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Revista de Domingo nº 640

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editorial ao leitor

Conquista

A

p4 Entrevista

Arte-educadora, Joriana Pontes fala sobre produção do documentário “Segunda chance: As cartas”

mossoroense Claudinha Gadelha, que já é conhecida nacionalmente pela bem sucedida carreira como lutadora de jiu-jitsu e desde 2008 ingressou para o MMA, modalidade na qual se consagrou por se manter invicta no octógono, comemora uma de suas mais recentes conquistas, o ingresso no maior evento de artes marciais mistas do mundo o UFC. Claudinha Gadelha atualmente está morando nos Estados Unidos e conversou com DOMINGO sobre a nova fase na carreira, a participação no 20º TUF, sua trajetória bem sucedida, preconceito e vaidade. Nesta edição, DOMINGO traz também dicas de como se livrar de um dos vilões do verão: o calor intenso, que provoca o aumento de infecções urinárias e o risco de formações de cálculos renais. Ainda nesta edição, o lançamento do 1º livro da professora Margarida Barbosa de Lira. A obra infantil intitulada “O menino que descobriu o mundo mágico da leitura”, editada pela Queima Bucha, será lançada no dia 22 de fevereiro. Na sessão de entrevista, um bate-papo com Joriana Pontes e Jean Custo sobre a produção do documentário “Segunda Chance: As Cartas”, sobre adolescentes que cumprem medidas no Centro de Referência Especializada da Assistência Social (Creas). Boa leitura, Nara Andrade

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Invicta no Octógono

Lutadora mossoroense Claudinha Gadelha comemora sua mais nova conquista: o ingresso para o UFC

Os vilões do calor

Especialistas falam sobre a maior incidência de infecções urinárias e o risco de formação dos cálculos renais no verão

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Sua carreira

Rafael Demetrius: Como atender bem o seu cliente no telefone

Adoro comer

Colunista Davi Moura: Panqueca de Morango

• Edição – C&S Assessoria de Comunicação • Editor-geral – Wil­liam Rob­son • Editora – Nara Andrade • Dia­gra­ma­ção – Rick Waekmann • Projeto Gráfico – Augusto Paiva • Im­pres­são – Grá­fi­ca De Fa­to • Re­vi­são – Gilcileno Amorim e Stella Sâmia • Fotos – Carlos Costa, Marcos Garcia, Cezar Alves e Gildo Bento • In­fo­grá­fi­cos – Neto Silva Re­da­ção, pu­bli­ci­da­de e cor­res­pon­dên­cia Av. Rio Bran­co, 2203 – Mos­so­ró (RN) Fo­nes: (0xx84) 3323-8900/8909 Si­te: www.de­fa­to.com/do­min­go E-mail: re­da­cao@de­fa­to.com Do­min­go é uma pu­bli­ca­ção se­ma­nal do Jor­nal de Fa­to. Não po­de ser ven­di­da se­pa­ra­da­men­te.

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conto

josÉ NicoDemos*

O encontro desejado

(

Envie sugestões e críticas para o e-mail: aristida603@hotmail.com

)

A

inda estudante de direito, o doutor Correia, como era chamado o juiz Plácido Augusto Correia, teve uma filha com a cozinheira da pensão de estudantes onde morava. A barriga começando a crescer, ela, morta de vergonha de ser mãe solteira, os pudores de moça do interior, do tempo, deixou o emprego na pensão e foi embora, sem dizer para onde. Grávida é que não voltaria para a casa dos pais, o mesmo motivo: o pudor. Desapareceu no meio do mundo. Nunca mais o doutor Correia, desde então, soube dela qualquer notícia, apesar de todo esforço Não a amava, é verdade, simples aventura de rapaz, mas já formado e bem sucedido na profissão, procurava, obstinado, saber-lhe o paradeiro, queria criar a filha. Era um homem de bons sentimentos. E nenhuma notícia, vaga que fosse. Sofria com isso. Sonhava com ela, que lhe aparecia, nos sonhos, parecida, no rosto e no corpo, em tudo, com sua (dele, doutor Correia) irmã caçula. E passava o dia com essa imagem amavelmente viva em seus olhos, sem atinar

Sonhava com ela, que lhe aparecia, nos sonhos, parecida, no rosto e no corpo, em tudo, com sua (dele, doutor Correia) irmã caçula.

na redação de um parecer processual, o mais simples que fosse. Era-lhe um dia de martírio mental, pensamentos distantes. Convulsos. Transferido, por promoção, para a capital, doutor Correia foi encontrar, no fórum, uma mocinha de olhos miúdos e sem expressão num rosto sardento, lábios finos e corados, o mais perfeito disfarce de sua irmã caçula. Era fielmente a menina que via em seus sonhos. Claro: comovido, não pôde conter as lágrimas, sequer disfarçar a emoção que o tomou por inteiro. Uma coisa instintiva. . A mocinha servia cafezinho, e para logo o doutor Correia, com aquele pressentimento, qualquer coisa assim como o triturando por dentro, não sem antes,

delicadamente pedir-lhe desculpa da curiosidade, entrou a fazer-lhe perguntas. Evidentemente, no rumo desse pressentimento que lhe vinha do mais profundo de si mesmo, e que se lhe afigurava como certeza. Deixando-se guiar pela clarividência de uma força interior, reveladora. E todas as respostas, por parte daquela mocinha sardenta, naturalmente acanhada, mas decisiva, diante do presidente do fórum, o doutor Correia, iamlhe deitando luz nas indagações. O peito da camisa em cadência certa com as batidas do coração, doutor Correia arregalava os olhos, a cada palavra dela. Já não havia a mais mínima dúvida: era sua filha, e chamava-se Janice.

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entrevista

JoRiaNa PoNTes e JeaN CUsTo

“Segunda Chance: As cartas” retrata em ficção, histórias reais

Por Nara Andrade naraandrade@gmail.com

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epois do primeiro documentário intitulado “Segunda Chance”, que aborda a realidade dos meninos que cumprem medidas como Liberdade Assistida (LA) e Prestação de Serviço Comunitário (PSC) no Centro de Referencia Especial da Assistência Social (CREAS), que obteve resultados bastante positivos, a idealizadora do projeto, Joriana Pontes, cientista social graduada pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e especialista em Arte-Educação com Ênfase no Teatro pela Faculdade Vale do

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Jaguaribe (FVJ), está desenvolvendo um novo documentário, este voltado para a vida dos meninos. Segundo Joriana, a produção que tem como título Segunda Chance: “As cartas”, é uma história de ficção sobre um menino cujos vínculos familiares são quebrados, mesclada com depoimentos reais. Para a adaptação do roteiro para a linguagem cinematográfica, Joriana Pontes convidou Jean Custo, que tem formação em Cinema e Vídeo, pela Zoom Fotografia e Universidade Potiguar (UNP) e é graduando em Jornalismo pela Uern.


entrevista DOMINGO – Qual o tema central do documentário? JORIANA PONTES – O meio em que vivem esses adolescentes em conflitos com a lei, abordando quebra de vínculos com a família e a escola como fator propulsor da inserção na violência. QUAL o título do documentário? JORIANA PONTES – Segunda Chance: "As Cartas" DE ONDE surgiu a ideia de fazer o documentário? JORIANA PONTES – Já é o segundo, o primeiro é intitulado “Segunda Chance” e ganhou em terceiro lugar no curta TCM. Aborda um documentário com os meninos que cumprem medidas como Liberdade Assistida (LA) e Prestação de Serviço Comunitário (PSC) no Centro de Referência Especial da Assistência Social (CREAS). O resultado foi muito positivo, por isso pensamos no segundo, este mais voltado para a vida dos meninos. Uma história de ficção mesclada com documentários da realidade nos acontecimentos. QUAL o objetivo de discutir o tema? JORIANA PONTES – Possibilitar um olhar diferenciado da sociedade para o problema social, econômico e cultural dos meninos que cumprem medidas no Creas, assim como a tentativa de mostrar que estes meninos terão sempre outros caminhos que não seja o conflito com a lei e com eles mesmos, uma Segunda Chance.

veling, stickam, som direto, iluminação e alguns efeitos especiais que vêm contribuir com a história) para uma produção que deseja não só apresentar o filme pelo filme, e vai além disso.

no final de 2012. Passamos todo o ano de 2013 trabalhando através de oficinas educativas voltadas para a coleta de materiais que pudessem ser utilizadas nesse novo roteiro.

DE QUEM é o roteiro? JORIANA PONTES – Eu sou a responsável pelo roteiro, com adaptação técnica para cinema de Jean Custo.

JÁ TEM previsão de lançamento? JORIANA PONTES – O lançamento está previsto para março deste ano. As filmagens já estão sendo feitas.

ONDE foram gravadas as cenas do documentário? JORIANA PONTES – Estão sendo Gravadas na Favela do Fio e em alguns locais de Mossoró.

QUEM está produzindo? Qual a equipe? JORIANA PONTES – A equipe é do Creas com a Cia Bagana de Teatro/ Núcleo de Cinema e convidados como Jean Custo, que comigo está assinando a direção, Wigna Ribeiro é a diretora de Fotografia e a Produtora Canal 2, através de Ronildo, está dando todo o suporte nas filmagens.

QUAIS os recursos utilizados para o desenvolvimento do projeto? O DOCUMENTÁRIO conta com o apoio da Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria do Desenvolvimento Social e Juventude, que tem como responsável a secretária Fernanda Kaline.

QUAIS os elementos estão sendo utilizados no filme para retratar o ambiente vivenciado pelos personagens? JEAN CUSTO – O grande destaque foi construído dentro da pesquisa empírica já realizada pela amiga e companheira de trabalho, Joriana Pontes, sendo esse o ponto de partida para a seleção das locações e também a adaptação do roteiro técnico, ou seja, o filme “Segunda Chance: As cartas” retrata em sua essência a ficção de histórias reais vivenciadas na nossa sociedade. QUAIS as técnicas cinematográficas utilizadas? JEAN CUSTO – A equipe técnica (Canal 2 Produção) está disponibilizando equipamentos de ponta (Grua, tre-

QUEM é o idealizador do projeto? JORIANA PONTES – Uma equipe multidisciplinar de Educadores do Creas – Mossoró, que tem como integrantes Shanja Sayonara, Evaldo Lacerda, Joriana Pontes, Cynara Tuilla, Moacir Júnior, dos Coordenadores da Instituição, Janice Dorotea, Halina Márcia. QUANDO o projeto começou a ser desenvolvido? JORIANA PONTES – Na verdade, o projeto começou a ser pensado desde a finalização do primeiro documentário,

O DOCUMENTÁRIO conta com personagens reais ou atores? O DOCUMENTÁRIO conta com a participação de adolescentes que cumprem medidas no Creas e atores da Cia Bagana de Teatro. QUAL a história será contada? DE UM menino cujos vínculos familiares são quebrados A HISTÓRIA é real ou fictícia? FICÇÃO com documentários de acontecimentos reais. Tudo baseado nas Cartas, frutos de oficinas com estes meninos de cumprimento de medidas do Creas – Mossoró.

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Sucesso

Invicta no

octógono

Mossoroense Claudinha Gadelha comemora o ingresso para o UFC, maior organização de artes marciais mistas do mundo. 6

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Sucesso

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ona de uma bem sucedida carreira nos tatames como lutadora de jiu-jitsu, que lhe rendeu reconhecimento nacional no esporte, a lutadora mossoroense Ana Claudia Dantas Gadelha, “Claudinha Gadelha”, de 25 anos, há alguns anos vem se destacando também nos octógonos, desde que entrou para as Artes Marciais Mistas (AMM), mais conhecidas pela sigla MMA, do inglês Mixed Martial Arts. Claudinha Gadelha é invicta na modalidade, tendo passado por 11 lutas, das quais, seis por finalização e três por decisão. Agora, a lutadora que já fazia parte do Invicta FC (Invicta Fighting Championships), ingressou para o Ultimate Fighting Championship (UFC), a maior organização de artes marciais mistas do mundo. Claudinha Gadelha atualmente está nos Estados Unidos da América (EUA) fazendo um camp (treinamento específico) ensinando MMA e BJJ (Brazilian Jiu-Jitsu) para mulheres em algumas academias em Los Angeles e treinando na Academia Americana de Kickboxing para aprimorar suas técnicas. A lutadora conta que estreou no MMA com 18 anos, quando se mudou para o Rio de Janeiro com a intenção de ser campeã no jiu-jitsu, mas surgiu a oportunidade de lutar MMA pela primeira vez. “Por estar precisando de dinheiro resolvi tentar, fui muito bem orientada pela minha equipe e estreei com vitória contra uma faixa preta de jiu-jitsu, enquanto eu ainda era azul, depois disso foram aparecendo outras oportunidades, fui me apaixonando pelo esporte. Foram muitos os sufocos que passei para sobreviver nessa vida, mas em desistir nunca pensei, entrei para ficar até o fim, e aqui estou na maior organização de lutas do mundo”, comemora. Sobre o ingresso no UFC, Claudinha Gadelha fala que já era contratada pelo

“

Ninguém acreditava que eu fosse conseguir chegar a lugar nenhum e todo esporte de impacto é visto como masculino no começo, até algumas guerreiras mostrarem que pode ser diferente”

)) Contratada pelo UFC, Gadelha vai participar do 20º TUF Invicta FC, que é um evento americano com lutas apenas femininas. Ela está rankeada como a terceira melhor do mundo na sua categoria. “Quando o UFC decidiu abrir a categoria peso palha, por achar que é a categoria mais talentosa do MMA feminino, eu fui uma das 11 selecionadas para a contratação”, relata. De acordo com a lutadora, as 11 lutadoras foram contratadas e serão integrantes do The Ultimate Fighter (TUF) 20, reality show que será gravado em Las Vegas no mês de maio e irá ao ar em setembro. Ela comenta que o TUF 20 vai ser um pouco diferente, já que normalmente os atletas se candidatam e passam por uma seleção, entram na casa, lutam e o vencedor ganha um contrato com o UFC. “Dessa vez, o TUF fará a inauguração do peso palha feminino na casa, já tendo as atletas definidas, a campeã da edição será a campeã e dona do cinturão do UFC”, explica. Claudinha Gadelha lembra que ainda não começou seu camp para o UFC. “Ainda vou ter que sentar com meu treinador pra definir tudo quando eu chegar no Brasil. Mas com certeza será diferente porque tenho que fazer três lutas em seis semanas”, afirma. Trajetória A mossoroense conta que sempre teve vontade de praticar artes marciais,

desde criança, mas seus pais não deixavam treinar por achar que não era coisa pra mulher. “Comecei malhando escondido com 14 anos, eu matava aula pra ir pra academia. Depois eu fui assistir um evento de MMA em Mossoró, e quando cheguei lá vi que teria uma luta feminina. Apesar de não saber que mulheres lutavam na época, fiquei toda empolgada e amei a ideia, depois dali botei na minha cabeça que eu queria experimentar”, lembra. No mesmo evento ela conheceu o Mestre Jair Lourenço, líder da Kimura Nova União em Natal, e ele a convidou pra fazer uma aula na academia dele

“

Foram muitos os sufocos que passei para sobreviver nessa vida, mas em desistir nunca pensei, entrei para ficar até o fim, e aqui estou na maior organização de lutas do mundo”

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Sucesso quando ela fosse a Natal. “Tive uma adolescência muito conturbada, me envolvi com drogas e más amizades e meus pais foram obrigados a me levar pra Natal para que eu ficasse longe de tudo que vinha fazendo e para terminar o segundo grau no colégio. Por pura coincidência, meu pai alugou um apartamento em cima da sede da Kimura, lembrei-me do convite do Jair Lourenço e corri lá, no mesmo dia já fiz o primeiro treino e amei”, afirma. Gadelha diz que parecia que havia tirado um peso de suas costas, ela não queria mais sair de casa à noite porque sabia que no dia seguinte ia precisar do seu condicionamento físico para treinar bem e isso foi fazendo com que ela se afastasse das coisas ruins. “Com 15 dias de treino participei da minha primeira competição e me consagrei campeã, amei a sensação e resolvi me dedicar mais, depois disso comecei a viajar para competir e o esporte foi me ensinando como eu deveria lidar com a vida. Hoje, sou uma pessoa completamente diferente, graças às artes marciais”, frisa. Preconceito Perguntada se enfrentou preconceito por ter decidido ingressar nesse universo que muitos consideram masculino, ela afirma que no começo da sua carreira sofreu sim um pouco com esse tipo de coisa. “Ninguém acreditava que eu fosse conseguir chegar a lugar nenhum e todo esporte de impacto é visto como masculino no começo, até algumas guerreiras mostrarem que pode ser diferente. Hoje em dia, tudo mudou. Aqui nos EUA mulher treina luta desde criança e é vista como orgulho por toda nação, isso me emociona porque não tive as mesmas oportunidades e estou aqui no páreo com elas”, enfatiza.

)) Rotina de treinos é pesada

# CARTEL MMA

Cláudinha Gadelha

Total de Lutas - 11 Vitórias - 11 Por nocaute - 2 Por finalização - 6 Por decisão - 3

Potiguares no UFC Cláudinha Gadelha (peso palha) Bethe Correia - paraibana radicada em Natal (peso galo) Jussier Formiga (peso mosca) Gleison Tibau (leves) Ronny Markes (médio) Renan Barão (galo)

pesado, Claudinha Gadelha não descuida da beleza e faz questão de manter a aparência em dia. Ela confessa que é complicado cuidar da vaidade com o trabalho que escolheu. “Faço unha e em três dias está tudo bagunçado por causa da pegada do ki-

Feminilidade Mesmo estando em um ambiente de lutas, bastante masculinizado, treinando

“

Não há nada mais prazeroso do que a sensação de ser mulher. E me cuidar me faz uma mulher mais feliz”

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)) Vaidosa, lutadora não descuida da beleza

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mono e da luva de boxe. Tenho que lavar o cabelo mais de uma vez por dia porque faço de três a quatro treinos por dia e o suor toma conta do cabelo. Mas não há nada mais prazeroso do que a sensação de ser mulher. E me cuidar me faz uma mulher mais feliz”, conclui.


Saúde

Os

vilões do

calor Especialistas falam sobre a maior incidência de infecções urinárias e o risco de formação de cálculos renais no Verão

)) Calor intenso

do Verão, algumas vezes, pode ser um grande vilão

O

período de férias para muitas pessoas já terminou, inclusive com o início do ano letivo de 2014 na maioria das escolas particulares de Mossoró. No entanto, o Verão, estação mais quente do ano, que inicia no dia 21 de dezembro, segue até o dia 20 de março. Apesar de ser considerada uma das estações mais esperadas do ano por coincidir com as férias, o carnaval, período em que as pessoas geralmente vão mais vezes a praias e piscinas, o Verão também tem seus vilões. As altas temperaturas que provocam o calor intenso podem causar sérios danos à saúde. Por isso, é preciso ficar atento para se livrar dos vilões. Segundo especialistas, nesta estação há um crescimento considerável dos casos de infecções urinárias e do risco de formação dos cálculos renais (pedras nos rins), principalmente devido o aumento

da transpiração provocada pelo calor intenso e a baixa ingestão de água. CÁLCULOS RENAIS O médico urologista Hallison Castro, com formação pela Santa Casa de São Paulo e titular da Sociedade Brasileira de Urologia, atende há seis meses em Mossoró e fala sobre as causas, os sintomas, diagnósticos e formas de tratamento dos cálculos renais. Segundo o especialista, os cálculos renais possuem uma incidência alta em nossa população, principalmente nas regiões de clima quente e seco. “As pessoas transpiram e desidratam com mais facilidade, tornando a urina muito concentrada. Isso favorece a formação de cálculos. A pouca ingestão de água está entre os causadores da doença, bem como o excesso de cálcio na urina e

outros distúrbios metabólicos”, afirma. O urologista comenta que o sintoma mais comum é a dor intensa nas costas, que irradia para a barriga e órgãos genitais. Em alguns casos, há sangramento e ardência na urina, náusea e vômitos. Se houver infecção urinária, o paciente sentirá febre. Para ele, o diagnóstico é realizado através de exames de imagem, como raios-X, ultrassom e tomografia. Eles servem para identificar a pedra nos rins, determinar o seu tamanho e sua posição e verificar se existe alguma infecção associada. “Há várias formas de tratar a doença, dependendo do tamanho e posição do cálculo. Mossoró já dispõe de uma nova tecnologia existente em grandes centros do País para tratamento do cálculo acima de 2cm. O uso do nefroscópio, aparelho

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Saúde conectado a uma câmera que é introduzida dentro do rim, possibilita remover o cálculo através de um pequeno furo de 1cm. Dessa forma, podemos retirá-lo sem realizar grandes cortes. O procedimento beneficia o paciente operado, pois tudo é feito através do pequeno furo”, conta. Entre os benefícios dessa nova tecnologia, é que o paciente sente menos dor depois da cirurgia, a recuperação e a alta hospitalar são mais rápidas e o retorno às atividades normais acontece em poucos dias. Hallison Castro orienta beber muita água e hidratar o seu corpo, recomendando ainda que a ingestão seja homogênea durante o dia. INFECÇÃO URINÁRIA DOMINGO conversou com a médica Raquel Oliveira, da Hapclínica Mossoró, sobre as infecções urinárias. Segundo ela, a infecção do trato urinário (ITU) é uma patologia que afeta qualquer parte do aparelho urinário, desde os rins, a bexiga, até a uretra. É decorrente da presença de agentes infecciosos em alguma parte do sistema urinário, sendo que, quando afeta os rins, recebe o nome de pielonefrite; quando acomete a bexiga, é chamada de cistite; quando atinge a uretra, recebe o nome de uretrite. Raquel Oliveira afirma que a bactéria que habitualmente é responsável pelas infecções urinárias é a Escherichia coli, que compõe a flora intestinal normal dos seres humanos. A infecção urinária constitui um dos processos infecciosos mais comumente encontrados na clínica médica, responsável por 40% das infecções hospitalares nas estatísticas americanas, representando uma causa frequente de

)) Dor intensa nas costas é o sintoma mais comum do cálculo renal procura por serviços de emergência. Dentre os principais fatores de risco para a ITU estão: ITU prévia, cateterização uretral, obstrução urológica (cálculo), bexiga neurogênica, transplante renal, relação sexual, não urinar após relação sexual, uso de diafragma, baixo poder aquisitivo, diabetes, deficiência mental, deficiência de estrógeno, aumento da próstata, prolapso uterino. “Com o aumento das temperaturas, atividades como ir à praia ou aproveitar a piscina passam a ser recorrentes. Mas, esse período do ano requer que as mulheres, principalmente, tomem certos cuidados, pois o risco de contraírem infecção urinária aumenta pelo simples fato de permanecerem com o biquíni molhado por muito tempo. O diagnóstico é feito com base no quadro clínico apresentado pelo paciente, juntamente com exame de urina, o qual pode evidenciar a presença de bactérias na urina e também outros sinais que auxiliam no diagnóstico. A urocultura também costuma ser solicitada, sendo que esta ajuda na identificação da bactéria causadora da infecção”, comenta.

A infecção urinária afeta mulheres com maior frequência devido a fatores anatômicos, uma vez que a uretra desemboca próximo à entrada da vagina, local onde a flora bacteriana é abundante. Além disso, a uretra feminina é muito mais curta quando comparada com a masculina, facilitando o caminho desses micro-organismos até a bexiga. A estase urinária também é um fator importante no desenvolvimento de infecções urinárias, já que a urina estagnada contribui para a proliferação bacteriana. Outro fator que contribui para a ocorrência desse tipo de infecção é o hábito de higiene após defecar ou urinar, levando o papel higiênico na direção ânus-vagina, facilitando a migração de bactérias intestinais até a vulva. O tratamento é feito por meio do uso de antibióticos, sendo este normalmente escolhido de acordo com o resultado da urocultura. A duração do tratamento varia de acordo com o tipo de infecção urinária e o antibiótico de escolha. É de extrema importância que o tratamento seja realizado por completo, de acordo com a prescrição do médico, para evitar recidivas.

Como prevenir as infecções urinárias 1 Aumentar a ingestão de líquidos

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Evitar reter urina, devendo urinar sempre que sentir necessidade; Praticar relações sexuais com proteção; Urinar após as relações sexuais; Não utilizar antibióticos indiscriminadamente.

Para a mulher, outros cuidados também devem ser tomados, como: 1 Limpar-se sempre de frente para trás, após utilizar o toalete;

)) Infecções urinárias atingem mais mulheres 10

2 3 4 5

Lavar a região perianal depois de evacuar; Evitar o uso por longos períodos de absorvente íntimo; Evitar o uso constante de roupas íntimas de tecido sintético; Evitar permanecer por muito tempo com biquíni molhado.

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Leitura )) Professora

Margarida Barbosa de Lira é autora do livro

Literatura

infantil

Professora de Messias Targino lança livro infantil com objetivo de mostrar a importância da leitura

C

om o objetivo de ressaltar a importância da leitura, a professora Margarida Barbosa de

Lira está lançando o seu primeiro livro. A ideia de escrever a obra destinada ao público infantil partiu do seu desejo de

fazer alguma coisa que despertasse o interesse de seus alunos da Associação Comunitária Santa Terezinha e Programa de Desenvolvimento de Área (PDA) Carnaúba, pelos livros. O livro tem como título “O menino que descobriu o mundo mágico da leitura”. “Eu notei que apesar de os alunos gostarem muito das histórias, eles tinham preguiça de ler. Então, há cinco anos eu comecei a fazer um texto que mostrava que a leitura, o conhecimento, abrem portas”, comenta. Segundo a autora, o livro conta a história de um menino que não gostava de ler, que descobriu o prazer da leitura através de uma professora. A professora, autora do livro, frisa que

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Leitura toda a história se passa no município de Messias Targino, trazendo além da história do menino e a importância da leitura, personagens reais, bastante populares na cidade, e conta também um pouco da história da cidade. Ela diz ainda que o personagem principal da história tem característica de alguns de seus alunos do PDA. História do livro A autora conta que o menino, filho de uma lavadeira, tinha o sonho de conhecer lugares diferentes, mas achava que não precisava estudar para poder realizar seus desejos. Para ele, o que o faria crescer era ser um jogador de futebol, e por não gostar de estudar, ele sempre dava trabalho nas aulas. Até que um dia, sua professora, na tentativa de ajudá-lo, de chamar sua atenção, pediu para ele ler um texto sobre os países que iriam participar da copa do mundo, e o menino saiu da sala correndo, porque não queria que seus colegas soubessem que ele não sabia ler. Depois da aula a professora viu o menino sozinho, chorando e decidiu que iria alfabetizá-lo, dando aulas em sua casa, sem que ninguém soubesse. Com medo de desapontar a mãe, que achava que ele sabia ler, o menino saía de casa todos os dias dizendo que ia jogar bola. A professora tinha bastante paciência, porque o menino dizia que nunca ia aprender. Aos poucos, o menino foi descobrindo que a leitura o levava para outro mundo, outra dimensão, se envolveu com as histórias. O menino não realizou o sonho de conhecer o mundo, mas sempre que queria conhecer algo novo, ele procurava ler sobre aquilo. E em vez de jogador de futebol o menino se tornou professor. Lançamento O livro “O menino que descobriu o mundo mágico da leitura”, escrito por Margarida Barbosa de Lira, será lançado no dia 22 de fevereiro, no Centro de Cultura de Messias Targino, às 18h30. A obra foi editada pela Queima Bucha, conta com ilustrações de Débora Cristina e prefácio assinado por Sueli Silva, uma professora sua do tempo da faculdade. No prefácio, Sueli Silva afirma que a leitura abre uma grande janela para a formação em todos os sentidos. Segundo ela, neste livro, a Professora Margarida nos convida a olhar por essa janela e apreciar as transformações que a leitura pode proporcionar. “Um menino, uma professora e um livro. Esse é o trio que a Professora Margarida nos apresenta para mostrar que 12

)) Uma das ilustrações presentes no livro feitas por Débora Cristina

é possível acreditar, plantar esperança, colher vitórias e mudar histórias. Sua mensagem é clara: a leitura levará a criança a compreender como é gostoso aprender, descobrir, conhecer e transformar-se”, frisa. Novo projeto A professora adianta que já tem em mente um novo projeto, que será a continuidade deste seu primeiro livro, abordando a questão da educação inclusiva na escola regular.

“Com este novo livro pretendo mostrar a importância e o direito que a criança deficiente tem de estar estudando na escola regular de ensino, porque as crianças com deficiência não podem ficar à margem da sociedade, além de homenagear minha mãe, que é surda e muda”, comenta. Margarida afirma que o tema será tratado a partir de um menino portador de deficiência, que é filho do professor, personagem principal do primeiro livro.

Sobre a autora Margarida Barbosa de Lira nasceu no dia 2 de Janeiro de 1982, na cidade de Patu/RN. Formou-se em pedagogia pela Universidade do Estado do Rio Grande Norte - UERN no ano de 2007. Casou-se com Antonio Welson da Silva, desta união tem dois filhos. Trabalhou quatro anos como educadora do Baú de Leitura e teatro, pela Associação Comunitária Santa Teresinha, em Messias Targino/RN, cidade a qual vive desde sua infância. Atualmente, leciona na Escola Municipal Aluísio Gurgel, cidade de Janduís RN.

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sua carreira

RafaeL DemeTRiUs

Como atender bem o seu cliente ao telefone

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tender bem a quem telefona para a sua empresa é um aprendizado que vale literalmente ouro na vida corporativa. Do outro lado da linha pode estar um cliente, um investidor, o seu chefe ou mesmo alguém chegado a uma crítica. E atender bem não quer dizer somente ser educado e x polido. É preciso realmente ter consciência do que você está fazendo, ter bom senso e, acima de tudo, querer ajudar quem está do outro lado da linha. O telefone é como a porta de entrada da empresa. E por mais que este seja um tema corrente e inspire treinamentos e palestras, muitas empresas ainda não estão preparadas de forma adequada para dar o melhor atendimento telefônico aos seus clientes, isso porque o assunto envolve também a atitude que se tem tanto no uso do telefone corporativo quanto no do telefone celular pessoal, hoje tão indispensável quanto presente nas mesas de trabalho e de reuniões. Para evitar gafes e garantir que quem está do outro da linha receberá a melhor atenção possível, separamos algumas dicas para garantir um atendimento de maestria por meio do telefone. Jamais julgue o cliente – Você não sabe quem estará do outro lado da linha. Tenha o princípio de atender bem a todos, e não apenas com a quem se identifica como cliente. Neste sentido, seu interesse deve se nortear em ser cortês de um modo geral, e não só com quem interessa aos negócios. Tenha educação – Evite comer, beber, mascar chiclete ou chupar bala enquanto fala ao telefone. Use um tom de voz firme, claro e gentil ao telefone. Evite gírias, diminutivos, gritos, intimidades (amor, bem, querida). Se estiver ao telefone com o cliente, evite conversar com a colega de trabalho quando ele sair da linha por alguns instantes. Ele poderá ouvir algum assunto pessoal ou da empresa. Use o máximo de educação, cumprimentos de acordo com o horário, e o máximo de polidez no tratamento. Tente se conter com clientes mal-educados. Mantenha sua classe e postura e tente acalmá-lo. Jamais o interrompa, grite ou seja agressivo com ele. Saiba perguntar – Evite o terrível “quem fala?”, “quem é?” “Quem gostaria?”. Seja cortês ao telefone e pergunte de uma outra forma como “por gentileza, quem deseja falar ou quem quer falar? Se o cliente precisar aguardar na linha, não o deixe esperando por muito tempo, pois correrá o risco de ele desligar o telefone ou atender outra linha interna dele. Nunca digite enquanto fala ao telefone e evite fazer barulho ao redor que possa prejudicar a conversa com o cliente. Tenha iniciativa – Parece lugar-comum, mas nunca é demais reforçar a ideia de que você deve mostrar um interesse genuíno em ajudar e resolver as dúvidas de quem telefona. Demonstre boa vontade. E não deixe de se apresentar: ao atender uma ligação, diga em primeiro lugar o seu nome, o nome da empresa e o departamento em que trabalha. Empregue um tom de voz claro e simpático, procure sorrir através da sua voz.

Não diga apenas não – Se quem ligou perguntar por uma pessoa que não está em seu local de trabalho, dizer apenas que ela não está não vai ajudar em nada. Pergunte em que você pode ser útil e, se não puder resolver o problema ou a dúvida, encaminhe: anote o telefone de contato, o nome de quem ligou e diga que a pessoa irá retornar a ligação assim que possível. Não deixe ninguém sem resposta. E lembre-se: Quem deve retornar a ligação é você, ou caso haja algum imprevisto, avise ao cliente. Seja responsável com o feedback – Quando o telefone da empresa toca e você atende, lembre-se que você é a empresa e a demanda deste telefonema está por sua conta. Use o bom senso e, caso não saiba responder corretamente ao que a pessoa lhe pergunta, procure se informar. Se não puder dar a resposta na hora, anote o telefone, a empresa e o nome de quem ligou, e quando tiver a informação correta, ligue de volta e dê o feedback. Anotações – Não se esqueça de anotar dia, hora e assinar o recado ou, se preferir, envie um e-mail. Não faça o que geralmente a maioria faz: que é o de transmitir o recado quando se encontrar com o colega, sem anotar as informações. Quando você precisar deixar um recado no celular ou no escritório do cliente, fale deforma clara e pausada, repita apenas o telefone de contato e agradeça. Informe-se sempre – Há empresas que possuem as próprias normas de conduta ao telefone. Procure conhecê-las. Se as regras não forem claras, pergunte ao seu supervisor como é o procedimento usual dentro da corporação. Além destas regras gerais, é preciso também considerar o atendimento do próprio telefone celular. Isso nos leva ao item seguinte. Seja discreto – Embora as regras corporativas quanto ao telefone celular, smartphones e outros dispositivos de comunicação pessoal sejam hoje menos rígidas – há alguns anos, o uso do aparelho era bem mais restrito e até proibido em determinados departamentos –, isso não exclui o que manda a boa educação. Busque atender telefonemas particulares em um local afastado dos colegas, se possível. Seja cuidadoso – Ninguém precisa saber detalhes de sua vida pessoal. Tenha bom senso: As pessoas vão para o trabalho, fecham a porta de casa, mas não se esquecem de tudo: às vezes, acontecem imprevistos. Mas o uso do celular para coisas pessoais tem de ser esporádico, assim, não abuse. Seja rápido – Telefone celular na empresa não é para bater papo, mas para resolver coisas. A duração da ligação deve se guiar pela busca de uma solução. Os detalhes você pode discutir depois, fora do trabalho ou durante o intervalo. Use o perfil silencioso – As pessoas hoje precisam estar conectadas e há pendências urgentes, sem dúvida. Porém, há situações e situações, se estiver em reunião, você pode deixar o celular no silencioso e avise um colega sobre alguma urgência que esteja esperando resolver. Cuidado também com toques exageradamente altos e com estilos musicais que poderão colocar em dúvida sua personalidade.

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adoro comer

DaVi moURa

RÁpiDas

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Os fãs de futebol, em especial os torcedores do Grêmio, já têm um motivo a mais para comemorar. O time resolveu investir em um segmento diferente: a gastronomia! Confira esta notícia retirada do site O Jogo: Com a intenção de abrir cerca de 90 lojas em cinco regiões do Brasil nos próximos cinco anos, o Grêmio de Porto Alegre pretende tornar-se o primeiro clube do mundo a lançar uma cadeia de fast food. “No Brasil, um terço da população das cidades come fora de casa. As perspectivas são animadoras. Assim, a receita do clube vai crescer e o nome será fortalecido no mercado. A marca será fortalecida”, comentou Carlos Alberto Carvalho Filho, diretor de marketing do Grêmio, em declarações ao site brasileiro Vavel. O nome será escolhido pelos adeptos do clube, que terão à disposição as seguintes opções: “Brasa Azul”, “Hamburgueria 1903″ e “TriBurguer”. O que é que vocês acham?

1) Os pratos do Pittsburg: de tudo o que já provei do Pittsburg, esses dois pratos são os que mais gosto. O primeiro deles é o beirute de calabresa. Um prato de sabor bem marcante, já que vem com uma boa quantidade de cebola e molho barbecue. O segundo é o pratão de batatas fritas com bacon e queijo cheddar. Geralmente peço os dois juntos, só pra gordice ser maior. 2) Combinado salmão da Temakeria San: como resistir aos pratos da Temakeria San? Sou até suspeito em falar, já que sou fã declarado do parceiro. Sempre vou de camarão ebiten, mas desta vez arrisquei no combinado de salmão, que é delicioso. Acompanha niguiris, uramakis e lâminas de sashimi. 3) Bricelet do Real Botequim: uma das sobremesas mais gostosas lá do Real é o bricelet. Com a base sendo um tijolo de sorvete, seu topo é composto por um biscoitinho chamado bricelet (que dá o nome ao prato) e muita calda de chocolate. Desta vez experimentamos o de morango. 4) Churros do Crepe Mix: a foto dos churros de doce de leite foi uma das que fez o maior sucesso no Instagram ontem. É possível comprar essa delícia quentinha, feita na hora, por apenas R$ 2,00 lá no Mossoró West Shopping, na loja que fica em frente à Saraiva. Bom demais!

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Conheça o Rio Surreal, a página que denuncia os preços abusivos do Rio de Janeiro Se você acha que os preços cobrados em Mossoró são caros, imagina só no RJ. Olha só que notícia interessante, retirada do site Extra, pelo Felipe Isensee: "Maravilhoso e contraditório, o Rio de Janeiro cobra alto por seus encantos mil. Morar aqui está caro, ou pior, está surreal. Resultado dessa insatisfação, a página da Internet “Rio $urreal – Não Pague”, criada no último dia 17, divulga e propõe um boicote a lugares que cobram um preço considerado extorsivo. Curiosamente, nesse mundo surreal, não faltam impressionados. A praia, símbolo da vida carioca para inglês ver, reserva outras surpresas salgadas: o coco pode ser considerado um dos grandes vilões surreais desta temporada. Alguns quiosques chegam a vendê-lo a R$ 6,00" E aí? A vontade de visitar o RJ continua?

O time Grêmio vai abrir uma rede de fast food

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IV Propagando: como construir marcas que vendem Pra quem não sabe, sou formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, a UERN. Na minha época, organizamos uma das versões do Propagando, um evento maravilhoso. Neste ano, o Adoro Comer é patrocinador do evento, que ocorrerá no dia 30 de janeiro, no Salão Seridó do Hotel Villa Oeste, em Mossoró. O credenciamento se iniciará a partir das 18h, e pontualmente, às 19h abre-se o IV Propagando. Para discutir o tema “Comunicação Estratégica: Como construir marcas que vendem” o evento conta com o diretor de Branding da Dia Comunicação (empresa de comunicação de marketing com quase 40 anos de atuação no sudeste do Brasil), Daylton Almeida. Haverá ponto fixo para se inscrever no Departamento de Comunicação da UERN, e também é possível fazer inscrição online. Na fanpage (fb.com/ propagandouern) do evento você encontra todas as informações, e quaisquer dúvidas podem ser enviadas para inscricaopropagando@gmail.com.

Aproveite e acesse o http://blogadorocomer.blogspot.com para conferir esta e outras delícias! 14

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adoro adoro comer comer

Panqueca de Morango by chef Angélica Vitali

iNGReDieNTes Massa • 120g de farinha de trigo • 2 unidades de ovos • 20g de açúcar • 100ml de creme de leite fresco • 100ml de água Recheio – Morangos • 300g de morangos • 30g açúcar • 30ml água Recheio – Brigadeiro • 300g de leite condensado • 30g de chocolate belga em pó • 20g de manteiga

MODO DE faZeR Massa • Misture todos os ingredientes com um fouet; • Em uma frigideira, unte com óleo e coloque uma concha da massa. Espalhe bem para formar um disco; • Asse dos dois lados e reserve os discos. Recheio – Morangos • Pique os morangos, misture o açúcar e a água e leve à geladeira por 1 hora. Recheio – Brigadeiro • Em uma panela, misture o leite condensado, o chocolate e a manteiga e mexa bem; • Deixe em fogo alto até que desgrude do fundo da panela. Montagem • Passe uma camada do brigadeiro nos discos assados; • Coloque os morangos picados no meio e enrole as panquecas; - Disponha duas em um prato e finalize com chantilly.

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