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Jornal do Ave nº 96

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3 AGOSTO 2017 JORNAL DO AVE

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Semanário 3 de agosto de 2017 Nº 96 Ano 3 | Diretora Magda Machado de Araújo | 0,70 €

//PÁG. 02

Detido por violência doméstica

//PÁGs. 08-10

//PÁG. 03

Encontradas ossadas humanas em limpeza de terreno //PÁG. 17

Lesão afasta Sara Moreira do Mundial

Joaquim Couto fez balanço positivo do mandato

//PÁG. 11

//PÁG. 06

TMG vai investir cerca de 53 milhões de euros

Petição online contra proposta de “destruir” 150 hectares em Água Longa PUB


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JORNAL DO AVE 3 AGOSTO 2017

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Atualidade

// Santo Tirso

Festas do Sanguinhedo com “balanço positivo”

Detido por violência doméstica

“Na sexta-feira tivemos um conjunto que agradou aos melómanos, às pessoas que, efetivamente, percebem de música, e não agradou às pessoas que gostam de pimba, tivemos menos gente, mas no sábado houve mais pessoas”, disse ao Jornal do Ave o presidente da Associação, António Ventura. O trio de animação de rua, Contos e Fábulas, “agradou” e a cascata é sempre “a atração”. No final, “o balanço é positivo”. Um homem de 59 anos foi detiMas no que diz respeito à conti- do, pelo Núcleo de Investigação nuidade das festividades, Antó- Apoio a Vítimas Específicas do Conio Ventura considera que, do seu mando Territorial de Braga, esta ponto de vista, as festas deveriam terça-feira, 1 de agosto, em Vila ser realizadas “de dois em dois Nova de Famalicão. O indivíduo é anos”, uma vez que “o apoio é pou- suspeito de violência doméstica. Cascata e miniaturas são uma das principais atrações da festa co e é necessário um grande esforDepois de duas buscas, uma doA cascata e as miniaturas são sempre uma das principais atra- ço” da Associação Amigos do San- miciliária e outra não domiciliária, ções das Festas do Sanguinhedo, que terminaram no domingo, guinhedo. “Basicamente andamos foram ainda apreendidas “uma a poupar um ano inteiro para gas30 de julho, no Lugar da Ponte Velha, em Santo Tirso. tar em três dias. Os apoios são peLILIANA OLIVEIRA/ PATRÍCIA PEREIRA queninos. Temos apoio da Câmaniaturas que se puderam apreciar ra e da Junta, sendo que este ano greja Matriz, hospital, figuras por estes dias nas Festas do San- tivemos uma surpresa da Junta, movimentadas, água a correr e até guinhedo, promovidas pela Asso- que duplicou o subsídio”, finalizou. um funeral era retratado nas mi- ciação Amigos do Sanguinhedo.

Abertas inscrições para Passeio Anual Sénior a Fátima

I

JA vai de férias A direção do Jornal do Ave informa que a redação estará fechada para férias entre os dias 21 de agosto e 1 de setembro. Por essa razão, durante estes dias, não haverá atendimento

ao público nem serão distribuídas as edições semanais nesse período. A decisão de interromper a publicação do jornal prende-se com a necessidade de possibili-

caçadeira calibre 12, uma pistola de 6.35 milímetros, diversas munições, duas facas e uma planta cannabis”. O detido foi presente no Tribunal Judicial de Famalicão e foi-lhe aplicada “a medida de afastamento com proibição de contacto controlada com pulseira eletrónica”.

tar aos colaboradores que trabalham neste semanário o gozo de férias. A direção e administração agradecem a compreensão dos leitores.

O tradicional Passeio Anual Sénior organizado pela Câmara Municipal de Santo Tirso vai ter lugar a 16 de setembro e o destino é o santuário de Fátima. O evento, destinado a pessoas com idade igual ou superior a 60 anos e reformados ou pensionistas, tem como objetivo fomentar o conví-

vio entre a população sénior do concelho. Os interessados em participar devem inscrever-se até 11 de agosto, na Junta de Freguesia da área de residência, sendo que a autarquia disponibiliza 110 autocarros, com partida de Santo Tirso. A.M./P.P.

O Cartoonista José Sarmento e-mail: jsto@net.sapo.pt http://josesarmento. blogspot.pt https://www.facebook. com/sarmentojose http://sarmento-news. blogspot.pt


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Atualidade

Ossadas humanas encontradas em limpeza de terreno

// Santo Tirso

Veja a reportagem vídeo em www.jornaldoave.pt

Este fim de semana, Santo Tirso recebe Waterslide Summer Um escorrega aquático gigante, horas e as 14.30 e as 19 horas. As uma Fun Zone, duas piscinas, in- aulas de fitness gratuitas, prosufláveis e uma parede de esca- movidas por ginásios do concelada, aulas de ginástica e anima- lho, vão ter lugar entre as 11 e as ção de vários DJ vão fazer as de- 12.30 horas. A entrada é gratuita e para a utilícias dos miúdos e graúdos que passem por Santo Tirso, a 5 e 6 de lização do escorrega é obrigatóagosto. O Complexo Desportivo rio o uso de boia, que pode ser adMunicipal e a Rua do Picoto vão quirida no local, na compra de um receber o “Waterslide Summer”. kit com o custo de cinco euros. A A iniciativa é promovida pela idade mínima para o uso do equiCâmara Municipal de Santo Tir- pamento é de 12 anos, com altura so que promete muita animação mínima de 1,20 metros, ou de cinnos dois dias do evento, que vai co anos, desde que acompanhadecorrer entre as 10 e as 12.30 do por um responsável. A.M./P.P.

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Ossadas encontradas em terreno contíguo à rua de acesso ao Castro de Monte Padrão

Eram cerca das 9.30 horas de sábado, 29 de julho, quando Rosalino Florência descobriu as ossadas de um corpo num terreno na Rua do Padrão, na freguesia de Monte Córdova, em Santo Tirso. PATRÍCIA PEREIRA/HERMANO MARTINS

O

homem procedia à limpeza de uma bouça, contígua à rua de acesso ao Castro de Monte Padrão, quando se apercebeu de um objeto que, numa primeira fase lhe pareceu uma bola de futebol, mas, rapidamente, constatou que, na realidade, se tratava de uma cabeça humana. Mais à frente, encontrou o resto do esqueleto, tendo conseguido identificar como parte das costelas e um joelho.

No local esteve a Polícia Judiciária (PJ) do Porto, que procedeu à recolha de indícios que possam levar à identificação da vítima, assim como uma equipa forense, que apoiou os militares da PJ na tentativa de recolher informações que possibilitem perceber as causas da morte. O corpo foi levado pelos Bombeiros Voluntários Tirsenses para o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses de Gui-

marães. O Jornal do Ave sabe que as autoridades não têm registo de ninguém desaparecido naquela zona, pelo que deverá tratar-se de alguém de fora da freguesia. No entanto, presume-se que a vítima seja do sexo masculino, devido às roupas que envergava. Ainda no local, a proprietária do terreno garantiu, ao JA, que o terreno foi limpo, pela última vez, há cerca de cinco anos.


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Atualidade

// Santo Tirso

Avense é a nova apresentadora do Curto Circuito

// Vila Nova de Famalicão

Ex-combatentes homenageados no Dia da Freguesia

A

Sara Cecília tem 25 anos e é a nova cara do programa da SIC Radical

avense Sara Cecília venceu o concurso do programa Curto Circuito da Sic Radical. Aos 25 anos, a jovem atriz agarra agora a oportunidade de ser a próxima apresentadora do programa da estação de Carnaxide. Sara vê neste novo desafio a possibilidade de apostar numa carreira que pode “conciliar com a de atriz”. Sara diz ter-se “apaixonado pela Paulo Cunha marcou presença na sessão solene apresentação” e, por isso, “as expectativas são boas”. “Vou contiCastelões celebrou, a 30 de ju- sessão solene, que ficou marcada nuar a dar o meu melhor em todos lho, o Dia da Freguesia. Para as- pela inauguração e bênção de um os programas e a tentar sempre sinalar a data foi feita uma home- monumento de homenagem aos aprender mais e trabalhar muito nagem aos ex-combatentes do antigos combatentes. Bruno Campara melhorar e tornar-me real- Ultramar. pos, presidente da Junta de FrePaulo Cunha, presidente da Câ- guesia, mostrou-se satisfeito com mente numa boa apresentadora”, mara Municipal de Vila Nova de a obra, que teve um apoio munifinalizou. L.O./P.P. Famalicão, marcou presença na cipal de “2 600 euros”. A.M./P.P.

// Vila Nova de Famalicão

Visitas ao comércio local ajudam a detetar problemas

Paulo Cunha visitou, desde novembro de 2016, cerca de “200 lojas”

Nove meses depois de visita“Estar mais próximo dos comerrem periodicamente cerca de ciantes” e “partilhar ideias” era o “200 lojas” do comércio local, o objetivo deste roteiro, que, para presidente da Câmara Municipal o autarca, apresenta um balanço de Vila Nova de Famalicão, Pau- “francamente positivo”. lo Cunha, e o presidente da Asso“Há problemas que nos apresenciação Comercial e Industrial de tam e que estamos permanenteFamalicão (ACIF), Xavier Ferreira, mente a resolver”, nomeadamenconsideram que “a grande maio- te “problemas de irregularidaria dos comerciantes do centro des nos passeios, necessidades urbano está satisfeita com a ci- de rampas de acesso a pessoas dade e mostra-se otimista quan- com mobilidade reduzida, dificuldades com o estacionamento to ao futuro”.

e a promoção de mais atividades nas ruas e praças para dinamizar a cidade, que tragam mais gente às ruas”, desvendou. “Estas visitas de proximidade fazem com que as pessoas percebam que a cidade e as organizações estão unidas e com um objetivo comum que é promovermos uma cidade com cada vez maior vitalidade, poder económico e satisfação”, completou Xavier Ferreira.

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Atualidade Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses

Famalicão, Santo Tirso e Trofa reduziram à dívida P

fonte da autarquia, “ao programa de descentralização de competências na área da educação ‘Aproximar Educação’, que transferiu todos os recursos humanos não docentes das escolas para a alçada do município”. No que diz respeito aos municípios com maior receita cobrada, Vila Nova de Famalicão aparece na 29.ª posição, ainda assim, com uma diminuição de 2015 para 2016. Há dois anos, o concelho apresentava um total de 14 488 695 euros e o ano passado 14 284 462 euros. Para este decréscimo ajudou a entrada em vigor do IMI Familiar, com um desconto no pagamento do imposto de 40 Em dez anos, Vila Nova de Famalicão foi um dos municípios que apresentou maior investimento euros para as famílias com dois filhos e de 70 euros para as famílias existem 376 trabalhadores para sição de bens e serviços e no au- to da receita cobrada de Derracom três ou mais dependentes. 71 mil habitantes, o que se tra- mento do volume de dívidas a ma, a Trofa aparece no 34.º lugar. A dívida também diminuiu. Em duz num rácio de 5,45 trabalha- receber. O concelho trofense volta a apa2006, Vila Nova de Famalicão dores por mil habitantes, quanO concelho tirsense volta a apa- recer entre os municípios com apresentava uma dívida de 45 do, a média nacional, é de 11,34. recer entre os municípios que maior diferença negativa entre Vila Nova de Famalicão milhões de euros. Dez anos deDe acordo com o mesmo docu- apresentam maior receita cobra- o grau de execução de receitas lípois, o valor reduziu quase dez mento, o concelho tirsense vol- da de Derrama e no quadro refe- quidas e de despesas compromeEm dez anos, Vila Nova de Fa- milhões, estando agora a rondar ta a aparecer em destaque no rente à diminuição do volume de tidas. Em 2016, o concelho apremalicão foi dos municípios que os 36 milhões de euros. que diz respeito aos municípios receita cobrada de passivos fi- sentou 60,4 por cento de receiapresentou maior investimento Para Paulo Cunha, os números que menos recorreram ao crédi- nanceiros, ocupando o 6.º lugar ta e 76,2 por cento de despesa. A (146 milhões de euros), registan- são “reveladores do esforço que to bancário. Santo Tirso ocupa a da tabela. Trofa é também um dos municído “uma média de investimento o município fez na última déca- 6.ª posição, tendo apenas conpios que apresenta maior equilípor habitante de 1090 euros”. O da para modernizar o concelho traído um empréstimo de cerbrio orçamental. Em 2016, o conconcelho também aparece na ta- ao nível infraestrutural”. ca de 90 mil euros, ao passo que Trofa celho contava com um total de rebela dos municípios que apresenabateu 1,8 milhões de euros de ceitas a rondar os 20 milhões e de tam maior independência finanSanto Tirso obrigações bancárias. Em 2012, O concelho da Trofa aparece no despesas a rondar os 15 milhões. ceira, em 2016, 63,1 por cento, o Município pagava aos fornece- 28.º lugar da tabela que diz resA Trofa está ainda entre os mu(40.º lugar), o melhor resultado O concelho de Santo Tirso apa- dores em 145 dias, sendo que “no peito ao maior peso de receita nicípios com índice de dívida toda autarquia nos últimos 12 anos. rece neste Anuário como um dos segundo trimestre de 2017, esse provenientes de impostos e taxas tal superior a 1,5. Em 2014, a díviVila Nova de Famalicão apre- municípios que mais conseguiu prazo é de 16 dias”. na receita total cobrada e na 33.ª da total era cerca de 40 milhões sentou ainda resultados signi- reduzir a dívida em 2016, regisSanto Tirso também foi dos posição entre os municípios com de euros e em 2016 é de cerca de ficativos no que diz respeito ao tando um decréscimo de cerca de concelhos que apresentou maior maior diminuição do IMI em 2016. 33 milhões de euros. aumento do volume de recei- 5,5 milhões, menos 14 por cento volume de despesa paga em aquiNa tabela referente ao aumenta cobrada, nomeadamente no comparado com o ano de 2015. O que se refere ao Imposto Muni- município ocupa a 24.ª posição na cipal sobre Transmissões Onero- tabela referente ao decréscimo sas de Imóveis (IMT) e à Derrama. de dívida. Os números são ainOu seja, em 2016 compraram-se da mais reveladores quando se mais casas no concelho e as em- analisa o mandato. Entre 2013 e presas tiveram mais lucro. Para 2017, Santo Tirso reduziu a dívida o presidente da Câmara Munici- em 9,2 milhões de euros, ou seja, pal, Paulo Cunha, este “é um sinal cerca de 25,4 por cento. positivo do fortalecimento da diPara o presidente da Câmara nâmica económica do município Municipal, Joaquim Couto, esta que se fortificou com a maior pro- “é a confirmação de uma trajetódutividade e rentabilidade das ria iniciada em 2013, no que toca empresas e com a maior capaci- à consolidação das contas munidade de consumo por parte das cipais, fruto de uma política de ripessoas que voltaram a ter capa- gor, transparência e equilíbrio orcidade de investimento na aquisi- çamental que desde o início a Câção de habitação própria”. mara quis levar a cabo”. O concelho famalicense volSanto Tirso aparece também ta a aparecer entre os municí- entre os municípios com um dos pios que apresentam maior volu- mais baixos rácios no que resme de despesa paga em pessoal. peita ao número de funcionários Santo Tirso foi um dos municípios que mais reduziu à dívida Este aumento deve-se, segundo por cada mil habitantes, ou seja

ublicado pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, o 13.º Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses apresentou, recentemente, uma análise económica e financeira das contas dos 308 concelhos, de 174 empresas e de 25 serviços municipalizados. A radiografia da saúde financeira dos municípios é analisada através da consulta dos websites das entidades e da consulta da plataforma do Tribunal de Contas. Neste Anuário é analisada a execução orçamental dos municípios, estabelecendo rankings dos que apresentam melhores e piores resultados em 2016, havendo uma comparação do decénio (2006-2016). O Jornal do Ave analisou as classificações dos concelhos de Vila Nova de Famalicão, Santo Tirso e Trofa.


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Atualidade

// Santo Tirso

Petição online contra proposta de “destruir” 150 hectares em Água Longa

Além disso, Alírio Canceles expli“Contra a destruição de 150 hectares de terrenos protegidos”. Este é o nome da petição online criada por Alírio Canceles, que ca que a zona empresarial que se considera “um absurdo” a proposta da criação de uma zona pretende criar abrange “uma zona empresarial em Água Longa, Santo Tirso. ANA MIRANDA/PATRÍCIA PEREIRA estratégica do ponto de vista do

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ma das propostas apresentadas por Andreia Neto, candidata à Câmara Municipal de Santo Tirso pela coligação “Por Todos Nós”, é construir uma zona empresarial em Água Longa, que pretende ocupar 150 hectares, “para contrariar a tendência de fuga de empresas” do concelho, segundo explicou a candidata em conferência de imprensa, a 6 de junho. Alírio Canceles, “na qualidade de cidadão e residente no Vale do Leça”, decidiu criar uma petição online onde se manifesta contra Pub

a destruição dos 150 hectares em terrenos protegidos, por considerar “que a população de Água Longa não quer, Vale do Leça não quer e Santo Tirso não precisa”. Esta opinião é apoiada no facto de “o território do Vale do Leça ter um um traço marcadamente rural, que o distingue do resto do concelho” e porque “Santo Tirso já tem várias zonas industriais com potencial, que, algumas, apenas precisam de uma requalificação”. “Até porque”, explicou, “não é a construção de pavilhões que atrai as empresas”, são “os incentivos fiscais”.

equilíbrio eco-ambiental” e criaria “uma poluição visual, pois iria afetar pequenos núcleos habitacionais e quase dividir a freguesia”. “Não consigo entender que alguém de Santo Tirso se atreva a descaracterizar uma freguesia. Por isso, enquanto cidadão, dei nota pública disso, na minha página de Facebook, e esperei que houvesse, por parte das pessoas, alguma sensibilidade para analisarem melhor a proposta que tinham feito e, eventualmente, que a deixassem cair. O que me levou, quase um mês depois de ter mostrado a minha opinião, a criar a petição foi

Proposta da zona industrial apresentada pela Andreia Neto

verificar que a candidata continua- pal de Santo Tirso, para as Juntas va, nas manifestações públicas, a de Freguesia e para Andreia Neto. repetir a ideia”, salientou. “Para além da petição, também enA petição online vai continuar viei uma exposição à QUERCUS e disponível e pode ser assinada “du- espero que ela agarre este assunrante algum tempo”, sendo que, to e o trate como deve ser tratadepois, Alírio Canceles pretende do”, concluiu. enviá-la para a Câmara Munici-

Praia Urbana recebe sessões de cinema ao ar livre A Praia Urbana de Santo Tirso vai contar, durante os meses de agosto e setembro, com sessões de cinema ao ar livre. Promovidas pela autarquia tirsense, as sessões vão decorrer quinzenalmente, à sexta-feira, às 21.30 horas, e têm entrada gratuita. “O Verão da Minha Vida” é o primeiro filme a ser exibido, a 4 de agosto. Duncan é um rapaz de 14 anos que vai passar umas estranhas, divertidas e, por vezes, dolorosas férias de verão com a mãe Pam, o seu arrogante namorado, Trent e a filha deste, Steph. Em- “A Mãe é que Sabe” é o último filme a ser exibido a 15 de setembro bora Duncan tenha alguma dificuldade em se adaptar e descobrir o da sua espécie. Ao compreender a ro juntos. Mas, ao contrário deles, seu lugar, encontra um imprová- solidão de Sophie, ele decide levá- à sua volta ninguém parece preovel e despreocupado funcionário -la consigo para o seu país. Porém, cupar-se com o passar do tempo. do parque aquático local, onde naquele lugar perigoso, a menina A última sessão de cinema na Duncan arranja emprego. tem de se manter longe dos olha- Praia Urbana vai apresentar “A A 18 de agosto, a sessão de ci- res dos outros gigantes. Os dois Mãe é que Sabe”, a 15 de setemnema ao ar livre vai apresentar tornam-se amigos inseparáveis e, bro. No dia de aniversário de Adeo filme “Amigo Gigante”. Desde quando percebem que os outros lino, toda a família se reúne em a trágica morte dos pais que So- planeiam assaltar as cidades para casa de Ana Luísa, a filha mais vephie vive num orfanato adminis- comer todas as crianças que as ha- lha. À medida que o almoço decortrado por uma governanta mal- bitam, decidem que têm de fazer re, todas as conversas vão, consvada. O seu coração é triste e so- algo para o evitar. tante e inevitavelmente, converlitário e ela sonha encontrar al“A Juventude” é o filme propos- gindo para a mesma pessoa: Joseguém a quem possa chamar fa- to para o dia 1 de setembro. Fred fa, a falecida esposa de Adelino e mília. Numa noite igual a tantas e Mick, dois velhos amigos que se mãe de Ana Luísa. Cheia de saudaoutras, encontra um gigante de aproximam dos 80 anos, gozam de, a dona da casa embarca numa sete metros de altura que, apesar as férias num encantador hotel no viagem ao passado. Uma comédia da sua aparência aterradora, pos- sopé dos Alpes. Os dois amigos sa- portuguesa sobre o amor, os consui um coração gentil, razão pela bem que o seu tempo se está a es- flitos geracionais e as típicas disqual sempre foi ostracizado pelos gotar e decidem enfrentar o futu- córdias familiares. A.M./P.P.


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Atualidade

// Vila Nova de Famalicão

Gavião e S. Cipriano celebraram 35 anos de partilha de culturas

Continental Mabor investe 14 milhões e cria 45 postos de trabalho

Quatorze milhões de euros. É este o valor do investimento que a Continental Mabor vai fazer para a construção de “três novas unidades, no complexo industrial de Lousado, que vão potenciar a produção de pneus e diversificar o portfólio” da empresa. LILIANA OLIVEIRA/ PATRÍCIA PEREIRA

A Milho D’Oiro – Associação Cul- cebida por várias entidades. De Vila tural e Artística de Gavião ofereceu Nova de Famalicão foram vários dià freguesia de S. Cipriano, conce- rigentes e associados. O dia foi de festa, animação e lho de Resende, duas romãzeiras, para assinalar os 35 anos de parti- convívio, sendo que serviu para reforçar a intenção de continuar lha de culturas. A comitiva famalicense foi até S. a fomentar a partilha de culturas. Cipriano, a 29 de julho, onde foi re- A.M./P.P. Pub

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om este investimento, em causa está a criação de 45 novos postos de trabalho. Os responsáveis da Continental Mabor consideram que esta estratégia reflete o empenho na expansão da empresa, bem como “consolida Lousado como uma das grandes bases produtoras do Grupo Continental”. O executivo camarário reconheceu, a 27 de julho, o interesse público municipal do investimento, no âmbito do Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal, instrumento que

Empresa vai investir 14 milhões em três unidades, em Lousado

vigora desde 2015. A empresa garante que vai utiliPara o presidente da Câmara zar as tecnologias e práticas mais Municipal de Vila Nova de Fama- eficientes do ponto de vista amlicão, Paulo Cunha, este é um in- biental. vestimento “importante ao nível Recorde-se que, em 2016, a Conda geração de riqueza e da cria- tinental Mabor fechou o ano com ção de emprego e que reforçará a “830,8 milhões de euros de venperformance exportadora de Vila das líquidas”, sendo “98 por cenNova de Famalicão”. “A visão de to da produção para exportação ambição com que a Continental para 65 mercados”, contando com Mabor encara o futuro é inspira- a ajuda de “1901 colaboradores”. dora para o país”, finalizou.

Paulo Cunha realizou cerca de 200 reuniões com associações “Cerca de 200 reuniões com as associações formais e informais” de Vila Nova de Famalicão foram promovidas por Paulo Cunha, edil famalicense, desde 2014, data em que iniciou o seu mandato. As reuniões semanais tornaram-se uma marca do executivo e abrangeram, segundo a autarquia, quase “meio milhar de associações do concelho”. A reunião com o tecido associativo da freguesia de Calendário encerrou a quarta ronda pelas 49 freguesias do concelho. A esta dinâmica juntam-se as visitas de trabalho às freguesias, que decor-

Reunião em Calendário encerrou 4.ª ronda de reuniões

rem ao sábado. “Desde o início do meu mandato encarei sempre estes encontros como contributos muito importantes para o desenvolvimen-

to do nosso concelho, num contexto de política de proximidade e de uma verdadeira democracia participativa”, referiu Paulo Cunha. A.M./P.P.

Sunsets regressam ao Parque da Devesa O Parque da Devesa, em Vila Nova de Famalicão, vai ser palco, todas as sextas-feiras de agosto, da iniciativa “Devesa Sunset”. O arranque acontece já dia 4, com a atuação do brasileiro Momo (Bos-

sa Nova/Folk). Birds Are Indie (Indie/Pop) animam o final de tarde do dia 11, enquanto a 18 de agosto a animação fica a cargo do músico gambiano Mbye Ebrima (World Music). O úl-

timo sunset no Parque da Devesa vai ser celebrado com os First Breath After Coma (Post Rock). Os concertos têm entrada gratuita e decorrem junto ao lago, a partir das 19 horas. A.M./P.P.


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Entrevista

// Santo Tirso

Entrevista de balanço de mandato com Joaquim Couto

“Precisamos de mais quatro anos para completar e dar seguimento às 10 ideias-100 medidas que anunciamos em 2013” Foi eleito presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso em 1982, função que desempenhou até 1999. Depois de 14 anos no desempenho de outras funções, voltou para Santo Tirso e venceu as eleições autárquicas com quase 45 por cento dos votos em 2013. O Jornal do Ave esteve à conversa com Joaquim Couto, para analisar o ciclo autárquico que está prestes a terminar. PATRÍCIA PEREIRA Jornal do Ave (JA): Numa análi- 120 mil euros. se a estes quase quatro anos de A Praia Urbana foi um dos mais trabalho, qual é a avaliação que recentes projetos apresentados faz da implementação do progra- pelos jovens, que se insere dentro ma eleitoral “10 ideias 100 medi- do aprofundamento da democradas” que, em 2013, apresentou cia e da procura da participação aos tirsenses? dos jovens na vida cívica e política Joaquim Couto (JC): Em 2013, municipal. Foi o projeto premiado apresentamos um programa elei- e a Câmara executou em tempo retoral, que, depois, convertemos corde e já está a ter uma procura num programa de governação mu- muito grande, porque é um projeto nicipal. Nós temos as medidas in- que se constata que vai ao enconventariadas e, por isso, hoje é fá- tro daquilo que as pessoas querecil de constatar que temos pratica- riam para este local. mente cem por cento dessas medidas cumpridas e seguimos rigoJA: É importante a aposta nesrosamente o guião que estava es- tas políticas municipais para cá, para as festas de S. Bento, o tabelecido. Coesão social, promo- aproximar os jovens da coisa pú- Mercado Nazareno, o Santo Tirso ção do investimento e do emprego, blica? Market, o Geão Mini Fest ou outros. apoio às famílias e às empresas e JC: É um caminho a percorrer, Estamos a falar de jovens, mas obras nas freguesias e nas cidades. porque isso passa pelas escolas, todas as crianças, os seniores e pelas famílias e pela formação e adultos encontram motivos de inJA: O porquê da escolha do pas- implica também que a Câmara dis- teresse no nosso Município, mercê sadiço do Parque Municipal Sara ponibilize e crie as condições para desta programação cultural, desMoreira para nos conceder esta que o movimento associativo se portiva, ambiental e de lazer diverentrevista? organize e que as pessoas partici- sificada para todos os estratos poJC: É um local emblemático, por- pem. Esses movimentos associa- pulacionais. que é uma zona da cidade que foi tivos são a principal escola da demuito melhorada com o PUMA mocracia, porque é aí que, muitas JA: O Município tem apostado (Plano de Urbanização das Mar- vezes, as pessoas se habituam a em diferentes áreas para atrair vigens do Ave), que nasceu na déca- aceitar o contraditório, a respei- sitantes, como o Santo Tirso Mada de 90, com a ideia de que era tar a opinião dos outros, a procu- rket, o Santo Tirso a Cores, o Muquase um sonho, nessa altura, de rar consensos e a aceitar as deci- seu Internacional, o Mercado Naaproximar a cidade do rio, que se sões maioritárias. zareno e as próprias Festas de S. tinha afastado, nos anos anterioTemos vindo a fazer esse traba- Bento. Pode-se dizer que Santo res, por causa da poluição e de um lho através da cultura, da educa- Tirso está na moda? determinado conceito de desen- ção, ou seja, do fomento do moviJC: Quem o diz são os órgãos de volvimento que, felizmente, está mento associativo. Constato com comunicação e as pessoas. Nós esultrapassado. muito agrado que, passados estes tamos neste espaço, que o PUMA quase quatro anos com estas polí- definiu como prioritário de invesJA: Recentemente, foi inau- ticas municipais no terreno, os jo- timento para recuperar o interesse gurada a Praia Urbana, fruto de vens já começam a fixar-se mais da população, da cidade e do conuma proposta apresentada por aqui. Já dizem que Santo Tirso é celho pelo rio, aproximar-nos do um grupo de jovens no âmbito lindo e que gostam de estar aqui. rio, fazer a recuperação ambiental do Orçamento Participativo Jo- Começa a haver mercado de habi- de todo este espaço, e alguns desvem (OJP). tação, quer no arrendamento, quer ses objetivos estratégicos, de méJC: Esse projeto do OPJ faz par- na compra, e, portanto, fixam-se dio e longo prazo, estamos a atinte de uma das medidas inventa- mais rapidamente no Município. gi-los. Verificamos que o investiriadas no programa de 2013 e que Há conjunto de eventos e de ini- mento das empresas que já cá esse desenvolveu, anualmente, des- ciativas de lazer que tem permiti- tavam recuperou e estão outra vez de 2014, em que a Câmara Muni- do que, mesmo nessas alturas, os a investir e há muito investimento cipal se comprometeu, em cada jovens fiquem cá e até são os de que vem de fora e que está a criar uma das edições, com cerca de outros municípios que vêm para postos de trabalho. A juventude

está a fixar-se e os amortecedores tuita para todas as crianças até sociais que a Câmara foi criando aos dois anos, o plano municipal permitem também um desafogo e de saúde, a oferta de lanches esuma melhoria dos orçamentos fa- colares, o programa Mimar entre miliares face ao impacto da crise, a ouros. É importante contribuir partir de 2011/2013. Ou seja, se pe- para o rendimento das famílias? garmos nas tais 10 ideias 100 meJC: O Estado tem as suas respondidas, eu registo com muito agra- sabilidades nas várias áreas que do que quase cem por cento está referiu e a Câmara Municipal tamfeito e até ultrapassamos, em algu- bém tem algumas responsabilidamas áreas, essa listagem e fizemos des nessa área. No fundo, o que fium outro conjunto de investimen- zemos foi criar, paralelamente e de tos e outro conjunto de medidas um modo complementar, um conde carácter político, que, ao longo junto de medidas de carácter mudo mandato, demonstrou-se que nicipal, que ajudassem as famílias eram indispensáveis e urgentes. a não ter um impacto tão negativo, como teriam, de acordo com a preJA: Este executivo municipal sença da Troika, com o período de implementou um abrangente pa- austeridade que vivemos. cote de amortecedores sociais, O somatório das medidas, concomo é o caso da vacinação gra- forme as necessidades das famí-


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lias, permitiu que o orçamento das famílias melhorasse e que não sofressem o impacto da crise, como teriam sofrido se estas medidas não fossem tomadas. Ou seja, estamos num Município amigo das famílias e das empresas. Fizemos um levantamento exaustivo das medidas que 36 municípios do Tâmega e Sousa, Vale do Ave e da Área Metropolitana tinham de amortecimento social e concluímos com agrado, e até com alguma vaidade, que Santo Tirso vai muito à frente nas medidas de amortecimento social, face à crise. Nessa matéria, podemos dizer que as famílias do concelho de Santo Tirso estão bem apetrechadas para resistir ainda à crise. JA: Há mais de um ano, foi inaugurado em Santo Tirso o Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC), projetado por Siza Vieira e Souto Moura. Foi um sonho tornado realidade? JC: De facto foi um sonho. O professor Alberto Carneiro era um visionário e em 1991/1992, quando me colocou a questão de fazer os simpósios de escultura e, depois, criar um museu de escultura contemporânea eu confiei cegamente, porque achei que era uma medida espetacular. Um sonho, que a realizar-se, Santo Tirso ia ter uma âncora, uma importância e uma promoção nacional e internacional que dificilmente alcançaríamos. E isso concretizou-se. Cinquenta e quatro esculturas estão no terreno, o MIEC e o Museu Municipal Abade Pedrosa estão em conjunto e quem vai visitar percebe, rapidamente, que estamos a falar da natureza, da terra, do mundo onde vivemos e do ambiente. Estamos a falar de uma história arqueológica com muitos milhares de anos, no museu arqueológico, que depois desagua na escultura e, ainda por cima, com uma ideia de um escultor que sempre se dedicou à natureza e a enfatizar o mundo em que vivemos e o equilíbrio da natureza que era preciso salvaguardar. O Museu foi inaugurado o ano passado pelo primeiro-ministro, António Costa, e, desde então, já tivemos muitos milhares de visitas de todo o mundo, que procuram estas três questões: a ligação/ conciliação entre a arquitetura de Souto Moura e Siza Vieira com a escultura contemporânea e a sua sustentabilidade num projeto de Alberto Carneiro. A presença de um museu de arqueologia ao lado das esculturas faz essa ligação.

JA: Qual foi a obra ou projeto que mais o marcou durante este mandato? JC: A pergunta que me faz é de difícil resposta, porque tem várias, mas o MIEC, a baixa do desemprego em 52 por cento e o investimento empresarial e imobiliário são três questões muito importantes, porque é daí que resulta muito a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável que nós queremos para o Município. JA: E o mais difícil de implementar? JC: As obras mais difíceis são aquelas que resultam da negociação exterior à Câmara. Quando nós temos que negociar com o poder central e com entidades exteriores à Câmara torna-se, às vezes, difícil pôr no terreno algumas obras. Por exemplo, a ponte Frádegas, que é um velho sonho, que tem 24 anos. Desde que se fizeram as variantes às estradas nacionais 104 e 105, que se fala da necessidade de resolver o problema do entroncamento da ponte de Frádegas. Finalmente está resolvido, a obra está adjudicada, vai iniciar-se brevemente e, embora não seja um investimento de muito dinheiro (um milhão e 200 mil euros), é de certeza um daqueles projetos que, concluído, vai trazer um grande benefício à cidade, uma melhoria da sua imagem e evitar as filas que, nas horas de ponta, se acumulam por causa da situação atual. JA: Este ciclo autárquico fica ainda marcado pela reorganização das acessibilidades e dezenas de intervenções em praças e ruas? Quais as intervenções levadas a cabo pela autarquia em matéria de acessibilidades? JC: Essas intervenções obedecem a uma lógica de planeamento. Nós estamos a trabalhar em sobreposição com o Plano Estratégico Metropolitano, com o Plano de Mobilidade Sustentável Municipal, com o Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) e com o Plano Diretor Municipal (PDM). Ou seja, há vários mecanismos de desenvolvimento e estudos que determinaram uma política de melhoria e de reorganização das acessibilidades à cidade e de dentro da cidade e do concelho. É, por isso, que alguns desses projetos foram já concretizados, nomeadamente a Praça Camilo Castelo Branco, que faz parte do PAMUS (Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável) e é uma obra candidata a fundos comunitários.

Estamos a falar da Praça Camilo Castelo Branco, da Rotunda Timor Lorosae até ao Juncal, da melhoria do nó da Ermida, do nó de acesso à zona industrial de Fontiscos e do Alto da Cruz, da ponte de Frádegas de acesso à cidade, do nó do Barreiro, do nó, apelidado, de Autoni, da Avenida Manuel Dias Machado, da Praça Vasco da Gama, de um programa de pavimentações concelhio, que está a decorrer, e de um outro conjunto de obras de menor dimensão feitas pelas juntas de freguesia. São vários projetos que estão a custar vários milhões de euros e que fazem parte de um plano geral de melhoria da circulação viária interna, incluindo a sinalética, das acessibilidades à cidade e, nomeadamente, do acesso à Autoestrada número 3 (A3). JA: E falando em acessibilidades, tem reivindicado que a variante à Estrada Nacional (EN) 14 passe a ter uma ligação entre o concelho da Trofa e a autoestrada número 3. Como é que isso tem decorrido? JC: Isso é um projeto antigo, que já passou por vários governos, e que implicava um sistema de variantes a Santo Tirso e à Trofa e que já está concluído a Santo Tirso. É uma ideia que surgiu antes da criação do concelho da Trofa e que, infelizmente, nunca mais teve viabilidade. O Governo anterior, e este está a dar continuidade, resolveu fazer uma variante à EN14, que melhora sensivelmente o corredor Maia-Trofa-Famalicão. E como nós temos uma atividade

económica, cívica e até social entre Famalicão, Trofa e Santo Tirso, faz todo o sentido voltar ao projeto antigo, que é fazer estas variantes à EN14, mas com uma ligação também à A3. É uma reivindicação de caráter regional e que, na minha convicção, melhora francamente a atividade económica deste Médio Ave, melhora a circulação das pessoas entre o trabalho e casa e cria uma outra entrada nos municípios da Trofa e Santo Tirso, a partir da A3. Estamos a dialogar com este Governo para que isso aconteça e estou convencido que, se não agora, no próximo ano, porque também implica uma negociação com a Brisa, será possível concretizar esse objetivo. JA: A rede de saneamento está a ser instalada em vários pontos do concelho. Fazer com que a água e o saneamento chegue à população tem sido uma batalha destes quatro anos? JC: Neste mandato, já foi feito cerca de quatro milhões de euros de investimento em saneamento, que está concretizado, e está a concurso mais seis milhões, cujas obras devem iniciar-se em setembro, para se ir fazer nas freguesias onde é mais necessário, porque não tem sido possível fazer tudo nas freguesias todas e para toda a população. E o mesmo se diz do abastecimento da água, que também está a evoluir e há uma negociação com a Águas do Norte, para que, também no próximo mandato, possamos concluir a rede em baixa

de água, já que a rede em alta será feita pela mesma empresa. Este conjunto de infraestruturas implica um investimento muito grande, porque o território é muito disperso e nós estamos a tentar fazê-lo à medida das expectativas das pessoas, das nossas possibilidades e dos fundos comunitários, que, como é sabido, se atrasaram cerca de dois anos. JA: O que é que tem sido feito em termos de apoios às freguesias e associações? JC: Nas freguesias e no concelho em geral nós definimos como prioridade um conjunto de ações sociais, o que significa que o nosso orçamento municipal nestes quatro anos foi dividido, mais ou menos, em 60 por cento para as questões da Educação, da Cultura e Sociais, e uma outra parte, cerca de 40 por cento, para obras. Nestes 40 por cento nós definimos com as juntas de freguesia, numa política de proximidade e de diálogo intenso, um conjunto de obras nas freguesias, nas escolas, em equipamentos, dotando-as, também, de tratores e de outros equipamentos para poderem trabalhar. Temos um programa de caráter municipal, que está a decorrer e praticamente a concluir-se, de cerca de 2,2 milhões de euros em pavimentações mais urgentes no nosso Município e onde não se prevê que haja, a curto prazo, valas e buracos para meter água, esgotos, gás ou outra infraestrutura necessária. Temos ainda outro programa, que fomos desenvolvendo


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com as juntas de freguesia, com mais 2,6 milhões de euros, e que permitiu fazer obras em todas as freguesias, desde pavimentações nos sítios que as juntas entenderam que era mais urgente ou através de obras e de empreitadas da Câmara ou de subsídios às juntas. Digo isto com muito orgulho e com muito agrado, o nosso Município é dos poucos portugueses que transfere para as juntas de freguesia mais de cem por cento daquilo que recebem do Estado e, acima disso, ainda fazemos tudo aquilo que acabei de dizer. JA: Há dois anos foi criado o Invest Santo Tirso. Que balanço faz do gabinete de dinamização económica? JC: O Invest foi uma feliz iniciativa da Câmara Municipal, porque o mundo que gravita à volta dos investidores, das empresas, da burocracia e da necessidade de acompanhar estes processos, fora da Câmara em agências governamentais ou do Estado, estava um bocado disperso. Com a criação do Invest Santo Tirso podemos conhecer com rigor as intenções de investimento, a onde, como e quando, é possível definir um gestor do projeto, que acompanha o investidor em todo o processo até que esteja concluído, e permitiu-nos aferir um conjunto de incentivos fiscais de licenciamentos, de taxas e de tarifas para apoiar os investidores. Neste mandato, já gastamos perto de dez milhões de euros no apoio ao mundo empresarial, quer aos que já cá estão, quer os que vêm de fora, e é uma política de sucesso da Câmara Municipal pelos resultados que estão à vista. JA: Que feedback tem tido por parte dos empresários ou dos empreendedores que visitam? JC: Nós criamos uma estrutura de emprego que agiliza com o IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional) regional e com o municipal a formação em ambiente

de trabalho. Mas o feedback que temos tido dos gabinetes que tratam destes investimentos, do IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação), dos próprios investidores e dos gabinetes projetistas é francamente positivo e as nossas bases de dados estão a ser agora replicadas noutros municípios. A partir de 2016/2017, um investidor ou um agricultor que queira iniciar um projeto de agricultura, um investimento empresarial ou uma indústria, quando contacta a Câmara, nós podemos dizer onde se podem instalar, quem são os proprietários, os números que têm nas Finanças e na Conservatória e o que pode fazer de acordo com o PDM (Plano Diretor Municipal). Portanto, apetrechamos e temos uma ferramenta para os investidores, para os projetistas e para os agricultores, que antes não tínhamos, para que possam tomar uma decisão rápida. JA: É acérrimo defensor da regionalização. O Município está preparado para receber competências por parte do Governo? Em que áreas? JC: O primeiro-ministro referiu que os municípios estão muito mais capacitados para gerir um conjunto de questões de Estado

do que o Estado Central. Ele referia-se aos Transportes e eu corroboro que os transportes é a pedra de toque daquilo que é, porventura, muito importante para a gestão de um determinado território. Nós estamos a dialogar com a Trofa, Famalicão, Vizela e Guimarães para criar, por exemplo, uma rede intermunicipal de transportes, que resolva o problema dos transportes deste Médio Ave, que é, de facto, um dos graves problemas que temos. Mas na área da Educação, da Segurança Social, da Saúde ou até da Segurança nós estamos em condições de assumir essas responsabilidades. Agora é preciso distinguir duas coisas. Uma coisa é exercer tarefas que o Estado quer transferir para os municípios e nós também estamos disponíveis e já o fizemos. Quando construímos a esquadra da PSP, o quartel da GNR, o centro de saúde ou fizemos o projeto para o Tribunal do Comércio estamos a executar uma tarefa que o Estado nos solicitou e que executamos com maior celeridade e com maior otimização do investimento. Outra é a descentralização, que implica transferência de poder político e capacidade de decisão de estâncias, que, atualmente, estão no Estado, para o âmbito municipal, acopladas a um orçamento e

a um programa de execução físico e concreto. JA: Até ao dia 1 de outubro ainda há projetos a implementar? JC: Muitos projetos, desde logo a continuação deste programa de Plano de Mobilidade Sustentável que estamos a desenvolver. Temos ainda para executar a remodelação do espaço público da cidade, completar algumas das ligações, cujos projetos estão a iniciar-se e vão continuar em 2018. Temos de continuar a aproximação da cidade ao rio, continuando o passadiço até à Fábrica do Teles e depois ligá-lo a Vila das Aves, já no Rio Vizela. Temos o Parque Metropolitano de Monte Córdova para desenvolver, porque é um projeto de grande envergadura. Continuar com o plano de melhoria geral da rede viária municipal, requalificar as áreas empresariais para as dotar do mínimo de acessibilidades, de infraestruturas e de serviços que ainda não têm. Só à volta do nó da A3, nós temos a área da Várzea do Monte, de Argemil, do Alto da Cruz, da Poupa, do Barracão e de Fontiscos, onde é preciso melhorar o miolo destas áreas empresariais, desde o espaço, o estacionamento e os equipamentos que as servem. Tal como também é necessário para a zona

de Vila das Aves, Vila Nova do Campo e em Água Longa, onde temos, por exemplo, um projeto muito interessante de remodelação da antiga EN318, onde começa uma grande área empresarial que se prolonga por Agrela, nas traseiras da EB 2/3 e junto da Pentaplás. É uma extensa zona industrial de fácil acesso ao nó da A41, muito apetecível no contexto da Área Metropolitana do Porto. É necessário implementar um projeto importantíssimo de poupança de energia. O concurso está a decorrer, já está adjudicada, mas a obra vai decorrer entre 2017 e 2018 e, portanto, em 2018 vamos ter toda a iluminação pública do nosso Município equipada com lâmpadas LED. No âmbito da cidade temos um plano de reformulação completa do estacionamento e da circulação viária e pedonal para adaptar a cidade aos novos tempos, com uma rede com 11 quilómetros de vias cicláveis ligadas à Trofa e a Famalicão, a partir da Ponte da Lagoncinha. São muitos projetos e muitos milhões de investimentos que são necessários pôr em prática. JA: Muitos destes projetos são para ser desenvolvidos no próximo mandato… JC: Precisamos de mais um período de quatro anos para concluir alguns dos projetos que estão em marcha e iniciar outros. É preciso pensar em muitas coisas, projetá-las, conseguir o investimento e executá-las. Os quatro anos não chegam e precisamos de mais quatro para completar e dar seguimento às 10 ideias 100 medidas que anunciamos em 2013.

Reportagem para ver na íntegra em www.jornaldoave.pt


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Atualidade

// Vila Nova de Famalicão

Parque Infantil 1.º de Maio adaptado a crianças com mobilidade reduzida

TMG vai investir cerca de 53 milhões de euros

Veja a reportagem vídeo em www.jornaldoave.pt

Parque Infantil vai ter equipamentos adaptados

O Parque Infantil situado no Parque 1.º de Maio, em Vila Nova de Famalicão, vai ser alvo de uma intervenção, para receber equipamentos adaptados a crianças com mobilidade reduzida. As obras vão arrancar em agosto e vão durar cerca de 30 dias, segundo informou a autarquia, e vão implicar a substituição do pavimento, a reabilitação do equipamento existente e colocação de novos divertimentos. Vão ser colocados um combinado de madeira e um baloiço adaptados e uma

cabana e balancés de mola. “Esta obra representa o início de uma nova era para os parques infantis de Famalicão. Estamos cada TMG está no mercado desde vez mais empenhados em criar 1937 e vai já na terceira geração da uma sociedade inclusiva com es- família. Dividida entre a TMG Autopaços adaptados para que todas motive e a TMG Tecidos, a empreas crianças possam brincar e di- sa destaca-se por apostar na inovertir-se em segurança”, salien- vação e na sua parceria com o meio tou Paulo Cunha, edil famalicense. científico e académico. A empreitada foi adjudicada O investimento de “52,5 milhões de à empresa Bricantel – Comércio euros” divide-se pelas duas emprede Material Elétrico de Bragan- sas, segundo explicou a autarquia, ça, Lda, “por cerca de 70 mil eu- sendo que “45,5 milhões de euros” ros”. A.M./P.P. vão ser investidos na empresa que fabrica tecidos plastificados e outros revestimentos para a indústria automóvel, enquanto os restantes “6,9 milhões de euros” para os têxteis tradicionais. A TMG Automotive exporta “98 por cento” da sua produção e trabalha para marcas como a BMW, Mercedes ou Porsche e foi um contrato com a Mercedes, entre 2018 e 2026, que levou à realização de uma nova linha de fabrico, uma vez que a fábrica de Campelos, Guimarães, está “no limite da sua capacidade”. Assim, a fábrica automóvel vai laborar, pela primeira vez, no concelho, num espaço com “20 milhões António Barbosa, presidente de metros quadrados”. “A TMG Audo Conselho de Administração tomotive é uma empresa com algudo CHMA, destacou a importância ma notoriedade no mercado em da iniciativa, referindo que “para termos de inovação e de aposta além de dotar o Serviço de Pediatria de um equipamento fundamental de última geração, vai servir diretamente as crianças e adolescentes dos três concelhos (Trofa, Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso) e constitui um incentivo para todos os profissionais do Centro Hospitalar”. A.M./P.P.

Continental Mabor doou Raio X portátil

O Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) recebeu um novo equipamento de Raio X portátil, que vai ser utilizado, “preferencialmente”, segundo informou o CHMA, no Serviço de Urgência Pediátrica e no internamento de Neonatologia da unidade de Vila Nova de Famalicão. A doação, no valor de “23 400 euros”, foi feita pela Continental Mabor, Continental – Indústria Têxtil do Ave e Continental Pneus Portugal.

A Têxtil Manuel Gonçalves (TMG) está a fazer obras de requalificação no complexo industrial de Vale S. Cosme, em Vila Nova de Famalicão. A intervenção, que vai implicar um investimento de “52,5 milhões de euros”, vai levar à contratação de “cerca de 170 pessoas até ao final do ano” e vai marcar a instalação da fábrica automóvel no concelho. ANA MIRANDA/HERMANO MARTINS

A

em apresentar ao cliente produtos Durante a visita do autarca às inovadores, funcionais e com va- instalações em Vale S. Cosme, um lor acrescentado. Dentro dessa li- dos assuntos discutidos foi a difinha, ainda há muito mercado para culdade em encontrar mão de obra conquistar. Os nossos concorren- qualificada e a importância do entes são alemães, portanto, temos sino profissional. A TMG tem uma de fazer o mesmo que eles fazem forte ligação com o meio acadéou até, possivelmente, melhor. Te- mico, mas Isabel Furtado salienmos de correr o mundo e conquis- tou que “há uma grande falta de tar mercados”, referiu Isabel Fur- mão de obra qualificada a nível tado, administradora da TMG Au- do secundário”, tanto no setor automotive. tomóvel como no têxtil, destacanO investimento, “anunciado em do a importância “das escolas alioutubro de 2016”, foi, segundo a nharem os seus programas com as autarquia, “declarado como de necessidades da indústria”, para interesse municipal, que conce- que seja possível garantir empredeu incentivos fiscais ao nível do go aos jovens. IMI, IMT e das taxas municipais de “O facto de em Vila Nova de Falicenciamento”. Paulo Cunha, pre- malicão haver essa necessidade sidente da Câmara Municipal de é ótimo para que os jovens vão Vila Nova de Famalicão, visitou a para esses cursos, sabendo que a empresa na segunda-feira, 31 de empregabilidade tem rácios muijulho, no âmbito do roteiro Fama- to maiores do que se optarem por licão Made IN. cursos mais gerais”, destacou PauAs obras devem ficar concluídas lo Cunha. entre outubro e novembro e, em jaO autarca mostrou-se satisfeito neiro de 2018, a TMG Automotive com a instalação da fábrica autovai começar a laborar no concelho. móvel no concelho e referiu que é Atualmente com “573 trabalhado- “o fortalecimento da capacidade res”, o novo investimento vai per- produtiva e da vocação exportamitir a criação de cerca de 170 no- dora do concelho” . vos postos de trabalho. Já a TMG Tecidos conta com “86 colaboradores”, preparando-se Dificuldade em encontrar mão para aumentar a capacidade prode obra qualificada dutiva com “mais 55 teares”.

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Política

Candidatos socialistas assinam compromisso para Área Metropolitana mais coesa

Candidatos socialistas às 17 câmaras da Área Metropolitana assinaram cartas de compromisso, a 26 de julho

Os 17 candidatos do Partido Socialista (PS) às câmaras da Área Metropolitana do Porto (AMP) assinaram, a 26 de julho, um acordo com medidas comuns, a implementar depois das eleições autárquicas, para a valorização do espaço metropolitano. LILIANA OLIVEIRA/ PATRÍCIA PEREIRA

G

overnação, Desenvolvimento Económico e Investimento, Mobilidade e Transportes, Ambiente e Ecossistema Social são os cinco pilares que sustentam a carta de compromisso, que visa a coesão da AMP. “Estamos muito confiantes de que o PS vai voltar a liderar a Área Metropolitana do Porto (AMP) nas próximas autárquicas e este compromisso é a base de um programa metropolitano que propomos implementar a partir de outubro, para dar à AMP legitimidade eleitoral própria e competências nas áreas social, económica, da mobilidade e ambiente”, afirmou o líder da Federação Distrital do PS/Porto e candidato do PS à autarquia portuense, Manuel Pizarro. Com este acordo, os candida-

tos pretendem manter um “diálogo firme com o Governo de modo a consensualizar propostas de eleição da autarquia metropolitana” e “reclamando autonomia administrativa e financeira”. Do ponto de vista económico esforçar-se-ão por atrair investimento e no que diz respeito à mobilidade o objetivo é “reduzir o uso do automóvel e apostar muito mais nos transportes públicos”, indicando a “ambição de criar uma solução metropolitana de bicicletas e carros elétricos partilhados”. No setor ambiental, a intenção passa por transformar a AMP “num território líder em matéria de proteção contra incêndios”, assumindo “a liderança no país sob o ponto de vista do reordenamento da floresta”. “Contribuir de forma decisiva para a redução acentuada das

desigualdades” da AMP e elaborar uma Carta Social Metropolitana que defina prioridades e forneça um “mapeamento integrador das respostas sociais” são outros objetivos dos socialistas. Para Manuel Pizarro, a criação de uma agência da AMP em Bruxelas, junto da Comissão Europeia (CE), pretende tornar os municípios “mais proativos” e com capacidade de “influenciar” a distribuição de fundos comunitários, atuando “já para financiar a ampliação da rede de metro”. “Temos de ser capazes, já, de começar a influenciar a construção do Quadro Comunitário de Apoio, que começa em 2020, para financiar a rede de metro, em vez de esperar de forma passiva para depois reclamar. Temos de ser muito mais proativos e influenciar”, frisou Manuel Pizarro.

Listas à Câmara e Assembleia municipais aprovadas por maioria Já são conhecidos os nomes dos candidatos do Partido Socialista (PS) à Câmara e Assembleia municipais de Santo Tirso. LILIANA OLIVEIRA/PATRÍCIA PEREIRA Joaquim Couto encabeça a lista à autarquia tirsense, seguido por Alberto Costa, Ana Maria Ferreira, José Pedro Machado, Tiago Araújo, Sílvia Tavares, Nuno Linhares, Jorge Machado e Sofia Andrade. A lista foi aprovada por 88 por cento dos membros que compõem a Comissão Política Concelhia do PS. Já a lista à Assembleia Municipal liderada por Rui Ribeiro conta ainda com Fernando Benjamim, Isabel Carvalho, José Dias, Rogério Frião, Patrícia Machado, Francisco Goiana, Rodrigo Machado, Catarina Beselga, Hélder Amorim, Sónia Martins, Ana Luísa Santos, Ricardo Santos, Alexandrino Brandão, Licínia Ascensão, Jorge Soares, Ricardo Fernandes, Elisabete Beja, Joaquim Nunes, Vítor Borges, Raquel Meireles, André Maciel, Armindo Vieira, Carla Martins, Delfim Ferreira,

Sílvia Moreira e Luís Freitas. Esta lista foi aprovada com 84 por cento dos votos. Joaquim Couto salientou a “coesão do partido em torno do projeto político” para o ciclo autárquico 2017-2021 e considera que “os nomes que concorrem à Câmara e à Assembleia Municipal pelo partido dão garantias de estabilidade, renovação, experiência e ambição”. “Na vida como na política, prefiro sempre a unidade ao unanimismo. E o que a votação das listas mostra é que o partido está unido e focado na vitória do PS nas próximas Eleições Autárquicas”, defendeu o líder da Comissão Política Concelhia. A Comissão Política Concelhia, que reuniu a 25 de julho, apoia ainda a lista independente “Por Agrela”, liderada por José Miguel Vieira.

Andreia Correia é candidata a Monte Córdova

// Santo Tirso

António André é candidato a Água Longa

Porque acredita que pode fazer “um trabalho positivo por Água Longa”, em Santo Tirso, António André, empresário na área de carpintaria, aceitou o desafio da coligação Por Todos Nós (PSD/

CDS-PP) para encabeçar a lista à freguesia. Na apresentação da sua candidatura, António André apontou como prioridade “defender os interesses de Água Longa, en-

contrar soluções para os problemas das pessoas, e dar respostas às expectativas de todos”. E “munido não só de ideias, mas de planos concretos”, o candidato assegurou que “tem um projeto para a freguesia que vai marcar a diferença”, e que passará por “apoiar os idosos e criar condições para fixar os jovens”. A candidata da coligação à Câmara Municipal, Andreia Neto, caracterizou António André como “um homem muito trabalhador, sério e honesto”, e uma pessoa “que tem dado provas da sua dedicação à freguesia”. P.P.

“Farei sempre o meu melhor e a minha freguesia, a minha terra, está sempre em primeiro lugar para mim”. Esta foi a promessa deixada por Andreia Correia, na apresentação da sua candidatura à freguesia de Monte Córdova, em Santo Tirso, pela coligação Por Todos Nós (PSD/CDS-PP). Há oito anos que a candidata serve a população de Monte Córdova, exercendo funções na Junta. “Sei muito bem o que é

uma Junta de Freguesia, sei muito bem as dificuldades que tem, mas não tenho medo de enfrentar este novo desafio”, afirmou. Já Andreia Neto, candidata da coligação à Câmara Municipal, disse ter a certeza que a coligação Por Todos Nós irá “continuar a merecer a confiança de todos os cidadãos de Monte Córdova para a Junta de Freguesia, mas também para a Câmara Municipal”. P.P.


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3 AGOSTO 2017 JORNAL DO AVE

Política

// Vila Nova de Famalicão

José Pereira é candidato a Pousada de Saramagos

Depois de ter estado nos últimos 12 anos na equipa autárquica liderada por António Sousa, José Pereira, da coligação Mais Ação. Mais Famalicão (PSD/CDS-

-PP), candidata-se à freguesia de Pousada de Saramagos. Comercial de profissão, com 41 anos de idade, José Pereira conta com uma “grande experiência, fruto de uma grande dedicação e entrega à comunidade de onde é natural”. “Foram 12 anos de muita experiência, muito trabalho e sacrifício, mas também de muita alegria de ver as pessoas satisfeitas e a agradecer-nos pelo que fizemos. A equipa praticamente vai-se manter”, referiu. Já Paulo Cunha, candidato da coligação à Câmara Municipal, declarou que “é bom quando o passado e o presente se cruzam para contribuir para o futuro”. P.P.

Judite Costa é candidata a Vilarinho das Cambas

Judite Costa, da coligação Mais Ação. Mais Famalicão (PSD/CDS-PP), recandidata-se à freguesia de Vilarinho das Cambas, com “renovada ambição e motivação”. “Apresento-me com o mesmo entusiasmo, a mesma vontade de trabalhar, mas com mais experiência e saber fazer. Continuaremos a lutar até ao limite das nossas forças pelo interesse de Vilarinho das Cambas”, garantiu.

Adelino Costa avança em Fradelos C

dos estão à vista de todos”. A equiom o lema “Continuar Frade- pa vai contar com Avelino Reis que, los”, Adelino Costa apresentou-se depois de 12 anos como presidencomo candidato da coligação Mais te de Junta, aceitou integrar este Ação. Mais Famalicão (PSD/CDS- desafio. -PP) à freguesia de Fradelos. O emO candidato da coligação à Câpresário Adelino Costa, de 49 anos, mara Municipal, Paulo Cunha, astem como prioridades a “Ação So- severou que “mais ninguém tem as cial, Cultura e Ambiente”, sem es- condições que Adelino Costa tem quecer a “necessidade de uma po- para ser o próximo presidente de lítica de juventude para unir os jo- Junta”, atestando “as suas capavens em torno da freguesia”. cidades, a motivação e a grande Depois de quatro anos como se- energia que ele tem para trabalhar cretário da Junta, o candidato afir- por esta comunidade”. “São homou que “é tempo de continuar o mens de trabalho e de humildade futuro”, uma vez que “os resulta- que engrandecem e vão continuar

Bernardino Martins candidato em S. Cosme, Telhado e Portela Bernardino Martins avança para uma candidatura à União de Freguesias de S. Cosme, Telhado e Portela, pela coligação Mais Ação. Mais Famalicão (PSD/CDS-PP), com a motivação para trabalhar pela causa pública e a vontade de construir um futuro melhor. Para isso, o candidato preparou um programa eleitoral “centrado nas pessoas e na resolução dos seus problemas”. “Ao espírito de missão e de grande responsabilidade, acrescento a ambição de fazer mais e melhor. Comprometo-me a trabalhar de forma séria e abnegada para proporcionar a qualidade de vida que as gentes de S. Cosme, Telhado e Portela merecem”, garantiu na apresentação da sua candidatura. Presente na sessão esteve o so-

Na apresentação da sua recandidatura, Judite Costa deixou bem claro que “esta é a candidatura de uma equipa e de um grupo extenso de vilarinhenses que querem o melhor para a freguesia”. Alargamento do apoio social, aposta na cultura, na requalificação infraestrutural, na mobilidade, nos apoios à juventude e crianças da freguesia, nomeadamente ao nível da educação e formação, e no embelezamento da freguesia, para que os seus cidadãos “sintam cada vez mais orgulho em cá viver”, são algumas das traves mestras que esta professora do ensino básico enumera para “continuar a lutar pelo progresso de Vilarinho das Cambas”. O candidato da coligação à Câmara Municipal, Paulo Cunha, não tem dúvidas que Judite Costa “está mais forte e mais capaz”, mencionando que “a freguesia Com “uma equipa jovem, moestá muito bem dirigida e tem tivada e dinâmica”, José Luís Aluma equipa que reúne condições ves, da coligação Mais Ação. Mais para continuar a desenvolver- Famalicão (PSD/CDS-PP), recan-se”. P.P. didata-se à freguesia de Pedome. Na apresentação da recandidatura, o candidato mostrou a obra feita ao longo dos últimos quatro anos e apresentou novas ideias para o futuro. “Passados estes quatro anos conheço melhor a realidade da freguesia, estou preparado para servir melhor Pedome e para estar ao lado dos que mais precisam”, referiu salientando que “fizeram muita obra, porque são a melhor

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a engrandecer a comunidade de Fradelos e de Vila Nova de Famalicão”, assegurou. P.P.

cialista António Matos, atual presidente desta União de Freguesias, que se apresentou como mandatário da coligação. “Seria incapaz de negar este apoio a Paulo Cunha, por tudo o que fez por esta União de Freguesias”, justificou. Já o candidato da coligação à Câmara Municipal, Paulo Cunha, afir-

mou que Bernardino Martins “é o homem certo no lugar certo, capaz de protagonizar uma importante vitória” no dia 1 de outubro. “Bernardino, as suas propostas para S. Cosme, Telhado e Portela são também as minhas propostas. Tem todo o meu apoio para concretizar um grande projeto”, concluiu. P.P.

José Luís Alves recandidata-se a Pedome

equipa”. José Luís como cidadão deste conJá o candidato da coligação à celho e como autarca, pois é, sem Câmara Municipal, Paulo Cunha, dúvida, um dos melhores”. afirmou que é “muito bom ter o P.P.


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Reportagem

// Vila Nova de Famalicão

Famalicense dá a conhecer as cidades através dos desenhos contou, o “que a deixou muito feliz”. JN, como “imagem da cidade”. O desenho, Desde que concluiu o curso, em 2009, contou, estrutura-se “desde a baixa pomMarta trabalhou em “várias vertentes da balina até ao Castelo de São Jorge”, havenarquitetura”, desde “atelier de arquitetu- do “uma grande referência à nossa Históra, câmara municipal, perita de avaliação ria, ao Oceano e aos Descobrimentos”, senpatrimonial e design”. “Todos esses mo- do possível ver “o mapa-mundo, elemenmentos foram importantes e me adiciona- tos de navegação e a Caravela Portugueram algo novo. Neste momento, dedico a sa”. “O que penso ser mais interessante e maior parte do meu tempo ao projeto de o que me dá mais prazer, é ir descobrindo desenho que tenho vindo a desenvolver, o todo o desenho e todos os pormenores que que me agrada muito. Já não me imagino se vão desenhando por entre o casario. Tesem estes desenhos”, esclareceu. mos de pousar o olhar por alguns momentos, para podermos focar e descobrir a ciDesenhos da famalicense dade”, descreveu. na primeira página do JN Já o ano passado, foi publicado no dia de S. João “um desenho do Porto” na capa do Já por duas vezes, Marta Vilarinho de Frei- JN, que tinha “a particularidade de ter os tas viu os seus trabalhos na primeira página balões de São João, coloridos, que transdo Jornal de Notícias (JN). Recentemente, a mitem a alegria da cidade”. “Vê-se todo o 13 de julho, o seu desenho de Lisboa foi pu- casario, a ribeira, Património Mundial, e o blicado na primeira página da edição sul do Douro, com os seus barcos rabelos”, traçou.

“As Cidades e a Memória – a Arquitectura e a Cidade” é o nome do projeto de Marta Vilarinho de Freitas, natural de Vila Nova de Famalicão, que tem sido publicado em “vários sites e plataformas artísticas nacionais e internacionais, nomeadamente no ArchDaily.com, o site de arquitetura mais visto do mundo. PATRÍCIA PEREIRA

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interessante porque em cada desenho posesde “pequenina” que a jovem de 30 so descobrir e acrescentar elementos noanos passava “horas” dedicada aos dese- vos”, asseverou. nhos. Lápis de cor, marcadores e aguarelas A “3 de maio de 2015”, a arquiteta criou “preenchiam o seu imaginário infantil e so- a página www.facebook.com/martavilarinhador”, com que “criava realidades novas”. nhodefreitas, onde publicou os seus “priNão seria difícil de adivinhar que esses mo- meiros desenhos”, que foram feitos “aos mentos a levariam “ao crescente gosto pela fins de semana, de forma mais ou menos arte e, posteriormente, pela arquitetura”, espontânea, de vários tamanhos e com tendo-se licenciado, em 2009, em Arquite- mais ou menos detalhe”. Todos eles tinham tura pela Escola Superior Artística do Por- como “fio condutor a cidade” e foi assim to. Mas o “momento de viragem” aconteceu que nasceu o projeto “As Cidades e a Medurante a faculdade, quando passou a “de- mória – a Arquitectura e a Cidade”. “O tema senhar a escala da cidade”. “Foi um momen- da Cidade é infinito. Fico também muito to marcante e lembro-me constantemente feliz por ver o meu trabalho publicado em das aulas de desenho. Muitas delas foram vários sites e plataformas artísticas naciopassadas no exterior, a desenhar edifícios, nais e internacionais, nomeadamente no ruas e vielas, cheios e vazios, interior e exte- ArchDaily.com – o site de arquitetura mais rior. Penso que foi nesse período que o meu visto do mundo. Espero ter muitos projeprojeto começou a ganhar forma, mesmo tos pela frente. Tenho, inclusivamente, alque inconscientemente”, adiantou. gumas ideias em mente que gostaria muiOs desenhos que “mais gostava de fa- to de concretizar”, declarou. zer eram as fachadas, os alçados e os porCom a página de Facebook, Marta Vilarimenores arquitetónicos”, que, atualmente, nho de Freitas tem comunicado com “todo são “o conceito de todos os seus desenhos”. o mundo” e, inclusive, foi “recentemente Em cada desenho, mencionou, “conta uma contactada por um arquiteto e professor história” com “um percurso pela cidade e da Judson University - Architecture and Inpela arquitetura”. “Para mim, o momento terior Design, em Ilinóis, nos Estados Unimais interessante é o ato de criar, de pen- dos”, para “saber se poderia utilizar os seus sar no desenho, de estruturar o tecido ur- desenhos e métodos para um workshop de bano dos meus rendilhados de casario e é desenho aos seus alunos de arquitetura”,


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Política

// Vila Nova de Famalicão

Raquel Azevedo é a aposta do BE para Joane

Raquel Azevedo, de 32 anos, aceitou o desafio do Bloco de Esquerda (BE) para encabeçar a lista à freguesia de Joane, em Vila Nova de Famalicão. Apesar de residir em Pedome, a candidata “conhece bem” Joane, terra onde “estudou, cresceu e conviveu desde muito jovem” e, por isso, aceitou este desafio com “muito entusiasmo e vontade de trabalhar para as pessoas desta vila que tão bem conhece”. Para Joane, Raquel Azevedo propõe “mais espaços verdes”, como, por exemplo, “o prolongamento do Parque da Ribeira”, e o

“desenvolvimento e melhoramento das infraestruturas que ligam a vila às principais cidades do distrito”. A candidata “privilegia a Educação e o Desporto como peças fundamentais para o desenvolvimento da Vila”, pretendendo “dar resposta às questões essenciais ligadas à infÂncia, juventude e terceira idade, que normalmente são esquecidas e marginalizadas e tão dependentes do apoio de proximidade”. “Os direitos sociais e laborais, o ambiente, a proximidade serão os seus principais eixos de atuação nos próximos quatro anos”, pode ler-se na nota de imprensa enviada pelo BE. Operária e delegada sindical do setor do calçado, Raquel Azevedo conta com “importantes vitórias, nomeadamente na luta pela igualdade salarial das mulheres no setor do calçado, tem também apoiado as lutas contra a precariedade, nomeadamente no recente processo para a integração dos Precários do Estado”, adiantou o BE em nota de imprensa. A candidata dedica-se também à arbitragem de futebol em jogos de equipas locais dos distritos de Braga, Porto e Aveiro. P.P.

Nuno Melo recandidata-se à Assembleia Municipal O

centrista Nuno Melo será candidato da coligação Mais Ação. Mais Famalicão (PSD/CDS-PP) à Assembleia Municipal de Vila Nova de Famalicão. Em nota de imprensa, o eurodeputado, que é presidente da Assembleia Municipal desde 2001, assumiu que está disponível para continuar a sê-lo “em nome de um projeto autárquico robusto e bem sustentado que tem sido responsável por desenvolver e afirmar Vila Nova de Famalicão no plano nacional e até mesmo internacional”. Para Paulo Cunha, candidato da coligação à Câmara Municipal, a candidatura de Nuno Melo é “uma boa notícia” para Vila Nova de Famalicão. “A forma isenta, responsável e sóbria com que tem dirigido a

Paulo Cunha vai oficializar as candidaturas às eleições autárquicas de 1 de outubro, com a entrega das listas no Tribunal na segunda-feira, dia 7 de agosto. P.P.

Sandra Moreira candidata-se a Vilarinho das Cambas

Com “um profundo sentido de responsabilidade e de missão”, a solicitadora Sandra Moreira apresentou a sua candidatura socialista à freguesia de Vilarinho das Cambas, em Vila Nova de Famalicão, na noite de sábado, 29 de julho, no salão da Escola do 1.º Ciclo de Barranhas. A candidata afirmou que “esta batalha não será fácil”, mas que com “trabalho, emFamalicão” (PSD/CDS-PP). penho e dedicação vão conseguir O candidato lembrou o seu tra- alcançar o objetivo”. balho enquanto autarca, para jusAfirmando conhecer bem “a tificar uma nova corrida eleitoral, freguesia de Vilarinho das Camapontando obra feita em várias bas, as suas associações e instiáreas, do ambiente às acessibilidades, do desporto à educação, do lazer e associativismo à ação social, da saúde à cultura. “Para além da experiência e da disponibilidade que tenho em me dedicar à causa pública, saberei ouvir e estar perto de todos e serei um defensor intransiDepois de “ouvir os responságente dos interesses desta popu- veis do PPD/PSD e do CDS”, parlação”, garantiu. tidos que constituem a ColigaPaulo Cunha, candidato da co- ção Por Todos Nós, Andreia Neto, ligação à Câmara Municipal, afir- candidata à Câmara Municipal de mou que Tomás Sousa reúne “os Santo Tirso, decidiu “dar o apoio melhores requisitos para presidir formal a Jorge Faria”, que se canà Junta desta União de Fregue- didata como independente à fresias”, porque “fez um mandato guesia de Vilarinho, que é atualabsolutamente notável”. mente presidente enquanto eleiJá o investigador Nuno Montei- to pelo Partido Socialista. ro foi apresentado como mandaPara Andreia Neto, “são mais tário da coligação na União de importantes as pessoas que os Freguesias de Seide. P.P. partidos” e, neste caso, trata-se

Tomás Sousa recandidata-se a Seide

Assembleia Municipal tem credibilizado sobremaneira este órgão deliberativo do Município e muito concretamente todos os eleitos municipais”, completou.

tuições”, Sandra Moreira assumiu, entre outros compromissos, “criar um gabinete de ação social”, “estabelecer protocolos com farmácias no sentido de ser criado um ponto de entrega de medicamentos” e pugnar por “uma cobertura mais abrangente de transportes públicos”. Já o candidato socialista à Câmara Municipal, Nuno Sá, felicitou Sandra Moreira por ter aceitado “o desafio de conquistar Vilarinho das Cambas e pelas ideias e projetos que tem para concretizar”. P.P. // Santo Tirso

Coligação apoia candidatura de Jorge Faria a Vilarinho

“É um desafio que abraço com enorme determinação, convicto de que sou o candidato com melhores condições para vencer as eleições”. Foi desta forma que Tomás Sousa apresentou a sua recandidatura à União das Freguesias de Seide (S. Miguel e S. Paio) pela coligação “Mais Ação. Mais

“de apoiar uma pessoa com provas

dadas em prol de Vilarinho”. P.P.


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Reportagem

// Vila Nova de Famalicão

“Atelier dos Pikis”: o projeto de uma famalicense que mudou Cabo Verde

Bárbara Araújo trocou, durante seis meses, Portugal por Cabo Verde. Em conjunto com três amigas, a famalicense de 21 anos, criou um projeto de voluntariado numa das cidades mais pobres do país, Pedra Badejo. “Atelier dos Pikis” é um projeto que se destinou a ajudar meia centena de crianças, proporcionando apoio escolar e atividades extracurriculares. ANA MIRANDA/PATRÍCIA PEREIRA

“Q

uando cheguei, em janeiro, a Pedra Badejo, fiquei bastante impressionada Pub

com as condições da cidade, com as condições do centro, que estava bastante degradado, mas ao mesmo tempo fiquei impres-

sionada com a simplicidade das pessoas, em especial das crianças”. O relato foi feito por Bárbara Araújo, numa entrevista ao Jornal do Ave. Foram, precisamente, as más condições que duas das jovens responsáveis pelo projeto encontraram na localidade, em 2015, que levou à criação do “Atelier dos Pikis”. As crianças foram a sua principal preocupação e foram também quem deu nome ao projeto. Para ajudar os “pikis”, ou seja, os “pequenotes”, organizaram várias atividades, como angariações de bens, conseguindo juntar “700 euros com a venda de lápis e 335 caixas de doações”, que foram num contentor até à Ilha de Santiago. Em Pedra Badejo desenvolveram sinergias com instituições locais, particularmente com o Centro de Dia “Enfermeiro Lindo”. As condições do centro não eram, como referiu Bárbara Araújo, as melhores e as voluntárias conseguiram mudar de instalações e, com os materiais recolhidos em Portugal, remodelar o centro. Deram também apoio a quase 50 crianças, através da ajuda nos trabalhos de casa, com aulas de Português e de Inglês, dinâmicas de auto e hetero conhecimento e atividades especiais para assinalar datas, como o Carnaval ou o Dia Mundial da Criança. “E brincávamos, imenso, claro. Brincar era essencial e não podia faltar, nem um dia”, explicou Bárbara. “Não sinto que tenha ajudado Cabo Verde mais do que Cabo Verde me ajudou a mim” “A maior dificuldade que sentimos foi o tempo, ou a falta dele, pois, muitas vezes, coisas que demorariam determinado tempo em Portugal, demoram mais em Cabo Verde, uma vez que é um país com um rit-

mo totalmente diferente”, salientou. Apesar de todas as dificuldades que foram encontrando, as quatro jovens conseguiram levar o projeto a bom porto. O “Atelier dos Pikis” terminou em junho, mas Bárbara Carvalho recebeu uma proposta para continuar no país a trabalhar na sua área, Ciências da Comunicação. A jovem famalicense já tinha feito voluntariado, mas garante que este projeto foi especial. “Esta foi uma experiência completamente diferente, uma vez que nunca tinha feito voluntariado num sítio com tantas carências, mas também porque vivemos em condições que nunca tínhamos vivido antes, mas que eram ótimas para a realidade em que estávamos inseridas, o que contribuiu imenso para a nossa aprendizagem”, apontou. “Estar num país tão diferente daquele onde nasci e vivi toda a minha vida foi uma grande prova de superação. Quando estamos habituados ao nosso conforto, esquecemo-nos das condições em que o resto do mundo vive. É importante relembrar que, de facto, a nossa intervenção, por mais pequena que seja, é muito importante, seja em Cabo Verde ou até mesmo em Portugal”, destacou. De todo o projeto e estadia no país, a jovem salientou que o que mais lhe tocou foram as crianças e garantiu: “Não sinto que tenha ajudado Cabo Verde mais do que Cabo Verde me ajudou a mim”. Para o futuro, Bárbara pretende continuar os seus estudos e, embora não queira dedicar-se, “em breve”, ao voluntariado em full-time, “este estará sempre presente”. Entretanto, já regressou a Portugal, mas com uma certeza: “Nunca esquecerei aquele lugar, com o maior desejo de num futuro próximo regressar e reencontrar todos aqueles “pikinotes” (talvez já não tão “pikinotes”) que por lá ficaram”.


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Desporto

Lesão afasta Sara Moreira do Mundial

Aves perde em Moreira e está fora da Taça CTT Calhou em sorte ao Clube Desportivo das Aves enfrentar, em jogo a contar para a 2.ª eliminatória da Taça CTT, o atual detentor do troféu, o Moreirense. A equipa de Moreira de Cónegos venceu, pela margem mínima, o Aves, através da marcação de uma grande penalidade.

Vasco Oliveira

LILIANA OLIVEIRA/ PATRÍCIA PEREIRA

O

Lesão impede atleta de participar nos dez mil metros

“Eu queria muito que os meus Campeonato do Mundo, entre 4 novos sapatos pisassem o está- e 13 de agosto. Sara estava oficialmente sedio olímpico, dessem orgulhosamente 25 voltas e me fizessem fe- lecionada para participar nos liz. Eu sofri muito esta época para dez mil metros, chegou a realichegar ao nível mundial e não zar os exames médicos, mas essei o que falhou desta vez, mas tes revelaram uma rotura do lium entorse no pé direito, acom- gamento talofibular provocada panhado de rotura do ligamento por entorse. A lesão impede, astalofibular anterior, faz com que sim, a tirsense de participar na acompanhe o Campeonato do prova agendada para sábado, 5 Mundo do lado de cá”. Foi desta de agosto. forma que a atleta tirsense, Sara Sara Moreira desejou ainda “a Moreira, anunciou na sua página maior força aos colegas” e espera do Facebook, que não vai viajar recuperar “para voltar o mais rápra Londres, onde se realizará o pido possível” às pistas. L.O./P.P.

Famalicense no Europeu de Basquetebol

CD Aves viajou até Moreira de Cónegos, com nove reforços a iniciar a partida. A equipa da casa foi a primeira a criar pe- 33, e Alexandre Guedes, aos 36, Na segunda parte, Rafael Cosrigo, com Rafael Costa a rematar depois do cruzamento de Salva- ta voltou a dar nas vistas, protaforte ao minuto 16. Dois minu- dor Agra, também falhou o alvo. gonizando dois lances de perigo, tos depois, era a vez de Boateng Boateng desperdiçou duas opor- primeiro de livre, aos 65 minutos, tentar a sorte, mas Falcão agar- tunidades, primeiro cebeceou à e logo depois rematou ao lado. rou a bola. figura do guardião do Aves depois O Moreirense apostava tudo na O Moreirense insistia com ca- atirou contra o corpo de Fachini. defesa do resultado vantajoso, beceamento de Mohamed, mas A partida estava equilibrada, enquanto o Aves procurou semAdriano Fachini estava bem po- mas o golo acabaria por surgir em pre o golo, que acabou por não sicionado. O Aves começou a dar cima do tempo de intervalo. Aos aparecer. Guedes cabeceou para mais nas vistas depois da meia 43 minutos, Guedes cometeu fal- Jhonatan defender e Diego Galo hora de jogo, com remate de Bra- ta sobre Mohamed, e na marca- rematou para fora, aos 90. ga para fora e Falcão a cabecear ção de grande penalidade, Rafael O primeiro jogo oficial da temao lado. Costa não desperdiçou a oportu- porada 2017/2018 deixa o Aves Rafael Costa atirou por cima na nidade de colocar o Moreirense fora da Taça CTT. marcação de um livre ao minuto em vantagem. Hóquei

FAC recebe Académica de Espinho na 1.ª jornada O sorteio do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão de Hóquei ditou que o Famalicense Atlético Clube (FAC) ia receber a Académica de Espinho, na 1.ª jornada, a 7 de outubro. O sorteio foi realizado na segunda-feira, 31 de julho, na sede da Federação de Patinagem

de Portugal, em Lisboa, e o FAC foi colocado na Zona Norte. A equipa de Vila Nova de Famalicão visita, depois, os Carvalhos e disputa a última jornada, em casa, com o Candelária SC. O vencedor da Zona Norte sobe à primeira Divisão e o segundo

classificado vai disputar o playoff de subida, enquanto os quatro últimos descem à 3.ª Divisão. A partir de janeiro vai ser introduzido o boletim eletrónico no escalão, que vai permitir acompanhar online todas as partidas. A.M./P.P.

Captações do FC Tirsense realizam-se quinta-feira O famalicense Filipe Carneiro 29 de julho. Filipe Carneiro, que integrou a comitiva nacional que integra a Associação Portugueviajou para Brno, na República sa de Deficientes de Braga, conCheca, para participar no Cam- seguiu trazer no regresso a Porpeonato Europeu de Basquete- tugal o 4.º lugar. bol em cadeira de rodas, de 25 a L.O./P.P.

Proprietário e Editor: Justbrands – Consultoria e Comunicação Unipessoal, Lda | Nif. 510170269 | ERC: 126524 | ISSN 2183-4601 Diretora: Magda Machado de Araújo

O Parque Urbano Sara Morei- agosto, às 20 horas, e destinamra foi o lugar escolhido pelo Fu- -se a todos os jogadores sub-23, tebol Clube Tirsense para realizar que tenham nascido entre 1995 e as captações da equipa B, para 1998. O FC Tirsense pede aos jogaa próxima época. As captações dores que se apresentem com um realizam-se na quinta-feira, 3 de equipamento de cor preta e com

Subdiretor: Hermano Martins | e-mail: geral@jornaldoave.pt; publicidade@ jornaldoave.pt | Redação: Cátia Veloso, Patrícia Pereira , Liliana Oliveira Colaboração: António Costa, Rui Couto | Composição: Cátia Veloso | Impressão: Gráfica do Diário do Minho | Assinatura Anual: Continente 22,5 €; Europa:69,50

€; Extra europa: 88,50€; PDF 16 € (IVA Incluído) | Avulso: 0,70 € Tiragem 3500 exemplares| NIB: PT 50 0038 0000 39909808771 50 | Telefone: 252 414 714 | Sede e Redação: Rua Aldeias de Cima, 280 Trofa | Publicidade 969848258 | Redação 925 496 905 | | Nota de redação: Os artigos publicados nesta edição do Jornal do Ave são da

o cartão de cidadão. A equipa A do clube de Santo Tirso iniciou os trabalhos a 1 de agosto, preparando-se para competir na Divisão de Elite da Associação de Futebol do Porto. A.M./P.P.

inteira responsabilidade dos seus subscritores. Todos os textos e anúncios publicados neste jornal estão escritos ao abrigo do novo Acordo Ortográfico. É totalmente proibida a cópia e reprodução de fotografias, textos e demais conteúdos, sem autorização escrita. Estatuto editorial em http://jornaldoave.pt/index.php/estatuto-editorial


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Desporto

Tirsense é vice-campeã europeia de karate Ana Pinto entrou no karate por acaso. Mas o acaso correu tão bem que recentemente a atleta sagrou-se vice-campeã europeia universitária. LILIANA OLIVEIRA/ PATRÍCIA PEREIRA

A

ses europeus”. 14 anos sempre teve atletas com ligação às artes marciais coA atleta concorreu na modali- muita qualidade e que já conhecemeçou quase por acaso. Ana Pin- dade de Kumite, no escalão de se- mos bem. A um nível internacional to tinha sete anos quando a família niores femininos -55 quilogramas. como competimos com as atletas, se mudou para Vila das Aves. Aí co- “Queria muito conseguir um bom na maioria das vezes, pela primeinheceu o mestre Joaquim Fernan- resultado. Treinei, concentrei-me ra vez, temos de perceber os pondes e resolveu experimentar inte- ao máximo, confiei na experiên- tos fortes e fracos da adversária grar o clube de karate. “Não acha- cia e na minha vontade de ganhar. durante o combate ou, se conseva grande piada no início, mas foi Estive mesmo quase”, confiden- guirmos, nos combates anteriouma maneira que os meus pais en- ciou a jovem. res. Nas competições nacionais, contraram para me distrair da muA karateca recebeu a sua primei- já conhecemos bem as adversádança. O meu mestre não acredi- ra medalha de prata, que lhe dá, rias”, comentou. tava que ia durar um mês e pas- garantiu, “motivação para contiA karateca já havia conseguido saram 15 anos”, disse ao Jornal nuar a treinar e para querer alcan- dois quintos lugares pela Seleção do Ave. çar muitos mais resultados e, de Nacional em dois europeus no esOs anos passaram e a ligação preferência, melhores”. A tirsense calão júnior. com o karate intensificou-se. Tan- só não conseguiu superar a atleta A jovem considera que a modato que a tirsense Ana Pinto sa- espanhola. Ana Pinto conquistou lidade ainda não é muito valorizagrou-se vice-campeã da Europa, ainda uma medalha de bronze, em da em Portugal mas que, “talvez, no Campeonato Europeu Univer- kumite equipas seniores feminias. com a entrada nos jogos olímpisitário, que decorreu em Coimbra, Ana Pinto explicou ainda que cos em 2020 as pessoas a possam de 25 a 27 de julho. Nesta compe- chegar a uma final é “sempre di- ver e apreciar”. tição participaram “cerca de 300 fícil”. “Em Portugal, a minha caA representar o Karate Shotokan atletas de universidades de 26 paí- tegoria de peso desde os meus Vila das Aves também esteve Ema-

nuel Fernandes e o mestre Joaquim Fernandes, que foi nomeado chefe de Tatami, “sendo o seu

Mini Torneio de Verão de karate realizou-se em S. Mamede de Negrelos

EARO encerra época com piquenique

O ringue de S. Mamede de Ne- Bruno Santos (1.º lugar, Negrelen- no, Francisca Pereira (1.º lugar, Negrelos, em Santo Tirso, foi o local se), João Miranda (2.º lugar, CKAB), grelense), Joana Ferreira (2.º lugar, escolhido para receber o 2.º Mini João Moura (3.º lugar, Negrelense) Negrelense) e Luana Taipa (3.º luTorneio de Verão de karate, a 28 de e Diogo Costa (3.º lugar, Negrelen- gar, AK Vilarinho); em Kumite injulho. Inserido na iniciativa “Par- se); em Kata Infantil masculino, fantil masculino, Afonso Barroque Ativo”, o torneio foi organi- Luciano Pinto (1.º lugar, Negrelen- so (1.º lugar, CKAB), Gonçalo Cozado pela Associação R. C. D. Ne- se), Thomas Ferreira (2.º lugar, Ne- roas (2.º lugar, CKAB), Afonso Faria grelense, com o apoio da Junta de grelense), Armindo Ferreira (3.º lu- (3.º lugar, CKAB) e Luciano Pinto Freguesia de Vila Nova do Cam- gar, AK Vilarinho) e Afonso Barro- (3.º lugar, Negrelense); em Kumipo, e teve como objetivos a con- so (3.º lugar, CKAB); em Kata Inicia- te iniciado feminino, Leonor Gonfraternização, a socialização e fo- do feminino, Leonor Gonçalves (1.º çalves (1.º lugar, Campense) e Fimentar o espírito competitivo en- lugar, Campense) e Filipa Carnei- lipa Carneiro (2.º lugar, Negrelenro (2.º lugar, Negrelense); em Kata se); em Kumite iniciado masculino, tre os atletas. A participar no torneio estive- Iniciado masculino, Afonso Maga- Afonso Magano (1.º lugar, CKAB), ram a Associação que organizou no (1.º lugar, CKAB), Diogo Leitão Guilherme Leite (2.º lugar, CKAB), o evento, em conjunto com a AKV (2.º lugar, Negrelense), Guilherme Rúben Ribeiro (3.º lugar, AK Vila– Associação de Karate de Vilari- Leite (3.º lugar, CKAB) e Diogo Bor- rinho) e Diogo Borges (3.º lugar, nho, o Núcleo de karate de Roriz ges (3.º lugar, CKAB); Kata Juvenil CKAB); em Kumite juvenil femini(NKA), a Associação Campense de feminino, Maria Miranda (1.º lugar, no, Beatriz Faria (1.º lugar, Camkarate e a CKAB – Clube de karate CKAB), Beatriz Abreu (2.º lugar, AK pense), Maria Miranda (2.º lugar, Vilarinho), Gabriela Pereira (3.º lu- CKAB) e Gabriela Pereira (3.º lude Barcelos. Em destaque estiveram os se- gar, Campense) e Beatriz Faria (3.º gar, Campense); e em Kumite juveguintes atletas: em Katas Pré-in- lugar, Campense); em Kata Juve- nil masculino, Luís Oliveira (1.º lufantil feminino, Francisca Pereira nil masculino, Diogo Leão (1.º lu- gar, CKAB), Pedro Mendes (2.º lu(1.º lugar, Negrelense), Joana Fer- gar, Roriz), Rúben Alves (2.º lugar, gar, AK Vilarinho), Diogo Leão (3.º reira (2.º lugar, Negrelense) e Lua- Roriz), Pedro Mendes (3.º lugar, AK lugar, Roriz) e Rúben Alves (3.º luna Taipa (3.º lugar, AK Vilarinho); Vilarinho) e Luís Oliveira (3.º lugar, gar, Roriz). A.M./P.P. em Kata Pré-infantil masculino, CKAB); em Kumite infantil femini-

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Atleta entrou na modalidade por acaso

Para encerrar mais uma época, a Escola de Atletismo Rosa Oliveira (EARO) promoveu o seu tradicional piquenique. Ventuzela, em Mogege, Vila Nova de Famalicão,

trabalho elogiado pelo responsável máximo da arbitragem neste campeonato europeu.

foi o lugar escolhido para o convívio que juntou atletas, familiares, patrocinadores, que contou com vários jogos tradicionais. A.M./P.P.

Casa de Chá promove Mercadinho A 4.ª edição do Mercadinho da Casa de Chá vai realizar-se no sábado, 5 de agosto, entre as 15 e as 19 horas. O evento decorre na esplanada da Casa de Chá, em Santo Tirso. A.M./P.P.


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Jornal do Ave nº 96 by Jornal do Ave - Issuu