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Jornal "O Bugio - dezembro - 2016

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Agrupamento de Escolas de Valongo Ano XXI Nº 60

Edição de dezembro 2016

1 Bugio

Destaques desta Edição Editorial Chegados ao final do 1º período letivo, é tempo de fazer o balanço. Todo o trabalho realizado visa o sucesso, pelo que se diversificaram as estratégias, ensaiando-se diferentes caminhos. Em cada escola do agrupamento, crianças e jovens foram apoiados, incentivados, acompanhados numa aprendizagem ativa e real. As famílias são parceiras fundamentais neste compromisso para o sucesso educativo e sucesso escolar. Este ano, o nosso agrupamento integra o Programa das Escolas Bilingues, em inglês. Assim, na Escola Básica de Campelo, os alunos e as alunas estão a aprender a língua inglesa, num ambiente bilingue. As famílias também estão envolvidas e estão a aprender ou melhorar "o seu inglês". As muitas atividades extracurriculares têm contribuído para alargar as experiências educativas. Num ano dedicado à interculturalidade, a integração de todos e todas, a tolerância e o respeito mútuo têm sido incentivados. Dia a dia, passo a passo, vamos rasgando horizontes. Agora, chegam uns merecidos dias de descanso para retemperar forças e voltar ainda com mais vontade. BOM NATAL E FELIZ ANO NOVO! MERRY CHRISTMAS AND A HAPPY NEW YEAR!" Paula Sinde


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NOTÍCIAS da BIBLIOTECA

Ler, ler, ler...

Partilha de leituras pelos alunos do 5º ano

curioso verificar que nos últimos tempos (...) as taxas de analfabetismo têm tendência a aumentar. De facto, a simplicidade, o imediatismo, a instantaneidade, acabam por conduzir o homem a um estádio de desenvolvimento em que pouco lhe é exigido e, por isso, os níveis de conhecimento e de comunicação tendem a descer. (…) é com constrangimento que verificamos que o homem está

A fórmula é simples: “...é preciso ler para compreender, ler para interpretar, ler para saber, ler para ver, ler para ser, ler para participar. Que se leia para se ser mais consciente e mais livre...” (Boletim Cultural da Fundação Gulbenkian, VI série, nº 2, 1984.) “É sabido que o analfabetismo—incluindo o neoanalfabetismo, de tipo funcional—está diretamente associado a subdesenvolvimento. Ora como ser analfabeto tem intimamente a ver com a (in)capacidade de Visita dos alunos da Educação Pré Escolar à ler (interpretar texto e outras Feira do Livro mensagens gráficas), podemos silogisticamente concluir que a pobreza ou ausência de leitura é sinónimo de atraso cultural, o qual, por sua vez, vai repercutir-se no social, no económico, no político, no moral. É

Partilha de leituras pelos alunos do 5º ano

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de tal modo embotado pelo movimento incessante da rotina do utilitário que tem relutância em aceitar a validade das coisas, como é o caso da leitura. (Antão, J.A., “Elogio da Leitura”, 1997) Passaram quase vinte anos desde a publicação do estudo atrás citado. Mais recentemente,

Biblioteca Humana

a investigadora e autora de livros Teresa Silveira, tem vindo a desenvolver estudos na área da neurociências, mostrando a importância da leitura para o desenvolvimento de sinapses, tentando abrir novas perspetivas mas também apontar algumas limitações na intenção de "educar" o gosto pela leitura. As-

Visita dos alunos do 1º ciclo à Feira do Livro

(Continua na página 3)


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ESCOLA secundária de Valongo

Biblioteca da Escola Secundária de Valongo INICIATIVAS Para Livros do Mês - rubrica que pretende dar a conhecer uma obra e alguns aspetos da vida de um autor foram escolhidos: O chão que ela pisa do sempre polémico Salman Rushdie; Casos do Beco das sardinheiras de Mário de Carvalho onde revela a singularidade de alguns bairros típicos de Lisboa. Ao longo do primeiro período do presente ano letivo a Biblioteca envolveu-se nas seguintes atividades: A biblioteca assinalou a atribuição do Prémio Nobel da Literatura de 2016 a Bob Dylan, cantor/compositor com a afixação de um apontamento sobre a sua vida e obra. À semelhança de anos anteriores e durante o mês de Outubro a biblioteca associou-se à come-

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sim, esta investigadora considera que é o ambiente que por si só propicia as leituras e gera uma relação natural com os diferentes suportes de leitura. A leitura será, assim, uma forma de estar que se adquire inconscientemente, uma função vital, como é o respirar. As Bibliotecas Escolares têm um papel obviamente importante na promoção da leitura. Mas os resultados serão muito mais consistentes se todos nos envolver-

moração do mês das bibliotecas escolares. Para o efeito foram distribuídos marcadores alusivos. Inserido no programa Aprender com a Biblioteca está a decorrer o peddy-paper sobre a civilização egípcia destinado a alunos do 7º ano e dinamizado pelos professores de História. “Cinema com pipocas” é uma atividade promovida pelos professores de francês em parceria com a biblioteca. A exposição sobre Beatrix Potter escritora e ilustradora inglesa que viveu entre 1866 e 1943 destinou-se a levar ao conhecimento dos alunos uma figura inovadora nessa área do saber. A Biblioteca Humana serviu para através de testemunhos pessoais alertar para o perigo da descriminação.

EFEMÉRIDES A biblioteca assinalou a 16 de novembro o dia internacional da tolerância, data sempre importante nos tempos conturbados que vivemos.

DIVERSOS A biblioteca da Escola Secundária de Valongo continua a receber novas espécies bibliográficas que enriquecem o seu espólio, as quais após catalogação estão disponíveis para consulta. A sua página do Facebook é atualizada regularmente e desde já a equipa agradece todas as visitas e sugestões. Ao longo do mês de Outubro procedeu-se à verificação das obras do Plano Nacional de Leitura existentes na biblioteca. Profª Isabel Ferreira

mos na criação de uma cultura de leitura. Ler, ler, ler, viver a vida que outros sonharam. Ler, ler, ler, a alma se esquece das coisas que passaram. Restam as que ficam, as ficções, As flores de uma caneta As ondas, as humanas emoções, O decantar da espuma. Ler, ler, ler serei leitura amanhã também eu? Serei meu criador, minha criatura, Serei o que passou? Miguel de Unamuno

FELIZ NATAL e boas leituras! Prof. Manuela Antunes

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Área de Enriquecimento Curricular

Ciência Ativa

Este Dia Nacional da Cultura Científica foi instituído em Portugal, em 1996, pelo antigo Ministro da Ciência e Tecnologia, José Mariano Gago. Foi escolhido o dia 24 de novembro para a sua celebração pois foi neste dia, em 1906, que nasceu Rómulo de Carvalho, o professor de Física e Química responsável pela promoção do ensino da ciência e da cultura científica no nosso país. Rómulo de Carvalho foi também poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão. Este publicou cerca de cem obras, desde livros sobre a história da ciência aos seus cadernos de divulgação científica, não esquecendo os manuais escolares, como também os compêndios de Física do ensino secundário. As páginas dos seus livros não eram apenas dirigidas a uma elite mas a todos os que se interessavam em iniciar ou aprofundar o conhecimento na área científica e tecnológica.

Atividades realizadas pela “Ciência Ativa” Na semana de 21 a 25 de novembro, nas Escolas Básicas de 1º ciclo do nosso Agrupamento, as diversas atividades realizadas pelos professores e alunos de Ciência Ativa (Área de Enriquecimento Curricular) tiveram como principal objetivo sensibilizar para a importância das atividades científicas e dos profissionais do mundo da ciência. Página 4

Para assinalar o dia 24 de novembro, os alunos elaboraram o “Cartão membro Ciência Ati-

ce quando o ovo é colocado no vinagre?” (Fig. 3) Eis o resultado na figura 4: O ovo ficou maior e nu. Fig. 4 Como? A casca do ovo é formada por um composto químico chamado carbonato de cálcio (CaCO3), um sal presente também, por exemplo, no calcário, gesso, mármore, giz e Fig. 1 carapaças de animais marinhos. va” (Fig. 1), encontraram as 7 Relativamente ao vinagre, esdiferenças no Laboratório da Mi- te é uma solução diluída de ácicas com a atividade “Descobre do acético. Na experiência, o ácias 7 diferenças” e desvendaram do acético reage com o carbonao segredo das cores na atividade to de cálcio contido na casca do “Que segredos escondem as co- ovo, originando como produto de res”. O segredo foi desvendado reação o dióxido de carbono através da cromatografia (Fig. 2), (CO2). A reação dá-se mais rapidamente nos instantes iniciais porque os reagentes estão na sua máxima concentração. Fig. 2 No final da experiência uma técnica quantitativa que tem (alguns dias depois), o ovo sem por finalidade geral a identifica- casca permaneceu íntegro. Isso ção de substâncias e a separa- é devido à existência de uma ção-purificação de misturas. E, membrana que não reage com o afinal de contas, “O que aconte- vinagre. No entanto, esta membrana semipermeável tem a caFig. 3 pacidade de permitir a passagem da água do vinagre do exterior para o interior do ovo através dos poros nela existente. Deste modo, a água sai do meio menos (Continua na página 5)


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Desporto escolar

Olá pessoal desportista! Bem vindos a mais um ano letivo! E não é que estamos de volta à escola, e já quase no Natal, a escrever-vos sobre os projetos do Desporto Escolar na nossa Escola. Este ano letivo queremos (e vamos) voltar a estar bem representados nas competições do Desporto Escolar da região do Porto. Desde o início do ano letivo estão a treinar os já habituais grupos-equipa de Basquetebol feminino, novamente com a Profª Helena Alves (que poderão contactar para informações sobre os treinos e competições), de Natação com o Prof. Rui Castro e os treinos na Piscina de Valongo, e a novidade do Ténis de Mesa, que regressou este ano sob a batuta da Profª Susana Monteiro, que deverão contactar caso estejam interessados em fazer parte da equipa desta modalidade. A época de Ténis de Mesa já teve início no 1º Período, ao passo que o Basquetebol e a Natação só terão o

início das atividades no 2º Período. Mesmo a terminar o período, no dia catorze de dezembro, tivemos o já habitual CortaMato da nossa Escola que, como de costume, serviu para apurar os atletas que, no 2º Período, irão representar a nossa Escola no Corta-Mato Regional. Parabéns a todos os participantes e um obrigado ao “S. Pedro” que nos ajudou não fazendo chover durante quase toda a manhã. Boas Férias e cuidado com as calorias, nada de “atafulhar” os estômagos com rabanadas, aletria, bolo rei e restantes guloseimas. Prof. Rui Castro

(Continuação da página 4)

concentrado (vinagre) para o mais concentrado (interior do ovo), fazendo com que o ovo aumente de volume. Agora que já entenderam esta experiência, sabem como tirar a roupa a um ovo e como engordá-lo artificialmente. Experimentem e divirtamse! Profª Cristina Pereira

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Ludoteca

Os alunos do 1º ano da Escola Básica de Campelo e os do 1º e 2º da Escola Básica da Balsa, na Área de Enriquecimento Curricular (AEC) de Ludoteca têm assinalado, de forma criativa, efemérides previstas no calendário escolar. O objetivo desta disciplina é oferecer às crianças um espaço atrativo e, por meio de jogos, promover e de-

senvolver o seu lado intelectual, emocional, físico, afetivo, social e criativo. Assim, a chegada do outono assinalou-se com a recolha de folhas verdes das árvores, aproveitando-as para a construção de borboletas para serem utilizadas como marcadores de livros e observando o processo de secagem e a sua perenidade. Seguiu-se o Halloween, o S. Martinho e os magustos, aproveitando a história da Maria Castanha, que aborda o racismo e o tema de todos diferentes, todos iguais. Com a ajuda da Biblioteca da Escola Básica de Sobrado, cada criança construiu o seu cartuxo de castanhas em jornal (à moda tradicional) decorado com uma castanha pintada a seu gosto. Assim, apreciaram a beleza da diferença. Finalmente, e com preocupação ecológica, surgiram os pinheiros de Natal. Aproveitando copos de iogurte e pinhas, puderam consciencializar-se que se pode celebrar esta data decorando a nossa casa sem agressões à natureza e aproveitando materiais que tinham como destino o lixo. Prof. Maria João Rodrigues

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Escola básica da balsa

Vivências do outono

As crianças trouxeram variedades de frutos e assim elaboramos conjuntos de frutos iguais. Exploramos também a textura, o tamanho, o cheiro e, por fim, o delicioso sabor.

dade tem cada vez mais sucesso. No dia 11 fizemos o também tradicional Magusto. Havia uma fogueira e fizemos uma roda à volta dela. Cantámos e quando a

fogueira já estava quase no fim, saltámos por cima e, depois de fria, enfarruscamos as caras. Escola Básica da Balsa

Nos dias 10 e 11 de novembro, na Escola da Balsa, realizou -se a Feirinha de S. Martinho A Feirinha de S. Martinho já é uma tradição desta Escola. Com a colaboração de toda a ComuniPágina 7


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ESCOLA BÁSICA DE CAMPELO

Este exercício pretendeu alertar a população escolar sobre como agir antes, durante e após a ocorrência de um abalo sísmico. Os alunos protegeram-se adequadamente durante a simulação.

com a feira da Alimentação que envolveu toda a comunidade escolar. Students painted a postcard about our School’s Theme.

A turma C1/2 participou na desfolhada que se realizou na EB de Campelo e que contou com a presença do rancho folclórico de Santo André de Sobrado.

In English class students made several activities about the topic and they were around the school singing and asking for trick or treat. The Erasmus + projec brought Teacher Aliki Mamouna from Greece to collaborate with us in our school.

Durante esta semana os alunos realizaram uma série de trabalhos sobre o tópico. Abordaram esta temática em português e inglês. A semana terminou Página 8

Na aula de Matemática os alunos utilizaram o MAB para fazer leitura e escrita de números e para separar ordens.

Turma C1/2


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ESCOLA básica de campelo

André que nos ajudou a dinamizar a desfolhada. Cada sala fez uma roda à volta das espigas e desfolhamos até sair o milho rei. Também comemos pão de milho, chouriço, azeitonas e bebemos sumos que estavam deliciosos. Quando acabámos de desfolhar, fomos pôr as espigas nos cestos, para ir para o moinho. Este trabalho é muito cansativo, mas divertido. Depois, fizemos um lanche partilhado. Nunca mais nos vamos esquecer deste dia, que foi muito agradável e divertido. Fizemos uma desfolhada, Na escola de Campelo Era tanta a alegria! Tudo serviu de modelo Desfolhamos, desfolhamos… Finalmente, apareceu o milhorei! Abracei os meus amigos, Que entusiasmado fiquei! Houve danças e cantares, Como manda a tradição. Vivemos a desfolhada, Com alegria e emoção! No final do trabalho, Houve um lanche tradicional. Comemos broa e chouriço, Com um sabor divinal

Educação Pré Escolar

Tivemos um dia diferente na nossa escola, porque houve uma desfolhada e até convidamos o jardim de infância de Paço.

As espigas foram transportadas no trator, que entrou no campo da nossa escola. Convidamos o rancho folclórico de S. Página 9


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ESCOLA básica de campelo

Trabalho elaborado pelos alunos da turma C3 de Campelo Henrique Monteiro e Letícia Ri-

beiro, para o Projeto/Espetáculo teatral, as fábulas de La Fontaine, que será produzido pela As-

sociação Cabeças no Ar e Pés na Terra. Turma C3

Com a participação de todas as turmas da Escola Básica de Campelo foi elaborado o painel " Unidos pela Diferença" no âmbito do projeto de agrupamento "Interculturalidades". Os Bonequinhos dos países do mundo, elaborados pelos alunos e seus encarregados de educação... resultado maravilhoso. Um agradecimento a todos os docentes da Escola Básica de Campelo e encarregados de educação.

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Escola básica de CAMPELO

Hoje é o Dia Nacional do Pijama! É um dia em que homenageamos as crianças que estão em instituições e não têm família e estão à espera de serem adotadas.

ais. Tanto nos bons como nos maus momentos da vida, a família está lá para mim. Nas férias, no Natal, nos aniversários, nos nascimentos, nos batizados, nas comunhões, no Ano Novo, são todos os momentos em que me sinto bem e alegre porque estou em família. Com a minha família

vivo momentos de felicidade que nunca esquecerei! Hoje não vim para a escola apenas para “passear” o meu pijama…vim de pijama e trouxe comigo um donativo, dentro da minha casinha mealheiro, que vai servir para ajudar a dar uma vida melhor a quem não vive com a sua família, como eu tenho a alegria de viver! Turma C4

Vim de pijama para a escola porque uso o pijama em casa para estar confortável e com a minha família. Eu tenho uma família e tenho muita sorte! A minha família protege-me, ajuda-me a crescer, educa-me, ama-me e eu preciso muito dela para ser feliz. As crianças que vivem em instituições, apesar de não terem família precisam, na mesma, dos mesmos cuidados e de amor, que eu. Pertencer a uma família é viver e partilhar momentos especi-

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Escola Básica de fijós

Após uma visita virtual ao Museu Nacional de Arte Antiga, os alunos da turma F3/4 fizeram um texto coletivo sobre os Painéis de S. Vicente, do pintor Nuno Gonçalves Atualmente podemos encontrar os painéis de S. Vicente no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa. O políptico (estrutura composta por painéis) do pintor Nuno Gonçalves está dividido em seis painéis que representam a sociedade portuguesa do século XV. Nele, conseguimos identificar as três classes da época: clero, no-

breza e o povo. A cada painel está associado um nome: Painel dos frades (clero); Painel dos Pescadores (povo); Painel do Infante (nobreza); Painel do Arcebispo (clero); Painel dos Cavaleiros (nobreza) e Painel da Relíquia (nobreza). A figura que se identifica imediatamente é a do Infante D. Henrique. Era filho de D. João I e de Dona Filipa de Lencastre. Ficou encarregue das descobertas marítimas e foi sobre o seu comando que os portugueses avançaram pelo Atlântico e che-

Na sequência do Plano de Ação Estratégica do nosso Agrupamento “Conta-me uma história…hoje és tu, amanhã serei eu!”, a turma F1 da Escola Básica de Fijós, convidou a Núria Marujo, irmã do Diego Marujo, para trabalhar com os meninos do 1º ano a história “O Página 12

garam aos arquipélagos da Madeira em 1418 e aos Açores em 1427. Uma das características mais evidentes desta obra é a textura dos vestidos, desde os bordados, aos veludos, algodões, e até aos metais, nas vestes dos nobres, que revelam grande realismo. Para nós foi muito entusiasmante partir à descoberta dos “Painéis de S. Vicente” e, deste modo, sugerimos uma visita, virtual ou não, ao Museu Nacional de Arte Antiga. Turma F3/4

coelhinho Branco” dos autores Xosé Ballesteros e Óscar Villán. Foi uma iniciativa muito engraçada e estimulante para todos os alunos no sentido de reforçar o papel da família no desenvolvimento da literacia e motivar para o gosto da leitura e da escrita. Turma F1


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ESCOLA básica de Fijós

Neste ano letivo continuamos a desenvolver o projeto da horta biológica integrando, desta vez, a exploração de provérbios populares. Já trabalhámos os seguintes: “Outubro lavrar, novembro semear, dezembro nascer.” “Por S. Martinho semeia fava e linho”. Cuidar da horta proporcionou experimentar, observar, relacio-

Este dia foi comemorado na escola com a apresentação, pelos respetivos autores, do livro “Uma Nova Corrida Marada”. A história e as atividades desenvolvidas sensibilizaram as crianças para a importância de uma alimentação saudável.

outubro lavrar...

Todos diferentes, todos iguais! Quer a sua pele seja escura, vermelha, negra ou branca, todas as crianças do mundo podem ser amigas. Educação Pré Escolar F1 e F2

novembro semear...

dezembro nascer.

nar, conhecer, fazer perguntas e querer saber mais… e ficámos mais sensibilizados para a importância de uma alimentação saudável! Página 13


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Escola Básica de Sobrado

De manhã, quando chegamos à escola, estávamos todos entusiasmados porque o dia ia ser muito bem passado. Saímos de Sobrado por volta das 9:00h e ninguém descansou até chegarmos ao Porto. Já à porta no nosso primeiro destino, a exposição do Tutankamon, tiramos fotos e ocupamos o tempo de espera com os nossos colegas. Finalmente entramos! Passamos por um caminho até à entrada, onde nos explicaram as regras do museu: não tocar em nada, não fazer barulho, não mexer nos objetos, não correr, tirar o flash das máquinas, respeitar o espaço, etc., as regras normais de um museu comum. Antes da exposição, assistimos a um documentário sobre a descoberta do túmulo de Tutankamon, por Carter, um arqueólogo inglês. Ficamos a saber que, quando Carter descobriu a entrada para o hipogeu ficou estupefacto: “Vejo coisas maravilhosas”, exclamou. Era a antecâmara do túmulo, coberta de estátuas, mobílias, objetos de ouro; tinha perante os seus olhos a realização dos sonhos de qualquer arqueólogo. Após o documentário visitamos a exposição. Vimos réplicas incríveis, e ficamos com uma noPágina 14

ção do tamanho, das cores e da preciosidade de todos aqueles tesouros egípcios... Ainda na parte da manhã, estava prevista a visita ao World of Discoveries, o que nós não sabíamos, era o que realmente nos esperava... O museu é incrível, absolutamente fantástico e, desde que entramos naquele edifício, os meus olhos não pararam de se maravilhar com as coisas que vi. Inicialmente, mostraram-nos um filme sobre o Infante D. Henrique, o navegador. Este, nasceu na cidade do Porto, em 1394 e era filho de D. João I, Mestre de Avis, e de D. Filipa de Lencastre, uma princesa inglesa. De seguida, um guia levou-nos até à primeira sala onde nos mostrou a evolução dos barcos usados nos descobrimentos marítimos portugueses e alguns instrumentos de navegação usados por estes. De seguida, fomos para outra sala onde o guia nos mostrou vários planisférios e um globo interativo com mapas antigos e vários quadros, igualmente interativos com a biografia e ou-

tras informações importantes relacionadas com as descobertas. Terceira sala, aqui vamos nós... Nesta parte, vimos muitos dos produtos transacionados pelos portugueses e ficamos a saber como era difícil a vida dos navegadores, o que comiam, onde dormiam, como passavam o tempo nas longas viagens… Por último, observamos um estaleiro típico, que retrata como se construíram as caravelas e outros barcos usados pelos portugueses e ficamos a saber que a viagem da conquista de Ceuta foi preparada na cidade do Porto. Achávamos nós que esta visita já estava no fim, quando nos apercebemos que estávamos errados. A melhor parte ainda estava por vir... O guia encaminhou-nos para uns barcos, onde nos esperava uma grande viagem pelas terras descobertas e conquistadas pelos portugueses... E aqui vamos nós!... África, passamos pelo Adamastor... Índia, Brasil, Macau, Timor, Japão… E foi assim, com esta viagem de barco, que terminamos a nossa manhã, felizes e muito entusiasmados com estas duas visitas. Tanta coisa só de manhã! E o melhor, é que ainda tínhamos a tarde pela frente... Almoçamos no Parque Biológico e, logo de seguida, partimos (Continua na página 15)


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Agrupamento de Escolas de Valongo

(Continuação da página 14)

em grupos, orientados por um professor, em direção aos longos caminhos por entre a Natureza. O meu grupo chamava-se “Os Gambozinos” e quem nos acompanhou foi a professora Lurdes Nascimento. Vimos muitas espécies animais e vegetais, tudo estava em ótimas condições, o ambiente era muito calmo e favorável aos seres vivos que lá habitam. Não senti qualquer tipo de poluição e em geral achei a experiência muito divertida porque é uma forma diferente e mais natural de ver os animais. E assim acabou o nosso dia... ou melhor... o nosso dia incrível!

Voltamos à escola por volta da 18:00h, supercontentes com este dia fabuloso! Iris Mesquita, 8ºBS

O cantinho das ciências reflete o quanto um espaço informal como a biblioteca pode promover a aprendizagem de um trabalho

No dia 14 de outubro de 2016, os alunos do oitavo ano da Escola Secundária de Valongo partiram para um dia inesquecível . De manhã, foram premiados com a sorte de neste particular ano de 2016 haver uma exposição única sobre um passado rico de cultura: “Tutankhamon – Tesouros do Egito “ onde puderam

que se inicia em cooperação e termina colaborativo e em anonimato. Profª Elisabete Carvalho

ver vários artefactos do Antigo Egito e muitos objetos pessoais de um faraó do Antigo Egito. Seguidamente, visitaram o museu dos descobrimentos: “World of Discoveries“ com o privilégio de uma visita guiada e muito informativa sobre os descobrimentos portugueses, as técnicas utilizadas pelos marinheiros, os seus barcos e o modo de vida a bordo. De tarde, após uma pausa agradável para almoçar, os alunos visitaram o Parque Biológico de Gaia onde puderam observar, de perto, a biodiversidade e beleza de vários animais. Esta visita foi algo imperdível para os alunos e foi uma maneira divertida e interessante de aprendizagem fora de uma sala de aula. Ana Filipa Teixeira – 8ºA

O Ensino de Ciências é de extrema importância e, por isso, os alunos e professores da escola decidiram construir um pequeno espaço dedicado à Ciência onde os alunos realizam bastantes trabalhos sobre vários temas. Este espaço encontra-se na biblioteca da escola onde todos o podemos visitar a qualquer momento. Como aluna tenho a dizer que foi uma brilhante ideia! Tenho a certeza que este cantinho vai ajudar vários alunos no respetivo (Continua na página 17)

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Escola básica de Sobrado

O Sr. Mocho e o Esquilo Era uma vez um Mocho sábio e um Esquilo muito intrometido, que viviam numa floresta encantada, cheia de acontecimentos inexplicáveis.

O Sr. Mocho era muito inteligente e, sempre que alguém da floresta precisava de explicações ou de uma ajuda extra, ia ter

com ele. O Esquilo sempre desejou ser como ele, mas não tinha qualquer espécie de habilitações académicas e não era popular na floresta, portanto decidiu investigá-lo para descobrir como ele conseguia ser tão sábio e tão falado pelos animais. Começou por recolher todos os dados que conseguia para alcançar o seu objetivo, mas eles eram realmente muito poucos, porque o Mocho para além de ser muito inteligente, também era misterioso. Não conseguindo chegar a nenhuma conclusão, o Esquilo decidiu começar uma investigação mais aprofundada,

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que tinha como base espiar o Mocho. Todos os dias, quando acordava, a primeira coisa que fazia era dirigir-se à casa do Sr. Mocho, mas, após repetir este ciclo muitas e muitas vezes, percebeu que quando chegava lá, ele estava sempre a dormir. O Esquilo achou isso muito estranho, porque, na lógica dele, qualquer espécie de animal dormia de noite e não de dia. Remexeu estes seus pensamentos durante dias sem fim, acabando por perceber que o melhor era mesmo falar com alguém de sua confiança, que eram, sem dúvida alguma, os seus dois melhores amigos: o Texugo e a Coelha. A conversa entre eles decorria normalmente, até o Esquilo lhes perguntar sobre o Mocho, de que já tinha falado: -Vocês têm conhecimento de algo relevante sobre o Mocho? -Essa conversa do Mocho já cansa! Agora só pensas nisso. Já nem dás importância aos amigos à tua volta que realmente gostam de ti! – afirmou o texugo. -Eu fiz uma pergunta simples, não era necessária tal resposta disse o Esquilo. -Tu sabes que eu gosto muito de ti meu amigo Esquilo, mas em parte concordo com o Texugo. Acho que devias estar aqui um bocado mais para nós e deixar essa história do Sr. Mocho rematou a Coelha.

Após ter conversado com os seus dois e únicos amigos, o Esquilo ficou triste com a opinião deles, mas não desistiu tendo passado a dormir de dia para que os seus horários ficassem equivalentes aos do Mocho, o que teve resultados positivos. À medida que os dias iam passando, ele começou a reparar que o Sr. Mocho nunca ficava em casa de noite e, quando voltava na manhã seguinte, trazia sempre marcas de tinta nas suas asas. Muito suspeito, pelo menos era o que parecia, mas o Esquilo esqueceu-se de uma coisa muito importante: o Mocho era muito inteligente, portanto não foi difícil ele perceber que andava a ser vigiado por alguém. Não sabendo o porquê disso, decidiu questioná-lo: - Viva meu jovem. Porque me andas a seguir numa noite tão escura como esta? - Deve ser impressão sua Sr. Mocho. Eu cá só estou a dar uma caminhada nesta bela floresta - respondeu o Esquilo tentando disfarçar. - Se assim é, tudo bem, mas não te percas! Uma boa noite disse o Mocho desconfiado. - Para si também - terminou o Esquilo. Não conseguindo obter nada com esta perseguição, decidiu repeti-la, e não é que desta vez deu em alguma coisa! Acabou por não ter as informações que queria, mas descobriu algo muito (Continua na página 17)


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Escola Secundária de Valongo

(Continuação da página 16)

mais importante: o nosso querido Mocho era um escritor que se fazia passar por uma pessoa cujo pseudónimo era “Mr. Wise” (Sr. Sábio), que escrevia livros encantadores e mundialmente conhecidos. Também veio a descobrir que a tinta que o Mocho trazia sempre nas asas era deixada pelo tinteiro com que ele escrevia os livros. O segredo do Sr. Mocho ficou guardado a sete chaves nos grandes pensamentos do Esquilo, e assim nós ficamos a ver que “quem tudo quer tudo acaba por perder”, pois só quando esta história realmente terminou é que ele se apercebeu dos amigos que abandonou. Ana Luís Silva, 7ºDS (Continuação da página 15)

ano escolar. Um bom Natal e um grande sucesso no vosso percurso escolar! Carolina Soares 8ºCS

A biodiversidade Está cheia de variedade, Imersa de seres vivos E são todos uns queridos. João Mota, 8ºB

Saber ciência é ter inteligência. Não é ser bem-dotado é saber ter paciência. É estudar para permanecer na resistência. Não podes perder por falta de comparência.

Para estudar ciência é preciso ter sabedoria Mas não deixes em casa a tua própria alegria Paulo Ferreira, 8ºB

Nos biomas as plantas têm de se preparar para os tempos difíceis que estão para chegar. Os seres vivos Predador ou presa Eles esforçam-se Para assegurar a sua sobrevivência João Cruz, 8ºB

Para estudar ciência É preciso ter paciência Mas também sem ela Não havia sapiência Sérgio Coelho, 8ºB

Durante todo o primeiro período, as turmas de quinto e sexto anos requisitaram livros diversos para, mais tarde, irem à Biblioteca falar sobre eles. Aos pares ou individualmente, os alunos leram e apresentaram aos colegas e professores as suas opiniões sobre o livro que estavam a ler. Reunidos na Biblioteca, num ambiente tranquilo e agradável, os alunos formaram uma espécie de “Clube de Leitura”, conviveram amigavelmente, melhoraram a leitura e a oralidade, partilharam conhecimentos e gostos. Com esta iniciativa, alguns alunos estão a ler um livro de quinze em quinze dias. Desejamos que esta iniciativa continue… Sempre pela LEITURA!! Alunos do 6º C

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Escola Básica de Sobrado

Lançamento de livro sobre a Igreja de Sobrado Tivemos uma visita muito especial. O Nuno Ferreira foi nosso aluno há alguns anos e já nessa altura notava-se o gosto e interesse pelos assuntos de História.

Dia 11 de dezembro, na Igreja Matriz de Sobrado, o Nuno apresentou o livro “Igreja Matriz de Sobrado: o segredo da memória”. Trata-se de uma monografia local que, apesar de se centrar na história e na evolução construtiva e decorativa da Igreja Matriz, aproveita para descrever aspetos históricos de Sobrado, dá notícia de personalidades

ilustres que aqui habitaram e revela factos ainda pouco conhecidos como a visita do Rei D. Carlos a Sobrado, onde almoçou e pernoitou. Neste estudo, o autor divulga imagens da presença do monarca nesta localidade, notícias dos jornais da época que dão conta do afeto das pes-

soas aquando da passagem do rei e muitos outras curiosidades. O Nuno veio à nossa Biblioteca e deixou-nos muito material fotográfico que utilizou no seu trabalho e ainda um exemplar do livro. Muitos parabéns, Nuno!

O Clube de Música da nossa Escola é constituído por alunos que gostam de música e de cantar. Este grupo tem vindo a participar em vários momentos da vida escolar como na cerimónia da entrega dos diplomas de mé-

rito, no momento musical para os pais e encarregados de educação que decorreu no âmbito da Feira do Livro da Biblioteca e noutros momentos especiais. Este ano letivo têm atuado com um repertório de músicas de Na-

tal e tradicionais. Salientamos, ainda, a interpretação da música “Hallelujah” de Leonard Cohen, músico e compositor que nos deixou recentemente.

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Prof. Manuela Antunes

Profª Marta Mourão


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ESCOLA Secundária de Valongo

Dia da Alimentação no Agrupamento de Escolas de Valongo

O ano de 2016 foi proclamado o Ano Internacional das Leguminosas pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Assim, no âmbito das comemorações do Dia da Alimentação, a 16 de novembro, a Liga Portuguesa contra o Cancro (LPC) lançou a campanha "Grão a Grão para uma boa alimentação”, desafiando o chefe José Avillez e Hernâni Ermida a criarem ementas para eles. Eles aceitaram o repto – e criaram, respetivamente, uma "Salada de grão-de-bico com bacalhau" e um "Estufado de grão com espinafres e ovos escalfados".

O Agrupamento de Escolas de Valongo aceitou, também, o desafio proposto pela LPC e os alunos do Curso Profissional de Cozinha/Pastelaria e de Restaurante/Bar confecionaram alguns pratos com leguminosas, presenteando discentes, docentes e não docentes no dia 14 de outubro. Também as ementas do Agrupamento, nos dias catorze e dezassete de outubro, contemplaram as leguminosas como parte integrante dos respetivos pratos, tendo em conta a recomendação da 5ª diretiva do Código Europeu Contra o Cancro: "Tenha uma dieta saudável: coma bastantes cereais integrais, leguminosas, vegetais e frutas". Os alunos do 1º ciclo/JI também desenvolveram atividades para comemorar o “Dia da Alimentação”. Ao longo do ano letivo continuarão a ser dinamizadas ativi-

dades de sensibilização para os benefícios das leguminosas secas (feijão, lentilha, ervilha, fava, grão-de-bico e soja) como parte de uma produção sustentável de alimentos, visando atingir a segurança alimentar e nutricional e a prevenção do cancro. Prof. Helena Lobo

Os alunos e as professoras de Educação Especial realizaram arranjos de Natal para partilhar com a comunidade escolar.

Estes trabalhos foram realizados com ramos de pinheiro, pinhas, azevinho, ramos de medronheiro, bolotas, bugalhos, cortiça, nozes, avelãs e musgo.

Profs. Conceição Marcos e Sara Rocha

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O Bugio

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PASSATEMPOS O que traz o Pai Natal?

Encontra no diagrama 11 palavras relacionadas com o Natal

- Papá, onde se encontra a África? - Pergunta à tua mãe. Ela é que arruma tudo. ——————— Numa sala de aulas: - Pedro, diz-me o nome de um líquido que não congele. - Hããã...A água quente? ______________ Um soldado chama o sargento: - Sargento! Ó meu sargento! Encontrei a bomba! Vai explodir dentro de 59 segundos, venha depressa! - Estou aí num minuto! - responde o sargento… in “+ 365 Piadas”

Pinta o desenho a teu gosto.

A todos aqueles que colaboraram e permitiram a edição de mais um número de “O Bugio”, o nosso muito obrigada. A toda a Comunidade Educativa desejamos Bom Natal!

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Ficha técnica Propriedade: Agrupamento de Escolas de Valongo

Equipa de coordenação: Maria Manuela Antunes e Maria do Céu Moura Colaboração: professores, alunos e encarregados de educação. Morada: Rua de Fijós 4440334 Sobrado


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Jornal "O Bugio - dezembro - 2016 by Bugio Sobrado - Issuu