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Revista domingo Nº 610

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editorial ao leitor

Erro médico

U

Entrevista

Boa leitura, Nara Andrade

p4 Cantora paraibana Cátia de França fala sobre a carreira, novos projetos, e que espera voltar a Mossoró

ma das etapas da formação de médicos é o internato, período de estágio obrigatório realizado nos próprios hospitais universitários, mantidos pelas instituições de ensino, ou em hospitais conveniados com as faculdades. Durante esse período, os estudantes das faculdades de medicina acompanham e realizam procedimentos, sob a orientação de um médico preceptor. O que muita gente não sabe é que essa prática só pode ser realizada com o consentimento dos pacientes, que podem se recusar, caso sintam-se constrangidos com a presença dos estudantes. E, sem o consentimento do paciente, a prática se torna ilegal. DOMINGO conversou com pacientes que relataram o constrangimento vivido durante a realização de procedimentos médicos. Esta edição traz ainda uma matéria sobre o risco de quedas para a saúde dos idosos, com dicas de profissionais para evitar acidentes. Também traremos um material sobre a comemoração dos 96 anos do escotismo no Rio Grande do Norte. DOMINGO conversou com a cantora paraibana Cátia de França, sobre a carreira, a ascensão de bandas de forró eletrônico e a descaracterização dos festejos juninos tradicionais.

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Erro médico

Acompanhamento e realização de procedimentos por estudantes de Medicina sem o consentimento de pacientes é uma prática ilegal.

Perigo

Quedas são a principal causa de morte entre idosos. Profissionais falam dos riscos e das principais formas de evitar os acidentes.

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Coluna

Rafael Demetrius: 11 dicas para vender mais no varejo

Adoro comer Colunista Davi Moura: Filé à parmegiana

• Edição – C&S Assessoria de Comunicação • Editor-geral – Wil­liam Rob­son • Editor – Nara Andrade • Dia­gra­ma­ção – Rick Waekmann • Projeto Gráfico – Augusto Paiva • Im­pres­são – Grá­fi­ca De Fa­to • Re­vi­são – Gilcileno Amorim e Stella Sâmia • Fotos – Carlos Costa, Marcos Garcia, Cezar Alves e Gildo Bento • In­fo­grá­fi­cos – Neto Silva Re­da­ção, pu­bli­ci­da­de e cor­res­pon­dên­cia Av. Rio Bran­co, 2203 – Mos­so­ró (RN) Fo­nes: (0xx84) 3323-8900/8909 Si­te: www.de­fa­to.com/do­min­go E-mail: re­da­cao@de­fa­to.com Do­min­go é uma pu­bli­ca­ção se­ma­nal do Jor­nal de Fa­to. Não po­de ser ven­di­da se­pa­ra­da­men­te.

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conto

joSÉ NIcoDemoS*

O palpite

(

Envie sugestões e críticas para o e-mail: aristida603@hotmail.com

)

O

cachorro veio se meter entre as pernas dela na cozinha, e Donana logo se lembrou do sonho dessa noite. Sonhara recebendo de presente uma cadelinha muito bonita, como de pelúcia, dessas de madame. Mesmo sendo viciada no jogo do bicho, também logo esqueceu o palpite, a pia cheia de louça servida, tudo ainda por fazer. Depois, estava sem um centavo pra jogar, e bicho não é mercadoria que se vende fiado. Ainda pensou em tomar dinheiro emprestado à vizinha, mas foi só um pensamento. Enquanto lavava a louça, por tentação do maldito – foi o que pensou na hora – voltou-lhe o palpite no cachorro e lembrou-se do dinheiro que o marido juntava o mês todo pra no fim pagar o estoque de bebida do seu boteco. Recuou da tentação, como apavorada; nunca em tempo algum fora capaz de mexer nas economias do marido, homem correto nos seus pagamentos era ali. Tentação do demônio. Nisto, uma voz conhecida chama-a pelo nome da porta da rua, era o cambista do costume. Estava sem dinheiro, deixasse pra outra vez, explicou-lhe. “Se a senhora quiser tirar muito dinheiro no bicho hoje, pode jogar no cachorro, que meus sonhos são na batata” – insistiu o

Mesmo sendo viciada no jogo do bicho, também logo esqueceu o palpite, a pia cheia de louça servida, tudo ainda por fazer.

cambista. “Se a senhora quiser, eu posso passar aqui mais tarde”. Foi o suficiente pra Donana deixar-se vencer pela tentação de tirar algum das economias do marido, arranjaria uma explicação qualquer, se o fosse o caso de lhe enganar o palpite. “Espere aí, seu Chaguinha, vou aqui dentro e volto já”. À vista do pacote de notas atadas por um cordão, não é que lhe deu a tentação de arriscar tudo no cachorro? “Seja o que Deus quiser” – decidiu-se de uma vez por todas. Medo de perder o marido, revoltado, Donana tremia da cabeça aos pés, “O que

é que eu dizer a Manoel, meu Deus?...” O peito lhe apertava feito assim como angina. Tentação do maldito! O bicho corria pelas três da tarde; não demorou, e seu Chaguinha, um riso só, gritou-lhe de novo o nome da mesma porta da rua – “Eu não disse, dona Donana! Meus sonhos são na batata.” E foi logo lhe passando a grana, coisa de tirar pobre do buraco. E o fato é que seu Manoel teve o seu boteco sortido pra três meses, ora três! uns seis meses, se não mais, libertandose da caderneta mensal do armazém, que comia com ele no prato.

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entrevista

CÁTIa De FRaNÇa

“Música de raiz sempre existirá”

Por Nara Andrade naraandrade@gmail.com

Q

uem não conhece a cantora e compositora Cátia de França, ao assistir um de seus shows, é surpreendido pela artista de estilo simples, mas com uma voz marcante e uma presença de palco incrível que contagia o público do início ao fim da apresentação, deixando um gostinho de quero mais. Catarina Maria de França Carneiro, nascida em João Pessoa (PB), em 1947, diz que o gosto pela música surgiu ainda no período de sua alfabetização, conduzida pela mãe professora. Sua carreira artística começou no final dos anos 1970, com suas composições gravadas por outros cantores nordestinos, como Amelinha e Xangai. Ela domina piano, sanfona, violão, flauta e percussão. Em 2009, Cátia de França se apresentou no palco do Teatro Municipal Dix-huit Rosado, em Mossoró, no Projeto Seis e Meia, junto com a cantora potiguar Khrystal e o cantor Xangai, e diz que está aguardando uma nova oportunidade de voltar à cidade, para apresentar seu novo projeto, o CD "No Bagaço da Cana, Um Brasil Adormecido", gravado em 2012, com uma camerata formada por 12 mulheres e orquestração sinfônica.

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entrevista DOMINGO – Quando começou o interesse pela música? CÁTIA DE FRANÇA – Aos quatro anos, fui alfabetizada por minha mãe, a professora Adélia de França, que cantava "um b com a bá, um b com e bé”. Mais tarde, ganhei um pianinho de brinquedo. Aos 12 anos, na minha primeira comunhão, minha mãe me presenteou com o piano Essenfelder, que tenho até hoje. VOCÊ domina vários instrumentos. Fez aulas ou é autodidata? ESTUDEI piano clássico até os 15 anos. Fiz parte do coral regido pela professora Luzia Simões, em João Pessoa (PB). VOCÊ denomina sua música como música popular mundial. Por quê? RESUMINDO, é a música que aproxima os povos. Linguagem que se entende não importa o idioma. ESTAMOS chegando ao final do período junino, que representa uma grande maratona de shows para alguns cantores e bandas. Você fez muitas apresentações neste mês? NESTA época do ano, todos nós nordestinos somos bastante solicitados. A PARTICIPAÇÃO de bandas como Aviões do Forró, Garota Safada (o denominado “Forró de Plástico”) descaracteriza os festejos juninos? NÃO gosto de criticar de maneira frontal nenhum grupo que faça parte do cenário musical nacional. Se existem os elementos musicais em que temos sanfona, zabumba, triângulo e em outros grupos temos bateria e sax, isso dá um rosto, é a música do povo. COM o crescimento dessas bandas de forró eletrônico e forró universitário, os cantores do forró de raiz estão tendo mais dificuldade para divulgar seu trabalho? TEM gente bastante para todos os gostos. Público não falta. Música de raiz sempre existirá. Temos aqui no Rio Grande do Norte uma Khrystal, Jessier Quirino, Jorge de Altinho, Maciel Melo, Flávio José, Valéria Oliveira, Galvão, Rosa de Pedra, Carlinhos Zens e tantos outros.

serra. Você concorda que o termo forró pé de serra soa pejorativo? PEJORATIVO é o preconceito. Severo da sanfona puxando um forró pé de serra, Abdias dos 8 baixos. Forró pé de serra, com toda honra e louvor.

CERTA vez, um cantor paraibano falou que forró é forró, por isso não gostava da expressão forró “pé de serra”, pois soava pejorativo. Na ocasião, o cantor disse que tocava forró no pé da serra, em cima da serra, no meio da

VOCÊ tem algum projeto novo? MEU novo CD é "No Bagaço da Cana, Um Brasil Adormecido". Foi gravado com uma camerata formada por 12 mulheres e orquestração sinfônica. Gravei em João Pessoa, em 2012.

QUANDO você vai voltar a Mossoró? FOMOS tratados com muito carinho eu, Khrystal e Xangai. Existe uma possibilidade de minha apresentação solo em Currais Novos, as negociações estão bastante adiantadas. E poderia incluir Mossoró nesse percurso. Se algum produtor que estiver lendo esta entrevista se interessar, pode entrar em contato comigo, pelo e-mail catiadefrancaboiadeiro@ibest.com.br. A gente conversa e depois eu repasso para a minha produção.

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Alerta

Erro

médico Acompanhamento e realização de procedimentos médicos por estudantes de medicina sem consentimento de pacientes é ilegal

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Alerta

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Fiquei muito constrangida, não estava nem um pouco à vontade, mas como a dor era muito forte e o médico insistiu, quis acabar logo com aquilo, por isso não questionei mais e acabei fazendo o exame.” Esse é o relato de uma das pacientes que passaram pelo constrangimento de ter, mesmo sem consentimento prévio, o exame obstétrico, também conhecido como “exame de toque”, acompanhado por quatro estudantes de Medicina. A paciente, que pediu para ter sua identidade preservada, conta que teve uma gravidez tranquila. No entanto, no início do sétimo mês de gestação, sentiu fortes contrações e foi para a urgência de um hospital-maternidade em Mossoró. “Durante a consulta, o médico pediu que eu tirasse a roupa; naquele momento estávamos só eu, o médico e a enfermeira na sala. Entrei para o banheiro para vestir a bata do hospital, e quando

voltei, além do médico e da enfermeira, havia mais quatro pessoas na sala: um homem e três mulheres. O médico mandou que eu me deitasse na maca. Constrangida, perguntei quem eram aquelas pessoas, e o médico disse que eram estudantes de Medicina que iam acompanhar o exame. Mesmo sentindo muitas dores, eu disse que tinha vergonha de fazer o exame na frente deles e o médico insistiu, dizendo que eles seriam os meus médicos no futuro”, lembra. A paciente diz ainda que chegou a ser examinada por uma das estudantes, e que só deixou porque não era um exame tão íntimo como o outro. Outra gestante que passou por constrangimento semelhante foi uma servidora pública, que também preferiu não se identificar. Ela conta que no início de junho, aos cinco meses de sua gestação, sua bolsa rompeu e ela perdeu quase todo o líquido amniótico. “Fiquei internada e em uma das cons-

tantes sessões de exames, enquanto eu estava deitada na maca, em uma posição bastante desconfortável, a médica ficou explicando meu caso a três estudantes de Medicina. Depois, para piorar a situação, fui submetida a um exame de toque também na presença dos estudantes. Eu me senti uma cobaia numa aula prática de medicina; foi horrível”, frisa a paciente. PRÁTICA ILEGAL Casos como esses são mais comuns do que se possa imaginar, no entanto nem sempre se tornam públicos, principalmente pela falta de informação da maioria das pacientes, que desconhecem que a prática é ilegal. DOMINGO conversou sobre o assunto com o presidente da Associação Médica de Mossoró (ASMED), psiquiatra João Batista de Souza, que também é integrante do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (CREMERN).

)) José Hélio Cabral Freire, diretor da Faculdade de Ciências da Saúde (FACS/UERN)

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Alerta

)) Estudantes só podem acompanhar ou realizar procedimentos sob orientação de médicos preceptores O conselheiro explicou que estudantes de Medicina só podem realizar procedimentos médicos sob orientação de um preceptor, e dentro de uma instituição médica com convênio oficial com a instituição de ensino. Além disso, João Batista enfatizou que, antes da realização de qualquer procedimento, os pacientes precisam ser consultados e autorizar a presença e participação dos estudantes. A falta de consentimento do paciente torna a prática ilegal.

“

Me senti uma cobaia numa aula prática de medicina; foi horrível.”

PACIENTE,

sobre o constrangimento.

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“Os estudantes estão submetidos aos mesmos princípios éticos que regem o trabalho dos profissionais da área médica”, comenta. O diretor da Faculdade de Ciências da Saúde (FACS), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), psiquiatra José Hélio Cabral Freire, também foi procurado pela reportagem de DOMINGO para falar sobre o assunto. José Hélio, que também é professor do curso de Medicina, afirma que, mesmo que o paciente seja informado sobre a presença dos estudantes e o convênio com a instituição de ensino, os pacientes têm o direito de recusar ter o procedimento acompanhado ou realizado por um ou mais estudantes. “O estágio obrigatório dos estudantes de Medicina é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM)”, comenta. CONVÊNIO José Hélio afirma que existe um convênio firmado entre a Faculdade de Medicina e o Poder Público, para garantir o treinamento de estudantes do curso que estão na etapa de internato, uma das etapas da formação de médicos, em que o estudante passa por um estágio obrigatório realizado nos próprios hospitais

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universitários, mantidos pelas instituições de ensino, ou em hospitais conveniados com as faculdades. Durante o estágio, os estudantes acompanham e realizam consultas, exames e demais procedimentos, sempre sob orientação de um preceptor, que na área médica é a pessoa responsável por conduzir e supervisionar, através de orientação e acompanhamento, o desenvolvimento dos médicos residentes nas especialidades de um hospital. De acordo com as explicações de José Hélio, cada procedimento só pode ser acompanhado por uma equipe de no máximo quatro estudantes. “Não sei se nesses casos relatados foi isso que aconteceu, mas às vezes, com a rotina médica, pode se esquecer de alguns protocolos, como explicar a todas as pacientes sobre a importância da presença de estudantes. A falta de comunicação, de entendimento prévio, causa esse gargalo, já que o pudor é natural, principalmente, quando se trata de partes íntimas do corpo, a maioria das pessoas tem tabu”, frisa o médico. Atualmente, a faculdade de Medicina conta 40 alunos na etapa de internato, estagiando em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Pronto Atendimento (UPA).


Atenção

PERIGO Quedas são a principal causa de morte entre idosos; atenção às dicas de profissionais para evitar os acidentes

A

s quedas são hoje a principal causa de morte entre os idosos, pois um simples desequilíbrio pode causar grandes danos à qualidade de vida das pessoas com mais de 60 anos e, nos casos mais graves, pode levar à morte. Pesquisas apontam que cerca de 30% das pessoas com mais de 65 anos caem ao menos uma vez por ano. E é alarmante o crescimento do número de internamento de idosos com fraturas graves provocadas pelas quedas. Dados divulgados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) mostram que em 2009

foram gastos mais de R$ 81 milhões no atendimento de pessoas na chamada terceira idade. DOMINGO conversou com profissionais da área médica especializados no atendimento de idosos, a fim de saber os principais riscos das quedas para pessoas com mais de 60 anos, e se existem formas de evitar esse tipo de acidente. Segundo o geriatra Jesus Rolly Dominguez Gutierrez, do Sistema Hapvida, a grande incidência se deve, principalmente, à falta de prevenção, por ser um evento que dificilmente é resultado de

)) Aos 99 anos, o barbeiro aposentado Odilon Teodósio faz fisioterapia para prevenir acidentes um fator isolado, sua ocorrência aumenta proporcionalmente com o número de fatores de risco. “A queda está associada à dificuldade de visão, dificuldade auditiva, uso inadequado de medicamentos, dificuldade de equilíbrio, perda progressiva de força nos membros inferiores, osteoporose, presença de declínio cognitivo, dentre outras situações clínicas”, explica. MEDO DE CAIR O barbeiro aposentado Odilon Teodósio da Silva, de 99 anos, diz que sempre teve medo de cair, por saber os prejuízos que uma queda pode trazer para a vida de um idoso. Ele conta que até os 80 anos sempre teve muito equilíbrio no corpo, andava para todo canto sem nenhum problema

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Atenção

!

Cerca de 30% das pessoas com mais de 65 anos caem ao menos uma vez por ano

para se locomover, e trabalhou na sua barbearia até os 85 anos, os últimos acompanhados por sua bengala, companheira inseparável. “Ao sentir que o equilíbrio das pernas começava a diminuir comecei a usar a bengala, mas continuei fazendo minhas caminhadas matinais até os 95 anos. Mas, minha família me orientou a colocar barras de segurança no banheiro do meu quarto. Depois dos 95, meus filhos ficaram preocupados e pediram que eu não caminhasse mais na rua, então fiquei caminhando dentro de casa. Como minha casa é grande, todos os dias pela manhã ficava andando da sala para a cozinha por cerca de 15 minutos, mas com muito cuidado”, conta. Aos 99 anos, o aposentado diz que a mobilidade está bastante reduzida, sentindo as pernas tremendo e sem forças. Para evitar uma queda que pudesse prejudicar sua qualidade de vida, faz duas sessões semanais de fisioterapia, com a orientação da fisioterapeuta Débora Teodósio, sua neta. “Quero estar bem, porque, se Deus quiser, vou comemorar meu centenário reunindo toda a minha família em uma grande festa”, comenta. EXERCÍCIOS PARA PREVENIR A fisioterapeuta Débora Teodósio se desdobra entre as sessões no seu Studio de Pilates e os atendimentos domiciliares. A profissional faz questão de dizer que muita gente vê a fisioterapia apenas como tratamento, mas que é, antes de tudo, uma boa forma de prevenção de acidentes. “Não é preciso esperar que uma queda aconteça para procurar um fisioterapeuta. Esse profissional tem um papel fundamental na prevenção de acidentes, por meio de um programa de atendimento que, entre outras coisas, inclui o fortalecimento muscular do paciente”, ressalta. Além do fortalecimento muscular, as sessões de fisioterapia voltada para idosos, com o intuito de prevenir acidentes, tem como foco melhorias da coordenação 10

)) Fisioterapeuta Débora

Teodósio acompanha treino de fortalecimento muscular do aposentado

motora, do equilíbrio, treino de marcha, alongamento. “O profissional também orienta os pacientes sobre algumas mudanças que devem ser feitas na estrutura e arrumação do ambiente onde o idoso vive, como a colocação de barras de apoio nos banheiros, retirar tapetes e objetos do meio da casa, e encurtar distâncias. Outra medida simples é evitar o uso de chinelos muito lisos, que podem facilitar os escorregões”, explica.

)) Colocação de barras de apoio para idosos nos banheiros é fundamental na prevenção de acidentes

# Recomendações Consulte seu geriatra regularmente; Faça exames oftalmológicos anualmente; Mantenha uma dieta saudável com ingestão de cálcio e vitamina D; Reduza a ingestão de bebida alcoólica; Tome banho de sol regularmente; Informe-se com seu médico sobre efeitos colaterais dos remédios que você está tomando;

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Certifique-se que todos os medicamentos estejam claramente rotulados e guardeos em local adequado; Tome os medicamentos nos horários corretos e da forma que foi receitado pelo seu médico; Participe de programas de atividade física que visem o desenvolvimento de agilidade, equilíbrio, coordenação e força muscular; Leve uma vida saudável e seja feliz.


Comemoração

Sempre alerta A

s comemorações dos 96 anos do escotismo no Rio Grande do Norte acontecem em meio a um período de grande expansão do movimento no Estado. O chefe escoteiro Leilton Oliveira, do Grupo Nossa Senhora Aparecida N.º 8, explica que o movimento ganhou novo fôlego com a parceria assinada com o Governo do Estado para a realização do projeto “Escotismo nas Escolas”.

“Até 2010, em Mossoró existiam quatro grupos de escoteiros. Depois da parceria firmada com o Governo, o número mais que dobrou, e hoje temos nove grupos aqui na cidade”, ressalta. Leilton Oliveira lembra que os grupos escoteiros mossoroenses estão conversando com a Prefeitura de Mossoró, com o objetivo de firmar parceria para realizar o projeto “Escotismo nas Escolas” nas

Escoteiros comemoram 96 anos de atividades no Rio Grande do Norte; chefe escoteiro fala do movimento unidades da rede da educação do Município. Atualmente, o movimento escoteiro potiguar conta mais de 8 mil integrantes. O Grupo de Escoteiros Nossa Senhora Aparecida N.º 8 que já tem 16 anos de atuação em Mossoró e é remanescente do grupo pioneiro na cidade, o 8.º Baden Powell, fundado nos anos 60. Leilton Oliveira explica que, diferen-

)) Leilton Oliveira, durante uma das atividades promovidas por seu grupo de escoteiros

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Comemoração te do que acontece na maioria das famílias de escoteiros, cujos filhos entram no movimento influenciados pelos pais que foram escoteiros, na sua família aconteceu o inverso. “Primeiro, meus filhos entraram para o movimento, aí eu fui conhecendo e depois de um tempo recebi um convite para participar, devido à grande carência de adultos para acompanhar os grupos. Aceitei, fiz cursos de capacitação e passei a gostar, e hoje sou um dos responsáveis pelo grupo”, conta o chefe de escoteiros. Leilton Oliveira diz que participar de um grupo de escoteiros é de suma importância para o desenvolvimento do caráter e a formação de um grande cidadão. “No escotismo, os integrantes aprendem grandes valores, como a importância da família, o respeito ao próximo, o respeito à natureza e o respeito aos pais. Todos os pais deveriam procurar um grupo e incentivar seus filhos a participar do escotismo”, ressalta. HOMENAGEM A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte homenageou, na última semana, os oito mil escoteiros do Rio Grande do Norte e a memória de todos os que já serviram à população durante os 96 anos da existência do movimento no Estado. Durante a sessão solene, proposta pelo deputado Antônio Jácome (PMN), foram concedidas duas medalhas do Mérito Legislativo José Augusto, que se constitui na mais alta honraria do Parlamento estadual, pois agracia personalidades por suas relevantes contribuições ao Estado. Uma medalha foi concedida ao presidente da União Parlamentar Escoteira do Brasil, Flávio Arns, e a outra medalha ao expresidente dos Escoteiros do Rio Grande do Norte Carlos Roberto Pinto Lopes.

# Fases do escotismo 7 aos 11 anos Denominação: Lobinho Lema: “Melhor Possível” 11 aos 15 anos Denominação: Escoteiro Lema: “Sempre Alerta”

)) Escoteiros em aula de rapel HISTÓRIA DO ESCOTISMO O movimento escoteiro foi criado em 1907, na Inglaterra, por Baden Powell. Chegou ao Brasil em 1910, por intermédio de oficiais e praças da Marinha Brasileira que estavam na Europa e se impressionaram com a nova metodologia de educação complementar. Esses oficiais fundaram, no dia 14 de junho de 1910, no Rio de Janeiro, o primeiro grupo de escoteiros brasileiros. Já no Rio Grande

do Norte, atendendo as solicitações do poeta Olavo Bilac, grande admirador do escotismo, o então vice-governador Henrique Castriciano se articulou aos amigos, o diretor da Escola de Aprendizes Marinheiros, comandante Monteiro Chaves e o professor Luiz Correia Soares de Araújo, então diretor da Escola Padre Miguelinho, e em 24 de junho de 1917 fundaram, oficialmente, o movimento escoteiro no Rio Grande do Norte.

# Lei escoteira I - O escoteiro tem uma só palavra; sua honra vale mais do que a própria vida. II - O escoteiro é leal. III - O escoteiro está sempre alerta para ajudar o próximo e pratica diariamente uma boa ação. IV - O escoteiro é amigo de todos e irmão dos demais escoteiros. V - O escoteiro é cortês.

15 aos 17 Denominação: Sênior Lema: “Servir”

VI - O escoteiro é bom para os animais e as plantas.

17 aos 21 Denominação: Pioneiro Lema: “Servir”

IX - O escoteiro é econômico e respeita o bem alheio.

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VII - O escoteiro é obediente e disciplinado. VIII - O escoteiro é alegre e sorri nas dificuldades. X - O escoteiro é limpo de corpo e alma.

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# Promessa escoteira “Prometo, pela minha honra, fazer o melhor possível para: Cumprir meus deveres para com Deus e minha Pátria; Ajudar o próximo em toda e qualquer ocasião; Obedecer à Lei Escoteira.”


sua carreira

RafaeL DemeTRIUS

11 dicas para vender mais no varejo

P

ara vender mais, além do contar com serviços ou produtos de qualidade, conhecer estratégicas de gestão também ajuda. As recomendações vão desde como escolher o melhor ponto comercial até como investir em um pósx venda correto. Estar atento às necessidades do cliente, aliado à disposição em servi-lo, poderá fazer extrema diferença nos seus resultados de vendas. Estudar, pesquisar, praticar será o caminho que o levará ao sucesso no atendimento aos clientes. Analise as 10 dicas da coluna de hoje e veja o que você poderá fazer para aumentar as suas vendas. 1. Ponto comercial – A recomendação número um é manter o ponto de venda em um local frequentado pelo público-alvo do negócio. Essa é uma das primeiras coisas a ser pensada pelo empreendedor que deseja atuar no varejo. Com a loja já consolidada, fica difícil mudar de endereço. Se o ponto for alugado, tente ter contratos de longo prazo. 2. Conhecimento do cliente – A pequena empresa tem uma vantagem em relação à grande neste quesito porque geralmente o dono do negócio está atrás do balcão todos os dias, por isso, deve-se ter cuidado com o crescimento da empresa. Justamente porque nesse período, é comum que o empreendedor deixe um pouco de lado a proximidade com os consumidores. Recomenda-se que se mantenha computados alguns dados dos clientes, como o que eles compram e com que frequência. Sabendo o perfil dos clientes com exatidão, comprase melhor dos fornecedores e as chances de venda aumentam. 3. Controle de estoque – Vale a pena investir em um sistema de tecnologia da informação, mesmo que simples. Por meio dele, será possível, por exemplo, saber quais são os produtos mais vendidos e, a partir daí, ajustar melhor o sistema de compras. É preciso ainda cuidado para que não faltem itens – o consumidor que entra na loja e descobre que o produto acabou dificilmente volta ao local. 4. Promoções – Os olhos dos consumidores brilham quando leem “descontos". No entanto, é preciso que a promoção seja mesmo verdadeira – algumas empresas, sabendo do chamariz que elas representam, apenas anunciam a baixa, sem de fato alterar os preços. Às vezes, as promoções não significam necessariamente aumento no faturamento, mas sim crescimento do volume das vendas, daí a necessidade de verificar se o aumento das vendas representará verdadeiramente lucratividade.

5. Capacitação do vendedor – Nas pequenas empresas, é comum a contratação de parentes e amigos que não têm perfil de vendas. A prática é um erro, pois um profissional do ramo deve ser alguém capacitado para negociar e personalizar o atendimento. Recorrer a candidatos que já tenham experiência no varejo é uma boa saída. 6. Vitrine – Produto que não fica exposto não é vendido. A vitrine, mais do que bem organizada, precisa ser atraente. Isso se consegue com o mix certo de produtos que tenham apelo para o público-alvo em questão – e constante novidade, alinhados a cores vivas e métodos de atração visual. 7. Facilidade de pagamento – O estabelecimento que aceita diversas modalidades de pagamento, como cartões de crédito e débito e cheque, e também possibilita o parcelamento, ganha a preferência do consumidor. Se for o caso analise oferecer mais parcelas, embutindo o valor da antecipação o cartão na formulação do preço final do produto. Sem esquecer é claro do bom desconto para pagamentos à vista. 8. Datas especiais – Fique atento à sazonalidade. Garanta que sua empresa esteja preparada para o aumento de venda que datas como Natal e Dia das Mães trazem. Isso significa tanto possuir mais produtos como, se for o caso, contratar temporários. Quem não se prepara, perde para a concorrência, perde vendas e dinheiro. 9. Presença on-line – Se não for possível vender pela Internet, é interessante que a empresa tenha pelo menos um site ou uma página no Facebook. É comum alguns consumidores saírem de casa depois de consultarem a página on-line das lojas em que desejam comprar. A empresa que não tiver presença on-line fica de fora desse radar. 10. Pós-venda – O pós-venda é a pré-venda da compra seguinte. Os clientes que reclamam do serviço ou do produto requerem atenção dobrada. Tanto para que se possa melhorar o produto em questão, quanto para que a imagem da empresa não fique maculada. Cursos – Procure treinar e orientar sua equipe. Promova reuniões, palestras ou treinamentos cooperados com fornecedores. Invista em conhecimento, o retorno é garantido.

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adoro comer

DaVI moURa

Cardápio regional do Canacafé, do Hotel VillaOeste

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Amor de Brigadeiro

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I Workshop de Gastronomia e Nutrição de Mossoró

Em épocas juninas, é preferência na mesa do brasileiro, especialmente e principalmente o nordestino, uma farta refeição com comidas típicas e regionais. O Canacafé, no Hotel VillaOeste, apresenta em seu cardápio uma variedade de pratos assim, com ingredientes que agradam ao nosso paladar. O meu prato favorito foi a coxinha com massa de macaxeira e recheada com camarão. A massa macia, sem pingar óleo, e com bastante camarão por dentro. Outra opção é o crepe, com a massa fininha, e generosamente recheado com camarão e catupiry, além de ter suas bordas de queijo flambado. Outras ótimas: tapioca de carne de sol, crepe de goiabada com queijo e tapioca de leite condensado. Visite: Hotel VillaOeste - Av. Presidente Dutra, 870 – Mossoró – (84) 3323 0300. Aberto de segunda a sábado, das 15h às 21h.

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Meu primeiro contato com Jordana Fernandes foi há um tempão atrás, mas a correria acabou fazendo com que eu não encomendasse nada. Da segunda vez, a ideia me veio no dia dos namorados. Queria dar um presente diferente, simples, mas que marcasse. Foi aí que me veio a ideia dos brigadeiros da Amor de Brigadeiro. Encomendei alguns morangos com chocolate e brigadeiros de jujuba, mas tive a oportunidade de provar muitos outros. São inúmeros, com preços a partir de R$ 1,00 a unidade. Só dou uma dica: faça seu pedido com antecedência, para que dê tempo de Jordana fazer tudo com cuidado. Os sabores são: morango coberto com chocolate, brigadeiro tradicional, creme bruleé, farinha láctea, coco queimado, jujuba e vários outros. Bateu a vontade? Procure-a no Instagram: @jordanafernandes ou encomende pelo Whatsapp – (84) 9978 3289.

Ginja Trata-se de um licor bastante popular na região de Óbidos. Quando você visita o local, é praticamente obrigatório experimentar a bebida que, em alguns casos, vem em um copinho de chocolate. O seu apelido carinhoso é “Ginjinha” e é uma bebida tão tradicional e antiga que ninguém sabe exatamente de onde surgiu. Para descrever seu sabor, pense em um licor de consistência mais leve. Frutado na medida certa, uma mistura de sabores de frutas vermelhas, com a predominância da cereja – por isso combina tão bem com o chocolate. Seu teor alcoólico é de cerca de 20%. Por ser doce e gostosa, quando menos se espera, já fez efeito. Outra característica marcante é a maneira com a qual desliza suavemente após ser ingerida. Achei em alguns sites na Internet para comprar a sua versão de 1 litro. Sai por volta de R$ 50,00. Indico demais!

Bendita Boca Sanduicheria Conversei com a Cris Sanches via Facebook inicialmente e logo marcamos para que eu conhecesse o local. Ela me avisou com antecedência: “vá preparado e com muita fome”. Quero chamar atenção aos preços do local. Sanduíches gigantes por menos de R$ 10,00, entre vários tipos e sabores. Destaque para a categoria dos pães sírios, os mais pedidos da casa. Os dois principais vêm com frango ou filé, acompanhados de ótimos extras como calabresa ou bacon. O cardápio não se limita só a isso: vários tipos de açaí são boas opções para acompanharem o sanduba como sobremesa. Ponto positivo para o suco de limão cremoso: copo gigantesco, cremosíssimo, doce e azedinho na medida certa, causando uma experiência incrível no seu paladar. Indico demais! Para quem quiser ser feliz, a Bendita Boca fica na Av. Alberto Maranhão, 865, Alto da Conceição – (84) 8611 7383.

Gisele, amiga publicitária que hoje cursa Nutrição, na UnP, convidou-me para acompanhar o I Workshop de Gastronomia e Nutrição de Mossoró, temático da copa do mundo. A amostra teve a participação os alunos das 3.ª e 5.ª séries do curso de Nutrição da UnP, que realizaram a exposição da cultura gastronômica de vários países. A organização do evento ficou por conta das nutricionistas e professoras do curso de Nutrição da UnP Mossoró: Kaliane Cunha e Luciana Veruska. Para os alunos, o evento foi uma oportunidade de executar na prática as técnicas de preparação aprendidas durante a disciplina de Técnica Dietética e Gastronomia, conhecer a gastronomia de cada país, degustar novos pratos, trocar receitas e experiências gastronômicas. O evento foi um sucesso, e as organizadoras já planejam o próximo. Excelente iniciativa!

Aproveite e acesse o http://blogadorocomer.blogspot.com para conferir esta e outras delícias! 14

Jornal de Fato | DOMINGO, 30 de junho de 2013


adoro adoro comer comer

Filé à parmegiana INGReDIeNTeS Ingredientes • 6 bifes de filé mignon ou contrafilé • Sal e pimenta-do-reino a gosto • 1 dente de alho amassado • 2 ovos • 2 colheres (chá) de água • 2 xícaras (chá) de farinha de rosca • Óleo para fritar • 200g de queijo muçarela fatiado • Queijo muçarela ralado para polvilhar Para o molho • 1 cebola picada - 2 dentes de alho amassados - Sal, orégano, manjerona, manjericão e salsa a gosto - 500g de polpa de tomate (comprada pronta)

MODO DE PREPARO • Para o molho, refogue a cebola e o alho no óleo. Adicione sal, orégano, manjerona, manjericão, salsa e mexa. Acrescente a polpa de tomate, tampe a panela e cozinhe até apurar. Reserve; • Tempere os filés com sal, pimenta e alho; • Bata os ovos com um garfo e misture com a água; • Passe os filés na farinha de rosca, no ovo batido e na farinha de rosca novamente; • Frite em óleo quente até dourar dos dois lados e escorra em papel-toalha; • Cubra os filés com uma camada de muçarela e outra de molho; • Polvilhe com muçarela ralada e leve ao forno alto, preaquecido, até gratinar. Sugestão de consumo: com espaguete ou batatas fritas.

Jornal de Fato | DOMINGO, 30 de junho de 2013

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