Alessandro de Paula
roney moraes Outras bienais (I)
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Espírito
Terminal rodoviário de Itapemirim será privatizado
Santo
de
Contra FATO não há argumentos
A estrutura concluída em 2012 nunca chegou a funcionar e está depredado. A prefeitura abriu chamada pública para concessão do terminal
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R$ 1,00 - Ano 13 - Edição 3496
MOSQUITO
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Cachoeiro de Itapemirim - ES | Sexta-Feira | 1º de Abril de 2016 Segundo Marilane Sarti, da Vigilância Estadual em Saúde, as pacientes estão sendo monitoradas e terão ambulatório especial. Os dados foram passados durante audiência pública na Câmara Municipal
Oito grávidas com suspeita de zika vírus em Cachoeiro 06
Alessandro de Paula
FORÇA DO MAR: erosão atinge Marataízes Calçadas e ruas da Praia de Lagoa Funda, em Marataízes, foram engolidas pela ressaca do mar, que também atingiu a Praia da Barra. Várias casas estão ameaçadas. Prefeitura faz contenção com pedras 06 Fred Loureiro/Secom-ES
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OBRAS
MUDANÇA
CRIME
Mais agilidade para combater a corrupção
Ajudante de pedreiro é morto a tiros
Duas novas rodovias em Kennedy
Durante cerimônia no Palácio Anchieta, governador assinou documento que atualiza a lei anticorrupção empresarial no Espírito Santo
Luiz Roberto Silva da Conceição, 42 anos, foi alvejado com tiros na cabeça e pescoço. Bombeiros foram acionados, mas ele já havia morrido
Estado vai elaborar projetos rodoviários para reabilitar a rodovia ES-162 e implantar 45 quilômetros de rodovia nova na ES-297
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geral
ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
KENNEDY
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(28) 3511-7481
O governador Paulo Hartung assina hoje, às 14h00, na Praça Manoel Fricks Jordão, a ordem de serviço
Duas novas rodovias em Kennedy Ailton Weller
O governador Paulo Hartung assina hoje, às 14 horas, na Praça Manoel Fricks Jordão, a ordem de serviço para a elaboração de projetos rodoviários em Presidente Kennedy. A iniciativa visa garantir, com a melhora na infraestrutura rodoviária, maior competitividade para a atividade portuária. Entre as intervenções que serão realizadas estão a reabilitação da ES 162 e a construção de quatro contornos (São Paulinho, Presidente Ken-
nedy, Santo Eduardo e Porto Central), somando 41,5 quilômetros, além da implantação da ES 297, com aproximadamente, 45 quilômetros. A elaboração dos projetos soma um investimento de R$ 4,9 milhões, e será feita pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-ES). Os projetos serão desenvolvidos em convênio com a Prefeitura. Executadas, as obras impulsionarão a economia do Espírito Santo e potencializarão a atividade portuária no Estado.
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A elaboração das intervenções soma um investimento de R$ 4,9 milhões, e será feita pelo Departamento de Estradas de Rodagem
IPTU
ITAPEMIRIM
Terminal rodoviário será privatizado Leilão judicial não tem arrematante
Alessandro de Paula
Ailton Weller
A prefeitura fará chamada pública, no próximo dia 14, para a escolha da empresa que irá administrar o terminal Ailton Weller
O terminal rodoviário, que foi inaugurado na gestão passada nunca funcionou. A atual gestão, desde que assumiu tem tomado todas as medidas legais para viabilizar o seu funcionamento, medidas essas que culmina-
ram na chamada pública 002/2016, com abertura prevista para 14 de abril. Orçada em R$ 1,3 milhão e abandonado há anos, a rodoviário de Itapemirim será administrada pela iniciativa privada. A prefeitura fará chamada pública, no dia 14 do mês que vem para a escolha da empresa que irá
administrar o terminal. Segundo a assessoria de comunicação da prefeitura, a edificação foi inaugurada na gestão passada, mas nunca funcionou. Atualmente, passam pelo município aproximadamente 20 linhas intermunicipais e interestaduais. “Esse número pode ser
ampliado ou reduzido de acordo com a empresa vencedora do certame, pois a mesma pode solicitar aos órgãos competentes abertura de novas linhas, de novos trechos ou até mesmo a extinção de algumas. Esse assunto cabe a iniciativa privada”, informou a nota.
O primeiro leilão realizado pela Justiça Estadual da Vara da Fazenda de Cachoeiro de Itapemirim - ES, realizado ontem, em sua segunda etapa, não teve arrematante. Dos 23 iniciais, apenas dois imóveis ainda estavam incluídos no rol para lances. O proprietário de um deles, o da rua Amâncio Silva, Bairro Arariguaba, que poderia ser vendido no valor mínimo de R$ 80 mil, renegociou a dívida a tempo com a prefeitura. Para o outro, que fica na rua Apiacá, bairro Basiléia, não apareceram interessados. O lance mínimo era de R$ 200 mil. O imóvel deve ser disponibilizado à Prefeitura.
Segundo o juiz Robson Louzada, outros imóveis de proprietários em débito com o fisco municipal poderão ir a leilão. Existem mais de 17 mil processos desse tipo correndo na Vara da Fazenda. Em muitos casos, as dívidas estão entre R$ 800,00 a R$ 2 mil. Novo leilão, no entanto, só acontecerá após a Justiça tomar conhecimento oficial do resultado do primeiro certame, que será remetido à Vara da Fazenda Pública, e o juízo dará ciência à prefeitura. “Sendo assim, não podemos estipular um prazo para a realização de um segundo leilão mesmo com o grande volume de processos tramitando nesse juízo”, explicou.
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De Fato Vias de FATO 1
Mais uma administração vai chegar ao fim em Marataízes sem que a urbanização da orla da Praia Central seja levada a termo. Será prometida, novamente, na campanha eleitoral.
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Notícia que pode mexer com as articulações políticas em Marataízes é a liberação pela Justiça do ex-prefeito Toninho Bittencourt (PSDB) para concorrer, se quiser, nas próximas eleições.
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O prefeito de Cachoeiro de Itapemirim, Carlos Casteglione, tem aproveitado as inaugurações que passou a fazer para defender o “Não vai haver golpe!”.
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A entrada de Júlio Ferrari no PMDB precipitou a saída de Jathir Moreira, ontem filiado ao Solidariedade. Entre os peemedebistas, a disputa deverá ser com José Tasso.
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Cachoeiro terá número recorde de candidaturas nas eleições deste ano, devido a fatores como ausência de grandes lideranças e os cenários estadual e nacional da política.
ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
opinião
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“Não extinga sua inspiração e sua imaginação; não se torne o escravo do seu modelo” Vincent Van Gogh Por Wagner Santos - wagnersantos25@hotmail.com
O isolamento do PT O período pré-eleitoral não tem sido fácil para o PT de Cachoeiro. A sigla perdeu os dois primeiros nomes da fila para a disputa eleitoral: o secretário estadual de Assistência Social, Rodrigo Coelho, e o vereador Leonardo Pacheco Pontes, o Professor Léo. As baixas deixam o partido em situação ainda mais complicada na tentativa de manter a hegemonia conquistada nas últimas duas eleições municipais. Se já era difícil eleger o sucessor do prefeito Carlos Casteglione com eles, sem, é missão quase impossível. A saída de Léo, por inesperada, foi mais sentida do que a de Rodrigo Coelho, com a qual está relacionada. Ocorre a três dias do prazo fatal para a filiação partidária daqueles que pretendem disputar a Prefeitura Municipal. E é este o caso de Léo. Rodrigo deixou o PT em litígio, acusando os escândalos nacionais como a causa de seu desencanto com o partido. Léo faz abordagem mais direta. Aponta a conjuntura local e interna para justificar sua decisão. Em resumo: não se sentiu apoiado pelos correligionários após a saída de Coelho. Tão surpreendente quanto a abrupta desfiliação, após 25 anos vergando a camisa do PT, é o partido escolhido para se filiar: o PV, que durante toda a gestão
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Sobe Prazo
petista esteve na base de apoio e na composição do secretariado. Pragmaticamente – em eleição vale tudo - a definição de Léo, ou indica um acordo para a inversão de papéis nesta eleição, com os verdes na cabeça de chapa e os petistas de vice, ou a debandada do último aliado de peso remanescente da composição eleitoral vitoriosa em 2012. Assim como ocorre nacionalmente, o PT, em Cachoeiro, a cada dia parece mais isolado. Sendo real a segunda hipótese, guardadas as proporções, a guinada do PV seria algo semelhante à saída do PMDB da base de apoio ao governo federal. Pelo que tudo indica, ao PT caberá, nesta eleição, o papel de figurante. Lançará candidatura protocolar, para marcar posição, defender os legados da presidente Dilma e a atual gestão dos ataques que certamente virão, para tentar preservar algum capital político para as eleições vindouras. Será a versão cachoeirense da candidatura ao governo encabeçada pelo professor Roberto Carlos. Estava posta apenas por motivos estratégicos - já o que o desejo, da maioria, era se aliar ao governador Paulo Hartung, que, no entanto, fez oposição a Dilma no Estado - sem nenhuma chance de êxito eleitoral.
DESTAQUE. A fotógrafa Emella Simões, de Marataízes, também faz bonito na frente da câmera
Diretor: Wagner Santos wagnersantos25@hotmail.com Editor: Alessandro de Paula Repórteres: Ailton Weller e Wanderson Amorim
Departamento Comercial - Lília Argeu Editorador - Wagner Gomes Lopes Colaboradores - Elyan Peçanha, Regina Monteiro, Roney Moraes, Evandro Moreira, Edgard Baião, Simone Lacerda, Marilene
O Hospital Infantil começou pelo fim. Restringiu o Pronto Atendimento Infantil e só depois comunicou oficialmente à Prefeitura, que paga pelo serviço. Menos mal que reabriu, por 90 dias, prazo para se buscar solução para o impasse, sem mais prejuízos aos pacientes.
Desce Vandalismo Vândalos atearam fogo a uma caixa para o armazenamento temporário dos resíduos sólidos, no bairro BHN, em Cachoeiro, na madrugada de ontem. A prefeitura informou que irá recuperar a estrutura danificada, e que o conserto custará em torno de R$ 600,00.
Espírito Santo de
13anos
Contra FATO não há argumentos
Depes, Sergio Damião; Higner Mansur, Maurílio Carvalho, Célia Ferreira, Fernando Fiúza, José Rubens Brumana e Marcelo Simão Schwan
Jornal Espírito Santo de Fato - CNPJ.: 06056026/0001-38 - (28) 3515-1067 es.fato@terra.com.br - Bernardo Horta, 81, sala 101, Guandu, CEP 29.300-782
Associado à
Mas, hein?! Cachoeiro deve ser a cidade com mais pré-candidatos por número de eleitores no país.
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opinião
ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
Misoginia Anete Lacerda
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Já faz tempo que a ética e moralidade seletivos me incomodam profundamente. Principalmente quando a fúria dos éticos seletivos se volta contra as mulheres que ousam ocupar espaços de histórica predominância masculina. Num passado recente nos defrontamos na igreja em que frequento há mais de 40 anos com um pastor com sérios desvios de caráter e de conduta. Nós o denunciamos em todas as esferas possíveis. Havia homens conosco nesta luta, mas a denuncia começou por mim e outras mulheres. Claro que não deu em nada. As denúncias foram minimizadas e a máscara só caiu mais tarde, quando ele tropeçou na própria arrogância. No tempo de Deus. A introdução é necessária para abordar o incômodo de ver a Presidente Dilma sendo chamada de puta, vaca, vadia e outros adjetivos, não pela avalanche de denúncias, mas por ser mulher. Condenação sumária por questão sexista. Nunca ouvi ninguém chamando Fernando Henrique, Sarney, Collor nem Itamar Franco e outros presidentes de boi, vadio ou qualquer outro adjetivo pejorativo, mesmo quando denúncias vinham a tona. Quando Itamar foi flagrado no Carnaval do Rio de Janeiro ao lado de uma modelo sem calcinha, claro que os holofotes se viraram para ela, a safada. Ele, o garanhão invejado e aplaudido. A liturgia do cargo (como diria o Sarney) foi desprezada, mas ele é homem. Pode tudo. Denúncias contra Collor, Sarney, Itamar Franco e outros políticos, todos homens, nunca faltaram. Não sou filiada a nenhum partido político, é bom que isso fique muito claro. Torço para que todos os corruptos, de qualquer esfera de poder, apodreçam na cadeia. Se o Brasil fosse um país de homens sérios faltaria espaço para tantos corruptos históricos e notórios nos presídios do país. Mas enquanto tivermos que nos deparar com a questão de gênero e com o corporativismo, o podre poder será manipulado por figuras como Eduardo Cunha e outros fascistas, que posam de paladinos da moralidade. Não há santos nessa história. Ah, o filho do Fernando Henrique com a jornalista Míriam Dutra enquanto era casado e presidente? Claro que a culpa não é dele. Vadia foi ela. Aos homens todo o poder. Às mulheres, o assédio, o desrespeito, as humilhações e os rigores da lei.
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Outras bienais (I) RONEY MORAES
roneyamoraes@gmail.com
“Ah, que vontade de escrever bobagens bem meigas, bobagens para todo mundo me achar ridículo...” Rubem Braga Dia desses, em conversa com amigos, nos demos conta de que a Bienal Rubem Braga comemora 10 anos em 2016. Uma década de valorização da crônica. Gênero marginalizado por uns e fundamental para outros. Aqui, em Cachoeiro de Itapemirim, esta forma textual está no lugar que ela merece, sem desmerecer as outras. No maior evento cultural do sul do Espírito Santo, a Bienal Rubem Braga, a crônica sai do papel - jornal, livro e revista – para ir ao encontro do público na diversidade generosa que ela possui. Passeia por todos os campos do saber literário e técnico opinativo e, assim, com linguagem simples, a crônica conquista cada vez mais leitores e adeptos no município que recebeu o carinhoso apelido de “Capital Brasileira da Crônica”. Nessa década de júbilo literário, vários foram os momentos inesquecíveis que, desde 2006, estiveram vivos na lembrança de um atento expectador. Como não esquecer a atriz Tônia Carreiro interrompendo a Banda da Polícia Militar para que o escritor de “A Sedução da Palavra”, Affonso Romano de Sant’Anna, abrisse na primeira edição, com sua fala, o evento? Calou-se! E a tietagem de Isabel Lustosa, mestre em Ciência Política e doutora em Ciência Política pelo IUPERJ? Fez questão em conhecer a Casa dos Braga. Em conversa com o poeta e escritor Adriano Spínola, a grandiosidade da forma, há dez anos, já era destacada. “A crônica é o gênero literário mais importante do Brasil”, disse ele. O bate-papo continuou com a conclusão de que este gênero traz a marca de brasilidade. A capacidade de improviso, o temperamento anárquico, a carnavalização, a plasticidade intelectual do homem brasileiro, porque ele não está habituado a pensar sistematicamente, como, por exemplo, na Europa. A crônica tem uma característica diferente, ela é imediatista como nós desde o período colonial. Somos ligados às coisas imediatas. Falta-nos planejamento em longo prazo, pois atuamos diante das coisas presentes. Fechando com chave de ouro o primeiro texto de tantas bienais, não poderia esquecer o show do grupo 14 Bis. Foi como ver o mar... Da primeira vez!
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Desassossego – um ano depois Paula Garruth
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Sempre desejei um filho seu, que não veio porque eu estava esperando a hora certa. A hora em que nossa relação ficasse calma, em que passaríamos mais de vinte e quatro horas sem brigar, quando você deixasse de me bater e eu deixasse de gritar. Não queria uma criança que vivesse em um ambiente sem paz. Por isso nosso herdeiro não chegou. Fomos mestres na arte de guerrear no amor. E, mesmo agora, eu sinto falta da batalha que era a vida ao seu lado. Quase me convenço que sou louca, mas recuso qualquer tratamento. Você é o mal do qual ainda não decidi se quero me curar. Falo de uma criança agora porque estou em uma cama de hospital por causa de um aborto. Depois de você andei por aí buscando desesperadamente alguém que preenchesse esse buraco que sua ausência causou, o que foi mais ruim que bom. Tive pressa em fechar um ciclo que insiste em continuar aberto. Fui afoita achando que alguém teria o poder de abrandar a minha dor, e jogava esse peso em cima de todos que resolveram aparecer, como se cada um deles fosse o culpado do pesadelo que foi nossa história. O adorável e delicioso pesadelo. O resultado é que de todos eles ninguém suportou o fardo e, quando me dei conta, estava grávida. Grávida de algum desses homens que agora formam a comissão “Interditem a Louca da Ana”. Não foi difícil comprar pela internet o que me livraria de uma criança que eu não desejei, não planejei e que sequer faço ideia de quem seja o pai. Mas o resultado de fazer isso em casa sozinha não foi o que eu esperava, e agora estou aqui, no hospital, vítima de mim, culpada e, o que é pior, querendo que a sua presença. Imagino nesse momento sua cara de julgamento diante de tudo que conto, achando que me tornei uma pessoa muito pior fora de suas rédeas. Mas não me aponte o dedo. Não sou uma qualquer. Sou o resultado do que permiti que você fizesse comigo. Você e todos os outros. Continuo sangrando e, vendo esse sangue todo, quase desejo a morte. Ir embora junto com o que, talvez, fosse a minha salvação.
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NOVIDADE
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ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
política
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Espírito Santo atualiza Lei Anticorrupção Empresarial para tornar processos administrativos e de responsabilização ainda mais eficientes
Mais agilidade para combater a corrupção ADI-ES
“Nesta quinta-feira foi publicado no diário oficial novo decreto regulamentador da Lei Anticorrupção Empresarial. Nosso decreto era do ano de 2014, anterior ao decreto federal que regulamenta a Lei no âmbito nacional. Havia necessidade de uma modernização”, disse Marcelo Zenkner, que, na ocasião, se despediu do comando da Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont). A atualização prepara o
Estado ao padrão nacional que a própria Secont ajudou a formatar no Conselho Nacional Controle Interno. Segundo Zenkner, a iniciativa inaugura “ferramenta ainda mais eficientes para alavancar processos administrativos e de responsabilização a cerca da Lei Anticorrupção Empresarial, seguindo o padrão nacional”. O Estado é referência no combate à corrupção. Em janeiro deste ano, foi inclusive o primeiro a aplicar multas com base na nova legislação.
Secretários tomam posse A cerimonia realizada ontem no Palácio Anchieta formalizou mudanças no comando da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont). Na Sejus, o delegado Federal Walace Tarcísio Pontes substitui o também delegado Eugênio Coutinho Ricas, que assumiu a Secont. Tais alterações acontecem devida saída do promotor Marcelo Zenkner da Secont após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou inconstitucional a atuação de promotor ou procurador em cargos do Poder Executivo. O Espírito Santo é considerado o mais transparente do Brasil pela Controladoria-Geral da União (CGU) e no ranking da entidade Contas Abertas. Paulo Hartung destacou que a mudança na Secont é
feita para atender determinação legal e pregou a continuidade do trabalho que vem sendo realizado. “A grande marca que precisamos no Controle e Transparência é seguir com o trabalho. É colocar esse portal no ar e dar um passo a frente. Não estamos mexendo com dinheiro que é nosso. É dinheiro do cidadão e ele precisa em um clique entender para ode está indo o dinheiro que é dele”, conta, fazendo alusão ao acesso facilitado do novo Portal da Transparência com previsão de ser lançado ainda no primeiro semestre. Em discurso proferido na cerimônia realizada ontem, o governador Paulo Hartung falou sobre a importância da democracia e defendeu “cautela e equilíbrio” como premissa na resolução das questões nacionais.
Fred Loureiro/Secom-ES
Cerimonia realizada na tarde de ontem no Palácio Anchieta formalizou mudanças no secretariado do Governo do Estado
DILEMA
Léo diz que está no PV, mas presidente nega Arquivo FATO
Wanderson Amorim
Cotado para disputar a prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim, o vereador Leonardo Pacheco conhecido como “Professor Léo” disse na tarde de ontem em entrevista ao Espírito Santo de Fato que já se desfiliou do Partido dos Trabalhadores (PT) e que já apresentou sua ficha de filiação ao Partido Verde (PV), mas
o presidente da executiva municipal do PV, Waldir Fraga, nega. A saída de Léo do PT, partido onde era militante desde 1989, aconteceu logo após uma reunião com representantes da sigla, entre eles o deputado estadual Nunes. “Deixo o PT por uma série de fatores. Não queria que a maioria dos membros do partido fosse a meu favor, mas pes-
soas lá dentro estavam trabalhando contra mim, principalmente depois da saída do deputado Rodrigo Coelho para o PDT. Nessa reunião pediram para que eu continuasse com eles, mas não havia mais sustentação para eu ficar”, afirma o vereador. Leonardo Pacheco revela que o PT já tinha confirmado pelo menos seis pré-candidatos a prefeito e que ele estaria sendo descartado pelo grupo. “Desses seis nomes, o radialista Parraro Scherrer havia deixado a sigla e agora tentam trazer ele de volta. Estavam me tratando da seguinte forma: se você for um bom menino te deixo ser o último da fila”, criticou o parlamentar em relação à postura de parte do grupo petista. O vereador diz que deixa o PT de cabeça erguida, pois sabe que nunca foi projeto de grande parte
do partido, mas colocou as finanças da sigla em dia, no período em que foi presidente da executiva estadual, e que sempre seguiu as diretrizes de ética e transparência, “mesmo com os escândalos envolvendo o partido no país”. Questionado se será candidato a prefeito pelo PV, Léo afirma que entra no partido para somar, e que sua nova sigla possui bons nomes para disputar a prefeitura. “Estou chegando agora e não vou andar na janela. Mais lá na frente, após uma pesquisa se meu nome for bem cotado e se for a vontade do grupo poderei me colocar a disposição para ser pré-candidato a prefeito”, disse. Procurado pela reportagem, Waldir Fraga negou que Léo esteja filiado ao PV. “Não tenho nada para falar agora”, limitou-se a dizer.
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CACHOEIRO
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A Secretaria de Estado da Saúde adiantou que elas terão um ambulatório especial onde farão acompanhamento pré-natal adequado
Oito grávidas com suspeita de zika
A informação foi divulgada durante a audiência pública sobre o combate ao Aedes aegypti no município, realizada nesta quarta-feira (30) pela Comissão de Saúde da Câmara. Segundo Marilane Buguerone Sarti, da Vigilância Estadual em Saúde, da Sesa, as pacientes estão serão monitoradas devido a suspeita de terem contraído o zika. “Tivemos nove casos de zika confirmados, no município, e oito grávidas estão tendo acompanha-
mento devido a suspeita de terem contraído o vírus zika. Elas terão um ambulatório especial em Cachoeiro a partir de abril, onde farão acompanhamento pré-natal adequado”, disse. Sarti revelou ainda que dos 26 municípios do sul do estado, 14 estão com epidemia de dengue e que em Cachoeiro, até o mês de março, foram registrados 6.259 casos de dengue notificados, contra pouco mais de 5.200 durante todo o ano de 2015.
Entre as propostas reunidas na audiência pelo presidente da Comissão, vereador Rodrigo Enfermeiro (PV), está a necessidade urgente do aumento do contingente de agentes de endemias. Além disso, também foi debatida a necessidade de realização de parceria com escolas e unidades de saúde em todo o município, para que os agentes possam ter um ponto de apoio para almoço, higiene e guarda de materiais.
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No sul do Estado, dos 26 municípios, 14 estão vivendo uma epidemia de dengue, segundo a Sesa
POSTOS DE SAÚDE
EROSÃO
Ondas destroem litoral de Marataízes Alessandro de Paula
A prefeitura lançou toneladas de pedras para tentar conter avanço da erosão na Praia de Lagoa Funda
O mar esta ameaçando pelo menos 40 casas na orla da Praia de Lagoa Funda, em Marataízes. As ondas já destruíram o calçadão, a rua e estão atingindo as residências, que são protegidas por pedras marroadas lançadas pela prefeitura. O cenário é de destruição. A erosão provocou várias crateras ao longo da orla. Algumas casas estão com a fundação à mostra. Praticamente não há espaço para banhistas ao longo de toda praia.
Nos últimos dois anos, a erosão destruiu oito quiosques. Um deles era do empresário Elzo Fontoura, 68 anos, que agora tem pela sua pousada, uma estrutura com 50 quartos, estacionamento e piscina. “Será que ninguém fará nada. Não podem deixar o mar acabar com tudo”, lamentou. A situação também está complicada na Praia da Barra. Devido à erosão, parte da avenida Beira Mar foi interditada. O
mar destruiu a calçada em vários pontos. A Prefeitura de Marataízes anunciou para a próxima quinta-feira a abertura de licitação para contratar a empresa que irá realizar o serviço de contenção nas praias atingidas. O biólogo Nelson Welerson Xavier alerta que a falta de restinga aliada à ocupação desordenada ao longo dos anos são as principais causas dos estragos provocados pela maré. Segundo ele, a vegetação
nativa é responsável por fixar a areia na praia. Sem ela, a areia é retirada pelo vento e pela maré. Xavier alerta que o poder público precisa urgentemente recuperar as áreas de restinga. Já há ações nesse sentido realizadas nas praias de Itaoca, em Itapemirim, onde a área de restinga foi recuperada e cercada. Em Marataízes, a ONG Caminhadas e Trilhas alerta sobre a preservação da vegetação nativa em ações educativas.
Abelardo Machado e Novo Parque ganham novas unidades Os moradores dos bairros Abelardo Machado e Novo Parque contam com duas novas unidades básicas de saúde. Elas foram inauguradas pelo prefeito Carlos Casteglione na manhã de ontem encerrando a entregas de cinco obras de postos em Cachoeiro de Itapemirim nesta semana. No Abelardo Machado, foram investidos R$ 1,09 milhão na construção da unidade, que vai atender cerca de 3,5 mil pessoas que vivem na região. Já a do Novo Parque, que vai oferecer cobertura a 7 mil moradores, custou R$ 1,23 milhão. Somados em mais de R$ 2,3 milhões, esses recursos são provenientes do governo federal – Ministério da Saúde – e, ainda, de contrapartida do município.
Isabel Cristina Rodrigues, que vive no Novo Parque e faz parte da associação de moradores do bairro, disse que o novo posto é a concretização de um antigo sonho, pelo qual, segundo ela, a comunidade sempre lutou. “Todos nós estamos muito felizes. O prédio está lindo, muito bem estruturado, com todos os funcionários devidamente alojados”, salientou. “Gestão é a palavra-chave. Mesmo com tantos desafios enfrentados no atual momento, a prefeitura de Cachoeiro, enquanto governo que procurou se adequar aos orçamentos disponíveis, conseguiu cumprir esse grande volume de entregas de obras, que beneficia a área da saúde de maneira direta e abrangente”, avalia, satisfeito, Casteglione. Divulgação/PMCI
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HOMICÍDIO
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ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
polícia
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Vítima foi alvejada na cabeça e no pescoço em atentado que aconteceu na noite de quarta-feira no bairro Village da Luz, em Cachoeiro
Ajudante de pedreiro é morto a tiros Wanderson Amorim
O ajudante de pedreiro Luiz Roberto Silva da Conceição, 42 anos, foi morto a tiros na noite de quarta-feira, na Rua Manoel Marques, no bairro Village da Luz, em Cachoeiro de Itapemirim. De acordo com informações policiais, Luiz Roberto foi alvejado por dois disparos de arma de fogo que atingiram sua cabeça e o pescoço.
O resgate do Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas ao chegar no local encontraram a vítima já sem vida. O corpo do ajudante de pedreiro foi removido pela perícia técnica da Polícia Civil para o Serviço Médico Legal (SML) do município, onde foi necropsiado e liberado para sepultamento da manhã de ontem. O crime é investigado pela Delegacia de Crimes
MIMOSO
Contra Vida (DCCV) que informou que Luiz Roberto não tinha passagem pela polícia. Até o fechamento da edição nenhum suspeito do crime havia sido preso ou identificado. A motivação do crime também era desconhecida. Quem tiver qualquer informação que possa ajudar a polícia a elucidar o crime pode ligar para o Disque-Denúncia 181. Não é preciso se identificar.
Google Maps
A vítima foi atingida com dois tiros e ficou caída na rua Manoel Marques, morrendo no local
TRÁFICO
PM prende quatro por tráfico Garoto é apreendido com drogas Wanderson Amorim
Quatro homens foram presos pela Polícia Militar na quarta-feira, em Mimoso do Sul por tráfico de drogas. De acordo com a polícia, após denúncias sobre tráfico de drogas na Rua Francisco Chanca, os militares foram até ao local e identificaram quatro suspeitos manuseando
entorpecentes dentro da residência. Durante as buscas foram encontradas quatro buchas médias de maconha, R$ 1.253,25 em dinheiro e uma arma de madeira do tipo simulacro. Os detidos foram encaminhados para a 7ª Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim para as medidas legais.
Divulgação/PM
Um menor, de 13 anos, foi apreendido na quarta-feira pela Polícia Militar por tráfico de drogas no bairro Nova Brasília, em Cachoeiro de Itapemirim. Em patrulhamento os militares ao se aproximaram de um adolescente
ATÍLIO VIVÁCQUA
Moto roubada é recuperada Wanderson Amorim
Na ação a PM apreendeu maconha, dinheiro e simulacro de arma de fogo COMUNICADO GRANITOS RETIRO LTDA – ME, torna público que requereu do Instituto Estadual de Meio Ambiente – IEMA, através do processo nº 65534278, a ampliação de Licença de Operação nº 57/10, para atividade de extração de granito e beneficiamento associado, situada na localidade da Fazenda Retiro, s/nº – Safra – Cachoeiro de Itapemirim-ES.
A Polícia Militar recuperou na quarta-feira, em At í l i o Vi v ácq u a, uma motocicleta com restrição de furto ou roubo. Na ação ninguém foi preso. De acordo com o boletim de ocorrências, quando em patrulhamento no bairro Niterói, policiais militares identificaram uma motocicleta abandonada em uma mata. Ao consultar a placa do veículo, constatou-se ser uma Today, de cor azul, entretanto ao verificar o chassi descobriu que se tratava na verdade uma Honda CG Titan 150, de cor preta. O veículo foi apreendido e encaminhado para a delegacia para as medidas cabíveis.
em atitude suspeita tentou dispensar duas porções de maconha ao perceber que seria abordado. A guarnição recolheu o material e apreendeu o adolescente que foi encaminhado ao plantão da 7ª Delegacia Regional.
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social
ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
agenda
Gente Nossa 01 * O guitarrista e líder da super banda “Mundo & Cia”, Clarimundo Amorim, nos anuncia que estará no palco do Buffet Bom Gosto, na noite de 29 de abril para animar baile beneficente promovido pela ONG ENZO. 02 * A partir deste mês a Odebrecht Ambiental (OA) terá um novo diretor geral, em Cachoeiro: chama – se Bruno Raváglia. O dirigente anterior, Dênis Lacerda, foi transferido para outro segmento da empresa em Tocantins. – Naquela organização, sempre temos a atenção especial de Rosa Malena e Milena Noenta, na sala de imprensa e marketing. 03 * A jornalista Célia Ferreira, assessora de imprensa da Câmara Municipal de Cachoeiro vai realizar o grande sonho de sua bonita, dedicada e inteligente filha, a estudante LIGIA: fazer um “tour” completo em Nova Iorque, neste mês de abril.
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GENTE NOSSA EM EVIDÊNCIA
Fotos de Elyan Peçanha
01 - REGISTROS > Hoje é o Dia do Trote e da Mentira. / Dia Mundial da Juventude e da Abolição da Escravidão dos Índios (1680). / Dia do Humorismo e do Humanismo / Católicos reverenciam os Santos Hugo de Grenobble; Teodora, Gilberto, Irineu e Ludovico Pavoni. / Hoje, está completando um ano que o agropecuarista Rubens Moreira foi empossado, na atual gestão, na Presidência do Conselho Deliberativo da Cooperativa de Laticínios SELITA, nossa efetiva parceira, neste espaço social. 02 - PARABÉNS > Entramos no mês de Integração do Movimento Leonístico / Coluna cumprimenta os aniversariantes deste 1º de abril: empresário dos transportes Wanderley Braga; Sra. Maria da Penha, esposa do Dr. Humberto Dias Viana, diretor da nossa Faculdade de Direito (FDCI) / Sarah Dian. / Aniversário de casamento (1979) do casal Rozane – Paulo César Souza / A “bodyboarder” de Barra do Jucu, a campeoníssima Neymara Carvalho faz 40 anos./ Se estivesse entre nós, o pai deste colunista, Antonio Guilherme de Azevedo, o Guilherme Fotógrafo, completaria hoje seus 101 anos. / João Luiz Costa Alves, gerente da Vivo. / Nosso amigo Baldomero Scaramussa e família acabam de chegar de belíssimo cruzeiro marítimo a partir de Cartagena que, entre tantos pontos turísticos, passou por Curaçao e Aruba. - Ana Cláudia, esposa, e as duas filhas Tatiana e Ana Luíza voltaram encantadas.
Abrimos o mês da Integração Leonística, trazemos em evidência nossos amigos e companheiros no Lions Clube Frade e a Freira, CaL Rita de Cássia e CL Nelson Costa Filho, ele titular da SOMCAR, nossa parceira
TOP LINE
Bom Gosto / Elyan
Coluna homenageia, mui especialmente, ao Rubens Moreira (D) que, nesta data está completando seus dois anos, nesta gestão, na presidência da Cooperativa de Laticínios Selita. - No registro ao lado do seu assessor de imprensa e marketing, Marcos Jacob
temperatura máxima Acontece nesta sexta-feira, a partir das oito da manhã, o primeiro Café com Solidariedade de 2016. Trata-se de um projeto idealizado pelo Dr. Bruno Resende, radio - oncologista do Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim- HECI, cujo principal objetivo é aproximar a equipe e os pacientes. “A ideia veio de experiências vividas no Hospital do Câncer de Barretos, onde fiz minha residência médica”, conta Dr. Bruno. “Lá os pacientes e a equipe tomavam café-da-manhã juntos, o que dava uma sensação de pessoalidade. Isso deixava o paciente mais a vontade para conversar e o resultado era visto no dia a dia. // Agradecemos, sensibilizados, a funcionária - executiva do BANESTES, a Mitz Sartório
(28) 3511-7481
que encontrou e nos devolveu alguns documentos que perdemos no interior da agência da Rua 25 de Março, ontem pela manhã. // A partir de hoje volta a integrar o painel vip dos patrocinadores da nossa coluna a CDL / PAROVAREJO, numa deferência super especial do amigo de longa data Celsinho Costa. // A caravana do Lions Clube “Frade e a Feira” para a XVII Convenção do Lions Internacional (Distrito LC11) – de 08 a 10 deste mês em Santa Tereza-ES - terá vinte integrantes que ficarão alojados na bela POUSADA CARAVAGGIO. // Pela primeira vez aquela estância serrana capixaba vai sediar uma Convenção Lions Internacional tendo por local o Parque de Exposições e Eventos “Frei Estêvão Eugênio Corteletti”.
// A Bienal Rubem Braga, na sua sexta edição, começará dia 31 de maio, na Praça de Fátima. - Os imortais da Academia Cachoeirense de Letras (ACL) poderão lançar e relançar suas obras em espaço especial garantido pela entidade e as inscrições podem ser feitas até 22 do corrente mês. // Lorena Barbièri, dia 14 deste mês, vai realizar um coquetel alusivo ao Dia das Mães. Nua empresa “Doce Sabão” que oferece sugestivos sachês aromáticos. // Será hoje o engenheiro Dr. José Eduardo Moreira (Zédu), a partir das 20h00, fará palestra no auditório da Unimed Sul Capixaba. // Nosso BOM DIA ESPECIAL para a aniversariante de hoje: Maria da Penha, Sra. Dr. Humberto Dias Viana, Diretor da FDCI. // ELYAN PEÇANHA.
Nosso destaque especial, hoje no TOP LINE da coluna para o ex-colega de classe no GE Bernardino Monteiro, o engenheiro José Eduardo Moreira (Zédu) que, hoje, profere interessante palestra no auditório da Unimed Sul Capixaba
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ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
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Vendo Palio EX 1.0, 4 portas, branco, ano 2000 com ar, vidros elétricos, trava nas portas, som, doc. OK, carro de garagem. Valor R$ 11.500,00. Contato (28) 999261622/3511-1428 - Luiz. VENDE-SE UM CITROEN C3 TOP DE LINHA, COMPLETO + BANCO DE COURO. SUPER CONSERVADO 11/12. COR PRATA. TRATAR: (28) 99987-5737 (MÁRCIA). Vendo caminhão VW 6.90, ano 84, carroceria mad. nova, motor MWM, pneus todos novos, mecânica e doc. OK. Valor R$ 35.000,00. Contato (28) 99926-1622/3511-1428 - Luiz. OPORTUNIDADE Vende-se Dayun Phanton, 150cc ano 2008, partida elétrica, kick, freio a disco. Doc em dia, transferência inclusa, moto de mulher. 99974-3752, valor R$ 4 mil. Vendo JIPE TOYOTA BANDEIRANTE CAPOTA DE AÇO, CURTA 1997, estado de nova. Waldomiro (27) 3031-2349 / 99982-0063. Vende CG Titan, 150 EX, completa, flex, preta, 2012, 20 mil km rodados, valor R$ 6.500. Contato 99993-3700 / 999993519. Vende-se Corsa Wind completo, branco, ano 97/98. Telefone 99968-6034. Falar com William.
COMUNICADO ANDRADE INDÚSTRIA E MINERAÇÃO LTDA, CNPJ 05.075.872/000485 torna público que obteve do IEMA, no processo n° 2416-7401, a LI (Ampliação) nº 22/2016, e a LO (Renovação) nº 36/2016 para exercer a atividade de desdobramento, polimento, corte e resinagem de rocha ornamental, na localidade de Rod. do Café-km 189 s/n, zona rural, Município de Águia Branca/ES.
10 classificados
ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
O Instituto de Previdência do Município de Cachoeiro de Itapemirim-ES, através da Comissão de Licitação, torna público a realização do certame licitatório, conforme segue: Pregão Presencial nº. 002/2016 Objeto: Contratação de empresa especializada para concessão de licença de uso do sistema integrado de gestão previdenciária, incluindo serviços de instalação, conversão/migração e treinamento. Dia: 15/04/2016 - Hora: 09:00horas. Local: Rua Rui Barbosa, nº 16, 4º andar, 401/402, Ed. Santa Cecília, Centro, Cachoeiro de Itapemirim. O Edital completo à disposição na Sede do Instituto de Previdência do Município de Cachoeiro de Itapemirim e na home page: www.ipaci.es.gov.br. Cachoeiro de Itapemirim/ES, 31/03/2016. Beatriz de Oliveira Brandão Lopes. Pregoeira Oficial
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(28) 3511-7481
EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA O Presidente da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Comerciantes do Vestuário, Confecções e Rochas Ornamentais – CREDSUL – CNPJ 02.330.334/0001-59, NIRE: 32400012851, no uso de suas atribuições conferidas pelo Estatuto Social, convoca os seus 299 (duzentos e noventa e nove) cooperados para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária no dia 14 de abril de 2016, que por absoluta falta de espaço em sua sede, se realizará no salão de festa do Jaraguá Tênis Clube, sito a Avenida Cristiano Dias Lopes Filho nº 34, Bairro Gilberto Machado, em Cachoeiro de Itapemirim – ES. A Assembleia Geral Ordinária ocorrerá em primeira convocação às 17:30 (dezessete horas e trinta minutos) com a presença de 2/3 (dois terços) do número total de cooperados. Caso não haja número legal para a instalação dos trabalhos, ficam desde já convocados para a segunda convocação às 18:30 (dezoito horas e trinta minutos) com a presença de metade mais um dos cooperados, e persistindo a falta de quorum legal, em terceira e última convocação às 19:30 (dezenove horas e trinta minutos), com a presença de no mínimo de 10 (dez) cooperados, a fim de deliberaram sobre a seguinte ordem do dia: PAUTA DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA 1. Prestação de contas do exercício findo em 31 de dezembro de 2015, compreendendo: a) Relatório de Gestão; b) Balanço Patrimonial de 2015; c) Demonstração resultados do 1º e 2º semestres de 2015; d) Parecer do Conselho Fiscal; e) Parecer da Auditoria Independente; 2. Destinação das sobras verificadas no exercício de 2015; 3. Eleição dos membros para o Conselho Administrativo e Fiscal; 4. Fixação dos honorários da Diretoria e cédulas de presença dos Conselheiros de Administração e Fiscal; 5. Aporte ao Capital Social; 6. Planos de trabalho para o exercício de 2016. Cachoeiro de Itapemirim-ES, 01 de abril de 2016. Osmar Hernandes Muniz Presidente
(28) 3511-7481
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CARTÓRIO DE PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS - 2ª ZONA ROGÉRIO LUGON VALLADÃO - Rua Costa Pereira, Nº 90, Centro, Cachoeiro de Itapemirim, CEP: 29300-090. Tel: 3521-6720
EDITAL DE INTIMAÇÃO
Acham-se nesta Serventia, à Rua Costa Pereira Nº 90, Centro, nesta cidade de Cachoeiro de Itapemirim-ES, para serem protestados, títulos de responsabilidade das seguintes pessoas: A. R. RANGEL - ME - CPF/CNPJ: 12.524.399/0001-99 ADIMARIO VENANCIO DA SILVA - CPF/CNPJ: 330.658.105-49 ALBINO ALVES BRITO - CPF/CNPJ: 584.149.837-15 ANTONIO PINHEIRO - CPF/CNPJ: 015.258.577-03 BEGE RPL MAR. GRAN. EIRELI - CPF/CNPJ: 09.254.245/0001-10 CRISTINA FONSECA DA COSTA - CPF/CNPJ: 881.474.447-53 DISTRIBUIDORA ATACADISTA GUD LTDA - M - CPF/CNPJ: 06.537.718/0001-06 EDMARA NICOLI PIOVEZAN - CPF/CNPJ: 005.248.727-08 EDSON GONCALVES DA SILVA - CPF/CNPJ: 739.255.277-53 EDSON RODOLFO HILLE - CPF/CNPJ: 457.573.567-15 EDSON SILVA - CPF/CNPJ: 451.728.387-91 ELIZABETE VAILANT ABREU 79203221700 - CPF/CNPJ: 19.327.909/0001-87 FABIO BRITO LEAL - CPF/CNPJ: 097.546.567-89 JONAS NOGAROLI RODRIGUES - CPF/CNPJ: 085.619.997-48 JULIA DA SILVA MACEDO - CPF/CNPJ: 157.890.237-11 LENILSON FREITAS VIANA - CPF/CNPJ: 114.210.297-15 M T F COM DE VESTUARIO LTDA ME - CPF/CNPJ: 18.885.562/0001-25 MARINETE ROSA DA CONCEICAO - CPF/CNPJ: 558.682.747-68 MARIO FABIANO XAVIER - CPF/CNPJ: 014.838.977-53 PAULO CEZAR DE ASSIS - CPF/CNPJ: 903.692.547-91 PAULO SERGIO FERREIRA - CPF/CNPJ: 088.619.127-02 PITTBULL CONFECCOES LTDA ME - CPF/CNPJ: 10.667.942/0001-81 RENAN ELIAS MONTOVANI - CPF/CNPJ: 027.825.927-85 SANDRA MARA DA SILVA SANTOS - CPF/CNPJ: 042.180.567-65 TALISMA POLIMENTOS EIRELI ME - CPF/CNPJ: 23.268.228/0001-62 VIVIANE BALMAS DE MIRANDA - CPF/CNPJ: 090.880.947-64
Por não ter sido possível encontrá-las, intimo-as, na forma do art. 15,§ 1º, da lei 9492/97, para os devidos fins de direito. Não sendo os referidos títulos pagos até o fim do expediente do próximo dia útil, notifico-as do protesto. CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, 01 de Abril de 2016 Rogério Lugon Valladão - Tabelião Horário de pagamento: De 9:00h às 18:00h.
EDITAL DE PROCLAMAS Faço saber que pretendem contrair matrimônio: 1) FLÁVIO VANTIL VIANA, motorista, filho de FRANCISCO LUIZ CONTARINI VIANA e ROSEMERE VANTIL VIANA e DÉBORA MOREIRA BARBOSA, secretaria, filha de WALTER BARBOSA e MARIA JOSÉ MOREIRA BARBOSA. Sendo ele natural deste Estado e ela natural Itaperuna-RJ, sendo ambos solteiros, naturais deste Estado. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-se na forma da Lei. Cachoeiro de Itapemirim-ES; 31 de março de 2016 Jamile Valadão Missi Registradora Civil e Notária
COMUNICADO “MARCIO DEMETRIOS POUBEL DA SILVA”, CPF 997.891.597-49 torna público que REQUEREU a Secretária Municipal de Meio Ambiente – SEMMA Licença Prévia, Licença de Instalação e Licença de Operação, por meio do Protocolo nº 22367/2015, para atividade de Terraplenagem (corte e/ou aterro), exclusivamente quando não vinculada à atividade não sujeita ao licenciamento ambiental - Cód. 18.05, localizada na Rodovia Cachoeiro X Atilio Vivacqua, s/nº, Córrego dos Monos, Cachoeiro de Itapemirim – ES.
ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
O Município de Cachoeiro de Itapemirim-ES, através da Comissão Municipal de Licitação, torna público a realização dos certames licitatórios, conforme seguem: Pregão nº. 019/2016 Objeto: Contratação de Empresa Especializada em Serviço para Manutenção Preventiva e Corretiva nos Veículos Médios, Caminhões e Ônibus da Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim: (Manutenção, Revisão, Desempeno de Chassi, Troca de Feixe de Molas Dianteiro e Traseiro, Troca de Suporte de Molas, Embuchamento de Feixe, Revisão de Feixe de Molas Dianteiro e Traseiro, Socorro e Demais Serviços Correlatos). Dia: 15/04/2016 - Hora: 13:00 horas Pregão nº. 020/2016 Objeto: Contratação de Empresa Especializada em Serviço para Manutenção Preventiva e Corretiva nos Veículos Médios, Caminhões e Ônibus da Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim: (Bombas e Bicos Injetores, Socorro e Demais Serviços Correlatos). Dia: 18/04/2016 - Hora: 13:00 horas Pregão nº. 021/2016 Objeto: Contratação de Empresa Especializada em Serviço para Manutenção Preventiva e Corretiva nos Equipamentos Veículos Médios, Caminhões e Ônibus da Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim: (Freio Pneumático e Direção Hidráulica e Demais Serviços Correlatos). Dia: 19/04/2016 - Hora: 09:00 horas. Pregão nº. 022/2016 Objeto: Contratação de Empresa Especializada em Serviço para Manutenção Preventiva e Corretiva nos Veículos Médios, Caminhões e Ônibus da Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim: (Bombas Hidráulica, Recuperação de Cilindro, Cromagem de Haste, Bulimento de Camisa, Recuperação de Tomadas de Força e Bomba). Dia: 19/04/2016 - Hora: 13:00 horas Pregão nº. 023/2016 Objeto: Contratação de Empresa Especializada em Serviço para Manutenção Geral (Preventiva e Corretiva), Serviço de Mecânica, sendo composto dos Serviços de Revisão, Manutenção e Troca de Equipamentos Elétricos em Geral (Chicotes Elétricos, Iluminação, Motor de Partida e Alternadores), Troca de Equipamentos de Ar Condicionado (Incluindo Limpeza e Higienização), Socorro e Demais Serviços Correlatos para os Veículos Médios, Caminhões e Ônibus da Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim. Dia: 20/04/2016 - Hora: 09:00 horas Local: Av. Brahim Antônio Seder, nº. 34 / 2º. andar – Centro, Ed. Centro Administrativo “Hélio Carlos Manhães” (antigo SESC) Cachoeiro de Itapemirim. Os Editais completos à disposição na Sede da Coordenadoria Executiva de Licitação e na home page: www.cachoeiro.es.gov.br. Cachoeiro de Itapemirim/ES, 31/03/2016 Leandro da Silva Viana Pregoeiro Oficial
COMUNICADO UNIMAR MARMORES E GRANITOS LTDA ME, CNPJ 07.090.512/000135 415.089/0001-70 torna público que obteve do IEMA, no processo n° 6844-6179, a Licença de Operação nº 37/2016, para extração de rocha ornamental, na localidade de Alto São Vicente de cima, Faz. Três Bicos s/n, zona rural, Município Rio Novo do Sul/ES.
classificados
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SERVIÇO NOTARIAL E REGISTRAL SERVENTIA EXTRAJUDICIAL 1° OFÍCIO - 1ª Zona
EDITAL DE INTIMAÇÃO Acham-se nesta Serventia, na Rua Rui Barbosa, 16 Ed. Santa Cecília, nesta cidade, para serem protestados após a publicação deste Edital, títulos de responsabilidade das seguintes pessoas: ABRAO SMITH CPF - 049.146.357-04 ADEGUIMAR DE SOUZA FERNANDES CPF - 763.741.737-91 AILTON BARROSO CPF - 282.982.177-72 ALIRIO BARBARU CPF - 755.122.977-91 AMELIA DEOLINDA CPF - 007.805.057-00 AMERICA MARIA DO ROSARIO CPF - 681.629.287-15 ANA ALVES DA SILVA CNPJ - 27.579.291/0001-70 ANGELINA SPASSINI CPF - 619.452.267-49 ANTONIO ELIAS CPF - 324.394.077-04 ANTONIO TEDOLDI RIGONI CPF - 071.098.657-20 ANTONIO VASQUES CPF - 215.406.327-68 AUGUSTO SABADINI CPF - 493.367.037-49 CICERO DANTAS CPF - 049.128.617-15 CICERO SANT ANNA CPF - 071.043.167-87 DARIO ROSA MACHADO CPF - 721.288.107-44 DIANA NASSER WANDERLEY CPF - 016.933.577-12 ELESBAO QUINTILIANO SILVA CPF - 364.102.257-68 ELIAS ASSAD CPF - 014.805.967-87 EXPEDITO MARDEGAN CALEGARI CPF - 478.949.037-87 FERNANDO CORDEIRO DE MORAES CPF - 070.963.217-72 FLORENTINO SOARES DA SILVA CPF - 328.272.027-00 GERALDO SANT ANNA BANHOS CNPJ - 27.073.113/0001-73 GERCI BERTINI CPF - 577.530.407-15 GRANLAR MOVEIS LTDA ME CNPJ - 04.726.567/0001-09 HERALDO BAUDSON CASSA CPF - 527.233.567-87 ILZA MOTA GOUVEIO CPF - 817.772.487-87 JOAO BOSCO SPEROTTO CNPJ - 27.126.077/0001-69 JOÃO DE JESUS CLEMASCO CPF - 342.761.577-49 JORGE JOSE NEVES CPF - 364.110.517-04 JORGE NUNES BONADIMAN CPF - 623.204.757-53 JOSE AYRES BULHOES CPF - 574.421.937-49 Por não ter sido possível encontrá-las, intimo-as (§ 1º art. 15 da lei 9492/97) para os fins de direito, e não sendo atendida a presente em até 24 horas, notifico-as do protesto. Cachoeiro de Itapemirim, 30 de Março de 2016 Cecília Simonato - Tabeliã Horário de pagamento: Das 9:00hs às 18:00hs TELEFONE: (28) 3521-0611
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ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
informe
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Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do ES Sicoob Credirochas - CNPJ: 03.358.914/0001-17
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
EXERCÍCIO 2015
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Associados,
2.3) Dados Patrimoniais
Submetemos a V.S.as as Demonstrações Contábeis do exercício de 2015 da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo – Sicoob Credirochas em milhares de reais, na forma da legislação em vigor. As demonstrações contábeis completas estão disponíveis no site Sicoob ES (www.sicoobes.com.br) 1) Política Operacional Em 2015, o Sicoob Credirochas completou 16 anos, mantendo a vocação de instituição financeira cooperativa muito atrativa para investimentos e para obtenção de crédito. A atuação junto aos Associados se dá pela captação de depósitos, pela concessão de empréstimos e pela prestação de serviços financeiros. 2) Nosso Desempenho 2.1) Retornos
ROE/ROA Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio – anualizado Retorno sobre Ativo Médio - anualizado 2.2) Resultado
Demonstração do Resultado do Período
% p.p Jan a Variação Dez/2014 31,64 -2,4 5,24 -0,68
Jan a Dez/2015 29,24 4,56
Em Milhares R$ Jan a Jan a Dez/2015 Dez/2014
Resultado da intermediação Financeira antes dos 27.695 Créditos de Liquidação Duvidosa Despesa de provisão para Créditos de Liquidação 8.884 Duvidosa Receita de recuperação de Créditos Baixados como 944 Prejuízo Receitas de Prestação de Serviços e de Tarifas 5.739 Receitas com Ato Não Cooperativo 892 Despesas com Pessoal, Outras Despesas 20.728 Administrativas e Operacionais Despesas Tributarias 198 Resultado de Participações e outras receitas 852 operacionais e resultado não operacional Ingressos de Depósitos Intercooperativos 9.711 Juros ao Capital 4.412 Sobras do exercício 13.713 Contribuíram para a evolução do Sobra do exercício de 2015:
24.646
% Variação 12,37
4.081
117,69
742
27,22
4.750 915
20,82 - 2,51
19.167
8,14
151
31,13
2.226
-61,73
4.087 2.864 11.692
137,61 54,05 17,29
Em Milhares R$ Jan a Jan a Dez/2015 Dez/2014 Ativos Totais 348.617 251.120 Centralização Financeira 111.267 42.813 Carteira de Crédito 227.574 198.345 Depósitos 255.090 176.871 Patrimônio Líquido 59.691 48.259 Patrimônio de Referencia (PR) 59.529 43.261 Os destaques para o crescimento da Cooperativa no exercício de 2015 Balanço Patrimonial
% Variação 38,82 159,89 14,74 44,22 23,69 37,60
O total de ativos atingiu R$ 348.617 mil ao final de dezembro de 2015, com crescimento de 38,82% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em 31 de dezembro de 2015 o saldo da carteira de crédito, atingiu R$ 227.574 mil, com crescimento de 14,74% em relação a 31 de dezembro de 2014. Os depósitos obtiveram um aumento de 36,10% considerando o mesmo período de 2014, atingindo no final do exercício de 2015 o montante de R$ 271.493 mil. O patrimônio líquido cresceu 23,44% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo assim o valor de R$ 59.691 mil. Em 31/12/2015 a inadimplência acima de 90 dias foi de 5,77%, percentual inferior ao verificado no mercado. 2.3.1) Carteira de crédito por produto e segregação de PF e PJEm Milhares R$ Carteira de Crédito Crédito Rural Empréstimos Títulos descontados Conta Corrente Total 3) Pessoas
31/12/2015 11.853 11.853 7.817 25.877 130.812 156.689 26.501
Variação Valor % Total total 7.817 4.036 51,63% 111.152 137.653 19.036 13,83%
1.254
40.286
PF
PJ
46.048
31/12/2014 Total
47.302
PF
1.139
2.144 9.586 11.730 1.295 41.128 186.446 227.574 36.752
PJ
Total
41.425
5.877
14,19%
10.155 11.450 280 2,45% 161.593 198.345 29.229 14,74%
Contávamos com 94 colaboradores no final do exercício de 2015, desses 90% possuem ensino superior e 40% com Certificação Profissional ANBINA (CPA). A remuneração fixa dos nossos colaboradores e diretores, somada aos seus encargos e benefícios totalizaram R$ 9.077 mil no exercício corrente. 4) Política de Crédito
Receitas de prestação de serviços e de tarifas bancárias: aumento de 20,82%, o resultado da intermediação financeira cresceu 137,61% e a receita com recuperação de prejuízo cresceu 27,22% em relação ao mesmo período de 2014. Quanto as despesas, ocorreu uma variação do grupo de despesas com pessoal e administrativas, em relação ao mesmo período de 2014, de 8,14%. Houve um aumento de 14,36% na receita de ingressos de deposito intercooperativos, que são os rendimentos que a Cooperativa recebeu do Sicoob Central ES pela centralização da administração financeira dos recursos.
A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados. A Cooperativa realiza também todas as consultas cadastrais e faz a avaliação do associado por meio do Rating (avaliação por pontos), buscando, assim, garantir ao máximo a liquidez das operações. É adotada ainda a política de classificação de risco de crédito da carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Resolução CMN nº 2.682. No exercício de 2015, houve uma concentração de 90,73% nos níveis de risco “AA” a “C”. 5) Governança Corporativa
A relação entre as receitas de prestação de serviços e de tarifas bancárias frente as despesas de pessoal, outras despesas administrativas e operacionais foi de 28%, 3 pontos percentuais acima do alcançado no exercício de 2014.
Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos cooperados definir e assegurar a execução e fortalecimento dos princípios e objetivos da Cooperativa, contribuindo para a sua continuidade.
Foi pago para os associados em 2015 o valor de R$ 4.412 mil referente a juros ao capital, que é 54,05% maior do que o pago no exercício anterior.
A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara segregação de funções. Cabem ao Conselho de Administração, órgão superior da administração da cooperativa eleito pelos Associados, as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia.
A Sobra do exercício teve um crescimento de 17,29% em relação ao mesmo período de 2014.
A cooperativa é monitorada periodicamente quanto à efetivação dos controles internos. Tal monitoramento é realizado pelo Sicoob Central ES que a partir de janeiro de 2011, centralizou esse serviço adotando padrão de qualidade e atuação compatível com a realidade de nossas atividades, sistemas, produtos e serviços. Integra ainda a área de fiscalização a auditoria interna realizada periodicamente por auditor do Sicoob Central ES cuja metodologia e procedimentos aplicados seguem as políticas e manuais aprovados no sistema. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditores externos, que emitem relatórios conclusivos os quais são levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria sendo emitidos pareceres para conhecimento da Assembleia Geral. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe tal competência, além da autorização de funcionamento. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa utiliza várias ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito é adotado o Manual de Crédito, desenvolvido, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação, homologado pelo Sicoob Central ES, aprovado e instituído pelo Conselho de Administração da Cooperativa. Além do Estatuto Social, são seguidos regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regulamento do Conselho de Administração, o Regulamento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral e o Código de Ética. A cooperativa ainda adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de carreira que contempla a remuneração adequada, a segregação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos Associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 6) Conselho Fiscal Eleito na Assembleia Geral Ordinária, com mandato de 2 anos, é um órgão independente da administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática, como representante dos interesses dos associados, os atos da administração, as atividades e operações da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. 7) Código de Ética Todos os integrantes da equipe do Sicoob ES aderiram, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob – Sicoob Confederação. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 8) Sistema de Ouvidoria O Sicoob ES conforme previsto na Resolução 3.849 de 25/03/2010 o Conselho Monetário Nacional trabalha com sistema de ouvidoria centralizado e estrutura compartilhada com o Bancoob. No exercício de 2015, a Ouvidoria da Cooperativa registrou 33 demandas sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos por esta cooperativa. Dessas demandas, as 18 foram classificadas procedentes e todas resolvidas antes do prazo legal estabelecido, que é de (quinze) dias, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. 9) Agradecimentos Agradecemos aos nossos colaboradores, pelo empenho e talento que nos permitem obter resultados consistentes, e aos nossos associados pela preferência e pela confiança depositada em nossa Cooperativa de crédito e na nossa Administração. Cachoeiro de Itapemirim – ES, 31 de janeiro de 2016. Conselho de Administração.
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31/12/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS) ATIVO Circulante Disponibilidades Títulos e Valores Mobiliários Carteira Própria Relações Interfinanceiras Centralização Financeira - Cooperativas Operações de Crédito Empréstimos e Títulos Descontados Financiamentos Rurais e Agroindustriais (-) Provisão para Operações de Crédito Outros Créditos Rendas a Receber Diversos Outros Valores e Bens Outros Valores e Bens (-) Provisão para Desvalorizações Despesas Antecipadas Não Circulante Realizável a Longo Prazo Títulos e Valores Mobiliários Carteira Própria Operações de Crédito Empréstimos e Títulos Descontados Financiamentos Rurais e Agroindustriais Outros Créditos Diversos Permanente Investimentos Participação em Cooperativas Imobilizado de Uso Outras Imobilizações de Uso (-) Depreciações Acumuladas Intangível Ativos intangíveis (-) Amortização Acumulada Diferido Gastos de Organização e Expansão (-) Depreciações Acumuladas TOTAL
Nota 3 4 5
6 7
3 5 6 8 9 10 11
31/12/2015
240.899 2.697 33 33 111.267 111.267 123.608 132.811 3.791 (12.994) 1.923 1.488 435 1.371 1.501 (165) 35 107.718 97.255 5.197 5.197 90.972 82.910 8.062 1.086 1.086 10.463 7.601 7.601 2.674 6.533 (3.859) 179 582 (403) 9 83 (74) 348.617
31/12/2014
158.037 1.668 17 17 42.813 42.813 111.401 116.968 1.786 (7.353) 1.218 610 608 920 917 (37) 40 93.083 83.598 3.190 3.190 79.591 73.560 6.031 817 817 9.485 6.095 6.095 1.748 3.219 (1.471) 250 580 (330) 1.392 2.929 (1.537) 251.120
PASSIVO Circulante Depósitos Depósito à Vista Depósito Sob Aviso Depósito a Prazo Relações Interfinanceiras Repasses Interfinanceiros Correspondentes Relações Interdependências Recursos em Trânsito de Terceiros Transferência Internas de Recursos Obrigações Por Empréstimos e Repasses Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações Cob. e Arrec. de Trib. e Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas Não Circulante Exigível a Longo Prazo Relações Interfinanceiras Repasses Interfinanceiros Obrigações Por Empréstimos e Repasses Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações Diversas Patrimônio Líquido Capital Social De Dominiliados no País (-) Capital a Realizar Reserva de Sobras Sobras Acumuladas TOTAL
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Nota 12
13.1 14
13.2
15.3 15.1 15.2 15.3
13.1 13.2 15.3.e 17
31/12/2015 276.062 255.090 37.995 4.403 212.692 207 200 7 9.737 9.737 4.820 4.820 6.208 43 1.933 842 3.390 12.864 12.864 11.834 11.834 1.030 1.030 59.691 37.484 37.544 (60) 16.847 5.360 348.617
31/12/2014 193.910 176.871 31.959 4.324 140.588 4 4 2.018 2.018 15.017 30 1.545 998 12.444 8.951 8.951 8.071 8.071 880 880 48.259 29.501 29.549 (48) 13.683 5.075 251.120
(28) 3511-7481
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DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA
EM 31/12/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS)
Ingressos da Intermediação Financeira Operações de Crédito Resultado de Op. com Tít. e Valores Mobil. e Instr. Financeiros Dispêndios da Intermediação Financeira Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses Provisão para Operações de Créditos Resultado Bruto Intermediação Financeira Outros Ingressos/Rec. (Dispêndios/Desp.) Operacionais Receitas (Ingressos) de Prestação de Serviços Rendas (Ingresos) de Tarifas Dispêndios/Despesas de Pessoal Outras Dispêndios/Despesas Administrativas Dispêndios/Despesas Tributárias Ingressos de Depósitos Intercooperativos Outros Ingressos/Rendas Operacionais Outros Dispêndios/Despesas Operacionais Resultado Operacional Resultado Não Operacional Resultado Antes da Tributação e Participações Imposto de Renda e Contribuição Social Participações nos Resultados de Empregados
EM 31/12/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS)
2º SEM. 2015 28.048 27.723 325
31/12 2014 39.444 39.282 162
20 21
7.753 (1.609) 1.338 1.692 (4.722) (4.996) (122) 6.328 762 (1.889)
18.811 (4.319) 2.640 3.099 (9.077) (9.456) (198) 9.711 1.157 (2.195)
20.565 (8.204) 2.364 2.386 (8.445) (8.600) (151) 4.087 2.277 (2.122)
6.144 (109) 6.035 (267)
14.492 (305) 14.187 (474)
12.361 (51) 12.310 (180) (438)
5.768 -
13.713 (3.941) (814) (3.127)
11.692 (3.753) (793) (2.960)
5.768 (4.412)
9.772 (4.412)
7.939 (2.864)
1.356
5.360
5.075
22
15.1
Sobras / Perdas antes das Destinações Destinações legais e Estatutárias F.A.T.E.S. Reserva Legal Resultado antes do Juros ao Capital Juros ao Capital
31/12 2015 53.301 52.779 522
(20.295) (34.490) (18.879) (14.403) (24.595) (14.417) (619) (1.011) (381) (5.273) (8.884) (4.081)
13.3
19
Sobras / Perdas Líquidas As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 31/12/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS)
Eventos Saldos em 31/12/13 Destinação de Sobras Exercício Anterior: Ao Capital Cotas Capital à Pagar - Ex-associados Movimentações de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Aumento de Reservas Sobras ou Perdas Líquidas Provisão de Juros ao Capital Subscrição do Juros ao Capital IRRF sobre Juros ao Capital Fates Atos Não Cooperativos Destinação do Resultado Não Operacional Destinação das Sobras do Exercício: . Fundo de Reserva . FATE S Saldos em 31/12/14 Saldos em 31/12/14 Destinação de Sobras Exercício Anterior: Ao Capital Cotas Capital à Pagar - Ex-associados Movimentações de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Estorno de Capital Aumento de Reservas Sobras ou Perdas Líquidas Provisão de Juros ao Capital Subscrição do Juros ao Capital Juros ao Capital Pago em Conta Corrente IRRF sobre Juros ao Capital Fates Atos Não Cooperativos Destinação do Resultado Não Operacional Destinação das Sobras do Exercício: . Fundo de Reserva . FATE S Saldos em 31/12/15 Saldos em 30/06/15 Movimentações de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Aumento de Reservas Sobras ou Perdas Líquidas Provisão de Juros ao Capital Subscrição do Juros ao Capital Juros ao Capital Pago em Conta Corrente IRRF sobre Juros ao Capital Fates Atos Não Cooperativos Destinação do Resultado Não Operacional Destinação das Sobras do Exercício: . Fundo de Reserva . FATE S Saldos em 31/12/15
Capital Capital Capital a Subscrito Realizar 23.821 (30)
Sobras Reserva ou Perdas Legal Acum. 10.670
3.618 799 (1.108)
53
(48) (48)
13.683 13.683
5.053 971 (1.369) (1)
(3.618) (3)
(3) 781 (1.108) 53 11.692 (2.864) 2.842 (423) (370) (423) 48.259 48.259
11.692 (2.864)
(2.960) (423) 5.075 5.075 (5.053) (22)
(12) 37
4.349 (816) (192)
13.713 (4.412)
(368)
3.127 37.544 34.448
(60) (53)
529 (774)
(7)
16.847 13.720
(3.127) (446) 5.360 7.945
5.768 (4.412)
4.349 (816) (192)
(368)
3.127 37.544
38.082
(370)
2.960
(60)
16.847
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Totais
3.621
(18)
2.842 (423)
29.549 29.549
13
informe
Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do ES Sicoob Credirochas - CNPJ: 03.358.914/0001-17
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
E X E RCÍ CI O 2 0 1 5
Nota
ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
(3.127) (446) 5.360
(22) 959 (1.369) (1) 37 13.713 (4.412) 4.349 (816) (192) (368) (446) 59.691 56.060 522 (774) 5.768 (4.412) 4.349 (816) (192) (368) (446) 59.691
DESCRIÇÃO Atividades Operacionais Sobras/Perdas do Exercício Antes da Tributação e Particip. IRPJ / CSLL Participações nos Resultados de Empregados Depreciações e Amortizações Provisão de Juros ao Capital Provisão para perda com operações de crédito Resultado das baixas por obsolescencia do Ativo Imobilizado Resultado da venda de Ativo Imobilizado Aumento (redução) em ativos operacionais Títulos e Valores Mobiliários Relações Interfinanceiras Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Aumento (redução) em passivos operacionais Depósitos a Vista Depósitos sob Aviso Depósitos a Prazo Outras Obrigações Relações Interfinanceiras Obrigações por Empréstimos e Repasses Relações Interdependências Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Alienação de Investimento Alienação de Imobilizações de Uso Aplicação no Intangível Aplicação no Diferido Inversões em Imobilizado de Uso Inversões em Investimentos Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos Atividades de Financiamentos Aumento por novos aportes de Capital Devolução de Capital à Cooperados Dest. de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar FATES - Resultado de Atos Não Cooperativos FATES Sobras Exercício Juros ao Capital à Pagar Ex-associados Subscrição do Juros ao Capital Juros ao Capital Pago em Conta Corrente IRRF sobre Juros ao Capital Aumento de Reservas Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades Modificações em Disponibilidades Líquida No Ínicio do Período No Fim do Período Variação Líquida das Disponibilidades
2º SEM. 2015
31/12 2015
31/12 2014
6.035 (267) 507 (4.412) 5.273 2 (6) 7.132
14.187 (474) 1.085 (4.412) 8.884 2 (22) 19.250
12.310 (180) (438) 934 (2.864) 4.081 8 (11) 13.840
(1.747) (1) (10.830) (579) 34
(2.023) (32.472) (974) (451)
(2.742) (41.142) (599) (732)
3.627 93 29.779 910 12.041 (10.098) 9.075 39.436
6.036 79 72.104 (8.723) 12.037 (5.270) 9.737 69.330
1.549 46 30.574 2.921 (4) 7.301 (9) 11.003
19 (302) (367) (650)
30 (17) (550) (1.506) (2.043)
29 (105) (88) (1.321) (1.083) (2.568)
522 (774) (368) (446) 64 4.349 (816) (192) 2.339 41.125
959 (1.369) (22) (368) (446) 64 4.349 (816) (192) 37 2.196 69.483
781 (1.108) (3) (370) (423) 23 2.842 (423) 53 1.372 9.807
72.839 113.964 41.125
44.481 113.964 69.483
34.674 44.481 9.807
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS
EM 31/12/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS)
A COOPERATIVA DE CREDITO DOS PROPRIETARIOS DA INDUSTRIA DE ROCHAS ORNAMENTAIS, CAL E CALCARIOS DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO - SICOOB CREDIROCHAS - SICOOB CREDIROCHAS, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 12/04/1999, filiada à CCC DO ESPÍRITO SANTO – SICOOB CENTRAL ES e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/1964, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/1971, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/2009, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 4.434/2015, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. O SICOOB CREDIROCHAS possui 8 Postos de Atendimento (PAs) nas seguintes localidades: CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES, BARRA MANSA - RJ, VOLTA REDONDA - RJ, ATÍLIO VIVÁCQUA - ES, RESENDE - RJ O SICOOB CREDIROCHAS tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. 1. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaborados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/2007 e nº 11.941/2009, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda,
no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC. As demonstrações contábeis são uniformes em relação aos exercícios apresentados, sendo as possíveis mudanças de critérios ocorridas demonstrada em nota específica. Também foram revisadas e aprovadas pela administração ou pelo Conselho de Administração, em sua reunião datada de 15/01/2016. Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) - Resolução CMN nº 4.144/2012; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/2008; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/2008; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/2009; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/2011; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº 4.007/2011; CPC 24 - Evento Subseqüente - Resolução CMN nº 3.973/2011; CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/2009 e CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis – Resolução CMN nº1.376/2011. 2. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado Os ingressos/receitas e os dispêndios/despesas são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas com prestação de serviços, típicas ao sistema financeiro, são reconhecidas quando da prestação de serviços ao associado ou a terceiros.
Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. c) Caixa e equivalentes de caixa Conforme Resolução CMN nº 3.604/2008, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem:
Descrição Caixa e depósitos bancários Relações interfinanceiras centralização financeira TOTAL
2015 2.697
2014 1.669
111.267
42.813
113.964
44.482
d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. A apropriação dos juros é interrompida após vencidas há mais de 60 dias. As operações classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por 6 meses, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em conta de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. e) Provisão para operações de crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. As Resoluções CMN nº 2697/2000 e 2.682/1999 introduziram os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). f) Depósitos em garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. g) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL ES e ações do Bancoob, avaliadas pelo método de custo de aquisição. h) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, edificações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. i) Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 05 anos. Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/2008, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. j) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. k) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis.
14
ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
informe
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Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do ES Sicoob Credirochas - CNPJ: 03.358.914/0001-17
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EX ERC ÍC IO 2015
NOTAS EXPLICATIVAS EM 31/12/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS) l) Obrigações por empréstimos e repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”), assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis. m) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. n) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. o) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. p) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. q) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos (Art. 183 Decreto 3.000/1999). O resultado apurado em operações realizadas com cooperados não tem incidência de tributação (Art. 182 Decreto 3.000/1999). r) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). s) Valor recuperável de ativos – impairment A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 31 de Dezembro de 2015 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. t) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de Dezembro de 2015 3. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são avaliados pelo custo acrescido dos rendimentos ou valor de realização. A Circular CMN nº 3.068, que trata da classificação dos títulos e valores mobiliários com base em um conjunto de critérios para registro e avaliação da carteira de títulos, não se aplica às cooperativas de crédito. Em 31 de Dezembro de 2015 e 2014, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários estavam assim compostas:
Descrição 2015 2014 Título De Renda Fixa 5.230 3.207 TOTAL 5.230 3.207 Os Títulos de Renda Fixa referem-se, substancialmente, a aplicações em Certificados de Depósitos Interbancários – CDI, no SICOOB CENTRAL ES, com remuneração de, aproximadamente, 100% do CDI. Tal recurso refere-se a operações que estão vinculadas ao Acordo de Compensação assinado entre a Cooperativa e o Bancoob com o objetivo de mitigação de risco de crédito, sendo seus vencimentos correspondentes aos vencimentos dos contratos de repasse do crédito rural. 4. Relações interfinanceiras Em 31 de dezembro de 2015 e 2014, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas: Descrição 2015 2014 Centralização Financeira 111.267 42.813 Cooperativas TOTAL 111.267 42.813 (a) Referem-se à centralização financeira das disponi-
bilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL ES. 5. Operações de crédito a) Composição da carteira de crédito por modalidade:
31/12/2015 Não Circ. Circ. Total
Modalidade
31/12 2014
Adiantamento a 1.029 - 1.029 543 Depositante Empréstimos 75.259 75.243 150.502 126.625 Títulos 47.301 - 47.301 41.425 Descontados Financiamentos 9.222 7.667 16.889 21.935 Financiamentos Rurais e 3.791 8.062 11.853 7.817 Agroindustriais (-) Provisões para Operações (12.994) - (12.994) (7.353) de Crédito TOTAL 123.608 90.972 214.580 190.992 b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999: Nível / Percentual de Risco / Situação
Empr. / TD
AA Nor. A 0,5% Nor. B 1% Nor. B 1% Venc. C 3% Nor. C 3% Venc. D 10% Nor. D 10% Venc. E 30% Nor. E 30% Venc. F 50% Nor. F 50% Venc. G 70% Nor. G 70% Venc. H 100% Nor. H 100% Venc. Total Normal Total Vencidos Total Geral Provisões Total Líquido
11.386 75.417 59.730 1.269 17.314 3.740 1.804 3.808 590 1.630 226 3.304 280 431 596 5.576 167.343 19.758 187.101 (11.281) 175.821
A.D / Cheque Especial / Conta Garant.
413 5.080 4.126 14 1.064 22 195 18 74 20 93 43 358 210 11.403 327 11.730 (1.060) 10.670
Financ.
Financ. Rurais
Total em 31/12 2015
Prov. 31/12 2015
Total 31/12 2014
506 7.483 6.134 101 745 1.202 10 184 144 5 3 228 16 129 15.038 1.852 16.890 (528) 16.362
213 4.164 6.156 1.016 260 44 11.593 260 11.853 (125) 11.728
12105 87477 77100 1370 23201 5216 2922 4014 929 1653 300 3327 373 702 970 5915 205.377 22.197 227.574 (12.994) 214.580
- 7.516 438 69.911 771 66.537 14 1.386 696 35.643 156 4.753 292 4.260 401 1388 279 1388 496 1010 150 78 1664 838 261 100 491 793 970 859 5915 1.885 3.857 186.292 9.137 12.053 12.994 198.345 (7.353) 190.992
Prov. 31/12 2014 350 665 14 1069 143 426 139 417 303 39 419 70 555 859 1.885 3.895 3.458 7.353
c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento:
De 91 Acima até Total 360 de 360 Empréstimos 26.170 38.388 75.243 139.801 Títulos Descont. 43.212 4.088 0 47.300 Financiamentos 2.788 6.435 7.667 16.890 Financ.Rurais 620 3.171 8.062 11.853 TOTAL 72.790 52.082 90.972 215.844 d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica: Descrição
Descrição Setor Privado Comércio Setor Privado Indústria Setor Privado Serviços Pessoa Física Outros TOTAL
Até 90
Conta Corr.
Empr./ Financ.
Título Desc.
Crédito Rural
31/12 2015
% da Cart.
696
16.037
3.804
0
20.537
9%
2.100
26.325
11.686
0
40.111
18%
6.603
84.914
28.791
0
120.308
53%
2.144
25.877
1.254
11.853
41.128
18%
187 3.538 11.730 156.691
1.765 47.300
0 5.490 2% 11.853 227.574 100%
e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito:
Descrição 2015 Saldo Inicial 7.353 Constituições 8.884 Transferência para prejuízo (3.243) TOTAL 12.994 f) Concentração dos Principais Devedores:
2014 4.918 4.310 (1.875) 7.353
Serviços Prestados a Receber 141 21 Outras Rendas a Receber (a) 1.347 589 Diversos 1.521 1.425 Adiantamentos e Antecipações 49 66 Salariais Adiantamentos para Pagamentos de 22 Nossa Conta Adiantamentos por Conta de 32 Imobilizações Devedores por Compra de Valores 4 6 e Bens Devedores por Depósitos em 1.086 817 Garantia (b) Impostos e Contribuições a 174 3 Compensar (c) Pagamentos a Ressarcir 9 30 Títulos e Créditos a Receber 135 69 Devedores Diversos – País 64 380 TOTAL 3.009 2.035 (a) A maior representatividade desse grupo refere-se à Centralização financeira no montante de R$ 1.304 mil (b) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: PIS sobre Atos Cooperativos (R$134), COFINS sobre Atos Cooperativos (R$726) e outros (R$226). (c) Montante refere-se a impostos federais a serem compensados. 7. Outros valores e bens Descrição 2015 2014 Bens Não de Uso Próprio 1.500 917 (Provisões para Desvalorizações) -165 -37 Despesas Antecipadas 35 40 TOTAL 1.371 920 a) Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor referente a bens recebidos como dação em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção. b) Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, referentes a prêmios de seguros e outros. 8. Investimentos O saldo é, substancialmente, representado por quotas do SICOOB CENTRAL ES e ações do BANCOOB. Descrição 2015 2014 Participações em cooperativa central 4.837 4.198 de crédito Participações inst financ controlada 2.764 1.898 coop crédito TOTAL 7.601 6.095 9. Imobilizado de uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição
2015
Taxa 2014 Depr. 70 * 409 10%
Imobilizado em Curso 361 Instalações 3.318 Móveis e equipamentos 1.014 989 10% de Uso Sistema de Comunicação 104 88 10% Sistema de Processamento 1.194 1.125 20% de Dados Sistema de Segurança 253 252 10% Sistema de Transporte 289 286 20% (-) Total Depreciação -3.859 -1.471 Acumulada TOTAL 2.674 1.748 (*) As imobilizações em curso serão alocadas em grupo específico após a conclusão das obras e efetivo uso, quando passaram a ser depreciadas. 10. Intangível Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares.
Descrição 2015 2014 Saldo inicial 6.848 5.926 Valor das operações transferidas 3.243 1.875 no período Valor das operações recuperadas (943) (723) no período Valor dos juros recebidos nas 39 12 operações recuperadas Valor dos descontos concedidos nas (156) (242) operações recuperadas TOTAL 9.031 6.848 6. Outros créditos Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado:
Descrição 2015 2014 Direito de Uso (a) 312 310 Fundo de Comércio (b) 230 230 Direitos Folha de Pagamento 40 40 Adquirido (-) Amort. Acum. De Ativos -403 -330 Intangíveis TOTAL 179 250 O valor registrado na rubrica “Direito de Uso”, refere-se a 07 licenças de uso do Sistema de Informática do Sicoob - SISBR, adquirida da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação. A Central cedeu exclusivamente às suas filiadas (cooperativas singulares associadas), devidamente autorizado pelo Sicoob Confederação, com prazo de até 31 de maio de 2019, o direito de uso do SISBR, e a licenças da Microsoft Office Home and Business. (a) O valor registrado na rubrica “Fundo de Comércio” refere-se a pagamento efetuado a empresa onde encontra-se instalada a Agência sede e Unidade Administrativa da Cooperativa, para transferência do contrato de aluguel do imóvel. 11. Diferido Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, substancialmente, instalações e reforma de PAs.
Modalidade Rendas A Receber
Descrição Gastos em Imóveis de Terceiros
Descrição
2015 % Cart. 2014 % Cart. Total Total 5.181 2,28% 5.269 2,66% 33.665 14,79% 26.066 13,14% 86.328 37,93% 76.224 38,43% consideradas as hipóteses de grupos
Maior Devedor 10 Maiores Dev. 50 Maiores Dev. Obs.: Não foram econômicos. g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo:
2015 1.488
2014 610
2015 27
2014 2.618
Constituição e Reestruturação da 0 255 Sociedade Instalação e Adaptação de 56 56 dependencias (-) Amortização Acumulada do -74 -1.537 Diferido TOTAL 9 1.392 12. Depósitos Composto de valores cuja disponibilidade é imediata aos associados, denominado de depósitos a vista, portanto sem prazo determinado para movimentá-lo, ficando a critério do portador dos recursos fazê-lo conforme sua necessidade. Composto também por valores pactuados para disponibilidade em prazos pré estabelecidos, denominados depósitos a prazo, os quais recebem atualizações por encargos financeiros remuneratórios conforme a sua contratação em pós ou pré fixada. Suas remunerações pós fixadas são calculadas com base no critério de pro rata temporis, já a remunerações pré fixadas são calculadas o prazo final da operações, tendo o valor futuro, a data do demonstrativo contábil, apresentado em conta redutora. Descrição 31/12/2015 31/12/2014 Depósito à Vista 37.995 31.959 Depósito Sob Aviso 4.403 4.324 Depósito a Prazo 212.692 140.588 TOTAL 255.090 176.871 Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil), por CPF/CNPJ, estão garantido pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), o qual é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado de abrangência nacional, regida pelo presente Estatuto e pelas disposições legais e regulamentares aplicáveis, conforme, constituído conforme Resoluções CMN n°4.284/13. As instituições associadas são todas as cooperativas singulares de crédito e os bancos cooperativos. Descrição
2015
% Cart. Total
2014
% Cart. Total
Maior 10.711 4,26 5.009 2,87% Depositante 10 Maiores 47.608 18,95 29.438 16,86% Dep. 50 Maiores 102.992 41,01 65.342 37,41% Dep. Foi instituído no Sicoob Central ES o FGF – Fundo de Garantia e Fomento do Sicoob Espírito Santo, que objetiva fortalecer as cooperativas filiadas ao Sicoob Central ES, disponibilizando recursos para: a cobertura adicional nos termos do FGCoop até o limite de R$ 100 (cem mil) por CPF/CNPJ; expansão dos negócios pela abertura e modernização de pontos de atendimento e incorporação, fusão ou liquidação judicial ou extrajudicial de cooperativas filiadas. 13. Relações Interfinanceiras e Obrigações por empréstimos e repasses São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. No exercício de 2015 os recursos de repasse contratos com o Bancoob e Sicoob Central ES foram reclassificados de obrigações por empréstimos e repasses para o grupo de relações interfinanceiras, para melhor adequação a natureza dos contratos. 13.1 Relações Interfinanceiras: 2015 Instituições Taxa Venc. Circ. Não Circ. 2014 Até Acima de 1 ano 1 ano BANCOOB Div. Div. 99 11.432 Sicoob Div. Div. 101 402 Central ES Total 200 11.834 13.2 Obrigações por Empréstimos e Repasses: 31/12/2015 Não Instituições Taxa Venc. Circ. Circ. 2014 Até 1 Acima ano de 1 ano Sicoob Div. Div. 4.820 1.847 Central ES BANCOOB Div. Div. 8.242 Total 4.820 10.089 13.3 Resultado das Relações Interfinanceiras / Obrigações por Empréstimos e Repasses: Descrição 2015 2014 BANCOOB 494 202 Sicoob Central ES 517 179 Total 1.011 381 14. Relações Interdependências Os recursos de terceiros que estão com a cooperativa são registrados nessa conta para posterior repasse aos associados, por sua ordem. Descrição 2015 2014 Recursos em Trânsito de 9.737 Terceiros (a) Total 9.737 Trata-se de cheques emitidos contra ordem de terceiros. Esses valores eram contabilizados no grupo de credores diversos e foram reclassificados, para melhor adequação
contábil 15. Outras Obrigações 15.1 Sociais e Estatutárias
Descrição 2015 2014 Provisão Para Participações Nos 480 438 Lucros (a) Fundo de Assistência Técnica, 996 980 Educacional e Social (b) Gratificações a Dirigentes (c) 209 0 Cotas De Capital A Pagar (d) 248 127 TOTAL 1.933 1.545 (a) Consubstanciada pela Lei 10.101/00, e acordo coletivo, a cooperativa provisionou o montante de R$ 480 mil (quatrocentos e oitenta mil), a título de participação dos empregados nos resultados, com o pagamento efetivado em 29/01/16. (b) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 5% das sobras líquidas do ato cooperativo, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. (c) Refere-se a gratificações de produtividade de dirigentes a pagar. (d) Refere-se a cotas de capital a devolver de associados desligados. 15.2 Fiscais e Previdenciárias As obrigações fiscais e previdenciárias, classificadas no passivo na conta de Outras Obrigações estão assim compostas: Descrição Impostos E Contribuições Sobre Lucros A Pagar Impostos e contribuições a recolher TOTAL 15.3 Diversas
2015
2014
0
63
842 842
935 998
Descrição 2015 2014 Cheques Administrativos 0 9.644 Despesas de Pessoal 558 511 Outras Despesas Administrativas (a) 377 394 Obrigações Por Aquisição De Bens 3 e Direitos Obrigações por Prestação de Serviço 1.328 839 de Pagamento (b) Credores Diversos – País 166 85 Cheques Descontados (c) 464 535 Liquidação Cobrança (d) 364 436 Outras 43 30 Provisão para Garantias Prestadas 131 Provisão para Passivos Contingentes 1.029 880 (e) TOTAL 4.463 13.354 (a) Refere-se a provisão para pagamento de despesas com aluguéis R$ 63 mil, custódia de valores R$ 4 mil, comunicações R$ 36 mil, segurança e vigilância R$ 24 mil, manutenção e conservação de bens R$ 5 mil, transporte R$ 21 mil, seguro R$ 69 mil, plano de saúde R$ 2 mil, compensação R$ 99 mil, seguros a recolher R$ 5 mil, provisão de despesas com cartões R$ 35 mil, outras R$ 14 mil; (b) Refere-se aos convênios de folhas de pagamento com empresas associadas; (c) Refere-se a cheques depositados relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até a data-base de 31/12/2015; (d) Refere-se a cobranças liquidadas, não repassadas aos associados até a data-base de 31/12/2015; (e) Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes provisões: 2015 2014 Prov. p/ Dep. Prov. p/ Dep. Descrição Conting. judiciais Conting. judiciais PIS (a) 134 134 128 128 COFINS (a) 726 726 689 689 Outras (b) 170 226 63 Total 1.030 1.086 880 817 a) PIS e COFINS - quando do advento da lei no. 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Consequentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a dezembro de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Depósitos em garantia; b) Refere-se a processo morais e material. 16. Instrumentos financeiros O SICOOB CREDIROCHAS opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, títulos e valores mobiliários, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos. Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2015 e 2014, a cooperativa não realizou operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos.
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ES de Fato, Sexta-Feira, 1º de Abril de 2016
informe
Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do ES Sicoob Credirochas - CNPJ: 03.358.914/0001-17
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
EXERCÍCIO 2015
RELATÓRIO DE AUDITORIA
NOTAS EXPLICATIVAS EM 31/12/2015 E DE 2014 (EM MILHARES DE REAIS) 17 . Patrimônio líquido a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independentemente do número de suas cotas-partes.
Descrição 31/12/2015 31/12/2014 Capital Social 37.484 29.501 Associados 9.409 7.807 b) Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 35%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 20 de março de 2015, os cooperados deliberaram pelo aumento do capital social com sobra do exercício findo em 31 de Dezembro de 2014, no valor de R$ 5.075 mil (cinco milhões e setenta e cinco mil). d) Destinações estatutárias e legais A sobra líquida do exercício terá a seguinte destinação: Descrição Sobra líquida do exercício Lucro líquido decorrente de atos não-cooperativos apropriado ao FATES Sobra líquida, base de cálculo das destinações Destinações estatutárias Reserva legal -35% Fundo de assistência técnica, educacional e social - 5% Sobra à disposição da Assembléia Geral
2015 9.301
2014 8.828
(368)
(370)
8.933
8.458
(3.127) (2.960) (446)
(423)
5.360
5.075
18. Resultado de atos não cooperativos O resultado de atos não cooperativos tem a seguinte composição:
Descrição 2015 2014 Receita de prestação de serviços 1.061 915 Despesas específicas de atos não (121) (94) cooperativos Despesas apropriadas na proporção das receitas de atos não (268) (271) cooperativos Resultado não Operacional (305) Lucro antes do imposto de renda e 367 550 da contribuição social Resultado de atos não 367 370 cooperativos (lucro líquido) 19. Juros ao Capital A Cooperativa efetuou pagamento de juros ao capital próprio, visando remunerar o capital do associado. Os critérios para a provisão obedeceram a Lei Complementar 130, artigo 7º, de 17 de abril de 2009. A remuneração foi limitada ao valor da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – SELIC. O referido pagamento foi demonstrado na Demonstração de Sobras ou Perdas – DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme Circular BACEN nº 2.739/1997. Descrição 2015 2014 Juros ao Capital 4.412 2.864 IRRF sobre juros ao capital (192) (426) Juros ao Capital – Associados (64) (19) Desligados Creditado em Conta Corrente (a) (816) Valor incorporado a conta 3.340 2.419 capital (a) (a) Na mesma data do pagamento do juros ao capital incorporado, parte dele foi devolvido e creditado na conta corrente do associado, no montante de R$ 816 mil. 20. Outros ingressos/rendas operacionais Descrição 2015 2014 Recuperação de despesas diversas 67 1.657 Rendas de garantias prestadas 12 Rendas de repasses delcredere 142 50 Reversão de provisões operacionais 33 87 Dividendos (a) 203 Rendas de juros Cartão de crédito 371 Rendas multas por Atraso cartão 171 de Credito Rendas Intercâmbio – Cartão de 117 Credito Rendas Intercâmbio – Cartão de 44 Débito Outras 9 471 Total 1.157 2.277 a) É referente ao recebimento das distribuição de sobras do Sicoob Central ES R$ 11 mil e Recebimento de dividendos do Bancoob no valor de R$ 192. 21. Outros dispêndios/despesas operacionais Descrição
2015
2014
Descontos concedidos - operações 310 297 de crédito Contribuição ao fundo garantidor 114 de depósitos Fundo de Desenvolvimento (a) 1.324 1.482 Bonificação de Seguro Prestamista 6 2 Passivos Contingentes 139 17 Correspondente Bancário 11 7 Cancelamento de Tarifas Pendentes 230 163 Provisão para Garantias Prestadas 131 Desconto Concedidos Operação de 3 Credito Pessoal Contribuição ao Fundo de 18 Ressarcimento Fraudes Externas Contribuição ao Fundo de 12 Ressarcimento Perdas Operacionais Diversos 11 40 Total 2.195 2.122 a) Refere-se a Fundo de Garantia e Fomento do Sicoob Espírito Santo que objetiva disponibilizar recursos para: a cobertura adicional nos termos do FGCoop; expansão dos negócios pela abertura e modernização de pontos de atendimento. 22. Resultado não operacional Descrição 2015 2014 Lucro na alienação de valores e 22 18 bens – bens de uso Lucro na alienação de valores e 3 bens – bens não de uso Ganho de capital 15 9 Prejuízo na alienação de valores (75) (47) e bens Perdas de capital (2) (21) Outras despesas não operacionais (11) (10) Perdas com Fraudes Externas (115) Perdas Práticas Inadequadas (14) Provisão desvalorização de outros (128) valores e bens Resultado líquido (305) (51) 23. Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. Montante das operações ativas e passivas no exercício de 2015: MONTANTE DAS % em relação à OPERAÇÕES ATIVAS carteira total R$ 4.526 0,43 MONTANTE DAS % em relação à OPERAÇÕES PASSIVAS carteira total 13.567 7,90 Operações ativas e passivas – saldo em 31/12/2015: OPERAÇÕES ATIVAS
% DA PCLD OPERAÇÃO VALOR DA (PROVISÃO DE NATUREZA DA OPERAÇÃO CRÉDITO PARA OPERAÇÃO DE EM DE CRÉDITO DE CRÉDITO À CRÉDITO LIQUIDAÇÃO RELAÇÃO DUVIDOSA) CARTEIRA TOTAL Cheque Especial, Conta Garantida 41 (1) 0,35 e Adiantamento a Depositante. Crédito Rural 978 (9) 8,25 Empréstimo 1.747 (20) 1,12 Títulos Desc. 108 (1) 0,23
OPERAÇÕES PASSIVAS – SALDO EM 31/12/2015 % em Natureza dos Valor do relação à Taxa Depósitos Deposito carteira Média - % total Depósitos a 899 2,36 Vista De 96% a Depósitos a 26.380 12,15 105% do Prazo CDI
Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, crédito rural – RPL, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade:
TAXA APROVADA NATUREZA TAXAS PELO DAS APLICADAS CONSELHO DE OPERAÇÕES EM RELAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ATIVAS E ÀS PARTES DIRETORIA PASSIVAS RELACIONADAS /EXECUTIVA Cheque 6,97% 6,97% Especial Conta 5,97% 5,97% Garantida
15
Desconto de Cheques
A partir 1,60%
A partir 1,60%
A partir de 1,25% A partir de 1,25% para aqueles aqueles que que recebem em para recebem em folha. folha. Aplicação De 96% a 105% De 96% a 105% Financeira do CDI do CDI No exercício de 2015, os benefícios monetários e não monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários, custeio parcial de plano de saúde, seguro de vida, previdência privada e vale alimentação, apresentando-se da seguinte forma: Empréstimos
BENEF. MONETÁRIOS EXERC. DE 2015 (R$ mil) Honorários e Cédula de Presença 1.079 Remuneração 9 Plano de Saúde / Seguro de Vida / Vale 26 Alimentação / Previdência Privada 24. Cooperativa Central O COOPERATIVA DE CREDITO DOS PROPRIETARIOS DA INDUSTRIA DE ROCHAS ORNAMENTAIS, CAL E CALCARIOS DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO - SICOOB CREDIROCHAS - SICOOB CREDIROCHAS, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à CCC DO ESPÍRITO SANTO - SICOOB CENTRAL ES, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. O SICOOB CENTRAL ES, é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL ES a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras. O SICOOB CREDIROCHAS responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL ES perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações. As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL ES, em 31/12/2015, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado de 29/01/2016, com opinião sem modificação. 25. Gerenciamento de Risco 25. 1 Risco operacional As diretrizes para o gerenciamento do risco operacional encontram-se registradas na Política Institucional de Risco Operacional que foi aprovada pela Diretoria Executiva e pelo Conselho de Administração do Sicoob Confederação, entidade responsável por prestar os serviços de gestão centralizada do risco operacional para as entidades do Sicoob. O processo de gerenciamento do risco operacional consiste na avaliação qualitativa dos riscos por meio das etapas de identificação, avaliação, tratamento, testes de avaliação dos sistemas de controle, comunicação e informação. As perdas operacionais são comunicadas à Área de Controles Internos que interage com os gestores das áreas e identifica formalmente as causas, a adequação dos controles implementados e a necessidade de aprimoramento dos processos, inclusive com a inserção de novos controles. Os resultados são apresentados à Diretoria Executiva e ao Conselho de Administração. A metodologia de alocação de capital, para fins do Novo Acordo da Basileia, utilizada para determinação da parcela de risco operacional (RWAopad) é a Abordagem do Indicador Básico (BIA). Em cumprimento à Resolução CMN 3.380/2006, encontra-se disponível no sítio do Sicoob (www.sicoob.com.br) relatório descritivo da estrutura de gerenciamento do risco operacional. 25.2 Risco de Mercado e de Liquidez O gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez do SICOOB CREDIROCHAS objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar os riscos de mercado e de liquidez, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.464/2007 e 4.090/2012. Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, o SICOOB CREDIROCHAS aderiu à estrutura única de gestão dos riscos de mercado e de liquidez do Sicoob, centralizada no BANCOOB, que pode ser evidenciada em relatório disponível no sítio eletrônico www. sicoob.com.br. No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de stress e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). No gerenciamento do risco de liquidez são adotados procedimentos para identificar, avaliar, monitorar e controlar a exposição ao risco de liquidez, limite mínimo de liqui-
dez, fluxo de caixa projetado, testes de stress e planos de contingência. Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, o SICOOB CREDIROCHAS possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade. 25.3 Risco de Crédito O risco de crédito é a possibilidade da contraparte não honrar o compromisso contratado e, também, da degradação da qualidade do crédito. O gerenciamento de risco de crédito do SICOOB CREDIROCHAS objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. Conforme preceitua o artigo 10 da Resolução CMN 3.721/2009, o SICOOB CREDIROCHAS aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do SICOOB, centralizada no BANCOOB, a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sitio eletrônico www.sicoob.com.br. Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o SICOOB, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, o SICOOB CREDIROCHAS possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. 25.4 Gerenciamento de capital A estrutura de gerenciamento de capital do SICOOB CREDIROCHAS objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída na Resolução CMN 3.988/2011. Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, SICOOB CREDIROCHAS aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do SICOOB, centralizada no SICOOB CONFEDERAÇÃO, a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sitio eletrônico www.sicoob.com.br. O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do SICOOB com objetivo de: (a) Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do SICOOB estão sujeitas; (b) Planejar metas e necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do SICOOB; e (c) Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. Adicionalmente são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do SICOOB. 26. Coobrigações e riscos em garantias prestadas Em 31 de Dezembro de 2015, a cooperativa é responsável por coobrigações e riscos em garantias prestadas, no montante de R$ 19.159 mil (dezenove milhões, cento e cinquenta e nove mil), referentes a aval prestado em diversas operações de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais. 27. Seguros contratados – Não auditado A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 28. Índice de Basiléia As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem manter, permanentemente, o valor do Patrimônio de Referência (PR) , apurado nos termos da Resolução CMN nº. 3444, de 28/02/2007, compatível com os riscos de suas atividades, sendo apresentado abaixo cálculo dos limites:
Descrição 2015 2014 Patrimônio de Referência 59.529 43.261 Margem de Compatibilização 28.750 19.484 Índice da Basileia 25,14% 23,65% Margem de Imobilização 26.943 18.946 29. Contingências Passivas Segundo a assessoria jurídica do SICOOB CREDIROCHAS, dos processos judiciais em que figura como pólo passivo, foram classificadas como perdas possíveis processos, totalizando R$ 548 mi (quinhentos e quarenta e oito mil). Eliomar Silva Torres Diretor Executivo CPF:574.683.117-49 Sebastião Carlos Soares da Silva Diretor Administrativo CPF: 342.815.097-04 Fábia Lorena Rosi Mantovanelli Contadora CRC-ES:013.868/O-8 CPF:007.835.517-62
Ao Conselho de Administração, à Administração e aos Cooperados da COOPERATIVA DE CREDITO DOS PROPRIETARIOS DA INDUSTRIA DE ROCHAS ORNAMENTAIS, CAL E CALCARIOS DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO - SICOOB CREDIROCHAS - SICOOB CREDIROCHAS Cachoeiro do Itapemirim - ES Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo - SICOOB CREDIROCHAS, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo - SICOOB CREDIROCHAS é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo - SICOOB CREDIROCHAS em 31 de dezembro de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Belo Horizonte, 29 de março de 2016. CNAC Antonio Alberto Sica Contador CRC MG 080.030/0-O “S” ES CNAI 1845 PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo – Sicoob Credirochas, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Balanço Patrimonial, o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015. Com base nos exames efetuados, considerando, ainda, o parecer dos auditores externos – CNAC, datado de 29 de Março de 2016, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária. Cachoeiro de Itapemirim – ES, 29 de Março de 2016. Jorge de Backer Coordenador do Conselho Fiscal Helio Marcos Volpini Secretário do Conselho Fiscal Jorge Mitsuo Hirata Conselho Fiscal Efetivo
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ES de Fato, Sexta-Feira, 1ยบ de Abril de 2016
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(28) 3511-7481