editorial ao leitor
Jovens são o foco
A
Higo Lima
p4 Entrevista
João Abner fala sobre o rio São Francisco e a seca
Igreja Católica fecha nesta semana o período da Quaresma, um dos ciclos mais importantes do calendário religioso da Igreja, que culmina com a Semana Santa. Neste ano, em especial, as atenções para o catolicismo foram redobradas depois da divulgação da renúncia do papa Bento XVI, em plena segunda-feira de carnaval. O Brasil acompanhou atento todo o processo de transição para a chegada do novo papa por dois motivos. Primeiro, porque cardeais brasileiros emplacavam a lista dos nomes mais cotados para substituir Bento XVI – o que não se concretizou, pois a linha sucessória foi preenchida pelo cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, 76, que se tornou o Papa Francisco. Segundo, porque o Brasil será sede da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), um dos maiores eventos da Igreja Católica com foco na evangelização da juventude. A jornada vai atrair para o Rio de Janeiro católicos de todo o mundo, inclusive o sumo-pontífice, que já confirmou presença no Brasil no primeiro encontro que teve com a presidente Dilma, semana passada. Nesta edição, a revista Domingo conversou com líderes da Igreja Católica em Mossoró e jovens que irão para o evento. Eles contam detalhes dos preparativos da viagem que deve levar quase 500 jovens ao Rio de Janeiro. Confira também, nesta edição, uma entrevista com o estudioso João Abner, que fala dos impactos da transposição do rio São Francisco e um perfil do cantor mossoroense André da Mata. Boa leitura,
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Religião Mais de 500 jovens de Mossoró na Jornada Mundial da Juventude
Música
Mossoroense emplaca música de divulgação na Copa do Mundo
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Coluna
Rafael Demetrius: 10 dicas para comprar uma franquia
Adoro comer Colunista Davi Moura: Bacalhau à Gomes de Sá
• Edição – C&S Assessoria de Comunicação • Editor-geral – William Robson • Editor – Higo Lima • Diagramação – Ramon Ribeiro • Projeto Gráfico – Augusto Paiva • Impressão – Gráfica De Fato • Revisão – Gilcileno Amorim e Stella Sâmia • Fotos – Carlos Costa, Marcos Garcia, Cezar Alves e Gildo Bento • Infográficos – Neto Silva Redação, publicidade e correspondência Av. Rio Branco, 2203 – Mossoró (RN) Fones: (0xx84) 3323-8900/8909 Site: www.defato.com/domingo E-mail: redacao@defato.com Domingo é uma publicação semanal do Jornal de Fato. Não pode ser vendida separadamente.
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Jornal de Fato | DOMINGO, 24 de março de 2013
conto
joSÉ NIcoDemoS*
Vingança pelo folheto
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Envie sugestões e críticas para o e-mail: aristida603@hotmail.com
)
U
m dia apareceu do Juazeiro do Meu Padrinho Padre Cícero um cantador de versos com um folheto contando a história da vingança de uma honra. No dia do casamento autor de uma pobre mocinha, com outra. Um rapaz das melhores famílias da cidade. Era o caso que esse rapaz seduzira uma moça de família humilde, da zona mais pobre da cidade. O pai dela foi a ele, e não obteve a promessa de casamento. O pobre pai, homem manso, ainda foi ao delegado. Não resolveu a questão. O rapaz era de família importante. Seria mudado da cidade, transferido. Não queria sair da sua delegacia. Cidade maior. Vida melhor. Boas relações. Essas coisas. Como era comum naquele tempo, em circunstâncias assim, a moça desonrada nunca mais saia de casa, morrendo de desgosto, e de vergonha, no seu quarto desonrado. Noutros casos, a moça desonrada arribava no mundo, indo parar inevitavelmente nos cabarés. Muitas esqueciam a família. Alguma notícia, por outros. Vista num lugar qualquer. O cantador de versos, dando à voz a inflexão sentimental ajustada ao caso, cantava o seu cordel na feira, rodeado de gente comovida, lágrimas em alguns olhos. O desfecho da história era a morte do autor da irmã, à porta da igreja, quando ele chegava com a noiva para o casa-
Era o caso que esse rapaz seduzira uma moça de família humilde, da zona mais pobre da cidade.
mento. Chamava-se, o vingador, Chico Madruga. E desapareceu no mundo. Zequinha, irmão de Clotilde, que ele via se acabando de desgosto, ainda tão moça, sem a punição da lei, ali no meio da plateia do cantador, logo botou o caso em si, e comprou um exemplar do folheto. Lia-o todo dia, e de cada vez lhe tomava corpo a ideia de fazer como o Chico Madruga do folheto de João Martins de Athayde. . Mataria o autor da irmã no dia do casamento com outra, que sabia já de data marcada. Na igreja. Comprou um punhal. Tivera boas oportunidades de vingança, é verdade. mas botara na cabeça que seria na hora do casamento, à entrada dos noivos na igreja. Igual a Chico Ma-
druga, que se lhe tornara um herói. Dia do casamento, que foi uma manhã de domingo, depois da missa. Zequinha se plantou ali à porta principal da igreja, por onde deveriam entrar os noivos, pela indicação do tapete vermelho que levava ao altar, ladeado de povo. Não foi notado pelas pessoas que ali aguardavam a chegada dos noivos, ou ninguém lhe desconfiou da presença. Era, como o pai, um rapazinho muito manso. Sem antecedentes. Nem sequer uma teima. Mofino. . E consumou-se a vingança da honra da irmã, apenas os noivos subiam os degraus do patamar da igreja, sob palmas e uma chuva de pétalas de rosas brancas.
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Entrevista
JoÃo ABNer
“A transposição não resolve a seca do Nordeste”
Por Higo Lima Para a Revista Domingo
O
engenheiro civil João Abner é professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e possui doutorado em Engenharia Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo (USP). Seus estudos são conhecidos em todo o País, principalmente por tratar da polêmica transposição das águas do rio São Francisco, em que ele prova a inviabilidade da obra e aponta para uma grande degradação ambiental. Por sua contribuição como assessor do Fórum Permanente de Defesa do Rio São Francisco, Abner foi indicado por uma comissão de notáveis da área socioambiental. Sobre os estudos e a premiação, ele fala um pouco mais nesta entrevista.
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Entrevista DOMINGO – Com as obras de transposição do rio São Francisco, como ficam todos aqueles estudos que o senhor tão bem realizou contra essa transposição? JOÃO ABNER – Isso aí é uma luta de resistência. O lobby da transposição é como um vírus que contaminou o governo ainda na gestão de Itamar, depois FHC e depois no governo Lula. Penso que a gente vai ter que conviver com isso durante muito tempo. Essa luta de resistência vem desde essa época, do governo FHC, começou em 2000 e houve vários eventos. Por muito tempo essa luta teve um caráter mais institucional, em que os governos da Bahia, Minas e Sergipe se colocaram contra o Governo Federal e também diversos movimentos sociais e ambientais também participaram dessa luta. Isso é um processo que não vai parar assim, de uma hora para outra. Essa obra está sub judice. Houve um julgamento de mérito e o governo perdeu. Está provado que no debate técnico o governo perdeu. Tanto é que o Supremo Tribunal - apesar de em sua maioria ser de pessoas pró-governo já está reticente há mais de dois anos em julgar esse processo. Essa obra começou sem julgamento de mérito, portanto essa questão está em aberto, e se houver julgamento de mérito, as obras podem parar amanhã. Eu tenho conhecimento desse processo porque
as principais ações judiciais me citam como referência. Ou seja, os estudos que desenvolvi subsidiaram as principais ações judiciais que paralisaram as obras por vários anos. E, até hoje, não houve julgamento de mérito em relação a esta questão. QUAIS as maiores preocupações que a transposição traz? A PREOCUPAÇÃO que eu tenho é que essa obra vai ser um grande sumidouro de recursos públicos. Essa obra vai disputar no orçamento da União com cerca de R$ 1 bilhão por ano. A gente tem que ter o maior cuidado para que o governo não paralise as ações efetivas na região Nordeste usando o argumento de que está investindo muito na transposição do rio. POR QUE a transposição não é positiva para o meio ambiente e para a solução de abastecimento, por exemplo? EXISTEM diversos aspectos: primeiro, é um projeto que é uma ameaça ao rio São Francisco, que está mostrando ao longo de vários anos danos ambientais. Em 2007, a barragem de Sobradinho, que é o grande pulmão do rio, encheu, sangrou em abril, quando chegou novembro e dezembro do ano passado já estava completamente seca. Isso mostra que o rio não tem mais água para tender novas demandas.
Com esse projeto, o rio está gravemente ameaçado, pois terá um dos maiores sistemas de bombeamento de água do mundo, com capacidade de duas vezes o consumo da cidade de São Paulo, e isto vai ser instalado na beira de um rio que já está mostrando ser um rio ameno. Acho que a questão ambiental é a mais relevante porque o rio já desempenha um papel muito importante para todos nós, onde mais de 90% da energia que é produzida para o desenvolvimento na nossa região veio às custas dos impactos ambientais enormes do rio São Francisco. A população que depende do rio pagou um preço alto, quase dez cidades foram inundadas, o povo foi expulso de suas terras. Não é à toa que antes era uma região que era um verdadeiro oásis, onde tinha a maior bolsa de água para a maior produção de peixe de vazante e hoje é uma das regiões mais violentas e mais pobres do Brasil. Isso é um absurdo. A TRANSPOSIÇÃO não vai resolver o problema do abastecimento de água, como muitas pessoas pensam? NÃO vai. Essa é uma questão, porque jamais poderia ser considerada como obra prioritária porque ela não vai mudar em nada a realidade da seca do Nordeste, ao contrário do que se propaga. Nenhuma cidade vai deixar de entrar em emergência, não vai acabar com os carros-pipas por-
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Entrevista que a água da transposição do São Francisco vai ser bombeada para os maiores reservatórios de água, ou seja, vai para onde já tem água sobrando. Vai escoar em leitos de rios perenizados e as populações que moram às margens desses rios não vão nem notar essa água passar, de modo que o projeto é uma grande fraude técnica. E aí, existe uma exploração política muito grande, haja vista o que acontece aí com Mossoró. O projeto da transposição não vai passar por Mossoró. Criaram uma expectativa de que teria um eixo pelo rio Apodi-Mossoró, mas isso é só um “engodo”, porque essa parte do projeto nem foi licitada nem vai ser licitada. POR esses estudos realizados sobre o rio São Francisco, o senhor foi indicado para concorrer como personalidade no Nordeste ao Prêmio Imortal do Brasil, podendo denominar uma das novas espécies de animais recém-descobertas. Como o senhor recebeu essa notícia? PARA mim foi uma honra muito grande, uma surpresa. Eu não esperava que pudesse ser lembrado para um prêmio tão importante e estar incluído para competir com mais dois nomes, como o da escritora Raquel de Queiroz e do xilógrafo Jota Borges, dois grandes nordestinos conhecidos nacionalmente pelos seus trabalhos. Todos os dois trabalharam a questão do semiárido. Eu acho que para esse prêmio foram escolhidas pessoas que para o Nordeste trabalharam a questão do semiárido, que é realmente a mais importante da região. Nesta luta eu não estou sozinho, ou seja, estou com centenas de organizações não governamentais, milhares de pessoas, e o nosso movimento é muito maior que a questão da transposição do rio São Francisco. Nós estamos trabalhando há bastante tempo em um Plano de Desenvolvimento Sustentável para o Nordeste, com uma característica de que esse plano tem que ser efetivo e tem de ter um âmbito regional. O QUE o plano prevê para se reduzir os impactos negativos no semiárido? NÓS temos de trabalhar em cima de princípios, de que temos de resolver a questão do abastecimento humano das 6
conjunto de soluções não interessa às grandes empreiteiras, às indústrias de cimento, do aço e todas as grandes empresas que estão interessadas na transposição. Eles não têm interesse nas obras pequenas. É isso que influencia nas políticas públicas do Brasil, porque esse pessoal tem um poder muito grande. Mas, o grupo de discussões, do qual participo, está propondo ações efetivas que denominamos de Reforma Hídrica do Nordeste, composto por um conjunto de alternativas, como a construção de cisternas, barragens subterrâneas, barragens sucessivas, perenização com barragens sucessivas, pequenas e médias adutoras, poços com dessalinizadores, pois tem de se fazer um plano para a região como um todo e recursos não faltam.
populações. Eu acho que, da mesma forma que tem uma rede de energia, de estradas, temos de ter um abastecimento de água que alcance todas as pessoas no Nordeste, e aí tem diversas alternativas. É preciso entender a dimensão que temos o maior semiárido do mundo. É um milhão de quilômetros quadrados, são mil municípios, onde há uma diversidade muito grande de aspectos ambientais, e se imaginar que uma transposição vai ser como um passe de mágica e vai se resolver os problemas do Nordeste não é possível. Temos de pensar a região como um todo e aí existem experiências bem sucedidas no Nordeste, como as adutoras que aqui no RN são um exemplo e que tem de ter continuidade, para chegar mais ao homem do campo. Um estudo feito pelo próprio governo reconhece que, com a metade dos recursos da transposição do São Francisco, daria para fazer um programa revolucionário de abastecimento para as pequenas e médias cidades e que alcançaria o homem do campo. A QUESTÃO, nesse caso, é mais política mesmo... EU ACHO que precisamos de investimentos em soluções efetivas para o Nordeste. O problema é que esse
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ESSE plano vem sendo discutido em quais âmbitos de governos? NA ÚLTIMA eleição para presidente da República, o governo nos convidou – eu e o fórum do qual participo – para a formação de GT Interinstitucional com a participação de vários Ministérios, e tivemos oportunidade de nos reunir em Brasília várias vezes e começar a discutir essa temática. Entendemos que era preciso definir um modelo de desenvolvimento para o Nordeste e no próprio diagnóstico não havia consenso. Decidimos trabalhar nas questões que havia consenso e quando chegou a época da reeleição houve uma parada das atividades. Depois da reeleição, o governo perdeu o interesse em discutir com a sociedade essa questão. No final das contas, o lobby da transposição não deixa que aconteça nada a essa finalidade de realizar a obra e eles não admitem alternativas. Esse é o maior mal dessa obra da transposição, porque pede investimentos enormes e que vão concorrer com todos os outros programas do governo. Há um grandioso interesse das empresas nisso, em manter a região neste estágio em que está para poder justificar os recursos extraordinários que a transposição pedirá, nos próximos vinte anos. Todo ano vamos assistir à disputa destas empresas na União por R$ 1 bilhão, dinheiro que é público, nosso dinheiro.
Religião
Jovens a contive da Igreja
A juventude católica de Mossoró atende o chamamento da Igreja e desde o ano passado enfrenta maratona de preparação para a Jornada Mundial da Juventude, que chega ao Brasil, em julho, atraindo católicos do mundo todo ao Rio de Janeiro
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Religião
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Igreja Católica fecha nesta semana um dos períodos mais importantes no seu calendário anual, quando a Quaresma fecha o ciclo culminando com as celebrações da Semana Santa. Neste ano, em especial, a data teve a atenção redobrada para o catolicismo depois que o arcebispo Joseph Ratzinger, papa Bento XVI, anunciou em plena segunda-feira de Carnaval a decisão de renunciar o papado. A notícia atraiu a atenção dos brasileiros por dois motivos: primeiro, porque arcebispos da nossa Igreja integravam as listas de aposta para o nome de sucessão a Bento XVI. Previsões que não se concretizaram, o escolhido foi o argentino Jorge Bergoglio, que se transformou em papa Francisco. O segundo motivo deve-se à expectativa de confirmação do novo papa no Brasil durante a Jornada Mundial da Juventude, que acontece de 23 a 28 de julho no Rio de Janeiro. A Jornada é um dos maiores eventos da Igreja Católica e trará jovens de todo o mundo ao Brasil, além de selar a primeira visita do Papa Francisco. O novo pontífice confirmou à presidenta Dilma Rousseff sua vinda ao Brasil, durante visita dos chefes de Estado ao Vaticano nesta semana. E mais: além da estada no Rio de Janeiro, Francisco levantou ainda a possibilidade de estender a visita para conhecer o Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo. A Jornada é uma clara tentativa da Igreja Católica de voltar suas forças para fortalecer a religião na fatia mais jovem. Tanto que, para receber o evento, a igreja brasileira vem movimentando todos os seus segmentos com foco no evento. Exemplo disso é a tematização da Campanha da Fraternidade deste ano. Coordenada pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a ação escolhe uma temática para trabalhar mais incisivamente durante o período Quaresmal e, não por acaso, em 2013 o tema vem sendo “Fraternidade e Juventude”. Os trabalhos se estendem ainda pelas dioceses, paróquias, grupos paroquiais, congregações e ainda as células da instituição Católica como a Comunidade Católica Shalom, Obra de Maria e afins. Somente de Mossoró, a Diocese estima que quase 500 jovens irão participar do evento, que chega pela primeira vez ao Brasil. Os preparativos desses mossoroenses já começaram desde o ano passado e a expectativa só aumenta a
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cada dia que se aproxima do início do evento. “Participei da Jornada em Madrid, que aconteceu em 2011 e, te garanto, é um momento único na vida de um católico. Está reunido ali, num único espaço, jovens do mundo todo que pensam como você. Que têm a mesma fé que você... Não há barreira para nada, apenas a motivação da fé”, relembra a jovem Mariana Santos de Araújo, que já começou os preparativos para retornar ao evento, desta vez, no Rio. Preparativos Em Mossoró, o padre Augusto Lívio lidera as ações voltadas para a juventude e, por consequência, tem encabeçado os preparativos rumo à Jornada de julho. Ele explica que as primeiras ações voltadas para o evento se dão desde o ano passado através de vigílias, reflexões, e preparativo de vivência desses jovens. “A grande maioria da juventude que está indo, vai pela primeira vez ao evento. O nosso trabalho tem sido intenso com orações, reuniões, reflexões e ações para a vivência daquele momento, que será único e inesquecível para a nossa juventude”, detalha o sacerdote.
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E ele pode levantar as apostas para a grandeza do momento. Padre Augusto também já esteve em uma das edições do Jornada e lembra que “é um encontro fascinante. Toda aquela juventude em torno da adoração e renovação da fé em Deus”. O seu colega padre Flávio Augusto também usa a palavra “fascinante” para descrever o momento. “Se pensarmos que uma multidão de todo o mundo estará reunida no mesmo espaço, até poderíamos supor que o idioma seja um fator de dificuldade. Mas muito pelo contrário. Tudo acontece em consonância e em momentos de muita reflexão e fé”. A presença do papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude é, sim, apontada como um dos momentos de maior atenção e ansiedade da juventude que irá ao evento – não por acaso! Na edição da Revista Domingo do dia 16 de fevereiro, conversamos com o jornalista mossoroense Everton Lima, que participou da Jornada, em 2011, sediada em Madrid, na Espanha. Mesmo sem contato direto e distante cerca de cinco metros do então papa Bento XVI, ele descreve com muita emoção aquele momento. Primeiro por estar participando do
Religião
evento, em grupo com outros jovens católicos. Depois pela comoção do rápido instante de ver o líder de sua Igreja tão próximo de si. “Você tem fé e, às vezes, acha que só você tem esse sentimento. De repente você encontra jovens do mundo todo que têm a mesma fé e sentimento que você tem”, pondera Everton, lembrando que estava com o grupo de colegas quando viu o papôdromo passar dentro da área isolada. “É natural que tenhamos toda uma euforia porque, afinal de contas, foi a
primeira vez que vi o papa de tão perto. A gente quer saber como é a maior liderança da Igreja Católica”. O sentimento de Everton, certamente, é o mesmo que motiva milhões de brasileiros que sairão em romaria para atender o chamado da sua Igreja. A História da Jornada Em 1984 foi celebrado na Praça São Pedro, no Vaticano, o Encontro Internacional da Juventude com o papa João Paulo II, por ocasião do Ano Santo da Redenção. Na ocasião, o papa entregou
Convite do papa Bento XVI O papa Bento XVI, antes de renunciar o papado, deixou aos jovens um convite para participar do evento no Rio de Janeiro e usou o Cristo de braços abertos como ilustração.
aos jovens a Cruz que se tornaria um dos principais símbolos da JMJ, conhecida como a Cruz da Jornada. O ano de 1985 foi declarado Ano Internacional da Juventude pelas Nações Unidas. Em março, houve outro encontro internacional de jovens no Vaticano e no mesmo ano o papa anunciou a instituição da Jornada Mundial da Juventude. Todos os anos ela acontece em âmbito diocesano, celebrada no Domingo de Ramos e, com intervalos que podem variar entre dois e três anos, são feitos os grandes encontros internacionais.
# Serviço
“A conhecida estátua do Cristo Redentor, que se eleva sobre aquela bela cidade brasileira, será o símbol o eloquente deste convit e: seus braços abertos são o sinal da acolhida que o Senhor reservará a todos quantos vierem até Ele , e o seu coração retrat ao imenso amor que Ele tem por cada um e cada um a de vós . De ixa i-v os atr air por Ele ! Viv ei ess a experiência de encontro com Cristo, junto com tan tos outros jovens que se reu nirão no Rio para o pró ximo encontro mundial! Deixa i-vos amar por Ele e ser eis as testemunhas de que o mundo precisa”.
27ª Jornada Mundial da Juventude De 23 a 28 de julho Rio de Janeiro Informações no Portal: www.rio2013.com Twitter: @jmj_pt
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Música
O som da Copa
)) Caxirola vai dividir o som com o pedhuá
Música da campanha de divulgação do pedhuá, apito indígena que substituirá as vuvuzelas, é de autoria do mossoroense André da Mata
)) Pedhuá, apito de origem indígena que reproduz som de árvores 10
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Música
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ndré da Mata é músico e se considera apaixonado pelo samba. Cresceu ouvindo os mais diversos gêneros musicais, do forró ao rock, mas foi no samba que se encontrou. Músico multifacetado, André não só compõe com paixão e inteligência, como também desafia as cordas do seu cavaquinho, criando ritmos e harmonias diversas. Aos 15 anos de idade, decidiu defender a bandeira do samba e organizou um grupo musical, que viria mais tarde chamar-se Samba Nobre . Em 2008, o Teatro Municipal Dixhuit Rosado foi cenário para a gravação do seu primeiro trabalho autoral: o CD/ DVD intitulado “Tá ficando sério” - faixa musical produzida em parceria com o carioca Sérgio Santies. Não demorou muito e logo as músicas do CD/DVD estavam tocando em todas as rádios da cidade. A composição “Coração vagabundo” (André da Mata/ Kinho) ganhou expressividade popular, chegando a ficar entre as mais pedidas nas rádios locais. A repercussão desse trabalho motivou o interesse de intérpretes locais e regionais que passaram a gravar e solicitar outras composições autorais de André da Mata para inclusão em diversificados repertórios. A cantora paraibana Gitana Pimentel incluiu no seu primeiro álbum musical “Enfim Só...” quatro composições de André da Mata. Recentemente, o cantor e compositor Mumuzinho, destaque no programa Esquenta da TV Globo, incluiu a composição “O tempo é mistério”, de André da Mata/Djow Lins, em seu primeiro álbum: “Dom de sonhar”, lançado pela gravadora Universal Music. Em 2012, André da Mata participou da Primeira Mostra Cultural Exposamba, em São Paulo (SP), onde conheceu e firmou parceria com o renomado compositor Maurição da Império Serrano e compôs “Sombra e água fresca” e “Chega de esculhambação”. Maurição é autor de vários sucessos gravados pelo cantor Zeca Pagodinho e parceiro fiel do poeta Arlindo Cruz. Brincando com ritmos e tendências da música brasileira contemporânea, André da Mata compôs o sambanejo, uma mistura de samba com sertanejo. O compositor declara que sua intenção foi “criar algo fácil de ser cantado, sem ser pejorativo.” O autor faz alusão à descontração e irreverência do jogador Neymar e brinca dizendo: “Imagine
)) André da Mata, compositor mossoroense autor da música de divulgação na Copa do Mundo quando Neymar dançar... Nos quatro cantos do Brasil, o sambanejo é sensação...” E, para homenagear o lutador brasileiro de MMA Rony "Jason" Mariano Bezerra de Lima, cearense por nascimento e mossoroense por adoção, André da Mata, em parceria com Joaquim Neto, “Kinho”, compôs “Rony Jason, osso duro de roer”. NA COPA DO MUNDO Uma das suas mais recentes criações foi um "jingle" para representar oficialmente o pedhuá (apito de origem indígena que substituirá as vuvuzelas) na Copa do Mundo de 2014.
O cantor e compositor André da Mata tem mais de 200 composições autorais inéditas. À frente do seu grupo Samba Nobre, também interpreta canções de autores consagrados. Como bom sambista que é, André da Mata valoriza muito o samba versado na veia - o partido alto - e termina sempre as apresentações da sua banda improvisando versos sobre os mais diferentes assuntos, arrancando os aplausos dos que o ouvem. André da Mata busca inspiração no trabalho e na obra de consagrados músicos que são considerados ícones do samba. O seu inegável talento é a certeza de que o samba não morrerá jamais.
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sua carreira
Rafael DemeTrIUS
10 dicas para comprar uma franquia
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omprar uma franquia tem se tornado o negócio do momento e atraído muitos empresários a pensar sobre o assunto e decidir entre abrir um negócio com temática própria ou investir em uma marca de sucesso. As vantagens são imensas. Para quem tem uma boa quantidade e dinheiro para investir, é interessante não partir do zero e já começar com uma marca de sucesso. Alguns gastos serão eliminados como divulgação da marca, campanhas de marketing e criação de produtos, já que a matriz é quem deve cuidar de tais ações e distribuir as franquias. O poder da marca deve ser muito levado em conta, pois marketing é o que levanta um negocio hoje em dia. Logo, começar com uma marca de sucesso em mãos e sua fama já prontos já é um grande passo a ser dado. Veja agora nossas 10 dicas para comprar sua franquia. 1 – Avalie a demanda para os produtos e serviços da franquia em questão
Todo o sucesso de um negócio gira em torno da demanda. Realmente existem pessoas suficientes, na região em que você pretende abrir a franquia, que comprarão seus produtos e serviços? Não se esqueça de ponderar fatores culturais, climáticos e o perfil da clientela. Uma franquia bem sucedida em uma região pode não ser tão boa em outra, por isso é muito importante fazer um plano de negócios antes de comprar a franquia. 2 – Avalie a concorrência para o segmento da franquia na região de atuação
Qual é a concorrência na região em que você quer abrir a franquia para os produtos e serviços? Sua expectativa de vendas para o serviço ou produto da franquia está diretamente relacionada a concorrência para o segmento na região em que você pretende atuar. Não esqueça de avaliar a concorrência para produtos substitutos. 3 – Avalie o reconhecimento da marca da franquia
A marca da franquia em questão realmente tem um reconhecimento na sua região? Grande parte do sucesso de uma franquia está no reconhecimento da marca, assim é preciso ter certeza de que a marca, apenas pelo nome já traz algo de positivo para o novo negócio, isto na sua região. É preciso certificar se de que a marca da franquia é conhecida positivamente e traz valor para as pessoas na sua região. 4 – Avalie sua capacidade e interesse em conduzir o tipo de negócio
Você está disposto e capacitado para conduzir este tipo de negócio da franquia. Faça um exercício de imaginação e imagine-se trabalhando, como seria seu dia a dia nesta atividade e veja qual seu nível de satisfação. Faça um check-list das habilidades e conhecimentos necessários para conduzir o negócio oferecido pela franquia e seja sincero ao responder. Eu posso tocar este negócio? Ou posso aprender rapidamente o que é preciso para conduzi-lo?
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5 – Como funciona e qual a abrangência do suporte oferecido pela franquia?
Pergunte qual o suporte oferecido e se já está incluso no valor da franquia, verifique em detalhes se após a venda o franqueado terá suporte nas operações, marketing, vendas e finanças da franquia. Um fator de escolha pela franquia é a justamente o fato dela vir formatada, com maior possibilidade de sucesso e menos custos com aprendizado na realização dos processos operacionais. 6 – Analise o potencial de crescimento da franquia
Verifique se o mercado da franquia em questão se encontra em expansão, estagnado ou em retração. Quais as tendências para este tipo de negócio nos próximos anos? Caso você não tenha segurança para tomar a decisão faça uma pesquisa de mercado para determinar o tamanho do mercado e se ele suporta a entrada de mais uma empresa no segmento. Alguns negócios surgem rapidamente, porém, por vários motivos, como: baixa barreira de entrada ou mudança nos hábitos de consumo, desaparecem na mesma velocidade com que chegaram. 7 – Converse com alguém que já comprou a franquia
Outro passo muito importante para definir se realmente vale a pena comprar a franquia analisada é conversar com outros proprietários de outras franquias para avaliar o nível de satisfação, dicas e eventuais queixas dos mesmos. Procure você mesmo por estas pessoas assim não corre o risco de que o franqueador lhe indique justamente aqueles que estão satisfeitos com a franquia adquirida. 8 – Solicite ajuda jurídica especializada para avaliar o contrato
A não ser que você seja um advogado especializado ou conhecedor da área jurídica será preciso solicitar ajuda especializada para avaliar o contrato que será assinado e suas respectivas obrigações originadas. É um compromisso muito sério e certamente vale cada centavo pago em tal ajuda. 9 – Avalie se é melhor comprar uma franquia ou iniciar uma marca
Algumas franquias são grandes e de difícil formatação, com vários “segredos” do sucesso dos seus produtos e serviços, mas outras são simples o suficiente para que a compra de um sistema caro pode não valer a pena. Verifique todos os itens anteriores e o passo seguinte a este para ponderar se o preço pago na compra da franquia será retribuído em forma de benefícios e dinheiro no caixa. Na análise financeira do negócio você conseguirá friamente prever o retorno do investimento na franquia. Assim você poderá comparar o mesmo retorno do investimento caso opte por abrir uma empresa você mesmo sem comprar uma franquia e decidir pela melhor opção. 10 – Evite o maior erro cometido pelos franqueados
É importante saber que com uma franquia o estudo de mercado não será eliminado. Alguns empreendedores pensam erroneamente que ao comprar uma franquia de uma marca famosa o sucesso está garantido e a falência não o irá atingir. Pensamento completamente errôneo. Quem está investindo deve sempre observar as tendências do mercado e saber se a concorrência está aumentando a nível sufocador. Os melhores negócios do mundo estão sujeito ao fracasso e o dono da franquia deve ter isso em mente e pensar na hora certa de partir para outro empreendimento. No mundo dos negócios, abandonar o barco na hora certa não é ser covarde, mas ser esperto. Antes de comprar a franquia, é preciso analisar o ponto escolhido, concorrência na região, público alvo, investimento total, previsão de retorno do investimento, entre vários outros. Tudo isso depende do empresário que comprou a franquia, não dos donos da marca.
artigo
LUIZ CarloS KloSTer *
Quanto custa um hospital
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om os custos investidos na reforma do Estádio Mané Garrincha, dá para construir 30 hospitais completos para atender a mais de 1 milhão de pessoas cada um. Pesquisando na Internet, encontrei o artigo do Constâncio Viana e refiz alguns cálculos e atualizei informações, chegando à seguinte conclusão. Constâncio vasculhou alguns arquivos na internet e descobriu, em fontes bem confiáveis, que o custo médio para levantar uma estrutura hospitalar com cerca de 8.500m² de área construída, com todas as dependências necessárias para atender a uma população de 40 mil pessoas, com 160 leitos, sendo 12 para UTI, pronto-socorro, triagem, farmácia, cozinha, lavanderia, ou seja, com toda a estrutura necessária, custaria a preços normais sem superfaturamento ou desvios, R$ 14 milhões, já contabilizando os custos com central de ar condicionado, rede elétrica, telefônica, água e esgoto. Com mais R$ 16 milhões, é possível comprar todos os equipamentos hospitalares, incluindo os mais modernos do mercado, como também todas as mobílias necessárias a um hospital. O custo anual com a mão de obra concursada e terceirizada, incluindo médicos, enfermeiros, anestesistas, seguranças, recepcionistas etc., seriam mais R$ 32 milhões por ano (R$ 2,67 milhões ao mês), considerando o salário de mercado. Resumindo: é possível manter um hospital de porte, com equipamentos de ponta por R$ 62 milhões no primeiro ano, atendendo a cerca de 600 pacientes por dia. Só para fazer uma comparação simples, a reforma do Estádio Mané Garrincha, que agora querem mudar de nome, vai custar aos cofres públicos R$ 1,015 bilhão, tudo isso para atender as exigências da Fifa, e serão utilizados em 4 ou 5 jogos durante a copa do mundo. Depois disso, com o nível do futebol de Brasília
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(DF), duas coisas devem acontecer: ou o estádio vai virar um imenso elefante branco ou o governo vai passar para a iniciativa privada "de graça" a administração desse bilionário estádio, que se tornará uma casa de show nas mãos de algum amigo do governador. Com esse valor, poderíamos construir mais de 30 hospitais, os quais atenderiam regiões com população de mais de 900 mil pessoas. Se construídos em locais de alta carência e concentração de pessoas, poderíamos atender a mais de 1,2 milhão de pessoas. Estamos falando de custo de um úni-
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co estádio, de apenas uma das dezenas de obras da copa (metrô, praças, aeroportos, ruas e avenidas, rodoviárias etc.). Serão construídos e reformados 12 estádios (custos acima de R$ 7 bilhões). No total estimado, serão mais de R$ 25 bilhões de investimentos até a copa de 2014. Lembramos que a arrecadação dos jogos da copa não paga 10% do investimento, o qual foi tirado da saúde, da educação, da segurança, etc.. É isso mesmo que você quer para sua cidade e para o seu País?
* Luiz Carlos Kloster é palestrante, professor de informática, técnico em informática, consultor de vendas de TI e web design. Jornal de Fato | DOMINGO, 24 de março de 2013
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adoro comer
DaVI moUra
2 anos de Adoro Comer
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No próximo dia 27, o blog Adoro Comer completa dois anos de existência. Muitas novidades, muitas comidinhas e alguns quilinhos a mais, mas com a certeza de um trabalho bem feito. Parece que foi de propósito, pois exatamente na mesma época do aniversário, atingimos mais de 1.000 curtidas na nossa Fan Page, e isso é muito gratificante: sinal de muito trabalho, persistência e AMOR. E, claro, você, meu leitor, curtidor e devorador de guloseimas é um responsável! Que venham as 10.000! Detalhe: fique ligado no http://adorocomer.com porque com certeza vai rolar uma megapromoção!
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Almoço do Café Society Há algumas semanas atrás, postei uma foto no Instagram sobre o almoço da Society, o que foi um espanto para algumas pessoas, já que a maioria acha que o local só serve café, bolos e similares. Altevir e Márcia pensaram em adequar um buffet com algumas boas opções para agregar valor e fazer que o movimento na parte da manhã seja tão bom quanto no final da tarde. E vamos lá: depois de uma cansativa manhã de trabalho, o almoço deve ser prazeroso. Especialmente se vier com um gostoso café depois, para renovar as energias. As opções são inúmeras, passando pela culinária regional, como carneiro; massas italianas e outras opções mais saudáveis como salada e salmão. Visite: pertinho do hospital Wilson Rosado.
Cursos de Culinária no Senac O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI-RN) prorrogou o período de inscrição do edital da aprendizagem industrial até última sexta-feira, 22. Estão sendo ofertados 12 cursos em Natal, Mossoró, Santa Cruz e Caicó, nas áreas da construção civil, confecções, telecomunicação e informação. O cadastro está sendo realizada pelo site gpsc.rn.senai. br até as 23h59. Há vagas para os seguintes cursos: Encarregado de Obras, Eletricista de Manutenção, Auxiliar de Linha de Produção de Confecção, Operador Polivalente da Indústria Têxtil, Soldador Multiprocessos, Eletrônica, Automação Industrial, Segurança do Trabalho, Mecânica, Edificações, Panificação e Confeitaria.
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Produtos com soja da marca Ades são suspensos pela Anvisa O momento não é dos melhores para a marca Ades, da Unillver. Após o anuncio do recall de 96 unidades do suco Ades maçã de 1,5 litro fabricadas no dia 25/02/13, por contar substâncias que podem causar queimaduras, agora a empresa sofreu um grande baque. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou, nesta segundafeira, a suspensão da fabricação, distribuição, comercialização e consumo, em todo o território nacional, de todos os lotes dos produtos ‘alimento com soja’ da marca Ades localizada em Pouso Alegre, Minas Gerais. De acordo com resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU), a punição aos produtos se deve “por suspeita de não atenderem as exigências legais e "regulamentares” do órgão. Notícia do administradores.com.br.
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Chocolate branco não é chocolate Agora que a Páscoa já está bem próxima, vamos quebrar um mito. O iG Comida explica que cada chocolate é de um jeito. Por causa da receita, da qualidade, do tipo, do fabricante. Mas todos têm sabor característico: de cacau. Apesar da consistência parecida, o branco é diferente. Tem poucas nuanças, costuma ser bastante açucarado e não tem o tal gosto em comum. Segundo especialistas, porque chocolate branco não é chocolate. "Ele não contém sólidos de cacau; apenas manteiga”, diz Diego Badaró, sócio proprietário da fabricante AMMA Chocolates . E aí está o ponto: na receita do branco não entra a pasta extraída do cacau. Só a gordura que se separa dela, quando o fruto é prensado para fazer o doce. E chocolate sem cacau é que nem goiabada de banana, fantasia. “Não que seja ruim", diz o chef pâtissier e chocolatier Diego Lozano . "Mas não é chocolate; é outro doce". Crises de identidade à parte, o produto faz sucesso. Qual o seu preferido?
Aproveite e acesse o http://blogadorocomer.blogspot.com para conferir esta e outras delícias! 14
Jornal de Fato | DOMINGO, 24 de março de 2013
adoro comer
Bacalhau à Gomes de Sá INGreDIeNTeS • Bacalhau (Como este prato é bastante simples, só requer montagem, dá pra fazer a quantidade que você quiser) • Ovos cozidos e cortados em pedaços grandes • Azeitonas • Cebola cortada em pedaços grandes • Pimentão cortado em pedaços grandes • Batatas cruas, cortadas e descascadas • Salsa para temperar • Azeite, muito azeite
MODO DE PREPARO • O primeiro passo é dessalgar o bacalhau. Em uma vasilha grande, cubra o bacalhau com água geladinha e o deixe na geladeira, na parte de baixo. Deixe de 24 a 48 horas, dependendo do seu grau de afinidade com o sal; • Depois de tirar o couro e as espinhas, corte-o em postas grossas, de 4 dedos cada. Este é um tamanho bom para que ele cozinhe por completo e fique suculento ainda; • Em um refratário, coloque bastante azeite e faça uma cama com as batatas por cima. Logo depois coloque as postas de bacalhau; • Por cima, coloque porções generosas de cebola e pimentão; • Enfeite com os ovos, azeitonas, a salsa e, por último, dê um último banho de azeite; • Cubra com o papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido a 180º por cerca de 30 a 40 minutos; • O ponto do bacalhau é quando o garfo perfura o peixe sem dificuldade, abrindo as fibras de forma suave; • A sugestão de consumo é com arroz branco e com um bom vinho do Porto.
Jornal de Fato | DOMINGO, 24 de março de 2013
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