editorial ao leitor
Artistas mobilizados
C
Entrevista
Boa leitura, Nara Andrade
p4 Delegado do Sinep-RN, Genésio Filgueira, fala sobre o reajuste nas mensalidades para o próximo ano.
om os vetos de 11 projetos socioculturais nas últimas semanas pelo prefeito Francisco José Júnior, a classe artística mossoroense decidiu se mobilizar, criando o movimento “Cultura Sim, Veto Não”, em prol da luta por benefícios para a cena cultural da cidade. Artistas falam dos prejuízos provocados pelos vetos e buscam reverter a situação através do convencimento dos vereadores, em especial os que compõem a bancada de apoio ao prefeito. Já o chefe do Executivo mossoroense afirma que os projetos foram vetados por serem inconstitucionais ou por irem de encontro à Lei Orgânica do Município e diz que os projetos serão aprimorados e a cultura não será prejudicada. Ainda nesta edição, a tradicional chegada do Papai Noel é promovida pelo Partage Shopping Mossoró em dia de espetáculo para a criançada, inaugurando a decoração de Natal do Shopping e declarando aberta a temporada natalina. Também nesta edição, os 10 anos da Classe Hospitalar no município de Caicó, que possibilita aos pequenos internados darem continuidade aos estudos. Veja também dicas da nutricionista sobre o consumo de grãos e fibras para uma alimentação saudável, aliados dos preparativos para o verão que se aproxima. Na entrevista da semana, o delegado regional do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Rio Grande do Norte (SINEP-RN) e diretor do Colégio Dom Bosco, Genésio Filgueira, fala, entre outras coisas, sobre o reajuste das mensalidades para o ano letivo 2015.
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Artistas mobilizados
Entenda um pouco mais sobre os vetos do prefeito aos projetos socioculturais, seus prejuízos e suas motivações
Já é Natal! Chegada do Papai Noel do Partage Shopping abre temporada natalina, com apresentação de espetáculo para os pequenos.
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Alimentação saudável Frutas e alimentos integrais favorecem à digestão e dão maior sensação de saciedade
Receita
Filé de frango à parmegiana
• Edição – C&S Assessoria de Comunicação • Editor-geral – William Robson • Editor – Nara Andrade • Diagramação – Rick Waekmann • Projeto Gráfico – Augusto Paiva • Impressão – Gráfica De Fato • Revisão – Gilcileno Amorim e Stella Sâmia • Fotos – Carlos Costa, Marcos Garcia, Cezar Alves e Gildo Bento • Infográficos – Neto Silva Redação, publicidade e correspondência Av. Rio Branco, 2203 – Mossoró (RN) Fones: (0xx84) 3323-8900/8909 Site: www.defato.com/domingo E-mail: redacao@defato.com Domingo é uma publicação semanal do Jornal de Fato. Não pode ser vendida separadamente.
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Jornal de Fato | SÁBADO/DOMINGO, 15 e 16 de novembro de 2014
conto
joSÉ nICoDemoS*
O triste fim de mira
M
(
Envie sugestões e críticas para o e-mail: aristida603@hotmail.com
)
iranda, reduzido para Mira. Acordou com uma ressaca braba, agravada por uma angústia abismal. A casa deserta. Antes as sombras dinâmicas do inferno, A mulher, não suportando mais a embriaguez diária do marido, a cada dia mais insolente, acabara por ir embora para a casa dos pais. Em Salvador. Levando os dois filhos. Mira não tinha mais jeito. Perdido na bebida, Mira perdera o emprego. A família entrou a sofrer necessidades. Fome. O filho mais velho, 13 anos, teve de abandonar o colégio para ir trabalhar numa oficina de automóveis. Dia e noite. Ganhar alguma coisa para as despesas de casa. Dava muito mal para o minimamente necessário. O mastigo. Se não bastasse isso, Mira, embriagado, como de hábito, ainda batia na mulher. E nos filhos. Por coisa nenhuma. De nada adiantavam os conselhos dos ex-companheiros de trabalho. Era ele, Mira, um profissional de mão cheia, sabia tudo de escritório comercial, bem que poderia reabilitar-se. Tinha dois filhos para criar. Uma família. . Levantou-se, ainda zonzo da bebida,
Levantou-se, ainda zonzo da bebida, dores violentas na altura do fígado. A cirrose já diagnosticada. Relanceou os olhos inchados pelo vazio pesado à volta dele. Um silêncio ferindo como lâmina afiada.
dores violentas na altura do fígado. A cirrose já diagnosticada. Relanceou os olhos inchados pelo vazio pesado à volta dele. Um silêncio ferindo como lâmina afiada. Caiu num choro desenganado. Alto. De se ouvir do lado de fora da casa. Na rua. Por que se entregara à embriaguez, se Marisa era uma perfeita dona de casa. Esposa dedicada e fiel, e o amava tanto. Sentia. Dera-lhe dois filhos bonitos e saudáveis, e estes eram a festa dos seus olhos ao chegar em casa do trabalho. Pensou no suicídio. Não havia mais como refazer sua vida. O lar perdido. Era só uma barriga enorme, e quadrada, em
ridículo contraste com os braços e as pernas finas. A cor, de cobre velho. Mas decidiu que esperaria a morte, sentia ser breve. Um arrependimento asfixiado. Era como se estivesse no fundo de uma caverna escura. Entre morcegos de capa negra de vampiro. Quis gritar, contevese. Tapando a boca com a mão descarnada. . . Vestiu os seus molambos, sujos, e correu para o boteco do costume. Queria fugir à terrível realidade que ele próprio construíra. Pediu uma cachaça. Mandou encher o copo até as bordas. Emborcou-o de uma vez. Caiu morto ao pé do balcão. Tudo acabado.
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Entrevista
Genésio Filgueira
“O sindicato não determina aumento; apenas estabelece parâmetros para o reajuste”
Por NARA ANDRADE Da Redação / naraandrade@gmail.com
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á 41 anos à frente do Colégio Dom Bosco em Mossoró, Genésio de Souza Filgueira Neto há pelo menos 15 anos atua como delegado regional do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Rio Grande do Norte (SINEP-RN), de 1.º e 2.º graus. Genésio Filgueira é formado em Pedagogia com habilitação em administração escolar e especialista em educação. Em entrevista concedida a DOMINGO, ele fala sobre os preparativos para o próximo ano letivo, o período de matrícula, o reajuste estabelecido e as dificuldades enfrentadas pelo setor. DOMINGO – Neste mês, as escolas encerram mais um ano letivo. Como estão os preparativos para 2015? GENÉSIO FILGUEIRA – Todas as escolas do Estado já estão ultimando seus preparativos com vistas ao ano letivo de 2015. Não só em relação às questões de ajustes de mensalidades, mas ultimando os preparativos de uma forma geral, tanto na parte pedagógica como na parte estrutural. Todas as modificações que a gente tenta introduzir de um ano para o outro em termos de melhorias, quer seja na parte pedagógica, quer seja na parte material, elas são feitas justamente nesta época. O período de recesso escolar é justamente um mês muito difícil para as escolas. Costuma-se imaginar que as escolas estão de férias. Os alunos, sim, estão de férias, os professores também, mas os gestores das escolas nunca trabalham tanto como trabalham nos meses de dezembro e janeiro, até porque o ano letivo há muito que começa com o aumento do número de dias letivos, com o total de dias letivos, que é de no mínimo de 210 dias, que temos prestar de efetivo trabalho escolar. Diferente de décadas passadas, cujo ano letivo começa4
va em março, o ano letivo agora começa no início de fevereiro, e algumas escolas começam até no final de janeiro. Então, a escola tem um curto espaço de tempo para aprimorar questões de ordem pedagógicas, questões de reforma das estruturas físicas, enfim, reestruturar todo o planejamento que foi feito durante o ano, com vistas ao ano letivo seguinte O SENHOR falou que o sindicato já está chamando as escolas a se preparar para o ano letivo de 2015. Qual o trabalho desenvolvido pelo sindicato? O SINEP-RN em Mossoró tem uma representação, a qual me orgulha em ser o delegado regional há 15 anos. O Sinep é um sindicato patronal que tem como real função orientar as escolas, para que se cometa o menor número possível de coisas indevidas. Muita gente costuma dizer que o sindicato determinou o aumento de mensalidade. O sindicato não determina o aumento de mensalidade, até porque seria crime, ele iria de encontro à legislação, seria uma declaração visível de formação de cartel. O sindicato orienta as escolas em relação ao repasse do aumento para os alunos e se norteia
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para fazer com base na data-base para o aumento dos professores, que ocorre no mês de março. Levando-se também em conta a inflação acumulada. A situação das escolas particulares é, de certa forma, tão difícil que, além de driblar as dificuldades, nós temos que trabalhar com perspectivas. De repente, nós somos mágicos, temos que ter uma bola de cristal, ser adivinhos para saber. Nós temos que definir agora por força da lei 9.870, até 45 dias antes do término das matrículas, o edital de fixação de preço de mensalidade, e as escolas devem estar com esse edital afixado em local visível, com os valores das anuidades que serão cobrados, distribuídos por séries e o número de vagas a serem ofertadas. Então, veja bem, nós temos que calcular uma inflação, projetar uma inflação, cujos índices oficiais do governo ainda não divulgaram porque o ano só termina dia 31 de dezembro. Então, por si só, já é um desafio, pois não sabemos se no dia 31 de dezembro a inflação chegará a 6%, 6,5%, 7%, e ainda temos que fazer uma projeção, essa sim mais difícil, do aumento dos professores que é julgado em convenção coletiva em Natal, pelo Ministério do Trabalho,
Entrevista e que nós não sabemos. É uma incógnita, uma interrogação. Normalmente, a pedida dos professores é muito maior do que a real capacidade que as escolas têm que pagar ou de repassar esse aumento para as mensalidades, haja vista que no ano passado ainda não foi definido, porque não chegaram a um consenso na convenção coletiva, e foi a dissídio coletivo e está sendo julgado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Nós antecipamos o aumento, fizemos a indexação, demos aos professores e aos auxiliares um aumento de 7%, nós calculamos um parâmetro de inflação baseado nos índices oficiais, e ainda corremos o risco de pagar com efeito retroativo à diferença. A situação é difícil, as escolas não podem ser pegas de surpresa, uma coisa que vai acontecer em março, nós não podemos ainda saber de quanto será o reajuste, de quanto será esse aumento, que depende, como eu já disse, do acordo na convenção coletiva e do bom entendimento da Justiça do Trabalho, que é quem vai bater o martelo. O que o sindicato faz? O sindicato diz que não deixe de dar o aumento e que o ideal, o percentual ideal, que fará jus, que cobrirá essas despesas e essas interrogações, seria um aumento de 9% a 15 %. Da mesma forma que o sindicato dá esse parâmetro em função desses argumentos que eu acabei de citar, o sindicato também diz que depende do proprietário e do diretor da escola. De repente, se o diretor da escola não quiser dar o aumento e quiser praticar no ano de 2015, a mesma mensalidade que foi praticada em 2014, ele tem esse direito, ele pode, só que ele é obrigado a repassar o mesmo percentual de aumento determinado por lei para os professores. Essa é a situação. O PARÂMETRO sugerido pelo SinepRN para o reajuste das mensalidades vai de 9% a 15%. As escolas já definiram os percentuais que irão adotar, e já é possível falar em aumento médio? COMO nós estamos no início desse processo, a rigor nosso período de matrícula é diferente do de Natal, que tem a concretização das matrículas no início de dezembro, porque o período de recesso lá é antes do nosso. Em geral, em Mossoró é outra realidade, o básico das matrículas acontece em janeiro. Seria prematuro dizer uma média, porque eu ainda não tenho o conhecimento de todas, eu tenho o conhecimento de vários percentuais adotados pelos colégios que me comunicaram, e lhe asseguro que desses todos ficaram dentro desse parâmetro. É bom também colocar que o diretor de escola particular, em função do grande número de escolas particulares que há em Mossoró, em sã consciência, não pode dar um aumento grande, porque aplica-se nesse caso a lei de mercado. Já que, se a escola der um aumento que fuja da real capacidade aquisitiva do pai do seu aluno, você
vai perder esse aluno para outra escola. O SENHOR diz que o parâmetro para os reajustes das mensalidades foi definido com base na inflação acumulada e no reajuste dos professores, mas é comum algumas pessoas ainda reclamar. O senhor pode explicar como o aumento da energia, da gasolina e de outros setores interferem na receita das escolas? FORA o aumento dos professores, fora o aumento de funcionários, fora o aumento do salário mínimo ao qual estão atrelados o pessoal dos serviços gerais e parte das pessoas da secretaria, fora tudo isso, tem o aumento dos insumos que são básicos para o funcionamento de uma escola. Em se tratando de Mossoró, uma cidade que está encravada no semiárido nordestino, o nosso clima é muito quente, e os próprios mossoroenses reclamam que a cada ano a cidade está mais quente. Então, um dos itens hoje que pesam bastante na planilha de uma escola particular é a questão da climatização. Eu diria que todos os principais colégios particulares de Mossoró são climatizados, porque o aluno sente o calor, que prejudica sobremaneira a aprendizagem do aluno, o calor afeta e está comprovado científica e pedagogicamente que o aluno exposto ao calor tem a aprendizagem diminuída. Esse item tem reajustes anuais e muitas vezes semestrais. Agora mesmo, estamos esperando um aumento na energia elétrica, dizem, na ordem de 17%, e isso compromete o orçamento escolar. O aumento da gasolina também interfere, já que quando a gasolina sobe, já que nossa malha viária é responsável praticamente por todo o escoamento da produção das indústrias, o papel, que é uma matéria prima bastante usada pelas instituições de ensino de uma forma geral, tem o preço reajustado. Enfim, é esse conjunto de coisas que o nosso aumento, aparentemente alto, deve cobrir. As pessoas dizem que nosso aumento está acima da inflação, mas não levam em consideração que nós só praticamos um aumento por ano. Durante o transcurso do ano letivo, não se pode reajustar a mensalidade, além da questão absurda da lei da inadimplência, em que cada dia que passa a gente fica mais acuado, com menos mecanismos de cobrança com relação a atrasos de mensalidades. ALGUNS pais que preferem pagar a mensalidade do ano todo no início do período letivo reclamam que as escolas praticam uma política de descontos mínima, enquanto aqueles pais inadimplentes deixam para pagar todas as mensalidades no final do ano, por acabar tendo um desconto maior. Existe algum mecanismo para regular essa política de descontos e coibir essa prática por parte de pais inadimplentes? BEM pertinente a sua pergunta. O sindicato orienta que a escola não dê
descontos além daqueles previstos, como o caso de um pai com mais de dois filhos matriculados, ou os abatimentos para filhos de professores acordados nas convenções coletivas. Fora essas situações, o sindicato recomenda que não se pratique descontos para pagamento antecipado de mensalidades, já que a nossa margem de lucro a cada ano que passa fica menor. Então, se praticarmos um desconto significativo para recebimento de uma anuidade no começo do ano, simplesmente estamos dando uma declaração de que nosso lucro é grande, e não é, e estaríamos praticando uma incongruência qualquer e até uma imprudência. E por outro lado, é cada vez maior e mais preocupante o número de pais de alunos que mantêm essa prática de acumular as mensalidades de todo o ano letivo, por acreditar que no final do ano vai à escola negociar, e como esse é o momento de pagar o décimo dos funcionários, a escola acaba cedendo, dispensando as multas por atraso sobre as mensalidades, e em alguns casos ainda consegue parcelar a dívida com cheques pré-datados. O sindicato também condena esse tipo de procedimento dos diretores de escola porque isso não é bom para a instituição de ensino. O NÚMERO de escolas particulares tem crescido em Mossoró? E em relação ao número de vagas, existe expectativa de crescimento para o ano letivo de 2015? NA VERDADE, Mossoró tem muito mais escolas do que realmente demanda, do que a real necessidade. Ainda vão ter que fechar muitas. QUANTAS escolas particulares funcionam atualmente em Mossoró? O NÚMERO de escolas filiadas ao sindicato na região de Mossoró temos 25, mas eu tenho catalogadas mais de 100 escolas em funcionamento. E POR QUE esse número alto de escolas sem ligação com o sindicato? NORMALMENTE, são escolas de periferia, escolas pequenas, escolas que acham que não precisam do sindicato, que acham que não podem pagar a anuidade ao sindicato para ter direito à assistência, à orientação, para ter um advogado quando precisar. O SENHOR disse que, em Mossoró, a grande maioria das matrículas são efetuadas em janeiro. Mas, o período de matrículas já começou? NÃO. Ninguém realizou matrículas ainda. Já podem ter feito alguma tentativa em dizer que começou a matrícula. Podem ter feito uma reserva de vaga, com a cobrança de até 20% do valor da mensalidade, no entanto esse valor será descontado na efetivação da matrícula, e se o pai não optar pelo colégio, será ressarcido.
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Cultura
Artistas mobilizados
Veto do prefeito a alguns projetos culturais aprovados pelo Legislativo despertou na classe artテュstica mossoroense a necessidade de unir forテァas e se organizar em prol da luta por benefテュcios para a categoria 6
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Cultura
N
as últimas semanas, o prefeito Francisco José Jr. tomou algumas decisões que não foram bem recebidas por parte dos mossoroenses, em especial aqueles que compõem a cena artística da cidade. E a atitude que pode ser considerada impopular adotada pelo chefe do Executivo municipal de vetar 11 projetos aprovados pelo Legislativo e enviados para sanção pelo prefeito despertou nos artistas mossoroenses a necessidade de se unir para lutar pelos direitos da classe. Mobilizados, os artistas promoveram o movimento “Cultura sim, veto não” e, desde então, tem protestado contra o que classificam como prejuízos para a cultura da cidade, afetando não só a categoria, mas a população como um todo. Apoiados por parte dos vereadores, os artistas têm realizado algumas ações, como a ida à sede do Legislativo, na tentativa de conseguir apoio dos demais vereadores, pedindo para que a Câmara faça alguma coisa para reverter a situação. DOMINGO conversou com artistas e com representantes da Prefeitura e da Secretaria de Cultura do Município para entender melhor essa questão dos vetos e suas motivações. A cantora Nida Lira, que tem estado à frente do movimento junto com outros artistas, afirma que não é novidade a insatisfação dos artistas em relação à gestão da pasta de Cultura. Ela lembra que projetos, como Estação do Repente, Estação do Rock, Recitando no Memorial, Sacolão Cultural, entre outros, não estão mais acontecendo desde 2013. “O único projeto do Corredor Cultural que ainda está funcionando, e mal, é a música na Praça da Convivência, que só funcionou na gestão atual a partir de agosto de 2014. Porém, desde agosto os artistas que se apresentaram ainda não receberam seus cachês. Os que vão se apresentar em novembro tiveram a promessa de que só receberiam em março de 2015. Juntou-se a isso o fato de o prefeito vetar 11 projetos na área sociocultural, aprovados por unanimidade pelos 21 vereadores”, comenta. Segundo a cantora, é importante a mobilização dos artistas da cidade, principalmente no que diz respeito a tornar público o que vem acontecendo, informando a sociedade, além de sensibilizar a bancada favorável ao prefeito sobre a importância dos projetos para Mossoró. Entre os projetos vetados, alguns fora do prazo, estão o repasse do couvert artístico cobrado em bares e similares, o fomento à produção de bens e serviços
)) Registros do movimento “Cultura Sim, Veto Não” culturais na cidade de Mossoró, denominado Prêmio Fomento à Cultura Kiko Santos, por meio da seleção anual de projetos culturais, que as quadrilhas juninas mossoroenses sejam reconhecidas como patrimônio cultural imaterial da cidade, e todos esses projetos foram vetados dentro do prazo. Já os projetos vetados e enviados para a Câmara Municipal fora do prazo estabelecido em lei incluem o que considera como patrimônio cultural material do município de Mossoró o "Pingo da Mei Dia", o que permite que entidades e movimentos culturais educacionais utilizem muros das escolas da rede pública municipal de ensino para aplicação da arte do grafite, o programa Ciranda de Livros nas instituições de ensino da rede municipal, o projeto Aldenora Santiago de divulgação de música regional por radiodifusão e dispõe sobre a obrigatoriedade da propagação diária nas emissoras de radiodifusão de música, intérpretes, autores, bandas e orquestras mossoroenses ou potiguares. De acordo com a representante dos artistas, ainda não é possível mensurar o prejuízo porque os projetos continuam em trâmite. “Aguardaremos o parecer dos vereadores e esperamos que seja favorável. No entanto, todos os projetos listados garantem benefícios nas áreas de cultura, lazer e educação para a população de Mossoró”, ressalta. Segundo os próprios artistas, os vetos
servem para mobilizar a categoria que vinha dispersa, apesar de desde 2001 existir a Associação dos Músicos e Artistas Mossoroenses (AMAM), representada pelo presidente José Carlos de Matos, vice-presidente Carlos Duarte, secretário Herbert Mota e Jhonas Filho tesoureiro, que tem o papel de proteger e defender os direitos dos artistas, como também representá-los. Com os protestos dos artistas, Francisco José Jr. se pronunciou, afirmando que os projetos vetados eram inconstitucionais, e disse estar tomando medidas para aprimorá-los. No entanto, os artistas dizem que foram encontradas leis em vigor em outros municípios com a mesma característica, praticamente o mesmo texto, e afirmam que se o prefeito e os gestores da cultura estão tomando medidas que aprimoram os projetos, caberia a Secretaria de Cultura dar ciência à classe artística sobre esses aprimoramentos. “E mesmo que alguns dos projetos fossem inconstitucionais, a última alternativa seria o veto. Tendo em vista que houve prazo para que alguns deles pudessem ser discutidos entre as partes interessadas (por exemplo, o de radiodifusão junto aos donos das rádios e o do couvert artístico junto ao sindicato de bares e restaurantes). Quanto ao protesto, vimos resultados em razão justamente da manifestação de cada artista nas redes sociais. Há muitas reivindicações. A cultura de Mossoró está abandonada.
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Cultura Ascom
Até os projetos que já faziam parte da agenda cultural não acontecem mais. O prefeito manifestou-se a respeito de um projeto que vai tornar lei. Foram 11 vetos. Por isso, a luta continua e se fortalece”, enfatiza. EXPLICAÇÃO PARA OS VETOS DOMINGO também entrou em contato com representantes do Executivo, que afirmaram através da assessoria não existir nenhuma negativa do Executivo com relação ao conteúdo dos projetos apresentados pelo Legislativo. Ao contrário. Ressaltam que o Poder é simpático às iniciativas, com reservas apenas a alguns equívocos técnicos. Para o representante do Executivo, os vetos se deram pelo vício na iniciativa e por apresentarem problemas na competência de poder. Ou seja, são matérias que competem ao Poder Executivo apresentar, como determina a Constituição Federal e a Lei Orgânica do Município, sobretudo os que geram despesas. Ainda segundo a assessoria, em razão dos pontos já citados e por observar que alguns dos projetos invadem as esferas estadual e federal, eles não foram sancionados. No entanto, cabe acrescentar que algumas das iniciativas já estavam em análise pela Prefeitura, como o Prêmio Fomento, por exemplo, que será enviado ao Legislativo até o final deste mês para apreciação. Da mesma forma, outros projetos que contemplam a cultura e a educação, desde que sigam as questões jurídicas no que tange a legislação federal e a Lei Orgânica. PROJETO APRIMORADO O Prêmio Fomento, que apoia iniciativas em diversas áreas culturais, vai virar lei. A garantia foi dada pelo prefeito Francisco José Jr. na última segundafeira, 10. O projeto prevê a seleção anual de ações culturais nas áreas da dança, música, artes plásticas, literaturas, cinema, fotografia e cultura popular. A informação responde às críticas feitas depois que o projeto apresentado pelo Legislativo foi vetado pelo Executivo. A decisão de ordem técnica teve como objetivo corrigir vícios na iniciativa. Francisco José Jr. assegurou que a iniciativa está sendo analisada pela equipe técnica e que segue para o Legislativo até o final do mês. “Vamos enviar o projeto seguindo todas as especificações legais e assegurar que a partir do ano que vem ele já seja executado em forma de lei, não mais como ação da cultura”, disse o prefeito. A secretária da Cultura, Isolda Dantas, explica que somente o Executivo 8
)) Prefeito Francisco José Júnior fala do Prêmio Fomento municipal pode propor a aprovação de um projeto de lei. Por inconstitucionalidade, alguns projetos relacionados à cultura tiveram emissão de veto por parte da Prefeitura. “Os vetos não se deram por sermos contrários aos conteúdos. Pelo contrário. Os projetos apresentam ótimas propostas. Porém, temos que percorrer o caminho correto para que não tenhamos problemas jurídicos no futuro”, esclareceu. Isolda Dantas destacou o Prêmio Fomento à Produção de Bens e Serviços Culturais. “O prefeito já garantiu que o Prêmio Fomento vai virar lei; é uma de
suas propostas desde o início de sua gestão. Mas, antes do envio para a aprovação da Câmara Municipal, estamos avaliando e fazendo algumas modificações para enriquecer o projeto”, declarou. Para a secretária, assuntos desta natureza precisam ser tratados com muita cautela, tendo em vista que dele depende o futuro de grande parte das iniciativas artísticas financiadas com recursos públicos do futuro. “Queremos tranquilizar a classe artística e reafirmar que não sairá prejudicada. Os projetos serão revistos e, o que for de responsabilidade do Município, será encaminhado”, concluiu Isolda Dantas. Raul Pereira/Secom
)) Secretária de Cultura Isolda Dantas
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Tradição
Já é
Natal!
Partage Shopping Mossoró promove tradicional chegada do Papai Noel e declara aberta a temporada natalina Jornal de Fato | SÁBADO/DOMINGO, 15 e 16 de novembro de 2014
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Tradição
O
Partage Shopping Mossoró quer que a magia do Natal contagie pessoas de todas as idades. No próximo dia 16 de novembro, o Papai Noel chega ao Partage Mossoró para inaugurar a decoração e acender as luzes de Natal no shopping. Minutos antes da chegada do Papai Noel, o público poderá assistir de forma aberta e gratuita ao espetáculo “A Fábrica de Brinquedos do Papai Noel”, encenado pela companhia Mix da Alegria de Fortaleza (CE), com muitas luzes e uma bela história de Natal, na área do estacionamento do shopping. Durante o período natalino (de 17 de novembro a 24 de dezembro), o bom velhinho estará recebendo cartinhas e tirando fotos com as crianças. De segunda a sábado, das 16h às 22h e nos domingos e feriados, das 14h30 às 20h30. O ESPETÁCULO A Fantástica Fábrica de Brinquedos do Papai Noel conta a aventura de uma criança que é levada por um anjo até a oficina do bom velhinho, onde os brinquedos e a decoração ganham vida. Bonecas, soldadinhos de chumbo, bengalas, Noeletes, o Papai Noel e outros personagens interpretados por um elenco de mais de 10 profissionais levam o público a um momento de emoção e encantamento. Na história, o palco está decorado como se fosse uma biblioteca e o menino João Gabriel está escrevendo uma carta para o Papai Noel, pois o seu sonho é que o bom velhinho possa entregar presentes para todas as crianças e trazer paz a todas as nações. O garotinho resolve pedir ao papai do céu para conhecer a fábrica de brinquedos do Papai Noel e ajudá-lo na confecção dos brinquedos para poder chegar o mais rápido possível ao Partage Shopping Mossoró para receber o carinho e as cartinhas de todas as crianças que o aguardam o ano inteiro. Ele acredita que o bom velhinho só não leva brinquedos para as crianças por falta de ajuda, então, coloca sua caixinha musical para tocar e acaba adormecendo. Nesse instante, um anjo pega o menino pelos braços, levando até a fábrica de brinquedos do Papai Noel. Um espetáculo para encantar a todas as idades. DECORAÇÃO COM MOVIMENTO Com o tema A Fábrica de Brinquedos do Papai Noel, a decoração estará colocada em quatro pontos do shopping: O trono do papai Noel e seus duendes, Fábrica de brinquedos, a Árvore de Natal (com sete metros de comprimento, a maior da cidade de Mossoró) e a área de presentes. 10
)) Espetáculo “A Fábrica de Brinquedos do Papai Noel” terá apresentação gratuita
)) Riqueza de detalhes marca a decoração do Natal 2015 do Partage Shopping Mossoró
)) Papai Noel ficará no shopping até o dia 24 de dezembro A empresa Innova Natal, de São Paulo, faz a decoração de vários shoppings da rede Partage neste ano e possui 28 anos de experiência no mercado. Nesta decoração, os clientes perceberão ele-
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mentos e cores dos natais clássicos, e os duendes do Papai Noel, assim como anjos e brinquedos, ganham movimento. Tudo para deixar o Natal ainda mais vivo na lembrança de adultos e crianças.
Educação
)) Classe hospitalar promove
aulas para crianças internadas
Uma
escola
dentro do hospital O trabalho da Classe Hospitalar no Rio Grande do Norte completa dez anos, mantendo a esperança de crianças internadas
I
nterromper os estudos é mais um drama para uma criança que precisa ser internada com alguma doença. Meses, às vezes anos, com a vida descontinuada pelo tratamento
amplia, ainda mais, a dor dos pequenos que vivem este drama. Mas, há dez anos, essa história começou a mudar quando um projeto de extensão universitária devolveu a esse público o
direito de seguir vivendo. Através do estudante e hoje professor de pedagogia Anderson Duarte, Caicó foi a primeira cidade do Rio Grande do Norte a implantar uma Classe Hospitalar,
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Educação dentro do Hospital do Seridó. A entidade, que recebeu o nome da técnica de enfermagem e humanitária Sulivan Medeiros, acaba de completar 10 anos e é hoje uma referência para o Estado, atendendo a cerca de 500 crianças a cada mês. Trata-se de uma escola dentro do hospital que tem como objetivo acompanhar o currículo educativo de crianças internadas. Isso é feito em parceria com as escolas em que o paciente é matriculado e o resultado é a não interrupção dos estudos. “Quando a criança volta a seu convívio normal, ela está pronta para seguir os estudos sem nenhum prejuízo”, disse Anderson Duarte, atual coordenador da Classe Hospitalar Sulivan Medeiros. Quando ele propôs estudar a ideia como complemento de seu curso universitário, talvez não tivesse noção da dimensão que ele se tornaria. Com a orientação do professor Adailson Tavares, colocou a proposta em prática com apoio de outros estudantes de pedagogia. Como exemplo, eles tiveram as Classes Hospitalares de Recife e do Rio de Janeiro, primeiro Estado a implantar a ação no Brasil. Em 2010, a Classe Hospitalar do Rio Grande do Norte viveu um novo momento. A Defensoria Pública do Estado, em parceria com os professores, decidiram ampliar a iniciativa para Natal. Através de um convênio com a Secretaria Estadual de Educação, o serviço foi implantado nos hospitais Infantil Varela Santiago, Maria Alice Fernandes, Casa de Apoio Durval Paiva, Grupo de Apoio à Criança com Câncer e Giselda Trigueiro. Em Mossoró, a Classe Hospitalar foi implantada na Associação de Apoio aos Portadores de Câncer de Mossoró e Região. Atualmente, o Rio Grande do Norte possui sete entidades constituídas. Na semana passada, todos os seus representantes estiveram em Caicó, participando do 3.º encontro da Classe Hospitalar do município. A cidade é a única no Brasil a comemorar o dia da Classe. Neste ano, o tema em questão foi o fortalecimento da proposta através de parcerias. A Classe Sulivan Medeiros partiu na frente, trazendo lideranças políticas para discutir essa questão e buscar novos interesses. A fisioterapeuta Francielle Lopes foi a primeira a ser ouvida e já iniciou um trabalho de diálogo com deputados do Estado e prefeitos da região do Seridó. Ela levará o pleito ainda ao governador eleito, Robinson Faria. O SORRISO DO CONHECIMENTO Em dez anos, a Classe Hospitalar Su12
livan Medeiros contribuiu com o desenvolvimento de muitas crianças, parte delas entrando hoje na vida adulta. Pequenos momentos, mas muito significativos para evitar prejuízos educacionais e atraso na formação. O trabalho da Classe consiste em procurar a escola de origem que passa a enviar os conteúdos a serem aplicados ao aluno/paciente que está internado no hospital ou limitado à própria casa. Com isso, a criança passa a estudar as matérias, dando continuidade ao processo educativo. Assim, a internação fica menos dolorosa porque tem uma ocupação e um mínimo de perda no processo de formação. A Classe Hospitalar conta com um complexo de humanização, composto de sala de aula, brinquedoteca, sala de vídeo e área recreativa com parque. Esta estrutura está preparada para atender a crianças a partir de menos de um ano, mas há muitos casos de jovens que também tiveram esse apoio, como um estudante de 18 anos no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia (IFRN).
a escola em São Paulo e continuou o processo educacional mantendo a grade curricular. A cada mês, a mãe da criança viajava a Jaú e levava e trazia o material didático e as avaliações. Dessa forma, ela pode concluir o primeiro ano do ensino fundamental e depois do tratamento seguir a vida escolar com normalidade. Para o proponente do projeto, Anderson Duarte, o trabalho da Classe Hospitalar cumpre mais que um dever educacional, atende uma necessidade humana. “É uma sensação de dever cumprido para com a melhoria da educação. Hoje, a educação encontra-se fragilizada e nós precisamos fazer esse trabalho com excelência. Então, eu fico muito feliz com esse trabalho porque o vejo como um meio para que o processo educacional não seja interrompido”, finalizou o professor.
EXEMPLO Um caso bem conhecido deu-se com uma criança do município de Jaú (SP). Filha de seridoenses, a menina fez um transplante de medula e, devido estar com sua imunidade muito baixa, foi orientada a morar junto dos avós e da família residente em Caicó. Para evitar que a criança tivesse prejuízo na continuidade dos estudos, a família procurou a Diretoria Regional de Educação, que pediu ajuda para a Classe Hospitalar. A entidade fez contato com
http://classesulivanmedeiros.blogspot.com.br/
Serviço Conheça mais sobre a Classe Hospitalar Sulivan Medeiros.
)) Projeto atende a cerca de 500 crianças a cada mês
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Alimentação saudável
Inclua grãos e fibras na dieta Frutas e alimentos integrais favorecem à digestão e dão maior sensação de saciedade
)) Alimentos
integrais, como pão, arroz e macarrão, são ricos em grãos e fibras
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Alimentação saudável
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om a proximidade do Verão, a preocupação com a forma física é ainda maior. As academias são mais procuradas e as dietas também. Em busca de resultados milagrosos, as mulheres, principalmente, recorrem às famosas dietas malucas, sem se importar, muitas vezes, com os riscos dessas medidas para o corpo. De acordo com a nutricionista Sílvia Mara, do Hapvida Saúde, a recomendação é cuidar sempre da alimentação, e não deixar as mudanças para apenas uma estação do ano. Por isso, além de orientar o consumo de frutas e verduras, a especialista ressalta a importância da ingestão de grãos e fibras para uma alimentação saudável. “Através do consumo de alimentos com fibras e cereais, é possível sim ter uma dieta balanceada”, explica a nutricionista. Os alimentos integrais, a exemplo dos pães, arroz e macarrão, são uma boa alternativa para quem quer incluir o consumo de grãos e fibras na alimentação. A nutricionista Sílvia Mara também cita outros alimentos fibrosos, como a ameixa, maçã, laranja e brócolis. Já em relação aos grãos, o que não faltam são opções: grão-de-bico, linhaça, chia, castanha-do-pará, cereais e muitos outros. “Esses alimentos, além de contribuírem para uma dieta saudável, são uma excelente alternativa para as pessoas que sofrem com a constipação intestinal”, revela. E se você tem dificuldades de controlar a fome, tem mais um motivo para investir no consumo de grãos e fibras. “Como esses alimentos são ricos em fibras, a digestão é mais lenta e, por isso, eles dão uma maior sensação de saciedade, contribuindo para o controle do peso”, ressalta. No entanto, a nutricionista faz uma
)) Ameixa, maçã, laranja e brócolis são exemplos de alimentos fibrosos ressalva. Quem consome alimentos ricos em fibras e grãos, deve se atentar ainda mais ao consumo de água. “O ideal é ingerir cerca de dois litros de água por dia, para favorecer a digestão dos alimentos”,
recomenda a especialista. Além disso, a prática de atividades físicas regulares não deve ser deixada de lado, pois é uma grande aliada para o bom funcionamento do corpo.
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A nutricionista Sílvia Mara também cita outros alimentos fibrosos, como a ameixa, maçã, laranja e brócolis. Já em relação aos grãos, o que não faltam são opções: grãode-bico, linhaça, chia, castanha-do-pará, cereais e muitos outros.
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)) Grão-de-bico, linhaça, chia, castanha-do-pará e cereais são opções de grãos
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adoro comer adoro Receita comer
Filé de frango à parmegiana
InGreDIenTeS • 6 filés de peito de frango • 2 dentes de alho • Sal e pimenta do reino a gosto • 4 colheres de sopa de maionese • 2 xícaras de chá de farinha de rosca • 1 lata de molho de tomate • 200 g de mussarela • Óleo o suficiente para untar • Orégano a gosto
MODO DE faZer • Coloque os filés entre 2 filmes plásticos • Bata suavemente com o martelo de carne para ficarem com a mesma espessura • Tempere - os com o alho, o sal e a pimenta • Passe - os pela maionese e a farinha de rosca • Coloque em uma assadeira untado com o óleo • Leve ao forno médio por uns 30 minutos • Retire do forno, cubra com a mussarela, o molho e o óregano • Leve ao forno novamente só para gratinar • Sirva em seguida acompanhado de arroz branco e batata palha
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