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Jornal De Fato

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e dmílson caminha >> No centenário de Carlos Heitor Cony

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>> Guerra USA-Irã: o que está acontecendo

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A outra seleção: os craques que não estarão na Copa de 2026 O p

Na política, há ganhos que trazem prejuízos

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Jornal de Fato

Falência na assistência ao idoso em Mossoró

>> diagnóstico do Ministério Público, com base em inspeções de 2015 e 2026, revela que a gestão Allyson Bezerra desprezou a rede de atendimento à pessoa idosa. O quadro é bem crítico. Principal

HOBBY AO MERCADO

Oftalmologista transforma paixão por cordeiro em negócio lucrativo

MODERNIZAÇÃO

Novo Código Civil em debate no Senado delimita herança digital no Brasil

O caso da cantora Marília Mendonça é ilustrativo da dimensão que o patrimônio digital pós-morte pode ter.

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Entre gols e obstáculos: a luta do futsal feminino em Mossoró

Mesmo com dificuldades e discriminação, jogadoras conquistam espaço e fortalecem a modalidade na cidade.

Mossoró 8

DEBAIXO DA s RUA s

Estudo pioneiro da UFRN revela a genética do esgoto

Fim da patente do mounjaro pode trazer benefícios e problemas

Mossoró
Mossoró

ESPAÇO JORNALISTA MARTINS DE VASCONCELOS

Organização: Clauder Arcanjo

clauderarcanjo@gmail.com

NO CENTENÁRIO DE CARLOS HEITOR CONY

EDMÍLSON CAMINHA

Escritor, membro da Academia de Letras do Brasil edmilson.caminha@gmail.com

Em 2026, comemora-se o centenário do nascimento de Carlos Heitor Cony. Jornalista consagrado, autor de romances famosos, era também, um grande frasista, irreverente e provocador: “Deixei de acreditar em Deus no dia em que vi o Brasil perder a Copa do Mundo no Maracanã”; “Eu jamais sou otimista; otimismo é má informação”; “Nem todos têm a lucidez dos suicidas”; “Sozinho, Roberto Campos é muito mais inteligente do que quase toda a esquerda brasileira”; “Quando se trata de política, o raio costuma cair sempre nos mesmos lugares”; “A coragem é a mais perigosa das virtudes”; “Respeito o ódio, aceito o amor mas desprezo o medo”.

Quando tive a satisfação de conhecê-lo, há 31 anos, publiquei o artigo que agora reproduzo, em homenagem ao escritor que engrandeceu o nosso jornalismo e fez maior a literatura brasileira.

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Pelas páginas de Quase memória (São Paulo : Companhia das Letras, 1995), Carlos Heitor Cony regressa à literatura brasileira em grande forma. O livro é admirável, da ideia que o originou à beleza do estilo, do bom humor que o enriquece à emoção que o permeia. Desde 1974, com o lançamento de Pilatos, o romancista se vinha deixando silenciar pelo jornalista, pelo redator da Manchete , pelo editor da Bloch, pelo articulista da Folha de S. Paulo. Até que lhe ocorreu, um dia, escrever sobre o pai, Ernesto Cony Filho, que parece já nascera personagem de novela, tantas e tão pitorescas são as histórias que protagonizou. Ficcionista experimentado, percebeu que não compunha propriamente um romance, como esclarece na “Teoria geral do quase”, com que se dirige ao leitor: “Falta-lhe, entre outras coisas, a linguagem. Ela oscila, desgovernada, entre a crônica, a reportagem e, até mesmo, a ficção. Prefiro classificá-lo como ‘quase-romance’ – que de fato o é. Além da linguagem, os personagens reais e irreais se misturam, improvavelmente, e, para piorar, alguns deles com os próprios nomes do registro civil. Uns e outros são fictícios.” Ao contrário do que representam para autores menos brilhantes, a indefinição da linguagem e a indeterminação do gênero só engrandecem o texto de Quase memória, como liberdades que se ofereceram ao romancista para que pudesse construí-lo. Ernesto Cony Filho era mesmo uma grande figura, a alma plena de sabedoria, o coração cheio de esperança, a cabeça tomada pelas ideias mais excêntricas. “Amanhã farei grandes coisas!”,

De Fato com e

Direção Geral: César Santos

Diretor de Redação: César Santos

Gerente Aadministrativa: Ângela Karina

Dep. de Assinaturas: Alvanir Carlos

era a disposição com que esperava o dia seguinte. Sem nenhuma surpresa, viu cruzar a noite, para morrer justo no seu quintal, o enorme balão que soltara doze dias antes: “As coisas tendem a voltar ao lugar de origem”, foi a explicação que deu ao pequeno Carlos Heitor, impressionado com a assombrosa coincidência. Ao saber dos milagres do “taumaturgo de Urucânia”, no interior de Minas Gerais, organizou um comboio cujos vagões partiram do Rio de Janeiro apinhados de doentes, na ilusão da cura. Episódio tão hilariante quanto esse só o vivido pela dupla Paulo Campos e “Barão”, picaretas que, para conseguir o dinheiro com que sustentar um jornaleco, convencem o governador mineiro a lançar-se candidato contra Júlio Prestes e Getúlio Vargas, nas eleições que acabariam por deflagrar a Revolução de 1930.

Essas, as histórias que Carlos Heitor Cony guardou do seu velho pai, há muito adormecidas na lembrança. Até a tarde em que, depois do almoço de costume no Hotel Novo Mundo, no bairro carioca do Flamengo, o porteiro lhe entrega o pacote trazido por um hóspede. O narrador não esconde a emoção: a letra do sobrescrito, a espécie de laçada no barbante são do pai, só ele as faria com aquela minúcia. E recentemente, vê-se pelo frescor da tinta e pelo brilho do papel. Mas como, se Ernesto Cony Filho morrera havia dez anos?! O mistério desafiará o romancista e prenderá os leitores até o último instante – quando o filho abre o pacote e desvenda o segredo... ou deixa-o fechado para sempre, guardando na escuridão da incerteza a presença viva do pai.

A passeio no Rio, quis dizer pessoalmente a Cony da emoção que me dera o Quase memória. Encontramo-nos no edifício da Manchete, onde ocupa o escritório que foi do ex-presidente Juscelino Kubitschek. A observação de que trouxera de volta não apenas o próprio pai, mas, de certa maneira, o de cada leitor é a da maioria dos que o procuram:

— Quando pensei em escrever o livro, não pretendia fazer memória nem ficção. Daí a maneira vaga como o defini: quasememória, quase-romance... O que eu queria, na verdade, era apenas falar sobre o meu pai, dizer o que sinto sobre ele, o que me ficou dele – fazer-lhe justiça, enfim. Parece que, com essa confissão extremamente pessoal, acabei traduzindo o sentimento de muitas pessoas. Quase todas declaram exatamente o que você acaba de dizer: que, ao lembrar a figura do meu pai, acabei resgatando, de alguma

forma, a lembrança de todos os pais. Curioso é que, antigamente, meu público leitor era formado preferencialmente por mulheres, acho que os meus romances interessavam mais a elas... Com o Quase memória , está acontecendo exatamente o contrário: são os homens que se dizem emocionados com o que escrevi.

O melhor de Um brasileiro em Berlim é a comovente homenagem que João Ubaldo Ribeiro presta ao pai, como se houvesse hoje, entre os nossos romancistas, um “movimento pela reabilitação paterna”, que teria certamente o apoio de Cony:

— Acho isso interessante porque o pai sempre levou uma grande desvantagem com relação à mãe, no conceito dos filhos e da própria sociedade. Se alguém ofender moralmente sua mãe, você pode até matá-lo e arguir a honra para se defender perante a Justiça; se a agressão for contra o pai, não. Fico satisfeito por contribuir, com o sucesso do meu livro, para a reabilitação dos nossos pais...

Disputando com O xangô de Baker Street, de Jô Soares, e Benjamin, de Chico Buarque, Quase memória foi um dos lançamentos que mais venderam em 1995, provocando gestos que surpreenderam o autor:

— Todo mundo sabe que não gosto do Antônio Carlos Magalhães, por tudo que representa de ruim na política brasileira. Pois bem: um dia desses, critiquei-o numa crônica e ele me passou um fax espinafrando de alto a baixo. No finalzinho,

porém, disse que leu o livro e adorou, fez altos elogios à minha obra. Dias depois, encontramo-nos em uma solenidade na Bahia: ele veio me cumprimentar e pediu que lhe autografasse um exemplar para o filho, deputado Luís Eduardo Magalhães. Eu fiquei pensando: “O Luís Eduardo deve tudo ao pai, sua carreira política nem teria começado sem a bênção paterna. Ora, o senador quer que ele leia o livro talvez porque seja aquela a maneira como gostaria de ser lembrado no futuro. Se quem merece toda a gratidão do filho pode não estar satisfeito com a imagem que tem, imagine como não devem sentir-se os outros, que fizeram muito menos pelos filhos...”.

Despeço-me de Carlos Heitor Cony elogiando-lhe a boa forma com que chega aos 70 anos:

— Você me acha bem fisicamente, mas isso é só aparência. Estou com um problema de saúde, tanto que, depois do Natal, irei aos Estados Unidos fazer uns exames. Ficarei no Mount Sinai Medical Center, o mesmo onde morreram Tom Jobim, Pedro Collor e Jacqueline Onassis. Espero não ser o próximo... Mas a ideia da morte, na verdade, não me angustia: se todos nós vamos morrer, eu, pelo menos, já tenho uma causa mortis

Carlos Heitor Cony morreria 23 anos depois, em 2018, a pouco meses de completar 92 anos.

UM TRECHO DE QUASE MEMÓRIA

O pai trabalhava em O Paiz, jornal de prestígio na época, que tivera Ruy Barbosa como redator-chefe. Na virada dos anos 20 e 30, com Ruy Barbosa morto, o redator-chefe era Gilberto Amado, então muito moço e causando furor nos meios intelectuais. (...)

Mais modesto e obscuro, o pai começara em O Paiz como repórter de campo (hoje seria da geral), depois chegou a redator. Seu texto era limpo, correto, os exageros que cometia eram comuns na época e faziam parte do ofício, quanto mais empolado mais apreciado era. (...)

Sua promoção de repórter a redator se dera em condições estranhas mas que combinavam com o seu estilo de vida e de ser. Pelas quaresmas daqueles anos, os jornais destacavam um jornalista para cobrir as conferências na catedral metropolitana, onde se revezavam os melhores oradores sacros do tempo. O costume, como outros da mesma época, era importado de Paris, onde os escribas da praça disputavam a honra de cobrir as palestras que se realizavam na NotreDame. (...) Uma tarde de sábado, ele deveria estar na catedral para ouvir a palestra do padre Júlio Maria. Mas tinha namorada em Três Rios, e lá ele preferia passar o domingo – se possível, o sábado também. Essa namorada viria a ser minha mãe. Naquela tarde, já tendo ouvido vários e edificantes sermões anteriores do Júlio Maria, o pai combinou com o chefe da oficina do jornal em deixar o texto já pronto. Embarcou para Três Rios, o chefe da oficina era uma toupeira, publicou no domingo a palestra do Júlio Maria na página 8, que era dedicada à cidade. Na primeira página da mesma edição do mesmo jornal, com destaque, tarja preta assinalando a matéria, vinha a notícia de que “o festejado orador sacro, padre Júlio Maria”, falecera minutos antes de assumir o púlpito da catedral metropolitana para a habitual palestra da quaresma. Pelo natural das coisas e do ofício, isso representaria demissão por justa causa. Mas o dono de O Paiz, o lendário João Lage, português que tinha a fama de estúpido e boçal entre os jornalistas, leu a matéria, apreciou-lhe a esperteza e o estilo. A palestra que não fora feita pelo padre no púlpito, o pai a fizera nas colunas do jornal. (...) O secretário de redação recebeu-o como um réprobo, um excluído. Avisou-o que o Dr. João Lage (o dono do jornal, por mais analfabeto que fosse, era invariavelmente doutor naquele tempo) queria falar com ele. Saiu da conversa com um vale de quinhentos mil-réis e a promoção para redator. Pelo menos era assim que ele contava a história. Com o tempo, o vale de quinhentos mil-réis chegou a um conto de réis. Tanto um como o outro não deviam ter existido. A promoção, contudo, foi real. Na semana seguinte, nota da redação informava aos leitores de O Paiz que o redator Cony Filho ficaria responsável pelo obituário.

Novo Código Civil delimita herança digital

PATRIMÔNIO DIGITAL / O caso da cantora Marília Mendonça é ilustrativo da dimensão que o patrimônio digital pós-morte pode ter

Depois que uma pessoa morre, o que acontece com seu patrimônio digital? Quem fica com os perfis nas redes sociais, os arquivos em nuvem, as contas de games, as milhas aéreas, os créditos em aplicativos, as moedas virtuais e até mesmo as fotos, os textos e as conversas guardadas no computador e no celular?

Não existem leis que disciplinem a questão no Brasil. Cada família resolve o problema à sua maneira, no improviso. Mesmo quando o caso é levado à Justiça, os juízes emitem decisões conflitantes.

A advogada e professora Ana Carolina Brochado Teixeira, organizadora do livro Herança Digital: controvérsias e alternativas, afirma:

— Um canal no YouTube com milhões de seguidores pode valer mais que uma casa, um apartamento. Embora o mundo digital ocupe uma grande parte das nossas vidas, as leis do direito das sucessões não acompanharam essa nova realidade.

Para preencher a lacuna na legislação e dar segurança às pessoas, o Senado estuda um projeto de reforma do Código Civil que, entre

outras novidades, reconhece e normatiza a herança digital (PL 4/2025).

O caso da cantora Marília Mendonça é ilustrativo da dimensão que o patrimônio digital pós-morte pode ter. Ela morreu em 2021, e seu perfil no Instagram passou a ser administrado pela família, que o mantém atualizado com vídeos e fotos da artista. Marília Mendonça tem hoje nada menos que 39 milhões de seguidores. Como comparação, a também cantora Ivete Sangalo contabiliza 37 milhões.

O projeto de lei em análise no Senado se preocupa não apenas com a herança

Surge uma gama de bens digitais que não existiam

A advogada e professora Patrícia Corrêa Sanches, presidente da Comissão de Tecnologia do Instituto Brasileiro de Direito das Família e Sucessões (IBDFAM), diz que a criação de regras legais para o patrimônio digital é necessária não apenas nos casos de morte, mas também nos de divórcio. Ela acrescenta:

— A sociedade se tornou tecnológica e surgiu uma gama de bens digitais que não existiam. As pessoas investem em criptoativos, jogos eletrônicos e perfis

nas redes sociais, que podem acumular seguidores e likes e se tornar valiosos. É necessário que a legislação agora diga quais são esses bens e como lidar com eles. Existem profissionais do direito que, por desconhecê-los, não sabem como proceder no inventário ou na partilha para o divórcio. As próprias empresas de tecnologia que abrigam o patrimônio digital adotam regras variadas. A ausência de legislação criou um cenário de confusão judicial. Enquan-

digital e quem a receberá, mas também com a intimidade e a privacidade do falecido — direitos fundamentais garantidos pela Constituição.

Em razão desses direitos, nem tudo é herdável. A parte do patrimônio que se referir à vida privada da pessoa que morreu, de acordo com o projeto, não poderá ser acessada pelos herdeiros. É o caso de fotos, vídeos, áudios, mensagens e textos, por exemplo, que não entrarão no inventário.

Dessa maneira, também ficarão protegidas a intimidade e a privacidade de terceiros que eventual -

to uma parte dos juízes vem liberando para os herdeiros apenas o patrimônio com valor econômico, outra parte tem concedido acesso irrestrito aos ativos digitais do falecido, inclusive os de caráter privado e íntimo. Diante desse cenário, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) estabeleceu no fim do ano passado um precedente importante. No julgamento de um caso envolvendo as vítimas de um acidente de helicóptero em 2016, levado ao STJ depois que a Apple se negou a liberar o acesso dos inventariantes aos celulares dos falecidos, uma das turmas do tribunal decidiu praticamente o mesmo que determi-

Lopes

nl@neylopes.com.br www.blogdoneylopes.com.br

Guerra USA-Irã: o que está acontecendo

Americanos e iranianos já dialogam, desde sexta-feira, no Paquistão, em meio a um frágil cessar-fogo e tensões envolvendo Israel, Hezbollah e o estreito de Ormuz. A guerra se transformou em iminente risco de uma recessão global. Isto porque, a interrupção (ainda mantida) do transporte marítimo mundial pelo Estreito de Ormuz continua elevando os preços do petróleo e provoca escassez de energia, inflação mais alta e instabilidade permanente. O Irã usa os altos preços do petróleo para pressionar economicamente os Estados Unidos e obter concessões, durante as negociações.

Situação atual

Neste fim da semana, Irã, os Estados Unidos e Israel não trocaram tiros. No entanto, os países do Golfo - Bahrein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos - continuam a sofrer ataques com drones contra eles.

Donald Trump afirmou, no início da semana, que a proposta em debate seria uma “base viável para negociar”. Entretanto, na última sexta, 10, elevou o tom contra Teerã ao declarar, que “Os iranianos parecem não perceber que não têm cartas na manga, a não ser a extorsão de curto prazo do mundo através do uso das vias navegáveis internacionais. A única razão pela qual ainda estão vivos hoje é para negociar”.

O pronunciamento de Trump significa a intenção de cometer um crime de genocídio, já que o direito internacional assim define esse delito. Vê-se que enquanto os negociadores se reúnem no Paquistão, ocorrem paralelamente movimentações de porta-aviões e ameaças de mútuo extermínio. Essa azáfama alterna momentos de ameaças de “destruição total”, e momentos de contenção, onde ambos os lados tentam evitar um confronto direto, preferindo ações via intermediários ou ataques cirúrgicos ameaça doS “houthiS”

mente aparecerem no material digital deixado pelo falecido.

O que poderá ser transmitido aos sucessores será a parcela do patrimônio que tiver valor econômico, o que inclusive exigirá o pagamento do imposto sobre heranças. É o caso de milhas aéreas, criptoativos e perfis monetizados nas redes sociais (com grande número de seguidores e, por isso, com publicidade de produtos e serviços).

Mesmo nos perfis monetizados que passam para o controle dos herdeiros, o acesso às mensagens de caráter privado fica proibido.

na o projeto de atualização do Código Civil: apenas os ativos digitais com valor econômico podem ser liberados.

A relatora do caso no STJ, ministra Nancy Andrighi, determinou que, enquanto o Congresso Nacional não aprovar uma lei sobre o tema, as famílias precisarão abrir uma ação judicial para a herança digital, anexada ao processo do inventário tradicional. Caberá a um profissional especializado — o inventariante digital — separar os ativos entre os que têm valor econômico e os que se referem à vida privada.

Atualmente, uma das maiores preocupações é que os houthis, aliados do Irã, entrem no conflito. Esse grupo alinhado com o Hezbollah tem como slogan as palavras “Morte à América, morte a Israel, condenação aos judeus”. Recebe apoio iraniano com armas, treinamento e tecnologia. Caso os houthis se envolvam, serão retomados os ataques a navios que transitam pelo Mar Vermelho, ameaçando o fluxo de mais 12% do transporte marítimo internacional de petróleo e 8% do comércio global de gás natural liquefeito.

iNCerteza e violêNCia

A guerra ameaça a segurança alimentar global, podendo aumentar a fome, e gerar uma crise no custo de vida, afetando países em diversas regiões. Embora haja apelos diplomáticos, a escalada militar tem sido a tônica, dificultando uma solução rápida. Percebe-se que Estados Unidos e o Irã formam um quadro extremamente volátil, com perspectivas imprevisíveis sobre o fim do conflito, diante de um cessar-fogo extremamente frágil e a possibilidade de uma nova escalada militar.

A esperança de paz reside em negociações de bastidores, mas a postura atual de ambos os lados sugere um período continuado de incerteza e violência na região. Infelizmente! cuRtinhas

Filme

Gran Torino – NETFLIX - Considerado por muitos um dos trabalhos mais marcantes da carreira de Clint Eastwood. Ele dirige e estrela este drama sobre um veterano viúvo da Guerra da Coreia, que enfrenta seus próprios preconceitos, enquanto protege os seus vizinhos imigrantes asiáticos de uma gangue.

FraSe “O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo”. – Winston Churchill

BraSil deSCoBerto No rN, e Não em Porto Seguro (i) Evento da maior importância para o RN se realizará nos dias 23 e 24 próximos, no auditório da Reitoria da UFRN, com início às 9 horas. Por iniciativa dos físicos Carlos Chesman (UFRN) e Claudio Furtado (UFPB), o colóquio Internacional Câmara Cascudo retomará os debates mais polêmicos da história brasileira: a tese de que a esquadra de Pedro Álvares Cabral ao descobrir o Brasil teria aportado no Rio Grande do Norte, antes de Porto Seguro, próximo à praia do Marco e ao rio Punaú, em Touros.

BraSil deSCoBerto No rN, e Não em Porto Seguro (ii) Uma pesquisa, publicada no Journal of Navigation, da Universidade de Cambridge, aponta o RN como local da chegada de Cabral, demonstrando que as correntes atlânticas da época tornariam a costa potiguar um ponto de chegada mais natural do que o sul da Bahia. Várias simulações náuticas e a carta de Caminha confirmam a tese.

Leia o “blog do Ney Lopes” – informação e opinião

Rica R do Westin
Especial – Agência Senado
Reprodução - redes sociais
Perfil da cantora Marília Mendonça, morta em 2021, tem hoje 39 milhões de seguidores no Instagram e continua sendo atualizado

Administradora da plataforma não pode ficar com o perfil de quem morreu

PATRIMÔNIO DIGITAL / A exclusão definitiva da conta ou a transformação em memorial poderá ser manifestada pelo próprio usuário em vida

UmTendo valor monetário ou não, o perfil de uma pessoa que morreu jamais será apropriado pela empresa que administra a plataforma, segundo o projeto de reforma do Código Civil. A exclusão definitiva da conta ou a transformação em memorial (o perfil permanece no ar, como uma espécie de álbum de memórias, mas sem ser atualizado) poderá ser manifestada pelo próprio usuário em vida ou solicitada pelos sucessores legais. Caso não haja herdeiros, a big tech precisará apagar o perfil.

A proposta abre uma única exceção para o acesso a bens digitais de caráter íntimo: por determinação da Justiça, e sempre de forma justificada.

A advogada Ana Carolina Teixeira afirma que o ideal é que as pessoas mani-

festem em vida seu desejo: — O próprio usuário pode ter controle da situação por meio de um planejamento sucessório, informando em testamento que quer que os familiares tenham acesso às fotos ou a determinados aplicativos, deixando, para

isso, as senhas. De acordo com ela, o testamento é importante até mesmo para que a família resgate investimentos dos quais poderia nunca se tomar conhecimento caso não constassem do documento sucessório.

Proposta protege a mente humana das neurotecnologias

Prevendo que a tecnologia continuará avançando e ocupará um espaço ainda maior na vida das pessoas, o novo capítulo proposto também cria os chamados neurodireitos. Trata-se de um conjunto de direitos voltados a proteger a mente humana das neurotecnologias, como implantes cerebrais, que poderiam ler e até mesmo manipular o pensamento. Atualmente, os implantes estão restritos a pesquisas médicas. Os chips cerebrais podem, por exemplo, interpretar os sinais neurais da pessoa com paralisia e permitir que ela comande um computador ou um membro artificial por meio do pensamento. Podem, ainda, enviar sinais elétricos ao cérebro da pessoa epiléptica de modo a bloquear

os impulsos anormais e impedir as convulsões.

O advogado Ricardo Campos, professor da Universidade de Frankfurt e integrante da comissão de juristas que propôs a reforma do Código Civil, afirma que o problema surgirá quando esses dispositivos saírem da esfera médica e ganharem a capacidade de recolher e processar os dados mentais dos pacientes.

— A próxima fronteira da economia digital é o cérebro humano. Se antes o foco estava nas redes sociais e na extração de dados para publicidade, agora está migrando para as informações neurais.

Os neurodireitos antecipam proteções contra a intromissão tecnológica no cérebro, que é uma base de dados mais valiosa que a gerada pelas redes

sociais, já que armazena o conhecimento e a experiência da pessoa, além de informações a respeito de terceiros. É preciso impedir que o nosso patrimônio cognitivo seja usado de maneira indevida.

A adoção das neurotecnologias pelas big techs já se desenha no horizonte. O empresário Elon Musk, dono da rede social X (antigo

— No caso dos bens tradicionais, como imóveis e contas bancárias, é difícil que algo passe despercebido pelos herdeiros, já que os sistemas são interligados e a Receita Federal cruza informações. No caso de criptoativos e outros bens

Twitter), aposta nesse ramo. Ele também é proprietário da Neuralink, empresa de chips cerebrais que, até o momento, implantou dispositivos com fins médicos em 12 voluntários.

Os neurodireitos seriam uma nova geração de direitos humanos. No projeto de modernização do Código Civil, eles estabelecem, por exemplo, que a pessoa não

digitais, a situação é diferente. Nem sempre existem corretoras envolvidas e muitas vezes só o titular tem acesso. Por isso, é fundamental que fique claro no testamento quais dados e perfis a pessoa deseja transmitir como legado.

poderá ser coagida a utilizar a neurotecnologia. Quando decidir usá-la, com fins médicos ou até para expandir a inteligência, seus dados cerebrais não poderão ser captados sem autorização nem vendidos. Os dispositivos, além disso, não poderão induzir pensamentos e comportamentos nem interferir na própria identidade pessoal.

Código Civil em vigor é de 2002, época em que a sociedade não era digital

Um dos pilares do sistema jurídico brasileiro, o Código Civil é responsável por organizar as regras das relações privadas — desde contratos e propriedade até divórcio e herança. A lei atual foi criada em 2002, momento em que a internet ainda era rudimentar e privilégio de poucos e os smartphones nem sequer existiam.

Desde então, o Código passou por ajustes pontuais, mas boa parte dele ainda reflete a realidade social da virada do milênio, em descompasso com os novos tempos e as questões impostas pela sociedade digital. Para enfrentar a defasagem, uma comissão de juristas foi criada em 2023 pelo então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para redigir uma minuta de reforma do Código Civil. O grupo fez audiências públicas em diferentes partes do Brasil para ouvir as sugestões de especialistas e organizações de sociedade civil.

O projeto de lei decorrente da minuta foi apresentado no Senado por Pacheco e agora está em discussão numa comissão temporária dedicada exclusivamente ao tema. O relator é o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDBPB).

Os artigos referentes à herança digital fazem parte de um capítulo (ou “livro”, no jargão jurídico) dedicado exclusivamente ao direito digital, que não existe no Código Civil atual.

Jane de Araújo - Agência Senado
Mike Kai Chen - Wikimedia Commons
Código Civil em vigor passou por ajustes pontuais, mas ainda reflete a realidade social da virada do milênio
Implantes cerebrais, hoje usados apenas com fins médicos, despertam o interesse de big techs
Por r icardo Westin
Especial – Agência Senado

mp aponta falência da rede de assistência ao idoso em mossoró

DIAGNÓSTICO / Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos tem uma demanda reprimida de 612 casos

Apessoa idosa em Mossoró ficou esquecida nos cinco anos da gestão do ex-prefeito Allyson Bezerra (União Brasil). Um diagnóstico do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), divulgado esta semana, aponta falência na assistência social, com graves problemas na estrutura e serviços na rede de proteção municipal.

O Jornal de Fato teve acesso ao diagnóstico realizado com base em inspeções realizadas entre os anos de 2025 e 2026, sob a supervisão de Rebeka Barbosa de Melo Araújo, assistente Social de referência da Pessoa Idosa, Pessoa com Deficiência e Pessoa em Situação de Rua.

O documento constata o panorama crítico da assistência social na média e alta complexidade. E detalha o déficit de cobertura do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS). O relatório mostra que existe apenas uma unidade do CREAS para atender toda a demanda do município. A unidade funciona em localização não central no bairro Abolição IV, zona oeste da cidade, o que dificulta o acesso de usuários e a articulação com a rede de proteção, e não acolhe moradores da zona rural.

Na política de assistência à pessoa idosa, o diagnóstico aponta a inexistência de um equipamento de centrodia, impossibilitando o aten-

dimento diurno aos idosos e pessoas com deficiência em situação de violação de direitos, além da falta de vagas crônica em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), resultando na superlotação da Casa de Passagem.

Por consequência, o Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (PAEFI) acumula uma demanda reprimida de 612 casos, sendo que essa situação vem desde 2019.

O documento do MPRN registra o encerramento das atividades do Centro-Dia, equipamento essencial para evitar o isolamento de idosos e apoiar cuidadores familiares. Antes de encerrar as atividades em 2022, a unidade funcionava apenas como centro de convivência, falhando em sua função de proteção especial.

A sede da unidade era imprópria ao uso devido a graves problemas estruturais, como infiltrações, infestação de cupins e falta de climatização. Além disso, o órgão não possui veículo exclusivo, o que comprome-

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO

te diretamente as buscas ativas e o Serviço de Abordagem Social (SEAS).

Troca Troca

Na audiência de apresentação do diagnóstico da assistência social, saúde e educação, o Ministério Público fez duras críticas à gestão municipal, chegando a questionar as mudanças frequentes no comandando da Secretaria de Assistência Social.

O promotor de Justiça Sasha Alves do Amaral, que tem forte atuação na área da Infância e Juventude e na defesa dos direitos fundamentais, perguntou aos representantes da gestão municipal se o troca troca de secretários tinha viés político-eleitoral. Em cinco anos, a Secretaria de Assistência Social teve nove titulares.

As frequentes mudanças denunciam a falta de um projeto de política social do município e, por gravidade, desampara as pessoas que precisam ser acolhidas na rede de assistência social do município.

Continua na 7

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 90177/2026 - UASG 153033

Nº Processo: 23091.002160/2026-52. Objeto: Contratação de empresa especializada na prestação de serviços contínuos de limpeza, conservação e higienização predial, a serem executados no Campus da Universidade Federal Rural do Semi-Árido – Ufersa no município de Mossoró/RN e Polo EaD Serra de São Bento/RN. Total de itens: 1 (um). Entrega das Propostas: a partir de 13/04/2026 às 08:00hs no site www.gov.br/compras. Abertura das Propostas: 28/04/2026 às 09:00hs (horário de Brasília). Edital disponível no site https://licitacao.ufersa. edu.br/ e ainda no site www.gov.br/compras. Para informações: (84) 3317-8292 ou 8293. Mossoró-RN, 10 de abril de 2026

Célio Inácio Alves Lopes Júnior Chefe do Setor de Planejamento da Contratação

César Santos

cesar@defato.com

VITÓRIA PÍRRICA

Na política, assim como em outras instâncias da vida, há ganhos que trazem prejuízos, traduzindo-se em conquistas inúteis ou vitória que equivale a uma derrota. Vitória de Pirro, no vocabulário político. Essa semana, o ex-prefeito e pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil) obteve sucesso no campo jurídico para retirar do ar a pesquisa do Instituto Media que incluiu uma pergunta sobre a Operação Mederi da Polícia Federal, na qual ele é investigado. Só que, por efeito, o escândalo de desvio de recursos da saúde de Mossoró voltou ao assunto do dia. Quem ainda não sabia, passou a saber. Melhor que não tivesse mexido no baú da Mederi. Aliás, se a intenção de Allyson é enterrar o assunto, a repercussão mostrou o contrário. É tolice imaginar que a Operação Mederi não estará na pauta da campanha eleitoral deste ano. Estará, sim, por sua importância. Allyson Bezerra foi colocado no “topo” do esquema criminoso pela Polícia Federal e o cidadão eleitor não pode ignorar o rumoroso caso, assim como tem o dever de buscar informações sobre a ficha corrida dos outros pretensos candidatos, para qualificar o seu voto. Pelo visto, o triunfo de Allyson na Justiça Eleitoral foi inútil, a Mederi seguirá presente. A história conta que o rei Pirro de Épiro após derrotar os romanos na Batalha de Ásculo (279 a.C.), sofreu perdas imensas em seu exército, levando-o à lamentação: “Mais uma vitória como esta e retorno a Épiro sozinho” e “seremos completamente destruídos”. E Allyson, do alto de sua autoridade imaginária, celebrou uma vitória de Pirro.

O episódio (operação da Polícia Federal) foi usado politicamente para afetar a minha credibilidade”

aLLYSoN BEZErra , ex-prefeito de Mossoró e précandidato a governador do rN sobre a Operação Mederi

ÓLEO DE PEROBA

Na entrevista à Band, Allyson Bezerra disse que não tem ligação com esquema de roubo do dinheiro da saúde de Mossoró e que é a favor da investigação. No entanto, ele negou as senhas de seus celulares apreendidos na Operação Mederi. e disse que o “episódio” foi usado para afetar a sua “credibilidade”.

É notícia...

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IMPUGNAÇÃO

A Justiça eleitoral recebeu pedido de impugnação da candidatura de Pezão à Prefeitura de itaú. É que o seu partido, o União Brasil, está com o CNPJ vencido desde 2024, ferindo um dos requisitos obrigatórios pela legislação eleitoral. itaú vive eleição fora de época após cassação do prefeito Dr. André (PP).

Hoje tem esforço concentrado na rede municipal de saúde para vacinar contra a influenza. O atendimento será nas UBSs do Alto São Manoel, Santo Antônio, Alto do Sumaré e Quixabeirinha, das 8h às 12h. Segue amanhã na praça do Teatro Municipal Dix-huit Rosado, das 16h às 19h.

o trio tote Barreto puxa o BloquinHo da inclusão neste domingo, 12, no Corredor Cultural de Mossoró. A caminhada marca a campanha Abril Azul, com saída do Memorial da Resistência, às 16h.

a agência do Banco do Brasil, na Alberto Maranhão, centro de Mossoró, celebra 35 anos neste domingo, 12. Inaugurado pelo superintendente José Eduardo, tendo como primeiro gerente Everardo do Carmo Rebouças.

Hoje completa 15 anos da partida do empresário e político Luís Colombo Ferreira Pinto Neto, que foi vice-prefeito na primeira gestão Rosalba Ciarlini (1989 a 1992).

SEM LIMINAR

O juiz Pedro Cordeiro, da 1ª Vara da Fazenda Pública, mandou seguir a obra da Arena Nogueirão, em detrimento da liga Desportiva Mossoroense. O magistrado diz na decisão que o início da obra não prejudica a disputa jurídica travada entre Prefeitura e l DM. Caminho livre para o novo empreendimento.

MACHIAVELLI

A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, desembarca em Mossoró nesta segunda-feira, 13, para inaugurar a primeira lavanderia coletiva e agroecológica da América latina. O projeto será inaugurado no Assentamento Mulunguzinho, em solenidade às 14h.

MISSAS

A partir deste domingo, 12, a Catedral de Santa l uzia passa a realizar cinco celebrações dominicais, para atender a todos os fiéis. As missas terão os horários de 6h, 9h, 11h, 17h e 19h. O anúncio foi feito pelo pároco da Catedral, pe. Antoniel Alves.

INFLAÇÃO

A inflação de março, medida pelo i PCA, subiu para 0,88%, um aumento de 0,18 ponto percentual em relação ao 0,70% de fevereiro. Comida, bebida e transporte impactaram o custo de vida dos brasileiros. e m 12 meses o acumulado é de 4,14%.

Gestão municipal de Mossoró negligencia na assistência à pessoa idosa
Arquivo de dezembro de 2023
Da rEDação

Abrigo de Idosos Amantino Câmara é sufocado financeiramente

DESCASO PÚBLICO / Prefeitura de Mossoró não cumpre a sentença para criação de uma Instituição de Longa Permanência para Idosos

Odiagnóstico apresentado pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) afirma que a Prefeitura de Mossoró não cumpre a sentença para criação de uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) pública. Por gravidade, a pessoa idosa, em situação de emergência, fica dependente do Abrigo de Idosos do Instituto Amantino Câmara, única entidade filantrópica de acolhimento.

O Amantino Câmara enfrenta grave crise financeira, provocada pela gestão municipal, isso, porque os repasses municipais e federais estão retidos ou suspensos pelo município.

Segundo o MPRN, mais R$ 500 mil estão retidos no Fundo Municipal da Pessoa Idosa devido a entraves bu-

rocráticos e morosidade da Controladoria e do Setor Jurídico.

Inspeções realizadas por equipe técnica do Ministério Público no Abrigo de Idosos constataram mobiliário em estado crítico, com camas oxidadas por urina e tempo, além de um déficit preocupante de cuidadores.

O diagnóstico do MPRN aponta que a Casa de Passagem Olga Pereira, que deveria servir apenas para acolhimento provisório, tornou-se uma ILPI improvisada. Cerca de 80% das vagas estão ocupadas por idosos com alta dependência (Grau III), o que impede a entrada de novas pessoas em situação de rua ou vítimas de violência.

Segundo o relatório, cuidadores são frequentemente desviados para acompanhamento hospitalar 24h, desfalcando ainda mais a unidade.

SQUANDO O VINIL ENCONTRA A SALA DE AULA

HDIAGNÓSTICO FINAL

“Não é materialmente possível exigir adequação de recursos humanos e estrutura das instituições filantrópicas sem regularizar o cofinanciamento público”, diz o documento do MPRN, para ressaltar:

“É urgente o alinhamento com a Saúde (SAD, UBS, UPA e Saúde Mental) para absorver a carga clínica de pessoas idosas com Grau de Dependência III que hoje sobrecarrega a Assistência Social.”

E pontua: “O cumprimento da sentença da Ação Civil Pública já judicializada é o único mecanismo técnico viável para absorver a demanda de idosos de alta dependência (Grau III), cessando o desvirtuamento crônico e a inadequação estrutural que hoje afetam a Casa de Passagem.”

á algo de especial no momento em que a agulha toca o vinil. O som não chega de uma vez. Ele emerge com textura, com história, com o peso de tudo que aquele disco atravessou antes de chegar às mãos de quem ouve. É exatamente essa ideia que move o Som do Simples, projeto que nasceu aqui dentro da escola com um propósito ao mesmo tempo simples e profundo: escutar música de verdade.

No projeto, os alunos não apenas ouvem um disco. Eles mergulham na conjuntura histórica que deu origem àquela obra, no momento político, no contexto cultural, na vida do artista e nas escolhas que fizeram daquele álbum o que ele é. Um vinil é um documento. Uma obra de arte que carrega o tempo dentro de si. E aprender a escutálo com atenção é, também, aprender a ler o mundo.

O Som do Simples não é uma aula de música. É um exercício de presença. Num tempo em que o consumo de conteúdo virou uma corrida ininterrupta de estímulos, parar para ouvir um disco inteiro com curiosidade, com calma e com perguntas é um ato quase revolucionário. E é exatamente o tipo de experiência que acreditamos formar pessoas, não apenas estudantes. “Alta performance não precisa custar a saúde de quem a conquista.”

Essa é a convicção que orienta tudo o que fazemos no Colégio Simples. Vivemos num momento em que a palavra desempenho foi sequestrada por uma ideia de sacrifício, como se estudar bem exigisse abrir mão do sono, do equilíbrio, de si mesmo. Discordamos profundamente disso.

Acreditamos que um aluno que conhece a si mesmo aprende melhor. Que saúde mental não é o oposto da aprovação no ENEM, mas um dos caminhos mais consistentes para chegar lá. E que protagonismo não é um discurso bonito: é o aluno que entende por que está estudando, que escolhe com consciência e que constrói sua própria trajetória com apoio, mas com autonomia.

É nesse tripé, de saúde mental, alta performance e protagonismo, que o Simples apoia cada aluno que passa por aqui. Não como promessa de campanha, mas como prática diária, dentro e fora da sala de aula.

O vinil gira. A agulha toca. E enquanto isso, um jovem descobre que aprender pode ser, também, uma experiência bela.

Abrigo de Idosos do Instituto Amantino Câmara é a única entidade filantrópica de acolhimento
Arquivo de dezembro de 2023

Estudo pioneiro da UFRN revela a genética do esgoto

DEBAIXO DAS RUAS / Pesquisadoras

acompanharam o comportamento microbiológico das águas residuais que chegam às estações de tratamento

Debaixo das ruas de uma cidade corre um fluxo silencioso de informação biológica, em que fragmentos de DNA, bactérias e vírus circulam pelo sistema de esgoto, formando um arquivo invisível da vida urbana. Um estudo pioneiro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal, capital do Rio Grande do Norte, decifrou esse material e revelou que os genes de resistência a antibióticos (conhecidos tecnicamente como ARGs) e os fatores de virulência (VFGs) são impulsionados por forças distintas.

Os dados mostram que, quando chove muito, aumentam os sinais de resistência das bactérias, porque

a água da chuva leva esse material das ruas para o esgoto. Já os genes de virulência, que indicam a capacidade dos microrganismos de causar doenças, aumentam com a chegada de turistas internacionais, sugerindo que a movimentação de pessoas traz marcas temporárias que influenciam o microbioma da cidade.

A pesquisa, publicada na revista científica Environmental Pollution, foi conduzida pelas pesquisadoras

Júlia Firme Freitas, Thais Teixeira Oliveira e pela professora Lucymara Fassarella, do Laboratório de Biologia Molecular e Genômica (LBMG), do Departamento de Biologia Celular e Genética (DBG) da UFRN.

Durante doze meses consecutivos, entre junho de 2021 e maio de 2022, as pesquisadoras acompanharam o comportamento microbiológico das águas residuais

Trabalho dialoga com o princípio da Saúde Única

A pesquisa ainda dialoga com o princípio da Saúde Única — abordagem que integra a saúde humana, animal e ambiental —, isso porque o esgoto urbano reúne microrganismos provenientes de pessoas, animais e ambientes naturais, funcionando como ponto de convergência des-

sas fontes. Em cidades como Natal, essa dinâmica se conecta a ecossistemas sensíveis próximos à área urbana, como o Parque Estadual das Dunas. Outro aspecto relevante do estudo é a geração de dados longitudinais no Hemisfério Sul, ainda pouco representados na literatura

que chegam às estações de tratamento do Baldo, de Ponta Negra e de Beira Rio, responsáveis por atender grande parte da população urbana da capital potiguar.

O estudo baseia-se em vigilância genômica longitudinal, abordagem que acompanha ao longo do tempo o material genético presente em um ambiente coletivo. Amostras de esgoto foram coletadas semanalmente nas

científica sobre vigilância baseada em águas residuais. O monitoramento contínuo realizado em Natal oferece uma série temporal detalhada em um contexto urbano marcado pela presença de turismo internacional e por desafios estruturais de saneamento.

Nesse cenário, o sistema de esgoto deixa de ser visto apenas como infraestrutura de descarte e passa a funcionar como um observatório biológico da cidade. Ou seja, no interior desse fluxo subterrâneo, circulam sinais genéticos capazes de revelar, em escala microscópica, como o clima, a urbanização e a mobilidade humana interagem na formação da paisagem biológica que acompanha a vida urbana. Dessa forma, estratégias de vigilância genômica e de epidemiologia baseada em águas residuais são abordagens custoefetivas e não invasivas, que podem subsidiar políticas públicas de prevenção de riscos à saúde humana e ao meio ambiente.

três estações de tratamento e reunidas em composições mensais representativas do fluxo urbano.

Em laboratório, o material genético foi sequenciado por metagenômica shotgun, técnica que permite analisar simultaneamente o DNA de todos os microrganismos presentes em uma amostra ambiental e produzir um panorama detalhado das comunidades microbia-

nas e de seus genes. A leitura desse material permitiu o mapeamento detalhado do resistoma (ARG) e do viruloma (VFG) urbanos, identificando tanto as espécies de bactérias e vírus presentes quanto os genes específicos que elas portam. Para explicar as variações observadas nesses conjuntos biológicos, as análises de bioinformática incorporaram dados externos, como os registros de chuva do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o fluxo de passageiros no aeroporto de Natal, fornecidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Foi essa integração de dados biológicos, ambientais e demográficos que permitiu identificar como a composição genética do esgoto reage diretamente à mobilidade humana e às mudanças do clima.

Resistência a medicamentos

A análise também revelou que o esgoto abriga reservatórios silenciosos de resistência antimicrobiana. A partir das sequências obtidas, as pesquisadoras reconstruíram 95 genomas bacterianos completos diretamente a partir das amostras ambientais, conhecidos como MAGs, do inglês “genomas mon-

tados a partir de metagenomas”.

Entre eles, 33 apresentam potencial de multirresistência a medicamentos. Parte desses microrganismos pertence a grupos ainda pouco explorados, como o gênero Tolumonas e a família Aquaspirillaceae, capazes de portar e transferir genes de resistência

entre bactérias.

O sequenciamento também revelou interações entre vírus, bactérias e genes associados à resistência e à virulência. Vírus bacteriófagos, que infectam bactérias, apresentam associação com genes de resistência antimicrobiana, sugerindo participação na transferência genética entre microrganismos. Já a presença viral mostra correlação inversa com genes de virulência, indicando possível influência sobre bactérias potencialmente patogênicas.

Entre os vírus identificados, destaca-se o crAssphage, utilizado como marcador da presença de material fecal humano. Durante períodos de maior circulação internacional de pessoas, foi observado aumento relativo desse micro-organismo na composição viral do esgoto, indicando que fluxos populacionais deixam marcas detectáveis no material genético que percorre a rede de águas residuais da cidade.

Cícero Oliveira - Agecom UFRN
Presença de genes de resistência a antibióticos em esgotos aumenta com as chuvas
Cedida
Cedida
Professora Lucymara Fassarella, orientadora da pesquisa, tem longo histórico de estudos
Pesquisadora Thais Teixeira o liveira (D b G) durante atividade em laboratório

Mossoró

Oftalmologista transforma paixão por cordeiro em negócio lucrativo

DO HOBBY AO MERCADO / Criada há oito anos, a Monxorós cortes nobres de cordeiro é um dos empreendimentos chancelados pelo selo Feito Potiguar

SANDRA MONTEIRO

Especial

Entre a precisão dos bisturis e o cuidado com cortes especiais de cordeiro, o médico oftalmologista Tiano Vasconcelos encontrou no campo uma nova e promissora oportunidade de empreender. O que começou como hobby, movido pela curiosidade e pela paixão pela ovinocultura, hoje se consolida como um modelo de negócio lucrativo e em franca expansão no Oeste potiguar. Criada há cerca de oito anos, em Mossoró, a Monxorós é reconhecida pela qualidade dos cortes nobres de cordeiro. A identidade potiguar carregada no DNA do negócio rendeu à empresa, recentemente, a conquista do selo Feito Potiguar.

A certificação integra o movimento Selo Feito

Potiguar, iniciativa do Sebrae no Rio Grande do Norte em parceria com federações do setor produtivo e apoio do Governo do Estado. O movimento valoriza a origem, a identidade e a qualidade dos produtos potiguares, fortalecendo pequenos negócios e ampliando a presença das marcas no mercado.

A história da Monxorós nasce da necessidade de agregar valor à criação de ovinos, um dos hobbies do médico empreendedor. Antes de despertar para o novo nicho de mercado, os animais eram vendidos a marchantes, sem padronização ou aproveitamento do potencial do produto. A virada veio com a decisão de investir no beneficiamento da carne e na oferta de cortes especiais, como paleta, carré e t-bone, voltados a um mercado mais exigente.

“A gente acabou deixando de vender o animal

e passou a vender o produto final, com qualidade e padrão diferenciado para atender um mercado diferenciado”, resume o empreendedor.

Mais do que produzir, a Monxorós estruturou um

Parceria com Sebrae contribui para consolidar o negócio

Além da certificação com a chancela do selo Feito Potiguar, o empreendedor Dr. Tiano Vasconcelos conta que o Sebrae foi decisivo para que a empresa alcançasse a trajetória de sucesso. Desde a estruturação do empreendimento até a qualificação da equipe, a parceria contribuiu para consolidar o negócio no mercado local.

“O Sebrae foi muito importante desde o início. Através dele, entendemos que existia esse mercado em Mossoró e conseguimos estruturar todo o processo, da ideia à execução”, destaca

Tiano, ao ressaltar que a empresa foi a primeira do segmento a conquistar o Selo de Inspeção Municipal (SIM) na cidade.

Analista técnico do Sebrae-RN, Lecy Gadelha explica que a atuação, com esforços concentrados em consultorias e orientação técnica, têm reflexos diretos no aumento da competitividade do negócio.

“Com ações que o Sebrae implementou, de forma bem direcionada ao propósito do negócio, a empresa se tornou mais sustentável e alcançou diferenciais

competitivos importantes no mercado, fortalecendo toda a cadeia produtiva, servindo de referência para outros empreendimentos do setor”, pontua.

Ainda segundo o analista, o trabalho envolveu diferentes etapas da cadeia produtiva. “Foram realizadas consultorias desde a criação dos animais até o abate orientado, além de capacitações em cortes especiais e participação em feiras, fortalecendo o posicionamento da empresa no mercado”, acrescenta.

modelo que envolve pequenos e médios criadores da região. Os cordeiros passam por um processo de seleção e são levados a uma área de confinamento, onde recebem os cuidados necessários para atingir o padrão ideal. Só então seguem para a unidade de beneficiamento, onde são realizados os cortes e o processamento antes da comercialização.

Negócio registra salto de 40% nas vendas após Feito Potiguar

Com a certificação do Feito Potiguar, a Monxorós deu um novo salto. “Tivemos um aumento de cerca de 40% nas vendas após o selo, o que exigiu inclusive a contratação de novos colaboradores. Foi uma grande ideia e nos ajudou muito no crescimento”, afirma o empresário.

De olho no futuro, a empresa já planeja ampliar sua atuação para além do Rio Grande do Norte. A meta é alcançar novos mercados, com destaque para o Ceará, especialmente em Fortaleza, aproveitando a proximidade geográfica para expandir a presen-

e promissora oportunidade de empreender

O resultado, explica o empresário, é um produto que atende nichos específicos. Os cortes especiais são comercializados em boutiques de carne e restaurantes especializados, reforçando a proposta de valor baseada na qualidade e na procedência.

ça da marca.

Mais do que um negócio lucrativo, a Monxorós representa uma mudança de perspectiva: a prova de que é possível transformar uma paixão em empreendimento estruturado, conectando produtores, agregando valor à cadeia produtiva e levando ao mercado um produto com identidade e qualidade potiguar. Por meio do selo de pro-

cedência, o programa Feito Potiguar fortalece a identidade produtiva do estado e amplia a competitividade das empresas potiguares. Em 2025, o movimento registrou a adesão de 227 empresas distribuídas em 58 municípios do estado, sendo 178 produtores de alimentos e bebidas, além de restaurantes, hotéis, pousadas, lojas apoiadoras e produtores rurais.

Allan Phablo
@jornaldefato /jornaldefatorn @defato_rn
Dr. Tiano Vasconcelos encontrou no campo uma nova
Peça de carne nobre da Monxorós

Gente De fato

MARILENE PAIVA

marilene.paiva@gmail.com

PRESENÇA, PODER E POSICIONAMENTO

São Ps poderosos. Quando alinhados, transformam trajetórias, fortalecem identidades e, sobretudo, agregam coragem para ocupar espaços com verdade e propósito. Eu conheço mulheres que traduzem esses critérios com elegância e firmeza: Fábia Albuquerque, Seyssa Praxedes, Fátima Carlos, Lucineide Queiroz, Cicília Maia e Welma Menezes. Elas não apenas marcam presença — elas se posicionam, influenciam e inspiram, mostrando que o verdadeiro poder está na autenticidade e na coragem de ser quem se é.

Nosso coração sobe a serra de Martins para abraçar o aniversariante de amanhã, 12, o muso de Selminha, o todo amado Andiro Clayton. Tem bolo confeitado com a família do Rancho da Serra. Saúde e alegrias!

A premiadíssima coreógrafa

Roberta Schumara merece todos os oscars, pois criatividade e talento são seus aliados. O Diocesano Santa Luzia tem a sua presença de valor supremo. Vivas!

Gosto de gostar da aniversariante de amanhã, domingo 12, a chiquíssima médica Veruska Mendonça. Ganha mimos dos pais Vera e Bastos e de todos nós que a admiramos de coração. Parabéns!

Celebrando as aniversariantes

Naide Bessa e Ruth Ciarlini, as queridas Luana Medeiros, Glorinha Santos, Karina Ferreira, Shirley Targino, Patrícia Moreira e Vânia Azevedo. Timtim, meus amores!

Daqui para o Rio de Janeiro, receba os meus votos de feliz aniversário. Sou sua fã, Laris!

No Le Coin, de Edilene Benjamin, a nutricionista integrativa Kamilla Melo recebeu luluzinhas chiques e elegantes para o encerramento da Semana Detox by Revigore.

CHAMPANHE NO GELO

Apagam velinhas hoje: Celian Carlos Maia, Bruna Morais, Danilinho Silva, Rafaela Soares, Marco Andreu, Roberta Frota, Sílvia Helena Aires, Zildison Oliveira, Luiz Carlos Ferreira, Kika Gadelha, Everton Zambonin, Herbert Mota, Jadeilson Castro, Kaliane Karine, Clézia Barreto e Juciene Almeida. E antecipamos os festejos aos aniversariantes de domingo, 12: Andiro Clayton, Paulo Nogueira da Costa, Larissa Newton, Andréia Nogueira, Launny Fernandes, Tânia Bezerra, Sidnei Pessoa, Daniel Chaves Maia, Veruska Mendonça, Leopoldo Rosado, João Pedro, Maria Mendes e Carlos Yuri Pedrosa. E para os queridos da segunda-feira, 13: Eduardo Freire, Flávia Morais, Dora Nogueira, Luana Saraiva, Dedeu Guerra, Dhayanne Kemellyn, Denis Rodolfo, Rina Márcia Ciarlini, Raquel Andrade, Iara de Menezes Chaves, Francisco de Assis Nascimento, Josiane Vieira, Gilson Queiroz, Soraya e Somaya Mendes, Francisco Wilson Nogueira, Liédja Lago, Jane Sobreira Benevides e Andréia Costa. Parabéns! Felicidades!

É hoje!

A noite promete ser inesquecível no Porcino Park Center, marcando o encerramento da temporada de vaquejada em grande estilo. O público já confirma casa cheia para curtir os shows de Tarcísio do Acordeon e Henry Freitas, garantindo muito forró, animação e aquela energia contagiante que só Mossoró sabe viver. Imperdível!

Fotos: Cedidas
A jornalista Larissa Newton é uma amiga querida. Por muitos anos, dirigiu o nosso Programa Presença.

Jean Rodrigues

i nstagram e Facebook @colunistajeanrodrigues

Lançado oficialmente ontem, dia 10, o aplicativo Sempre Mais Vantagens. O empresário Medeiros Maia mostrou à imprensa as novidades que transformam e geram economiza com benefícios e ofertas personalizadas na apresentação do app aos clientes. Ao sucesso, amigo!

Desejo vida longa sempre a nossa primeiradama de AB, a religiosa Joseane Cunha, amada do prefeito Souza e mãe dos filhos Leinan e Lucas. Saúde e paz ao casal sonhador!

Francisca França, esposa de Zé Bigode e mãe de Marcos e Karla, aniversariou dia 8. Vida longa ao casal amigo residente em Mossoró, no Ouro Nego!

Satisfação rever o amigo Dr. José Bento, grande profissional da odontologia Integrada, o expert da moderna Clínica Saúde e Bem-estar. O melhor tratamento dentário de Areia Branca. Sucesso. Gratidão sempre!

Mossoró recebe pela primeira vez Semana Nacional do Registro Civil

Regist R e-se / A ação promovida pela Corregedoria-Geral de Justiça do TJRN e coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ocorrerá de 13 a 17 deste mês

Pela primeira vez, a “Semana Nacional do Registro Civil – Registrese” será realizada em Mossoró. A 4ª edição do evento ocorrerá de 13 a 17 deste mês e ocorrerá ainda em Natal, Arez e Caicó. A iniciativa é promovida pela Corregedoria-Geral de Justiça do TJRN e coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A Semana Nacional do Registro Civil surge com o objetivo de erradicar o subregistro civil e garantir a cidadania plena a partir do acesso à documentação essencial à população. Neste ano, a novidade é a expansão dos atendimentos a outros territórios do Estado. A am-

pliação marca o início da interiorização da campanha, com o intuito de expandir o acesso aos serviços ao longo das próximas edições do Registre-se!, beneficiando uma maior quantidade de pessoas que ainda enfrentam dificuldades na garantia de documentos básicos.

“A interiorização do Programa permitirá a consolidação de importantes avanços sociais e institucionais em regiões interioranas no Estado, conferindo maior efetivação aos direitos fundamentais de populações vulneráveis, concretizando a dignidade de seres humanos, muitas dos quais invisíveis à sociedade”, explicou a Comunicação do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

Conforme a Corregedoria-Geral de Justiça do Rio

Grande do Norte, há expectativa de aumento no número de atendimentos em razão da inclusão dos polos no interior do Estado, com uma média esperada de 1.500 atendimentos durante a semana. Em Mossoró, a estimativa é de 500 atendimentos durante a Semana. Já em Caicó, são estimados 50 atendimentos por dia, totalizando 250 no período.

Em Natal, o atendimento ao público acontecerá de segunda a sexta, das 9h às 14h, ao lado do Fórum Fazendário Juiz Djanirito de Sousa Moura, na Praça Sete de Setembro, localizada no bairro Cidade Alta. Em Caicó, os atendimentos ocorrerão também de segunda a sextafeira, das 8h às 14h, no Fórum Municipal Amaro Cavalcanti, no bairro Maynard.

com Deus e festejar com o mundo.

dia 12, o amigo

Robson Azevedo, um ser de luz. Vivas!

Culto em ação de graças pelo aniversário da jovem evangélica Maria Carla, com jantar em família na pizzaria em Pendências. Vivas à filha de Claudiana e neta de Francisca. Valeu, Clarinha!

Caraúbas ganhou ontem um CDC Laboratório CACIM, inaugurado com um café da manhã pelos irmãos bioquímicos Dr. Getúlio e Dr. Juarez Vale, num projeto de Gilberto Sena. Parabéns aos Caraubenses por receber o CACIM!

Em Mossoró, a organização estima 500 atendimentos nos quatro dias de realização da ação

Já em Mossoró, a ação acontece de segunda a quinta, das 9h às 14h, com serviços disponibilizados no Centro de Práticas Múltiplas da UniCatólica do RN, situado no bairro Santo Antônio. Em Arez, as ações ocorrerão na Câmara Municipal de Vereadores, de segunda a quintafeira, das 9h às 14h.

Durante a 4ª edição da Semana Nacional do Registro Civil, o público terá a oportunidade de emitir documentos como a 2ª via da certidão de nascimento, carteira de identidade (ITEP), carteira de trabalho e CPF. Além disso, a população será contemplada com os serviços de atualização do Cadastro Único, assessoria jurídica

pela Unidade Móvel dos Juizados Especiais do RN, pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional RN (OAB/ RN) e pela Defensoria Pública estadual, bem como vacinação, aferição de pressão e corte de cabelo.

Além da população em vulnerabilidade socioeconômica e em situação de rua, serão beneficiados os povos indígenas, quilombolas, além da população privada de liberdade, adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas de internação, crianças e adolescentes em unidades de acolhimento e famílias acolhedoras.

Para a realização dos atendimentos gratuitos aos

cidadãos de Natal, Mossoró e Caicó, o TJRN contará com o apoio de instituições como a Polícia Científica do Rio Grande do Norte (ITEP), Núcleo de Ações e Programas Socioambientais do TJRN (NAPS), Sistema Fecomércio RN, Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social de Natal (Semtas), Associação dos Notários e Registradores do RN (ANOREG/RN), Assembleia Legislativa do RN e Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do RN (ARPEN/RN). A ocasião também contará com parceria de órgãos e entidades que atuam diretamente com populações em situação de vulnerabilidade.

Celebrar
Amanhã,
religioso
Feliz da vida, o médico ortopedista da Clínica Orthos de Mossoró, Dr. Kêilerte Gurgel, pai de Bento e muso de Isadora, mãe da filha Marina do casal pauferrense!
edinaldo moreno
Da redação

Uern Cultura Viva comemora um ano incentivando manifestações culturais

In I c I at I va / Viagens no MovC e U, festivais culturais e caravanas literárias fazem parte da programação do projeto

Além de ser conhecido pelas praias, pelas salinas e por ser um dos maiores produtores de camarão, o Rio Grande do Norte (RN) também se destaca como um estado culturalmente rico. Sua cultura reúne costumes, crenças e manifestações artísticas que definem a identidade da região e são transmitidas de geração em geração. Pensando em valorizar toda essa riqueza cultural do Estado e incentivar novos talentos, a Pró-reitoria de Extensão da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Proex/ Uern) desenvolve uma iniciativa que leva ao interior do estado uma série de ações e atividades artísticas e culturais gratuitas para comunidades historicamente afastadas dos centros urbanos. Trata-se do projeto Uern Cultura Viva.

Durante um ano em atividade, o Cultura Viva tem levado ações de arte, cultura, educação e entretenimento para as mais dife -

rentes comunidades. Por meio do MovCEU, um equipamento cultural itinerante, adquirido pela Uern numa parceria com o Ministério da Cultura, a equipe do projeto viajou para pequenas cidades do RN, assentamentos rurais e populações tradicionais em áreas periféricas dos centros.

Nesse primeiro ano, o circuito MovCEU fez presença em diferentes comunidades como: Nova Esperança (Baraúna), Apanha Peixe (Caraúbas) e também participou do Festival Gastronômico de Martins. O circuito ainda percorrerá as seguintes comunidades: Sítio Pêga (Portalegre), Distrito de Soledade (Apodi), Assentamento Rosa Luxemburgo (Carnaubais), Nova Barra de Santana (Jucurutu), Barreiras (Guamaré e Angicos). Nos municípios que possuem campus da Uern (Assú, Caicó, Mossoró, Natal, Patu e Pau dos Ferros) também haverá atividades ao longo do ano.

As atividades incluem oficinas de leitura e contação de histórias, mamulengos, oficinas de audiovisual e fotografia, oficinas de elaboração de projetos cul-

turais e de empreendedorismo, mostras de audiovisuais, apresentações teatrais e de dança, apresentações musicais e rodas de debates.

“Um marco relevante desse processo foi o fato de a Uern ter se tornado a única universidade do Brasil a adquirir um MovCEU e integrá-lo às suas ações de extensão, promovendo a democratização

do acesso à arte e à cultura”, destaca o diretor da Educação, Cultura e Artes da Proex (Deca/Proex), Felipe Rocha.

Além do MovCEU, o programa promove eventos que reúnem música, cultura e educação. Um exemplo foi a realização da primeira edição do Festival Uern Cultura Viva, que trouxe o músico paraibano Chico César em uma pro -

Uern

gramação que marcou os 57 anos da Instituição. O evento também celebrou o primeiro ano de atuação do Banco do Nordeste Cultural em Mossoró e os 30 anos do álbum “Aos Vivos”, do cantor e compositor Chico César, trazendo uma noite emocionante ao som de clássicos como Mama África, À Primeira Vista e Beradêro.

“A parceria com o Ban -

co do Nordeste Cultural foi fundamental nesse percurso. Ela possibilitou a circulação de artistas, a realização de atividades nos campi e o fortalecimento de uma rede de colaboração que tem transformado a universidade em um espaço cada vez mais pulsante, vivo e conectado com a produção artística e cultural”, reforçou o diretor Felipe Rocha.

Com o objetivo de levar arte e cultura às comunidades, a Uern realiza ao longo do mês a primeira edição da Caravana Literária, com ações culturais e literárias para estudantes da rede básica e toda a comunidade. A abertura do projeto ocorreu no dia 1º de abril, na Escola Estadual Gilberto Rola, na comunidade da Maísa, zona rural de Mossoró, e contou com a presença da Cia. A Máscara de Teatro com o espetáculo “Ensopado de Histórias”. Também foram realizadas ações de contação de histórias, com o projeto de extensão Cineatro, e as iniciativa do MovCEU, onde os estudantes puderam conhecer a biblioteca da van e ler as obras literárias disponíveis. As atividades da Caravana Literária serão realizadas em escolas públicas e também em espaços culturais da cidade, como o Parque Municipal Maurício de Oliveira, no dia 18. No encerramento, a caravana promoverá uma palestra com a renomada escritora cearense, Ana Miranda, na noite de 23 de abril, no auditório da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (Fafic), em Mossoró.

Iasm I n Cardoso Especial para o De Fato
Ênio Freire/Uern
Ênio Freire/Uern
Uern Cultura Viva completa um ano

Concluintes do Curso de Formação cobram nomeação de 185 candidatos

Fábio Vale

Repórter

Um misto de frustração e de expectativa.

Esse é o sentimento vivenciado por um grupo de candidatos classificados em sucessivas etapas de um concurso público da Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) e já aprovados até no Curso de Formação da instituição de segurança pública estadual. Os integrantes da Comissão dos Classificados da Terceira Turma da PCRN reivindi -

Em conversa com a reportagem do Jornal DE FATO, dois membros dessa referida Comissão falaram sobre a sensação que permeia essa tão aguardada nomeação. “É muito angustiante não haver nenhuma perspectiva de nomeação. Eu moro em Mossoró. Para participar do curso de formação, precisei me afastar do trabalho por quatro meses e alugar um apartamento em Natal. Nesse período, minha esposa, que estava grávida, precisou pedir de-

missão do emprego pra se dedicar ao nosso filho que é autista e levá-lo para as terapias”, contou Angelo Júnior, que espera para assumir o cargo de Agente de Polícia Civil.

“Durante esse período, infelizmente passamos por maus momentos, pois, perdemos o bebê e minha mãe faleceu enquanto eu ainda estava no Curso de Formação em Natal. Mesmo passando inúmeras dificuldades, consegui concluir o curso de formação com a esperança de ser nomeado em seguida, mas infelizmente recebemos um banho de água fria em nossa

formatura sem nenhum anúncio de nomeação”, contou ele que é bacharel em Direito.

Polícia civil / Integrantes da Comissão dos Classificados da Terceira Turma reivindicam a convocação de 75 agentes, 92 escrivães e 18 delegados já formados cam a convocação de mais 75 agentes, 92 escrivães e 18 delegados já formados pela corporação.

“Semanas após a formatura foi que a governadora anunciou a nomeação de menos da metade dos profissionais que concluíram o curso de formação. Atualmente, temos uma decisão judicial favorável aos 185 que ainda esperam a nomeação, mas o governo não se pronunciou de nenhuma forma pelo cumprimento dessa sentença. E isso tem tirado o sono (e talvez o sonho) de todos nós”, complementou Angelo em tom de desabafo.

Candidatos alegam déficit de efetivo; Estado, limitações financeiras

Enquanto os candidatos aprovados que aguardam a nomeação na Polícia Civil do Rio Grande do Norte alegam necessidade de convocações por conta de déficit de efetivo na corporação, o Estado fala em limitações financeiras. Ao todo, 363 candidatos concluíram o curso de formação, sendo 209 agentes; 111 escrivães; e 43 delegados. A formatura ocorreu em 9 de fevereiro de 2026. O curso teve duração de

três meses e meio, com início em 22 de outubro de 2025.

Até o momento, 178 candidatos foram nomeados, sendo 134 agentes; 19 escrivães; e 25 delegados. Com isso, ainda restam, segundo a Comissão de Formados, 185 candidatos aguardando nomeação, sendo 75 agentes; 92 escrivães; e 18 delegados. Os integrantes da Comissão ouvidos pelo Jornal DE FATO dizem que ainda não

existe nenhuma previsão oficial para a convocação e nomeação dos candidatos formados restantes.

“O Governo do Estado não apresentou qualquer sinalização oficial quanto à nomeação dos remanescentes, apesar da existência de decisão judicial que determina a nomeação dos candidatos aprovados em todas as cinco etapas do concurso”, ressaltou Rafaella Drumond, que espera para assumir a função de Agente de Polícia Civil. Ela explica que o Governo do Estado tem alegado limitações impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), “sustentando que as nomeações só poderiam

ocorrer para reposição de substituições de servidores aposentados, exonerados ou falecidos, sem aumento real de efetivo”.

Quanto aos argumentos usados para defender a convocação e nomeação desses candidatos já formados, Rafaella cita a existência de decisão judicial determinando as nomeações; um alegado déficit de efetivo na corporação; uma Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público; a previsão, no Plano Plurianual (PPA), de recomposição do quadro da PCRN em até 50%; e o fortalecimento da segurança pública e do combate à criminalidade.

“É um sentimento de profunda frustração, tristeza e insegurança”, diz candidata

Gestora de Políticas Públicas, Rafaella Drumond falou sobre o sentimento de ser uma candidata aprovada em todas as etapas do concurso e no curso de formação, e ainda não ter sido convocada para assumir a função de Agente de Polícia Civil. “É um sentimento de profunda frustração, tristeza e insegurança. Muitos enfrentam o desemprego e a incerteza, mesmo após cumprirem todas as exigências e serem aprovados em todas as etapas de um concurso concorrido e complexo”, relatou. Ela também descreveu o sentimento dos outros candidatos formados que também ainda não foram convocados e nomeados. “A sensação predominante é de desrespeito e preterição. Há frustração diante da convocação para uma etapa tão avançada do concurso, sem o devido planejamento do Estado para a nomeação dos aprovados, gerando insegurança e instabilidade para centenas de profissionais qualificados”, disse Rafaella, que também falou sobre desafios pessoais e/ou profissionais que teve que enfrentar para participar do curso de formação.

“Participar do curso de formação da PCRN não foi apenas uma etapa de concurso, mas um verdadeiro projeto de vida que exigiu sacrifícios. Enfrentamos desafios que foram além da exaustão física e mental de um treinamento de alto rendimento. Recebemos uma qualificação profissional de excelência durante o curso. Grande parte dos aprovados precisou pedir exoneração ou demissão de empregos estáveis para cumprir a dedicação exclusiva exigida, acreditando na nomeação subsequente. Hoje, muitos se encontram em um verdadeiro ‘limbo’ profissional”, relatou ela.

Rafaella também fez um relato geral dos desafios enfrentados pelos demais candidatos formados. “Temos pais e mães de família que ficaram meses longe de seus filhos e cônjuges. Inclusive, tivemos alunas que participaram do curso grávidas, demonstrando tamanha entrega, resiliência e dedicação à carreira policial. Muitos candidatos vieram do interior e de outros estados, deixando suas casas e raízes para trás e investindo suas economias em aluguel, deslocamento e manutenção em uma cidade nova. Hoje, há famílias sem renda e sem perspectiva, aguardando a nomeação”, destacou. Ela ainda comentou sobra qual é a expectativa em relação a essa convocação e nomeação. “Nossa expectativa é que o Governo do Estado cumpra a decisão judicial e publique a nomeação dos candidatos formados. No entanto, até o momento, não houve qualquer sinalização nesse sentido”, pontuou, deixando uma mensagem.

“Ao Governo do Estado, pedimos sensibilidade e o cumprimento da decisão judicial, com a nomeação de todos os candidatos já formados no curso de formação. À sociedade civil, reforçamos que a convocação desses profissionais representa um investimento direto na segurança pública e na valorização das instituições. Nomear os concursados é fortalecer a Polícia Civil e garantir mais proteção e justiça para toda a população potiguar”, afirmou Rafaella Drumond. “Realizar o curso de formação da Polícia Civil foi um compromisso assumido com o Estado e com a sociedade. Fizemos a nossa parte ao entregar nosso tempo, nossa estabilidade financeira e o convívio com nossas famílias. Agora, aguardamos que o Estado cumpra a sua”, acrescentou ela.

Cedida
De 363 candidatos que concluíram o curso de formação, 178 já foram nomeados: 134 agentes; 19 escrivães e 25 delegados

PM frusta roubo a parque fotovo ltaico na Grande Natal e prende sete

o fensiva / Ação realizada na noite desta quinta-feira (9), em Macaíba, resultou na apreensão de rádio comunicador, balaclava, e simulacro de arma de fogo

APolícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN), por meio de equipes do 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM), frustrou uma ação criminosa em um parque fotovoltaico localizado no distrito de Lagoa dos Cavalos, no município de Macaíba, na região da Grande Natal. A ocorrência se deu na noite desta quinta-feira (9).

As equipes foram acionadas por volta das 21h para averiguar uma ocorrência inicialmente tratada como disparos de arma de fogo. No entanto, ao aprofundar as diligências, os policiais constataram que se tratava de um roubo em andamento no empreendimento. Durante o deslocamento, os militares receberam informações que levaram à abordagem de dois veículos nas proxi -

midades do acesso ao distrito.

A PM disse que com os ocupantes, foram encontrados materiais que indicavam participação no crime, como rádio comunicador, balaclava, simulacro de arma de fogo, além de indícios de adulteração veicular. Em continuidade à ocorrência, as equipes seguiram até o local do crime, onde foram recebidas a tiros por suspeitos. A agressão foi prontamente repelida pelos policiais, momento em que os criminosos fugiram em direção a uma área de mata. Durante as buscas no interior do parque, os policiais localizaram um contêiner onde três pessoas estavam rendidas, com as mãos amarradas, sendo imediatamente libertadas.

A PM informou que a ação resultou na recuperação de

Presos condenado por roubo, suspeito de homicídio e investigado por estupro

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) cumpriu três diferentes prisões em Mossoró entre a última quarta-feira (8) e esta sexta (10). As ocorrências envolveram um condenado por roubo, um suspeito de homicídio e um investigado por estupro de vulnerável. No primeiro caso, o alvo de um mandado de prisão preventiva e outro de prisão definitiva foi um homem de 26 anos, suspeito por integrar uma organização criminosa e condenado pelo crime de roubo.

A prisão ocorreu no bairro Santo Antônio. Segundo apurado, o suspeito é investigado por envolvimento em homicídios e roubos ocorridos no município, sendo apontado como um dos integrantes mais violentos do grupo criminoso. Já ontem, a PCRN cumpriu um mandado de prisão preventiva contra um homem de 27 anos, suspeito pela prática de homicídio qualificado, ocorrido na cidade, e que vitimou um homem que teria sido confundido com integrante de um grupo criminoso rival.

resumão

Furtou dinheiro e relógios I

a Polícia Civil do rio Grande do Norte prendeu em flagrante, na tarde de quinta-feira (9), um homem de 46 anos, suspeito da prática do crime de furto qualificado mediante o uso de chave falsa, ocorrido em Mossoró. o suspeito utilizava dispositivos eletrônicos para destravar os veículos, sem deixar sinais de arrombamento, subtraindo bens de alto valor do interior. as apurações também indicam que o suspeito atuava não apenas em Mossoró, mas em outras cidades do rio Grande do Norte e em estados vizinhos.

Abordagem recuperou 166 placas fotovoltaicas e apreendeu celulares, documentos, rádio comunicador, balaclava, simulacro de arma de fogo e espingarda de pressão

166 placas fotovoltaicas, que já haviam sido retiradas do local, além da apreensão de diversos materiais, entre eles aparelhos

As investigações apontaram que a vítima não possuía qualquer envolvimento com organizações criminosas, tampouco antecedentes criminais. E na última quarta, a PCRN cumpriu um mandado de busca e apreensão contra um homem suspeito da prática dos crimes de estupro de vulnerável e armazenamento de conteúdo pornográfico infantil. O suspeito atuava como professor de reforço escolar e teria praticado abusos contra alunos.

Uma das vítimas relatou que, anteriormente, o homem tentou praticar atos libidinosos contra ela no local onde eram ministradas as aulas.

celulares, documentos, rádio comunicador, balaclava, simulacro de arma de fogo e uma espingarda de pressão.

Ao todo, sete suspeitos foram presos por envolvimento na ação criminosa. Os suspeitos e todo o material apreendido foram

encaminhados à Delegacia de Plantão de Parnamirim, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis.

Fiscalização na Grande Natal flagra 12 condutores sem capacetes e carro sem sinalização

O Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), por meio do Batalhão Rodoviário do Rio Grande do Norte, realizou na manhã desta sexta-feira (10), fiscalização na cidade de Extremoz, na Grande Natal, e autuou 12 condutores pela não utilização do capacete de segurança.

A ação ocorreu ao longo das RNs 160 e 307. Dos notificados, cinco estavam a bordo de veículos com outras irregularidades, sendo

Furtou dinheiro e relógios II

em um dos crimes, ele teria acessado uma caminhonete e subtraído cerca de r$ 35 mil em espécie, uma pulseira avaliada em R$ 22 mil e três relógios de luxo, dois da marca Rolex e um da marca Cartier, causando um prejuízo estimado em aproximadamente R$ 200 mil. Os policiais já realizavam o monitoramento de veículos possivelmente utilizados pelo suspeito, quando identificaram sua entrada em um condomínio no bairro Nova betânia. diante da suspeita, os agentes se dirigiram ao local, efetuaram a abordagem e realizaram a prisão. durante a ação, dois dos relógios subtraídos foram recuperados e devidamente reconhecidos pela vítima.

todos removidos. O CPRE lembra que pilotar motocicleta, motoneta ou ciclomotor sem o capacete é infração de natureza gravíssima, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, com multa no valor de R$ 293,47; além da suspensão do direito de dirigir.

Em outra fiscalização, o CPRE, também por meio do Batalhão Rodoviário, removeu, na noite desta quinta-feira (9), um automóvel sem possuir vidros de segurança. A corpora -

Presos pedreiros

ção informou que a equipe flagrou a utilização de plásticos afixados no automóvel para substituir os dispositivos. Além disso, o veículo foi flagrado transitando pela RN-160 conduzido por uma pessoa não habilitada e com todas as lâmpadas queimadas. O CPRE detalhou que no interior do carro estava uma criança sem qualquer dispositivo de segurança. Diante dos flagrantes, o veículo foi removido ao depósito.

A Secretaria da Administração Penitenciária (SeAP) e o Ministério Público do Trabalho (MPT), em parceria com o sistema Faern/senar, iniciou esta semana uma turma do curso de pedreiro rural com internos do Complexo Penal regional de Pau dos Ferros (CPrPF). a capacitação tem como objetivo qualificar os custodiados por meio de uma formação técnica alinhada às boas práticas da construção civil. durante as atividades, os internos têm acesso ao conteúdo teórico e também desenvolvem práticas em campo. Como parte da capacitação, os alunos já iniciaram a construção de um observatório e um alojamento dentro da unidade.

Fábio Oliveira

Fábio Oliveira

fabiowillard@hotmail.com

fabiowillard@hotmail.com

Além do horizonte

É NOTÓRIO QUE O INTERESSE PELO ATRASO É REAL

ADepois de cinco anos distante da divisão de elite, o Baraúnas volta e já enche seu torcedor de esperanças, ao carimbar seu passaporte para a semifinal do primeiro turno do estadual. Creio que este é um feito que nem mesmo o mais otimista torcedor leonino esperava, pois ficou além dos investimentos do clube. Sem caixa, o Leão faz malabarismo financeiro para contratar e manter os compromissos. Não tem cota de nenhuma competição regional ou nacional para poder contabilizar, e sua longa ausência esfriou de certa forma o mercado de investidores. Sorte que a marca e a massa que a conduz ainda é forte e, portanto, relevante para investidores. É fato que a luta principal de quem está retornando nas condições descritas acima, é manter-se na elite. O que mais conseguir, acaba sendo lucro. Agora, mais que uma final de turno, o Baraúnas tenta distanciar-se de qualquer ameaça de rebaixamento como também beliscar uma vaga na Série D, situação perfeitamente possível. Os próximos dias dirão muito sobre o horizonte tricolor desta e da próxima temporada.

Imagem que marca

Imagem que marca

representava a

em torneio nos Osnildo, Cleilton, Marcos Cunha, Toinho (falecido).

TIME A CRUZADA DA ILHA: Pedro Jorge, Branquinho, Mário (in memoriam), Neném, Alemão, Pedro e Rubão; Márcio, Zé Maria, Roosevelt, Lázaro e Rubean

A semana na história

O atacante cearense Osvaldo, ex-Fortaleza, Fluminense e São Paulo, atualmente no Vitória da Bahia, completa hoje 39 anos de idade.

Quem aniversaria na próxima quinta-feira (15) é Neto Caraúbas, bom jogador de futsal. O caraubense tem história no esporte. Parabéns!

O Rafael (goleiro) tem conta a pagar com o TG. Ele vai no Tribunal de Justiça amanhã”

vetusta e serelepe LDM que, na prática é apenas uma sigla sem peso e perdida no tempo, teve uma derrota na esfera judicial, em seu intento de barrar o desenvolvimento local pela construção da Arena Nogueirão. No apagar da semana, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) negou o pedido liminar da entidade para suspender as obras do equipamento. O argumento sobre supostas irregularidades na reversão do terreno à Prefeitura revela-se frágil. A Justiça cita a necessidade de provas robustas o que, pela decisão, estão mais na cabeça de quem engoliu a corda do que propriamente na materialidade dos fatos. A LDM deixou de ser uma entidade séria e produtiva há muito tempo. E, pelo jeito, seguirá à margem de uma vida esportiva de representatividade. Não promove um campeonato sequer de gol a gol com bola de meia, trave mirim, peteca ou futebol de botão, quanto mais promover o futebol de base. E ainda se autointitula representante do esporte. Fala-se em exigência da cessão de um CT, querendo tirar casquinha do dinheiro público. Tentou usar como escudo até os nomes de Baraúnas e Potiguar que, mesmo com suas dificuldades, têm vida própria e nunca dependeram das ações dela, mesmo nos idos de seriedade da entidade. Os dois recusaram ser citados como parte desse engodo. E fizeram certo.

J OÃO CA R LO S, zagueiro do Potiguar.

Contra rebaixamento

Na contagem geral, o Baraúnas está seis pontos à frente que o Potyguar Seridoense, com quem tem um confronto direito na casa do adversário no segundo turno. Pode chegar.

Complicou

Interessante! Aqui no Japão só tem carro importado”

Jardel, ex-atacante do Grêmio

Com seis pontos atrás do Santa Cruz, o Potiguar se complica na pretensão de garantir vaga na Série D de 2024. Com um time abaixo do montado ano passado, o alvirrubro frustra sua torcida e, creio, seus próprios dirigentes.

A realidade

Complicou de novo

De real, real, a LDM tenta pegar carona para proveito de alguns e não da coletividade. A opinião pública sempre se mostrou contrária à medida mesquinha e oportunista da entidade.

Pior que ver a vaga para a Série D distanciar-se, é enxergar no retrovisor clubes aproximarem-se em luta contra rebaixamento. A diferença de dois pontos para Força e Luz e Globo, e três para o Potyguar Seridoense, tira-se em uma rodada. É grave.

Paredão

Carona

O goleiro Edson, do Baraúnas, ainda mostra estar em excelente forma. Foi fundamental na classificação leonina, pegando finalizações e um pênalti, no segundo tempo, quando o jogo ainda estava 0 a 0.

Cena que se repete

Para quem viveu por décadas à sombra da Prefeitura, que bancava a conta da energia, reformas no estádio, entre outros custos, a LDM querer barrar a virada de jogo no progresso do esporte e da coletividade, ultrapassa os limites da irresponsabilidade.

Rejeitado pelo Potiguar, o atacante Wester vem se configurando no talismã leonino. Foi dele o golaço que abriu caminho para a vitória do Baraúnas, frente ao Força e Luz.

Carona II

Emocionados

NOVINHO

ANTÔNIO RIVELINO

Bairro Boa Vista

Torcedor do Flamengo

Torcedor do Fluminense

Alexandres Tavares e Djalma Júnior, presidente e vice, respectivamente, do Potiguar, provocaram o Baraúnas, durante entrevistas. Acabaram dando vestiário ao rival, que soube utilizar o desdém como combustível de superação no primeiro clássico e agora, contra o Força e Luz.

Na prática, o ato inconsequente de tentar barrar o progresso é dolo puro. Ainda bem que há esperanças quando a seriedade da Justiça se manifesta, diferente dos interesses políticos ou “reais” de outrem. Obrigado por nada, LDM, e que as máquinas continuem trabalhando!

Combustível

O que é o futebol

A dupla Alexandre/Djalma vem sendo bastante criticada. Teoricamente com mais dinheiro, o clube montou um elenco bem inferior ao que disputou a Série D, levando o alvirrubro a uma eliminação precoce, mas por si justificada.

Reconhecimento

O América, até então invicto, tetracampeão potiguar, em boas condições na Copa do Nordeste, acabou goleado pelo rival ABC em crise e praticamente eliminado da mesma competição. Agora, a pressão mudou de lado.

Além de pedir a saída de Alexandre e Djalma, a torcida tem utilizado as redes sociais para pedir a volta de Márcio Mossoró, como dirigente. O torcedor não esquece o bom trabalho de MM8, que projetou o Potiguar, ano passado, dando calendário e grana.

fabio willard de oliveira
A semana na história

Entre gols e obstáculos: a luta do futsal feminino em Mossoró

REALIDADE / Mesmo com dificuldades e discriminação, jogadoras conquistam espaço e fortalecem a modalidade na cidade

Equipe do Impacto, que participa de campeonatos escolares e outros eventos

De Letra

msantos@defato.com

Juiz rejeita pedido da LDM e mantém obras do Nogueirão

Ojuiz Pedro Cordeiro Júnior, da 1ª Vara da Fazenda Pública, negou o pedido de liminar da Liga Desportiva Mossoroense (LDM) que buscava suspender as obras da Arena Nogueirão.

A decisão foi proferida nesta sexta-feira, 10.

A entidade alegava risco irreversível ao suposto direito de propriedade sobre o terreno do Estádio Manoel Leonardo Nogueira. A intervenção está sendo executada por meio de Parceria Público-Privada (PPP).

A disputa judicial envolve a titularidade do imóvel. A LDM afirma que recebeu o terreno por doação do Município em 1961. Já a Prefeitura de Mossoró sustenta que houve reversão do bem ao patrimônio público em 2014, sendo o estádio municipalizado oficialmente sete anos depois.

O procedimento teve origem na gestão de Silveira Júnior. E foi validado na administração do prefeito Allyson Bezerra.

Na ação que tramita desde setembro de 2024, a Liga pede o controle de volta do estádio, alegando que o processo de reversão do terreno apresenta falhas graves, entre elas a falsificação de assinaturas dos filiados.

Ao analisar e indeferir pedido de liminar, o juiz destacou a presunção de legalidade dos atos administrativos.

Segundo ele, a reversão só pode ser contestada com provas robustas. O magistrado também apontou risco de dano inverso. Para ele, paralisar as obras causaria prejuízo maior à coletividade. A decisão enfatiza o interesse público na reestruturação do equipamento. E ressalta os princípios da eficiência administrativa. O juiz entendeu que o início das obras não altera o cenário jurídico.

O processo está em fase avançada. A produção de provas já foi encerrada. Novos depoimentos testemunhais foram indeferidos. Com isso, o caso segue para julgamento final do mérito.

aBc x Laguna

o duelo caseiro entre abC e laguna acontece neste domingo, 12, pela segunda rodada da série d do brasileiro. o time das letrinhas busca se redimir após perder na estreia, enquanto o adversário de Tibau do sul tenta a primeira vitória após empatar na estreia. a bola rola a partir das 16h, no Frasqueirão.

cEntraL x aMérica

No outro duelo que envolve outro

time potiguar na série d, o américa visita o Central/Pe, tentando a segunda vitória seguida. Na estreia, o dragão natalense derrotou o sousa por 2x0. o time pernambucano vem de empate fora de casa diante do laguna. a peleja começa às 16h, no lacerdão, em Caruaru.

FLaMEngo segundo a apuração da esPN, o Flamengo busca laterais esquerdos

Ofutsal feminino tem tido um crescimento silencioso, porém forte, desde meados dos anos 2000, ganhando espaço por meio da visibilidade midiática e nas competições. Canais esportivos passaram a incluir informações sobre atletas em ascensão, novas equipes em formação e campeonatos, aumentando o interesse do público em conhecer o esporte.

A cidade de Mossoró teve a iniciativa de incluir nos JEMs (Jogos Escolares de Mossoró) a categoria do futsal feminino, permitindo que meninas das escolas públicas e particulares participassem dessa modalidade que tem aberto portas para fora do município, como campeonatos estaduais, a exemplo do JERNs (Jogos Escolares do Rio Grande do Norte).

Além disso, equipes independentes têm sido feitas e ocupado espaço na cidade. Times de diversos bairros participam de torneios realizados em Mossoró, como o Circuito Esportivo Mossoroense (CEM), que teve a sua terceira edição no ano de 2025, e a Copa Fênix de Futsal Feminino, com a sua primeira edição realizada em 2025, em comemoração aos 18 anos da equipe Fênix.

Apesar de tantos avanços, o futsal feminino ainda enfrenta barreiras na quadra. Yorrana Farias, de 22 anos, é jogadora de futsal do time do Impacto Futsal Feminino e precisa dividir sua atenção entre as suas obrigações com a sua paixão, que é ser jogadora. Residente em Mossoró, ela questiona os problemas que precisa enfrentar:

“Às vezes, uma das maiores dificuldades é o preconceito que ainda exis-

te hoje em dia. E os campeonatos que são disponíveis aqui na região, as dificuldades são na questão financeira, onde a gente sempre precisa correr atrás (viabilizar) para o nosso time poder jogar fora”. Por não ter tantos recursos financeiros, muitos clubes não conseguem disponibilizar um salário adequado para suas jogadoras e nem conseguir transportes e locais acessíveis para treinamento, que acaba colocando um nível abaixo no esporte feminino. Em 2014, a seleção brasileira feminina de futsal precisou realizar uma espécie de “vaquinha” para poder disputar um mundial, pois a CBFS (Confederação Brasileira de Futsal de Salão) enfrentava uma crise financeira e não conseguia custear as passagens das jogadoras. Essa ação acontece constantemente no meio do futsal feminino, as jogadoras buscam fazer rifas, vaquinhas ou pedir ajuda a familiares e amigos para conseguirem jogar em uma outra cidade ou outro estado. Conseguindo ou não, o trabalho e o esforço não são apenas na quadra, ele começa diante do cotidiano. O preconceito e a discriminação também são outro desafio para mulheres, e ele ainda está presente no meio do esporte feminino. Segundo o Ministério do Esporte, as Mulheres e as meninas têm 6 vezes a maior chance de desistirem de praticar algum esporte por não terem um suporte necessário ou por sofrerem algum tipo de discriminação, que acabam dificultando o avanço feminino nos esportes em gerais. Apesar das dificuldades, as mulheres moldam um cenário diferenciado no futsal. O âmbito financeiro e os problemas estruturais não anulam um jogo de futsal bem qualificado formado por mulheres que querem conquistar o seu espaço no mundo dos esportes.

AGENDA JOGOS – BRASILEIRÃO

SÉRIE A

SÁBADO, 11

16h30 – Remo x Vasco

para o mercado do meio do ano e considera a contratação de Caio Henrique. ainda não existem negociações, mas o lateral do Mônaco é bem avaliado pelo rubro-negro.

LEMBra dELE? aos 39 anos, o meia Keisuke Honda voltará a jogar futebol. o japonês que já esteve no brasil defendendo o botafogo, acertou com clube de Cingapura em busca de recordes.

16h30 – Vitória x São Paulo

18h30 – Mirassol x Bahia

20h – Santos x Atlético/MG

20h30 – Inter x Grêmio

DOMINGO, 12

11h – Athletico/PR x Chapecoense

16h – Botafogo x Coritiba

18h – Fluminense x Flamengo

18h30 – Corinthians x Palmeiras

18h30 – Cruzeiro x Bragantino

SÉRIE B

SÁBADO, 11

16h – Juventude x Goiás

18h – Ponte Preta x Vila Nova

18h – Sport x Avaí

20h30 – Ceará x Náutico

DOMINGO, 12

18h – América/MG x Novorizontino

18h – Operário x Cuiabá

18h30 – São Bernardo x Fortaleza

20h – CRB x Athletic

20h30 – Atlético/GO x Londrina

Marcos s antos

Mulher

Entre a ciência

e o cuidado: o obstetra no centro da vida

SAÚDE / No Dia do Obstetra, especialistas destacam avanços tecnológicos e o papel humanizado no acompanhamento da gestação

Celebrado em 12 de abril, o Dia do Obstetra lança luz sobre um dos profissionais mais essenciais na jornada da maternidade. Muito além de conduzir partos, o obstetra é responsável por acompanhar a saúde física e emocional da mulher desde o planejamento reprodutivo até o pós-parto, desempenhando papel decisivo na redução de riscos e na promoção de uma experiência segura e acolhedora.

De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, o prénatal adequado é um dos principais fatores para a diminuição da mortalidade materna e neonatal. Consultas regulares permitem identificar precocemente condições como pré-eclâmpsia, diabetes gestacional e infecções que podem comprometer o desenvolvimento do bebê.

Mas o papel do obstetra vai além dos diagnósticos. Em um cenário em que o debate sobre a humanização do parto ganha

força no Brasil, cresce a valorização de práticas centradas na mulher, respeitando suas escolhas e seu protagonismo. “O obstetra é também um mediador de expectativas, medos e desejos. Ele traduz a técnica em cuidado”, explica a ginecologista e obstetra Melania Amorim, referência nacional em assistência obstétrica baseada em evidências.

TECNOLOGIA

A FAVOR DA VIDA

Nos últimos anos, a obstetrícia tem sido profundamente impactada por inovações tecnológicas que ampliam a segurança e a precisão no acompanhamento gestacional. Exames de imagem de alta resolução, como a ultrassonografia 3D e 4D, permitem visualizar o feto com riqueza de detalhes, enquanto testes genéticos não invasivos (NIPT) possibilitam a detecção precoce de síndromes cromossômicas com alta confiabilidade.

Outro avanço importante é o uso da telemedicina no pré-natal, regulamentada no Brasil após a pandemia de COVID-19.

A ferramenta tem facilitado o acesso de gestantes que vivem em áreas remotas ou com pouca oferta de especialistas, contribuindo para um acompanhamento mais contínuo.

Além disso, aplicativos de monitoramento gestacional e dispositivos vestíveis já permitem o acompanhamento em tempo real de sinais vitais da mãe e do bebê, aproximando ainda mais o obstetra da rotina da paciente.

HUMANIZAÇÃO

E PROTAGONISMO

FEMININO

Paralelamente à tecnologia, a obstetrícia vive um movimento de resgate da escuta ativa e do respeito às decisões da mulher. Planos de parto, presença de acompanhantes e equipes multidisciplinares — com enfermeiras obstétricas, doulas e psicólogos — têm se tornado cada vez mais comuns.

Esse modelo busca romper com práticas intervencionistas desnecessárias e promover uma experiência mais positiva e segura. Para muitas mulheres, o obstetra deixa de ser apenas o médico do parto para se tornar um aliado em uma das fases mais transformadoras da vida.

DESAFIOS PERSISTEM

Apesar dos avanços, o Brasil ainda enfrenta desafios importantes, como a alta taxa de cesa-

rianas e as desigualdades no acesso ao pré-natal de qualidade, especialmente nas regiões mais vulneráveis. Segundo o Ministério da Saúde, ampliar o acesso a profissionais qualificados e fortalecer a atenção básica são medidas fundamentais para garantir melhores desfechos maternos e infantis.

Neste Dia do Obstetra, o reconhecimento vai além da celebração: é um convite à valorização de um profissional que atua na linha tênue entre a técnica e o afeto, assegurando que o início de novas vidas seja também marcado por cuidado, respeito e dignidade.

OBSTETRÍCIA EM NÚMEROS: AVANÇOS E DESIGUALDADES NO BRASIL

Os dados mais recentes da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia e da Demografia Médica no Brasil revelam um cenário ambivalente na obstetrícia brasileira: enquanto o país mantém um número expressivo de especialistas, persistem desafios estruturais que impactam diretamente o cuidado com a saúde da mulher.

Atualmente, o Brasil conta com cerca de 35 mil a 37 mil médicos na área de Ginecologia e Obstetrícia, o que coloca a especialidade entre as mais representativas do país. Ainda assim,

esse contingente não cresce no mesmo ritmo da demanda, especialmente diante da necessidade de ampliar o acesso ao prénatal e à assistência ao parto.

Outro dado que chama atenção é o perfil desses profissionais. A obstetrícia acompanha uma transformação mais ampla da medicina brasileira: as mulheres já são maioria entre os médicos no país, tendência que se reflete de forma ainda mais intensa na especialidade, historicamente associada ao cuidado feminino. Entre os mais jovens, essa predominância é ainda mais evidente.

Apesar da força numérica, o principal gargalo está na distribuição. A concentração de profissionais nos grandes centros urbanos contrasta com a escassez em regiões interioranas e áreas mais vulneráveis, especialmente no Nordeste. Esse desequilíbrio dificulta o acesso a um pré-natal adequado e contribui para a sobrecarga dos serviços de saúde.

O resultado é um paradoxo: o Brasil possui uma base sólida de obstetras, mas ainda enfrenta obstáculos para garantir que esse cuidado chegue de forma equitativa a todas as mulheres. Superar esse desafio passa por políticas públicas, valorização da especialidade e fortalecimento da atenção básica — pilares essenciais para um início de vida mais seguro.

Jornal de Fato • SÁBADO, 11 DE ABRIL DE 2026
@jornaldefato /jornaldefatorn
@defato_rn
DA REDAÇÃO

Contexto

Celebrando a vida!

A felicidade não é alcançada ao satisfazer seus desejos, mas ao eliminá-los.”

Mais uma vez, um grupo de amigos se reuniu para celebrar o aniversário do colunista na quarta (1º), e o local escolhido foi o Tuna Terra e Mar, com as delícias da Chef Juliana Fernandes e a boa música de Soul de Samba. Noite ótima com bolo de Tereza Cristina Fernandes e doces da Diana Hellen Doces Finos e da Maria Formiga. Show!

Com Wanderlânia/Hélio Almeida e Wanderléa Lima.

No abraço com as queridas Katharina Gurgel e Cíntia Sá.

as amadas

o arquiteto Eduardo Falcão, aniversariante

CIRCULANDO

@Na noite de 1º/4, o prazer da companhia de Hélio Almeida/ Wanderlânia, Tereza Cristina, Eveline e Ednê Soares, Edmar Henrique/Detinha, Jean Reis, Íris Menezes, Gustavo Rosado, Silvinho Rebouças/Gabriela, Katharina Gurgel e Cíntia Sá, Elis Regina Costa, Mara Maia, Boanerges Perdigão, Eduardo Falcão, Wanderléia Lima, Fafá Câncio, Marta Dias, Socorro Paiva, Lima Neto/Nyaskara e Lima Filho/Kélia.

@A campanha eleitoral no RN já começou. Com o fim da janela partidária, todas as possibilidades para outubro já estão fechadas e os candidatos, pelo menos os mais cotados como Álvaro Dias, Cadu Xavier e Allyson Bezerra começam a circular por todas as regiões do Estado, mesmo com muita coisa ainda por resolver. Pesquisas de todos os tipos e gostos também fazem a festa.

@Por aqui, a estrutura do Mossoró Cidade Junina 2026 começa a ser montada, mesmo o evento sendo só em junho. Trabalho para o MP é o que não vai faltar. Se eles quiserem, claro.

@Os entendidos da política local dizem sem medo de errar que muito ainda se irá falar da Operação Mederi e de outras “cositas mas” até as datas da homologação das chapas à disputa de outubro.

@A prima Luciana Sivini Santos comemora 5.0 amanhã (12), e as comemorações começaram ontem, no litoral de Touros, reunindo as famílias Sivini/Santos e amigos mais chegados. Neste sábado (11), a celebração tem seu ponto alto no restaurante Paraíso do Brasil, com almoço e o tradicional “parabéns pra você”. Saúde, sorte e vida longa, prima querida!

@O casal Eduardo Castro/Nicole Abreu festeja a chegada de Gabriel, terceiro filho do casal, que chegou na terça (8), na Almeida Castro, pelas mãos da dra. Isabelle Cantídio. Bem-vindo, Gabriel! @Próximo dia 16, quinta-feira, o Grupo Queiroz reinaugura a unidade do Nova Betânia cheia de novidades para seus clientes. Um restaurante amplo e confortável para café, almoço e jantar; adega com os mais diversos rótulos, espaço mais amplo para comida saudável e incremento no setor de hortifruti. O que era bom, vai ficar melhor ainda!

@Os estoques de sangue do Hemocentro/Mossoró continuam em níveis baixos. Se você é doador, procure o Hemocentro e faça sua doação. Sua doação de sangue salva vidas!

@O Camarote La Goccia Blu está com suas vendas abertas no OutGo, no próprio La Goccia Blu, no Vila Grega e no Il Giardino. O melhor camarote do Pingo da Mei Dia oferece open bar e open food, além de shows com Forró do Severo, Forró dos 3 e Renata Falcão. Faltando ainda uma quarta atração que será confirmada esses dias. Vamos?

@Casal que quero bem, os médicos Walter Júnior e Angélica Fonseca; ele otorrino e ela dermatologista, oferecem um atendimento de excelência em suas áreas. Indico sem medo de errar. @O Estação Café, ali ao lado da Catedral, no comando de Rômulo Neto, é o um dos points mais agradáveis da cidade, com destaque para os folhados e cafés. Agora, com projeto da arquiteta Lavínia Negreiros, Rômulo criou um espaço para aulas para formação de baristas. Show!

R. Antônio Vieira de Sá, 440

Tel.: 3317-4545 / 3316.0409

A prima Luciana Sivini Santos iniciou ontem as comemorações pelos seus 5.0. Seguem até amanhã (12), no litoral de Touros. Parabéns!

Dr. Cure de Medeiros, Chanceler da Liga de Mossoró, e Margarida Costa, presidente da Rede Feminina. Ela com aniversário na segunda (13). Felicidades!

Mariana Rosado enche de mimos o maridão, o gente fina Marcello Araújo, com aniversário na segunda (13)!

Casal Iara/Nelson Chaves. Ela com idade nova na segunda (13). Saúde e paz!

Casal Assis Nascimento/ Layla Escóssia. Ele folhinha da segunda (13)!

Sempre linda, Raíza Freire é a aniversariante festejada da sexta (17). Parabéns!

Érica Anzilotti e Adna Canário festejam Luana Medeiros, com idade nova no domingo (12). Vivas!

Hoje é dia de enviar os parabéns para a querida Clézia Barreto, que amanhece em idade nova!

Ceição Cabral Rocha em coro de vivas para a irmã Jacinta Cabral, com idade nova na quarta (15)!

Festa

Hoje é dia de festa para a amiga Clézia da Rocha Barreto, Ana Maria Melo Filgueira, o advogado Herbert Mota, o médico José Cabral de Oliveira Neto, o executivo Flávio Brito e Sílvia Helena Aires. Amanhã (12), é dia de vivas para a prima Luciana Sivini Santos, a querida Luana Rodrigues Medeiros, o deputado Robson Faria, o artista plástico Ney Moraes, o jornalista Sérgio Lima, Regina Suely, Cesário Melo e Tereza Lenice Moura. Para vocês paz, saúde, amor e alegrias. Parabéns!

Botica

Ao longo dos anos, as fragrâncias masculinas passaram por diversas transformações, mas poucas tão significativas quanto a que reposiciona o frescor como protagonista de uma nova perfumaria, movimento que se traduz diretamente em criações como Clash do Boticário. Para o perfumista francês Dominique Ropion, essa mudança não está ligada apenas ao olfato, mas ao comportamento, tecnologia e expressão individual. Para o homem contemporâneo, o cheiro de “banho tomado” é insuficiente, ele busca uma assinatura de autoexpressão que equilibre impacto imediato e durabilidade. E é exatamente isso que o novo Clash oferece. Já nas lojas!

Com
Elis Regina Costa e Mara Maia.
Com
da terça (14)!
Com Marta Dias, Ednê Soares e Fafá Câncio.
MARK TWAIN

Conexão saúde

conexaosaude.defato@outlook.com

Fim da patente do Mounjaro pode trazer benefícios e problemas

CUIDADOS / A exclusividade atual da Eli Lilly sobre a molécula impede a concorrência, mantendo os custos elevados

Fim da patente do Mounjaro (Tirzepatida) beneficia população, mas pode também trazer sérios problemas?

Sim, o fim da patente exclusiva do Mounjaro tem o potencial de beneficiar significativamente a população, principalmente ao aumentar o acesso ao tratamento para diabetes tipo 2 e obesidade por meio da redução de preços.

A exclusividade atual da Eli Lilly sobre a molécula impede a concorrência, mantendo os custos elevados, o que limita o acesso para a maioria da população e pressiona o sistema público de saúde.

Principais benefícios da quebra de patente/exclusividade:

- Redução de Preços:

A entrada de versões genéricas ou similares (biossimilares) gera concorrência, o que historicamente diminui o preço final ao consumidor.

- Ampliação do Acesso:

Com medicamentos mais baratos, uma parcela maior da população com obesidade e diabetes pode adquirir o tratamento, que hoje tem custo proibitivo.

- Combate à Economia Subterrânea:

A quebra de patente visa combater o mercado paralelo de canetas emagrecedoras, oferecen-

do um produto seguro, regulamentado pela Anvisa e com menor risco sanitário.

- Alívio ao SUS: Medicamentos genéricos permitem que o sistema público de saúde incorpore o tratamento a um custo menor, reduzindo custos com internações e cirurgias relacionadas à obesidade.

SITUAÇÃO NO BRASIL

Diferente da semaglutida

Benefícios potenciais do fim da patente

(Ozempic), cuja patente sofreu variações, a patente da tirzepatida (Mounjaro) está registrada até janeiro de 2036. No entanto, o Congresso Brasileiro debate o Projeto de Lei nº 68/2026 (com regime de urgência aprovado em fevereiro de 2026), que propõe a declaração de interesse público para licença compulsória (quebra de patente) do Mounjaro e Zepbound.

No entanto, a perspectiva de

- Redução de Preços: o fim da exclusividade comercial da Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, permitiria a entrada de concorrentes, reduzindo o alto custo do tratamento e democratizando o acesso.

- Acesso e Saúde Pública: a quebra de patente é discutida como uma medida de interesse público para combater a obesidade e o diabetes, doenças que atingem uma parcela significativa da população.

- Combate à “Economia Subterrânea”: a disponibilização legal e mais barata diminuiria a busca por versões importadas irregularmente (falsificadas ou com conservação inadequada).

Principais problemas

- Riscos da compra sem prescrição

- Efeitos colaterais graves: o Mounjaro é um medicamento biológico potente que pode causar náuseas, vômitos, diarreia e, em casos mais graves, pancreatite e infecções.

- Risco de falsificação e desvio: a alta demanda leva à venda de produtos falsificados ou sem registro na Anvisa, com conservação incorreta, colocando a vida do usuário em risco.

- Investigação de óbitos: a Anvisa investiga dezenas de mortes suspeitas relacionadas ao uso indevido e automedicação de canetas injetadoras (como Ozempic e Mounjaro).

- Necessidade de acompanhamento: a automedicação ignora contraindicações importantes e a necessidade de ajuste de dose, podendo levar a hipoglicemia e complicações metabólicas.

fim da patente exclusiva do Mounjaro no Brasil é um tema complexo que gera um debate intenso entre o acesso à saúde e a segurança sanitária. A possibilidade de medicamentos genéricos ou similares pode reduzir os custos, mas o uso indiscriminado, facilitado pela compra sem prescrição, acarreta sérios riscos à saúde, conforme evidenciado por recentes discussões e investigações.

Contexto Atual (2026)

- Debate na Câmara : houve aprovação de urgência para o Projeto de Lei nº 68/2026, que declara o Mounjaro (e Zepbound) de interesse público, propondo a quebra de sua patente.

- Situação da patente: diferente da semaglutida (Ozempic), que teve sua patente questionada recentemente, a tirzepatida ainda tem um período de proteção de patente mais longo em comparação.

- Venda irregular : a venda de tirzepatida sem receita é uma prática irregular que tem sido alvo de alertas e ações de vigilância sanitária.

- Embora a concorrência c omercial possa ampliar o acesso, o controle sanitário sobre a tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) é crucial. A automedicação ou a compra de produtos sem garantia de procedência representa um risco fatal, superando os benefícios da facilidade de acesso a um custo menor.

- Situação da Patente: diferente da semaglutida (Ozempic), que teve sua patente questionada recentemente, a tirzepatida ainda tem um período de proteção de patente mais longo em comparação.

- Venda Irregular : a venda de tirzepatida sem receita é uma prática irregular que tem sido alvo de alertas e ações de vigilância sanitária.

- Conclusão: embora a concorrência comercial possa ampliar o acesso, o controle sanitário sobre a tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) é crucial. A automedicação ou a compra de produtos sem garantia de procedência representa um risco fatal, superando os benefícios da facilidade de acesso a um custo menor.

SEGUNDA PELE

GEORGIANO AZEVEDO

Reconhecida pelas estampas autorais pintadas à mão e pelos jeans customizados que conquistaram o Brasil, a marca George Azevedo Arte, que surgiu em 2022, apresentou a nova coleção na noite de quinta-feira, 9, na Metrópoles Catwalk, no Teatro Nacional, em Brasília (DF).

Batizada de SEGUNDA PELE, a coleção traz camisas de tricoline, saias e vestidos amplos, como base de um guardaroupa que valoriza estrutura, leveza e movimento. As peças recebem aplicações de bordados e intervenções artísticas com pinturas abstratas, que incorporam letras de músicas pertencentes ao repertório afetivo do estilista.

O animal print — já consolidado como um dos símbolos da marca — assume protagonismo em composições que exploram camadas e volumes. Jaquetas bomber, peças com efeito puff e minicasacos estruturados desenham um visual

contemporâneo, urbano e despojado.

A coleção também destaca a introdução de novos materiais, como rendas (ora aplicadas, ora pintadas), e paetês — que aparecem na coleção mais uma vez como grande aposta com peças desenhadas com textura, brilho e toque contemporâneo sem perder o caráter artesanal que define a marca.

No cast, modelos consagradas, como, Vivi Orth, Carmelita Mendes e Mikaela Gomes encheram os olhos do público presente.

Agora, o estilista George Azevedo se prepara o lançando no Festival Nordestesse, na Pinga, em São Paulo (SP).

Aqui, registros do backstage por Lucas França!

FOTOS : Lucas França | Óculos : 084 para Potiguar Laboratório Ótico | Brincos : Paloma Design Design

Questão urgente de saúde pública

Oavanço silencioso da Doença de Parkinson impõe ao Brasil um desafio que vai além da medicina: trata-se de uma questão urgente de saúde pública e dignidade humana. Em um país que envelhece rapidamente, o crescimento dos casos exige mais do que conscientização pontual — demanda estrutura, acesso e continuidade no cuidado. O alerta do 11 de abril não pode se restringir a uma data simbólica; ele precisa ecoar como compromisso permanente com quem convive com a doença.

A realidade exposta em regiões como Mossoró revela um cenário preocupante: diagnóstico tardio, escassez de especialistas e barreiras no acesso ao tratamento pelo SUS. Quando o cuidado não chega a tempo, a doença avança — e com ela, a perda de autonomia, qualidade de vida e esperança. É preciso fortalecer a rede pública, interiorizar o atendimento neurológico e investir em informação. Diante do Parkinson, o tempo não pode ser um inimigo — deve ser a principal ferramenta de cuidado.

Balada do Impostor

parkinson

Condição neurodegenerativa avança

Boa leitura! Ângela Karina

Ceramista

Lúcia: artífice do barro

artigo de opinião: Hoje é dia

receita

• Edição – C&S Assessoria de Comunicação

• Diagramação – Augusto Paiva

• Projeto gráfico – Augusto Paiva

• Impressão – Gráfica De Fato

• Editora e Revisão – Ângela Karina

Redação, publicidade e correspondência

Av. Rio Branco, 2203 – Mossoró (RN) Fones: (0xx84) 3323-8900/99836-5320

Site: www.defato.com/domingo E-mail: pautadefato@gmail.com

DomIngo é uma publicação semanal do Jornal de Fato. Não pode ser vendida separadamente.

BALADA DO IMPOSTOR

Um vale doUrado para a hipocrisia

JOSÉ DE PAIVA REBOUÇAS

Jornalista

@paiva_reboucas

Eu não sou segregador; ao menos é isso que digo a mim mesmo quando certas ideias meio tortas aparecem na cabeça durante aqueles momentos silenciosos em que ficamos conversando apenas com nossos próprios botões. Ainda assim, outro dia imaginei um experimento curioso. Um desses experimentos mentais que não existem para oferecer soluções, mas para revelar contradições.

E se, dentro do Brasil, separássemos um pedaço de terra para criar uma espécie de Vale Dourado? Um território experimental destinado exclusivamente àqueles que defendem, com convicção, que o mercado resolve tudo e que o Estado só atrapalha, que direitos trabalhistas são entraves ao progresso e que cada indivíduo deve cuidar sozinho do próprio destino.

A terra poderia até ser doada pelo povo brasileiro. O mesmo povo que trabalha, paga impostos e, não raramente, escuta que o problema do país é justamente ele próprio, esse povo: caro demais, protegido demais, dependente demais, quando, na realidade dura do dia a dia, protegidos mesmo são os que os exploram.

Para quem já carrega nas costas boa parte do peso da sociedade, doar um pedaço de chão para esse experimento social talvez não fosse um sacrifício tão grande. Mas o Vale Dourado teria algumas regras simples e rigorosas, do jeito que o rico ou o “sabor rico” gostam. Tudo ali seria pri-

vado, absolutamente tudo.

Nada de previdência pública, cada morador pagaria sua própria aposentadoria em fundos privados. Nada de sistema público de saúde, cada um contrataria seu próprio plano de saúde e, de preferência, um bastante caro, desses que a gente não sabe que existe, mas que leva os ricos para o SírioLibanês. Educação também privada. Segurança organizada em condomínios, vigilância e tecnologia geridos pela iniciativa privada.

Os impostos que eles deixariam de pagar ao Estado brasileiro seriam revertidos na taxa de condomínio. Afinal de contas, um lugar desses não pode ser feio e precisaria de uma empresa para cuidar, manter, zelar. O Estado, esse grande ineficiente, ficaria totalmente do lado de fora dos portões e aquele jardim especial seria como um país independente, tipo Luxemburgo, San Marino e Andorra.

O experimento teria um detalhe adicional. Não iriam para lá apenas empresários, mas também todo político, economista de mercado, consultor, formador de opinião, todo servidor público de alto escalão que passa a vida defendendo o estado mínimo, desde que, naturalmente, bem longe do próprio contracheque público. Iria pra lá toda essa gente que acredita poder se manter com seus próprios recursos e sem obrigações públicas e estatais.

A entrada nesse território seria restrita a esse grupo que tem, ou acredita ter, posses e poder. Seria terminantemente proibida a entrada de qualquer pessoa que dependesse de emprego, de regras trabalhistas, de garantias legais que não fossem a da mão invi-

sível do mercado, direitos coletivos, auxílio, etc. Qualquer um nessa posição, se entrasse lá, se tornaria apátrida e perderia a cidadania brasileira imediatamente.

O experimento teria outra regra importante. Os moradores do Vale Dourado não poderiam recorrer ao tesouro brasileiro de forma alguma. Nada de incentivos fiscais, nada de contratos públicos, nada de subsídios, nada de usar infraestrutura construída com os recursos públicos. Também não poderiam fazer negócios com o Brasil, pois aqui ficariam todas as pessoas que não pertencem ao mundo utópico daquela ricarada. Tudo o que produzissem ali dentro deveria ser comercializado e consumido ali mesmo. Se esse povo tem certeza que pode prosperar sozinho, não depende de quem vive do lado de fora.

Para manter isso, obviamente, seriam eles próprios, os ricos e privilegiados, mauricinhos e dondocas, que teriam de pôr a mão na massa. Teriam de construir com as próprias mãos, limpar as ruas e os esgotos, fazer faxina e até, pasmem, dirigir seus próprios carros.

Talvez tudo funcionasse perfeitamente ou, talvez, depois de alguns anos, alguém inevitavelmente sugeriria reduzir custos, flexibilizar certas regras, criar exceções aqui e ali. Um contrato especial, um acordo pontual, uma pequena concessão para manter tudo competitivo. Quando dessem por si, já estariam discutindo a necessidade de alguma coordenação central, talvez um fundo comum, quem sabe até um mecanismo de proteção coletiva, mas com outro nome, claro, porque certas palavras, ali dentro, soam mal.

sábado, 11 de abril de 2026

4 d omingo

A L e RTA

parkinson: entre o tremor e a luta parkinson: entre o tremor e a luta

Condição neurodegenerativa avança e impõe novos desafios à saúde pública

Jornal de Fato

ODia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson, celebrado neste sábado, 11 de abril, chama atenção para uma condição neurodegenerativa que cresce em ritmo acelerado, impacta milhões de pessoas e ainda enfrenta entraves importantes, como o diagnóstico tardio e a desinformação.

A Doença de Parkinson é um distúrbio degenerativo que afeta principalmente os movimentos do corpo. Ocorre quando neurônios responsáveis pela produção de dopamina — substância essencial para o controle motor — entram em processo de degeneração. Esse mecanismo leva ao surgimento de sintomas como tremores, rigidez muscular e lentidão dos movimentos, mas também pode se manifestar de forma mais discreta, com alterações no sono, perda do olfato e quadros depressivos, muitas vezes antes dos sinais motores se tornarem evidentes.

Embora ainda não tenha cura, a doença pode ser controlada com tratamento adequado, que vai desde medicamentos até cirurgia em casos mais graves. Por isso, o diagnóstico precoce é decisivo para a qualidade de vida dos pacientes.

No cenário global, segundo a Organização Mundial da Saúde, o Parkinson já é considerado a doença neurodegenerativa que mais cresce. Estima-se que mais de 4 milhões de pessoas convivam com a condição no mundo, impulsionada principalmente pelo envelhecimento da população. A doença atinge cerca de 1% das pessoas acima dos 65 anos, com prevalência

global de aproximadamente 151 casos por 100 mil habitantes. Estudos também associam o aumento dos casos à exposição a fatores ambientais, como agrotóxicos, poluição e solventes químicos. Além disso, há registro de crescimento nas internações, o que reforça a necessidade de diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo.

A presidente da Associação Brasil Parkinson, Érica Tardelli, tem defendido que o avanço da doença está relacionado não apenas ao envelhecimento, mas também a esses

fatores ambientais, ampliando o debate para o campo da saúde pública.

No Brasil, cerca de 200 mil pessoas vivem com Parkinson, com maior incidência entre idosos de 60 a 79 anos. Os homens são mais afetados, representando entre 57% e 60% dos casos, embora a doença também atinja pessoas mais jovens, ainda que com menor frequência.

Apesar dos números expressivos, o país enfrenta dificuldades no diagnóstico precoce e no acesso contínuo ao tratamento. A Associação Brasil Parkinson alerta para a

sábado, 11 de abril de 2026

Jornal de Fato

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necessidade de ampliar políticas públicas voltadas ao acompanhamento desses pacientes, destacando que a identificação precoce pode retardar a progressão da doença e preservar a autonomia por mais tempo.

Outro ponto de atenção é a oferta de medicamentos. Entidades da área relatam falhas no fornecimento de fármacos essenciais, o que compromete a continuidade do tratamento, sobretudo entre pacientes atendidos pelo sistema público de saúde.

COntExtO REgIOnAl

No Rio Grande do Norte, a realidade acompanha a tendência nacional, mas esbarra na ausência de dados consolidados. A falta de estatísticas detalhadas dificulta dimensionar o problema e limita o

planejamento de políticas públicas mais eficazes.

Em Mossoró, profissionais de saúde já observam mudanças no perfil da demanda. O envelhecimento da população tem refletido no aumento da procura por atendimento neurológico, enquanto muitos pacientes ainda chegam aos serviços em estágios mais avançados da doença, o que reduz as possibilidades de controle dos sintomas.

A falta de informação segue como um dos principais obstáculos. Representantes de entidades de apoio ao Parkinson apontam que o desconhecimento sobre os sinais iniciais contribui diretamente para o atraso no diagnóstico. Sintomas como perda do olfato, alterações no sono e lentidão em atividades cotidianas ainda são pouco associados à doença.

Sem cura, o Parkinson exige acompanhamento contínuo e multidisciplinar. O tratamento envolve medicamentos que atuam na reposição ou simulação da dopamina, além de terapias como fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, fundamentais para manter a funcionalidade e a qualidade de vida. Em casos mais avançados, procedimentos cirúrgicos também podem ser indicados.

Embora não exista prevenção comprovada, especialistas recomendam hábitos saudáveis ao longo da vida, como atividade física regular, alimentação equilibrada, estímulo cognitivo e redução da exposição a substâncias tóxicas.

SEm ACESSO, A DOEnÇA AVAnÇA

A escassez de atendimento neu-

Jornal de Fato

rológico pelo Sistema Único de Saúde (SUS) tem se consolidado como um dos principais fatores de agravamento da Doença de Parkinson no Brasil, especialmente fora dos grandes centros urbanos. Embora o país conte com profissionais qualificados, a distribuição desigual compromete o diagnóstico precoce e o acompanhamento contínuo.

Dados da Academia Brasileira de Neurologia indicam que o Brasil possui cerca de 5 mil neurologistas em atividade, concentrados majoritariamente nas regiões Sudeste e Sul. Esse cenário cria vazios assistenciais em estados do Nordeste, como o Rio Grande do Norte, obrigando pacientes a enfrentar longas filas ou a se deslocar em busca de atendimento.

Em Mossoró, mesmo sendo polo regional, a rede pública ainda não consegue absorver toda a de-

manda. Isso contribui para que muitos pacientes recebam diagnóstico tardio e tenham dificuldades no acompanhamento regular.

A situação é ainda mais crítica em localidades menores e áreas rurais, onde o acesso ao neurologista é praticamente inexistente. Nesses contextos, o primeiro atendimento ocorre na atenção básica, que nem sempre dispõe de capacitação para identificar os sinais iniciais da doença, o que pode levar à subnotificação ou à confusão com o envelhecimento natural.

Além da escassez de profissionais, o próprio modelo de atendimento impõe barreiras. A necessidade de encaminhamento, a limitação de vagas e a sobrecarga dos serviços especializados prolongam o tempo entre os primeiros sintomas e o início do tratamento — fator determinante para a progressão da doença.

Especialistas defendem a ampliação da rede de neurologia no SUS, com interiorização dos serviços, fortalecimento da atenção básica e uso da telemedicina para reduzir desigualdades regionais. Sem essas medidas, o cenário tende a se agravar com o envelhecimento da população.

Para quem convive com o Parkinson, o tempo é decisivo. E, diante da dificuldade de acesso ao cuidado especializado, a doença avança — muitas vezes mais rápido do que deveria.

O alerta do 11 de abril, portanto, vai além da data. Ele reforça a necessidade de ampliar o debate, fortalecer a rede de atenção à saúde e garantir que os pacientes sejam diagnosticados a tempo e acompanhados com dignidade diante de uma doença que, embora silenciosa, avança de forma consistente.

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Ce RAMISTA

lúcia: artífice do barro em um devir artístico pleno de beleza e autenticidade

máRcIo DE LIma Dantas Especial

prender o barro brando no ovo de não sei quantas mil atmosferas que o faça fundir no útero fundo que devolve a terra à pedra que era.

João Cabral de Melo Neto

Lúcia (São José de Campestre, 1964). Antes de tudo, discorreremos acerca da arte de trabalhar com o barro, esse material encontrado em solos úmidos, variando sua qualidade de acordo com o nível de pureza ou da presença de outros elementos misturados. Essa arte, também conhecida como cerâmica, é um fenômeno estrutural presente em praticamente todas as culturas.

Constitui-se como uma ocupação de suma importância, na medida em que confecciona utensílios utilitários ou simplesmente decorativos. Ao nos deter um pouco sobre os hábitos de culturas já desaparecidas, como a Egípcia ou a Assíria, encontramos nos desenhos e inscrições nas paredes de palácios ou túmulos referências à cerâmica como um dos pilares formadores do cotidiano de agrupamentos humanos.

Muito provavelmente, a cerâmica encontra-se relacionada ao feminino, assim como a agricultura. Haja vista que o sair de casa em busca da caça sempre foi prerrogativa do masculino. Interessante é que até hoje essa estrutura antropológica do imaginário remete a arte da cerâmica às mulheres, embora o torno do oleiro, como instrumento de modelagem, quase sempre esteja associado ao ho-

sábado, 11 de abril de 2026

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mem. Pensemos em torno de estruturas inconscientes, para efeito da nossa heurística, no que se apresenta como sensato ou mesmo tangível.

Vemos estes dois eixos, estes dois paradigmas: o feminino, relacionado às mulheres permanecendo nas cavernas ou abrigos, quedando-se em um perímetro do acampamento quase sempre temporário; e o masculino, errante, em busca de caçar e matar animais para o alimento. Competia às mulheres o cuidado com as crianças, e depois surge a agricultura em torno do local onde habitavam, provavelmente não definitivo.

Vejamos o Barro. Saber as origens de como surgiu não acrescenta muita coisa a este ensaio. O que importa é compreender como o ser humano escolheu lidar com esse material, caracterizado como natural e bastante maleável, favorecendo a transformação da argila em utensílios necessários ao armazenamento da água ou em tachos e panelas para cozinhar nas fogueiras. Sua origem se perdeu na bruma do tempo, mas permaneceram os arquétipos, sua presença e eficácia no cotidiano. Sim, isso mesmo: é isso que importa compreender, a partir de uma heurística que problematize e busque soluções.

Com efeito, o chamado “casamento hétero” se transformou muito com a saída da mulher para trabalhar fora e com os movimentos sociais que reivindicaram sua emancipação. Contudo, elas ainda permanecem presas a sistemas que as fazem inferiores, desde o comportamento em sociedade até os valores salariais, quase sempre inferiores aos dos homens.

Essa condição do feminino, iso -

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lando aqui um elemento para efeito didático, encontra-se desde sempre relacionada ao barro. Sua simbólica, no imaginário, remete ao que não detém a força, mas está contida nos signos que dizem respeito a terra, à fragilidade, à humanidade. Faz parte de nossa condição sermos vulneráveis, frágeis, não estarmos preparados para o que chega sem aviso: às atribulações e às vicissitudes.

Quase que nos obrigando a sermos mais humildes, resilientes, perseverantes, reflexivos na compreensão da inevitabilidade do que não podemos recusar, mas sermos estoicos. Uma aprendizagem que só o tempo pode oferecer, e, quem sabe, sermos como os bambus: vergados ante o vento e

as intempéries, estratégia para não se quebrar, para não se deixar partir ao meio. Essa metáfora nos diz respeito e nos cabe muito bem: vergue-se, mas não reste partido, largado no chão.

Em contrapartida ao barro, à argila, temos o Ferro, cuja simbólica remete à força, ao poder, ao imperativo, à tecnologia que fez a civilização evoluir e avançar. Não podemos negar que se encontra intrinsecamente ligado, no imaginário, ao masculino.

Com a metalurgia, houve um grande salto qualitativo da cultura. Mesmo a agricultura, com seu semear e colher, recebeu esse impacto. Já não se usava apenas a madeira para confeccionar os utensílios necessários ao cotidia-

Jornal de Fato

no das pequenas lavouras: chega o ferro, bem mais duro, facilitando os serviços do plantio do trigo, por exemplo.

Podemos proceder, e insistir, para efeito de compreensão, na dicotomia Barro/Ferro, como elementos definidores da civilização, presença quase como uma necessidade para que a humanidade evoluísse. Os gregos nomeavam esse fenômeno por meio da personificação de uma deusa: Ananke, que seria a necessidade imanente, a inevitabilidade, aquilo que não pode deixar de acontecer. Chega sem aviso prévio, sem pedir licença, instala-se. Não dá justificativa, não se explica. Está presente, e cabe ao humano encontrar uma resposta.

Chega, entrega, vai embora.

Ora, não é de se estranhar que Ananke seja considerada a mãe das Parcas (Clotho, Lachésis, Átropos), força universal que move o céu e as estrelas, força cósmica regente do Destino não apenas dos mortais mas também submetedora dos deuses, dos seus relacionamentos interpessoais, das intrigas, dos ganhos e perdas. Enfim, determina as regras da gramática do universo. Não à toa, quase sempre está associada a Cronos (o Tempo), responsável pelo ciclo anual das estações.

Vejamos o que Jung diz a respeito da origem da arte e de seus desdobramentos relacionados à psique: “A psicologia da criação

artística é uma psicologia especificamente feminina, pois a obra criadora jorra das profundezas inconscientes, que são justamente o domínio das mães” (JUNG, C. G. O espírito na arte e na ciência. Petrópolis: Vozes, 1919. p. 91).

Isso posto, podemos relacionar com o que acima foi discorrido sobre os arquétipos presentes no imaginário. Refiro-me aos alicerces elaborados com os tijolos e o cimento das imagens convencionadas pela cultura, que navegam para, enfim, ancorar nos distritos do imaginário associados ao feminino: a agricultura, o cuidado com os nascituros, a confecção de utensílios domésticos em cerâmica para uso cotidiano.

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Vejamos o trabalho da ceramista Lúcia, nascida em de São José de Campestre, atualmente reside no distrito de Santo Antônio, pertencente à cidade de São Gonçalo do Amarante, na área metropolitana de Natal. A ceramista se filia a uma tradição já bastante longínqua no tempo, que gerou muitas pessoas nesse lugar dedicadas à cerâmica de feitura artística.

Basta estar diante de suas peças em cerâmica pintada para imediatamente conseguir classificá-las e ordená-las dentro da tradição a que pertencem. Não há apenas uma maneira de plasmar essas peças e seus respectivos modos de pintar. Há, sim, um fundo branco, um fundo azul, uma mescla de cores quando se

trata de modelar e fazer uso de uma paleta múltipla.

Cada peça resguarda sua singularidade, sua graça e sua harmonia, perfazendo uma beleza de simplicidade que chama a atenção de qualquer pessoa, elaborada a partir de poucos elementos. Lúcia ama o que faz: diz isso com forte entusiasmo em sua voz um pouco gutural, não se cansa de descrever os detalhes e a maneira como produziu cada peça. Dá a impressão de que preferiria ficar com todas, não vender, mas é disso que sustenta os cinco filhos.

Não podemos analisar e interpretar cada peça individualmente, pois são feitas em série, afinal de contas, são para expor à venda, para encomendas. Seu trabalho já

proclamou sua fama de grande ceramista: vende tudo, sempre tem encomendas. Assim, só podemos falar em termos de tradições. Isso mesmo, remetem a outrora, quando os primeiros galos majestosos surgiram, outorgando à cerâmica o estatuto de arte, não mais utensílios simples, sem pintura, vendidos nas feiras populares.

A primeira tradição é a do Galo de São Gonçalo do Amarante, branco, pintado com múltiplos ornamentos. O corpo é decorado com grandes flores vermelhas e amarelas, como se o vermelho contivesse outras flores dentro de si. Folhas verdes completam o conjunto. A crista é vermelha, o bico amarelo, e o rabo azul-real.

O que funciona como pés é, na

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verdade, uma extensão do corpo em forma de cone robusto, ornamentado com triângulos isósceles alternados: ora em azul mais escuro, ora em azul mais claro. Além disso, a posição varia: um triângulo está erguido, o outro invertido, compondo uma geometria que, dissonante do figurativo pintado no corpo acima, gera uma harmonia de beleza simples e ergue o galo imóvel em sua verticalidade hierática.

Há ainda outro detalhe: o desenho das linhas dos triângulos, subindo e descendo, acaba por se tornar uma forma estilizada da linha grega da vida. Não é isso mesmo a vida: essa oscilação entre estar em cima e depois embaixo? Só não enxerga quem não quer.

Outra tradição de beleza singular é a da cerâmica azul, de um tom escuro e fosco. Conheci três cuscuzeiras, como se fossem trigêmeas, resplandecendo a mesma forma e a mesma cor. O desenho em branco puro lembra uma renda, um bordado. Há também um belo pavão azul, com sua cauda em leque, decorada com flores vermelhas e contornos brancos.

Outras peças muito mimosas são as miniaturas de panelinhas de barro, pintadas de azul, com decoração de flores e duas alças. Não há quem não se encante: parecem não ter sido feitas em série, mas moldadas uma a uma, com capricho, sentimento e esmero, com a delicadeza que só a arte autêntica possui em sua aura.

Por fim, alguém encomendou um conjunto de três ramos de rosas vermelhas com folhas verdes. Lembram aquelas andorinhas azuis que se pregavam nas paredes das salas: cada uma menor que a outra, como se estivessem em re-

voada. A primeira era sempre a menor, a do meio intermediária, e a última a maior, causando a impressão de distanciamento no espaço aberto. Também havia conjuntos de três patos migrando, seguindo a mesma lógica das três andorinhas.

Para encerrar, vejamos uma passagem da Bíblia (tradução do século XVIII, de João Ferreira de Almeida), Isaías 64:8: “Nós, o barro, e tu, o nosso oleiro; e todos nós, obras das tuas mãos”. Para além do sentido religioso, podemos escavar uma metáfora do barro e de quem trabalha com ele: o oleiro.

Em algumas cidades do sertão, também se nominam louceiras, que modelam apenas peças utilitárias, como alguidares, potes ou cuscuzeiras. Via de regra, a argila é bastante avermelhada, sem pintura. As senhoras que trazem essas peças funcionais sentam em pequenos tamboretes, ensimesmadas em completo silêncio. Não há necessidade de persuasão, de clamar por fregueses, de insistir: só quem ali se achega é quem tem negócio, quem vai direto comprar. Simples assim.

Desculpem a digressão, não pude evitar. Também somos barro, areia, cascalho, pó. Se quisermos entender de maneira “profana”, “mitocrítica”, o pronome pessoal tu chega a ser nós mesmos, no sentido de uma autoelaboração do que fizeram de nós, do que nos incutiram como ser e estar. Daquilo que imprimem a ferro e fogo, como se marcassem gado, conduzindo-nos inconscientemente — por meio da linguagem — a repetir determinados refrões.

Dessa maneira, somos o barro e o oleiro, simultaneamente, pois existem frestas, locas, rachaduras

nas quais podemos ressemantizar, reorganizar, entrar por outras trilhas, não aquela vereda que família, vizinhos ou o que chamam de amigos nos apontam.

Temos o livre-arbítrio. Podemos fazer uso dele, colocar de lado a peça em vias de formação no torno do oleiro, ditando o que devemos dizer em cada ocasião. Ou, em vez disso, pegar uma medida de barro e moldar outra peça, mais condizente com o nosso coração, com o nosso íntimo, com o que pulsa de autêntico, com o que reconhecemos diante de um espelho onde miramos e reafirmamos nossos desejos, da carne ou do espírito.

Nesse processo, o medo misturado à covardia pode vir a ser uma cruel e amarga amálgama, uma usina de autossabotagem, desenhando o que o lápis do social dita para copiar linhas do que não somos. Contorna o que a vida social entrega tracejado, não para treinar a letra, como nas cartilhas infantis, mas como um recuo pleno de látegos, culpas, simulações, noções de pecado, de não merecimento, de que não podemos ter esse naco de felicidade.

Enfim, há que pagar o preço de ser seu próprio oleiro, de buscar um barro de qualidade para, no torno ou na modelagem, delinear aquilo que somos. Não nos interessa a plêiade de mascarados que nos rodeiam, simulando felicidade nas redes sociais, com fotos e sem fatos. Ancoram suas troças de carnaval em fantasias que não convencem ninguém, no cais da simulação, do engodo e da mentira, em um fluxo permanente, demandando sempre novidades, uma coisa sem fim, tediosa e cansativa.

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14 d omingo

ARTIgO De OPInIãO

HOJE É DIA

A R t UR lEI t E

Expositor Espírita prea838998@gmail.com

“Levanta-te, toma o teu leito e anda.” Jesus (João; 5, 8).

Somos energia, precisamos estar em constante movimento para manter saudável nosso corpo físico, mental, espiritual.

Um conjunto emocional vibra e troca frequências com o ambiente. Essa natureza energética é validada pela física ao demonstrar que a matéria é energia organizada.

A inércia e a postergação, que nos leva quase sempre ao desânimo, são maneiras de estagnação, impedindo o progresso do Ser, seja moral, espiritual ou material. Impedem, assim, a forma necessária do conjunto de ações indispensáveis aos objetivos a que se destina a criatura humana.

O Ser Humano tem como uma de suas atribuições, dentro de seu projeto existencial, a indispensável prática de virtudes. Mas é sempre desafiador a prática do bem, porque haverá sempre os opositores.

Há dias em que somos envolvidos em uma verdadeira sombra de marasmo. Sem disposição, nada querendo fazer. Sentimo-nos assim logo pela manhã quando acordamos, e não sabemos a razão. Mas meditamos e lembramos que tivemos desagradáveis sonhos, não dormimos bem. Vem-nos a sensação que estagnamos no tempo. Olhamonos no espelho e não vemos nada. Nada além de um rosto cansado, triste. São dias desafiadores.

No entanto, esses são dias de autodescobrimento, também. Por que nos sentimos assim? O que nos alterou dessa forma? Temos vivenciado muitos dias como este? Ou este é apenas uma exceção?

A autoanálise precisa ser uma cons-

tante em nossas vidas. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm. Informa-nos os Espíritos benfeitores que uma das maneiras tenazes que os espíritos menos felizes usam para dominar seus alvos ou desafetos é os conduzindo à perigosa sombra da inércia. Eles não têm pressa, e irão encontrando maneiras para suas sugestões, naquela pessoa, até encontrarem guarida, seguindo assim seus desejos.

Sejamos, pois, seletos nas sugestões que nos chega pelo pensamento. Mais das vezes acontece a dúvida se tal ou qual pensamento é nosso. Caso seja um pensamento para nosso bem ou para o bem do próximo merece nossa atenção para colocar em prática. Havendo qualquer dúvida, é prudente, seguindo o conselho de Sócrates, sábio filósofo da antiguidade, passar pelo crivo da Verdade, Bondade e Utilidade. Não passando, é prudente descartar.

“Para agradar a Deus e assegurar a sua posição futura, bastará que o homem não pratique o mal?

“Não; cumpre-lhe fazer o bem no limite de suas forças, porquanto responderá por todo mal que haja resultado de não haver praticado o bem.” (item 642 do livro dos Espíritos).

“Porque não faço o bem que eu quero, mas o mal que não quero, esse faço. Mas se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim.” (Paulo de Tasso).

Ainda pesa em nossa economia espiritual os vícios de diversos matizes, sob a sombra de nossas imperfeições que pavimentam, ainda, as sendas de nossas existências por sermos espíritos em aprendizado.

Após enfrentar, desanimados, o mar alto das aflições terrenas, prometemos empreender uma imediata reformulação de nossos antigos hábitos, passando a cultivar virtudes cristãs como a paciência, renúncia, fraternidade, perdão, etc.

No entanto, não é tarefa fácil, mas

é perfeitamente possível. Toda caminhada começa pelo primeiro passo. Portanto, todo dia é dia de sermos úteis, amorosos, produtivos, de servir ao próximo, enfim, de sermos humanos.

Manter constante conexão com o alto por meio da prece, mantendo a fé inabalável; nutrir o hábito de leituras edificantes. Procuremos ambiente no qual nos seja possível ouvir palavras e instruções que nos enobreçam os pensamentos.

Reerguer-se de quedas, recomeçar e sair de uma postura passiva diante dos problemas; abandonar antigo modo de vida e seguir um propósito proativo em prol da evolução moral; manter uma postura de gratidão constante, levantando-se mesmo diante de lutas e dificuldades, confiando na providência divina.

Sair das margens das ilusões, atendendo ao chamado do Pastor de nossas Almas; “Vinde a mim.” Voltando para o caminho que nos conduz à Luz, que ilumina as sendas da eternidade.

“Há cada dia tenta fazer uma reforma íntima na tua vida, floresce de sentimentos e levantes e arranca cada espinho que fere a tua alma, pois somente o amor constrói. Seja doce, pois a doçura é própria de almas elevadas que não se deixam contaminar-se pelos azedumes que a vida tem; seja luz e verás como serás feliz.” (Ivania D. Farias)

Prestemos um favor, especialmente aquele favor que estejamos adiando.

Visitemos um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as nossas.

Atendamos às tarefas imediatas que esperam por nós e que nos impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.

Guardemos a convicção de que todos estamos caminhando para adiante, por meio de problemas e lutas, na aquisição de experiência.

Também de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum.

Jornal de Fato

Torta de Frango: receita fácil e prática

esta receita de torta de frango une gerações com uma massa que derrete na boca e um recheio supercremoso, perfeito para um almoço de família ou lanche especial feito com NesTlÉ® Creme de leite e MaGGi® Caldo de Galinha.

IngredIentes

Massa

3 xícaras (chá) de farinha de trigo

6 colheres (sopa) de manteiga meia lata de NesTlÉ® Creme de leite

2 gemas

1 colher (chá) de fermento em pó

1 colher (chá) de sal recheio

1 colher (sopa) de óleo

4 dentes de alho picados

2 cebolas médias picadas

2 tomates médios picados

1 peito de frango grande cozido e desfiado

2 tabletes de MaGGi® Caldo Galinha

1 vidro de palmito picado

1 pitada de pimenta-do-reino meia lata de NesTlÉ® Creme de leite

2 colheres (sopa) de cheiro-verde picado

MontageM

1 gema para pincelar

modo de preparo

Massa

em um recipiente, coloque a farinha de trigo, faça uma cova no centro, adicione a manteiga, o NesTlÉ Creme de leite, as gemas, o fermente o em pó e o sal.

Misture com as pontas dos dedos, até que a massa solte completamente das mãos.

deixe descansar por 30 minutos na geladeira.

Forre o fundo e a lateral de uma forma de aro removível (26 cm de diâmetro), reservando cerca de um terço da massa para a cobertura.

ReCheio

em uma panela, aqueça o óleo e refogue o alho e as cebolas.

Junte os tomates e refogue por 5 minutos.

a crescente o frango desfiado, os tabletes de M aGGi Caldo dissolvidos em meia xícara (chá) de água quente e refogue até secar a água.

acrescente o palmito, o NesTlÉ Creme de leite, a pimenta-do-reino e o cheiro verde, misture bem.

MontageM

Coloque o recheio cremoso sobre a massa reservada na forma, espalhando bem até as bordas.

abra a massa reservada com auxílio de um rolo, cubra a torta e feche bem as bordas, pressionando levemente para selar.

Pincele com a gema para dar aquele visual dourado e apetitoso.

leve ao forno médio (180 °C), preaquecido, por cerca de 40 minutos ou até dourar. sirva quentinha! bom apetite!

Fonte: Receitas Nestlé

Televisão

Jornal de Fato • sábado, 11 de abril de 2026

O avesso do espelho

>> Lázaro Ramos encara seu primeiro vilão televisivo em “A Nobreza do Amor”

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Mundo inédito Seriais

Destaques das séries e conteúdo “on demand”

Dramas adolescentes

> A série “Euphoria” estreia uma terceira temporada. Com oito episódios, a nova leva acompanha o grupo de amigos enquanto enfrenta questões profundas relacionadas à fé, à possibilidade de redenção e à natureza do mal. O elenco principal conta com Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie, Maude Apatow, Martha Kelly, Chloe Cherry, Adewale AkinnuoyeAgbaje e Toby Wallace. Entre os novos nomes do elenco estão Sharon Stone e Rosalía.

Bom-humor (Globoplay, seg, dia 13) o projeto resgate revive a minissérie “ la Mamma”. a mbientada nos anos 1920, a comédia é uma adaptação da obra homônima de andré roussin e tem como protagonista d ercy Gonçalves, que vive a personagem Mamma. Na trama, disposta a proteger seu filho Manfredo antônio (César Filho), conhecido por seu comportamento sedutor, ela enfrenta todos os maridos enciumados da pequena b om Jesus da Mooca, após ele voltar do r io de Janeiro. Para contornar essa situação, Mamma resolve casá-lo com s oninha (Cristina b ethencourt), mas nem tudo sai como o planejado e ela acaba envolvendo seu outro filho Paulinho (Paulo Figueiredo) no relacionamento. Também estão no elenco i lka s oares e Castrinho.

Novas histórias (Disney+, ter, dia 14) a produção “ o s Testamentos: d as Filhas de Gilead” marca um novo capítulo na saga iniciada em “The Handmaid’s Tale”. b aseada no livro “ o s Testamentos”, da escritora Margaret atwood, a série retorna ao universo distópico de Gilead para contar uma história inédita que herda muitos elementos da produção original. o s eventos da nova série acontecem aproximadamente cinco anos após a conclusão da produção original. “ o s Testamentos: d as Filhas de Gilead” conta a história das jovens agnes Mackenzie (Chase i nfiniti) e d aisy ( l ucy Halliday), que estão em processo de amadurecimento em meio à nova era de Gilead. e nquanto a primeira é obediente e devota, a segunda é uma convertida recém-chegada de fora das fronteiras do local. estudantes da brutal escola para futuras esposas, elas formam um vínculo que abala seu presente, futuro e até passado.

Mago da bola (Netflix, qui, dia 16) s érie documental com três episódios, “ ronaldinho Gaúcho” faz um retrato íntimo e definitivo de um dos maiores gênios da história do futebol. a produção revisita a trajetória do camisa 10 que redefiniu o “jogo bonito” e marcou uma geração dentro e fora de campo. Com acesso exclusivo ao jogador e a um vasto material de arquivo, a série reconstrói momentoschave da carreira de ronaldinho: dos tempos de revelação no Grêmio à consagração na seleção brasileira, passando pelo auge no b arcelona, pela b ola de o uro, por títulos históricos e também por derrotas e fases con -

turbadas - incluindo o episódio inesperado que o levou à prisão no Paraguai. Tudo isso costurado por depoimentos de grandes nomes do esporte, como ronaldo, lionel Messi, Neymar Jr., roberto Carlos, Gilberto s ilva, Felipão, Carles Puyol, Galvão b ueno, entre muitos outros.

Uma peruca e um sonho (Disney+, sex, dia 17)

Filmado diante de uma plateia ao vivo em um estúdio, o projeto “Hannah Montana: especial de 20º aniversário” traz uma entrevista exclusiva e profunda com Miley Cyrus, que compartilha um olhar íntimo sobre a criação de uma das personagens mais emblemáticas da cultura pop e o impacto duradouro que a série e a personagem tiveram nos fãs do mundo inteiro. Combinando uma dose emocionante de nostalgia e uma nova perspectiva, Cyrus relembra os momentos, a música e as memórias que marcaram uma era. além disso, o público poderá conferir materiais de arquivo inéditos e ver alguns dos cenários mais memoráveis de Hannah Montana ganharem vida novamente, incluindo a sala de estar da família stewart e o lendário closet de Hannah Montana.

Outras confusões (Netflix, sab, dia 18) a terceira temporada de “Treta” acompanha austin e ashley, dois jovens recém-casados que presenciam uma briga entre Josh, gerente do luxuoso clube de campo onde trabalham, e sua esposa lindsay. a partir deste acontecimento, os quatro entram em um jogo de favores e coerções, e competem pela aprovação da dona do clube, a presidente Park, que enfrenta os próprios desafios com seu segundo marido, d r. Kim.

principal / Lázaro Ramos

encara seu primeiro vilão televisivo em “A Nobreza do Amor”

O avesso do espelho

Lázaro Ramos sempre foi reconhecido pelo sorriso fácil e pela energia carismática que transmite em cena e fora dela. Um sujeito alegre, que costuma levar leveza para os papéis e para o público, ago ra se vê diante de um desafio diferente: dar vida a um per sonagem carrancudo, ambi cioso e manipulador. Essa mudança de registro tem exi gido bastante do ator em cena para dar vida ao vilão Jendal, de “A Nobreza do Amor”. “É um lugar que não estou acostumado a estar. Geralmente, o sorriso de La zinho está sempre presente. Mas isso tem sido um exercí cio cênico maravilhoso”, aponta.

Em “A Nobreza do Amor”, Jendal se declara rei de Ba tanga após um golpe. Obce cado por Alika, papel de Du da Santos, obriga a princesa a se casar com ele depois de ameaçar matar o casal real. Quando a princesa foge do reino sem consumar o casa mento, Jendal oferece uma recompensa milionária por sua cabeça. “Nunca foi um sonho da minha vida fazer

vilão. Meu sonho era fazer herói. Quando Elisio me con vidou para o projeto, quis muito fazer. Está sendo uma descoberta e um prazer falar coisas absurdas e maldades, além de acompanhar esse universo que vem sendo con tado”, explica.

P – Você coleciona uma série de heróis e mocinhos em sua trajetória na tevê. O que mudou dentro de você ao aceitar viver um vilão pe la primeira vez?

R – Mudou a percepção de que o vilão também é um território fértil para desco bertas. Eu nunca tinha tran sitado por esse lugar, princi palmente na televisão, e percebi que há um prazer em falar absurdos, em explorar maldades, porque isso tam bém revela muito sobre o ser humano. É como se eu esti vesse começando de novo na profissão.

P – Ainda que tenha uma série de atitudes cruéis, o Jendal carrega toques de hu mor. Como você dosa esse tom cômico com as vila nias?

R – Ele é patético porque se leva muito a sério e isso gera humor involuntário. Mas ao mesmo tempo, é um homem ambicioso, manipu lador e vaidoso. Esse contras te é o que dá vida ao persona gem: rir dele, mas também temer o que ele pode fazer.

P – Você já comentou que não defende o personagem. Co mo é possível interpretar alguém sem justificar suas ações?

R – Eu não defendo porque ele comete atos condenáveis. O que eu faço é tentar enten der suas motivações. A histó ria do mundo está cheia de jendais, pessoas que, ao te rem poder nas mãos, se tor nam tiranos. Eu busco esse espelho histórico para dar verdade ao personagem.

P – Você chegou a se ins pirar em figuras reais para dar vida ao Jendal?

R – Ele dialoga diretamen te com muitas realidades. A novela é divertida, mas tam bém é um espelho. Ela nos faz refletir sobre o que fazemos quando temos poder nas mãos.

P – Como foi seu trabalho de construção para essa no vela?

R – Tenho encarado essa novela muito pela ótica do teatro. Acho que isso traz pro fundidade. No teatro, cada detalhe é pensado, e eu levo isso para a novela. Não é ape nas sobre decorar falas, mas sobre construir camadas, en tender intenções, dar densi dade.

close / Eliana retorna aos dominicais no vespertino “Em Família”, da Globo

Lugar familiar

Família sempre foi um conceito bastante próximo de Eliana diante das câmeras. De volta à tevê aberta, ela transforma essa essência fa miliar em espetáculo. No programa “Em Família com Eliana”, a apresentadora le va para o palco não apenas o diálogo que sempre culti vou, mas a presença viva das famílias brasileiras em toda sua diversidade. “Falar com a família é algo que sempre falei, mas, trazer a família em cena é a primeira vez. As pessoas vão se sentir repre sentadas (no palco), temos diversidade, o que vai tam bém nos conecta com quem está assistindo”, afirma.

A produção marca uma nova etapa na carreira de Eliana e reforça o time de nomes que comandam pro gramas de auditório no fim de semana. No “Em Família com Eliana”, a apresenta dora visita e entrevista fa mílias musicais famosas, levando o público para den tro das casas desses ídolos. O programa também traz ao palco uma competição musical que contará com a torcida da plateia presente. Nessa disputa, famílias de diferentes regiões do Bra sil, conectadas à música, contam suas histórias e

mostram seus talentos, que são avaliados por um time de jurados formado por personalidades famosas e pela plateia.

A cada programa, três fa mílias de diversos estilos musicais competem entre si, e apenas uma é escolhida para a próxima fase. “Vamos visitar todo o Brasil por meio dessas famílias musicais e a casa de cantores que foram transformados pela música. Quero saber o que mudou na vida desses artistas; o que a música proporcionou para eles. Acho que teremos his tórias muito inspiradoras, dos artistas e das famílias de telespectadores que se apre sentarão no nosso palco”, explica.

Com um formato vivo, o programa se renova a cada temporada, ganhando novos quadros, dinâmicas e temá ticas que acompanham o público e mantêm a produ ção sempre atual. “Amplia mos o espaço para que todas as famílias que tenham liga ção com música venham mostrar seus talentos na nos sa competição, e ao contar suas histórias, traremos as curiosidades das regiões que moram, como as belezas na turais, gastronomia, cultu ra”, ressalta.

O programa ainda conta

um espaço no estúdio dedica do a acomodar uma persona lidade convidada para acom panhar todo o programa, ao lado de um integrante de sua família; e Eliana comenta ví deos que viralizaram nas re

des sociais. “Temos um audi tório bastante ativo, partici pando a todo momento. Es tava morrendo de saudade da minha plateia, queria rece bê‑los como se estivessem em suas casas”, valoriza.

ponto de vista / “Emergência Radioativa”, da Netflix, mostra que a mentalidade do país pouco mudou em 40 anos

Uma tragédia brasileira

Aminissérie “Emer gência Radioativa”, da Netflix, faz um retrato cru da socie dade brasileira. Não de 1987, quando ocorreu a contamina ção por césio 137 em Goiâ nia, mas de qualquer tempo na história do país. Fazem parte desse mosaico os polí ticos que só se importam com a imagem pública, autorida des que se desviam de suas responsabilidades, uma elite que só se importa com o pró prio lucro, cientistas que têm de brigar para terem suas opi niões levadas em conta e pes soas comuns que são deixa das à própria sorte.

O drama histórico é con tado em cinco episódios e a opção de Fernando Coimbra, que encabeçou a equipe de roteiro e direção, foi fazer uma abordagem pouco emo cional, mas ainda assim cheia de empatia e humanidade. O enredo se concentra nos he róis, mas sem ufanismos. São pessoas comuns, que assu mem atitudes lógicas e se sentem impotentes diante da tragédia. Embora haja quase vilões, como o governador interpretado por Tuca Andra da, a narrativa foge do mani queísmo fácil.

Johnny Massaro faz o fí sico recém formado Márcio, que funciona como fio con dutor. Ele é quem circunstan cialmente constata a conta minação e acaba sendo en golido pela urgência do caso e a falta de estrutura para o enfrentamento de um inci dente daquele porte (o even to é considerado o maior acidente radioativo da histó ria mundial fora de uma usi na nuclear).

Outro herói dessa história é o Dr. Benny Davi Orenstein, interpretado de forma sensí vel por Paulo Gorgulho. Ele é o físico da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN),

que é enviado a Goiânia para investigar e rastrear os cami nhos da contaminação. É ele quem tem de lidar com as au toridades para conseguir meios para minimizar os da nos do incidente.

A terceira heroína no caso é Tininha Quadrado, papel de Ana Costa, que é uma he roína trágica. Ela é esposa do dono do ferro velho que re ceptou a cápsula de césio, a rompeu e se encantou com aquele pozinho que brilhava no escuro. Esse é o verdadei ro retrato da tragédia brasi leira. Uma peça de alta tec nologia abandonada em uma clínica de radioterapia fecha

da é aberta a marretadas. Para os envolvidos, o símbo lo de risco radioativo presen te no recinto e na peça não tinha nenhum significado. Tininha percebeu aquele ob jeto que chegou em sua casa estava deixando todos doen tes e resolveu levar a peça para as autoridades – que tiveram como primeira rea ção, recusar recebê la.

Em nenhum momento da narrativa, o roteiro de “Emer gência Radioativa” explora a tragédia de forma emocional ou sensacionalista. A postura é sempre de buscar um dis tanciamento crítico e respei toso. Apenas dois detalhes merecem notas negativas. A primeira, que só os mais an tigos poderiam perceber, é que a direção de arte orna mentou os cenários com ob jetos dos anos 1970, e não do final dos anos 1980. A outra é o desperdício de ter uma talentosa Leandra Leal no elenco e usá la em apenas duas cenas. Pode ser culpa da edição, mas não é aceitável.

resumo das novelas

s egunda - b otelho afirma que as joias de a lika e Niara não são as mesmas que foram roubadas em s ão Paulo, e inocenta as duas. Virgínia se revolta, e d iógenes desconfia. l úcia/a lika diz a d iógenes que merece ouvir desculpas de Virgínia. b urak inventa para Jendal que o navio de s oliman foi atacado por piratas. d umi comenta com a kin que teme a resistência de s oliman na prisão. Mirinho decide cobrar o dinheiro do suborno que b otelho aceitou. Miguel volta atrás e decide alugar a casa para l úcia/a lika iniciar seu novo negócio. d iógenes repreende Virgínia.

segunda - alaor e Zuzu conversam entrosados, enquanto Marcela e Malvino se sentem excluídos. alaorzinho e Naiane armam contra a inauguração do bar de Janete. Valéria repreende a na por ter aproximado s ol de eduarda. Zilá se incomoda ao ver ronei com Cinara. Janete confronta alaorzinho. leandro fala com eduarda sobre agrado. Palhares aponta que Janete fica tocada na presença de alaorzinho. Zilá sonda Cinara sobre sua relação com ronei. Naiane decide se arriscar a cantar com João raul para agradar os fãs do casal. agrado fala sobre leandro para eduarda, sem saber dos sentimentos da amiga.

segunda - alaor e Zuzu conversam entrosados, enquanto Marcela e Malvino se sentem excluídos. alaorzinho e Naiane armam contra a inauguração do bar de Janete. Valéria repreende ana por ter aproximado sol de eduarda. Zilá se incomoda ao ver ronei com Cinara. Janete confronta alaorzinho. leandro fala com eduarda sobre agrado. Palhares aponta que Janete fica tocada na presença de alaorzinho. Zilá sonda Cinara sobre sua relação com ronei. Naiane decide se arriscar a cantar com João raul para agradar os fãs do casal. agrado fala sobre leandro para eduarda, sem saber dos sentimentos da amiga.

Até o fechamento da edição, a emissora não divulgou o resumo do capítulo.

Terça - l úcia/a lika revela a Tonho que s alma gosta dele. Tonho questiona l úcia/a lika sobre por que não pode confiar a ele o seu segredo. Fátima conforta s alma. o mar pergunta por seu pai, e d umi avisa a s oliman que o filho despertou. Casemiro e a na Maria repreendem Graça por furtar dinheiro para subornar b otelho. Mirinho garante a Manoel que não perderá l úcia/a lika para Tonho. l úcia/a lika conversa com s alma sobre seu impedimento de ficar com Tonho, e ambas reafirmam sua amizade. Mirinho tenta se desculpar com l úcia/a lika, e José intervém.

Terça - Zilá confronta ronei sobre Cinara. Chega o dia da inauguração do Zuzanete, e Zeca teme que seja um fiasco. Vilma reúne uma multidão para impedir que eduarda e agrado cantem na cidade. Naiane tem nova crise de ciúmes de ana Castela com João raul. eduarda e agrado cantam com a ajuda de Palhares. Naiane impede que ana Castela se apresente com João raul. alaor confidencia a Walmir que teme as intenções de Marcela com ele. Naiane canta com João raul no lugar de ana Castela, e o show é um fiasco. ana Castela afronta Naiane.

Quarta - Jendal se desespera ao saber da mor te de s oliman. b urak faz uma prece em homena gem ao Paxá. Tonho e d ona Menina ajudam i sau ra a dar à luz seu filho. Jendal ordena que a tripu lação de s oliman permaneça trabalhando b atanga. Çinar não gosta de saber que terá deixar o mar em b atanga aos cuidados de Chinua. Vera/Niara e Maria Helena entregam a b artô abaixo-assinado para a reconstrução da escola em b arro Preto. Manoel conhece Josias. d umi Chinua afirmam que b atanga será livre. Tonho incentiva Januário a se apaixonar novamente.

Quarta - ronei constata que sabotaram o de Naiane. ana Castela anuncia que vai ao Zuza nete. alaor também decide ir à inauguração do de Janete e Zuzu. roberta Miranda chega para can tar na festa. Gael chega no Zuzanete e chama atenção de ana Castela. agrado e eduarda se emo cionam. Gael se encanta com Naiane. Talita narra o sucesso do Zuzanete e deixa Zilá furiosa. João raul encontra agrado.

Terça - Zilá confronta ronei sobre Cinara. Chega o dia da inauguração do Zuzanete, e Zeca teme que seja um fiasco. Vilma reúne uma multidão para impedir que eduarda e agrado cantem na cidade. Naiane tem nova crise de ciúmes de ana Castela com João raul. eduarda e agrado cantam com a ajuda de Palhares. Naiane impede que ana Castela se apresente com João raul. alaor confidencia a Walmir que teme as intenções de Marcela com ele. Naiane canta com João raul no lugar de ana Castela, e o show é um fiasco. ana Castela afronta Naiane.

Quarta - ronei constata que sabotaram o chá Naiane. ana Castela anuncia que vai ao Zuzanete. alaor também decide ir à inauguração do bar Janete e Zuzu. roberta Miranda chega para cantar na festa. Gael chega no Zuzanete e chama a aten ção de ana Castela. agrado e eduarda se emocio nam. Gael se encanta com Naiane. Talita narra sucesso do Zuzanete e deixa Zilá furiosa. João r encontra agrado.

Até o fechamento da edição, a emissora não divulgou o resumo do capítulo.

Até o fechamento da edição, a emissora divulgou o resumo do capítulo.

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chá Zuzabar canchama a emonarra João

Quinta - a lika promete se vingar de Jendal e limpar a memória de Cayman. a dalgisa e Mirinho despistam Virgínia. o mar desperta chamando por a lika, e Jendal se enfurece. a dalgisa se insinua para Mirinho. Maria Helena pede ajuda a d ôra para intervir junto a b artô sobre a reconstrução da escola. o nildo tem suspeitas sobre Vera. a lika e Niara pensam em ir ao r io de Janeiro conseguir apoio para a intervenção em b atanga. Virgínia e l úcia/a lika se encontram na estação de trem.

s exta - Virgínia se irrita ao entender que viajará no mesmo trem que l úcia/a lika. Mirinho implica com Tonho. a lika garante à família que só voltará para b arro Preto após falar com Nilo Peçanha. Chinua revela a o mar que a lika e Niara estão em segurança, mas pede que o rapaz finja para Jendal que ainda está desacordado. Virgínia e Marta aprovam o vestido de noiva feito por adalgisa. Mirinho marca um encontro com a dalgisa. e ugênia passa mal ao ficar presa no elevador, e l úcia/a lika a ajuda. Mirinho se declara para l úcia/a lika.

s ábado - Mirinho tenta beijar l úcia/a lika e acaba sendo agredido por ela. Tonho acredita que l úcia/a lika esteja envolvida com outro homem. l úcia/a lika e sua família chegam para jantar com e ugênia e e ustáquio, e Virgínia e Marta se incomodam. ladisa afirma a a kin que jamais esquecerá que foi d umi quem atentou contra seu marido. Jendal insinua aos ingleses que precisa casar sua filha, e Mr. Campbell sugere que Mr. Jones corteje Kênia. e ustáquio elogia a visão de negócios de l úcia/a lika. Niara percebe que a lika sentiu ciúmes de Tonho.

Quinta - João raul e agrado se desentendem. irene, alaor e alaorzinho dão as boas-vindas a Gael. Janete, agrado e eduarda vibram com o sucesso da inauguração do bar. Zuzu nota o ciúme de eduarda em relação a leandro e agrado. Gael e Naiane se reencontram em uma situação inusitada. irene desconfia de que Gael tenha forçado seu encontro com Naiane. Zilá se irrita com a aproximação de Cinara e ronei. João raul tem uma crise de ciúmes ao ver agrado com leandro, e Naiane pressiona o namorado.

s exta - leandro e agrado estão felizes juntos. alaorzinho repreende Palhares por fazer anúncios do bar de Janete na rádio. Janete confronta alaorzinho, que confessa que ainda é apaixonado por ela. Naiane provoca Gael. Zuzu sonda agrado sobre sua relação com leandro, mas disfarça sua preocupação com eduarda. Malvino aconselha alaorzinho a viajar com Zilá. Palhares expressa seu desgosto com os encontros de Janete e alaorzinho. eduarda implica com Naiane durante uma sessão de fotos em dupla. Zilá se desespera ao saber que o avião de alaorzinho não pousou em são Paulo.

sábado - a família amaral sofre com a falta de contato com o avião que levava alaorzinho para são Paulo. Janete teme que algo grave tenha acontecido a alaorzinho. Naiane pede socorro a João raul, com medo de perder seu pai. ronei se preocupa com o estado de Zilá. o avião é encontrado. No hospital, Clévis informa a todos que alaorzinho permanece desacordado por ter sofrido uma concussão na cabeça. alaor aceita que ronei represente alaorzinho na feira musical de s ão Paulo. eduarda canta na igreja a convite do pastor samuel. Zilá rechaça Janete. alaorzinho desperta e faz um pedido.

chá de Zuzanete. bar de cantar atenemocionarra o raul

Quinta - João raul e agrado se desentendem. irene, alaor e alaorzinho dão as boas-vindas a Gael. Janete, agrado e eduarda vibram com o sucesso da inauguração do bar. Zuzu nota o ciúme de eduarda em relação a leandro e agrado. Gael e Naiane se reencontram em uma situação inusitada. i rene desconfia de que Gael tenha forçado seu encontro com Naiane. Zilá se irrita com a aproximação de Cinara e ronei. João raul tem uma crise de ciúmes ao ver agrado com leandro, e Naiane pressiona o namorado.

sexta - leandro e agrado estão felizes juntos. alaorzinho repreende Palhares por fazer anúncios do bar de Janete na rádio. Janete confronta alaorzinho, que confessa que ainda é apaixonado por ela. Naiane provoca Gael. Zuzu sonda agrado sobre sua relação com leandro, mas disfarça sua preocupação com eduarda. Malvino aconselha alaorzinho a viajar com Zilá. Palhares expressa seu desgosto com os encontros de Janete e alaorzinho. eduarda implica com Naiane durante uma sessão de fotos em dupla. Zilá se desespera ao saber que o avião de alaorzinho não pousou em são Paulo.

sábado - a família amaral sofre com a falta de contato com o avião que levava alaorzinho para são Paulo. Janete teme que algo grave tenha acontecido a alaorzinho. Naiane pede socorro a João raul, com medo de perder seu pai. ronei se preocupa com o estado de Zilá. o avião é encontrado. No hospital, Clévis informa a todos que a laorzinho permanece desacordado por ter sofrido uma concussão na cabeça. alaor aceita que ronei represente a laorzinho na feira musical de s ão Paulo. eduarda canta na igreja a convite do pastor s amuel. Zilá rechaça Janete. alaorzinho desperta e faz um pedido.

não Até o fechamento da edição, a emissora não divulgou o resumo do capítulo.

Até o fechamento da edição, a emissora não divulgou o resumo do capítulo.

cinco perGuntas / Inspirada na própria separação, Thalita Rebouças celebra a sororidade na série “Juntas & Separadas”

Livro aberto

Avida costuma ser matéria‑prima pa‑ ra escritores. E foi da experiência pes‑ soal de sua separação e da força de uma rede de amigas que Thalita Rebouças ma‑ quinou “Juntas & Separa‑ das”, sua estreia no universo das séries, que está disponí‑ vel na plataforma Globo‑ play. Foi nesse atravessa‑ mento, já vivendo a chegada da menopausa e redesco‑ brindo o próprio corpo e o desejo, que Thalita passou a se cercar de outras mulheres em situação semelhante, en‑ contradas em mesas de bar, conversas noturnas e redes de apoio improvisadas, mas fundamentais. “A ideia sur‑ giu quando me separei do primeiro marido e tive uma roda de apoio muito grande das minhas amizades. Não podia estar mais realizada”, afirma.

Essa experiência pessoal se transforma em ficção e espelha a escuta da vida real: cada personagem carrega fragmentos dessas mulheres observadas, acolhidas e vivi‑ das ao longo do caminho, compondo um retrato múlti‑ plo, afetivo e profundamen‑ te reconhecível dessa fase da vida. A produção original

Globoplay acompanha as his‑ tórias das amigas Laura, Ana Lia, Claudinha e Joana, inter‑ pretadas por Sheron Mene‑ zzes, Natália Lage, Debora Lamm e Luciana Paes. “A série é um abraço nas mulheres. Porque temos a falsa ideia de que aos 40 tem de estar tudo estabelecido, e não é assim. Eu estou com 51 e estou só começando”, aponta.

P – A série fala de mulhe‑ res acima dos 40 anos. Qual foi o maior desafio em retra‑ tar essa fase da vida sem cair em estereótipos?

R – O desafio foi mostrar que não existe uma fórmula pronta para os 40. A socieda‑ de cria essa expectativa de que tudo já deveria estar es‑ tabelecido, mas não é assim.

buscou permear o humor ao abordar assuntos, como luto e separação?

R – O humor foi a forma que eu encontrei de falar de assuntos delicados sem pe‑ sar. Ele não apaga a dor, mas ajuda a atravessá‑la. Na sé‑ rie, há momentos de vulne‑ rabilidade muito fortes, mas também situações que ar‑ rancam risadas. Essa mistu‑ ra é o que torna tudo mais humano.

P – Você é bastante co‑ nhecida pela literatura in‑ fantojuvenil. Quais foram as principais mudanças no seu texto ao se debruçar sobre os dilemas de mulheres 40+?

Eu mesma, com 51, sinto que estou só começando. Quis trazer essa vulnerabilidade e ao mesmo tempo a força des‑ sas mulheres, sem caricatu‑ ras.

P – Como a temática da amizade tornou‑se o eixo central da série?

R – A ideia nasceu da mi‑ nha própria experiência. De‑ pois da separação, encontrei uma rede de apoio incrível nas minhas amigas. Foi esse abraço coletivo que me ins‑ pirou. Em “Juntas & Separa‑ das”, a amizade é o fio con‑ dutor, porque é ela que sus‑ tenta cada personagem nos momentos de dor e de ale‑ gria.

P – De que forma você

R – Trouxe autenticida‑ de. As personagens falam como mulheres reais, sem filtro. Eu nunca pensei “ago‑ ra vou escrever para adoles‑ centes” ou “agora para adul‑ tos”. Na série eu falo pala‑ vrão, coisa que eu não falo nos filmes e nos livros. Meu DNA está em tudo que escre‑ vo, mas aqui eu pude ser mais crua, mais próxima da linguagem cotidiana.

P – O elenco e a equipe têm muitas mulheres envol‑ vidas. Que impacto isso teve no resultado final?

R – Chegar no set e ver tantas mulheres dirigindo, na fotografia e na assistência de direção foi um presente. É um projeto feminino, mas que eu adoraria que os ho‑ mens assistissem também, para entender melhor o uni‑ verso feminino. Essa energia coletiva deu ainda mais ver‑ dade à série.

r aio-x / Vitória Rodrigues destaca os conflitos da primeira-dama Dôra em “A Nobreza do Amor”

Identidade potente

Para a atriz Vitória Ro drigues, a primeira dama Dôra Lobo de “A Nobreza do Amor” não pode ser resumida à sua função de esposa do prefeito de Barro Preto. Na novela das 18h da Globo, a personagem é, na verdade, uma das figu ras que ajudam a traduzir, no universo de fábula política da trama, debates reais sobre identidade, autoestima e per tencimento racial. Mulher negra em posição de desta que social no começo do Sé culo XX, Dôra carrega um conflito íntimo que ultrapas sa a narrativa. “É uma mulher negra que alisa o cabelo com ferro de passar nos anos 20 para ser aceita na sociedade”, frisa Vitória.

A construção exigiu de sua intérprete um mergulho em experiências pessoais e me mórias afetivas. “Esse proces so me fez olhar para dentro de mim mesma e revisitar a minha própria história: eu passei dez anos alisando meu cabelo para me encaixar no padrão da sociedade”, conta. A partir dessa conexão, Vitória enxerga um alcance coletivo neste trabalho. “Dôra repre senta um povo inteiro. Ela ocu pa um lugar de poder e, mesmo

assim, luta contra preconceitos com sua autonomia, humor e dignidade”, destaca.

Na dinâmica de Barro Pre to, Dôra ocupa um lugar sim bólico importante ao lado do prefeito Bartolomeu Lobo, vivido por Fábio Lago. Ao mesmo tempo em que preser va a postura institucional da primeira dama, também fun ciona como espelho das con tradições sociais de uma épo ca marcada por pressões esté ticas e raciais. Para Vitória, esse aspecto dialoga direta mente com o presente. “A no vela entra na casa de milhões de brasileiros e as histórias dos personagens são cheias de lu ta e inspiração. O óbvio preci sa ser dito e mostrado e a arte tem esse poder de escancarar a verdade e desconstruir pre conceitos”, valoriza. Nome completo: Vitória Regina Rodrigues Silva.

Nascimento: 16 de no vembro de 1992 em Igaci, Alagoas.

Atuação inesquecível: “Dôra é, sem dúvida, uma personagem que dá momen tos lindos de experimentar vários lugares, do humor ao drama, de uma forma que nunca mais esquecerei”.

Interpretação memorá-

vel: Fernanda Torres como Eunice Paiva no filme “Ainda Estou Aqui”, que ganhou o Oscar em 2025. “É uma aula de interpretação. Não foi à toa a indicação dela ao Oscar. Foi injusto não ter ganhado”.

Momento marcante na carreira: “Quando ganhei meu primeiro prêmio como atriz, na peça ‘Gagá’. Foi um momento muito especial e de virada de chave. Logo em se guida, fiz minha primeira no vela, ‘No Rancho Fundo’”.

O que falta na televisão: “Um bom programa de humor semanal, que arranque risa das e nos traga a leveza que os tempos pesados de hoje de mandam”.

O que sobra na televisão: “Infelizmente, as notícias ruins dos tempos complexos em que estamos vivendo”.

Com quem gostaria de contracenar: “A lista é grande, com Fernanda Montenegro, Adriana Esteves e outras brasileiras, além da Sandra Bullock”.

Se não fosse atriz, seria: “Me formei em Educação Físi ca, mas era só plano B. Dei muita aula sem querer. Mas ado raria ser aquelas apresentadoras que viajam para vários lugares legais, conhecendo culturas, co mo a Glória Maria foi”.

Ator: Chico Anysio e Ro berto Bolaños.

Atriz: Fernanda Montene gro.

Novela: “O Cravo e a Ro sa”, escrita por Walcyr Carras co e Mario Teixeira e exibida originalmente pela Globo en tre 2000 e 2001.

Vilã marcante: Carminha, personagem de Adriana Este ves em “Avenida Brasil”.

inside / Depois dos matinais da Globo, Gil do Vigor estreia no “Papo de Segunda”

Diálogo e irreverência

Atrajetória de Gil do Vigor na televisão ganha um novo ca‑ pítulo com sua che‑ gada na nova temporada do “Papo de Segunda”, do GNT, no próximo dia 27. O econo‑ mista, que conquistou o pú‑ blico pela autenticidade e energia no “Big Brother Bra‑ sil 21”, agora se vê diante de

um espaço que sempre ad‑ mirou e que considera fun‑ damental para o debate con‑ temporâneo. “Eu acompa‑ nho o ‘Papo’ há anos, então estar aqui é a realização de um sonho antigo e também um passo muito importante para a minha carreira”, afir‑ ma Gil, que estará ao lado do também recém‑chegado Ra‑

fael Zulu e dos veteranos João Vicente de Castro e Francisco Bosco.

Mais do que uma conquis‑ ta profissional, o convite car‑ rega para Gil um significado de pertencimento. Ele sem‑ pre enxergou o programa co‑ mo um ambiente plural, ca‑ paz de provocar reflexões e abrir diálogos necessários. Agora, como parte do elenco, celebra a oportunidade de contribuir com sua voz e ex‑ periência. “Sempre enxerguei o programa como um espaço necessário de debate e refle‑ xão, e integrar esse elenco hoje é motivo de honra e gra‑ tidão”, valoriza.

Ao assumir esse novo pa‑ pel, Gil revisita sua própria história e reconhece o valor

da persistência. A caminhada até aqui foi marcada por de‑ safios, mas também por con‑ quistas que reafirmam sua identidade e força. “É um da‑ queles momentos em que a gente olha para trás, vê toda a trajetória construída e en‑ tende que valeu a pena não desistir”, explica.

Com a irreverência que o público já conhece e o rigor acadêmico de um Doutor em Economia, Gil promete enri‑ quecer os debates do progra‑ ma. Sua proposta é unir téc‑ nica e vivência, trazendo responsabilidade sem perder a leveza que o caracteriza. “Quero trazer olhar técnico, responsabilidade e vivência para os temas que vamos abordar”, aponta.

Bastidores / “Café Filosófico”

s e renova na TV Cultura com apresentação de Tainá Müller

Pensar diferente

Após 23 anos no ar, o “Café Filosófico” inicia uma fase de renovação de lin‑ guagem na TV Cultura, mas sem abrir mão da vocação reflexiva que consolidou o programa na emissora públi‑ ca. Nessa temporada, a prin‑ cipal novidade é a chegada de Tainá Müller ao comando da atração, em um movimen‑ to que reposiciona o formato e, claramente, busca aproxi‑ má‑lo de novos públicos. “Vivemos um momento de renovação e a chegada da

Tainá reforça isso”, afirma Beth Carmona, vice‑presi‑ dente da emissora.

A escolha de Tainá pare‑ ce funcionar como o ponto principal dessa reformula‑ ção. Atriz, roteirista, direto‑ ra e jornalista, ela retorna a uma função com a qual já teve familiaridade antes da consolidação de sua carreira na dramaturgia. A própria artista destaca que o convi‑ te veio ao encontro de um desejo antigo. “Comecei co‑ mo apresentadora, eu sou jornalista”, diz, reforçando,

em seguida, a conexão ime‑ diata com o projeto. “Foi a combinação perfeita do que eu queria fazer nesse mo‑ mento”, garante.

As mudanças, no entan‑ to, não se resumem à troca de apresentadora. A TV Cul‑ tura prepara um pacote vi‑ sual e editorial para tornar a experiência mais dinâmi‑ ca, incluindo outro cenário, vinheta de abertura e iden‑ tidade gráfica reformulada. Além disso, a proposta pas‑ sa a valorizar a interação direta de Tainá com convi‑ dados e plateia, imprimin‑ do um tom mais fluido às discussões. Esse reposicio‑ namento também é ressal‑ tado pelo Instituto CPFL, parceiro histórico do proje‑ to. “Renovar o formato do ‘Café Filosófico CPFL’ é uma forma de acompanhar as transformações da socieda‑ de. Desde o início, o progra‑ ma é pioneiro ao levar te‑

mas contemporâneos para a TV de forma profunda e acessível, estimulando a re‑ flexão e o diálogo”, afirma Daniella Ortolani Pagotto, head da instituição.

A chegada de Tainá car‑ rega ainda um simbolismo interessante dentro de sua própria trajetória. Reconhe‑ cida por trabalhos marcan‑ tes, como a série “Bom Dia, Verônica”, da Netflix, e a recente estreia na direção do documentário “Apolo”, a ar‑ tista amplia, mais uma vez, seu campo de atuação na televisão. “Durante a minha carreira de atriz, que é algo pelo qual sou completamen‑ te apaixonada, confesso que fiquei com um pouco de sau‑ dades, de nostalgia da época em que eu fazia entrevistas”, entrega a gaúcha, que tem 43 anos e é pós‑graduada em Filosofia Contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

Zapping

Mundo inédito

Dia a dia

> Descobertas, afetos e desafios marcam os novos capítulos da jornada de Lorena e Juquinha, vividas por Alanis Guillen e Gabriela Medvedovsky. O casal “sensação” de “Três Graças” ganha uma nova história com foco no cotidiano e na construção de uma vida juntas. Produzida pelos Estúdios Globo, a novela vertical “Loquinha” contará com 25 episódios. “Acredito que o público vai receber muito bem essa história e terá a oportunidade de se aproximar ainda mais desse casal tão querido, que conseguiu falar de amor de uma maneira tão verdadeira, livre e atual. É uma história que nasce do afeto e do respeito e, por isso, toca tantas pessoas”, afirma Alanis.

Nos palcos recém-saída de “Êta Mundo Melhor!”, Castorine voltará aos palcos. ela está no elenco de “Meu Filho é um Musical”, que estreia dia 28 de maio no Teatro Multiplan, no rio de Janeiro. o projeto leva a história do humorista Paulo Gustavo aos palcos.

Caminho novo rodrigo Faro já tem seu primeiro projeto no Globoplay. ele comandará o “reality show” “Herança em Jogo”. Com gravações a partir de maio, a produção marca a primeira adaptação internacional de “The inheritance”, formato distribuído pela all3Media international e adquirido pela Globo.

Terceira temporada a segunda temporada de “Minha Mãe com seu Pai” chega ao Globoplay no próximo dia 22. a produção é comandada por sabrina sato e terá 10 episódios.

Novas músicas

sandy comandará uma nova temporada de “Nesse Canto eu Conto”, do Multishow. a produção começa a ser gravada ainda em abril.

No “streaming” as duas temporadas de “os dez Mandamentos” chegarão à Hbo Max. a produção bíblica da record estreia dia 20 de abril.

Corrida contra o tempo a série “operação Transplante” ganhará uma segunda temporada na Hbo Max. a produção nacional seguirá acompanhando histórias reais de pacientes na fila por um transplante e o trabalho incansável das equipes médicas responsáveis por tornar esses procedimentos possíveis.

Todas as janelas a série “a ira do Herdeiro” contará com 20 episódios. a produção bíblica terá exibição na disney +, record TV e Univer Vídeo.

Nome importante

Marco ricca é uma presença importante nos primeiros capítulos de “a Nobreza do amor”. Na história, ele vive Paxá soliman, pai de omar, papel de rodrigo simas. “a composição foi muito legal. Foi decidido não ter muito sotaque, mas uma postura de um homem rico que se confronta com um rei”, explica o ator, que também grava a série “enfim sós”, novo original Netflix.

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