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Revista de Domingo nº 548

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editorial ao leitor

É carnaval,

de novo...

A

p4 Entrevista

Felix Filho conviveu e, agora, lança livro com história de Dom Hélder Câmara

alegria das festas populares já começa a se espalhar naqueles que contam regressivamente os dias para o feriadão de carnaval, entre o dia 9, sábado de fevereiro, a terça-feira, dia 12. Em Mossoró, no entanto, as festividades que antecedem já começaram e tem para todos os gostos. Tem atração de todos os tipos, até para o frevo! Isso porque a ideia de um grupo de amigos, há sete anos, de celebrar o centenário do ritmo pernambucano caiu nas graças do mossoroense e, hoje, a Troça Batendo o Centro é uma das principais atrações do carnaval local, sempre na quartafeira que antecede o feriadão. Se o ano só começa depois do carnaval, é bom ficar atento porque isso significa também o começo do ano letivo. Enquanto uns esperam o retorno das aulas no ensino básico, uma turma de jovens já segue o compasso da pesquisa e ensino mais aprofundado da academia. Mas, afinal, esses jovens estão preparados para enfrentar a Universidade? Leia também nessa edição uma entrevista especial com o jornalista Felix Filho, que veio a Mossoró para lançar o Livro “Além das Ideias”, com memórias da vida do arcebispo Dom Hélder Câmara, contada por quem conviveu de perto com um dos maiores líderes do século XX.

p 12 p14

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Troça

A festa de carnaval em Mossoró começa mais cedo

Educação

Cedo eles chegaram à universidade

p10

Coluna

Rafael Demetrius da dicas de como mudar de vida em 2013

Adoro comer Colunista Davi Moura: Torta Gargamel

• Edição – C&S Assessoria de Comunicação • Editor-geral – Wil­liam Rob­son • Dia­gra­ma­ção – Rick Waekmann • Projeto Gráfico – Augusto Paiva • Im­pres­são – Grá­fi­ca De Fa­to • Re­vi­são – Gilcileno Amorim e Stella Sâmia • Fotos – Carlos Costa, Marcos Garcia, Cezar Alves e Gildo Bento • In­fo­grá­fi­cos – Neto Silva

Re­da­ção, pu­bli­ci­da­de e cor­res­pon­dên­cia Av. Rio Bran­co, 2203 – Mos­so­ró (RN) Fo­nes: (0xx84) 3323-8900/8909 Si­te: www.de­fa­to.com/do­min­go E-mail: re­da­cao@de­fa­to.com Do­min­go é uma pu­bli­ca­ção se­ma­nal do Jor­nal de Fa­to. Não po­de ser ven­di­da se­pa­ra­da­men­te.

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conto

joSÉ NIcoDemoS*

Estava escrito

P

assado um mês, já, sem empregada, minha mulher não parava de reclamar, isto que significa não ter jeito para o serviço doméstico. Olhava as mãos, com desgosto. Grossas, já. Nem ia mais à manicura, para quê? De tanto procurar, teve informação de uma, que acertou de ser Paulinha, justamente a moça com quem eu tivera um caso ainda estudante universitário, ela servindo emprego na cantina da Universidade. Eu era solteiro, e ainda não conhecia Isaura, que se tornaria minha mulher, um ano depois da minha formatura. Quando cheguei em casa, do escritório, deparei logo com Paulinha, aparentemente a nova empregada. Paramos um diante do outro, como se não nos conhecêssemos, surpresos. Havia muito que não nos víamos. Aos poucos, e era como se acostumássemos as vistas, foi que nos fomos aproximando, nessa relação formal entre patrão e empregado. Mas sempre o cuidado de não nos trairmos... Isaura nunca soube desse meu passado e, naturalmente, não lhe passava pela cabeça a ideia de vigiarme. Demais, eu nunca lhe dera motivos de desconfiança no tocante à fidelidade conjugal.

Eu era solteiro, e ainda não conhecia Isaura, que se tornaria minha mulher, um ano depois da minha formatura.

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Mulher dada à vida de salão, desde solteira, o que me contrariava, Isaura era o dia todo nas lojas de moda e nos centros de beleza, não lhe faltavam convites para as festas elegantes. Era-lhe tudo na vida sair nas seções dos jornais. Assim que, o mais do tempo a sós com Paulinha, em casa, muito dedicada a mim, fui tomando-me de verdadeiro amor a ela, o que antes seria uma aventura simplesmente carnal. É forçoso dizer, sem rodeios, que Isaura era uma mulher fria, sempre apressada em nossas relações, e eu até chegara a desconfiar de que não gostasse de mim. No mais, o trato dela em relação a mim nunca fora para que se diga de quem ama, mesmo. É verdade

Envie sugestões e críticas para o e-mail: aristida603@hotmail.com

)

que, no começo, entre o mais e o menos. A não ser isto de cama, Paulinha fazia as vezes de esposa dedicada, tudo a tempo e a hora, e a isto fui me acostumando, com uma ternura de marido feliz. Tratava-me com um zelo comovente, e era tudo o que queria ter na convivência conjugal. Até que um dia, Isaura em viagem de turismo com um grupo de amigas, umas com os maridos, outras não, aconteceu a imposição, irresistível, da carne, Paulinha com o mesmo ardor do passado. Não disse bem; mais mulher. E eu me sentia mais homem. Mais tudo. Não é preciso contar mais o resultado. Bastará dizer que somos felizes, e muito felizes, para sempre.

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entrevista

FelIX FIlHo

“Dom Helder foi incompreendido até mesmo dentro da Igreja”

Por Higo Lima Para a Revista Domingo

S

e vivo, o arcebispo Dom Hélder Câmara faria no próximo dia 7 de fevereiro 104 anos. No entanto, o sacerdote é um daqueles brasileiros elevados à dimensão da atemporalidade, em virtude do seu envolvimento nas causas humanitárias e lutas para fortalecer os movimentos de base da Igreja Católica. Cearense, traçou boa parte da sua vida religiosa no Pernambuco, de onde sua voz ganhou eco pelo mundo, tendo, inclusive, sido 4 vezes indicado ao Prêmio Nobel da Paz. Todos esses fragmentos da história de Dom Hélder Câmara, talvez, sejam conhecidos por todos. O que poucos sabem, na verdade - a rotina e costumes mais íntimos – estão relatados no livro “Além das Ideias – Histórias de vida de Dom Hélder”, que o jornalista Felix Filho lançou nesta semana em Mossoró. Um documento de memórias resgatas por quem conviveu de perto com um dos maiores líderes do século XX.

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entrevista Por que o senhor resolveu escrever as memórias sobre a vida de Dom Helder Câmara? A ideia do livro surgiu a partir de uma conversa com o arcebispo emérito de João Pessoa e um dos principais colaboradores de Dom Hélder Câmara como reitor do Seminário Regional do Nordeste, Dom Marcelo Carvalheira. Ele afirmava que seria bom que algum amigo escrevesse as histórias de Dom Hélder. Este livro, portanto, é um resgate dessas pequenas histórias, muitas conhecidas apenas pelos amigos mais chegados. Então, escrevi o livro para resgatar esse "tesouro" que estava escondido na memória das pessoas que conviveram mais próximas. Qual era a sua proximidade com Dom Helder, em que momento se conheceram? Conheci Dom Hélder antes mesmo de ser ordenado padre por ele. Tenho uma tia e madrinha - a Tia Mana - que era bastante amiga dele, colaboradora do arcebispo na pastoral social. Mas,

na verdade, minha aproximação maior começou nos tempos do Seminário Regional do Nordeste, como seminarista da Arquidiocese de Olinda e Recife e, depois, já como padre ordenado fui atuar no Setor de Comunicação Social da CNBB Regional Nordeste II, no Recife, juntamente com o padre Manoel Guimarães, da Diocese de Mossoró. Mas o contato maior foi durante meu período como pároco da Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho, em Ponte dos Carvalhos, no Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife. Lá, tive a graça de recebê-lo várias vezes para celebrações e festas paroquiais. Dom Hélder era conhecido por seu lado humano, na intimidade. Quais as características que o senhor mais guarda dele? Como era o dia a dia de Dom Hélder? A característica maior de Dom Hélder era o respeito com as pessoas, mesmo as subordinadas diretamente a ele, como era o caso dos padres da

Arquidiocese de Olinda e Recife. Dom Hélder nunca se impunha, nunca presenciei qualquer alteração na voz. A base era a conversa e o diálogo, respeitando profundamente quando discordavam dele. Na verdade, era um pastor verdadeiro. Humano, sincero, leal e, sobretudo, de uma total simplicidade de vida. Em “Além das Ideias…” o senhor descreve várias histórias sobre Dom Hélder. Mas como Dom Helder lidava justamente com as suas ideias? No livro, através de pequenas histórias do cotidiano de Dom Hélder, procuro revelar sua personalidade impactante, seu modo de se livrar de algumas situações embaraçosas. Fatos simples, corriqueiros, mas reveladores de uma fé inabalável e, acima de tudo, de serviço aos pobres, seus preferidos. Felix Filho, o que o leitor encontrará no livro? A oportunidade de conhecer Dom Hélder para além das suas ideias, em

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entrevista )) Dom Hélder Câmara

seus comportamentos, nas relações com pessoas, com os militares prepotentes da época, em gestos que encantam ao brotarem espontâneos no dia a dia. Escrevi o livro para que o leitor entre na intimidade do arcebispo, descubra o Dom Hélder que nós conhecemos, em histórias que encantam por sua beleza, simplicidade, humor e fé. A originalidade do livro "Além das Ideias - Histórias de Vida de Dom Hélder" é justamente reunir essas histórias do dia a dia, simples, mas que revelam a personalidade do ex-arcebispo. São histórias de vida, de encontros com pessoas e instituições e, sobretudo, seu modo livre de enfrentar situações difíceis, algumas até com o risco da própria vida.

por pressão do Governo Brasileiro. Acredito que ele ficou bastante triste, pois era um grande reconhecimento ao trabalho que vinha fazendo em favor da paz mundial e da não violência. Como a ideia do livro foi recebida dentro da própria Igreja? O livro, apesar de ter histórias que demonstram a independência de Dom Hélder em relação à hierarquia da própria Igreja Católica, foi muito bem recebido pelo clero e admiradores do ex-arcebispo. Tanto que é publicado pela CEPE (Companhia Editora de Pernambuco) em parceria com o Instituto Dom Hélder Câmara. Todos os padres que leram o livro gostaram muito e tenho recebido manifestações

O senhor acredita que Dom Hélder tinha dimensão da importância dele para a Igreja? Sim. Ele tinha plena noção da importância dele para a Igreja, não só do Brasil e América Latina, mas para todo o mundo seja católico ou não. Ele sabia, como poucos, usar os meios de comunicação e, principalmente, sua eloquência, sua extrema habilidade em falar para diversos públicos, para levar sua mensagem de paz, fraternidade e justiça. Foi um profeta da não violência, ao mesmo tempo em que denunciou as barbaridades e as torturas que estavam sendo praticadas pelo Governo Militar no Brasil, na década de 1970. Dom Hélder, sem dúvida, foi um dos principais nomes da Igreja Católica no século passado. Como ele lidava, por exemplo, com o assédio em virtude das especulações sobre sua indicação ao Prêmio Nobel? Não tenho informações sobre como Dom Hélder lidou com a questão do Prêmio Nobel. Hoje já temos conhecimento que ele não recebeu o prêmio

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e elogios de todo o país. No livro, o senhor relata pequenos fragmentos da vida de Dom Hélder, qual é o maior legado que o arcebispo deixa? Primeiro não tenho dúvida da santidade de Dom Hélder Câmara. Era um santo verdadeiro, um homem profundamente místico, que acordava todas as madrugadas - das duas às quatro da manhã - para rezar. Mas, na verdade, para mim o maior legado de Dom Hélder foi o seu ‘profetismo’. Era um profeta do seu tempo e, como todo profeta, foi perseguido, humilhado, silenciado e ameaçado várias vezes de morte. Como um profeta, foi incompreendido até mesmo dentro da Igreja Católica Romana. Era, sem dúvida, um homem acima do seu tempo, de inteligência rara e profunda fé. Não uma fé que aliena as pessoas, mas transforma em vida, e vida em favor de todos, principalmente dos mais pobres.


Troça!

Esquenta para o CaRNaVal Começou como uma diversão de amigos e hoje a troça “Batendo o Centro” se transformou em uma das principais atrações do carnaval de Mossoró, saindo na quartafeira de fogo que antecede o feriadão

U

m pedaço das festividades carnavalescas de Mossoró está diretamente ligado ao Frevo, ainda que esse não seja o ritmo tradicional da cidade, ou comum por essas bandas acima do Pernambuco. No entanto, se música é uma linguagem universal, um grupo de amigos se reuniu, em 2007, justamente para celebrar em terra potiguar o centenário do Frevo. À época, eles eram apenas 10 inte-

grantes. Provavelmente, cada um tomaria rumo diferente durante o feriadão de Carnaval. Antes, porém, na quarta-feira que antecede a festa, colocaram a troça na rua com o nome “Batendo o Centro”, devido o percurso transitar justamente pelas vielas do centro comercial da cidade, percorrendo os trechos mais antigos e boêmios. Cada um dos dez integrantes tinha a obrigação de atrair mais alguns amigos,

de forma que a pequena contribuição ajudasse a arcar os custos do que, naquele ano, seria apenas uma grande diversão. De dez, a troça ganhou a rua com aproximadamente 300. Detalhe: naquele ano não disponham do reforço das redes sociais, era tudo apenas no boca a boca. O grupo, que já cresceu significativamente no primeiro ano, surgiu com forte indicativo de virar mania e tradição na cidade. E foi o que aconteceu! Hoje, a Troça Batendo o Centro é praticamente a maior atração às vésperas do feriadão. “É um esquenta para o carnaval, porque na sexta-feira as pessoas começam a viajar para os seus destinos”, pondera Danielson Santo, um dos idealizadores da Troça. Devido ao aumento de público no evento, as edições posteriores precisaram mudar de percurso e até mesmo incrementar novos artefatos para garantir o sucesso da festa. Quando começou, ela percorria as redondezas do Mercado Central; anos depois passou para os entorno da sede dos Correios, no Centro, e, por último, o ponto de partida tem sido a Praça Cícero Dias, no Teatro Municipal Dix-huit Rosado. Confira o mapa do

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Troça! percurso na ilustração. Na edição do ano passado, que também saiu das proximidades do Teatro, a polícia estimou um público superior a cinco mil pessoas. “Tivemos que mudar o percurso para um roteiro com ruas mais largas e iluminadas porque aumentou a quantidade de pessoas e, também por isso, tivemos que incluir um trio elétrico para puxar a festa”, detalha Danielson, relembrando que o trio foi incluído já na terceira edição. A troça é sustentada pela venda de camisetas que garantem o acesso a uma feijoada, realizada ontem, em Tibau, cuja renda arrecadada é aplicada no evento. Além disso, a boa repercussão do evento já dá condições para adquirir patrocínio junto ao comércio local. “O poder público também é um grande parceiro ao incluir o evento dentro da programação”. Resgate cultural Para os foliões assíduos, um dos fatores que garante o sucesso da Troça está justamente na qualidade musical. O percurso é animado praticamente apenas com orquestra de frevo, que regem as músicas dentro do estilo. “Todos os anos garantimos uma criteriosa seleção musical”, diz Danielson. Mas a variedade de fantasias também é uma atração à parte. Uma das peculiaridades do evento é o grande número de pessoas que usam e abusam da criatividade para disputar a atenção pela fantasia mais excêntrica e criativa. Vale de tudo! “Já fizemos até concurso”, relem-

bra a organização. Em cada ano, uma temática norteia toda a atmosfera do evento, já foi o culto a fé, as redes sociais e, neste ano, por exemplo, o misticismo das religiões afrobrasileiras está representado na figura de Iemanjá. A orixá foi escolhida como temática por dois motivos: primeiro é porque o carnaval deste ano será poucos dias depois da data reservada à rainha do mar, dia 2 de fevereiro; este ano também é regido por Iemanjá. O misticismo está presente nas camisetas promocionais, na ornamentação, e também no clima de segurança, garante Danielson: “nunca tivermos nenhuma ocorrência registrada dentro da Troça. Esse ano, que as bênçãos de Iemanjá assegurem mais uma festa de paz”. Editoria de Arte: Neto Silva

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!

Tudo é carnaval

A programação do carnaval de Mossoró foi lançada na última terçafeira, dia 22, no Auditório das Artes Eliseu Ventania com proposta de investimento que assegure a sustentabilidade das agremiações e o crescimento da festa popular durante os próximos anos. Estão sendo investidos 400 mil reais, sendo que 150 mil serão repartidos entre as agremiações. A festa do Carnaval de Mossoró conta com 35 agremiações, entre escolas de samba, blocos, índios, maracatus e troças. Entre bailes e prévias carnavalescas serão realizados 25 eventos. Uma das novidades desse ano foi a realização da “Vitrine de Carnaval”, que aconteceu ontem, na Praça Rodolfo Fernandes. O evento reuniu os carnavalescos numa festa para apresentar a programação e destacar a necessidade da preservação das tradições. O secretário da Cultura, Gustavo Rosado, ressalta o sucesso do evento e da parceria do poder público municipal com os carnavalescos. Ele falou de parcerias privadas que vão apoiar a festa através de patrocínios. “Contamos com todos para fazer dessa programação um grande evento. Recebemos este desafio e vamos, juntos, fazer um grande Carnaval para todos os mossoroenses”, disse.


Troรงa! Editoria de Arte: Neto Silva

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Educação

Cedo eles chegaram à Universidade T

oda escolha é um processo difícil que exige, sobretudo, maturidade. Esse talvez seja o preceito básico comum a qualquer situação. E quando aplicado à adolescência, então, toda e qualquer escolha vem relacionada à responsabilidade. Temos assistido o posicionamento dos jovens cada vez mais cedo se impondo ao mundo competitivo, seja na vida profissional, amorosa ou estudantil. Depois do ProUni, Programa do Governo Federal de acesso ao ensino, por exemplo, não é mais tão raro encontrar jovens de 15, 16 anos frequentando os corredores das Universidade. É importante lembrar que a Universidade não é um mero curso de férias. Além das exigências naturais do próprio

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curso, também é lá que o graduando se prepara para a vida profissional. Se por um lado pode-se comemorar a ascensão precoce desse público, por outro, levantamos a discussão: será que esses jovens estão preparados para tamanha empreitada que, relembrando o que dizemos acima, chegam com a sobrecarga de exigência de maturidade e de responsabilidade? Dúvida! Essa palavra é bastante conhecida no vocabulário da turma teen. Seria ela uma aliada? Na verdade, especialistas alertam para os cuidados dessa precocidade. Para ilustrar bem situação, a cearense Jéssica Gonçalves traçou cedo seu caminho, todo o percurso aliado com a dúvida e, aos poucos, descobrindo o que

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é maturidade e responsabilidade. Ela terminou o ciclo básico de ensino com apenas 15 anos de idade, na rede pública de ensino da cidade de Russas, no vale o Jaguaribe. Sem muita clareza de qual curso superior iria tentar vestibular, Jéssica dedicou o ano seguinte aos estudos em casa para prestar vestibular. Mais de uma tentativa e, aos 17 anos, assegurou sua vaga no curso de Bacharelado em Biologia na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). O deslumbramento com o ensino superior logo foi quebrado. Para fazer o curso, teve que se deslocar e montar estrutura na cidade de Mossoró, onde mora desde 2008, e com isso, toda a responsabilidade de arcar com o dia a dia sozinho.


Educação Na Universidade, outra frustração porque “entrei no curso e esperei que teríamos mais aula de campo, mais laboratórios, enfim, mais condições para o curso. O que não acontece porque a falta de estrutura acaba comprometendo”, relata ela. Dúvida também foi um ponto presente nesse processo. Chegou a iniciar o curso Técnico em Enfermagem, mas nunca pensou em migrar de graduação.

) Números

1.216

candidatos declaram menos de 17 anos

3.882

candidatos têm entre 17 e 18 anos

Cuidado redobrado da família Atenção redobrada da família. A psicóloga Gilda Milena alerta que o mundo competitivo está colocando as pessoas na disputa cada vez mais cedo e isso exige atenção especial, sobretudo, da família. “O processo de amadurecimento é longo e passa por diversas fases. A Universidade é uma fase decisiva na vida das pessoas porque é um norteador da sua vida durante anos. Com as pessoas chegando cada vez mais cedo, é inevitável que a família preste assistência e esteja ao lado para dar suporte”, comenta a especialista. Ainda de acordo com ela, o papel da família vai desde ajudar a amadurecer a vocação profissional até mesmo dar os direcionamentos do jovem frente aos problemas que irá enfrentar. Por sua vez, Leonardo José Cabó Freire, Mestre em Educação Brasileira, é mais enfático e chama atenção para a ausência de suporte dado aos alunos ainda no ensino médio. “Temos uma profunda imaturidade por parte desses alunos. 15, 16 ou 17 anos não dão maturidade a um jovem para escolher uma profissão. Se no Ensino Médio temos uma profunda evasão, me refiro aqui ao Ensino Médio técnico,

onde eles fazem também uma escolha, pensemos no ensino superior. Os cursos tem um período mais longo e exigem maturidade e disciplina, seja em relação aos estudos, seja em relação a escolha de uma profissão”, questiona ele. A Comissão Permanente do Processo Seletivo da UERN (Comperve) está em processo de inscrição para seleção do próximo PSV, foram inscritos quase 26 mil candidatos. Desse total, 265 declararam ter menos de 16 anos. Esse é um percentual considerável, sobretudo se colocarmos dentro da fatia dos 5.178 candidatos que declararam ter menos de 18 anos. Se esses jovens estão preparados ou não, esse é mais um desafio do poder público para garantir a qualidade do ensino. E o estado também tem essa responsabilidade, como ilustra o mestre Leonardo Cabó, ao citar um trecho da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação, “a educação básica - composta pela educação infantil, o ensino fundamental obrigatório de 9 anos e educação básica média, tem por finalidade desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”.

)) Jéssica Gonçalves – a cearense terminou o Ensino Básico com 15 anos

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sua carreira

Rafael DemetRIUS Inove sua vida

Como mudar de vida em 2013

M

uitas pessoas me questionam o que podem fazer para mudar de vida, para adquirir novos hábitos, para ser x mais feliz. Então vou aproveitar este espaço hoje para dar algumas dicas de como é possível mudar sua rotina, e se tornar uma pessoa mais feliz em 2013. Estas dicas são ensinamentos simples, práticas, mas que fazem uma diferença tremenda. Procure ver as opções listadas e incorporá-las ao seu dia a dia, com disciplina e propósito. Desistir no meio do caminho não é uma opção, mas caso isso venha a acontecer, não desanime. Busque suas falhas, e veja como você pode melhorar, para estar mais preparado quando houver uma nova tentativa. Vamos às dicas. Onde você está?

Determine onde você esta atualmente, e onde você gostaria de estar realmente. Coloque o seu destino como seu maior objetivo. Pessoas com objetivos bem formulados tem maiores chances de realizarem uma mudança em sua vida. Se você já tem um objetivo, não perca tempo realizando tarefas que não te levem até ele. Faça somente as tarefas que podem somar um passo a mais em direção de onde você deseja estar. Mostre para as pessoas a sua volta onde você deseja chegar. Às vezes, temos alguém ao nosso lado que pode ser de grande auxilio, e também, as pessoas, sabendo de seu objetivo, entenderão o tempo que você dedica a ele.

Faça caminhos diferentes para chegar ao mesmo lugar. Mude seus trajetos diários e preste atenção nas situações novas que você pode vivenciar. A Atenção ao que ocorre ao nosso redor pode ser de muito auxílio nas nossas mudanças de atitude. Converse com pelo menos uma pessoa diferente durante o dia. Conhecer pessoas abre nossos sentidos e nos forçam a mudar atitudes e ações. Atividades Físicas

Separe um tempo para atividades físicas. Pode ser uma caminhada de manhã, ou no fim da tarde. Atividades físicas mantêm o corpo desperto, como a leitura mantém nossa mente. Lembramos aqui um velho ditado popular: Corpo sadio, mente sadia. Programas Diferentes

Faça uma programação diferente em algum dia da semana com seus familiares e amigos. Atividades sociais saudáveis auxiliam o processo de mudança de rotina, e mantém seu círculo familiar e de amizades sempre próximo a você. Dê um presente a você mesmo, pelo menos uma vez por mês. Vá ao cinema, coma alguma comida que lhe agrade, mas reserve este momento somente para você. Como os exercícios físicos, e a leitura, esta dica também mantém nossa autoestima em crescimento. A autoestima é o combustível que torna possível uma mudança de rotina. Cuide da Alimentação

Procure conhecer novos alimentos e montar uma dieta equilibrada, com refeições a cada 03 horas, e repletas de nutrientes necessários ao bom funcionamento de seu organismo. Abandone o Pessimismo

O que quer mudar?

Se desejar mudar atitudes e vícios negativos em si mesmo, liste estas atitudes e faça então uma lista comparativa de atitudes opostas e positivas, e se esforce para eliminar o negativo, substituindo-o pelas atitudes positivas. Comece a agir de acordo com o que se espera de uma pessoa que deseja mudar de vida. Encontre em você mesmo os elementos que deseja mudar, e faça seu próprio policiamento, para que não perca o foco de sua mudança. Reflita

Todo o dia de manhã, ao acordar, reserve alguns minutos para refletir sobre suas atitudes no dia anterior, e o que você poderia ter feito diferente. Force as mesmas situações vivenciadas para que você pratique as suas novas atitudes. Uma Boa Leitura

Leia pelo menos um livro por mês. A leitura mantém nossa mente desperta e sempre em atividade, o que melhora nossa autoestima e faz com que busquemos coisas melhores em nossa vida, provocando desta forma uma mudança de vida.

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Abandone os pensamentos ruins e pessoas negativas de sua vida. Procure imaginar apenas coisas boas, independente da situação atual. Não fique repetindo que tudo está ruim, que tudo são problemas. A vida é feita de momentos, os obstáculos que aparecem na nossa jornada são para nos edificar, para nos transformar. Aprenda com eles, com a certeza que um dia a gangorra da vida sairá do chão para o céu. Finalizando

Estas dicas não devem ser consideradas um manual único e correto. São apenas algumas dicas que eu percebi em minha própria vida, como também na vida de muitas pessoas, amigos e clientes, que tem contato comigo. Não seguir estas dicas, não irá prejudicar sua vida em nada, pois você continuará a viver suas rotinas diárias sem nenhuma interferência, mas ao colocar em pratica algumas, ou todas estas dicas, tenho plena certeza de que a mudança de vida e rotina irá acontecer em pouco tempo. Comentem o que acham destas dicas, e se vocês têm dicas próprias sobre mudança de atitudes. Sempre serão todos bem vindos. Sugestões pelo e-mail: rafael@tenhametas.com.br ou pelo Facebook – Rafael Demetrius.


artigo

FRaNcISco GoNÇalo FIlHo *

Os recursos hídricos e a disponibilidade de água no Alto Oeste

P

au dos Ferros e todo o Alto Oeste passam neste momento por um rigoroso racionamento de água, o que limita o uso de um bem imprescindível para a nossa sobrevivência assim como para o desenvolvimento, pois a água sempre foi e será um bem indispensável a este fim em qualquer região; isso nos remete a uma reflexão: o que fazer para que uma das regiões mais populosas do Estado e especial Pau dos Ferros não lhe sejam limitadas as possibilidades de desenvolvimento, já que na atual situação está claro o que está acontecendo. A nosso ver só existe uma saída que será a ampliação da Barragem de Pau dos Ferros que atualmente possui uma capacidade de apenas 54 milhões de metros cúbicos e sempre foi insuficiente para a perenização do rio ao longo dos municípios a jusante do reservatório (parte de Pau dos Ferros, São Francisco do Oeste, Tabuleiro Grande e parte de Itaú, o que daria um impulso na economia desses municípios em especial de Pau dos Ferros, que é o pólo comercial da região), além de ser insuficiente para a irrigação (vale salientar que o perímetro mesmo sem funcionar em sua totalidade da área, sempre paralisa o seu funcionamento, por falta de água) e sendo insuficiente também para o abastecimento humano. Mas tudo tem solução, pois a bacia hidrográfica de 2.050 Km 2 sendo maior que a bacia hidrográfica da barragem de Umari no município de Upanema, que é de 1.533 Km 2, e tem uma capacidade de quase 300 milhões de metros cúbicos; além de considerar a necessidade por passamos sempre por períodos de seca e por períodos de enchentes, a exemplo de 2004 em que a barragem de Santa Cruz com capacidade para armazenar 600 milhões de metros cúbicos, que no início da estação chuvosa armazenava apenas 17% de sua capacidade, chegou a seu limite máximo pela primeira vez quebrando todas as previsões trabalhadas, além de ter alagado todo o

(

vale do rio Apodi-Mossoró até a sua foz em Areia Branca no mesmo ano e em anos seguintes; sendo esta água em grande parte oriunda da bacia hidrográfica da barragem de Pau dos Ferros, pois esta é em torno da metade da bacia hidrográfica da barragem de Santa Cruz, além de ter origem no Alto Oeste que possui solos rasos e índice pluviométrico um pouco superior a registrada no médio curso do rio. Outro ponto a ser considerado é que toda essa água acumulada em Apodi, não nos serve do ponto de vista econômico, pois para trazê-la de volta para Pau dos Ferros teríamos um gasto enorme de energia, o que inviabiliza muitas atividades, além de ser um erro deixar a água passar e depois transportá-la a custos altíssimos (mesmos custos que inviabiliza o uso das águas da transposição do

Envie artigos para esta seção pelo e-mail: redacao@defato.com

)

São Francisco para algumas atividades), o DNOCS já fez ampliações em outros lugares a exemplo do açude do Trussu em Iguatú/CE que foi inaugurado em 1967, na época com 55 milhões de metros cúbicos e foi ampliado para 301 milhões em 1996. Para a ampliação da barragem de Pau dos Ferros será necessária a construção de um dique protegendo a cidade de Rafael Fernandes, elevação da ponte da BR 405 sobre o rio que corta a cidade, além da necessidade de realocação das áreas de lazer para áreas mais amplas e com capacidade para atender a um público muito maior de turistas e visitantes. A ampliação da barragem de Pau dos Ferros, além de nos trazer segurança hídrica, reduzia os riscos de alagamento em todo o vale do rio Apodi-Mossoró.

* Francisco Gonçalo Filho é Engenheiro Agrônomo e especialista em Gestão Ambiental. Jornal de Fato | DOMINGO, 27 de janeiro de 2013

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adoro comer

DaVI moURa

Dica rápida - McFlurry do McDonald's

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Fui convidado para um aniversário no buffet Magic Fest, da fofa Marina. Ponto positivo para a organização do buffet. A festa não tinha muitas pessoas, mas o número de funcionários trabalhando era bem grande, de modo que ninguém foi mal atendido. Salgadinhos passando nas mesas toda hora, além de um local especial onde os papais e filhinhos podiam comer crepe suíço, pipoca quentinha e até batata frita, coisa que nunca vejo em festinha de criança. O bolo e os docinhos também foram servidos em porções individuais nas mesmas, da mesma forma as lancheirinhas dos pequenos, evitando tumulto na mesa principal. Indico! Fica na R. Deocleciano V. da Paixão, 40. A equipe também tem uma loja de artigos para aniversário no centro, pertinho do shopping Park Center. Contatos: (84) 3316-3677 e (84) 8875-8727.

Para intensificar um pecado – seja ele qual for – basta acrescentar chocolate. Nesse caso, o pecado já tinha chocolate e eu queria acrescentar caramelo, mas ninguém no McDonald’s me falava que podia. Foi aí que uma bendita atendente chamada Ana me disse que por apenas R$ 1,00 eu poderia acrescentar calda de caramelo no meu McFlurry. Foi a coisa mais gorda, calórica, gostosa e inesquecível do final de semana! Super indicado!

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Lançamento TOP Verão Primeiro, agradeço o convite da equipe Quattro para o lançamento da Revista Top Verão. A festinha foi no dia 17 – comentário atrasado, mas ainda vale – e ocorreu na TCM. A revista foi organizada pela Quattro Comunicação e a Certus Pesquisas e Consultoria. Esta edição foi feita especialmente com dados estatísticos sobre o verão de Tibau, além de novidades sobre o mercado mossoroense. Entre os destaques culinários, petiscos com cream cheese, tomate cereja e coentro, mini quiches, o famoso cupcake salgado, a famosa empada de xícara, recheada com frango cremoso, e docinhos personalizados com chinelinhas, bem a cara do verão. Já esperando pelo próximo!

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Oh My Dog! – Fortaleza – CE Criado em junho de 2012, o Oh My Dog! Amazing Hot Dogs se transformou em um dos maiores points culinários de Fortaleza, com produtos de qualidade e preços acessíveis. Baseando-se na fama e na tradição dos hot dogs, foi criado um lanche com uma enorme simpatia pública, transformando o dogão da esquina em um lanche aperfeiçoado, com ingredientes e receitas de primeira qualidade. Tudo isso somado a uma estrutura confortável, inovadora, descontraída e moderna, em uma área da Praia de Iracema famosa pela boêmia e que ficou de lado por algum tempo. Com 10 opções de recheio, todos acompanham batata frita e preços acessíveis. O Oh My Dog! está localizado na Rua dos Tabajaras, 458, na Praia de Iracema, e funciona no horário de 19h às 00h. Quando estiver em Fortaleza, vale a visita! Contato: 3023.9120

Doritos Dippas Hoje a dica é um dos mais adorados salgadinhos de todos, o Doritos, especificamente sobre o seu novo produto agregado, o molho Dippas. Ele começa a assustar com seus salgados pouco mais de R$ 6,00. O tamanho é mais ou menos como um pote de manteiga pequeno e dá para acompanhar até dois pacotes do salgadinho. Sinceramente, na hora de pagar me batia uma dor no bolso. Sua consistência é um pouco mais leve do que a maionese. Há pedacinhos de cebola e o cheiro que deixa na boca depois não é de espantar ninguém. Obviamente é gorduroso, então vai do bom senso de cada um comer somente o necessário. No geral, o único ponto negativo é o preço. É realmente muito caro. Por menos dá para fazer um molho caseiro tão gostoso quanto. Merece uma nota 7,5, toda pela gostosura do produto.

Aniversário de Marina

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Trattoria Nova Betânia – À la carte A entrada ficou por conta de uma deliciosa combinação de patês, antepasto de berinjela e pãezinhos crocantes. Sobre os patês, um deles era com siri, o do meio era cream cheese temperado e o outro pimenta agridoce. Combinações maravilhosas e uma viagem para o paladar. O frango com vegetais foi escolhido, impecável: light sem deixar buracos na barriga; gostoso, sem deixar buracos na dieta. Devidamente acompanhado de azeite e pimenta do reino moída na hora, o fettuccine com estrogonofe de frango cumpriu seu papel. Sem excessos com creme de leite, o molho foi muito mais do que um simples sugo decorado com maionese. E a sobremesa, dentre tantas opções com chocolate, foi a cheesecake de limão. Saldo positivo. Vá, prove o cardápio à la carte sem medo.

Aproveite e acesse o http://blogadorocomer.blogspot.com para conferir esta e outras delícias! 14

Jornal de Fato | DOMINGO, 27 de janeiro de 2013


adoro comer

Torta Gargamel INGReDIeNteS • 1 lata de doce de leite cremoso • Biscoito Maisena ou Maria • q/n de leite • 2 latas de leite condensado • A mesma medida da lata de leite • 3 gemas • 1 colher de maizena • 1 colher de sopa rasa de margarina • Achocolatado ou chocolate em barra • 100g de castanha caramelizada

MODO DE PREPARO • O primeiro passo é preparar o creme. Dissolva a maizena no leite, acrescente as gemas e 1 lata de leite condensado; • Mexa vigorosamente até adquirir uma consistência homogênea e com aspecto de “papa”. Reserve; • Faça o brigadeiro com a outra lata de leite condensado, a colher de margarina o achocolatado (ou chocolate); • Coloque todos os ingredientes no fogo e mexa até incorporar. O ponto é quando dá pra ver o fundo da panela. MONTAGEM • Forre um refratário com o doce de leite; • Molhe ligeiramente os biscoitos no leite e coloque sobre o doce; • Acrescente o creme branco já preparado por cima dos biscoitos; • Despeje o brigadeiro por cima; • Finalize com o creme branco e coloque as castanhas por cima para enfeitar e deixar o doce bem crocante; • Se quiser, coloque frutas para enfeitar.

Jornal de Fato | DOMINGO, 27 de janeiro de 2013

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