editorial ao leitor
AVC
E
Entrevista
Boa leitura, Nara Andrade
p4 Coordenador-geral do Procon/ RN, Ney Lopes Júnior, fala sobre direitos do consumidor
m todo o mundo, uma em cada seis pessoas sofrerão um Acidente Vascular Cerebral (AVC) pelo menos uma vez na vida. Doença é uma das principais causas de mortes. Na semana em que se comemorou o Dia Mundial do AVC, DOMINGO conversou com especialistas e vítimas do problema na tentativa de orientar o leitor a prevenir a doença, e caso ela ocorra, saber identificar os seus principais sintomas e como agir para evitar danos sérios, e até mesmo a morte da pessoa que está tendo um AVC. Para chamar a atenção da população, uma campanha com o slogan “Eu me importo”, que além de falar sobre os fatores de risco, neste ano, enfatiza a importância do cuidado pós-AVC, da família, dos cuidadores e das associações de suporte aos pacientes. Também nesta edição, um material sobre o álbum Imprimer, que fala dos vícios e virtudes do homem moderno. O CD composto por questões autorais é o novo projeto do cantor Tyson Sugizo e da Banda Ra7. Tyson já é conhecido no cenário musical pelo trabalho desenvolvido no segmento do Rock Japonês. DOMINGO conversou com a poetisa paraibana Mirian Neves sobre o seu primeiro livro de poesias, intitulado Janela Verde. A obra é composta por poemas sobre natureza, amor e causas sociais. A entrevista dessa semana foi realizada pelo jornalista José de Paiva Rebouças, com o coordenador do Procon/RN, Ney Lopes Júnior. Ele fala dos desafios de coordenar um órgão de defesa do consumidor, da falta de informação da população sobre os seus próprios direitos e outros assuntos relacionados ao tema. Ney Lopes Júnior é jornalista e advogado.
AVC Especialistas orientam a identificar a ocorrência do AVC e o que deve ser feito para ajudar a vítima do problema
Imprimer
Tyson Sugizo e Banda Ra7 lançam álbum de pop rock nacional com canções autorais
p9
Sua carreira
p 13 p14
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Rafael Demetrius: 10 maneiras de lidar com clientes difíceis
Adoro comer
Colunista Davi Moura: Quibe assado vegetariano by chef Paulo Rabello
• Edição – C&S Assessoria de Comunicação • Editor-geral – William Robson • Editor – Nara Andrade • Diagramação – Rick Waekmann • Projeto Gráfico – Augusto Paiva • Impressão – Gráfica De Fato • Revisão – Gilcileno Amorim e Stella Sâmia • Fotos – Carlos Costa, Marcos Garcia, Cezar Alves e Gildo Bento • Infográficos – Neto Silva Redação, publicidade e correspondência Av. Rio Branco, 2203 – Mossoró (RN) Fones: (0xx84) 3323-8900/8909 Site: www.defato.com/domingo E-mail: redacao@defato.com Domingo é uma publicação semanal do Jornal de Fato. Não pode ser vendida separadamente.
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conto
josÉ NicoDemos*
Quem era aquele homem?
(
Envie sugestões e críticas para o e-mail: aristida603@hotmail.com
)
N
ão se sabia de onde viera, quem era aquele homem esquisito, mas de bom parecer, lembrando no ar sisudo e no jeito de andar um militar reformado. Dele, sabiase apenas que se chamava Anselmo. Morava sozinho e só saia de casa para as refeições numa pensão, a melhor da cidade, e no dia de receber os proventos de sua aposentadoria. Sempre bem vestido e escanhoado. Que se soubesse, não tinha relações de amizade com ninguém, sequer com algum vizinho. Quem seria aquele homem? Mais de cinco anos na cidade, sem ter aproximação com quem quer que fosse, mas nada, nele, um gesto ao menos, lhe denunciava qualquer distúrbio das faculdades mentais. De onde viera aquele homem enigmático, e por que escolhera aquela cidade para viver? Também nada lhe denunciava um passado desabonador da sua pessoa, onde quer que tivesse vivido, .qualquer motivo assim para vir refugiar-se na cidade alheia, como forma, talvez, de fugir dos olhos enviesados da repulsa coletiva. Na aparência, um homem de grande integridade moral. Mas quem seria, mesmo, aquele homem esquisito, voluntariamente solitário? Era apenas Anselmo.
Mais de cinco anos na cidade, sem ter aproximação com quem quer que fosse, mas nada, nele, um gesto ao menos, lhe denunciava qualquer distúrbio das faculdades mentais.
Sim, também costumava sair de casa aos domingos, de manhã, paletó e gravata, os sapatos lustrosos, discretamente perfumado, andar ereto e duro, para ver a missa na igreja-matriz. Sentava-se no mesmo banco e no mesmo lugar, exatamente o que ficava de frente para o altar-mor. Acompanhava todo o ritual com unção católica. Comungava, sempre. Dava-se que nem o vigário, que lhe prestava atenção na igreja, era digno da aproximação daquele homem esquisito, e, portanto, dele, apenas sabia, como todo mundo, que se chamava Anselmo, e que lhe parecia ser um católico de gran-
des orações. Mas quem seria, afinal, aquele homem esquisito, de todo arredio às relações do convívio social? Era a indagação curiosa da cidade: Um homem correto, e só. Quando foi um domingo, ele tombou morto ao sair da igreja depois da missa, ataque cardíaco fulminante. E foi encontrado, entre os seus pertences, fotografias dele, de batina, aparentando ali seus vinte e tantos anos, ou pouco mais de trinta, por aí. Era natural de Florianópolis, Santa Catarina, onde exercera, anos, o ministério sacerdotal.
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entrevista
NeY LoPes JR.
O PROCON agiu mediante as reclamações das pessoas. Ainda assim, muitos sofrem calados. Qual a avaliação do Procon em relação à passividade do consumidor contemporâneo? ESSE é o grande problema e o maior desafio de gerir um órgão de defesa do consumidor. As pessoas ficam indignadas quando veem seus direitos serem lesados, mas não procuram o Procon, que é um órgão estadual totalmente respaldado pelo Ministério da Justiça e integrante de um Sistema Nacional de Educação para o Consumo. O certo é procurar a gente. Mas, já que as pessoas não vão até o Procon, o Procon vai até as pessoas. Estamos com um projeto de informatização do Procon estadual, em que tudo será realizado pela Internet (Procon Virtual). Da reclamação à audiência. Para as pessoas mais carentes que não têm acesso a computadores ou para os leigos em informática, nós estamos viabilizando o Procon Móvel, para fazer atendimento nos bairros e nas praças dos municípios de todo o RN. Não somente para a abertura de processos, mas sobretudo para realizar um trabalho de conscientização, através de palestras, esclarecendo e mostrando os direitos das pessoas.
“O consumidor tem um nível muito baixo de conhecimento dos seus próprios direitos”
O
jornalista e advogado de Natal Ney Lopes Júnior, que atua na área da Defesa do Consumidor, Proteção à Criança e ao Adolescente, Aposentados e Pensionistas, Direito do Idoso e do Meio Ambiente, atualmente ocupa o posto de coordenador geral do Procon-RN. Em entrevista ao jornalista José de Paiva Rebouças, ele fala do tra-
balho desenvolvido pelo Procon estadual, dos principais desafios de órgãos que trabalham com defesa de consumidor, da falta de informação da população em relação aos seus direitos e de mudanças nas relações de consumo em relação ao Código de Defesa do Consumidor. Ney Lopes Jr. também orienta aos consumidores como lutar por seus direitos.
Por José de Paiva Rebouças Especial para Revista de Domingo
DOMINGO – Durante a greve dos bancos, o Procon precisou trabalhar dobrado para garantir os direitos do consumidor. Por que as empresas insistem em descumprir as leis e desrespeitar seus clientes? NEY LOPES JR. – Porque ainda 4
to do consumidor com o Procon). Esta é minha orientação. Mas, quando isso não é possível, o Procon deve buscar todas as alternativas disponíveis para garantir os direitos dos consumidores.
acreditam na impunidade e no “jeitinho brasileiro”. Os órgãos de proteção ao consumidor têm que agir com rigor, aplicando as penalidades previstas em lei. O ideal seria que os conflitos fossem resolvidos no atendimento preliminar (por telefone no primeiro conta-
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COMO você avalia o nível de informação do consumidor hoje, em relação aos seus direitos e deveres? É UM nível muito baixo de conhecimento dos seus próprios direitos. Esse é um dado estatístico nacional. É por isso que planejamos atender aos consumidores por todas as maneiras possíveis e mantê-los informados dos seus direitos, através de campanhas educativas. Em um mês, já lançamos a Cartilha do Consumidor Mirim, Cartilha do Jovem Consumidor e o Código de Defesa do Consumidor, em uma linguagem bem objetiva, abordando seus principais aspectos. Esses exemplares estão disponíveis nas nossas sedes, e no próximo mês faremos uma campanha nas escolas do RN. O CÓDIGO de Defesa do Consumidor é suficiente para defender o consumidor brasileiro. Como você o avalia? O CÓDIGO de Defesa do Consumidor (CDC) brasileiro é um dos mais modernos do mundo. Existem também as leis específicas sobre determinados segmentos (por exemplo: planos de saúde, seguradoras etc.) que comple-
entrevista mentam o CDC, proporcionando um cenário jurídico bem favorável ao consumidor. AS RELAÇÕES de consumo sofreram alguma modificação decorrente do Código de Defesa do Consumidor? SIM. Sobretudo no que diz respeito à agilidade dos processos. Antes do Código de Defesa do Consumidor, os cidadãos tinham que entrar na Justiça Comum para reivindicar seus direitos. Muitas vezes, esses processos levavam anos. Hoje em dia, podem levar alguns dias ou até alguns minutos, dependendo da estrutura física do Procon. Outro benefício é a inversão do ônus da prova. No processo civil comum, quem acusa tem que provar. No Direito do Consumidor, se o juiz perceber a verdade dos fatos ou quando o consumidor estiver em uma situação de desequilíbrio financeiro com relação à empresa, quem tem que provar que está certo é o fornecedor e não o consumidor. AS OPERADORAS de telefonia estão entre as mais reclamadas no Brasil. O cliente tem muita dificuldade de resolver seus problemas, sobretudo porque no atendimento existe um robô. É normal alguém perder até uma hora tentando solucionar um problema de uma operadora? Qual é o caminho mais fácil? INFELIZMENTE, é normal, sim. É uma realidade. Mas, trabalhamos continuamente para evitar esse constrangimento para os consumidores. Por exemplo, hoje é obrigatório que no “menu” inicial na ligação, a operadora já disponibilize a opção “cancelamento de linhas”. Essa foi uma luta dos Procons. Outra conquista foi a obrigatoriedade do fornecimento do número de protocolo de atendimento, para evitar que o consumidor tenha que narrar os fatos por várias vezes. Para evitar essa “dor de cabeça”, sugiro aos consumidores que procurem o Procon da sua cidade, pois as operadoras disponibilizam linhas diretas para resolver os problemas que são encaminhados aos Procons. QUANDO a empresa de telefonia não renova as promoções automaticamente ela pode cobrar outro valor sem comunicar ao cliente? QUANDO o consumidor compra uma linha de celular, ele assina o que chamamos de contrato de adesão. Esses contratos não são passíveis de mudanças por parte do consumidor. No entanto, mesmo tendo assinado o contrato, se o consumidor for prejudicado por algumas dessas cláusulas contratuais,
elas são consideradas nulas e abusivas, revertendo o benefício da lei para o consumidor. Renovação automática de qualquer produto e/ou serviço deve ter a concordância expressa do consumidor, sendo obrigatória a comunicação dessa cláusula no ato da compra. HÁ MUITAS reclamações também com relação aos planos de saúde. Alguns serviços extras, como os serviços odontológicos, são vendidos por telefone sem a assinatura de um contrato. Ainda assim, o cliente está obrigado a cumprir a fidelidade se não estiver satisfeito com o serviço? Quando o cliente tem direito a cancelar contrato sem pagar multa de fidelização? PLANO de saúde é um exemplo clássico de contrato de adesão e é regido pelo CDC e legislação correlata. A fidelidade não é obrigatória e pode ser cancelada a qualquer momento. O que é importante observar são os prazos de carência. Por exemplo: 24 horas para atendimentos emergenciais, 30 dias para recém-nascidos e 24 meses para doenças preexistentes antes da assinatura do contrato. POR QUE as lojas físicas não são obrigadas a trocar os produtos vendidos com defeito? Atualmente, o que se vê é que o cliente é que deve levar para a autorizada, ficar até 30 dias sem o produto e, só então, reclamar para conseguir um novo produto. Qual
o caminho a ser percorrido pelo consumidor lesado para fazer valer seu direito? NÃO é bem assim. As lojas não são obrigadas a trocar produtos sem defeito. No entanto, se disser ao consumidor verbalmente ou através de cartazes, folhetos ou meios de comunicação, a troca passa a ser obrigatória. Com um detalhe: não é permitido estabelecer dias ou horários para troca. A loja tem a opção de não trocar produto sem defeito, mas se disser que trocar tem que ser qualquer dia e horário de funcionamento. Os produtos que venham com algum tipo de defeito, é obrigatória a troca no prazo máximo de 30 dias. Caso não seja cumprido, o consumidor tem o direito de receber o dinheiro de volta, trocar por outro produto ou obter desconto para compra de um mais avançado. QUAL o seu maior desafio à frente do Procon estadual? É CRIAR todas as condições e situações para que os consumidores potiguares não sejam vítimas dos abusos cometidos pela comercialização de alguns produtos e/ou serviços. Não abro mão disso. Tenho como livro de cabeceira o Código de Defesa do Consumidor. Se o direito do consumidor norte-rio-grandense for lesado, as penalidades serão efetivamente aplicadas. Não tem essa história de “jeitinho brasileiro” não.
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Alerta
AVC Especialistas falam sobre riscos do AVC, doença que atinge uma pessoa a cada 6 segundos, e é a principal causa de morte no Brasil
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ara chamar a atenção da população sobre os riscos do acidente vascular cerebral (AVC), anualmente é lembrado no dia 29 de outubro o Dia Mundial do AVC. A data é marcada pela realização da Semana de Combate ao AVC, em Natal, desde 2010, um evento de domínio nacional. Neste ano, Mossoró também foi contemplada com ações da campanha. Nesta edição, a Campanha Mundial “1 em 6” traz como slogan “Eu me im6
porto”, e além de focar na educação sobre fatores de risco, sinais de alerta e a urgência do tratamento do AVC, a campanha enfatiza a importância do cuidado pós-AVC, da família, dos cuidadores e das associações de suporte aos pacientes. A fisioterapeuta Rafaela Faustino explica que o objetivo da campanha foi divulgar conhecimentos sobre o AVC para a sociedade, em todas as faixas etárias, através de ações educativas e
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de divulgação científica. Para tanto, durante a Semana do Combate ao AVC, foram oferecidas palestras e ações itinerantes para divulgar conhecimentos científicos relacionados ao AVC, fatores de risco, identificação dos sintomas, tratamento e prevenção. “As ações de promoção de saúde e prevenção do AVC foram realizadas em praias, shoppings e praças de Natal (durante toda a semana), Santa Cruz, Macaíba e Mossoró (no Dia Mundial do AVC
Alerta – 29 de outubro), com orientação ao público sobre sinais e sintomas do AVC, fatores de risco e forma de prevenção e socorro imediato. Atividades como aferição de pressão e cálculo do IMC também foram realizadas”, afirma. Segundo a fisioterapeuta, que integra a comissão organizadora da campanha promovida pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o AVC é a segunda maior causa de morte no mundo e primeira maior causa de incapacidade entre adultos. “No Brasil, trata-se da primeira causa de morte. Em 2010, quase 100 mil pessoas morreram por conta da doença, segundo a Datasus.” Rafaela Faustino conta que, entre 1998 e 2007, houve crescimento de 64% nas internações por AVC entre homens e de 41% entre mulheres na faixa de 15 a 34 anos, o que mostra o aumento da ocorrência de AVC entre os jovens. Outro dado importante é que uma, em cada seis pessoas no mundo com mais de 55 anos, terá pelo menos um AVC. ENTENDA O AVC Em entrevista a DOMINGO, a médica Raquel Oliveira, da Hapclínica, explica o que é o AVC, suas principais causas, sintomas e a forma correta de agir para ajudar uma pessoa que está passando pelo problema. Primeiro, ela explica que existem dois tipos de acidente vascular cerebral: o isquêmico e o hemorrágico. O acidente vascular cerebral isquêmico é o principal representante da doença cerebrovascular, sendo responsável por até 85% dos casos de acidente vascular encefálico no mundo (os 15% restantes são AVC hemorrágico). Esse tipo de AVC ocorre por falta de circulação numa área do cérebro provocada por oclusão de uma ou mais artérias por ateromas, trombose ou embolia. E os principais fatores de risco para AVC isquêmico são: hipertensão arterial sistêmica (sendo o principal), diabetes mellitus, dislipidemia, tabagismo, idade maior que 50 anos, sexo masculino, história familiar positiva, fibrilação atrial, prótese valvar, infarto agudo do miocárdio e drogas – anfetaminas, cocaína. “O AVC isquêmico pode manifestarse com instalação aguda de um déficit neurológico focal persistente, ocorrendo combinações variadas de sinais/sintomas, como: perda repentina da força muscular e/ou da visão, dificuldade de comunicação oral, paralisia facial central, tonturas, formigamento em um dos lados do corpo e alterações da memó-
)) Rafela Faustino, fisioterapeuta coordenadora da Campanha de Combate ao AVC ria”, comenta a médica. Já no acidente vascular cerebral hemorrágico ocorre sangramento cerebral provocado pelo rompimento de uma artéria ou vaso sanguíneo, em consequência de hipertensão arterial, problemas na coagulação do sangue, ruptura espontânea de um aneurisma, malformação vascular. “Os principais fatores de risco são: idade entre 30 e 65 anos, tabagismo, alcoolismo, hipertensão arterial, história familiar positiva, síndromes genéticas. E os principais sintomas do AVC hemorrágico são: cefaleia (dor de cabeça) súbita de forte intensidade, vômitos, síncope, rigidez de nuca. Frequentemente, o episódio é precipitado por esforço físico ou ato sexual. Pode evoluir com rebaixamento do nível de consciência e coma, devido à hipertensão intracraniana”, ressalta a médica. Raquel Oliveira faz questão de enfatizar que AVC é uma emergência médi-
ca. Ela frisa que, diante da suspeita de um paciente com acidente vascular cerebral, este deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar. “Trombolíticos e anticoagulantes podem diminuir a extensão dos danos. A cirurgia pode ser indicada para retirar o coágulo ou êmbolo, aliviar a pressão cerebral ou revascularizar veias ou artérias comprometidas”, comenta. De acordo com a médica, as sequelas dependem do local em que o AVC ocorreu e da sua gravidade, podendo ser motoras, neurológicas ou emocionais. O paciente pode apresentar dificuldade em movimentar um dos braços, contraturas e deformidades musculares que levam à perda do movimento de todo um lado do corpo (hemiplegia); incontinência urinária e fecal; sensação de queimação no lado da hemiplegia; boca torta; dificuldade em falar, comer e de engolir a saliva; perda de memória; dificuldade em se expressar; estrabismo,
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Alerta paralisia facial, desequilíbrio; dificuldade na localização espacial em si e/ou no outro, (direita/esquerda, mapas), depressão; revolta; isolamento; impaciência; dificuldade nos relacionamentos; negligência do lado do corpo que está "paralisado". Ela ainda afirma que existem recursos terapêuticos capazes de ajudar a restaurar funções, movimentos e fala, que quanto antes começarem a ser aplicados melhores serão os resultados. Nem sempre as sequelas de AVC têm cura, mas com o devido tratamento pode-se alcançar bons resultados. Os pacientes que sofreram um AVC, popularmente conhecido como derrame, podem beneficiar-se das sessões de fisioterapia e terapia ocupacional, que vão ajudar a reabilitar e recuperar movimentos que facilitem a vida diária, trazendo independência e melhorando assim a sua qualidade de vida. Raquel Oliveira recomenda alguns cuidados que podem ajudar na prevenção do AVC, dentre eles: controle adequado da pressão arterial sistêmica, controle dos níveis de açúcar e colesterol no sangue, não suspender medicação por conta própria, adotar dieta equilibrada, consumir frutas e verduras, evitar alimentos com sal, gordurosos, bebida alcoólica, não fumar, praticar atividade física regularmente e seguir sempre as orientações médicas. “AVC FOI UMA GRANDE EXPERIÊNCIA” Em 2009, o decorador de eventos João Marreiro Neto, de 37 anos, sofreu um AVC. Ele conta que estava na cidadepraia de Tibau, quando sentiu uma forte dor de cabeça, que passou depois de alguns instantes, e o AVC só foi diagnosticado uma semana depois. “Era um sábado, eu tive uma forte dor de cabeça quando fui tomar banho, então apertei a minha cabeça com as mãos e logo passou. Tomei banho e saí com os meus amigos; não senti mais nada. Até que no sábado seguinte senti novamente a dor de cabeça que não passou mais. Fui ao posto de saúde, no qual me medicaram para a dor de cabeça passar, mas minha pressão continuava alta. Sabendo o que estava acontecendo, minha amiga Joriana Pontes foi me pegar, e me trouxe para o Hospital Tarcísio Maia, no qual recebi o diagnóstico que era um aneurisma cerebral”, lembra-se. João Marreiro diz que foi internado e ficou mais de 20 dias. Com a confirmação, ele foi encaminhado para Natal.
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)) Raquel Oliveira recomenda cuidados que ajudam a prevenir doença “Tive um grande apoio da Prefeitura, através de Gustavo Rosado. Não teria condições de pagar pela cirurgia, que na época custava R$ 85 mil. Além do apoio da Prefeitura, uns amigos fizeram uma campanha para arrecadar dinheiro, e algumas pessoas chegaram a dizer que tudo não passava de uma armação. Sofri o AVC no dia 25 de dezembro de 2009, quando tinha 33 anos”, conta. No caso de João Marreiro, os médicos apontaram como causa do AVC o fato de ele ser fumante. Mas, para ele, a doença era uma grande experiência, a qual ele não deseja para ninguém. Ele afirma que parou de fumar por um bom tempo, mas depois voltou. No entanto, afirma que só fuma às vezes, quando está be-
bendo. “Hoje, tenho minha vida normal, não sinto mais nada, além de um pouco de dor de cabeça, às vezes, mas nada sério. Depois da cirurgia, o meu olho esquerdo saiu do eixo. Fui ao oftalmologista, passei a usar óculos para fazer a correção; também às vezes sinto que me esqueço de algumas coisas, depois volto a me lembrar; tenho esse probleminha”, ressalta. Na época do AVC, João Marreiro trabalhava com teatro em Mossoró, atuando em espetáculos, como o Auto da Liberdade, Oratório de Santa Luzia, Chuva de Balas no País de Mossoró e outros, fazendo a contrarregragem. Hoje, ele mora em Macaé (RJ), onde trabalha com decoração de eventos.
)) João Marreiros Netos, vítima de AVC em 2009, diz que leva uma vida normal
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Lançamento
Imprimer Tyson Sugizo e Banda Ra7 lançam álbum autoral com de pop rock nacional. Canções têm o objetivo de propor uma reflexão sobre a conduta dos jovens
J
á conhecido pelo trabalho desenvolvido na cena do rock japonês no Brasil, sendo o criador do Sindicato de Bandas Brasileiras de J-Music, Tyson Sugizo está enveredando por outro segmento do cenário musical. Junto com a Banda Ra7, está lançando um novo trabalho, voltado para o Pop Rock Nacional. Além de Tyson Sugizo, a Banda Ra7 é composta pelos músicos: Rosemberg Sousa (guitarra base e solo), Advanir Reis – Tonca (Baixo) e Júnior Costa (Bateria). De acordo com o cantor, o nome Ra7 indica que existem sete razões principais em nossa vida, são elas: felicidade, amor, conhecimento, compaixão, prazer, crescimento e socialização. “Nosso álbum é todo planejado. Desde o nome, passando por capa, arranjos, melodias e letras. Tudo segue uma sequência e um sentido. Vivemos para ser felizes, em primeiro lugar, mas temos que percorrer caminhos e ter funções e objetivos nesta vida, como transmitir e receber conhecimento, ajudar o próximo, evoluir pessoalmente e financeiramente, obter prazer (reproduzir) e, por último, construir vínculos e relações sociais (amigos)”, enfatiza. Com músicas autorais, o primeiro CD de Tyson Sugizo e Banda Ra7 tem como título “Imprimer: Vícios e Virtudes”.
)) Foto da capa do CD “Imprimer: Vícios e Virtudes”, de Tyson Sugizo e Banda Ra7
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Lançamento "Sempre tive uma visão de mundo diferenciada, diria que sou adepto dos valores mais tradicionais, que foram, em grande parte, perdidos. Aquela menina nova que sai de casa para beijar quantos homens puder, o jovem que se gaba por se relacionar com muitas garotas, pessoas que acham que dinheiro vale mais que caráter, que o desperdiçam com musculação em excesso ou sons enormes, tudo isso incute bastante reflexão", explica o cantor. O título do álbum é uma expressão francesa que significa impressão. O compositor afirma que procura, ao escrever as letras de suas canções, mostrar que a sociedade é guiada por impressões que se tem sobre muita coisa, opiniões equivocadas sobre situações e pessoas que não conhecem, sobretudo com o advento da internet, que dificulta as relações sociais e mascara a extrema importância dos gestos. “Estudos sobre comunicação mostram que apenas 7% da comunicação interpessoal pode ser traduzida por palavras, pois 38% provêm da inflexão da voz, enquanto os restantes 55% resultam da expressão facial e da linguagem corporal. Nossa primeira música já tem esse enfoque”, ressalta. Outra música presente no álbum é “Lacuna Sentimental", segundo o cantor, ela retrata aquelas pessoas que tentam preencher a carência de sentimentos com futilidades, em vez de procurarem crescer intelectualmente. “Já a faixa intitulada ‘Festa’ é a mais objetiva, no tocante à mensagem que quero passar. Escrevo músicas e poesias desde pequeno. O sequenciamento das letras fará até o ser mais farrista refletir um pouco sobre algumas de suas condutas”, comenta. Em relação ao estilo das canções presentes no álbum, Tyson Sugizo afirma que a banda tocará um rock comercial e bem produzido, dentro da linha mais popular do estilo. “A pegada vai variar entre bandas como CPM, Charlie Brown e NX0, uma mescla do que temos de bom e diferente em nossa cena. Haverá intercalação entre canções rápidas e lentas, com solos e arranjos belíssimos. A ideia é passar nossa mensagem, concomitante a um visual bem moderno. Os músicos são todos acostumados a tocar várias vertentes do rock, experientes e profissionais”, conta. O objetivo da banda é apresentar o novo projeto em breve em casas de 10
)) Tyson Sugizo, que já é conhecido no cenário da música japonesa, investe em projeto de pop rock nacional shows e bares mossoroenses, a expectativa é que o álbum seja lançado até março de 2014. Apesar de estar enveredado pelo
Pop Rock Nacional, Tyson afirma que não pretende abrir mão da música japonesa, e que a banda de J-Rock, Rasetsu, continuará existindo.
# Impressão Não me conhece Não sabe de onde vim Nunca nem falou comigo E me acha um imbecil
A crítica é inimiga A sacanagem é legal O chato da área É quem fala na real
Como pode, meu Deus Quem sabe de mim sou eu Meus amigos, talvez Já você não tem vez
Às vezes, disfarço Impressão é meu nome Pessoas que me julgam Como se não fosse um homem
É muito fácil ser igual É tão simples ser comum Quem sempre se dá mal É quem busca ser só um
Às vezes, sinto A dureza e a desonra Gente fofoqueira Errando de longe.
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*Primeira parte da música tema do CD.
Poesias
Janela Verde
Primeiro livro de poesias da escritora paraibana Mirian Neves traz poemas sobre amor, natureza e causas sociais; obra, lanรงada em setembro, jรก estรก sendo comercializada em Mossorรณ
)) Capa do livro Janela Verde, produzida pelo designer Rick Waekmann Jornal de Fato | Sร BADO e DOMINGO, 2 e 3 de novembro de 2013
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Poesias
A
poetisa paraibana Mirian Neves de Araujo está lançando seu primeiro livro de poesias. Editado pela Coleção Mossoroense da Fundação Vingt-um Rosado, o livro, intitulado “Janela Verde”, traz poesias de temas variados, principalmente, sobre a natureza, o amor, Deus e as injustiças sociais, temáticas preferidas pela autora. Natural do município de Brejo Cruz/ PB, Miriam Neves, que é cozinheira, começou a escrever poesias no início dos anos 1980. “O título do livro é também o título de um poema que chama a atenção do leitor para um tempo onde com esperança e fé o homem pode encontrar a felicidade”, explica. A professora Genilda Lessa de Morais é a responsável pela apresentação da obra e fala do privilégio de poder apresentar a poetisa Mirian Neves. “É impossível, no espaço de uma apresentação, dizer o que ela representa para nós e para a cultura norte rio-grandense. Para conhecê-la melhor, só apreciando seu trabalho com excelente leitura”, frisa. O livro Janela Verde tem prefácio do Caio César Muniz, editor da Coleção Mossoroense. Onde afirma: “Não afeita aos rigores métricos, porém, adepta do soneto, mesmo de pé quebrado, sua poesia não se diminui diante dos grandes versejadores do nosso país. Já nasce também com uma grandeza própria, digna de figurar nas melhores prateleiras, de adentrar nos umbrais acadêmicos e de se fazer lida em qualquer lugar dos estrangeiros”. A autora conta que lançou o livro na cidade de Brejo do Cruz, no último mês de setembro. Janela Verde tem capa assinada pelo designer Rick Waekman, e fotografias de Aurílio Santos. “Versejando a vida, compreendi que poesia é quando sem metrificar o sentimento, o Poeta abraça o mundo”, ressalta Mirian Neves. Os exemplares do livro estão sendo comercializados pela própria autora, que pode ser encontrada na Avenida Abel Coelho, 128, Abolição III. Sobre a autora Nascida em Brejo do Cruz/PB, em 23 de janeiro de 1968, divorciada, cozinheira, Mirian Neves de Araújo possui o segundo grau completo, é filha de Francisco José de Araújo Filho, já falecido, e de Luzia Isaurina de Melo Araújo. Ela é mãe de Mirthes Neves Gonçalo. É amante de poesia, teatro e música. Seus primeiros textos escritos foram
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)) Mirian Neves de Araújo começou a escrever poesias na década de 1980 crônicas que eram lidas em homenagens póstumas. “Na década de 1980, em parceria com a amiga Sandra Praxedes e outros integrantes do grupo Jovens Unidos de Brejo do Cruz (JUBC), deu vida ao grupo de Teatro Amador “Taquarituba”. Onde escreveu, atuou e dirigiu peças baseadas em obras literárias, que abordavam temas como a seca no nordeste e o preconceito racial”, comenta Genilda Morais. Sua tendência para escrever poesias foi despertada durante uma aula de português, ao estudar o poema “O Bicho”, de Manoel Bandeira. “O livro Janela Verde é fruto dos ensinamentos dos meus pais, da cumplicidade e amizade dos meus seis irmãos (hoje cinco), do acompanhamento e incentivo da minha filha Mirthes, do encorajamento de sobrinhos, cunhados e parentes, da força e do apoio precioso dos amigos, e da influência da professora Graça Nobre. Tem ainda o encanto da fotografia poética de Aurílio Santos, a competência e o respeito do editor da Coleção Mossoroense, Caio César Muniz”, frisa.
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# Janela Verde Da fresta de uma janela espero a felicidade. Enquanto espero, a felicidade alheia observo. Pessoas se esbarram, acham suas metades, Outras batem de frente, da felicidade se perdem. Eu de paixão nada entendo, Mas os seus caprichos aceito, Porque a vida pede passagem e eu obedeço. Dos lugares que eu passei, Comigo esta janela arrastei. Donde espio taciturma o que ainda não aconteceu O meu destino acho, vem num barco à vela. Fecho a janela... Anoiteceu... Amanhã volto a esperar por ela.
sua carreira
Rafael DemeTRiUs
10 maneiras de lidar com clientes difíceis
O
cliente pode ter sempre razão, mas isso não significa que ele seja fácil de lidar. Qualquer pessoa que já trabalhou com SAC – serviço de atendimento ao cliente –, pode afirmar: os clientes podem ser totalmente indisciplinados. Mas, se você quiser permanecer no negócio, vai ter que lidar com eles. Encontrar técnicas que ajudam a desarmar clientes insatisfeitos e ganhá-los para a sua empresa é a chave para garantir a melhor entrega de seus serviços e satisfazer os clientes – mesmo que você queira vê-los pelas costas. Confira na coluna de hoje dez dicas de como transformar uma situação ruim de serviço ao cliente em uma oportunidade para melhorar o seu negócio. Confira, abaixo: x
1) Primeiro e mais importante: escutar – Não discuta com o cliente. Deixe-o falar, mesmo que você saiba o que ele vai dizer a seguir, que ele não tenha todas as informações ou que possa estar enganado. Quando você ouve, tem a oportunidade de construir um relacionamento com o cliente. 2) Construa um relacionamento através da empatia – Coloque-se no lugar do cliente. Deixe sua frustração de lado e mostre que você entende a situação. Se você demonstrar que se identifica com o problema do cliente, ele vai se sentir melhor compreendido e vai ajudar a resolver. 3) Abaixe o tom de sua voz – Se o cliente falar mais alto, comece a falar mais lentamente e em um tom mais baixo. O seu comportamento calmo vai refletir sobre ele e vai ajudá-lo a se acalmar. Quando você aborda a situação com uma mente calma e clara, não afetada pelo tom do cliente ou pelo volume, a raiva geralmente se dissipa. 4) Imagine que todos os seus clientes estão assistindo – Finja que você não está falando apenas para o cliente, mas para um público que está assistindo à interação. Essa mudança de perspectiva pode fornecer uma vantagem emocional. Se o cliente está sendo verbalmente abusivo, você poderá pensar mais claramente quando for responder. Uma vez que um cliente incontrolável se torna uma referência negativa, porque vai repetir a conversa para outros potenciais clientes, sua conduta pode ajudar a garantir que você fez o seu melhor para resolver o problema.
5) Saiba quando ceder – Se o fato de não satisfazer a vontade do cliente levar duas horas, mais uma garrafa de aspirina e o risco de referências negativas para sua empresa, é melhor assumir o compromisso de ceder e dedicar seu tempo para cultivar seus relacionamentos com clientes mais produtivos. Tenha em mente que essa situação não é típica da maioria dos clientes, e que você está lidando com uma exceção. 6) Nunca fique com raiva ou chateado – Se o cliente está falando palavrões ou sendo verbalmente abusivo, respire fundo e continue como se não pudesse ouvi-lo. Responder na mesma moeda não vai resolver nada e, provavelmente, vai agravar a situação. Em vez disso, lembre o cliente que você está ali para ajudá-lo e que você é a melhor chance que ele tem para resolver a situação de imediato – muitas vezes, esta simples declaração vai ajudar a resolver a situação. 7) Nunca leve para o lado pessoal – Sempre fale sobre o assunto em questão e não da vida pessoal, mesmo que o cliente faça isso. Lembre-se de que o cliente não sabe quem você é. Para ele você é apenas um representante de sua empresa. Gentilmente, oriente a conversa para o assunto, fale como pretende resolvê-lo, e tente ignorar os comentários pessoais. 8) Lembre-se que você está interagindo com um ser humano – Todo mundo tem dias ruins. Talvez ele tenha tido uma briga com o cônjuge, tenha levado uma multa de trânsito ou mesmo ter tido uma maré de azar. Tente ajudar a tornar o dia dele melhor, sendo uma voz agradável e calma – isso vai fazer você se sentir bem também. 9) Se você prometeu um retorno, ligue de volta – Mesmo que você tenha prometido uma informação que ainda não tem, ligue para o cliente na hora programada mesmo assim. O cliente será tranquilizado por saber que você não estava tentando evitá-lo, e vai apreciar o acompanhamento. 10) Resuma os próximos passos – No final da chamada, deixe claro para o cliente o que ele deve esperar. Não se esqueça de acompanhar o progresso, cumpra suas promessas, e documente sua ligação para garantir que você estará preparado para o próximo contato.
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adoro comer
Davi moURa
Tropicana Creperia
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Empório Brownie
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Delícias da Adri
Mossoró ganha uma creperia com mais de 30 sabores. Foi aberta nesta terça-feira, 29, a Tropicana Crepes. Um local agradável onde, além de deliciosos crepes, será possível desfrutar de pratos, petiscos, sanduíches especiais. A Tropicana Crepes fica localizada na Avenida Presidente Dutra, no antigo Cycy Lanches. Doido para conferir!
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Salada Gourmet Delivery Através do contato via Whatsapp, fiquei sabendo do lançamento da Salada Gourmet Delivery. Trata-se de um serviço que faz entrega de saladas, tudo controlado por uma nutricionista. Com um cardápio bem diversificado, ontem foi a inauguração oficial e recebi uma salada na minha casa para provar. A minha foi a nordestina, com alface, tomate, cebola, carne, azeitona e penne integral. Eu amei! Acompanha o molho (no meu caso, foi o italiano) e a sobremesa (frutas selecionadas), além dos croutons (pãezinhos). Adorei. Vou pedir de novo e da próxima vez trarei muitos detalhes e mais fotos para você! Anote os números: (84) 8780-5419, 9999-8673 e 9636-0005. O suco cremoso do U7 Obviamente, você já viu o U7 ali na Praça do Codó, não é? Eu achei ótimo, pois vivia querendo um sanduíche rápido, gostoso e que ficasse em um lugar central, para facilitar minha vida. Gosto dos preços de lá e dos petiscos - além de um ou outro drink que ainda preciso provar -, mas a novidade da última vez que visitei foi o suco de limão cremoso. Servido em um copo alto, é doce sem ser enjoado (já que não leva leite condensado). Indico!
No Mossoró West Shopping, passei naquele novo café (ainda preciso aprender o nome) do lado de lá, perto da Le Biscuit, para comprar brownie. O doce vem direto de Fortaleza (CE), da Empório Brownie. A gordice, no entanto, foi completa, pois passei na Mundo Verde e comprei aquele creme de avelã diet do último post. Em casa, já no domingo, a ideia era tomar com sorvete, mas descobri que ele já não existia mais (hahahaha). Aí passei um em cima do outro e fui bem feliz!
Na semana passada, conheci a Adriana. Ela visitou nossa sede e trouxe uns quitutes gostosos para provarmos. Sua especialidade são as sobremesas e sua história também é interessante: ela saiu do emprego que estava havia anos e hoje se dedica às suas delícias. Tivemos a oportunidade de provar a Trilogia de Chocolate e a Delícia de Morango. A primeira é composta por três camadas, sendo uma de chocolate meio amargo, uma de chocolate ao leite e a última de chocolate branco. Já a Delícia de Morango tem sua base com leite condensado, a segunda com geleia de morango (e com pedaços de morango de verdade, algo bem natural e gostoso) e, por último, o chantilly. Curtiu? Vamos encomendar? Anote: (84) 8866-3888 e 9905-2600 – adrianalopess@gmail.com.
Dica na Temakeria San Na sexta à noite, saí para jantar e acabei na Temakeria San, em frente à Praça de Convivência. Minha opção foi o ceviche com molho de limão. Parece pequeno, mas serve bem. Logo depois dele comi o camarão ebiten, um dos meus favoritos! Para arrematar, de sobremesa, experimentei o harumaki de banana com Nutella e mel. Um desmantelo de tão gostoso!
Aproveite e acesse o http://blogadorocomer.blogspot.com para conferir esta e outras delícias! 14
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adoro adoro comer comer
Quibe assado vegetariano Quibe assado vegetariano by chef Paulo Rabello
iNGReDieNTes
MODO DE faZeR
• 250g de trigo para quibe • 500g de abóbora japonesa sem casca e cozida no vapor • 1 cebola-roxa picada em cubos pequenos • 100g de castanha-do-pará triturada • 4 colheres de sopa de salsinha picada • 2 colheres de sopa de cebolinha picada • 1 colher de sopa de coentro picado • sal a gosto • pimenta do reino branca moída na hora • 1 colher de chá de cominho em pó • 1 pimenta-dedo-de-moça sem semente e picada • azeite extravirgem
• Coloque o trigo de molho em água quente até que o cubra, reserve e deixe descansar por 30 minutos; • Depois, acrescente a abóbora amassada e o restante dos ingredientes, amasse bem e transfira para uma assadeira untada com azeite; • Espalhe bem para ficar uniforme, divida já os pedaços com uma faca e coloque em cima de cada um uma castanha, regue com azeite; • Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC e asse por 35 minutos; • Sirva quente acompanhado de uma saladinha de folhas e limão.
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