ÓRGÃO OFICIAL DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA FUNDADO EM 1901
A maior da história
Convenção Batista
Fluminense tem recorde de inscritos na 117ª Assembleia
págs. 08 e 09
São Paulo
CBESP reúne convencionais em Sumaré para a sua 117ª Assembleia
págs. 12 e 13
Vocação
Jovem deixa o Marajó para se preparar ministerialmente no Seminário Equatorial Bahia
págs. 14 e 15
Jequié recebe 101ª Assembleia da Convenção Batista Baiana
págs. 19 e 20
Notícias do Brasil Batista Notícias do Brasil Batista
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EDITORIAL
Por que somos um?
A base do tema Somos Um está na própria oração sacerdotal de Jesus (João 17.11, 20–23). Antes da cruz, Jesus não ora por sucesso, crescimento numérico ou influência cultural. Ele ora por unidade.
Jesus pede que sejamos um assim como Ele é um com o Pai. Ou seja, a referência da nossa unidade é a Trindade, a diversidade perfeita vivendo a comunhão perfeita. Como as escrituras apontam, fomos criados à imagem de um Deus relacional (Gênesis 1.26), logo, viver em unidade não é opcional, é parte do nosso DNA.
Biblicamente, toda unidade verdadeira começa em Cristo. Jesus deixa claro que a unidade dos discípulos flui da sua própria relação com o Pai. Paulo reforça isso ao falar da comunhão do Espírito (II Coríntios 13.14), mas essa unidade não fica no campo do discurso. O Novo Testamento inteiro mostra que a unidade espiritual se torna visível em práticas concretas: partilha, serviço, missão, ensino, reconciliação.
A Igreja não é apenas um ajuntamento de indivíduos convertidos, mas um povo inserido numa história redentiva. Ser Batista é participar de uma narrativa que atravessa gerações, sustentada pela cooperação. A unidade denominacional não apaga diferenças regionais, ministeriais ou geracionais. Pelo contrário: ela organiza a diversidade em torno de um propósito comum. A Igreja é uma porque sua missão é uma. Quando Jesus diz: “para que o mundo creia” (Jo 17.21), entendemos que a credibilidade da Igreja está diretamente ligada à unidade do povo de Deus. O mundo não é convencido pela nossa performance, mas pela nossa comunhão. Manter a unidade tem um custo, exige renúncia do ego, do orgulho e da “minha forma de fazer”, mas a falta de unidade custa muito mais caro ainda: divisão, irrelevância e escândalo. Ser um é uma decisão espiritual diária. A unidade não é fundamentada no sentimento, mas na obediência. Somos um, porque Cristo é um com o Pai. n
O JORNAL BATISTA
Órgão oficial da Convenção Batista Brasileira. Semanário Confessional, doutrinário, inspirativo e noticioso.
Francisco Bonato Pereira; Guilherme Gimenez; Othon Ávila; Sandra Natividade
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W.E. Entzminger, fundador (1901 a 1919);
A.B. Detter (1904 e 1907); S.L. Watson (1920 a 1925); Theodoro Rodrigues Teixeira (1925 a 1940); Moisés Silveira (1940 a 1946); Almir Gonçalves (1946 a 1964); José dos Reis Pereira (1964 a 1988); Nilson Dimarzio (1988 a 1995) e Salovi Bernardo (1995 a 2002)
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ARTE: Oliverartelucas
Unidade na diversidade: Como jovens Batistas de diferentes culturas, regiões e realidades podem viver a fé em Cristo como um só corpo
Geziel Ferreira de Lima
membro da Igreja Evangélica Batista em Condado - PE, onde atua como coordenador de Comunicação e professor da EBD turma de Jovens; estudante de teologia pelo Seminário teológico Batista do Norte do Brasil
Nos capítulos 1 e 2 de Gênesis, o Senhor dá início à sua criação: aves, peixes, animais terrestres, plantas e o ser humano. Tudo é criado em perfeita harmonia e unidade, refletindo a glória de Deus. Nesse relato, percebemos que a unidade se manifesta na criação sem eliminar a particularidade e a individualidade de cada ser.
Entretanto, o pecado afetou profundamente essa realidade. Em Gênesis 11.1-9, a humanidade, movida pela ganância, decide unir-se para conquistar poder e glória. Essa unidade já não refletia a glória de Deus, mas o ego humano. Diante disso, o Senhor intervém, confundindo as línguas e dispersando os povos. Surgem novas línguas, culturas e povos. A diversidade passa a se manifestar de uma nova forma, agora marcada também pelos efeitos do pecado, que distorce aquilo que Deus criou para ser bom. Ainda assim, nem tudo está perdido. Em sua graça, Deus age no meio do caos e transforma um projeto de ambição humana em uma oportunidade para o desenvolvimento de diferentes povos e culturas, revelando que sua soberania é capaz de redimir até mesmo as consequências da rebelião humana.
Você já parou para pensar nos espaços sociais dos quais fazemos parte? Igrejas, escolas, faculdades, empresas, projetos missionários e tantos outros. O que todos eles têm em comum? Talvez, à primeira vista, a resposta seja “nada”. No entanto, há algo precioso acontecendo ao nosso redor, e não podemos fechar os olhos para isso: a diversidade é uma expressão da graça de Deus.
Já imaginou como seria um mundo completamente padronizado, onde todos pensassem, agissem e vivessem da mesma maneira? Provavelmente seria um mundo sem riqueza, sem criatividade e sem beleza. A diversidade, portanto, não é um acidente; ela faz parte da boa dádiva do Criador.
Mas, quando você pensa em diversidade, o que vem à sua mente? Talvez a imagem de pessoas de diferentes raças e culturas reunidas em uma campanha publicitária, sorrindo e aparentando viver em perfeita comunhão. Contudo, será que existe algo que realmente une essas pessoas além das diferenças visíveis?
A pluralidade de culturas, etnias, sotaques, realidades e costumes compõe o cenário em que vivemos. Em um país tão diverso como o Brasil, basta sair de casa para perceber essa riqueza. Encontramos pessoas que carregam histórias, experiências e perspectivas diferentes das nossas, além de costumes herdados da região onde cresceram ou do ambiente familiar em que foram formadas.
Refletir sobre essa multiplicidade é reconhecer a riqueza que Deus colocou ao nosso redor e compreender que ela nos oferece a oportunidade de viver a unidade em meio à diversidade. Essa é uma realidade pela qual o próprio Jesus orou em sua oração sacerdotal:
“Eu lhes dei a glória que me deste, para que sejam um, assim como nós somos um. Eu neles e tu em mim, para que eles sejam aperfeiçoados na unidade e para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste como também amaste a mim” (Jo 17.22-23)
Nós, que estamos em Cristo Jesus, fomos chamados para viver essa unidade que aperfeiçoa uns aos outros. Embora sejamos diferentes na maneira de falar, vestir, pensar e viver, somos unidos por um único Senhor: Jesus Cristo. Como Cabeça da Igreja, Ele reúne todo o corpo em um só propósito: anunciar o seu amor. Um amor que ultrapassa barreiras culturais, geográficas, sociais e linguísticas, alcançando pessoas de toda tribo, povo, língua e nação. É nele que vivemos, é nele que nos movemos e é nele que permanecemos unidos.
Compreender essa verdade nos leva a viver com a consciência de que, seja no Norte, no Sul, no Nordeste ou em qualquer outro continente, pertencemos à mesma família da fé. Assim, podemos desfrutar da graça de sermos aperfeiçoados pelas diferenças presentes em nossos irmãos, crescendo juntos e testemunhando o amor do Pai em meio à diversidade. Afinal, em Cristo, somos um. n
Somos Um com a força dos jovens e adolescentes
Levir Perea Merlo
pastor, colaborador de OJB
“Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias e cheguem os anos em que dirás: Não tenho prazer neles” (Eclesiastes 12.1).
No mês dedicado à juventude, agosto, temos também algumas celebrações e eventos da denominação batista: de 1º a 31 de agosto - Campanha do Mês da Juventude favor dos Jovens; dia 2 - Dia do Adolescente Batista (1º domingo); dia 9 - Dia dos Pais (2º domingo); dia 16 - Dia do Jovem Batista (3º domingo); e dia 25 - Dia Nacional do Embaixador do Rei, celebrando 78 anos. Vamos lembrar e celebrar com gratidão e alegria essas datas. Um pouco antes, no dia 31 de julho, teremos o dia Dia Nacional de Oração pela Juventude Batista. Neste ano denominacional, em que trabalhamos a unidade do povo de Deus com o tema “Somos Um”, vamos desenvolver o subtema “Somos Um com a força dos jovens e adolescentes”, baseado no texto de Eclesiastes 12.1, acima citado.
Neste livro, atribuído ao sábio Salomão, também conhecido como o livro do Pregador, ele nos traz uma lembrança que é uma verdade indiscutível: todos passaremos pelo processo do envelhecimento.
“Alegre-se enquanto você pode. Cada um de nós, por fim,
atingirá um ponto de declínio físico e mental. Não devemos deixar que o medo, a ansiedade e a frustração dominem a vida. Tampouco devemos interpretar a alegria como contenção moral que nos faça esquecer o julgamento de Deus. Devemos usar todas as oportunidades que Deus nos dá para aproveitar a vida, sem a expectativa de completo sucesso ou compreensão. A vida deve ser vivida na fé em Deus e não na expectativa de sermos capazes de controlar o destino. Depois de procurar o significado maior da vida, o Pregador completou o ‘círculo total’ e voltou a um fato profundo sobre si mesmo: todos nós fazemos parte de um propósito, porque começamos com um Criador divino. Como temos um tempo limitado para nos encaixar no plano de Deus para a nossa vida, devemos começar cedo. As funções físicas tornam-se deficientes quase antes de estarmos conscientes de que esse processo está começando. Apesar da ignorância, dos medos e das limitações humanas, o melhor caminho é viver a vida do começo ao fim de acordo com a vontade de Deus”. Querida Igreja do Senhor Jesus Cristo, sejamos um com a força dos jovens. Ou seja, estejamos sempre prontos a ajudá-los, pois, um dia, nós mesmos passamos por essa fase tão bonita e significativa.
Terminamos esta reflexão usando um bordão muito conhecido, em Pernambuco, do pastor presbiteriano João Campos, hoje na glória: “Seja um jovem pra frente, mas não deixe Deus pra trás”. n
O cristão e a “Síndrome de Peter Pan”
Rogério Araújo (Rofa) colaborador de OJB
Na Psicologia existe a chamada “Síndrome de Peter Pan”, que engloba os adultos que, assim como o personagem da Terra do Nunca, se recusam a crescer, para viver a vida plenamente, sempre agindo com atitudes infantis.
E não é algo tão distante da vida cristã. Quantos irmãos conhecemos que mais parecem “crianças na fé”, mesmo com anos e experiências, não possuem maturidade e agem como meninos?
O apóstolo Paulo, disse, em I Coríntios 3.1,2: “E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a criancinhas em Cristo. Leite vos dei por alimento, e não comida sólida, porque não a podíeis suportar; nem ainda agora podeis...”. Esses precisam ser alimentados, constantemente, com leitinho e não podem degustar alimentos mais substanciosos, pois não o digerirão. E, nessa metáfora, vale para palavras ministradas, exortações realizadas e cargos exercidos.
Quantas Igrejas perdem tanto tempo com situações para lá de banais por egos inflados, desejo de poder num cargo
que alguém possui, ad aeternum, achando ser para sempre. Nada é nosso, mas para o Reino de Deus. Estamos num cargo e ele não é de nossa propriedade, mas por um tempo, dado e permitido pelo Senhor.
Isaías 40.8, alerta: “A erva seca, a flor cai, mas a palavra do nosso Deus dura para sempre.” que ecoa em I Pedro 1.25: “mas a palavra do Senhor dura para sempre. Esta é a palavra que o evangelho trouxe para vocês.” Somente a Palavra de Deus é eterna e nada mais no mundo, mesmo com ideias das mais absurda que nos levam a pensar como somos importantes e não servos que precisam ser aprovados a cada dia.
Tudo que façamos seja para honra e gloria do Senhor e que possamos colocar como alvo, o crescimento espiritual, o aprender mais e mais, pois ninguém é detentor absoluto de todo o conhecimento, ainda mais sobre a vida cristã, pessoal e em comunhão na Igreja, deixando de lado qualquer aproximação com a “Síndrome de Peter Pan”.
Terminamos com a sábia orientação de II Pedro 3.18: “Porém continuem a crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Glória a ele, agora e para sempre! Amém!” n
Intergeracionalidade: a relação entre juventude e adultos na Igreja, mostrando que “somos um” também entre gerações
Sophia Botelho
membro da Igreja Batista Farol em João Pessoa - PB. Atua na Juventude Batista do Litoral da Paraíba (JUBALIT) como coordenadora de mídia e 2ª secretária da diretoria.
Entende-se intergeracionalidade como a troca de conhecimentos entre pessoas com idades e gerações distintas. Como sociedade, essa prática sempre foi muito comum, até porque, se olharmos para a história, as tradições e os conhecimentos eram repassados dos mais velhos para os mais novos, independentemente da cultura. E da mesma forma, os jovens também exerciam seu papel como contribuintes fundamentais para a sociedade, com características que a jovialidade proporciona, gerando um ambiente harmônico entre gerações.
E como olhamos para essa prática dentro da Igreja? Até que ponto a relação entre jovens e adultos tem sido cultivada, vivida de forma saudável e assim, glorificando o Corpo de Cristo?
Devemos partir do pressuposto de que não vivemos Igreja sozinhos. No capítulo 12 de Romanos, o apóstolo Paulo convoca os membros da comunidade de fé em Roma a viverem em união como um corpo - apesar das diferenças, cada um exerce sua função prezando pelo pleno funcionamento da Igreja.
Logo, se não vivemos Igreja sozinhos, dependemos uns dos outros, o que significa que estar em uma congregação resulta no convívio com pessoas diferentes, que tenham experiências e hábitos distintos. Nesse conjunto, é natural que haja uma tendência para que aqueles que possuem características em comum se relacionem e criem vínculos com mais facilidade, a exemplo de grupos de jovens da mesma faixa etária.
O próprio Deus convoca os jovens para viver a missão, e é possível encontrar na Bíblia versículos que destacam esse período marcado pela força, vigor e ânimo. E até mesmo a história de muitos personagens como José, Ester e Davi, serve de exemplo, inspiração e evidencia a capacidade e a força que há na juventude disposta e rendida aos pés do Senhor. Porém, fica o alerta para que vigiem e não sejam alvos das paixões, da soberba ou arrogância que também podem alcançar os corações ambiciosos: “Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor e a paz” (II Tm 2.22).
De semelhante modo, os adultos e idosos também têm seu papel fundamental na missão ordenada pelo Senhor. O rei Salomão evidencia o privilégio que é envelhecer com sabedoria: “Coroa de honra são os cabelos brancos, quando eles estão no caminho da justiça” (Pv 16.31). Sabedoria esta, que deve ser compartilhada e não usada com egoísmo ou como arma para julgamentos. “Mas a sabedoria que do alto vem
é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia” (Tg 3.17).
Em ambos os grupos podemos enxergar a capacidade e o potencial que possuem concedidas pelo próprio Deus. Cada um à sua maneira, costumes, ideais e pensamentos tem a acrescentar na Obra.
Porém, se olharmos para essa realidade onde apenas há laços relacionais entre os “iguais”, como poderemos crescer em aprendizado e criar um ambiente saudável - onde os irmãos possam se sentir bem acolhidos - se não cultivarmos a bondade principalmente para com a nossa família da fé (Gálatas 6.10)?
Para exercer esse pleno convívio é necessário que haja cultivo e manifestação dos frutos do Espírito Santo, afinal, humildade, bondade e paciência são características fundamentais para qualquer relação humana. O apóstolo Pedro já deixou esse conselho muito claro para os mais novos: “E vocês, jovens, sejam obedientes aos mais velhos. Que todos prestem serviços uns aos outros com humildade, pois as Escrituras Sagradas dizem: ‘Deus é contra os orgulhosos, mas é bondoso com os humildes!’[...]” (I Pe 5.5).
Além disso, a própria Bíblia nos traz muitos exemplos de intergeracionalidade frutífera. Entre os destaques, a história do apóstolo Paulo e do jovem Timóteo mostra como uma relação entre pessoas de gerações distintas transformou-se em um laço que foi muito além de uma simples amizade, a ponto de Paulo considerar Timóteo como seu “filho na fé”.
Nas duas cartas destinadas ao jovem pastor, podemos ver como o apóstolo via em Timóteo um grande potencial - apesar da sua pouca idade - e sempre o incentivava e o aconselhava a ser exemplo e permanecer na caminhada cristã: “Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza” (I Tm 4.12).
A relação de Paulo e Timóteo também mostra um grande exemplo do papel fundamental que os mais velhos têm dentro da comunidade de fé, quando se portam como referência, incentivadores e conselheiros dos jovens.
Seja geração baby boomer, X, Y, Z, alfa ou beta, todos perante o Rei possuem sua significância e valor. E podemos descansar tendo a certeza de que Ele permanece sendo “nosso refúgio, de geração em geração” (Salmos 90.1). Afinal, como Igreja, buscamos em unidade um único objetivo: conhecer a Cristo e torná-Lo conhecido. E para isso, almejemos viver relações intergeracionais saudáveis, que reflitam a unidade vivida entre o Deus Pai, o Deus Filho e o Deus Espírito Santo: “Para que sejam um, assim como nós” (João 17.11b). n
Unidade como vontade de Deus (I Coríntios 12.1-27)
Jéssica Benevenuto coordenadora da Juventude Batista Brasileira
A Bíblia está recheada de textos que falam sobre unidade. De muitas maneiras, Cristo poderia ter ilustrado o tipo de unidade da qual Ele estava falando. Ele poderia ter utilizado outros exemplos para falar sobre Sua Igreja. Contudo, Ele escolheu o corpo humano. Nós somos o corpo. Ninguém é corpo sozinho. Um corpo não funciona com apenas uma parte. Já experimentou bater o dedo mindinho do pé em alguma quina? Dói. Não de maneira compartimentada. Dói o corpo. É exatamente assim que deve funcionar na Igreja de Cristo. Se uma parte sofre, todos sofrem. Quando uma parte é vitoriosa a vitória é do corpo. Quando uma parte está doente, todo o corpo é afetado.
Essa é a vida comunitária da Igreja de Jesus. Uma comunidade que serve a um só Deus, e que para Ele e por causa dele, vive unida em comunhão. Uma comunhão que vai além de interesses em comum, afinidades naturais ou gostos similares. Uma comunhão espiritual. Para que esse tipo de conexão aconteça, não basta intenção humano. Há uma ligação espiritual que foi efetivada na cruz, e é por isso que podemos ser corpo, é por isso que somos um. Um só corpo, um só espírito, uma cruz, um só Senhor: O caminho.
Quanto a parte sobrenatural que envolve pessoas completamente distintas que talvez nunca seriam amigas partirem o pão, trocarem o cálice e desenvolverem mutualidade, cuidado e caminhar juntos, essa parte não nos cabe. Porém, é justamente por causa desse movimento sobrenatural, que não é nosso, que podemos fazer aquilo que nos foi dado como responsabilidade para preservar a unidade inquebrável da igreja.
Nada pode prevalecer sobre isso, porque isso vem de Deus. Que nossa oração não só durante esse mês, e em especial nesse ano, mas durante toda a nossa caminha cristã seja buscar ao Senhor nas nossas limitações para que possamos intencionalmente e perseverantemente preservamos a unidade do Corpo, compartilhando o amor verdadeiro que aprendemos com Jesus todos os dias, derramando a mesma misericórdia que recebemos todos os dias.
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Conhecemos o Deus verdadeiro, carregamos a mensagem mais importante do mundo e maneira mais forte dela ser conhecida com profundidade é sermos a Igreja que Jesus espera encontrar para que o mundo veja através da nossa unidade e amor, o Maior amor do mundo, que transforma inimigos em amigos, assim como aconteceu na vida de cada um de nós. n
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Agosto é o nosso mês da juventude
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Alcançando o Marajó com a Verdade que liberta
A Ação Jesus Transforma Marajó mobilizou voluntários de diferentes lugares do Brasil para servir em 6 localidades da região, de 4 a 19 de julho. Foram dias de evangelismo; oração; estudos bíblicos; cultos e ações nas praças, nos
Continue lendo e confira alguns números dessa grande mobilização missionária!
Foram 282 missionários em campo, sendo 229 voluntários externos e 53 voluntários locais. Estiveram presentes irmãos de 19 estados + Distrito Federal unidos por um só propósito: anunciar que Jesus Transforma!
A Ação Jesus Transforma chegou a 6 localidades: Abaetetuba, Soure, Muaná, Gurupá, São Sebastião da Boa Vista e Curralinho. De comunidade em comunidade, o Evangelho avançou pelo Marajó e milhares de moradores ouviram falar de Jesus. Foram 2.093 pessoas evangelizadas, sendo 1.238 adultos e 855 crianças. Além disso, tivemos 3.382 folhetos
evangelísticos e Evangelhos de João distribuídos e 362 estudos bíblicos realizados.
Para a glória de Deus, esse trabalho já começou a produzir frutos.
• 386 decisões por Cristo
• 141 adultos aceitaram Jesus
• 245 crianças aceitaram Jesus
• 31 reconciliações
• 6 batismos
A ação termina, mas a missão continua! Nosso desejo é ver pessoas caminhando com Jesus e igrejas locais dando continuidade ao cuidado e ao discipulado. Muito além dos números, cada atendimento, cada oração, cada conversa, cada abraço, cada estudo bíblico, cada decisão por Cristo e cada batismo representam vidas alcançadas pelo amor de Jesus.
Ore para que cada semente lançada no Marajó continue crescendo e produzindo frutos para a eternidade. Acesse: missoesnacionais.org.br/marajo e faça parte. n
Maior Assembleia da história celebra os 135 anos da Convenção Batista Fluminense
Com recordes de público, 117ª edição da CBF consolida-se como um marco indelével na trajetória batista do estado.
Rodrigo Zambrotti pastor, coordenador de Comunicação da Convenção Batista Fluminense
A cidade de Campos dos Goytacazes - RJ viveu dias de intensa comunhão, renovação espiritual e decisões históricas com a realização da 117ª Assembleia da Convenção Batista Fluminense (CBF). Celebrando o jubileu de 135 anos de forte presença e frutificação Batista no campo fluminense, o evento, que foi realizado na Segunda Igreja Batista da cidade, superou todas as expectativas e entrou para a história como a maior assembleia já realizada pela instituição.
NÚMEROS HISTÓRICOS DA 117ª ASSEMBLEIA DA CBF
2.400 inscritos oficiais
1.800 pessoas no plenário
10.000+ visualizações simultâneas (YouTube)
135 anos de história Batista no campo Fluminense
O início intenso, o Colégio Batista e a grandiosa abertura
A programação começou intensa desde as primeiras horas do dia. O Colégio Batista Fluminense transformou-se
em um verdadeiro polo de capacitação, reunindo líderes e pastores em uma série de painéis voltados ao desenvolvimento ministerial. Foram debatidos temas essenciais como o “Desenvolvimento de Líderes – Molde de Servo”, “Prevenção ao Abuso Infantil”, “Acessibilidade na Igreja voltada para o Autismo”, “A Saúde Emocional do Líder”, “Comunicação e Redes Sociais”, “Revitalização e Plantação de Igrejas”, “Discipulado das Novas Gerações” e “Liderança Inspirada em Cristo”.
No período noturno, a atmosfera de expectativa transformou-se em realidade com a chegada do público à Segunda Igreja Batista Primeira de Campos dos Goytacazes. O auditório e o plenário do templo ficaram completamente lotados, reunindo cerca de 1.800 pessoas presentes no local para a emocionante cerimônia de abertura, que coroou os 2.400 inscritos oficiais do evento. Na internet, a transmissão ao vivo mobilizou a rede e registrou as três maiores audiências simultâneas da história do canal da CBF no YouTube, superando 10.000 visualizações simultâneas e acumuladas.
A solenidade foi aberta pelo pastor Rafael Antunes, presidente da CBF, conduzindo um momento solene de oração. Um dos pontos altos e visualmente deslumbrantes da noite ocorreu com a apresentação do grandioso coral e orquestra de 600 vozes, liderados pela Associação de Músicos Batistas Fluminenses (AMBF).
Homenagens institucionais e reconhecimento
O jubileu de 135 anos do trabalho batista fluminense foi festejado com entregas de placas comemorativas por importantes órgãos e convenções irmãs, desta -
117ª Assembleia da Convenção Batista Fluminense, em Campos dos Goytacazes, teve 2400 inscritos
NOTÍCIAS DO BRASIL BATISTA
cando-se a Convenção Batista do Espírito Santo (CBEES), a Convenção Batista de Pernambuco (CBPE), a Convenção Batista Catarinense (CBC) e a Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes, que entregou uma placa oficial em reconhecimento à relevância histórica e social dos batistas para o município.
O evento contou com a presença de autoridades civis e lideranças de destaque, com ênfase na participação do pastor Fernando Brandão, diretor-executivo da Convenção Batista Brasileira (CBB). Encerrando a noite, a mensagem bíblica oficial foi ministrada pelo pastor Fabio Marins, desafiando a Igreja a renovar o compromisso com a proclamação do Evangelho e a unidade fraternal. Como destacou a liderança: “A assembleia na SIB de Campos consolida-se não apenas como um espaço de deliberações administrativas, mas sobretudo como um altar de renovação espiritual para os batistas fluminenses.”
O mergulho nas sessões plenárias e ministeriais
A cada nova sessão, o auditório permaneceu vibrante e tomado por convencionais ávidos por adoração, capacitação e alinhamento ministerial
2ª Sessão (Manhã de Sexta-feira)
A programação foi iniciada com um devocional onde o pastor Ronan Stellet conduziu a congregação a refletir sobre a centralidade de Cristo como o Cordeiro de Deus, apontando para a missão de levar as pessoas a conhecê-Lo, seguido por louvor com a AMBF. Na sequência, o pastor Erick Mendonça ministrou a Palavra destacando a urgência do discipulado, tendo como espelho a relação entre Paulo e Timóteo. A sessão cumpriu sua pauta administrativa com a apresentação e aprovação dos relatórios do Conselho Fiscal e das atividades dos Ministérios e Organizações da CBF.
3ª Sessão (Tarde)
Começou com uma palavra inspiradora de Katryne Rodrigues, baseada na multiplicação dos pães e peixes. O pastor Alexandre Bouchorny, ministro de Novas Gerações,
conduziu a devocional. Logo após, o pastor Nicácio Jr. abordou o desafiador tema “O desafio de se fazer discípulos na Pós-Modernidade”, seguido pelo forte testemunho do pastor Cleverson Bigarani, missionário na Itália. O encerramento deste bloco foi marcado pela eleição da nova diretoria da CBF: Presidente: Pr. Rafael Antunes
Vice-Presidentes: Pr. Luciano Cozendey, Pr. Nicacio Junior, Pr. Cleibel Peixoto Secretários: Pr. Ronan Stellet, Lina Silvana, Natalina Gomes, Claudia Noemia
4ª e 5ª sessões
As plenárias noturnas mantiveram o auditório lotado e em clima de profunda adoração. Os trabalhos contaram com ministrações espirituais profundas dos pastores Irland Pereira de Azevedo, presidente emérito da CBB, Raphael Abdalla, presidente da CBB, e Heber Aleixo, diretor-executivo da Lifeshape Brasil, impulsionando a Igreja ao avivamento e à renovação institucional. O louvor e a ministração musical foram conduzidos pelos cantores Paulo César Baruk e Weslei Santos, selando o encerramento oficial da maior assembleia da história da CBF.
Rumo a 2027: o legado continua
Com o coração cheio de gratidão, a Convenção Batista Fluminense encerrou sua 117ª edição deixando um legado inegável. A liderança recém-empossada assume o desafio de dar continuidade a essa história de 135 anos, fortalecendo a união e a expansão missionária das Igrejas em todo o estado do Rio de Janeiro.
O encerramento oficial já deixou o convite lançado para o futuro da denominação: nos encontraremos na próxima edição da assembleia, em Nova Iguaçu, em 2027. n
Paulo César Baruk foi uma das atrações musicais
Pr. Fernando Brandão saudou os Batistas fluminenses
Pr. Raphael Abdalla, presidente da CBB
Pr. Héber Aleixo, diretorexecutivo da Lifeshape Brasil
Pr. Fábio Marins, orador oficial
Pr. Rafael Antunes (presidente da CBF), Pr. Fernando Brandão (diretor-executivo da CBB) e Pr. Diego Bravim (diretor-executivo da CBF)
Impacto Jovem Missionário mobiliza mais de 100 adolescentes e jovens em Sergipe
Participantes levaram a mensagem do Evangelho e serviram às Igrejas e comunidades locais.
Juventude Batista Sergipana
Entre os dias 6 e 12 de julho, a Convenção Batista Sergipana (CBS) realizou mais uma edição do Impacto Jovem Missionário (IJM), projeto desenvolvido pela Juventude Batista Sergipana (JUBASE) em parceria com a Coordenação de Evangelismo e Missões da CBS.
Com o propósito de mobilizar adolescentes e jovens para viverem a missão de forma prática, o IJM reuniu mais de 100 voluntários, distribuídos em sete equipes, que atuaram nas cidades de Porto da Folha e Indiaroba, levando a mensagem do Evangelho e servindo às igrejas e comunidades locais.
Durante uma semana de intensa programação missionária, os participantes desenvolveram diversas ações evangelísticas, entre elas evangelismo de porta em porta, evangelismo criativo, atividades com crianças, ações sociais na aldeia, cultos evangelísticos, visitas às famílias, momentos de oração e discipulado, capacitação sempre em parceria com as igrejas anfitriãs.
Além do impacto nas comunidades atendidas, o projeto teve como foco a formação de uma nova geração de missionários. Ao longo da programação, adolescentes e jovens foram desafiados a compreender que missões não são apenas uma atividade pontual, mas um estilo de vida marcado pelo serviço, pela proclamação do Evangelho e pelo compromisso com a Grande Comissão.
O Impacto Jovem Missionário reafirma o compromisso da JUBASE em fortalecer a cultura missionária entre as novas gerações, capacitando e enviando adolescentes e jovens para servir a Deus dentro e fora de suas igrejas locais.
Mais do que uma semana de atividades, o IJM representa um investimento na formação de discípulos comprometidos com Cristo e disponíveis para responder ao chamado missionário, fortalecendo Igrejas, alcançando comunidades e inspirando novos vocacionados para a obra missionária. n
Participantes desenvolveram diversas ações evangelísticas
Evangelismo de porta em porta foi uma das ações realizadas
JUBASE promoveu ação missionária em parceria com a Convenção Batista Sergipana
Impacto Jovem Missionário reuniu mais de 100 voluntários, distribuídos em sete equipes, que atuaram nas cidades de Porto da Folha e Indiaroba
Em meio às ruínas, Pr. João testemunha a fé que resiste na Venezuela
O diretor-executivo de Missões Mundiais, pastor João Marcos Barreto Soares, esteve na Venezuela para acompanhar o trabalho dos Voluntários Sem Fronteiras, dos projetos Goal of Hope e Tenda de Brincar, dos missionários e educadores do PEPE junto às famílias afetadas pelos terremotos.
Qual foi sua primeira impressão?
Desolação. Já estive no Haiti e na Ucrânia bombardeada, mas não tinha visto prédios tão grandes desabados daquela forma. A dimensão das perdas assusta.
Qual foi a importância da parceria com a Convenção Batista Venezuelana?
Temos uma parceria de anos. Foi mais uma forma de demonstrar solidariedade e de ajudá-los a ajudar o próprio povo. Eles quiseram nossa ajuda para saber como agir no futuro. Essa parceria também fortaleceu a confiança deles em nós.
O que mais marcou a visita?
Durante o louvor em uma Igreja de Caraballera, enquan-
to as pessoas declaravam que Deus é bom, o pastor me contava o que cada uma havia enfrentado. Uma mulher louvava mesmo tendo perdido tudo. Outra havia perdido o filho. Um homem aceitou Jesus como Salvador, após ter perdido a esposa e a cunhada… Foi possível ver Deus agindo no meio da dor, derramando conforto, consolo e esperança.
Que mensagem gostaria de dar aos nossos parceiros e Igrejas?
“Gratidão. Dizer que a oferta de cada um fez uma enorme diferença. Nós conseguimos alimentar muitas famílias e comprar muitos remédios. Muitos kits. A oferta foi a diferença entre a pessoa ter uma colcha para se cobrir, uma roupa para vestir, uma comida para comer, o remédio para tomar. Então, a oferta virou realmente um bálsamo na vida das pessoas. Foi um conforto que Deus deu”.
Envolva-se com a campanha A RESPOSTA VENEZUELA. Contribua pelo Pix venezuela@doeagora.com ou pelo site missoesmundiais.colabore.org/respostavenezuela n
O legado de Joel e Lúcia Martiniano
Missionários Lúcia e Pr. Joel e filhos Isaac e Miquéias
Os missionários Joel e Lúcia Martiniano celebraram o culto de jubilamento cercados pelos amigos e familiares na Primeira Igreja Batista em Caldas Novas - GO. Após 25 anos, eles deixam o campo com um legado de fé, serviço e vidas alcançadas pelo evangelho.
O chamado foi confirmado em 1998, durante uma viagem voluntária à Bolívia. No Congresso Proclamai, em Goiânia, disseram “sim” ao Senhor por meio de Missões Mundiais e, após um período de preparo, partiram para o Peru, em 2000.
Em Arequipa, atuaram na evangelização, no discipulado, no fortalecimento de Igrejas e na plantação de uma nova Igreja, iniciada com reuniões em sua casa. Depois, seguiram para Ayacucho, onde revitalizaram a Igreja local, apoiaram 40 congregações campesinas e formaram obreiros por meio de um Instituto Bíblico. Também desenvolveram programas de rádio e televisão e contribuíram para a conclusão da igreja em Ayacucho. Ali nasceu o primeiro PEPE do Peru, que se expandiu pelo país e cooperou para a abertura de 13 frentes missionárias.
Em 2010, seguiram para a África do Sul. Evangelizaram trabalhadores das minas, discipularam novos convertidos, treinaram obreiros e ajudaram a estabelecer uma congregação de língua portuguesa. Mais tarde, em Johannesburgo, revitalizaram uma igreja e coordenaram o PEPE na África Austral, apoiando equipes e projetos em diferentes países.
De volta ao Brasil, em 2017, continuaram servindo em treinamentos, viagens missionárias e ações de mobilização. Durante a pandemia, criaram uma sala de oração on-line que reúne semanalmente participantes de diversos países.
Missões Mundiais é imensamente grata por caminhar ao lado de quem dedica cada batida do coração para que o mundo conheça Jesus, o Salvador. A trajetória deles mostra que a obediência ao chamado do Senhor produziu frutos que perpetuarão o legado de anunciar o evangelho entre povos e nações. n
Batistas de São Paulo celebram a 117ª Assembleia da CBESP em Sumaré
Evento teve programação inspirativa e deliberativa, encontros das organizações, foco em missões e eleição da nova Diretoria da Convenção.
Chico Junior jornalista na Convenção Batista do Estado de São Paulo
Realizada no município de Sumaré, a 117ª Assembleia da Convenção Batista do Estado de São Paulo (CBESP) congregou o povo Batista em reuniões e celebrações nos dias 8 a 11/7. O encontro da denominação no estado paulista teve representatividade das Igrejas locais e das associações regionais.
A 117ª Assembleia aconteceu na Segunda Igreja Batista de Sumaré, a qual recebeu, junto com a associação regional (ABCLESP), o maior evento Batista de São Paulo. A programação foi transmitida pela CBESP no YouTube. Houve momentos inspirativos e deliberativos, como a eleição e posse da Diretoria CBESP.
O pastor Segundo Almeida foi eleito para a Presidência da CBESP. Respectivamente, os vice-presidentes são pastor Elias Soares, pastor Silvestre Alves Jr., e Alexandra Barros. Os mensageiros elegeram na mesma sexta-feira, 10, pastor Edmilson Lara, pastor Cleverson do Valle, pastor Haroldo
Pr. Nelson Pacheco abriu última agenda da Assembleia
Costa, e Rita Andrade para as funções de 1º, 2º, 3º e 4º secretários, nessa ordem. Esse grupo é responsável pela gestão administrativa da CBESP no biênio 2026-2028. A Diretoria CBESP assume também a administração da Rede Batista de Educação CBESP, mantenedora dos campi da Faculdade Teológica Batista de São Paulo e das unidades Bauru e Perdizes do Colégio Batista Brasileiro.
“Recebemos a Diretoria eleita com imensa alegria e com o coração cheio de expectativa pelo que Deus fará nos próximos dois anos. Ao mesmo tempo, nossa gratidão à Diretoria anterior, que serviu ao Senhor e às nossas igrejas com exemplar dedicação e fidelidade”, disse o diretor-executivo da CBESP, pastor Alípio Coutinho Jr., ao expressar ação de graças também pelo envolvimento das Igrejas e das lideranças na 117ª Assembleia CBESP.
O executivo também ressaltou o papel essencial dos representantes das Igrejas no evento. “Agradecemos profundamente a cada mensageiro e mensageira que esteve conosco em Sumaré. A presença, as orações e o compromisso de vocês são combustível a impulsionar a obra mis-
Coro dos músicos batistas (AMBESP) participou da celebração de encerramento no sábado (Fotos: Equipe CBESP)
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sionária e denominacional em todo o nosso estado de São Paulo”, completou.
Houve momento de homenagem pelo tempo de atuação convencional durante a Assembleia. O diretor financeiro, Joelson Batista, completou 35 anos, e a gerente administrativo e da área CBESP Missões, Harumi Kakugawa, fez 25 anos. As missionárias Lidia da Silva Gomes e Laide Vendramini também foram homenageadas por mais de 30 anos de serviço em Missões.
Pr. Uchôa reeleito na OPBB-SP
A agenda do encontro convencional movimentou intensamente os participantes ao longo da semana. Na quarta-feira, o início dos trabalhos contou com a assembleia dos pastores (OPBB-SP). Eles reelegeram o pastor Emanuel Uchôa à Presidência. A Diretoria ficou composta pelos pastores Geandre Lopes, Sérgio Moreira e Marcos Peres, respectivamente 1º, 2º e 3º vice-presidentes. A Secretaria contará com os pastores Givanildo da Rocha Araújo, William Quintela, e Márcio Biazi. A partir da reformulação do Estatuto e Regimento Interno, a gestão passou a ser bienal.
As esposas de pastores (UEPBESP) também se reuniram nos períodos da manhã e da tarde antes da abertura solene da 117ª Assembleia CBESP, que teve preleção do pastor Clóvis Gomes Jr, titular da Primeira Igreja Batista de Piracicaba.
A União reconduziu para presidente Mércia Longo, acompanhada pela eleição para 1ª e 2ª vice-presidente de Rosemeire Rosa e Vania Lucia Soares. Valéria Alves e Daniela Santos são as 1ª e 2ª secretárias, e Emanuele Costa e Rute Paiva, 1ª e 2ª tesoureiras, respectivamente. O mandato também é de dois anos (2026-2028).
Noites CBESP Missões e da Juventude
As sessões deliberativas e os momentos institucionais ocuparam a quinta e a sexta-feira, trazendo prestação de con tas, relatórios e propostas fundamentais para o andamento das ações Batistas no Estado. O programa da quinta teve a Noite CBESP Missões, que abordou o tema da campanha missionária do ano (“É tempo para abençoar”).
A programação enfatizou os testemunhos de redenção e transformação realizados pelo Senhor Jesus. “A atuação missionária do povo Batista é essencial para levar a bênção do evangelho às pessoas”, disse a gerente CBESP Missões, Harumi Kakugawa. Também houve destaque a oração, de dicação e doação, como ofertas de tempo e financeira pessoais via pixmissoes@cbesp.org.br.
Além da eleição da Diretoria CBESP, a sexta-feira contou com a Noite da Juventude, comandada pelos jovens batistas (JUBESP) e pela liderança regional da JUBACEL-SP. A preleção foi do pastor Felipe Nunes, auxiliar na Igreja Batista Boas Novas (Vila Zelina). A agenda teve presença de diversas gerações de povo Batista no templo da SIB Sumaré adorando com música e celebrando em comunhão.
Encontros das áreas encerra programação
No sábado, as atividades das organizações tiveram as Mulheres Batistas (MB-SP), que elegeram Maristela Massacesi (presidente), Leci Fraga (1ª vice), Ruth Cruz (2ª vice), e Débora Lins (3ª vice), e Érica (1ª secretária), Leonice Duarte (2ª secretária), Valéria Moura (3ª secretária) e Daniela Caldas (4ª secretária).
Os Homens Batistas (HBESP) escolheram José Oriel (presidente), e para a Vice-Presidência, Ricardo Máximo. Jovens (JUBESP) e Músicos (AMBESP) não tiveram eleição de suas respectivas diretorias.
Diáconos e diaconisas reelegeram José Roncalle na Presidência da ODBESP. Marinete Silva e Antonio Nunes ficaram como vice-presidentes. A Secretaria traz Ana Angélica Costa e José Alencar da Silva. Jurandir Barros é o tesoureiro da Ordem.
A 118ª Assembleia CBESP já tem data e local definidos. O encontro anual dos Batistas paulistas será na cidade de São José dos Campos, dos dias 7 a 10/7. As inscrições serão abertas em breve. n
Plenário lotou nas sessões da Assembleia CBESP; Mulheres participaram fortemente no sábado (Equipe CBESP)
Pr. Geandre encorajou povo a missões (Renato Albarral)
UEPBESP se reuniu na quarta na SIB (Renato Albarral)
Do Marajó para o Seminário Equatorial: jovem deixa tudo para preparar-se e servir em Igreja fundada pelo avô
Jonas da Silva Santos, de 28 anos, é estudante do primeiro semestre de Teologia da Faculdade Batista Equatorial.
William Costa da Silva jornalista voluntário na Faculdade Batista Equatorial; membro da Primeira Igreja Batista em Murinin, em Benevides - PA
Entre os rios e campos da Ilha do Marajó, na comunidade remanescente de quilombo de Campina/Vila União, município de Salvaterra, uma pequena Igreja permanece como testemunho da fidelidade de Deus ao longo dos anos. Fundada em 1992, por Raimundo Gonçalo dos Santos, um líder que hoje tem 86 anos de Idade, a Congregação Batista em Vila União, filha da Primeira Igreja Batista em Salvaterra, continua servindo à comunidade e agora vê surgir uma nova geração disposta a investir na sua continuidade.
Essa é a história de Jonas da Silva Santos, 28 anos, estudante do primeiro semestre de Teologia da Faculdade Batista Equatorial (FABAE), que deixou o trabalho, a família e a vida no interior marajoara para buscar capacitação bíblica e teológica em Belém. Seu objetivo, porém, não está na capital. Desde o início, ele tem um destino em mente: voltar para casa.
“Meu pensamento é voltar para lá. Não sei exatamente quais são os planos de Deus, mas meu propósito é retornar e ajudar minha Igreja”, afirma.
A Igreja que Jonas deseja servir é a mesma fundada por seu avô, que continua sendo a principal liderança da congregação, nos mais de 30 anos de criada. Sem acesso a uma formação teológica mais ampla, ele conduziu a Igreja durante décadas apoiado no conhecimento adquirido em um breve período de estudos e na experiência ministerial construída ao longo dos anos.
Ao observar a realidade da congregação, Jonas começou a perceber desafios que poderiam ser enfrentados com maior preparo teológico. “Eu vi a necessidade da minha Igreja. Meu avô já está com uma idade avançada e muitas
A decisão de deixar o Marajó não foi simples. Acostumado à rotina da comunidade e ao convívio familiar, Jonas precisou enfrentar a distância, as dificuldades financeiras e a adaptação ao ambiente acadêmico.
Hoje, sua permanência em Belém é viabilizada pela ajuda de familiares e pelo apoio de irmãos e Igrejas que acreditam em seu preparo ministerial e contribuem para sua manutenção durante o período de estudos.
A transição também trouxe desafios emocionais. “Nos primeiros dias foi muito difícil. Eu nunca tinha vivido uma graduação e estava há um tempo sem estudar. Pensei até em desistir. Mas Deus foi colocando pessoas para me ajudar e me sustentar nesse processo”, relembra.
Apesar das dificuldades iniciais, Jonas afirma que a experiência tem ampliado sua compreensão das Escrituras e da missão da Igreja. “É um curso que abre muito a mente para quem quer entender a Bíblia. Tem sido muito bom para mim e estou gostando bastante”, disse.
Formando líderes para servir suas comunidades
Para o professor Ulicélio Valente, coordenador do curso de Bacharelado em Teologia da FABAE, histórias como a de Jonas representam um dos propósitos centrais da instituição. Para o professor, a formação teológica não tem como finalidade apenas a preparação pastoral formal, mas também o fortalecimento das igrejas locais por meio de líderes comprometidos com o ensino saudável das Escrituras. “Nem todo
Jonas em atuação com os jovens de sua Igreja
Jonas e seu avô, Raimundo Gonçalo dos Santos
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estudante chega ao Seminário afirmando que será pastor. Muitos chegam porque amam sua igreja e desejam servi-la melhor. A formação teológica amplia a visão, aprofunda a compreensão bíblica e capacita homens e mulheres para servirem onde Deus os chamou”, conta.
Educação teológica a serviço da missão
A diretora acadêmica da FABAE, professora doutora Va nessa Galúcio, destaca que a presença de alunos oriundos de diferentes regiões amazônicas reforça a vocação mis sionária da instituição. “A Faculdade Batista Equatorial foi criada para servir a Igreja na Amazônia. Quando recebemos estudantes como Jonas, percebemos que nossa missão está sendo cumprida, porque estamos contribuindo para a formação de líderes que conhecem as necessidades de suas comunidades e desejam voltar para servir nelas.” Para ela, o impacto da educação teológica ultrapassa os limites da sala de aula. “Cada aluno formado representa uma oportunidade de fortalecimento para Igrejas, famílias e comunidades in teiras. Investir na formação teológica é investir na expansão do Reino de Deus por meio de pessoas comprometidas com a Palavra e com a missão.”
O futuro nas mãos de Deus
Embora ainda não se considere vocacionado ao pastora do, Jonas reconhece que deseja contribuir para o fortaleci mento espiritual de sua igreja. Ele fala sobre a necessidade de investir em ministérios para crianças, jovens e no ensino bíblico da congregação. Seu desejo é levar para Vila União
Congregação Batista em Vila União
sustentado pela fé, pelo apoio de familiares, de irmãos em Cristo e de igrejas parceiras. Entre a sala de aula e os rios do Marajó, ele carrega uma convicção simples, mas profunda: preparar-se para servir. n
Tempo de reencontro e novos passos: líderes
Batistas retomam o projeto EvangeSul em Curitiba - PR
Programa combinou memória histórica, diagnóstico missionário e planejamento conjunto.
Líderes da Junta de Missões Nacionais e das convenções Batistas do Sul do Brasil se reuniram em Curitiba - PR para tratar sobre o EvangeSul
Equipe EvangeSul
De 22 a 24 de junho de 2026, líderes das quatro convenções Batistas do Sul do Brasil — Paranaense, Catarinense, do Rio Grande do Sul e Pioneira — reuniram-se na Faculdades Batista do Paraná (Fabapar), em Curitiba - PR, para retomar oficialmente o EvangeSul como mesa comum de cooperação missionária na região. O encontro, articulado pela Junta de Missões Nacionais (JMN), em parceria com as convenções, marcou um tempo de comunhão, alinhamento e oração em torno do desafio de alcançar os vazios batistas e fortalecer a plantação e a revitalização de Igrejas.
Ao longo dos três dias, o programa combinou memória histórica, diagnóstico missionário e planejamento conjunto. Na abertura, foi recordada a trajetória do EvangeSul desde 1998, quando se estabeleceu o sonho de ver Igrejas Batistas plantadas e revitalizadas e grupos humanos específicos alcançados. Esse resgate da memória contou com a presença animadora de dois líderes do projeto original, pastores Izaias Querino e Daniel Eiras. Para o diretor-executivo da Convenção Batista do Rio Grande do Sul (CBRS), pastor Ricardo Lebedenco, “foi muito inspirador ouvir os sonhos que Deus deu aos pioneiros do EvangeSul: sonhos de unidade entre as convenções do Sul e a JMN, sonhos de ver o Reino de Deus se expandindo nesses estados, sonhos de ver igrejas
sendo plantadas nos vazios batistas. Saímos encorajados e motivados em cumprir essa missão que Deus nos deu!”. Além da memória do EvangeSul, o encontro trabalhou de forma objetiva o presente e o futuro da missão no Sul do Brasil. Foram apresentados dados da região, destacando mais de 800 municípios sem presença de trabalho ligado à Convenção Batista Brasileira — cerca de 94% deles com menos de 20 mil habitantes. Em grupos temáticos, os participantes construíram propostas em áreas como mapeamento e plantação de Igrejas, revitalização, formação e mentoria de líderes, as quais serão repercutidas e desenvolvidas em núcleos específicos a serem formados com líderes das instituições participantes.
O clima geral foi de convergência de visão e estratégia pela evangelização do Sul. Para o pastor Arthur Slengmann, presidente da Convenção Catarinense (CBC), tratou-se de um “tempo de conhecimento, reconhecimento, alinhamento e direcionamento”. Na mesma direção, o pastor Antonio Kukul, executivo do campo paranaense, destacou que renovar o propósito do EvangeSul é, ao mesmo tempo, necessidade, responsabilidade e privilégio, afirmando: “Deus nos levanta neste tempo para servirmos com fidelidade, colocando nossos dons, talentos e recursos à disposição do Reino, na convicção de que a obra missionária exige comunhão, cooperação e visão”.
NOTÍCIAS DO BRASIL BATISTA
Essa dimensão de colaboração entre convenções também foi ressaltada pelo pastor Marcos Lovera, executivo da Convenção Pioneira, para quem participar da reunião foi “privilégio e bênção”; ele saiu confiante de que, ao fazermos a nossa parte, “Deus é fiel e fará a sua obra no Sul do Brasil”. Já o pastor Olavo Vigil, presidente da Convenção do Rio Grande do Sul, fez questão de agradecer à Convenção Paranaense pela recepção e à liderança de Missões Nacionais pela condução das reuniões, destacando o quanto foi inspiradora a companhia dos amigos da Pioneira e da Catarinense.
Entre os passos concretos definidos, além da atualização do pacto e da criação de núcleos específicos, está a realização de um grande congresso EvangeSul agendado para 15 a 18 de junho de 2027, em Santa Catarina. O encontro foi encerrado com líderes das convenções e da JMN recitando o pacto em uníssono e intercedendo uns pelos outros, consagrando a Deus os planos traçados. Ao final, o diretor-executivo da JMN, pastor Fabrício Freitas, declarou: “Estamos como os que sonham. Gratidão aos nossos líderes preciosos das Convenções do RS, SC, PR e da Pioneira. Vocês nos inspiram!”.
Pacto EvangeSul 2026
Reconhecendo que a nossa região está muito carente do Evangelho de Jesus Cristo e que a missão de proclamá-lo nos foi confiada pelo Senhor, como razão de ser da nossa vida, responsabilidade intransferível e urgente, nós, Convenção Batista Paranaense, Convenção Batista Catarinense, Convenção Batista do Rio Grande do Sul, Convenção Batista Pioneira do Sul do Brasil e a Junta de Missões Nacionais, comprometemo-nos a
... Orar uns pelos outros, unindo as nossas almas e corações no interesse comum de sermos testemunhas ousadas e eficientes do amor de Deus;
... Interceder continuamente pelo nosso povo, para que o Senhor olhe para a nossa terra e nos abençoe em nosso esforço de tornar o Nome de Cristo conhecido e seus mandamentos obedecidos;
... Fazer o que está ao nosso alcance para que os nossos esforços na área de evangelização e missões sejam coerentes e sincronizados, evitando as duplicações e superposições desnecessárias de esforços e investimentos de recursos materiais;
... Manter comunhão uns com os outros, buscando a plantação de igrejas em cidades sem presença batista ou com presença insuficiente, a revitalização de igrejas e congregações carentes que tenham boa expectativa de crescimento, atendendo a grupos humanos específicos, trabalhando em parceria e harmonia com igrejas e instituições da região ou de outras regiões do Brasil e/ou exterior que queiram cooperar conosco nessa tarefa.
Para a realização dessa tarefa, decidimos estabelecer uma mesa comum com representantes das quatro convenções batistas signatárias e a Junta de Missões Nacionais, na qualidade de catalisadora, para escuta, partilha, reflexões e definição de planos e ações convergentes que nos ajudem a cumprir o nosso compromisso e dar prosseguimento ao EvangeSul.
Conscientes de nossa dependência de Deus para a vitória que há de ser para a sua honra e glória, submetemo-nos à direção do Espírito Santo, para o êxito do nosso compromisso. n
Caravana Missionária realiza impacto evangelístico no Agreste pernambucano
Ação reuniu voluntários de cinco estados para fortalecer a evangelização e o discipulado em Camocim de São Félix e São Joaquim do Monte.
Uziel e Márcia
líderes da caravana
Entre os dias 10 e 21 de julho, uma Caravana Missionária promoveu um amplo impacto evangelístico e missionário nos municípios de Camocim de São Félix e São Joaquim do Monte, no Agreste pernambucano. A programação contou com evangelismo de casa em casa, cultos, passeata evangelística, atividades infantis, visitação às famílias e momentos de comunhão.
A caravana foi formada por irmãos de cinco estados brasileiros e oito Igrejas, demonstrando a unidade da Igreja em favor do cumprimento da Grande Comissão. Participaram da ação o pastor Sérgio Luizetto, Fernando, Mairinéia, Lígia, Márcia, Uziel e Mauro, da Igreja Batista Betel, em São Vicente - SP; Carla, Gildo, Pedro, Rodolfo e Lucas, da Primeira Igreja Batista em Campo Limpo Paulista - SP; Bernardo e Esmeralda, da Igreja Batista da Vila Ema - SP; Eliodório, da Igreja Batista Parque das Bandeiras - SP; Eleonae, da Igreja Batista do Guarujá - SP; pastor Ronaldo Cleiton, da Primeira Igreja Batista em Bom Jesus da Lapa - BA; pastor Cláudio Fernandes, da Igreja Batista Deus Conosco, em Manaus - AM; Neuza, da Primeira Igreja Batista de Santos - SP; e pastora Lienis, da Igreja Batista Filadélfia - RJ.
Liderada pelo casal Uziel e Márcia, a Caravana Missionária reuniu 20 voluntários, com idades entre 12 e 81 anos, que custearam suas próprias despesas para servir no campo missionário. Entre eles estavam os adolescentes Pedro e Bernardo, o jovem Lucas e a irmã Neuza, de 81 anos. Também participou o irmão Eliodório, que, mesmo enfrentando dificuldades de saúde, decidiu integrar a equipe para anunciar a mensagem de Cristo.
Durante os dias de trabalho, a caravana atuou em parceria com a liderança da Igreja local, sua membresia e os alunos do projeto esportivo desenvolvido na região, levando o Evangelho às cidades de Camocim de São Félix, São Joaquim do Monte e Mondé.
O ministério local é liderado pelo pastor Gledson Batista
da Silva Basto e sua esposa, Amanda da Costa França Basto,(“Cristão”, em japonês). A iniciativa atende cerca de 70 adolescentes e jovens, distribuídos em duas bases: uma em Camocim de São Félix, na sede da Igreja, com aproximadamente 50 alunos, e outra em São Joaquim do Monte, em um salão alugado, com cerca de 20 participantes.
Além da prática esportiva, o projeto promove discipulado e ensino bíblico, contribuindo para a formação espiritual e cidadã dos participantes. Segundo os organizadores, muitos adolescentes e jovens já entregaram suas vidas a Cristo e hoje servem na igreja, cooperando com a expansão do Reino de Deus.
A programação também contou com atividades voltadas às crianças, coordenadas pelo casal Carla e Gildo. Foram realizados momentos recreativos, distribuição de bolas, bonecas e algodão-doce, além da apresentação da mensagem do Evangelho. Muitas crianças foram alcançadas e famílias tiveram contato com a igreja por meio dessas ações.
A equipe reuniu missionários experientes, que já atuaram em diversas regiões do Brasil e em outros países, mas também contou com irmãos que participaram de sua primeira viagem missionária, como Eliodório, Mauro, Lucas e Rodolfo, fortalecendo uma nova geração de evangelistas e missionários.
Ao final da ação, os organizadores expressaram gratidão a Deus pela proteção, pela comunhão vivida durante os dias de trabalho e pelos frutos colhidos. Também agradeceram ao irmão Jonas e sua família, proprietários da Pousada Churrascaria Jonas, pela acolhida e hospitalidade; a Antônio, responsável pelo transporte da equipe; e à Associação das Igrejas Batistas do Litoral Paulista, presidida pelo pastor Sérgio Luizetto, pelo apoio com as camisetas da caravana.
A Jesus Cristo, o invencível, reafirmamos nossa entrega e nossa resposta: Eis-me aqui. Queremos, como foi cantado pelo quarteto fantástico: “Estar com Cristo, onde a luta se travar, no lance imprevisto, a frente m’encontrar, até que O possa ver na glória, se alegrando da vitória”. n
Caravana Missionária, que atuou no Agreste Pernambucano, reuniu 20 voluntários, com idades entre 12 e 81 anos
Convenção Batista Baiana realiza sua
101ª Assembleia em Jequié - BA e elege nova Diretoria
Evento destaca o tema Cada Batista um Discípulo em Missão.
Lidiane Ferreira gerente de Comunicação e Marketing da Convenção Batista Baiana
Pela sétima vez, o município de Jequié, localizado a cerca de 360 km de Salvador, sediou uma assembleia da Convenção Batista Baiana. A 101ª edição do maior evento dos Batistas da Bahia foi realizada entre os dias 08 e 10 de julho de 2026, na Primeira Igreja Batista de Jequié.
Um evento histórico. A 101ª Assembleia reuniu 634 inscritos (segundo maior número nos últimos cinco anos), 338 Igrejas representadas (maior número na história) e 174 cidades representadas. Todas as 20 associações regionais da CBBA presentes. O templo da Igreja anfitriã ficou lotado nas sessões da noite, como também o auditório externo preparado com telão e cadeiras para o público excedente. Nessa área funcionou também uma praça de alimentação e stands. A Rede 3.16 Bahia, a primeira regional da Rede 3.16 (a rádio missionária dos Batistas brasileiros) contou com um estúdio montado na Igreja e realizou a cobertura completa do evento com entrevistas ao vivo.
A 101ª Assembleia foi antecedida pelos eventos das organizações voltadas para esposas de pastores, músicos, educadores cristãos, diáconos, pastores, jovens, homens e mulheres, nos dias 07 e 08 de julho, nas seguintes Igrejas: Primeira Igreja Batista de Jequié, Igreja Batista Sião, Igreja Batista Hosana, Igreja Batista Manancial, Igreja Batista Maranata e Igreja Batista do Jequiezinho. Durante esses eventos, foram escolhidas as novas diretorias desses órgãos para o biênio 2026-2028.
“Cada Batista um Discípulo em Missão” é o tema da Campanha de Missões Estaduais 2026 e da assembleia. A temática norteou as mensagens de abertura, com o pastor Eber Mesquita (08/07), dos cultos matutinos (09 e 10/07) com o pastor Diogo Carvalho e o pastor Judiclay Santos, da noite missionária (09/07) com o pastor Gilvan Barbosa e da noite da juventude (10/07) com o pastor Breno Brito. O Congresso Infantil realizado na Igreja Batista Sião em Jequié, nos dias
Pr. Gilvan Sobrinho foi o preletor da Noite Missionária
Novas Igrejas recebidas no rol da CBBA
Novo presidente, Pr. Éber Mesquita, fala aos convencionais
Primeira Igreja Batista em Jequié
09 e 10 de julho, reunindo um bom número de crianças na faixa etária de 04 a 11 anos, também seguiu essa abordagem. Durante o encontro convencional, quatro novas Igrejas foram recebidas no rol da CBBA: Igreja Batista Flamboyants em Salvador, Igreja Batista da Cidade em Barreiras, Primeira Igreja Batista da Cidade de Itaguaçu da Bahia e Igreja Batista Caminho da Graça em Santo Estevão. Houve ainda uma Igreja que reingressou ao rol cooperativo: Primeira Igreja Batista de Queimadas.
Todos os anos, a CBBA realiza um momento especial de homenagens em vida, dedicado nesta edição aos seguintes irmãos: Anísia Alves Souza Bastos, pastor Cândido Martins de Jesus Filho, Maria da Natividade Gomes Costa e Sonilda Sampaio Santos Pereira. Também de homenagens póstumas: irmão Evilázio Ribeiro Santana e a irmã Lindóia Moura da Silva Melo.
As reuniões deliberativas da tarde foram um importante momento de apresentação de relatórios da Secretaria Geral e Gerências da CBBA e dos órgãos executivos e auxiliares, prestação de contas e diretrizes para os próximos anos. Os relatórios aprovados destacam o avanço da obra batista na Bahia.
A Noite Missionária realizada na quinta, 09 de julho, foi uma grande celebração de Missões Estaduais. A programação contou com alguns dos missionários do campo baianos, apresentação de novos obreiros – missionário Givanildo Santos no campo de Malhada de Pedras e missionário Amarildo Batista no campo de Teolândia. Na oportunidade, foi apresentado também o novo gerente de Responsabilidade Social da CBBA, pastor Valter Ney Ramalho, que até então pastoreava a Primeira Igreja Batista em Iraquara e era Presidente da Associação Batista da Chapada Diamantina.
A Noite da Juventude, realizada no dia 10 de julho, também marcou o encerramento do encontro convencional. Na oportunidade, foi empossada a nova diretoria da Convenção Batista Baiana para o biênio 2026-2028: Presidente: pastor Eber Mesquita de Azevedo; 1º vice-presidente: pastor Riedson Alves de Oliveira Filho; 2ª vice-presidente: Andrea Santiago Dias; 3ª vice-presidente: Edna Maria Peixoto Santos; 1ª secretária: Ludjana Nascimento dos Santos Medeiros; 2ª secretária: Heloisa Cristina Torres Santos Rezende; 3º secretário: pastor Daniel Costa Pereira.
A programação também destacou as novas gerações e apresentou a cidade que irá sediar a 102ª Assembleia em 2027: Teixeira de Freitas, localizada no extremo sul baiano, tendo como anfitriã a Primeira Igreja Batista local. Será no período de 29 de junho a 03 de julho.
Deus nos conceda graça para continuarmos expandindo o Evangelho de Jesus Cristo por toda a Bahia! n
Antiga e nova diretoria da CBBA
Pr. Judiclay Santos foi um dos preletores
Oração pelo novo gerente de Responsabilidade Social da CBBA
Pr. Breno Brito foi o preletor da Noite da Juventude
Pr. Éber Mesquita foi um dos preletores
Pr. Diogo Carvalho, da JMN, também ministrou na Assembleia em Jequié