/nº, KM 04, Bairro Rui Pinto Bandeira, nesta cidade. CEP: 29.314-300, atualmente em lugar incerto e não sabido, consoante certificado pelo Sr. Oficial de Justiça, para conhecimento de todos os termos da presente ação para, no prazo de 03 (três) dias, PAGAR a dívida no valor de R$ 1.413,43 (um mil quatrocentos e treze reais e quarenta e três centavos), devidamente atualizada quando da satisfação. ADVERTÊNCIAS a) Prazo: o prazo para contestar a presente ação é de 15 (quinze) dias, a partir do prazo supracitado. b) É dever do executado, no prazo fixado pelo juiz, indicar onde se encontram os bens sujeitos à execução exibir a prova de sua propriedade e, se for o caso, certidão negativa de ônus, bem como abster-se de qualquer atitude que dificulte ou embarace a realização da penhora; C) No caso de integral pagamento no prazo de 03 (três) dias, a verba honorária será reduzida pela metade (art 652-A, parágrafo único do CPC). DESPACHO FL: 1 - Visto em inspeção em 2014. 2 - Acolho o requerimento de ff. 34/35, em razão sobretudo da consulta para atualização de endereço, vide f. 31, ter demonstrado o mesmo que já fora tentado a citação que restou inexitosa, consoante e possível depreender da citação de f. 26/ verso. 3 - Nestes termos, cite-se por edital e com a observância do prazo de 30 (trinta ) dias e das disposições contidas nos arts. 653 e 654 do Código de Processo Civil. 4 - Na hipótese de inércia, nomeio, desde já, Curador Especial, nos termos do art. 9º, II do Código de Processo Civil, um dos doutos defensores públicos que respondem Poe esta 3ª Vara Civil, o qual deverá ser intimado do munus e para a apresentação de respostas, no prazo legal. 5 - Diligencie-se com as formalidades legais. E, para que chegue ao conhecimento de todos, o presente edital vai afixado no lugar de costume deste fórum e, publicado na forma da lei. Cachoeiro de Itapemirim-ES, 29/12/2014. JUAREZ ROCHA CORDEIRO CHEFE DE SECRETARIA Aut. Pelo Art. 60 do Código de Normas


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ENTREVISTA

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O secretário Octaciano Neto concedeu entrevista para a ADI-ES e falou sobre quebra de paradigmas para mudar a agricultura

Quebrando paradigmas na agricultura ADI-ES - Um dos maiores desafios vividos pelos capixabas no primeiro semestre foi crise hídrica, que afeta profundamente a produção agropecuária capixaba. Como está a situação hoje e como a Secretaria enfrenta o problema? Octaciano Neto - Um importante desafio, a crise hídrica. Eu me recordo, meu avô foi para Pedro Canário em 1958 e dizia que foi para lá para abrir fazenda. Na minha infância, eu não entendia o que era abrir fazenda e hoje eu tenho a compreensão que abrir fazenda era desmatar. Então, a década de 50 a 70, patrocinadas pelo governo, nós, produtores rurais de todo Brasil, achávamos que, para produzir mais, tinha que desmatar e diminuir a cobertura florestal. E o tempo mostra que esse erro foi importante. Nós precisamos ampliar a cobertura florestal. Compara: Santa Maria de Jetibá com 40 % de cobertura e Pedro Canário com 4%, e Santa Maria ganha mais dinheiro do que os produtores de Pedro Canário, mesmo tendo menos área para fazer a agricultura final. Então, o grande desafio é exatamente buscar fazer esta quebra de paradigma no governo, focado sempre em pensar na infraestrutura e ter uma quebra de paradigma neste diálogo com os produtores, para o governo colocar uma porção de barragens e reflorestamento. Acho que essa temática foi um grande desafio neste 1º semestre. O que o Governo está fazendo para ampliar o número de barragens no Estado? O Espírito Santo tem 32 mil e 500 barragens. Setenta por cento delas

estão no Norte. Estão lá por obra dos produtores. O governo nunca construiu barragem no Espírito Santo. E por que estão no Norte? Porque o Norte sofria, há muito mais tempo, do que o Sul. Então, a fruto do sofrimento, o produtor investiu para ser mais competitivo. Tem um défict mais intenso do que no Sul. O governo, agora, entre os 20 projetos prioritários do governador Paulo Hartung, é infraestrutura hídrica. Então, o estado está colocando de pé, a partir deste ano, um conjunto de obras para garantir que, nas próximas secas ou nas próximas cheias, impacte menos na vida dos produtores rurais. Como eu disse, são 20 projetos prioritários e nós conseguimos fazer que a barragem fosse um desses projetos. E, especificamente, o Sul. Estamos lançando um projeto com o Bandes para financiamento de duas mil barragens na Bacia do Rio Itapemirim e na Bacia do Rio Itabapoana, para os próximos três anos. Isso será lançado quando? Em setembro, a gente deve fazer o lançamento, no Sul. Estamos esperando o governador anunciar os 20 projetos prioritários. Um deles é a construção de barragens, especificamente no Sul. E por que estamos lançando este projeto com o Bandes e essa construção de barragem especificamente no Sul, no rio Itapemirim e Itabapoana? É pelo déficit de barramento, pelo déficit de infraestrutura hídrica que tem no Sul, como eu falei: este processo histórico que o Norte concentrou mais do que no Sul por razões climáticas. Para o financiamento, também haverá o acom-

panhamento técnico? O governo vai auxiliar tecnicamente os produtores para fazer de forma correta? Sim, auxiliará. A nossa ideia é que o Governo do Estado pague o produtor, inclusive, os projetos para o produtor rural. O produtor financia a construção das barragens. Como o Governo pretende ampliar a cobertura florestal do Estado? Esse trabalho passa pela conscientização dos produtores, certo? É redobrar a aposta realizada no programa reflorestar. O Reflorestar foi implantado no segundo ciclo do governador Paulo Hartung, mas o dinheiro não chegava à mão do produtor. Essa burocracia foi diminuída nesses primeiros seis meses para a gente conseguir avançar. Isso é um trabalho que o governo não dá conta de fazer, todo o reflorestamento. Então, é um trabalho de conscientização, também. O produtor está percebendo que ampliar a cobertura propriedade por propriedade, fazenda por fazenda. A propriedade que tem costa de morro protegida, que é APP protegida, que tem nascente protegida e que tem barragem, vai ganhar mais dinheiro que o produtor que está desmatado. Não é mais Espírito Santo ou Nordeste. É dentro da mesma cidade, do mesmo distrito, propriedade por propriedade. Então, nessas duas frentes, uma ação de governo é também uma ação por parte dos produtores. Vivemos crise financeira muito grande. O estado, consequentemente, sofre o mesmo e teve que fazer cortes. A sua Secretaria também foi atingida, com algumas

obras paralisadas. Uma porque o recurso que está das principais queixas vindo é suficiente para dos moradores do in- concluir todas as 31 obras. terior é com relação à Então, nós vamos reiniciar paralisação das obras todas ao mesmo tempo. do programa Caminhos do Campo. Há previsão Há planos para a ampara que essas obras pliação da telefonia mósejam retomadas? vel no interior? De 2003 a 2013, foram Primeiro iremos pagar a concluídas 117 obras. Dá Vivo. O governo anterior uma média de 10 obras inaugurou 72 antenas de e meia por ano. Somente telefone 3G, no período no ano passado, estavam eleitoral, e deve, para a sendo tocadas 31 obras. As Vivo, R$ 21,3 milhões. obras foram paralisadas Então, a prioridade em em 30 de novembro do 2016 será pagar, porque ano passado. Não adianta todas essas antenas inauvender ilusão para a socie- guradas no período eleidade. Tem que fazer obra toral não foram pagas. E que o governo dê conta de após o pagamento, buscatocar. Não adianta fazer remos retomar o programa política, como foi feito. de telefonia rural que é Tocar 30 obras num ano, fundamental para o hosendo que a capacidade mem do campo. histórica de tocar é de 10 obras? Não tem recursos Um anúncio imporhumanos e nem capacida- tante feito pela Secrede orçamentária para po- taria de Agricultura, no der tocar. Então, o que nós primeiro semestre, foi fizemos. Encaminhamos a construção dos silos para a Assembléia Legis- para armazenamento de lativa e esta criou um fun- milho em Viana. O que do para conseguir concluir esse investimento repreessas obras. Como não senta para os produtores tem recurso do tesouro, a capixabas? gente conseguiu, junto ao É uma parceria com a BNDES, um aporte de 70 Conavi e o governo invesmilhões de tiu 15 milhões 31 obras [do de reais na dereais, para serem conCaminhos do sapropriação. cluídas. E, temos um Campo] serão re- Nós depois de problema sério concluídas, tomadas de forma com a oferta o e s t a d o única de milho. O vai retomar, milho pratidentro da realidade orça- camente está na região mentária, o que é mais im- centro-oeste do Brasil e portante para o produtor. o custo para comprar é o Mais importante para a mesmo para o produtor de sociedade, além de fazer frango do Mato Grosso, obra, é ter assumido um de São Paulo e daqui, do compromisso e honrá-lo. Espírito Santo. A difeE é por isso que o gover- rença está na logística. O nador Paulo Hartung tem que precisávamos fazer essa credibilidade toda era ter uma logística mais no estado. eficiente. O transporte, como é realizado hoje, por Quais critérios serão caminhão, o custo é muito usados? O senhor tem alto. Os silos de Viana obras que estão faltando representam a facilidade 10%... logística. Esse milho e faTodas as 31 obras serão relo de soja virão por trem. retomadas de forma única, Vai baratear o custo para o

produtor. Era estratégico porque o frango, capixaba, hoje, abastece 60% do mercado. Nós temos mercado interno, capixaba, mas temos condições de produzir mais frango no Espírito Santo. Mas isso agarra na questão da competitividade em função deste custo muito alto do frete. Dá para aquecer a avicultura de postura de ovos, que vende para todo o Brasil, hoje. E a gente consegue avançar na suinocultura. Com um silo, temos um posicionamento estratégico, são cinco silos que a Conavi está fazendo no Brasil, com a capacidade de 750 mil toneladas. A Secretaria planeja mudanças no sistema de inspeção animal do Estado? Estamos mudando. Fizemos agora seis seminários. Discutimos com a população. Não faz sentido um produtor de queijo, ele e a esposa, trabalhando com 10 quilos de queijo por dia, para vender no sábado, na feira da cidade. Precisa ter pátio documentado, muro, dois banheiros, masculino e feminino, como na casa dele tem. A intenção do governador é tornar o Idaf amigo do produtor rural. E a inspeção animal, estamos fazendo edital de concessão pública. Então, a inspeção será tocada por médicos veterinários da iniciativa privada sobre auditoria do Idaf. Como cada vez mais as propriedades estão diminuindo, fruto de sucessão familiar, então, a pessoa precisa produzir mais, com o mesmo hectare que tem, pela área que tem, que é menor do que o pai, o avô tinha. E para conseguir produzir mais com a mesma área, precisa verticalizar, agregar valor a essa produção e a área de socialização. Então, é uma aposta importante para


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Por Marcos Freire

O secretário de Estado da Agricultura, Octaciano Neto, chegou ao Governo Paulo Hartung com nova visão sobre o agronegócio capixaba e de seus desafios. Em entrevista à Associação de Diários do Interior do Espírito Santo (ADI-ES), o secretário falou sobre estes desafios, principalmente, diante da crise hídrica, além da retomada das obras do programa Caminhos do Campo, telefonia móvel no interior e outros setores da agricultura do Espírito Santo.

gerar mais valor pelo seu produto primário, pelas propriedades rurais. As agroindústrias capixabas também podem esperar por mudanças? Isso. É na mesma linha. A inspeção animal e as agroindústrias, frigoríficos, abatedouros é flexibilização, a mudança de facilitar a vida para que o produtor de socol, produtor de queijo, linguiça, possam vender para o estado, Brasil todo, de forma mais facilitada. Quais os planos para o Incaper? O Estado vai investir em pesquisa com recursos próprios? Dois desafios importantes no Incaper. Um é fazer toda a geração de inteligência, de pesquisa feita pelos pesquisadores, che-

gue ao homem do campo. da agrologia e está num Ainda existe uma desco- município, vai implantar nexão entre os pesquisa- agrologia naquele munidores e o extensionista. cípio. O que gosta de café, Tem muita informação de que tem experiência, que qualidade que o produtor é especializado em café, rural não se apropria, por- vai implantar, vai focar na que falta o veículo para cafeicultura. Precisamos levar essa informação, que isto esteja alinhado o veículo é o extensio- na estratégia do estanista. Vamos aproximar do. Então, é um desafio. a prática do O Incaper E x t e n s ã o extensionista precisa aturural tem que ar de forma da prática do pesquisador. ser fruto de estraté- conjunta. É Outro desafio gia de governo uma instiimportante do tuição só. Incaper, é que e extensão Um dos orgulhos do Esrural tem que ser fruto de pírito Santo é o Incaper, estratégia de governo. A a imagem que o Incaper extensão rural, como é tem. Talvez seja a instituirealizada hoje, é muito ção com a melhor imagem solta. Então o extensio- pública, dentro Estado, nista busca fazer o tra- mas precisa que exista um balho num município, alinhamento entre a decifruto das próprias expe- são estratégica do estado riências dele. Então, o e o que o extensionista extensionista que gosta está fazendo lá fora. Este

é o desafio, falar a mesma linguagem. A agricultura capixaba é predominantemente de base familiar. Como o Governo pretende fortalecer esse setor fundamental para o equilíbrio social e econômico do Estado? Noventa e três por cento das propriedades rurais do Espírito Santo tem menos de 100 hectares. Estamos lançando e a Assembléia Legislativa aprovou o Fundo da Agricultura Familiar. Todas as associações, todas as cooperativas do estado vão ter acesso a este edital. São 12 milhões de reais do Governo do Estado em que a Cooperativa de Piscicultura de Linhares poderá apresentar um projeto e concorrer, para

ampliar, comprar mais tanque e rede, para construir uma fábrica de ração, para poder ampliar a sua área de filetamento de tilápia, por exemplo. Então, é uma grande mudança, também, de um grande paradigma. É a democratização do acesso público para direcionar os recursos para melhores projetos. Associações de produtores rurais também estão inseridas. Antigamente, existia muita associação cultural, de moradores. Mesmo com a economia em crise, o setor do agronegócio pode contribuir para equilibrar um pouco as contas em 2015? Há expectativa de geração de empregos no campo? Precisa ampliar a qualidade de vida do produtor. Em 2013, a grande

solicitação era a energia rural. Hoje, tem energia em todas as propriedades. O desafio agora é que pode ter uma ou outra propriedade sem e que está impedido na Escelsa ou na empresa de Colatina. O desafio é levar energia trifásica, porque quem quer essa energia, não é só pela qualidade de vida dele, é porque ele quer agregar valor à produção, quer colocar uma fábrica de ração, ele quer colocar uma irrigação, equipamento mais potente. O governo vai continuar investindo para melhorar a qualidade de vida, para o cidadão querer ficar em sua cidade não só por aspectos culturais, mas por se sentir bem e ter orgulho de ter qualidade de educação e saúde, para poder estar no campo.


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ES de Fato, Sexta-Feira, 10 de Julho de 2015

cultura

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O evento visa destacar a produção do fruto no município que o maior produtor do Espírito Santo

Pratos típicos e shows são atrações de festa no litoral

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Programação: 17 de Julho 08h00: Abertura do Rural Total com os Produtores Rurais 22h00: Keswingue Bom 0h00: Maria Cecilia e Rodolfo 18 de Julho 12h00: Chegada da Cavalgada 13h00: Sertanejo com Ary Ferraz 15h00: Aula show de

A dupla Maria Cecília e Rodolfo é a atração nacional da 14ª edição da Festa do Abacaxi que acontece em Brejo dos Patos

Shows regionais e nacionais, além dos sabores dos pratos típicos do litoral são algumas das atrações da 14ª edição da Festa do Abacaxi, que acontece na Localidade de Brejo dos Patos, entre os dias 16 à 19 de julho. O evento tem como obje-

tivo destacar a produção do fruto, em Marataízes, o maior produtor do Espírito Santo. A comemoração faz parte do calendário oficial de eventos do município, pois é considerada uma das mais tradicionais festas do município

O evento contará com as aulas shows de gastronomia com o abacaxi e cursos voltados aos produtores do ramo sobrem entre elas, como gerenciar suas respectivas lavouras. Atrações Entre shows, a progra-

mação contará com a dupla Maria Cecília e Rodolfo, Neto LX, o humorista Tonho dos Couros, a cantora gospel Damares, além de cantores regionais. A Associação de Moradores local prepara uma cavalgada, desfile e a competição de Veloterra.

gastronomia com Alessandro Eller 19h00: Desfile da Rainha da Festa do Abacaxi 20h00: Entrega da Premiação do Concurso do Abacaxi 22h00: Tomaê 0h00: Neto Lx 19 de Julho 12h00: Veloterra 18h00: Tonho dos Couros


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