editorial ao leitor
“Estou ficando cansado”
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Boa leitura, Nara Andrade
p4 Entrevista
Músico mossoroense Artur Soares fala da indicação a quatro categorias do Prêmio Hangar de Música 2013
erto de completar 84 anos, dos quais, mais de 50 dedicados ao Colégio Diocesano de Santa Luzia (CSDL), o padre Sátiro Cavalcanti Dantas afirma que está se sentindo cansado, devido às diversas atividades que realiza. Ele ainda não decidiu a data em que passará a direção do Diocesano ao seu sucessor, padre Charles Lamartine, atual vice-diretor do colégio, mas afirma que a qualquer momento poderá anunciar sua aposentadoria. Em conversa com a revista DOMINGO, padre Sátiro fala da vida sacerdotal, lembra de fatos importantes da história do colégio sob a sua direção, das contribuições à educação do Rio Grande do Norte. Nesta semana, DOMINGO traz também um material sobre o descarte correto de pilhas e baterias. Pela dificuldade de encontrar postos de coletas em Mossoró, muita gente acaba jogando esse material nocivo ao meio ambiente no lixo doméstico. Apesar de ser regulamentada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), em Mossoró a maioria dos estabelecimentos comerciais recolhe esse material e dá a destinação correta. Em parceria com o JORNAL DE FATO, a Ordem Demolay da Loja Maçônica 24 de Junho está realizando o projeto “Caixinha de Sorrisos”, com o objetivo de arrecadar brinquedos que serão distribuídos entre crianças de uma comunidade carente da cidade de Mossoró. Ainda dá tempo de contribuir. Até o dia 12 de outubro, Dia das Crianças, os postos de coleta vão receber as doações. Na entrevista da semana, DOMINGO conversa com o músico Artur Soares, único mossoroense indicado ao Prêmio Hangar de Música 2013, que acontecerá no próximo dia 8, no Teatro Riachuelo, em Natal. O músico, que investe no trabalho autoral, fala da carreira, da expectativa para a premiação, do seu primeiro disco e da agenda de shows.
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Aposentadoria Padre Sátiro Dantas afirma que está cansado e pode anunciar afastamento de atividades em breve
Descarte legal
Apesar de regulamentação nacional, Mossoró conta poucos postos de coleta de pilhas e baterias usadas
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Sua carreira Rafael Demetrius: Dicas para sair do vermelho
Adoro comer Colunista Davi Moura: Lasanha de Frango
• Edição – C&S Assessoria de Comunicação • Editor-geral – William Robson • Editor – Nara Andrade • Diagramação – Ramon Ribeiro • Projeto Gráfico – Augusto Paiva • Impressão – Gráfica De Fato • Revisão – Gilcileno Amorim e Stella Sâmia • Fotos – Carlos Costa, Marcos Garcia, Cezar Alves e Gildo Bento • Infográficos – Neto Silva Redação, publicidade e correspondência Av. Rio Branco, 2203 – Mossoró (RN) Fones: (0xx84) 3323-8900/8909 Site: www.defato.com/domingo E-mail: redacao@defato.com Domingo é uma publicação semanal do Jornal de Fato. Não pode ser vendida separadamente.
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Jornal de Fato | DOMINGO, 6 de outubro de 2013
conto
josÉ NIcodemos*
Neurose da cidade grande
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Envie sugestões e críticas para o e-mail: aristida603@hotmail.com
)
O
dia todo na rua. Chegava em casa de noite para o banho e trocar de roupa, e ganhava o mundo. A mãe, nordestina e de vida doméstica, reclamava. Aquilo não era jeito de viver. A filha parasse em casa. É que Marília não podia suportar aquele vão único de favela em que morava, não se sabia o que era sala, quarto e cozinha, tudo uma coisa só. É verdade que nascera e se criara ali, numa promiscuidade total, mas não tinha jeito de se acostumar. Sentia-se como que sufocada. A falta de espaço esgarçava-lhe os nervos, roendo-lhe o juízo. Um malestar dos diabos. Tinha era mesmo de sair por aí, sei lá, as mais vezes sem saber para onde. Uma angústia espacial. Dias havia em que tinha vontade era de ficar em casa a curtir suas músicas no aparelho de som que comprara em prestações, com grande sacrifício, ganhava muito pouco do serviço avulso de faxineira em casas residenciais. Mas é que, naquele aperto físico do quarto, o desconforto, sufocante, não lhe permitia relaxar, de corpo e alma. Uma agonia nervosa, desligava o aparelho de som, trocava de roupa, largava-se por aí, à toa. Vezes, um pagode ali mesmo na favela, a gafieira, outras vezes a alternativa era mesmo a das ruas do asfalto, lá embaixo do morro. A amplidão da cidade dava-lhe uma como
Uma vez, terminada a faxina na casa de um psicólogo, este se pôs à disposição de Marília para ir deixá-la em casa, estava de folga do hospital onde trabalhava
sensação de pássaro em liberdade. De oxigenação. Enfim, do pertencimento de espaços. Até da própria vida. Uma vez, terminada a faxina na casa de um psicólogo, este se pôs à disposição de Marília para ir deixá-la em casa, estava de folga do hospital onde trabalhava. Ela agradeceu-lhe, preferia ficar dando umas voltas pela cidade, e contou-lhe o seu problema habitacional. Uma tortura mental. Na rua, sentia-se bem, livre daquela angústia. A abertura da cidade. E o psicólogo marcou-lhe umas sessões de psicoterapia, não lhe custaria
nada. Era um prazer ajudá-la. Pedindolhe desculpa, Marília não aceitou. O seu problema não era propriamente psicológico ou mental; dava-se, isto sim, concretamente, numa realidade de vida que não teria como resolver. Impossível. Dependurou a bolsa no ombro, despediu-se muito agradecida, e foi bater as pernas pelas ruas do comércio, saciandose de espaços. De um pertencimento interior que lhe fazia bem, até permitindo-lhe ocasiões de sonhar com a felicidade que tanto almejava. Essa neurose da cidade grande.
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entrevista DOMINGO – Você foi indicado em quatro das 20 categorias do Prêmio Hangar de Música 2013. Qual a importância desse tipo de premiação? ARTUR SOARES – Bem, acredito que o Prêmio Hangar seja bem-vindo no currículo de qualquer artista, afinal, artistas consolidados como Caetano Veloso, Pitty, Eduardo Taufic, Khrystal e Zeca Baleiro já o receberam. Admito que a indicação do prêmio é, para mim, mais valiosa do que o próprio troféu, já que vou estar nessa festa concorrendo ao prêmio com vários ídolos e colegas da música.
ARTUR SoaRes
COMO é para você estar concorrendo com tantos nomes importantes da música potiguar? É, ANTES de tudo, meio difícil de acreditar. Há dois anos eu nem pensava em gravar algo e, de repente, me vem a ideia do registro das músicas e a construção do disco. É um prazer imenso estar participando da premiação junto a grandes nomes da nossa música.
“Acredito que as coisas fáceis não sejam abençoadas por libélulas ou caracóis” Por Nara Andrade naraandrade@gmail.com
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le é o único mossoroense entre os concorrentes ao Prêmio Hangar de Música 2013. Indicado para quatro, das vinte categorias, Artur Rodrigo Linhares Costa Soares, “Artur Soares”, concorre com nomes como Khrystal e Valéria Oliveira. Os vencedores serão conhecidos durante a 11.ª edição da premiação, próximo dia 8, às 19h, no Teatro Riachuelo, em Natal. Neste ano, o prêmio homenageará Mi-
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rabô Dantas, com o tema: “Canta Teu Lugar e Encantarás o Mundo”. O cantor diz que a expectativa para a premiação é a melhor possível e que é difícil acreditar que está entre os indicados. Autodidata, o músico aprendeu a tocar violão tentando, depois de ganhar um instrumento. Em entrevista à revista DOMINGO, Artur Soares fala da importância da indicação, da carreira, do trabalho autoral, do CD “Bodoque”.
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COMO está a expectativa para o próximo dia 8? A responsabilidade é maior, por você ser o único mossoroense indicado ao prêmio? A EXPECTATIVA é a melhor possível. Eu me sinto bem em saber que estou representando minha cidade na festa do Prêmio Hangar, do produtor cultural Marcelo Veni, assim como foi um prazer levar o nome da cidade para o festival Mada 2013, também em Natal. APESAR de a cena musical ser vasta, apenas uma pequena parte dos músicos, como você, se dedica ao trabalho autoral (corrija-me, se eu estiver errada). Na sua opinião, por que isso acontece? A carreira autoral é mais difícil, por isso a maioria opta por apenas reproduzir? ACREDITO que as coisas fáceis não sejam abençoadas por libélulas ou caracóis. As coisas que nos interessam não são fáceis nem impossíveis. COMO começou sua ligação com a música? DESDE sempre, tenho uma ligação muito forte com a música, me aprofundei aos 12 de idade, quando aprendi a tocar violão, mas minha família sempre foi muito musical. Então, já
entrevista existia uma ligação antes mesmo que eu soubesse. (risos) VOCÊ sempre cantou suas próprias canções ou começou como intérprete de outros artistas? SEMPRE preferi cantar minhas coisas, mas, dependendo do show, incluo músicas de vários artistas. O QUE lhe inspira ao compor suas músicas? ACHO que tudo me inspira. Não sei se a palavra seria mesmo inspirar, mas busco sempre resgatar ou criar, de forma racional, as mais diversas formas de compor. Então, é preciso que tudo esteja bem livre, assim como o riacho e os pássaros.
A MÚSICA “Da minha terra”, do CD Bodoque, é uma das indicadas na categoria Música do Ano. O disco é todo autoral? Ele tem uma temática específica ou traz canções com temas variados? SIM, fiquei feliz pela escolha da música porque é uma das que mais gosto de cantar. A forma como a rima foi feita, as imagens ali expostas, o balanço do xaxado, a melodia nordestina, etc. etc.. O disco é todo autoral e abarca uma temática agreste. Tudo aconteceu muito naturalmente, talvez até devido ao nosso sotaque e aos elementos que utilizo em cada música. ESTE é o seu primeiro álbum? O BODOQUE é o primeiro álbum,
que marca o início da minha carreira como compositor e cantor. ONDE os interessados encontram o álbum? As faixas podem ser compradas pela Internet? Em que local o CD está sendo comercializado? O DISCO pode ser adquirido na livraria Queima Bucha, em frente à Convesti, no centro da cidade, e também pode ser baixado pelo site www. artursoares.com. VOCÊ está com algum projeto novo? O PROJETO para outubro é um pequeno turno de shows pela Lapa, na cidade do Rio de Janeiro.
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Tenho uma ligação muito forte com a música, me aprofundei aos 12 de idade, quando aprendi a tocar violão, mas minha família sempre foi muito musical
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aposentadoria
Apesar de não ter uma data definida, padre Sátiro diz que está preparado para passar a direção do Diocesano e demais funções para o sucessor
“Estou ficando
cansado” N
ascido em 22 de janeiro de 1930, no município de Pau dos Ferros, o padre Sátiro Cavalcanti Dantas dedicou grande parte de sua vida ao Colégio Diocesano de Santa Luzia (CDSL). Ele conta que chegou ao colégio há 58 anos, depois de concluir os estudos na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, onde estudou até 1954. Em 1961, padre Sátiro assumiu a direção do colégio, cargo que ocupa até hoje. Nesses 52 anos como diretor do Diocesano, padre Sátiro desenvolveu outras atividades no setor da educação do Rio Grande do Norte, na Diocese de Santa Luzia e na Fundação Sócio-Educativa do Rio Grande do Norte (FUNSERN), responsável pela Rádio FM Educativa Santa Clara, Congregação das Filhas de Santa Clara, Mosteiro Fraternidade São Francisco de Assis e Santuário de Santa Clara. Próximo de completar 84 anos de idade, o padre Sátiro diz que já sente sinais de cansaço e que pode anunciar sua aposentadoria a qualquer momento. “Eu já estou me preparando para me 6
afastar das obrigações que tenho hoje. Ainda não tenho uma data definida, mas já comecei a entregar algumas funções, como a Capela de São Vicente ao padre Charles Lamartine, que também será o meu sucessor na direção do Diocesano. A renovação já está acontecendo aos poucos, assim como na vida”, ressalta. A declaração de que está se sentindo cansado foi feita durante conversa com a reportagem de DOMINGO, em sua sala no Colégio Diocesano Santa Luzia, sobre os mais de cinquenta anos na direção. Apesar de dizer que já se sente cansado de tantas responsabilidades, o religioso faz questão de enfatizar que envelheceu na idade, mas continua jovem no espírito. “Não perdi a jovialidade ainda, e isso devo ao Colégio Diocesano, aos alunos, porque quem trabalha em meio aos jovens envelhece sim, mas o espírito continua jovem”, frisa. Padre Sátiro explica que, juridicamente, o diretor do Colégio Diocesano é nomeado conforme a vontade do bispo.
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“Na hora que o bispo quiser pode nomear outro diretor; não precisa nem consultar quem está no cargo, mas é claro que isso não acontece, a não ser em uma crise. Aqui as coisas estão caminhando para uma sucessão preparada”, explica. Em relação ao padre Charles Lamartine, atual vice-diretor do Diocesano, que foi preparado pela Diocese de Santa Luzia para sucedê-lo na direção do colégio, padre Sátiro diz que é um jovem que gosta da educação, fez mestrado na Universidade Gregoriana, mesma universidade na qual ele estudou em Roma, na juventude, e que está preparado para o cargo, que se adaptou com muita facilidade ao dia a dia do colégio e que, aos poucos, está formando a sua equipe de renovação. “Estou muito satisfeito, agradeço a Deus e à Santa Luzia, por terem me dado essa grande oportunidade de trabalhar no Colégio Diocesano, onde já passaram 18 sacerdotes, grandes diretores, como o próprio fundador cônego Estevam José Dantas. Além disso, pela importante contribuição do colégio para o Estado, formando vários ex-governadores, que são representados por carnaubeiras plantadas nas dependências do Diocesano”, afirma.
aposentadoria “O DIOCESANO É A MINHA VIDA” Padre Sátiro Dantas lembra vários acontecimentos importantes da história do Colégio Diocesano dos mais de 50 anos sob a sua direção. Ele frisa que, ao longo dos mais de 110 anos de história, o Colégio Diocesano Santa Luzia já recebeu cerca de 15 mil estudantes. Entre os alunos, sete ex-governadores, desembargadores, prefeitos, deputados, senadores. Um dos mais importantes alunos que passaram pelo colégio é o atual reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Pedro Fernandes. Padre Sátiro mostrou a pasta com todo o histórico escolar de Pedro Fernandes, que foi o aluno de número 8.382, estudando no colégio do maternal ao 3.º ano do ensino médio. A pasta foi entregue ao novo reitor, pelo diretor do colégio, como presente em uma das celebrações de sua posse. Quando o padre Sátiro chegou ao Diocesano, em 1955, para ocupar o cargo de secretário, o colégio ainda funcionava no prédio antigo, onde hoje funciona a Agência Santa Luzia do Banco do Brasil, na Praça Vigário Antônio Joaquim. “Era um prédio muito bonito, pena que a diocese precisou vender e vendeu”, lamenta. No ano de 1956, foi inaugurado o novo prédio do CDSL, no local chamado Lagoa do Bispo, onde até hoje funciona. Ele lembra que o colégio foi o primeiro prédio construído naquela região da cidade, que a partir de sua inauguração começou a ser urbanizada. Nomeado para direção em 1961, uma de suas primeiras grandes ações foi a abertura do colégio para alunas, em 1963. “Era proibido até pelo Código de Direito Canônico. Eu fui ao senhor bispo e fui autorizado a receber o elemento feminino. O Diocesano foi o primeiro Colégio Católico do Rio Grande do Norte que abriu as portas para estudantes mulheres. Depois de cerca de cinco anos que o Diocesano recebeu a primeira aluna, o Colégio das Irmãs passou a receber meninos em seu quadro de alunos, que era o chamado Ensino Misto”, lembrase. Outras mudanças ocorridas no colégio durante a direção do padre Sátiro foi a criação do ensino infantil, por volta de 1964, e posteriormente a construção da universidade infantil, em 1966. Já, em 1967, foi criado o curso colegial secundário, que hoje é o ensino médio. “Sempre mantendo sua linha de tradição, o colégio foi se adaptando às normas e mudanças propostas pelo MEC”, ressalta.
)) Há 58 anos, padre Sáti ro chegou ao
Diocesano para trabalhar como secretár
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)) Raison Pinheiro,
apresentando o Sistema Ari de Sá para os alunos
Jornal de Fato | DOMINGO, 29 de setembro de 2013
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aposentadoria NOVIDADES Mesmo sendo um colégio tradicional, padre Sátiro faz questão de enfatizar que vem sempre buscando adotar os métodos mais modernos para a sua linha pedagógica.
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“A nossa mudança mais recente foi a adoção de um novo material didático. Depois de 22 anos trabalhando com o Sistema Pedagógico Positivo, mudamos para o Sistema Ari de Sá, para podermos nos adaptar melhor às mudanças no Ministé-
Eu já estou me preparando para me afastar das obrigações que tenho hoje. Ainda não tenho uma data definida"
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rio da Educação, visando o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)”, comenta. Outra mudança adotada recentemente foi a inclusão da disciplina Robótica, da educação infantil ao 9.º ano do ensino fundamental.
alerta
Descarte
legal Apesar de regulamentada desde 1999 pelo Conama, coleta de pilhas e baterias ainda não é feita de forma abrangente em Mossoró
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e olharmos a nossa volta em nossas casas, facilmente encontraremos vários aparelhos que funcionam com o uso de pilhas e baterias. É o caso de aparelhos celulares, máquinas fotográficas, controles remotos, aparelhos de som, relógios de parede, despertadores e outros aparelhos eletrônicos. Mas, quando essas pilhas e baterias tornam-se inservíveis, o que você faz? Muita gente, por falta de conhecimento, joga esse material no lixo comum. No entanto, a maioria dessas pilhas e baterias contém metais pesados, como mercúrio, níquel, cádmio e seus compostos. Essas substâncias são altamente tóxicas e de efeito cumulativo no organismo, podendo causar, em longo prazo, doenças no sistema nervoso, nos rins e nos ossos, e até proporcionar o desenvolvimento de câncer. Por isso, é importante descartar esse material de forma adequada, porque quando as pilhas ou baterias são descartadas de maneira inadequada e vão parar nos lixões comuns, deixam vazar líquidos que contaminam o solo, bem como as águas subterrâneas, podendo chegar a rios e lagos. Para evitar o descarte inadequado de pilhas e baterias, elas devem ser encaminhadas para a reciclagem ou para lixões próprios para resíduos químicos perigosos. A orientação para o consumidor é devolver as pilhas e baterias sempre que comprar outras novas. É nesse momento que começa o problema, porque, apesar de o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) determinar, desde 1999, que as pilhas e baterias que contenham metais pesados devem
)) Empresa Sinau é uma das poucas que possuem posto de coleta em Mossoró ser devolvidas aos fabricantes depois do fim de sua vida útil, ainda hoje essa medida não é adotada com abrangência. Segundo a determinação do Conama, os fabricantes de pilhas e baterias são obrigados a instalar um posto de recolhimento junto aos pontos de vendas de celulares, serviços técnicos de conserto e lojas revendedoras de pilhas.
Ainda de acordo com a resolução 257/99 do Conama, as empresas que desobedecerem à norma de recolhimento dos produtos poderão ser enquadradas na Lei de Crimes Ambientais.
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alerta CONSUMIDOR CONSCIENTE O servidor público federal José Airton de Andrade e sua esposa, a dona de casa Dilma da Silva Andrade, são um exemplo de consumidores de pilhas e baterias que procuram descartar os produtos de forma correta, por saberem os riscos ao meio ambiente e à saúde. José Airton afirma que sempre junta as pilhas descarregadas e baterias velhas em uma caixinha com identificação e, quando pode, leva para um posto de coleta para devolver. No entanto, ele conta que demorou mais de um ano para encontrar um posto de coleta em Mossoró. “Nós fomos há várias lojas da cidade nas quais esse material é comercializado, mas nenhuma recolhia as pilhas e baterias usadas. Apenas depois de muito procurar, ficamos sabendo que a concessionária na qual recentemente compramos um carro fazia o recolhimento desse material. Meu marido estava andando com a caixinha com as pilhas usadas dentro do carro, procurando um local para descartar da forma correta. Ainda bem que encontramos. Não gostaríamos de jogar no lixo comum”, comenta Dilma Andrade. Entre os poucos postos de coleta de pilhas e baterias usadas em Mossoró estão: a empresa de Serviço de Inspeção Automotiva (Sinau), situada nas proximidades da Central do Cidadão, e a Terra Sal Veículos, que fica na Avenida Presidente Dutra. FISCALIZAÇÕES DOMINGO entrou em contato com o subsecretário de Desenvolvimento Ambiental, Mairton França, para saber se no Município existe alguma lei que regulamenta o descarte de pilhas e baterias. O subsecretário explica que o descarte do material é regulamentado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, lei 12.305/2010. Mairton França afirma que o Município de Mossoró possui um Plano Municipal de Resíduos Sólidos, que está em fase de implementação. “Atualmente, estamos trabalhando na implementação da parte de resíduos de construções e demolições, a chamada metralha, que é deixada por algumas pessoas no meio da rua”, comenta. Ainda segundo Mairton França, estão programadas para o ano que vem a implementação e as fiscalizações quanto ao descarte de pilhas e baterias.
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)) José Airton e Dilma Andrade não descartam pilhas e baterias no lixo comum
dia da criança
Caixinha
de
Sorrisos Ordem DeMolay e JORNAL DE FATO realizam campanha de arrecadação de brinquedos que serão distribuídos entre crianças carentes de Mossoró
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ma das características marcantes da Ordem DeMolay é a realização do trabalho filantrópico na comunidade onde os jovens estão inseridos. Mantendo essa tradição, os integrantes da Ordem DeMolay da Loja Maçônica 24 de Junho, em Mossoró, desenvolvem várias ações sociais na cidade.
Campanhas de doação de sangue, sopão, visitas a creches são algumas das ações promovidas pelo grupo. Apesar de na maioria das vezes não divulgar essas ações, neste mês eles resolveram procurar a imprensa para apresentar o projeto “Caixinha de Sorrisos”. Jairo Henrique de Araújo, antigo in-
tegrante e colaborador da Ordem DeMolay da Loja Maçônica 24 de Junho, explica que o projeto desenvolvido em parceria com o JORNAL DE FATO tem como objetivo arrecadar brinquedos que serão distribuídos entre crianças de comunidades carentes da cidade. “A ação será realizada em comemoração ao Dia da Criança. Vamos arrecadar os brinquedos até o dia 12 de outubro. Mas, ainda não definimos o local ou os locais em que faremos a distribuição, pois vai depender da quantidade de brinquedos que vamos arrecadar”, comenta. O DeMolay Eduardo Henrique Borges de Oliveira frisa que estão sendo arrecadados brinquedos novos e usados. “Se não for possível doar um brinquedo novo, a pessoa pode contribuir com um brinquedo usado que esteja em bom estado de conservação”, lembra. A gerente de Marketing do DE FATO, Adriana Araújo, afirma que o objetivo da campanha é fazer uma criança carente feliz. “A gente faz um apelo para quem tem um brinquedo em casa que não tem mais uso: vá a um ponto de arrecadação. Faremos o possível para entregar o maior número de brinquedos para as crianças que necessitam.” A campanha também está sendo divulgada nas redes sociais, tanto do Capítulo Abolição - Ordem DeMolay da Loja Maçônica 24 de Junho - quanto do JORNAL DE FATO. Os brinquedos podem ser doados em pontos de arrecadação instalados no campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN) em Mossoró, na Convesti Colégio e Curso, no Colégio Diocesano, no Colégio Mater Christi, no Colégio Pequeno Príncipe, na Loja Maçônica 24 de Junho e no DE FATO.
“ A ação será realizada em comemoração ao Dia da Criança. Vamos arrecadar os brinquedos até o dia 12 de outubro
Jairo Henrique de Araújo Colaborador da Ordem DeMolay Jornal de Fato | DOMINGO, 6 de outubro de 2013
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dia da criança SOBRE A ORDEM DEMOLAY A Ordem DeMolay é uma sociedade discreta de princípios filosóficos, fraternais, iniciáticos e filantrópicos, para jovens do sexo masculino com idade compreendida entre 12 e 21 anos de idade. Fundada no dia 24 de março de 1919, em Kansas City, Missouri, nos Estados Unidos, pelo maçom Frank Sherman Land, é patrocinada e mantida pela Maçonaria, oficialmente desde 1921, que na maioria dos casos cede espaço para as reuniões dos Capítulos DeMolays e Priorados da Ordem da Cavalaria - denominações das células da organização. A Ordem é inspirada na vida e morte do nobre francês Jacques de Molay, 23.º e último grão-mestre da Ordem dos Templários, morto em 18 de março de 1314 junto a outros membros da Ordem, por contestar as falsas acusações de prática de diversos crimes, entre eles heresia e infidelidade à Igreja. A Ordem Demolay possui cerca de quatro milhões de membros em todo o mundo e mais de 200 mil no Brasil. O DeMolay que completa 21 anos de idade é denominado Sênior DeMolay e passa a acompanhar os trabalhos do Capítulo através da "Associação DeMolay Alumni". No Brasil, distribuídos em mais de oitocentos capítulos, os milhares de DeMolays regulares de todos os Estados da Federação se reúnem freqüentemente. Em 19 de janeiro de 2010, foi promulgada a lei federal 12.208, que instituiu o dia 18 de março como o Dia Nacional do DeMolay. A escolha da data marca o falecimento de Jacques de Molay, herói mártir da ordem. O capítulo Abolição Nº 287, Ordem DeMolay da Loja Maçônica 24 de Junho, em Mossoró, foi fundado em 10 de agosto de 1996, e desde então vem formando líderes na sociedade.
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)) Jovens da Ordem DeMolay divulgam projeto
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)) Adriana Araújo, gerente de Marketing do JORNAL DE FATO
Campanhas de doação de sangue, sopão, visitas a creches são algumas das ações promovidas pelo grupo. Apesar de na maioria das vezes não divulgar essas ações, neste mês eles resolveram procurar a imprensa para apresentar o projeto “Caixinha de Sorrisos”
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sua carreira
RafaeL DemeTRIUs
Dicas para sair do vermelho
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icar atolado em dívidas e não conseguir pagar as contas em dia é um problema que, se não x for tratado e resolvido, pode virar uma bola de neve que não para de crescer. Para conseguir arcar com as responsabilidades financeiras, é preciso esforço e uma análise profunda de todos os gastos. O planejamento financeiro é um excelente aliado para organizar os gastos. O ponto de partida é a planilha de orçamento, que vai mostrar como anda a saúde do seu bolso. Lembre-se que entrar no vermelho não acontece apenas pelo excesso de gastos de forma descontrolada. Para quem tem um negócio próprio, por exemplo, pode ser apenas um momento ruim. Dessa forma, o primeiro passo é enxergar a situação com clareza e calma, já que o desespero só dificulta na hora de tomar decisões responsáveis. Quando você traça um objetivo, você evita gastos por impulso e define o seu próprio poder de consumo. Como poupar gastos? Conversar com a família é superimportante para poupar os gastos. Você não é o único a gastar o dinheiro da família, então, se todos estiverem envolvidos no esforço, as chances de dar certo são muito maiores. Mas, caso esteja convencido de que não há possibilidade de cortar despesas, há duas alternativas: rever o padrão de vida ou procurar fontes alternativas de renda. Corte de gastos Quanto mais intenso for o corte de gastos e menor o tempo necessário para isso, menores serão os desgastes no relacionamento familiar. Acabe de vez com a tentação das compras a prazo. Use todos os tipos de poupança que você tem. Não adianta estar com investimentos e perder mais com os juros da dívida. O mesmo vale para bens como terrenos e imóveis à espera de valorização.
Rever o padrão Rever o padrão de vida significa, temporariamente, deixar de fazer algumas coisas na intenção de melhorar a condição financeira. Economizar na compra de roupas, rever os serviços que você contrata na sua casa, deixar de ir ao shopping ou viajar pode ser atitudes difíceis de serem tomadas, mas que, com certeza, fazem parte de um momento transitório e que trará ótimos resultados. Não se trata de sacrifício, mas de encontrar soluções para um problema que todos querem superar logo. O interessante é que, com esta medida, todos cultivam novos hábitos e passam a rever sua forma de gastar. Quando a situação se estabilizar, vale aproveitar o que foi aprendido para poupar e realizar sonhos. Lazer Fuja de atividades de lazer que custam. Aprenda a valorizar as coisas preciosas da vida que não custam nada, como um passeio ao ar livre ou uma reunião com amigos ou com a família; Plano Elabore um plano radical de enxugamento de gastos na maior intensidade possível, para que a dívida seja amortizada de uma vez. Não adianta ir pagando aos pouquinhos, pois os juros voltam a aumentar rapidamente a conta que você já pagou. Enquanto não conseguir quitar toda a dívida, substitua-a por outras mais baratas, como antecipação de restituição de Imposto de Renda ou venda do automóvel e compra de outro parcelado. Use todo o dinheiro da venda para reduzir a dívida. Cheque especial e cartão de crédito Jamais use o cheque especial ou o pagamento parcial do cartão de crédito. Peça empréstimos no banco, que saem mais baratos. Passe a controlar os saldos de seu cartão de crédito com mais frequência, pelo menos a cada 10 dias, para que deixe de gastar além do esperado; Estou com o nome sujo Comece indo até a instituição onde seu nome consta como sujo e solicite um extrato, que vai te informar em qual estabelecimento você possui a dívida e qual é o valor da mesma. Peça também informações sobre como agir. Após quitar a dívida, não se esqueça de solicitar uma declaração de quitação, que é a sua garantia de que aquele valor realmente foi pago. Agora, algumas atitudes burocráticas junto a um cartório são necessárias, mas o mais importante já foi feito, você já pagou o que devia. Jornal de Fato | DOMINGO, 6 de outubro de 2013
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adoro comer
DaVI moURa
O alfajor vegan da Cozinha Vegetariana
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Nesta semana, ganhei um presentinho de Márcio Oliveira, da Cozinha Vegetariana. Para quem não conhece, trata-se de um rapaz muito simpático que abriu o seu empreendimento de comida vegan. É sempre por delivery. Então, você encomenda com antecedência e ele manda deixar na sua casa, tudo preparado sem derivados animais; só natureba. A novidade é que ele começou a trabalhar com o alfajor vegan. Feito sem glúten, com um chocolate de maior teor de cacau, tudo muito mais leve que o normal. Ele nos trouxe alguns para provar e são realmente bons. A proposta é que seja um doce mais leve, vegan, para quem não pode ou não quer consumir os derivados animais. É uma variação e deve ser encarada como tal! Dê uma olhadinha na fan page: https://www.facebook. com/CozinhaVegetarianaMQ
Os sanduíches naturais da Quinta Verde da Panificadora 2001 Os sanduíches naturais da Quinta Verde da Panificadora 2001 - A 2001 está montando um cardápio especial para cada dia da semana, sempre com uma temática. O da quinta-feira já está determinado para ser a Quinta Verde, ou seja, só com sandubas naturais, de todos os tipos, tamanhos e sabores. A ideia é apresentar opções mais leves para o público – já que a gente sabe que padaria é aquele mundo de guloseimas maravilhosas. A novidade mesmo ficou por conta dos wraps. Feito com massa de chia, o seu formato é menorzinho do que estamos acostumados a ver, mas alimentam do mesmo jeito. Provei a opção com frango e também gostei bastante. É meio cremoso, então não dá a impressão de sanduíche seco demais. Visite: R. Mário Negócio, 250, Centro. Contato: 084 3321-2001. Fan Page: https://www.facebook.com/ Panificadora2001uuuummm
Quem já conhece sabe, que o Maison é o restaurante em Mossoró que promove noites temáticas, sempre com um menu baseado em uma culinária específica de algum país. Da última vez, rolou a Noite Italiana e agora será a Noite Argentina. Anote o cardápio: - Entradas Empanadas argentinas: um prato tipicamente espanhol, que consiste em pequenos pastéis de carne apimentados; Croquetas de jamon: o nosso famoso croquete, recheado com presunto; Provoleta: nada mais, nada menos que queijo provolone grelhado. Delicioso! - Prato principal Parrillada argentina com papas al horno: o famoso churrasco argentino, acompanhado com batatas ao forno. - Sobremesa Churros com duo relleno: churros, maravilhosos como sempre; Alfajor Vamos todos? Faça sua reserva pelos telefones: (84) 8709-7897 e 9183-2654.
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Noite argentina no Maison
O sanduíche natural de ricota com tomate seco do Donna Salada Para quem ainda não conhece, o Donna Salada é especializado em saladas bem grandes e saborosas para delivery ou para passar lá e buscar, tudo muito rápido e prático. Nos próximos meses, você verá mais novidades: eles estão indo para um prédio próprio, com uma estrutura bem diferenciada e um aumento considerável no número de pratos disponíveis para os clientes. Um desses pratos é o sanduíche natural, escolha já favorita da galera que busca uma alimentação mais saudável. A montagem é simples, com ingredientes que se harmonizam muito bem no paladar: a ricota e o tomate seco. Geralmente vemos o queijo de búfala, mas a ricota também cai bem, especialmente por seu sabor mais suave, que entra em contraste com o tomate seco, que é bem marcante. Feito em pão de forma integral mais alto, é composto por alface entre duas camadas bem generosas de queijo e de tomate seco. Por cima, regado com azeite e ervas. A Donna Salada fica na João da Escóssia, onde é o Frango da Passagem. Anote aí: (84)3316-1392 e (84)3061-2850
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Jornal de Fato | DOMINGO, 6 de outubro de 2013
adoro adoro comer comer
Lasanha de Frango
Receita da leitora Benigna Medeiros, de Caicó
INGRedIeNTes • 2 peitos de frango • 2 pct de massa para lasanha • 400g de muçarela • 300g de presunto • 1 cx. de molho de tomate • 1 cx. de creme de leite
MODO DE faZeR • Cozinhe o frango com todos os temperos, inclusive cebola, tomate, pimentão, cheiro verde. Aproveite o caldo do frango cozido para bater no liquidificador com o molho de tomate; • Leve ao fogo baixo, acrescente o creme de leite, uma colher de margarina e mexa bem; • Em um refratário coloque a primeira camada da massa, molho, frango, queijo, sempre intercalando. A última camada deve ser de queijo e molho; • Decore a lasanha como preferir. Escolhi calabresa; • Leve ao forno por 30 minutos; • Retire do forno e seja feliz!
Jornal de Fato | DOMINGO, 6 de outubro de 2013
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