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Revista de Domingo 605

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editorial ao leitor

Megafusão

A

p4 Psicóloga Érika Pedrosa fala das doenças mentais e neurológicas que atingem grande parte da população mundial

mar o que faz, esse é o segredo do sucesso do designer gráfico Welison Alexandre, que ganha cada vez mais reconhecimento pelo trabalho de fusão de imagens. O artista mossoroense tem se destacado internacionalmente na área de manipulação de imagens. Uma prova disso foi o prêmio conquistado durante o maior evento de photoshop da América Latina. Outro destaque desta edição é onda tecnológica que invadiu a Igreja Católica e tem despertado o interesse de seus representantes. A revista DOMINGO conversou com padres adeptos de ferramentas tecnológicas e que mantêm perfis em redes sociais. DOMINGO conversou com a psicóloga Érika Pedrosa, sobre as doenças mentais e neurológicas que afetam cada vez mais um número maior de pessoas. A especialista dá dicas de como prevenir a ocorrência desses distúrbios.

Entrevista

Boa leitura, Nara Andrade

p 13 p14

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Megafusão Artista mossoroense é reconhecido internacionalmente por trabalho de manipulação de imagens

“Santa Tecnologia”

Padres entram na onda e se rendem ao uso de ferramentas tecnológicas e redes sociais

p9

Coluna

Rafael Demetrius: Como se sair bem em uma entrevista de emprego

Adoro comer Colunista Davi Moura: Torta de Canjiquinha

• Edição – C&S Assessoria de Comunicação • Editor-geral – Wil­liam Rob­son • Editor – Nara Andrade • Dia­gra­ma­ção – Rick Waekmann • Projeto Gráfico – Augusto Paiva • Im­pres­são – Grá­fi­ca De Fa­to • Re­vi­são – Gilcileno Amorim e Stella Sâmia • Fotos – Carlos Costa, Marcos Garcia, Cezar Alves e Gildo Bento • In­fo­grá­fi­cos – Neto Silva Re­da­ção, pu­bli­ci­da­de e cor­res­pon­dên­cia Av. Rio Bran­co, 2203 – Mos­so­ró (RN) Fo­nes: (0xx84) 3323-8900/8909 Si­te: www.de­fa­to.com/do­min­go E-mail: re­da­cao@de­fa­to.com Do­min­go é uma pu­bli­ca­ção se­ma­nal do Jor­nal de Fa­to. Não po­de ser ven­di­da se­pa­ra­da­men­te.

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conto

josÉ NIcoDemos*

O arrependimento(

Envie sugestões e críticas para o e-mail: aristida603@hotmail.com

)

A

vereda adentro do mato que levava à casa do Major Adriano, no centro da fazenda, dava anda mais de uma légua de andada, e Chaguinha já não aguentava mais os pés, calos queimando Resolveu descansar à sombra de um juazeiro, também pra comer alguma coisa. O dia todo caminhando só com o café da manhã. . Na mochila que levava às costas, farinha de mandioca e um pedaço de carne assada. De tão cansado, preferiu tirar um cochilo. Fugia da polícia, em busca da proteção do Major, que tinha fama de albergar criminosos de morte em sua fazenda. Ficavam a salvo da perseguição policial. O Major, dono dos votos da região, gozava de prestígio com os maiorais da política, sempre no poder. Mas Chaguinha não conseguiu pregar olho, a vida que teria de levar, isto, matar gente a mandado do Major, e não tinha esse instinto. Era a paga pela proteção. Matara o patrão, é verdade, mas fora por motivo justo; a demissão do emprego na fábrica, por causa do fato de sua (dele, Chaguinha) filha, muito bonita, resistir em entregar-se àquele canalha. Desempregado, e por esse motivo, se decidira a matá-lo. Fora, no entanto, um momento impensado, via agora. Poderia ter saído pra outra, o mundo era muito largo, pelo menos não teria sido obrigado ao abandono da família, o resto da vida como jagunço do Major Adriano, homem san-

Fugia da polícia, em busca da proteção do Major, que tinha fama de albergar criminosos de morte em sua fazenda.

guinário. Não nascera pra matador de gente. Ou, teria sido melhor, pensou, ter ido entregar-se à polícia, como homem defensor da dignidade da família. Um dia sairia da cadeia, como tantos outros. Depois, gozava de boa reputação no convívio social. Trabalhador, honesto, respeitador, enfim, um homem de bem. Mais que tudo, pai de família exemplar. Sob a guarda do Major, o preço era virar pistoleiro, como os demais, e lhe faltava qualquer inclinação pra esse tipo de vida. Não era de derramar o sangue inocente; isto, não tinha coragem de matar a quem nunca lhe fizera mal algum. Chorou, arrependido. Por que não ter

confiado na justiça de Deus? Depois daí, decidido. nem deixou clarear o dia, já começando os sons dos passarinhos, e tocou de volta pra casa, entregar-se à polícia, seja o que Deus quiser. Em vez de tornar-se pistoleiro, a troco da proteção do Major contra a polícia, ficaria mais bonito assumir a responsabilidade do seu crime. Era um homem. Deu sorte; contou desde logo com o serviço voluntário do advogado da cidade, solteirão, bom conceito, pessoal como profissional, e que havia dias andava de flertes, bem-intencionados, com Maria Celeste – a filha dele, Chaguinha.

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entrevista

ÉRIKa PeDRosa

Cerca de 350 milhões de pessoas deverão sofrer de depressão até 2020

Por Nara Andrade Para a Revista Domingo

S

egundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças mentais e neurológicas já representam 13% do total de todas as doenças do mundo e é um terço das patologias não transmissíveis. DOMINGO conversou sobre o assunto com a psicóloga Érika Pedrosa Rocha Fernandes, formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com 13 anos de experiência e formação em clínica psicanalítica e especialista em Desenvolvimento Infantil e está se especializando em Ciências Forenses e Perícia Criminal, e ainda para atuar como psicóloga perito de trânsito. Atualmente, Érika Pedrosa é psicóloga da Unidade Integrada de Saúde Mental de Mossoró (UISAM), no Centro de especialidades médicas da Prefeitura de Serra do Mel, e também atende em seu consultório particular.

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entrevista DOMINGO – A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta semana que as doenças mentais e neurológicas atingem aproximadamente 700 milhões de pessoas no mundo. Quais as doenças mais comuns? ÉRIKA PEDROSA – Transtornos ansiosos, depressão, fobias e pânico. Sob o ponto de vista neurológico, vemos uma grande incidência das epilepsias, Alzheimer e doenças próprias do desenvolvimento. QUAL a causa dessas doenças? ESTUDOS apontam para a própria condição de vida a que estamos submetidos. As pressões do dia a dia, violência, maior exposição a riscos, a fatores estressantes, perda na qualidade dos vínculos afetivos, concorrência, busca desenfreada pelo ter, prejuízos nas relações sociais, além de questões hereditárias, genéticas. DOENÇAS psicológicas podem acarretar problemas físicos? SIM. Doenças de pele, gástricas, as doenças autoimunes, principalmente lúpus, artrites reumatoides, dentre tantas outras, até mesmo alguns tipos de câncer e de cardiopatias estão associadas a causas emocionais. EXISTE um grupo de pessoas mais vulnerável a essas doenças? ATÉ então, havia uma predominância no universo feminino. Todavia, percebe-se hoje que independe de sexo, classe social. Está mais relacionada ao estilo de vida, predisposição e também a aspectos de personalidade. AS CRIANÇAS também são afetadas por problemas psicológicos? SIM. E muito! Na verdade, as crianças são o sintoma da família. Elas absorvem as questões familiares e sociais e transmitem por meio do comportamento, dos problemas de aprendizagem. Hoje, são muito comuns as depressões infantis, as fobias e ansiedades. COMO identificar a ocorrência de doenças mentais e neurológicas e quando é preciso procurar um médico? AS DOENÇAS mentais se manifestam principalmente por meio de alterações comportamentais. Sempre que for percebida alguma mudança significativa nesse aspecto, é importante buscar ajuda, orientação. QUAIS as principais diferenças no trabalho do psicólogo, psiquiatra e psicanalista e em que casos eles de-

vem ser procurados? O PSICÓLOGO tem como instrumento de trabalho o comportamento, as emoções. Preocuparmo-nos com as alterações deste e suas implicações na vida cotidiana. O psiquiatra observa quais as causas orgânicas, físicas que estão provocando as alterações comportamentais. O psicanalista, no Brasil, não é profissão. É uma escola da Psicologia. Para atuar como psicanalista, é preciso que o profissional psicólogo ou psiquiatra tenha uma formação na área, participe de grupos de estudo e discussão na área e principalmente tenha se submetido à análise. PELO menos um terço das pessoas que sofrem com problemas mentais e neurológicos não tem acompanhamento médico. Qual a importância de procurar acompanhamento profissional? O ACOMPANHAMENTO profissional é imprescindível, não somente para diagnosticar, mas para oportunizar um tratamento adequado, não somente medicamentoso. Primordialmente, um tratamento multidisciplinar, psicoterapêutico que proporcione uma melhor qualidade de vida e integração social. MUITA gente deixa de procurar

psicólogos ou profissionais da área por preconceito ou mesmo por achar desnecessário? EMBORA esse preconceito tenha diminuído bastante, ainda é perceptível. Muito por falta de conhecimento mesmo a cerca da importância do profissional, mas também por não ter uma visão de saúde mental como algo prioritário. O NÚMERO de casos de pessoas com doenças mentais e neurológicas é alto aqui em Mossoró? SIM. É um número considerável, mas que não foge aos padrões da OMS. Todavia, é necessário estarmos atentos, haja vista a perspectiva de crescimento. Hoje, as doenças mentais já se configuram como a segunda causa de afastamento do trabalho e aposentadoria no INSS. Perde apenas para as LER / DORT (lesão por esforço repetido / doenças ocupacionais do trabalho). EXISTE algum tipo de prevenção para problemas mentais? PRIMORDIALMENTE, investimento em qualidade de vida, em programas de redução do estresse, fortalecimento dos vínculos sociais e afetivos, lazer, entre outros.

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Megafusão

Photoshop

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)) Crazy Desesperate, imagem manipulada por Welison Alexandre, ganhadora do prêmio “Adrenalina Pura”


Photoshop

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esigner gráfico há 17 anos, o mossoroense Welison Alexandre começou a se aventurar na área de fusão de imagens há cerca de um ano e já conseguiu reconhecimento internacional. Apesar de recente, o trabalho com manipulação de imagens já lhe rendeu alguns prêmios. O último foi a vitória no concurso “Adrenalina Pura”, que acontece dentro da programação do maior evento de photoshop da América Latina, o Photoshop Conference – SP. Com o prêmio, Welison Alexandre foi destaque nos maiores sites de photoshop do cenário internacional. Ele também teve uma de suas imagens publicada na renomada revista “Photoshop Creative”, do Reino Unido. No entanto, apesar de todo o reconhecimento e prêmios conquistados, o designer afirma que a maior conquista para ele foi ter sido reconhecido pelos maiores artistas da área. O mossoroense afirma que a vitória no “Adrenalina Pura” foi uma grata surpresa. “Participei do evento no ano passado, e no início deste ano enviei meu trabalho e fiquei entre as seis pessoas selecionadas para apresentar para a plateia. Fui o último a apresentar e os trabalhos anteriores ao meu eram fantásticos. Para a minha surpresa, felicidade e realização de um grande sonho, o meu trabalho foi escolhido pela plateia como o melhor, sendo bastante aplaudido pelos presentes; isso me proporcionou uma felicidade inexplicável que ainda não tinha experimentado em minha carreira profissional”, comenta. Welison Alexandre conta que o inte-

Welison Alexandre

www.photoshop creative.co.uk/user/ welison_alexandre

“This work expresses the greatness of children and hope for the future. I worked in Camera Raw, using masks and colour adjustments, changing light and shadows, as well as highlight detail. I finished with a vignette effect.”

IMA

GE OF TH E MON TH

Markus Müller

www.photoshopcreative. co.uk/user/muellerphotodesign

“The composition looks simple, but consists of 15 images. The working time was six hours in Photoshop CS5. The idea was to create an example of a movie poster for a fantasy film.”

Photoshop Creative 006-013_PC_100 Readers Gallery.indd 7

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)) Imagem publicada neste mês em uma página

10/04/2013 18:43

da revista Photoshop Creative Reino Unido

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Photoshop resse pela manipulação de imagens começou depois que participou do Photoshop Conference 2012. “Percebi um horizonte nunca antes imaginado por mim, daí em diante fiquei apaixonado pela arte de manipulação onde se pode fazer o que a mente imaginar”, frisa. Entre suas principais referências está o trabalho de artistas considerados por ele como mestres, dentre os quais Alexandre Keese, Getulino Pacheco, Kauê Luz, Erica Dal Bello, Calvin Hollyoowd e outros. Apesar de utilizar as técnicas de manipulação e fusão de imagens no seu trabalho como designer gráfico em uma empresa de publicidade, Welison Alexandre diz que como hobby prefere trabalhar imagens surreais e temas sombrios. Welison Alexandre ainda é um dos poucos mossoroenses a fazer esse tipo de trabalho, que já é bastante difundido no Brasil. Ele afirma que a manipulação de imagens é um trabalho antigo, mas ainda precisa ser bastante explorado. “Hoje em dia a manipulação já é muito utilizada em publicidade, pois consiste na junção de várias imagens para formar uma só; essa é uma das vantagens desse sistema digital. Com essa manipulação das imagens, descartou-se a dependência de ambientes e tempo, tudo pode ser criado em estúdio, algo que acabou facilitando muito a vida dos publicitários para a elaboração de peças”, afirma. Para conseguir os resultados desejados, além da grande criatividade é ne-

cessário o respaldo de ferramentas específicas. E o artista mossoroense indica alguns programas que utiliza no seu trabalho.

Ricardo Lopes

)) Designer gráfico Welison Alexandre 8

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“Na minha opinião, as melhores ferramentas são o Photoshop CS6 e o Cinema 4D (programa para criar cenários, e peças em 3D)”, orienta.


High tech

Santa

tecnologia Padres entram na onda e se rendem ao uso de ferramentas tecnológicas e redes sociais

)) Vigário da Catedral de Santa Luzia, o padre Walter Collini usa tablet durante celebrações

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High tech

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onda tecnológica que já tomou conta de diversos segmentos da sociedade está invadindo a Igreja Católica ao redor do mundo. Uma prova disso era a conta em uma rede social mantida pelo papa emérito Bento XVI, durante o seu pontificado. Joseph Ratzinger foi o primeiro pontífice a utilizar a internet para se comunicar com a sociedade. Já o cardeal dom Jorge Bergoglio, o papa Francisco, eleito no último mês de março, também mantinha perfis em redes sociais. Atualmente, o pontífice já conta mais de 100 mil seguidores em uma conta na rede de microblogs, traduzida para nove idiomas. Os padres da Diocese de Santa Luzia, em Mossoró, também já se renderam às

novas tecnologias. A própria Diocese está presente na internet, mantendo o blog (www.diocesedemossoro.blogspot. com.br) com atualizações diárias. O vigário da Catedral de Santa Luzia, Pe. Walter Collini, é um exemplo de representante da igreja usuário das ferramentas tecnológicas. Muitos frequentadores da catedral se surpreendem com o fato de o religioso utilizar um tablet durante as celebrações. Padre Walter conta que foi o primeiro sacerdote da Diocese de Santa Luzia a possuir um computador, um Comodore 64. Em 1990, o religioso já possuía o seu segundo micro, modelo PC 286. Ele também foi o primeiro padre da Diocese a utilizar a internet. “Comprei o HD maior da época, que,

)) Padre Talvacy Chaves passa 80% do seu tempo na internet

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tinha 40 megabytes de memória. E, mesmo assim, consegui digitar nele o arquivo dos batizados e casamentos da paróquia de Martins. Na época, praticamente não existiam programas. Você é que deveria aprender a programar”, lembra-se. Hoje, o Pe. Walter conta com um verdadeiro aparato tecnológico que lhe ajuda no seu dia a dia. Além do tablet utilizado durante as celebrações, o religioso possui um notebook e um smartphone. Nesses equipamentos, o padre carrega sua agenda, várias edições de Bíblias, vários documentos da Igreja, do Concílio Vaticano II, por exemplo, o Direito Canônico, O Catecismo, Os 4 volumes da Liturgia das horas, a Liturgia do dia, seus e-mails e muitos outros arqui-


High tech

)) Um dos perfis mantidos pelo Pe. Talvacy em uma rede social vos necessários para o seu trabalho. Como o padre possui uma deficiência visual, contando apenas com 30% de visão no olho direito, ele afirma que a luminosidade do tablet o ajuda na hora da celebração, já que reúne no aparelho anotações, comentários, as orações, as leituras, a Homilia, os Dizimistas aniversariantes do dia, as intenções de missa e os avisos. Bem humorado, o religioso afirma que o smartphone o acompanha em todos os momentos. Ele explica que esse equipamento serve como agenda atualizada, um telefone com 2 chips, a internet, um relógio despertador, uma máquina fotográfica, uma filmadora, um gravador, um radinho FM, um caderno de notas e lembretes, e ainda, um GPS, para não se perder. O uso de e-mail também é uma praticidade tecnológica da qual ele não abre mão. Inclusive, a entrevista foi feita por e-mail, atendendo um pedido do sacerdote, já que estava com a agenda cheia nesta semana. Pe. Walter também acredita que a escrita facilita a compreensão

e evita equívocos. Sobre os perfis em redes em sociais, o religioso afirma que não tem, apesar de reconhecer que são um ótimo meio de evangelização. “Propositalmente, não tenho. Apesar de dormir pouco – vou dormir às 11 da noite e me levanto às 3 da madrugada –, não acho o tempo para isso”, comenta. REDES SOCIAIS Outro exemplo de sacerdote que não abre mão da comodidade promovida pelas novas tecnologias é o Pe. Talvacy Chaves de Freitas. Ele afirma que passa 80% do seu tempo na internet. “Tenho Facebook, Twitter, blog, Linkedln, Instagram, Skype e outros. Vivo na rede porque nela sou ator, produtor, formador de opinião, não um mero telespectador. Amo entrar na rede (também aquela da varanda) porque nela estão meus irmãos, primos, tios, paroquianos, amigos e amigas, professores, todas as pessoas caras, além de uma maré de informações, com pontos de

vistas plurais, menos homogeneizadas e menos fantasiadas”, frisa. Padre Talvacy cita o padre jesuíta italiano Antonio Spadaro, guru da cultura digital, ao falar sobre o objetivo dos seus perfis nas redes sociais. “A Igreja nas redes sociais tem, basicamente, dois objetivos: criar uma relação de comunhão sincera com as pessoas e anunciar o Evangelho. Anunciar o Evangelho nas redes sociais não é encher a timeline do Facebook com comoventes citações bíblicas, correntes de orações, imagens de santo”, afirma. Para ele, a Igreja está entrando em uma nova era, marcada pela evangelização na internet. Pe. Talvacy explica que a Igreja não somente deve usar bem as novas tecnologias para expandir o Reino de Deus no mundo, mas ela é convidada a viver de forma saudável no ambiente das redes sociais. “Metade da população urbana já vive nas redes sociais. Portanto, estaríamos cometendo um pecado grave se ignorássemos esse novo continente digital”, conclui.

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artigo

Parte 9

ENteNDa a mÍDIa – WILLIam RobsoN *

Midiologias I

É

pertinente iniciar esta abordagem a partir do pensamento de Marshall McLuhan acerca do que ele denominou de “artefatos humanos”, das ferramentas primitivas à mídia eletrônica, considerando serem as extensões dos indivíduos ou como Hans Hass aponta, traduz-se no resultado da capacidade humana de “criar órgãos adicionais”. Este órgãos ou artefatos podem ser “língua, leis, ideias, hipóteses, ferramentas, vestuário, computadores”, permitindo vantagens como não terem necessidade de nutrição, de poderem ser guardadas ou descartadas e apresentarem características intercambiáveis. Aí vale citar o exemplo apontado por Hass no texto de McLuhan de que as extensões permitem o desempenhar de vários papéis, funções, de “forma que, quando ele (o indivíduo) empunha uma lança, é caçador, e quando manobra um remo, é navegante”. Mas, a preocupação de McLuhan ante estas extensões é com seus efeitos, que por trazer consigo todo significado das simbologia humana, tem um caráter destrutivo, visto que o homem não estaria devidamente equipado para enfrentar suas consequências. Tal preocupação o levou à abordagem e visões acerca do funcionamento, ações dos artefatos sobre a sociedade, configurando as “Leis da Mídia”, a serem incluídas em livro. Basicamente, McLuhan estabeleceu questões que acreditava formatar uma espécie de conceituação metodológica capaz de compreender os efeitos. São quatro perguntas: o que a tecnologia amplifica, melhora ou aumenta?; o que ela torna obsoleto?; o que ela resgata ou recupera de um passado distante? (algo que foi rejeitado); o que ela transforma ou inverte subitamente quando levada a seus limites?. Diante de vários exemplos apontados no texto “O homem e os meios de comunicação”, de 1979, McLuhan compatibiliza a mídia eletrônica em seu método que abarca as quatro questões de “melhoria, obsolescência, recuperação e reversão”. A mídia eletrônica tanto amplifica o raio de atuação da informação, quanto o visual (não sob o ponto de vista estético, mas sob o aspecto presencial), possibilitando, além da maior difusão informacional, o surgimento do “ho-

mem eletrônico”, sem corpo. McLuhan alerta para as consequências deste fenômeno: “A implicação de uma existência desencarnada, incorpórea, no mundo da informação é algo para o qual nosso sistema de educação não nos preparou” (p.341). Ao comparar realidades distintas vividas pela sociedade, a primitiva e a civilizada, McLuhan descreve uma civilização construída com base no alfabeto, proporcionando uma leitura diferente do mundo, uma “apreensão não-acústica” das sociedades primitivas. O autor evita estabelecer juízo de valor sobre estas sociedades, apenas apontando que o “homem visual, com sua propensão racional e agressiva, foi inventado pelo alfabeto visual”. Uma sociedade formada e condicionada pelo alfabeto como elemento de interpretação e significação do mundo, remete ao texto de Vílem Flusser, “O Mundo Codificado”. O alfabeto é um código e os códigos, em geral, resultam do impacto da revolução da comunicação na sociedade. Ou seja, os indivíduos vivem num mundo sígnico, de elementos bidimensionais, repleto de cores no atual entorno, com proposta de comunicar algo, de transmitir algo. Flusser considera que há, atualmente, um aumento da importância destes códigos bidimensionais frente aos unidimensionais, a exemplo do alfabeto. Seria como se a humanidade estivesse retornando à origem do que já foi percorrido, visto que antes da invenção da escrita, ela se comunicava através de imagens. Flusser mostra que, nem com o advento da escrita, as imagens perderam sua função de significação, embora a escrita tenha conseguido se impor com o passar do tempo. A comunicação é, considerando estes pontos, uma substituição, em que os “homens têm de se entender mutuamente por meio dos códigos”. Esta relação sígnica do homem com o mundo, compreensível segundo códigos bidimensionais ou unidimensionais, possibilita fazer um tensionamento com o uso dos infográficos na transmissão de informação, por seu caráter imagético, repleto de códigos convencionados que são expostos aos leitores que seguem um percurso linear para ser apreendido (assim como

imagens primitivas), ou seja, a diacronização da sincronicidade. Ela possibilita que o infográfico se estabeleça como narrativa, um instrumento capaz de sistematizar e representar um dado evento. Mas, ao confrontar o pensamento das “Capilaridades da Comunicação” de Baitello Jr (foto) com a ampliação dos códigos bidimensionais de Flusser, percebe-se a definição de um novo conceito, o “neoanalfabetismo civilizado”, que para Baitello, “declina evidentemente a escrita alfabética elaborada, mas não a escrita como um todo, que se contamina e transforma regressivamente em escrita neopictogramática ou em alfabetos neoideogramáticos de fácil assimilação, mais amigáveis ao tempo veloz, menos exigentes em sua aprendizagem, mais simples em sua imediatez e, sobretudo, aptos a gerar leitores com crescente simplicidade”. O autor critica este processo e cita que o jornalismo utiliza de “estratégias de emburrecimento” (termo criado por Wertheimer e Zima), ao enfatizar a utilização de elementos como ilustrações, gráficos, manchetes, textos curtos, frases curtas. Ou seja, a infografia, um instrumento de linguagem bidimensional para uma civilização cada vez mais visual, dependentes de códigos para apreensão do mundo, se configura também como uma peça estratégica de emburrecimento e do neoanalfabetismo civilizado de Baitello.

!

Para saber mais

McLUHAN, Marshall. O homem e os meios de comunicação (1979). In: ____. McLuhan por McLuhan: entrevistas e conferências inéditas do profeta da globalização. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005, p. 326-351. FLUSSER, Vilém. O mundo codificado. In: ____. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2007, p. 126-137. BAITELLO JR., Norval. As capilaridades da comunicação. In: ____. A serpente, a maçã e o holograma: esboços para uma Teoria da Mídia. São Paulo: Paulus, 2010, p. 103-120.

* A série ENTENDA A MÍDIA se propõe a oferecer aspectos reflexivos para estudantes e admiradores dos estudos da comunicação, com aplicações acadêmicas e exemplos do cotidiano. 12

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sua carreira

RafaeL DemetRIUs

Como se sair bem em uma entrevista de emprego

A

questão da postura é fundamental para causar uma boa impressão durante a entrevista. É preciso sentir-se seguro, x mas sem parecer arrogante. A linguagem corporal, ou não verbal, é a maior responsável por uma conexão imediata entre duas pessoas. Por isso, o entrevistador analisa a aparência, a voz e a maneira de se comunicar do profissional. Na sala de espera não há nada mais desastroso do que um candidato sentado de maneira desleixada. Há ainda os que demonstram claramente seu nervosismo, seja balançando a perna, murmurando palavras desconexas (como se estivesse ensaiando uma fala) ou deixando os ombros caídos sem uma atitude visivelmente ansiosa. Portanto, mesmo enquanto aguarda o momento da entrevista, o profissional deve ficar atento à sua postura. A primeira impressão precisa ser positiva. Quando o entrevistador se aproxima, o candidato deve sorrir e cumprimentá-lo olhando diretamente para ele, apertar sua mão de maneira firme, porém cordial. Se apresentar problemas de sudorese nas mãos, é importante usar um gel antitranspirante e manter um lenço de papel estrategicamente guardado no bolso do paletó ou dentro da agenda de mão. A questão da postura é fundamental para causar uma boa impressão durante a entrevista. O candidato deve manter o corpo ereto, mas sem denotar rigidez ou falta de flexibilidade. É interessante que se movimente em direção a seu interlocutor para demonstrar motivação pelo assunto, sem, contudo, ultrapassar os limites do bom senso. As roupas e acessórios que utilizar devem ser conservadores e neutros. Na dúvida, é melhor apostar no terno e gravata para homens e num conjunto de calça e blazer para as mulheres. Essas e mais outras dicas vocês encontrarão agora nesta coluna. Informe-se Mesmo que o anúncio da vaga responda a tudo que você gostaria de saber, pesquise mais sobre a organização que está contratando, sobre o mercado dela, oportunidades e concorrentes. Nada vai impressionar mais o seu entrevistador ou banca do que perceber que você tem conhecimento de assuntos correntes sobre o tema. Não se limite ao site da empresa, pesquise notícias e, se possível, recorra a algum contato que conheça a organização.

Chegue a tempo Mesmo em casos de entrevistadores benevolentes, que permitirão que você seja entrevistado mesmo chegando atrasado, a impontualidade conta muitos pontos negativos. Planeje antes sua rota para chegar a tempo. Dependendo da natureza da entrevista, você pode estar entrevistado por chefes das áreas em que há vagas, e não tenha dúvida de que o tempo deles é valioso. Planeje chegar 15 minutos mais cedo, e use o tempo extra para relembrar ou revisar suas anotações, ou mesmo para trocar ideias com outros candidatos ou com alguém da organização que esteja na sala de espera, mesmo que casualmente. Eu sempre procuro passar na sala de espera antes das entrevistas, me identifico claramente (sem pegadinhas) e espero para ver quem tem iniciativa de conversar e fazer perguntas inteligentes. Polidez Seja educado e civilizado, tanto na sala de espera quanto na entrevista. Não masque chiclete, não fique olhando para o relógio, desligue o celular. Evite fumar, e não abuse do cafezinho. Fair play Nunca fale mal de sua antiga empresa, empregadores, fornecedores ou clientes – nem mesmo na sala de espera, e principalmente na entrevista. Este conselho serve também para a sua vida pessoal. Traje Use o bom senso na hora de escolher a roupa, e separe-a e revise-a já na véspera. Mostre que você se dedicou para escolher uma roupa adequada a um ambiente profissional e à imagem da organização. Mas não exagere! Pratique e treine Obtenha ou prepare uma lista de perguntas típicas de entrevistas de emprego e convide alguém de sua confiança para praticar a lista várias vezes. Se possível, grave e depois ouça. O ideal é chegar ao ponto em que você responde a qualquer uma das perguntas básicas sem parar para pensar mais do que alguns segundos nem dizer os típicos “Ééééé”, “Ahhhhh”, “Bom...”. Mas cuidado para não se precipitar – você deve refletir, para responder exatamente o que foi perguntado – sem ser monossilábico. Interaja, mostre que você tem conteúdo. Mas nunca exagere!

Currículo Revise e reveja seu currículo, tenha uma cópia dele consigo no momento da entrevista, e se alguma das suas respostas for divergir do que constava no currículo que você enviou à empresa, explique a razão, pois seus entrevistadores irão perceber, ainda que não falem nada a você na hora.

Antecipe o mais difícil Planeje boas respostas (mas sempre totalmente sinceras) para perguntas potencialmente difíceis, como a lista de seus pontos fortes e fracos, ou a razão pela qual você deixou seu último emprego. Uma boa resposta para a questão dos pontos fracos começa com “Eu percebi que não estou tão bem quanto gostaria no aspecto X, e por isso ultimamente tenho tentado corrigir isto fazendo Y”. Mas só é boa se for verdade mesmo.

Evite emergências Na véspera, durma bem e se alimente de forma segura, evite chegar com o rosto marcado pelo sono, ressaca, ou atrasado por que dormiu demais.

Saiba o que perguntar Tenha boas perguntas preparadas. Se o seu entrevistador abrir espaço para que você faça perguntas e você não tiver nenhuma, isso pode passar uma imagem de desinteresse ou de desatenção.

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adoro comer

DaVI moURa

Sucos especiais da Doces e Salgados De tempos em tempos, para desintoxicar o organismo e regular o peso como quero, criei a Semana Magra. Trata-se de um período que abdico de todas as guloseimas, reduzo drasticamente as quantidades de sal e açúcar e como rigorosamente a cada 3 horas, além de ingerir muito líquido. Na semana em questão, os lanches da tarde seguiam bem leves, sempre com um suco e barrinhas de cereal. Em um dia que almocei pouco, passei pela Doces e Salgados e peguei o cardápio de sucos. Várias opções eram com sorvete e leite condensado, mas achei um interessante feito com morango, uva e suco de laranja – pedi para retirar todo o açúcar. Ficou azedinho, gostoso e segurou bem até o jantar. Indico!

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Sushi de tomate seco

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Casa do Bolo em Mossoró

Os bolos de Sílvia Aires A mídia social que eu mais gosto, sem dúvida, é o Instagram. Além de ser rápida, permite uma interação com o que cada um tem a oferecer de melhor em relação à produção de conteúdo. Foi nela que eu conheci a @SilviaAiress! Ela, que faz bolos em sua casa, presenteou o blog com um bolo de morango. O nosso bolinho tinha a massa de bolo fofo normal, mas com um formato externo bem diferente, provavelmente pelas formas que Sílvia usa para fazer que a gente coma com os olhos. Ao invés de ser completamente coberto com a cobertura, o bolo segue a tendência do naked cake, mais ousado, com a própria massa aparecendo. É docinho na medida certa e pode servir desde um aniversário até um chá da tarde. Quer provar? É só ligar para Sílvia, por meio dos números (84) 88002055, 9489-5443 e 9686-3493

A promoção dos 50% OFF do Trattoria está sendo uma loucura total e absoluta para a minha vida. Comi sushi em vários dias da semana. E qual o truque para comer bem, em uma quantidade boa, e não quebrar a dieta? A maioria dos meus eram compostos por hossomakis de tomate seco, além de todas as opções não contar com cream cheese em sua composição. Os fritos também não entravam no prato. Ah, peguei leve no molho shoyu também. Tiro e queda!

A Casa do Bolo já é bem conhecida na capital potiguar. Quem é de Natal já está familiarizado com o sabor de bolo da vovó da Casa do Bolo, cujo diferencial é se apresentar em cada cantinho da cidade, de forma que o bolo, que já é acessível pelo preço, também seja pela localização. A primeira loja foi inaugurada em Mossoró nesta semana. A proposta é, além de ser um lugar acessível para comprar aquele bolinho gostoso, servir como um point para um bom lanche, já que vão servir salgados, sucos etc. Os produtos são simples, bem comfort food. Os precinhos são super em conta, começando com R$ 4,99 nas opções básicas e R$ 5,99 nas opções especiais, como milho, macaxeira e batata doce. A primeira loja já está aberta na Av. Presidente Dutra, Alto de São Manoel, ao lado do Banco Itaú. O telefone é (84) 8704-6650.

Os bolos e tortas de d. Aída Nascimento D. Aída Nascimento atende em sua própria casa, que fica no bairro Boa Vista, pertinho da Pousada Shalom. Além de atender encomendas, ela distribui para a praça de alimentação da UnP. Sua especialidade são os bolos e tortas, que já fazem sucesso entre a clientela. Sejam grandes ou pequenos, para o lanche da tarde ou para um grande aniversário, ela atende a todos os gostos. Destaque máximo para o destruidor Bolo Prestígio. Seu interior é de chocolate e o beijinho – feito com coco fresco – fica em volta do bolo. No centro dele, há uma generosa e gostosa calda de chocolate. Vale salientar que foi recorde de curtidas no Instagram do blog! Eu gostei bastante e já deixo os números de telefone para que você faça o seu pedido: (84) 88089936, 9672-8586 e 3314-5221.

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Dica da nutricionista Nossa querida Kaline Melo deixa o conselho: seguir uma dieta não deve ser algo rígido ou que não dê prazer. Seguir uma dieta deve ser algo tão comum quanto tomar banho e vestir-se e é exatamente por isso que ela deve ser parecida com sua alimentação convencional, porém com suas devidas adaptações. É por esse mesmo motivo que atualmente as pessoas têm escutado muito sobre a reeducação alimentar. Comida de preço inacessível? Claro que não! Antes de prescrever uma dieta o fator socioeconômico também deve ser analisado! Acredito que a natureza já nos deu tudo o que precisamos, porém, se você deseja comprar um alimento mais caro, porém com o mesmo valor nutricional que um mais barato, a escolha é sua. Não ache que comer bem é sinônimo de gastar muito! Comer bem e nutrir-se adequadamente é o resultado de boas escolhas!

Aproveite e acesse o http://blogadorocomer.blogspot.com para conferir esta e outras delícias! 14

Jornal de Fato | DOMINGO, 26 de maio de 2013


Torta de Canjiquinha

adoro comer

Receita do site M de Mulher, para entrar em clima junino INGReDIeNtes • 1 colher (sopa) de margarina • 1 cebola picada • 1 xícara (chá) de canjiquinha (milho quebrado ou quirela) • Sal a gosto • 1 ovo • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo • 1 colher (sopa) de queijo ralado • 1 colher (sopa) de salsa picada • 1/2 xícara (chá) de tomate picado • 1 xícara (chá) de leite

MODO DE PREPARO • Aqueça metade da margarina e refogue a cebola. Junte a canjiquinha e refogue por três minutos; • Adicione água fria até cobrir e tempere com sal. Cozinhe até que a canjiquinha fique macia; • Aqueça o forno a 180ºC; • Transfira para uma vasilha e acrescente o ovo batido, a farinha de trigo, a margarina restante, o queijo ralado, a salsa, o tomate e sal. Mexa bem e adicione o leite aos poucos; • Misture e despeje em uma fôrma untada e enfarinhada; • Leve ao forno até dourar. Dica: sirva com carnes ou frangos grelhados.

Jornal de Fato | DOMINGO, 26 de maio de 2013

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